T9:E25 • Vida: Desafios e Soluções • Capítulo 11 (parte 2)

Mansão do Caminho 27/01/2026 (há 2 meses) 1:01:35 296 visualizações

Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 25 – Vida: Desafios e Soluções (Capítulo 11, parte 2) Encerrando a nona temporada de Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis, este episódio final aprofunda os últimos ensinamentos do capítulo “Vida: desafios e soluções”. A análise dos itens “Meditação e visualização” e “O pensamento bem-direcionado” evidencia a importância do cultivo consciente da mente como recurso legítimo de transformação interior. Joanna de Ângelis demonstra que a disciplina do pensar, aliada à prática meditativa, favorece o equilíbrio emocional, fortalece valores morais e orienta o ser humano na construção de uma vida mais lúcida, saudável e coerente com os propósitos espirituais. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Marluce Renz e Adriana Lopes #PsicologiaEspírita #JoannaDeAngelis #VidaDesafiosESoluções #Meditação #PensamentoBemDirecionado #Autotransformação #EquilíbrioEmocional #DivaldoFranco #Espiritismo #EspiritismoPLAY #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Alô, amigos. Estamos mais uma vez reunidos nesse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana deângeles, dando continuidade ao estudo capítulo 11, o último capítulo do livro Vida, desafios e Soluções. E hoje nós vamos trabalhar justamente o final do capítulo, né, que envolve o item meditação e visualização. E o item é o item que e o pensamento bem direcionado, tá? Então é uma alegria tá dando fechamento a mais uma obra maravilhosa da benfeitora e hoje conosco estão para encerrar esse livro tão rico, tão profundo. Estamos aqui com a Marlúcia e com a Adriana para podermos pensar um pouquinho, né, um pouquinho só essa última parte, porque a gente nunca esgota, né, o estudo, apenas algumas reflexões interessantes para poder aprofundar um pouquinho essas propostas que a prefeitora nos oferece. E eu queria então já convidando a Marlúcia Adriana para poder integrar, né, no nosso diálogo de hoje, eh, trazer uma questão que ela provoca a gente, né, aqui no início do item meditação e visualização. Bem no início aqui, né, ela coloca que é necessário, né, um bom desempenho existencial, né? Então, ela tá propondo isso, eh, que que corresponde a um adequado processo evolutivo e que para isso ela usa o termo é indispensável, seja algo que é fundamental, essencial, uma análise profunda do si. É interessante nessa proposta que não é uma análise profunda do ego, é uma análise profunda do ser. que ela apresenta esse conceito. Como é que a gente pode entender isso? Quando a Joana propõe uma análise profunda do Cos nossos leitores que não tão ainda familiarizado com esse termo, por não ego e por si. O que que a gente pode entender disso? >> Eu fiquei nessa primeira frase também, eh, Gelson, né? Eh, se puxa o o subitem, ela bota meditação e visualização e aí ela começa trazendo isso, né, da da do quão imprescindível é essa análise profunda do si, eh, trazendo essa nossa realidade muito mais profunda, né, que eh vai muito além da nossa realidade aqui, do nosso ego, da nossa realidade

, da da do quão imprescindível é essa análise profunda do si, eh, trazendo essa nossa realidade muito mais profunda, né, que eh vai muito além da nossa realidade aqui, do nosso ego, da nossa realidade mais limitada. E é interessante, eu fiquei me perguntando sobre isso e e depois seguindo ali na leitura, a questão da meditação. E e quando a gente fala, quando me vem a quando me veio a palavra meditação, me veio duas imagens, assim, uma, quando a gente diz assim: "Eu preciso meditar sobre determinada coisa, né? Eh, querendo se referir, eu preciso refletir sobre alguma coisa". E o outro aspecto da meditação enquanto uma prática mesmo utilizada por várias filosofias, né? que ela aqui ao longo desse item ela vai trazendo também, né? Mas nesse sentido ela tá trazendo eh um compromisso da gente de um aprofundamento da nossa realidade, porque todo livro ela vai trabalhando quais são os desafios e as soluções que a gente tem na nossa vida. E uma das grandes mensagens que ela traz, que me tocou muito ao longo do livro, é isso. A nossa vida tem uma dimensão muito maior do que esses eh conflitos e questões que a gente tem aqui. Então, acho que aqui a a Joana vai trazer essa essa ideia de que nós temos sim uma realidade espiritual e que é possível a gente se debruçar sobre ela e começar a desvendar esse universo, né? >> Olá a todos. É uma alegria terminarmos esse livro, né, Marlúci? Um um capítulo muito interessante para pensar sobre essa questão. Eu também fiquei nesse nesse ponto, veja, um livro em que ela vai trabalhar da vida. Então, ela define a vida, ela coloca os fatores, o significado do ser existencial, enfim. Aí ela vai, ela fala das energias, aí ela vai trazendo os desafios e finalmente ela vai propondo soluções. Mas quando fala do si, eu acho importante a gente traduzir para esse para esse linguajar espírita que é o espírito universal, né? Então o espírito, então eu preciso entender esse eu, mas não esse eu, Adriana, que tô aqui encarnada, esse ego, né? Mas eu preciso entrar em contato com esse eu

spírita que é o espírito universal, né? Então o espírito, então eu preciso entender esse eu, mas não esse eu, Adriana, que tô aqui encarnada, esse ego, né? Mas eu preciso entrar em contato com esse eu profundo, que é esse conhecimento todo que eu vou adquirindo em todo esse processo. Veja, ela fala muito desse desenvolvimento, desse processo bio, psico, sócio, né, do espírito desde o momento em que ele é criado. E todo esse conhecimento está nesse si, nesse eu, nesse self, né, que são termos da psicologia, para traduzir essa totalidade maior e o nosso desafio maior. Então, aí ela vai concluindo o livro, né, todo livro. O desafio maior é esse autoconhecimento, que é a pergunta 919, quando Kardec fala: "Como que eu vou resistir à atração do mal, né?" é somente pelo autoconhecimento. Então, como eu vou fazer isso? Então, eu acho que esse livro todo é uma ferramenta para ajudar aquilo que Santo Agostinho traz, uma questão pessoal, como ele fez, ele deitava a noite, repassava o dia e nós, cada um vai ter um caminho. E ela aqui, ela é brilhante, por isso ela propõe um método. Como eu entro em contato com esse si? por meio da meditação e da visualização, mas aí ela vai quebrar o que a gente entende por meditação, que ela fala assim, é baseado nesse pensamento oriental, mas não é aquele método oriental necessariamente religioso. Ele traz uma técnica, né? E aqui ela vai falando esse método, esse método propicia uma análise profunda do si, que é o facilitador do processo de evolução. Ou seja, então como que vai ser, né? vida, desafios e soluções. A maior solução que nós temos para todos os nossos desafios é o autoconhecimento. E só e a gente pode, por meio desse método que ela propõe, que depois o o Divaldo, né, usa o o termo visualização terapêutica, por isso que é terapêutica, porque ela favorece esse autoconhecimento que é o autoencontro, né? né? Então, maravilhoso. Para mim esse é o grande, né, a grande contribuição dela, nos mostrando uma forma de fazer esse autoencontro e

rque ela favorece esse autoconhecimento que é o autoencontro, né? né? Então, maravilhoso. Para mim esse é o grande, né, a grande contribuição dela, nos mostrando uma forma de fazer esse autoencontro e começar a entender um pouco mais do si maior, não do e eu Adriana ego, mas o eu maior, a minha totalidade. É interessante que estão comentando nessa passagem e realmente, né, não é só uma questão de da possibilidade de ampliar a nossa consciência e a nossa capacidade de perceber a realidade mais profunda. É uma necessidade, né? né? Ou seja, é uma uma imposição. Então, ela ela realmente vai terminar o livro trazendo assim a vida com seus desafios e soluções, mas o maior desafio é o encontro conosco mesmo. O maior desafio e ao mesmo tempo a condição para que a gente possa depois dialogar com a vida e responder aos desafios da vida, como ela coloca aqui, né? eh que a gente só a partir dessa consciência do si, ou seja, essa consciência da nossa realidade espiritual essencial, nós teremos condições de enfrentar vida e encontrar justamente, né, as soluções necessárias diante desses desafios que a vida impõe. Então é bem interessante, né, que realmente eh ela tá colocando assim como estão trazendo de um lado eh esse movimento de conexão, encontro conosco mesmo e formas de se relacionar daí, né, com si, formas de poder estabelecer um exercício para que esse si, né, essa consciência maior, não um eu pequeno do ego, quando como assim esse se o maior, a grande personalidade que sustenta e regula todo o resto da nossa vida psíquica possa eh encontrar, né, uma base e uma condição favorável para se perceber e de uma certa maneira eh eh usufluir, né, os recursos que habitam em cada um de nós. Eu me lembrei agora, tava falando, Jon, me lembrei de uma amiga, não sei se eu já comentei aqui, que ela tinha assim uma, ela gostava muito de estudar, mas ela tinha uma coisa meio obsessiva assim. Então, ela estudava muito, ela fazia muitos cursos, tudo ela tinha que entender com muita profundidade. E um

inha assim uma, ela gostava muito de estudar, mas ela tinha uma coisa meio obsessiva assim. Então, ela estudava muito, ela fazia muitos cursos, tudo ela tinha que entender com muita profundidade. E um dia ela me dizendo assim: "Marlúci, agora vou me dedicar à minha vida espiritual". Eu, ai que bom, né? ela, comecei sentir vontade. Eu disse: "E como é que tu pretendes fazer isso?" Aí ela disse: "Ah, já me matriculei em dois cursos, já estou lendo um monte de coisa". E eu pensei, digo, sim, é um viés interessante esse do estudo, né? Mas na realidade ela tava usando o mesmo método que ela usava para lidar com as coisas do ego, dessa dessa personalidade menor aí, né, que a tava trazendo. Então, quando eu comecei a a ler aqui, né, ela falando dos métodos existentes, né, e e aí ela traz a meditação, me veio essa coisa da meditação realmente onde eh eu é uma ferramenta onde realmente eu vou encontrar, eu vou parar e vou encontrar, vou me encontrar, né? A ideia é que eu possa me encontrar, né? Então, para isso eu vou ter que abrir mão justamente, né, de de uma forma de perceber as coisas que nós estamos muito habituados. Por isso que não é um exercício tão fácil assim. Fiquei pensando na nossa realidade, como é fácil para, como é difícil para nós esse encontro com o si que ela tá dizendo. A gente sabe disso, tenta trazer isso paraa vida, mas assim, nós somos muito atravessados pela nossa realidade material, pelos nossos pensamentos, pela pelas nossas coisas do dia a dia. Então, essa capacidade de meditar, de parar, por isso que ela traz como um método, né, como fazer. E isso é importante porque não é algo que naturalmente esteja incorporado na nossa vida, né? Então eu me lembrei dessa amiga porque talvez a gente tenda a achar que é uma coisa muito simples assim, né? >> É, eu acho mais interessante a palavra meios do que métodos, né? Porque de uma certa maneira o que ela tá dizendo aqui também que eu me lembrei daquela frase do Jung: "Não importa a neurose, mas quem tem a

acho mais interessante a palavra meios do que métodos, né? Porque de uma certa maneira o que ela tá dizendo aqui também que eu me lembrei daquela frase do Jung: "Não importa a neurose, mas quem tem a neurose? Então não importa a técnica de meditação, mas quem tá meditando, porque ela vai dizer justamente que que esses meios têm que ser compatível com a natureza de cada um. Então, mais do que um método em si, né, é um processo vivencial onde eu encontro um canal favorável para que se encontre, se estabeleça. Pode ser a natureza, né? Tem gente que que frente à natureza apazigou a mente e é levado a um estado realmente alterado de consciência, favorável a a a uma conexão profunda consigo mesmo, né? Outros vão vão trabalhar a partir de um processo eh de oração, né? Então o então o que ela oferece realmente de método é apenas uma coisa bem básica, né? fundamental que envolve relaxar, né? E e aí ela ela usa alguns elementos básicos como a respiração e e prestar atenção no teu movimento, né? Mas o que se quer aqui, né, no todo o movimento que ela tá colocando aqui, é um processo de poder silenciar a mente, apaziguar os ruídos internos, ou seja, esse ego atribulado, esse ego estrestado, esse ego tomado por estímulos n que não deixa que eu chegue em mim mesmo. Então, a primeira coisa, né, como a, né, tá falando, né, Mar Lu, não adianta o ego tá a frente, o ego tá tem que tá à disposição dele. Então, eu eu estudar, estudar, estudar e tá esse controle egóico que não um estudo para aprofundar, um estudo para poder controlar o processo através da própria dinâmica egoica. Então aí o que a gente vê é um tipo de morte psicológica, né? Um estado de entrega onde um caminho favorável tem que ser encontrado naquilo que tua natureza, né, pede num para que esse processo se dê da melhor maneira possível. É, é importante esse exemplo da Marlci, porque ela, ela fala, né, que não é então importante a postura, né, as palavras, né, que que a pessoa usa, um método, uma metodologia, mas esse meio

a possível. É, é importante esse exemplo da Marlci, porque ela, ela fala, né, que não é então importante a postura, né, as palavras, né, que que a pessoa usa, um método, uma metodologia, mas esse meio para resistir, para enfrentar a resistência psicológica. Então, se a gente olhar no exemplo da Marlúci, é uma pessoa que ela tem muita dificuldade em entrar em contato com esse sentimento e o estudo ele é usado de forma de defesa da pessoa mesmo, né? Então ele é ele utiliza esse estudo de forma tão metodologicamente sistematizada que acaba sendo um impecílio, né? a própria forma dela é o maior desafio que ela precisa encontrar na vida. Então, a partir do momento que ela para e ela vai encontrar nela, por isso que o importante na pergunta na na ampliação da 919A de Santo Agostinho é que ele fala assim: "Quando eu estive na terra". Então, o que que ele tá dizendo? que ele vai explicar a forma que ele venceu a resistência dele para entrar em contato com esse eu profundo. No caso dessa pessoa amiga da Marlúci, ela precisaria encontrar nela outra forma de acessar o eu que não seja o caderno, o livro que vai dificultar ainda mais o processo, né? Então, por isso que é algo pessoal, pessoal único que a pessoa por si vai poder então quebrar essa forma que a vida inteira ela usou de de se autodefender. Esse é o maior desafio, né? vencer a resistência psicológica de entrar em contato consigo mesmo. >> Eu me lembrei agora, fiz uma relação assim, não sei se tem muito a ver, mas me lembrei quando Jesus fala, né? Tá tá dando recomendações pros discípulos, né? Jesus diz: "Olha, quando vocês forem orar, vocês não façam como os fariseus, né? Ele diz uma coisa assim, vocês vão lá e orem em segredo, né?" Aí, se a gente pensar esse contato, essa busca do si, do espírito, não é algo que eu vou fazer no no envolvido pelo coletivo, por toda essa barulheira, né? Realmente a meditação aqui como uma postura da gente, né, de poder começar a escutar o que tá na nossa alma, o que tá no nosso coração. E

r no no envolvido pelo coletivo, por toda essa barulheira, né? Realmente a meditação aqui como uma postura da gente, né, de poder começar a escutar o que tá na nossa alma, o que tá no nosso coração. E por isso eu acho que ele recomenda que seja feito em silêncio, né? E por isso que em muitas práticas a respiração e o silêncio é fundamental. Claro que o silêncio é um silêncio, a gente tá falando um silêncio interior, porque, por exemplo, tava pensando, né, Jelson, que tava dizendo, tem pessoas que realmente entram em contato através da música, né, ouvindo uma música ou através da poesia, né, coisas que vão eh levando, que tem afinidade com a natureza daquela pessoa, né? E por isso que às vezes é complicado quando a gente quer replicar alguma coisa que todo mundo faz, né? Então, achar o seu próprio meio de conexão com esse si que em última análise é Deus dentro de nós, também já é um caminho de autodescobrimento, né? Como é que eu me relaciono com com o divino, né? Eu acho isso muito interessante. É, mas é interessante aí que ela coloca assim da gente não ficar dependente de um estímulo, né? Então, em relação até a própria música, ela fala assim, ó, no primeiro momento, evite usar recursos da qual tu fique condicionado a relaxar na dependência daquele elemento. Então, então ela fala até da música que é é bom evitar usar a música para não ficar condicionado, que tem cachorro, né, que põe o sininho, ele saliva porque ele sabe que vai ganhar biscoito, né? Então pode não ter o o biscoito mais, mas se tiver o sininho, ele já tá condicionado a a ao som do sininho. Então ela falou assim, eh eh a música pode ser excelente fator terapêutico, ela fala aqui, né, mas eh desde que não fique de novo preso e condicionado a esse esquema, né, da da da da do condicionamento, na verdade que ela quer descondicionar, como se falaram, o próprio ego, né? Então, por isso que o método aqui, né, eh, é, é importante naquilo que que favorece o relaxamento, né? Então, aprender a relaxar, nós aprender a relaxar, né, e aprender a

e falaram, o próprio ego, né? Então, por isso que o método aqui, né, eh, é, é importante naquilo que que favorece o relaxamento, né? Então, aprender a relaxar, nós aprender a relaxar, né, e aprender a depois eh se concentrar, relaxar e manter a mente, né, eh, silenciosa, né, nessa proposta, né, de de uma mente que possa estar aberta e e e focada nesse movimento maior e não nas coisas horizontais do mundo, né, porque é uma espesita de verticalidade, né, e não nas coisas do mundo. mundo enquanto apelo, necessidade, questões. Então, a gente sai desse mundo horizontal, do dia a dia, das questões para que para entrar nessa verticalidade do self mesmo, né? Dessa experiência profunda de encontrar eh algo divino em nós, né? e aprender a saber que a mente como força geradora da vida não é essa turbulência, como ela fala aqui, né, da da da dessa dimensão mais eh ativa e superficial do dia a dia. Porque ela fala, eu vou até vou olhar aqui que eu acho bem interessante no meu 159, no segundo parágrafo, não há regras rígidas estabelecidas. Antes propostas, olha, que facultem a educação da mente e cri um hábito da interiorização em face do conturbérneo em que se vive, ou seja, de toda essa essa agitação que se vive distante de modo de todo o processo que d ao silêncio mental, ao equilíbrio das emoções, a harmonia do pensamento. Então, o que se quer realmente é sair desse campo agitado de tensões e conflitos que geralmente a gente se acostuma a tá. E às vezes a gente até não consegue nem abrir mão disso. Tem gente que que tem que tá se ocupando com alguma coisa, né, para poder manter a mente eh ocupada, porque a mente dela é tão agitada, né, aquela aquele aquele dito, né, se eu parar, eu penso e se eu pensar eu choro. não posso me ocupar, né, com a minha mente, porque tem tantas questões mal resolvidas e tantos lixos mentais e preocupações que, né, e a pessoa tem que estar sempre se ocupando com uma fonte também de defesa, como a colocou, né? Algumas é o estudo. Então não é o instrumento, mas como a gente usa o

os mentais e preocupações que, né, e a pessoa tem que estar sempre se ocupando com uma fonte também de defesa, como a colocou, né? Algumas é o estudo. Então não é o instrumento, mas como a gente usa o instrumento, essa que é a questão. Eu acho que tem três coisas importantes da gente olhar nesse no início aqui do parágrafo, né? A primeira coisa que que é muito importante, que eu me lembro muito do Divaldo aprofundando quando ele começou, né, trazer nesse momento aqui que ela psicografa essa obra, eh, ele falava muito da respiração e dessa questão do prana, né? Então, prana seria até essa questão respiratória e e ela fala, ó, eliminando todo o gás carbônico tirado dos pulmões. Então, eh, esse moviramos errado. Traduzindo, o que eu quero colocar aqui nesse primeiro momento é que nós até o nosso pens e a nossa respiração ela é curta, ela não é uma uma respiração eh correta de inspirar, manter esse oxigênio um pouco nos pulmões, expirar totalmente, né? Então, eh, é importante a gente saber assim que nós temos uma dificuldade nesse movimento respiratório. E se nós começarmos, nos concentrarmos no próprio movimento da inspiração e dessa parada >> e depois expiração, ele já vai entrando num estado diferenciado de consciência, porque ele vai saindo dessa questão egoica e aí ela vai falando, né, que é importante. Então aí ela começa as sugestões, sugerir uma forma de relaxar o máximo. Aí ela vai dando não um método rígido, mas como ela sugere. Então essa questão, né? Se concentrar nas diferentes partes do corpo, iniciando ali pelo couro cabeludo. Então é que a consciência fica ali no couro cabeludo, depois a consciência na testa. Então essa consciência ela vai eh caminhando por várias partes do corpo. Com isso o pensamento para, né? Por isso que aí ela fecha depois com a questão do pensamento bem direcionado. Por quê? Com essa parte de levar consciência para cada questão do corpo, ela vai chegar aqui na finalidade. Qual que é a finalidade? que essa repetição, né, da respiração,

pensamento bem direcionado. Por quê? Com essa parte de levar consciência para cada questão do corpo, ela vai chegar aqui na finalidade. Qual que é a finalidade? que essa repetição, né, da respiração, da postura, selecionando o que meditar e como fazer, ela vai criando um novo condicionamento mental, né, induzindo então a esse pensamento que é tão marcante, tão contundente, a permanecer firme nas metas. Então, em vez dele ficar igual aquele macaco louco que os os orientais falam que o pensamento é um macaco louco que começa pular de galho em galho, aí ele começa a pensar que que eu vou pagar amanhã, que que eu vou fazer de janta e aí vai embora, né? Então, condicionar ele não numa meta e num raciocínio, né, para maior clareza e objetividade. Então, veja, ela vai propondo toda uma forma de vencer essa resistência e trazer a consciência pro corpo. É quase assim, ó, encarna de verdade, tem consciência desse corpo. O corpo é psique, né? Então se concentra nesse corpo e aí o pensamento vai acalmando aí o ser vai relaxando para ele conseguir ouvir, né? Porque ela diz muito: "Na prece você faz o pedido, na meditação você ouve a resposta". Então eu tenho que parar para ouvir como que eu vou ouvir se minha mente tá como um caldeirão pululando, né? Eu gosto desse verbo que ela usa pulular dos pensamentos. Pululando, não tem como eu vou ouvir nada, né? Tô falando da respiração e e ajudando a gente a respirar e fiquei pensando a respiração aí é uma âncora, né? Ela vai ancorar ali naquele momento. Tanto que quando a gente tá muito nervoso ou tá muito ansioso, a gente quando vê uma pessoa assim, a gente diz: "Calma, respira", né? Então, a respiração ela vai te trazendo para esse momento. E aí eu acho que a partir eh de um de vários exercícios mesmo, eu acho que um dos grandes benefícios disso é que vai trazendo uma certa harmonia interna, uma certa tranquilidade, que daí o mundo ali fora pode estar agitado, mas eu dentro não tô assim, porque pode ser ao contrário também. Eu posso parecer que

que vai trazendo uma certa harmonia interna, uma certa tranquilidade, que daí o mundo ali fora pode estar agitado, mas eu dentro não tô assim, porque pode ser ao contrário também. Eu posso parecer que sou uma pessoa super calma, né? E no entanto posso estar num ambiente super tranquilo e internamente eu tô completamente perturbado, né? Então eh ela inverte, ela traz isso paraa nossa realidade interna. >> É interessante que a respiração ela ela corresponde ao movimento cíclico da vida do universo, expansão e retraimento, né? Então a o universo é expansão, mas a gente sabe que o universo também contrai, né? Então a vida tem esse ritmo. Então a respiração cria esse ritmo que que o universo pulsa, né? Então na nossa respiração, a gente entra em sintonia com a pulsação do universo e vai entrando em harmonia, né? Então que tudo no universo é ritmo. E o ritmo, diz o Yung, ele oferece um eh é uma forma de assimilação das vivências fundamentais arquetípicos da vida. quando tá em fazendo movimentos, né, seja do transe, da batida do tambor, no caso das religiões africanas, ou em outro tipo de transe, né, no movimento do corpo ou do pêndulo na hipnose, né, ou na respiração, tu tá de uma certa maneira criando um ritmo e aí tu vai só relaxando e autocentrando, né, esse autocentramento aqui que que é necessário, tomando consciência, né, de ti mesmo, né? Então, acho, né? Então, eh, esse mundo da respiração, tu inspira e exhala, né? Inspira. Então, tu vai prestando atenção na respiração e faz isso de maneira lenta, tu vai te apoando de ti mesmo e criando uma conexão harmônica, né, com contigo e entrando num processo mais profunda de contato com o teu ser. E aí também relaxando, porque é isso que a Adriana falou, a base do processo é realmente aprender a relaxar, se harmonizando e e de uma de maneira lúcida, né, consciente, focada, né, com uma mente que é dona de si mesma, né? Essa é é a questão aí que que nos desafia. Aí a gente chega aqui mais ou menos pelo parágrafo 11º que ela vai falar, né? perceber asa aos

sciente, focada, né, com uma mente que é dona de si mesma, né? Essa é é a questão aí que que nos desafia. Aí a gente chega aqui mais ou menos pelo parágrafo 11º que ela vai falar, né? perceber asa aos primeiros dias do exercício uma renovação orgânica, muscular e de melhor disposição. E aí ela diz, passando então para a visualização. Então veja, então ela cria uma forma de primeiro você vai fazer essa meditação apenas com o intuito apenas de esvaziar a mente. A partir do momento que houve esse esvaziamento, agora ela vai propondo esse segundo momento, que é a própria visualização, né, que é enriquecer o pensamento e a memória despojando das fixações pessimistas, né? Então a pessoa, outro outra desafio é que é aquilo, se a gente tem um papel todo branquinho e tem uma pontinha preta, é a gente fica 100% do nosso dia pensando, mas puxa vida, olha, né? Minha folha tem aquela manchinha preta e aí ele fixa a ideia na único pontinho que tinha escuro, em vez dela falar, né? Nossa, que maravilha, minha folha 99% branquinha. Não, aquele 1% a pessoa fica fixa ali. Então ela tá dizendo que esse processo, né, nesse segundo momento onde fazer a meditação e incluir agora, né, nesse segundo passo, a visualização, que seria isso, sair do que tá fixo, dessa ideia fixa que a gente vai. E aí ela fala: "Então você vai prensar, né, numa região agradável, você vai criar os detalhes, né, na mente de uma praia tranquila, um bosque perfumado, olha, tentar sentir o cheiro do bosque, tentar colocar o maior número de detalhes possíveis nesse ambiente, um jardim colorido fixa numa flor. Que flor é essa? Que cor é essa flor? Que cheiro ela tem? ou então um lago, né, eh, espelhado, a montanha, o recanto para então poder se transferir para lá. Então, cria um quadro mental. Olha que lindo. Então, a gente esvaziou a mente, agora depois de quebrado todo aquele monte de escombro e eu limpo, agora eu vou começar a minha construção mental. Olha que lindo. E aí eu me lembro do do Divaldo fazendo esses exercícios de

a mente, agora depois de quebrado todo aquele monte de escombro e eu limpo, agora eu vou começar a minha construção mental. Olha que lindo. E aí eu me lembro do do Divaldo fazendo esses exercícios de visualização que ele até fala, né? Eh, você vai se encontrar e ele fala, né, com Jesus ou com Francisco de Assis. Então isso seria a visualização que a pessoa vai guiando, né? Mas a terapêutica, então a pessoa por si vai criando aquele quadro mental. É interessante que quando a gente fala em pensamento, a gente tá falando em formas mentais para colocar aqui as lavas mentais, as formas pensamento, mas eu queria ampliar a ideia de imaginação, eh, não só na visualização do campo visual, né? Porque tem gente que não é visual, tem, eu tive vários pacientes que não consegue mentalizar uma imagem, que não consegue eh criar uma imagem visual, mas eles sentem aquela imagem, eles vivem aquela imagem de outra maneira. Então, quando fala em imagem, imaginação, não quer dizer algo visual. Tudo é imagem, um cheiro uma imagem, né? Uma música, uma imagem. Então a gente tem que ampliar a noção de imagem, né? E aí realmente nesse nesse momento da imaginação se abre o mundo de possibilidades, assim como a forma de meditar tem inúmeras formas possíveis a o processo de imaginação, que é esse momento de encontro, né? Que a alma ela ela ela ela a primeira experiência dela enquanto corpo psíquico é a imagem, né? Então, de uma certa maneira, a imagem é uma extensão do próprio espírito, só que essa imagem não não seja visual. Tu pode, a Jana fala aqui, né, como a André tá colocando, tu pode criar processos de expansão da mente com eh imagens eh positivas, eh que tens de esperança, de renovação, de, né, de limpeza, né, e assim como tu pode também de se ocupar de conflitos, né, em algum momento, né, parar e focar num aspecto e de um problema teu ou numa raiva ou numa mágoa e fica ali em outro momento da da obra dela fala da de conversar com nossas subpersonalidades, né? Perceber quem dentro de mim tá

r e focar num aspecto e de um problema teu ou numa raiva ou numa mágoa e fica ali em outro momento da da obra dela fala da de conversar com nossas subpersonalidades, né? Perceber quem dentro de mim tá agindo, conversar de maneira amorosa comigo mesmo e e acolher e poder fazer um diálogo, ouvir essas partes da gente com uma forma de encontro. Então, a as possibilidades ou uma imaginação ativa, né, deixar deixar vinha uma fantasia de maneira espontânea para ver que coisas vão surgindo, seja em termos de sensações, de emoções ou de imagem visual. Então, eh, aí tem a gente tem um mundo riquíssimo de possibilidades que se apresenta a partir dessa base que se inicia na no relaxamento e na meditação. >> É que justamente, né, a imaginação, qualquer forma de imaginação, ela nos tira dessa coisa, dessa da da concretude aqui. Ela traz inúmeras outras paisagens, sejam elas emocionais, né? Ã, que que só pela nossa pela nossa racionalidade a gente não consegue, né? Então eu fiquei pensando, tu tava falando, né, já das pessoas assim, por exemplo, quantas vezes a gente sente um cheiro, né, e aquilo nos traz uma série de conexões e aquilo ali é um gatilho onde eu posso me dar conta, né, porque eu eu vou estabelecendo conexões emocionais. Eu me lembro que um dia eu tava caminhando no shopping, escutei uma música que vinha de uma loja e eu fui tomada de uma emoção. Nunca tinha ouvido aquela música e foi uma coisa muito intensa aquilo e me fez uma série de conexões que ficou me atravessando assim muito tempo. Foi muito bom, me deu uma sensação maravilhosa, né? Então, hã, eu acho interessante mesmo pensar que não é só essa coisa tão, porque a gente vê quando a gente passa por uma visualização terapêutica assim de alguém conduzindo, isso eu acho que facilita muito às vezes se a gente tá eh, por exemplo, mais ansioso ou quer relaxar mesmo. Então, às vezes, ter uma coisa guiada, ela nos auxilia, né, num num primeiro momento. Mas não é só isso que a gente tá falando aqui, né? a gente tá falando de quantas coisas que acontecem

laxar mesmo. Então, às vezes, ter uma coisa guiada, ela nos auxilia, né, num num primeiro momento. Mas não é só isso que a gente tá falando aqui, né? a gente tá falando de quantas coisas que acontecem no nosso dia a dia, que são estímulos mesmo e que aí nós entramos em contato com um outro mundo, né, que é esse mundo da e mais imaginativo, esse mundo que nos tira só do nosso dia a dia aquilo que a gente tem que fazer e traz para esse mundo da alma mesmo. E ela coloca como uma forma de entrar em sintonia com a energia divina. Então, é essa grande questão da visualização e meditação, é sair do terra a terra, poder adentrar, né, nesse hálito, né, mental aí, nessa questão da natureza. E a energia da natureza te reconecta com a energia divina, que automaticamente vai fazer a ponte para esse eu interno, né? Então, porque o Deus fora me conecta com a imagí, que é a imagem de Deus em mim. Então, é isso, né? Cada um vai ter uma forma. Um vai pelo cheiro, outro vai pelo, né, infinitas maneiras. Eu me lembro que uma vez eu tava fazendo um mergulho e eu tava com muito medo porque eu era a única mulher do grupo e eu tava com muito medo porque se um saísse o grupo todo ia ter que sair e os homens iam ficar muito bravos se fosse eu, né? Imagina. Aí eu me concentrei na minha na minha respiração e eu fui me acalmando até para conseguir terminar o mergulho com eles e eu fui entrando numa conexão com essa energia divina que chegou um momento que eu entrei num êxtase que eh eu via o peixe, eu via planta, eu via água e eu era uma coisa só, eu fazia parte daquilo, né? Então veja, algo que eu nem imaginei, por isso que eu comecei falando da respiração e o quanto que a gente consegue às vezes assim um mergulho de olho aberto, olhando as coisas, mas a a mente foi parando e aí nessa respiração a gente se permite entrar no movimento, né? No no no Hermestre Megistos fala que tudo no universo tem um ritmo. E quando a gente para esse movimento frenético, esse ritmo frenético nosso, a gente consegue

nte se permite entrar no movimento, né? No no no Hermestre Megistos fala que tudo no universo tem um ritmo. E quando a gente para esse movimento frenético, esse ritmo frenético nosso, a gente consegue entrar nesse ritmo do universo que é a energia divino, né? Então em grandes linhas gerais seria essa forma terapêutica, né? E é tão bonito aqui quando ela fala, né? Que num primeiro momento você para sair de uma agitação pode voltar um momento, né? Imagina uma mãe voltando o momento do nascimento de um filho, que eu acho que para uma mãe eh é um momento maravilhoso, lindo, né? Ah, ou então qualquer outro quadro que ela vivenciou com muita emoção, aí ela consegue sair daquele momento de dor que ela tá vivendo. Ou tá tudo bem, mas ela precisa voltar a um perdão, né? Então aí ela fala, criar esse momento, trazer a imagem dessa pessoa e trabalhar essa eu senti aqui como uma faxina, né? A gente voltando aqui pros refolhos da alma e fazendo uma faxina, tirando aquilo que é o desafio nosso, que a gente prende, né? A gente fica preso em coisinhas tão bobas. Então ela fala, né? Sai disso. E daí finalmente imaginar essa grande luz, né? Então essa grande luz invadindo e aí se sentir, ela fala assim: "Fica de três a 5 minutos com essa luz". E aí me veio Jesus falando, né? Brilhe a vossa luz. Olha, a gente pode usar aqui, né? Uma uma imagem para que a gente possa sentir essa luz um pouquinho, né? Já que a gente não tem, vamos buscar uma luz artificial aí, né? Vamos acender uma lamparina na alma para poder eh sentir um pouco, né? permanecer num estado de claridade interior. Isso é terapêutico. Ela diz, >> eu tenho um conhecido que ele tem muita dificuldade de visualizar. Então, se eu pedir para ele visualizar, vai dar, ele não vai conseguir. Talvez até fique um pouquinhoado. Então, ele me conta que quando ele quer fazer esse trabalho, né, de visualização, de meditação, ele medita sobre o amor do de Deus. Então ele fica pensando assim no amor de Deus, o quanto o amor de Deus é infinito, ama todos nós. E e aquele

fazer esse trabalho, né, de visualização, de meditação, ele medita sobre o amor do de Deus. Então ele fica pensando assim no amor de Deus, o quanto o amor de Deus é infinito, ama todos nós. E e aquele estado de consciência que ele vai tendo, o amor de Deus, vai dando um vai criando nele um estado de não sei exatamente eh como é que traduzir isso que ele fala, porque eu não me lembro as palavras dele, mas é um tipo de gratidão, de comunhão, um estado de comunhão. E aqui ele vai, ele vai sentindo e aquilo vai penetrando o corpo dele, vai perpassando a alma dele e ele sai renovado. Então não é uma coisa visual, é um estado interno, né? E isso também é uma forma de imaginação. Então eu quero insistir nessa ideia porque o nosso mundo ocidental ele ele é muito eh racional e visual, né? E a visualização é algo muito positiva, mas nem todo mundo tem uma natureza, um padrão aonde a visualização enquanto imagem é é fácil. Então essa imagem pode ser não só visual, mas pode ser sentida, né? Pode ser vivida de de outra maneira. E e aí que tá, cada um tem que encontrar, né, a sua forma. Joana dá aqui alguns alguns caminhos, né, interessantes, tanto o ponto de vista do diálogo e com e do recurso de potencializar eh forças positivas e e do diá necessário para desmanchar núcleos emocionais negativos que precisam também ser emergido do inconsciente para poder ser drenado, elaborado e transformado. Então, ela vai dando possibilidade a gente poder encontrar esses caminhos, todos eles importantes, necessários, paraa gente poder realmente ir eh rompendo essa dimensão mais limitada do nosso ser e encontrando uma um grau de consciência, né, permanente desse self, né, essa consciência que eu sou espírito e da minha capacidade de me conectar e com com as fontes vivas da vida, né, e ao mesmo tempo dialogar com a minhas partes de maneira a aproveitar e e me educar em favor dessa busca de plenitude. Eh, vamos pro pensamento bem direcionado, gente, que senão a gente vai >> e daí ela começa a falar sobre a a a que

inhas partes de maneira a aproveitar e e me educar em favor dessa busca de plenitude. Eh, vamos pro pensamento bem direcionado, gente, que senão a gente vai >> e daí ela começa a falar sobre a a a que o pensamento é uma força viva e atuante. Sabemos disso, né, que tudo vem da mente. A mente é a força criadora de toda e qualquer realidade que se apresenta aí na até na vida material, né? Então ela começa a aprofundar esse ponto pra gente poder realmente reconhecer a importância de educar e saber direcionar o nosso pensamento. Interessante ela terminar o livro com isso, né? Ela resgata o que ela trabalha sempre, ó, né? conforme o direcionamento do pensamento, né, manifesta-se no mundo das formas a sua realização. E aí depois ela vai dizer, né, que se a gente alterasse a forma de encarar a vida e de pensar e tudo se modificaria, tornando-se-lhe a existência mais apetecível e positiva. >> Uhum. >> Então, ela traz, né, terminando nossa vida desafios e soluções, é o seguinte, né, como é que a gente encara, o que que a gente pensa da vida. né? Como é que a gente e o que o nosso nosso pensar vai se manifestar aqui nesse mundo na forma como eh eu realmente encaro os desafios da vida, né? Então ela ela ela termina chamando de novo, né? Olha, tu vai ter que rever como tu pensa, o que que que vai direcionando a tua vida, né? E às vezes tu nem te dá conta, né? >> E é interessante essa parte porque ela fala, né? A sua educação, ou seja, a educação do pensamento, é relevante porque se torna um fator essencial para o enfrentamento dos desafios. Então, ela tá concluindo a obra, né, e o encontro das soluções necessárias à vida. Então, como que a gente vai enfrentar os desafios e as soluções da vida pela educação do pensamento? Pensamento é matéria. Pensamento ele vai plasmando, né? E aqui é bem bonito porque ela fala assim: "Claro, não é tão simplista assim, ela usa em outras palavras. Claro, eu que traduzi assim, né? Não é que eu pensei, aconteceu não, mas eu vou criando algo, uma construção que vai

rque ela fala assim: "Claro, não é tão simplista assim, ela usa em outras palavras. Claro, eu que traduzi assim, né? Não é que eu pensei, aconteceu não, mas eu vou criando algo, uma construção que vai favorecendo isso, né? Por isso que a gente precisa educar o pensamento, porque a gente tem eh complexos, né, que dirigem e fixam o nosso pensamento em cenas horríveis. Eu tenho um que eu tenha, coloquei um nome nele, né? Um complexo que vem, por exemplo, tem alguém viajando, aí eu acordo de manhãzinha bem cedo. Nossa, se acontecer um acidente, né? E eu chamo ele por aquele nome: "Ah, fulaninho, você já chegou aqui, calma, deixa eu acordar primeiro, depois a gente vai, né?" Por quê? Porque é isso. Então, o pensamento ele fica impregnado com essas emoções, com esses sentimentos, com esses medos, né? e vão fazendo a gente fixar na alma, na psique, tudo isso. Então, uma das formas de enfrentar o desafio, para mim, isso foi um fechamento brilhante, né? É educar esse pensamento, esse macaco louco que fica pulando de galho em galho, que conseguiu isso, já fica pensando naquilo, que nunca para, né? Então, se eu conseguir apaziguar a mente, segurar e trabalhar esse pensamento, muita coisa vai ser pelo menos respirar e ficar mais tranquilo. >> É, eu acho importante isso, tá dizendo, Adriana, porque quando ela começa a falar sobre o pensamento bem direcionado, ela não tá só enquanto a manifestação formal, né? Porque tem o pensamento enquanto forma, forma pensamento, né? enquanto partícula, enquanto matéria. E tem o pensamento onda, que é a vibração. Então, quando a gente fala em pensamento aqui, a gente tá falando em ideias, pô, tem emoções, tem o nosso mundo interno. E é isso que a a Maruc leu, né? Forma de encarar a vida e de pensar. Ou seja, o quando a gente fala em pensamento, a gente tá falando de uma dessa postura do espírito. Como é que eu vejo a vida, como é que eu assimilo a realidade e como que eu reajo a essa realidade. Então, a gente tá nesse campo do pensamento, é o campo da ideia, né,

uma dessa postura do espírito. Como é que eu vejo a vida, como é que eu assimilo a realidade e como que eu reajo a essa realidade. Então, a gente tá nesse campo do pensamento, é o campo da ideia, né, da estrutura psicológica, onde entra o desejo central, né? que a Janda vai falar que modificando a estrutura psicológica pelo sanear do conflito que se apega, deve direcionar a força mental para a sua realização. Ou seja, para mim poder direcionar algo e ser dono de mim mesmo, eu tenho que primeiro sanear o conflito e entender o que que tá por trás da minha dinâmica interna, da minha estrutura psicológica. Aí entra a questão, né, o que que sustenta a minha vida mental. Eu sou um cara pessimista e tudo que eu vivo e penso tem um tom pessimista, né? Então, na verdade, não é só o que eu penso formalmente, mas é é essa essa fantasia que sustenta a minha forma de encarar a vida me de me perceber. Então, ela tá tá tá nos convidando realmente, né, eh, a entrar no campo do nossos desejos, né, dos nossos, das forças que movem a nossa alma e que sustentam, né, daí a o nosso pensamento. Então, é um trabalho realmente de eh exploração eh da nossa como ela fala, da nossa construção mental, né? O que que é responsável eh antes daquilo que que a Marus falou, né? Eh, o eh do dos elementos responsáveis pela construção mental. Então tem elementos que estão ali no fundo do palco, né? Ou seja, para que a gente possa contracenar na vida, tem um palco, né? A gente não pensa no palco, a gente pensa nos atores, mas tem um palco. Então, que palco é esse que sustenta a o meu movimento? E esse palco para mim é justamente essa tonalidade, esse isso que a gente chama de desejo central, que vai dar o colorido da lente da qual a gente olha e interpreta a realidade. >> Aí a gente pode entender então quando ela, nesse parágrafo seguinte ali que ela diz, é de mau vezo, né? Quer dizer, é mau costume o hábito cultivar-se pensamento destrutivo, pejorativo, perturbador, porquanto a sua emissão vai criar

uando ela, nesse parágrafo seguinte ali que ela diz, é de mau vezo, né? Quer dizer, é mau costume o hábito cultivar-se pensamento destrutivo, pejorativo, perturbador, porquanto a sua emissão vai criar fatores que lhe facultam a condensação na área das emoções, das realidades físicas. Então, dá para entender aqui que não é só não pode pensar coisa ruim, como a gente já falou outras vezes aqui, né? Não pode pensar, não pode ser pessimista. E não, ela tá falando de uma coisa mais profunda, né, J, que é isso que tu tava trazendo. É, que palco é esse? Adorei essa analogia, né, que a que toda a minha peça tá sendo encenada, né? Então, ela tá buscando a base disso, porque às vezes eu não quero ter pensamentos ruins, negativos, e eu tento evitá-los, né? E com isso eu eu vou me escondendo cada vez mais o que tá dentro de mim, né? Então, parece que eu tô fazendo alguma coisa, né? Mas eu tô, tipo assim, eu tô limpando a minha casinha sem tirar o tapete do lugar, só tô limpando em volta, né? Então, eu acho importante aqui isso, que ela tá falando de como a gente vê realmente a vida, ela tá falando de filosofia de vida, de como é que tu percebe a existência mesmo, né? Ela fala assim, eh, de trabalhar, né, de se ocupar com a e alterar a maneira de elaborar as ideias. Qual é a maneira que tu elabora as ideias? Então, é um processo, né, que tá que se dá nessa dinâmica mental. Ela tem aqui um parágrafo que ela fala: "É necessário que se adapte às alturas de forma que o crescimento se dê natural e caracterizado pelas bênçãos da alegria, da saúde, da aventura." Então, veja, ela tá falando algo de uma construção mesmo. Então, eu preciso me adaptar com a altura. E aí, nessa parte eu lembrei muito do Jung quando ele tinha um paciente que num, né, ele começou a desenvolver um sintoma de tonturas, tonturas. ele começou a ter muitas tonturas e aí então ele, né, no processo analítico, ele vai e ele consegue entender que ele tava passando por um processo de inerioridade muito grande, onde ele subiu financeiramente muito

ter muitas tonturas e aí então ele, né, no processo analítico, ele vai e ele consegue entender que ele tava passando por um processo de inerioridade muito grande, onde ele subiu financeiramente muito rápido e ele tava lá em cima do topo, né, e foi de forma muito rápida. Então isso ele não se adaptou a esse crescimento, não foi algo foi algo muito vertiginoso e ele não deu conta nessa estrutura psíquica, né? Então, em outras questões aqui, ela tá falando que essa força mental, né, dessa maneira de pensar, ela é é uma construção. Então, eu posso construir isso. É isso que eu gosto do da visão da Joana, porque ela é toda prospectiva, ela é toda assim, você sai dessa postura eh de fatalidade e se torna ativo nesse processo de uma construção. É necessário se adaptar. Então, ela convida o ego a permitir que o self mostre um caminho e e ele vai se expressando, né? E essa questão natural e aí a alegria aqui também como eh sendo uma construção, né? construção da saúde, da aventura. Então, o ser pode, né, trabalhar eh, sendo, né, emulando o avanço sem repouso. Então, ele se torna, e me lembra muito Kardec, o verdadeiro espírita, né? Então, o verdadeiro espírita, ele é reconhecido pelo esforço que ele faz. Então, veja, é uma postura ativa frente ao seu processo. >> E e ela fala também de uma questão importante aqui no final. do capítulo do livro, que é a questão da harmonia, né, que que predomina no universo. É, é uma pro também de tudo, aprender a sintonizar, né, de perceber a presença divina, de perceber isso que sustenta a vida, né, que que é o amor, que é a a perfeita justiça divina, ou seja, valores, tomar consciência desses valores e realmente sintonizar com esses valores. que de uma tu tá sintonizar com esses valores, tu vai criar um campo também mental de harmonização e sintonia com a própria mente divina, com a harmonia do universo, ativando as forças eh e os potenciais positivos que habitam dentro de ti e que estão ali à espera para desabrochar. Então esse vira que José coloca, né, esse vira que

vina, com a harmonia do universo, ativando as forças eh e os potenciais positivos que habitam dentro de ti e que estão ali à espera para desabrochar. Então esse vira que José coloca, né, esse vira que essa potência, né, que que tá ali e que está no aguardo das condições favoráveis para que ela possa ser realizada. Então eu acho que essa ideia de sintonizar que que para mim é de uma certa maneira uma atitude amorosa conosco mesmo também, eu mereço. Eu sou filho de Deus, eu posso ser feliz. Não preciso ficar nessa nesse lugar desmilinguido, fechado, negativo com a vida, né? Eu posso respirar esse ar e e e sentir o calor da que que sustento a vida. E e aí então é uma é uma forma de se oportunizar, né? Se oportunizar para querer o melhor, desejar eh eh desejar que tu possa ser feliz. E Joana vai colocar em vários momentos da obra dela, né? que a gente possa realmente querer o melhor, que a gente tem o direito e o dever de querer o melhor para nós. Eu achei lindo. Daí no último parágrafo daí pensando nessa harmonia que tu estás trazendo, né, Gelson de sintonizar com o Deus que tá em nós, ela diz viajar no rumo do inconsciente para liberá-lo das heranças primárias e enriquecer o si. com a luz do discernimento elevado, que lá em cima ela fala, né, do pensamento divino para alcançar os patamares mais elevados. Então, ela usa essa imagem do que tá do elevado, né, algo que tá acima. E eu me veio a imagem dessas pessoas que conseguem viajar no espaço, né, e vem a terra lá de cima. Então, a visão é, os astronautas descrevem isso, né, que é uma paz, que é um silêncio impressionante, né? Então essa imagem de enriquecer o si com essa luz do discernimento elevado. Então, se eu entro, se eu consigo entrar em sintonia com esse, com essa harmonia que predomina no universo, que é o próprio Deus, né, esse meu meu espírito, esse meu self vai se enriquecer, né, porque além dele já ser uma realidade maior, né, eu acho que amplia mais ainda, né? Aí é do que Joana depois vai trabalhar nesse sentimento de gratidão, desse

ito, esse meu self vai se enriquecer, né, porque além dele já ser uma realidade maior, né, eu acho que amplia mais ainda, né? Aí é do que Joana depois vai trabalhar nesse sentimento de gratidão, desse sentir pertencente ao universo, né, a criação, fazer parte disso, >> né? Muito bonito tudo isso, né? E e ela encerra essa proposta de se tornar um com Deus, né? Uno com Deus. É, ou seja, a plenificação de nós mesmos. É bem é bem bonito essa imagem final, né? essa conquista do infinito, ela diz, né, uma expansão de possibilidades que são infinitas. É um uma psicologia que ela oferece muito positiva, muito favorável. A gente parece que em alguns momentos Jana tá tá tá exigido da gente, mas não não é não é que ela exige da gente, ela acredita em nós, né? e deseja o melhor para nós. Isso que é muito presente aqui nesse capítulo. Mais alguma questão queiram colocar para finalizar o nosso encontro de hoje? >> Só essa parte, né? Ó, terminada uma etapa, outra surgirá mais desafiadora, né? Então, ou seja, calma, não vá com tanta pressa. A hora que terminar uma, vem outra. Parece aqueles joguinhos do computador, né? Termina uma fase, vem outra. É mais difícil. Então assim, vai devagar no seu tempo, mas vai de forma ativa, entra em contato com a tua dor, entra em contato com as tuas questões, né? Seja ativo nesse processo, eduque esse pensamento e vai assim gradativamente sendo planificado, né? Permita que essa luz eh nos planifique dia a dia. >> Maravilha, né? E com isso a gente encerra então o capítulo e também, né, esse volume, né, vidas soluções que é o volume oito. E já convidando a todos a termos esse projeto de empreender o estudo do volume 9, Amor imbatível Amor, uma outra obra maravilhosa da prefeitora que vai se ocupar justamente dessa questão central que é a o amor com todas suas implicações, né? Ela é fala da excelência do amor e aí ela vai focar em todas as manifestações, desde do campo afetivo, sexual até a questão do prazer e o que que o amor nos provoca ou aquilo

das suas implicações, né? Ela é fala da excelência do amor e aí ela vai focar em todas as manifestações, desde do campo afetivo, sexual até a questão do prazer e o que que o amor nos provoca ou aquilo que a gente fantasia que é o amor. Então é uma obra bem interessante. Então vamos continuar juntos aí e agradecendo a benfeitora, ao Divaldo, né, por ser instrumento dela e a Jesus pela oportunidade que estamos recebendo. Um grande abraço a todos. Obrigado, Marlúcia, Adriana, e até o próximo encontro. Ah.

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