A Força do Espiritismo - Platão e o Espiritismo - 10ª parte - Thiago Barbosa

FEBtv Brasil 15/11/2024 (há 1 ano) 1:01:08 27 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.

Transcrição

Olá meus amigos muito boa noite sejam bem-vindos a mais uma edição do nosso programa A Força do Espiritismo que é uma produção do espiritismo.net em parceria com a TVC a FEB TV e tambémm tido por alguns canais parceiros E hoje nós vamos entrar na décima parte do nosso estudo Platão e o espiritismo nós ao longo dessas últimas semanas temos nos debruçado sobre esse tema com o nosso amigo thgo Barbosa que chega aqui para ficar com a gente agora boa noite meu amigo boa noite isso aí seja bem-vindo nós vamos então passar a palavra para você agora no final a gente volta mas lembrando ao pessoal eh pode fazer comentários perguntas que ao final a gente Repassa pro nosso amigo thago thago palavra é tua então agora meu irmão vamos lá muito bem minhas amigas meus amigos boa noite para nós eh na semana na retrasada na verdade nós começamos uma reflexão sobre a ideia de Deus em na obra de Platão mas também né Eh de outros autores nesse caso de xenofonte que também foi um discípulo de Sócrates e a semelhança de patão privou da amizade e foi um discípulo um aprendiz de Sócrates nãoé e na semana passada eu havia dito que nós iríamos dar continuidade a isso mas agora trazendo especificamente para a obra de Platão e para isso nós iremos utilizar duas obras a obra Apologia de Sócrates né Eu já havia dito para vocês mas vale sempre lembrar que tanto xenofonte quanto eh Sócrates escreveram uma obra com esse mesmo título e que tem basicamente as mesmas características que é a defesa né que Sócrates fez diante de seus juízes que estavam ali para basicamente condená-lo não Não exatamente para ouvi-lo mas sim para condená-lo né Essa é a verdade e ali eh em Apologia de Sócrates nós temos alguns recortes Onde nós encontramos um pouco mais dessa questão de Deus dentro do pensamento de Sócrates e naturalmente nesse caso de Platão né Platão a meu ver ele é muito mais claro dessa concepção teísta de Sócrates do que exatamente xenofonte né Eh Enfim então vamos lá deixa eu só beber uma aguinha e a gente já começa

se caso de Platão né Platão a meu ver ele é muito mais claro dessa concepção teísta de Sócrates do que exatamente xenofonte né Eh Enfim então vamos lá deixa eu só beber uma aguinha e a gente já começa então diz assim pois isto que o Deus me ordenou pois isto o Deus que me ordenou que a vossa cidade não com maior bem do que este que faço por Deus este costume que tenho de ir ao encontro de vós e exortar vos jovens e velhos a não cuidar muito dos vossos corpos perdão do vosso corpo riqueza mas da alma para torná-la melhor agirei de outra maneira nem que me exponha a morrer mil vezes então aqui fica muito claro para nós que Sócrates consciencioso da sua tarefa do seu dever que havia sido dada por Deus né Eh toda a obra missionária naturalmente ela tem o concurso e a autorização de Deus né através das suas leis eh e Sócrates nasceu junto àquele povo com uma tarefa muito clara de revelar um pouco mais da Verdade verdades essas que são universais de princípios que né tanto a vida material mas também a vida espiritual de todos nós e ele tinha essa ideia e mesmo estando ali sendo ameaçado de morte ele diz isso não agirei de outra maneira nem que me exponha a morrer vezes então que ele demonstra toda a sua eh tranquilidade né Vocês Imaginem alguém estando diante de Juízes que Estão dispostos a matá-lo se ele não renegar as suas crenças a sua ideia e aí ele diz isso pois isto que o Deus me ordenou então para Sócrates estáa muito claro que eh ele estava cumprindo a vontade de Deus todos nós todos nós em alguma medida Temos algo a fazer e a desempenhar na terra não é eh sob o concurso de Deus todos nós em escalas menores ou maiores em tarefas que aos olhos do mundo por vezes tem algum tipo de destaque outras são mais obscuras no sentido que as pessoas não as vem entretanto Todos nós temos alguma coisa Alguma tarefa a desempenhar muitas das vezes né Nós esquecemos disso em função de questões variadas no mundo Mas uma alma desperta uma alma desperta ela sabe exatamente o que deve

s temos alguma coisa Alguma tarefa a desempenhar muitas das vezes né Nós esquecemos disso em função de questões variadas no mundo Mas uma alma desperta uma alma desperta ela sabe exatamente o que deve fazer o que deve fazer e o mais interessante que Olha como tá a Constru como que eles eh diz sobre Deus pois isto que o Deus E por que que isso é importante não foi um Deus mas foi o Deus ou seja dá uma ideia de unidade e unicidade não é esse artigo aqui o dá Justamente esse sentido de unicidade ou seja da crença dele então ele tinha essa clareza da tarefa que ele precisava desempenhar no mundo ao mesmo tempo que ele sabia quem lhe havia dado essa tarefa Deus né eh e e e creio que a vossa cidade nesse caso Atenas não conta com maior bem do que este que faço por Deus este costume que tenho de ir ao encontro de de de vós e exortar vos jovens e velhos a não cuidar muito do vosso corpo e riqueza mas da alma ou seja qual era portanto essa tarefa de Sócrates né dirigindo a um público mas principalmente Juventude ateniense porque os velhos os mais maduros não gostavam de ouvi-lo né e a exortá-lo a cuidar daquilo que é essencial o que que era o essencial e o que é ainda hoje é essencial o cuidar da Alma das coisas do espírito e Jesus a semelhança de Sócrates há vários momentos ele exorta aqueles que estavam ouvindo e igualmente nós que hoje lemos os Evangelhos nesse sentido também né cuidar primeiro do Reino de Deus e de vossa Justiça né olhai os lírios do campo eles não tecem nem fiam porém são vestidos eh são mais bens vestidos do que as roupas de Salomão olhai os pássaros do céu eles não semeiam nem ceifam mas são alimentados né então primeiro eh eh Jesus está nos dando a semelhança de Sócrates qual deve ser o interesse primordial nosso aqui na terra que é justamente o cuidado com as coisas do Espírito Veja isso não significa dizer que não tenhamos que cuidar das coisas da vida material né Allan Kardec vai tratar um pouco disso em O Livro dos Espíritos na lei de sociedade mas também na lei de adoração

ja isso não significa dizer que não tenhamos que cuidar das coisas da vida material né Allan Kardec vai tratar um pouco disso em O Livro dos Espíritos na lei de sociedade mas também na lei de adoração né nós vamos ver coisas questões relacionadas a isso Onde eh os espíritos vamos dizer com muita clareza né que e esse bom senso né de saber Claro cultivar o espírito mas sem fazer aquilo que algumas tradições religiosas de outrora fizeram queeram o quê cuidar abandonar completamente a vida social para uma vida de somente de contemplação né e não nós temos que ter esse eh eh esse bom senso e esse entendimento de saber que o corpo ele é um instrumento mas como todo instrumento vejam vocês Qual é o instrumento do Escultor o cisel né e o martelo tanto o cizel quanto o martelo são instrumentos para O Escultor Mas qual é a tarefa do Escultor esculpir se ele der mais valor ao martelo e ao cisel Ah não eu não vou martelar o cisel porque eu tô com pena né desses instrumentos são novos o que que vai acontecer ele não vai desempenhar a tarefa dele da mesma forma mesma forma com as coisas com digamos A Essência daquilo que a essência daquilo que nós viemos fazer eh na terra que é o quê cuidar do Espírito através do corpo o corpo Ele oferece eh eh a a a reencarnação a vida material ela propicia ao Espírito maiores condições de desempenhar essa tarefa portanto Sem dúvida alguma temos que ter em mente esta visão de que sim isso é importante mas o essencial né não é o simplesmente cuidar das coisas eh eh do corpo mas sim do espírito e isso Sócrates dizer é porque a época que Sócrates estava vivendo havia uma escola né a dos sofistas que não raras vezes exortavam eh os jovens principalmente os sofistas eles eram digamos uma tradição num certo sentido filosófica que preparava os jovens para a vida política principalmente através da oratória então não interessava se a oratória era o que o jovem estava falando era algo útil bom e Belo né Justo mas esse a forma se a forma era interessante e por

da política principalmente através da oratória então não interessava se a oratória era o que o jovem estava falando era algo útil bom e Belo né Justo mas esse a forma se a forma era interessante e por vezes eles propagavam em verdades né entre elas por exemplo esses interesses primordiais da as coisas materiais alguns Alguns sofistas né assim o faziam e e Sócrates então ele exortava as coisas do Espírito Por quê O que é perene nós vimos né que Sócrates tinha uma ideia muito profunda da vida do espírito né da sua digamos tanto da sua concepção mas da sua evolução da sua finalidade né ou seja seu princípio os a sua trajetória e o seu fim não fim no sentido que vai acabar mas qual a finalidade de Deus criar o espírito né Então nesse sentido ele eh eh demonstra que existia um ser para além do corpo para além dessa realidade material e que o que se o que perdurava Ao corpo era o espírito naturalmente o que deveríamos ter maior cuidado era justamente com o espírito né parece uma coisa naturalmente muito racional né mas sigamos aqui ó concidadãos de Atenas sou vos agradecido e vos amo mas obedecerei antes a Deus que a voz Enquanto Tiver alento e enquanto For Capaz não cessarei meu filosofar meu filosofar eh não cessarei de exortar vos e admoestar vos a quem quer que encontre de vós e sempre falando de meu modo habitual né ou seja ele tá deixando bem claro que ele não iria ceder né a tarefa dele qual era a tarefa dele né qual era o mote eh eh eh da existência de Sócrates era justamente de demonstrar eh aquilo que era eh o real e o ilusório o e o perene a verdade portanto né E isso ele fazia através de um método que método ele se utilizava do da maieutica né de Sócrates tinha a ideia muito semelhante nós já falamos sobre isso de que o homem tem em si todas as verdades né e Allan Kardec trata disso né está na nossa consciência todo esse conjunto de verdades e naturalmente Tem que haver uma forma de tirar isso né de extrair essa verdade de nós porque isso nós vamos ver quando formos

c trata disso né está na nossa consciência todo esse conjunto de verdades e naturalmente Tem que haver uma forma de tirar isso né de extrair essa verdade de nós porque isso nós vamos ver quando formos os mitos platônicos né entre eles o mito mais famoso que se encontra na obra A República que é o mito da caverna nós muitas das vezes estamos preso a ilusões né que são na caverna aqueles seres estavam olhando para o fundo da caverna e no fundo passava formas brux lentas e aquilos eles imaginavam ser a verdade mas era o quê uma fantasia então M das vezes nós fantasiamos a realidade de diversas formas tanto a realidade factual a verdade dos fatos mas também as verdades transcendentais as verdades espirituais né E nesse sentido naturalmente nós precisamos de pessoas a semelhança de Sócrates e essa é a tarefa de todo grande revelador né Sem dúvida nenhuma Eh esses reveladores eles são perseguidos né a tarefa basicamente gente e e e isso é uma questão Isso é uma questão por demais curiosa se nós temos um sujeito que no mundo em que nós vivemos ele é essencialmente aplaudido Há algum problema aí há algum problema aí sem dúvida alguma né Por quê Quanto mais elevado é a alma mais distante ela é das coisas da terra e naturalmente incomodam as coisas né as organizações aqui da realidade material né então a a a tarefa né a gente nós vamos ver isso dos Profetas de Israel nós vamos ver isso com o próprio Cristo nós vamos ver isso com os primeiros cristãos né os grandes nomes do cristianismo medieval Francisco de Assis nós vamos ter na figura de anan Ruz né Eh eh Santa Teresa Dávila e enfim isso para ficar só no ocidente além Claro do próprio Sócrates né Eh eh eles incomodam e com isso naturalmente são perseguidos né então Sócrates e isso que é interessante a serenidade dessas almas frente aquilo que aos nossos olhos é extremamente difícil É sofrer a tortura é sofrer a perda da liberdade e e coisas assim e essa tranquilidade frente à adversidade a nós muit das vezes é incompreensível né e aqui nós estamos

os olhos é extremamente difícil É sofrer a tortura é sofrer a perda da liberdade e e coisas assim e essa tranquilidade frente à adversidade a nós muit das vezes é incompreensível né e aqui nós estamos Sócrates está se dirigindo aos cidadãos atenienses e naturalmente aos seus juízes né não nós não passaremos sobre isso mas uma das primeiras questões um dos primeiros embates dos discursos né que é narrado em Apologia de Sócrates é que um dos seus juízes diz bom Sócrates você será condenado à morte na verdade é um dos últimos né um dos primeiros não ele diz assim com muita tranquilidade às vezes pode parecer irônico e o Sócrates também se utilizava da ironia mas é é porque de fato esse diálogo é mostra tranquilidade né novamente diz a eles bom Sócrates você será condenado à morte e ele diz nada de novo tanto eu quanto vós estamos condenado à morte né e e e com aquela tranquilidade ele se dirige então a para ser preso e depois né tomar a cuta e ser morto né então a tarefa de um grande missionário que é inspirado por Deus né é resistir as pressões do mundo e manter-se no ideal e veja Isso é alguma coisa extremamente desafiador para almas e é um pouco menores digamos assim nós percebemos que muitas sucumbem às tentações do mundo né as adversidades as lutas do mundo quantas e quantas pessoas por vezes não iniciam uma tarefa e frente a essas adversidades acabam sucumbindo seja por dinheiro seja por por seja por interesses ou né Beleza sensualidade né Eh nós estamos a gente percebe muitas vezes uma perversão desses valores né a gente vê hoje Essa questão aí da da Prosperidade que tá tanta gente fala envolvendo isso com coisas espirituais até tirando trechos da vida do cristo para falar uma coisa tão absurda né Logo vindo Jesus que nasceu e morreu né pobre uma pessoa que o interesse essencial era despertar as almas né para as coisas do Reino dos Céus a semelhança de Sócrates nãoé Então vou até ler novamente ó concidadãos de Atenas sou agradecida e vos amo mas obedecerei antes a Deus do

ial era despertar as almas né para as coisas do Reino dos Céus a semelhança de Sócrates nãoé Então vou até ler novamente ó concidadãos de Atenas sou agradecida e vos amo mas obedecerei antes a Deus do que a vós com ciência da tarefa do dever da direção que ele deveria seguir né então Sócrates tinha novamente muita tranquilidade daquilo que ele deveria fazer muita tranquilidade então muito embora a pressão né e diz muita tranquilidade eu vos amo mas digamos assim amo mais a Deus e aquilo que ele né me ordena que eu faça e enquanto tiver alento enquanto For Capaz não cessarei meu filosofar não cessarei meu filosofar Ou seja é a consciência novamente a consciência daquilo que deve ser feito né aquilo que é preciso fazer e isso venhamos e convenhamos Sócrates tinha absurdamente essa consciência ele sabia exatamente a que veio aqui na terra qual era a sua tarefa qual era o seu dever Digno isso de grandes almas mais um trecho simplesmente estão me de não crer em Deus Deus minúsculo tá algumas traduções está e de crer nos Deuses né mas enfim Muito ao contrário atenienses eu acredito como nenhum dos meus acusadores espero de vós e da divindade que vossa sentença a meu respeito seja a melhor para mim e para vós né então isso aqui é preciso a gente lembrar aquilo que nós havíamos falado na semanas anteriores que é o quê eh que para Sócrates né esses Deuses toda aquela Quantidade grande dos né do Panteão eh grego para ele eram seres espirituais que eram dirigidos justamente por Deus né por Deus ou como ele diz aqui o Deus né enfim outro trechinho né isso aí já tá bem no finalzinho do discurso de Sócrates direcionado né a a aos seus juízes e aos atenienses né que ele diz assim já é hora de paros eu para morrer e vós para viver a quem caberá a melhor sorte ninguém sabe somente a Deus n novamente aqui ele expressa a sua a sua tranquilidade né idade frente aos desígnios de Deus né Eh você estando né condenado à morte ter essa tranquilidade É muito raro né muito raro mesmo a gente é difícil nós observamos isso em

a sua a sua tranquilidade né idade frente aos desígnios de Deus né Eh você estando né condenado à morte ter essa tranquilidade É muito raro né muito raro mesmo a gente é difícil nós observamos isso em muitos Mártires cristãos podemos dizer aqui Pedro Paulo né Nós vamos ver no livro ave Cristo blandina erato Marcelino né Eh eh criaturas que frente à morte tem essa tranquilidade profunda tranquilidade né sinal quê de uma confiança em Deus e essa confiança em Deus ela passa por você ter a tranquilidade que você realizou aquilo que você veio fazer aqui na terra nós vamos ver isso né Allan Kardec apresentando isso na obra O Céu e o Inferno no capítulo O passamento eh se eu não tô enganado é ou o último Capítulo da primeira parte ou o primeiro da segunda parte o capítulo O passamento em algumas traduções tá a passagem também né enfim que o espírito quando está na eminência da Morte e ele sabe que realizou aquilo que veio né aqui porque veja a reencarnação ela tem um objetivo geral que é o quê o melhoramento moral do Espírito ponto e dentro disso cada um de nós Eh estamos aqui na terra para cumprir né alguma coisa que a nossa consciência naturalmente ela vai revelando-nos mas para uma consciência Adormecida principalmente pelas paixões e pelos vícios Isso é meio que nublado e ela não consegue perceber isso com muita clareza com muita tranquilidade E aí no momento da morte e no momento também que sucede o fenômeno da Morte naturalmente a consciência se revela extremamente o quê pesada a consciência ela fica pesada né E e aí por isso que a alma teme a morte uma das razões do temor da Morte isso também tá dito em O Livro dos Espíritos quando na segunda parte é tratar dessa questão também na última parte nós observamos isso que o espírito ele tem um certo medo porque ele vai está com a consciência digamos ampliada e ele vai perceber com muita clareza que aquilo que ele deveria desempenhar não foi exatamente aquilo que ele fez não é bom agora V entrar em outra questão e aí já está na obra a república

os ampliada e ele vai perceber com muita clareza que aquilo que ele deveria desempenhar não foi exatamente aquilo que ele fez não é bom agora V entrar em outra questão e aí já está na obra a república né gente quem tiver interesse na obra de Platão Sem dúvida alguma a obra síntese é justamente a república ali nós temos a ética né Nós temos digamos a política a justiça a beleza né E toda transcendência da obra da obra não do pensamento de Sócrates então serve uma obra é uma obra de fato síntese né então quem tiver interesse Ah quero ler um livro de só de Platão melhor dizendo lei a república sempre é uma obra extraordinária enfim bom então Eh tratando da bondade de Deus da justiça de Deus nós temos aqui alguns trechinhos porque vejam vocês isso é um tema muito importante os deuses na concepção helênica mu das vezes eles eram extremamente perversos Se nós formos se nós fôssemos olhar se nós fôssemos olhar né para o pensamento de eh o pensamento do mundo antigo em torno do dos Deuses mas também aquelas concepções né Eh eh como por exemplo Israel eh Deus era um Deus antropomórfico eram Deuses ou Deus que se assemelhava aos homens era um Deus que punia que se vingava ou Deuses que muitas das vezes eram extremamente interesseiros a gente vai ver isso na Grécia Zeus era né era extremamente ciumenta Por Exemplo né e eh eles disputavam entre si a gente vê que por exemplo na obra aada de Homero toda a tragédia que vai entre gregos e troianos começa entre uma disputa entre os deuses a deusa da discórdia né ela lança um pomo ali que tinha uma pergunta estava vendo um banquete entre os Deuses e eles não haviam convidado a deusa da discórdia e ela chega ali né E samente lança um pomo de ouro que que tava escrito no pomo de ouro Qual é a deusa mais bela e aí tinha era tinha Atena e tinha Afrodite né duas filhas de Zeus e a esposa de Zeus ele não poderia nem Contrariar nem a esposa nem naturalmente nem naturalmente eh só só um momentinho gente desculpa gente então então assim e é a visão do mundo antigo sobre

de Zeus e a esposa de Zeus ele não poderia nem Contrariar nem a esposa nem naturalmente nem naturalmente eh só só um momentinho gente desculpa gente então então assim e é a visão do mundo antigo sobre isso era um Deus perverso um Deus tiran um Deus vingativo ou Deuses né que muit das vezes criava toda uma Tormenta em função né de interesses mesquinhos e muito próprios então isso que nós vamos ver aqui que que Sócrates vai apresentar em a república essa questão eh da justiça e da Bondade Divina é Prof fundamente disruptivo Ou seja é uma ruptura com o pensamento eh eh eh o pensamento digamos teológico até então em relação a Deus aos Deuses quanto a um Deus né Eh eh por veja em Israel nós temos o quê um Deus dos exércitos um Deus muito tribal que era para defender os interesses do seu povo e se seu povo não fizesse exatamente também o que ele queria que que eles faziam que que ele fazia se vingava né Nós vamos ver por exemplo um exemplo dessa Vingança lá no livro de juízes finalzinho do Livro de Juízes eh eh os israelitas eles pedem uma guerra por vingança de Deus sobre eles e assim né ao longo de todo o antigo testamento nós vamos ver E aí Jesus Jesus e Sócrates eles nos apresentam um Deus completamente diferente um Deus profundamente amoroso eu vou ler aqui alguns trechinhos então vejam vocês não é certo adianto que Deus é essencialmente bom e como tal Não é assim que se deve falar dele assim pois a primeira das leis ordenará que se reconheça nos discursos públicos nas composições poéticas que Deus não é o autor de todas as coisas senão do bem né então aparentemente isso aqui né irrelevante ão mas não isso tem uma profundidade por quê outra questão né outra questão que é a questão do bem e do mal que é um problema que até hoje é profundamente debatido né no século passado na segunda metade do século passado nós vamos ver grandes nomes da filosofia Car e asper por exemplo né a a a a filosofia eh que nós chamamos né pós holocausto ela é profundamente marcada com a por essa questão do bem e do mal

o passado nós vamos ver grandes nomes da filosofia Car e asper por exemplo né a a a a filosofia eh que nós chamamos né pós holocausto ela é profundamente marcada com a por essa questão do bem e do mal após tanta perversidade e maldade bom as pessoas se questionavam assim bom se Deus existe ele não é bom por quê Porque permitiu a perversidade né o morí de 6 milhões judeus né de quase 50.000 eh ciganos de quase 100.000 eh pessoas que tinham uma orientação sexual diferente né Eh gays lésbicas e por aí vai e tantos e tantos povos que morreram na máquina de guerra nazista então isso suscitou uma reflexão para muitos filósofos sobre essa questão da ideia de Deus bom se Deus existe ele não se importa então com os homens e aí essa questão M das vezes ela é contaminada justamente porque eh nós desprendemos isso da ideia de liberdade né que no pensamento de Platão a República é um exemplo disso é fundamental os homens eles são livres para fazerem aquilo que eh eh a consciência ou a falta dela não existe falta de consciência Claro mas no sentido digamos assim eh eh de não utilizarmos né conscienciosamente a nossa ação mu das vezes nós caímos justamente no mal né mas o mal não é de Deus é dos próprios homens que muit das vezes por ignorarem né cometem atrocidades Mas isso é em função o quê dos homens e não o de Deus então muit das vezes nós imputamos aquilo que é e e e é um vício filosófico isso nós imputamos coisas que são dos homens a Deus e muitas das vezes de Deus aos homens né por isso que para Leon Deni por exemplo E ele fala isso numem porquê da vida o ponto essencial é de compreender e bem compreender Deus porque senão nós caímos em coisas assim há pessoas que por exemplo dizem Ah eu parei de acreditar em Deus ah por quê Ah não O mundo é tão ruim o mundo é tão mal bom mas isso é desde que o mundo é mundo acontecem coisas assim né e E para isso claro tem eh me parece que dois textos né um de Kardec outro de Leon denic é fundamental para isso de Kardec o bem e o mal na obra

o é desde que o mundo é mundo acontecem coisas assim né e E para isso claro tem eh me parece que dois textos né um de Kardec outro de Leon denic é fundamental para isso de Kardec o bem e o mal na obra Gênese um tô enganado Capítulo 3 e eh de Leon Deni no problema do ser né problema do ser segunda parte quando ele vai tratar justamente dessa questão do bem do mal né e e eh o mal ele é algo temporário né O que é atemporal é o bem existe o o mal bom eh enquanto Essência não enquanto aparência sim não é no estágio evolutivo que nós estamos sem dúvida n né existem coisas assim mas de um ponto de vista mais elevado tudo isso Vai resultar em bem por quê é aquilo que Allan Kardec fala lá no capítulo 3 de a Gênese Deus em sua sabedoria tira o bem do Mal através da lei de ação e reação né Nós vamos construindo M das vezes por ações infelizes nós vamos descobrindo nós vamos nos reencontrando melhor dizendo com a bondade né bom gente vamos ficar por aqui na semana que vem a gente continua às vezes até mesmo nesse tema né mas já já passamos aí só temos 10 minutinhos Enfim então vamos lá muito bem muito bem seu thago vamos lá vamos refletir um pouquinho aqui também em cima do que os nossos queridos amigos trouxeram vamos até dar boa noite para eles né claro com certeza a nossa querida Alina Calil Opa a nossa querida Francisca Liduina a gild Denice tava aí tá aí com a gente também ótimo eh nossa querida Alina participou bastante hein bastante mesmo né então ela fez alguns comentários e até algumas perguntas também Tiago ela ela começa falando assim eh o essencial é invisível aos olhos uma das excelentes reflexões do livro O Pequeno Príncipe de exf aí a pergunta as nossas sombras não ofuscam essas verdades as verdades espirituais que ela tá dizendo aqui sim sim sim eh eh não só as nossas sombras né mas também as sombras do próprio mundo que nós vivemos eh num certo sentido a realidade material ela nos pesa né e o mundo material ele é marcado por ilusões e por sombras eh Então por um lado o próprio mundo ele

s sombras do próprio mundo que nós vivemos eh num certo sentido a realidade material ela nos pesa né e o mundo material ele é marcado por ilusões e por sombras eh Então por um lado o próprio mundo ele tem uma condição eh de muit das vezes perverter aquilo que é atemporal em coisas temporais e coisas são temporais em coisas atemporais né Além disso se conjuga com as nossas próprias ilusões com as nossas próprias sombras e mas a melhor forma de desiludir é justamente a reencarnação né estando no mundo nós temos contato com a matéria muito embora ela aguce as nossas paixões né ela ela cita as nossas paixões mas ainda assim ela é a melhor forma porque ela nos testa ela nos testa a mesma coisa por exemplo a gente às vezes analisando a trajetória de um determinado espírito a gente observa Nossa por que que fulando no romance tal Dá um exemplo né Dá um exemplo o padre cega ou polux que vai aparecer na obra renúncia na obra 50 anos depois ele é o filho do emani já já me ajuda a lembrar o nome dele n nestório nestório não né nestório Eu acho que não mas eu não me lembro agora o nome nestório é dos 50 anos depois né então justamente 50 anos depois na história é o pai né é o Emmanuel eh me fugiu enfim Ciro Ciro né Ciro então Ciro naquele romance Nossa ele inclusive morre pelo Cristo né mas tinha um pai nestório né o Emanuel aquela coisa toda já no outro romance Ele é uma pessoa que vai assassinar Inclusive o seu grande amor ao C E aí a gente Pens assim Ah mas então isso é uma involução Não na verdade não é porque às vezes as condições em que o espírito estava favorecia a execução de determinadas tarefas né e eh eh eh e depois quando ele é testado muitas das vezes ele pode sucumbir Claro que vai chegar um momento na trajetória que ele não vai mais sucumbir a semelhança de Sócrates a semelhança de um Buda a semelhança Claro de um Cristo né mas o mundo material muitas vezes ele faz isso mas ao mesmo tempo que ele faz isso ele propicia também né justamente eh eh eh essa desilusão né Eh propcia

de um Buda a semelhança Claro de um Cristo né mas o mundo material muitas vezes ele faz isso mas ao mesmo tempo que ele faz isso ele propicia também né justamente eh eh eh essa desilusão né Eh propcia com que o espírito avance cada vez mais enfim é verdade é verdade eh ela também faz uma reflexão aqui que é interessante que ela diz o processo de descobrimento de verdades ocasionam sofrimento e muitas vezes revoltas aí eu fiquei pensando o quanto que muitas vezes a gente até eh demora um pouco a seguir adiante nessa busca de verdades por estarmos acod em um determinado momento espiritual nosso como eu já ouvi de algumas pessoas não não quero saber disso não porque eu quero continuar a minha vida do jeito que tá não quero saber de muita responsabilidade não né E agora como é que a gente pode ver isso Tiago porque se eu entendo se eu consigo entender né porque também às vezes eu posso não entender se eu consigo entender que se eu seguir por aquele caminho eu vou seguir para um momento de felicidade futura por que que eu temho em manter uma felicidade temporária que é uma felicidade mais material como é que é isso daí Isso é uma uma questão como se diz de milhões né por isso é uma questão muito curiosa eh porque tá muito relacionado Qual é o centro de interesse do espírito em vai de certo sentido vai abordar na obra pensamento e vida todos nós temos um centro de interesse e m das vezes o centro de interesse nosso ele tá muito mais eh condicionado às questões transitórias do que aquilo que é perene daquilo que é real né por isso isso que eh nós vamos observar em muitos textos do período do cristianismo primitivo do lado dos Romanos que eles diziam que os aqueles cristãos eles eram o quê loucos eles morriam preferiam morrer as feras crucificados martirizado queimados do que renegar um louco que eles às vezes eles nunca tinham visto ouvido só né pessoas que haviam narrado a vida dele a mensagem dele e para eles isso era absurdo porque a felicidade de um Romano médio era ter

negar um louco que eles às vezes eles nunca tinham visto ouvido só né pessoas que haviam narrado a vida dele a mensagem dele e para eles isso era absurdo porque a felicidade de um Romano médio era ter muito Muitas Posses muitos escravos principalmente muita terra né E com isso uma vida abastada e regada Claro de muitas festas e essas festas né nem precisa dizer como elas eram essa era a felicidade para Romano agora ele vê num circo pessoas que não precisam ser martirizadas aí chega um momento né ali por volta dos anos 80 100 que começa pessoas não só da pleb mas patrícios também aderindo a essa mensagem Nós vamos ver isso por exemplo em Av Cristo né E aí os romanos aí que eles acham mesmo bom é perigoso a doutrina desse homem porque ele tá enlouquecendo O nosso povo por qu os cristãos primeiros a a felicidade deles era muito mais interna do que externa então não era uma felicidade condicionada porque se eu digo bom a minha felicidade é essa garrafa e essa garrafa é perecível a partir do momento que essa garrafa perece Acabou minha felicidade eu tenho que ir atrás de outra garrafa E aí sucessivamente eu tenho que ao longo da minha vida ser infeliz e ao mesmo tempo feliz porque uma garrafa quebra e eu conquisto outra Agora se a minha felicidade é de coisas perenes das coisas do Espírito elas nunca né que alguém vai conseguir eh eh eh digamos tirar essa felicidade é aquilo que Jesus vai dizer do Tesouro do Coração que as traças né não consomem e os ladrões não roubam por quê é algo perene interno então por isso que o o Sócrates vai dizer essa frase aqui né e ele vai dizer essa frase ã sou vos agradecido e vos amo mas obedecerei antes a Deus que a vós Enquanto Tiver alento e h não perdão perdão já já essa frase aqui ó pois isto que o Deus me ordenou e creio que a a vossa cidade não conta com o maior bem do que do que este que faço por Deus este costume que tenho de ir ao encontro de vós a exortar vos jovens e velhos a não cuidar muito do corpo e da riqueza mas da alma para torná-la melhor

o maior bem do que do que este que faço por Deus este costume que tenho de ir ao encontro de vós a exortar vos jovens e velhos a não cuidar muito do corpo e da riqueza mas da alma para torná-la melhor né então basicamente é isso é o que que nos faz feliz né se for as coisas Claro não significa dizer né gente que não não vou ficar feliz com alguma coisa material não é isso mas o que aquilo é o morte da minha existência eu só vou ficar atrás e vou eh eh não vou perceber que há coisas que já estão dentro que pode me fazer extremamente feliz né e fora né Tiago que a a a felicidade é diferente né o tipo de de sentimento entado quando você eh está vivenciando alguma questão que te traz uma felicidade espiritual é diferente da outra quando você e que é não deixa de ser também algo bom né como você mesmo falou quando eu adquiro um bem por exemplo né então é completamente diferente eh nós estamos chegando a ao final né Tiago por conta da hora semana que vem como você já adiantou nós vamos prosseguir né ainda vai ser a 11ª parte desse nosso estudo sobre Platão e o espiritismo mas a gente gostaria que você deixasse aí Alguma mensagem final pro Episódio de hoje não é é basicamente de aprendemos a cultivar vida interior porque a semelhança de Sócrates eh muitas das vezes a vida vai nos apresentar situações que vai nos testar mas se nós tivermos essa tranquilidade do que vai dentro que vai fora no mundo externo não vai perturbar né então aprendamos a cultivar vida interior né a dar valor à questões que essencialmente são do espírito e não somente aquilo que é da matéria porque a matéria é percio as coisas do Espírito elas são eh para sempre né É isso aí meu amigo então tá bom todo mundo aqui que participou hoje nosso Muito obrigado pessoal que vai assistir depois também muito obrigado por assistir Ó se gostaram dá aquele like eh se inscrevam aí no nosso canal se vocês ainda não são inscritos compartilhem esse vídeo né que essa mensagem que a gente acredita ser uma mensagem boa de certa forma que constrói

ram dá aquele like eh se inscrevam aí no nosso canal se vocês ainda não são inscritos compartilhem esse vídeo né que essa mensagem que a gente acredita ser uma mensagem boa de certa forma que constrói alguma coisa dentro de nós espiritualmente falando então vamos fazer a caridade de repassar pros outros também né e na próxima semana estaremos de volta não deixe de estar aqui conosco tá bom uma excelente noite olha só quem chegou aqui no finalzinho Ó Ana Leal É isso aí minha amiga assista sim não deixa de assistir não comente também tá porque quem sabe o Tiago depois não responde até algumas perguntas que você fizer lá tá certo é isso aí meus amigos excelente noite para todo mundo fiquem com Deus e até semana que vem tchau tchau tchau tchau o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre Leon se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o Além Túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência é pensando nisso que o espiritismo.net comunid Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético no congresso do espiritismo.net nos dias 27 28 de setro de25 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net

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