A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 5ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá, pessoal. Boa noite. Boa noite para todo mundo que tá chegando agora para acompanhar conosco mais uma edição do programa A Força do Espiritismo, uma produção do Espiritismo.net em parceria com a TVERGE, com a FEBTV e também eh retransmitido por outros canais parceiros. E hoje nós vamos retomar aquela nossa série de estudos com o título Os mitos de Platão e o Espiritismo. Hoje é o quinto episódio. E quem é que tá com a gente hoje aqui retomando esse estudo? Nosso querido Thago Barbosa. Boa noite, meu irmão. Boa noite, Sjá. Tudo bem, amigo? Tudo ótimo. Graças a Deus. Vamos em frente, né? Vamos com mais eh um episódio dessa série Os mitos de Platão e o Espiritismo, deixando aqui o convite para o pessoal que tá acompanhando a gente para que possam fazer as suas perguntas nesse primeiro momento em que o nosso querido Thago vai ter a palavra por uns 40 minutos mais ou menos. Façam seus comentários, façam as suas perguntas que na volta ao final, quando eu voltar a gente coloca essas questões por aqui, tá bom? Meu amigo? A palavra então agora é tua. Lembrando também que o pessoal que tá de casa ou de casa que vai assistir depois que vai assistir depois podem fazer seus comentários também, tá bom? É isso, meu irmão. A palavra é tua agora. Vamos lá. Vamos lá. Minhas amigas, meus amigos, boa noite para nós. É uma alegria estar por aqui retomando as reflexões em torno dos mitos de Platão. E hoje nós vamos dar sequência ao mito de er. Nós começamos na semana retrasada, não é? E, portanto, nós vamos continuar só para dar um pegarmos o fio da meada, o mito de é eh é um diálogo, é uma é uma, digamos, uma reflexão que Sócrates vai propor para Glau, que é o seu interruptor. né? E ele vai explicar, digamos, o destino da alma após a morte. O intuito, como toda, basicamente o cerne da obra pública, é retratar a justiça eh nas suas mais variadas possibilidades e formas, né? Além, claro, de e o próprio título denuncia, eh, de tratar do estado ideal, de como que os filósofos, né, os
a obra pública, é retratar a justiça eh nas suas mais variadas possibilidades e formas, né? Além, claro, de e o próprio título denuncia, eh, de tratar do estado ideal, de como que os filósofos, né, os filósofos no sentido platônico e não exatamente o sentido que comumente nós empregamos, o como o amante do saber, né, mas aquele que não só sabe, mas eh primordialmente ele vive aquilo que sabe, né? Portanto, o filósofo seria eh um ser, digamos, esclarecido no sentido idealístico da palavra, né? Eh, ou seja, traduzindo para nós espírita, seria um ser mais evoluído, né? Tanto do ponto de vista intelectual quanto do ponto de vista moral. E qual seria a justiça das almas após a morte, né? Esse é o ponto que nós chegamos. Na verdade, é o está o Mité está na última no último livro, né, da República. É dividido. Na verdade, quando nós falamos livros, é só porque na antiguidade não era assim, não é? um um livro impresso, eram rolos. Então, tem um primeiro rolo, segundo rolo, terceiro rolo. E cada rolo desse, na verdade, era um livro, né? Por isso que os livros antigos e também, principalmente, eh, digamos, na Idade Média, isso também foi empregado, né? as obras de Santo Agostinho, São Tomás de Quino, são divididas assim, mas principalmente na modernidade, né? Eh, se eh foi um consenso de utilizar esse método, enfim, mas isso aí é só uma mera eh eh curiosidade. Mas o fato é que eh então Sócrates está em diálogo. Eh, boa noite, Jovita. eh está em diálogo com Glauco justamente para retratar, né, essa questão da do destino das almas e da justiça, né? Eh, boa noite, Lina. Eh, também empregado às almas, né? Porque veja, a a uma das questões que está em jogo aqui é a seguinte. Bom, a gente inclusive isso a gente retratou, né, na alegoria, eh, a, eu acho que nós já retratamos, enfim, mas o fato é que o fato é que eh aqui muuit das vezes a gente pensa assim: "Bom, a justiça não é empregada para muitas pessoas, às vezes muitas pessoas mais, né, eh, fazem tanta tantas coisas terríveis e horríveis e não se vê
que eh aqui muuit das vezes a gente pensa assim: "Bom, a justiça não é empregada para muitas pessoas, às vezes muitas pessoas mais, né, eh, fazem tanta tantas coisas terríveis e horríveis e não se vê justiça para elas, né? E aqui então Sócrates está querendo demonstrar que a justiça eh além de ser um conceito moral que deve ser vivido e, né, eh por todos aqueles que de fato amam e a filosofia, mas ela também se dá numa outra ordem de experiência, que é justamente após a morte, né? mas que essa justiça ela não é, digamos, um fim em si mesmo, ela é um meio. É um meio para quê? Um meio para aprimorar as almas. E aí que entra justamente o mito de é porque como nós vamos ver, muito provavelmente, eu acredito que nós não vamos chegar nessa nesse ponto hoje, eh, a nós sabemos que Platão e Sócrates, naturalmente, eles eram reencarnacionistas, não é? E que essa justiça era empregada não só após a morte, mas em outras vidas. o que justificaria a multiplicidade de condições existenciais que nós encontramos na Terra. Claro que isto não justifica muitas injustiças, como, por exemplo, as sociais, econômicas, né? enfim, uma variedade de injustiças que os homens promovem aqui na Terra, mas que eh do ponto de vista idealista isso tudo se harmoniza, porque pode sim e há injustiça do ponto de vista humano, mas do ponto de vista divino não há, porque tudo isso é empregado em favor e para o aprimoramento das almas, não é? Eh, então isso é é um é um ponto. E aí que entra o mitier. Bom, só para retomarmos, portanto, o fio da meada, eh, Sócrates está narrando a Glauco que houve em uma batalha um guerreiro chamado É, né? E este guerreiro, ele eh foi encontrado aparentemente morto, né? visto que já havia se passado 10 dias e ele estava ali, né? E de repente ele retoma a vida e nisso que ele retoma a vida, né? ele narra todas as suas, digamos assim, peripécias que lhe aconteceu do lado de lá, né, na vida do além túmulo. Eh, então ele diz que eh se percebeu subindo junto com, né, uma quantidade
a a vida, né? ele narra todas as suas, digamos assim, peripécias que lhe aconteceu do lado de lá, né, na vida do além túmulo. Eh, então ele diz que eh se percebeu subindo junto com, né, uma quantidade grande de outras pessoas e que essas pessoas elas eram julgadas, as pessoas que eram boas, elas iam, né, à direção, digamos, do céu, portanto elas iam para a direita e aquelas que haviam eh praticado coisas não tão boas assim, elas iam para a esquerda e ali elas sofriam a penalidade num período de mais ou menos 1000 anos, né? Então é justamente nesse estágio do mito que nós estamos. É um mito extenso, né? Eh, nós chamamos mito, mas no caso de é uma alegoria, né? Ou seja, eh eh é como se de fato fosse justamente uma parábola que Jesus ele pegava um conceito e transformava isso numa história para se tornar inteligível, né? Dar dramaticidade e praticidade para aquele conceito, né? Então, quando Jesus fala, por exemplo, do reino de Deus, do reino dos céus, né? eh ele narra, nós temos várias parábolas sobre o reino dos céus, né? Enfim, então, eh, é mais ou menos isso. É neste ponto que nós estamos até aqui, gente. Tranquilo. Bom, agora nosso querido Sócrates vai narrar, vai narrar eh o destino de Ardieu, que foi um tirano na Grécia, na Grécia antiga, nenhuma cidade estado, né? Então, é isso que que nós vamos eh ler agora, né? Eu acredito que vá dar para nós chegarmos à metade desse mito, dessa alegoria, que é justamente aquilo que nós chamamos, né, da roda da fortuna, né? É uma ideia que vez outra ela sempre aparece, né? Mas ela, o esse conceito tá aqui, né, que na verdade tá em relação com a escolha das provas. É um outro conceito que o espiritismo traz e que tem muita relação, tem ponto de contato, perdão, com a obra de Platão, né, a roda, eh, de da fortuna, que vai aparecer em Boécio, vai aparecer na Cabala, né, enfim, bom, na obra de Plotino também, né? Então ele vai dizer o seguinte: eh, de piedade e impiedade para com os deuses e perdão, eu tava lendo do ponto errado,
em Boécio, vai aparecer na Cabala, né, enfim, bom, na obra de Plotino também, né? Então ele vai dizer o seguinte: eh, de piedade e impiedade para com os deuses e perdão, eu tava lendo do ponto errado, ele mencionou que estava presente quando um dos espíritos, né, um daqueles espíritos que estavam com ele naturalmente, né, e novamente, só para ficar claro, é, ele não havia morrido, né, mas ele foi, digamos assim, eh foi pedido né? Os deuses, entre aspas, né? Pediram que ele descesse até ousades, visse tudo e depois retornasse e contasse aos homens, né? Digamos assim, uma espécie André Luiz da antiguidade, não é? Então, muito bem. Ele mencionou que estava presente quando um dos espíritos perguntou a outro: "Onde está Ardiu, o grande? Bem, este Ardeu viveu 1000 anos antes da época de É. Ele foi tirando de alguma cidade da Panfilha. Assassinou seu pai idoso e seu irmão mais velho e dizem que cometeu muitos outros crimes abomináveis. Do outro espírito, ouviu, ele não vem para cá e nunca virá. Está, disse ele, foi uma das cenas terríveis que nós temos testemunhado testemunhas, eh, perdão, que temos testemunhados. Estávamos na estrada da caverna, na entrada da caverna. E tendo completado todas as nossas experiências, estávamos prestes a a reacender quando de repente apareceu o Ardeu e vários outros, a maioria dos quais eram tiranos. E haviam também, além dos tiranos particulares, que havíamos sido grandes criminosos. Eles estavam, como imaginavam, prestes a retornar ao mundo superior. Mas a boca, em vez de admiti-lo, deu um ruído. Sempre que algum desses pecadores incuráveis, o alguém que não foi suficientemente punido, tentou as acender. E então homens selvagens de aspecto ingênuo que estavam por perto e ouviram o som. Os agarraram e carregaram, e Ardeu e outros amarraram a cabeça, pé e mão, jogaram-no esfolaram-no com açoites e arrastaram-nos ao longo da estrada ao lado, eh, perdão, cardando-os em espinhos com lã e declarando aos transeontes, quais eram seus crimes e que estavam sendo levados para seres
aram-no com açoites e arrastaram-nos ao longo da estrada ao lado, eh, perdão, cardando-os em espinhos com lã e declarando aos transeontes, quais eram seus crimes e que estavam sendo levados para seres serem lançados no inferno. E de todos os muitos terrores que eles suportaram, ele disse que não havia nenhum igual ao terror que cada um deles sentiu naquele momento, para que não ouvissem a voz. E quando havia um silêncio, um por um, eles subiam com grande alegria. Eh, essas disse é eram as personalidades e retribuições e haviam bênçãos igualmente grandes. Bom, na verdade aqui, não é, gente? Eh, trata-se apenas de novamente uma alegoria, né? Eh, não existe inferno, né? E como nós vamos ver essa ideia também eh eh de inferno, tal qual a a teologia cristã mais convencional acredita como um local fixo e destinado desde todo sempre para a punição das almas, né, que aí ficarão para todo sempre igualmente, né? Esse conceito não está em Platão, né? É claro que esse o tradutor aqui utilizou o termo inferno, mas é por, digamos, eh é é por aproximação. Bem, porque, né, gente, tem uma frase que eh muit algumas vezes é verdade que se diz que tradutor também é traidor, né? Mas assim, o ponto é que na obra de Platão não existe esse inferno que nós entendemos, porque a as almas elas passam um tempo ali, uma experiência e depois elas retornam, né, para uma nova vida. Isso nós vamos ver daqui a pouco. Então, elas retornam para uma nova vida, né? Então, novamente, não é um inferno que nós comumente empregamos, né? Eh, eh, aquilo que ficou convencional na teologia cristã, mais convencional, né, de um local fixo, destinado eternamente para a punição das almas, né? Enfim, então nada disso, né? nada disso. Eh, mas por outro lado, o que ele tá querendo dizer que existe um local destinado à purgação. É muito mais no sentido da da purgação do que de fato o inferno, né? O espiritismo, nós sabemos, isso tá claro na obra Céu e Inferno, não é? que não existe um local de exatamente punição, né? Eh, não existe um local de punição.
da purgação do que de fato o inferno, né? O espiritismo, nós sabemos, isso tá claro na obra Céu e Inferno, não é? que não existe um local de exatamente punição, né? Eh, não existe um local de punição. O que há, na verdade, é um estado de consciência, né? E cada estado de consciência, por exemplo, alguém que eh durante a vida ela foi muito um uma pessoa muito ambiciosa, né, que que muito egoísta também, cria tudo para si. Quando ela chega no mundo espiritual, a consciência da pessoa faz essa aferição, né? a, ao final de cada ciclo reencarna eh de reencarnação, de experiências no corpo, o espírito, ao despertar no mundo espiritual, ele toma um estado de lucidez tal, né, que a sua própria consciência o julga, o sanciona, né, e naturalmente também o pune. Então, uma pessoa, nesse exemplo que foi muito egoísta, e a sua consciência pesa e comumente, como nós, uma das leis morais que o espiritismo postula é justamente a lei de sociedade. E na lei de sociedade nós temos, digamos assim, um mecanismo que é o mecanismo das afinidades. Então, nós nos aglutinamos no mundo espiritual muito em função das nossas afinidades, das nossas tendências, dos nossos desejos. E isso é um imperativo. E com através desse mecanismo é que os espíritos se reúnem. Então, espíritos, né, quando nós falamos, por exemplo, dos suicidas e é muito famosa a obra, né, da nossa querida e saudosa Ivone da Oral Pereira, Memórias de um suicida, que é uma eh eh ele descreve o espírito, melhor dizendo, né, do Camilo Botelho e vale dizer que essa não é uma destinação fatalística, não é, né, falar isso com muita muita vem, não é uma destinação fatalística, porque eh eh nunca será o ato em si, mas será o porquê, a motivação, né? Então, de maneiras que eh a condição dos suicidas na vida após a morte, ela é muito distinta, gente, muito distinta de uma para outra. Mas o fato é que, sem dúvida alguma, eh, a nossa consciência ao apontar, né, aquilo que eminentemente naquele momento pelo menos a caracteriza, isso faz com que nós nos
ito distinta de uma para outra. Mas o fato é que, sem dúvida alguma, eh, a nossa consciência ao apontar, né, aquilo que eminentemente naquele momento pelo menos a caracteriza, isso faz com que nós nos aglutinemos. É por isso que muitos suicidas eles se aglutinam, né? Não significa dizer, portanto, que existe um local destinado aos suicidas. Não existe, gente. Não é assim que funciona a coisa, né? Não, não, não foi uma coisa criada por Deus. Ah, os suicidas vão ficar aqui, as pessoas boas, não. Mas é por esse mecanismo, né, de eh de afinidade que os espíritos então eles se aglutinam. Então, muit das vezes alguém foi muito egoísta, essa pessoa vai se aglutinar, né? E e por aí vai. Então, deu uma ideia, gente? Então, aqui eh eh Platão está se utilizando dessa alegoria para nos apresentar com a força de expressão que há uma punição ou uma sanção na vida após a morte. Por isso que eu disse no início da minha fala que eh um dos pontos eh principais, né, o um dos motivos da obra república é justamente a justiça, as suas mais variadas expressões, tempos e formas, né? Então aqui no caso tá apresentando qual foi a destinação de Ardeu, o tirano, né, de uma das cidades da Panfilha. É isso, né? Alguém que naturalmente eh está sofrendo, não é? Eh, tá sofrendo a as consequências daquilo que aqui na Terra ele gerou. né? Então, novamente, por que que tá se falando isso? Qual é a razão? É porque vejam vocês, para muitas pessoas esse conceito de justiça no mundo antigo e até hoje ele é idealístico, ele é utópico, ele não existe a não ser nenhum plano ideal, mas ele existe, só que ele se dá das mais variadas formas, né? Entende? Então, na verdade, voltando paraa visão espírita, eh a realidade da vida após a morte, ela tá muito vinculada aquilo que de mais profundo, né, eu sou ou eu sou ou melhor, eu estou. E isso eh eh digamos se expressa nas minhas ações. Se expressa nas minhas ações. Então como é que eh do ponto de vista espiritual, digamos assim, eu posso dizer eh se a vida daquele sujeito foi digna ou
isso eh eh digamos se expressa nas minhas ações. Se expressa nas minhas ações. Então como é que eh do ponto de vista espiritual, digamos assim, eu posso dizer eh se a vida daquele sujeito foi digna ou não. Ele agiu com bondade, com virtude, através das suas ações. São eh são as ações que vão dar conta disso. Da mesma forma para para Platão. Da mesma forma para Platão, né? Então existe, sem dúvida nenhuma, né? É, incontestavelmente existe uma uma justiça e é essa justiça que traça o destino dos homens, tanto na vida após a morte, quanto nas sucessivas vidas que ele irá viver, que são, né? É por isso que inclusive para o espiritismo, isso é uma coisa muito interessante em Platão também, que é o quê? A solidariedade entre as vidas. Porque o conceito espírita de reencarnação eh é diferente de alguns, não é só o renascimento das almas, tem um porquê. Qual é o porquê? Qual a razão do renascimento? o melhoramento intelectual e moral, né? Para que isso aconteça, o espírito ele tem que saber bem escolher. E para saber bem escolher, e aí está atrelado ao princípio do livre arbítrio, ou seja, arbítrio eh escolha, né? Livre arbítrio, liberdade de escolha. Então, eh eh para que eu consiga empregar bem esse princípio, naturalmente eh eu vou ter acertos e erros. Então, quando eu tenho acertos, a minha consciência aponta, ó, foi legal isso, você fez foi muito bom, mas quando eh não foi algo bom, né, a consciência vai apontar também. Aí alguém pode dizer assim: "Não, Thago, não aponta. Tem muitas pessoas que fazem coisas horríveis e isso, né? Mas nós estamos tratando da vida imortal, né? Da vida do corpo." Então, e isso fica muito claro, né? Principalmente eh nas obras de Allan Kardec, mas principalmente na obra do céu e inferno, né? eh, que é quando Allan Kardec vai analisar justamente eh todo eh eh as consequências da vida dos homens na vida após a morte. Inclusive, ele vai criar, ele vai criar não, ele vai elaborar a partir do relato dos espíritos aquilo que ele chamou do Código Penal da Vida Futura.
sequências da vida dos homens na vida após a morte. Inclusive, ele vai criar, ele vai criar não, ele vai elaborar a partir do relato dos espíritos aquilo que ele chamou do Código Penal da Vida Futura. né? E isso ele faz justamente novamente observando, conversando, dialogando com esses espíritos, né? Então, retornando à ideia espírita e também em Platão, né, que há o quê? Uma solidariedade entre uma reencarnação e outra, não é? ao, não é o acaso, não é? Uma a a aquilo que eu pratico hoje vai repercutir em outras existências, em outras vidas, né? Tanto em outras vidas, mas igualmente na condição, na minha condição, na minha condição na vida após a morte. Silvia, querida amiga, daqui a pouquinho nós vamos tratar da sua questão, tá? Pode deixar. Dá nosso boa noite também para Silvia e para Silvia Mesquita, né? Silvia Oliveira e Silvia Mesquita. Bom, gente, então vamos eh eu acho que isso ficou claro aqui, né? Essa, digamos, essa destinação, né? De Arde eu o tirano, né? o tirando eh da Pfíilha. Então, é é essa força e expressão metafórica que Platão tá empregando aqui justamente para mostrar que há sim essa justiça, que há sim essa justiça. Mas vamos continuar, vamos ver se a gente entra nessa questão, né, da escolha das provas. Olha só, ele diz assim: "Agora, quando os espíritos que estavam na Campina havia demorado 7 dias, no oitavo eles foram obrigados a prosseguirem uma jornada no quarto dia depois, né, ou seja, no 12º, ele disse que chegaram a um lugar onde podiam ver de cima linha de luz reta com uma coluna, estendendo-se por todo o cé céu e pela terra, em cor semelhante ao arco-íris, apenas mais brilhante e mais pura. Isso quem tá relatando é o é, né? A jornada de outro dia trouxe para o lugar e lá no meio da luz eles viram as pontas das correntes do céu que desciam do alto, pois essa luz é o cinto do céu e mantém unido o círculo do universo como uma como as vigas de uma tirem. Na na tirem é um navio, né? Eh, o tradutor poderia ter facilitado. Eh, dessas pontas se estende
pois essa luz é o cinto do céu e mantém unido o círculo do universo como uma como as vigas de uma tirem. Na na tirem é um navio, né? Eh, o tradutor poderia ter facilitado. Eh, dessas pontas se estende o fuso da necessidade. Eu não vou explicar essa questão da necessidade hoje, tá gente? Na semana que vem eu explico que isso aqui tem toda uma mitologia por trás, o fuso da necessidade, sobre o qual giram todas as revoluções. O eixo e o gancho desse fuso são feitos de aço e o ver, perdão, gente, vertícilo é feito parcialmente de aço e de outros materiais. Agora, o vertíelo está na forma como que com o que é usado na terra. E a descrição dele se implicava que há uma um grande vertício ocu, que é bastante escavado e nele é encaixado outro menor e outro e outro e o quarto e quatro outros, fazendo oito ao todo como eh vasos que se encaixam um no outro. Tá dando para entender essa lógica aqui, gente? Então, um vai encaixando o outro. Um vai encaixando no outro. Nós vamos explicar isso aqui direitinho, tá, gente? Pode ficar tranquilo. Hã, P. Eh, perfazendo oito ao todo, como vasos que se encaixam um no outro. Os vertíos eh mostram suas bordas no lado superior e no lado inferior. Todos juntos formam um vertícilo contínuo. Este é perfurado pelo fúo, que é conduzido para eh casa através do centro do oitavo. O primeiro mais externo, eh tem a borda mais larga, os sete internos são mais estreitos, então cada um é mais estreito que o outro. Vocês já viram, gente? Eu acho que para dar uma ideia para vocês, eu devia até ter trazido essa figura. Vocês já viram aquele objeto astronômico que tem um eixo que passa no meio de vários círculos, só que um círculo é menor que o outro, de maneiras que um gira, né, e um nenhum bate no outro. Você deu mais ou menos uma ideia? É mais ou menos isso que o Platão tá mostrando para nós, tá querendo dizer. Só que aí são como se fosse oito círculos, um vai encaixando no outro. passa, né, um um eh passa um elemento, né, que é o eixo no meio desses objetos, desses círculos,
ndo para nós, tá querendo dizer. Só que aí são como se fosse oito círculos, um vai encaixando no outro. passa, né, um um eh passa um elemento, né, que é o eixo no meio desses objetos, desses círculos, né, e um vai dançando. Vocês já viram isso? Eh, depois eu vou vou até ver se na semana que vem eu trago para ficar a figura, a ilustração para ficar mais fácil. Mas é isso, não sei se deu para compreender. Eh, a maior ou estrelas fixas é brilhante. A sétima, o sol é a mais brilhante. A oitava, a lua colorida de luz, refletindo da sétima, segunda, quinta, Saturno, eh, são na mesma cor, com mais amarelos do que os anteriores e os terceiros, né? Eh, o sexto Júpiter está na brancura, ou seja, cada um tem uma cor própria. Cada um tem uma cor própria. Agora, todo fuso tem o mesmo movimento, mas como eh como o todo gira em uma direção, os sete círculos internos se movem lentamente na outra e deste o mais rápido é o oitavo. a seguir em rapidez o sétimo. Eu eu sei, gente, que esse trechinho é um pouco mais enfadonho, mas só pra gente compreender todo o mito. Por isso que eu eu faço questão de de que vocês aprendam isso, porque na semana que vem vai entrar essa questão, com certeza não vai dar para ser hoje, essa questão da escolha das provas, tá? E o quinto que se movem juntos. O terceiro é em rapidez parecida mover eh mover-se de acordo com a lei deste movimento interno do quarto. O terceiro apareceu em quarto e o segundo em quinto. O fuso gira sobre os joelhos da necessidade. Necessidade é uma deusa, tá? Na semana que vem pode ficar tranquilo que eu vou explicar aí direitinho, tá? e tá muito relacionado àquilo que nós podemos chamar da lei dos destinos de cada espírito. É por isso que é a deusa da necessidade. Então esse fuso gira sobre o joelho dessa deusa, né? Olha só, depois tudo vai ficar claro. E na superfície superior de cada círculo há uma sirene que circula com eles, contando um único tom ou nota. Os oito juntos formam uma harmonia e ao redor em intervalos iguais. Há outro
ai ficar claro. E na superfície superior de cada círculo há uma sirene que circula com eles, contando um único tom ou nota. Os oito juntos formam uma harmonia e ao redor em intervalos iguais. Há outro bando, três em número, cada um sentado em seu trono. Esses são os destinos, né? Ou seja, as filhas da necessidade. Então, a a a filha da a necessidade que essa deusa, ela tem três filhos. Olha só que que aí vai, vocês vão ver que vai começando construir uma lógica disso tudo. Quem são as filhas? das da deusa da necessidade, que que estão vestidas com túnicas brancas e têm chapelins na cabeça, laqueses, cloto e atrópos que acompanham com suas vozes a harmonia das sereias. Eu vou resumir que já estamos chegando ao final da da nossa live, que aí depois na semana que vem eu retomo daqui e explico direitinho quem são essas três filhas da necessidade, né? Que é o quê aqui? Laqueses, Cloto e átropos. Passado, presente, futuro, né? passado, presente, futuro. Eh, são justamente as filhas da necessidade. E aí nós vamos ver que tem tudo a ver, tem tudo a ver com o processo que vai se dar em seguir a seguir, que é justamente a escolha das provas. Nós vamos entender o porquê desse desse mecanismo que nós estávamos descrevendo. São de oito círculos, né, que um vai envolvendo o outro, onde passa um eixo no meio, né? E isso está justamente no joelho. Nós vamos entender o porquê no joelho da Deus a necessidade. E ali à frente, né, tem justamente sentadas as três filhas desta deusa, né? Eh, que na verdade é a representação do destino dos espíritos, né? laqueses, cloto, átropos, passado, presente, futuro. Na semana que vem nós continuaremos daqui, né? vocês, quem quiser, inclusive já pesquisa sobre isso, que aí nós vamos aprofundar isso e provavelmente nós vamos chegar nessa questão da escolha das provas e da destinação dos espíritos, que vai tá relacionado com a ideia da reencarnação em Platão. Para entender a ideia da reencarnação em Platão, esse mito é fundamental. É fundamental. Mas já chegamos aos 40
destinação dos espíritos, que vai tá relacionado com a ideia da reencarnação em Platão. Para entender a ideia da reencarnação em Platão, esse mito é fundamental. É fundamental. Mas já chegamos aos 40 minutos. Vamos então, caso tenha algumas questões, eh, nós iremos responder, certo? Chamar o nosso querido já para isso. Certo, meu amigo. Certo. Hoje o pessoal se manifestou aqui, hein? Eh, primeiro a nossa querida Lina, Lina Calip, né? Então, ela diz assim, pergunta, né? Então, de acordo com nossas atitudes em nossa caminhada, poderemos ir construindo o nosso próprio purgatório. É uma condição mental. E eu tinha esquecido de botar na tela. Ah, sim. É, pois é. Para o espiritismo, sem dúvida alguma, é uma condição mental. Céu e inferno para o espiritismo é um local, é um estado de espírito, né? Essa é uma das ideias centrais da obra O Céu e Inferno de Allan Kardec, porque Kardec percebeu desde o livro dos espíritos, né? E e Kardec já tinha essa preocupação em o livro dos espíritos, qual é a destinação dos espíritos após a morte? É tanto na questão 257, ele faz um ensaio teórico sobre a sensação dos espíritos. E ali, nesse ensaio teórico, ele já trata dessa questão da destinação dos espíritos. Por quê? Havia na na época eh que Allan Kardec está escrevendo a as suas obras várias perspectivas. tinha a ideia, né, do nada, uma ideia materialista, né, havia a ideia panteísta, ou seja, independente do que os espíritos fizessem, eles iriam se unir a Deus, né, eh, seriam absorvidos pelo todo. E havia a ideia de que esses espíritos eles eh eles eh iriam para o céu ou para o inferno. Allan Kardec, ao dialogar com as entidades eh espirituais, ele percebeu que não se tratava nem de uma coisa nem outra, né? esses três principais eh eh essas três principais doutrinas, ou seja, a doutrina do céu, inferno, a doutrina panteísta ou a doutrina eh eh materialista eh eh do nada, elas não se davam. Primeiro que naturalmente os espíritos se comunicavam, logo eles sobreviviam. Mas aí que Kardec pensou,
inferno, a doutrina panteísta ou a doutrina eh eh materialista eh eh do nada, elas não se davam. Primeiro que naturalmente os espíritos se comunicavam, logo eles sobreviviam. Mas aí que Kardec pensou, bom, eles sobreviveram, mas qual é a condição deles? qual a condição desse espírito. E aí Allan Kardec percebeu que é essas essa eh assim eram variadas condições e essas condições estavam relacionadas com aquilo, com a experiência do espírito na última vida. Por isso que ele vai dizer uma coisa que que é mais ou menos assim: vivemos, né, no mundoos espíritos intrinsecamente tal qual vivemos na terra, ou seja, a forma como nós vivemos na Terra eh vivemos no sentido da da experiência, não é não é assim, né, os gostos que tivemos, não é nada disso, mas assim, qual foi o sentimento que empregamos na vida, principalmente em relação ao nosso próximo, né? E a partir disso, Kardec conseguiu construir uma ética da vida após a morte. Isso é uma grande novidade na obra de Allan Kardec, né? E e e aí ele percebeu que novamente era uma condição variada, né? e que, mas que não havia, este é o ponto para responder à questão da Lina, um local destinado de destinação desse espíci e eh que a mente desses espíritos empregava na direção da vida após a morte, né? Então, a consciência tranquila naturalmente conduzia os espíritos para eh espíritos que tinham uma condição semelhante, ou seja, de uma consciência tranquila. A consciência culpada, das suas mais variadas formas, conduzir esses espíritos de acordo com essa culpa. Isso nós observamos tanto na obra de Allan Kardec, ao ler a segunda parte de O céu e inferno, tanto é que ele classifica os espíritos justamente por essa condição, espíritos endurecidos, os espíritos suicidas, os bons espíritos e por aí vai, não é? E mas não só Allan Kardec e outros investigadores também perceberam isso, né? Então, na verdade, tudo por isso que o céu e inferno, ele já é vivido aqui na Terra e naturalmente se repercute no mundo espiritual. Mas um ponto que é extremamente consolador, que
erceberam isso, né? Então, na verdade, tudo por isso que o céu e inferno, ele já é vivido aqui na Terra e naturalmente se repercute no mundo espiritual. Mas um ponto que é extremamente consolador, que o espiritismo nos apresenta é que essa condição ela não é perene. Ou seja, os espíritos estão em estado de sofrimento, esse sofrimento pode ser aliviado de de diversas formas. O próprio André Luiz é um bom exemplo disso na obra nosso lar. ele atravessou, né? Eh, muito embora tempo no mundo espiritual naturalmente é distinto, mas seria algo próximo a 8 anos, né? aqui da terra, ele passou no umbral até que ele esse sofrimento, porque veja quando nós tratamos da justiça do ponto de vista espírita, o sofrimento, primeiro que é um sofrimento que os próprios espíritos impõe a si mesmo pelo estado de consciência. E ele não é uma finalidade em si mesmo. Ele tem, eh, digamos assim, a motivação dele para despertar a consciência do espírito. Tanto é que depois que ele atravessa um um um ele muda o seu estado consciencial, ele naturalmente ele é socorrido, né? Então, enfim, eh é um estado de consciência. Thaago, ela chegou a fazer alguns comentários e mais uma pergunta que você acabou passando por ele, né? Mas de qualquer forma, vamos colocar aqui, né? Certo? Eh, esse é um lugar onde nós mesmos nos punimos, né? É. Então, eh, eh, eu diria, Lina, que nem é exatamente um local, eu diria que é uma condição, sabe? Porque eh eh para nós aqui na Terra é muito difícil a gente entender o mundo espiritual, porque para nós é o quê? Quando a gente diz assim: "Ah, eu quero ir na casa do Jajá". A casa do Jajá é um local. A casa do do Beltrano é um local, eu sei exatamente. Tem que pegar essa rua. Agora no mundo espiritual é a condição dos espíritos, né? Os espíritos eles se reúnem não num local, mas pela afinidade que é construída pela sua condição moral. Então é a condição dos espíritos que fazem, né, eles se reunirem. Eh, eu sei que esse conceito às vezes pode parecer complexo, mas na verdade é isso, né? É uma é a condição
da pela sua condição moral. Então é a condição dos espíritos que fazem, né, eles se reunirem. Eh, eu sei que esse conceito às vezes pode parecer complexo, mas na verdade é isso, né? É uma é a condição dos espíritos. É claro que isso gera um local, né? Sim, mas o fundamental não é um local, porque não, assim, se esses espíritos mudam, acabou esse local, não existe mais. É mais ou menos isso. E aí ela prossegue dentro até desse próprio raciocínio que você tá falando aqui, né? Então, cada um tem seu próprio purgatório ou poderão se entrelaçarem. Eu acho que ela quer dizer, eh, cada um com o seu com a sua dificuldade, com algo a se Uhum. Eh, ref fazer, vai se encontrar um com o outro, né? Vai se entrelaçar, né? Isso. E aí depois o a outra pergunta que você acabou respondendo também, né? sobre o ponto de vista da doutrina espírita, seriam regiões onde se concentram os afins. É, então, só reforçando isso, muit das nós podemos dizer que são regiões, sim, né? Mas o fundamental não é esse local, né? é a condição, porque na verdade assim eh eh como tudo isso é espiritual e e no plano do espírito existe realidade espaçotempo, né? Essa é uma realidade material, é da matéria, né? É claro que quanto mais vinculados à matéria, mais sujeitos às leis da matéria nós estamos, até mesmo no mundo espiritual. Mas só reforçando, né, que é principalmente essa condição, né, essa condição. Porque vejam vocês, por que que eu tô dizendo que é condição já, só para ficar mais claro, porque às vezes existe, por exemplo, uma faixa onde está, sei lá, uma região um pouco melhor, um espírito inferior, ele pode passar naquele mesmo local e não perceber, porque a condição dele não dá condição para ele perceber esse esse lugar. Ficou claro isso, gente? Por isso que no mundo espiritual essa coisa, por exemplo, outro exemplo, às vezes eh espíritos luminosos não são vistos por espírito mais atrasado. Por quê? A condição desses espíritos mais atrasados faz com que eles não percebam. É o exemplo disso é André
, outro exemplo, às vezes eh espíritos luminosos não são vistos por espírito mais atrasado. Por quê? A condição desses espíritos mais atrasados faz com que eles não percebam. É o exemplo disso é André Luiz. Muito bem. E agora, meu amigo, tem a pergunta da Silvia Oliveira. Certo. Eh, Platão menciona contatos mediúnicos na sua obra. Ah, legal. Sim, minha amiga. Sim, sim. Nós já até tratamos disso e em alguns mitos mais à frente nós iremos tratar também, mas na verdade a obra toda de Platão, ela é evada de questões de contatos espirituais, né? Por exemplo, quando nós estamos do primeiro mito que nós analisamos, que é o mito da bigalada, que está na obra Fedro, eh, e em diálogo Sócrates, em diálogo com Pedro, eles estavam tratando sobre o amor, né, sobre o que é o amor, enfim. E aí chega um determinado momento, só para entender o contexto rapidinho, vou contar pra Silvia aqui. O o Pedro, ele havia acabado de sair de acaso de um filósofo que havia entregado para ele um discurso sobre o amor, sobre os malefícios do amor, o amor Eros, né? E aí, eh, a princípio, Sócrates concorda, só que num determinado momento, o diamond de Sócrates o admoesta que ele estava errado e o corrige. E aí ele diz para Pedro, Pedro, o meu da me corrigindo. E aí, para ele explicar a ideia sobre o amor, ele justamente conta o mito da bigalada. Mas na obra Fedon, né, ele trata sobre isso, Banquete, ele trata sobre isso. Na obra Timeu, ele trata sobre isso, Ion, né, que é uma obra excelente. Eh, é um diálogo que ele retrata a questão da da hã da inspiração poética, né? como é que se dá a questão da da poesia, inspiração, enfim, ele trata também sobre essa questão. Então, na verdade, o próprio Sócrates, ele diz com todas as letras que ele tinha um diamond. O que que é um da? Um espírito familiar que o orientava, que o guiava em vários momentos da sua vida, né? não só ao próprio Sócrates, mas também justamente no momento que ele estava a ensinar, a dialogar, né, com seus discípulos e os seus interlocutores.
a, que o guiava em vários momentos da sua vida, né? não só ao próprio Sócrates, mas também justamente no momento que ele estava a ensinar, a dialogar, né, com seus discípulos e os seus interlocutores. Muito bem, senhor Thago. Muito bem. Agora dá tempo de você fazer um fechamento, tá? eh desse episódio. Lembrando que na semana que vem continuaremos sobre os mitos de Platão e o Espiritismo. Tem muito chão pela frente, né, Thaago? E aí, é, então, suas considerações finais para esse episódio, meu irmão. Não, na na próxima semana nós iremos continuar. esse finalzinho eh da nossa exposição ficou um pouco confusa justamente por conta eh dessa descrição que ele vai fazendo eh que ele vai preparar, né? Na verdade aqui o o Sócrates, ele está preparando, ele tá em diálogo com o Glauo, ele está preparando o Glauco para que ele entenda, né, as narrativas de sobre a as escolhas das provas, né? Então tá elaborando todo um cenário mítico, né? Eu diria até fabuloso para que daqui a pouco vai ficar claro. Então assim um pouquinho de paciência que na semana que vem nós vamos esclarecer e vai ficar claro esse ponto. Muito bem meu amigo. Muito bem. Obrigado aí mais uma vez obrigado também a todo mundo que acompanhou a gente hoje, pessoal que tá assistindo depois. Não percam então a continuidade na próxima semana, aguardando todos vocês por aqui, tá certo? Excelente noite para todo mundo. Fiquem com Deus e até semana que vem com mais um programa A Força do Espiritismo. Tchau, tchau. Tchau. Tchau. O espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lonês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu
dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. espiritismo.net/congresso. Congresso. Что?
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