T7:E21 • Autodescobrimento • Sicários da alma (parte 2)

Mansão do Caminho 12/02/2025 (há 1 ano) 1:01:17 160 visualizações

No episódio 21 da sétima temporada da série "Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis", Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Guadalupe Amaral conduzem a análise do último item do capítulo 8 da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior", de Joanna de Ângelis. Intitulada "Sicários da alma (parte 2)", esta discussão aprofunda o tema "Desconhecimento de si mesmo", explorando como a falta de autocompreensão pode ser um obstáculo para o crescimento espiritual e emocional, além de ser uma das principais causas de sofrimento interno. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #sicáriosdaalma #desconhecimento #crescimentoespiritual #crescimentoemocional

Transcrição

queridos amigos que a paz de Jesus nos abençoe a todos nos envolvendo com a sua presença amorosa e mais um momento especial que aqui nos reunimos saudamos a todos que nos assistem nesse projeto abençoado do estudo da série psicológica Joana de Ângeles estudando nesse momento Capítulo oo em especial hoje o item desconhecimento de si meso estamos eu Guadalupe e Cláudia paraa gente poder de uma certa maneira então pensar um pouquinho esse material de Joana deangel né lembrando a todos né E já começando esse bate-papo com a Guadalupe E a Cláudia né que esse é o último item do cicar da Alma então a Joana vem apresentando realmente né no capítulo esses sicários né esses esses tormentos né que de uma certa maneira limitam nossa vida o passado a incerteza do futuro que a gente viu no encontro anterior e hoje então o desconhecimento de si mesmo e a benfeitora começa trazendo realmente o quanto né essa eh falta de conhecimento né de nós mesmos né acaba eh gerando uma série de implicações nessa vida porque vai eh favorecendo essa perda de conexão com a consigo mesmo né então vamos começar a pensar algumas coisas a respeito desse material que ela nos oferece Olá gente tudo bem sempre muito bom conversar um pouco a respeito do que a mentora nos traz eh o que eu queria trazer assim de início é justamente essa questão que ela começa ali falando eh do quanto a aquele que desconhece a si mesmo acaba ficando envolto enado na opinião dos outros naquilo que é esperado dele padrões coletivos Na aparência questões assim e isso eh é muito eh parte do nosso trabalho né do autodescobrimento do autoconhecimento Então acho um subitem extremamente importante porque no momento que nós nos desconhecemos eh nós acabamos mamente vivenciando aquilo que os outros eh os outros no sentido de coletivo esperam ou aquilo que a gente espera que os outros esperam de nós então vejam como a gente vai se enredando em em um local que não tem nada a ver conosco com a nossa realidade no sentido de que claro n individuação passa por estar no

era que os outros esperam de nós então vejam como a gente vai se enredando em em um local que não tem nada a ver conosco com a nossa realidade no sentido de que claro n individuação passa por estar no mundo então não que nós estejamos desconectados dessa realidade mas sem se identificar com o mundo é muito importante Esse chamado que ela nos faz porque se se nós não temos uma mínima ideia de quem nós somos e isso claro que é uma caminhada muito longa o que nos disserem de nós nós vamos poder Estar aceitando o que acontecer lá fora nós vamos estar eh sem um juízo crítico dentro dos valores perenes dos valores reais então a gente acaba sendo assim aquela folhinha que o vento vai levando Então acho bem bem importante como claro todos os os itens que a mentora nos traz mas como se esse fosse uma base porque se eu não procuro me conhecer e realmente eu acabo nem iniciando o processo né não sei como é que vocês veem isso se se eu tô assim exagerando mas me parece primordial essa questão do procurar conhecer sim Oi pessoal também muito bom com você vocês aqui todo todo o restante de quem nos assiste e Guadalupe é muito importante mesmo né a gente eh cada vez mais ir se conhecendo esse processo tão difícil tão árduo né a mentora mesmo diz né que é um parto dorido né o autoconhecimento a consciência né amplitude de consciência e é muito importante a gente se conhecer porque senão a gente vai vivenciando papéis papéis impostos pelo externo pelos outros né aquilo que a gente julga que o outro quer que a gente seja né que muitas vezes nem o outro quer mas a nossa visão equivocada também promove isso né de nos colocar no lugar que o que achamos que o outro deseja de nós mas eh contrapartida também tem um mundo externo né Tem um coletivo que deseja muito que a gente se encaixe em lugares né em papéis que a gente corresponda da maneira como o mundo deseja né E isso tudo vai fazendo com que a gente fique envolvido né No que a a a mentora nos fala nessa preocupação né essa preocupação demasiada na nossa

a gente corresponda da maneira como o mundo deseja né E isso tudo vai fazendo com que a gente fique envolvido né No que a a a mentora nos fala nessa preocupação né essa preocupação demasiada na nossa aparência na nossa colocação no mundo atuação Então a gente vai se ocupando de muitas coisas e isso é um grande risco da gente se desviar dos nossos propósitos né daquilo que realmente a gente deseja daquilo que realmente aquilo que a gente veio cumprir né que tá de acordo conosco e não com o que o outro quer então há essa grande essa grande esse grande risco né infalível risco de de nos perdermos né e eu acho interessante que quando ela coloca assim na primeira frase desse item atdo se com as preocupações a que empresta importância demasiada então a gente se preocupa a preocupação é uma ocupação uma preocupação de alguma coisa né E a gente vai vivendo a pessoa vai vivendo essa preocupação de se inserir né nos lugares da forma como a as pessoas desejam e não como a gente tá afinizar E e essa preocupação e esse modo de viver faz com que a gente gaste demasiada energia né com com circunstâncias que não vão nos trazer nenhuma eh nenhuma nenhum Progresso né não vão nos trazer nenhuma eh eh como se diz a gente não vai e nessa situação de nos preocuparmos gastarmos muita energia a gente não vai se ocupando com o que realmente é necessário n Então a gente vai se desviando né vai se cada vez mais a pessoa vai se desviando desse lugar importante que ela precisa ocupar como personagem Central não personagem de uma forma ególatra mas um personagem mesmo Central responsável pela sua vida né E ela vai se ocupando E aí a benfeitora mesmo diz e a pessoa descuida de si mesma então é um descuido né é um é o não olhar é ficar apartado de si mesmo das suas potencialidades porque a gente vai deixando de viver aquilo que a gente precisa viver e não que o outro quer que a pessoa viva né a sociedade o coletivo e um ego bastante inflado também né é interessante tudo isso né porque realmente quando se coloca né quando tu

a gente precisa viver e não que o outro quer que a pessoa viva né a sociedade o coletivo e um ego bastante inflado também né é interessante tudo isso né porque realmente quando se coloca né quando tu tu sublinha né Cláudia a questão do demasiado né é importante demasiado a gente tem tá tá trazendo uma questão energética né libido energia psíquica né ela ela se movimenta porque a mente como própria Joana coloca é um Flux um fluxo constante n em Movimentação então conforme os interesses conforme o envolvimento conforme aquilo que nos sustenta essa libido essa energia ela vai circulando e vai dando vida né as vários aspectos da nossa nossa realidade e então Eh o a o psiquismo é um processo autorregulado movido pelo self nossa essência espiritual quando eh como bem coloca a benfeitora a nossa energia então vai para para fora né Muito para fora seja pela aparência pela necessidade de de de de ficar preso na opinião dos outros como relataram aqui né sobra menos energia pra gente então esse descuido aqui né Cláudia que tu tá trazendo que a prefeitura coloca né envolve duas coisas envolve uma perda da cateia libidinal ou seja do investimento de energia né De valor em nós né então tem uma questão de valor emocional de valor de sentido e significado então na medida que o foco fica lá para fora eu como ela fala eu me descuido de mim mesmo de um lado esse descuro representa tão falta de de valor e essa falta de essa pouca energia para mim mesmo não só é falta de valor mas também é uma certa e anestesiamento da minha própria realidade né nessa processo que ela fala desse desconhecimento de mim mesmo então as duas coisas vem muito juntas né essa falta de dignidade de valor próprio com a questão desse entorpecimento e de uma certa maneira afastamento da Minha Essência E aí a a a a perda de poder ter uma consciência daquilo que eu sou daquilo que eu tenho das possibilidades e das limitações que fazem parte né da minha condição e que é eh a matéria prima da minha experiência e da minha caminhada

er uma consciência daquilo que eu sou daquilo que eu tenho das possibilidades e das limitações que fazem parte né da minha condição e que é eh a matéria prima da minha experiência e da minha caminhada né então ela fala como consequência disso né Desse desconhecimento eh a gente vai eh perdendo Realmente cada vez mais esse valor E aí vai entrando né conteúdos fantasias emoções que são muito negativas né porque a gente a gente é saltado daí por esses processos internos mal resolvidos e Joana vai trazendo que a gente vai tende a ficar então com uma perspectiva mais pessimista da realidade Porque todo o valor tá fora da gente tá no outro tá nas coisas e nós não não tem energia paraa gente então a autoestima el vai se esmaecendo né E a gente vai ficando nesse lugar de vítima de uma vai se comparando como a gente tá distorcido Nossa percepção porque a gente não consegue reconhecer a nós mesmos né É muito fácil a gente achar que a realidade lá fora é mais interessante né a grama do vizinho é mais verde e a nossa é aquela que fica então Desprovida de valor e aí a gente começa num processo cada vez mais de entrar numa imagem perigosa né de em vez de encontrar um caminho de resgate a gente vai faz ficando fazendo esse jogo des qualificador de comparações né e eh de perda de capacidade de poder também enfrentar a vida poder tirar proveito de cada momento enquanto experiência própria e e é interessante que eh exacerba isso o fato do momento que nós estamos de pós-modernismo ou até um pouco além assim da do hiperreal do desempenho do de de toda essa dinâmica do mundo onde eh a imagem é muito diferente da realidade e isso condiz com um um com exacerbar de tudo isso porque se antes já era difícil lá na época que a mentora escreveu ou antes disso ainda hoje em dia todo o apelo do mundo é para uma outra realidade que não existe né então isso se junta a esse ser que já tem esse desconhecimento de si mesmo e ainda em contraponto O que é exigido como um padrão ideal entre aspas é algo

o é para uma outra realidade que não existe né então isso se junta a esse ser que já tem esse desconhecimento de si mesmo e ainda em contraponto O que é exigido como um padrão ideal entre aspas é algo inatingível além de ser externo é inatingível e mesmo os valores que são eh enlatados não é bem a palavra né mas são vendidos como internos né eles também são valores que de uma forma ou de outra são coletivos E aí o indivíduo fica boiando nisso nessa falta de sentido de significado dentro de valores que realmente vão conectar com o self com o espírito Imortal então é uma questão que que a mentora traz muito bem de uma forma muito sintética e profunda mas que realmente pode eh não ser percebida por uma Encarnação inteira né ainda mais no meio muitas vezes no meio religioso Então se por um lado a gente pode pegar assim um um padrão de pessoa que vive muito externo eh ligado a à questões do coletivo propriamente dito no sentido de dar conta daquilo que a mídia social traz né Nós temos o a área religiosa onde também os padrões são ina se não foram não forem bem eh entendidos no sentido de que a gente tem um um virer A alcançar Mas tem uma caminhada até lá e muitos de nós no meio da religiosidade podem se equivocar e não perceber que tem um valor muito eh Genuíno e muito importante e ficar nesse pessimismo nesse lugar de Sofrimento porque se comparam aí de uma forma até inflada né ou equivocada como a gente se comparam com um lugar que ainda não é nosso né então isso também é é interessante é muito complexo eh do meu ponto de vista essa questão do do desconhecimento de si mesmo porque não é algo assim Ah então nós não vamos nos identificar com os padrões do mundo né do do ter e vamos olhar pro ser Ok Isso é ótimo é excelente mas dentro desse ser quem eu sou o que que eu posso o que que eu conquistei Qual é o meu valor Qual é a minha dificuldade Qual é o meu tamanho então isso tudo vai fazendo a gente é realmente conseguir trabalhar dentro de um lugar onde existe o nosso valor Onde

e eu conquistei Qual é o meu valor Qual é a minha dificuldade Qual é o meu tamanho então isso tudo vai fazendo a gente é realmente conseguir trabalhar dentro de um lugar onde existe o nosso valor Onde existe o nosso sentido mas que não é aquele que a gente lê no livro né Ele é muito peculiar o livro ensina mas a experiência que realmente faz com que a gente vá caminhando sim muito bom eh ouvindo vocês falarem né Eh o que me vem a à mente é a palavra não corresponder n então a pessoa eh O encadeamento que a a benfeitora vem trazendo né dessa ignorância da ade profunda né de quem nós somos né um ser imortal né único individual como o Jung nos fala né no nosso processo de individuação tornar-se único particular individual Então esse esse apartamento né esse estar apartado né porque apartamento né tem uma outra mas estar apartado dessa dessa realidade única individual né né caminhando nessa nesse movimento que se julga ser bom Como você trouxe Guadalupe essa questão da mídia social né interessante né quando você fala né Eh porque eh nunca antes né um mundo tão globalizado se tornou tão massificado né tão eh enlatado como você diz tão encaixado em vários em vários padrões nunca antes eu penso assim né E quanto mais esse mundo globalizado né apresenta oportunidades mais aquelas pessoas frágeis né que estão numa situação delicadas delicada mais elas se perdem nessa eh enchurrada de informações enchurrada de felicidades eh de terceiros ilusórias né muito essas pessoas se perdem E aí eu fiquei pensando que ela coloca isso nesse capítulo dos sicários né onde esses inimigos cruéis vão penetrando Pouco a Pouco né e minando toda a possibilidade dessas pessoas se reencontrarem voltarem para um equilíbrio né E aí nessa perda né Eh nesse nesse caminho de de falta de equilí de mergulho de si porque o mundo solicita tanto Tem tantas eh tantas demandas que a pessoa tem pouco tempo para si né E ela se sente culpada tendo tempo para si né o ócio criativo é importante Muitas pessoas não

de si porque o mundo solicita tanto Tem tantas eh tantas demandas que a pessoa tem pouco tempo para si né E ela se sente culpada tendo tempo para si né o ócio criativo é importante Muitas pessoas não se dão não se permitem né eh e aí ela vai se perdendo de si né E aí a mentora vai trazendo aquele aquele outro Pará que diz assim que a vida se apresenta com as mesmas características para todos os seres né apesar dessas pessoas acharem que o outro é mais felis o outro é mais eh a grama do outro é mais verdinha a família do outro é mais perfeita O outro tem uma uma um progresso né um reconhecimento profissional né enfim ela nos traz isso olha a vida apresenta a todos as mesmas circunstâncias né as mesmas carterísticas É lógico que depois ela vai dizer excetuando-se as conjunturas expiatórias né todos os acontecimentos aflitivos fazem parte da vida né então quando a pessoa vai se dando conta né e e Há Um Caminho muito distante para isso né de que todas as ocasiões mesmo que severas todas as circunstâncias todas as enfermidades elas fazem parte desse existir para todos é um fao grande eu fico pensando assim é é sair desse coletivo não identificado para um coletivo identificado todos temos a humanidade todos temos as os nossos dilemas as nossos dramas as nossas dores né Então aí é uma virada de chave muito grande né até que a pessoa possa sair desse lugar derrotista né Eh sofredor né eh de autocompaixão de vitimização para lá ir para esse outro lugar de Olha né tá todo mundo no mesmo no mesmo lugar cada um vivendo com uma ótica diferenciada né E aí é que a gente vê que o conhecimento de si mesmo né A autoanálise A reflexão ela vai ocupando um lugar muito bonito né Muito Próspero né de muita prosperidade dentro da pessoa é a pessoa vai se descobrindo vai descobrindo esse mundo maravilhoso que tem dentro dela que ela nem se dava conta né Pois é uma questão que eu gostaria de trazer para vocês a gente pensar em relação a isso porque ela vai realmente trazendo essa questão que que

vilhoso que tem dentro dela que ela nem se dava conta né Pois é uma questão que eu gostaria de trazer para vocês a gente pensar em relação a isso porque ela vai realmente trazendo essa questão que que a própria noção de felicidade né a gente vai eh eh sendo distorcida né e tem gente que não que fica infeliz por não ser feliz sempre como se a felicidade fosse uma um bem-estar permanente isso não existe né feitura tá aqui dizendo que a vida exige desafios porque ela desvela a nossa alma né Esses desafi são fundamentais para revelar né a nossa a nossa condição maior que é eh de espíritos desse ser criativo inteligente que tem sentimentos e que deve suplantar a matéria e despertar as possibilidades dentro de si né então to esse movimento dela fala né no final do parágrafo aqui que eh que Tod essas questões que o homem enfrenta de fragilidade de impermanência todos os processos biológicos que leva a envelhecimento e a morte né faz parte de uma de limitações necessárias para que esse Eu superior né que que organiza possa eh se se reconhecer né E ela fala então isso que que clud falou do do do do se examinar profundamente e e a questão toda que eu que eu queria trazer para vocês né Eh o que que quer dizer né quando a benfeitora o que que vocês acham que ela quer dizer com esse exame profundo né porque se a gente olhar pro mundo né a gente não tem tempo para se examinar né e e a vezes que a gente reflete a forma de refletir também às vezes é em relação à situações a a né e não em relação a nós mesmos Então eu queria pensar com vocês que que é exatamente esse exame profundo sério e constante que ela propõe aqui no parágrafo seguinte né O que seria para vocês isso eu posso falar guadalup que me me ocorreu né Eu penso que é olhar o que de fato é importante para mim né É é poder ter esse tempo como ela diz é um exame profundo sério e constante né do si né O que é importante para minha caminhada não para mim ego mas para mim self espírito mortal O que é importante para mim o que faz diferença né nessa minha

m exame profundo sério e constante né do si né O que é importante para minha caminhada não para mim ego mas para mim self espírito mortal O que é importante para mim o que faz diferença né nessa minha jornada né porque a gente precisa abrir mão de muitas coisas pra gente poder eh chegar a objetivos ela diz objetivos que se deve perseguir né que forma que eu devo eh vivenciar aquilo para que eu possa chegar aquilo que eu desejo né E aí acho que entra muito que a Guadalupe já trouxe entre o ter e o ser né O que é que eu preciso deixar de ter para eu poder ser em Plenitude né e eu e assim ocupar esse meu tempo eh o nosso tempo né que nós quando a gente nasce parece que aquela ampola vira assim de cabeça para baixo e a Areinha começa a cair né Cada Vez tem mas menos tempo né ocupar esse tempo de uma forma mais eh eh de uma forma assim mais eh objetiva para o nosso espírito para essa vida né do ser imortal então eu eu acho que é isso né é perseguir a felicidade esse bemestar né que a felicidade é um bem-estar mas nessa vivência do que é importante para o meu para minha jornada agora né E para ti guadalup que tu acha é eu eu acho que é uma pergunta interessante e pensando aqui me me parece complexa é uma uma resposta eh porque esse exame profundo sério constante do si enfim ele ele vai variar muito de acordo com como cada um se relaciona com a vida né mas o que que Como é que eu vejo assim eh eu acho que a gente tem que começar nesse exame profundo se percebendo enquanto Um ser espiritual encarnado aqui na terra para que a gente entenda então Eh o momento em que nós estamos né a partir daí esse comprometimento te percebendo num momento de uma vida maior ele Eu entendo que ele se dá em se comprometer com a vida como um todo isso eh vivenciando cada momento tirando eh desse momento significado e aí que que muda muito como cada um se relaciona com isso né ã mas entender que tudo que acontece acontece Para nos trazer um sentido para que a gente se Olhe eu entendo que é o caminho

o significado e aí que que muda muito como cada um se relaciona com isso né ã mas entender que tudo que acontece acontece Para nos trazer um sentido para que a gente se Olhe eu entendo que é o caminho na prática Não acho não não me parece que é fácil a gente fazer isso E aí vem os livros que também nos ajudam as mensagens então reconhece-se o bom Espírita pelo esforço que faz para domar suas um inclinações e toda noite né eu vou rever ali os meus atos e vou pensar a respeito disso tentar reformular no no dia seguinte enfim ou também a simbolicamente a frase Senhor o que que queres que eu faça no sentido de se colocar ali diante da vida para realmente viver por inteiro mas dentro daquilo que a vida traz não daquilo que o nosso ego acha que tem que acontecer para que dê certo né e a partir daí viver com com alegria com bom humor sabendo que vai ter dor e sofrimento né mas naquela questão que a gente já trabalhou quando viu Plenitude né da dor sendo necessária mas eu sofri ento daí opcional no sentido da gente perceber como que vai vivenciar aquelas situações e assim cada um de nós vai vai aprendendo a se comprometer com a vida e a se comprometer com nós e e finalizando né Gelson e Cláudia o que eu acho muito bom que também a gente já trouxe é que a mentora vai trazendo ferramentas para que a gente faça isso então ela vai trazendo ferramentas muito eh palpáveis oração visualização as leituras edificantes todo o trabalho de de conexão com a natureza Então ela traz também um leque de possibilidades para que a gente aprenda a fazer esse exame profundo né acho importante uma questão que ela traz em relação a isso que ela vai trazendo vários elementos né desse processo todo né de de busca desse conhecimento e um ponto que a ela coloca aqui eh ela propõe interrogar-se eh mais a respeito de quem é né então me parece o que que que por trás desse processo aí de exame profundo é necessário uma certa separação entre o ego e o self Então essa objetividade de reconhecer que a gente

respeito de quem é né então me parece o que que que por trás desse processo aí de exame profundo é necessário uma certa separação entre o ego e o self Então essa objetividade de reconhecer que a gente tá vivendo duas instâncias simultaneamente uma dessa consciência menor que é o ego e a outra de uma dimensão mais profunda que é o espírito que é o sel porque se a gente fica nesse eu né enquanto identidade transitória mesmo que eu me pergunte mesmo que eu me me questione mesmo que eu olhe eu não vou eh transpor né a a a dimensão daquilo que é necessário para realmente estabelecer não só o autoconhecimento mas o conhecimento daquilo que é essencial para minha vida né porque vamos pensar o marinheiro no mar né durante a noite eh não adianta ele ficar olhando para ele e e ficar questionando o que ele faz e né então e e ele tem que se guiar para algum lugar então alguma Estrela do Céu né deve ser a referência para ele poder ter um caminho uma rota segura a vencer aquele mar que não tem aparentemente direção Então para mim essa estrela é o self né então eh a gente tem que de uma criar um diálogo né me parece nesse processo de autoconhecimento que a prefitura eh propõe eh A partir dessa realidade essencial para que a gente possa contrapor né aquilo que ela os nossos comportamentos mentais nossos hábitos com os valores que que sustentam a nossa vida né gente tem que ter né porque para novos resultados novos comportamentos então né E aí eu me lembrei do James R esta fazendo uma conferência E estava num podcast E aí Perguntaram para ele o que o que o quem é que ele gostaria de de entrevistar ele entrevistar né que que é a personalidade do do planeta da terra que ele teria interesse de entrevistar e ele pensou no abram Lincoln no primeiro momento né eu pensei em Jesus em Joana em Jung né vou entrevistar cada um né Essas pessoas que são importantes pra gente né já que que é para escolher né então enquanto ele ele falava tava pensando também em quem que eu entrevistaria e aí ele falou uma coisa

evistar cada um né Essas pessoas que são importantes pra gente né já que que é para escolher né então enquanto ele ele falava tava pensando também em quem que eu entrevistaria e aí ele falou uma coisa tão interessante que depois que ele parou melhor para pensar ele se deu conta que eh depois de um certo tempo que ele meditou sobre isso que ele entrevistaria a criança interna dele né e eu achei muito interessante que ele justificou tem muita gente interessante elistar Claro nesse mundo e e tem coisas para nos dizer né Mas se eu não olhar para mim né E não me ocupar né comigo mesmo é esses elementos interessantes que tem no mundo também fic um pouco proveitoso para nós E aí ele lembrou que queria saber como é que tava a criança dele eh e e de uma certa maneira reconhecer o que ela aconteceu com ela poder entender coisas que ele não que ele não não sabia sobre ela do que ela viveu e e ela poder relatar para ele então Eh muito da história que é ele mesmo né então eu eu acho importante né Realmente como a é difícil eh a gente fazer um trabalho de percepção né Nessa proposta que ela faz também de estar vigilante né que que que envolve acima de tudo de benfeito aqui né um uma consciência do que se apresenta em nossa mente porque fal que tudo inicia na mente né então o vigiar os pensamentos os sentimentos então de uma certa maneira eh essa fonte que é a nossa própria rel espiritual onde Brota né onde verte essas forças primárias que movem a nossa vida que é o nosso mundo mental com seus pensamentos com os seus desejos comos seus sentimentos acho que esse é um ponto também bem importante aqui né para poder ir entendendo esses esquemas da qual a gente orbita e que muitas vezes a gente é Prisioneiro deles eh completando eh essa primeira pergunta que você disse Gelson de como é que a gente alcança esse exame né Eh a mentora diz assim o curso do Rio existencial desliza na direção do mar da Paz e aí eu fiquei pensando sobre isso né então o que que faz com que a gente eh nesse exame profundo né a gente

exame né Eh a mentora diz assim o curso do Rio existencial desliza na direção do mar da Paz e aí eu fiquei pensando sobre isso né então o que que faz com que a gente eh nesse exame profundo né a gente conseguir entender que o que é que nos traz essa felicidade esse bem-estar eu acho que esse indicativo de paz né quando a gente faz uma escolha decide por algo sério e e a gente é tomado daquela paz naquele momento né e e sente um alívio né porque porque a energia tá toda focada ali naquele problema né todo mundo tem esse esses problemas o gelso Tá rindo mas eh e aí a gente sente paz então esse é um é um penso que é um indicativo de que esse exame profundo ele se encaminhou numa direção adequada né que é esse afrouxar de coisas que que não não fazem mais sentido para nós né então eu queria ressaltar esse indicativo do da paz né Jesus falou eu vos deixo a paz não a paz que habita o mundo mas a paz que ele desejava para nós né a paz que ele nos ensinou então é esse esse indicativo da Paz acho muito importante e aí quando tu fala Gelson eh sobre a vigilância eh ela já traz aqui alguns sicários né se a gente volta para o o tema do do capítulo ela fala autocompaixão autopunição censura autodesvalorização inveja todos esses componentes né que maltratam muito a gente né Eh quando você fala do vigilante né então e desculpe guardalupe eu vou eu me prolongar um pouquinho só mais um bocadinho mas assim eu fico pensando que eh nessa sombra que nos habita né né nessas eh nesses registros do passado que voltam para nos assombrar né Essas sombras né de nossas vidas daquilo que fizemos né daquilo que deixamos de fazer né daquelas eh dos dramas vivenciados no passado que agora voltam se reatualiza para que a gente possa fazer diferente escolher diferente então ela traz aqui esses sicários né e a necessidade da gente se manter vigilante para isso né Tava trazendo ali da dessa paz e e eu lembrei de que é uma paz trabalhada né então diferente daquela aguinha que cria limo né é uma paz realmente de um trabalho

gente se manter vigilante para isso né Tava trazendo ali da dessa paz e e eu lembrei de que é uma paz trabalhada né então diferente daquela aguinha que cria limo né é uma paz realmente de um trabalho interno isso é importante porque para que se perca aquela visão do paraíso onde então né se se fica religiosa né Sem sem enfim lá só contemplativo não que não seja bom ter os momentos contemplativos porque a paz também vem do do serviço ao bem vem do do movimento né de de estarmos em movimento e e isso acho também muito importante porque é nesse movimento que né que que a energia circula que o mundo Eh vive pulsa agora não não lembro a a frase frase do campel Mas ele tem uma frase muito linda falando dessa orquestra né dessa música que o universo toca e que a gente querendo não dança né então a dança né da da da nossa vida enquanto seres pertencentes à criação também dança é um movimento então é uma paz que é muito diferente daquela eh que Joana Jung trazem como como algo muito pernicioso assim que é aquela Encarnação aquela vida que a gente passa sem fazer nada com medo de errar né então isso a gente precisa se responsabilizar Claro pelas pelas ações mas mas evitar essa essa paz massira que é muito diferente dessa paz que dá aquele quentinho no coração como a gente fala e aqui eu queria eh ressaltar algo que também já foi comentado né Eh eh essa questão de que tudo começa na mente e de que é aí que a gente vai conseguir então mudar esses padrões que nós vamos conseguir então Eh realmente eh nos comprometermos com a nossa Encarnação no sentido de que de de dar um Contorno para quem nós somos de de ver qual sentido tem tudo isso e como ela diz ali né Eh não dá para deixar espaço vazio né porque o espaço vazio vai nos colocar lá pro pro padrão que a gente já conhece então preencher os lugar lugares que ficarão vagos com a eliminação desses sórdidos comparsas mentais com a presença do altruísmo da Fraternidade do autoamor Então até esse movimento se tornar inconsciente no sentido de

lugar lugares que ficarão vagos com a eliminação desses sórdidos comparsas mentais com a presença do altruísmo da Fraternidade do autoamor Então até esse movimento se tornar inconsciente no sentido de inconsciente integrado e não inconsciente não reconhecido é um movimento que o ego também participa ativamente não que ele seja né o o grande Regente claro que é o self mas mas é um movimento também de Hábito né então que a Gente Se comprometa também nesse sentido de de entender que precisa uma força ali para mudar esse padrão né não vai ser nós vamos ter toda a ajuda dos mentores da espiritualidade maior mas é preciso que a gente realmente faça o movimento e Force o movimento no sentido positivo para que a gente empurre empurre empurre até que Realmente nós consigamos mudar para um padrão de de uma consciência maior de um conhecimento maior de nós mesmos apesar de uma caminhada e romper com aquele padrão que às vezes por encarnações a gente insiste em ficar porque é mais fácil às vezes reclamar né do que fazer todo esse esforço né que depois realmente traz uma paz muito grande vencida essa etapa e essa paz que falando realmente é uma inteireza né de alguém que realmente tá integrado e em comunhão consigo que a própria vida e e e é interessante que a j então propõe realmente essa Lucidez né Vamos ser lci a gente a gente não é ainda perfeito Perfeição não é ainda dessa Encarnação e e a gente vai errar ela diz reconhecer os recursos reconhecer os limites eh nem sempre a gente vai conseguir eh perceber e encontrar o caminho mas tendo essa Lucidez a gente tá vivendo a vida por inteiro no sentido de algo que realmente tá promovendo o nosso crescimento né porque muita gente né nesse processo de fugir de se mesmo tem gente que não se conhece e tem gente que além de não se conhecer foge evita n se conhecer né E aí eh a vida vai ter que realmente parar a pessoa né ou ela entra em colapso né esse vazio que que que que a j fala que tem que ser preenchido né Eh daquilo que a gente vai mudando mas que ainda não

E aí eh a vida vai ter que realmente parar a pessoa né ou ela entra em colapso né esse vazio que que que que a j fala que tem que ser preenchido né Eh daquilo que a gente vai mudando mas que ainda não tem a nossa numa nova realidade presente e nessas pessoas esse vazio se torna um sintoma às vezes até necessário que não se conhece e vão indo vai indo vai indo numa visão ilusória chega o momento né que eles não sabem para onde ir né então ou ou entre exaustão né eí Aí talvez seja o momento de começar essa essa jornada eh verdadeira de se voltar para dentro de si mas quanto tempo foi gastado né se a gente deixar paraa vida né chegar a momento que em algum momento a gente vai acordar Em algum momento a vida vai fazer um chamado ou ou algo nó vai dizer puxa realmente não dá para mais insistir por aqui porque não deu certo e a única coisa que eu tô eh que tá resultando disso é infelicidade é é dor é é falta de sentido né E e aí Realmente esse vazio exige né da nossa parte um despertar né e mas a proposta de Joan é que a gente não não faça desse movimento uma um algo que quer deixar paraa vida né que a gente possa assumir por nós mesmos esse caminho e ir preenchendo A partir dessa consciência lúcida e comprometida consigo né E aí entra também um fator importante que ela coloca a na confiança em Deus né do Poder criador né da qual todos procedemos né E aí na E aí eu acho que tem uma questão também nesse autoconhecimento que é um diálogo com Deus porque Deus fala para Deus interfere no sentido de que a presença dele tá ali no próprio movimento da vida que é justamente uma forma de dialogar conosco no sentido de revelar aquilo que eh enquanto experiência e realidade reflete a própria natureza né como po diz né aquilo que a gente foge e esconde de nós mesmos se torna destino para nós ou seja a gente não tem como evitar de desse enfrentamento então Deus eh do ponto de vista psicológico vamos dizer assim enquanto imagem enquanto força operante é eh essa possibilidade de enquanto amor e misericórdia tá tentando

evitar de desse enfrentamento então Deus eh do ponto de vista psicológico vamos dizer assim enquanto imagem enquanto força operante é eh essa possibilidade de enquanto amor e misericórdia tá tentando mostrar caminhos para nós e essa confiança em Deus é reconhecer que por mais que eu não entendo por mais que eu não compreendo aquela situação Por mais difícil que seja eu sei que vem de Deus né E claro é efeito das minhas escolhas mas vem de Deus no sentido que eh a sua criação é perfeita e Justa e suas leis operam em qualquer movimento E se eu confio então eu realmente eh vou poder parar e dizer que que eu não tô vendo aqui para mim me sentir injustiçado que que eu não tô compreendendo nesse momento que parece que isso não é justo né E aí a gente poder fazer uma crítica a esse ego que que é que é natur limitante não mas se se isso me se apresenta isso tem algum sentido né isso tem algum aprendizado isso é um é um Desafio necessário e retomar essa dimensão essencial da nossa realidade que é espiritual né Eh compreendendo que eh se eu não compreendo nesse momento o significado eh daquilo Eu compreendo que de uma certa maneira existe valores existe a o amor de Deus e aí eu posso ter um sentido que me sustenta mesmo quando tudo parece sem sentido porque às vezes a gente não vai saber exatamente Porque que as coisas se atravessam daquela maneira a gente não tem como saber tudo mas a gente tem esses conhecimentos essencial e eu tô provido desse recurso de refletir e me pautar em a partir de processos elementares Ah que o o espiritismo nos dá né no conhecimento das leis naturais Então realmente né Mesmo errando mesmo não compreendendo eu tô criando esse caminho né que deságua no mar esse caminho que vai levar essa paz que vocês colocaram que é uma paz como a a Guadalupe trouxe né é a busca dessa paz através de um trabalho é uma paz é um trabalho dinâmico né não é e não é como se confundem né numa indiferença numa né não deixar deixar acontecer né mas é é realmente esse trabalho em busca dessa

paz através de um trabalho é uma paz é um trabalho dinâmico né não é e não é como se confundem né numa indiferença numa né não deixar deixar acontecer né mas é é realmente esse trabalho em busca dessa paz dinâmica né eu me lembrei da bem-aventurança bem-aventurados os mansos e pacíficos porque dele será o reino dos céus né então o que é serm Pacífico é justamente alcançar essa paz que veio a partir de um trabalho né de escolhas de como vocês trouxeram né Eh de interiorização de reconhecimento das potencialidades de reconhecer que precisa deixar ir né enfim de todo esse caminho né de confiança como ela diz né confiança Gelson trouxe agora lembrou né dessa confiança nesse poder e encontrar um sentido para sua vida né quando a gente encontra um sentido pra nossa vida a gente tá em paz a gente tá no momento de felicidade né A felicidade é muito fugidia ela é muito passageira né É aquele sentir como um passarinho né Ai estou feliz agora né e no próximo momento a gente já tá nas ões nesse trabalho que é Guadalupe trouxe né que é um trabalho incessante por isso a benfeitora nos nos chama atenção para tudo isso e ela diz que quando a gente confia nesse poder eh isso gera harmonia e coragem pra gente enfrentar essas dificuldades que fazem parte da vida como ela trouxe né e a gente sabe que faz mesmo porque senão a gente não estaria mais nesse estágio né então nós estamos num laboratório para nos autot transformarmos né a partir de todas esses embates né psicológicos e e e e de sentimento né de Emoções né digamos assim de emoções que a gente enfrenta cada dia né então é realmente e e e ela também usa uma palavra que bastante interessante né Primeiro ela diz reconhecer se fadada ao Triunfo né né então é é inexorável como ela nos fala né e e depois insistir insistentemente reagir né Aos pensamentos inquietantes né que sempre vão nos surgir né que vão nos eh desquietar desacomodar né então são palavras são verbos muito eh incisivos né Eh que ela nos coloca é e e ali nessa mesma nesse mesmo

mentos inquietantes né que sempre vão nos surgir né que vão nos eh desquietar desacomodar né então são palavras são verbos muito eh incisivos né Eh que ela nos coloca é e e ali nessa mesma nesse mesmo parágrafo eh Leste Cláudia Mas acima ali reconhecer-se fadado o triunfo e avançar na sua busca sem pieguismo ou presunção né então isso eu acho interessante porque é é natural que a gente acabe sendo afetado pelas questões que que chegam né na vida porque é justamente para que a gente vá aprendendo então mas que a gente saiba eh eh fazer equacionar isso né sem pieguismo nem presunção então assim não é né até que a gente tenha esse trabalho não é assim nada me afeta não me afeta né mas eu consigo lidar com isso e eu vou ver qual é o sentido disso né Então a partir daí o ego fazendo essa relação com o self E aí realmente trazendo esse sentido né eh não se vitimizando nem se colocando num lugar de intocável né mas então chegou isso E agora como é que eu vou me relacionar né O que que isso quer me dizer então achei interessante também ela trazer esse contraponto né Eh porque nessas dinâmicas da vida é isso que acontece quando a gente consegue né caminhar um pouquinho né tem que olhar para elas não fingir não negar mas não ficar ali né paralisado nem um lado nem pro outro por isso que ela coloca também no final aqui Guadalupe que o autodescobrimento ele enja né humildade né de uma certa maneira a gente conhece a gente tá vai percebendo que a gente não conhece né que a né que a gente vai se Descobrindo a gente vê a nossa tamanho da nossa pequeneza diante da grandiosidade e da perfeição divina e da vida e aí a gente vai Podendo também se relacionar de maneira diferente com né como tu falaste né Eh se aceitando se pieguismo né não se lamentando diante das limitações e equívocos porque a a a proposta né desse movimento da alma é servir esses dons invisíveis que nos constituem né E a vida de uma certa maneira né a gente vê isso em vários momentos que que a juna nos coloca o próprio Jung né É um jogo de opostos a

ento da alma é servir esses dons invisíveis que nos constituem né E a vida de uma certa maneira né a gente vê isso em vários momentos que que a juna nos coloca o próprio Jung né É um jogo de opostos a mente né é desafiada nesse jogo de opostos Então tem que ter né Em alguns momentos tem de de alegria de que a vida nos brinda com eh com sensações agradáveis com elementos que são de uma certa maneira eh prazerosos em outros momentos a vida vai nos tirar da de uma certa acomodação e vai descolocar situações delicadas dor doença sofrimento morte eh perdas eh eh situações pesadas né então H há esse jogo dos oposto necessário né justamente para que a gente possa ir eh fazendo esse movimento essa dança como foi colocado em favor desse Despertar de Nossa mesa e na M vai começando a ter esse auto essa autoconsciência esse processo de autoconhecimento a gente vai reconhecendo dentro dessa proposta humilde né que a gente não sabe tudo que a gente tá aprendendo E aí a gente fica a felicidade justamente tá podendo caminhar aprendendo a servir aprendendo a se descobrir aprendendo a conhecer possibilidades novas da vida ou seja que a gente tá num grande aprendizado né e e humildade é condição para isso porque aquele que não é humilde não consegue aprender se fecha na arrogância de achar que não precisa do outro que sabe tudo então é a importância de dessa postura humilde que que Jona coloca aqui né tu vai nascendo essa consciência desculpa Claudinha só vou trazer a frase que eu ia essa consciência ligada a gratidão né de entender então toda aquela dinâmica que Em outro momento a gente vai trabalhar quando trabalhar o livro psicologia da gratidão mas eu acho tão bonita e tão importante de vibrar na gratidão e e se perceber vivendo a Vontade Divina né Eh realmente sentindo isso então mas é um é um caminho que que requer realmente comprometimento humildade eh eu ia falar Eh eu tava vibrando exatamente nisso que você falou né não trazendo a palavra gratidão mas tava vibrando assim no

as é um é um caminho que que requer realmente comprometimento humildade eh eu ia falar Eh eu tava vibrando exatamente nisso que você falou né não trazendo a palavra gratidão mas tava vibrando assim no sentido de quantas bênçãos a gente recebe né durante um dia né Nós recebemos tantas bênçãos né Tantos momentos felizes tantas proteções né né tantas com e a gente não se dá conta muitas vezes a pessoa passa ao Largo do que ela tá recebendo né dos pequenos milagres que vão acontecendo durante o dia né e a pessoa se se se atém ao que ela não tem a falta né então é importante também esse olhar de como nós temos tantas coisas boas durante o dia né Qualquer que seja aquela pessoa né né Não importa a classe social mas assim o que quer que ela tenha né Eh ela ela o que quer que ela que ela que que ela possa estar inserida onde quer que ela possa estar inserida ela recebe coisas boas mesmo que ela não se dê conta né eh e aí faz parte da gratidão mesmo né de de ser grato aquilo que tem e uma uma frase que também ficou mais para trás que eu acho importante e relacionada a tudo que nós falamos é quando ela diz que aceitarmos como parte do processo existencial em que estamos inseridos e essa é uma também uma mudança de paradigma né onde a gente se percebe no dentro desse processo todo né de construção desse mundo melhor e isso é faz muita diferença quando a gente sente pertencente a esse movimento cor cósmico né de de de de de levar o conhecimento de receber o conhecimento né Eh como nós temos feito com tantos livros A Guadalupe traz a a Maravilha quer ter um livro né nas mãos para que a gente possa beber daquelas palavras nós fazemos parte desse processo todo né Desse grande projeto né de Jesus de Joana né de todos os luminos que estiveram né de Deus e a O legal que ela encerra falando justamente no amor né nesse reconhecimento que a nossa origem é Divina então tanto esse de conhecimento nos eh nos faz reconhecer o quanto Deus nos ama que a gente não tá sozinho né desamparado né existe forças que nos

né nesse reconhecimento que a nossa origem é Divina então tanto esse de conhecimento nos eh nos faz reconhecer o quanto Deus nos ama que a gente não tá sozinho né desamparado né existe forças que nos sustentam e o pai tá ali sempre nos acompanhando nada acontece sem a sua autorização nada se move sem a sua vontade e por outro lado né Nós trazemos a a marca Divina em nós por sermos filhos do desse pai né de amor e aí ela fala que todo esse movimento de autoconhecimento dignidade humildade esse processo todo que ela vem vem relatando aqui no final do capítulo vai e possibilitar essa irradiar esse amor né dentro do próprio cé C vai se engrandecendo vai se realizando né E isso então de uma certa maneira esse autoconhecimento é o caminho do que significa verdadeiramente amar e viver em sintonia com esse amor acho bem bonita a forma como ela termina aqui o capítulo N Gente muito bem nosso estudo já tá se encerrando alguma coisa mais para finalizar né então só resta convidar todos né Cláudia e Guadalupe para continuar com nossos estudos eh lembrando então que na próximo encontro a gente tá trabalhando Capítulo 9 viciações mentais capí interessante onde vai trazer também alguns el envolvem nossas patologias emocionais espirituais entre ela a insatisfação então fica convite para estarmos juntos no próximo encontro Que Deus nos abençoe um grande abraço a todos

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