A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 3ª parte - Thiago Barbosa

FEBtv Brasil 27/09/2024 (há 1 ano) 1:01:00 66 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.

Transcrição

Olá pessoal boa noite sejam bem-vindos a mais uma edição do nosso programa A Força do Espiritismo uma produção do espiritismo.net em parceria com o cerge e com a FEB TV toda quinta-feira a partir das 8:30 da noite e nós também transmitimos para alguns canais parceiros sendo que hoje em função de alguns problemas técnicos não estão indo para todos os que normalmente nos acompanh temos aqui a Associação Espírita Célia Xavier eh o canal deles no YouTube está sendo retransmitido para lá também para web rádio Fraternidade bom aí é isso e a web rádio Fraternidade São esses os canais que também estão conosco nesta noite e mais uma vez dando prosseguimento a um tema que já iniciamos há duas semanas atrás nós hoje vamos ter conosco o nosso querido thgo Barbosa para falar sobre Platão e o espiritismo é a terceira parte thgo Barbosa vem para cá seja bem-vindo meu amigo Olá meu amigo querido boa noite para todos nós é isso aí boa noite para você também boa noite para todo mundo que já tá chegando que pode ficar aqui com a gente com certeza né Eh o Tiago vai trazer então mais algumas questões relacionadas a esse esse como hoje em dia o pessoal fala em de Mat entre Platão e o espiritismo eh convidamos vocês que estão nos acompanhando a fazerem as suas perguntas colocarem os seus comentários porque o Tiago vai iniciar os primeiros 40 minutos trazendo a sua fala sobre o tema e depois a gente volta com um momento de perguntas respostas e é isso aí Tiago agora é contigo meu irmão tá ótimo vamos lá minhas amigas meus amigos boa noite boa noite ao Josemar a Ana Leal a Gisele ao Lucas eh Gisele Que bom que você esp e tá por aqui muito bom bom eh dando continuidade na semana passada nós tratamos da questão dos sonhos não é eh na obra de Platão e os sonhos premonitórios Boa noite Hilda hoje a ideia nós tratarmos de três temas eh tratarmos dessas questões eh sobre adivinhação do futuro como que Platão claro né através do seu mestre Sócrates percebia isso a questão da Inspiração dos espíritos e também a questão dos Anjos

mas eh tratarmos dessas questões eh sobre adivinhação do futuro como que Platão claro né através do seu mestre Sócrates percebia isso a questão da Inspiração dos espíritos e também a questão dos Anjos Guardiões né ou dos daimons eh que são espíritos familiares como que eh Platão e Sócrates percebiam essa questão bom na Grécia nós falamos sobre isso na semana passada mas vale recordar a Grécia é o o ambiente onde Sócrates e Platão viveram né Mais especificamente na cidade de Atenas não é que naquele momento era o berço intelectual de toda a Grécia onde digamos assim tudo acontecia em termos intelectuais artísticos né culturais enfim e em toda a Grécia era muito famoso eh se utilizar dos oráculos os oráculos eram templos dedicados geralmente a um algum Deus né o templo mais famoso Templo de Delfos era dedicado ao Deus Apolo né o Templo de Atenas era dedicado a Deusa Atena né E era muito comum que se recorresse aos oráculos aos templos né para buscar eh de alguma forma de alguma forma saber sobre o futuro né para Sócrates isso era possível mas ele percebia de maneira muito própria e nesse sentido muito semelhante ao espiritismo então para isso nós vamos recorrer a uma obra que não é de Platão não é de Platão Boa noite Edna é de xenofonte nós falamos que eh para se conhecer Sócrates nós temos Três Fontes primárias né ou seja de pessoas que conviveram e escreveram sobre Sócrates né Eh primeiro é Platão Sem dúvida nenhuma nas dezenas de obras os dezenas de diálogos né Eh mas também de discurso que eh Platão anotou né Nós temos Chan fonte algumas obras a mais famosa eh Sem dúvida nenhuma Apologia que é justamente essa defesa né que eh que Sócrates fez junto aos seus juízes né os tiranos de Atena né E nós temos um sujeito que escreveu uma obra chamada da nas nuvens que era um inimigo de Sócrates né ele escreveu uma peça satírica sobre Sócrates enfim é uma obra permeada de uma certa eu diria até perversidade xenofonte também escreveu algumas obras salvo melhor juízo foram

m inimigo de Sócrates né ele escreveu uma peça satírica sobre Sócrates enfim é uma obra permeada de uma certa eu diria até perversidade xenofonte também escreveu algumas obras salvo melhor juízo foram quatro quatro obras e nessa obra eh Apologia de Sócrates ele diz o seguinte olha só que interessante pela voz não se manifesta a sacerdotisa e pito na trípode a vontade do Deus que esse Deus possui conhecimento futuro e o revela a quem lhe apraz a quem lhe apraz eis o que eu dig o que digo comigo dizem e e pensam todos somente que a isso chamam de úri vozes símbolos presságios eu lhe chamo demônio com essa denominação creio usar linguagem mais veraz e mais piedosa eh que os que atribuem às aves o poder do dos Deuses isso aqui é preciso explicar o contexto não é por na Grécia primeiro que se imaginava que ali na no eh era Apolo naquele Oráculo de Delfos que estaria dizendo E aqui Sócrates tá dizendo Olha na verdade não é o Deus Apolo é um Daimon Daimon significa o quê espírito espírito né então para Sócrates Quem estava revelando o futuro nesses oráculos né não era exatamente o Deus apólo a Deus Atena bem porque nós podemos dizer que num sentido mais profundo Sócrates nem era crente nesses Deuses né Nós vamos ver isso um pouco mais adiante eh mas ele tinha essa ele sabia dessa verdade ou seja de que os espíritos eles tinham essa capacidade né E aí olha só só continuando para fechar essa esse primeiro ponto o que vai dizer xenofonte na obra memoráveis ditos e feitos memoráveis de Sócrates né alguns abreviam para memoráveis ele diz assim e quando não Podemos prever o que será útil no porvir ainda não vem os deuses e em nossa ajuda não revelam pela adivinhação aos que os consultam e o que sucederá de futuro ensinam com proceder só que veja Sócrates Aqui tá dizendo que bom de fato existe realmente eh essa intervenção Por parte dos Espíritos só pra gente fechar ele diz assim ó olha essa que interessante e eh sobre essa essa questão da intervenção dos Espíritos olha reputa e

fato existe realmente eh essa intervenção Por parte dos Espíritos só pra gente fechar ele diz assim ó olha essa que interessante e eh sobre essa essa questão da intervenção dos Espíritos olha reputa e aí de novo xenofonte falando dos ditos e feitos memoráveis de SOS Rep tava impiedade consultar os deuses sobre coisas que nos foram conferidas à faculdade não não só um momentinho gente antes de ir para esse ponto tem um outro que é que só para fechar esse essa reflexão desculpa que ele diz assim no mesmo ditos e feitos memoráveis é que eh é que diversamente da maneira como crê a maioria dos homens Sócrates e aí xenofonte falando sobre ele acreditar que os deuses têm o olho fito nas ações humanas crê a média dos homens que os deuses sabe certas coisas ignoram os outras achava Sócrates de que tudo então ao eh perdão crê a média dos homens que os deuses sab certas coisas e ignoram outras achava só Sócrates eh achava Sócrates que de tudo então ao ao corrente palavras ações pensamentos secretos que estão em toda parte e tudo nos revelam que sejam de nossa alçada ou seja os espíritos eles têm essa condição de eh perceber os nossos pensamentos mais ocultos coisa essa que Allan Kardec na segunda parte O Livro dos Espíritos também vai nos dizer bom mas agora Como que Sócrates via essa questão de ficar consultando eh eh os espíritos a torta direita sobre questões do futuro então de novo o Chan fonte em memoráveis ele diz o seguinte reputavam impiedade consultar os deuses sobre coisas que nos foram conferidas à faculdade de aprender dizia e ele eh dizia e deles procuremos saber e que nos é velado porque eles revelam eh revela aos que distinguem com seus favores e aí só para fechar tem um um discurso de na verdade eh num das obras mais interessantes de Plutarco Plutarco foi um dos eh grandes historiadores latinos e ele inclusive desenvolveu um método por de mais interessante que é as vidas comparadas né então por exemplo ele foi eh ele comparou a vida de Alexandre o Grande com o de Júlio César

riadores latinos e ele inclusive desenvolveu um método por de mais interessante que é as vidas comparadas né então por exemplo ele foi eh ele comparou a vida de Alexandre o Grande com o de Júlio César né e ele escreveu uma obra de caráter entre aspas né histórico sobre o Diamond de Sócrates e aí ele diz o seguinte trazendo um diálogo de Galax e Teco ele diz o seguinte mas esse tipo de atuação a inspiração supersticiosa não somente é indigna da filosofia é também completamente contrária aos seus fundamentos básicos Pois Enquanto se pretende ensinar o bom e o útil pela razão ela Age ela ela Age se comportando a revelia desta tomando Refúgio nos princípios da ação de Deus e desdenhando da as capacidades próprias de demonstração somente para ter Refúgio nas profecias e visões nas quais os mais pobres intelectos estão frequentemente contando quanto mais puras mentes É por isso nosso amigo Sócrates meu caro pareceu ter adotado um estilo mais filosófico de Educar e fazer raciocinar pela escolha simples da Sinceridade como marco Marco do Franco amante da Verdade e combatendo o caráter pretencioso eh pretencioso dos sofistas que nada mais é do que uma cortina de fumaça da filosofia e é o te critos questiona o que faz você dizer isso galaxo meleto lhe convenceu que Sócrates desprezava o Divino Essa foi a a maior acusação que ele teve contra si em Atenas e aí ele responde Não não conta não contra o Divino mas tendo achado a filosofia repleta de Visões fábulas e superstições nas mãos de Pitágoras e e endoc ele salvou a com a contaminação ensinou-a a ser sensata diante dos fatos eh e procurar a verdade através do raciocínio eh bom só respondendo a Gisele Ô Gisele onde eu estou né o espiritismo.net Na verdade é um centro espírita virtual Nós só temos atividades virtuais aqui na nossa sede nós temos atividades que acontecem aqui mas os estudos todos eles são virtuais Tá bom minha amiga bom então como nós percebemos aqui Sócrates não é que ele negasse não é que ele negava eh que pudesse existir de fato as

es que acontecem aqui mas os estudos todos eles são virtuais Tá bom minha amiga bom então como nós percebemos aqui Sócrates não é que ele negasse não é que ele negava eh que pudesse existir de fato as chamadas oráculos e que através destes né através das pitonisas que em verdade eh se tratavam de médiuns né as pitonisas elas são mé m ou melhor dizendo eram médiuns né eram médiuns iniciadas nos mistérios que na verdade nada mais é que era uma preparação que geralmente essas meninas ali por volta da idade de 12 anos elas começavam a se dedicar eh através da cdade através de uma alimentação regrada a entrar em comunhão com esses espíritos e e trazer conselhos bom A grande questão que para Sócrates não era esse o problema esse fenômeno né existia ele é real entretanto precisa existir uma ética porque é é é justamente isso que ele disse se temos a razão porque a todo momento nós ficarmos buscando essas coisas né olha o que né o o Chan fonte fala Sócrates acreditar que o os deuses têm olhos fitos nas ações humanas crê que na medida que os homens e que os deuses sabem certas coisas ignoram outras ou seja não tinha eh eh a a não há essa necessidade coisa que nós temos capacidade de nós mesmos raciocinar de nós ficarmos consultando a todo momento da mesma forma isso Allan Kardec percebeu né no capítulo em O Livro dos Médiuns que ele intitulou perguntas que se devem fazer aos Espíritos ele ele ele colocou justamente essa posição coisas que vejam nós temos condições de saber porque que nós vamos ficar consultando os espíritos a torto direito sobre isso E aí Que Nós entramos numa questão que mu das vezes nós damos margem e brecha para que para que digamos eh eh possa haver fraudes possa haver comunicações apócrifas né veja Allan Kardec ele não nega que e isso essa revelação sobre o futuro possa acontecer não só Alan Kardec Leon denin no invisível ele coloca isso e Camille flamion ele também argumenta nesse sentido Ernesto Bani escreveu uma obra excelente sobre isso né os fenômenos

turo possa acontecer não só Alan Kardec Leon denin no invisível ele coloca isso e Camille flamion ele também argumenta nesse sentido Ernesto Bani escreveu uma obra excelente sobre isso né os fenômenos prém monitórios né Eh isso eh eh pode acontecer sim isso pode acontecer sim né No entanto dentro de uma certa naturalidade né quando os espíritos querem nos informar alguma coisa isso vai vir de maneira muito natural seja através de um sonho seja através de coisas outras né mas de maneira natural né de maneira natural enfim Outro ponto que Platão trabalha é sobre a questão da Inspiração dos Espíritos né a a Gisele A Ana tá até eh fazendo uma pontuação que eu havia me esquecido todas as quartas-feiras das 14:30 às 16 aqui né na nossa sede tem um estudo do Evangelho verdade Ana Eu tinha me esquecido disso bom voltando para essa questão na obra ion eh Sócrates vai justamente com esse rapaz que era um jovem poeta mas também ele declamava eh poemas épicos né como deildo como de Homero E aí e A grande questão é que ion vai ficar um tanto quanto Decepcionado e vai dizer para Sócrates bom Sócrates quando eu vou criar né algum poema eu não tenho tanto sucesso quando eu estou que parece que há alguma coisa diferente né então o diálogo digamos assim ele começa a partir desse ponto e aí Sócrates diz o seguinte digo-vos Oi qual me parece a causa dessa desigualdade de poderes né ou seja por que quando ele tá escrevendo ele tem tanta dificuldade criar comoção mas quando ele está recitando um como por exemplo de Homero parece que ele é tomado de uma coisa diferente então é isso é que vz não emprega artifício algum para fazer Tais citações mas os feitos obtido obtido provém de uma influência Divina que vos move semelhante àqueles que Residem na pedra de Eurípedes chamava magnética E aí esse ponto aqui que me é muito interessante olha só o que que ele diz eh vós oiam sois influenciado pelo espírito de Homero de Homero se recitais as obras de algum outro poeta o fareis sem o fogo das Voss sem o fogo e a vossa as vossas

ressante olha só o que que ele diz eh vós oiam sois influenciado pelo espírito de Homero de Homero se recitais as obras de algum outro poeta o fareis sem o fogo das Voss sem o fogo e a vossa as vossas palavras se perdem mas quando ouvis algumas da das composições daquele vóz vosso vossos pensamentos são excitados e vos tornais eloquente isso explica vossa pergunta sobre o fato de Homero e nenhum outro poeta vos inspirar com a eloquência e que quer dizer que se não tendes primazia pela ciência eh tê-la pela Divina inspiração ou seja se eu não tem um método digamos assim para criar ele tem a inspiração e vejam ele ele Deixa claro para ele que ele é inspirado pelo espírito de quem do próprio Homero né Vale lembrar que os gregos eles acreditavam nessa inspiração mas a inspiração ela se dava como ela se dava pela musas né que eram criações divinas do Deus Apolo né que havia criado elas no monte parnasso né que era onde vivia eh eh para os gregos né vivia justamente o Deus Apolo e ele que era o grande inspirador né existe a musa da poesia a musa da histó a musa até mesmo da Medicina a musa da da arquitetura a musa da pintura e por aí vai todos os tipos de arte digamos assim tinha uma musa né E E então para eles quem cuidava da Inspiração eram essas musas e aqui O que Sócrates tá dizendo para ion que na verdade eram os espíritos que tinha essa capacidade de inspirar os os humanos nessas criações né nessas criações Mas vamos acompanhar mais aqui que fica ainda melhor né Eh eh olha só o que que diz eh o que que diz Sócrates para I confesso I que não aqui perdão é que eu p um trechinho diferente minha amiga Gisele Com certeza você pode participar conosco tá dos estudos seja virtual seja por aqui fica à vontade para participar ah ah sim que em um outro momento ele diz assim diz-me iam sem dissimulação quando declama bem e arrebata o vosso auditório admirado celebrando a volta de Ulisses eh ao palácio fazendo conhecer aos pretendentes a mão de sua mulher e lançando Flechas a seus pés ou

dissimulação quando declama bem e arrebata o vosso auditório admirado celebrando a volta de Ulisses eh ao palácio fazendo conhecer aos pretendentes a mão de sua mulher e lançando Flechas a seus pés ou explicando eh o ataque de Aquiles contra Eitor expondo as passagens relativas a andrômaca e a ecuba e a primo vos eh vós sentis a posse de vós mesmos não pareceis estar arrebatado e cheio de entusiasmo pela lembrança de que esses fatos despertam fazendo-os imaginar que estais em itaca em Troia ou onde quer que vos leve o poema que recitais E aí ele diz né Eh eh que que tem de fato essa essa essa inspiração e aí Sócrates novamente vai dizer para ele que eh ele era possuído por Homero né por Homero bom E aí um outro ponto só pra gente fechar essa questão da Inspiração ele vai dizer o seguinte se tens então sobre Homero os conhecimentos que afirmam que afirmava há pouco e se depois de meteres e metes prometido mostrá-lo não me cumpres és culpado se porém não tens conhecimento da arte e se é em consequência do privilégio Divino é que é possuído por Homero e que sem nada compreender tu dizes tantas coisas belas sobre o poeta então não és culpado escolhe o que prefere que eu te Considere um homem injusto ou Divino i a diferença é grande Sócrates é melhor passar por um homem por um homem Divino o que que ele tá querendo dizer com isso gente olha só que interessante o ion tá confessando para Sócrates que no estado normal ele não sabe fazer poesia ele não sabe recitar ele não tem conhecimento das coisas de Homer né mas no momento que ele tá nesse estado que nós podemos chamar um estado de trans o que que nós temos aí ele é possuído pelo espírito de Homero E aí ele tem uma capacidade não só de uma eloquência não só de uma eloquência Mas também de eh dizer coisas que no estado normal ele não saberia dizer sobre Homero e nem uma capacidade digamos assim técnica de produzir poesia coisa essa que nesse estado estando nesse estado ele consegue então o que que é isso o que ele tá chamando aqui de homem Divino é um homem

e nem uma capacidade digamos assim técnica de produzir poesia coisa essa que nesse estado estando nesse estado ele consegue então o que que é isso o que ele tá chamando aqui de homem Divino é um homem digamos assim possuído pelos espíritos ou seja Trocando em Miúdos um médium nada mais do que isso nada mais do que isso né nada mais do que isso olha só que é interessante bom agora só paraa gente fechar essa questão né de como Sócrates via eh eh essa intervenção dos espíritos na vida dos homens seja através dos fenômenos dos sonhos da Inspiração mas também através da própria mediunidade como nós vimos no caso aqui do Iam né mas também eh o trabalho eh eh da própria mediunidade em si né e também da da da do trabalho dos eh guias espirituais então para isso nós precisamos de três obras de Platão a república o cratilo e a obra fedon né que para mim a o fedon é uma das obras assim que melhor narra essa visão de Sócrates sobre a intervenção dos Espíritos sobre o papel dos guias espirituais na vida dele e na vida dos próprios homens né olha só o que que ele vai dizer primeiro vamos utilizar aqui a obra a República no livro quinto né no trecho 469 pode deixar Gisele Vamos colocar seu nome tá pode deixar minha irmã aí ele diz o seguinte quanto aos Guardiões que ajam sucumbido perdão em combate não os diremos Por isso mesmo senão fiadas a raça de ouro e não diremos deles como Ildo que eles se converterão em gênios puros Eh bemfeito Ou seja o que que Sócrates tá dizendo Olha esses gênios do passado né Eh eh quando eles desencarnam ele se transforma em quê benfeitores dos mortais Mortais aqui no sentido dos homens né porque na Grécia tinha essa questão os deuses são Imortais porque vivem para sempre os Homens São Mortais Só que essa mortalidade entre os gregos depois nós vamos até falar sobre isso Ela é um pouco dúbia por qu eles iam para o Ades e depois eles voltavam isso não era uma crença só da filosofia de Pit de Sócrates né não era uma crença inclusive da própria mítica grega né

sobre isso Ela é um pouco dúbia por qu eles iam para o Ades e depois eles voltavam isso não era uma crença só da filosofia de Pit de Sócrates né não era uma crença inclusive da própria mítica grega né enfim esse é o primeiro ponto mas aí nós vamos para uma outra obra né O cratilo que é um diálogo que ele tá tendo com Hermógenes E aí ele diz o seguinte olha só que interessante eis pois essencialmente o que ele tende Na minha opinião pelos gêmeos é porque eram sensatos e sábios que eles os os nomeou diamons ou seja espíritos familiares né Esses gêmeos eles eram sensatos e sábios sensatos e sábios aí eles se transformaram o quê em em Diamond ou seja espíritos familiares e antigamente na nossa língua encontramos esse mesmo nome admito queem todo homem eh de bem tem o caráter de um gênio Vivo e morto e que o nome do gênio lhe está justamente dado e Hermógenes questiona Eu também Sócrates creio está sobre este ponto plenamente de acordo contigo e o Eros que pode ele ser E aí Sócrates responde eis o que não é difícil conhecer bem esse nome porque na verdade a obra cratilo né o objetivo dela é investigação a origem digamos dos nomes né então de cada nome então o que ele tá dizendo é que um grande gênio quando ele morre né ele se transforma não só em guia espiritual dos entre aspas Mortais mas também em memória deles é dado é passado esse nome a outras pessoas e aí ele tá perguntando sobre o Heros E aí ele diz o seguinte eis o que não é difícil conhecer bem esse nome cuja forma foi ligeiramente deturpada indica o nascimento devido ao amor que queres tu dizer não sabe que os heróis são semideuses né ou seja o herói na mentalidade grega não é só aquele que é eh digamos não é só aquele que vai para a batalha não é mas que tem uma vida digamos honrada né tem uma vida honrada uma vida né enfim reta E aí só para fecharmos ess esse ponto eh rapidinho na obra fedon tem um diálogo bem interessante que ele diz assim assim dizem o mesmo eh gênios que acompanha cada um de nós durante sua vida é Também quem conduz

a fecharmos ess esse ponto eh rapidinho na obra fedon tem um diálogo bem interessante que ele diz assim assim dizem o mesmo eh gênios que acompanha cada um de nós durante sua vida é Também quem conduz cada morto a um terado lugar então aos que lá eh se encontram reunidos são submetidos a um julgamento e imposta uma sentença são levados aos Ades conduzido por um guia a quem foi dada a ordem de levá-los para lá depois de haverem recebido o que mereciam e terem permanecido durante um tempo conveniente outro Guia os conduz para cá através de muitas e demorados períodos de tempo ou seja aqui nós temos duas coisas primeiro ele é é infed ele confessando que existe de fato existe de fato um guia espiritual que nos acompanha durante toda a vida né naturalmente ele é muito mais sábio é por isso que é chamado de gêmeo Por quê ele tem uma capacidade muito maior do que nós por isso que ele nos guia mas que também nos guia no mundo dos mortos Guia dos mortos e mais do que isso ele nos leva ao aos Ades isso não está narrado aqui no fedon nós vamos encontrar isso na obra a república de Platão no livro 10co que ele fala justamente do mito de e né que ele explica isso com maior detalhe então esses espíritos nos levam aos osados ali nós passamos um determinado tempo né e depois disso nós vamos alind dosados ao Rio late que é justamente o momento que precede o retorno da alma ao corpo que é isso que ele tá falando depois de haverem recebido que mereciam lá no no Adis e terem eh lá permanecido durante um determinado tempo conveniente eh outro guia o conduz para cá ou seja para cá onde para pra terra né Então isso que ele tá dizendo olha digamos assim a essa visão né de de Sócrates e aqui Claro Platão é que nós morríamos nós temos um guia espiritual aqui durante a terra esse guia nos acompanha no mundo espiritual depois ele nova ente nos ajuda eh eh para eh retornar novamente à Terra claro que quando o espírito se aperfeiçoa ele não tem mais essa necessidade tanto na obra fedon mas também na obra A República o

depois ele nova ente nos ajuda eh eh para eh retornar novamente à Terra claro que quando o espírito se aperfeiçoa ele não tem mais essa necessidade tanto na obra fedon mas também na obra A República o Sócrates afirma isso né bom só para fecharmos rapidinho eu vou ler só um trechinho do próprio eh Diamond né não vai dar pra gente explorar muita coisa mas do próprio Diamond de Sócrates Sócrates tinha um Diamond né E aí no na o xenofonte diz uma coisa bem interessante que ele diz assim ó Sócrates falava o que sentia dizendo-se inspirado por um demônio e de acordo com as revelações desse demônio aconselhava aos amigos a fazer certas coisas e abster-se de outras só tinha a ganhar quem o ouvia arrependiam se os que nele não acreditava e imbecil e impostor ter seia tornado e se diss se predisse coisas eh como reveladas por um Deus e em seguida fosse desmentido ora o que lhe inspiraria esta Certeza senão um Deus e o que tinha Fé nos Deuses como poderia negar-lhe a existência quanto as coisas de êxito duvidoso eh mandava consultar os oráculos a Mister ajud ajudar perdão a Mis ajudar-se na adivinhação dizia para bem gerir as as casas e os estados né inclusive portanto para Sócrates não só ele tinha e o seu Diamond né que muita das vezes ele aconselhava os amigos para fazer isso ou aquilo e muitas das vezes aqueles que não seguiam essa orientação depois se arrependiam por quê Sócrates para além de tudo né Para Além de um grande sábio era também um grande médium e um médium muito confiável né enfim então só para pegarmos um trechinho de Platão não só chanon para não ficarmos só com chanon mas de Platão na obra tees ele diz o seguinte o favor Celeste concedeu um dom maravilhoso isso Sócrates falando que não me é perdão que não me tem faltado pela vida fora é uma voz que ouço que me afasta do que vou fazer e não me arrasta nunca isso se um dos meus amigos me comunica qualquer desejo e a voz se faz ouvir já tem uma uma prova segura de não de não eh perdão uma voz segura de que não concorda com este

fazer e não me arrasta nunca isso se um dos meus amigos me comunica qualquer desejo e a voz se faz ouvir já tem uma uma prova segura de não de não eh perdão uma voz segura de que não concorda com este desejo e de que eh o e de que eu quero afastar ou seja né Platão também dando conta na verdade Se nós formos pegar toda a obra de Platão nós temos testemunhos e testemunhos sobre isso né a obra lises a na própria Apologia de Sócrates eh eh do Platão não só de xenofonte né na República eh inf fedon né na obra banquete nós temos vários e vários testemunhos eh vários e vários testemunhos de que Sócrates ele tinha ele possuía né Essa essa digamos essa voz amiga que ele mesmo aqui tá colocando né que lhe comunicava muit das vezes e não só isso mas muit das vezes ele corrigia eu lembro por exemplo da obra Fedro né na obra Fedro ou Fedro uma obra interessantíssima eh eh falando sobre o amor né e e eu eu já cheguei comentar eh Já cheguei comentar sobre isso mas é Vale lembrar né que nessa obra um companheiro tá saindo da casa de de um sofista que havia feito um discurso sobre o amor e ele colocava que o amor era perigoso o amor era algo perigoso e e e Sócrates pergunta porque a o amor pode deixar a pessoa fora do prum digamos assim tal isso deturpar a sua mente então o amor é algo perigoso e Sócrates de início ele concorda só que a logo depois ele diz olha meu Diamond tá pedindo para eu corrigir o discurso vou refazer o discurso inspirado por ele ao que ele tá me dizendo E aí ele muda inclusive ele faz um discurso belíssimo né um momento adequado NS vamos trazer um trechinho desse discurso eh eh então M das vezes olha só que é interessante a intervenção desse Diamond servia para orientar Sócrates servia para corrigir Sócrates servi inclusive quando nós dissemos inclusive para prever aquilo que iria acontecer com ele mesmo né vejam vocês que interessante que eh quando Sócrates estava Para Morrer ele havia sonhado com esse espírito né uma mulher com a túnica branca que vinha até

er aquilo que iria acontecer com ele mesmo né vejam vocês que interessante que eh quando Sócrates estava Para Morrer ele havia sonhado com esse espírito né uma mulher com a túnica branca que vinha até Sócrates dizia né que ele iria morrer daqui TRS Dias enfim então a intervenção dos espíritos na vida de Sócrates era uma constante né mas Sócrates via ISO uma étic mediunidade empregada como orc primem consar o sua e era isso que Sócrates ensinava a seus discípulos através da maiêutica chegar uma reflexão sobre o que é o bem o que é o mal o que é o certo no momento o que é o ético através da reflexão claro que para isso nós podemos contar com o apoio dos Espíritos mas se os espíritos fizessem tudo por nós né não haveria verdadeira evolução porque eu tava fazendo isso ou aquilo em função né de que o espírito havia me Med dito né e não é para isso enfim mas vamos ficando por aqui vamos chamar o nosso querido já já para trocarmos uma ideia muito bem senhor Tiago muito bem Tiago eu tava aqui pensando o pessoal não colocou nenhuma questão ainda né que ainda dá tempo Eh tava pensando aqui o seguinte uma verdade ela não vai deixar de ser verdade só porque eu não consigo entendê-la né Eh então a questão relacionada à mediunidade se é uma lei a existência da comunicabilidade entre os dois planos eh eu posso não entender como se processa mas que existe existe né então Você colocou aí alguns pontos de contato do de Sócrates em relação ao entendimento que ele tinha da comunicabilidade entre os dois planos agora o que que você diria assim de que de repente um entendimento poderia não ser tão completo como o que a gente tem hoje E aí eu vou mais além o que a gente tem hoje de entendimento sobre a mediunidade é o ponto final da história eu vou começar por aí pela última Com certeza na o ponto final eh Deni ele diz que eh na obra no invisível ele fala que ele se utiliza de uma de um símbolo que eu acho muito bonito é como se fosse um continente um novo continente né E que nós estivéssemos

o final eh Deni ele diz que eh na obra no invisível ele fala que ele se utiliza de uma de um símbolo que eu acho muito bonito é como se fosse um continente um novo continente né E que nós estivéssemos apenas na praia nas praias né na exploração desse continente que é o continente do invisível então nos falta o espiritismo eh a proposta de Allan Kardec com o espiritismo é que se eh o espiritismo se tornasse uma ciência e é né de fato uma ciência de investigação eh do mundo espiritual através da mediunidade mas Allan Kardec ele deixa isso muito claro que isso deixa isso muito Claro no primeiro capítulo da obra Gênese né os caracteres da Revelação Espírita é que nós estamos ainda no princípio falta-nos muito ainda muito para entender sobre a mediunidade né E à medida que a medida que nós formos avançando nessa investigação nós teremos condições de entender melhor né Nós podemos ver que por exemplo a questões que nós vamos encontrar eh eh em no invisível nas obras nas obras de leão delin nas obras de Gabriel deland de pesquisadores Ingleses como por exemplo William crooks que nós não temos essas informações em O Livro dos Médiuns por quê Porque é uma ciência de eh é uma ciência progressiva né Nós vamos aprendendo a questão por exemplo do próprio ectoplasma né Muito embora Allan Kardec tenha lançado as bases Isso foi melhor compreendido depois e por aí vai né Nós vamos entendendo à medida que o tempo vai passando Quais são as leis que regem esse fenômeno bom sobre a questão da mediunidade a na época de Sócrates e é ela era muito mal compreendida né Não só porque nós estávamos E para isso eu acho que eh Há uma obra do Herculano Pires eh o espírito e o tempo é uma obra fantástica talvez tenha sido o primeiro ensaio de uma antropologia nós podemos dizer uma antropologia Espírita né lá ele define diversos horizontes né o horizonte em que Sócrates estava falando era um Horizonte ainda muito mágico então ele conversava com seus interlocutores que tinha uma mentalidade mágica né se

lá ele define diversos horizontes né o horizonte em que Sócrates estava falando era um Horizonte ainda muito mágico então ele conversava com seus interlocutores que tinha uma mentalidade mágica né se acreditava ainda nos Deuses se acreditavam que eles eh eh se zangam conosco né eram Deuses muito humanos muito profundamente humanos e naturalmente para você falar sobre um tema que exige um certo grau de racionalidade Em uma sociedade que é regida por esta eh eh Essa visão mais mítica dos fenômenos da natureza e sendo a mediunidade um fenômeno da natureza você encontra Sem dúvida nenhuma um impecílio né mas não é a obra do acaso que depois Sócrates ele mesmo volta né e é um dos que eh eh um dos Espíritos que vão dar comunicações né nós sabemos que ele ajudou em O Livro dos Espíritos há comunicações dele em um Livro dos Médiuns né na Revista Espírita E por aí vai então muito embora Sócrates conhecesse profundamente da mediunidade os recursos para que ele falar sobre eram limitados né porque é preciso dizer né jajá que a linguagem é com os espíritos se comunicam conosco e só para só pra gente ver né em vários momentos os próprios espíritos diziam para para Allan Kardec eh eh que não tinha linguagem adequada para nos dizer determinadas coisas não tínhamos condições não só Racionais mas também linguísticas né enfim é verdade meu amigo é verdade e e dessa mesma forma a gente poderia entender que eh não teria como a gente conseguir entender naquela época algumas outras capacidades psíquicas né quer sejam anímicas ou mediúnicas eh por exemplo a questão da Premonição como é que era vista a questão da Premonição como a gente já consegue entender hoje também dentro das nossas próprias limitações uhum Ótimo então tinha assim uma limita enorme para tratar desse fenômenos de maneira racional né que é a proposta do Espiritismo que foi a proposta de Allan Kardec então Mita das vezes nó se imaginava no passado né que como que aconteceu um fenômeno PR monitório você pegava as vísceras de um

l né que é a proposta do Espiritismo que foi a proposta de Allan Kardec então Mita das vezes nó se imaginava no passado né que como que aconteceu um fenômeno PR monitório você pegava as vísceras de um animal Olha só curioso e era as vísceras que através do da pitonisa né ou do advinho que se tirava o o que iria acontecer de futuro outras vezes se imaginava que era um pássaro alguma coisa assim né um pássaro tá sobrevoando ou pousando sobre uma casa isso pode ser seria um agouro de uma coisa boa uma coisa ruim né então Sócrates ele deixava bem claro que não tinha isso né Não Era exatamente Esses animais não eram os deuses né nós viamos hoje o chanon falando sobre isso mas eram os próprios espíritos então eh a o tempo também eh ele nos limita a compreensão eu digo o tempo assim o tempo cultural né histórico ele nos limita o entendimento de determinadas verdades espirituais né então para para tratar dessa questão da Premonição por exemplo eh para Sócrates isso era uma grande dificuldade a todo momento né a todo momento não mas ele tinha um esforço de trazer uma certa racionalidade para esses fenômenos né seja os fenômenos da própria Premonição né sobre o que vai acontecer no futuro da retrocognição do que aconteceu no passado né E tinha essa limitação porque pra mentalidade da época época tudo era regido pela vontade dos Deuses né então é um universo muito mítico muito mágico e aí nesse sentido a gente pode entender que eh se hoje em função dos avanços eh culturais eu não diria nem exatamente um avanço né mas com uma nova forma uma nova cultura eh se nos possibilita compreender melhor determinados fenômenos justamente pela capacidade de trazer racionalidade né a esses fenômenos nós podemos dizer que no futuro também nós teremos compreensões ainda mais alargadas ainda maiores né Eh eh em função de que eh a forma como o espiritismo vê né a a o mundo é que existe uma lei do Progresso claro que essa lei do Progress Essa ela não é linear né mas que é uma constante muito embora

né Eh eh em função de que eh a forma como o espiritismo vê né a a o mundo é que existe uma lei do Progresso claro que essa lei do Progress Essa ela não é linear né mas que é uma constante muito embora em determinados momentos tem uma tem uma uma uma pequena eh eu diria quase que uma parábola né que o professor José eh Jorge André perdão tem uma obra dele chamada impulsos criativos da da impulsos criativos do espírito é isso que ele diz que eh a humanidade ela sobe 2is degraus Depois desce um sobre 2 degraus Depois desce um né o nosso já já caiu então eh eh muito embora né A Lei do Progresso ela seja uma constante não significa que ela é linear né ela vai acontecendo pouco a pouco à medida que nós vamos digamos eh avançando né então Ness eh eh se hoje né em função da da dos dos próprios instrumentos de razão né Nós temos condições de entender melhor a a o fenômeno da mediunidade e significa dizer que no futuro nós teremos condições ainda melhores né enfim e naturalmente essas dificuldades que nós enxergávamos na época de Sócrates era próprio daquele tempo né daquela cultura daquele povo enfim Pois é a lei do Progresso agindo né meu amigo a lei do Progresso agindo com certeza eh mais para frente quando Sócrates se comunicar novamente a linguagem será outra o entendimento nosso também capacidade de assimilação será outra né E a minha internet aqui deu uma quedinha mas a gente voltou firme e forte meu amigo Infelizmente o tempo chegou ao fim né Nós vamos ter que encerrar por hoje mas antes você tem que dizer o seguinte haverá continuidade desse tema ou com três partes encerrou é dessa parte sobre os fenômenos psíquicos na obra de Platão sim na semana que vem nós vamos eh eh começar uma nova perspectiva que é como que Platão enxergava Deus na verdade não na semana que vem porque na semana que vem Nós faremos uma live especial sobre em homenagem né Alan Kardec E aí na semana seguinte aí sim nós retomaremos o tema isso porque Lembrando que na semana que vem a quinta-feira será o dia 3 de

que vem Nós faremos uma live especial sobre em homenagem né Alan Kardec E aí na semana seguinte aí sim nós retomaremos o tema isso porque Lembrando que na semana que vem a quinta-feira será o dia 3 de outubro Dia em que comemoramos o aniversário de Alan Kardec né o nascimento de Alan Kardec examente então vocês não podem perder n semana que vem e depois no dia 10 a gente retoma com os estudos aqui de Platão e o espiritismo com o nosso querido Thiago Barbosa é isso meus amigos e vocês já se inscreveram no congresso do espiritismo.net ainda dá tempo hein esse final de semana agora exatamente já começa depois de amanhã então a gente quer ver todos vocês por lá porque vai ser um evento bastante agradável vamos receber todos com muito carinho eu estarei lá o Tiago estará lá e muitos outros companheiros para tratarmos de tema assim bastante instigante a gente vai deixar aqui no final o vídeo de convite pro congresso e Aguardamos a sua inscrição thago uma excelente noite muito obrigado Mais uma vez para todo mundo uma excelente noite também Fiquem todos com Deus boa noite tchau desde os primeiros tempos o homem percebeu que havia algo de Divino e superior algo que transcendia a sua compreensão observando os fenômenos da natureza o provou em a tempestade a luz e as trevas com um sentimento de perplexidade e reverência nasce oculta as forças da natureza e mais adiante as primeiras religiões politeístas Abraão saindo de ur na caldeia vai para a terra de Canaã E lança as bases do monoteísmo Moisés apresenta-nos os primeiros rudimentos da Lei Divina Jesus O Enviado Celeste canta o paizinho de amor e misericórdia passados dois milênios a humanidade encontra nar razão uma conquista e um instrumento de evolução mas o homem ainda se faz perplexo frente às estrelas e nos momentos de dor e luto ou na alegria do nascimento do rebento frágil e pequeno em seus braços deixa seu pensamento sem embriagar até a inteligência Suprema a causa das causas há como aliar razão e fé para entender e

e luto ou na alegria do nascimento do rebento frágil e pequeno em seus braços deixa seu pensamento sem embriagar até a inteligência Suprema a causa das causas há como aliar razão e fé para entender e reverenciar Deus e o espiritismo o que tem a dizer é pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema religião Fé e Razão diante da imortalidade no quinto congresso do espiritismo.net nos dias 28 e 29 de setembro de 2024 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bar congresso n

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