A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 2ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Boa noite a todos é uma alegria poder estar aqui com vocês nessa noite de quinta-feira para mais uma transmissão do programa A Força do Espiritismo lembrando a todos que esse programa é uma produção do canal espiritismo.net em parceria com TV Serge e a FEB TV e É retransmitido também por vários canais parceiros e hoje para dar continuidade ao tema os mitos de Platão e o espiritismo que já está na sua segunda parte temos o nosso convidado querido Thiago Barbosa Para nos trazer mais informações sobre esse tema lembrando ao pessoal do chat que podem trazer as suas considerações e perguntas que serão comentadas e respondidas ao pelo thago né ao final do programa Tiago Boa noite meu querido Boa noite querida Elô Tudo bem minha amiga graças a Deus estamos aqui na direto de Felixlândia Felixlândia Minas Gerais agora definitivo Tiago fique à vontade ao final Eu retorno ok ótimo minha amiga vamos lá minhas amigas meus amigos boa noite para nós na semana passada nós iniciamos as reflexões em torno dos mitos de Platão e o espiritismo comentávamos na oportunidade que a obra de Platão Ela é Rica Nossa eh basicamente em todas as áreas Platão exp desde a estética a ética eh temas vinculados a reencarnação a mediunidade a lógica a educação né enfim uma quantidade enorme de temas Platão Sem dúvida nenhuma foi o grande iniciador da filosofia ocidental e naturalmente Há muitas e profundas conexões da obra de Platão com o espiritismo para isso inclusive nós fizemos uma série de Acho que mais de 20 estudos sobre esse tema tratando das conexões né da obra de Platão com o espiritismo e agora eh nós vamos iniciar um estudo sobre os mitos de Platão pois que a semelhança das parábolas do Cristo que são eivadas de ensinamentos Morais espirituais intelectuais eh muito profundos igualmente os mitos de Platão né tem essa capacidade né mito é uma palavra grega mitos não é que significa eh o que está por detrás do Véu né então naturalmente que eh Platão né narrando eh a vida melhor dizendo os diálogos né de
né tem essa capacidade né mito é uma palavra grega mitos não é que significa eh o que está por detrás do Véu né então naturalmente que eh Platão né narrando eh a vida melhor dizendo os diálogos né de seu mestre seu grande professor né que foi Sócrates eh ele vai trazer nesses mitos ensinamentos espirituais que revelam mu das À vezes questões que transcendia digamos uma forma mais racional um discurso mais racional para isso então ele se utilizava do mito que a semelhança da parábola ela sintetizava uma quantidade grande de conhecimentos que naturalmente isso era alcançado pelo seu interlocutor neste caso na semana passada nós iniciamos aqui né nesta obra é que temos eh quatro diálogos melhor dizendo cinco diálogos de Platão né Fedro Efron Apologia de Sócrates que na verdade não é bem um diálogo é um discurso né criton e fedon e no primeiro que é justamente eh Fedro ele e vai conversar com o jovem com esse jovem Fedro que tinha acabado de sair da casa de um filósofo com um pergaminho que conha um discurso sobre o amor né e naturalmente esse discurso mas igualmente Fedro e Sócrates eles eh chegaram inicialmente no entendimento que o amor seria eh um problema para a alma né pois que trazia muitas complicações por exemplo eh o sofrimento a dor né que muit das vezes o Amor Pode acarretar claro que isso numa análise ainda muito epidérmica não é entretanto eh coisa curiosa ocorre porque Fedro e Sócrates estavam se dirigindo para além dos muros da cidade né como nós sabemos Sócrates eh Platão e naturalmente Fedro habitavam Atenas e chegando num determinado momento Sócrates vai dizer a Fedro que o seu Diamond nós sabemos né quem teve a oportunidade de acompanhar as nossas reflexões sobre Platão e o espiritismo viu isso que Sócrates era em verdade um grande médium Mas um grande um potente médium né Eh eh médium que muitas das vezes recebia uma informação e repassava aos seus interlocutores e havia até mesmo digamos assim verdadeiras profecias né Por exemplo certa feita né uma profecia relacionada
h eh médium que muitas das vezes recebia uma informação e repassava aos seus interlocutores e havia até mesmo digamos assim verdadeiras profecias né Por exemplo certa feita né uma profecia relacionada ao próprio Platão certa feita eh Sócrates tem um sonho Ele sonha que uma a ave de Apolo e qual era a ave de Apolo o cisney né e a ave de Apolo O cisney que é a representação do Cisne e apol é o Deus da sabedoria da transcend né é famoso seu templo que é o Templo de Delfos né um templo muito famoso no mundo eh eh antigo né Heródoto Homero grandes né nomes da literatura grega vão falar sobre esse templo enfim e ele sonha que uma avem ainda jovem jovem né ou seja um cisney ainda jovem ele voava em determinado momento ele pousava justamente nos pés de Sócrates e quando Sócrates vê entre a multidão na Ágora eh Sócrates ele disse aos seus discípulos que ele havia narrado o sonho alguns dias antes disz Esse é o jovem do sonho essa é a ave de Apolo que voará ainda jovem né e assim foi né então Sócrates ele era um médium extraordinário com a capacidade eh eh mediúnica extraordinária né bom voltando ao diálogo com Fedro então num determinado momento ele diz olha o meu diamon né O diamon do grego significa eh demônio né Eh eh que significa em verdade diferente do que a tradição Cristã eh melhor dizendo né a tradição Cristã medieval que colocou a alcunha nos demônios como algo ruim algo inferior algo né vinculado ao inferno enfim na tradição grega são espíritos familiares espíritos guias né coisa essa que inclusive Allan Kardec vai estudar em a segunda parte de O Livro dos Espíritos quando vai fazer Umai teórico sobre aina dos Anjos Guardiões inclusive não só esse ensai algumas questões sobre o tema né portanto el diz que o seu diam pedia para corrigir porque em verdade o discurso estava equivocado não estava correto o discurso E aí ele vai falar sobre a a alma humana né a alma entre aspas dos Deuses que nós podemos dizer que nesse sentido os deuses seriam espíritos que já haviam
tava equivocado não estava correto o discurso E aí ele vai falar sobre a a alma humana né a alma entre aspas dos Deuses que nós podemos dizer que nesse sentido os deuses seriam espíritos que já haviam alcançado a pureza espiritual a perfeição espiritual né ou estariam algo próximo disso enfim eh Sócrates inclusive é preciso dizer ele tem uma visão tanto quanto distinta da justamente dos seus contemporâneos inclusive foi por uma dessas questões que ele foi levado a ser eh eh condenado à morte né diziam que ele estava pervertendo a juventude ateniense trazendo novos Deuses ou novas visões sobre os deuses enfim bom E aí ele vai dizer para Fedro e que estava equivocado eles vão começar a conversar como nós vimos na semana passada sobre a essa questão da alma humana né da Alma dos Deuses E aí para isso ele vai se lançar de um recurso que é justamente para entendermos E aí hoje nós vamos ficar só com dois pontos né Na semana que vem nós vamos avançar para outros pontos eh eh da desse mito né é que é justamente o da biga alada então entender a estrutura da biga alada né num primeiro momento e nós sabemos que a biga alada É porque ela tem asas né alada asas e entender porque que em determinado momento a alma pode perder suas asas ou reconquistá-la então é isso que nós iremos tratar hoje e mais o que que tem a ver esse mito de Platão com eh André Luis e Leon Denir Será que tem alguma coisa a ver é isso que nós vamos estudar então certo nós não iremos entrar hoje no texto em si porque nós fizemos isso na semana passada é um texto longo né que e nós naturalmente perderíamos muito tempo quem quiser pode eh ler isso na internet na Wikipédia você encontra eh um resumo do mito né ou então na no Episódio anterior né que nós dedicamos um bom tempo A isso bom a big lada esse mito eh ele tem digamos assim uma estrutura né primeiro a a própria biga nós temos o cocheiro um primeiro cavalo um segundo cavalo e as asas certo então nós temos aí Quantos elementos eh cinco elementos correto a biga
igamos assim uma estrutura né primeiro a a própria biga nós temos o cocheiro um primeiro cavalo um segundo cavalo e as asas certo então nós temos aí Quantos elementos eh cinco elementos correto a biga cocheiro o primeiro cavalo segundo cavalo e as asas bom a biga a biga é representação é da alma humana como um todo então digamos é toda sua estrutura certo se ficar gente eu gostaria que todo mundo entendesse bem Se ficar alguma dúvida né Vocês vão colocando que ao final nós iremos responder então novamente a é representação da alma humana como um todo o cocheiro ele representa ele simboliza a razão né razão mas a razão no sentido Platônico Principalmente dentro da estrutura dessa parábola é a compreensão digamos e daquilo que busca controlar os impulsos que nós veremos daqui a pouco certo controlar os impulsos bom aí nós temos o primeiro cavalo né que é um cavalo eh Nobre e Virtuoso que ele quer sempre seguir as coisas do alto as coisas mais elevadas né Nós temos o segundo cavalo que é de uma digamos assim de uma qualidade inferior então o primeiro cavalo ele representa os impulsos o quê superiores os impulsos superiores o segundo cavalo ele representa os impulsos inferiores os impulsos inferiores né e as asas da biga ada ela representa Justamente a vontade de ascensão né na obra de Platão ao mundo das ideias né mas há uma realidade digamos assim consciencial superior né então a alma seria eh eh essa vontade essa representação e naturalmente que é uma vontade que representa a capacidade né tudo aquilo que nós temos vontade significa que de alguma forma nós temos a capacidade claro que isso demanda eh esforço né então nós podemos dizer que as asas é representação justamente dessa vontade superior de ascensão espiritual de ascensão ao mundo das ideias até aqui gente tranquilo a até aqui tranquilo bom então como se diz vamos trocar eh em Miúdos né Essa parábola até aqui tranquilo Ah é preciso dizer que um pouco mais adiante quando Platão vai né Sócrates vai narrar AF Fedro
a até aqui tranquilo bom então como se diz vamos trocar eh em Miúdos né Essa parábola até aqui tranquilo Ah é preciso dizer que um pouco mais adiante quando Platão vai né Sócrates vai narrar AF Fedro Justamente a parábola num determinado momento ele falou o seguinte mas a alma ela pode perder essas asas eu vou até ler isso aqui que aí eu acho que é bem interessante isso deixa eu ver se eu acho né tá aqui ó né Eh eu vou ler eu vou ler aqui ó a função natural das asas é é se erguerem para o alto carregando o que é pesado ao longo e perdão ao lugar onde a raça dos Deuses habita que é o o quê o mundo da perfeição né esse mundo das ideias digamos né onde habita a perfeição o mundo superior né mais do que qualquer outra coisa que eh pertence ao corpo ela elas participam da natureza do divino o Divino encerra beleza sabedoria e bondade então o que que representa né a a ascensão através dessas asas o que que faz o que que qualifica a beleza a sabedoria a bondade né são essas qualidades que nutrem e fazem crescer as asas da Alma né então nós já Vimos que o quê a biga é representação da Alma né O que que faz a alma então acender ou melhor dizendo crescer essas asas Justamente esse conjunto de virtudes beleza sabedoria bondade claro que aqui beleza quando nós falamos de beleza não é no sentido que digamos assim do senso comum né de uma estética corporal não nós estamos falando beleza de alma é outra coisa né bom e o que que faz a alma perder as asas as asas quanto as Opostas como vileza e o vício fazem-nas encolher e até mesmo desaparecer né então vejam vocês que eh eh nós temos aí então as a as asas elas podem crescer e elas podem minguar e at temer sumir isso tudo vai depender do quê né da própria alma se a alma a cultivar valores espirituais enobrecedor cada vez mais essas asas vão crescer né Então são duas asas que vai dar o equilíbrio para a biga muito bem que que nós temos aqui primeiro vejam vocês eh o condutor o condutor é a representação eh digamos assim a estrutura da a biga
scer né Então são duas asas que vai dar o equilíbrio para a biga muito bem que que nós temos aqui primeiro vejam vocês eh o condutor o condutor é a representação eh digamos assim a estrutura da a biga que é o cocheiro o o primeiro cavalo e o segundo cavalo nós temos a representação daquilo que nós podemos dizer se tratar a consciência a consciência né a consciência na doutrina espírita nós temos três autores que trazem formulações em aparência distintas entre si em aparência né não em substância não em Essência né que é o nosso querido Deni nosso querido André Luiz e o nosso querido hermino Correia de Miranda então eu vou trazer aqui Deni no problema do C André Luiz na obra no mundo maior né Por qu vejam vocês a o cocheiro é aquele que pode eh controlar os dois cavalos por um cavalo que é as coisas da terra que é o segundo cavalo que é a representação dos impulsos inferiores e o primeiro cavalo que é a representação dos impulsos superiores né dos impulsos superiores Então vamos a André Luiz que nós vamos entender es Milsa is até aqui tranquilo gente tá dando para entender então novamente tratando da biga nós temos ali eh a formulação uma formulação eh de três agentes né Nós temos o coiro que é a representação da eh do consciente a zona da consciência que pode controlar que tem o controle dos impulsos eh inferiores que é representação do cavalo do segundo cavalo e dos impulsos superiores que é justamente a representação do primeiro cavalo e aí nós vamos ver aqui um instrutor caldeiro que existe Justamente a z que aí o caldeiro vai trazer para nós e é como se fosse uma parábola do Castelo de três pavimentos né um pavimento inferior né um pavimento um pavimento superior que é representação do quê da Consciência do inconsciente e do superconsciente Então vamos lá vamos ver o que que o nosso Calderaro pode dizer para nós então nós estamos aqui na obra no mundo maior capítulo 3 a casa mental nessa obra André Luiz tem como instrutor Calderaro né que é um grande mre eh quando se trata do
sso Calderaro pode dizer para nós então nós estamos aqui na obra no mundo maior capítulo 3 a casa mental nessa obra André Luiz tem como instrutor Calderaro né que é um grande mre eh quando se trata do estudo da mente humana né Calderaro ao longo dessa obra ele vai desvelar e descortinar uma visão eh muito profunda daquilo que nós podemos dizer eh sobre a Consciência Humana né tratando de temas variadíssimos enfim é uma obra gente que vale muito não só a leitura mas bem como o o estudo né A reflexão a meditação bom então aqui no capítulo 3 num determinado momento ele diz o seguinte ele diz o seguinte nos sistemas eh nervoso temos o cérebro inicial repositório dos movimentos instintivos e sede das atividades subconscientes então aqui o que que nós já temos de cara que que nós já temos de cara aqui a ação do do segundo cavalo né Desse mito eh eh da Big galada Ok eh figurem como no porão da individualidade onde arquivamos todas as experiências e registros eh os menores fatos da vida na região do córtex motor zona intermediária entre os lobos frontais e os nervos temos o cérebro desenvolvido consubstanciando as energias motoras que servem a nossa mente com a manifestação as manifestações imprescindíveis do atual momento evolutivo do nosso eh modo de ser nos planos dos lobos frontais nessa região aqui eh silenciosos ainda para a investigação da ciência do mundo mundo jazem materiais de ordem Sublime que conquistaremos gradualmente nos esforços de ascensão representando a parte mais nobre de nosso organismo Divino em evolução os esclarecimentos singelos e admiráveis empolgava me Calderaro era educador da mais elevada estirpe eh ensinava sem cansar sabia conduzir O Aprendiz a conhecimentos profundos sem nenhum sacrifício da parte do aluno agora atenção que aqui digamos assim eh o o o cerne da reflexão de caldear para nós apreciava lhe eu a nobreza quando prosseguiu fando breve intervalo perdão fim do breve intervalo não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente vejam vocês que até a
de caldear para nós apreciava lhe eu a nobreza quando prosseguiu fando breve intervalo perdão fim do breve intervalo não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente vejam vocês que até a estrutura é trinária semelhante a estrutura apresentada por Platão né claro que a biga como nós dizemos né ela tem ali cinco elementos mas três que são elementos digamos assim ativos né que é o quê o condutor o cocheiro o primeiro cavalo né que é representação dos impulsos superiores o segundo cavalo representação dos impulsos inferiores o primeiro cavalo ele quer asender aos né ao mundo das ideias o segundo cavalo quecer ao plano terreno a materialidade né então novamente retomando Não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente temos apenas um que porém se divide em três regiões distintas t é como se fora um castelo de três andares no primeiro situamos a residência de nossos impulsos automáticos inferiores simbolizando o Sumário vivo do serviço realizado no segundo localizamos o domicílio das conquistas atuais que é justamente a zona da consciência então aqui eh eh e esse segundo pavimento seria o quê o coiro né justamente o cocheiro vejamos o o domicílio das conquistas atuais onde erguem-se e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando no terceiro temos a casa das noções superiores que a representação o quê do cavalo do primeiro cavalo que quer as coisas do céu né e veja gente essa obra de Platão né é algo em torno aí de 400 Anes Cristo estamos falando aí de 2400 anos antes né então é pra gente perceber como que a obra de Platão é extremamente atual e tem uma conexão profunda com a doutrina espírita inclusive né com a obra de André Luiz a casa das noes superiores indicando as eminências que nos cumpre e atingir num deles moram o hábito e o automatismo no outro Residem o esforço e a vontade lembra que que é representação do Ciro né o cocheiro ele representa também essa vontade para direcionar os para controlá-lo e harmonizá-los né olha só que interessante e no útimo
o esforço e a vontade lembra que que é representação do Ciro né o cocheiro ele representa também essa vontade para direcionar os para controlá-lo e harmonizá-los né olha só que interessante e no útimo eh demora o ideal e a meta superior a ser alcançada distribuímos desse modo nos três andares o subconsciente o Consciente e o superconsciente né então vejam vocês vamos esmar esse aqui conectar com o mito de Platão então no mito de Platão né e o mito da abig galada eh eh os três agentes né digamos assim eh eh desse mito é o cocheiro né da biga o primeiro cavalo segundo cavalo Então como que nós podemos conectar isso com a obra de André Luiz o cheiro é o consciente é a a a o consciente é aquela área onde nós podemos justamente eh eh direcionar né direcionar claro que nós estamos eh eh sob digamos os impulsos né o impulso do primeiro cavalo que é justamente o superconsciente o impulso do segundo cavalo que é o o subconsciente né então Aqui nós temos esses três elementos né subconsciente Consciente e o superconsciente E aí ele arremata como vemos possuímos em nós mesmos o passado o presente o futuro né então vejam vocês Nossa o tempo passa rápido né gente mas na semana que vem a gente a gente se não der para terminar essa parte a a gente avança pra próxima semana bom mas vejam vocês então isso significa dizer que naturalmente o cavalo o segundo cavalo que é representação dos impulsos inferiores Ele nessa estrutura conectando com o caldeir ele representa o nosso passado tanto o os dispositivos do automatismo né primitivo que é o quê a representação dos nossos instintos né o instinto sexual de reprodução o instinto de defesa que mu das vezes quando nós já somos seres dotados de consciência esses instintos eles vão de alguma forma consubstanciar em sentimentos né então sentimentos muit das vezes que nós dizemos são sentimentos menos nobres mas do que não é bem assim né como por exemplo a raiva né Eh Além de a representação de todas as nossas conquistas até então né do nosso passado
das vezes que nós dizemos são sentimentos menos nobres mas do que não é bem assim né como por exemplo a raiva né Eh Além de a representação de todas as nossas conquistas até então né do nosso passado espiritual né então naturalmente o nosso passado por conta da lei de causa e efeito né Eh eh nós estamos Não na verdade não é relacionada à lei de causa efeito perdão mas nós estamos automaticamente muita das vezes repetimos estruturas eh já há muito tempo então nós M das vezes estamos errando numa determinada questão Ó há muito tempo né Então veja então nós temos aqui o quê esses e eh esse cavalo a representação justamente né do nosso subconsciente ok nós temos também ã na zona da consciência né que é a representação desse cocheiro hoje além do passado espiritual nosso né Nós temos conquistas desta atual reencarnação né além claro que está em nossas mãos né Eh que é a representação do presente em direcionar a nossa vida né em espiritismo nós chamamos isso de qu gente de livre arbítrio né Nós temos e eh Lucidez e capacidade de fazer um valor de juízo né Eu acho que isso é mais interessante para minha vida não eu acho que aquilo ou muit das vezes nós cedemos espaço da nossa consciência justamente para o subconsciente ele fala mais alto o segundo cavalo ele puxa né de maneira que desequilibra e vocês se recordam que justamente quando nós cedemos aos impulsos inferiores o que que acontece nós vamos perdendo também as asas não só o equilíbrio mas as asas claro que nós estamos falando aqui dentro da né da estrutura do mito de Platão né e por fim né Nós temos o primeiro cavalo que é a representação do quê do superconsciente o superconsciente né que o próprio caldeiro diz que é se trata das coisas eh do porv né do Futuro por nós já temos em nós isso o próprio Platão reconhece né o próprio Platão reconhece nós já temos em nós né É por isso que só fazer um parêntese é por isso que quando Nós pensamos em educação na obra de Platão não é alguma coisa que M das vezes nós imaginamos que nós vamos Air de uma
nós já temos em nós né É por isso que só fazer um parêntese é por isso que quando Nós pensamos em educação na obra de Platão não é alguma coisa que M das vezes nós imaginamos que nós vamos Air de uma fonte externa né mas educação até né educação educ que vem do grego né que é o qu extrair Tirar de dentro que tem muito a ver com o método socrático da maiêutica o que que é a matica né é justamente parir ideia você né a representação de parir é o quê você tira do seu ventre né esse ventro que na verdade é a consciência Então você eh eh eh o educador Na verdade ele estimula o seu educando a ter contato com a sua consciência e dali ele vai né tendo eh eh eh acesso à consciência ele vai descobrir em si mesmo as as grandes verdades né então o superconsciente que é a representação desse impulso superior para as coisas de cima não é naturalmente isso representa eh a os valores espirituais superiores que nós já temos em nós que é a representação aqui na no mito de Platão da balada justamente do primeiro cavalo até aqui ficou Claro gente bom Como eu disse para vocês Ah nós tem uma conexão para fazer muito embora o tempo não vai nos ajudar muito porque o tempo corre ele é célere é mas eu vou ler rapidinho para vocês por Leon Deni ele eh Quando nós vamos estudar a consciência em Leon Deni nós temos ela dividida em quatro partes quatro partes entretanto num primeiro momento ele divide ela em três que é o que a consciência sensório a consciência intelectual e a consciência moral só que num determinado momento ele vai falar da consciência subliminal bom E aí nós vamos perceber que ela tem muito a ver com essa divisão aqui da eh da da consciência né na obra de André Luiz aqui no Mundo Maior mas também com mito da balada o que que acontece o que que acontece nós vamos encontrar eh eh a na consciência sensória é a primeira consciência que se desenvolve o que que é a consciência né A consciência é a capacidade do sujeito a capacidade do ser de se distinguir do si mesmo em relação ao outro então eu sei o
ória é a primeira consciência que se desenvolve o que que é a consciência né A consciência é a capacidade do sujeito a capacidade do ser de se distinguir do si mesmo em relação ao outro então eu sei o que eu sou na medida que eu percebo que o outro outra destino Então a primeira consciência que se desenvolve a consciência sensória né que que que é um termo latim que é sensor dade que é consciência corporal eu sei o que eu sou à medida que eu entendo o meu corpo que é distinto do outro né então eu tenho a visão a audição né Eh enfim o paladar E por aí vai a nossa sensualidade os cinco sentidos né é a primeira consciência que se desenvolve e com ela naturalmente ela se desenvolve a reboque ali dos instintos Tá certo a segunda é é a intelectual né é a capacidade de raciocinar e de resolver problemas veja esses dois primeiros nós estamos ainda falando dos primeiros seres humanos né dos humanoides a inclusive que utilizava tanto da sensualidade quanto da inteligência para muitas das vezes preservar defender e reproduzir a vida só que aí num último estágio nós temos a consciência moral a consciência moral né a consciência moral ela vai se desenvolver ao longo das múltiplas vidas por nós vamos precisar da lei de causa e é feito para entendê-la por qu eu faço alguma coisa eh eh digamos perverso mas eu eu eu faço isso num primeiro momento na verdade que inclusive com base do que Kardec trata na obra Gênese né os milagres e as predições segundo espiritismo no capítulo o bem e o mal o mal ele é só só é mal quando eu tenho consciência dele então é por isso que nós precisamos da lei de causa efeito para entender o que que é o bem o que que é o mal e a lei de causa efeito ele vai fazer isso porque quando eu recebo mal aqui naturalmente Aquilo me abate E aí eu tomo consciência bom outrora eu tirei alguma coisa de uma determinada pessoa e hoje Tiraram de mim isso é muito ruim então naturalmente eu vou desenvolvendo claro que essa essa natureza moral ela vai ser desv volvendo ao longo de muito tempo né Nós ainda
uma determinada pessoa e hoje Tiraram de mim isso é muito ruim então naturalmente eu vou desenvolvendo claro que essa essa natureza moral ela vai ser desv volvendo ao longo de muito tempo né Nós ainda podemos dizer que nós estamos no estágio ainda Inicial desse processo né que ele eh porque ele demanda tempo mesmo porque é através da lei de ação e reação de causa e efeito que eu vou entendendo eu vou fazendo alguma coisa vou recebendo a reação daquilo vou tomando consciência daquilo e essa consciência o resultado da lei de causa efeito né daquilo que o faço daquilo que eu recebo é que nós chamamos em doutrina espírita de consciência moral né é quando o sujeito Ele toma horror ao mal que ele já sabe o que é o mal porque vejam vocês eh eh Se nós formos analisar do ponto de vista antropológico né inclusive o Herculano Pires vai trabalhar num excelente ensaio né que até hoje insuperável sobre Antropologia e espiritismo que é memória e o tempo né perdão o espírito e o tempo não memória o tempo memória e o tempo é do nosso querido eh do nosso querido herm Miranda né o espírito e o tempo então vejam vocês nas primeiras comunidades né de ó muitos séculos atrás nós sabemos que havia aqueles que matavam inclusive comiam mas veja isso não Era exatamente mal por quê porque eles não tinham a consciência né Então essa falta de consciência moral não tem como né é aquilo que Jesus fala no Evangelho não é eh a muito será dado né perdão muito será cobrado a quem muito foi dado Ou seja é uma medida lógica se eu não tenho isso ainda desenvolvido em mim naturalmente isso a lei não e irá cobrar de mim né por eu não tenho a consciência disso né né então a falta dessa consciência naturalmente eu não serei cobrado por isso pois bem então gente à medida que eu vou desenvolvendo a moral através desta lei né Principalmente da lei de ação e reação então vocês Perceba o seguinte que toda lei no espiritismo ela é encadeada uma tá relacionada com a outra uma ela é conjugada por isso que Kardec né Nós
a lei né Principalmente da lei de ação e reação então vocês Perceba o seguinte que toda lei no espiritismo ela é encadeada uma tá relacionada com a outra uma ela é conjugada por isso que Kardec né Nós podemos dizer que ele é um mestre da lógica todo o pensamento Espírita um tá relacionado ao outro né para quem estuda lógica do ponto de vista filosófico percebe isso com muita clareza na obra de Kardec né enfim então a lei de causa efeita digamos assim ela vai assessorar a evolução dos espíritos e aí vejam vocês Leon Deni ele vai dizer-nos da digamos d eh consciência subliminal que é o quê é uma consciência que é justamente daquilo que o espírito vai ser de futuro mas que de alguma forma voltando Aí justamente pelas asas né que Platão vai dizer nesse mito né no mito da balada ele pode acessar né inclusive gente Leiam por favor o capítulo a consciência o sentido íntimo porque inclusive Leão Denir nos apresenta aqui digamos assim técnicas né de ascensão de de eh de acessar melhor dizendo né acessar essa consciência subliminal que é justamente através do sentido íntimo né enfim nós não é o objeto do do nosso estudo hoje mas o fato é que vejam vocês existe né Essa consciência subliminal que é justamente o quê o superconsciente né Eh em André Luiz e o primeiro cavalo na obra de Platão e E aí nós temos esse essas duas essas três outras estruturas que é o quê a consciência sensória a consciência intelectual e a consciência moral que ela é rivalizado tanto no sentido dos instintos superiores quanto dos inferiores porque nós podemos utilizar tanto da inteligência para o bem e para o mal né a consciência assessória que é a representação dos instintos né do que é justamente n dentro dessa reflexão eh eh eh dos impulsos inferiores né mas igualmente nós podemos utilizar da consciência moral tanto para o bem quanto para o mal mas pode sim gente né quem por exemplo eh quem já teve a oportunidade de ler a obra libertação de André Luiz André Luiz quando vai estudar digamos a personalidade Gregório ele
o bem quanto para o mal mas pode sim gente né quem por exemplo eh quem já teve a oportunidade de ler a obra libertação de André Luiz André Luiz quando vai estudar digamos a personalidade Gregório ele percebe com muita clareza que ele entende o que é o bem e o que é o mal mas mesmo assim ele faz o mal né então há determinados espíritos que mesmo sabendo o que é o bem o que é o mal eles escolhem o caminho do mal né ou seja eles dão mais valor ao segundo cavalo então o resumo da história para entrarmos pro segundo momento é o seguinte minhas amigas e meus amigos e nós temos em nossas mãos né estão em nossas mãos as rédias é porque o que o que que o Ciro tem o domínio das rédias né e ele tem que equilibrar esses dois cavalos da mesma forma nós temos a consciência a nossa consciência ela tem que ter essa capacidade E aí Nós entramos em uma das potências da Alma que é o quê o livre arbítrio a capacidade de realizar julgamentos né mas para isso nós temos que ter uma baliza das coisas superiores né claro que e essa é a proposta de Platão que nós temos que ter o equilíbrio nem tanto ao céu nem tanto à terra por nós aind ainda somos sujeitos que estamos numa condição evolutiva ainda atrasado então se Mita das vezes nós né nos deixarmos somente por aquilo que nós imaginamos se tratar de superior nós vamos eh acabar muit das vezes em fanatismo por isso que a representação de Platão Ela é perfeita né é um é um cocheiro que tem que ter o equilíbrio porque aí inclusive Kardec vai tratar dessas questões por exemplo em O Livro dos Espíritos quando ele vai falar tanto da lei de sociedade quanto da lei de adoração aquelas pessoas que abandonam tudo para uma vida muitas das vezes né Eh somente unicamente voltada paraa religião e não exatamente para religiosidade e espiritualidade porque muit das vezes justamente pela dificuldade né de adentrarmos na na eh representação platônica ao mundo das ideias né Nós vamos criando formas de entendimento viciadas por isso tem que haver o equilíbrio mas claro a busca a meta é
a dificuldade né de adentrarmos na na eh representação platônica ao mundo das ideias né Nós vamos criando formas de entendimento viciadas por isso tem que haver o equilíbrio mas claro a busca a meta é pelas coisas superiores mas entendendo que estamos no mundo eh enquanto sujeitos encarnados quanto sujeitos encarnados né Então precisamos naturalmente desse equilíbrio um equilíbrio que é o quê entender qual é o valor de cada coisa nós estamos encarnados precisando naturalmente entender as coisas da terra mas por outro lado nós somos seres com uma um seres espirituais com a destinação à perfeição então essa é a nossa meta Então tem que haver esse equilíbrio percebe Tem que haver esse equilíbrio né naturalmente nós temos que buscar esse equilíbrio Enfim gente então vamos ficando por aqui na semana que vem nós Voltaremos Ficou claro gente essa questão tanto Leão Deni e André Luiz se não ficou depois a gente conversa tá eh mas na semana que vem nós ainda vamos voltar a o mito da balada né aqui nesse belíssimo eh diálogo de Platão Fedro né Fedro gente é um diálogo muito bonito né é um diálogo que fala sobre a alma humana né sobre o amor sobre a transcendência sobre a importância da filosofia né enfim eh então na semana que vem a gente continua trazendo outros elementos da parábola do mito né E qual naturalmente a sua Associação com a doutrina espírita Tá certo vamos chamar a nossa Elô temos aí uns CCO se minutinhos né para pra gente bater um papo ainda Tiago Que assunto Mega interessante a uma amiga sua aqui a Fernanda né fez um um comentário aqui falando que você ah Fernandinha amiga querida falando você fera de conhecimento e o Edgar concordou põe fera nisso ainda bem para nós né gente porque a gente aprende com ele né é um estudioso Ô thago você é um estudioso e nos ajuda a fazer esse entendimento né e fazendo um resumão aqui Tiago eu queria ver se eu entendi bem a fala de hoje sobre a balada de Platão né que esse símbolo poderoso que representa humana e as nossas aspirações né Então essa
mento né e fazendo um resumão aqui Tiago eu queria ver se eu entendi bem a fala de hoje sobre a balada de Platão né que esse símbolo poderoso que representa humana e as nossas aspirações né Então essa alegoria da biga puxada por dois cavalos se eu não me engano é um branco e um e um um negro não é eu não tenho certeza É isso mesmo né que tá representando então a razão e a virtude né e o e o negro que vai representar os desejos e as paixões certo certo seria isso né então eu poderia dizer que essa dualidade vai refletir nas lutas internas que nós enfrentamos nos dia que seria a razão e a emoção O que é ideal O que é instintivo poderia eu est caminhando nesse sentido Elô você trouxe um elemento né que nós tratamos na semana passada que é justamente e é um elemento muito importante que é justamente eh da dualidade que é a existência humana nós podemos dizer que o ciclo evolutivo enquanto seres que necessitam da da Encarnação é de dualidade bem mal saúde e doença vida e morte e naturalmente vício e virtude né então inclusive nós podemos dizer que um dos grandes objetos de investigação tanto de Platão quanto de Sócrates é a busca da verdade que é o entendimento daquilo que é o vício e daquilo que é o virtude porque é just ente isso que nos conduz não é a nos conduz a a felicidade né a felicidade então há em nós uma luta é justamente Isso é uma luta e esses dois cavalos né eles rivalizam naturalmente entre si A grande questão que em função de todo o nosso passado espiritual né porque é preciso dizer que nós somos seres transcendentais né ou seja eh eh seres com uma destinação espiritual mas nós somos seres históricos que temos uma memória e um passado espiritual então nós podemos dizer que é uma luta entre o futuro e o passado que se dá Justamente na arena do presente então isso eh traz para nós e e isso é importante E aí nós temos que eu eu gosto mais de le on Denir vocês sabem disso né e e porque e em aparência a gente pode dizer que isso é ruim e muitas vezes a gente fala
eh traz para nós e e isso é importante E aí nós temos que eu eu gosto mais de le on Denir vocês sabem disso né e e porque e em aparência a gente pode dizer que isso é ruim e muitas vezes a gente fala nossa mas o mal tá vencendo gente primeiro que não existe o mal o mal né inclusive Platão reconhece isso Leon Deni Allan Kardec o mal no sentido essencial ele não existe ele não existe O que há na verdade é um processo de ignorância do espírito enquanto ele está em ascensão só que aí e no no grande Enigma ele fala no capítulo a montanha que tem uma parte minha amiga que é muito bonita que ele diz assim ele diz que a existência é como se fosse um rio então pensemos num rio caudaloso um rio caudaloso e naturalmente esse rio Tem o quê uma correnteza então a Correnteza são os o o impulso né para paraa frente que é o a a a o que Kardec vai chamar também de progresso né que ele inclusive na lei de progresso na terceira parte do Livro dos Espíritos quando ele vai tratar disso os espíritos e algumas vezes algumas vezes ele vai falar do arrastamento né da da lei do Progresso ele vai né é um impulso bom E aí ele diz que no no seio desse Rio há os calhaus que que é o Calhau quem é da roça sabe são aquelas pedras que tá no leito do Rio que justamente em função desse arrastamento desse arrastamento das Pedras ela uma vai chocando contra a outra e esse choque vai provocando o quê o polimento e aí de Calhau ela vai se transformando em quê em seixo rolado E aí Leon Deni num determinado momento ainda dessa estrutura belíssima né eu fico até empolgado com isso que é muito bonito ele vai falar assim H almas de Fogo almas de gelo H almas de inteligência almas de ignorância né almas de virtude almas de vício que que é isso essas almas elas são colocadas digamos assim em um confronto tanto as almas quanto em nós porque tudo que está em nós está na humanidade tudo que tá na humanidade tá em nós o bem o mal o belo o feio tudo tá né do indivíduo para o coletivo então eh eh há na humanidade há essa rivalidade e que
rque tudo que está em nós está na humanidade tudo que tá na humanidade tá em nós o bem o mal o belo o feio tudo tá né do indivíduo para o coletivo então eh eh há na humanidade há essa rivalidade e que em aparência isso pode ser Malu mas isso tá gerando bem é como o seixo do Rio que tá uma tá entre chocando o outro mas que depois vai gerar o quê polimento da mesma forma em nós né tanto o o cavalo que nos puxa para baixo quanto o que puxa para cima e eh essa luta aparente ela vai gerando cada vez mais capacidade e eh vai gerando maturidade do coeiro o coeiro cada vez mais ele vai ficando experiente ele vai entendendo o processo né Então essa rivalidade aparente né porque a gente olhando hoje isso é ruim quando a gente olha pro mundo Olha para nós Nossa fiz uma coisa tão ruim quando a gente olha pro mundo olha o tanto de coisa tá acontecendo mas na verdade ess esse confronto natural Ele sempre vai gerando mais bem sempre vai gerando mais bem a pode ficar tranquilo quanto a isso tranquilo porque a lei de causa efeito que Leon denil aqui nessa obra ele vai chamar de uma lei de equilíbrio de equilíbrio por qu eh nós fazemos um mal né Nós temos consciência que isso é Malu num determinado momento a lei vai né a gente usa muito esses eh eh eh conceitos econômicos né a lei vai nos cobrar nós vamos ter que pagar mas na verdade não é isso né o o que há é justamente essa lei de Equilíbrio porque aquilo que nós danificam depois naturalmente a gente vai ali vai ter que reparar e a gente vai entender Olha né primeiro que não foi bom segundo que eu perdi tempo né então não vou fazer mais isso porque não é legal tanto para mim quanto pro outro e sem contar que é uma perda de tempo então a gente vai se tornando seres mais maduros seres mais maduros E com isso naturalmente nós vamos evoluindo com mais facilidade né E vamos nos tornando seres eh mais virtuosos seres mais perfeitos enfim né então eh eh por isso que eu acho muito interessante esse esse mito porque a representação ao mesmo
ndo com mais facilidade né E vamos nos tornando seres eh mais virtuosos seres mais perfeitos enfim né então eh eh por isso que eu acho muito interessante esse esse mito porque a representação ao mesmo tempo do que a alma humana da sua trajetória também né e Platão vai nos mostrar nós vamos ver isso mais à frente que a destinação dessa Big lada é o mundo das ideias é o mundo da perfeição é o mundo onde na representação da mitologia né E claro do contexto histórico em que Sócrates e Platão estava vivendo eles chamavam de deuses que eram o quê seres superiores né são eh eh eh espíritos iluminados enfim onde eles habitam um dia nós iremos alcançar essa Big galada vai alcançar esse esse local isso aí thago nós te agradecemos a disponibilidade que nos deixa para refletir né thago No nossa nossa importância da gente ter o autoconhecimento e do nosso equilíbrio interior né que que tanto é essencial para nossa evolução nessa jornada então te agradecemos semana que vem continua como é que é com certeza vamos continuar ainda então tá bom então muito obrigada thago obrigada a todos vocês né que estiveram conosco aí a lina tá com a cabeça fervilhando mas não fica não Lina que tem muita coisa ainda viu essa querida parceira né E ela col o querida Lina adora Lina né minha parceira e ela falou que seu papel de nos estimular foi cumprido perfeitamente viu então vai todo mundo estudar tem para casa muito obrigada pessoal né agradecemos semana que vem se Deus quiser estamos novamente aqui com Tiago né Para dar a Esse estudo fiquem com Deus e até a semana que vem tchau tchau lá gente tchau tchau fiquem com Deus o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre lionês se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma
l e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o Além Túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência Rep pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético no sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net congresso
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