A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 18ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá pessoal boa noite boa noite muito boa noite sejam todos bem-vindos a mais uma edição do programa força do espiritismo e dessa feita a 18ª parte do tema Platão e o espiritismo com o nosso amigo Thiago Barbosa mas antes de chamar o Thiago Barbosa Lembrando que a força do Espiritismo é uma produção do espiritismo.net em parceria com a TV Serge e a FEB TV e também retransmitida por alguns canais parceiros Agora sim chamando o nosso amigo thgo Barbosa Boa noite meu amigo boa noite Que bom estarmos juntos novamente na jaj e hoje com né é Exatamente exatamente porque ontem estávamos numa outra Live e ah o Thiago estava a luz de velas pelo celular pois é pois é mas hoje tem a luz artificial aí mas que possa brilhar a luz do Cristo né meu irmão e que o estudo possa ser muito bom nessa continuidade né Eh do tema Platão e o espiritismo então eu deixo agora a palavra contigo nesses próximos 40 minutos e logo mais eu volto já pedindo ao pessoal para deixar suas considerações seus comentários suas perguntas sobre o tema Porque na minha volta eu vou repassar esses comentários e essas perguntas para o nosso amigo thago então agora é contigo meu amigo tá ótimo obrigado meu amigo vamos lá bom dá o nosso boa noite ao Mário a elizabe a Juliana eh bom na semana passada nós havíamos começado um tema que é o tema do autoconhecimento do conhecimento de si mesmo não é isso no pensamento de Sócrates e naturalmente isso se estende a Platão né Eh também a xenofonte que a quem eh eh temos estudado aqui né Principalmente a obra eh ditos e feitos memoráveis de Sócrates né uma das principais obras de xenofonte enfim eh esta questão ela tem uma centralidade né Eh no pensamento do mestre de Atenas porque vejam vocês eh a a filosofia eh de Platão que é uma filosofia digamos assim sistemática e uma filosofia que eu diria cósmica que ela abrange todas as dimensões da nossa humanidade e espiritualidade desde questões como política como espiritualidade como uma estética uma teoria do do conhecimento
ilosofia que eu diria cósmica que ela abrange todas as dimensões da nossa humanidade e espiritualidade desde questões como política como espiritualidade como uma estética uma teoria do do conhecimento uma ontologia enfim ela é completa né Nós podemos dizer com uma certa tranquilidade que a a filosofia de Platão ela foi a primeira filosofia eh completa uma filosofia sistemática né bom e que ela é centrada eh na alma no espírito e portanto isso nós vimos na semana passada mas eh Vale começar desse ponto eh o objetivo de todo homem né deveria ser o esforço de conhecer a si mesmo porque o homem Ele não é um ser corpóreo o corpo como nós sabemos né Eh ele perece né ele tem uma finitude entretanto aquilo o que de que há de mais essencial que a sua alma o seu espírito ela transcende essa realidade e mais do que isso nós sabemos que o pensamento de Platão né através Claro de Sócrates é que eh esse espírito ele ele foi criado com uma finalidade e qual é a finalidade é alcançar eh a sua máxima potencialidade que no espiritismo nós chamamos de Pureza espiritual e a perfeição né claro que essa perfeição ela é relativa em relação a Deus e absoluta em relação ao Espírito ou seja né Nós alcançamos um patamar eh eh evolutivo que na terra né aqui na terra o espírito que nós temos notícia que alcançou esse esse patamar é justamente o Cristo né o Cristo eh eh Ele alcançou esse patamar de Pureza espiritual né e de perfeição moral intelectual espiritual enfim Então é ele que nós temos como modelo e Sócrates né Eh eh ele tinha essa consciência que o espírito por panto ele tem essa essa finalidade né de cada vez mais eh eh através das reencarnações sabemos nós que ele eh é adepto da ideia da reencarnação que através dessas diversas vidas o espírito alcança portanto esse patamar evolutivo né esse essa Conquista espiritual e para isso Portanto ele precisa não é de de eh de conhecer a si mesmo e A grande questão é que a vida aqui na terra por vezes ela nos distrai desse objetivo essencial
é esse essa Conquista espiritual e para isso Portanto ele precisa não é de de eh de conhecer a si mesmo e A grande questão é que a vida aqui na terra por vezes ela nos distrai desse objetivo essencial né nos distraem em função dos Prazeres né e eh que mu das vezes se eles não são eh o prazer vejam vocês né isso inclusive na semana passada nós falamos O prazer é algo posito né Isso faz parte da vida entretanto quando Nós entramos no processo de viciação né aí isso se transforma eh eh vira uma verdadeira doença da Alma Então para que o espírito ele consiga ter um olhar mais atento para a vida ele precisa do conhecimento de si mesmo e quando nós falamos de conhecimento de si mesmo antes mesmo de entrar aqui na obra eh eh nas reflexões de Platão e de xenofonte também nós vamos usá-lo hoje é preciso que tenhamos atenção numa coisa muita das vezes quando nós falamos da Necessidade eh da necessidade do autoconhecimento muitas pessoas dentro do Espiritismo Imagina assim por que que eu preciso me autoconhecer as pessoas dizem bom precisamos no nos autoconhecer para investigarmos digamos assim os nossos vícios os nossos defeitos e corrigi-lo e corrigi-los entretanto né Eh principalmente com a obra de Leon Deni o problema do ser e do destino lá na sua terceira parte chamada as potências da Alma nós observamos que em verdade não é bem isso não é bem isso nós precisamos nos autoconhecer para perceber todas as potencialidades que nós temos em nós recursos extremamente preciosos que M das vezes em função dessa distração nós nos distanciamos né então nós podemos dizer que hoje uma das grandes dificuldades do homem contemporâneo é justamente essa fta eh de entendimento daquilo que Ele é porque ainda mais nessa nesse momento nessa quadra da história que nós estamos vivendo onde há uma sobre citação dos desejos né Eh eh das digamos uma sociedade extremamente edonista né que calca a sua centralidade eh eh naquilo que é transitório no poder no dinheiro nas conquistas materiais eh faz com que esse hiperfoco nisso nos
eh das digamos uma sociedade extremamente edonista né que calca a sua centralidade eh eh naquilo que é transitório no poder no dinheiro nas conquistas materiais eh faz com que esse hiperfoco nisso nos distraia daquilo que eh Há de mais belo em nós mesmos então mu das vezes essa essa digamos sobre a citação né paraas coisas eh da transitoriedade do mundo Boa noite Ronaldo Boa noite querida amiga Eugênia ela nos distrai daquilo que há né e eh em nós isso na verdade revela um certo vazio né um vazio interior de interioridade né Quando nós formos mais à frente eh eh analisar eh as parábolas de Platão nós vamos fazer isso de maneira especí porque vale muito a pena né Nós temos algumas parábolas que trata disso né semana passada inclusive nós falamos principalmente o mito da caverna né que tá na na obra República ali no eu acho que no 10 não no oitavo livro né então ele vai tratar desse mito da caverna que é um um mito eu acredito que é o mito mais conhecido de Platão né e é justamente que retrata justamente eh eh essa situação nós ficamos muit das vezes Encantados e aprisionados às eh Só adiantando um pouquinho né a a o mito caverna é nós temos eh alguns homens Acorrentados olhando para uma parede há um digamos uma eh algumas luzes atrás desses homens e pessoas que passam ali nós vamos adiantar toda a parábola porque cada ponto dessa parábola é muito preciosa né a merece uma análise mais cuidadosa e com isso o que que acontece eh eh a as eh as sombras elas passam ali na parede no fundo da caverna nós imaginamos que na verdade então a realidade é isso enquanto que e e e eh Sócrates Conta essa parábola para para eh enunciar E demonstrar qual é o papel do filósofo né o filósofo no sentido Platônico Não no sentido que hoje nós temos né moderno contemporâneo enfim e eh que é justamente quando eh um deles sai para fora da da caverna e vê toda uma outra realidade que ali né então a a a Mita das vezes o apego à realidade material né ela ela nos distrai aquilo que há de mais belo né
nte quando eh um deles sai para fora da da caverna e vê toda uma outra realidade que ali né então a a a Mita das vezes o apego à realidade material né ela ela nos distrai aquilo que há de mais belo né aquilo que há de mais Belo eh portanto E isso tem muito a ver também né com a belíssima obra A Odisseia né que que vai narrar A Odisseia do amé que vai narrar justamente o retorno de odisseu né Eh de Troia até a a a a sua Ilha né na Grécia itaca né e e e a é justamente essa jornada né a mesma coisa nós vamos encontrar também na parábola do Cristo né a parábola do filho pródigo que é justamente esse movimento né é um movimento de eh é como se fosse assim né a gente pode ver que eu esqueci a eu jeng tá aí que vai me corrigir por favor eh aquele número oito né deitado como é que é o qual é o nome mesmo Eugênia Me ajuda aí agora agora me fugiu que significa o infinito movimento do infinito né então da mesma forma que o filho pródigo Ele está na casa do pai sai e depois retorna e o a a figura do odisseu né ou Ulisses é a mesma coisa eh eh é a mesma coisa né Ou seja faz esse movimento de de ir e voltar e nós também né né e a ferramenta para esse retorno né pra casa do pai ou seja para a nossa consciência o infinito né É É justamente Obrigado Eugênio é justamente H esse esse essa ferramenta que nós precisamos para cada vez mais nos entendermos como Filhos do Pai boa noite Sueli né Filho do Pai filhos de Deus né e e e que temos então eh eh e portanto esse é o nosso grande objetivo é para isso né que nós reencarnamos inúmeras vezes para cada vez mais galgos né a a patamares né a a se a gente se formos para o livro de Gênesis né Nós vamos ver também isso em vários textos né Por exemplo eh no livro de Gênesis e isso é muito na na verdade o livro de Gênesis e o livro de eh eh ô meu Deus agora me fugiu o o segundo livro do da da Torá o hã gente me fugiu Eh boa noite Maria do Carmo eh que é justamente que é justamente o quê quando os filhos de Israel vão pro Egito Êxodo Obrigado Eugênia os filhos
giu o o segundo livro do da da Torá o hã gente me fugiu Eh boa noite Maria do Carmo eh que é justamente que é justamente o quê quando os filhos de Israel vão pro Egito Êxodo Obrigado Eugênia os filhos de Israel vão né Isso já no livro de Gênesis eles vão pro Egito né E eles vão eles não são capturados é um movimento deles próprios né Eh Ou seja eles vão até o Egito e depois se tornam escravos semelhança o quê do Filho Pródigo né filho pródigo a mesma coisa né e ele sai da casa do pai né da terra que lhe é Prometida né e e e eh e aí depois eles fazem um movimento de retorno fazem um movimento de retorno né se mais à frente nós vamos fazer acho que um uns quatro cinco estudos sobre o livro de Êxodo gente dá muita coisa interessante né Eh ali tem Principalmente quando eles estão ali eh no deserto né nos 40 anos Aquilo ali tudo é assim um simbolismo Por demais interessante né Muito interessante eh eh A Eugênia até colocou aqui né são os cinco primeiros livros né a a Torá Gênesis Êxodo Levítico números e deuteronômios né muito bom B Eugênio Enfim gente então dito isso dito isso vamos então entrar aqui nós vamos primeiro ler um trechinho dos memoráveis né Nós estamos usando essa obra aqui né esses eu acho que quatro cinco últimos estudos esse livro aqui Sócrates e o espiritualismo excelente eh que ele diz assim seus próprios contemporâneos ou seja contemporâneos e Sócrates tinha dificuldade entender essa máxima que sá praticá-la né ou seja questão do autoconhecimento em memoráveis xenofonte narrou um caso onde Sócrates precisou explicar pormenorizadamente o que significa essa máxima vejamos né que é justamente aquela máxima que está inscrita ou melhor dizendo estava inscrita no templo de Apolo em Delfos né vou até lê-la novamente pega aí aqui ó te advirto que quem quer que sejas tu que desej Sondar os mistérios da natureza como esperas encontrar outras excelências se ignoras as excelências de tua própria casa em está oculto O Tesouro dos Tesouros homem conhece-te a ti mesmo e conhecerás o
Sondar os mistérios da natureza como esperas encontrar outras excelências se ignoras as excelências de tua própria casa em está oculto O Tesouro dos Tesouros homem conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses né E e essa era uma máxima que eh Sócrates repetia constantemente inclusive é por isso que muitas das vezes é atribuído a a ele né e e nós sabemos que também é uma frase semelhante e e era utilizada por Pitágoras né a ponte muitas pessoas dizerem o que tava inscrito no templo de Delfos é em função de Pitágoras mas nós não temos digamos assim evidências históricas mas o fato é que tava lá inscrito né Não só aqui e eh Sócrates repete isso mas como outros autores gregos contemporâneos a de quando existia o templo eh assim também dizem né pois bem então continuemos Eh isso tá em memoráveis né O que o texto que nós vamos ler lá no livro quarto no capítulo do diz-me eu te demo já estiveste em Delfos eu te demo duas vezes por Júpiter né o o os gregos então isso nós vamos ver não só em Platão em Chan fonte mas tantos outros né eles sempre eh eh repetiam isso né ou por eh por Júpiter na verdade é preciso que esclareçamos um um um ponto aqui é não seria exatamente por Júpiter porque Júpiter é o correspondente a Zeus eh em Roma né mas como eh essa tradução aqui ela não é do original grego então eh Muito provavelmente Acredito eu que eh eh eles fizeram essa enfim né porque eh a as primeiras tradições só um rapidinho as primeiras tradições de Platão T Fonte dos autores eh clássicos n é eh eh Eles foram eh traduzidos do latim e não exatamente do grego né então se se formos pegar os autores ali eh eh no início do renascimento nós vamos encontrar muito isso porque nem se eh conhecia tanto assim sobre os deuses gregos mas sim né naturalmente em função da da Natural eh eh perpetuação na no ocidente medieval da da Antiga Roma né então Houve essa confusão enfim mas o correto seria por Zeus e não por Júpiter eh Sócrates então Leste a inscrição gravada no templo conhece-te a ti mesmo
na no ocidente medieval da da Antiga Roma né então Houve essa confusão enfim mas o correto seria por Zeus e não por Júpiter eh Sócrates então Leste a inscrição gravada no templo conhece-te a ti mesmo eu te demo Li e Sócrates não deste importância ao conselho ou o a aceitastes e diles saber quem és como não havia de conhecer-me a mim mesmo isso eu te demo né difícil me fora aprender outra coisa se e se a mim próprio me ignorasse e Sócrates então arremata então pensas que conhecer a si mesmo seja saber como se chama então vej é muito natural eh essa essa percepção de eu te Demo é muito natural ainda mais no mundo de hoje Se eu fosse conversar né Fulano você poderia se apresentar Muito provavelmente Fulano falaria Olha eu sou me chamo eh Tiago né me formei em história faço isso faço aquilo como se isso como se isso fosse eh eh digamos assim aquilo que deais essencial Eh Ou seja fosse de fato a minha realidade né e não é e não é né então Eh nós Vamos ler a sequência desse diálogo que pra gente encerrar essa reflexão né mas essa percepção gente no mundo contemporâneo é ela é muito né Ela é muito marcante Inclusive a sociedad por exemplo a própria ideia de cidadania que nasceu na Grécia antiga né e eh é é muito curioso porque se formos para determinados países por exemplo Estados Unidos como é que é o meio de identificação cartão de crédito a pessoa lá tem um cartão de crédito isso identifica Ou seja é muito mais pelo a capacidade que eu tenho de consumir do que aquilo que eu sou né até dentro dessa visão assim política contemporânea ela tá muito relacionado a capacidade de consumir de possuir enquanto eh eh urge como nunca possuir se né entender se eh eh é isso que há de mais essencial Mas hoje nós vivemos né inclusive há um texto maravilhoso do grande José Saramago sobre a caverna de Platão né inclusive até um um eh ele eh conversando sobre isso eu acho que no YouTube tem um vídeo ele falando sobre isso e é uma reflexão maravilhosa e é muito contemporânea isso né e veja para
na de Platão né inclusive até um um eh ele eh conversando sobre isso eu acho que no YouTube tem um vídeo ele falando sobre isso e é uma reflexão maravilhosa e é muito contemporânea isso né e veja para para eh eh Sócrates isso era uma verdadeira aberração já já naquele tempo ele tinha essa percepção né as questões mais digamos materiais para ele né isso não tinha eh eh eh importância nenhum nós vimos isso quando anal iamos o diálogo criton né o famoso diálogo criton que é justamente que é um diálogo criton era um discípulo de de Sócrates era Tio de Platão era alguém a família de Platão toda tinha muito dinheiro né E criton então ele vai comprar a liberdade de Sócrates subornando justamente o carcereiro né é um diálogo profundo e é muito interessante porque a gente percebe essa completa esse completo desapego por parte de Sócrates com as coisas materiais né Inclusive tem um momento do Diálogo que eu acho um barato né e ele o criton perguntam mas mas mestre o que faremos com teu corpo ele bom faz o que quiser enterre né queime né jogue Aos aos Abutres porque Sócrates não está ali Sócrates é espírito e Sócrates está livre né é interessante que ele vai perguntar bom mas é qual é o teu último pedido Ele tinha uma dívida né e pede que pagasse essa dívida de um galo Enfim então é muito interessante porque eh eh ele sabia que o essencial não era essas eh questões materiais né era o cultivo do Espírito através do estudo através da reflexão através do aprimoramento e embelezamento da alma né Inclusive a estética de de de Sócrates ela tá muito centrada nisso também né A beleza né que é aquela aquelas três aqueles três pontos que é é é essencial quando a gente fala assim dessa cosmovisão eh e e síntese do pensamento Platão né que a questão da justiça do Belo e do bom né então alguma coisa ela só pode ser bela se ela for Justa e ela sendo bela e justa ela ela é é é boa e se ela sendo boa ela tem que ser Justa e ao mesmo tempo só há beleza na bondade né então digamos assim é uma
ma coisa ela só pode ser bela se ela for Justa e ela sendo bela e justa ela ela é é é boa e se ela sendo boa ela tem que ser Justa e ao mesmo tempo só há beleza na bondade né então digamos assim é uma trinca perfeita né uma coisa tá vinculada à outra né e e Enfim então Eh agora claro Eu repito muito isso não significa dizer gente que eh que a coisas da matéria elas não têm importância t o ponto não é veja como muitas pessoas imaginam que é o completo desapego e quase que o abandono desse mundo né Kardec inclusive vai falar disso na lei de adoração lá eh em O Livro dos Espíritos na terceira parte do Livro dos Espíritos né então eh eh eh nós né Eh o o objetivo da vida não é fazer essa fuga mas é encontrar a medida de cada coisa e para encontrar essa medida de cada coisa né que nem pode ser além e nem a quem né a medida é o caminho do Meio nós precisamos essencialmente nos conhecer né Para que não façamos aqui como eu te demo né Então pensa que conhecer se a si mesmo seja saber como se chama né Mas isso nãoé não é saber também eu sou né quem é a minha ancestralidade muito menos aquilo que eu possui né E também os títulos que sou o detentor Né Não é isso bom mas o tempo tá avançando deixa eu eu ler Então esse discurso el é um pouquinho longo mas é eh e igualmente importante vejamos ele diz assim assim como não creem eh Os compradores de cavalos conhecer o animal que desejam comprar antes de verificar se é dócil ou empacador forte ou fraco ligeiro lerdo enfim todas as boas ou as más qualidades de um de uma cavalgadura não deve avaliar-se a própria capacidade para se saber quanto se vale não é evidente ser esse conhecimento de si mesmo Então veja Gente desculpa eu cortar abruptamente esse discurso mas veja todas as essas grandes almas né a gente percebe essa capacidade de elaborar exemplos assim por mais interessantes né como é o caso das parábolas do Cristo as parábolas também de sidarta gutama né Eh eh de Krishna eh no bag vaguita isso é muito marcante né eles trazem e o Sócrates é
os assim por mais interessantes né como é o caso das parábolas do Cristo as parábolas também de sidarta gutama né Eh eh de Krishna eh no bag vaguita isso é muito marcante né eles trazem e o Sócrates é muito conhecido por isso também né ele tinha essa capacidade muito elaborada de eh pegar um exemplo comum ao povo e traduzir esse conhecimento através via né Eh eh eh eh esses esses Eh esses elementos da vida cotidiana né de onde eles estavam né enfim só fazer essa essa pontuação Não é evidente que esse conhecimento de si mesmo é fonte de infinidade de bens enquanto milhares de males acarreta a visão Zarolha das próprias possibilidades os que se conhecem a si mesmo sabem o que lhes é útil e distinguem o que podem eh do que não podem fazer realizando o que está em seu poder obtém o necessário e vivem felizes abstendo-se eh do que vai além de suas forças não revelam no erro e esquivam o insucesso enfim estando em melhores conç de julgar os homens pode empregando-os proveitosamente angariar grandes bens e poupar grandes males ao contrário os que não se conhecem a si mesmo ignoram o próprio valor não julgam melhor os homens que as coisas humanas não sabem nem o que lhes cumpre fazer nem como o fazem a respeito de tudo iludidos deixam escapar a felicidade e esbarrando es esbarram a na ruína perdão gente os que obram com conhecimento de causa atingem o fim colimado e eh e gram honra e consideração seus iguais compraz-se de sua sociedade nos reveses procuram seus conselhos entregam-se lhes nas mãos neles fundam suas esperanças de bom êxito e por tudo isso Otim mais que a ninguém já os que vivem à cegas metem-se a fazer o que não deviam malogram em todos os Empreendimentos e e sobre castig e sobre castigados pelo mau sucesso tornam-se objetos de desprezo e río vivendo escarnecido e desconsiderados Podes ver igualmente que dentre as cidades que ignorando as próprias forças movem guerras há estados mais poderosos umas são destruídas outras trocam a liberdade pela escravidão n
do e desconsiderados Podes ver igualmente que dentre as cidades que ignorando as próprias forças movem guerras há estados mais poderosos umas são destruídas outras trocam a liberdade pela escravidão n então a semelhança da né resumindo esse último exemplo de Sócrates a semelhança de uma claro que a a nós falando da sociedade né helênica da da Grécia antiga com as suas cidades estados eram cidades que guerreavam entre si e com outros povos né era uma constante era muito difícil eh eh digamos uma década que não houvesse algum tipo de conflito ali no mar Egeu né seja por invasão de outros povos ou seja as próprias Ilhas Claro principalmente em função de questões né Eh do Comércio e da economia entravam sempre em batalha miticamente né Nós conhecemos a principal batalha né que há muitas evidências que de fato aconteceu né que é a Batalha entre os gregos né e e Troia né a grande Fortaleza de Troia que ficava ali hoje onde onde é o território da do da Turquia né Que nós conhecemos como Turquia Enfim então e eh eh era uma constante as guerras E aí o que que acontece o que ele tá falando né porque inclusive eh essa questão de uma estratégia militar era fundamental pro mundo antigo né então ele tá dizendo bom uma um um estado que não conhece a capacidade do outro estado e assim entra em guerra né É É digamos assim uma loucura da mesma forma o homem né que que não conhece a si mesmo né não conhece a si mesmo ele está fadado eh ao sucesso de eh eh assim de variadas formas né Eh eh a sua vida ela tende a ser esvaziada porque alguém que não conhece si mesmo né Ele é alguém que vai muito eh em função ele se guia muito em função da digamos assim não minha filha depois não não depois tá minha sobrinha gente ai ai então ele vai se guiar muito muito em função do efeito manada né Para onde digamos assim a massa vai igualmente ele eh eh se vai se dirigir né boa noite Edna Boa noite Francisca portanto eh eh conhecer a si mesmo né é aquilo que nós temos de maior urgência né É urgente fazer esse movimento só para
ai igualmente ele eh eh se vai se dirigir né boa noite Edna Boa noite Francisca portanto eh eh conhecer a si mesmo né é aquilo que nós temos de maior urgência né É urgente fazer esse movimento só para concluir o nosso estudo eu vou encerrar aqui na verdade tinha até mais um trechinho mas eu acho que não vai dar tempo mas só pra gente fechar aqui com os memoráveis o diálogo entre eutidemo e Sócrates né diz assim eu te demo primeiro reputo a saúde um bem a doença um mal né Depois considera as causas desses dois estados creio as bebidas os alimentos e as ocupações são bens quando trazem saúde e males quando trazem doenças aí Sócrates em consequência saúde e doenças eh serão serão elas próprias bens que vierem para o bem e males que vierem para o mal eu te demo como poderia a saúde vir para o mal e a doença para o bem e aí Sócrates responde quantas não são as pessoas robustas que tomando parte em sua expedição em Glória numa viagem funesta embarcam para a cidade dos mortos ao passo que as fracas voltam sãs e salvas é uma provocação dele Claro que aqui o diálogo como se diz né não é sobre saúde e doença né É muito mais além disso é porque mu das vezes e veja aqui o eutidemo ele avança um pouco nessa camada do conhecimento de si mesmo bom então conhecer a si mesmo vai vai fazer entender o que que é a saúde o que que é doença né mas isso é uma periferia E aí o que que Sócrates faz ele aprofunda a questão né ele aprofunda isso porque muit vezes uma pessoa saudável do ponto de vista do corpo ela pode ser doente do ponto de vista do Espírito então ele ou seja o conhecimento de si mesmo ele não é exatamente sobre essa saúde e sobre essa doença que naturalmente nós imaginamos da mesma forma beleza né gente da mesma forma beleza sabemos nós por exemplo que Sócrates né Platão eh diziam que ele era muito bonito né inclusive na verdade o nome dele não é Platão né É um apelido porque ele eh vem de Plato né que tinha ombros largos né então era alguém muito forte saudável enfim um jovem ateniense né rico enfim
o né inclusive na verdade o nome dele não é Platão né É um apelido porque ele eh vem de Plato né que tinha ombros largos né então era alguém muito forte saudável enfim um jovem ateniense né rico enfim naturalmente teria de digamos assim um porte Atlético né mas Sócrates era inclusive há eh eh esculturas né Eh eh um busto de Sócrates que retrata ele como alguém que né Eh ainda mais na sociedade atani ser retratado como muito feio do corpo mas do Espírito muito belo né extremamente Belo então gente só mais um trechinho aqui dos memoráveis pra gente fechar isso fech e esse assunto aí na semana que vem nós vamos fechar este ponto justamente com o diálogo segundo Alcebíades né que já aí já é um diálogo de Platão é um diálogo tem uns trechinhos aqui bem interessantes muito bonitos mesmo bom eu te demo pelo menos Sócrates não parece a eh a menor dúvida que a felicidade é um bem e aí Sócrates sim eu ti demo sim eu te Dent a menos que o façam eh consistir em bens equivocados que pode haver de equívoco no que constitui a felicidade pergunta eu te demo a Sócrates e aí Sócrates responde nada contando que não apoiam é em beleza força riqueza Glória e o mais que segue ou seja as coisas do mundo parece que já ouvimos uma coisa parecida né a felicidade não é deste mundo não é por Júpiter ou melhor né corrigindo aqui por Zeus se é justamente nisso que a que a cifr como ser feliz sem esses bens ou seja que que bens que B beleza força riqueza Glória né A Glória no mundo grego era inclusive tinha um sentido de imortalidade rapidinho porque muito embora para a audade ã imortalidade existia sim né para algumas correntes vejam Não dá paraa gente falar que era toda a sociedade grega mas para algumas correntes havia assim essa ideia da imortalidade da alma mas havia um outro tipo de imortalidade que era a imortalidade né do Herói um ato herói que tá justamente aqui ligado à glória aqui né é um é uma espécie de imortalidade né então um guerreiro que ia para a luta e tinha grandes feitos ele se tornava
a imortalidade né do Herói um ato herói que tá justamente aqui ligado à glória aqui né é um é uma espécie de imortalidade né então um guerreiro que ia para a luta e tinha grandes feitos ele se tornava Imortal né Essa era a ideia do da inclusive da própria poética grega nós vamos ver isso tem uma obra e eh do Aristóteles chamada arte poética né e e a base é a centralidade da poética e eh de Homero por exemplo e de tantos outros poetas que sucederam né Isso vai chegar gente na idade média com os Menestréis que cantava a glória de grandes Reis grandes guerreiros é o caso né lendário rei Artur Mas também de Ricardo de leão né E por aí vai então eh eh essa a a ideia de glória e de imortalidade tá muito vinculado é isso também um feito heróico um feito heróico que Sutilmente na verdade Homero combatia porque Se nós formos ver na Odisseia quem está por exemplo no Ades quando odisseu desce ele tá na ele tá numa ilha na ilha se eu não tô enganado na ilha de Calipso E aí ele desce aos ao inferno e todos os grandes guerreiros que estão narrados na guerra de Troia estavam lá né enfim e aí depois dessa desse espanto né de de eudemo eu te dem demo perdão Sócrates conclui confundi A Felicidade com as vantagens não raro funestas quantos por belos não eh não são corrompidos por infames sedutores da Juventude olha só que interessante quantos por Belo não são corrompidos por infames sedutores da Juventude Quantos que é o caso aqui né é um dos pontos né digamos assim eh eh e eh da da da ética que nós extraímos eh da obra de Homero a elida é justamente isso é justamente isso na verdade foi uma forma didática de ele ele mostrar na a tragédia que há justamente Nessas questões né esfumaçante que muit das vezes nós damos valor né uma delas inclusive é guerra poder a força a fama né por aí vai enfim quantos por belos não são corrompidos por infam sedutores da Juventude quantos por fortes eh não empreendem coisas sobrehumanas e se tornam infelices vítimas da riqueza que os amol e os expõe a cilada onde encontram a
não são corrompidos por infam sedutores da Juventude quantos por fortes eh não empreendem coisas sobrehumanas e se tornam infelices vítimas da riqueza que os amol e os expõe a cilada onde encontram a ruína quantos enfim não alcançaram a glória e o poder senão para padecer de forma atroz né Então veja o autoconhecimento qual o objetivo primordial dele trazer felicidade e a falta dele faz o homem infeliz Por quê ele centra sua felicidade nessas coisas passageiras beleza força riqueza Glória né e tudo mais que segue então a a busca pelo autoconhecimento o entendimento porque veja por isso que eh eh nós citamos Logo no início a inscrição do templo do Delfos é um caminho que é uma chave que abrimos para nós e para o universo porque entender a si mesmo é entender o universo é entender a criação né Há em nós digamos assim essa porta aberta para o universo o homem que entra para dentro de si ele está adentrando o universo né então o homem que contempla a si mesmo ele tá contemplando na verdade as estrelas ele tá contemplando a natureza não é é por isso que todo amante eh da vida interior ele ama tão profundamente a natureza é o caso né É o caso que eu enfim que eu mais eh tenho interesse que é Leon Deni Leon Deni amava profundamente a natureza Por quê ele tinha um conhecimento muito profundo de si mesmo né um autor contemporâneo que todos nós imagino eu deveríamos ler é just o Airton kren que é um escritor n comumente nós chamamos de indígena né e há livros ele já lançou uns três ou quatro livros bem curtinhos onde que ele retrata justamente isso né o homem que é amigo de si mesmo ele é amigo da natureza não é encontra o valor real de si mesmo elra cont valor em todas as coisas da natureza é por isso que Francisco de Assis né Depois de uma grande Crise existencial ele se entrega atividade Cristã e ele vai dizer do irmão sol da irmã lua do irmão pássaro do irmão lobo do irmão Rio da irmã árvore por ele entendia essa ele tinha essa cosmo visão que partia de si mesmo e abarcava toda a criação né
e ele vai dizer do irmão sol da irmã lua do irmão pássaro do irmão lobo do irmão Rio da irmã árvore por ele entendia essa ele tinha essa cosmo visão que partia de si mesmo e abarcava toda a criação né bom mas já falei demais já passei até 10 minutinhos vamos chamar o nosso já já para batermos um papo Pois é não tem problema não meu amigo podia ficar até o final do horário falando que não tem problema nãoo eu ia dizer que os meninos e as meninas não tinham feito nenhuma pergunta mas a Sueli aqui ela tá perguntando o nome do livro deve ser o do indígena Ah sim Airton krenak minha amiga ele publica as suas obras pela a companhia das Letras né pela companhia das letras são livros assim muito bonitos muito bonitos mesmo Airton kenac Airton kenac não é cena não tá gente é cren é é não não aí então mas eh você sabe o nome desse último eh do do Airton kenac isso olha na verdade o último não mas olha ele tem eh assim eu eu posso dizer de dois porque eu acho que são três ou quatro ideias para adar eh ideias para adar o fim do mundo e e o futuro ancestral são livrinhos bem curtinhos bem curtinhos mas que são muito profundos gente porque é assim é uma tradição que tá muito vinculada né e e eh à natureza né E que nós imaginávamos ser serem povos atrasados e principalmente lendo ideias para adiar eh eh o fim do mundo nós observamos que eles estão muito à frente né é muuito à frente porque não percebe que não pode haver futuro sem essa integração entre o homem e a natureza né Tiago em um momento aí da sua fala você citou a questão do efeito manada e eu fiquei pensando aqui no seguinte eh como a gente se liberta dessa questão porque o ser humano Ele tem muito essa questão de querer ser aceito por um grupo né ser aceito por aqueles que fazem parte de um contexto em que ele viva às vezes é são os colegas de trabalho às vezes são os colegas de escola às vezes é a própria família enfim e num processo repente de se descobrir outros valores que são diferentes daquele do do do meio em que
é são os colegas de trabalho às vezes são os colegas de escola às vezes é a própria família enfim e num processo repente de se descobrir outros valores que são diferentes daquele do do do meio em que ele vive como ele rompe isso como é que ele consegue né romper uma Mesmice em função de se encontrar junto a aqueles com quem ele convive eh fazendo as mesmas coisas enfim e a uma descoberta de algo novo a partir do momento em que ele se percebe um ser imortal e que precisa buscar coisas novas para poder seguir adiante o seu processo de progresso como é que a gente se liberta desse processo aí do do tal efeito manar Pois é JJ Essa é a grande Pergunta eh é uma pergunta que vai ser respondida por cada um né mas para além dis nós podemos fazer algumas reflexões né vejam vocês nós pela lei de sociedade nós tendemos a justamente ir pela maioria por eh ancestralmente né Se a gente for estudar antropologia nós vamos ver um fenômeno muito curioso que é na sociedades eh tribais né digamos assim nós tínhamos aquilo que é chamado dos ritos de passagem né então por exemplo os ritos de passagem da adolescência para a juventude ou para a idade madura o homem Ele tinha que cumprir alguma coisa para ser aceito então havia alguns rituais né havia alguns rituais que aquele jovem deveria cumprir para ele ser aceito Porque do contrário né O que que acontecia ele tinha que viver sozinho e o grande o grande eh o grande mal digamos assim nessas sociedades era Justamente a solidão a solidão era uma punição e a gente vê isso por exemplo inclusive na antiga Grécia Se nós formos para eh eh para algumas cidades estados o jovem por exemplo ele tinha que caçar um animal né um animal muito forte como por exemplo um lobo o que que isso tem a ver com nós nós incorporamos isso de maneira diferente hoje muita das vezes nós temos que sacrificar aquilo que há de mais bonito em nós para sermos aceito por todos então a gente vê né Eh ter muito dinheiro e às vezes uma busca desenfreada por cada vez mais dinheiro
as vezes nós temos que sacrificar aquilo que há de mais bonito em nós para sermos aceito por todos então a gente vê né Eh ter muito dinheiro e às vezes uma busca desenfreada por cada vez mais dinheiro Poder esse tipo de coisa bens de consumo que são signos por exemplo esse jovem que voltava que tinha conquistado um animal ele trazia a pele e ele trazia ali geralmente um colar com e e eh digamos assim os fetiches né e é daí que vem feitiaria magia tá relacionado a isso também que era um símbolo de poder Ou seja que ele havia atravessado esse período né E hoje nós desfilamos né aí com o celular com um bom carro esse tipo de coisa isso e é eh digamos assim inconscientemente diz que nós somos aceito pela sociedade que nós estamos cada sociedade vai ter vai forjar justamente aquilo que faz com que as pessoas sejam aceitos um homem solitário que é renegado muit das vezes dizer Ele é tido como alguém assim diferente alguém que não vai ser aceito é alguém enfim eh eh malquisto e mu das vezes alguém que faz esse caminho para dentro e que descobre ele tem que naturalmente digamos assim bancar isso é justamente o que vai fazer Jesus né Jesus Ele não era aceito nem pelos Romanos né Jesus quando volta para sua terra o que que acontece com ele já já né Ele diz quem ele era ele se revela o que que acontece Vamos tentar apedrejar ele Ah mas ele não é filho do carpinteiro né Como pode né o Messias aí vão tentar apedrejar ele vão tentar enfim E então é um caminho eh aparentemente Solitário aparentemente Solitário eh vai ser solitário para essa Sociedade do consumo para Essa sociedade hedonista mas ele vai encontrar uma paz infinita porque ele vai tá conectado com uma digamos assim uma sociedade cósmica muito maior do que essa limitada e limitante que é a nossa né que prega esses valores que prega ess esse tipo de situação então ele não vai ter né O Colar e e a pele que hoje até hoje né tá por aí isso ainda tem um texto muito bonito de um de um filósofo alemão chamado Walter Benjamin que ele chama
esse tipo de situação então ele não vai ter né O Colar e e a pele que hoje até hoje né tá por aí isso ainda tem um texto muito bonito de um de um filósofo alemão chamado Walter Benjamin que ele chama Essa sociedade esse sistema né de como se fosse uma nova religião né Eh ele até diz eh eh ele Ele viveu na França em Paris no na último nos últimos os anos da sua vida e ele vi as passagens que as Galerias que hoje são shoppings Center como se fosse assim centros de culto né como se fosse verdadeiras igrejas Enfim então eu tô dizendo tudo isso para dizer assim que aparentemente é Solitário mas que não é porque quando nós empreendemos essa jornada ele encontra conexão né Com todas essa eh com a natureza com nós sabemos né com espíritos e com forças superiores e ele eu acho que o mais bonito ele se reconcilia com sio mesmo e ele descobre todo um universo novo que há dentro dele e isso na verdade dá um sentido de completude de totalidade né diferente é isso que o Sócrates falou né beleza dinheiro tudo isso quantas pessoas que tendo tudo isso não se sentem profundamente vazias né já o contrário ele vai se sentir preenchido preenchido de si mesmo de Deus né de conexão uma conexão profunda Então isso é Libertador por isso que aparentemente é Solitário mas é profundamente né Muito bem senhor Tiago bom Chegamos aqui no nosso horário a gente agradece por mais esse momento aqui na força do Espiritismo estudando Platão e o espiritismo semana que vem tem mais continuidade Então desse estudo e a gente agradece a presença de todos né mase A fazer aí o as considerações finais desse programa de hoje vamos lá meu amigo ah possamos meus amigos e minhas amigas assim fazer esse esforço de cada vez mais aprofundar em si mesmo né tem aquela frase muito famosa do Jung e é verdadeira é que ele diz assim quem olha para fora dorme Quem olha para dentro desperta né então Eh o chamar de todos esses grandes Mestres a semelhança do Sócrates do Cristo de um Buda de um Krishna de um Marco Aurélio de um epiteto enfim de um ceca é
orme Quem olha para dentro desperta né então Eh o chamar de todos esses grandes Mestres a semelhança do Sócrates do Cristo de um Buda de um Krishna de um Marco Aurélio de um epiteto enfim de um ceca é justamente e de um Francisco de Assis de uma Madre Teresa de Calcutá de uma irmã Dulce né É do despertar né pra gente cada vez mais ter essa capacidade de olhar para dentro de nós e olhando para dentro de nós inclus inclusive nós teremos um novo olhar para fora né Muito bem meu amigo mais uma vez então obrigado e amigos semana que vem estaremos de volta com mais uma edição da força do Espiritismo que vocês não podem perder não tá bom fiquem com Deus uma excelente noite e até a próxima semana tchau tchau tau tchau gente o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Alan kard o sábio mestre Lon se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o Além Túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência Rep pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético no sexto congresso do Espiritismo pnet nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bar congresso
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