A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 1ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá pessoal muito boa noite estamos aqui mais uma vez para o nosso programa das Noites de quinta-feira a força do Espiritismo que é uma produção do espiritismo.net em parceria com a TV crge e com a FEB TV e também retransmitido por alguns outros canais parceiros e hoje hoje a gente tem o nosso amigo Thiago Barbosa de volta ó ó ele aqui boa noite meu irmão boa noite querido amigo é o Tiago hoje ele vai iniciar uma nova série de estudos derivada daquela outra né mas que são os mitos de Platão e o espiritismo hoje o primeiro Episódio eh vai durar aí algumas e algumas semanas né também mas é bom PR acredito que sim pra gente aprofundar né o conhecimento porque é muito importante mesmo né Eh conhecermos essas questões Tiago a palavra então agora é tua tá nesses primeiros 40 minutos eh a gente convida aqui aos nossos queridos amigos que estão nos assistindo agora a suas perguntas sobre o tema suas seus comentários porque aí ao final dessa sua fala eu volto e aí a gente conversa trazendo essas questões dos nossos amigos tá bom Tiago agora é contigo vamos lá vamos lá muito bem bom minhas amigas meus amigos boa noite para nós é uma alegria est de volta nós iríamos começar essa série na semana passada mas nós fizemos uma cirurgia e achei eu que estaria recuperado H tempo mas não foi o caso né Eh então como já já já havia adiantado no estudo passado nós tratamos de Platão e o espiritismo eh de diversas de questões mais digamos na obra de Platão né como a questão da imortalidade da alma a ideia de Deus e a reencarnação a ética né Eh a ética de Platão e nós fizemos isso eu acho que em 20 estudos se eu não tô enganado agora e e eu acho que merece muito é os mitos de Platão Platão ao longo de da sua obra ele se utilizou desse recurso né para tentar de alguma forma eh transmitir um conhecimento na verdade quando nós falamos os mitos de Platão são eh situações né que às vezes lembra uma parábola uma fábula né se se formos eh observar a forma como os gregos não só os gregos mas de maneira geral no mundo
quando nós falamos os mitos de Platão são eh situações né que às vezes lembra uma parábola uma fábula né se se formos eh observar a forma como os gregos não só os gregos mas de maneira geral no mundo antigo nós vamos encontrar coisas assim por exemplo no antigo Egito na antiga índia entre os Celtas e naturalmente entre os gregos nós vamos encontrar fábulas parábolas eh apólogos né E são recursos né por exemplo Esopo né ou Esopo eh ele se utilizou de vários eh fábulas né as famosas Fábulas de Esopo que depois né Eh nós vamos ter toda uma tradição em torno disso né quem por exemplo não se recorda das fábulas também de la fontain né o as parábolas do Cristo as parábolas do Antigo Testamento né então são recursos literários que são eh extremamente úteis né para transmição de algum conhecimento e isso eh isso é utilizado até hoje né Por exemplo a obra de John Ronal roel token né o nosso querido token o escrit aor de O Senhor dos Anéis o robt né enfim os contos S acabados sem o marilho enfim onde ele criou toda uma mitologia né E ali Nós temos muitas fábulas né fábula só paraa gente fazer a distinção a parábola é uma narração eh alegórica curta que quer transmitir algum tipo de ensinamento moral né a fábula ela ela se utiliza da fantasia né Eh e às vezes diferente da parábola na fábula se utiliza eh objetos animais como se eles fossem seres animados né personificados enfim então o primeiro mito que nós vamos analisar tá nesta obra aqui Ixe tá dando para ver né e eh esse é o terceiro Volume da tradução do Edson bini né traduziu aqui a obra de Platão inteira né Eh desde os os diálogos mais curtos né até aqueles mais longos como as leis a república né E aqui nesse terceiro Volume nós temos esse aqui o eh não sei se tá dando para ver ah sim o Fedro né que é um um diálogo onde tá eh aparece Platão e Fedro que é um jovem tá saindo da casa de um filósofo com um discurso sobre o amor e E aí eles enfim vão ter todo um diálogo onde nós vamos ter ali é logo nas primeiras páginas esse mito o
ce Platão e Fedro que é um jovem tá saindo da casa de um filósofo com um discurso sobre o amor e E aí eles enfim vão ter todo um diálogo onde nós vamos ter ali é logo nas primeiras páginas esse mito o mito da balada é um mito muito bonito e mas antes de entrar nele a obra de maneira geral né ela trata sobre a a imortalidade da alma humana o amor Heros H que mais sobre a retórica né e sobre a investigação filosófica e então só para termos uma noção antes de entrarmos exatamente no texto que nos interessa aqui Fredo então encontra com Sócrates e Sócrates Então pergunta sobre aquele pergaminho que que tratava e Fedro muito animado vai explicar para ele sobre a questão do amor tal né e os perigos do e enfim eh como que isso poderia conduzir digamos assim a questões eh perigosas né de início Sócrates concorda com ele né só que depois só que depois o Diamond de Sócrates vai corrigi-lo digamos assim e vai chamar atenção e e e eu separei inclusive esse trechinho que eu acho ele muito interessante porque revela um pouco né da da digamos assim é momento que nós vamos ver a mediunidade de Sócrates em Ação né para quem tá chegando agora não assistiu os outros estudos só pra gente contextualizar Platão né Eh foi discípulo de Sócrates e Sócrates eraa eh um mestre um filósofo um mestre que ensinava a juventude principalmente e ele tinha um método muito próprio chamado de maiêutica né que Inclusive era Sócrates também digamos assim se Dizia um parid de ideias né Por que parid de ideias porque eh eh para na na teoria né Isso é bem interessante de Sócrates e naturalmente Platão todos nós já temos a verdade em nós e na verdade o trabalho tanto da educação quanto do método né Educação do grego é do sério que é o quê Tirar de dentro né e o método eh socrático né a maiêutica também é alguma coisa assim é nesse confronto com a das ideias nós vamos encontrando a verdade que já tá em nós então ele vai tirando de dentro de nós né Essa verdade e Sócrates portanto ele estabeleceu como sua missão e sua
sim é nesse confronto com a das ideias nós vamos encontrando a verdade que já tá em nós então ele vai tirando de dentro de nós né Essa verdade e Sócrates portanto ele estabeleceu como sua missão e sua tarefa Justamente a a da investigação filosófica que era Justamente a busca por essa sabedoria por esse conhecimento que está em nós né Eh e nesse sentido então ele tá conversando com fedo e retomando a questão né ele de início vai concordar com as ideias tanto o filósofo quanto as que eh Fedro né havia eh eh aurid desse discurso E aí chega um determinado momento que ele vai dizer o seguinte Olha só ó meu amigo quando eu estava prestes a cruzar o rio o Diamond né O que que é Diamond e Diamond a gente é um tema que nós vamos encontrar muito na obra de Platão né de maneira geral tant Platão quanto xenofonte que eram são dois autores que vão retratar a os diálogos a vida sabedoria de Sócrates né Mas alguma coisa tá muito presente na verdade Diamond seria um espírito familiar um espírito amigo né Não essa visão eh eh do ocidente medieval Cristão que eh tornou esse termo como pejorativo né Diamond como um demônio né como uma coisa ruim Como Um ser espiritual perverso e que tem a tendência de nos levar para o caminho e ruim mas Daimon aqui nesse sentido é o sentido de um espírito familiar um guia espiritual né então novamente ó meu amigo quando estava preste estava prestes a cruzar o Rio né lembrando Fedro e Sócrates estão conversando né saindo da cidade saindo de Atenas enfim só para ficar claro acompanhando acompanhado do sinal que geralmente se manifesta em mim né então havia uma forma como ele percebia a intervenção desse espírito né olha só que interessante ele sempre me detém quando estou na eminência de fazer alguma coisa e julguei ouvir uma voz proveniente dele que me proibia de Partir antes de me purificar por algo que houvesse cometido contra os deuses né então Sócrates ele ouve o seu Daimo que a o admoesta para que ele mudasse o discurso né retificasse retificasse
oibia de Partir antes de me purificar por algo que houvesse cometido contra os deuses né então Sócrates ele ouve o seu Daimo que a o admoesta para que ele mudasse o discurso né retificasse retificasse Eh porque seria um atentado contra os deuses logicamente aqui que nós já até conversamos sobre isso o conceito de Deus na obra de de Platão na obra de xenofonte por exemplo né o o os deuses no sentido socrático não é Exatamente exatamente aquilo que os seus contemporâneos né imaginavam porque para eles são seres espirituais uma condição espiritual mais elevada nós vamos até ver ao longo da da nossa reflexão e e claro né tendo contato com o texto sobre essa questão né são entidades espirituais mas não tem exatamente aquela visão clássica né Eh que os seus contemporâneos imaginava quando se tratava dos Deuses continuando de fato sou um profeta ou Poderíamos dizer nós sou médium né certamente não muito bom aqui é parte da humildade de de Sócrates né certamente não muito bom Mas como dizem as pessoas que mal sabem ler e escrever suficientemente bom para meus próprios objetivos compreendo claramente Meu Erro agora quão Profética é a alma meu amigo com efeito durante todo o tempo em que proferia meu discurso algo me perturbava e eu estava aflito Como diz ibico como receio de estar conquistando honras entre os seres humanos cometendo falta contra os deuses mas agora percebi Meu Erro né então ele tem um momento digamos assim com o auxílio Claro do seu Daimo né o momento de de autopercepção autoavaliação e ele se vê em erro e aí Fedro então questiona O Que Queres dizer com isso Sócrates responde foi horrível Fedro o discurso que trouxeste contigo ou seja antes que ele tava concordando e até mesmo elogiando o discurso agora ele tá eh reconhecendo que é algo horrível terrível eh bem como o foi aquele que me fizeste proferir mas como pergunta Fedro foi tolo e um tanto impiedoso O que poderia ser mais horrível do que isso nada desde que esteja dizendo seja verd Seja verdadeiro né Fedro já
foi aquele que me fizeste proferir mas como pergunta Fedro foi tolo e um tanto impiedoso O que poderia ser mais horrível do que isso nada desde que esteja dizendo seja verd Seja verdadeiro né Fedro já conhecia eh naturalmente Sócrates né então ele coloca assim nada desde que esteja dizendo seja verdade e aí Sócrates então arremata bem não acreditas que Heros é filho de Afrodite e um Deus aí Fedro responde é o que diz E aí Sócrates então Eh arremata e nós vamos ficar só com esse trechinho é um trechinho mais longo mas só para a gente tem ideia e eh o ponto inicial né De onde nós iremos eh naturalmente partir sim mas não é o que diz lísias nem o teu discurso que foi proferido por ti através dos meus lábios por eh por te enfeitiçados se er Zé de fato e de fato é um Deus ou algo Divino não é possível que seja de modo algum mal contudo os dois discursos que acabaram de ser proferidos referiam-se a ele Como mal né porque como nós dizemos então eles tinham eh eh e Sócrates concordou com isso e fez um discurso Também depois de ter ouvido o discurso que Fedro ah eh leu né que er os né que o amor seria algo ruim a paixão o encantamento né enfim se era É de fato se se era oos é e de fato é um Deus ou algo Divino não não é possível que seja algo mau contudo os dois discursos que acabaram de ser proferidos a ele Como mal e com isso ofenderam Eros sua TOL entretanto revelou realmente eh muita elegância pois à medida que nada diziam que são oou verdadeiro se pavonear como se tivessem atingido alguma coisa como se pudessem enganar alguns Anões ingênuos e conquistar honras entre eles quanto a mim meu amigo Tenho que purificar-me e para que perdão e para os que cometeram faltas no que no que no que respeita a narrativa de histórias há uma antiga Purificação que embora desconhecida de Homero é conhecida por esteso nome difícil de fato quando perdeu a sua visão por ser maledicente como Helena não se achar Ava como Homero ignorante da razão mas instruído como era ele conhecia e compôs de imediato o poema
r esteso nome difícil de fato quando perdeu a sua visão por ser maledicente como Helena não se achar Ava como Homero ignorante da razão mas instruído como era ele conhecia e compôs de imediato o poema não há verdade naquela narrativa não navegares nos navios de bons remos e tampouco atingiste a cidade de Troia Esse é o poema né e tendo concluído o poema que é denominado retração recuperou imediatamente a visão ora serei mais sábio do que eles precisamente nesse ponto antes de ser punido por ser maledicente com Eros Tentarei realizar minha retratação com ele desta vez com minha cabeça exposta e não mais como antes coberta pela vergonha bom então só pra gente entender o contexto né por isso que eu li eh e esse trechinho Sócrates Então vai tentar se retratar E aí tratando da questão do amor e aí eles vão entrar num outro ponto né sobre a divindade dos deuses e o CNE eu vou ler inclusive um trechinho é sobre a a alma humana e a sua imortalidade então Sócrates vai fazer um discurso sobre isso tentar explicar sobre isso E aí vai chegar um determinado momento que ele vai contar justamente o mito da Big galada mas antes disso eu só vou ler aqui um trechinho eh um trechinho onde ele começa então falar justamente sobre a alma humana né so eh esse ponto e aí ele diz o seguinte vejam você vejam vocês temos portanto temos portanto que começar por aprender a verdade acerca da natureza da Alma divina e humana Divina no caso seria Justamente a alma dos Deuses né mas que nós podemos dizer que que esses Deuses nesse sentido seriam aqueles que teriam atingido o estado de Pureza espiritual né o estado de perfeição né Então nesse sentido eh a observando como ela atua e como ela é submetida à ação eis a seguir como principia Nossa demonstração então vejamos toda a alma é imortal pois aquilo que mantém sempre em movimento é imortal pois aquilo que se mantém sempre em movimento é imortal aquilo entretanto que move alguma coisa mas ou é motiv motivado por alguma coisa mais quando cessa seu
que mantém sempre em movimento é imortal pois aquilo que se mantém sempre em movimento é imortal aquilo entretanto que move alguma coisa mas ou é motiv motivado por alguma coisa mais quando cessa seu movimento deixa de viver assim é somente aquilo que move a si mesmo que nunca cessa de se mover que nunca cessa de de mover-se constituindo também a fonte e princípio de movimento para todas as demais coisas que se movem mas o princípio não é gerado Porque tudo que é gerado é necessariamente gerado a partir de um princípio e o princípio não é gerado a partir de alguma coisa a gente percebe a lógica né platônica a lógica socrática e uma vez que é necessário perdão e uma vez que é não gerado tem necessariamente que ser também indestrutível já que se o princípio fosse destruído jamais poderia ser gerado a partir de qualquer coisa nem qualquer coisa que lhe é distinta a partir dele portanto que todas as as coisas têm que ser geradas com base num princípio nesse princípio né podemos dizer com tranquilidade de Deus por conseguente o automotor aquilo que move a si mesmo é necessariamente o princípio do movimento não sendo ele nem destruído nem gerado olha só que interessante nem destruído nem gerado caso contrário todo o céu e toda a geração necessariamente se abster iam e se deteriam e Jamais teriam eh novamente uma causa Para retomar o movimento mas desde que constatamos que aquilo que se move por si mesmo é imortal aquele que afirma que esse automovimento é a essência e o fundamento da alma não incorrerá em ignomínia de fato todo o corpo que recebe movimento de uma fonte externa não possui alma enquanto que tem seu movimento dentro de si possui alma é aquela coisa né a gente veja Kardec inclusive vai estudar isso O Livro dos Espíritos lá na primeira parte né na segunda parte de Livro dos Espíritos também mas a matéria precisa do espírito né Para que ela seja intelectualizada né então o princípio do movimento do corpo não é o corpo em si é justamente eh eh o espírito a alma ela
vro dos Espíritos também mas a matéria precisa do espírito né Para que ela seja intelectualizada né então o princípio do movimento do corpo não é o corpo em si é justamente eh eh o espírito a alma ela que fornece esse movimento justamente ao ao corpo né E quando naturalmente al uma parte Através da morte cessa esse movimento mas desde que constatamos que aquilo que move por si mesmo é imortal aquele que afirma que esse automovimento é a essência fundamento da alma não incorrerá né isso nós já havíamos lido em ignomínia de fato todo o corpo recebe o movimento de uma fonte externa não possui alma em si mesmo né uma vez que esses que essa que essa é a natureza da Alma entretanto na hipótese de ser isso verdadeiro a saber que aquilo que move a si mesmo o automotor nada é senão a alma seria necessariamente se inferir que a alma é não gerada Imortal basta porém que toca a sua imortalidade perdão basta porém no que toca a sua imortalidade quanto ao seu caráter específico contudo é imperioso que falemos nos termos que se segue expressar o que ela é realmente é extinguir perdão é perdão o que ela realmente é exigiria uma longa e minuciosa exposição que seria inteiramente a tarefa de um Deus esta porém esta porém ao alcance do ser humano fazer dela Uma Breve descrição e agora nós vamos entrar justamente no mito mas antes disso gente só para eu beber uma água aqui e agora vai exigir de nós um pouquinho de atenção Olha só esta porém é o alcance do ser humano fazer dela Uma Breve descrição através de uma analogia né de uma analogia então ele vai tentar explicar né através de uma associação de ideias e esse será o nosso gênero de discurso comparemos a alma a natureza composta de uma parelha uma biga né uma biga a biga gente a biga ela ela é aquele carro né da antiguidade onde havia um os cavalos né e duas rodas né a quadriga seria quatro e por aí vai certo então uma biga eh composta de uma parreira de cavalos alados e um auriga ou seja um condutor né um um cocheiro um coiro ora os cavalos e
s né e duas rodas né a quadriga seria quatro e por aí vai certo então uma biga eh composta de uma parreira de cavalos alados e um auriga ou seja um condutor né um um cocheiro um coiro ora os cavalos e aurigas dos deuses são todos bons então aqui nós já temos né Já temos um primeiro ponto que primeiro ponto é esse ele vai fazer uma distinção da dos Deuses e a dos humanos então a dos Deuses nós temos né a biga o condutor e os cavalos os cavalos os os dois cavalos são bons né são bons certo hã e de eh e de boa ascendência ao passo que todos os demais não são de raça pura né então a dos homens né os demais seria justamente os homens certo eh Cadê aqui ao passo que todos os demais não são de raça pura Mas missada então a estrutura né da biga digamos eh alada dos homens é basicamente a mesma só que só que eh o os cavalos são de raça missada não são puros digamos assim não tem aquela pureza não é não tem aquela pureza ora os cavalos das aurigas H assim ao passo que todos os demais não são de raça pura mas missada para começar nosso auriga tem sob sua responsabilidade um par de cavalos e o e e de cavalos perdão em segundo lugar um dos seus cavalos é e de raça enquanto outro corresponde a absoluto contrário quanto a raça e ao caráter então aqui já essa distinção o resultado nesse caso é a condução da biga revelar-se necessariamente difícil e problemática na sequência é necessário dizermos porque um ser vivo é como mortal ou Imortal veja ele tá tentando e eh trazer aqui um problema muito embora ele já tem afirmado outra coisa no início que é o quê a alma é imortal né como ele disse aqui toda a alma é imortal né mas só para problematizar na sequência é necessário dizermos porque um ser vivo é classificado como mortal ou Imortal ora a alma considerada coletivamente tem seu cuidado tudo que é inanimado e atravessa todo o céu assumindo distintas formas em distintas ocasiões ora quando está perfeita suas asas íntegras ela voa alto e o mundo inteiro estava sob seu domínio então quando ela está pura né no estado
sa todo o céu assumindo distintas formas em distintas ocasiões ora quando está perfeita suas asas íntegras ela voa alto e o mundo inteiro estava sob seu domínio então quando ela está pura né no estado de Pureza ela então sim os céus né e voa alto voa alto isso né novamente no estado de Pureza digamos assim de perfeição ora quando está perfeita e suas asas íntegras ela voa alto e o mundo inteiro está sob seu domínio a alma contudo que perdeu suas asas perambula até pousar sobre algo sólido Onde se instala assumindo um corpo terrestre vale dizer que o mito da Big galada não é só sobre a imortalidade da alma mas também além da imortalidade da Alma da necessidade da reencarnação do porqu da necessidade da reencarnação isso nós vamos ver né pouco a pouco aqui mas sigamos eh contudo que perdeu suas asas perambula até pousar sobre ã algo sólido Onde se instala assumindo um corpo terrestre o qual devido ao poder da Alma nele encerra parece capaz de movimento próprio e o todo composto de alma e corpo é chamado de ser vivo ser vivo no grego inus tem nota aqui que eu acho que é bem interessante né significa do grego é zo que é anim então é como se fosse parte anim da Alma digamos assim né parte mais anim do corpo mesmo né também segundo designado como moral nooo naturalmente mortal mas é possível que um tal composto seja Imortal a considerar qualquer explicação racional eh perdão não é possível que um tal composto seja Imortal considerando qualquer explicação racional embora nós ainda que jamais tenhamos visto ou corretamente concebido um Deus imaginemos um ser imortal composto de alma e corpo que se conservam unidos por um por todo tempo que isso porém tanto quanto nosso discurso a respeito seja como agrade aos Deuses passaremos agora a examinar a causa da Alma perder suas asas olha só que interessante passemos agora a examinar a causa da Alma perder as suas asas é algo aproximadamente como segue a função natural das asas é se erguer para o alto carregando que é pesado ao lugar onde a
e interessante passemos agora a examinar a causa da Alma perder as suas asas é algo aproximadamente como segue a função natural das asas é se erguer para o alto carregando que é pesado ao lugar onde a raça dos Deuses habita mais do que qualquer outra coisa que pertence ao corpo e elas participam da natureza do divino olha só que interessante elas participam da natureza do divino o Divino encerra beleza sabedoria bondade então Divindo esses três pontos beleza sabedoria Bondade e todas as demais qualidades a essas semelhantes são essas qualidades que nutrem a fazer ser as asas da Alma enquanto enquanto as Opostas como a vileza o vício fazem-nas encolher e desaparecer bem o grande bem o grande condutor no céu de Zeus que conduz uma big lada se move na dianteira organiz todas as coisas e cuidando de tudo é seguido por um exército de deuses e daimons dispostos em 11 sões somente estea com templo nós vamos explicar isso aqui tá tudo certinho podem ficar tranquilos permanece na Morada dos Deuses todos todo o resto dos 12 grandes Deuses na condição de de comandantes ficam em formação tendo um posto que lhes é destinado no exército Há muitas vistas abençoadas e muitos caminhos que ali no céu pelos quais as a raça afortunada dos Deuses transita cumprindo cada um cada um suas próprias obrigações enquanto que o querer e tem capacidade para isso segue pois não há lugar para malevolência no couro dos Deuses quando entretanto se dirigem a uma festa ou banquete acendem verticalmente ao topo da abóbada Celeste onde as bigas dos Deuses das quais os cavalos bem emparelhados obedecem à rédeas avançam facilmente enquanto as outras o fazem com dificuldade pois o cavalo de má natureza ocasiona a decida da biga formando-a pesada e atraindo para a terra o auriga Né que é o condutor cujo cavalo não é bem adestrado aí há a a perdão aí a alma é aguardada por extremo Labor penoso e extrema luta ou seja a destinação da alma é justamente tá nessa região habitada pelos Deuses né região da Pureza
o não é bem adestrado aí há a a perdão aí a alma é aguardada por extremo Labor penoso e extrema luta ou seja a destinação da alma é justamente tá nessa região habitada pelos Deuses né região da Pureza espiritual né entretanto os que são classificados como Imortais ao atingirem o topo movem-se para fora e assume o seu posto na superfície externa do céu e uma vez que tem assumido sua posição o movimento circular os leva à volta o que possibilita que contemplem as coisas no exterior do céu eu vou ficar por aqui porque o tempo tá passando eu quero naturalmente explicar alguns pontos na semana que vem nós vamos aprofundar até que tenhamos digamos assim equalizado todo eh eh os elementos dessa desse mito mas o fato é então Sócrates vai desenhar para Fedro que eh a alma humana é como se fosse uma biga né claro que tem a alma dos Deus que é pura perfeita enfim mas aqui o que nos interessa a alma humana Então ela é como se fosse uma biga alada a a biga a condutor o coeiro e há dois cavalos Só que no caso do da balada dos humanos né que tem o quê a destinação dela né é ficar digamos assim eh flutuando pelo céu né Eh só que o que há é que um desses cavalos eles puxam justamente um o o um desses cavalos ele é nobre né e um desses cavalos É digamos ele ele puxa a alma para a terra enquanto um para o céu então né ou seja são direções distintas não é então eh eh aqui é como se nós tivesse tivéssemos a estrutura da consciência da Alma né Nós podemos dizer que tem um condutor né o condutor que tá ali no centro tentando dirigir esse animal que natural ente não é tão simples porque um enquanto que ele é nobre ele é obediente ele é disciplinado e ele quer subir outro quer o quê descer né Eh então o condutor ele tem que ter digamos toda uma um um um Jogo de Cintura digamos assim né e que não é fácil que não é simples mas isso na verdade é representação da consciência da da da alma humana por nós temos os instintos né E nós temos digamos assim a herança ancestral Nossa que naturalmente
não é fácil que não é simples mas isso na verdade é representação da consciência da da da alma humana por nós temos os instintos né E nós temos digamos assim a herança ancestral Nossa que naturalmente pensa nas coisas mais terra a terra né a as as aspirações desse e cavalo indisciplinado é justamente das coisas mais terrenas que nós temos esse outro cavalo que as aspirações dele são superiores mas o fato que é que isso nos distingue né entre aspas dos Deuses ou nesse caso dos Espíritos puros e perfeitos por neles há um equilíbrio completo e disciplinado para as coisas mais elevadas enquanto em nós uma parte da consciência tá pensando nas coisas da terra e outra que muit das vezes eh eh nós nem exatamente deixamos nos guiar por ela tá pensando nas coisas do céu e aí isso tem muito a ver eh nós podemos trazer aqui inicialmente uma reflexão para nós a obra nos domínios eh nos domínios da mediunidade não no Mundo Maior no Mundo Maior né o capítulo a casa mental a casa mental nós vamos encontrar o instrutor Calderaro eh ele falando eh desenhando como que seria a estrutura da Consciência Humana dizer que nós temos a parte da consciência né Eh a parte da consciência no sentido psicológico mesmo né ou seja aquilo que eh constitui a nossa personalidade do hoje do agora né do momento nós temos o inconsciente né que trata das questões do passado as questões mais atávicas e também relacionada aos instintos e nós temos o superconsciente que tá relacionado às coisas superiores e do Futuro seria mais ou menos isso seria mais ou menos isso nós podemos dizer esse mito de Platão nós podemos dizer que ã que o corpo constitui toda esse toda a biga né Toda a biga nós temos o condutor como se fosse o consciente né o animal Nobre e bem adestrado su superconsciente e o animal por vezes indisciplinado o inconsciente né eh e aí nós temos a essa realidade temporal Presente Passado futuro nós vamos ver na semana que vem porque o Platão vai discorrer mais sobre essa questão nós não vamos adiantar não
o o inconsciente né eh e aí nós temos a essa realidade temporal Presente Passado futuro nós vamos ver na semana que vem porque o Platão vai discorrer mais sobre essa questão nós não vamos adiantar não vamos dar spoil né mas que eh Qual a necessidade tanto da da desse pousar né que tem um momento aqui que ele fala justamente sobre quando a a essa carruagem ela toca a terra não é ela toca a terra eh qual a necessidade disso porque tá relacionado também à necessidade da reencarnação o porquê da reencarnação né mas enfim é interessante portanto Resumindo só para pra gente entrar nas questões e a gente naturalmente eh eh cumprimentar Quem tá aí no chat é que há em nós esses dois digamos esses dois eh cavalos esses dois corcéis né um que luta para as coisas divinas e outra ainda que eh está mais vinculada às coisas da terra mas nós temos a rédia nós estamos de posse das rédias e o que que nós estamos fazendo é isso que faz toda a diferença né É isso que faz a toda toda a diferença agora claro que tem que haver justamente um equilíbrio e essa dualidade ela representa justamente isso porque são dois animais é uma é uma concepção dualista as duas TM importância não é desprezando uma em relação à outra mas é justamente buscando o quê o equilíbrio né ambas ambos os animais têm uma importância tem um por tem uma razão né então é isso vamos conversar com o nosso querido já já então e dá o nosso boa noite aqui para os amigos que estão aí ailda Gisele tudo bem Gisele Rodrigo A Elisabete o Carlos o Rodrigo Henrique Tudo bem amigo tudo bem é esqueceu da Eulina Eulina rola Opa desculpa Eulina Tudo bem amiga muito bem Tiago eh além de desejar boa noite para todo mundo que tá aqui né a gente deseja também que todos aqueles que por ventura assistem depois né com vídeo gravado também se sintam acolhidos se for o caso quiserem deixar aí nos comentários alguma observação alguma pergunta eu não prometo que o Tiago vai responder não mas pelo menos você pode se manifestar por aí tá bom eh então meu amigo Tiago ao longo da sua
m deixar aí nos comentários alguma observação alguma pergunta eu não prometo que o Tiago vai responder não mas pelo menos você pode se manifestar por aí tá bom eh então meu amigo Tiago ao longo da sua fala eh a Gisele fez uma pergunta aqui que o Rodrigo repetiu eh sobre a alma de Deus e a nossa alma thago ela diz assim a a alma Nossa é a alma de Deus explica um pouquinho isso aí porque talvez não tenha ficado muito claro vamos lá uhum não não eh na verdade a alma de Deus ela é o motor inicial de tudo né Eh o Deus ele é o criador incriado então ele não tem nem princípio e nem fim então já distingue digamos assim filosoficamente por isso porque a a alma eh nossa né ela teve princípio muito embora ela não tenha fim ela é imortal né mas a alma de Deus ela não tem nem início nem fim eu sei que para nós é é é difícil compreender isso porque a gente sempre eh tudo que foi criado tem né um princípio eh tudo que nós e quando nós falamos da da criação é aquilo que os espíritos eles têm capacidade de perceber né de sentir de imaginar inclusive né E a nossa capacidade imaginativa ela pensa do ponto de vista daquilo que nós percebemos então tudo que nós percebemos tem princípio algumas coisas T princípio e tem fim outras nem outras não t fim como é o caso da Alma né Eh mas Deus não Deus nem início e nem fim porque ele é o criador in criado ele cria tudo mas ele nunca foi criado porque se ele fosse criado significa que alguém criou ele então logo esse alguém seria Deus né E aí a gente entraria digamos assim num num num problema né num como se diz hoje num Loop Infinito né Então Deus não tem eh eh princípio e nem fim então voltando Deus não tem princípio nem fim os espíritos que são criaturas de Deus eles têm princípio mas não tem fim muito bem ó chegaram aqui também desejando boa noite pra gente a dolor esqueiros Olá minha amig noite e a roqueline Alves Boa noite roqueline e o nosso querido Henrique né fazendo aqui algumas reflexões né Tiago faz aqui uma comparação olha os cavalos
e pra gente a dolor esqueiros Olá minha amig noite e a roqueline Alves Boa noite roqueline e o nosso querido Henrique né fazendo aqui algumas reflexões né Tiago faz aqui uma comparação olha os cavalos aqueles dois cavalos né eles lembram os cães que alimentamos um é bravo outro Manso E aí querido Tiago como é que é isso porque parece que tem vezes que a gente tá querendo alimentar mais o que leva a gente para baixo do que o que leva para cima e aí tem vezes que a gente quer alimentar mais o outro como é que é isso porque tem vezes que parece eh que um ganha mais a a a briga aí do que o outro como é que é isso aí então isso é muito interessante né e e eh interessante também porque nós vamos encontrar eu não sei se ele tá se referindo a isso mas tem um conto budista que fala dos dois cães né Eh e é interessante porque nós vamos encontrar em várias tradições espirituais justamente eh apontando essa dualidade da da psiquê humana né a a a psiquê humana enquanto ela não alcançar a plenitude da perfeição Ela será dualista ainda né em diversas gradações mas terá em nós ainda luz e sombra bem mal saúde doença e por aí vai né e naturalmente é traços de personalidade como essa da mansidão né E outra da da Ira Enfim então eh cada e é interessante porque muit das vezes nós imaginamos que esses traços como por exemplo da Ira né Eh eh que isso é essencialmente ruim isso é algo ruim né mas que também tem uma função depois nós vamos falar um pouquinho sobre isso mas que o que tem que haver é um equilíbrio né raiva todos esses sentimentos que a Prior eles são negativos né como são sombrios mas eles cumprem uma função também na psique humana inclusive nos processos evolutivos mas A grande questão é encontrar o equilíbrio por se nós alimentarmos mais um do que o outro eh eh aí sai do equilíbrio e Nós entramos para o campo dos excessos que aí tá reside o problema né então encontrar o caminho do Meio encontrar o equilíbrio é uma tarefa Nossa para que consigamos atravessar digamos a experiência né da
entramos para o campo dos excessos que aí tá reside o problema né então encontrar o caminho do Meio encontrar o equilíbrio é uma tarefa Nossa para que consigamos atravessar digamos a experiência né da vida eh com mais equilíbrio e com mais sabedoria né enfim então é entender primeiro é um processo de autoconhecimento e reconhecer em si nós e o segundo passo é entender e eh o por de cada coisa a razão de cada coisa né para que possamos dar a cada coisa aquilo que lhe compete nem a mais nem a menos mas aquilo que é necessário muito bem meu amigo muito bem e o tempo voa né o tempo voa já estamos chegando aqui no finalzinho do programa de hoje lembrando que eh essa nova série de estudos os mitos de Platão e o espiritismo começou hoje e vai seguir aí durante várias semanas que é o filhote da outra que que a gente já fez lá uns 20 episódios né Tiago eh pura e simplesmente Platão e o espiritismo Então hoje a gente fica por aqui mas pedindo ao thago que possa fazer as considerações finais do episódio de hoje e prometendo paraa semana que vem dar continuidade e vai ser muito bom com toda certeza vamos lá thago não agradecer aos amigos que estiveram por aí e eu acho que a reflexão para nós é reforçando é encontrar esse caminho do meio o equilíbrio em nós eh e a compreensão da totalidade daquilo que nós somos né enquanto seres espirituais na terra né tem aquela famosa frase do de chardan né um grande teólogo francês que ele dizia assim somos seres não somos seres eh carnais e espirituais somos seres espirituais na terra né ou seja nós temos uma entidade espiritual estando na terra né Eh eh a a essa parte digamos eh mais terrena ela tem sua importância mas não é a nossa destinação a nossa destinação é nos tornarmos na verdade já somos mas reconhecermos em nós cada vez mais essa origem espiritual né enfim muito bem meu amigo obrigado aí mais uma vez tá bom ter você de volta aqui com a gente o bom ter também todos esses companheiros aí conosco participando e não se esqueçam voltem na semana que vem
nfim muito bem meu amigo obrigado aí mais uma vez tá bom ter você de volta aqui com a gente o bom ter também todos esses companheiros aí conosco participando e não se esqueçam voltem na semana que vem e se gostaram aquele like né aquele like legal eh compartilhem o vídeo com outros companheiros né para fazer essa mensagem chegar mais longe Tá certo obrigado thago uma você fiquem com Deus meus amigos tudo de bom e até a próxima semana tchau tchau o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre leonz se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o Além Túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência é pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético no sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bar congresso
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