A Força do Espiritismo - Os mitos de Platão e o Espiritismo - 11ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às segundas-feiras, às 19h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá, meus amigos. Boa noite. Sejam bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo em novo dia, novo horário, né? Agora, toda segunda-feira, às 7:30 da noite, estaremos juntos aqui com o programa A Força do Espiritismo, que é uma produção do Espiritismo.net em parceria com a TVERGE e com a FEB TV e também retransmitido por alguns canais parceiros. Hoje a gente começa esse novo dia e novo horário, mas com a continuidade daquele eh estudo dos mitos de Platão e o Espiritismo. Hoje é a 11ª parte desse estudo com o nosso amigo Thiago Barbosa, quem a gente chama agora para entrar aqui. Fala, Thaago. Boa noite, meu amigo querido. Boa noite. Seja bem-vindo aí mais uma vez, né? Eh, vamos passar como sempre a palavra para você nesses primeiros 40 minutos para poder expor o seu pensamento, fazer as suas reflexões em torno do que você preparou para hoje. Já convidando o pessoal para que possa fazer as suas perguntas aqui no chat, que possam fazer os seus comentários, porque quando eu voltar a gente aproveita aquele momento do da conversa, do bate-papo, para apresentar as questões e os comentários dos nossos companheiros, né? E aqueles que estão assistindo o programa gravado, sejam bem-vindos também e podem fazer os seus comentários também. que se possível o nosso querido Thago responde também, né? Bom, meu amigo, agora a palavra é tua e no final eu volto. Ótimo. Muito bem, minhas amigas, meus amigos, boa noite para nós. É uma alegria sempre estarmos no nosso querido espiritismo.net, a nossa casa virtual, né? E nós estamos agora, como já disse, nesse novo horário, né, e dia também de passamos de quinta para segunda-feira, mas vamos dar continuidade às nossas reflexões em torno dos mitos de Platão. Boa noite, Elizabe. E vamos tratar, não é, aqui na obra A República do da famosa alegoria da caverna. Então, só para fazermos um breve resumo de onde estamos, nós o mito eh da caverna, ou melhor, a alegoria da caverna, eh começa no e ela tá ali justamente no início do livro
famosa alegoria da caverna. Então, só para fazermos um breve resumo de onde estamos, nós o mito eh da caverna, ou melhor, a alegoria da caverna, eh começa no e ela tá ali justamente no início do livro sétimo, não é? eh entre o diálogo de Glauon e Sócrates. E Sócrates tá dizendo de como que eh a alma ela conhece, ela sai da eh sai da ignorância, não é, para, digamos, para a sabedoria, para o conhecimento. Então, é disso que se trata o mito da caverna. E como é que inicia? Ele narra que havia pessoas que estavam eh nessa caverna escura olhando para a parede, não é? olhando paraa parede e ali na parede era refletida sombras de seres que estavam atrás. Boa noite, Elô. Estava atrás eh desses que estavam sentados olhando pra parede e ali havia um fogo, né? entre eh as pessoas sentadas e o fogo, havia seres que passavam em um platô com objetos e esses objetos eram esses objetos que eram refletidos na parede. E naturalmente as pessoas imaginavam que essa, digamos, era a totalidade das coisas, né? Ou seja, tudo que existia era isso. Então, eh, num determinado momento, um desses que estavam olhando fixamente paraa parede, ele é libertado, né, da dos grilhões. Boa noite, Divo, Denise. E então eles eh sendo libertado, ele olha naturalmente para trás até que ele chega próximo à fogueira. E naturalmente a luz da fogueira, né, tem um impacto sobre ele, porque a luz era forte, alguém que sempre esteve nas trevas da ignorância, né, da essa é a metáfora. Então aquilo de imediato, né, eh causa um estranhamento. Até que pouco a pouco num processo de gradação, ele vai se adaptando e aí ele começa a perceber aquilo que de início era apenas uma forma bruxole começa a ganhar uma forma mais exata e aí ele percebe o que de fato há ali. Então ele pouco a pouco eh se adaptando, ele percebe que eh a a realidade dos fatos, ou seja, que aquilo as sombras que ele via era de seres que estavam passando sobre esse fogo. Então esse é o primeiro contato dele com aquela verdade. Mas depois disso, eh, ele é
realidade dos fatos, ou seja, que aquilo as sombras que ele via era de seres que estavam passando sobre esse fogo. Então esse é o primeiro contato dele com aquela verdade. Mas depois disso, eh, ele é obrigado a sair para fora da caverna. era uma caverna e ele tinha que fazer para isso uma subida, né, até que ele sai da caverna e vê e novamente tem aquele impacto, né? Ou seja, ele fica ofuscado, a sua visão fica ofuscada até que pouco a pouco ele ele começa a perceber e ele vê eh as como que se dá as coisas ali fora e vê o reflexo do sol em uma poça, né? Isso é para nós, né? digamos, uma metáfora de que nós sempre estamos vendo a verdade mediada por alguma coisa, assim como esse homem, né, ele teve que ver as coisas mediado, a a luz do sol mediada pela poça, né, assim também somos nós. nós sempre estamos interpretando a partir de determinados parâmetros que serve para que consigamos fazer uma leitura da realidade das coisas, né? Enfim, então é neste ponto que nós estamos, é a partir deste ponto que nós iremos eh que nós iremos avançar, certo? Então, avancemos, né? Avancemos. Hum. Então vamos lá. Aí diz assim, Sócrates: "E se eles então se concedesse entre si h honras e louvores?" Deixa eu pegar um trechinho mais anterior que eu acho que vai ser mais fácil. Ora, lembrando-se de sua primeira morada, ou seja, caverna, né, da sabedoria que nela se professava e dos que aí foram os seus companheiros de cativeiro, não crê que ele se rejubilará com a mudança e lastimará estes últimos? Ou seja, ele entendendo, ele se recordando de onde ele morava, de onde ele tá, o que que é isso? ele estabelece uma comparação, aquilo que era e aquilo que é onde ele está, onde ele estava e onde ele está, né? E percebendo que a condição dele agora sendo melhor, o que que ele faz? Ele lembra também dos seus companheiros, né? E lastimará por esses últimos que estão ainda, né? é nas sombras. E tudo que eles veem são o quê? Sombras. Eles não vêm a verdade em si. Eles eles vêm apenas à sombras dessas
os seus companheiros, né? E lastimará por esses últimos que estão ainda, né? é nas sombras. E tudo que eles veem são o quê? Sombras. Eles não vêm a verdade em si. Eles eles vêm apenas à sombras dessas verdades. E isso, na verdade é uma grande metáfora para a nossa condição espiritual. Nós estamos lendo a a vida ainda muito mediado pelas sombras internas e externas, né? As sombras. Eh, e isso até que se conecta um pouco com a psicologia em Unguiana e, claro, com a psicologia eh e as reflexões de Joana de Angeles, né? Por as sombras internas e as sombras externas, né? Eu tô aproveitando para anotar aqui para não esquecer. Eh, eh, nós temos ainda carregamos em nós sombras que nós nem eh temos conhecimento delas, nós nem imaginamos que temos essas sombras, assim como os homens que estão nas cavernas não sabem que estão nas sombras, não. Não imaginam que o que eles estão vendo é o quê? Sombras. Não é a realidade em si. Não é? Não é uma realidade em si, é uma realidade por si, é uma realidade mediada. Eles não vem a coisa tal qual ela é, mas tal qual ele suporta em função da condição dele. E assim nós também, a nossa realidade espiritual, ela é mediada. Ela é mediada, não é? Por essa condição ainda sombria. Há em nós ainda muitas sombras. Há as sombras dos nossos vícios como o orgulho, a vaidade, o egoísmo e por aí vai. Mas também há a sombra da ignorância. O que nós ignoramos é infinita infinitamente maior aquilo que nós conhecemos. Em termos da realidade material, espiritual, moral, nós ignoramos muita coisa, né? Então, nós temos sombras eh interiores que no fundo revela a nossa ignorância e a nossa condição espiritual. Mas para além dessas, nós temos também outras, não é, que são as sombras externas que estão na caverna, digamos assim, né, do mundo que habitamos. Então, nós temos que lidar com as sombras nossas e com as sombras do mundo. A medida que nós iluminamos um pouco do da nossa caverna interior, é aí que nós vamos tendo consciência da nossa ignorância, porque até então nós não
r com as sombras nossas e com as sombras do mundo. A medida que nós iluminamos um pouco do da nossa caverna interior, é aí que nós vamos tendo consciência da nossa ignorância, porque até então nós não temos. Por que que nós não temos? E aí nós entramos nesse ponto que é o da comparação. Ele entende que ele estava em sombra quando ele conhece a luz. Então, quando ele conhece a luz, ele tem uma noção um pouco mais eh exata das sombras que ele tem. Ou seja, a luz, né, que é a representação do bem, eh, ela tem uma dupla vantagem de conhecer a luz em si, mas também de entender as sombras que havia em si. Deu uma ideia, né? Então, essa é a comparação que ele faz. E aí ele o quê? Lastima. aqueles que moram nas sombras. É aquele, é isso que faz toda a grande alma. Quando ela sai da sombra e ela encontra a luz, o que que ela o que que ela percebe? Nossa, vários várias pessoas estão em sombras. E aí nós vamos ver o que que vai acontecer, né? Bom, não cres que se rejubilará com a mudança e lastimará, né, estes últimos, ou seja, aqueles que habitam a caverna? Aí o Glauco responde: "Sim, deu certo." E aí Sócrates avança. E se eles então concedesse entre si horas e louvores, se ortogassem recompensas, aquele que captasse com olhar mais vivo a passagem das sombras, que se recordasse melhor das que costumavam vir em primeiro lugar ou em último, ou caminhar juntas, e que por isso fosse mais hábil em adivinhar o aparecimento delas. Apenas que o nosso homem sentirá ciúmes destas destinações e alimentará a inveja dos que entre os prisioneiros fossem honrados e poderosos. Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser apenas um servente de xahrua, a serviço de um pobre lavrador e sofrer tudo no mundo a voltar às suas antigas ilusões e ver como vivia. Ou seja, naturalmente, gente, que quando você toma essa consciência, você não quer mais voltar para a condição anterior, não é? Ou seja, você não quer se ver mais em sombra, porque você percebe que naturalmente aquele mundo é muito,
e quando você toma essa consciência, você não quer mais voltar para a condição anterior, não é? Ou seja, você não quer se ver mais em sombra, porque você percebe que naturalmente aquele mundo é muito, digamos assim, atrasado, não é? muito atrasado, muito atrasado. Então, eh, é por isso que por, gente, vamos jogar para, digamos assim, para uma realidade espiritual. Quando as grandes almas olham o nosso mundo, elas percebem que o nosso mundo, né, o assim, os espíritos superiores, essas grandes almas, veio o nosso mundo como se fosse assim um grande pântano, charco, né? Primeiro que para que essas almas elas retornem à Terra, elas sabem que aqui haverá uma limitação espiritual muito grande. As as suas potencialidades elas serão obliteradas ou eh se farão opacas, né? Veja, ela não vai perder, mas ela vai ser condicionada ao a a condição espiritual do nosso mundo, né? Por isso que descer a a vir à Terra é um trabalho de enorme sacrifício para essas almas. Não é simples. Vejamos a obra Os mensageiros. Eh, logo depois que André Luiz e Aneto eles passam pelos cent mensageiros e vão vir à terra, olha só que curioso. E naturalmente eles vão passar para pelas regiões umbralinas. eles eh eles têm que fazer até inclusive uma operação perespiritual para que o seu perespírito se torne mais denso, porque aquelas regiões elas são, né? E e a Terra, da mesma forma, ela desestrutura eh perespiriticamente a condição espiritual daquele sujeito, daquele espírito. Por isso que muit das vezes um missionário, né, aí podemos ir paraa obra obreiros da da vida eterna, o capítulo um, se eu não tô enganado, o visitante sublime, né? eh onde eh eles vão organizar a visita de um espírito, uma entidade espiritual muito elevada chamado aos clépios. Aosclépios. E chega um momento o eh esse nobre mensageiro, ele se materializa dentro de uma uma espécie de uma redoma de vidro. eh que foi especialmente construída para esse intento. E depois desta desse momento onde ele deixa ali a sua mensagem, o instrutor Jerônimo, que é o
a dentro de uma uma espécie de uma redoma de vidro. eh que foi especialmente construída para esse intento. E depois desta desse momento onde ele deixa ali a sua mensagem, o instrutor Jerônimo, que é o instrutor dessa obra, indagado por André Luiz, de quanto em quanto tempo uma alma como aos clépos vem à terra, ele diz que é algo em torno de 800 anos, né? E claro, tem aí por trás, logicamente que nunca é um número absoluto, mas eh a isso expressa duas questões, né? A primeira que é a dificuldade, né, natural de um espírito dess desse porte viré porque ele já está bem mais purificado, já viu esse sol, já saiu da caverna, já tem consciência disso, né? Então, há há esse ponto e, por outro lado, o impacto espiritual da vinda de um espírito desse é muito grande e não é e não tem assim, muit das vezes a gente fala: "Nossa, né, esse momento mesmo que nós estamos vivendo, a gente sente uma carência de grandes lideranças, né, nas mais variadas eh eh digamos eh nas mais variadas questões da nossa sociedade, dos mais variados dos âmbitos da nossa sociedade, da cultura, da religião, né, da política. Eh, mas por outro lado, como o impacto dessas almas é muito grande, naturalmente nós precisamos um tempo para absorver suas lições. Absorver suas lições, né? Então, este é o ponto aqui. Avancemos. Eh, imagina ainda, eh, lhe falei que este homem, este homem torne a descer a caverna e vá sentar-se com seus amigos e eh vai sentar-se em seu antigo lugar. Não terá ele os olhos cegados pelas trevas ao vir eh ao vir subitamente de do pleno sol? Seguramente sim. Ou seja, e isso nós podemos dizer que é justamente o símbolo, não é, do que nós estávamos falando, que eh eh esse ofuscar agora não eh eh das sombras em relação à luz, mas justamente o contrário da luz em relação às sombras. você já, por exemplo, né, vocês estão eh numa sala iluminada, aí você entra num quarto escuro, não tem aquele tempo para você conseguir enxergar nas trevas, né? E então isso ele tá simbolizando justamente esse movimento dos espíritos
stão eh numa sala iluminada, aí você entra num quarto escuro, não tem aquele tempo para você conseguir enxergar nas trevas, né? E então isso ele tá simbolizando justamente esse movimento dos espíritos que vem da luz até, digamos assim, né, dentro dessa simbologia platônica da caverna. Então é uma dificuldade, é uma dificuldade. Agora acompanhemos que essa dificuldade é a representação de muit das vezes as potencialidades que aquele espírito conquistou, ele momentaneamente elas são apagadas pelo processo da reencarnação no um, na condição nossa de provas e expiações, né? Isso é é a metáfora da coisa. Mas avancemos. E se por julgar estas sombras tiver dentro eh tiver de entrar de novo em competição com os cativos que não abandonaram as correntes no momento em que ainda estava com a vista confusa. E antes que seus olhos se tenham reacostumado e o hábito à obscuridade exigirá ainda bastante tempo, não eh provocará riso à sua própria custa? Não é? E não dirão eles que tendo ido para cima, voltou com a vista arruinada, de sorte que não vale mesmo a pena tentar subi-la até lá? E se alguém tentar soltá-lo e conduzi-lo ao alto e conseguisse ele pegá-los e matá-los, não o matarão? Ou seja, gente, que que é isso? Que que é isso? Quando um missionário vem à terra, gente escarnece dele. Muit das vezes acha que ele é doido. É isso aqui. É isso. Que que nós fizemos com o próprio Sócrates? Matamos. Por quê? Ah, ele tá corrompendo a juventude ateniense. Ou seja, ele é um louco. Ele tá ensinando coisas erradas. Jesus, o que que fizeram? Jesus era um here no seu tempo, não é isso? Era um herege, era alguém que, nossa, meu Deus, que quanto absurdo e esse Nazareno, né, filho de um carpinteiro, tá fazendo, né? Tá denegrindo a lei, tá deturpando a lei, a Torá. que que eh achavam que Francisco de Assis era louco, aquele nível de desprendimento, de mansidão. Então, para nós, a nossa noção espiritual ainda tão apequenada, nós imaginamos que tudo isso é loucura. E aí, o que que nós fazemos? É isso
ssis era louco, aquele nível de desprendimento, de mansidão. Então, para nós, a nossa noção espiritual ainda tão apequenada, nós imaginamos que tudo isso é loucura. E aí, o que que nós fazemos? É isso aqui, ó. E se alguém tentar soltá-los e conduzi-los ao alto e conseguisse eles pegá-los e matá-lo, não matarão. Sem dúvida alguma. Agora, meu caro Glauo, continuei. Cumpre aplicar ponto por ponto esta imagem ao que dissemos mais assimos. Comparar o mundo que à vista nos revela a morada da prisão e a luz do fogo que ilumina eh ao poder do sol. No que se refere à subida à região superior e a contemplação de seus objetos se considerar se a considerares como a ascensão da alma, a região inteligível, que no neoplatonismo é chamada ao mundo das ideias. Não te enganará sobre o o meu pensamento, posto que também desejas conhecê-lo. Só Deus sabe se ele é verdadeiro. Quanto a mim, tal é minha opinião. mundo inteligível. A ideia do bem é percebida por último e a custo não se pode percebê-la sem concluir que a causa de tudo quanto há de direito e belo em todas as coisas. Se ela enquadrou no mundo visível de luz e do soberano da luz, que o mundo inteligível eh ela própria é soberana e fonte imediata da verdade e da inteligência e que precisará ser contemplada por quem quiser agir com sabedoria, tanto na vida pública quanto na particular. Então, gente, aqui veja, a primeira coisa eh é que essa questão da mediação, né? Então, como é que nós percebemos o bem que é a representação da luz? Como é que nós percebemos o bem? nós perce esse é o processo que nós dissemos, né, da mediação, porque para conseguirmos eh eh para conseguirmos para conseguirmos perceber o outro, né, perdão, para conseguirmos perceber o bem, nós precisamos do outro. Então essa é a função da poça, digamos, né? O símbolo da poça ali que reflete a luz do sol, que reflete a luz do sol. Por nós não conseguimos ver, olhar para o sol, você concorda? A gente não, né? Se olhando para esse processo de mediação, a nossa vista já se ofusca, vocês
lete a luz do sol, que reflete a luz do sol. Por nós não conseguimos ver, olhar para o sol, você concorda? A gente não, né? Se olhando para esse processo de mediação, a nossa vista já se ofusca, vocês imaginam ver a luz do sol diretamente, nós não conseguimos. Então, nós precisamos de um processo de mediação. E como é que se dá esse processo de mediação? É através do outro. Como é que eu sei que uma coisa é boa? Quando eu vejo alguém que faz algo bom, o belo da mesma forma, né? Mas antes de entrar nisso, veja qual é a fonte suprema do bem? Qual é a fonte suprema do bem? Deus. Concordo? O bem perfeito, né, e eterno é Deus. Por mais perfeito que seja um espírito, ele nunca vai alcançar a bondade de Deus. Hã, esse é o ponto. O Cristo não não simplesmente não vai. Nenhum dos filhos vai. Por qu, gente? Se alguém alcançar essa estatura, ele se transforma em Deus. E Deus é único, tá certo? Deus é único. Por isso que nós não conseguimos nessa metáfora olhar direto pro sol. Por isso que é uma metáfora perfeita. Não conseguimos, né? Porque ver nesse sentido é conhecer, é entender. Então, nós precisamos de mediação. E essa mediação, ela é tanto para o bem quanto para a ignorância ou para o mal, como queiramos. A condição espiritual de um determinado espírito, sempre vai ter alguém acima e sempre vai ter alguém abaixo. Sempre vai haver a caverna, sempre vai haver aquilo que éa da caverna. Hã? E à medida que ele vê por essa mediação, ele tanto tem a mediação para o bem quanto para o mal, para ignorância. Concorda comigo que quando ele sai da caverna, os que ficaram na caverna estão numa condição, né, eh, espiritual inferior? Então ele vê o bem e ele sabe e aí ele compreende, porque muit das vezes o espírito ele tá numa condição que ao nossos olhos é mau, mas ele não tem consciência disso, gente. Por isso que muit das vezes nós não podemos cobrar aquilo que uma determinada criatura não pode dar. Não tem condição, gente. Hã, tá certo. não tem. Então, eh eh isso. E aí, claro que a intenção
ente. Por isso que muit das vezes nós não podemos cobrar aquilo que uma determinada criatura não pode dar. Não tem condição, gente. Hã, tá certo. não tem. Então, eh eh isso. E aí, claro que a intenção desse estudo é a gente sempre pensar o que dentro dessas interpretações o que nos cabe. E aí nós temos que entender o seguinte, que muit das vezes nós podemos ser a mediação do bem para alguém. H claro que o bem que nós alcançamos, por ser que para um determinado espírito o bem que eh eh a minha condição espiritual ser o meu lado luz, porque todos nós, gente, vocês perceberam no início, né, do estudo, a primeira live que nós fizemos sobre a alegoria da caverna, nós dissemos que nós dissemos que eh essa é uma metáfora em que de alguma forma ela é dualista. De alguma forma não, ela é dualista, ou seja, a o bem e o mal, a sombras e a luz, né? a ignorância e a verdade, né? Que mas pode ser que o meu lado luz para uma determinada pessoa seja o lado sombra. E aí vamos entender isso dentro da metáfora, eh, dentro da alegoria da caverna. Vocês se lembram, assim que ele se libertou, ele foi eh andou e viu a fogueira? Ou seja, ele não viu toda a luz, ele viu parte da luz. Só que quando ele sai, a luz que havia fora da caverna era muito maior. Ou seja, se uma outra pessoa alcança aquele patamar da fogueira, aquilo para quem já saiu da caverna é o quê? É escuridão. Concorda comigo? Mas para quem tá naquela condição é o quê? É luz. Então, pode ser que a minha condição espiritual, aquilo que eu vejo de luz, para algum espírito ainda é ignorância. Mas essa luz para quem tá na retaguarda e é luz, não é sombra, não é sombra. Por isso que quando nós tratamos do bem e do mal, muito embora o bem, né, a verdade sejam conceitos que idealisticamente são absolutos, mas da apreciação disso, da apreensão, da compreensão disso, é o quê? É demorado. É um processo, né? É isso que Platão, Platão e naturalmente Sócrates estão tentando mostrar. Você não sai da condição de quem tava olhando para pr paraa caverna
compreensão disso, é o quê? É demorado. É um processo, né? É isso que Platão, Platão e naturalmente Sócrates estão tentando mostrar. Você não sai da condição de quem tava olhando para pr paraa caverna e vendo as sombras e vai para fora de uma vez, gente. Você sai, você percebe que você estava o quê? Prisioneiro. Você se liberta daquelas correntes. Depois você percebe que há uma luz. Você chega até aquela luz, você de início ficou ofuscado. Aí depois depois você alcança, depois você alcança, né, a condição espiritual de quem saiu completamente, eh, saiu completamente das trevas. Entretanto, e esse que é o ponto bonito desse dessa metáfora, né, dessa alegoria que é preciso retornar, que é esse ponto aqui, ó. Olha só. Ora, lembrando-se de sua primeira morada, eh, da sabedoria que nela se professava e dos e dos que aí foram seus companheiros de cativeiro, não crê que se rejubilará com a mudança e lastimará estes últimos, ou seja, os seus companheiros, né, pela condição que eles estão. Mas basta só lastimar, não. Aí foi aquele ponto, né? E se por julgar que estas sombras tiver de entrar de novo em competição com os cativos que não abandonaram as correntes no momento em que ainda está com a vista confusa e antes que seus olhos se tenham, eu eu já tratei disso, não vou tratar novamente, reacostumado e o hábito à obscuridade exigirá ainda bastante tempo, não provocará riso à sua própria custa. As pessoas não vão rir, né? Vão rir. Gente, o que que o povo achava de Sócres? Era doido, louco. Não dirão eles que tenho tendo ido para cima, voltou com a vista arruinada. Ou seja, eles acham que o fato de ter tido contato com a luz, o quê? Deixou ele, né? No caso, os olhos, o ato de ver, de conhecer. deixou ele cego. Mas na verdade quem estavam cego, gente? Era o que voltou iluminado ou que estavam sempre na escuridão? E se alguém tentar soltá-lo e conduzi-lo ao alto e conseguissem eles pegá-lo e matá-lo, né? Não matarão. O que que aconteceu com Sócrates, gente? Mataram. Que que aconteceu com Jesus? Mataram. Que que
E se alguém tentar soltá-lo e conduzi-lo ao alto e conseguissem eles pegá-lo e matá-lo, né? Não matarão. O que que aconteceu com Sócrates, gente? Mataram. Que que aconteceu com Jesus? Mataram. Que que aconteceu com João Rus? Giordano Bruno, Joana Dart. Todos os grandes missionários, eles foram perseguidos, traídos, incompreendidos ou então no mínimo, né, os seus ensinos foram deturpados, deturpados. Mas é um dever moral. A criatura volta, ela volta, ela retorna, ela retorna. Ela retorna por quê? Porque é o que nós lemos, ela tem essa compreensão, ela tem piedade da condição. Só que muito embora seja um grande sacrifício a esse retorno, né? O fato é que quem tá na caverna, imagina que quem tá na escuridão é justamente o contrário, é quem tá lá fora, é quem viu a luz. E aqui cabe uma reflexão de um texto que eu amo do nosso Deni, tá no capítulo A Montanha, na segunda parte, no livro da natureza, quando ele diz mais ou menos assim: "Almas de fogo, almas de gelo, almas de verdade, almas de ignorância, almas de luz, a alma de trevas. E aí ele diz assim que eh nesse processo, né, conturbado é que se foja a evolução espiritual coletiva. Aí ele usa uma outra metáfora que é a do rio, que é o quê? O rio da vida, né? Existe o rio da vida e a correnteza desse rio é o processo de evolução. No leito desse rio estão as pedras, os calhaus, que em função da força, a lei do progresso não é uma força, né? Da mesma forma a correnteza. Essa correnteza faz com que haja o quê? Um atrito entre as pedras. E é justamente esse atrito que faz o quê? Que ela se transforma em seixos rolados. elas vão sendo o quê? Polidas. Então, nesse processo espiritual de evolução, né, há uma coisa por demais interessante que é o quê? Esses missionários, eles vêm sabendo que ele as pessoas não vão compreender de imediato, mas em algum momento, mesmo eles tendo matado esse sujeito, eles vão se lembrar. Gente, ele não falou, gente, ele se lembra eles e eh eh o nossa, Jesus falou para nos amarmos. Ele falou sobre o perdão, falou sobre a
mento, mesmo eles tendo matado esse sujeito, eles vão se lembrar. Gente, ele não falou, gente, ele se lembra eles e eh eh o nossa, Jesus falou para nos amarmos. Ele falou sobre o perdão, falou sobre a fraternidade. Um outro capítulo de O grande enigma, né, que nos serve muito para isso também, é o capítulo Solidariedade, comunhão universal, onde Deni ele vai falar dessa lei de solidariedade que há no processo evolutivo, o que tá mais evoluído, dando a mão para quem tá menos evoluído. É uma lei. É uma lei para que haja o quê, né? É, é o que o seu Honóri Abreu chamar de enxerti espiritual, o melhor se sacrificando, né, para enxertar o que há de melhor numa planta que não é tão boa. E aí o que que há? A planta que não é tão boa, ela absorve as características daquilo que é bom. Claro que isso demanda tempo. Nós não falamos que o processo de ver, de enxergar a luz não é por mediação. Então nós podemos ser a, talvez nesse momento nós possamos ser a mediação de alguém para ver a luz. Então, gente, nós chegamos ao final aqui do mito da caverna. Na semana que vem nós vamos começar uma nova série de estudos e reflexões, né? Eh, mas foi sem dúvida nenhuma, foi um mito muito rico, um mito muito rico este da caverna que traz muitas reflexões para nós, né? principalmente no sentido de olharmos para dentro de nós e vermos aquilo que há ainda em nós de ignorância, de perversidade, né? Para termos consciência e autoconsciência das trevas que há em nós, mas ao mesmo tempo da luz que podemos alcançar. Porque a nossa destinação é a luz. É a luz. Hã, sempre será a luz. Nós fomos eh eh digamos assim, a nossa genética espiritual, ela tende para esse local que é a luz. E essa luz, naturalmente, como nós dissemos, é representação do bem, né? Ou se quisermos da perfeição e da pureza espiritual, né? Bom, gente, então ficamos por aqui por hora. Vamos chamar o nosso querido já já para algumas questões, se tiver isso aí. Muito bom, Thago, muito bom. questão não tem, comentário não tem, mas eu tenho.
Bom, gente, então ficamos por aqui por hora. Vamos chamar o nosso querido já já para algumas questões, se tiver isso aí. Muito bom, Thago, muito bom. questão não tem, comentário não tem, mas eu tenho. Ótimo. Na verdade, enquanto você falava, eu fui fazendo uma reflexão do nosso papel como sendo esse, né, que de alguma forma leva um pouco a luz do conhecimento para outros que estão na retaguarda, né? da mesma forma que outros que estão na frente vem trazer o conhecimento pra gente. Eh, você falou que esse papel de quem leva a luz não é um papel muito fácil, né? porque ele já sabe que pode não ser compreendido, pelo menos num primeiro momento. Então, aí eu pensei e em duas situações. Primeiro, o papel dos pais em relação aos filhos, entende? Porque nós temos eh podemos ter uma condição em que o filho é daqueles bem difíceis, né, para você poder educar e tudo mais. Então, como é que é esse eh esse nível de compreensão daquele que está no papel de orientador para que ele possa eh ter o bom senso e o discernimento de saber o momento exato, de eh já dar ao filho um pouco mais dessa luz, fazer com que um conhecimento maior chegue Como é que ele consegue ter essa noção de atéonde ele vai e até aonde ele tem que dar uma parada por reconhecer que dali paraa frente não vai haver um aproveitamento? Como é que é isso aí? Como é que isso funciona? Já já é o seguinte, meu amigo, eh tem que haver uma sensibilidade, né? Naturalmente, muit das vezes nós conversamos com alguns pais que dizem assim: "Ah, eu gostaria tanto que o meu filho fosse espírita, que meu filho seguisse esse caminho ou aquele". Mas nós temos que entender. E, e veja aqui, é preciso só um parêntese, né? Não significa dizer que o fato da pessoa ser espírita é melhor, não é isso, né? eh de fato, eh eh não é o a a forma, é a essência da coisa, né? Mas muit das vezes a gente vê que aquele espírito às vezes eh não tem aquela compreensão ou não tem aquela condição. Claro que você pode até apresentar, né? Olha, estimular, por
essência da coisa, né? Mas muit das vezes a gente vê que aquele espírito às vezes eh não tem aquela compreensão ou não tem aquela condição. Claro que você pode até apresentar, né? Olha, estimular, por exemplo, no período da infância, sabemos nós que é o melhor período. Agora, por outro lado, também eh aí muito embora não esteja na sua pergunta, mas eu acredito que a consequência dela é que nós, por vezes, não temos a sabedoria de esperar o tempo, né? Então, nós semeamos e já queremos colher logo. Eu e Jáaj jáá temos um amigo muito querido, até tivemos com ele esse final de semana, que eh ele foi durante a infância pro centro, mas não gostava muito, tal. Aí depois se mudou, foi estudar, fazer faculdade. Aí num determinado momento ele deu vontade e voltou e voltou com tudo, né? Então, eh eh nós temos que ter uma sensibilidade de saber eh até onde nós podemos ir. E para isso já já me parece que não existe uma fórmula. Por que que não existe? Porque que cada caso vai ser um caso. Cada espírito ele é único e cabe o pai. Por isso que o pai ele tem que ensinar, sem dúvida. Mas muit das vezes nós achamos que ensinar é falar, não. Principalmente saber ouvir, observar e dar exemplo. Se eu quero que o meu filho faça uma coisa, eu tenho que fazer aquela coisa, né? E ter a sensibilidade de ouvir o retorno. Por que que se se eu tô fazendo uma coisa boa, por que que ele não faz? Por que que ele não gosta disso? Será que ele não gosta da coisa em si ou como a coisa é apresentada? Então, é um tema, digamos assim, o tema da educação, ele é um tema complexo, né? Por outro lado, aí a precisamos nos utilizar da obra de Platão, tanto em Fedam, mas aqui também na República. Eh, eh Platão, ele via a educação de uma maneira muito própria, inclusive, né? Educação vem do grego e do série, que é o quê? Tirar de dentro, né? Então você não vai ensinar, digamos assim, a ensinar daquele sentido que nós damos hoje paraa educação, que é transmitir valores. Você não transmite, você eh faz com que o sujeito perceba
dentro, né? Então você não vai ensinar, digamos assim, a ensinar daquele sentido que nós damos hoje paraa educação, que é transmitir valores. Você não transmite, você eh faz com que o sujeito perceba aquilo dentro dele. Dentro dele. Então esse é, né? Eh, eh, por isso que eh Sócrates, ele tinha um método da maêutica, que era o quê? Parir ideias, tirar de dentro. Então, e a melhor forma de educar é através do exemplo. Através do exemplo. Veja, se eh vamos pegar aqui, sei lá, carpinteiro, ensinar a fazer um móvel. Se se a oficina, se a escola só a pessoa chegar no quadro desenhar, como é que faz? O que que vocês acham que é melhor? Assim ou levando pra oficina, né? Primeiro o carpinteiro, o marcineiro, melhor dizendo, colocando a mão na massa, depois chegando pro discípulo, ó, você faz assim, ó, e vai acompanhando o passo a passo até que ele produz a primeira peça, depois ele deixa ele fazer sozinho, vai avaliando, até que ele percebeu, não, ele fez. Qual que será que é o melhor método? Me parece que é o segundo, né? Então, da mesma forma, quando nós falamos de uma educação moral, por isso que Platão fala que não se transmite. Por que que não se transmite? Porque o sujeito tem dentro dele, mas ele precisa descobrir. É isso aí, meu amigo. E ao mesmo tempo eu me lembrei, né, que eu falei que me veio duas coisas, né? Mas eh o raciocínio se assemelha, que é quando nós eh temos alguém junto a nós, mas não mais na condição de filhos. Às vezes é um amigo, um colega de trabalho, sei lá, alguém que nós temos uma convivência e nós temos essa necessidade de passar algum conhecimento que a gente já tenha, né? Então é esse cuidado de também a gente não ser aquele chato que às vezes mais vai causar um afastamento do que eh, evidentemente uma possibilidade de de passar algum conhecimento e alguma luz, né? E a Elô, só pra gente não deixar Elô no vapo, né? Ela botou uma pergunta aqui para você, Thaago. Vamos lá. O mito da caverna pode ser aplicado nos dias atuais para ilustrar como estamos presos
uz, né? E a Elô, só pra gente não deixar Elô no vapo, né? Ela botou uma pergunta aqui para você, Thaago. Vamos lá. O mito da caverna pode ser aplicado nos dias atuais para ilustrar como estamos presos nos dias atuais as nossas limitações devido à influência da mídia. Nossa, Elô, a nossa querida amiga Elô, com toda certeza, né? Eh, como nós dissemos, a nós vivemos, enquanto nós alcançarmos a luz, nós vamos viver mergulhados intrinsecamente nessa realidade dualística, bem, mal, né, dia, noite, treva e luz, enfim. Então, tem forças libertadoras que nos leva para a luz e forças opressoras que nos mantém escravos de nós mesmos, né? Porque essa escravidão a priori, ou melhor dizendo, a priori não, essencialmente ela é interna, porque, né, o próprio mito dá conta disso quando nós nos libertamos, né, e isso é um esforço pessoal, é um trabalho pessoal. Naturalmente que existem essas forças opressoras que elas não são absolutas, né? o o próprio mal, ele não é nunca, pelo contrário, a força que é absoluta é o bem, a força que é absoluta é a luz, mas que, sem dúvida nenhuma são forças que eh interagem e se o espírito assim se afiliar a elas, acaba absorvendo, né, e naturalmente dentro desse conceito se fazendo escravo, se fazendo preso na caverna, né? Agora, eh eh naturalmente, muito embora exista isso, a responsabilidade é do espírito, né? Eh, tudo na tem a tem a as forças atenuantes e os agravantes, né? Eh, eh, mas o espírito, se ele assim o quiser, ele tem condição de se libertar, né? Eh, mas a a por exemplo, a o o a o ponto que a El tá levantando, nós temos no mundo, através da lei de sociedade, todo o espírito ele é sociável, ou seja, ele tá sujeito à influência do meio onde ele vive, né? Se não fosse assim, não existiria cultura. O próprio Cris, quando ele veio, ele andou como os homens do seu tempo, né? Ele comeu o que os homens do seu tempo comiam e por aí vai, né? Então a cultura, né, o meio onde nós estamos, ele nos influencia. Mas se o espírito ele tem, e isso até
como os homens do seu tempo, né? Ele comeu o que os homens do seu tempo comiam e por aí vai, né? Então a cultura, né, o meio onde nós estamos, ele nos influencia. Mas se o espírito ele tem, e isso até Kardec trata no livro dos espíritos, quando ele inclusive vai tratar da questão da lei de liberdade lá em livro dos espíritos, não é? Então, se o espírito ele tem um determinado nível de maturidade, eh, pode fazer o que for, ele não vai se ver preso, né? Mas sem dúvida nenhuma, né? Essa, esse é o ponto que a nossa querida Leu trouxe. Isso sim pode ser. O meta caverna, ele tem muito a ver, muito a ver com os dias eh que nós estamos vivendo, né? Tem muito a ver. Eh, nós podemos dizer que nós estamos vivendo uma grande caverna e eh uma doutrina como espiritismo, né, e tantas outras que há no mundo, visa justamente libertar o homem dessa condição. O Espiritismo, ele faz isso de várias formas, via educação. Espiritismo, como muito bem disse o Pedro de Camago, Vinícius, é obra de educação, né? O espiritismo ele não impõe, mas ele esclarece, né? Ele não impõe nada, gente. Eh, há espíritas que muit das vezes às vezes pelo, né, por medo pode acontecer isso, mas o espiritismo em si ele só esclarece. a nós temos a liberdade de assim fazer ou não, né? Mas a a o morte do espiritismo é da nossa libertação espiritual, do nosso crescimento espiritual, né? Para nos tornarmos homens eh eh mais caridosos, fraternos, dóceis, humildes, benevolentes, né? com espírito de fraternidade para ajudarmos a todos, né? Enfim. Muito bem, senhor Thago. Muito bem. Bom, eh, a gente tá chegando então ao final, né? Agradecemos não só a você, né Thiago, mas a todos que estiveram aqui conosco. Com certeza que aqueles que vão assistir depois. E pedimos para que você faça então as suas considerações finais desse episódio, dessa série do do mito da caverna e, enfim, para que a gente possa encerrar por hoje. Muito bem. Olha, gente, eh o intuito foi mostrar de fato que Platão e Sócrates são percursores do Espiritismo, eh, através dos seus
mito da caverna e, enfim, para que a gente possa encerrar por hoje. Muito bem. Olha, gente, eh o intuito foi mostrar de fato que Platão e Sócrates são percursores do Espiritismo, eh, através dos seus ensinamentos, mas principalmente da vivência, né, dessas grandes almas, que tem muito a ver com o espiritismo e que quando nós utilizamos o conhecimento espírita para ler a sabedoria imortal que em todas estas tradições enriquece muito, né? Então, na verdade, foi um singelo eh exercício de reflexão em torno do pensamento de Platão, de Sócrates, né? E que tem tem uma atualidade muito grande para todos nós. Então, estudemos também, né, Sócrates e Platão. Isso aí. Isso aí, Thaago. Bom, meus amigos, hoje então a gente fica por aqui, lembrando que estamos com esse novo dia, novo horário, segundas às 7:30 da noite e esperamos vocês na próxima semana. Fiquem todos com Deus. Excelente noite e até lá. Tchau, tchau. Lá. Ciao. O espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lionês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. espiritismo.net/congresso. /congresso
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