T9:E17 • Vida: Desafios e Soluções • Autodespertamento inadiável (parte 1)

Mansão do Caminho 20/01/2026 (há 2 meses) 59:52 236 visualizações

Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 17 – Autodespertamento inadiável (capítulo 8, parte 1) Iniciando o estudo do capítulo “Autodespertamento inadiável”, este episódio reflete sobre o tema “O despertar do Si”, proposto por Joanna de Ângelis. A análise aprofunda o convite ao autoconhecimento e à integração das potências espirituais adormecidas, destacando que o verdadeiro despertar interior é processo contínuo de iluminação da consciência, em sintonia com os ensinamentos do Cristo e da Psicologia Transpessoal. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Adriana Lopes e Marluce Renz #JoannaDeAngelis #PsicologiaEspírita #VidaDesafioseSoluções #Autodespertamento #DespertarDoSi #Autoconhecimento #Espiritismo #DivaldoFranco #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Alô, amigos. Bem-vindos a mais esse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana deângeles. Aqui estamos dando continuidade ao nosso livro, né, o Vida, desafio e soluções. Hoje entrando no capítulo oito, autodespertamento inadiável. E vamos trabalhar o primeiro item do capítulo, que é o despertar do si. conosco, Adriana e a Marl para colaborarem com esse estudo que, para o meu ver toca num ponto essencial que é justamente a noção de selfie ou de si e a esse movimento, né, da emergência do self em nossa vida, né? Então é um capítulo bastante importante, né? e desse movimento, né, que a prefeitura vai trazer, que começa, na verdade, no princípio espiritual, né, que tá fazendo sua jornada evolutiva até tomar consciência e essa consciência se transformar numa condição plena de existência. Então vamos trocar um pouquinho de ideias, né, como se diz aqui no Sul, né, Gurias? Vamos ver como é que isso eh mobiliza vocês, né, esse movimento de que Joana tá trazendo do Despertar do Sim. Olá, é muita alegria estarmos juntos para poder discutir um tema tão importante, um capítulo tão profundo e de tamanha importância que ela vai retomar o que ela começa no capítulo seis, né? Então ela complementa o que ela escreveu no capítulo seis, que é o estar desperto. E agora ela vai tá enfatizando essa importância, né, desse não tem mais jeito, agora é hora, né, inadiável esse movimento do despertamento, né? E aí ela vai aprofundar e vai trazer três propostas desse despertamento, apresentando então Jesus, né, o evangelho de Jesus, eh, para essa metáfora do estar adormecidos. Aí ela vai tá dizendo do sonho sono fisiológico e vai trazer ali o caso do Pedro, do Lázaro, né, que que que tinha uma questão fisiológica da catalipsia, mas ele já estava desperto. Por isso que ele houve o chamado. Aí ele vai falar do sono moral e do sono intelectual, enfatizando esse tema tão importante do estado do sono como um estado existencial. Então, realmente, a proposta toda do trabalho de Joana é nos

o. Aí ele vai falar do sono moral e do sono intelectual, enfatizando esse tema tão importante do estado do sono como um estado existencial. Então, realmente, a proposta toda do trabalho de Joana é nos mostrar a importância desse movimento de entrar em contato e trazer, né, de deixar que que o si possa eh ser consciente, né, tomar consciência dessa estrutura tão importante que para nós espíritas é o espírito milenar, podendo assumir esse posto como o o centro, né, da psique. >> É interessante. Eu eu fiquei pensando eh nessa questão dela usar essa terminologia o si, né? Quem não tá muito familiarizado com isso, essa ideia que ela faz esse contraponto, né, do despertar desse si com estados de sono, né? Então, é riquíssimo esse esse capítulo, ela vai nos ajudando. Então, essa ideia desse si, enquanto a nossa instância espiritual, né, o nosso o como o Jung chamava, o si mesmo, né, ou self. E ela vai fazendo uma linha de raciocínio aqui, eh, e ela já nos introduz essa ideia de que tudo está dentro de nós esperando para ser despertado, né? E como é que, e como é que é esse autodespertamento? Inclusive, ela chega a dizer ali que nós estamos fadados a perfeita sintonia com a consciência cósmica que nele dorme. Então já está dentro de nós. É muito linda e profunda essa ideia de que todas as potencialidades estão em nós, mas elas precisam ser despertadas, né? E aí é o nosso, como é que isso acontece na nossa vida? ela vai nos colocando uma série de provocações eh eh entre esse estar desperto. Eh, como é que é isso? Eu tô dormindo, né? E e como é que e e ela tá dizendo que esse processo de despertar é algo fundamental, né? Não dá mais pra gente perder tempo, né, Adri? Como tava dizendo, não dá para adiar, né? Sob pena da gente ficar perdendo, né? Oportunidades realmente e sofrendo muito mais do que a gente precisa, né? Porque no ano que a gente desperta a nossa vida para uma realidade maior, a nossa vida começa a tomar uma outra perspectiva, né? E eu acho importante essa metáfora do

mais do que a gente precisa, né? Porque no ano que a gente desperta a nossa vida para uma realidade maior, a nossa vida começa a tomar uma outra perspectiva, né? E eu acho importante essa metáfora do sono, porque na medida a gente vai lendo aqui o capítulo, a gente vai ver que ela tem várias implicações, né? Que que é esse sono de um lado? O que é esse despertar de outro lado, né? porque de uma certa maneira e ela ela fala de bengalas, ela fala de uma tomada de consciência, ela fala de uma dimensão ética, né? Então, eh eh é é essa questão que que ela diz que que ela fala da jornada do Herode. Mas maneira quando ela comenta de que chega o momento, né, que eh que a gente tem que ser o mestre de nós mesmos, né, que tem os espíritos que são guias e mestres que ensin caminho, mas que em algum momento nós temos que assumir esse caminho por nós mesmos. Então, tem uma série de elementos que eh realmente traduzem a complexidade desse processo do despertar do ser, né? Então, eu acho interessante a gente poder tentar entender um pouquinho eh que que é esse si, que que esse despertar do si a gente já tem um ego, né? Qual é essa ideia de ah, tem um ego, né? E qual é a diferença? Como é que se dá, né? Quem desperta é o si ou é o ego? Como é que fica o ego? Se o se o si fica despertado, qual é a diferença, né? Qual é o papel do ego nessa história toda? Então, a gente podia tentar esmiuçar um pouquinho mais diante da complexidade da da questão, né? Até porque a gente vê, né, que quando eles se perguntam, né, onde está escrito as leis de Deus, a resposta dos espíritos é na consciência. E aí a gente pergunta, mas qual consciência? A consciência desse ego ou esse self, esse si tem um também apresenta um estado de consciência. Então, é importante essa distinção que o que o Gelson propõe para que a gente realmente possa aprofundar que quando essa resposta é dada, eles estão falando da consciência do self, né? Essa consciência espiritual que o ser tem e ele traz vida após vida. E a cada encarnação do espírito, esse si,

profundar que quando essa resposta é dada, eles estão falando da consciência do self, né? Essa consciência espiritual que o ser tem e ele traz vida após vida. E a cada encarnação do espírito, esse si, esse ser, esse espírito reencarna. tem a lei do esquecimento do passado. E em cima dessa lei do esquecimento do passado, ele vai construir um ego, né, que seria um centro para essa vida. E esse eu, né, esse ego que nasce ali nessa vida vai ser a Adriana, que tem que sexo feminino, né? Então, vai adquirindo as características dessa existência. E o si seria esse espírito milenar. que aos poucos o ego, eu, Adriana, preciso, tomando consciência que algo em mim é muito maior que eu. E aí este servente da psique, que é o ego, esse funcionário, porque ele tá a serviço para essa encarnação de dar a identidade do ser, ele precisa entender que o espírito milenar é que é que dá que tem o é o dono da casa, né? E aqui ela começa falando dessa fase inicial, que é a fase do sono, mas não nesse momento de nós agora. E aí ela começa falando do texto exatamente isso. Dorme no vegetal. Olha a metáfora do adormecer, né? Dorme no mineral, sonha no vegetal, sente no animal, pensa no homem. Mas quando a gente lê assim parece tão rapidinho, né? Mas gente, se a gente pensar que esse princípio inteligente estagiou no mineral durante muitos, muitos anos, aí ele estava adormecido, ele não tinha consciência. Aí ele começa a sonhar no vegetal, ou seja, o vegetal, né, o princípio inteligente começa a ter uma percepção sensorial do que tá acontecendo à volta. Aí o animal começa a desenvolver o instinto, a sensação e aí o pensamento vem no homem e aí no homem precisa da tomada de consciência desse espírito milenar, que é um processo arquetípico, né? E a gente lembra Kardec, eh os espíritos são criados simples e ignorantes. Então é isso, simples e ignorantes é em estado de sono. Ele não tem consciência de si, ele não sabe quem é. Então aí a gente vai vendo, né, a Kardec e Joana dialogando, eh nos explicando desse, eh, lindo processo que

mples e ignorantes é em estado de sono. Ele não tem consciência de si, ele não sabe quem é. Então aí a gente vai vendo, né, a Kardec e Joana dialogando, eh nos explicando desse, eh, lindo processo que Leon Deni vai nos explicando de forma poética, mas que é tão importante para nós termos a ideia desse selfie, quem é o si e porque ele tem que ser conscientizado. Marlo, o que que você acha disso? Não. E aí, né, seguindo o teu pens, primeiro eu acho genial essa ideia de que cada encarnação a gente tem uma identidade aqui para poder se relacionar, né, com essa instância maior ou poder, eh, despertar para essa instância maior. Mas a Joana tá colocando aqui que todo esse processo que nós passamos, que tu estava nomeando ali do vegetal, né, do mineral, do animal, fica registrado no nosso inconsciente e aí ela vai fica no nosso inconsciente profundo, ela diz, né, e prossegue enviando mensagens pessimistas e perturbadoras. Então, esse despertar é um movimento de de forças incríveis que a gente tem que mobilizar, né? primeiro, esse desejo nosso de querer eh ter uma compreensão maior, né? Mas ao mesmo tempo nós somos pressionados internamente por todas essas essas experiências, essas vivências que ficam ali perturbando, né? Então essa essa identidade menor, esse ego que a gente tem, tem toda essa luta, né, para dar conta disso, para poder eh entrar em contato com uma realidade maior. Então não é um desafio eh pouco, né? não é pouca coisa esse processo de despertar. E eu fiquei pensando, gente, nessa que me mobilizou também, eu fiquei pensando na nossa própria biologia, né, que diz que a gente fica 1/3 da nossa vida dormindo, né? Então, o nosso corpo biológico ainda precisa de sono, né? Então, eu fiquei tentando fazer essa correlação com a nossa consciência de sono ainda também e o quanto a gente ainda tá num processo de desenvolvimento mesmo, né? Apesar que, né, Marlúci, tem gente que tá acordada e continua dormindo, né? Ah, pois é, tem isso. >> Essa que é a questão, acho que o mais

o a gente ainda tá num processo de desenvolvimento mesmo, né? Apesar que, né, Marlúci, tem gente que tá acordada e continua dormindo, né? Ah, pois é, tem isso. >> Essa que é a questão, acho que o mais importante, né, quando coloca desse sono, é esse é essa anestesia da alma, né, esse processo de da pessoa realmente se diluir e se perder do seu objetivo, do eixo essencial que move vida, né? Eh, então a gente tem realmente esse ego, né, eh, que é o centro da consciência, mas não é a consciência. Eh, tudo é o self, tudo é o espírito, tudo é a totalidade do ser. E o e o ego é uma faceta, né, um aspecto do self que tem um papel, que é poder criar realmente esse diálogo com o mundo interno, com o mundo externo e ser, digamos, esse campo menor de consciência de da qual tá configurado, né, um padrão adequado à nossa encarnação atual, né, ou seja, essa identidade transitória, mas que é necessária. para eh as questões, eh tendências, desafios que a gente tem que enfrentar. E aí a Jonathan aqui no meu é na página 113, né? Quando ela começa a falar no no no início da página, ela fala assim: "O estado de sono é paralisia da alma". Então isso acho uma frase importante. Então, quando ela fala de estado de alma, ela fala de uma interdição, de uma alma que perdeu o rumo, de uma alma que tá eh fora, né, de desse campo de consciência, não da consciência do ego que come, dorme, essa consciência menor, mas essa consciência ética, profunda, de reconhecimento que de quem a gente é e de uma finalidade da nossa existência. Então essa paralisia da alma, ela ela ela ela coloca em em duas condições. Na continuidade aqui do parágrafo, tá? disse o estado de sono é para da alma peso na consciência individual e prejuízo na coletiva que compraz, no entanto, a todos quantos foge consciente, inconscientemente dos compromissos mais graves para com o si, assim como em referência à sociedade que exploram e perturbam com a sua dependência. Então, olha só que interessante que ela tá ela tá falando dessas duas dimensão

promissos mais graves para com o si, assim como em referência à sociedade que exploram e perturbam com a sua dependência. Então, olha só que interessante que ela tá ela tá falando dessas duas dimensão de uma atitude, né, de ego que pesa a consciência individual e transpreíza a consetiva, né, numa e a atitude de fuga e que de uma certa maneira então, né, rompe, perde a conexão com os compromissos com si, com o céu. Então, a gente tá falando realmente de duas instâncias na dois centros da personalidade. O centro da consciência que é o ego, e o centro total de toda a nossa realidade que é o self. Então, e o Jung propõe realmente essas duas instâncias como dois irmãos, um mortal e e outro imortal, que é o par de dióscuros da da mitologia grega, né, que um irmão era mortal, outro imortal. fala, nós somos como um par de óscoros, né? Duas natureza, o duas partes nossas, uma mortal que é o ego, porque depois que desencarna esse ego é relativizado. E uma imortal que é a nossa identidade mais profunda e real, que é o self, que é o si, que é a essência, que é a nossa natureza espiritual. E ele vai dizer, então, que na vida nossa há um diálogo, há uma tensão de forças, há um movimento, né, que de uma certa maneira se procede ao longo da existência no objetivo de realizar o nosso destino, seja o nosso percurso evolutivo e o nosso projeto reencarnatório, né? E aí que começa a grande eh desafio e os perigos, né, do ego entrar nesse estado de paralisia e perder, né, o movimento do compromisso com aquilo que é maior do seu projeto reencarnatório. Então, quando essas duas instâncias deixam de dialogar, né, ou o ego não tá suficientemente afinado para captar esse si, esse centro da consciência e como Gelson falou, essa própria totalidade, o próprio espírito, quando esse quando esse ego não tem essa condição, eh eh caracteriza o estado de sono, porque aí esse ego está ali abandonado. a ele mesmo, né? E aqui ela diz que a a Marlúci disse: "O ser é fadado a essa perfeita sintonia que é a consciência

ondição, eh eh caracteriza o estado de sono, porque aí esse ego está ali abandonado. a ele mesmo, né? E aqui ela diz que a a Marlúci disse: "O ser é fadado a essa perfeita sintonia que é a consciência cósmica e Deus e que está ali dormindo até que algo venha. E com esse desenvolvimento, gosto da palavra desenvolver, ou seja, sair do envolvimento de si mesmo, né? Esse ego é tão ens mesesmado, tão egoísta, tão preso nele, que ele fica ali preso até que algo vem, né, eh, convidando a esse, eh, a esse despertamento que é o próprio self, né, o Deus na consciência. Então, esse Deus em nós num determinado momento vem e nos desperta, né? Então, se nós olharmos próprio Jesus quando ele faz esse movimento de de despertar Lázaro, né? Então ele vai até ele. Então ela tá dizendo que despertar então é indispensável. E aqui ela vai falando exatamente disso, porque vai tá abandonando então essas faixas eh primitivas por onde ele transitou, no sentido do que é um estado de consciência. E ele vai se desapegando destas amarras que vão prendendo e que vão prendendo aos eh a a uma escravidão das paixões. Porque como o ser é muito primitivo, esse ego se identifica muito com o próprio desejo, né, com a a as próprias questões primitivas do ter em detrimento do ser. Então ele tá tão adormecido que ele vai ficando inconsciente dessas eh questões mais profundas, né? Então vem aí esse movimento do própria psique convidando então a esse despertar que aí pode ser tanto por uma questão interna desse convite interno, quanto a própria vida, colocando esse ser, né, diante da doença, do sofrimento, para que ele possa então tomando consciência que existe algo maior que que que direciona o processo. Eu me lembrei do Opensk, né, que foi um psicólogo do início do século passado. Ele tem um livrinho que ele fala sobre os níveis de consciência, assim, super didático, né? E ele disse, ele diz uma frase, ele diz que o maior obstáculo pro desenvolvimento dessa consciência no homem é a convicção de que ele já possui, que é isso que tu

nsciência, assim, super didático, né? E ele disse, ele diz uma frase, ele diz que o maior obstáculo pro desenvolvimento dessa consciência no homem é a convicção de que ele já possui, que é isso que tu tava falando, né? ego na sua limitação, às vezes ele não tem noção dessa realidade maior. E aí que a Joana vai falar que esse despertar para essa realidade nova muitas vezes é vivenciada como um parto, que ela diz, um parto interior, profundo, libertador, dorido e feliz, né? Então, todo um processo da vida buscando a gente reconhecer essa outra realidade, né? Porque isso que tu estavas trazendo da paralisia da alma, Gelson, que me tocou aqui nesse nesse nessa frase que você leu, é quando ela fala que quando a gente tá nessa paralisia, isso causa um prejuízo no coletivo. Então, quando eu não sei o que que eu tô fazendo aqui, qual é o sentido da minha existência, isso não diz respeito só à minha vida individual, a minha evolução particular, mas pensando que como estamos todos, todos conectados, né? E num determinado momento a Joana vai falar inclusive de um self coletivo, de um si coletivo, onde todos nós pertencemos, né? Quando eu tô nesse estado de sono, eu não tô só eu na minha vidinha aqui. Isso também tá gerando uma influência em todo o coletivo. Por isso, né, que os espíritos dizem que a nossa evolução ela vai acontecer de forma individual, mas coletiva também, né? Então, eh, quantas implicações que tem, né, esse esse nosso processo aí de despertamento? É, até porque quando ela fala desse prejuízo ao coletivo e desse peso individual, é porque na verdade eh o movimento da vida é para poder na lei de evolução seguir em frente, né? Há um e a toda uma organização da espiritualidade que exige, né, eh, uma complexidade de fatores para organizar uma encarnação adequada que a a a cada espírito, aonde as pessoas que vão estar em jogo naquele drama espiritual, onde os processos da vida que são necessários, a o lugar que eu vou ocupar, o meu papel naquela família, o meu papel comigo mesmo. no

, aonde as pessoas que vão estar em jogo naquele drama espiritual, onde os processos da vida que são necessários, a o lugar que eu vou ocupar, o meu papel naquela família, o meu papel comigo mesmo. no meu desafio, meu papel andar diante da sociedade. Então, há nessa engrenagem da vida, onde o amor eh nos é evocado, na qual todos nós temos uma dívida de amor com os outros e um compromisso, então, de superar nós mesmos eh a a a todo esse grande esforço da vida, né? é se fosse amoroso da vida que eh que não pode ser negligenciado por nós. E a vida então pede, como diz Joana, muito, né? Pede movimento, pede trabalho, pede coragem, pede compromisso e e e então eh a gente não pode paralisar realmente e nem eh eh trazer eh mais incômodo paraa vida ainda, né? que tem muita gente que em vez de ajudar ainda atrapalha, né, essa engrenagem, né, e cria problemas para todo mundo, que para ele e e rompe, né, com os movimentos que a gente não sabe quanto tempo vão ter que vão ter que ter para para poder resgatar e e poder realmente criar novas condições favoráveis para que o movimento possa se dar em favor, então eh, daquilo aquilo que objetivava aquela caminhada espiritual. Então, realmente tem muita coisa implicada. E aí tem de um lado o o uma consciência sica, como tu falou, individual, onde eu tô no meu compromisso comigo de crescer, de amadurecer, de ser responsável e realizar as minhas potências e as minhas virtudes nessa consciência ética. e tem essa consciência célica coletivo, que é um o papel que eu vou ocupar no mundo. E o meu mito pessoal, né, a minha a minha missão ou minha aprovação implica eh eh nessas duas facetas, uma individual e uma coletiva, né? Por outro lado, essa sombra de sono também tá no coletivo, não tá só em mim. Então, olha só como esse processo é desafiante, né, gente? Porque ela fala que o desafio do sono é muito grande, né? Pro lado, porque a gente a gente vem de uma série de de movimentos estagiando nessa sensação da matéria, dos impulsos, dos instintos e e e

te? Porque ela fala que o desafio do sono é muito grande, né? Pro lado, porque a gente a gente vem de uma série de de movimentos estagiando nessa sensação da matéria, dos impulsos, dos instintos e e e estamos ainda muito identificado com com essa natureza e vencer essa natureza exige esforço. E às vezes a gente não quer abrir mão porque essa natureza instintiva acaba sendo eh usada dentro do nosso egoísmo, pro nosso prazer próprio, paraas sensações, para um amortecimento da nossa consciência. E de outro lado tem a consciência coletiva que nos seduz também com jogo de poder, de interesse, com famas, com dinheiro, com com uma visão de sucesso que é equivocada. Então esse sono ele se reflete em mim e também no mundo e como é difícil romper com com esse estado. E falando dessa sombra, né, dessa questão coletiva de uma sombra, né, que nos envolve a todos, ela fala aqui no texto que é eh é importantíssimo que ela diz certamente, de fato, a maioria está adormecida para as próprias realidades. Olha só, a maioria. Então isso quando a gente brincou no início, né, que o Gelson brincou com a Marlúcia e disse assim: "Ah, mas e quando a pessoa tá ali, né, eh, dormindo, tá acordada, mas ainda tá dormindo, né?" Então, não é aquela pessoa, é a maioria das pessoas na Terra hoje, né? Nós estamos, né? A maioria nesse estágio, né, de consciência de eh de sono, eh, para os desafios da evolução. Então, o que que ela aqui? ela começa a falar desse estar acordado, né? Então, estar adormecido é estar adormecido paraas nossas realidades, pros desafios da evolução, quais são os nossos desafios e paraa conquista do si. E aí ela continua imediatamente apaixonada por interesses mesquinhos, mergulhadas em sombra, que é isso que a gente estava discutindo, ou o que é pior, fascinada pelo doentil narcisismo, né? Então, a pessoa se sente o centro do universo, fica gerando em torno desse seu eu, desse seu centro e permanece ali. E não é por uma, duas encarnações, ele permanece por longo tempo, enquanto

smo, né? Então, a pessoa se sente o centro do universo, fica gerando em torno desse seu eu, desse seu centro e permanece ali. E não é por uma, duas encarnações, ele permanece por longo tempo, enquanto ele não fazer esse esforço de quebrar esse ciclo vicioso, né? E ela diz, a experimentar o despertamento paraa lucidez, portanto, para os compromissos em relação à vida e ao crescimento interior, que se apresenta como um verdadeiro parto no que tem razão. Então, a busca pelo prazer imediato é o motivo pelo qual a consciência de sono predomina na Terra, porque os seres ainda estão presos nesse primitivismo dos instintos. e eles se comprazem nisso e esse se torna o objetivo existencial, né? Então ela vai retomando que ela inicia a série psicológica lá no primeiro capítulo do do livro Jesus e Atualidade, quando ela vai falar que o nosso maior desafio é a evolução. É o maior desafio que nós temos. Evoluir é necessário. A a evolução ela vai se dando sozinha, mas nós precisamos dessa questão até assim do alquimista, né? Porque o alquimista é o artífice do tempo. Ele ele tem a possibilidade de de trabalhar o tempo e esse despertar é o artífice ali, né? ele tá ali colocando fogo, ele tá aquecendo o forno e fazendo com que essas coisas sejam eh dentro de um tempo menor, né? Então, esse alquimista da alma, que é uma parte nossa, somos nós mesmos, precisa acordar para esses objetivos existenciais, que é exatamente esse que é a proposta do despertar, né? Despertar para uma nova realidade da vida. experimentar esse parto, né? Todo parto dói. Ainda eu brinco e falo assim, aquela história de parto sem dor não existe, né? Mesmo o parto sem dor dói muito. Então, por quê? Porque ele não é ali, né? Tópico onde passa o bebê. Não, pro que o bebê possa nascer, todo o corpo da mulher precisa trabalhar para dar espaço. Então essa metáfora do parto é linda, porque nós precisamos trabalhar para dar espaço para essa nova consciência que precisa nascer. que é uma consciência não só presa no aqui e agora, mas com esse

o. Então essa metáfora do parto é linda, porque nós precisamos trabalhar para dar espaço para essa nova consciência que precisa nascer. que é uma consciência não só presa no aqui e agora, mas com esse olhar, né, do futuro que começa agora. E aí ela fala, né, Adri, que eh muitas vezes a gente busca esse despertar de consciência, ela fala, né, através dos gurus. Então existe um uma busca assim nas religiões, pessoas de referência, ideias, né, que num momento inicial eh pode ser como que um impulsionador, mas ela chama atenção que a gente pode correr o risco de transferir responsabilidade, como ela diz, né? Eh, para ela diz assim, eh, uma constitui essa conduta uma forma de transferência. Isso tá na página 110. de transferência de responsabilidade para longe dos compromissos graves do próprio esforço, que é a única maneira de cada qual encontrar-se com sua realidade e trabalhá-la, ampliando-lhe a capacidade de desenvolvimento, né? Eu me lembro de um de uma autobiografia de uma senhora eh russa que ela teve uma vida muito difícil assim e lá pelos 40 e poucos anos ela resolve ir pra Índia e para buscar uma espiritualidade e tal, né? Então daí ela conta nesse livro de autobiografia que ela chegou lá e disseram para ela: "Olha, você procura tal guru, que é muito comum dentro do do hinduísmo, assim essa ideia, né, de de você ter um alguém que te inicie, né?" E ela disse que ela russa, né, uma outra cultura, chega lá e todos os dias ele mandava ela sentar e não dizia nada para ela. E aquilo foi passando meses, né? Foi passando e ela diz que aquilo foi movimentando nela uma série de coisas, né? E ela foi ela e ela vai relatando as experiências que ela vai tendo. Esse guru, aparentemente não dizia nada para ela, né? E aquilo que ia provocando nela as mudanças. É linda a autobiografia porque ela imaginou que ele daria uma sabedoria, né, que ele diria o que ela teria que fazer, né, e ele não dizia nada, ele só dizia: "Faz o chá, te senta aqui", né? Então, eh, me lembrei dela porque Irina Ted é o nome dela, porque

ia uma sabedoria, né, que ele diria o que ela teria que fazer, né, e ele não dizia nada, ele só dizia: "Faz o chá, te senta aqui", né? Então, eh, me lembrei dela porque Irina Ted é o nome dela, porque aquilo foi transformando ela internamente, né? E, e é o que a Joana tá dizendo ali, né? que aqui acaba sendo um caminho próprio mesmo. Então, se o guru, né, ou se ou se a religião, se ela tá nesse lugar de um de um despertar inicial, eh, eu acho que é uma busca interessante, né? O problema é quando a gente quer transferir, né, e achar que porque a gente já sabe alguma teoria, alguma coisa, aquilo já está nos nos despertando, nos transformando, né? Eu acho interessante essa imagem que a Adriana colocou, que a Joana traz aqui no no texto, que é a imagem de Pedro e o Galo, né? Se contrasta assim entre a negação do Pedro e o galo que vai cantar três vezes, né? E é interessante que no oráculo de Delfos tá lá escrito, né? conhece-se a ti mesmo com uma condição essencial para esse processo de despertar e de busca da realização do self. Mas tem uma outra frase que geralmente não é não é muito conhecida ligada a Apolo, né? Esse que que é o Deus que rege o oráculo de Delfos, que diz: "Conhece a ti mesmo, mas só depois de te perderes de ti mesmo". Então, de uma certa maneira, eh, muito dos caminhos nossos, infelizmente, é um, acaba sendo um jogo de tensão entre uma parte nossa, né, que é movida realmente por esse self, que é um fator autorregulador, que anseia, né, que tem essa consciência ética, mesmo que o meu ego diz que eu não sei lá dentro, né, eu sei, eu tive Eu vim, eu, eu, eu tomei consciência antes de reencarnar dos meus compromissos. Então, isso tá dentro de mim, né? A lei divina tá dentro de mim, então eu sei, né? E então tem essa esse essa sabedoria natural que tá ali. Por outro lado, tem a minha caminhada evolutiva, né, que então há um jogo de tensão aí entre esse despertar mesmo, né, movido por uma força natural. E a minha indolência, a minha preguiça, a minha vontade de parar e ficar no bem

caminhada evolutiva, né, que então há um jogo de tensão aí entre esse despertar mesmo, né, movido por uma força natural. E a minha indolência, a minha preguiça, a minha vontade de parar e ficar no bem bom, no colo no quentinho e não querer fazer esse nascimento, né? E aí muitas vezes a gente tem que quebrar a cabeça, né? Quebrar a cabeça, infelizmente, né? Então é o que acontece com Pedro, né? Ele ele era um homem sem. Ele ele amava Deus, mas ele tinha a fraqueza dele, né? Então ele tá nesse momento, né, de delicado ali da da da do momento do cristianismo, do próprio Cristo que tá sendo, né, preso e vai pra crucificação e na hora dele dar o testemunho dele, ele não consegue, não consegue e nega, nega que ele faz parte do do do do dos discípulos, nega que conhece Jesus. E o galo canta, né? E o galo é o símbolo do despertar, né? O galo canta para anunciar uma nova aurora, porque para esse sol que vem iluminar o novo dia, né? Então a o símbolo do galo é o símbolo dessa consciência que tá lá, que a gente não tem como fugir, né? Então ele tá ali no medo, na fraqueza espiritual dele, mas o galo tá cantando, chamando a atenção dele, né? Olha, desperta, como diz a Joana de Ângelo, né? tomar consciência que tu tá fazendo, né? Então, a nossa vida, de uma certa maneira, se a gente for cuidadoso e prestar atenção, vai ter vários momentos onde o galo vai cantar. vai ter vários momentos que ela vai ter chamadas da vida que que tentam nos colocar no rumo certo, que tentam eh eh fazer gente reconhecer a nossa vida da natureza, que tentam eh confrontar a nossa realidade em favor dessa dimensão mais ampla e mais profunda. Várias situações, né? Mas a a gente continua, muitos de nós, né, como diz ali, né, citaram, a grande maioria de nós, eh, resistindo esse despertão, né, e porque no fundo a gente não quebra irmão, desse lugar. E a Joana fala que a grande metáfora do galo é o próprio inconsciente. Então, traduzindo essa questão que o Gos coloca de uma forma muito importante, é que o

ndo a gente não quebra irmão, desse lugar. E a Joana fala que a grande metáfora do galo é o próprio inconsciente. Então, traduzindo essa questão que o Gos coloca de uma forma muito importante, é que o galo é o próprio inconsciente que vem nos chacalhar pro acordar, né? Então, que bonito. Então, é como se fosse uma força autorreguladora que que a ver, né, que esse ego está ali perdido, ele traz um despertar para que ele possa então retomar. E aí entra a própria proposta da série psicológica, quando a Joana fala que a psicologia vem convidar o indivíduo, então, para avançar sem essas bengalas, né, de procurar sempre o mestre, o guru, alguém de fora para nos mostrar, né, caminhos e vai de alguma forma tirar dessa dependência para que a gente seja livre para encontrar o nosso caminho. Olha que lindo, né? Então essa parte nós temos a liberdade de nos encontrarmos pelo nosso próprio caminho. E aí ela vai falar que o próprio evangelho de Jesus é esse tratado de psicoterapia que tem que ser relido sobre essa nova visão psicológica, porque ele vai trazer esse olhar por trás dessas figuras existe eh toda uma metáfora psicológica para um processo que acontece com todos nós e isso é muito importante. Então ela fala que estar dormindo, dormir e despertar é algo que está muito presente nos evangelhos e que ela vai trazer, né, então, três momentos desses evangelhos. Um é esse que o o Gels coloca, né, que seria Pedro como esse sonho intelectual, porque ele era muito bom, mas ele tinha toda uma ingenuidade até mesmo intelectual, ele era pescador, ele não tinha, né, essa clareza ainda dessas realidades profundas. Mas o primeiro é Lázaro, né? muito bonita esse e eh essa metáfora do do Evangelho de Lázaro, porque é interessante porque Lázaro ele estava num estado, nesse capítulo Joana fala, né, de adormecimento fisiológico. Olha que interessante. Por que um adoecimento fisiológico? Porque ele tinha um problema orgânico de catalepsia. Então esse problema fisiológico, orgânico, orgânico dava a

de adormecimento fisiológico. Olha que interessante. Por que um adoecimento fisiológico? Porque ele tinha um problema orgânico de catalepsia. Então esse problema fisiológico, orgânico, orgânico dava a impressão de que ele estivesse dormindo e eles, no entanto, enterraram ele vivo, né? Que é o que aconteceu com muita gente naquela época, né? até há pouco tempo, quando não tinha essa própria possibilidade de de ler as frequências, né, do cérebro da morte encefálica. Muita gente tem que tinha eh essa patologia pode né, teve essa questão de ser interpretada como mortos e acabaram sendo enterrados, né? No caso dele, eh, o Lázaro, ele já havia despertado pro chamado de Jesus, porque ele já era cristão, mas ele trazia uma questão fisiológica. Então, aqui ela vai falando de vários níveis desse despertar, né? Quando o ser está numa consciência de sono baseado numa questão fisiológica de uma patologia, e se nós pensarmos hoje um autismo grave, né, severo, é como se esse espírito tivesse ali presinho, né? Então, momentaneamente esse corpo, fisiologicamente exercendo um estado de consciência eh obnubilado, onde ele não consegue ir além. Depois Paulo em Romanos que nos convida a esse, né, despertar moral aí, né, que na carta aos Romanos e aos Efésios, ele vai trabalhar essa problemática aí do sono aos mortos por uma realidade do si. Então aqui ele vai trazer, né, essa questão para todos nós que temos que ser despertos, né, para esses valores da imortalidade, para essas questões arquetípicas da psique, do seu movimento, a ter a consciência do que estamos fazendo aqui na Terra, né? Yung falava do mito pessoal, qual é nosso mito pessoal? Para que que a gente tá aqui de verdade, né? Então, todas essas questões eh são muito bonitas no Evangelho, nos evangelhos, onde eh houve, né, desde aquela época essa tentativa eh de nos trazer essa essa grande problemática do estar eh dormindo de um estado de consciência de sono. E eu gostei muito dessa questão do quando é que o galo canta na nossa vida,

poca essa tentativa eh de nos trazer essa essa grande problemática do estar eh dormindo de um estado de consciência de sono. E eu gostei muito dessa questão do quando é que o galo canta na nossa vida, né? E a Joana fala aqui, né, que e esse despertar de consciência, essa realização, ela vai dizer, não se dá somente quando tudo parece bem, mas sim quando sucedem ocorrências que são convencionalmente denominadas como infortúnios. Diante de tais fatos, em vez de haver uma revolta o desespero na serenidade do ser do estar desperto, ele interroga-se: "O que me está desejando dizer este fenômeno perturbador?" Tratando-se de uma enfermidade, um desgaste físico, emocional, psíquico, uma perda de valores amoedados ou de um trabalho que é o sustento da existência, pergunta-se: "Isso que me está acontecendo, que significado tem para o meu progresso? qual ou quais as razões dessas mensagens, né? Então é esse interessante daí, né, essa pergunta, né, que que eu tô fazendo aqui? qual é o meu mito. E todo esse movimento da vida que a gente chama de infortúnio, ela tá dizendo, né, como eh esses movimentos de despertar mesmo, se a gente tiver essa capacidade de refletir mesmo, aí é que tem essa essa capacidade do ego em diálogo. Puxa, tá me acontecendo agora? Serviço do que será, né? Tô percebendo que essas coisas estão se repetindo na minha vida. Então aí a gente entra, o ego vai entrando numa postura reflexiva, vai se relacionando com isso e com isso vai gerando uma abertura para que esse si, esse selfie possa se manifestar. Só que o ego precisa sair desse lugar de que ele sabe tudo, que ele precisa de uma resposta agora, né? E e por isso que é um processo lento e que vai exigindo do espírito uma certa maturidade, né? Eh, e isso é um processo muito bonito, porque não acontece só com nós, mas pensando em todo esse drama, né, Jos, que tu falasse tão bem assim, a gente não tem ideia de todo que foi constelado, ajeitado, ajudado pra gente tá aqui e o quanto ajuda espiritual a gente tem, né, do nosso anjo guardião.

drama, né, Jos, que tu falasse tão bem assim, a gente não tem ideia de todo que foi constelado, ajeitado, ajudado pra gente tá aqui e o quanto ajuda espiritual a gente tem, né, do nosso anjo guardião. Então, existe todo um movimento para que a gente possa ter essa abertura de ouvir mesmo aquilo que vem, né, de uma instância maior de nós. >> É, isso me lembrou, Marluci, o volume do Jung, onde ele vai tratar essa questão do self, né, e da relação com o ego. E tá lá um uma colocação dele que toda a a o a emergência do self, né, o encontro do self com o ego, é sentido pelo ego como uma derrota. Então o ego tem que viver essa derrota, né? Ou seja, viver, o que que é essa derrota? Reconhecer que o lugar dele não é como como o centro do processo. Ele não é o o grande regente, ele é um servidor, né? O papel do céu, do ego é servir o que é maior, que é o self. E essa é a dificuldade, porque o ego toma frente, né, e fascinado na sua onipotência e também seduzido pros interesses que ele traz do passado, da qual ele tem que abrir mão e não quer, ele acaba se identificando com modelos que perpetuam esse padrão eh antigo, né? E por isso que muitas vezes esse despertar do self tem vem como um fortúnio, né? Porque o Yung vai dizer, né, que o self é o grande amigo da alma, mas que o ego vive eh a relação com self muitas vezes como se fosse o inimigo. E que se esse encontro vai ser do amigo ou do inimigo, depende da atitude do ego. Por quê, né? Porque o seu ego vira as costas para esse si, para esse self, vira as costas paraa sua essência, para sua, pra sua responsabilidade ética, pro seu compromisso espiritual, vai dando uma cisão neurótica, vai dando uma dissociação entre a minha natureza essencial e esse movimento da consciência que quer se realizar. E eu, enquanto ego que tô fechado, né, anestesiado nesse estado de sono, não querendo me comprometer e enxergar a realidade que me move, né? E aí, nesse diálogo, né, do que eh esse movimento interno propõe, né, de poder, vai haver um jogo

anestesiado nesse estado de sono, não querendo me comprometer e enxergar a realidade que me move, né? E aí, nesse diálogo, né, do que eh esse movimento interno propõe, né, de poder, vai haver um jogo de tensão. E quanto mais o ego vira as costas, mais distanciamento ele tem do selfie e mais o self tem que fazer o movimento de, né, gritar, né, chacoalhar o ego, né? Então, eh, infelizmente, né, apesar das várias mensagens que a vida nos dá e que o self nos aponta, né, a gente resiste a esse encontro vendo o self como inimigo e de repente, né, vem esse lado eh do infortúnio, né, que no budismo é o lado é o budo irado, né, lado irado Buda, né, que é o lado para despertar, né, não é tem um lado compassivo e tem o lado irado, né? Então essa faceta irada é que às vezes a vida tem que realmente trazer eh forçar essa derrota do ego, confrontar o ego de tal maneira para que ele possa eh ter a chance de despertar, porque na verdade ainda não é uma garantia, né? Porque tem muita gente que se revolta diante desses infortunos. em vez de fazer esse processo que a Joana propõe, né, de refletir, de poder reconhecer que aquele desvio, né, que que eu não queria, aquela impedimento que que é desagradável, é justamente para salvar minha alma, para poder me conduzir para um lugar favorável. E se eu continuo na minha inconsciência, eu posso não compreender e me revoltar mais ainda e colocar tudo a perder. Então, eh, movimentos acontece, oportunas acontece, mas cabe a gente realmente, eh, se dar esse lugar de poder eh refletir, né, que a J tá propondo. Olha, olha, é melhor, né? Não reage e e perceba que é um sentido nas coisas. >> Por isso que ela coloca aqui no parágrafo 30 que o desafio do sono é muito grande, né? E aí ela explica por face ao largo período de permanência nas faixas primárias do processo de evolução pelo qual passa o ser no crescimento espiritual. Então, quanto mais tempo ele estagiou naquela questão dos instintos, naquela questão egóica do do meu para mim, né, nessa questão narcisista,

evolução pelo qual passa o ser no crescimento espiritual. Então, quanto mais tempo ele estagiou naquela questão dos instintos, naquela questão egóica do do meu para mim, né, nessa questão narcisista, eh, e aí ela diz que o inconsciente está no comando das sensações e emoções. E se pensarmos, eh, as emoções ainda no estágio primitivo são bárbaras, né? A gente pode ver que eh eh na em Roma antiga a emoção era ir pro Coliseu vendo, né, o as pessoas se degladiarem até a morte. Então isso era uma emoção. Hoje é uma emoção que para nós não cabe mais, né? Então veja, por isso que é difícil esse despertar, porque vai depender também, né, de da da da do do quanto nós já estamos despertos para para essas realidades maiores, né? >> É. E ela usa uma expressão bem bem interessante, bem chocante assim, né? Ela fala dos cadáveres que respiram, né? Quando ela tá falando, né? Quando nós estamos mortos paraas emoções superiores, que tu tavas falando das emoções, né, do nosso estado mais primitivo. E aqui ela tá falando das emoções superiores, né? Eh, e aí ela traz essa imagem, né, dos cadáveres que respiram. forte essa imagem que ela usa, né, falando dessa inconsciência ali. E eu fiquei pensando, Gus, nesse nessa nessa passagem do Yun que tu tá falando. Eu acho que é ali que ele conta a história, né, que ele traz do Alcorão do Moisés que quer seguir Cadir ou Kid, né, espiritual. E aí Kid disse para ele assim: "Não, mas tu não vai conseguir me seguir", né? E ele disse: "Não, eu vou, eu prometo que eu vou fazer tudo que tu me pede, né?" Aí na primeira circunstância que eles estão andando os dois juntos, né, que Kidir ou Cadir vai lá e afunda um barco. E aí Moisés disse: "Mas vem cá, por que que tu fez isso? Eles eram pescadores." Aí ele disse: "Olha, eu te disse que tu não ia conseguir me seguir, mas eu vou te contar. Eu afundei o barco porque vai vai acontecer uma invasão, então para eles não perderem o bar." E aí ele vai contando uma série de histórias, né? que é um uma história belíssima da gente pensar que às vezes a

ndei o barco porque vai vai acontecer uma invasão, então para eles não perderem o bar." E aí ele vai contando uma série de histórias, né? que é um uma história belíssima da gente pensar que às vezes a gente quer começar essa busca, não, então tá, eu vou aceitar as coisas da vida, mas aí na primeira oportunidade que vem uma coisa mais difícil, a gente já coloca em, né, em cheque, já questiona tudo, né? é que, como diz a Joana, né, a a há uma há um eh há uma diferença entre a coerência do ego e do jogo dos interesse e a coerência do self da alma. E a gente a gente quer a coerência desse self, desse si, né, e e e e tá em sintonia com com essa coerência. E essa coerência nem sempre eh tá eh ligada ao bem-estar, a a uma condição que pros horas do mundo é gratificante, né? E ela tem uma passagem muito interessante em relação a isso. Quando ela coloca no mergulho do si nasce a coerência para com a vida e suas possibilidades, trabalhando pela libertação de todos os vínculos. escravista, né? Olha só, né? Então, na verdade, a importância não é eh o que que a vida nos coloca, mas a nossa coerência de de poder aproveitar as oportunidades em favor de um do sentido espiritual, de um crescimento moral, né? E ela fala então da gente poder romper com os modelos pré-fabricados, né, né? Eh, que e que tão aí, né? E nem também a uma uma atitude de eh buscar eh agredir, né, a sociedade. E então que tu possa realmente desajor aqui, né? eh que saber que cada um, cada um de nós, dentro da nosso nível de consciência, dentro do nosso estado evolutivo, dentro do cenário que nos caracteriza a a a o convite da vida, né, que a gente possa realmente eh reconhecer a nossa natureza, reconhecer nossas características e recursos e trabalhar a partir disso, né? e entendendo que todo movimento da vida tá em favor desse mov desse processo, mesmo que muitas vezes ela é desagradável pro ego, né? Mas pra alma ela é necessária. >> E aí ela começa encerrando de forma belíssima quando ela fala assim: "Mas não obstante, há sim um guia e um modelo

mo que muitas vezes ela é desagradável pro ego, né? Mas pra alma ela é necessária. >> E aí ela começa encerrando de forma belíssima quando ela fala assim: "Mas não obstante, há sim um guia e um modelo seguro, né?" E aí ela começa falando do mestre de uma forma tão linda, né? Cuja vida tem resistido a todos os vendavais do tempo, a todas, né, todo divisor de águas da história e que psicologicamente ele é completo desperto. Então ele é o modelo guia porque ele fez a sua jornada, né? Ele veio à Terra, ele é o nosso governador espiritual do planeta Terra. Ele fez todo esse percurso evolutivo que nós estamos trilhando, cada um no nosso tempo, no nosso espaço, no local onde nós estamos. Ele fez e ele é modelo porque ele mostra, olha, eu dei conta, então vocês vão conseguir também, né? Mas cada um vivendo o nosso mito pessoal, a nossa história, né? seguindo, eh, aprendendo. E ele fala, tornou-se o maior exemplo de consciência plena que se conhece no processo da evolução do ser, ensinando sem presunção, amando sem qualquer capricho e imolando-se sem qualquer mecanismo masoquista, porque ele é portador de saúde por excelência, né? Então Jesus, esse modelo guia, esse modelo incondicional do amor, ele é sim um modelo a ser seguido, mas como esse mestre que a Marlúci disse, foi um verdadeiro mestre, porque ele não fala faz assim como eu fiz, não, ele faz, ele vive assim como o mestre, ele fica quieto e nós então nos incomodamos com esse vazio que fica e aí a gente vai atrás, né? Muito, muito bonito essa forma. quando ela traz, né, esse modelo e guia para que a gente possa trilhar o nosso próprio caminho. E falando desse Jesus ali, né, Adre simples, otimista, rico de beleza e de ternura, né? Esses dias estávamos estudando a boa nova, a boa nova, né? E aí mostrando esse Jesus que abraçava, né, os discípulos, né, essa e eh essa esse carinho, essa proximidade e a simplicidade, né, que um dia, quem sabe a gente vai conseguir, né? >> É porque que Joana eh coloca em vários momentos ele como realmente o arquétipo,

essa e eh essa esse carinho, essa proximidade e a simplicidade, né, que um dia, quem sabe a gente vai conseguir, né? >> É porque que Joana eh coloca em vários momentos ele como realmente o arquétipo, né, do homem integral, né, o arquétipo daquilo que é de mais pleno na condição que a gente pode chegar enquanto humanidade, né? Então, ele é o próprio símbolo do self, a própria encarnação do self, enquanto eh os todos recursos, todos os elementos e todo movimento eh que que nos ensina a chegar nesse lugar que é a planificação do ser, né? Então, ele é o porque ele é o caminho e a verdade para a vida, né? Eu sou o caminho e a verdade para a vida. Então, realmente, a gente tem aí na figura do Cristo a nossa eh uma nossa referência e segurança para que a gente possa não só fazer esse despertamento do si, mas ter o rumo certo em favor da realização desse si. É bem bem interessante isso, realmente. >> Então, se ele é a encarnação do self, já a gente pode dizer então que existe uma perfeita harmonia entre ego e self. Ali, ali as coisas estão juntas, não tem mais essa divisão. >> É porque o self não quer excluir o ego, quer incluí-lo, mas o ego que se exclui, né? Então, na na que a gente desperta, há uma também uma expansão da consciência egóica. E o ego se integra, né, ao self numa harmonia, num processo, então de realização, onde o ego ocupa o lugar dele, né, de servir o que é maior. >> E é aí que ele diz, né, eu e o pai somos um. Porque houve realmente essa integração, essa união, né, total desse ser. Exatamente. É bonito, né, essa parte aqui, né? E o restante do capítulo também é muito interessante. Então, a gente tá encerrando esse momento de estudo, mas convidando ao pessoal reler esse material que vale a pena e reler também ler os próximos itens do capítulo e no próximo encontro a gente vai dar continuidade ao capítulo oito, né, com um esforço para equilibrar-se, né? que a gente tá anunciando aqui, Joana anuncia a proposta do pretado do si, mas como tudo é um é um processo, né? Então vamos

r continuidade ao capítulo oito, né, com um esforço para equilibrar-se, né? que a gente tá anunciando aqui, Joana anuncia a proposta do pretado do si, mas como tudo é um é um processo, né? Então vamos entender melhor esse processo de despertamento e as implicações desse movimento. Eh, alguma coisa mais, Adriana Marlúcia? Então, a gente agradece a todos o carinho, a atenção e que possamos permanecer nesse compromisso com Jesus, com o evangelho, tendo em Joana deângeles, né, essa possibilidade de poder fazer uma leitura profunda e psicológica do evangelho em favor de se despesar do céu. Até a próxima, que Jesus nos abençoe. Um grande abraço a todos.

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