A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 4ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá pessoal boa noite sejam bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo uma produção do espiritismo.net em parceria com a febtv com a TV cerge e também transmitido retransmitido né por outros canais parceiros E hoje nós vamos dar continuidade aquela série de estudos em torno dos mitos de Platão e o espiritismo hoje é o quarto episódio com o nosso querido Thiago Barbosa só que o nosso querido Thiago Barbosa acabou de cair a conexão dele da internet então nós vamos aguardar el chegar né E vamos cumprimentando já o pessoal que tá por aqui a Gisele Lemes da Silva Boa noite minha amiga seja bem-vinda jos boa noite para você seja bem-vindo também aqui ao nosso estudo e lembrando ao pessoal que tá chegando que nós temos um primeiro momento do programa onde nós temos a fala do nosso querido Tiago que já voltou aqui deixa botar ele aqui na tela meu amig cai mas voltei caiu mas voltou Eu tava explicando aqui pro pessoalo que a gente aí no quarto episódio dessa série os mitos de Platão e o espiritismo e que o pessoal tem então Eh ao longo da sua fala tem a possibilidade de colocar aqui no chat seus comentários suas perguntas e depois desse período aí desses mais ou menos 40 minutos eu volto pra gente trocar a ideia e apresentar Então as perguntas e os comentários do Pessoal lembrando que tem quem tá assistindo depois pode fazer suas perguntas também aí nos comentários que quem sabe o Tiago responde né quem sabe meu amigo boa noite seja bem-vindo boa noite obrigado meu amigo por nada Vamos lá a palavra é sua E daqui a pouquinho eu tô de volta tá certo muito bem minhas amigas meus amigos boa noite boa noite para o amigo José Ricardo para amiga Gisele eh como já já disse nós estamos fazendo Esse estudo essas reflexões em torno do pensamento de Platão na verdade isso já tem alguns meses eu acredito se eu não estou enganar desde Outubro se eu não ten enganado outubro do ano passado né talvez até antes enfim e eh Agora nós estamos numa nova fase que é justamente fazer uma reflexão em torno
credito se eu não estou enganar desde Outubro se eu não ten enganado outubro do ano passado né talvez até antes enfim e eh Agora nós estamos numa nova fase que é justamente fazer uma reflexão em torno dos mitos de Platão que eles são tão ricos não é tão cheios de eh singularidades e ensinamentos na semana passada nós analisamos alegoria né porque na obra de Platão nós temos tanto alegorias com como mitos né boa noite Lina tudo bem amiga e a alegoria que Platão aqui nessa obra A República né que é a principal obra de Platão onde ele trata de temas relevantes né para o pensamento ocidental é uma das obras mais importantes do pensamento ocidental que foi o mito a melhor dizendo a alegoria do anel de giges né boa noite Edgar eh novamente em diálogo com Glauco né que é um dos interlocutores de Platão de Sócrates melhor dizendo aqui na República eh ele trata da questão da justiça né e de como que a justiça ela não é digamos assim alguma coisa natural né haja visto que boa parte dos homens se não tiver sob eh os olhos da Lei muitos deles não cumpririam aquilo que é o mais ético moral e correto se fazer né E na obra República Platão né ele trata de uma variada Gama de temas mas principalmente a justiça o estado ideal a filosofia O que é a filosofia né a importância da filosofia e principalmente do filósofo né filósofo como aquele que desperta o homem para si mesmo e para aquilo que é elevado como nós vamos ver eu acredito que não na semana que vem nós vamos ficar o mito que nós vamos analisar hoje um pouco mais de tempo mas quando formos analisar a alegoria da caverna né ou chamado também mito da caverna de Platão né bom o que o mito que nós vamos analisar hoje na verdade naqueles estudos nós havíamos passado por ele digamos assim an passando e a ideia é que hoje nós façamos uma anál mais acurada mais cuidadosa né que é o mito de e mito de e Eh tá no livro 10 último livro da República último livro da república e esse livro que é Nossa o 10 livro é um dos livros acredito que é o mais importante aqui da
dadosa né que é o mito de e mito de e Eh tá no livro 10 último livro da República último livro da república e esse livro que é Nossa o 10 livro é um dos livros acredito que é o mais importante aqui da da república na minha visão né novamente eh ele tá em diálogo Sócrates né tá em diálogo com Glauco né E e aí ele vai contar esse mito então eu vou ler uma parte do mito né E nós vamos analisando pouco a pouco acredito que vai render uns dois três estudos Tá bom então novamente tá no capítulo 10 né da República o Sócrates tá dialogando aqui com o Glau então ele diz o seguinte bem eu te disse vou lhe contar uma história vou lhe contar uma história nenhuma das histórias que odisseu conta o herói ao C né aqui ele tá eh ele tá aludindo a obra Odisseia do Homero né um dos personagens ali centrais né é justamente o odisseu eh mas também é a história de um herói é o filho de armênio um panfil de Nascimento Ele foi morto em batalha e 10 dias depois quando os corpos dos mortos foram recolhidos já em estado de putrefação seu corpo não foi afetado pela decomposição primeira coisa que eu gostaria de chamar atenção é que eh esse é um ponto também bem importante é que que aqui na República de Platão justamente no MIT nós temos muito provavelmente um dos primeiros eh casos de experiência de quase morte né de experiência de quase morte porque veja que já nos chama atenção eles estavam em uma batalha né Eh claro o era uma batalha que os atenienses estavam travando e eles estavam ali para recolher os corpos por comumente na Grécia os guerreiros eh a não ser que fosse uma uma guerra muito grande mas de maneira geral Eles não eram enterrados em uma cova em uma vala ou vala comum também como era como era comum a época né mas ele o os seus corpos eram Queimados né e inclusive de maneira muito peculiar eles eram limpos né era feito uma pira era feito antes uma oferenda aos Deuses né Principalmente ao Deus Ades que é o Deus do submundo nós chamamos o Deus do inferno mas na verdade essa lógica de
liar eles eram limpos né era feito uma pira era feito antes uma oferenda aos Deuses né Principalmente ao Deus Ades que é o Deus do submundo nós chamamos o Deus do inferno mas na verdade essa lógica de inferno né na na na cultura grega Não é bem assim é o mundo subterrâneo Na verdade o mundo dos mortos né E então eles eram limpos né e naturalmente veja 10 dias os corpos já estariam inclusive com mau cheiro então já nos chama a atenção aqui o que o fato de é o seu corpo não está né em estado de putrefação certo eh e no 12º dia enquanto ele estava deitado na lixeira voltou à Vida e contou a eles que tinham visto no outro mundo ele diz que quando sua alma deixou o corpo só fazer aqui uma uma breve Uma Breve uma curiosidade que é preciso porque essa edição aqui é uma tradução do inglês para o português Infelizmente eu não tenho a minha edição do grego para o português ficou no rio enfim dado grego que eu tenho ele desperta não da lixeira mas da da Pira que estava sendo formada para queimar seu corpo né só essa observação hã voltou à Vida e contou a eles o que tinha visto no outro mundo ele disse que quando sua alma deixou o corpo ele partiu uma jornada com uma grande companhia e que eles chegaram um a um lugar misterioso do qual Havia duas aberturas na terra eh eles estavam próximos um dos outros e em frente a eles Havia duas outras aberturas no céu ao então eh eh ele eh foi uma grande quantidade de pessoas dos guerreiros que ali estava e chegou no lugar que havia né duas aberturas na verdade Eram quatro duas que davam pro céu digamos assim duas para né para baixo né para o centro da Terra eh Havia duas aberturas na terra eles estavam próximos um dos outros e em frente a eles Havia duas outras aberturas no céu acima no espaço intermediário estavam sentados juízes que comandavam os justos após terem julgado e amarrado suas sentenças diante deles para ascenderem pelo caminho Celestial à direita à direita os juízes determinavam aqueles que ia para o caminho Celestial e da mesma maneira os injustos
julgado e amarrado suas sentenças diante deles para ascenderem pelo caminho Celestial à direita à direita os juízes determinavam aqueles que ia para o caminho Celestial e da mesma maneira os injustos foram ordenados por eles a descerem pelo caminho inferior à esquerda estes também traziam os símbolos de suas ações mas preso em suas costas então ali cada um já tinha Olha só curioso prestem atenção cada um tinha eh preso nas suas costas só que como eles estavam mortos isso não era no corpo concordam comigo isso não tava digamos assim escrito no corpo isso aqui Claro é uma forma metafórica dos gregos dizer olha há há um outro corpo né que a na após a morte ela se reveste concordam comigo porque se o corpo do é estava já 10 dias na pira segundo uma edição e segundo essa uma lixeira né junto com Outros tantos outros corpos significa que no mundo dos mortos digamos assim ele estava com um corpo e sabemos nós isso não é alguma coisa que passou digamos assim indiferente aos Gregos claro que aqui nós estamos falando daquilo que o espiritismo postula como o per espírito né e uma forma digamos assim mítica de retratar que as ações elas ficam digamos impregnadas no per espírito é justamente essa né Então essas ações dos vivos melhor dizendo dos Mortos estavam inscrito no seu corpo então cada um ali tinha inscrito que havia feito na terra nós sabemos né isso eh por exemplo nas obras de André Luiz eh eh a gente percebe isso com muita clareza que o perispírito sendo esse corpo Sutil ele revere e melhor dizendo ele se revere ele se egna das ações dos pensamentos dos sentimentos dos homens então o nosso perispírito que é é preciso lembrar o que que é o perispírito ele é um corpo que revere o espírito por um lado e por outro enquanto o espírito tem a necessidade da da reencarnação né ele serve de intermediário entre o espírito e o corpo de maneiras que que tudo aquilo que o espírito pensa e naturalmente ele pensando muitos dos nossos pensamentos se transformam em quê ações palavras ações Então tudo isso
rio entre o espírito e o corpo de maneiras que que tudo aquilo que o espírito pensa e naturalmente ele pensando muitos dos nossos pensamentos se transformam em quê ações palavras ações Então tudo isso passa pelo per espírito por isso que aquelas ações né mais marcantes seja do ponto de vista da benemerência do amor da Bondade isso de alguma sorte perdão de alguma sorte isso fica ali impregnado no per espírito né então é é preciso a gente chamar atenção Para esse fato para esse fato mas avancemos eh no espaço intermediária estavam sentados Juíz que comandavam os justos que comandavam os justos após terem eh julgado e amarrado sua sentença diante deles para ascenderem pelo caminho Celestial à direita e da mesma maneira os injustos foram ordenados a descer pelo caminho inferior à esquerda estes também trazi os símbolos olha só ess também traziam os símbolos eh os símbolos de suas ações mas presos em suas costas como se fosse digamos uma etiqueta né claro que aqui é a forma metafórica de Sócrates explicar essa realidade né ou seja nada daquilo que nós fazemos de bom de Justo e de Belo ou por outro lado de mal de perverso injusto fica perdido né digamos portanto Essa é a forma metafórica né para isso ele se aproximou ele quem o é né se aproximou e disseram-lhe que seria o mensageiro que levaria o relato do outro mundo aos homens e ordenaram lhe que ouvissem visse tudo que havia para ser ouvido e visto naquele lugar olha só que interessante e e isso gente é uma das digamos assim uma das grandes utilidades né de fenômenos assim seja fenômenos de experiência de quase morte Mas também de eventos vinculados à mediunidade né porque no caso da mediunidade uma outra inteligência já desencarnada ela retorna ao nosso mundo e relata o que tá acontecendo né Isso não serve de alerta para nós por exemplo quando Allan Kardec lá na segunda parte de o céu inferno vai fazer Todas aquelas entrevistas onde vai dar conta daquilo que eh os espíritos estão atravessando né Não serve esses espíritos de mensageiro
uando Allan Kardec lá na segunda parte de o céu inferno vai fazer Todas aquelas entrevistas onde vai dar conta daquilo que eh os espíritos estão atravessando né Não serve esses espíritos de mensageiro e portadores de uma mensagem que é o seguinte que tá relacionada à questão inclusive 257 O Livro dos Espíritos ensaio teórico das ações dos Espíritos após a morte ensaio teórico das Sensações perdão direitos após a morte né e Ali há uma questão que Allan Kardec diz assim sim os homens vivem após a morte intrinsecamente tal qual viveram na Terra e a e no mundo espiritual sofre a sanção daquilo que o fizeram mas sofre a sanção de quem será que né É Deus ou algum tipo de entidade que vai nos punir não né claro que pode ter entidades que espíritos que eh eh tem uma condição tal que vão atormentar eh espíritos mais sofredores né enfim isso pode acontecer sim entretanto gente eh eh o que vai o essa sanção que nós vamos sofrer é da nossa consciência Então a nossa consciência na verdade isso aqui que tá relatado que o quê juízes vão dizer para onde os mortos têm que ir na verdade isso é uma metáfora da nossa consciência né porque a nossa consciência é que vai nos dizer qual é a nossa real condição na vida após a morte ah como nós sabemos o estado de perturbação que é natural e comum a quase todos os espíritos né às vezes é uma perturbação que dura segundos ou perturbação que dura anos né Eh e Mas a consciência ela D exatamente qual é a nossa condição em função daquilo que nós fizemos na terra então o juiz está na nossa consciência não é ninguém que vai nos punir não é ninguém que vai nos dizer ó você vai para cá ou vai para lá isso é uma metáfora que Sócrates está criando para dizer como que se como que é a vida após a morte tem uma ideia né E isso Allan Kardec também Allan Kardec também vai analisar justamente em o livro na obra o s inferno lá na segunda parte não é então o próprio espírito através da sua consciência é que vai eh ditar o seu estado no mundo dos mortos e como é que nós temos um juiz na
mente em o livro na obra o s inferno lá na segunda parte não é então o próprio espírito através da sua consciência é que vai eh ditar o seu estado no mundo dos mortos e como é que nós temos um juiz na nossa consciência é porque as leis divinas pela qual se faz a justiça está inscrita na nossa consciência então é tá sendo um mensageiro assim como tantos espíritos foram ao longo da história da humanidade justamente para não dizer Olha é melhor agirmos conforme as leis divinas para o bem para o amor para a justiça desde aqui na terra desde já nos esforçarmos nos empenharmos para agirmos desta forma porque nós temos um juiz e na maioria das vezes esse juiz é bastante Severo meus amigos bastante Severo né Então esse é um ponto Sem dúvida nenhuma essencial essencial para analisarmos o mito de é né aqui Claro novamente é uma metáfora é um mito né que que é mito mitos é uma palavra grega que etimologicamente significa para além aquilo que para além daquilo que está encoberto sobre o vé né então tem um vé espesso que quando nós tiramos eles nós enxergamos Uma grande verdade então o mito reveste uma verdade através de uma história através de né de um fato digamos assim meio que Fantástico Então veja Quantos elementos doutrinários nós temos aqui no mi e e ainda tem muita coisa ainda para analisarmos aqui né veja nós temos a questão do perispírito da imortalidade da Alma da Justiça após a morte a dos Espíritos né Então veja então ele completou e viu de um lado as almas partindo em qualquer abertura do céu e da terra quando a sentença foi dada a elas e das duas outras aberturas outras almas algumas ascendendo a terra empoeiradas e adas pela viagem algumas descendo do céu limpas e brilhantes claro que nesse caso era o quê as almas já depuradas né limpas e brilhantes e chegando de vez em quando Parecia ter perdão vindo de uma longa jornada e saíam com alegria para o Prado onde acamparam como em um festival aqueles que se conheciam se abraçavam e conversavam as almas que vieram da terra
uando Parecia ter perdão vindo de uma longa jornada e saíam com alegria para o Prado onde acamparam como em um festival aqueles que se conheciam se abraçavam e conversavam as almas que vieram da terra curiosamente indagando sobre as coisas acima e as almas que vieram do céu sobre as coisas de baixo veja gente aqui não tem como da gente falar de um ponto que hoje digamos assim muitas pessoas trazem e francamente é uma daquelas polêmicas que a gente não vê assim muita razão de ser né E qual é a polêmica muitas pessoas fazem aquela crítica assim ah essa história né de cidade no mundo espiritual cidade no mundo espiritual Isso é uma fantasia né Eh não existe eh isso foi a invenção do Chico Xavier não sei o qu primeiro que doutrinariamente nós já encontramos questões sobre isso na obra de Kardec também né a gente Kardec quando vai entrevistar Paula não literalmente mas dá a entender justamente de organizações do mundo espiritual não é mas também a obra de Ernesto bano a obra de Ernesto Bozano chamada eh a crise da morte a edição gente a última edição porque nós temos uma edição eh Inclusive a da FEB que não que se eu não tô enganado só tem 15 casos a a última edição que o bosano publicou porque ele foi naturalmente né Eh eh eh encorpando a obra ao longo do tempo tem 30 casos um desses relata justamente uma organização espiritual uma cidade espiritual né mas nós temos também obras no espiritualismo britânico A exemplo de a vida além do Vel o Reverendo Jorge w o né Antony de borg que outro Reverendo também inglês escreveu a a vida nos mundos invisíveis uma obra também excelente né e assim a gente poderia citar várias mas veja aqui que que Sócrates tá querendo dizer quando ele fala aqui algumas descendo do céu limpas e brilhantes e chegando de vez em quando pareciam ter vindo de uma longa jornada e saíam com alegria para o Prado onde acampavam comingo festival e aqueles que o conheciam se abraçavam e conversavam né ou seja naturalmente gente que tem que ter alguma tipo de estrutura algum tipo de
saíam com alegria para o Prado onde acampavam comingo festival e aqueles que o conheciam se abraçavam e conversavam né ou seja naturalmente gente que tem que ter alguma tipo de estrutura algum tipo de organização no mundo espiritual né eu fico pensando assim o que que como que então seria essa realidade bem porque veja se nós estamos à Terra reencarnando desencarnando reencarnando desencarnando naturalmente isso significa dizer que o modo que nós estamos acostumados de uma organização social é justamente essa de cidades de bairros né então me parece muito lógico então é é um exemplo interessante também disso né só para meditarmos hã e eles contaram um ao outro o que havia acontecido pelo caminho aqueles debaixo chorando e tristes com a lembrança das coisas que eles suportaram e viram em sua jornada sobre a terra agora a jornada durou 1000 anos enquanto aqueles que de cima estavam descrevendo delícias Celestiais e visões de beleza incontável a história Glau demoraria muito para ser contada mas a soma era essa ele diz que por cada injustiça que havia feito alguém sofreram 10 vezes mais ou uma vez cada 100 anos sendo esta considerada a duração da vida do homem e apenas sendo assim pagada 10 vezes em 1000 em eh perdão paga 10 vezes em 1000 anos se e por exemplo isso aqui é um número que naturalmente Platão tá dando mas a gente sabe que isso né Eh não obedece uma lógica matemática de jeito nenhum cada espírito né na verdade quanto mais isso é é uma é uma das observações que Allan Kardec empreendeu e outros pesquisadores também né Quanto mais necessitado de expurgar né os erros os equívocos que cometeram em outras experiências carnais o espírito mais rapidamente isso de maneira geral né gente porque novamente isso vai de espírito para Espírito por isso que não existe ah são 1 anos ah são tantos anos isso mais assim uma forç do que é uma realidade porque isso Alan Kardec pde perceber né conversando com vários espíritos mas também aí a gente pode chamar atenção paraas experiências
h são tantos anos isso mais assim uma forç do que é uma realidade porque isso Alan Kardec pde perceber né conversando com vários espíritos mas também aí a gente pode chamar atenção paraas experiências por exemplo de Alberto der roch né em as vidas sucessivas também as reflexões e pesquisas de Gabriel delan na obra reencarnação as apreciações de Leon Deni na segunda parte de o problema do ser né chamadas vidas sucessivas eh as pesquisas eh Por demais interessantes do professor Ian Stevenson né professor da universidade da Virgínia sem dúvida uma das grandes referências quando falamos de reencarnação percebeu que há espíritos que inclusive às vezes fica ali Breves anos né Às vezes até mesmo assim questão de um ano já retorna a carne isso naturalmente vai eh eh eh tem relação profunda com digamos a condição desse espírito as suas necessidades as condições necessárias para que ele eh expurgue uma determinada experiência né então pode ser por isso que eu disse isso vai né novamente ã de espírito para espírito né de espírito para Espírito não existe uma lógica que a gente possa dizer assim Ah isso é para todo mundo não não tem né vai de espírito para Espírito Esse é o ponto H se por se por exemplo houvesse alguém que tivesse sido a causa de muitas mortes ou tivesse traído ou escravizado cidades ou exércitos ou fosse culpado de qualquer outro comportamento maligno cada qual eh perdão maligno por cada uma de todas as suas ofensas recebeu punição 10 vezes as recompensas das eh beneficiência e justiça e santidade que era da mesma proporção então o que que ele tá dizendo que o peso de uma injustiça né é uma uma forma de expressar isso metaforicamente que o peso de uma injustiça no campo do Espírito principal porque a gente tem que ter a ideia é o seguinte gente quando se dá a morte aquilo que nós chamamos de morte que é o quê o desprendimento do espírito do corpo o espírito ele se vê mais livre né A o o corpo ele embota as capacidades do Espírito isso significa dizer que no fenômeno
lo que nós chamamos de morte que é o quê o desprendimento do espírito do corpo o espírito ele se vê mais livre né A o o corpo ele embota as capacidades do Espírito isso significa dizer que no fenômeno eh após a morte o espírito ele de alguma forma ele Toma Posse das suas potencialidades e uma delas é ter uma maior Lucidez uma consciência digamos assim mais expandida então vejam vocês quando ali ele tá dizendo vamos aprofundar um pouco isso quando ali o Sócrates está narrando a Glauco que é ele percebeu que havia uma justiça e que eh digamos assim era passado ali em revista inscrito nos corpos né tudo aquilo que os espíritos haviam feito isso também é uma coisa que nos não podemos deixar de de que nos remete melhor dizendo que nos remete a um fenômeno que acontece logo em seguida a morte que é o qu boa noite elizabe boa noite Elô é comum a todos os espíritos quando estão no processo de desencarnação acontece um fenômeno muito curioso que é o quê os espíritos eles começam a ver como se fosse uma na tela de cinema tudo aquilo que eles fizeram né de frente para trás ou seja as últimas ações até as primeiras ações da sua vida ações Claro conscientes então ele vê e onde que ele se detém mais e onde que ele se detém mais Justamente na naqueles lances mais fortes e marcantes então para um espírito digamos assim que cometeu grandes atrocidades ele vai se deter justamente Aí é por isso que M das vezes os espíritos relatam que estão ouvindo o coro das suas vítimas peguemos a experiência do suicídio por exemplo né que de certa forma também é um crime E aí gente o espírito ele fica o qu fixado por isso que ele tá dizendo aqui que é 10 vezes mais por e eh o espírito há um mecanismo na nossa Consciência em que o espírito sabendo o que é o bem e o mal a consciência aponta de imediato então muita das vezes durante a vida nós conseguimos eh eh eh mascarar essa consciência que nos apresenta digamos assim um remorço ou até mesmo uma culpa por processo de distração mas quando chega no mundo
muita das vezes durante a vida nós conseguimos eh eh eh mascarar essa consciência que nos apresenta digamos assim um remorço ou até mesmo uma culpa por processo de distração mas quando chega no mundo espiritual isso não é mais possível então o espírito nesse mecanismo né onde ele revê ele passa em revista todas as ações e naturalmente pelo mecanismo de justiça ele se prende justamente as ações sejam as mais gloriosas do ponto de vista moral e ético ou mais desditosa também do ponto de vista moral e ético naturalmente os lances infelizes da sua vida Aquilo tomam a proporção muito grande uma proporção muito grande então por isso que são 10 vezes mais porque aquilo toma então o caso por exemplo dos dos Suicidas Boa noite Silvio isso NS falamos com todo o carinho do mundo né e ele é nós conhecemos vários casos vários casos no próprio livro cé inferno há o caso do suicida da Samaritana que foi um sujeito que infelizmente ele tirou a vida me parece que é como se fosse uma pensão então ele vai para para uma banheira e ali enfim Ele comete o ato e esse espírito ele revê aquilo reinter vezes então ISO que Sócrates está trazendo aqui que tem um peso 10 vezes mais É nesse sentido entendeu de uma ideia por as ações dos Espíritos quando ele ele mesmo se julga ele se julga por ele tem um tribunal que é justamente na sua consciência tá ali gente tá ali na consciência né então ele percebe isso com muita clareza ele vê isso ele sente isso E aí ele fica o quê revendo aquilo então inclusive inclusive às vezes ele acha que o algos está o atormentando mas na verdade não às vezes nem o algos tá ali é porque a culpa é tão grande que ele tá revendo aquela cena e aquilo naturalmente o quê o o atormenta claro que há alguns casos sim que isso acontece né que o o aquele que sofreu nas mãos daquele sujeito vai ali lhe cobrar mas vocês percebam que como que esse mito ele é profundamente assim tem carregado de de muitos ensinamentos né de muitos ensinamentos então só vou repetir esse trechinho que
sujeito vai ali lhe cobrar mas vocês percebam que como que esse mito ele é profundamente assim tem carregado de de muitos ensinamentos né de muitos ensinamentos então só vou repetir esse trechinho que aí Nós já vamos paraas questões ã se por exemplo houvesse alguém que tivesse sido a causa muita de muitas mortes se tivesse traído ou escravizado cidades ou exércitos ou fosse culpado por qualquer outro comportamento maligno por cada um de todas as suas ofensas recebeu punição 10 vezes e a e as recompensas da beneficência e da da justiça e da santidade era na mesma proporção nem preciso repetir o que ele disse a respeito da morte de criança pequena assim que nasceram bom vamos deixar isso para PR pra próxima semana que eu acho que a gente já tem muito material aqui temos muito material então só passando em revista até onde nós fomos aqui Sócrates Então vai narrar para Glau seu interlocutor aqui eh Que hã que um guerreiro chamado é havia tombado aparentemente em batalha e quando os atenienses foram eh foram eh recolher digamos assim os corpos perceberam que seu corpo isso depois de 10 dias perceberam que seu corpo não está em estado de putrefação na edição que eu mais aprecio o er ele estava justamente em uma pira e o que aconteceu é que ele volta do mundo dos mortos e relata Então tudo aquilo que ele havia visto então ele viu os guerreiros né em um grande número eles eram chegavam determinado lugar n como se fosse assim um enclave e ali tinha eh Os seres celestes digamos assim fazendo Justiça aplicando a justiça né então Aqueles que eram haviam se comportar digamos assim né digamos muito simples muito simples haviam se comportado bem eles iam para as regiões celestes e aqueles que haviam se comportar de maneira diferente né ou seja injusta enfim eles iam justamente para as a para o subterrâneo mas o mais interessante primeiro que eles tinham corpos e nesses corpos era justamente inscrito aquilo que eles havia feito de Justo ou injusto de bom ou de Malu de Belo ou de feio
para o subterrâneo mas o mais interessante primeiro que eles tinham corpos e nesses corpos era justamente inscrito aquilo que eles havia feito de Justo ou injusto de bom ou de Malu de Belo ou de feio né E que ele perce e que esses Deuses né entre aspas haviam recomendado que é entrasse justamente para o mundo inferior e ali observasse tudo para que depois ele relatasse né aos Gregos aquilo que ele havia passado como se fosse assim uma Alerta né uma Alerta e que todos aqueles que haviam feito coisas terríveis sofriam uma uma sanção 10 vezes maior né e e isso metaforicamente é tudo uma metáfora para explicar como que se dá a vida após a morte eh eh o o processo da justiça o processo do despreendimento a realidade do per espírito porque veja uma coisa aqui que não pode passar de despercebido é o seguinte bom é havia morrido Então como é que ele tinha um corpo que corpo é esse só pode ser um corpo espiritual né enfim mas vamos ficando por aqui na semana que vem a gente continua analisando essa bela metáfora né e a gente avança Então vamos conversar com o nosso queridíssimo já já conversar já já bom valeu Tiago bem interessante mesmo né eu tava aqui eh viajando aí nessa nessa história toda e aí a nossa querida Lina tem uma questão para você ela até diz que teria outras mas que eh acho que é por conta do tempo né ela vai deixar essa aqui mas Lina você pode fazer quantas perguntas você quiser porque se depois dessa primeira ainda sobrar tempo quem vai ter que fazer pergunta Sou eu então se você puder fazer outra pode também não tem problema não minha amiga então vamos lá thago ela diz assim thago por que um soldado como personagem dessa história Platão nos propõe reconhecermos Nossa brava natureza frente às dificuldades e batalhas do caminho olha hã Isso eu diria que é complexo eh eh apresentarmos uma resposta com exatidão né podemos entender esse relato de Sócrates como um acontecimento real ou seja eh inclusive é isso que de certa forma eh ele dá a entender no discurso né quando
apresentarmos uma resposta com exatidão né podemos entender esse relato de Sócrates como um acontecimento real ou seja eh inclusive é isso que de certa forma eh ele dá a entender no discurso né quando ele tá conversando com Glau Ah vou te contar uma história aqui deixa eu para sermos precisos né bem eu disse que ele ia contar uma história nenhuma das histórias de odisseu conta ao herói ao sino né que são histórias o quê fantasiosas mas esta também é uma história de um herói ou seja um herói que de fato aconteceu inclusive ele diz quem é o pai é o filho de armênio um panfilo de nascimento né ou seja dá até a origem de onde ele é da panfília filho do senhor armênio né tal essa pode ser uma interpretação possível um fato que de fato aconteceu mas a a a obra de Platão ela nos dá ricas possibilidades de interpretação eu vou apresentar mais uma aqui que é o quê aqui intrinsecamente Platão eh e Sócrates eles estão dando uma para os gregos uma li muito forte então tenhamos atenção pelo seginte ponto qual era o do mund grego ide do mundo grego era algém que ia PR guerra de um homem assim digamos ético de um homem né pobro era justamente o de um guerreiro um guerreiro ateniense um guerreiro Espartano então isso na verdade não é só aqui não é só Sócrates que tá dando essa lição não se lermos com atenção a odisseia de Homero isso também acontece porque Ulisses ou odisseu ele desce ao mundo dos mortos e lá ele acha ele encontra vários heróis eh eu vou tentar explicar isso eh fazendo um paralelo é como se fosse assim ó o o o alguém chegasse hoje e qual que seria o ideal pra gente de uma pessoa Ah uma pessoa religiosa que vai pra igreja né que aparentemente Na aparência é boa e que depois a gente encontra ela no inferno é mais ou menos isso que o Platão tá fazendo aqui por quê na lógica dos gregos um herói de guerra nunca iria para o mundo inferior nunca Então o que a lição que tá aqui que nós vamos aprofundar ela é que não são as aparências na verdade aquilo que você faz né O Herói não tá na batalha né tá nas nas
unca iria para o mundo inferior nunca Então o que a lição que tá aqui que nós vamos aprofundar ela é que não são as aparências na verdade aquilo que você faz né O Herói não tá na batalha né tá nas nas pequenas ações cotidian por tanto para a odisseia de Homero quanto para Platão aqui né digamos assim pra mentalidade do grego todos esses iriam para as regiões celestes ó né foram para uma batalha Lutaram pelo seu povo pelo seu ideal né então assim isso é interessante porque a gente tem que trazer o contexto pro Mundo Cristão Às vezes isso é difícil de entender mas pro mundo grego um homem assim Aé almejado digamos assim quase que uma santidade uma sumidade era um guerreiro um herói uma batalha se a gente for pegar todos os heróis do mundo grego são justamente heróis em batalha o próprio Ulisses né eh como é que é o nome daquele outro o o ô meu Deus a cabeça hoje Aquiles né Eitor todos eles são o quê heróis né então na o que implicitamente ele tá dizendo Olha gente por isso que os deuses fala olha vê eh eh Veja tudo que tá acontecendo aqui depois você volta e conta por quê para como se diz assim olha não é o fato de ser Guerreiro não gente todo mundo aqui morreu em batalha ó para onde ele estão né E isso na verdade é um alerta que serve até hoje para nós né gente porque muito das vezes nós ficamos fixamos muito mais Na aparência do que na Essência e no final o que vai contar é justamente isso né essa chave ela tá justamente aqui ó quando ele ele ele fala assim ó deixa eu ver se eu aqui ó e é é a pena sendo assim paga 10 vezes em 1000 anos né se por exemplo houve alguém que tivesse sido a causa de muitas mortes Olha só porque ISS contraria justamente o quê o ideal grego porque em batalha você podia matar que tava tudo certo e ele tá dizendo ó não é bema não ou tivesse traído escravizado ou fosse culpado por qualquer outro comportamento maligno então aqui é como se ele tivesse listando assim digamos os 10 mandamentos né Não matarás não roubarás é mais ou menos isso então aqui
ravizado ou fosse culpado por qualquer outro comportamento maligno então aqui é como se ele tivesse listando assim digamos os 10 mandamentos né Não matarás não roubarás é mais ou menos isso então aqui o que que ele tá fazendo de certa forma é desconstruindo aquele ideal grego de herói por para ele inclusive Esse é o ponto aqui da República o heró não é digamos o o da Batalha Mas é da Batalha interior né e e É nesse ponto que entra o papel do filósofo o filósofo dentro do contexto Platônico e socrático né falei demais falou demais nada ti mas a gente já tá chegando no finalzinho né Eh semana que vem vai ter a continuidade thago vamos ter a continuidade desse mito vamos muit tem muita coisa aqui interessante ainda show de bola então a gente pede para você deixar então as considerações finais desse Episódio prometendo a ah só fazer uma observação semana que vem eu tenho uma outra Live mas o fabito vai est com a gente aqui então só daqui a 15 dias Ah então tá bom então tranquilo eh daqui a 15 dias se se tudo der certo né thago ah sim é verdade é verdade certo vamos ver o que que vai acontecer mas en vamos lá então agora as palavras finais bom só agradecer e chamar atenção né eh e e de fato esse mito ele é muito contemporâneo no sentido que ele nos apresenta uma relação assim muito profunda sobre a aparência essência e que a morte ela sempre revelará aquilo que nós temos de essência em nós a morte é essa grande desconstrutor das ilusões e ela revela o nosso verdadeiro caráter a nossa verdadeira essência e é por isso que M das vezes vezes nós Sofremos muito né E esse tom que Platão deu de 10 vezes mais é justamente para para para demonstrar assim pro grego que nossa isso de Fato né é muito forte e é né Se a gente for eh eh observar todos os os escritos não só dentro da doutrina espírita mas fora também nós vemos justamente isso justamente isso que espíritos sofrem muito por isso que nós temos que agir com consciência aqui para que do outro lado a nossa consciência não nos
na espírita mas fora também nós vemos justamente isso justamente isso que espíritos sofrem muito por isso que nós temos que agir com consciência aqui para que do outro lado a nossa consciência não nos acuse muito bem e a Silvia deixou aqui né um comentário interessante e mesmo porque o herói traz o sentido de idolatria e o espiritismo trabalha conosco que isto não deve opor legal muito bem muito bem sem dúvida muito bem meus amigos então Eh hoje a gente fica por aqui semana que vem então temos o nosso querido Fábio Carvalho com algum tema que ainda será definido e se Deus quiser no dia 27 o Thiago tá de volta eu falei se Deus quiser Porque existe uma provável programação presencial de uma palestra com ele aqui no Rio de Janeiro mas ainda não tá definido eh mas se houver essa programação presencial aí o Fábio deve fazer E aí depois o Thiago volta na semana seguinte Tá bom meus amigos excelente noite para todo mundo fiquem com Deus tchau valeu tchau boa noite tchau tchau boa noite o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre lonz se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o Além Túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência é pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético no sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bar congresso
Vídeos relacionados
A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 5ª parte - Thiago Barbosa
FEBtv Brasil · Thiago Barbosa
A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 2ª parte - Thiago Barbosa
FEBtv Brasil · Thiago Barbosa
A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 7ª parte - Thiago Barbosa
FEBtv Brasil · Thiago Barbosa
3º Congresso do Espiritismo.net - Bloco 1: A natureza da realidade - uma visão espírita
FEBtv Brasil · Thiago Barbosa, André Siqueira, Anatasha Meckenna, Jorge Elarrat
A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 1ª parte - Thiago Barbosa
FEBtv Brasil · Thiago Barbosa
A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 14ª parte - Thiago Barbosa
FEBtv Brasil · Thiago Barbosa
A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 5ª parte - Thiago Barbosa
FEBtv Brasil · Thiago Barbosa
A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 13ª parte - Thiago Barbosa
FEBtv Brasil · Thiago Barbosa