A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 9ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá, meus amigos. Muito boa noite. Sejam bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo, que é uma produção do espiritismo.net em parceria com a FEBTV, com a TVE e retransmitido também por alguns outros canais parceiros. E hoje, hoje nós vamos retomar aquela série de estudos sobre os mitos de Platão e o Espiritismo. Hoje o nosso querido Thiago Barbosa tá aqui de volta depois de quase um mês para dar continuidade a esse estudo, não é, Thaago? Seja bem-vindo. Boa noite. Obrigado, meu amigo. Boa noite. Muito boa noite para nós. Pois é, quase um mês. Passa rápido. Passa rapidinho. Bom, e o nosso esquema é o de sempre. O Thaiago tem os primeiros 40 minutos para trazer as suas reflexões sobre o tema de hoje. Enquanto isso, vocês vão pensando em algumas perguntas. Se tiverem comentários também podem colocar aqui na área de texto, no chat, e ao final eu volto para trazer no nos momentos finais as perguntas que vocês fizerem também passarmos por alguns comentários, não é, Thaago? É isso aí. Isso aí. Então vamos lá. A palavra agora é tua, meu amigo. No final volta. Obrigado, meu amigo. Bom, minhas amigas, meus amigos, boa noite para nós. Dá o nosso boa noite para Raquel Barros. Bom, nós vamos retomar as reflexões aqui em torno da República de Platão, o capítulo sétimo, onde nós estudamos eh o mito, mas na verdade o termo correto seria alegoria da caverna. Nós iniciamos, fizemos um primeiro estudo e hoje então o objetivo é darmos continuidade, né? Só relembrando, eh, Sócrates, ele está dialogando com o irmão mais velho de Platão, chamado Glauco. Eles estão tratando da ignorância e da sabedoria e naturalmente sobre a verdade, né? Então, eh isso é um tema que é ensejado no capítulo sexto, né, desse mesmo diálogo. Na verdade são chamados de livros, né? Eh, e no sétimo, eh, Sócrates, ele vai apresentar uma alegoria para que sintetize, e, eh, e simbolize aquilo que ele está querendo dizer sobre a jornada da alma eh pela busca da verdade, né? Então, como eh na no primeiro estudo nós
ele vai apresentar uma alegoria para que sintetize, e, eh, e simbolize aquilo que ele está querendo dizer sobre a jornada da alma eh pela busca da verdade, né? Então, como eh na no primeiro estudo nós mostramos, ele traz então alguns elementos que compõem essa alegoria, né? elementos simbólicos. Claro. Então, a caverna na ao final da caverna, próximo a parede da caverna, há homens, né, eh, que estão presos e eles olham para o fundo fixamente, né, para o fundo da caverna. Eh, atrás desses homens, desses homens, há um um platô, há alguma coisa mais elevada. E a atrás dessa dessa elevação há uma fogueira e ali outros homens eles passam de maneiras que há um reflexo, né, ao fundo da caverna. E e esses homens que estão presos, olhando fixamente paraa caverna, eles imaginam que aquilo é a totalidade da verdade. Boa noite, Lina. Então, eles imaginam que aquilo é a totalidade da verdade. Então, eles ficam ali contemplando, né? Eh, então é justamente nesse ponto, a partir desse ponto. Boa noite Ana Leal querida. A partir desse ponto que nós vamos avançar, certo? Então é assim, eh, e como poderiam, observou, se são forçados a permanecer a vida toda de cabeça imóvel, né? Então eles eh eh digamos assim eh estão, entre aspas condenados a olhar fixamente para aquela realidade. Boa noite, Cláudia. Tá joia? E com os objetos que desfilam não acontece o mesmo? Eh, incontestavelmente? Se, portanto, conseguisse conservar entre si, não julgas que tornaria por objetos reais as sombras que avistasse necessariamente. E se a parede do fundo da prisão tivesse eco cada vez que um dos portadores falasse, não achas que ele só poderia atribuir a voz às sombras em desfile? Sim, por eus, disse ele, nesse caso, o glauco, né? Seguramente prosseguir, tais homens só atribuíram, atribuirão, perdão, realidade à sombras dos objetos fabricados. é inteiramente necessário. Ou seja, esses homens, então, eles imaginam que aquelas sombras, aquelas sombras, elas são a realidade, elas eh eh é a totalidade da realidade, né? Então, eles
s fabricados. é inteiramente necessário. Ou seja, esses homens, então, eles imaginam que aquelas sombras, aquelas sombras, elas são a realidade, elas eh eh é a totalidade da realidade, né? Então, eles imaginam que os sons, né, que as sombras, tudo isso é real e a realidade. Por quê? Porque naturalmente, como eles nasceram e estão ali desde sempre, eles nunca viram algo diferente. Somente isso, né? O que que é isso? Então, uma ignorância. Ignorância no sentido eh eh etimológico da coisa, né? que nunca conheceram algo diferente daquilo, é ignorária, né? Ou seja, falta de luz. Eh, eh, então, a, a, a realidade que eles veem é uma realidade obscurecida, né? E naturalmente eles imaginam que isso representa a totalidade, a realidade. Eh, agora atenção que nós vamos entrar numa parte bem interessante. considera agora o que lhes sobrevirá naturalmente se forem libertadeiras e curados da ignorância. Então, eh, Sócrates agora vai apresentar como que se daria o processo de libertação dessa ignorância, que se separe um desses prisioneiros. Agora, gente, aqui eu gostaria até de chamar atenção que muit das vezes nós já vimos narrado na internet algumas pessoas tratando do mito da caverna de maneira diferente, né? Mas aqui nós estamos numa tradução direta do grego. Tô dizendo isso porque muit das vezes há pessoas que dizem: "Ah, então um determinado prisioneiro ele se liberta e, né, e vai para fora da caverna, mas vejo que a coisa não é bem assim, né? Não é bem assim. E eu vou dar a razão do porquê. que se separe um desses prisioneiros, que o force a levantar-se imediatamente, a volver o caminho, a caminhar, a erguer os olhos à luz. Ao efetuar todos esses movimentos, sofrerá e o ofuscamento impedirá de distinguir os objetos cuja sombra enxergava pouco. O que achas, pois, que ele responderá, se alguém lhe vier dizer que tudo quanto virá vira até então eh até então eram apenas vãos fantasmas, mas que presentemente mais perto da realidade se eh eh mais perto da realidade e voltado para objetos mais
m lhe vier dizer que tudo quanto virá vira até então eh até então eram apenas vãos fantasmas, mas que presentemente mais perto da realidade se eh eh mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com maior exatidão. Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas passantes, o obrigar a forçar eh eh perdão, o obrigar a força de perguntas a dizer o que é isso? Não crê que ficará embaraçado e que as sombras que via h pouco lhe parecerão mais verdadeiras eh do que os objetos que hora lhe são mostrados? Muito mais verdadeira", respondeu Glauco. Fiquemos a eh aqui, né? fiquemos por hora até aqui. Vejam vocês, nós temos nós temos eh aqui a exposição eh do conhecimento da ascensão da alma na jornada pela busca da verdade. Espiritismo, nós chamamos isso de evolução. De evolução, né? A evolução ela obedece a leis, leis que regulam esse processo, né? Leis que se impõem aos homens para que eles cumpram o seu destino, que é o quê? alcançar a verdade através de um processo de purificação. Então, eh, quando nós, primeiro ponto aqui pra nossa análise, quando nós lemos assim que se separe um desses prisioneiros e que o force a levantar-se imediatamente, a envolver o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos à luz, ao efetuar todos esses momentos, sofrerá e o ofuscamento impedirá de distinguir os objetos cujas sombras a enxergava há pouco. Então, vejam vocês, aqui nós temos o eh eh Platão tá descrevendo a narrativa de Sócrates, que na verdade é a lógica da do conhecimento da verdade. Primeiro, nós temos uma imposição, que é o que a lei faz. Existe uma lei, ação e reação. Existe uma lei, né? E essa lei ela é soberana. Concordam comigo, né? Ou seja, eh, para que o homem conheça a verdade, a lei ela se impõe. Quando lemos, por exemplo, na obra do céu e inferno, na segunda parte, capítulo das expiações terrestres, ali nós temos vários casos que na verdade é isso, é a lei se impondo ao homem para que ele conheça a verdade, para que ele, né, o exemplo por eh eh o caso de Maxo Mendigo
ulo das expiações terrestres, ali nós temos vários casos que na verdade é isso, é a lei se impondo ao homem para que ele conheça a verdade, para que ele, né, o exemplo por eh eh o caso de Maxo Mendigo uma reencarnação anterior. Maxo mendigo era um sujeito muito abastado, rico e usou muito mal, muito mal esses recursos, sendo tirando déspota e profundamente egoísta. Depois disso, ele reencarna e vai ser um mendigo que inclusive vai se tornar pedinte justamente do castelo que era posse dele. E aí Allan Kardec eh, dialogando com ele, percebe que aquilo fez o quê? que ele conhecesse a verdade, a a qual que era a sombra que pairava sobre o maxo mendigo, o egoísmo, a vaidade. E depois ele viu a luz, que luz foi essa? Da caridade, da humildade, do despojamento dos bens materiais. Mas para isso a lei teve que se impor, porque senão ele iria ficar, né, eternamente ali olhando pra parede. Qual é a melhor forma de conhecermos a verdade? Algum alguns podem dizer: "Bom, é estudando, mas se fosse assim, nós temos pessoas que conhecem muito, mas mesmo assim não vivem a verdade. a verdade aqui, né, que daqui a pouco nós vamos tratar do sol, que é a representação dessa verdade, que na verdade é a representação do bem, né? Eh, eh, em boa parte das obras, dos diálogos platônicos, o sol, a luz é representação do bem, porque a verdade para Platão é o bem, não é um conhecimento. Porque veja, muitas vezes até no próprio campo do espiritualismo, muitas pessoas, inclusive com essa onda coaching, né, de venda, de curso, não sei o quê, promete que as pessoas vão espiritualmente conhecer uma verdade que outras pessoas ignoram, né? como se fosse algo assim que iria revelar um código secreto. Gente, isso simplesmente, me desculpem, não existe. O que há, na verdade, né, esse grande código secreto, na verdade, é o bem. E como é que se conhece o bem vivendo o bem? Só que muit das vezes nós estamos na caverna e a lei ela tem que nos retirar para que conheçamos o bem. E muit das vezes aí, por isso que existe a lei de ação e
o é que se conhece o bem vivendo o bem? Só que muit das vezes nós estamos na caverna e a lei ela tem que nos retirar para que conheçamos o bem. E muit das vezes aí, por isso que existe a lei de ação e reação. Uma vida, eu estou numa posição ignorando a verdade. Veja, Max, o mendigo, quando ele era esse senhor, don de muitas posses, de muitos recursos, ele não fazia isso exatamente porque ele era mau. A ação era má, mas isso não significava necessariamente que Max era um sujeito mal. Porque mal em espiritismo é diferente de ignorância. Há muitas pessoas que praticam mal em função da ignorância. E aí o que que a lei faz? coloca numa outra posição justamente eh eh digamos justa aposta, né? A as a antítese a eh distinta proporcionalmente inversa àquela que ele estava para que ele atravesse uma experiência que ele entenda. Essa é a relação inclusive entre aqui nesse diálogo. Boa noite, Gisele. Entre luz e sombra. Entre luz e sombra, não é? Agora, outro ponto que nos chama atenção, isso é um processo. É todo um processo. Por quê? Então a lei se impôs aí e levantaram imediatamente envolveram o pescoço, caminharam a erguer os olhos à luz. Ao efetuar todos esses movimentos, sofrerá o ofuscamento e o impedirá de distinguir os objetos cuja sombra enxergava há pouco. Então, vejam você, Sócrates está dando aqui para nós um processo. Primeiro ele vai ver a luz, ou seja, viu essa luz. O que que vai acontecer? Como ele estava na sombra, a consequência de ver a luz, que é a antítese da sombra, é o quê? O ofuscamento fica cego, né? E isso se dá, gente, isso se dá eh eh nós podemos dizer que esse ofuscamento é uma das etapas do processo da jornada da alma na busca da verdade, ou seja, na busca do bem. né? Ou seja, vamos vamos dar aqui alguns exemplos, né? Uma das formas, Deus se utiliza de diversos mecanismos para que os homens, tanto no sentido individual quanto coletivo, eles percebam, eles conheçam. Claro, depois que eh depois que o homem conhece, é a primeira etapa, né? A segunda é o quê?
os mecanismos para que os homens, tanto no sentido individual quanto coletivo, eles percebam, eles conheçam. Claro, depois que eh depois que o homem conhece, é a primeira etapa, né? A segunda é o quê? Viver. Depois que ele vive, aí nós podemos dizer que num processo de síntese, né? Ele adquire sabedoria, mas primeiro, claro, ele tem que conhecer. Então, vejam vocês, eh, Deus faz isso através da própria lei, né, e outros mecanismos, como por exemplo, grandes missionários. Eles fazem muit das vezes esse processo de ofuscamento, né, que é o quê? Nós imaginávamos até então que só existia uma realidade, a realidade que nós estávamos vivendo. Aí alguém chega e diz: "Não, existe uma outra realidade que é a função do missionário". E aí nós ficamos o quê? Ofuscados. Isso é uma coisa muito interessante que é o seguinte mecanismo. Nós achamos que conhecemos. Aí nesse processo de ofuscamento, a gente se vê ignorante. Aí a gente vai novamente conhecendo aquilo que nós ignorávamos. Depois a gente percebe que aquilo ainda não é tudo. E aí a gente percebe que somos ainda mais, que ainda continuamos ignorantes. Então isso explica as nossas reações diante das grandes almas. Por que que a maioria dos grandes missionários eles sofrem, penam em nossas mãos? Porque a luz deles nos ofusca até que consigamos nos adaptar. E esse processo de adaptação à luz deles é o quê? Nesse sentido, por vezes demora reencarnações e reencarnações, que é o processo de então começarmos a viver aquilo. Então, eh eh é muito natural e esperado isso. Nós que estamos ainda na caverna, digamos, né? Nós que ainda estamos nessa caverna, a o nível nosso de ignorância ainda é muito grande, né? E por isso que nós somos seres, né, ofuscados pela luz divina. Ou seja, aquela confusão, o que que é o ofuscamento? A pessoa não consegue enxergar direito. Mas isso, o resultado não é parecido, Thago, com aqueles que imaginavam. Não, não é, porque aí ele toma consciência que não está enxergando direito. Deu uma ideia? Se vocês já fizeram isso, né? Se
to. Mas isso, o resultado não é parecido, Thago, com aqueles que imaginavam. Não, não é, porque aí ele toma consciência que não está enxergando direito. Deu uma ideia? Se vocês já fizeram isso, né? Se está um local bem escuro, por exemplo, né? Às vezes no cinema, se alguém ligasse uma luz, né, repentina ali, como é que ficaria os seus olhos? Teria um processo. Primeiro ficaria ofuscado até que fosse se adaptando. Um outro ponto relevante para nós pensarmos é o seguinte. Isso significa, gente, isso significa que há um digamos um processo. Ninguém vai conhecer a verdade de um dia para outro, gente. Ninguém vai conhecer. Outro ponto é o seguinte. Muit das vezes nós somos muito apegados às nossas ideias, as nossas convicções, como se aquilo fosse a grande verdade. Inclusive, já perceberam que muit das vezes nós queremos ditar como os outros têm que viver. Tamanha é a nossa ignorância. E nós imaginamos que o nosso modo de viver é tão bom que todo mundo tem que viver da mesma forma. E aí para nós espíritas, nós temos que meditar da seguinte forma. Bom, primeiro existe um caminho que vai da ignorância e à perfeição. E sejamos sinceros, nós estamos mais próximos da perfeição ou mais próximos da imperfeição? Que que vocês acham, hein, gente? Vocês acham que nós estamos mais próximo do ponto inicial ou do ponto de chegada? Me parece que mais do ponto, né, inicial. Isso fica evidente quando lemos o capítulo 3 de o Evangelho Segundo Espiritismo, o item Progressão dos Mundos, que é uma comunicação do Espírito Santo Agostinho. E Santo Agostinho vai classificar a gradação dos mundos, a progressão dos mundos. Mundos primitivos, mundo de provas e expiações, mundo de regeneração, mundos felizes e mundos celestes. Então, veja, são seis etapas, não é isso? Nós estamos na segunda, minha boa gente, na segunda. E muit das vezes nós achamos que aquilo que nós conhecemos é a última, como se diz, a último bolacha do pacote, né? Nossa, eu sei, né? Que na verdade representa o quê? a caverna que nós
e, na segunda. E muit das vezes nós achamos que aquilo que nós conhecemos é a última, como se diz, a último bolacha do pacote, né? Nossa, eu sei, né? Que na verdade representa o quê? a caverna que nós estamos. E é por isso que nós somos tão intolerantes. Quanto mais intolerante, mais na caverna nós estamos, mas na caverna nós estamos. Quanto mais tolerante, significa que nós estamos o quê? despertando, porque o intolerante, ele acha que já sabe de tudo. Ele acha que aquilo que ele faz, a forma como ele vê o mundo, é a realidade, é a suprema perfeição. É ou não é? Então, gente, uma das coisas que é assim no nosso caminho espiritual, o que é fundamental é a tolerância, né? É a tolerância. Então, nós precisamos eh eh assim, um dos mecanismos, digamos, para sairmos dessa caverna interior é justamente eh eh esse aprendizado que é tão fundamental em torno da tolerância. Porque inclusive, gente, vejam vocês o que que aconteceu com os grandes missionários. Jesus recebeu a cruz, né? Sócrates a cuta na idade média, um João Russo foi pra fogueira, um Giordano Bruno foi pra fogueira. E uma das características dessa caverna é que nós somos mais apegados à aparência do que a essência em tudo. Por que que nós somos tão apegados aos bens materiais? Porque isso eh aparentemente dá um ar de distinção para nós, como se nós fôssemos especiais. Mas é verdade, é só uma forma de preencher o vazio que há. em nós, né? Então é natural esse processo de ofuscamento. E isso é bem simbólico, bem simbólico. Se se formos analisar a jornada de Saulo a Paulo, foi bem essa, né, gente? Quando ele imaginou que estava cego, aí que ele estava começando o quê? A enxergar. Concorda comigo? que é a é o mesmo movimento que a que eh Sócrates está apresentando aqui para nós, né? Ele estava fixado na ignorância ali da caverna e quando ele vê a luz, ele ofusca. Mas aí ele entende que há a luz e que ele estava nas trevas. E aí Saulo percebe que ele, né, estava cego, mas estava vendo de maneira diferente a partir de
a caverna e quando ele vê a luz, ele ofusca. Mas aí ele entende que há a luz e que ele estava nas trevas. E aí Saulo percebe que ele, né, estava cego, mas estava vendo de maneira diferente a partir de então. E aí que tá a grande questão, porque ele percebe o quê, gente? No caso de Saulo, que ele só tava enxergando as sombras, não é? Ele só estava enxergando as sombras da quando ele, enquanto Saulo, ainda olhar para o Cristo, ele só tava vendo as sombras, ele não tava vendo a realidade. E aí quando ele tem contato com a luz, o que que acontece? ele foi ofuscado. É o mesmo movimento que eh Sócrates tá apresentando aqui para para Glaucco. Então, muit das vezes, porque isso é o quê, gente? É quando a gente percebe a nossa ignorância. A grande questão quando a gente acha que, nossa, eu sei tudo, né? Eu conheço tudo. Nós estamos olhando ainda paraa parede da caverna. É quando a gente percebe que foi ofuscado pela luz, aí sim que é a ferida. Toda alma em ascensão é uma alma ferida, né? Essa ferida que faz a gente o quê? Despertar. Aqui, ó. Sim. Eh, isso é um simbolismo para a dor. O que que a dor faz em nós? Ela faz com que a gente o quê? Desperte. Olha como que fica bonito essa essa alegoria de Platão, né? O mito da caverna. Eu separei um trechinho do nosso querido e amado Deni, que ele fala sobre a verdade, que serve muito para nós. Eu adoro esse trechinho, tá no depois da morte. Ele diz assim: "Olha só que bonito, a verdade é comparável às gotas de chuva que oscilam na extremidade de um ramo, enquanto aí ficam suspensas, brilham como puros diamantes aos raios do sol. Desde, porém, que tocam o chão, confunde-se com todas as impurezas. O que nos vem de cima mancha-se ao contato terrestre, até mesmo ao seio dos templos levou o homem à suas eh compupisciências e misérias morais. Por isso, em cada religião, o erro está no apanágio da terra, mistura-se com a verdade estes, este bem dos céus. Então, veja, nesse processo de conhecimento da verdade, vamos supor, um missionário,
s. Por isso, em cada religião, o erro está no apanágio da terra, mistura-se com a verdade estes, este bem dos céus. Então, veja, nesse processo de conhecimento da verdade, vamos supor, um missionário, Jesus, né? O o eu vejo que muita gente hoje em dia fala assim: "Olha, Jesus é um cara muito legal, o problema tá tá no fã clube, né? E é verdade, por é é isso que Den tá mostrando para nós. A verdade é como aquele aquela gota de chuva que vem do quê? Do céu e reflete o raio do sol. Olha só que bonito essa esse simbolismo que Den trouxe. Só que quando isso cai no solo, vira o quê? Lama, não é? É. Mais ou menos isso que acontece quando enviado um grande missionário como Jesus, por exemplo, nós, né, emlameamos com as nossas paixões. Esse é um dos processos, inclusive do ofuscamento. Então, é, esse processo do ofuscamento é um processo muito lento. Às vezes a gente acha que tá enxergando direito, aí depois a gente descobre que não. Aí tem que melhorar, ampliar o olhar, não é? Já quem quem usa óculos e foi a oftalmologista para tocar o a lente, às vezes ele acha que tá uma lente muito boa, aí depois já descobre que tem outra melhor e que tem outra melhor até que chega em uma perfeita que é o quê? é um processo gradativo. Então, o de cima, veja vocês, com de baixo, céu e terra, luz e trevas, eh, são coisas distintas, mas que elas precisam se tocar para que haja o processo de evolução do espírito. E nesse processo de tocar que a gente pode chamar dessa ferida. né, espiritual que a gente atravessa, que muit das vezes no olhar do agora parece algo muito ruim, muito ruim, né? Mas que com o tempo nós vamos e e a gente vai ver isso na na próxima semana, né? Com o tempo nós vamos nos adaptando e incorporando esses valores e a luz não mais fere os nossos olhos. E aí nós nesse nesse momento nós começamos a enxergar as coisas tal qual elas são. E aí aquilo que muit das vezes nós éramos apegados da gente descobre que aquilo era tudo transitório. E o que de fato nós temos que dar valor é aquilo que é
mos a enxergar as coisas tal qual elas são. E aí aquilo que muit das vezes nós éramos apegados da gente descobre que aquilo era tudo transitório. E o que de fato nós temos que dar valor é aquilo que é perene. E o que é perene no campo do espírito? o bem, o amor, a justiça, ou seja, a verdade, né? A verdade. Tá certo, gente? Bom, vamos ficando por aqui e vamos chamar o nosso querido já, né, para eh batermos um papo e conversarmos se tiver alguma questão, né? Pois é. E não é que o homem caiu, ó. Bom, eh, a gente agradece aí o Thago, né, por essas reflexões muito boas mesmo. Eh, temos aqui algumas questões, mas a gente tem que esperar por ele, né? Afinal de contas, ele é quem fez o estudo. Mas desde já vamos agradecendo, né, além das pessoas a quem ele cumprimentou. A gente viu aqui que chegou também a Soraia. Boa noite, seja bem-vinda, minha amiga, ao nosso estudo. Chegou aqui também a Dari Luci Figueiredo. Seja bem-vinda, minha amiga. Pois é. Vamos ver se tem alguma mensagem dele aqui. De repente pode ter faltado duqua, porque ele tá demorando muito a voltar, né? Caso ele não volte. Ah, tá vindo aí. Voltou. O que que houve? Não, eu apertei o botão errado aqui, entendeu? Ah, meu Deus. Desculpa, gente. É o Thiago sendo Thago. Pois é. A gente a gente agradeceu a você, mas você não tava aqui. Cumprimentamos o pessoal que a gente ainda não tinha falado. E aí, Thaago? A Lina fez uma série de comentários, perguntas ao longo do estudo. Vamos trazer aqui algumas questões até se talvez você já tenha respondido ao longo do próprio estudo, mas aí a gente vai ouvir de novo você, né, que é sempre bom dar uma aprofundada, né? Ela diz assim: "Sim, a lei é soberana, assim, tudo que a transgride causa malefícios e sofrimentos em geral, correto? Aham. É, é, essa é uma questão muito boa. Pelo seguinte, gente, eh a lei ela é, digamos assim, uma lei eh de correção, né? Leon Deni no problema do C, eh, ele chama uma lei de regulação, ou seja, ela regula, né, o objetivo, a finalidade não é o sofrimento. Nunca,
eh a lei ela é, digamos assim, uma lei eh de correção, né? Leon Deni no problema do C, eh, ele chama uma lei de regulação, ou seja, ela regula, né, o objetivo, a finalidade não é o sofrimento. Nunca, nunca será, né? Na verdade, nós sofremos porque nós resistimos à lei. É como se fosse assim, alguém que tá nadando contra corrente, a a a possibilidade dela essa pessoa se afogar e sofrer é muito maior se ela nadasse em favor da corrente, né? Então, é é mais ou menos isso. Mas todas as vezes que nós transgredimos a lei, a lei ela se impõe, a lei é soberana. Por quê? A é a lei que faz com que os espíritos cresçam e evoluam, né? Ou seja, eh, alcance a a finalidade, que é justamente eh alcançar a perfeição, né? muuit das vezes, e isso Den trata no na terceira parte de o grande enigma, não é? Quando ele fala da lei circular, é justamente ele usa um exemplo, né, da criança. A criança é para ela andar, para ela deixar de engatinhar e andar, ela tem que fazer movimentos, que é o quê? entre o engatinhar e o andar, ela vai, né, fazendo isso e naturalmente ela cai. Nesse cair, ela se machuca. Mas é do processo. Da mesma forma que eh na nossa ignorância para conhecer a verdade, nós nos equivocamos, erramos. E a lei reage em cima de nós justamente para mostrar, olha, eh eh não é dessa forma. Se a criança ao cair ela não sofresse, né, muito provavelmente o que que ela eu vou continuar a engatinhar, né? Então, mas não é isso. Ela precisa andar, ela precisa, né, a a a o caminho que ela precisa percorrer é justamente de andar, né, para crescer, para evoluir. Então, a lei ela serve como uma força reguladora, né, eh, na direção que o espírito precisa tomar para que cresça, para aquele progrida, né? Então o sofrimento é só uma forma, porque veja, se nós não tivéssemos essa insatisfação, a gente permaneceria no mesmo lugar. Gente, é muito ruim sofrer, mas por outro lado, se não fosse o sofrimento, nós ficaríamos parados, seria um processo de paralisia, não cresceríamos, né? Então, o a a o
nte permaneceria no mesmo lugar. Gente, é muito ruim sofrer, mas por outro lado, se não fosse o sofrimento, nós ficaríamos parados, seria um processo de paralisia, não cresceríamos, né? Então, o a a o sofrimento, ele é apenas um sintoma desse crescimento do espírito, principalmente o sofrimento moral, né? Eh, almas geralmente angustiadas é um eh isso pode significar um processo de despertamento, né, e de aprendizado, enfim. Muito bem. E a Lina faz uma questão até interessante, Thago. Eh, ela diz assim: "O que nos tira da caverna não seria por um movimento individual de força de vontade? Mesmo que existam os fatores extrínsecos?" Porque aí eu até complemento, Thago. Uhum. Eh, a gente sabe que tem sempre aquele guia que nos auxilia nesse processo, né? Mas muitas vezes, mesmo que eles auxiliem, se não se a gente não quiser, a gente não vai trilhar esse caminho. Então, o que que efetivamente nos tira da caverna? Então, gente, eh eh a ignorância, né, quando nós falamos eh da caverna, né, é um processo de ignorância. Nós não conhecemos outra realidade senão essa. Da mesma forma que o espírito nos seus primeiros impulsos evolutivos, ele não conhece outra coisa no caso, né, sei lá, de eh alguém que somente caçava e coletava, né, nas primeiras comunidades. Aí alguém apresenta para ela, não, você pode também eh você pode também eh em vez de ficar sendo nômade, você pode plantar, você pode domesticar um animal, né? Claro que as pessoas, naturalmente, isso nós vamos ver um pouco mais à frente, elas podem resistir a isso. Mas com o tempo, veja o progresso, meus amigos, eh, inclusive tá dito isso na lei do progresso, eu não lembro exatamente qual a questão, mas que há aquele arrastamento. Progresso é algo inexorável. O espírito pode inclusive eh ficar paralisado até um certo ponto, porque depois isso lhe é imposto mesmo. Não se eh não significa dizer que não existe liberdade. Existe, existe sim a liberdade, né? Mas a liberdade ela é relativa. É preciso que tenhamos isso em mente. A nossa liberdade de espíritos em
smo. Não se eh não significa dizer que não existe liberdade. Existe, existe sim a liberdade, né? Mas a liberdade ela é relativa. É preciso que tenhamos isso em mente. A nossa liberdade de espíritos em um mundo de provas e expiações que está muito mais próximo do ponto inicial do que do ponto de chegada, ela é muito diminuta. Porque se nós tivéssemos uma liberdade absoluta, se hoje com essa liberdade nós já cometemos muita atrocidade, vocês imagina se tivéssemos toda ela. Então a lei ela reage. A grande questão que nós e eh muit das vezes isso nos é imperceptível, mas novamente isso isso não significa dizer que então nós somos joguetes dessa dessa força, né? Não, nós temos a liberdade, mas a liberdade, veja, é como se fosse assim, a nossa liberdade é essa. Então eu meu ponto de ação é aqui. A medida que o espírito vai crescendo, a a, né, esse ponto de flutuação da consciência do espírito para agir de acordo com seu juízo, ele vai aumentando, né? De maneiras que, voltando paraa questão da Lina, existe sim eh eh ação do próprio espírito, mas existe também a ação da própria lei. Vocês querem ver uma coisa? Nós estamos no mundo um de provas e expiações. Nó o nosso campo de ação é esse, o mundo de provas e expiações. Se eu quiser ir para um mundo celeste, eu posso? Não posso. Se eu quiser ir para um mundo feliz também não posso. O mundo regenerado, ainda não tô preparado. Isso é uma forma que a lei age sobre nós. Então nós temos essa condicionante que é essa escola. Nós só conseguimos agir aqui. Agora, claro, à medida que nós vamos melhorando, naturalmente essas condições também. E o próprio espírito, ele vai tendo condição, né, de de expandir isso, mas principalmente, né, nos pontos iniciais, é só a lei agindo, gente. O espírito não tem nem consciência de si, ainda mais para, né? Então, existe liberdade, sim, é uma liberdade, resumindo a coisa, uma liberdade eh uma liberdade eh que não é absoluta, ela tá condicionada a meu grau de evolução, né? E existe naturalmente a
ara, né? Então, existe liberdade, sim, é uma liberdade, resumindo a coisa, uma liberdade eh uma liberdade eh que não é absoluta, ela tá condicionada a meu grau de evolução, né? E existe naturalmente a imposição da lei. Existe a imposição da lei, né? Não significa que essa imposição é alguma coisa que, digamos assim, ah, eu não tenho liberdade de fazer nada, então não tem, mas é uma é uma é uma é uma estrutura muito refinada, né, em que há liberdade do espírito, mas ao mesmo tempo há imposição da lei. Muito bem, senhor Thiago. Muito bem. Bom, meu amigo, não temos aqui mais nenhuma pergunta, as pessoas agradecendo, evidentemente, né, falando do espírito muito esclarecedor, muito interessante. Então, é um convite para semana que vem. Semana que vem, a pergunta que a gente faz é: semana que vem você estará aqui, senor Thiago Barbosa? Acredito que sim. Então, tá bom. para que a gente possa dar continuidade a a essas questões e a e a esse mito, né, para que a gente possa mergulhar. E é interessante, né, Thaago, porque eh conforme a gente vai mergulhando no estudo, parece que as coisas vêm assim, né? Eu acompanhava a sua fala e eh foi muito interessante porque eu fiz a enquanto você tava falando lá no início, a relação com Paulo. Aí depois você vem e fala do Paulo, né? Uhum. E é bem assim, porque como é um processo dentro da lei, então ele vai acontecer eh com todas as pessoas. Cada um tem o seu momento, cada um tem o seu tempo, né? Eu deixo agora então, meu irmão, as suas reflexões finais, a sua suas palavras finais para o estudo de hoje. Muito bem. Não, é só agradecer, né, sem dúvida nenhuma, agradecer e que possamos na busca da verdade, né, entender sempre que ela é algo interior e não exterior. É algo que exige nós uma tolerância. né? Porque num mundo onde, principalmente hoje, onde tantas pessoas têm eh ditam o melhor modo de viver, a melhor religião, né? A a e é tão interessante porque se a gente parar para pensar de maneira racional, cada um tem uma forma de ver distinta que é a melhor. E muitos dizem
am o melhor modo de viver, a melhor religião, né? A a e é tão interessante porque se a gente parar para pensar de maneira racional, cada um tem uma forma de ver distinta que é a melhor. E muitos dizem que a sua é a melhor, né? Então, qual é a melhor, né? Eh, e para isso nós precisamos de um grau de tolerância para alcançarmos essa compreensão, nãoé? E por isso que a grande verdade é o amor, porque o veja, a as grandes almas elas não propagam uma verdade, elas vivem uma verdade, né? E e o convite então é para que aquilo que nós estamos pregando como uma grande verdade nos esforcemos de fato para viver, né? E porque é só quando nós vivemos que nós começamos a sair dessa caverna. É isso aí, meu amigo. Muito obrigado. Então, mais uma vez. Semana que vem, então, estaremos de volta convidando então os nossos queridos amigos a se fazerem presentes de novo aqui. Para você que tá assistindo depois, obrigado também por ter acessado esse vídeo. Se quiser fazer seu comentário, sua pergunta também pode deixar aí que quem sabe o nosso querido Thago responde, né, a você também. Tá certo, amigos? Uma excelente noite, Thago. Mais uma vez, muito obrigado. Fiquem todos com Deus e até a próxima. Tchau, tchau, tchau, tchau, gente. O espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lionês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de
o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. espiritismo.net/congresso. Congresso.
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