A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 6ª parte - Thiago Barbosa

FEBtv Brasil 04/04/2025 (há 1 ano) 58:53 40 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.

Transcrição

Olá, pessoal. Boa noite. Sejam bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo, uma produção do Espiritismo.net em parceria com a TV Serge e com a FEB TV. E estamos nesse nessa fase do nosso programa, né, com um alguns episódios em tornos dos mitos de Platão e o Espiritismo. Hoje é a sexta parte e com o nosso querido amigo Thago Barbosa, que eu chamo agora pra telinha. Boa noite, meu irmão, seja bem-vindo. Boa noite, querido Jajá. Tudo bem, amigo? Tudo bem. esqueci só de dizer que também esse programa é retransmitido por alguns canais parceiros e o nosso querido Thago vai então ter em torno de 40 minutos aqui para fazer a sua exposição inicial. Depois a gente volta para colocar aqui algumas questões, conversar um pouquinho sobre o tema e para isso a gente já convida todo mundo que tá acompanhando a gente a fazerem as suas perguntas, os seus comentários no chat para que no final a gente possa eh colocar essas questões pro nosso querido Thaiago, né? pessoal que tá assistindo depois, né, o vídeo que fica gravado no YouTube, pode fazer também seus comentários aí e quem sabe um dia o nosso amigo Thago vai responder por lá, meu irmão. Vamos lá, a palavra é tua agora. Eu volto logo mais. Muito bem, minhas amigas, meus amigos, boa noite para nós. Boa noite para Ana Leal, boa noite pro José Ricardo Filho e boa noite paraa nossa Lina. Gente, na semana passada nós eh estávamos já no eu acho que esse estudo eu acho que é o terceiro do mito de e, né? do mito de e nós estamos analisando os mitos agora da República. Enfim, eu tô com a edição que eu recomendo fortemente, que é a edição da editora Perspectiva, né? Uma tradução excelente, uma tradução excelente. Boa noite, Walter. Tudo bem, amigo? Uma edição muito boa, né? Enfim. Recomendo fortemente essa edição da República. E nós havíamos entrado naquele ponto onde retrata as três morias, né, que é Cloto, Laqueses e Átropos, né? Então são a eu coloquei 10, né? as três filhas da deusa da necessidade. Necessidade aí seria do

nós havíamos entrado naquele ponto onde retrata as três morias, né, que é Cloto, Laqueses e Átropos, né? Então são a eu coloquei 10, né? as três filhas da deusa da necessidade. Necessidade aí seria do latim, né? Mas no grego, na verdade é a deusa eh a deusa ANC, que é uma deusa primordial, ou seja, ela surgiu do caos, né? Eh, eh, quando nós falamos em deuses primordiais, são aquela primeira fase, né? antes de Zeus, eh, tomar o poder, né, e, enfim, morar lá no Olimpo junto com seus irmãos e filhos e, enfim, vamos entrar nessa questão. Bom, o mito de é, como nós dissemos, é um mito que retrata, boa noite, Emanuele. É um mito que retrata muito bem a ideia da reencarnação na obra de Platão e naturalmente dentro do pensamento espírita. Nós vamos ver é que nesse mito, eh, assim, a teoria espírita da reencarnação, ela está ali por quê? Dentro do espiritismo, diferente outras tradições, as reencarnações elas são solidárias entre si. Ou seja, aquilo que eu fiz no passado repercute no meu presente e naturalmente meu presente ajuda a construir o meu futuro, né? Eh, portanto, a ideia da reencarnação em Platão, não é, é muito semelhante ao espiritismo. Eu diria só não em função daquela ideia, né, de Platão, de que eh poderia ter eh como punição uma vida entre o reino animal, vegetal, né? Eh, e isso para o espiritismo não é possível, né? O espírito ele não retroage, só o progresso, né? Mas enfim, até essa questão na obra de Platão, nós falamos isso, é discutível, porque pode ter pode ter, né, aqui nós precisamos ter uma cautela, pode ter um sentido simbólico, metafórico e não literal, né? Mas enfim, não vamos entrar nesse ponto hoje. Nós vamos então direto para o ponto que nos interessa. E eu já vou até pedir para o nosso queridíssimo já. Eh, eu acho que é o eu acho que é é você que coloca, né, meu amigo, ou sou eu. Ah, tá aí, gente. Aqui, eh, boa noite, Sueli. Tudo bem, amiga? é a representação das três filhas da deusa ANAC, a deusa da necessidade. Por que da necessidade, gente, né? Necessidade, na

o, ou sou eu. Ah, tá aí, gente. Aqui, eh, boa noite, Sueli. Tudo bem, amiga? é a representação das três filhas da deusa ANAC, a deusa da necessidade. Por que da necessidade, gente, né? Necessidade, na verdade vem do latim, ANC, né? do grego. Por o espírito eh enquanto ele não chega a perfeição, ele sempre tem necessidade de progresso. E nós vamos ver que isso tem tudo a ver com as três filhas, né? As três filhas da deusa da necessidade. A deusa ANC, como nós dissemos, é uma deusa primordial, não é? Ela um, ela uma das, digamos assim, miticamente um dos maridos dela é justamente o deus tempo, Cronos, né? Eh, Cronos, que também era esposo de Gaia. É um, enfim, gente, é mito, né? Não nos vamos interpretar isso aqui porque não nos interessa. Mas é interessante o o próprio nome dessa deusa, da deusa né, necessidade. Por quê? Enquanto o espírito não alcança a perfeição, ele sempre tem necessidade. E aí entra o império da lei, né, eh, de destruição e conservação, porque isso vai gerando progresso. Então, vejam vocês, a deusa ela conduz o destino tanto do universo espiritual quanto material, né? de dessas duas eh realidades da matéria e do espírito, porque a matéria também ela se destrói, né, para se transformar, para gerar progresso também, né, da mesma forma que no campo do espírito, ele sempre tem necessidade de se desconstruir e reconstruir. É uma necessidade constante, né? Por exemplo, a título de exemplo, em uma determinada reencarnação, eh, eu tinha uma visão do cristianismo. Eu achava que, por exemplo, né, vamos pegar na idade média, aqueles que eh aqueles que não pensavam, né, tal qual a igreja, tinham que morrer, tinham que ser torturados. Então eu tive que matar essa ideia em mim para que uma ideia mais próxima, né, da da do cristianismo do Cristo nascesse em mim, né, que é uma ideia de uma ideia, não tô falando ação ainda, né, mas uma ideia de que na verdade o cristianismo é uma doutrina do amor, da bondade, da generosidade, da fraternidade. até aqui. Tranquilo, gente. Então, só

de uma ideia, não tô falando ação ainda, né, mas uma ideia de que na verdade o cristianismo é uma doutrina do amor, da bondade, da generosidade, da fraternidade. até aqui. Tranquilo, gente. Então, só gostaria de chamar atenção. Vejam vocês, a deusa Cloto, a deusa do presente. Vocês vão ver, não sei se aparece para vocês o a setinha do meu mouse, mas enfim, a deusa do presente, a deusa Cloto, né? Ela tá, vocês podem ver, fiando, né? Ela está fiando a deusa laqueses, que é a deusa do futuro. Ela está medindo o fio. Vocês estão vendo que ela tá com a mão no fio? Eh, ela tá com as duas mãos aqui com o fio. Não sei se aparece o mouse. Se vocês puderem me ajudar só dizer se tá aparecendo o mouse. E a deusa antropos, ela está eh ela não assim, eu acredito que não dá para para Deixa eu ver o que que Ah, não aparece. Poxa vida, gente. Mas enfim. Ah, a Lina tá dizendo que aparece, então não sei. Bom, a deusa antropos, que é a deusa do passado, ela inclusive ela é cega e uma das representações dela é que ela tá com uma tesoura. Por quê? O passado já morreu. O, ou seja, essa cegueira para o passado é no sentido assim de que o passado já morreu, né? Inclusive, ela é a deusa que corta o fio da vida, a deusa também da morte, né? Por quê? Tá no passado. Passado já morreu. Deu uma ideia aí, gente? Tranquilo? Que aí eu vou trazer uma outra figura que é justamente da do trechinho que eu vou ler, mas que na semana passada eh eu li, tentei explicar, mas eu acho que com a ilustração fica bem melhor, né? Então eu vou trazer aqui hã, deixa eu ver como é que eu faço isso. Deixa eu ver aqui. Ã, compartilhar tela. Ã, ah, sim. Tá aqui. Então, pronto. Tá dando para vocês verem? Não fica lá essas coisas, mas eu vou ler aqui o trechinho e depois eu vou explicando. E qual o sentido espiritual desse dessa passagem? Claro que é só desse trechinho, né? O 617, eu acho que vai do 617A até o e que nós vamos estudar hoje. Então, vejam vocês, as três outras mulher mulheres sentadas em eh em redor a intervalos iguais, cada uma sobre um

esse trechinho, né? O 617, eu acho que vai do 617A até o e que nós vamos estudar hoje. Então, vejam vocês, as três outras mulher mulheres sentadas em eh em redor a intervalos iguais, cada uma sobre um trono, as filhas da necessidade. Então, vejam vocês, no alto, né, no alto eh tem a deusa da necessidade, né, ou seja, a deusa ANAC, ela tá segurando justamente aquele eh bastão, né, aquele bastão que é o fuso, né? Então ela segura o fuso, como vocês estão vendo, e ela tá num trono soberano. Atrás dela tá o quê? O arco-íris, né? Arcoíris, que na mitologia grega é um arco de íris, uma deusa íris, né? Mas na aqui na eh em Platão é a representação o arco-íris, que eu acredito que vocês estão vendo, né? Se o meu mouse tiver funcionando, vocês podem ver atrás da deusa tem um arco-íris, que é a representação do quê? Do céu e da terra. Do céu e da terra. Ou seja, é alguma coisa que o divino interfere nas ações dos homens. Como nós vamos ver, isso faz toda lógica, né? Boa noite, tudo bem, amiga? tem toda a lógica aqui na já vou adiantar, nós estamos tratando da lei de causa e efeito. Nós vamos ver isso, né, que é se trata da lei de causa e efeito. Muito bem. Ã, as filhas da necessidade, as moiras, vestidas de branco e com cabelos corados de fitas. H, laqueses, Cloto e Átropos cantam acompanhando a harmonia da cereja. Não sei se tá dando, porque a figura tá pequena, mas aqui nesses círculos, né, tem as sereias. Eh, laqueses, o passado, né? Laqueses, o passado. Cloto, o presente. Antropos, o futuro. E Cloto toca de tempos em tempos com a mão direita o círculo externo do fuso, né? Então tá aqui ela. Se o meu mouse estiver aparecendo, vocês estão, eu eu tô apontando ela, né? Então, tá aqui a deusa Cloto, ou seja, a deusa do presente, né? A deusa do presente. H, é de tempos em tempos, com a mão direita, o círculo externo do fuso para fazê-lo girar enquanto, ou seja, o que que faz girar? É justamente o presente. São minhas ações que fazem girar o meu destino. O hoje, o agora, não é isso?

mão direita, o círculo externo do fuso para fazê-lo girar enquanto, ou seja, o que que faz girar? É justamente o presente. São minhas ações que fazem girar o meu destino. O hoje, o agora, não é isso? Claro que tem relação com o passado e naturalmente com o meu futuro. Enquanto eh átropos com a mão esquerda toca simultaneamente os círculos internos. Então, tá aqui, tá aqui ela, né? Eh, quanto a Laqueses toca, ou seja, Laques é a deusa do futuro. A deusa do futuro toca alternadamente o primeiro e os outros com uma e outra mão. Essa aqui, certo? Agora, gente, olha que interessante. Olha que interessante. Portanto, qu quando as almas chegaram, tiveram que se apresentar imediatamente a laqueses, ou seja, a deusa do futuro. E primeiro um intérprete divino as alinhou em ordem. A seguir, apanhando sobre os joelhos de Laqueses, ou seja, do futuro, sortes e modelos de vida, galgou um estrado elevado e assim falou, ou seja, a deusa do futuro tirou a sorte do do desses espíritos, subiu num estrado, ou seja, num ponto mais elevado e falou: "Declaração da Virgem Laqueses, filha da necessidade eh da necessidade almas efêmeras. Começar novo carreira correira e renascer na condição mortal. Olha só que interessante. Ou seja, renascer como, gente? Renascer como uma nova vida. Claro. Ou seja, que que que a deusa do futuro tá apontando? Ela tirou a sorte daquele espírito, daquele espírito e disse para ele: "Olha, vá renascer, né? Você precisa o quê? Renascer. Por que renascer? Porque como que a alma se aperfeiço? Vocês e claro isso que são as almas que desceram até os ades, né? Em algumas traduções, em outras o tártaro, né? o mundo do subterrâneo, que era reservado para almas que tinham necessidade, né, de renascer. É como se fosse eh eh aquiritual onde os espíritos ainda ali aguardam uma nova vida, né? tem necessidade de reencarnar para depurar, conforme nós vamos ver daqui a pouquinho, as suas imperfeições morais. Então, ides começar nova carreira e renascer na condição mortal. Agora, olha que

né? tem necessidade de reencarnar para depurar, conforme nós vamos ver daqui a pouquinho, as suas imperfeições morais. Então, ides começar nova carreira e renascer na condição mortal. Agora, olha que interessante. Não será um demônio que há de vos sortear. Sois vós mesmas que escolhereis o vosso demônio. O que que é isso aqui? Talvez aqueles que mais afeiçoados à tradição judaico cristão é dizer assim: "Eh, eh, ah, então é um, como assim? Um demônio? Demônio, né? É uma palavra grega diamond, que é o quê? Espírito familiar. ou o anjo guardião. Ou o anjo guardião. Já já pode tirar a imagem porque já passamos aí do ponto. Obrigado, meu amigo. Então, ou seja, ela tá dizendo que eh e até nisso, né, gente, porque nós igualmente temos eh justamente compartilhamos dessa teoria, né, dos anjos guardiões. Todos os espíritos que reencarnam, claro, né? Um Cristo não tem anjo guardião, né, gente? Mas tirando ele, todos nós temos necessidade de um espírito guia, de um anjo guardião. E isso no mito de er tá presente. Percebem o tanto que é semelhante? Claro que aqui ele tá falando de maneira mítica. Vocês imaginem falar as coisas que de maneira tão clara como hoje a doutrina espírita nos apresenta, né? há 2300 anos atrás, uma cultura que é toda mítica, a lógica dela é mítica, né? Então não daria naturalmente. Então por isso que Platão ele se utiliza muitas vezes do recurso eh do recurso dos mitos, né? Eh, eh, porque é a é na verdade assim, a mesma lógica, a mesma lógica eh que nós observamos, não é? É para para quando Cristo queria explicar algo profundo e se lança lança a mão da das parábolas. Por tradição judaica se utiliza muito das parábolas. No Antigo Testamento tem muita parábola. Então ele se utilizava dos elementos do seu povo, né, para explicar alguma coisa mais profunda, né? Então, e isso ao longo de toda a obra aqui mesmo, né? Nós temos o mito de Giges, que nós já analisamos a alegoria ou o mito da caverna que nós faremos a análise. Então, ficou claro isso, gente? Ficou

Então, e isso ao longo de toda a obra aqui mesmo, né? Nós temos o mito de Giges, que nós já analisamos a alegoria ou o mito da caverna que nós faremos a análise. Então, ficou claro isso, gente? Ficou claro essa figura, Gisélia, é justamente a representação desse mito aqui, desse momento que nós estamos estudando do MITER, tá? Ah, então continuemos. Que é a primeira que o primeiro designa pela sorte e da sorte escolha em primeiro lugar a vida a qual estarão unido pela necessidade. E ó, agora atenção, atenção. Olha, olha só que interessante. A virtude não tem mestre. Cada um de vós, conforme a honre ou a desdém, terá mais ou menos virtude. A responsabilidade cabe a quem escolhe. Deus não é responsável. Ou seja, quem é responsável pelo responsável pelo meu futuro sou eu. Sou eu, né, de me aprimorar, né, ser cada vez mais virtuoso. É justamente é justamente o próprio sujeito. O que que ela tá falando aqui, gente? A lei de responsabilidade, que é o quê? A lei de ação e reação. Não existe privilégio. Entenderam, gente? Olha só que interessante, por muitas culturas, inclusive para eh a tradição cristã medieval, havia um certo privilégio. Privilégio. Deus se utilizava de privilégio, por exemplo, para quem era cristão. maldição para aqueles que não eram cristãos ou aqueles que eram hereges dentro do cristianismo. E isso até hoje é uma lógica que muit das vezes nós eh utilizamos, não é? Muit das vezes nós nos apropriamos justamente dessa lógica. Então, Platão já tá dizendo o seguinte: "Olha, gente, para você ter um futuro mais feliz, vai depender de você. Você vai ter um um anjo guardião, um diamon, um espírito que vai te tutelar, mas o mérito ou demérito é seu em função, né?" Ou seja, é aquela ideia que, na verdade, Deus não pune. O que há na verdade é que existe uma lei e a lei aqui tá é a representação justamente, né, dentro dessa estrutura aí interessante que é o quê? A lei de ação e reação, né? Essas quatro deusas, ou seja, a deusa Anaque, a deusa da necessidade e suas três filhas, em

epresentação justamente, né, dentro dessa estrutura aí interessante que é o quê? A lei de ação e reação, né? Essas quatro deusas, ou seja, a deusa Anaque, a deusa da necessidade e suas três filhas, em Platão é a representação justamente da lei de ação e reação, né? A lei de ação e reação que tá ligada à lei de destruição, né? Ficou claro isso, gente? Ficou claro? Então, avancemos. Estas palavras lançou a sorte e cada alma apanhou a que caiu perto dela. Salvo é a quem não foi permitido fazê-lo. Por quê, gente? Porque é, na verdade, ele não estava o quê? morto. Ele não estava morto. Ele, na verdade, tinha ido ao mundo espiritual somente para observar como é que funciona essa lógica, retornar ao mundo e contar aos homens. É por isso que Sócrates está narrando a Glauco justamente esse mito de é, ou seja, a trajetória de é. Eu costumo dizer que um mitier muito provavelmente é o primeiro registro de uma experiência de quase morte. Por quê? É já estava há 10 dias aparentemente morto e foi eh os os seus eh amigos guerreiros estavam quase a queimá-lo na pira. E quando ele tava na pira, ele acorda e aí conta tudo que aconteceu, né? Então a naturalmente não podia pegar essa sorte. Sorte aqui seria destino, né? Que é a representação que é a representação da deusa Laquese. Por isso que ela lança a sorte. Vocês já viram aquele aquele eh termo ah, lançar a sorte a ou a sorte está lançada? Vem daí, vem justamente daí que a deusa laqueses lança, né? E aí o espírito pega. Claro que pega. Como assim? Porque nós atraímos, nós atraímos justamente aquilo que nós temos necessidade de atravessar, de viver enquanto experiência para o processo de depuração. Então, avancemos. Olha só que interessante, gente. Então, cada um soube que lugar lhe coubera na ordem da escolha. Olha só, na ordem da escolha. Depois disso, o intérprete divino desdobrou diante deles modelos de vida em número muito superior aos de almas presentes. Havia de todas as espécies, de todas as as vidas dos animais e todas as vidas humanas. Como

o intérprete divino desdobrou diante deles modelos de vida em número muito superior aos de almas presentes. Havia de todas as espécies, de todas as as vidas dos animais e todas as vidas humanas. Como eu disse para vocês, esse é um ponto de divergência entre o espirit eh entre a teoria da reencarnação espírita e a de Platão. Porque ele, né, na teoria platônica, ele imagina que o homem pode reencarnar no animal, por exemplo. Pro espiritismo, não, né? Encontrava-se tiranias, umas que durava até a morte, outras interrompidas ao meio, que favam na pobreza, no exílio e na eh mendicidade. Havia também vidas de varões famosos, seja pelo aspecto físico, pela beleza, pela força ou pela aptidão de luta, seja pela nobreza e pelas grandes qualidades de seus antepassados. Achava-se igualmente outras obscuras sobre todos esses aspectos e para as mulheres sucediu o mesmo. Ou seja, gente, olha só que interessante. Olha só que interessante. Isso, sem dúvida nenhuma, tem um ponto de contato com o espiritismo. Por quê? Nós temos, gente, cada um de nós, de acordo com a nossa necessidade, nós poderemos eh renascer às vezes. E e isso, vejam vocês, e aqui não tem como não ir, não é, na obra missionários da luz, porque na obra Missionários da Luz, tanto no capítulo A reencarnação de Sejismundo, quanto o capítulo anterior, que agora não me vem a memória, o que que André Luiz tá vai observar ali? um eh uma espécie de engenharia da reencarnação, né, onde cada um, de acordo com a sua necessidade iria ali verificar, eh, inclusive acompanhar eh os atributos dos seus corpos, um corpo mais bonito, um corpo com algum tipo de defeito, seja do ponto de vista estético, seja do ponto de vista orgânico da saúde. Isso tudo de acordo com as necessidades, né? Olha só a necessidade aparecendo de novo desses espíritos. Isso se conecta também a outras questões. Às vezes um vai ter uma uma vida mais abastada e tudo isso é o quê? Uma provação. Outro vai renascer uma vida mais miserável. Ontem, inclusive, eu eu e

ritos. Isso se conecta também a outras questões. Às vezes um vai ter uma uma vida mais abastada e tudo isso é o quê? Uma provação. Outro vai renascer uma vida mais miserável. Ontem, inclusive, eu eu e Jajá estávamos eh falando, gravando um podcast e o Jajá evocou a figura do do Max, o mendigo, que aparece o quê? na obra O céu e inferno. Max, em uma outra reencarnação, ele havia sido um senhor, né, que era muito cruel, não só cruel, mas também eh, como se diz, mão de vaca, não é? E aí nasce, renasce como um mendigo. Então para ele foi o quê? Foi uma repercussão. Então isso tá relacionado aquilo que Allan Kardec já trata, tem o livro dos espíritos lá na segunda parte, que é a escolha das provas. Um espírito superior a nós, naturalmente, ele vai nos ajudar a escolher uma prova na vida seguinte compatível com as minhas necessidades com as minhas necessidades. Necessidade, como assim? Necessidades espirituais, intelectuais, morais. Não é? Então, o meu futuro tá relacionado com o meu passado e e o futuro que vai ser o quê? Futuro que vai ser o quê? em um determinado momento vai ser presente e depois passado. E assim sucessivamente. Sucessivamente. E tudo isso tá relacionado o quê? À minha necessidade evolutiva naturalmente. Ahã. Todos os outros elementos da existência estavam misturados. E como a riqueza, pobreza, enfermidade, a saúde, algumas se mantinham no meio termo desses extremos. E aí parece, amigo Glauco Sócrates falando com Glauco, né, que reside para o homem o risco capital. Eis que cada um de nós, pondo de lado qualquer outro estudo, deve preocupar-se sobretudo na investigação e na aprendizag aprendizagem deste único. Talvez assim virá a descobrir e reconhecer o homem capaz de deixá-lo discernir as boas e as más condições, bem como escolher escolher sempre e em toda parte a melhor na medida do possível. Ou seja, o homem precisa de quê? De sabedoria. No próprio livro dos espíritos, no capítulo A escolha das provas, tá colocado isso. Muit das vezes nós fazemos má eh escolhas ruins, tanto na

o possível. Ou seja, o homem precisa de quê? De sabedoria. No próprio livro dos espíritos, no capítulo A escolha das provas, tá colocado isso. Muit das vezes nós fazemos má eh escolhas ruins, tanto na Terra, mas também às vezes até no próprio planejamento da nossa reencarnação. Às vezes nós queremos uma coisa muito difícil que tá muito além daquilo que nós somos capazes de suportar. Às vezes, pelo contrário, está quem? Às vezes tá quem? E aí o o que é o melhor? o caminho do meio, o caminho do meio. Precisa, portanto, dessa sabedoria para saber escolher a a a prova. Igualmente aqui, por isso que dentro desse processo existe uma outra lei que é o quê? do livre arbítrio. Por isso que a deusa Átropos, que também é uma deusa, digamos assim, que é responsável por cumprir o destino, ela é era considerada tanto em Roma quanto na Grécia uma deusa implacável. Ou seja, meus amigos, em qualquer momento, né, a lei de ação e reação, ela vai nos atingir. Não tem como. Isso é uma punição de maneira nenhuma, porque isso faz parte do processo o quê? de aprendizado. Se eu já já puder colocar de novo aquela imagem, vocês estão observem que atrás da deusa, né, da da mãe das das mharias, né, que é justamente a deusa naque, a deusa da necessidade, tá? O quê? O arco-íris. Eh, o arco-íris. E aí, gente, o que que acontece? é a ligação entre o céu e a terra. Para atingirmos o céu, nós precisamos cumprir isso com exatidão. Por isso que tá envolvendo aqui, né, a deusa da necessidade justamente atrás dela. Ou seja, quem cumpre, né, quem passa pela lei da necessidade da reencarnação, que é justamente a representação desses círculos aqui, os oito círculos, né, que daqui saem, né, justamente os modelos de vida, digamos assim, né, de vidas que os homens vão ter que atravessar, eles alcançam justamente mente, né? Esse estado de pureza espiritual. Enquanto isso, ele tem que ir de vida em vida. Pode tirar já já. Obrigado, amigo. Ficou claro isso, gente? Então, avancemos. Como calcular o efeito das qualidades que acabei de mencionar? tem

iritual. Enquanto isso, ele tem que ir de vida em vida. Pode tirar já já. Obrigado, amigo. Ficou claro isso, gente? Então, avancemos. Como calcular o efeito das qualidades que acabei de mencionar? tem sobre eh virtude durante a vida que sepou em conjunto deverá saber a importância da beleza quando associada à riqueza ou à pobreza, e com que disposição de alma deverá combinar-se para produzir bons ou maus resultados, né? Então ele precisa o quê, digamos assim, saber calcular os resultados, ou seja, as consequências. Então não é que alguém escolhe, o espírito é responsável por isso. Ele tem que aprender o quê? escolher até aqui. Tranquilo, gente. Eu vou só fechar essa reflexão aqui rapidinho para chegarmos para chegarmos a aí entrarmos nas questões. Quais as consequências de um nascimento ilustre ou obscuro, de uma condição privada ou pública, da força ou da fraqueza, da facilidade ou da dificuldade de aprender, e de todas as qualidades semelhantes da alma, naturais ou adquiridas, quando mescladas umas às outras. De sorte que comparando todas essas considerações e não eh e não perdendo de vista a dificuldade da alma, poderá escolher entre uma entre Só um momentinho. Perdão, gente. Então, gente, eh resumidamente, o que que nós temos aqui, né? as necessidades do espírito que a a deusa Laqueses, a deusa do futuro apresenta para os espíritos, esses padrões, esses modelos de vida, tá relacionado à suas necessidades espirituais, morais, né? uma vida, como ele disse, uma vida eh de mais destaque, uma vida obscura, uma vida com fortuna, uma vida com pobreza, uma vida com saúde, uma vida eh sem saúde e por aí vai. Tudo isso tá relacionado às necessidades do espírito. Então, só para eu fechar esse trechinho, porque senão, eh, comparando todas essas condições e não perdendo de vista a natureza da alma, poderá escolher entre uma vida má uma vida boa, denominando má a que terminasse por tornar a alma injusta. Então, mar aqui para Platão, gente, não é não é uma vida com muita saúde, com

tureza da alma, poderá escolher entre uma vida má uma vida boa, denominando má a que terminasse por tornar a alma injusta. Então, mar aqui para Platão, gente, não é não é uma vida com muita saúde, com muita beleza, com muito dinheiro, não é isso. Mas é uma, faz parte das escolhas ruins que o espírito eh fez porque não suportava essa prova e não gerou o quê? virtude, gerou mais prova, gerou mais eh eh vicissitudes denominado má que terminasse por eh a alma mais injusta e boa que viesse torná-la mais justa, sem se preocupar com todo mais. Pois já vimos que durante esta vida e após a morte é a melhor escolha que se pode fazer e cumpre guardar esta opinião como uma inflexibilidade adamantina ao descer aos ades, a fim de não ficar deslumbrado lá tampouco com as riquezas e os males dessa natureza. de não se precipitar na tirania ou em condições semelhantes a causar mal sem números e sem remédio, e a sofrê-los, por sua vez. Maior ainda, porém, é preciso saber escolher nessas condições uma vida mediana e fugir aos excessos dos dois sentidos. Ou seja, qual o problema, gente? tá no excesso. Tá no excesso. Por quê? Às vezes a a alma não suporta uma vida de muita privação e ela vai se exceder em função disso e às vezes, pelo contrário, de muita opulência, ela vai se exceder ter também. Vai se exceder também. E aí ela não vai ser o quê? Uma alma justa. Uma alma justa. Porém, é preciso saber escolher nessas condições uma vida mediana e fugir mediana no sentido da boa medida, tá gente? Não é mediana no sentido no senso comum, né? Não é isso de medíocre, não. Mediana é o caminho do meio. Eh, na eh na medida do possível, com todas as vidas vindouras, pois é assim que o homem poderá atingir a felicidade máxima. Ou seja, eh, sabendo bem escolher e bem bem escolher suas provas e bem viver a vida que ele vai encontrar, não é, a felicidade. Então, veja, eu acredito que hoje ficou mais claro essa relação do mité com a teoria espírita da reencarnação, né? Bom, mas enfim, vamos às questões, caso haja alguma questão e

r, não é, a felicidade. Então, veja, eu acredito que hoje ficou mais claro essa relação do mité com a teoria espírita da reencarnação, né? Bom, mas enfim, vamos às questões, caso haja alguma questão e aí a gente na semana que vem, eu acredito que ainda não vamos conseguir terminar, gente. Eu acredito que não vamos ainda conseguir terminar. Falta falta bastante coisa aqui, né? Se bem que não. Às vezes até semana que vem a gente consegue. Mas enfim, vamos chamar o nosso querido já já. Deixa eu só marcar onde ficamos aqui pra gente para conversarmos. Muito bem, meu irmão. Muito bem. A Lina colocou uma questão aqui, aliás, ela botou duas, né? Mas eh ela depois perguntou, ela comentou, né? Não sei se me expressei bem e colocou de novo. Então vou botar aqui, vou botar as duas para você ver se você entende. Qualquer coisa a gente pergunta ela, tá? para ela esclarecer melhor, diz assim: "Antes desses maravilhosos estudos que tanto nos esclarecem, o nosso livre arbítrio sofre bloqueios que podem determinar a mudança programada para uma estimativa do nosso futuro. Você vai colocar outra ou já fal? Vou vou colocar outra. Ah, tá. Ou seja, antes do estudo esclarecedor, nosso livrearbítrio era mais livre. Não tínhamos visão de suas consequências. Depois do esclarecimento, somos conscientes e somos responsáveis. Deixa na tela, por favor, Já. Muito interessante isso. Muito interessante, Lina, a sua questão, viu? O nosso querido Ernesto Banano na obra Enigmas da psicometria, ele diz uma coisa muito interessante. Ele diz que a relação entre determinismo e livre arbítrio, quanto mais o espírito vai evoluindo, mais vai aumentando o livre arbítrio. Quanto mais atrasado, mais eh eh gente, acabei de falar o termo determinismo a é uma lógica proporcional inversa. Quanto mais um cresce, o outro diminui. Deu uma ideia? Então nós eh eh nas primeiras reencarnações, naturalmente o espírito ele nem escolhe. Ele nem escolhe. Por quê? ele não tem a a autoconsciência necessária para fazer, né, essas escolhas. Então, nem precisa

nós eh eh nas primeiras reencarnações, naturalmente o espírito ele nem escolhe. Ele nem escolhe. Por quê? ele não tem a a autoconsciência necessária para fazer, né, essas escolhas. Então, nem precisa de um gênero de prova específico. Não precisa por qualquer tipo de experiência na carne vai ser favorável a esse espírito. Só que à medida que ele toma a consciência, isso significa o quê dentro do espiritismo? é o conhecimento do bem e do mal. Na mitologia judaica, é justamente aquele momento da expulsão do paraíso. A expulsão do paraíso do quê? Da inconsciência. Porque a árvore que tá no centro do jardim ali do Éden é justamente o quê? A árvore do bem e do mal. Então à medida que o espírito vai entendendo o que é o bem e o que é o mal, se ele faz o mal, ele vai sofrer as consequências. Ele faz o bem da mesma forma. Então, eh, nesse processo que se dá através das reencarnações, ele vai se esclarecendo, ele vai, né? E aí ele vai tendo capacidade de escolher. A grande questão que a semelhança da terra, veja, na terra nós sempre fazemos boas escolhas, às vezes não, ou melhor dizendo, né? Eu digo por mim, boa parte das vezes, às vezes não são boas escolhas. Nós vamos consertando a rota pouco a pouco, da mesma forma no mundo espiritual. Por da mesma forma que é respeitado o nosso livre arbítrio na terra, no mundo espiritual também. Então, no momento da escolha das provas, às vezes o guia espiritual, olha, eu não sei, eu tô achando que você não vai dar conta disso, vai ser difícil. Não pode deixar que eu dou conta. Não é assim. Só que aí a gente chega na Terra e descobre que o nosso diamond, o nosso guia espiritual tava certo. Por que que ele tava certo? É porque ele, o, o nosso daimon, ou seja, nosso anjo guardião, ele é superior a nós. E aí, e o que que significa dizer? que ele já passou por esse caminho. É por isso que ele sabe qual é a medida certa da coisa. Ele sabe por quê? Já passou por isso. Aí ele ele pensa: "Ixe, não vai dar certo, mas ele vai impor a vontade dele?"

já passou por esse caminho. É por isso que ele sabe qual é a medida certa da coisa. Ele sabe por quê? Já passou por isso. Aí ele ele pensa: "Ixe, não vai dar certo, mas ele vai impor a vontade dele?" Não, gente, uma das principais características de qualquer benfeitor espiritual é o quê? o respeito às nossas escolhas. Nenhum guia espiritual quem faz isso é obsessor, tá gente? Obsessor que fala: "Você vai fazer isso, vai fazer aquilo". Não, né? Eh, tem aquela famosa frase de Emânio no livro Falando da Terra. Deus não se utiliza da violência, ele se utiliza do tempo. Da mesma forma, os espíritos superiores. Então, às vezes ele ele pensa assim: "É, não vai dar certo", mas ele vai descobrir com essa experiência que não vai dar certo. Por quê? Não adianta simplesmente, né, gente, dizer, às vezes a gente tem que atravessar aquela experiência, né? Então, respondi a sua questão, Lina. Deixa eu ver. Era mais livre. Ã, não, tem outra questão aqui. Tem outra questão aqui no que não é. Tá ótimo. Pode, pode botar outra, por favor. Uhum. Então, vamos lá. E quanto à nossa programação para reencarnação foi feita baseada no que fomos pregressamente e deu uma agnada mediante nossa mudança. Seria o sucesso da prova para avançarmos? Então, eh, existe, sem dúvida nenhuma, isso tá, né, no pensamento kardequiano, na no capítulo A escolha das provas. Isso fica claro também ao lermos eh as entrevistas que Allan Kardec faz, não é? Fica claro que ali existe uma, né, uma uma programação, né? Agora, essa programação, ela é absoluta? Algumas coisas sim, outras coisas não. Por exemplo, eh, o país onde eu vou nascer tem como? Não, bem porque você já nasceu, né, meu filho. Eu até posso mudar de país, mas onde eu nasci às vezes o corpo que eu tô tem como mudar. Bom, pelo menos até esse momento não, né? Já já eu não sei se no futuro. Tô brincando, gente, né? A gente pode mudar o algumas características do nosso corpo, né? Mas eh eh ele em si não tem como. Então há questões que são imperativos, né? Às vezes uma doença que

o futuro. Tô brincando, gente, né? A gente pode mudar o algumas características do nosso corpo, né? Mas eh eh ele em si não tem como. Então há questões que são imperativos, né? Às vezes uma doença que eu vou ter, né? A família onde eu vou nascer, eu não posso gostar, mas é minha família. Então há coisas que eu não posso mudar. Agora há outras coisas que eu posso. E aí vem justamente essa mudança de rota. Muitas pessoas acham que assim, ó, a programação, a programação da reencarnação é uma coisa engessada, não é, gente? Não é. Às vezes, por exemplo, olha, eh, você vai nascer num lar espírita. Naturalmente a tendência é o quê? Que você seja espírita, mas aí chega um momento você, ah, não, eu quero ser, sei lá, budista. A pessoa, a pessoa vai se complicar por conta disso? De jeito nenhum. Tem gente que fala, mas não, gente, não se complica. Às vezes a pessoa vai ser um excelente budista e não vai dar conta de ser um bom espírito ou o contrário, né? Isso tá relacionadas as características. E veja, o mundo ele é dinâmico, então nós vamos reagindo no mundo da mesma forma que o mundo vai reagindo em nós. Percebe? Então, às vezes, eh foi planejado determinadas coisas que são imperativos, não tem coisa, não tem como mudar, mas há questões que é possível mudar. E às vezes é, tinha planejado e um caminho A, aí eu vou pro B, e significa que eu estou falindo. Não, gente, não é isso. O espírito ele escolhe não só no momento das provas, mas no momento que ele tá reencarnando também, né? Então, eh, enfim, eh, tem todas essas questões, né? Não é um, eh, é uma dinâmica que, ao mesmo tempo ela é complexa, ela é flexível. Eu acho que é isso. Muito bem, meu amigo. E a hora voa, né? Já tá chegando aí o finalzinho por hoje. Na semana que vem, então, o Thago vai dar continuidade a essa série de estudos sobre os mitos de Platão e o Espiritismo. Vocês não vão perder, né? E a gente passa para ele agora a palavra para ele fazer as considerações finais desse episódio. Vai lá, Thaago. Não, só

e de estudos sobre os mitos de Platão e o Espiritismo. Vocês não vão perder, né? E a gente passa para ele agora a palavra para ele fazer as considerações finais desse episódio. Vai lá, Thaago. Não, só agradecer naturalmente a aos amigos e amigas que nos acompanharam. e dizer o seguinte, gente, eh saibamos através da nossa consciência utilizar, não é? Utilizar eh justamente o nosso livre arbítrio com consciência para fazermos boas escolhas, consultando sempre a nossa consciência, não é? para que, enfim, possamos através dessas boas escolhas, construir um futuro mais feliz, mais justo, né, mais amoroso, um futuro que possamos compartilhar bondade e amorosidade com aqueles que estão no nosso caminho. Eu acho que é isso. Muito bem. Muito obrigado, Thago. Eu que agradeço, meu amigo. Até semana que vem. Eh, agradecer também a todo mundo que teve com a gente, né, que participou aí no chat, pessoal que tá assistindo aí depois o estudo gravado. Lembrem-se, toda quinta-feira às 8:30 da noite, o programa A Força do Espiritismo. Nesse momento, nós estamos com essa série Os mitos de Platão e o Espiritismo. Quem perdeu algum episódio, de repente tá chegando agora, é só lembrar que estão lá na playlist A Força da Força do Espiritismo, no canal do YouTube do Espiritismo.net ou dos canais parceiros que estão retransmitindo essa esse nosso programa, tá? Então vocês podem assistir também e esses que vocês não assistiram aí, o de sempre, curtir aí o vídeo, né? Compartilhar com os amigos. para que a gente possa eh transmitir essa mensagem para mais e mais pessoas. É isso, uma excelente noite para todo mundo. Fiquem com Deus e até a próxima. Tchau. Ciao. O espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lionês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com

eu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. espiritismo.net/congresso /congresso

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