A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 13ª parte - Thiago Barbosa

FEBtv Brasil 06/12/2024 (há 1 ano) 1:04:32 61 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.

Transcrição

Olá pessoal boa noite boa noite estamos iniciando mais uma edição do programa A Força do Espiritismo que é uma produção do espiritismo.net em parceria com a TVC com a FEB TV e retransmitido também por alguns outros canais parceiros bom hoje nós vamos para o 13º episódio da série Platão e o espiritismo Mas tem uma uma surpresa aqui hoje hoje o nosso querido Thiago Barbosa não estará conosco porque ele teve um imprevisto uma questão de saúde então ele não vai poder participar mas olha só quem a gente vai trazer pra tela hoje aqui ó Fábio Carvalho mais conhecido na intimidade como fabito muito bem-vindo meu amigo uma boa noite para você obrigado por poder estar aqui substituindo o nosso querido thago uma alegria meu amigo já já e antes de tudo saudar a todos aqueles que nos acompanham nesse momento os que verão em outra oportunidade e ao próprio Tiago para que ele Receba as nossas irradiações fraternais amorosas e rapidamente possa estar conosco as atividades do espiritismo.net é que assim seja meu amigo bom então eu passo a palavra para você Fábio agora para esses 40 minutos iniciais E aí ao final eu retorno já deixando aqui pro pessoal a solicitação de perguntarem comentarem porque aí no momento eh do bate-papo final a gente pode trazer aqui as considerações dos nossos amigos que estão nos acompanhando né você que tá assistindo depois não tá assistindo ao vivo também pode deixar seu comentário sua observação eh porque aí quem sabe né o Fábio ou o próprio Tiago depois não comentam por lá não respondem por lá Tá certo meu amigo fabito agora é contigo eu volto no final Então vamos lá minhas amigas meus amigos eh hoje nós gostaríamos de fazer uma reflexão Ah ainda que não seja profunda ainda que seja hisória eh em uma percepção em um foco eh de Justiça dentro do pensamento Platônico E se o tempo nos permitir correlacionar algumas ideias de Justiça com ideias relacionadas ao próprio ideal de felicidade mas eu gostaria de começar esse diálogo resgatando a obra República de

latônico E se o tempo nos permitir correlacionar algumas ideias de Justiça com ideias relacionadas ao próprio ideal de felicidade mas eu gostaria de começar esse diálogo resgatando a obra República de Platão inicialmente quando Sócrates dialoga com céfalo e mais tarde com polemarco polemarco era filho de céfalo céfalo era comerciante não se tratava de um poeta não se tratava de um filósofo mas uma pessoa do senso comum e nesta oportunidade Allan Kardec perdão só o Platão na narrativa do diálogo de Sócrates com céfalo E polemarco propõe uma pergunta de natureza muito Profunda o que é justiça e essa pergunta ela é respondida na Perspectiva do senso comum polemarco o filho de céfalo ele diz a Sócrates que justiça é fazer o bem aos amigos e o mal aos inimigos e é muito interessante eh esse diálogo porque Sócrates vai se valer de sua maiêutica e de sua ironia para aprofundar a o o pensamento naquele momento raso de polemarco e ele vai eh construindo esse pensamento numa perspectiva de análise da justiça como uma virtude e sendo a justiça uma virtude ela é naturalmente boa sendo boa ela não pode se compatibilizar com o mal então no momento que o conceito de Justiça eh fazer bem aos amigos e mal aos inimigos Sócrates em uma de suas demonstrações de equívoco a polemarco pontua que é impossível a justiça ser uma virtude e ao mesmo tempo dentro do seu conceito ela propor que se faça mal aos inimigos um outro ponto importante que ele destaca é se a justiça é uma virtude do ser Virtuoso se espera que se espalhe o bem e que as pessoas que são de alguma forma afetadas pelo ser Virtuoso elas naturalmente se tornam melhores então ele evoca nessa análise os costumes utilizando uma expressão grega da época etos que significava costume E provoca a seguinte reflexão dentro da ética dos cavalos se você fizer mal aos cavalos ele se torna dócil Ou ele se torna raivoso colérico hostil e polemarco vai então respondendo a Sócrates a partir de sua própria experiência empírica que se você maltrata um cavalo de forma exagerada

s ele se torna dócil Ou ele se torna raivoso colérico hostil e polemarco vai então respondendo a Sócrates a partir de sua própria experiência empírica que se você maltrata um cavalo de forma exagerada exacerbada ele se torna indócil de igual modo Ele pergunta isso relacionado aos cães e dentro da ética dos cães se você fizer mal aos cães eles se tornam melhores ou piores e ele ente concorda com a tese de que se você fizer mal aos cães eles vão se tornar piores entretanto o ideal de Justiça trazida por Sócrates dentro de um contexto apresentado por Platão na obra República é um contexto de ordem e equilíbrio Justiça nessa perspectiva é dar a cada um aquilo que é para que o equilíbrio seja restabelecido para que a ordem seja restabelecida nessa análise apresentada por Platão nós temos uma dicotomia experiencial e vivencial do senso comum e de uma proposta filosófica de retomada de ordem e de Equilíbrio entretanto O que Sócrates traz de análise a mais é que é necessário que nós venhamos a refletir profundamente nesse ideal de construção de ordem de equilíbrio do que seja amigo e do que seja inimigo porque ele também pontua nesse diálogo que há um relativismo muito grande na resposta apresentada por poemar a título de ex se eu digo que justiça é fazer bem aos amigos e mal aos inimigos é possível que o meu inimigo seja amigo de outra pessoa e se a justiça é trazer de volta esse equilíbrio existiria equilíbrio se eu fizesse mal alguém porque ele é meu inimigo mas na perspectiva de Justiça de outra pessoa como é amigo de quem eu pratiquei qualquer tipo de maldade para aquela pessoa que é amiga se deveria destinar o bem como se poderia estabelecer a ordem e equilíbrio dentro de um antagonismo no próprio conceito de Justiça apresentado por polemarco o fato é que o conceito de polemarco quando ele é analisado com um pouco mais de profundidade eh a gente vai perceber que este é o conceito do senso comum o conceito que está dentro da maioria de nós nós construímos nessa perspectiva egocentrada em uma

alisado com um pouco mais de profundidade eh a gente vai perceber que este é o conceito do senso comum o conceito que está dentro da maioria de nós nós construímos nessa perspectiva egocentrada em uma visão que busca os interesses pessoais a justiça no sentido de se fazer o bem aos amigos e mal aos inimigos a título de exemplo na condição de defensor público eu tive a oportunidade de dar uma palestra numa universidade para mães de adolescentes que haviam praticado no passado algum tipo de ato infracional e havia acontecido algo interessante na cidade onde eu trabalhava eh em que algum adolescentes com alguns adultos Eles Eles teriam assaltado um cartório e no assalto desse cartório eles fizeram alguns Trabalhadores de refém isso obviamente movimentou a polícia movimentou a imprensa a cidade ficou Ah muito atenta eufórica preocupada e os noticiários começaram a a a publicizar aquele acontecimento ao vivo e durante os acontecimentos aparece uma mulher que viu no noticiário o que estava acontecendo e o filho dela trabalhava naquele cartório ela então vai ao local e começa a atrapalhar as atividades da polícia a polícia tenta impedir que ela se aproxime e ela começa a gritar para um policial que estava com a arma apontada em direção à porta do cartório começa a gritar atira atira dá um tiro pelo amor de Deus mata esse bandido e salva o meu filho e ela tentava empurrar as pessoas tentava romper as limitações que foram estabelecidas pelos próprios policiais quando de repente ela se deparou com uma outra mulher que começa a gritar um nome de uma pessoa que ela não conhecia e ela então começa Fulano Fulano pelo amor de Deus Sai daí eles vão te matar meu filho por favor sai daí e essa mulher ela faz essa narrativa durante essa palestra para contar o seu depoimento E ela diz que naquele momento ela parou e toda a atenção foi dirigida aquela outra mãe e ela percebeu que ambas as mães estavam sofrendo profundamente no seu senso de justiça era necessário fazer mal aquele que ela classificava como inimigo

e toda a atenção foi dirigida aquela outra mãe e ela percebeu que ambas as mães estavam sofrendo profundamente no seu senso de justiça era necessário fazer mal aquele que ela classificava como inimigo porque estava fazendo de refém o seu filho por sua vez a mãe daquele adolescente não queria a morte do filho e na sua visão a reestruturação da ordem e do equilíbrio não era o de matar o seu filho mas que ele na verdade saísse dali garantindo o equilíbrio das atividades naturais de um cartório que se entregasse à polícia e aí a percebeu naquele momento o que eu falava a respeito de Justiça dentro de uma visão socrática dentro de uma visão platônica ela compreendia que a limitação do conceito polemarch ano de que justiça é fazer o bem aos amigos e o mal aos inimigos era tão relativa porque ela queria a morte de um inimigo que que por sua vez era filho de uma outra pessoa portanto seu amigo e se o conceito de Justiça ganha dentro de uma lei universal que não se altera em razão das latitudes e nem em razão dos tempos e a justiça como virtude ganhando a perspectiva daquilo que é mais próximo de uma lei divina tem uma resposta única para o equilíbrio e a ordem das coisas Ela pensou o que eu propunha não era justiça e aí a gente vai percebendo que muito do nosso senso de justiça é assim trabalhado mas o que na verdade nós sentimos é o senso de injustiça todos nós temos uma facilidade muito grande de perceber um injusto até seres inferiores da criação quando você trata com injustiça eles assim percebem comece a acariciar mais um cão do que outro alimentar mais um do que o outro e o outro vai demonstrar sensações de insatisfação e essa satisfação gera obviamente no ambiente um certo desequilíbrio um certo dissabor e justiça é romper com esse dissabor reestabelecendo esse equilíbrio e Essa ordem então a percepção de injustiça é fácil aquela mãe sabia que ela era vítima de uma injustiça porque não é justo colocar uma arma na cabeça do seu filho a outra mãe sabia que havia um risco de uma injustiça porque não era

e injustiça é fácil aquela mãe sabia que ela era vítima de uma injustiça porque não é justo colocar uma arma na cabeça do seu filho a outra mãe sabia que havia um risco de uma injustiça porque não era justo matar o seu filho quando havia outros meios possíveis de evitar ou de romper com aquele comportamento criminoso delituoso que ele estava praticando então Sócrates ele constrói esse diálogo dentro de uma proposta de uma análise de Justiça dessa natureza demonstrando que o conceito polemo não se adequava a essa proposta e é interessante que essa visão socrática no diálogo de Sócrates com polemarco ela é resgatada por Jesus em um determinado momento e isso F dá porque aquele pensamento grego se espalhou naturalmente pelo por boa parte do mundo então conhecido por Alexandre o Grande e parte por o mundo que que ele mal conhecia e veio a conhecer mais tarde ele que foi que teve como grande tutor um discípulo de Platão que foi Aristóteles e ele então leva a ideia de Justiça polemarch ao mundo todo e aquelas ideias socráticas também se espalham e platônicas também se espalham mas Jesus reconhecendo esse pensamento no sermão do monte e já fazendo um diálogo do pensamento de Platão com o pensamento do Cristo e portanto com espiritismo Jesus diz aprendestes o que foi dito lá no capítulo 5 do Evangelho de Mateus amarais os vossos amigos e odiara os vossos inimigos Esse era o conceito de polemarco Esse era o conceito apresentado na obra república por um representante do senso comum por um comerciante e aqui fazendo um parênteses parece que essa ideia de Justiça de um senso comum sangra os tempos e chega aos dias de hoje porque ainda hoje nós trazemos a ideia de que justiça é fazer o bem aos amigos e mal aos inimigos gunter Jacobs que é um Pensador alemão terá a oportunidade de construir inclusive uma teoria do Inimigo do Estado e ao inimigo não se deve fazer nada que seja bom apenas aos amigos e vários brocados vão surgindo na perspectiva de que direito humanos são apenas para Humanos

nclusive uma teoria do Inimigo do Estado e ao inimigo não se deve fazer nada que seja bom apenas aos amigos e vários brocados vão surgindo na perspectiva de que direito humanos são apenas para Humanos Direitos que é a ideia de se fazer o bem Apenas ao amigo e o amigo do estado é aquele que é um humano direito mas Jesus rompendo com essa ideia após identificar o que se havia aprendido na multidão aprendestes O que foi dito e se ele disse que foi dita porque alguém ensinou E se alguém ensinou não é oriundo de uma lei natural porque a lei natural eu retiro de dentro de mim está inscrita na minha consciência Amara os vossos amigos e odiará os vossos inimigos mas ele estabelece uma nova ordem do justo uma nova ordem de justiça que a ordem de Justiça platônica e a gente vai perceber essa aproximação do pensamento socrático eh e platônico do pensamento de Cristo quando Jesus diz eu porém vos digo Amai os vossos inimigos fazei o bem por aqueles que vos perseguem orai por aqueles que vos caluniam hum agora a gente tem uma proposta diferente porque se justiça é o restabelecimento da ordem é o restabelecimento do equilíbrio como propõe Sócrates na obra República a melhor forma de você restabelecer a ordem o equilíbrio é através do amor amando o inimigo você tem muito mais condições de lhe propor uma mudança de hábitos uma mudança de comportamentos E olha que Allan Kardec tão sabiamente reconhecendo Platão como precursor tanto do cristianismo quanto do Espiritismo vai dizer aqui a palavra amor não é tratada não deve ser interpretada como o sentimento afetuoso que eu tenho por um filho que eu tenho por um amigo mas ela é analisada em razão de um vocabulário pobre de uma linguagem que não consegue construir signos e palavras para cada ideia existente aqui Ela traz um sentido de um comportamento seja espiritual pelo pensamento de um comportamento humo que pode se expressar pelas palavras ou por outros tipos de ações na perspectiva de um evitar qualquer tipo de ideia e de pensamento de

tamento seja espiritual pelo pensamento de um comportamento humo que pode se expressar pelas palavras ou por outros tipos de ações na perspectiva de um evitar qualquer tipo de ideia e de pensamento de Vingança de construir possibilidades de perdão e mesmo de auxiliar o inimigo quando ele precisa porque o objetivo agora aqui é de resgatar a ideia de Justiça portanto a palavra amor como nós havíamos proposto no início ela aqui está profundamente ion ada com ideal de justiça porque é impossível você trazer a lume esse equilíbrio trazer a lume Essa ordem se você se Vale do ódio se você se Vale da vingança se você faz o mal aos inimigos quando nós observamos a literatura Espírita as narrativas por exemplo de de Humberto de Campos nós vamos encontrar histórias contos vamos encontrar apólogos no sentido de espíritos que em diversas reencarnações sucessivas que vingava na Perspectiva sempre de um comportamento de justiça e levavam esses conflitos para outras encarnações Vivendo Num círculo de reencarnação debaixo te espiritual sem encontrar nem ordem nem equilíbrio porque nenhum apresentava uma proposta um comportamento que rompesse esse círculo na Perspectiva do amar não ele me fez mal mas eu não vou conseguir trazer o equilíbrio fazendo mal a ele de volta mas nós temos muita dificuldade desse movimento porque dentro de nós está programada a ideia para que nós venhamos a nos comportar como propõe polemarco se alguém me faz mal eu acredito que justiça é fazer mal a ele e nós então vamos dentro de nossa estrutura egóica desenvolvendo modelos que justificam o nosso comportamento ruim e a gente se alguém nos ofende a gente dá uma resposta e quando a consciência pesa o ego que é muito astuto justifica o comportamento mas bem que ele mereceu Ora se ele mereceu porque eu entendo que aquele meu comportamento foi justo e ele precisava ouvir daquela forma eu precisava fazer aquilo e assim sucessivamente mas a proposta de Justiça platônica ela é muito mais Ampla E aí a gente vai perceber que de fato

rtamento foi justo e ele precisava ouvir daquela forma eu precisava fazer aquilo e assim sucessivamente mas a proposta de Justiça platônica ela é muito mais Ampla E aí a gente vai perceber que de fato Justiça amor e caridade constitui uma única lei porque nesse olhar quando nós combinamos o pensamento de Sócrates com pensamento Espírita Cristão é impossível você distribuir Justiça fazendo mal os inimigos odiando os inimigos é necessário amar e Jesus completa essa ideia do equilíbrio na Perspectiva Divina ao nos dizer que o Sol Brilha para bons e maus e a chuva cai sobre justos e injustos demonstrando que o equilíbrio dentro da Lei divina ou reequilíbrio dentro da Lei Divina não é com o tratamento diferenci do amor de Deus aos seus filhos tendo as suas leis justas a reencarnação só é uma expressão da justiça divina porque ela restabelece o equilíbrio ela restabelece a ordem ao reencarnar temos condições de reparar uma série de erros inclusive do pensamento e nessa reparação vamos nos resgatando com a lei convivendo com as experiências expiatórias à medida que nos arrependemos que mudamos de ideia que mudamos de perspectiva de vida Isso vai se expressando como a mais bela forma da justiça divina mas a justiça como virtude como característica humana ela vai perpassar por um comportamento que deve se aproximar ao máximo possível do comportamento Divino ainda que não se iguala porque o que nós temos de modelo e de guia é o Cristo que segundo os espíritos foi o justo por Excelência e só foi o justo por excelência porque amou com profundidade todas as suas ações expressavam a mais bela caridade então é impossível falar de Justiça Sem falar de amor e sem falar de caridade e quando nós eh percebemos eh esse discurso de Justiça nós vamos também perceber que quando os fariseus eles procuram Jesus para criar uma armadilha para ele a fim de que ele fosse preso pelos Romanos ou ficasse em uma situação bastante grave com os judeus alguns fariseus ao lado já de herodianos que sequer se relacionavam

para criar uma armadilha para ele a fim de que ele fosse preso pelos Romanos ou ficasse em uma situação bastante grave com os judeus alguns fariseus ao lado já de herodianos que sequer se relacionavam bem com os judeus mas ali para eles valia a pena essa união para prender Jesus eles se aproximam do Cristo e trazem a ele essa seguinte armadilha senhor nós sabemos que tu trazes a verdade tua palavra expressa a verdade em então nos diga Tu és um homem que não considera as pessoas nos homens que não considera a aparência nos homens responda é lícito pagar tributo a César E essa era uma questão muito interessante que era a questão da justiça e Jesus ele amplia essa perspectiva para uma outra análise completamente diferente daquilo que os fariseus tinham interesse naquele momento Jesus percebe a armadilha com muita facilidade olha para ele hipócritas Por que me tentais me apresentai uma moeda eles então entregam uma moeda e Jesus pergunta o que está inito quem está inscrito nessa moeda César então Daia César que é de César Mas vejamos que esta passagem ela precisa ser compreendida dentro de um contexto eles disseram ao Cristo que Jesus não considerava as pessoas nos homens não considerava as máscaras das aparências nos homens em outras palavras Jesus considerava todas as pessoas de forma igual aqui não me interessa a veste do sumo sacerdote e aqui não me interessa a veste do cego de Jericó eu vou tratar todas as pessoas de forma igual e a armadilha foi tão bem feita que eles começam com esse discurso se tu tratas todas as pessoas de forma igual então César como romano é igual ao judeu e ele é igual Por que é lícito pagar tributo a ele se tu não considera nas pessoas os homens e Jesus mudando o rumo daquela conversa aproveita esse discurso porque ele não nega em nenhum momento a afirmativa de que ele não considerava aparência não considerava as máscaras nas pessoas nos homens César portanto não é diferente de mim não é diferente de Pedro não é diferente de ninguém se César é representação de

e ele não considerava aparência não considerava as máscaras nas pessoas nos homens César portanto não é diferente de mim não é diferente de Pedro não é diferente de ninguém se César é representação de qualquer pessoa porque ele não trata Ninguém diferente D Cesa que é de Cesa é dar a cada um que é seu e dar a cada um que é seu é restabelecer o equilíbrio Ant as demandas Ant as necessidades antes Ant as violações de direito de cada pessoa O que seria da Cesar O que é de Cesar se Cesar tivesse com fome o alimento o que seria dar Cesar se Cesar tivesse com sede a água o que seria dar Cesar O que é de Cesar se Cesar estivesse ao Léo para dia então Jesus traz nessa perspectiva uma visão mais Ampla e um discurso que é de Justiça Allan Kardec coloca no Capítulo 11 do Evangelho Segundo espiritismo um capítulo que trata do amor para nós compreendermos que nessa perspectiva de justiça é impossível restabelecer o equilíbrio e a ordem das coisas sem o amor o amor portanto é esse elemento de Justiça que Platão nos apresenta nessa obra república e que Jesus resgata de forma de forma maestral no sermão do monte e nessa perspectiva de de buscar a felicidade pelas ações justas é interessante buscar o sentido do amor em sua profundidade e na obra O Banquete de Platão ele terá a oportunidade de resgatar o mito de Heros e esse mito eh como ele ele apresenta no banquete eh ele é contextualizado porque ele faz a narrativa da festa que foi feita pelo nascimento de Afrodite e ele narra que no dia que Afrodite nasceu os deuses eles fizeram um Grande Banquete no Olímpo e convidaram muitas muitos deuses e entre eles estava poros o expoente que era filho de metes só que porus ele comeu demais e acabou dormindo acabou caindo ali nos Jardins de Saturno e enquanto ele adormecia Pinha que representa a pobreza e que mendigava e que não estava naturalmente na festa ela viu aquele banquete e viu poros em bagado de nécta Então ela pula a cerca entra nos Jardins de Saturno e ela em razão de sua própria carência

e que mendigava e que não estava naturalmente na festa ela viu aquele banquete e viu poros em bagado de nécta Então ela pula a cerca entra nos Jardins de Saturno e ela em razão de sua própria carência moral acaba se relacionando com poros e dessa relação é concebido eh e é interessante que Eros é filho de poros o expoente de uma beleza ainda que efêmera e de pinha que representa a pobreza principalmente numa perspectiva moral Então imagina alguém de uma Rara beleza e ao mesmo tempo tem grandes ias em qualquer maturidade moral e essa representação de Heros e Heros ele é conhecido dentro de uma perspectiva platônica como uma expressão de um um amor muito mais instintivo ou um amor muito mais baseado nas Sensações do que necessariamente no sentimento profundo como é apresentado por Lázaro eem o evangelho segundo de espiritismo e o fato é que Eros ele é representado por um menino que tem uma flecha um arco e ele acerta as suas vítimas para que elas tenham relacionamentos profundamente superficiais ai eu vi beltrano pela primeira vez já me relaciono com Beltran vejamos que a tomada de decisão é é levada pelo impulso do desejo Então se alguém é tão belo e expressa a beleza de poros mas não tem resistências Morais porque também é filho de pinha a pobreza naturalmente a sua vida é uma vida de tomada de decisões apenas para gozar do que o mundo material pode oferecer mas a narrativa continua e diz que Heros ele se apaixona por uma humana chamada psiquê e ele celebra um pacto antinupcial com psiquê para que psiquê não olhasse o seu rosto essa era uma condição do casamento porque ele era um Deus e ela era uma humana mas ele era filho de poros então a beleza dele era tão grande que se ela olhasse Ela poderia até morrer e ele então andava com o manto sobre a cabeça mas um dia ele dormia e psiquê profundamente curioso durante a noite pega uma vela e vai até os aposentos de Eros e retira o véu do seu rosto para olhar o seu rosto ela fica tão encantada com a beleza que acaba esquecendo da vela e deixa um

ente curioso durante a noite pega uma vela e vai até os aposentos de Eros e retira o véu do seu rosto para olhar o seu rosto ela fica tão encantada com a beleza que acaba esquecendo da vela e deixa um pingo de Cera cair no rosto de Heros e Eros desperta e ele desperta tão furioso pelo descumprimento daquele pacto que ela não suporta a expressão eh poderosa daquele Deus que ela acaba morrendo e indo para o mundo de ates e quando isso acontece Ero se arrepende e arrependido procura Zeus e pede a Zeus que ele interfira junto a Ades para que Ades permita que ele vá ao submundo levar a ambrosia a fim de Que ela possa tomando a ambrosia se tornar Imortal Zeus assim o faz ele vai até o submundo ela retorna agora como uma Deus o casamento é retomado e dessa relação nasce uma criança chamada hedon e é essa Perspectiva da escola hedonista porque é Don é filha de Heros que expressa de sua paternidade sua maternidade a beleza física e ao meso tempo a pobreza moral e do outro lado uma psique humana que é enganada por este Heros com estas expressões de beleza e de pobreza moral naturalmente esse casamento vai gerar uma escola hedonista cuja ideia de felicidade é a busca do prazer pelo prazer e quando nós fazemos essa análise nós percebemos que todas as vezes que dentro do nosso senso comum justiça é algo que se relaciona apenas a mim na verdade eu estou longe do conceito de Justiça eu posso estar diante do conceito de satisfação pessoal eu posso estar diante do conceito de eh Vingança mas não de justiça porque a justiça restabelece no ambiente a ordem e o equilíbrio entretanto quando você supera essa fase do amor instinto do amor sensação do amor Eros e avança para um amor Ágape para o amor sentimento como apresenta Lázaro nesse ideal de Justiça desse ideal de amor você começa a ser de fato justo e o seu comportamento não é um comportamento de revolta e nem um comportamento de busca de desejos e de anseios mas é um comportamento que espalha ordem e equilíbrio e é por isso que o conceito

justo e o seu comportamento não é um comportamento de revolta e nem um comportamento de busca de desejos e de anseios mas é um comportamento que espalha ordem e equilíbrio e é por isso que o conceito desse amor ao inimigo é um conceito que se insere no ideal de justiça porque esse amor é um amor que reestrutura o equilíbrio não é um amor que representa um sentimento afetuoso não é um amor que espera que você Dev volte ao inimigo o mesmo carinho que você devota a um amigo mas é o amor que restabelece o equilíbrio das relações e daí a gente vai percebendo a profundidade do pensamento de Platão e o diálogo desse pensamento de tão com o pensamento do Cristo e com pensamento Espírita apenas a título de exemplo falando rapidamente sobre justiça agora convidamos aqui para um bate-papo com a gente o nosso amigo já já muito bem senhor Ó já ia te chamar de Tiago pro pessoal que chegou depois né o Fábio tá substituindo o Tiago hoje que não pôde comparecer e uma bela substituição foi uma fala muito boa Pelo menos eu daqui fiquei satisfeito a gente cumprimentou o pessoal mas não nomeou né então vamos rapidinho aqui dar boa noite pra Mônica para Lina Calil pra Ferreira neid pra Gisele e para o albertos que se manifestaram aí né não deixaram nenhuma pergunta não atenderam ao meu apelo fabito não deixaram nenhuma nenhum comentário mas eu gostaria de trazer aqui para você pra gente refletir em torno desse assunto ã o quanto que a gente percebe você muito mais do que eu por conta da sua área de trabalho profissional né eh o quanto é difícil nós nos sensibilizarmos a ponto de entender a real necessidade de alguém né quando esse alguém eh de alguma forma ele sai daquela linha esperada né então Eh normalmente a gente tem esse impulso até hoje para considerar uma pessoa que se comporte assim como algum alguém merecedor de uma punição muito Severa né uma punição muito Severa eh e aí eu me lembro que tinha uma amiga nossa eu já contei isso em alguns Alguns estudos mas sempre vale a pena a gente

algum alguém merecedor de uma punição muito Severa né uma punição muito Severa eh e aí eu me lembro que tinha uma amiga nossa eu já contei isso em alguns Alguns estudos mas sempre vale a pena a gente repetir porque o público é diferente né Eh Ela contou um caso ela era professora na ocasião né agora ela já tá aposentada e ela contou um caso que surpreendeu muito ela na ocasião era uma criança vamos chamar de criança porque devia ter uns 10 anos na ocasião tá E nesse período ela dava aula para essa faixa etária e o menino era muito bagunceiro e aprontava muito aprontava muito eh mas ela disse que com ela depois de um tempo ele mudou um pouco e que numa ocasião ele tava sabe ela ouvia não era ele não tava na aula dela e ela conseguia ouvir o barulho do lado de fora no corredor porque era ele que tava eh sabe causando M tumulto na escola até que ele entra na sala dela vira para ela e pergunta Professora eu posso ficar aqui eu posso ficar aqui na sua sala aí que ela virou para ela e falou assim olha Pode sim mas você fica num canto quietinho para não atrapalhar a minha aula e disse que aí quando os outros professores vieram e tal e viram que tava dentro da sala dela quietinho aí sossegaram e foram embora disse que no final da aula foi perguntar a ele né porque ela nunca tinha feito essa pergunta aí por que que você eh comigo você fica quieto e com os outros você perturba você faz essa confusão toda aí olha a resposta do menino para ela ah professora é porque que a senhora foi a única até hoje na vida que me falou sobre Deus entende então o que que ele tava precisando né de que alimento ele estava precisando e que ela deu sem né Sem muito se preocupar né e depois ela fazia uma reflexão e eu passei a fazer essa reflexão né Por que que a gente não experimenta o amor por que que é difícil pra gente experimentar o amor por que que a gente acha né como você citou na sua fala que somente de uma forma violenta que eu consigo eh corrigir alguém né Por que que eu tenho em mim esse senso

ícil pra gente experimentar o amor por que que a gente acha né como você citou na sua fala que somente de uma forma violenta que eu consigo eh corrigir alguém né Por que que eu tenho em mim esse senso eh de uma Justiça eh que de uma forma eu não gostaria que praticassem comigo né comigo eu gostaria que fosse de outra maneira então como a luz do pensamento de Sócrates do Cristo e do pensamento Espírita eu consigo eh assimilar isso Fábio porque a gente percebe que até hoje em dia é difícil vide um outro conceito que também no sermão do Monte Jesus falava né ouviste O que foi dito aos antigos eh olho por olho dente por dente até hoje o olho por olho dente por dente a gente nem consegue cumprir Porque se deixar se fizerem alguma coisa comigo eu não vou fazer olho por olho dente por dente eu vou querer fazer muito pior né eu vou desentar todo mundo né eu vou cegar todo mundo o que que por que que é tão difícil pra gente Fábio a gente conseguir eh assimilar esse conceito de Justiça não transformando em Vingança por causa do orgulho Ah nós temos um desafio na escada de Jacó e eu guardo essa relação da escada com sermão do mundo Porque toda a estrutura do sermão do Monte começa com a humildade bem-aventurados os pobres de espírito porque verão a Deus perdão porque serão chamados filhos de Deus quando a gente faz essa análise da pobreza de espírito dentro de uma visão eh da filosofia grega inclusive platônica porque o Platão ele trazia a teoria tripartite da alma e a alma era dividida em espírito razão e apetite a a razão era essa capacidade da alma de pensar logicamente o apetite estava ligado aos desejos e aos instintos naturais do corpo e o Espírito ao grande excesso de valor que o indivíduo dá a si mesmo a quantidade de importância de valor que ele dá e quando acontece isso e ele é uma pessoa que por exemplo chega na casa e ele já vai se espalhando fulando diz assim mas beltrano é tão espirituoso porque ele é cheio de espírito então jus propõe nessa percepção grega uma pobreza de espírito Porque sem essa

chega na casa e ele já vai se espalhando fulando diz assim mas beltrano é tão espirituoso porque ele é cheio de espírito então jus propõe nessa percepção grega uma pobreza de espírito Porque sem essa pobreza de espírito eu não consigo nem chegar no segundo degrau dessa escada eu não comecei nem nem o processo Inicial e esse orgulho que me dá uma ideia de muita importância me faz acreditar que o outro não pode de maneira alguma me ofender não pode de maneira alguma fazer qualquer mal à minha pessoa Marcel solto maior na obra por detrás do vé de ises ele traz uma uma narrativa do Chico que eu acho muito interessante que expressa muito isso eh de como essa reflexão Nossa da importância de nós mesmos ela vale a pena eh Ele conta a história de daqueles daquelas duas pessoas que se passaram por por jornalistas internacionais e que queriam lá fazer uma matéria sobre o Chico iam lá falando inglês e tal e aí O Chico foi respondendo as perguntas e aí no final das contas prepararam uma matéria dizendo que ele era embusteiro ele enganava as pessoas ele ficou muito triste ele impactou e ele voltando para casa chega na porta de casa está lá Emmanuel e Emmanuel olha PR ele dis assim por tá chorando e elea chorando aí o Chico respond mas não viste o que aconte fizeram isso comigo isso aquilo aí em responde para el tu só foste pra de uma revista e Jesus que foi pra cruz e essa reflexão reflexão interessante por o meu sofrio é importante mas ninguém chora porque Jesus foi pra cruz quando o outro que tá sofrendo a gente não sofre tanto quanto é a gente mesmo demonstrando que todos nós damos uma certa importância pra gente para dizer assim olha tu pode até ofender beltrano pode ofender uma pessoa que eu não conheço mas não me ofenda Não mexa comigo eu sou importante demais para você mexer comigo eu sou tão importante que eu não tenho que ir pra capa da revista se Jesus foi pra cruz é outro problema mas não mexa comigo e quando a gente vai percebendo que o orgulho é esse Grande Desafio que nós temos para olhar a

te que eu não tenho que ir pra capa da revista se Jesus foi pra cruz é outro problema mas não mexa comigo e quando a gente vai percebendo que o orgulho é esse Grande Desafio que nós temos para olhar a justiça com outros olhos a gente vai encontrar uma outra bem-aventurança que é interessante que éem aventurados os brandos porque herdarão a terra a brandura pacificidade ela nos traz esse equilíbrio interior e só depois dessa bem-aventurança da brandura da pacificidade Jesus diz bem-aventurados os que TM fome e sede de justiça porque serão saciados em outras palavras se você não tiver pai interior você vai ter fome e sede de Vingança mas não de Justiça Mas você não vai ter paz interior se você achar que você é muito importante se você não desenvolver essa pobreza de espírito na Perspectiva platônica não eu sou um grão de areia o Francesco bernad o pobrezinho de Ass na prece dele L Traz essa humildade essa ideia de pobreza de espírito tão Clara que ele começa a prece dizendo assim Senhor fazei de mim um instrumento de vossa paz ele não diz senhor fazei de mim o instrumento um só um porque todo mundo pode ser e eu não sou melhor do que ninguém eu compreendo isso eu vou dizer para mim mesmo Como Estevão disse para ele mesmo senhor conversando consigo mesmo eu também quero teu direito de sofrer tu sofreste pelo mundo por que que eu não posso sofrer se eu me coloco Igual a outras pessoas e o Cristo sofreu e foi crucificado Qual o problema de alguém me ofender qual é o problema eu eu sou tão importante que eu sou a única pessoa nessas 8 milhões que não pode ser ofendido Jesus pode ir pra cruz Paulo pode ser decapitado Pedro pode ser crucificado de cabeça para baixo agora ninguém pode me chamar de feio por quê Porque eu sou importante demais no momento em que eu reduzo essa percepção e eu empobreço esse espírito que tá rico demais tá se achando demais eu empobreço ele eu começo a me pacificar e me pacificando eu vou ter vou ter muito mais condições de buscar o equilíbrio e a

epção e eu empobreço esse espírito que tá rico demais tá se achando demais eu empobreço ele eu começo a me pacificar e me pacificando eu vou ter vou ter muito mais condições de buscar o equilíbrio e a ordem das coisas uma pessoa pacificada ela consegue encontrar formas de distribuir a sabe resolver conflitos porque se pacificou porque não se entende melhor do que ninguém e é por isso que é tão difícil porque nós somos profundamente orgulhosos profundamente egoístas quando vencermos o egoísmo e orgulho será bem mais fácil viver essa mensagem por isso a recomendação né Sempre da doutrina espírita da gente buscar combater o orgulho e o egoísmo né Eh até tem uma fala de Kardec que eu acho impressionante quando ele diz né A fraternidade não se define em leis né enquanto tivermos orgulho e egoísmo no coração nada muda é muito interessante isso mesmo e a reflexão sempre fica né Fábio o que estamos fazendo para extirpá-los do nosso coração mas aí cada um sabe né o seu caminho e infelizmente a gente tá chegando ao fim meu irmão eh a gente quer muito te agradecer por essa convocação Ace né E foi um momento muito especial eu sei que pelo menos para mim Acredito que para todos que também estão nos acompanhando e deixo esse minutinho final para você fazer um encerramento as suas considerações finais quando Nós pensamos em Justiça ela não precisa ter um conceito tão distante das cortes dos tribunais das penas das condenações ela pode ter essa Perspectiva da virtude que acontece ou que a gente desenvolve dentro do lá e eu posso ser uma mãe mais justa um marido mais justo uma esposa mais justa um aluno mais justo uma professora mais justa um colega de trabalho mais justa porque a justiça vai se expressando por essa tomada de decisão que vai sempre reestruturando o equilíbrio das coisas e onde tem desequilíbrio lá eu levo o equilíbrio onde é desordem lá eu levo a ordem e tudo então se recona que tá com a lei divina e eu cumpro o munus da Justiça com amor e com caridade Tem coisa que restabelece

desequilíbrio lá eu levo o equilíbrio onde é desordem lá eu levo a ordem e tudo então se recona que tá com a lei divina e eu cumpro o munus da Justiça com amor e com caridade Tem coisa que restabelece melhor o equilíbrio de tudo do que um ato bom do que uma expressão de demonstração de que nós não guardamos mágoa para com que nos fez o mal Olha o que aquele clérigo na obra de Vitor hiig Os Miseráveis fez com Jean vajan ele o assalta e ele dá os castiçais dizendo que não foi assaltado ele não conseguiu levar a ordem o equilíbrio a jan vajan então ele fez Justiça então ele foi justo quando nós ampliarmos a ideia de justiça para essa percepção socrática para essa percepção platônica nós nos tornaremos pessoas bem melhores que Jesus nos abençoe muito bem meu amigo muito bem muito tema para nossa reflexão hoje a gente fica por aqui agradecendo mais uma vez ao Fábio na semana que vem se Deus quiser nosso amigo Tiago volta com o 14º Episódio dessa série sobre Platão e o espiritismo uma excelente noite para todo mundo fiquem com Deus até a próxima tchau tchau até a próxima o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre lionês se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o Além Túmulo e plan físico demando que espírito triuna sobre a morte e que cé e inferno são apenas estados de consciência é pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético no sexto congresso do espiritismo.net nos dias 2728 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bar congresso

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