T7:E27 • Autodescobrimento • Os sentimentos: Amigos ou adversários (parte 1)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:02:19 208 visualizações

No episódio 27 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Marluce Renz e Adriana Lopes apresentam a primeira parte do estudo do capítulo 11 da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Intitulado "Os sentimentos: Amigos ou adversários", o episódio foca no item "O amor". Os estudiosos exploram o poder transformador do amor, discutindo como esse sentimento, quando compreendido e vivenciado de maneira equilibrada, pode ser um aliado essencial no processo de autodescobrimento e na construção de uma vida plena e harmoniosa. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #sentimentos #amor #vidaplena

Transcrição

alô amigos é uma alegria estarmos aqui novamente com vocês que nos assistem nesse projeto maravilhoso do estudo da série psicológica Joana De Angeles atualmente estudando o livro autodescobrimento uma busca interior e hoje vamos começar o Capítulo 11 sentimentos amigos ou adversários e vamos trabalhar o item o amor então é um prazer estar com todos hoje com a marlucia Adriana nos acompanhando para falar desse tema tão essencial para todos nós né o amor sustenta a vida sustenta o universo e então vamos ver o que que a Joana tem para nos oferecer né nos falar sobre esse tema que é um tema que ela aborda em vários momentos da obra dela mas esse tá dentro dessa questão desse questionamento que ela faz né que é o título do capítulo os sentimentos amigos ou adverses e aím Lúcia Adriana o que que vocês acham disso Qual é a resposta diante dessa questão da de feitora Pois é eu achei interessantíssima essa essa pergunta que ela começa né porque aqui ela nos instrui né que muito do que a gente imagina que a gente chama que é amor Não é bem assim né então eu achei muito didático muito bonito esse capítulo né porque ela vai dizer esses sentimentos como conquistas nobres né aquilo que é mais importante e toda e aqui ela explica de uma forma bem didática assim como é o nosso processo evolutivo né que vai passar por todo esse caminho da nossa vida instintiva até a gente chegar a compreender realmente o que é o amor então acho que ele pode po de ser amigo ou adversário né dependendo como a gente compreende dependendo o nível de consciência que a gente tá E vai compreendendo o amor né é interessante que ela já faz essa discussão eh que eu achei muito eh inteligente quando ela vai trabalhar no livro conflitos existenciais e lá no final seu não me engano o capítulo 19 ela coloca o amor né como né então se ela tá falando num livro Só de conflitos eh e aí ela traz o amor como né um possível eh sentimento que possa provocar a questão do conflito existencial E aí ela vai construindo toda essa ideia que a falta desse

ando num livro Só de conflitos eh e aí ela traz o amor como né um possível eh sentimento que possa provocar a questão do conflito existencial E aí ela vai construindo toda essa ideia que a falta desse sentimento né ele nos coloca e nesse texto uma e um texto muito bem construído né E muito parecido com aquela proposta do próprio Kardec lá no no no no livro no Evangelho Segundo o Espiritismo uma uma uma explicação de Lázaro quando o Lázaro vai dar essa dimensão evolutiva do sentimento amor que aqui ela vai apresentar no texto né Então dependendo dessa fase evolutiva do sentimento que o ser transita isso sim pode ser eh de repente amigo mas ele também pode ser um ADV que ele mesmo se coloca né é interessante que ela começa abordando né A questão do sentimento então é claro que o amor ela faz toda essa evolução né do do processo de amadurecimento do Espírito começa lá com as Sensações fisiológicas chega nas emoções depois nos sentimentos e se realiza no amor como tá lá no Evangelho Segundo espiritismo então aqui ela tá uma certa maneira fazendo referência né ao ao que tá lá no evangelo segundo espiritismo e é interessante que a gente pode pensar assim eh dois aspectos do amor para poder refletir essa condição que são os sentimentos né porque ela vai colocar que os sentimentos são conquistas nobres do processo da evolução do ser né com certeza né a gente várias vezes já citou eh aquele livro do sponville eh Pequeno Tratado das Grandes Virtudes né onde ele coloca que o amor é virtude por Excelência as virtudes são tentativas né exercício para chegar no amor quando a pessoa realmente ama ela integra todas as virtudes dentro dela então pode dizer que o amor é uma virtus né uma virtude né e representa o valor de alma Quanto mais amor am a gente tem né mas a gente tá perto do que representa a divindade e da virtude por Excelência enquanto plenitude do nosso ser né e por outro lado o amor também é uma capa de compreender compreensão uma razão né uma função da consciência como

e representa a divindade e da virtude por Excelência enquanto plenitude do nosso ser né e por outro lado o amor também é uma capa de compreender compreensão uma razão né uma função da consciência como o Jung coloca né o sentimento né como a função da consciência que de uma certa maneira estabelece a capaz de de poder avaliar né e eh a gente só consegue ter valor da experiência né porque a gente tem sentimento sentimento que dar valor para cada experiência transforma fatos realidades em experiência a partir do sentimento né e o amor é os Então essa capacidade de compreender profundamente a alma do outro né e estabelecer uma via então de eh de reconhecimento né do que o outro necessita a pessoa que ama compreende e compreende profundamente então Eh aí a gente tem um processo todo né na questão do sentimento que ela tá colocando aqui até chegar nessa capacidade né que envolve tanto uma função psicológica né da mente que é uma forma de razão a razão do do coração não é a razão da cabeça e também um estado de alma né nessa virtude que o amor representa como é que você vê esse primeiro momento aqui da Joana quando ela começa a colocar Justamente esse processo todo aqui de desenvolvimento que o espírito tá tá tá sendo tá construindo ao longo da sua jornada aqui é importante a gente olhar essa coisa do desenvolvimento do instinto que vai gerar esse atavismo né porque eh Há há comportamentos que o espírito ele repete vida após vida por meio desses atavismos fisiológicos né então quando ele fala assim ó que desenvolvendo-se dos instintos libertam-se dos atavismos fisiológicos automatista para se transformarem em emoções que alcançam a beleza a estesia A Essência das coisas e da vida quando superiores então aqui ela já traz uma resposta paraa Nossa pergunta né Então a partir do momento que esse que esse sentimento ele nos traz para as questões né para essa emoção superior ele é sim amigo agora aqui quando ela complementa ou as expressões remanescentes do período primário como a cólera ciúme e

ue esse sentimento ele nos traz para as questões né para essa emoção superior ele é sim amigo agora aqui quando ela complementa ou as expressões remanescentes do período primário como a cólera ciúme e paixões aí sim eles são adversários porque eles são atávicos e ele vai fazer com que esse ser vai repetindo vida após vida alguns comportamentos instintivos né e é importante a gente olhar para essa questão do instinto porque lá no livro A Gênese eh Kardec vai fazer uma grande distinção entre inteligência e instinto e quando a gente pensa assim que a maioria a partir do momento que a inteligência aumenta o o instinto vai diminuir ele vai se extinguir não é verdade né então ele mesmo depois ele fala que a gente pode pensar nisso mas o instinto ele fica ali e ele de certa forma ele ele para além da conservação né então quando esse instinto ele vai além da conservação e da Preservação ele pode nos conduzir ao bem então mesmo o instinto quando ele não está mais com essa função apenas de preservação ele pode ser essa base que vai nos levar ao bem também então por isso que é complicado a gente afirmar se é sim algo né algo é amigo ou adversário depende até alguma coisa instintiva se não tiver essa base eh essa base da conservação que o que é o instinto de luta e fuga né ou a pessoa mata ou ela morre então isso daí Claro que vai ser um adversário porque ele age em cima desse instinto de conservação agora quando ele não está mais a esse serviço o instinto ele é uma bússola né Kardec diz nunca se transvia mesmo não se dá com a razão já que ela é infalível então aí ele fala que num determinado momento esse instinto vai ser uma bússola né Mas é claro que ele elaborado não esse instinto primário de defesa de luta e fuga instinto né ainda uma certa maneira né Adriana O problema não é o instinto porque o instinto como o Car coloca é uma força autorreguladora né então ele ele organiza as estruturas da vida a gente vê que os animaizinhos né que estão regidos pelo instinto ele se comporta de maneira regular e para

omo o Car coloca é uma força autorreguladora né então ele ele organiza as estruturas da vida a gente vê que os animaizinhos né que estão regidos pelo instinto ele se comporta de maneira regular e para manter a vida o alimento a sobrevivência e por diante então o problema não para mim não é os instinto Até porque eu falo que o instinto ele tem uma finalidade espiritual então ele é um impulso que nos leva também uma busca maior na no processo evolutivo então ele é o desencadeador do processo o problema são as Sensações mesmo né que começam a subjetivar o espírito né prazer desprazer e o poder na questão do instinto de que come da violência daí então a gente começa de uma certa interagir eh com com o instinto e começar uma caminhada própria desse primitivismo que ela coloca aqui que fica muito arraigado sim a processos á de funcionamento da Alma né E aí realmente nessa repetição nesse automatismo de comportamento a gente vai eh nos aprisionando em condutas em comportamentos que são difíceis de superar e que levam muitos séculos milhares de anos né nessa TR do Espírito para te poder ir transcendendo e a Razão e o sentimento indo amadurecendo para superar todo esse processo aí que começa lá nessa fase instintiva né Eu acho sempre tão eh para mim assim tão didático a gente entender a nossa evolução né Por exemplo ela fala ali começa nas Sensações aí numa dessas sincronicidades eu tava lendo a caminho da luz e aí ele fala que os primeiros seres que foram criados o primeiro hã a primeira a sentido que que foi desenvolvido foi o tato eu achei aí eu eu como tava lendo isso aqui das Sensações Então as Sensações depois as emoções depois os sentimentos eu fiquei pensando Olha só lá na nossa origem tinha o tinha o tato né Essa coisa e hoje a gente porque daí ela vai falando que a gente vai rompendo essa essa cadeia de necessidades físicas vai se pfic vai se tornando mais competo e a eu fiquei pensando hoje a gente fala assim ah mas a pessoa tem que ter Tato para falar isso a pessoa tem que ter

o essa essa cadeia de necessidades físicas vai se pfic vai se tornando mais competo e a eu fiquei pensando hoje a gente fala assim ah mas a pessoa tem que ter Tato para falar isso a pessoa tem que ter sensibilidade para falar isso então e eu acho tão interessante quando a gente começa a olhar a inclusive as dificuldades que a gente tem Então porque a gente confunde aqu Ela tá dizendo amor por exemplo com esse sentimento de posse né que ela fala muito aqui de algo que tem que que diz respeito a m daí ela fala nessa nesse egocentrismo do estágio infantil que a gente tá que precisa ser superado porque se eu fico nesse estágio infantil ainda se não tentendo esse sentimento pode ser daí meu adversário porque daí quando eu vou me relacionar com alguém né eu vou querer que essa pessoa atenda as minhas necessidades né Aí quando essa pessoa não me atende Como eu idealizei imaginei eu acho que eu não amo e aí eu corto essa relação Então eu fico eh me relacionando a partir então de uma ótica ainda muito limitada cuja origem tá lá no início do meu desenvolvimento e como isso é muito forte em nós é algo que precisa se conscientizado né para poder ser superado Então para mim é sempre muito didático entender essas fases porque nos Explica qual é a nossa dificuldade muitas vezes de fazer uma mudança importante né Eu acho que tem muito a ver com a questão também desse processo de autoafirmação que o espírito passa tá muito ligado também à nossa nosso padrão egóico né o ego cria uma identidade e ele quer se autoafirmar então tem esse jogo do sentimento num primeiro momento não só em função da nossa natureza espiritual ainda muito muito primitiva muito ainda pouco Consciente e arraigadas em padrões do passado mas também pelo nosso ego que quer se autoafirmar a gente acaba usando o sentimento A partir dessa perspectiva egocêntrica né E para afirmar nós mesmos né a nossa necessidade as nossas a carência eh né E e aí realmente o sentimento fica eh Prisioneiro dessas desses condicionamentos né de de que estão

rspectiva egocêntrica né E para afirmar nós mesmos né a nossa necessidade as nossas a carência eh né E e aí realmente o sentimento fica eh Prisioneiro dessas desses condicionamentos né de de que estão muito mais baseado no poder do que no amor né na na na questão de poder controlar de determinar de impor ou de envolver o outro para que a gente possa reforçar a nossa identidade né E e aí a gente acaba complicando esse campo dos afetos e gerando muitas vezes em vez de movimentos positivos e gratificantes conflitos e dores paraa nossa vida e o Jung fala de uma forma tão assertiva né que onde o amor impera não há desejo de poder então quando esse ego tem todo esse desejo de poder ele não ama né então ali já é eh um é ausência do outro né então é interessante porque a gente vê aqui quando ela diz né as manifestações psicológicas somente pouco a pouco se expressam Rompendo a cadeia das necessidades físicas para apresentar-se como emoções e é importante a gente entender também o que seria as emoções né então a a emoção seria uma reação afetiva intensa eh e eh e momentânea manifestando-se por perturbações de origem neurovegetativas né ou seja corporais Então veja então ainda não é sentimento ele tá ainda numa fase intermediária entre instinto e e lá na frente o sentimento Aí surge essa emoção que é assim esse essa Cólera né a própria paixão ciúme são sentimentos ainda tão tão densos que parece quase instinto ainda né então ele fica difícil de você entender quando começa um e já se torna o outro porque é é tão denso de né então onde o amor impera não há desejo de poder Então as emoções ela também caracterizam essa questão física é algo do corpo e não da da Alma né a juna coloca Exatamente isso né Adriana el fala que as emoções fazem parte da nossa natureza animal e assim como o instinto não podem serem eh eliminadas e aí elas são então elas se tornam nosso tempero né esse estado fisiológico que é mobilizado para as grandes eitos da humanidade como a arte a beleza e assim por diante Então as

em serem eh eliminadas e aí elas são então elas se tornam nosso tempero né esse estado fisiológico que é mobilizado para as grandes eitos da humanidade como a arte a beleza e assim por diante Então as emoções eh acabam sendo eh esse campo rico de possibilidades né que vão nos ajudar a a encontrar né na nessa nessa relação com a vida né Eh possibilidade de de Estados afetivos e movimentos afetivos que nos impelem pro melhor mas como toda emoção né né ela pode ser positiva como negativa mas sempre ela vai ter vai ter um caráter fisiológico sempre interessante que daí ela vai dizer né que o o sentimento que vai romper eu achei tão lindo isso aqui o presídio dos instintos né é o amor né ela ela ela é Traz essa imagem tão forte né do presídio dos instintos né porque a forma como você estão falando emoções de alguma maneira a gente então Eh fica preso a essas emoções ainda né se eu não tenho controle sobre o que eu tô sentindo agora pensando aqui junto com vocês né então eu sou tomado por Tu deste um exemplo maravilhoso da cólera né que é uma coisa que aquilo vem como uma força né E que o que eu posso fazer é controlar a expressão dessa Cólera mas eu não consigo controlar aquilo que tá vindo eh tá vindo como Cólera então né se se dentro disso que que vocês estavam colocando né Eh então a a a emoção Ainda é algo que e quantas vezes a gente é tomado por isso e como não consegue conter isso atua né e age e e a tendência da gente se arrepender é muito grande né enquanto que o amor depois ela vai trazer né que o amor não o amor ele traz tranquilidade o amor não traz perturbação né então o quanto a gente ainda eh confunde por exemplo tava pensando também nisso do do ciúme quantas vezes que a gente confunde acha que ter ciúme é amar né quando que exatamente ao contrário né ainda tem ali aquela necessidade do apego então Eh é complexo isso aqui né gente é bem quando a gente entra assim Tu disseste uma coisa que me que eu sempre fico pensando Qual é o limite assim ó entre emoção e sentimento como é que é se a

ego então Eh é complexo isso aqui né gente é bem quando a gente entra assim Tu disseste uma coisa que me que eu sempre fico pensando Qual é o limite assim ó entre emoção e sentimento como é que é se a gente pensar naquele sintonizador lá do rádio né como é que a gente consegue chegar nesse limite aí é possível será na verdade o que o Jung vai dizer é que a emoção uma extensão do sentimento né o todo sentimento eh desperta emoções então a emoção é quando ela atinge esse nível mais fisiológico né então a gente tem uma fantasia né interna essa fantasia interna é movido por por por ideias ou seja por sentimentos também né E esses sentimentos então determino reações emocionais então a emoção é uma é uma resposta comportamental de um processo que tá acontecendo no nível da gente né seja nível do do das crenças e representações mentais seja nível do sentimento mas elas vem na prática elas estão muito muito juntas né mar e e ele também né o Jung faz uma distinção mais quantitativa Olha que legal né então ele faz uma uma distinção quantitativa do sentimento e afeto e emoção ele vai quantificar aí ele vai dizer que os sentimentos se tornam afetos né que são as emoções quando liberam inervações físicas né então a pessoa vê ela fica tomada ela fica vermelha ou ela treme ou ela né então assim aquilo vai para um nível ela é tomado pela pela emoção pelo sentimento e aquilo se torna um afeto porque ela né corpo eh psique é corpo então quando esse sente esse espírito sente algo o corpo reage né porque uma um é intimamente relacionado ao outro né Então essas emoções elas estariam mais ligad a esse comportamento animal dessas reações primitivas porque são orgânicas né primordiais de origem inata não tem como a pessoa eh eh não ficar vermelha ou não ficar corada né então ela fica corada não tem jeito né então Eh um indivíduo tomado por uma emoção fica difícil raciocinar e ver a realidade de forma objetiva ele fica possuída por aquela emoção né E aí essas reações desproporcionais né E que contagia todos

tão Eh um indivíduo tomado por uma emoção fica difícil raciocinar e ver a realidade de forma objetiva ele fica possuída por aquela emoção né E aí essas reações desproporcionais né E que contagia todos então quando uma pessoa tá tomado por uma Fúria quem tá a sua volta de certa forma vai vai vai ser contagiado com essa emoção né que vai gerar essa desproporção emocional nas pessoas que ali estão se a gente pensar na quantidade de energia que isso gera por isso que contagia né É agora interessante que logo após aquilo que a mar leu né Que Que O Amor Rompe então né essa esse pres do instinto ela começa a falar da vinculação o vínculo como a experiência Gal para o exercício do amor então o afeto né eu fico pensando nos Prim quando gente era um homem da caverna né E tem que se proteger e começar a ter que ter que cooperar ou se abraçar né para para fugir do frio né ou seja esses vínculos seja eles quais forem né que começa a constituir a base do campo afetivo e da família né ela fala da da da família como um especial na relação com os genitores como uma experiência fundamental fundante né basilar na construção da Experiência Amorosa e e e é interessante isso porque a joda vai falar que que o self né ou seja o espírito vai justamente se estruturar numa nova Encarnação enquanto identidade egóica através do sentimento então o afeto é o determinante Claro o amor por excelência na construção da minha identidade psicológica né e na formação da minha estrutura egóica e quando esse sentimento é confuso né seja por eh violência seja por pais narcisista seja por eh castração medo né e qualquer tipo de processo de sentimentos que são perturbadores né a consequência é que de uma certa maneira né Eh e isso vai vai gerar uma confusão na formação da personalidade da criança então você ver como o afeto é fundamental e ela que tá dizendo aqui né que a questão da proteção do bebê né o vínculo né o apego né dessa mãe com o filho tudo isso né Eh que envolve o primeiro estágio das necessidades fisiológicas da criança vão

la que tá dizendo aqui né que a questão da proteção do bebê né o vínculo né o apego né dessa mãe com o filho tudo isso né Eh que envolve o primeiro estágio das necessidades fisiológicas da criança vão ser fundamentais e e e então a gente vê como a questão da família né eh é um é um grande mecanismo da vida para desenvolver o afeto e amor e o Newton b e é um Rabino que tem vários livros escritos faz de uma experiência que ele fez uma viagem aonde ele tava com um árabe que era hostil a judeus ele é um Rabino um judeu né então ele tinha uma hostilidade entre os dois né Mas quando tiver que enfrentar uma situação na viagem de perigo e os dois tiver que se esconder juntos né Ele falou que toda aquela diferença entre eles desapareceu é is se tornaram uma família uma uma pessoa só na na na na busca de se auto proteger e sobreviver diante daquele ambiente hostil né então de uma certa maneira as diferenças da vida né vão de uma certa maneira serem trabalhadas e superadas justamente nesses vínculos familiares né então quanto a vinculação né Por mais difícil que ela seja ela é uma experiência de afeto importante da construção desse processo amoroso e não pode falar e se pegarmos a teoria do vínculo né que é do bolb Ele trabalha como eh A partir dessa vinculação primordial primeira dos pais vão se dar todas as demais vinculações né que a que que esse ser vai ter durante a sua vida inclusive vai afetar na forma que ele elabora as suas perdas Então até o sentimento de posse vai eh vai depender da forma como ele se vincula com esses pais depois com a escola com os genitores enfim com a família eh e e e e a partir daí ele vai vai podendo posteriormente trabalhar inclusive na no luto eh uma pessoa que tem uma vinculação saudável ele tem uma tendência a desenvolver um luto saudável mas se a princípio isso já tem uma uma questão né um luto uma vinculação desestruturada todas as suas outras eh relações ele vai ser aquela pessoa pegajosa no relacionamento aquela mulher que fica toda hora você me ama você me ama você

uma questão né um luto uma vinculação desestruturada todas as suas outras eh relações ele vai ser aquela pessoa pegajosa no relacionamento aquela mulher que fica toda hora você me ama você me ama você me ama quer dizer é é é é uma coisa que remete a esse vínculo primeiro né que essa estrutura egóica vivenciou na sua formação ainda então olha como isso é é complexo né por isso que o Jung fala eh que o amor é como deus ambos só se oferecem aos seus serviçais mais Corajosos né Então essa energia amor que já é um princípio de união de vinculação Entre todos os seres eh É preciso coragem né Eh porque essa coragem de poder se relacionar e ter vínculos saudáveis ou não mas é necessário essa o ser humano é relacional né ele precisa dos seus vínculos tava pensando nessa questão das relações né Eh essa imagem da caverna também me veio Gelson mas me veio também a imagem do início da dos dos agrupamentos né então hoje por exemplo a gente tem várias ciências como a psicologia que se ocupa uma grande parte para estudar exatamente esses vínculos iniciais Existem várias Teorias Sobre isso né porque isso vai ter repercussão na nossa vida mas pensando na nossa evolução eh imagina a todas as repercussões que teve quando a gente teve que aprender a viver em grupos um pouquinho maiores para poder sobreviver começ a gente teve que aprender a ter códigos então aí começaram os códigos morais sociais o que que pode o que que não pode né e e e isso é um desafio para nós até hoje então eh eh essa ideia né Eh todo do nosso da nossa evolução vem por essa ideia de que nós somos seres que precisamos cooperar nós precisamos uns dos outros a gente ainda não tem a dimensão disso realmente né mesmo mas em situações extremas como essa que tu tava contando eh Desse exemplo a aquilo vem como quase um instinto de cooperação mesmo bom pra gente sobreviver aqui nós vamos ter que se ajudar né então Eh essa coisa do vínculo da relação ela é fundamental e hoje a gente tem uma questão muito séria né que as pessoas têm nós estamos com muita

gente sobreviver aqui nós vamos ter que se ajudar né então Eh essa coisa do vínculo da relação ela é fundamental e hoje a gente tem uma questão muito séria né que as pessoas têm nós estamos com muita dificuldade de se relacionar com o outro né Eh eu fico pensando assim como as relações hoje quando a coisa não é exatamente pela nossa infantilidade ainda a gente quer evitar a relação a gente quer cancelar a relação a gente não quer entrar em relação enquanto que é na relação que a gente vai seja qual for né Não só relação amorosa Mas em tudo né É aí que a gente vai ir se desenvolvendo e aprendendo né e desenvolvendo esse amor né que é eh a a meta o o sentimento Nobre né O que é mais importante pra gente desenvolver é isso tem a ver com o que a adana tá falando do apego na do apego do Bomb né os padrões de apego Apegos inseguros né Apegos ou de rejeição por medo ou eu fico dependente como adana falou né aquo que que a pessoa me ame e pegajoso ou eu quero me autoafirmar porque o o vínculo não é seguro né então eu rejeito o vínculo né como uma forma de defesa e eu quero não não não eu não quero precisar do outro então tem vários padrões né que vai se estabelecendo no campo das relações a partir das experiências de apego e da né Como diz a Joana aqui né que o que o amor é o alce mais vigoroso paraa construção de uma personalidade Sadia e E então claro né E por ser vigoroso né justamente o amor é um impulso fundamental da vida né eh eh é como fosse uma força de coesão que que rege a dinâmica do universo uma potência Divina da eterna reconstrução da vida que que não cera então tanto eu tem o poder de curar e nos estar de uma maneira Sadia como ele desestabiliza também na dependência da gente e do outro né quando isso envolve as nossas fragilidades e a j fala toda essa questão né da da da da das dinâmicas né das relações egoísta retributiva né ao interesse né do jogo de de de segurança ou da imposição das necessidades do Ego como a gente comentava antes então tem todo um

ão né da da da da das dinâmicas né das relações egoísta retributiva né ao interesse né do jogo de de de segurança ou da imposição das necessidades do Ego como a gente comentava antes então tem todo um drama aí que a gente vive né Eh eh que ainda reflete a nossa incapacidade de amar ou medo de amar ou a necessidade de amar e não saber como fazer isso né então é ainda um grande exercício pra gente eu achei uma frase do imo que ele diz isso né o que que acontece ele falando do terapeuta quando ele vê nítidamente que o seu paciente tá sofrendo porque ele não tem amor mas só sexualidade não tem fé porque a cegueira o assusta não tem esperança porque o mundo e a vida o desiludiram e não se reconhece porque ainda não reconheceu seu próprio sentido essas quatro maiores conquistas do esforo forço humano a fé a esperança o amor e o autorreconhecimento são também bênçãos que não se pode ensinar nem aprender dar nem tomar reter nem obter pois elas estão conectadas a uma condição irracional a vessa vontade humana Ou seja a vivência e as vivências nunca podem ser fabricadas eu achei tão bonito isso né gente quer dizer isso que tu tava dizendo antes a citação que Tu fizeste né tem que o Amor Exige tudo tem que viver não dá para ensinar né eu achei tão e ele falando que isso é o sofrimento porque a pessoa tá confundindo ali amor com sexo que depois a Joana vai falar aqui né a gente confunde as coisas e aí não consegue entender aquela insatisfação que que tem dentro né e é importante que eu gosto de lembrar também eh quando João né fala que Deus é amor né então se Deus é Amor aqui quando ela fala né Eh essa energia emula o desenvolvimento Então veja nós somos eh criação desse Deus então se Deus é Amor ele nos cria né É como se esse pensamento Divino né nos nos nos criasse e Joana fala assim em outra obra O amor é a vibração de Deus que perp em todas as coisas do universo é o antídoto eficaz para todo o sofrimento prevenindo diminuindo e mudando a estrutura por causa disso ó quando o amor nessa frase

a O amor é a vibração de Deus que perp em todas as coisas do universo é o antídoto eficaz para todo o sofrimento prevenindo diminuindo e mudando a estrutura por causa disso ó quando o amor nessa frase do parágrafo 10 emulo o desenvolvimento das faculdades de engrandecimento espiritual que estão ali latentes dormindo dentro desse self dentro desse eu profundo é como se essa energia criad que é Deus com essa sua vibração ele cria o ser e ele impulsiona o ser ele faz que ele ele emula o ser para encontrar nele a sua essência Divina Então olha que lindo então o amor não é apenas então ele nasce até como um instinto sexual mas ele faz o ser passar pela emoção desenvolver o sentimento mas ele é empurrado né Ele é emulado por essa energia para que ele reconheça nele essa Essência Divina Então olha isso é grandioso né eu falei nossa gente poderia ficar aqui falando a noite inteira disso Isso é maravilhoso é lindo né É do Del tropismo né dessa força atrativa de Deus né uma força que nos nos chama ele justamente pelo amor né Adriana Só que essa caminhada como disse a a malci é conquistado por cada um né eu se e E aí a a vivência como né foi colocado né ou seja não adianta eu vou ter que me deparar com meus medos com a minha ainda insegurança com a minha voracidade emocional com as minhas marcas do passado né E ela fala da da da das paixões que são despertadas que geram toda essa Gama de estados confusos e problemáticos como o ciúme a o azedume a né e reações intempestiva em nome do amor né então Nome do Amor a te mata Em Nome do Amor a te escraviza nome do amor a gente fere nome do amor a gente aprisiona então infelizmente esse amor ainda né que que que que que o homem eh faz referência é o amor preso nas paixões de um ego que quer ainda Como diz a zona aqui né de de um ego que que que que que prevalece né que é ditador né el falou o ego é o ditador que comanda as aspirações então enquanto o ego tiver nessa intenção as intenções de do Ego que busca se autoafirmar né e o amor vai ser

que que prevalece né que é ditador né el falou o ego é o ditador que comanda as aspirações então enquanto o ego tiver nessa intenção as intenções de do Ego que busca se autoafirmar né e o amor vai ser confundido com esse poder vai ser confundido com com o controle vai ser confundido com o egoísmo e aí vai ser e né um campo de problemático ainda dos AF que ela tá chamando de amor desejo né que é uma energia criativa essa força do impulso mas que tem que ser trabalhada né enquanto possibilidades das relações encarem né um campo de de de grandeza de beleza de harmonia e de realização da Alma né mas me chamou muita atenção né porque daí ela Traz essa ideia do amor como alicerce alicerce é aquilo que dá a base né E aí ela fala ali né antes disso que vocês estão lendo do da do ditador do Ego né que somente quando é capaz de embelezar a existência proporcionando vida psíquica e emocional enriquecedora é que se faz legítimo com os recursos que o libertam do Ego eu fiquei pensando nisso né gente proporcionar a vida psíquica e emocional enriquecedora né aí voltamos de novo ao grande tema da série psicológica da Joan De Angeles que é o autoencontro Né que é o autodescobrimento e como é que a gente cuida da nossa vida psíquica da nossa vida emocional como é que a gente lida com os nossos sentimentos né como é que a gente cuida das nossas emoções né como é que a gente como é que a gente busca sentir do significado paraas vivências que a gente tem né quando é que a gente sai do atismo da forma como a gente vai vivendo sem se dar nem conta que tá acontecendo a gente às vezes vai pulando de uma relação paraa outra vai reproduzindo padrões porque não para para refletir não não não presta atenção então eu achei tão linda isso porque tem recurso para liberar essa Ditadura do Ego o recurso é esse né é a gente encontrar sentido e ela traz embelezar a existência achei tão bonito isso porque ela a Joana também fala de Deus enquanto beleza também né Harmonia né então Eh aqui ela fala algo fundamental né que

te encontrar sentido e ela traz embelezar a existência achei tão bonito isso porque ela a Joana também fala de Deus enquanto beleza também né Harmonia né então Eh aqui ela fala algo fundamental né que a gente precisa cuidar do nosso mundo interno né que a gente tem esse alicerce o amor tá em nós como tu estava dizendo né ele precisa ser ele vai à medida que a gente vai vivendo né entrando nessa vivência aí que ninguém pode ensinar a gente vai descobrindo outras facetas dele né mas precisa um envolvimento nosso pris é por ISS que a gente falava antes que que o sentimento né é o que determina o valor de alma né então justamente isso é dado pela experiência ou seja a experiência é justamente a vivência da poss gente poder ter valor nas coisas o valor das coisas a gente reconhece e o valor de nós mesmos esse valor de alma que tá chamando que a gente tá chamando de sentimento vai se construindo nisso que a gente tá também determinando como o amor então o O amor é a experiência da alma em relação e e quando a alma tá em relação pelo sentimento ela consegue tirar valor da experiência de cada coisa e reconhecer o valor no outro também então é toda uma dinâmica e realmente bonita que a benfeitora tá colocando né quer ver agora aqui na sequência quando é que ele se torna um adversário eu vou ler a mesma frase dela e vou dar duas anotações tenebrosas uma é correta e a outra é equivocada veja bem Olha quando ela diz assim a necessidade de controlá-lo educando as emoções é passo decisivo certo vamos lá olha aqui uma pessoa muito literalize de medo do sentimento que morre de medo da emoção ao ler essa parte só essa frasezinha ele vai dizer assim nossa aqui a Joana tá dizendo que eu tenho que controlar o sentimento eu tenho controlar a emoção Portanto ele vai reprime o sentimento não é aí o que que acontece aí esse sentimento se torna um adversário Porque tudo que é reprimido ele vem troncho ele vem ele vem com né ele tenta se libertar E aí é muito bonitinho quem não assistiu assista ainda vou fazer aqui propaganda

timento se torna um adversário Porque tudo que é reprimido ele vem troncho ele vem ele vem com né ele tenta se libertar E aí é muito bonitinho quem não assistiu assista ainda vou fazer aqui propaganda o filmezinho diver amente dois né que ela agora está com 13 anos a menininha e novos sentimentos começam surgir e ela por não saber nomear não saber dar nome a essas novas emoções vai lá pega todos os os sentimento zinhos antigos a felicidade alegria a tristeza o nojinho e o medo e reprime ele vai lá dentro é linda essa parte tem um grande cofre e aquilo tudo é amordaçado e jogado dentro do cofre fechado né Eh isso aqui é é a pessoa que lê isso às vezes na tentativa de educar um sentimento ele reprime o sentimento e aí é um tiro no dedão porque não é reprimindo é é muita diferença né Adriana de de Educar de controlar como tá falando né exatamente quando o ego pega para si né na medida que ele quer controlar né e e porque educar representa reconhecer e dialogar né com as emoções e controlar como falou Tu quer reprimir tu quer fugir delas né com uma forma de tentar evitar E aí realmente Começa a complicar é que o controle eu acho que daí é o que ela fala depois né vai gerar tormento Claro o controle gera tormento aquilo imagina a energia que a gente gasta né para é que às vezes a gente não sabe como lidar com isso né Por exemplo a raiva a raiva é uma coisa complicada de administrar né aí vamos reprimir reprimir aí a pessoa até consegue às vezes ela passa a vida inteira reprimindo vai gerar uma série de questões físicas nela né porque eu não boto a raiva para fora mas essa raiva eu boto para dentro de mim isso alguma coisa vai desorganizar né mas aí vai gerar esse tormento que ela fala ali né insatisfação e então aí a gente aí a estratégia não tá a melhor adequada né porque às vezes até por uma questão assim eh não sei se é moral não sei como dizer isso mas as pessoas TM receios de dizer né que sentem raiva já tambm porque a Não Sabe às vezes como expressar isso não sabe o

vezes até por uma questão assim eh não sei se é moral não sei como dizer isso mas as pessoas TM receios de dizer né que sentem raiva já tambm porque a Não Sabe às vezes como expressar isso não sabe o que fazer com isso né então vamos vamos botar no cofre lá né adorei a imagem do cofre e mas enfim tá ali né Vamos reconhecer e dizer tá bom eu não sei o que fazer com essa Mas ela tá aí Preciso no mínimo me relacionar com ela né Tá bem fica sentadinha no banquinho não vou te botar no cofre mas fica sentado ali no banquinho né é a gente já trabalhou no na Raiva nos outros capítulos anteriores da Joana não sabe quanto eh tá o que tá em jogo né na raiva e muitas vezes a raiva quer esconder também outros sentimentos né ve um sentimento Uma emoção é uma emoção sentimento secundário para evitar um sentimento primário então às vezes a raiva é uma forma de evitar o contato com a tristeza por exemplo né Então essa ideia que é a Lena colocou né que de uma certa maneira a gente tem que o reconhecer né em vez de de esconder e eh e desconstruindo isso a partir de de de uma reflexão a partir do que ela coloca aqui né Eh descondicionar o subconsciente né Eh trazendo da onde vem Qual é a representação que tá na dentro de mim para mim sentir dessa maneira eh e aí trazendo elementos novos e positivos então é todo um trabalho né de de mudar né a paisagem interna da minha alma nós temos uma paisagem interna e a gente tem que cultivar essa paisagem de maneira positiva daí ô gels eu poderia falar aqui nesse momento da psiquica do instinto ou seja eu posso nessa educação ficar esse instinto essa emoção canalizando e edificando pra cultura pra arte enfim de uma forma eh saudável eh dando um outro caminho para isso e podendo educar eu poderia est colocando nessa linha de raciocínio talvez eh eh todo o processo da vida instintiva que transita paraa vida psíquica é uma psiquica né Adriana então a psiquica começa lá bem nesse processo bem rudimentar né deste instinto que vai ser transformado em em direção em magia né

instintiva que transita paraa vida psíquica é uma psiquica né Adriana então a psiquica começa lá bem nesse processo bem rudimentar né deste instinto que vai ser transformado em em direção em magia né quando o o o o primitivo né o os povos originários estão lá fazendo o ritual de fecundação da terra né e dizendo né escavam um buraco no chão e e dançam e não pode ter relações sexuais com com com as suas parceiras porque eles tem que fecundar na terra e eles acreditam que estão ajudando até ser refec isso é uma p ficação então a ritualização A Magia é a primeira forma de PSI ficação da libida de desviar a energia instintiva paraa energia cultural né daí eles ficam lança no no no no buraco como se fosse um coito dizendo isso não é um buraco Isso é uma vagina isso é uma vagina com uma forma de fecundar a natureza achando que eles estão no Exercício deles ajudando a terra a produzir né então de uma certa maneira a pção é é um processo bem bem bem rudimentar que começa lá no início do nosso processo então quando a gente fala em sublimar né deificar é uma forma já um pouquinho mais elaborada é uma psiquica mas é um processo mais elaborado aí né de poder realmente tá de posse melhor desse processo e dessas direções como falou né Mas é interessante né Isso mostra qu quanto o livre Bito do Espírito vai eh regulando né E tem mecanismos internos que vai fazendo tu dialogar contigo mesmo dialogar com tuas forças internas primeiro elas te dominam né a gente é assustado pelas forças da natureza e das forças da natureza dentro de nós também depois de vai a pena lidar com elas e dar uma boa direção depois quer controlar dominar a gente vê que não é bem assim a gente quer dar uma boa direção né vê que elas TM ali para estão ali como fontes de vida para Justamente a gente construir essa busca de Plenitude aí que vai se fazendo ao longo da caminhada através desta evolução do amor dentro de nós né É e ela fala questões né ali eh de gerar pensamentos de autoconfiança né ISO ela trabal muito em várias eh em vários

ai se fazendo ao longo da caminhada através desta evolução do amor dentro de nós né É e ela fala questões né ali eh de gerar pensamentos de autoconfiança né ISO ela trabal muito em várias eh em vários momentos né agora aqui né uma coisa que me marcou corrigir os hábitos viciosos de utilizar as pessoas como coisas tendo-os como descartadas gente ela tá trazendo um hábito né da de de como a gente se relaciona de uma forma utilitária né às vezes inconsciente né Isso é isso tem a ver com o amor des bejo que ela falava antes né marú porque quando as relações são basead no teu prazer né de poder tu ver o outro como objeto e a pior coisa é ver outro como objeto porque outro não é um objeto do teu prazer é uma relação né E aí quando OB objetifica o outro outro um objeto para te dar prazer daí realmente tu cai nessa dinâmica aqui né de utilizar as pessoas como coisas e aí é realmente tu perdeu a relação humana o outro se tornou um objeto do teu prazer e não não é mais uma relação humana aí tem relação com o poder Então tá longe do amor né E aí é E aí o outro se torna um apenas um uma coisa como ela colocou aqui né para te te alcançar os teus objetivos né E aqui é interessante quando ela fala dessa questão da da repetição em em em alguns momentos ela trabalha isso né que quando você corrige e a princípio você faz isso igual dirigir um carro né você a princípio vai pensar Ah eu preciso da partida Aí você fica Agora eu preciso colocar primeira Então você vai fazendo assim todo de forma mecânica aí você repete repete repete até que isso se torna eh natural né a pessoa já dirige sem sem sem ficar pensando com qual que quais os caminhos que ele necessita Então quando você tem esse movimento né esse hábito vicioso igual a marluc fala e você começa a corrigir a princípio tão difícil a pessoa vai se esforça para corrigir se esforça mas ele vai pela repetição eu não me lembro se é em Plenitude eh eh diretrizes de êxito de Plenitude mas ela vai falar numa parte dessa parte neurológica que aí ele

se esforça para corrigir se esforça mas ele vai pela repetição eu não me lembro se é em Plenitude eh eh diretrizes de êxito de Plenitude mas ela vai falar numa parte dessa parte neurológica que aí ele pela repetição é como se ele jogasse para essa parte do cérebro que faz os movimentos involuntários que é o coração bater né o pulmão de respirar e aí quando você consegue pegar esse eh comportamento esse hábito vicioso repete repete repete Até que em algum momento ele vai para essa parte automática E aí você não precisa mais tanto esforço porque aí ele já ficou automático e jogou para uma parte neurológica né neurologicamente você acaba eh repetindo isso sem sem pensar tanto então é necessário é esse esforço para conseguir educar essa emoção então é bonito de como ela joga né o sentimenta e a emoção que isso causa e como eu consigo pela emoção educar o sentimento então ele é dos dois lados né é bonito olhar para isso E aí que eu acho interessante né aí vem a questão do controle que tu falava antes né Adriana porque a trabalhar os hábitos eh por um lado a a transformação é interna né eu ten que mudar minha vibração meu sentimento os valores internos mas a Joana fala que que buscando mudar os hábitos né Mesmo que seja uma mudança de comportamento e que não quer dizer ainda uma transformação interna ainda profunda essa mudança de comportamento cria recurso por ISO espírito seja a vontade seja suportar e isso vai refletindo também nos valores espirituais Em algum momento mesmo que comece pelo hábito né Vai favorecendo uma mudança de consciência com o tempo também as duas coisas trabalham juntas né mesmo que tu comece de fora para dentro esse de fora para dentro exige recursos internos então é uma dinâmica aonde os processos comportamentais interagem com os processos dinâmicos dentro da Alma né num processo de transformação do do do teu ser então é interessante Então ela ela realmente falar fala isso às vezes a mudança tem que ser aos poucos né então a gente tem que começar às vezes mudando

num processo de transformação do do do teu ser então é interessante Então ela ela realmente falar fala isso às vezes a mudança tem que ser aos poucos né então a gente tem que começar às vezes mudando hábitos para ganhar recurso E aí com o tempo fazer uma mudança a nível de consciência de transformação maior lá dentro da gente né E aí Ela traz uma coisa linda né que ela vai dizer que o amor além de seu grande bem a conquistar ele é possuidor de uma pluralidade de interesses né expande-se em relação à natureza ao próximo a si mesmo e ao poder criador abrangendo o Cosmos Então eu fico pensando né das formas que a gente tem de ir desenvolvendo né esse amor dentro de nós é todo Esse envolvimento né com tudo que coisa mais linda né qualquer relação a gente tá falando em relação nós est falando de qualquer relação né que ela fala da natureza do próximo a relação com a gente mesmo né então Eh voltamos à vivência né a estar na relação seja ela estar inteiro ali né que eu acho que isso é uma coisa tão tão bonita assim né que ela Achei lindo isso aqui que ela fala é lindo mesmo né Essa Gama plástica e múltipla né das várias Faces do Amor que se manifesta em vários níveis nas relações com toda a dinâmica da vida né na natureza com o próximo e com o próprio própria divindade né é interessante mesmo e aqui ela vai concluindo que quando esse amor alcança a Plenitude ele irradia em forma cocriadora e aqui me lembra muito Jesus falando né vós sois Deuses Então nesse momento que o ser atinge essa Plenitude que essa capacidade de amar e o amor como essa vibração de Deus então ele atingindo essa vibração de Deus ele pode cocriar então aí sim seremos Deuses por Até lá a gente é um Deus que ainda gera doença né porque a gente ainda tá vinculado com a com a patologia né Então essa energia criadora de Deus que está em todo o universo quando a gente conseguir amar em Plenitude a gente vai ser aí sim seremos co-criadores né nesse intercâmbio com essas energias divinas né que vai mantendo esse equilíbrio do

ue está em todo o universo quando a gente conseguir amar em Plenitude a gente vai ser aí sim seremos co-criadores né nesse intercâmbio com essas energias divinas né que vai mantendo esse equilíbrio do universo o sentimento de amor vai crescendo utiliza-se de tal forma que o espírito se identifica plenamente com a vida com a paz e a integração nela né então aí sim seremos Deuses né É e ela põe vida com v maiúsculo né como se fosse a própria expressão da divindade né ou seja naquele lugar né que Cristo chegou quando diz eu o pai somos um só né Então essa identificação com a vida enquanto imão esse Deus de amor né que é a própria vida a se manifestar em tudo em todos né E poder realmente compreender né O que significa isso então é é é é o destino nosso né Essa plenitude e sermos cocriadores do universo né cooperando na obra divina né bonito isso então é um sentido aqui né o amor nesse nesse na Plenitude seria um sentimento de profundo pertencimento a tudo né de se sentir integrado né E e aí acaba as dores né gente quando a gente se sente né imagino eu que Deva serento paz como ela falou aqui integração com a Vida Harmonia beleza todas virtudes Reunidas né Eu amo então Ou seja eu tenho eu perdoo eu tenho compaixão eu tenho alegria eu tenho né porque o amor a ponto de ter esse amor sacrifício dessas almas nobres né que Em Nome do Amor supero todas as diversidades ignorância dos homens para servir né para poder despertar em nós também esse sentimento é muito a gente tá aos pouquinhos né Daí é daí aquela proposta do do evangelho que fora da caridade não H salvação então a caridade como esse convite da vida da gente poder realmente sair de nós né qu dier sair de nós para poder eh realmente se relacionar né no cuid cuidado né o cuidado conosco cuidado com a natureza cuidado com o nosso próximo tá sensível ao outro né ser afetado né de maneira positiva a sentir responsáveis né uns pelos outros e companheiros dessa jornada como uma grande família que somos né família terrena que sabendo que ninguém evolui

o outro né ser afetado né de maneira positiva a sentir responsáveis né uns pelos outros e companheiros dessa jornada como uma grande família que somos né família terrena que sabendo que ninguém evolui sozinho né n essa caminhada exige Então essa troca e essa cooperação a Joana diz né que quem Experimenta o amor nunca mais é o mesmo em momentos de iluminação ah né gente então o amor tem essa capacidade de nos transformar né a gente vai se transformando e e assim que a evolução vai acontecendo Uhum é ela coloca aqui uma parte né que o que ele é um Dinamo gerador de energia criativa e reparadora né Ele é é a potência da vida né tudo é movido pelo amor tudo é sustentado pelo amor então só que a gente a gente consegue eh de maneira muito pequena compreender isso a gente não consegue imaginar o que significa isso né a gente tem uma certa parda e em momentos especiais de experiência né quando é abraçado por algo maior um mensageiro uma experiência que nos eleva ou no estado de onde é tocado profundamente a gente chega um pouquinho perto do que significa isso né mas a gente tá muito longe mas tá aí o caminho né Como diz a Joana né É É o grande bem a a a ser conquistado Então esse é o convite dela para todos nós né Muito bem Estamos chegando ao final do nosso encontro alguma coisa mais uma Lu Adriana para eu queria encerrar com ela falando do amor num textinho do amor impat meu amor posso bem claro ela diz assim quando se ama se é livre quando se ama se é saudável Quando se ama se desperta para Plenitude Quando se ama se rompem as couraças e os anéis que envolvem o corpo e o Espírito se movimenta produzindo vida e renovação interior O amor é a luz na escuridão dos Sentimentos ados eh opondo o rumo apontando o rumo o amor é Bênção que Lariza as dores Morais o amor proporciona a paz o amor é estímulo permanente deste modo através do amor Imbatível amor o ser se espiritualização lindo né maravilhoso e a gente vai chegar lá a gente uns livros ainda que a gente vai estudar né E vamos aprofundar nesse

permanente deste modo através do amor Imbatível amor o ser se espiritualização lindo né maravilhoso e a gente vai chegar lá a gente uns livros ainda que a gente vai estudar né E vamos aprofundar nesse nesse conteúdo maravilhoso da benfeitora né então fica aí para encerrar de maneira realmente brilhante essa mensagem da benfeitora né Lembrando que no próximo encontro a gente continua no mesmo Capítulo então você pode ler lá no Capítulo 11 a gente vai trabalhar o item o sofrimento então do amor a gente vai falar um pouquinho agora do sof que também faz parte da vida né então Agradeço a todos agradecemos a todos que nos acompanham um abraço fraterno que Jesus nos abençoe e até o nosso próximo encontro então

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