A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 3ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá pessoal boa noite sejam bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo que é uma produção do espiritismo.net em parceria com a FEB TV e a TV sege e também retransmitir prama para alguns outros canais parceiros hoje nós vamos retomar aquela série de estudos dos mitos de Platão e o espiritismo é o terceiro episódio hoje de volta está o nosso querido amigo thgo Barbosa Boa noite meu irmão seja bem-vindo boa noite quer Boa noite aos amigos e à amigas que estão acompanhando ou acanhar Em algum momento né isso aí bom então como sempre no programa O Tiago tem os primeiros 40 minutos para poder expor o tema e depois a gente volta para o momento da conversa do bate-papo da resposta às perguntas e por isso a gente já pede a você que possa se manifestar no chat deixando seu comentário sua pergunta que no final é o momento pra gente atender a solicitação de vocês tá bom thago então a palavra agora é sua vamos lá Obrigado meu amigo bom minhas amigas meus amigos novamente boa noite para nós eh esse é o terceiro estudo sobre os mitos de Platão quando nós falamos dos mito tem os mitos e tem né naturalmente as alegorias também como a alegoria da caverna alegoria que hoje nós iremos estudar eh mas só retomando o fio da meada nos dois primeiros estudos nós analisamos o mito da balada que se encontra na obra Fedro né é um mito que fala sobre o processo e as dificuldades da Ascensão espiritual é de todos nós não é então no mito nesse mito nós temos o coeiro a biga e dois cavalos um cavalo que puxa para o alto e outro que puxa para baixo né E nós tratamos eh no Episódio Passado interpretando isso à luz eh das reflexões espíritas em torno da consciência tanto do ponto de vista de Leon Denia mas também bem como de André Luiz nãoé Leon Deni nós vamos encontrar na terceira parte de o problema do ser né quando do capítulo a consciência o sentido íntimo Leon denin vai analisar o que é e como que é a estrutura da consciência e na obra de André Luiz na obra no mundo maior né
arte de o problema do ser né quando do capítulo a consciência o sentido íntimo Leon denin vai analisar o que é e como que é a estrutura da consciência e na obra de André Luiz na obra no mundo maior né quando o instrutor Calderaro ele vai falar sobre a casa mental né então foi isso bom hoje nós vamos iniciar uma série de de de estudos sobre os mitos e as alegorias na verdade nós vamos pensar três é na obra a república de Platão né Essa não é uma edição traduzida direto do grego no não sei se tá dando para ver eh por quanto do reflexo Mas é uma edição muito boa eh porque foi a primeira edição inglesa eh inclusive foi largamente utilizada na universidade de Oxford né E foi editada traduzida editada e comentada por Benjamim John w que foi um grande platonistas né um um um grande estudioso da obra de Platão e aqui na na obra República né que vai tratar tanto da da natureza da Justiça do estado ideal né da questão política dentro do pensamento de Platão enfim é uma obra Sem dúvida nenhuma essencial para o pensamento ocidental e também para o pensamento espiritualista né E aqui nós vamos analisar três mitos não hoje eh o mito o primeiro mito que nós iremos analisar inclusive hoje que é o o mito do anel de giges eh na semana que vem o mito Tier nós já tratamos Amp passando ele naquele primeiro estudo que nós fizemos sobre Platão e por último o sem dúvida nenhuma o mito eh que na verdade é uma alegoria não é o mais conhecido da obra de Platão que é a alegoria da da da caverna né é eh largamente estudado pelos nossos estudantes eh do ensino médio né mas todos aqueles que minimamente T algum tipo de interesse por filosofia já ouviram falar desse mito né a obra a República tem outros mitos mas como os mitos dos metais né O Mito Da Alma talvez a gente até analise o mito da Alma eh que ele trata né também do mundo das ideias enfim mas hoje nós vamos ficar com o mito ou melhor diz na alegoria de gigis o anel de gigis é só para contextualizar Platão Platão não Sócrates né né que é o personagem a
é também do mundo das ideias enfim mas hoje nós vamos ficar com o mito ou melhor diz na alegoria de gigis o anel de gigis é só para contextualizar Platão Platão não Sócrates né né que é o personagem a personagem principal a República é uma obra é um diálogo né em formato de diálogo e esse mito ou melhor dizendo essa alegoria se encontra no livro segundo quando ele está conversando dialogando com Glauco sobre a justiça né Eh e E Sócrates vai dizer para para Glauco que a justiça ela não é algo natural não é diferente daquilo que alguns filósofos inclusive do Iluminismo A exemplo de Jean ja né O S E isso inclusive ele Analisa muito na obra Emílio que também é como se fosse um romance pedagógico um romance da filosofia da pedagogia de rousse que vai inspirar né pestal Por Exemplo foi preceptor mestre né Dean Kardec enfim porque ele imaginava que os hom eles nasciam bons todos eles eram bons e a sociedade a civilização né corrompia o homem então a civilização ela corrompia o homem mas a sua natureza primeva essencial era boa né Eh muito embora seja uma eu diria assim que uma reflexão tentadora imaginar isso né Mas as coisas naturalmente não são assim né Eh os homens eles vão ao longo de múltiplas reencarnações experienciando através da vida oportunidades de entender o que é o bem o que é o mal né de maneiras que é um processo de depuração n coisa essa que tanto Platão quanto Sócrates eles concordam então a respeito da Justiça eh ele vai ele vai trazer a reflexão de que os homens eles não são justos por natureza mas eles agem so o império verdade com o medo da punição Então é ele Arge de maneira justa né digamos assim de acordo com as leis do seu tempo muito mais com medo da punição do que exatamente un um senso intrínseco né Eh de Justiça Esse é o ponto não é Então a partir disso ele vai construir uma reflexão Por demais interessante nessa alegoria eh vejamos então eu vou ler um trechinho do ponto eh que Sócrates tá discursando E aí Nós entramos no no na alegoria do anel de
so ele vai construir uma reflexão Por demais interessante nessa alegoria eh vejamos então eu vou ler um trechinho do ponto eh que Sócrates tá discursando E aí Nós entramos no no na alegoria do anel de giges ele diz assim agora que aqueles que praticam a justiça o fazem involuntariamente e porque não tem poder de ser injustos será melhor que imaginarmos algo desse tipo Tendo tendo dado tanto aos justos quanto aos injustos o poder de fazerem o que quiserem vamos observar e ver para onde o desejo os levará então Descobriremos nós próprios Atos que o homem justo e o injusto estão cometendo ao longo do mesmo caminho seguindo seus interesses os quais todas as naturezas consideram ser seu bem e só são desviados para o caminho da Justiça pela força da lei verdade que supomos pode ser mais completamente concedida a eles na forma de um poder que se diz ter sido possuído por gigas agora vejamos gigis o ancestral de creso o lídio né era o Rei da L segunda tradição giges era um pastor a serviço do rei da Lídia houve um uma grande tempestade e um terremoto abriu uma abertura na terra da qual ele alimentava seu rebanho espantado com a visão ele desceu para a abertura onde entre outras Maravilhas viu um cavalo oco de bronze com portas para dentro das quais ele se abaixou e olhou vi um corpo morto de estatura morto de estatura como lhe parecia maior do que a humana e tendo nada além de um anel de ouro ou seja esse cadáver só tinha a o único bem que ele tinha era um anel de ouro ele tirou do dedo do dos mor do morto e reassumiu ou seja pegou para ele ora os pastores se reuniram segundo o costume para enviar ao Rei seu relatório mensal sobre os rebanhos e para a Assembleia ele veio com e para a Assembleia ele veio com o anel em seu dedo e em enquanto estava sentado entre eles a ouvir por acaso por acaso girou a pinça do anel para dentro de sua mão quando instantaneamente tornou invisível para o resto do grupo e começar a falar dele como se não estivesse mais presente ele fico com isso e tocando
acaso girou a pinça do anel para dentro de sua mão quando instantaneamente tornou invisível para o resto do grupo e começar a falar dele como se não estivesse mais presente ele fico com isso e tocando novamente no anel girou a pinça para fora e reapareceu fez várias experiências e sempre com o mesmo resultado ao girar a pinça para dentro ficava invisível quando girava para fora reaparecia diante disso el consegiu ser escolido um dos mensos foram enviados à corte ao passo que assim que elou seduzi a rainha e com ajuda dela conspirou conspirou contra o rei e o matou e assumi o reino então vejam vocês resumir aqui hisa né para entrarmos na provável interpretação giges era um pastor era um pastor simples na Lídia e certa feita fazendo seu trabalho de pastorio eh um dia de muita chuva num determinado eh num determinado local desse terreno onde as suas ovelhas eh pastoreavam o terreno por ali era um túmulo era um túmulo nesse túmulo havia um corpo que havia sido enterrado dentro de um cavalo de bronze né era costume na antiga Grécia coisas assim né inclusive as pessoas serem enterradas com todas as suas Posses com a as suas fortunas enfim Ou pelo menos parte delas é por isso que não raras vezes as pessoas saqueavam os túmulos não é muito embora isso fosse proibido pelos Deuses enfim não vamos entrar aqui nas miudezas das da da no contexto né da da eh desse mito mas o fato é que ele abriu o cavalo de bronze ali achou um corpo e nesse corpo o único bem que ele viu foi um anel tomou para si o anel e um dia e onde os pastores se reuniam para fazer apresentar o relatório ao Rei eh ele estava ali a ouvir os seus pares ou seja os outros pastores e mexendo no anel né quando el eh eu esci o nome daquela peça né do anel onde se coloca uma pedra por exemplo ele girou para dentro ele desapareceu não é e aquilo naturalmente ele ficou espantado como é que ele viu que ele desapareceu que as pessoas falavam como se ele não tivesse ali se ele fizesse qualquer movimento ninguém o via né ninguém enxergava
e aquilo naturalmente ele ficou espantado como é que ele viu que ele desapareceu que as pessoas falavam como se ele não tivesse ali se ele fizesse qualquer movimento ninguém o via né ninguém enxergava gigis e quando ele voltou o anel para a posição natural dele ele reapareceu e aí ele fez uma proposta para a assembleia que ele levasse que ele levasse relatório ao Rei então todos concordaram quando ele chega no palácio ele seduz a rainha e conspira contra o rei o mata e toma para si o reino Por quê ele tinha um poder o anel conferia a ele um poder um poder muito bem então vamos lá primeiro que na naturalmente né É É impossível falar desse dessa alegoria sem sem dizer que modernamente né um um dos grandes autores de um estilo muito próprio no campo da literatura que é a fantasia eh para mim Sem dúvida nenhuma o maior escritor de fantasia do século senão de todos os tempos né que foi R Tok autor de O Senhor dos Anéis né esses Anéis eles estão presentes não só na obra O Senhor dos Anéis também no robt né e também no Silmar que narra o digamos assim como que esses Anéis foram forjados mas token como nós sabemos ele era um grande conhecedor estudioso entusiasta da obra de Platão muito mas muito mais muito provavelmente a inspiração para ele escrever eh eh para trazer né Por um enredo da sua obra O anel foi justamente esse mito né esse mito do anel de giges bom primeiro ponto que nos chama a atenção é que é onde ele achou isso é importante isso é importante a semelhança né do que nós observamos em o senhores Anéis que é o gol né e e que na verdade nós sabemos que o todo o Senhor dos Anéis é um esforço de apresentar para a juventude de uma obra extremamente rica sobre moral né sobre o bem o mal sobre justiça e injustiça sobre o poder da Fraternidade da caridade da amizade né sobre os perigos da ambição e por aí vai e o golum que é no Senhor dos Anéis e no robt é aquele que né toma para si o anel ele vai justamente para as profundezas da montanha então aqui na verdade Platão
bre os perigos da ambição e por aí vai e o golum que é no Senhor dos Anéis e no robt é aquele que né toma para si o anel ele vai justamente para as profundezas da montanha então aqui na verdade Platão me parece que ele já está demonstrando a natureza desse anel né porque M das vezes e aí volta aquele debate nós estamos corrompendo o homem né ou na verdade o homem já tem em si essa natureza e que na verdade só eh eh digamos assim o contexto né favorece com que esse sentimento aflore me parece que é muito mais nesse sentido não é muito mais nesse sentido eh isso inclusive Leon Deni vai trabalhar na obra O Grande Enigma né Essa questão do bem e do mal também no problema do ser e do destino n segunda parte o último Capítulo da segunda parte né a justiça e o problema do bem e do mal porque o seguinte eh ele tira esse anel ele tira esse anel de um local de uma Sepultura então isso de certa forma já revela A Essência desse anel já revela a essência e o poder dele né que é o quê d eh a morte na verdade nesse sentido ético é quando o homem ele corrompe ele pratica o mal não é então de certa forma é representação de de o que o mal pode fazer em nossas vidas o mal não não aquele mal externo que M das vezes nós sofremos né a injustiça que sofremos esse tipo de coisa não mas quando nós despertamos isso em nós por mu das vezes nós temos um bem em aparência e um mal em Essência inclusive para isso Jesus se utilizou de um exemplo quando vai falar sobre os fariseus quem se recorda lá no evangelho de Mateus ele fala sepulcros caiados podres por dentro e belos por fora né então há determinadas situações na nossa vida que na verdade o que ela faz é só revelar aquilo que já está dentro de nós e m das vezes vezes H determinadas oportunidades na vida elas nos conduzem justamente para essa natureza para essa identidade né e e revela aquilo que tem dentro de nós por quando giges descobre que esse anel faz dele Um Ser Invisível E isso não é por acaso nós vamos ver daqui a pouco né o que que ele se transforma ele usa esse
e e revela aquilo que tem dentro de nós por quando giges descobre que esse anel faz dele Um Ser Invisível E isso não é por acaso nós vamos ver daqui a pouco né o que que ele se transforma ele usa esse poder para cometer injustiça primeiro ele corrompe outra pessoa a esposa do Rei depois ele mata o próprio Rei então que tipo de poder é esse é um poder né como todo toda a essência do mal ela conduz né para a a morte para a falta de vida somente o bem conduz a vida e que tipo de vida Jesus várias vezes falou sobre isso né Eh Por exemplo quando ele vai conversar eh com a Muler do poço né aquele diálogo com A Samaritana do poço uma vida em abundância então quando nós falamos de morte aqui não é só no sentido biológico lógico mas no sentido espiritual que muitas e muitas pessoas quando enveredam pelo caminho do mal naturalmente elas encontram uma morte porque o mal ele ele é a representação disso uma morte espiritual agora por que eh que Sócrates colocou esse elemento da invisibilidade justamente para que ele eh eh Glauco ficasse bem claro para Glauco que a questão da justiça muit das vezes ela tá muito mais relacionada a uma questão jurídica e Legislativa do que ética no sentido da prática da justiça porque muitos homens se tivessem invisíveis se ninguém tivesse olhando e se não tivesse so o Império da lei o mal seria revelado neles concordo por isso que é invisível agora nós podemos à luz do espiritismo trazer outros elementos digamos assim entre aspas de invisibilidade que é o quê muitas das vezes eu venho em uma vida de uma pessoa muito abastada com muitos recursos e de certa forma esse estilo de vida me torna invisível para as leis e eu cometo muitas injustiças muitas injustiças então muitas vezes o corpo também nos torna a a a condição social muit das vezes nos dá poder Porque que o anel deu para G justamente poder essa invisibilidade era nesse sentido um poder porque ele podia fazer as coisas ocultamente ele podia furtar ele podia se apropriar de uma fortuna de maneira invisível ninguém
para G justamente poder essa invisibilidade era nesse sentido um poder porque ele podia fazer as coisas ocultamente ele podia furtar ele podia se apropriar de uma fortuna de maneira invisível ninguém iria vê-lo então quantas coisas e aqui fica uma indagação nós não fazemos porque nós depois seríamos cobrados Mas se tivéssemos invisíveis perante os outros usou perante a lei nós cometer então o por que disso o porquê desse comportamento para o espiritismo a resposta é única o egoísmo o egoísmo ainda ele é um vício né que inclusive os esp vão dizer que é aquele vício radical o que que radical nesse sentido que tá na raiz radical né etimologicamente vem de raiz ou seja tá na Essência da coisa tá nas profundezas do nosso ser então o egoísmo ainda é uma fonte orientadora das nossas vidas muitos dos nossos atos eles não são guiados pela justiça Mas pelo interesse próprio pelo egoísmo Então vamos ver aqui algumas questões relacionadas ao egoísmo vejamos questão 913 di O Livro dos Espíritos inclusive trata dessa questão né do vício radical entre os vícios qual podemos considerar radical já o dissemos muitas vezes o egoísmo dele deriva todo o mal estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos existe egoísmo por mais que Lis Contra Eles não chegareis a extirpá-los enquanto os ates pela raiz enquanto houveres destruo a causa que todos os vossos esforos tendam para esse fim porque nele se encontra a verdadeira chaga da sociedade quem nesta vida quiser se aproximar da perfeição moral deve extirpar do seu coração todo sentimento de egoísmo Porque é incompatível com a justiça com o Amor e a caridade ele neutraliza todas as outras qualidades por isso que né Sócrates querendo apresentar uma alegoria para a questão da Injustiça ele traz essa alegoria eh do anel de giges ou seja nós só somos justos quando extirpando de nós o egoísmo que tá na natureza né não na natureza no sentido de que eh porque a nossa natureza essencialmente ela é divina mas nós partimos de um ponto para
nós só somos justos quando extirpando de nós o egoísmo que tá na natureza né não na natureza no sentido de que eh porque a nossa natureza essencialmente ela é divina mas nós partimos de um ponto para chegarmos à perfeição que ponto é esse é a ignorância e essa ignorância nas primeiras reencarnações ela se traduz justamente através dos vícios né que esses vícios sendo colocado em prática se traduz no mal e um dos grandes males é justamente a injustiça Então por A grande questão para sabermos se nós somos justos é trazermos a reflexão Justamente esse mito de Platão se ninguém estivesse me vendo o que eu faria nesse momento qual caminho eu iria trilhar se ninguém ninguém tivesse vendo e isso hoje isso hoje é muito contemporâneo extremamente atual porque o a a virtualidade das nossas relações tem se traduzido muitas vezes nisso muitas das vezes eu faço determinadas coisas justamente para apostar não é mas se ninguém estivesse vendo o que eu faria qual caminho eu tomaria qual direção qual posição né issso É alguma coisa que devemos né meditar sempre por se ninguém estiver vendo eu escolho o caminho do mal naturalmente significa dizer mesmo que seja momentaneamente seja um né Por um curto período isso revela em mimha injustiça e naturalmente conduz ao vício radical ao egoísmo estando o egoísmo fundado no interesse pessoal e o que que fez o g o que que orientou ele o interesse pessoal ele utilizou esse poder desse anel justamente para corromper uma pessoa matar outra e tomar todos os seus bens o que que é isso interesse pessoal então vamos lá estando o egoísmo fundado no interesse pessoal parece difícil extirpar inteiramente do coração do homem chegamos a isso a medida que os homens se esclarecem sobre as coisas espirituais dão menos valor as materiais em seguida é necessário reformar as instituições humanas que entretém e excitam isso depende da educação questão 914 né Vamos então para 915 sendo o egoísmo inerte à espécie humana perdão inerente à espécie humana não será um
eformar as instituições humanas que entretém e excitam isso depende da educação questão 914 né Vamos então para 915 sendo o egoísmo inerte à espécie humana perdão inerente à espécie humana não será um obstáculo permanente ao reino do bem absoluto sobre a terra que que vocês acham sendo egoísmo inerente à espécie humana não será um obstáculo permanente ao reino do bem absoluto sobre a terra vejamos o que os espíritos responderam Allan Kardec É certo que o egoísmo é o vosso mal maior mas ele se liga a inferioridade dos espíritos encarnados na terra não há a perdão encarnados na terra e não há Humanidade em si mesma ora os espíritos se purificam nas encarnações sucessivas perdendo o egoísmo assim como perdem as outras impurezas não tem não tem na terra algum homem destituído de egoísmo e praticante da caridade existem em maior número do que julgais mas conheceis poucos porque a virtude não se procura fazer notar e se há um Porque não haverá 10 se há 10 porque não não haverá 1 e assim por diante ou seja Sem dúvida nenhuma há pessoas que praticam o bem Independente de serem vistas e mais do que isso porque o bem ele é extremamente delicado e silencioso uma alma verdadeira ente Nobre ela não alardeia o bem que ela faz ela não alardeia o bem que ela faz independente independente de ser eh alguma coisa grande ou pequena ela sempre fará de maneira silenciosa é o que inclusive nós vamos encontrar no capítulo 15 de o evangelho segundo espiritismo daquela belíssima comunicação de Cáritas que ela vai falar vai tratar da caridade oculta fazer o bem sem ostentação não é porque verdadeiramente verdadeiramente eh essas almas nobres elas agem Por que que elas não alardeiam porque isso é natural Isso é alguma coisa que já tá fundo nas suas almas né então frente à nossa vida fica a reflexão o que faríamos se ninguém estivesse vendo o bem o justo ou injusto e cabe ressaltar que aparentemente gigis gigis eh conquistou uma grande eh vontagem digamos assim mas isso aos olhos do mundo porque de acordo
íamos se ninguém estivesse vendo o bem o justo ou injusto e cabe ressaltar que aparentemente gigis gigis eh conquistou uma grande eh vontagem digamos assim mas isso aos olhos do mundo porque de acordo com Sócrates e Platão Na verdade ele sofreu um peso muito grande por fazer o mal novamente é uma forma de de de matar um pouco de si mesmo qualquer ato de crueldade de vilania na verdade significa que aquela pessoa está faltando naquela pessoa vida por isso que se reconectar com sua essência buscar combater verdadeiramente o egoísmo fará de nós cheios de vida às vezes Aos olhos do mundo eh seja justamente ao contrário Mas aos olhos da nossa consciência e de Deus Sem dúvida nenhuma isso é algo grande é algo que nos dá e nos Dota de potência de vida né então vamos ficando por aqui vamos chamar o nosso querido já já pra gente bater um papo e dar o boa noite pra nossa amiga Ana Leal pro Edgar pro Michel Pra Isabela PR elizabe uma alegria tê-los por aqui gente muito bom thago muito bom muito muito pra gente refletir né e não tem pergunta nem comentário do pessoal Olha o Dilamar chegando também Opa boa noite Boa noite minha amiga o Damar é lá de São Luís no Maranhão ah leg Soraia aqui chegando também de ama no paran Paraná sejam todos muito bem-vindos eu tava pensando aqui enquanto você falava seguinte como forma essa questão de que foi colocada o que faríamos se estivéssemos sozinhos sem que ninguém nos visse né aí eu fiquei refletindo o seguinte estamos num mundo de provas expiações segundo os espíritos sego Allan Kardec eh inclusive como referência a gente dá o capítulo 3 né do Evangelho Segundo o Espiritismo há muitas moradas na casa do meu pai um mundo de provas e expiações que é o nosso é aonde o mal ainda domina certo então eu posso tirar daí que a maioria de nós então se não tivesse eh ninguém vendo tenderia a praticar o mal né já que como raiz das nossas ações estão ou está o egoísmo o orgulho né como você tava refletindo aí beleza Esse é um ponto Aí eh a gente vê lá no Livro dos Espíritos
vendo tenderia a praticar o mal né já que como raiz das nossas ações estão ou está o egoísmo o orgulho né como você tava refletindo aí beleza Esse é um ponto Aí eh a gente vê lá no Livro dos Espíritos até nesse capítulo eh nesse capítulo que você tava tirando aí algumas questões hã a gente vê que a gente pode vencer as nossas mais inclinações aliás antes do do do Livro dos Espíritos tem aquela célebre frase né que tá lá no Evangelho Segundo o Espiritismo Capítulo 17 item 4 reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações mais beleza aí no livro do os espíritos na 909 Kardec pergunta e poderia sempre o homem pelos seus esforços vencer as suas mais inclinações né então ele quer saber se isso é algo que pode acontecer sempre né porque eh lá no evangelho ele diz que vai reconhecer o verdadeiro Espírita pelos esforços que empreg em domar as suas mais inclinações respondem que sim né e frequentemente fazendo esforços muito insignificantes antes o que lhe falta é a vontade ah quão poucos dentre vós fazem esforços E aí Tiago às vezes eu vejo eh algumas alguns questionamentos em algumas pessoas sobre essa questão dos esforços né Eh e o quanto que de repente a gente deveria deixar que as coisas acontecessem naturalmente Ah não não tem que fazer muito esforço naturalmente a gente vai evoluindo e tal então como a gente pode fazer essa reflexão em torno do que o espiritismo nos traz de que devemos fazer esforços ou seja naturalmente nos identificamos ainda como Espíritos não purificados né por isso ainda carregamos em nós o egoísmo e o orgulho que precisa precisam ser combatidos mas qual é o limite dos nosos esforos até os espíritos Estão dizendo aqui que são esforos insignificantes que se fizéssemos venceriam as nosas mais inclinações como é que a gente consegue trabalhar essa questão do esforço eh em nossas vidas e eh é até por isso que eu eu trouxe esse essa alegoria justamente após a a o mito da Big galada porque ali
inclinações como é que a gente consegue trabalhar essa questão do esforço eh em nossas vidas e eh é até por isso que eu eu trouxe esse essa alegoria justamente após a a o mito da Big galada porque ali eh Sócrates ele diz que nós nós temos uma natureza digamos assim dualista né existe um cavalo do bem e um cavalo digamos do mal e e existe o condutor o que que acontece A grande questão é saber aquilo que nós estamos alimentando ao que primeiro ponto éesse nós temos em nós em Nosa conscia todos os elementos necessários para ascensão dos nossos Espíritos Questão 621 de Liv dos Espíritos onde está escrito as leis de Deus na consciência ou seja não é nenhum livro não é fora de nós está dentro de nós então nós temos em nós uma parte da nossa consciência que já eh já tá ali esses valores que iremos viver no futuro entretanto nós temos toda uma um histórico de vivências que já vem de muito tempo vivências eh infelizes né de viciações vivências que muit das vezes por falta de consciência nós fomos repetindo coisas de outrora e isso de certa forma é um peso para nós por quê aí tá no na no no problema da viciação nós estamos viciados muit das vezes em questões eh eh vinculados a essa natureza mais perversa então nós temos vejam vocês o nosso passado que na eh que por um processo de bici ação e automatismo mu das vezes nós vamos cometendo eh determinadas questões mas claro a lei de ação e a ração ela serve justamente para que tomemos consciência e ajamos de maneira diferente agora por isso que eu disse a primeira coisa é saber o que nós estamos alimentando é a nossa natureza que se vincula ao nosso passado delituoso ou se é justamente essa natureza mais elevada mais espiritualizada né que já está em nós na na verdade o que nós precisamos é descobri-la para Viver Mas ela já está ali outro problema é o da distração mu das vezes nós vivemos as nossas vidas sem pensar eh em como e por estamos viv Platão aqui melhor dizendo Sócrates aqui nessa obra num determinado momento ele diz que uma vida né
ma é o da distração mu das vezes nós vivemos as nossas vidas sem pensar eh em como e por estamos viv Platão aqui melhor dizendo Sócrates aqui nessa obra num determinado momento ele diz que uma vida né Eh sem saber o que se vive não merece ser vivida ou seja uma vida sem autoconsciência que simplesmente você vai vivendo você as coisas vão acontecendo e você vai reagindo sobre elas isso revela uma inconsciência muito grande e evolução precisa de consciência né ou seja nós precisamos urgentemente eh de colocar em prática uma vivência espiritual onde questionemos sempre a forma como nós estamos vivendo se aquilo que estamos fazendo de fato é o melhor é o mais justo é o Belo e é bom porque muit das vezes eh Nós tomamos determinadas atitudes e não pensamos só pensamos quando vem as consequências então aquilo que Santo Agostinho nos apresenta na questão 919 e tantos outros benfeitores espirituais nos apresenta a urgência de meditarmos sobre nós mesmos sobre o caminho que estamos trilhando e onde queremos chegar é fundamental porque do contrário nós estamos né conforme a música do nosso querido Zec pagad deixa a vida mas questão que essa não é a melhor forma né porque na verdade quando nós dizemos assim deixa a vida me levar é deixa que as coisas vão acontecendo mas veja por trás disso existe um processo de inação né e vida nós precisamos naturalmente de saber porque estamos vivendo né aquelas três perguntas fundamentais da sabedoria filosófica que inclusive nosso querido Deni vai nos apresentar ou melhor dizendo reapresentar em o porquê da vida é de onde viemos quem somos Para onde vamos entender a natureza espiritual Nossa é urgente entender quem somos onde estamos para entender porque muit das vezes já já a gente fala assim todos nós chegaremos à perfeição mas nós não meditamos sobre isso né O que vem a ser essa perfeição O que eu preciso fazer o que eu estou fazendo Quais são os esforços e novamente aí entra na questão da vontade né e de fato nós poucos esforços fazemos
mos sobre isso né O que vem a ser essa perfeição O que eu preciso fazer o que eu estou fazendo Quais são os esforços e novamente aí entra na questão da vontade né e de fato nós poucos esforços fazemos porque nem pensamos que temos nem passa por nós que temos a necessidade de empreender esforços né a grande verdade é essa por isso que nós não eh empreendemos esses esforços porque nem meditar sobre isso né nem entender isso muit das vezes eh eh enfim não passa em nossa mente novamente porque falta de aut consciência é aquela reflexão que os espíritos também fazem né Tiago eh que às vezes a gente diz que quer mas na verdade não tá querendo muito né E que ficaria muito feliz se nem tivesse oportunidade de de de mudar né porque tá satisfeito da forma como está né ou seja ainda se compraz naquela situação né aí entra muito a questão da disciplina né meu amigo a gente tem mesmo que se utilizar da disciplina para promover uma mudança eu lembrei de uma amiga nossa em comum né que é a Luzia Matias ela falava em torno de piada mas ela disse que foi um fato real né que quando ela começou a frequentar o Centro Espírita leeni aqui do Rio de Janeiro ela ainda era muito nervosa no trânsito né e o trânsito é um desafio para todos nós né é muito desafiador mesmo volta e meia eu me pego assim meu Deus do céu tem que me disciplinar mais aqui no trânsito e tal e Mas ela disse que prestava atenção numa coisa que quando ela dava carona para otivo piro né para quem conheceu o fundador e presidente do Centro Espírita Leon Deni ela disse que não era sempre que ela que ela dava carona para ele que ela tinha vergonha de se soltar do jeito que ela se soltava quando estava sozinha olha aí o que que faria quando tivesse sozinho né ela disse quando tava sozinha e ela ainda xingava muito quando fechavam ela e era uma complicação masch que quando ele tava no banco do carona que ela se continha porque ela dizia se dizia envergonhada de fazer determinadas coisas na presença dele então ela disse que disso daí ela
uma complicação masch que quando ele tava no banco do carona que ela se continha porque ela dizia se dizia envergonhada de fazer determinadas coisas na presença dele então ela disse que disso daí ela tomou eh uma uma iniciativa que fez com que ela pudesse mudar um pouco essa esse comportamento dela que ela já não estava muito satisfeita em ter né de de ficar xingando os outros e tal né que tem isso também né a gente tem que entender como você falou né que aquilo já não serve mais pra gente aí ela disse que então já sei vou subir o nível eu vou imaginar quando eu estiver sozinha que eu estou dando carona para o próprio Leon Deni Ixe e é aí mesmo é que eu não vou xingar ninguém e que eu não vou não vou querer nem pensar em nada que desabone aqui a minha conduta né ela falava isso em tom de brincadeira mas foi uma forma que ela achou de se disciplinar e de fazer com que eh eh ela pudesse modificar um pouco o comportamento né não de uma forma né thago que fosse algo de forma hipócrita mas não mas sim por um verdadeira necessidade que ela sentia de mudança né de de fazer esse esforço pela mudança meu amigo o pior que o tempo passa tão rápido que a gente já tá chegando no final então eu peço que você possa então nesses minutos finais fazer as suas considerações sobre o estudo de hoje lembrando né pro pessoal que semana que vem continuaremos ainda nos mitos de Platão e o espiritismo então suas palavras finais meu amigo bom que nos empenhemos nos esforcemos para fazer o bem Principalmente quando ninguém está a nos ver que eh É nesse esforço de fazer o bem de maneira oculta ou às vezes fazer o bem para uma pessoa que não vai alardear o bem que fizemos a ela né em função de diversas circunstâncias que optemos então sempre por esse caminho e que façamos essa pergunta sempre a nós mesmos nessa situação se ninguém estivesse vendo que que eu faria se nessa situação se até mesmo eh a lei né não fosse me alcançar que que eu faria porque é É nesse esforço A partir dessa meditação dessa reflexão que nós
o se ninguém estivesse vendo que que eu faria se nessa situação se até mesmo eh a lei né não fosse me alcançar que que eu faria porque é É nesse esforço A partir dessa meditação dessa reflexão que nós vamos encontrando o caminho do bem né o caminho da Justiça o caminho do que é justo o que é belo o que é bom né aquelas três pontos da da da ética platônica né enfim muito bem meu amigo valeu por hoje semana que vem então presença confirmada tanto minha quanto do thago quanto de vocês a quem a gente convida para continuarem com a gente na próxima semana tá certo meus amigos uma excelente noite e até a próxima tchau tchau um abraço o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre leonis se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o Além Túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência é pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético no sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bar congresso di
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