A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 6ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
boa noite boa noite sejam bem-vindos a mais uma edição do nosso programa A Força do espiritismo e que é uma produção do espiritismo.net em parceria com a TV Serge com a FEB TV e transmitida também por alguns canais parceiros bom essa noite a gente vai dar continuidade a uma série né que começamos há algumas semanas atrás que tem como título Platão e o espiritismo é a sexta parte hoje com o nosso querido Tiago Barbosa que eu chamo aqui agora e já dou o meu boa noite boa noite meu irmão boa noite meu amigo joia graças a Deus Tudo na paz espero que com você também e com todos aqueles que já estão chegando que vão nos acompanhar todos aqueles que vão nos acompanhar depois também bom eh a gente passa a palavra então para você Tiago nesse primeiro momento no final a gente volta pro nosso bate-papo e já convidando os nossos amigos para fazerem suas perguntas seus comentários aí no chat que no final a gente com certeza vai atender Perguntas as solicitações fazer alguns comentários em do que for colocado por vocês aí então palavra é tua vamos lá tudo bem Boa noite minhas amigas meus amigos nosso boa noite para O Josemar é de Mangaratiba né a Edna do Rio a Teresa tudo bem Teresa Silvia tudo bem Silvia Celma Boa noite Selma e a nossa querida amiga Lina bom hoje nós vamos dar continuidade ao nosso estudo ainda falando sobre a questão da a reencarnação né a reencarnação é um tema amplo eh ele foi tratado na obra de Platão de maneira muito diversificada eh obviamente que Sócrates né vivendo eh na Grécia ele sofreu a influência do pensamento e da cultura grega né Essa cultura era politeísta e quando nós quando nós tratamos de espíritos de uma envergadura como Sócrates é preciso sempre compreender primeiro né eh eh ele sofreu a influência do seu tempo ele falou a linguagem do seu tempo ao mesmo tempo que transcendeu o seu tempo eh tirando o Cristo que é o espírito puro e perfeito né Sócrates ainda não tendo alcançado essa condição ainda sofre a influência mesmo que mínima né mesmo que pequena da
o que transcendeu o seu tempo eh tirando o Cristo que é o espírito puro e perfeito né Sócrates ainda não tendo alcançado essa condição ainda sofre a influência mesmo que mínima né mesmo que pequena da matéria né Eh eu digo isso porque naturalmente muito embora o pensamento socrático que nos é apresentado por seu discípulo Platão eh muito embora seja um pensamento eh atemporal transcendente extremamente elevado né Mesmo assim e sofre a influência do momento histórico que Sócrates esta vivendo né Muito embora novamente afirmamos seja é um pensamento extremamente elevado né E tratando da reencarnação como nós vimos né na semana passada um penso que se aproxima do pensamento Espírita mas tem as suas contradições né aquilo que converge mas também aquilo que Diverge né e o tema reencarnação como nós já estamos vendo aí não sei talvez uns três programas acredito eu eh observamos com muita tranquilidade que em várias obras de maneira esparsa esse tema é tratado né Cada obra de maneira um tanto quanto distinto né Nós vimos portanto eh na obra fedon né tô olhando aqui a minha cola então nós Já estudamos o pensamento de Platão de Sócrates né na obra fedon mas também na obra teeteto em gorgas né Eu acho que gorges inclusive foi o primeiro estudo também a obra Menon né enfim E hoje nós vamos pegar só um trechinho de Fedro E aí nós vamos eh apresentar o mito de é né de maneira um pouco mais detalhada diferente daquilo que nós havíamos começado na semana passada veja o tema reencarnação dá para ser explorado de diversas formas né boa noite Ana Leal Tudo bem amiga e eh na obra de Platão inclusive né Por exemplo a questão da justiça divina né da Justiça eh eh das penas e gozos né para ficarmos eh com a quarta parte O Livro dos Espíritos a pena penas e gozos após a morte Platão trata disso né A Teoria das ideias inatas né de evolução da Alma Mas também da própria questão né que era uma crença muito comum na Grécia né da mentem Psicose muito embora preciso dizer que esta ideia que foi me parece me parece né que
natas né de evolução da Alma Mas também da própria questão né que era uma crença muito comum na Grécia né da mentem Psicose muito embora preciso dizer que esta ideia que foi me parece me parece né que o primeiro Pensador que lançou mão da ideia da reencarnação junto com a m em psicose tenha sido Pitágoras e Pitágoras se utiliza dessa dessa teoria eh eh não de maneira digamos assim sistematizada né a alma independente do que ela fez ou do que não fez ela pode vir ou uma num momento num corpo de um animal né numa planta e por aí vai a menta Psicose eh que me parece também que essa ideia a origem dela né justamente no antigo Egito né no antigo Egito ela foi eh digamos assim sofisticada na obra de Platão né e na obra de Platão e sidar havia uma condenação né Muito embora muito embora nós possamos olhar isso de maneira simbólica e não de maneira literal né mas enfim certo bom eu separei só um trechinho aqui de Fedro porque o Fedro até disse que nós iríamos tratar dele mas como tem o dos corcéis alados vai ter um momento que nós vamos tratar especificamente dos mitos ou das parábolas platônicas né E e aí nós vamos tratar do mito da caverna né o mito das cigarras o mito enfim não todos né claro mas a maioria aquilo que é essencial né pelo menos do nosso ponto de vista eh das parábolas de Platão nós vamos tratar uma momento adequado né então por isso que eu não vou explorar muito essa questão mas eu trouxe só um trechinho aqui de Fedro né Fedro já havia dito eh uma das obras que Platão trata sobre o amor né ele vai tratar também em o banquete na própria obra fedon né Eh mas principalmente na obra banquete né e e ele também nessa obra Fedro ele trata desse tema né é uma uma obra muito bonita eh muito elevada moralmente filosoficamente enfim vale muito a pena a leitura desta obra eu achei que eu eh Enfim então eu vou ler só um um trechinho aqui para nós para introduzir as nossas reflexões da noite eh ele diz assim a inteligência do homem deve se exercer segundo aquilo que ele
eu achei que eu eh Enfim então eu vou ler só um um trechinho aqui para nós para introduzir as nossas reflexões da noite eh ele diz assim a inteligência do homem deve se exercer segundo aquilo que ele chama de ideia Isto é elevar-se da multiplicidade das Sensações a unidade racional ora esta faculdade não é mais do que a recordação das verdades eternas que nossa alma contemplou quando acompanhou a alma Divina nas suas evoluções por isso convém que somente o espírito do filósofo tenha asas nele a maioria conforme sua aptidão permanece sempre fixada nesses objetivos que o torna semelhante a um Deus Deus aqui né é com D minúsculo Claro é somente fazendo bom uso dessas recordações que o homem se torna verdadeiramente perfeito podendo receber em um grau ótimas consagrações dos mistérios então vejam vocês aqui traduzindo e esse ponto né a a primeira coisa a primeira coisa que eu gostaria de chamar atenção é o homem é um ser inteligente né que inclusive para Kardec eh o principal atributo do espírito é justamente a inteligência né O que são os espíritos são seres Inteligentes da criação né o objetivo portanto da da da reencarnação digamos assim está posto aqui né Eh é elevar-se da multiplicidade das Sensações a unidade racional ou seja boa noite z ou seja qual que é o objetivo da reencarnação as primeiras vidas as primeiras reencarnações o espírito ele tem uma multiplicidade de sensações né de início o instinto o império sob o império do instinto esse espírito vai ter as Sensações carnais né coisa essa que o nosso querido Leão Deni também coaduna quando ele vai vai estudar na obra o problema do ser e do destino lá na terceira parte das potências da Alma no capítulo a consciência o sentido íntimo o nosso querido mestre Deni ele vai dividir a consciência em três estágios a consciência sensório né a consciência intelectiva né e a consciência digamos assim espiritual subliminal né que é o temo que ele vai usar então cada uma dessas desses estágios eles eh vão escalonando ou seja primeiro vem
né a consciência intelectiva né e a consciência digamos assim espiritual subliminal né que é o temo que ele vai usar então cada uma dessas desses estágios eles eh vão escalonando ou seja primeiro vem a consciência sensória depois a consciência intelectiva depois essa consciência espiritual transcendental né Muito embora eh eh essas esses estágios eles podem num determinado momento eh eh digamos assim coabitar né não significa que primeiro esse depois Primeiro o sensório depois acaba o sensório entra pros eh para a consciência intelectual né racional Não elas vão conviver né mas a primeira que Brota é justamente a das Sensações né dessa desse conjunto de sensações que vai ter a sua origem justamente nos instintos né o instinto de conservação o instinto de reprodução né e o instinto de sobrevivência E por aí vai todos esses instintos eles fazem parte daquilo que Leon vai chamar da consciência sensória é a primeira que chama para a consciência de si é justamente a consciência do corpo né das atividades do corpo e é justamente isso que nós temos aqui el levar-se da multiplicidade das Sensações à unidade racional até que ele constitua né Eh eh eh essa unidade racional que é esse no no sentido Platônico é é o ápice da evolução do espírito da consciência né Eh claro que e essa racionalidade no sentido transcendental né uma racionalidade Divina digamos assim né Eh eh a racionalidade do espírito né Não sei se me fiz entender não essa racionalidade no sentido vulgar que nós eh eh temos né que nós imaginamos comumente quando nós falamos Nossa Fulano é muito racional não né uma racionalidade transcendental né ora esta faculdade não é mais que a recordações das verdades eternas por isso que eu tô tô dizendo que é uma racionalidade o quê transcendental que é justamente essa esse Recordar E e esse Recordar em Platão como nós vimos semana passada é tomar posse né é viver isso que é essas verdades eternas né Essas verdades transcendentes essas verdades sublimes Então à medida que o espírito vai eh se
rdar em Platão como nós vimos semana passada é tomar posse né é viver isso que é essas verdades eternas né Essas verdades transcendentes essas verdades sublimes Então à medida que o espírito vai eh se aperfeiçoando cada vez mais ele vai se aproximando dessas verdades eternas e é por isso que no sentido Platônico é é a atividade primordial do filósofo né porque o filósofo em Platão né não é exatamente como nós entendemos hoje né o filósofo em Platão é aquele é aquele ser que saiu da caverna né Quando nós formos estudar o mito da caverna nós vamos ver isso aquele amante do conhecimento e das verdades eternas né então é a figura de um próprio Sócrates de um Cristo né filósofo em Platão é alguma coisa que transcende e muito a concepção que nós temos hoje é aquele que ama a verdade o bem e o belo né então é esse ser que alcançou sou Justamente esse estado de perfeição né Então veja que em Platão o o processo da reencarnação ele tem um objetivo que é muito semelhante a do espiritismo né que é o aperfeiçoamento é trazer mais beleza mais verdade para a alma mais sabedoria portanto né E então eu eu não sei se isso Ficou claro é basicamente isso a ideia bom então agora nós vamos para a nossa querida o mito dier né E que é um mito digamos assim por demais interessante muito bonito eh e vou adiantar um pouquinho da história né eu ao longo desses estudos nós temos falado sobre isso mas assim o metier é era um guerreiro né que tava em batalha num determinado momento ele ele digamos ele se vê tombado né E se imaginava até mesmo morto e se vê fora do seu corpo então ele chega até o estágio do céu né digamos assim ele sobe e ali ele eh eh mostrado o caminho para ele né do dos Ades não é e desculpa gente tive que beber água bom então chegando ali nos Ades ele acompanha toda a questão do julgamento da almas né observa inicialmente o sofrimento das Almas né Isso é uma questão que Platão né e eh vai dizer e eh que o destino das Almas está relacionado àquilo que elas eh realizaram na terra de bom ou de mal né
observa inicialmente o sofrimento das Almas né Isso é uma questão que Platão né e eh vai dizer e eh que o destino das Almas está relacionado àquilo que elas eh realizaram na terra de bom ou de mal né boa noite Sônia eh eh e e e uma coisa que é muito interessante é que os Ades muito embora muitas vezes é colocado como se fosse o inferno e não é né porque o inferno nos na na teologia né na interpretação Cristã de muitas teologias pelo menos como de São Tomás ja Aquino Santo Agostinho né Santa Anselmo E por aí vai eh é é e o inferno ele é algo digamos assim que se a alma foi para ali ela nunca mais sairá né então iria ficar ali para todo sempre da mesma forma que no céu né todo sempre o Adis não é um inferno o Ades ele é um estado temporário onde a almas ali pgam aquilo que de alguma forma eles elas fizeram e depois Elas irão receber eh o julgamento das três filhas de anakes né que é a deusa do destino no panteão grego né Isso é muito diferente eh eh do pensamento que nós né temos do inferno porque depois que há esse julgamento né a alma ela retorna ao mundo novamente e tem a oportunidade de uma nova vida de uma nova personalidade e com isso eh E com isso realizar novas coisas de maneiras que elas possam digamos assim eh cada vez mais se aperfeiçoar né então como nós vimos aqui na obra Fedro a reencarnação ela tem um objetivo né que é né de maneira poética que Sócrates diz a Fedro né que é da multiplicidade elevar-se da multiplicidade da Sensações a unidade racional que que é essa unidade racional esta faculdade não é mais do que a recordação das verdades eternas que a nossa alma contemplou quando acompanhou a alma Divina na sua evolução né então é alcançar essas verdades eternas e esse alcançar é viver também né É não é só ter contato que o ter contato é o ato simples de Recordar mas eh eh eh a estabelecer essa unidade racional em nós é não só contemplar mas também viver isso né tomar posse disso bom dito isso vamos paraa narrativa os trechos que que nós temos de a república
r mas eh eh eh a estabelecer essa unidade racional em nós é não só contemplar mas também viver isso né tomar posse disso bom dito isso vamos paraa narrativa os trechos que que nós temos de a república só para nos situarmos eh o mito de e né Ele tá nos itens 617 né do Diálogo que Sócrates eh está travando 617 em diante vai até deixa para sermos digamos assim bem fiéis né até os 68 Tá bom então vamos lá ele diz assim hierofante o que que é um hierofante é um sacerdote de alta estip né é o mais alto grau do sacerdócio ali no mundo grego né Geralmente se usa isso também para para usar os autores latinos se utilizam para descrever isso também no antigo Egito mas sacerdote né o hierofante dispunha as almas em ordem em seguida tirando os joelhos de laques as sortes e as variadas as várias condições da vida humana subiu a um alto estrado e assim falou Deixa só contextualizar laquesis né Eh digamos assim o julgamento no mundo grego né era feito pela a as três filhas da deusa do destino a deusa anias né então eram três filhas a cloto né e e inclusive Se nós formos pesquisar né as três móri né as ou as filhas de eh Anas nós vamos ver que elas estão fiando as três estão ali fiando né Eu acho que quem morou na roça sabe o que que é uma fi né você pega o algodão e vai passando por aquela máquina né e vai fazendo vai tecendo ali o novelo de um de fio né seja de algodão seja de e como é que o nome daquele negócio lã né E por aí vai né então são três filhas a clot que é a fiadeira a laques que traça o fio e atropos que corta o fio né E isso também é a representação do passado presente o futuro né aquela que tá fiou o fio aquela que traça o fio e aquela que corta o fio então é mais ou menos isso e aqui o hierofante tá tirando a sorte do destino da das Alas justamente de laquesis né que é a que traça o fio né que que vai acontecer ali né é a representação digamos do presente então tá tá traçando o fio eh eh daquela vida né presente aqui digamos assim digamos assim e eh presente é no
é a que traça o fio né que que vai acontecer ali né é a representação digamos do presente então tá tá traçando o fio eh eh daquela vida né presente aqui digamos assim digamos assim e eh presente é no sentido mais ampliado né por exemplo uma vida seria um presente o presente nosso então né Porque aqui nós estamos olhando a alma no sentido Imortal no sentido transcendental não só de uma vida mas de toda a sua evolução né então a cloto é a fiadeira que tá com o início do Fio né a laques que traça o fio do destino né Então como que vai ser aquela vida daquela criatura vai ser o presente dela daquela vida deu uma ideia gente e a tropos corta o fio por é representação do Futuro Qual que é o futuro é a perfeição quando o espírito alcança a perfeição ele não precisa mais desse fio do destino por ele já viveu aquilo que ele precisava chegar e já alcançou a perfeição deu uma ideia gente ficou claro isso Então essas são as três filhas do eh destino da deusa do destino Anas deusa anaes bom então eu vou reler aqui em seguida tirando dos joelhos de laques as sortes e as várias condições da vida humana subiu Auto estrado e assim falou né boa noite então aqui o que que nós temos Gente o que que nós temos aqui o hierofante que é esse grande sacerdote que utilizando da Deus a laques né ele tira a sorte do destino daquelas almas e a ele sobe no estrado ou seja num num patamar mais elevado e vai pronunciar digamos assim essa sentencia a sorte nas várias condições da vida humana subiu em um AL estrada e assim falou isto diz a Virgem laquesis filha da Necessidade almas efêmeras Por que necessidade gente porque só tem destino quem tem necessidade se você não tem destino você alcançou a perfeição você não tem mais necessidade Por conseguinte você não tem mais destino por qu você já alcançou estado de Pureza espiritual aquilo que você foi destinado você já alcançou deu uma ideia almas efêmeras ID de recomeçar uma nova carreira e reentrar em um novo corpo mortal Não vos escolherá um gênio mas
ado de Pureza espiritual aquilo que você foi destinado você já alcançou deu uma ideia almas efêmeras ID de recomeçar uma nova carreira e reentrar em um novo corpo mortal Não vos escolherá um gênio mas vós mesmos escolherei o vosso próprio gênio ou seja tá na mão da criatura escolher né o seu próprio G aquilo que ela vai fazer da vida dela né porque se a alma isso que é um ponto gente nós temos que entender isso também está na obra de Platão se existe o princípio do livre arbítrio existe também o determinismo existe também um determinismo e quanto mais o livre arbítrio aumenta menos o determinismo e digamos assim o determinismo diminui é uma lógica de proporção inversa quanto um aumenta outro diminui quanto um diminui outro aumenta né Por qu muitas das vezes nós imaginamos não nós temos o livre arbítrio Complet não temos tô dizendo isso por a vida eh e né a a reencarnação nós nasceremos em uma cultura em uma condição social própria em um lar que os pais têm determinadas tendências e tudo isso né vai eh influenciar tudo isso vai influenciar naturalmente a a vida do Espírito né boa noite Berto tá joia meu amigo então isso tem que ficar claro para nós né em Platão também está posto né então é por isso que o hierofante né tirando a sorte do joelho quando nós formos tratar Quando nós formos tratar da das parábolas dos mitos socráticos nós vamos entrar nessa questão eh especificamente nós não Vamos explorar ela porque não vai dar tempo mas enfim Então veja eh O que que o hierofante fala vou reler novamente isto diz a Virgem laquesis filha da Necessidade né então o hierofante vai vai proferir ali o destino dessas almas a sorte dessas almas almas efêmeras e de recomeçar um novo Carreiro e e reentrar em um novo corpo mortal né então o que que é mortal é o corpo a alma é perene Então ela tem esse ciclo né de vida em vida né de reencarnação em reencarnação Não vos escolherá um gênio mas vós mesmos escolherei o vosso próprio gênio bom se as condições da vida que nós temos né então o país a família a a as
de vida em vida né de reencarnação em reencarnação Não vos escolherá um gênio mas vós mesmos escolherei o vosso próprio gênio bom se as condições da vida que nós temos né então o país a família a a as condições eh eh sociais que nós vamos estar inserido que isso nós podemos dizer que é a quantidade de determinismo da existência humana por outro lado existe o quê o livre arbítrio né livre arbítrio e esse livre arbítrio que nós podemos escolher o nosso gênio né Então veja é é é uma é uma relação proporcionalmente inversa uma tensão entre essas duas e eh Entre esses dois mecanismos eh do imperativo da lei que é exercido sobre o espírito o determinismo e o livre arbítrio né então é é nessa sutileza que a alma vai e eh fazendo a sua evolução então deu uma ideia gente mas vamos continuar hã isto dizendo arrojou o adivin a sorte sobre todas e cada qual recolher a que caiu junto de si exceto eu a quem isso não se permitiu conheceu então cada uma a ordem em que cai por sorte escolher e em seguida pôs o hierofante a mostrar de todas as espécies de vida de vidas cujo número era muito superior a das Almas que deveriam escolher bom gente a a a multiplicidade para que digamos assim para que a a alma né o espírito a alma no sentido Platônico ele tem um sentido um pouco mais distinto de Kardec mas é só questão de terminologia porque o que que é a alma para Kardec que é o espírito encarnado né E a gente já percebeu aqui nesse momento que a alma pro pro Platão né é o ser inteligente que sobrevive ao corpo né que seria o espírito digamos eh eh em Allan Kardec é só questões de palavra meramente palavra nada mais do que isso bom então nós temos né e e isso o boécio né que foi um filósofo aí medieval né né Eh ele falava até da roda do destino né A Roda da Fortuna que é basicamente isso aqui ou seja H variadas condições que o espírito nessa trajetória evolutiva ele vai atravessando né então Eh condições que ele vai ter mais acesso à cultura e outra menos Cultura vai ter eh vai est em uma condição onde ele vai
ndições que o espírito nessa trajetória evolutiva ele vai atravessando né então Eh condições que ele vai ter mais acesso à cultura e outra menos Cultura vai ter eh vai est em uma condição onde ele vai est Numa família ou numa comunidade mais virtuosa outrora menos virtuosa numa condição de mais saúde em outras vidas menos saúde de E por aí vai gente né Por quê para que a alma ela consiga alcançar aquilo que tá narrado lá no febro né que é o quê a da multiplicidade das Sensações a unidade racional que que é essa unidade racional né é a recordação da das verdades eternas né Então olha só que que que interessante né Para que alcance esse Ápice o espírito ele precisa passar né ele precisa passar por diversas condições existenciais então uma vida e ele tá E claro e é preciso a gente entender isso também além desse dessa condição né Eh eh de que o espírito precisa atravessar diversas condições né Eh eh existenciais isso também está atrelado a a lei de causa e efeito né que isso também é uma coisa que como nós já Vimos que tá posto também na obra de Platão né eh portanto eh eh existe né Essa essa relação também existe essa questão né Eh aqui o que eu fiz que eu realizei que eu operei em uma vida terá consequências isso inclusive se eu não tô enganado nós vios na obra fedon né na obra fedon aquilo que eu fiz e uma determinada da vida ela vai Ressoar em tantas outras em tantas outras vidas né então se hoje eh eu cometi um ato infeliz no momento propício no momento propício isso vai ter consequências né em uma vida às vezes isso pode demorar Às vezes isso pode demorar séculos né quem se Record daí da abração em reação que é um caso clássico né do nosso querido André Luiz em que eh eh dois dois sujeitos que haviam vivido na França no período da guerra dos 100 anos né ali por volta do século XV mais ou menos e eles haviam participado de um morticínio jogando pessoas de um determinado penhasco né depois de terem invadido uma Fortaleza e aí séculos depois eles eh querendo alcançar
do século XV mais ou menos e eles haviam participado de um morticínio jogando pessoas de um determinado penhasco né depois de terem invadido uma Fortaleza e aí séculos depois eles eh querendo alcançar eh ir para uma esfera superior né que é um tema que nós vamos estudar a semana que vem eh eh essa ideia né de pluralidade dos Mundos habitados né Eh eh na obra de Platão mas não não sentido de Out Outros Mundos no sentido de outros os mas outras esferas de vida na nacidade né digamos assim esses espíritos querendo fazer isso o que que vai acontecer com eles e eh eles pesquisando os registros espirituais desses dois companheiros se perceberam que havia aquela vida né que eles haviam feito isso e ISS pesava na economia moral deles e aí então eles reencarnam vão ser dois pilotos de de avião e vão estar inclusive no no no mesmo avião que vai sofrer uma queda Claro gente que a lei de ação e reação a justiça divina não significa que sempre vai ter essa relação de casualidade né são dinâmicas assim incalculáveis daquilo que pode acontecer mas que naturalmente a criatura para que Ela entenda aquilo né na maior perfeição possível vez outra ela tem que e atravessar uma experiência contrária né e eh melhor dizendo uma experiência similar daquilo que ela praticou só que numa numa numa condição contrária ou seja em vez de você a gos agora ela vai atravessar aquilo né novamente claro que a lei ela não é não não segue essa essa í eh eh que muit das vezes né Nós imaginamos né que M das vezes tá pautada um desejo de vingança né mas que naturalmente a criatura muita das vezes atravessa situações semelhantes isso sim né Eh eh eu acho que isso já já tá claro para nós não é enfim Bom eu não sei gente se vai dar pra gente Eu tinha separado mais um trechinho aqui para nós mas o tempo já tá avançado né eu vou ler se não der pra gente comentar na semana que vem a gente começa daqui né Então aí diz o nosso querido eh Sócrates né na escolha eh na escolha a maior parte das Almas era guiada pelos seus hábitos da vida
não der pra gente comentar na semana que vem a gente começa daqui né Então aí diz o nosso querido eh Sócrates né na escolha eh na escolha a maior parte das Almas era guiada pelos seus hábitos da vida presente disse que a havia visto a alma que em outro tempo isso ele falando né sobre eh eh sobre er né porque o er que fez essa viagem né Aos Ades enfim que depois volta e vai descrever né Eh tudo aquilo que ele viu Eh para os homens né enfim eh disse que havia visto a alma que em outro tempo pertencera a Orfeu escolher a condição de cisney por ódio às mulheres que lhe havia dado a morte não querendo nascer de nenhuma delas vir a alma de novamente tem essa ideia né da mente Psicose muito embora né Eh eu particularmente sou daqueles partidários muito embora não tenha nenhuma cultura para isso mas tenho essa percepção que tem um Car Car É é simbólica né Tem um caráter simbólico né não literal né porque um mestre como Sócrates ele narrava a semelhança do Cristo né por muitos parábolas mesmo né Eh eh Enfim então ele diz o seguinte eh diz que Orfeu escolher a condição de cismo por ódio às mulheres que havia dado a morte não querendo nascer de nenhuma delas vira a alma de Tamiris escolher a condição de um rinol também vira um cisney a cisney assim como outras aves amantes da música adotar a condição da de espécie humana não faltou a alma que chegando lhe a vez de escolher tomasse a natureza de leão foi a de Ajax filho de telamon que não queria reentrar no corpo humano porque se lembrava da afronta recebida no julgamento dado sobre as armas de Aquiles né aqui gente ele tá remontando a a a elía do Homero né então Ajax era primo de Aquiles né que é o grande herói grego né aquele que eh eh eh que ajudou no Cerco de Troia e também sem dúvida nenhuma na destruição né da da cidade dos troianos enfim atrás desta via a de Agamenon que por ódio ao gênero humano por causa das desgraças passadas tomou a condição de Águia a alma de atalant chamada na metade do sorteio pensando nas grandes honras que a que se
desta via a de Agamenon que por ódio ao gênero humano por causa das desgraças passadas tomou a condição de Águia a alma de atalant chamada na metade do sorteio pensando nas grandes honras que a que se tributam aos atletas eh não pode ser não pôde se resolver-se não pode resolver-se a passar por sobre este gênero de vida sem o abraçar veio depois a alma de epeu filho de panopea e fixou-se na condição de mulher hábil em labores manuais entre os der se apresentou a alma do truão tercel que se revestiu do corpo de macaco chegou por último a vez da alma de Ulisses escolher pela memória dos trabalhadores passados e já isenta de ambições andou buscando longo tempo a condição tranquila de um homem particular esse e e sem cuidados condições essa oculta em um recanto onde haviam deixado todas as outras almas bom vamos ficar por aqui gente Eh vamos ficando por aqui e aí vamos pro momento das perguntas Gisele Pode deixar minha amiga que nós vamos estar orando por seu cunhado que tá no hospital tá pode deixar e vamos chamar então noss querido já já paraa gente bater um um papo né essas questões muito bem Senhor Thiago muito bem É o tempo passa rápido né meu amigo pois é já tá quase acabando né desculpa não mas que é isso não as pessoas aqui não Não colocaram assim diretamente nenhuma questão né só foram comentando ao longo da sua fala Eh mas aí thago eu eu tava querendo ter uma ideia eh do seguinte como é que você entende eh essas informações ou seja esse levantar dos véus a cada época que vai passando da da humanidade e se eh tudo isso segue um planejamento né quer dizer a gente sabe que tudo na espiritualidade superior eh tem um planejamento mas existe também o livre arbítrio Então como é que você acredita que se se dá isso então eh a possibilidade de já naquele tempo remoto a gente ter mais ou menos uma ideia de como seriam as Quest relacionadas ao Espírito eh se isso Segue uma um planejamento espiritual como é que é isso jájá eh Sem dúvida nenhuma segue um planejamento né
gente ter mais ou menos uma ideia de como seriam as Quest relacionadas ao Espírito eh se isso Segue uma um planejamento espiritual como é que é isso jájá eh Sem dúvida nenhuma segue um planejamento né Eh e é uma questão que inclusive hoje tem me chamado muita atenção porque já há companheiros na reflexão espírita dizendo que existe sim um acaso que existe o acaso e eu fico assim eh particularmente eu acho isso muito complicado primeiro que eh eh é difícil você entender eh eh o acaso e conciliar isso com a ideia de um de um Deus né E também da providência divina né porque Deus que que o esp espiritismo nos apresenta ele passa também por essa ideia de uma providência divina né Eh então eh eh não existe acaso né Agora dentro daquilo que foi planejado dentro daquilo que foi planejado existe o livre arbítrio E aí sim é nessa esfera que há a condição do Espírito realizar um caminho a um caminho B um caminho C né naturalmente o espírito pode trilhar condições que variadíssimas né mas tudo isso também tá dentro de do esperado porque há um capítulo por de mais interessante na obra A Gênese né que é uma teoria que Allan Kardec eh nos apresenta sobre eh eh digamos a teoria da pré-ciência né tanto dos Espíritos mais elevados e claro de Deus naturalmente porque um dos atributos de Deus é justamente isso né já já conhecer digamos o nosso destino então há um planejamento mas dentro desse planejamento há digamos como os espíritos operam no mundo e aí eles podem realizar trilhar vários amigos bom essa questão da progressão digamos das Revelações isso também aconteceu no mundo grego muitos desses ensinos eles eram apresentados somente para os iniciados dos cultos né Os cultos órficos dos cultos eleuses né Eh eh Pitágoras inclusive foi um grande reformador do culto dos eleuses até que nós chegamos no pensamento eh eh até que nós chegamos num estado que eh de maior maturidade talvez daquele mundo grego e aí nós temos a figura de Sócrates que muito Embora tenha vindo no momento de grande
chegamos no pensamento eh eh até que nós chegamos num estado que eh de maior maturidade talvez daquele mundo grego e aí nós temos a figura de Sócrates que muito Embora tenha vindo no momento de grande decadência né do do mundo helênico eh ele apresenta esses ensinos de maneira aberta muito embora falando ainda por parábolas falando ainda por parábolas né eh e e e a história da humanidade é mais ou menos essa né Eh nós temos muit das vezes uma grande verdade que ela é apresentada para um pequeno público e que depois chega um grande mestre e apresenta isso paraa humanidade toda geralmente esse Grande Mestre ele é perseguido ele é digamos eh eh eh ele é torturado ele é morto né foi o caso de Sócrates foi o caso do Cristo né muitas das verdades do mundo eh eh judaico Jesus falava isso de maneira aberta né de maneira aberta eh eh Jesus deixou muito claro que ele não havia vindo para romper com a lei Mas para dar seguimento para complementá-la a semelhante de Sócrates que ele não rompeu com a tradição completamente mas veio um ponto a mais digamos né uma contribuição a mais a essa reflexão que era para poucos né então me parece que essa lógica é uma lógica que segue e é interessante porque a gente pode ver o seguinte primeiro que isso é apresentado para poucos depois um grande mestre apresenta para muitos e depois essas ideias são o qu deturpadas E aí a gente entra nessa lógica de novo né e eh e assim vai né a história da humanidade em termos de conhecimento é mais ou menos isso é mais ou menos isso o que Leon Deni vai nos dizer eh é tanto na introdução da depois da morte quanto no primeiro Capítulo do depois da morte quando ele vai falar da doutrina secreta né enfim thgo eh eu tava pensando aqui também uma outra questão eh até a lina tava falando aqui né ela fez esse seguinte comentário aqui né Grandes Homens Deixaram um legado riquíssimo para da história da humanidade Lindíssima e realmente isso é muito interessante e e eu tava aqui até dando uma conferida né que lá no Livro dos Espíritos eh no
des Homens Deixaram um legado riquíssimo para da história da humanidade Lindíssima e realmente isso é muito interessante e e eu tava aqui até dando uma conferida né que lá no Livro dos Espíritos eh no prolegômenos eh uma das assinaturas é de Sócrates e de Platão né então a gente vê que também esses espíritos pare né eu queria que você me ajudasse a refletir sobre isso parece que eles são meio que responsáveis eles são assim assessores de Jesus que é o nosso Governador espiritual por conduzirem o processo de progresso da humanidade Será que seria isso e a eles voltariam de tempos em tempos é me parece que é justamente isso Emanuel no Caminho da Luz ele nos apresenta justamente essa ideia né Jesus seria o governador do planeta e justamente Eh esses essas grandes almas né seriam eh prepostos dele que Retornam de tempos em tempos para nos relembrar dessas verdades né a uma das obras da tradição hindu que eu mais gosto que é justamente o bag vagita bag vagita tem um grande mestre que é Krishna e um discípulo desse Grande Mestre que é o príncipe arjuna né e Krishna fala para eh fala Para justamente para arjuna que de tempos em tempos ele retorna justamente para fazer Relembrar os homens dessas verdades eternas que Sócrates vai narrar a Fedro né então e a a verdade a verdade ela é eterna ela é Una só que as nossas percepções acanhadas ainda elas são múltiplas né el são múltiplas e muit das vezes nós acabamos nos entorpecendo por essas verdades que são temporais elas não são atemporais E aí esses grandes Mestres espirituais ele vem justamente para fazer tocar né os Clarins que é inclusive eh o que tá posto pelo espírito da Verdade né lá na naquela Bela comunicação na introdução de o evangelho segundo espiritismo né os espíritos céu que são as vozes como é que é os espíritos do Senhor que são as vozes do céu qual imenso exército se movimenta sobre a terra né E aí em determinado momento ele fala né Desse toque dos clarinhos então num certo sentido né eles vêm eles Retornam para nos fazer
ão as vozes do céu qual imenso exército se movimenta sobre a terra né E aí em determinado momento ele fala né Desse toque dos clarinhos então num certo sentido né eles vêm eles Retornam para nos fazer Recordar dessas verdades que já está em nós que a a teoria das ideias inatas de Platão Elas já estão em nós Qual é a função da reencarnação fazer com que recordemos dessas verdades espirituais dessa verdade eterna né Pois é e você falava né o quanto que esses Grandes Homens esses grandes Mestres acabavam sofrendo né E todos eles sendo até mesmo mortos mas eh deixando por conta disso de trazer as verdades para nós né E depois como isso vai se ampliando e agora sem a necessidade nem de reencarnar né para trazer as mensagens então já estão mortos não vão correr mais o risco eles já estão do lado de lá trazendo essa mensagem espalhando ainda mais né acho isso muito bonito também meu amigo a gente tá chegando no fim então eu queria que você deixasse uma mensagem final aí desse Episódio muito bem agradecer aos amigos às amigas que nos acompanharam né E vamos continuar o esforço aí de entender um pouquinho mais da obra de Platão essa essa conexão com a doutrina espírita porque é uma conexão profunda né Eh novamente né eu insisto muito nisso na obra do acaso que Allan Kardec vai colocar Sócrates e tão como precursores não só do Espiritismo mas do cristianismo né Então ess significa que há muito material eh paraa Nossa reflexão enfim com certeza com certeza meu amigo muito obrigado mais uma vez e semana que vem estaremos aqui né então não podem perder vocês não podem perder a continuidade dessas reflexões em torno do tema Platão e o espiritismo aqui no programa A Força do Espiritismo na próxima quinta-feira às 7:30 da noite Uma boa noite para todo mundo tá até lá tchau tchau o espiritismo surgiu como uma ciência investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre leonz se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma
u como uma ciência investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre leonz se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência é pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético no sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bar congresso
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