T6:E11 • O Ser Consciente • Problemas humanos (Parte 01)

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 1:01:23 245 visualizações

Reunidos mais uma vez para explorar um novo trecho do livro "O Ser Consciente", Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Cláudia Semeghini concentram seus esforços na análise da primeira parte do capítulo cinco, intitulado "Problemas Humanos". Este capítulo apresenta um título marcante e sugestivo: "Problemas Humanos: Gigantes da Alma - Ressentimento, Ciúme e Inveja". A temática abordada é de grande relevância, pois a autora espiritual Joanna de Ângelis enfatiza de maneira clara que, de alguma forma, todos enfrentamos desafios. Ao longo da obra, ela destaca em vários momentos a presença de conflitos e os desafios como elementos intrínsecos à nossa jornada evolutiva. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #problemashumanos #GigantesdaAlma

Transcrição

um grande abraço a todos que nos assistem neste momento com as bênçãos de Jesus estamos aqui mais uma vez reunidos para estudar mais um episódio da série psicológica Joana De Angeles nesse Trabalho maravilhoso que ela nos deixou e neste momento então estamos acompanhando o ser Consciente e hoje vamos trabalhar o capítulo C problemas humanos a primeira parte do Capítulo e conosco a Cláudia Guadalupe que vão estar também se ocupando e nos ajudando a pensar esses elementos que a Ben feitura nos traz bem-vindas Guadalupe Cláudia esse mais um encontro da série psicológica nesse capítulo que tem um título bastante significativo né e e sugestivo que é problemas humanos então é uma questão que que nos envolve a todos diretamente até porque a benfeitora ela é é é Clara assim no que de uma certa forma Todos nós né temos desafios né isso a vai colocar em muitos momentos da obra dela a questão do conflito do desafio da luta como inerente né A nossa caminhada evolutiva e aqui ela coloca justamente isso n aqui esses desafios ou problemas que enfrentamos fazem parte da do organograma da evolução Então temos que falar sobre isso né gente eh alguém quer trazer alguma algum elemento pra gente poder começar a pensar a partir da proposta do ttulo bem gente tudo bem é sempre uma alegria estar com vocês algo que que vai em todo esse capítulo nos nos chamando à consciência é o fato de que ela traz que o problema da criatura todos os problemas são a própria criatura né na na frase dela o problema humano portanto maior e mais urgente é a própria criatura e e a partir da aí a gente vai vendo esses comportamentos que são repetitivos e que acabam nos afastando da nossa realidade espiritual então eu gostei muito quando ela traz como gigantes da alma também se aproximando de de Mira Lopes que cunhou esse termo né Eh porque ela nos mostra que essas atitudes precisam ser vistas realmente como um problema não como algo passageiro natural do do nosso desenvolvimento é algo que a gente acaba fazendo parte mas

mo né Eh porque ela nos mostra que essas atitudes precisam ser vistas realmente como um problema não como algo passageiro natural do do nosso desenvolvimento é algo que a gente acaba fazendo parte mas que tem que combater no bom sentido e eh Então a primeira coisa que me chamou atenção foi o fato de que o problema somos nós né mas também somos a solução então ela eh novamente é amorosa e firme ao mesmo tempo eh e também eh quando a gente começa a ler que é que nós vamos fazendo aqui nós vamos vendo que isso tem muito a ver com nós não olharmos para nós dentro da nossa natureza espiritual como a gente conversou um pouco em um encontro anterior porque eles vêm de de um ego que se percebe eh ferido que se percebe em um tamanho inadequado ao que realmente deve ter né então acho que que a partir daí a gente pode conversar um pouco trazendo pro pro ser humano essa problemática Olá pessoal muito bom est aqui novamente com vocês e o que me chama a atenção e continuando nesse raciocínio da da Guadalupe é essa caminhada né a benfeitora ela usa a expressão organograma da evolução né então os Gigantes da Alma fazem parte deste organograma né desta caminhada evolutiva nossa né e Então essa expressão ela me chamou logo de na primeira frase ela me me me capturou né o organograma então a necessidade da gente ir galgando esse organograma né até que a gente chegue lá ao mundo Celeste e de fato eles são gigantes né porque eles vão tomando a gente vai ver né Eh os Gigantes da Alma que ela Traz eles vão tomando uma proporção né grandiosa né Eh na forma como a gente os vê na forma como eles se apresentam na nossa caminhada mas eles também são gigantes por porque somos humanos estamos na caminhada E aí eles são grandes também para que nos tornem grandes né A partir do momento que a gente vai enfrentando esses gigantes essa dificuldade Nossa né que ela vai trazer mais à frente que é é todo um trabalho de interrelacion momento né relacionamento com outro relacionamento conosco Então a partir do momento que a

gigantes essa dificuldade Nossa né que ela vai trazer mais à frente que é é todo um trabalho de interrelacion momento né relacionamento com outro relacionamento conosco Então a partir do momento que a gente vai lidando né com essa incompletude através apresentada através desses gigantes a gente vai alcançando uma alma gigante né quanto maiores as dificuldades né maiores as vitórias as perspectivas de vitórias nossas né então eu fiquei jogando dentro de mim com essa história do Dan grama com a história do gigante que pode nos tornar gigantes né na nossa forma sél de ver o espírito né é interessante que então tem um dentro dessa dinâmica tem todo um processo né que ela vai colocando aqui que constitui de um lado a própria formação da Consciência do espírito de outro lado desse ego né que se se reatualiza em cada identidade que a gente assume quando reencarna né então de uma certa maneira o projeto reencarnatório ele é uma cópia né Mais ou menos assim eh limitada e mas que reflete eh essa caminhada evolutiva do Espírito então nós refazemos quando reencarnamos de novo essa essa caminhada gente que se erguer novamente né se Se colocarmos no mundo e e e isso Exige uma estrutura né de consciência para poder dar conta dos processos que envolvem a vida e como espírito também a gente fazendo essa caminhada evolutiva de Despertar de consciência em busca da Autonomia e plenitude do nosso ser e nesse cam nessa nessa caminhada ela coloca então duas grandes questões que eu acho assim fundamentais da qual a psicanálise eh a psicologia uiana e demais escolas se debruçam que uma é a questão da incompletude a falta né o Freud né P coloca isso que a falta nos constitui o homem é movido pela falta nós somos seres que realmente somos incompletos né e e de outra de outro lado né ela fala do apego né da necessidade de de de desenvolver o apego como uma um sentimento centralizador né da Posse nessa tentativa justamente de preencher essa falta e a gente vê isso realmente na na na história da construção da identidade

de de desenvolver o apego como uma um sentimento centralizador né da Posse nessa tentativa justamente de preencher essa falta e a gente vê isso realmente na na na história da construção da identidade do do da do do Ego que começa lá no bebê esse bebê carente né com pouco recurso porque ele tá fragilizado em função da própria condição dele como um serzinho dependente que estabelece aquilo que chamou de narcisismo primário essa fantasia onipotente que tudo tá ali para servir ele né e e que ele quer né ser servido ele de uma ele é natural que o bebê se coloca nesse lugar de dependência e se deixar né Eh ele vai permanecer né né mesmo que haja mecanismos que ajudam a a que esse apego possa ser elaborado e ele possa ter uma necessidade né um Anseio de exploração que eh Desligue ele da figura de apego Ou seja a mãe e o pai mas se ele não for estimulado a a e ser frustrado e ser estimulado a a a a fazer essa caminhada de separação há uma tendência dele ficar nessa simbiose nessa coisa que a gente chama de incestuosa né nessa ligação emocional primária com a mãe na busca de gratificação e o que ela tá colocando aqui é o que acontece também com todos nós a nível espiritual nessa consciência limitada que é o ego né que é movido por uma falta um Anseio e esse Anseio não não deixa de ser o Anseio por Deus mas que nesse momento a gente não compreende e frente ao movimento da vida diz a benfeitora aqui né Aos desafios da da da da existência né que envolve a sobrevivência que envolve as conquistas materiais alimentação vestuário o repouso o prazer né a gente vai encontrando na projeção desses elementos né na posse disso uma eh ilusão de preenchimento Total uma busca desse preenchimento né E aí ela fala que o ego querendo ser seguro afirmando sua identidade acaba se aprendendo nisso com uma forma de segurança de controle e qualquer coisa que ameaça essa estabilidade dele né seja de maneira real ou em imaginária né gera uma sensação de desamparo ou de perda ou de fragilidade então reativa esse medo que é de novo

ntrole e qualquer coisa que ameaça essa estabilidade dele né seja de maneira real ou em imaginária né gera uma sensação de desamparo ou de perda ou de fragilidade então reativa esse medo que é de novo retomar uma falta e ou de ser desamparado ou mesmo da rejeição dessas figuras amorosas que o bebê buscou nessa primeira estágio da sua caminhada eh de Formação dessa personalidade que tá recomeçando nessa incarnação Então realmente isso é uma questão eh do da do do funcionamento do humano atualmente da nossa evolução e todos nós vamos ter que lidar com essa ferida narcísica essa noção de que a gente talvez não foi amado suficientemente ou que não foi preenchido suficientemente ou Que Tem Medo da rejeição ou que uma frustração deixou uma marca dentro de nós né e e e tudo ISO isso segundo a benfeitora vai vai gerar basicamente o quê insatisfação né E acima de tudo insegurança Então dentro dessa falta que nos constitui um dos elementos centrais psicologicamente que a gente tem que lidar é com a nossa insegurança né e a partir disso ela começa então trabalhar esse movimento que vai chegar ao gigante da Alma colocando duas posturas que geralmente a gente tem em relação a esse estado de insegurança que nos acomete não sei se você perceb como é que você percebem isso Eh você reconhece também isso que a benfa tá colocando como uma marca Nossa da nossa existência no estádio atual da nossa evolução não só do marca como extremamente infiltrativo n são padrões que quando a gente veja está vivenciando sem perceber tamanho é o momento em que todos nós de uma forma ou de outra estamos envoltos nesses problemas humanos e aí né Eh quero ouvir a A Cláudia também a respeito disso mas e aí que tá o começa o nosso problema porque nós temos essa tendência a enxergar o ciúme a inveja o ressentimento lá fora né e não perceber nó nós enquanto isso vai minando as engrenagens da nossa alma e isso provém de uma maturidade imaturidade psicológica como ela vai trazendo ali então outra questão que eu

nto lá fora né e não perceber nó nós enquanto isso vai minando as engrenagens da nossa alma e isso provém de uma maturidade imaturidade psicológica como ela vai trazendo ali então outra questão que eu vejo nesses comportamentos é o quanto eles vão se infiltrando se infiltrando devagar né a gente vai vendo no outro vai dizendo que é só quando se fala ali de de ciúme é um tempero o ressentimento Não é bem assim né a inveja ela virou branca né E quando a gente vê está perdido né afastado de si mesmo então o padrão que eu diria infiltrativo desses problemas humanos é algo também que que chama atenção n eh concordo Guadalupe e assim é sempre uma maquiagem né que o ego vai fazendo para ele não lidar com a verdade né e a verdade de que como Gelson trouxe não foi suficientemente amar né houve uma falha básica ali naquela questão amorosa afetiva né Tem existe a teoria do apego quando o bebezinho até aos 2 anos ele precisa tá precisa receber da mãe esse Aconchego né Para que ela vá apresentando o mundo de uma forma que ele vá se sentindo seguro Então pode realmente ter acontecido alguma coisa aí nesse momento em que ele não se sentiu eh plen ente seguro né nessa apresentação do mundo ele sai do mundo do ventre que é um um mundo homeostático digamos assim né E onde ele não tem desejo nenhum E aí ele vai para o mundo de fora onde é apresentado um outro mundo para ele totalmente diferente com muitos estímulos E aí ele tem que lidar com o próprio desejo com a fome com a sede com Todas aquelas eh aqueles desconfortos que lhe surgem então a mãe nesse início ela é muito importante né E pode realmente ter havido uma uma falha básica aí né as circunstâncias da vida financeiras né a dinâmica familiar onde ele nasceu enfim próprias dificuldades dele se ele trouxe alguma questão física né Eh as heranças reencarnatória que a benfeitora nos traz também isso tudo vai fazendo com que ele tenha dificuldade né Desse apego satisfatório para se lançar no mundo e aí transforma isso num apego dominador possessivo mas

natória que a benfeitora nos traz também isso tudo vai fazendo com que ele tenha dificuldade né Desse apego satisfatório para se lançar no mundo e aí transforma isso num apego dominador possessivo mas eh concordo que isso vai infiltrando na vida né no dia a dia nas relações mas a benfeitora nos traz essa dificuldade do Ego de trazer para si a responsabilidade e essa coisa da responsabilidade ela nos traz em várias obras né aquela aquela necessidade da gente se auto olhar observar né com racionalidade ela também vai usar essa palavra aqui no texto né a racionalidade né E aí quando Gelson fala que tem duas duas atitudes né Eh ela levanta as personalidades instáveis que trazem um complexo de inferioridade e ela levanta também outros temperamentos onde vai aparecer um complexo de superioridade na primeira eh eh situação as pessoas trazem para si a culpa né eu sou culpado né toca naquela coisa de da da da inferioridade do Ego não se reconhecer no seu tamanho a segunda é eh os outros são culpados então a projeção no mundo né de que a culpa é do outro da família da saúde do grupo da sociedade do destino ó vida Ó céus ó azar né E aí revela-se então complexo de superioridade mas tudo isso porque o ego não tem condição não consegue olhar para si e trazer para sua para si a responsabilidade da sua vida e aí ela vai dizendo assim os mecanismos escapistas né são os mecanismos de defesa para não enfrentamento da sua realidade né do eh é interessante porque tanto no complexo de superioridade como no complexo de inferioridade o esquema a base né que gera esse essa defesa e essa esse escape nessa fuga do Ego é o mesmo né que é o o o fantasma da insegurança Então isso que tá trazendo né Cláudia a gente tem eh essas ameaça seja do mundo do enfrentamento do mundo seja dos elementos que nós trazemos de outras vidas como tu falou né as heranças reencarnatória né conflitos internos de outras encarnações e que que se soma né eh segundo ela Justamente na na insegurança das relações interpessoais

emos de outras vidas como tu falou né as heranças reencarnatória né conflitos internos de outras encarnações e que que se soma né eh segundo ela Justamente na na insegurança das relações interpessoais que basicamente começa na relação mãe e bebê que ela falou que é natural porque as os pais não não são perfeitos né é uma a condição da vida ainda imperfeita então fatalmente Eh de uma maneira eh eh maior ou menor pode ser que tenha país negligente des humanos Mas mesmo eles não sendo né e alum momento a gente não vai ser atendido na nossa necessidade né Eh seja porque a mãe não consegue fazer uma boa leitura que qual é a dorzinha que tá lá é dor de ouvido é fome até entender né ou tem questões familiares com que se apresento que gera ansiedade interfere Ou seja é uma gama de de de situações que as cham de acidentes de percurso né né e e que para algum uns é mais difícil para outros é mais fácil então todas essas questões de dificuldade inerente a nossa realidade vai depender justamente da nossa atitude né E aí eh frente à insegurança né Tem do mundo né Nós podemos ter mais recurso espiritual interno né para poder eh se ocupar disso e e tornar isso mais leve ou a gente potencializa isso como ela fala aqui conforme a fragilidade da personalidade individual E aí a gente tem esses dois caminhos ou o complexo de inferioridade aonde a gente tá identificado com a culpa com a vergonha então problema que as coisas não dão certo sou eu ah eu fui rejeitado porque eu sou errado o mundo não me quer porque tem alguma coisa ruim dentro de mim né e que essa eh essa inferioridade já veio também de culpas do passado né então eu fujo de uma certa maneira eh assumindo e às vezes tem uma culpa defensiva né quer dizer eh eu eu tenho medo de de não ser amado então é melhor eu aceitar que eu não sou amado não porque o mundo não tem amor mas é porque eu não mereço esse mundo esse amor se eu se eu me comportar bem eh o mundo vai me amar então eu assumo nessa e essa ideia de fracasso né me inferior para est

o porque o mundo não tem amor mas é porque eu não mereço esse mundo esse amor se eu se eu me comportar bem eh o mundo vai me amar então eu assumo nessa e essa ideia de fracasso né me inferior para est nesse mundo ou um padrão mais narcisista né aonde eu sou inseguro e faço de conta que o problema é o mundo como a Claude falou né E e assumo essa postura de de projetar no a sombra no outro né desqualificar o mundo competir se colocando com numa Profa mais recepcionista mais onipotente autocentrada mais egoísta com uma forma também de esconder a minha fragilidade e a minha insegurança então tanto no complexo de superioridade como de inferioridade há uma natureza frágil que não tá conseguindo assumir isso porque todo o processo de superação do sofrimento passa por um processo de autoconhecimento e aceitação Então por eu não suportar e não saber lidar eu crio esses mecanismos né que J chama de muitas vezes perversos que representa essa imaturidade nossa ainda na forma de olhar e lidar com a realidade se me permite só para eh completar Guadalupe o raciocínio é interessante Gelson porque assim depois ela coloca no próximo eh eh parágrafo que mesmo essa pessoa tendo esse esse essa aparência de superioridade ela depois ela ela vai cair em si né ela vai se defrontar um pouquinho e ela vai trazer essa consciência de culpa como eu deveria ter feito eu poderia ter enfrentado né então assim realmente a base de fundo é esse esse esse desconhecimento do seu tamanho e e e na verdade também o enfrentamento de quem se é né porque a a consciência de culpa ela revela né Eh passado um passado né com certeza eu ia complementar que ela traz ali a frase quanto mais se valoriza o problema mais vitalidade oferece aumentando a força de ação com seus correspondentes efeitos e e o contrário também é verdadeiro quanto mais se entende que eh essas questões vêm para compor na vida para que a gente aprenda mas se vai evoluindo e trazendo maturidade a consciência isso é importante a gente lembrar porque além de toda essa

is se entende que eh essas questões vêm para compor na vida para que a gente aprenda mas se vai evoluindo e trazendo maturidade a consciência isso é importante a gente lembrar porque além de toda essa dinâmica tem a questão das energias desencarnadas que também vão seove aproveitar não é palavra mas vão ficar próximas então Volto à questão da responsabilidade para com a nossa vida para com a nossa Encarnação porque a força que nós temos é é a mesma né Para onde que a gente direciona e claro que para isso precisa daí e e como vocês trouxeram a a a humildade de de aceitar que se tem isso e a a percepção de que apesar de se ter esses problemas também se tem uma força somos filhos de Deus então toda essa questão do do autoconhecimento né mas assim como a vitalidade vai pro problema ela vai também paraa solução é e por isso que daí vem aquela frase que tu citaste né Guadalupe que o problema humano né e dependendo das condições que que se apresentam é a própria criatura né então de uma certa maneira como eu olho o mundo né Se olha o mundo como um problema tem que ser superado de uma maneira pesada difícil né como algo a ser né ou um desafio que me que me que me ajuda a compor criativamente né então eh a forma como eu lido com ess essas limitações vai justamente já revelar o o grau de compreensão de maturidade de cada um de nós né Mas independente disso né do Quanto isso vai ser mais difícil ou mais fácil segundo a nossa condição espiritual todo esse movimento tem um sentido ele não é em vão não é para para para machucar não é para punir não é porque Deus gosta de ver a gente né É Para justamente despertar nesse embate o o eu profundo né É isso que a Cláudia tá falando né para que a forçar a alma a se revelar forçar a alma a despertar e e encontrar sua força né seus recursos para poder realmente daí ir superando o desafio se realizando né enquanto espírito então é todo um um processo necessário justamente para se despertar da Alma né vamos falar um pouco do ressentimento é só queria colocar aqui

ir superando o desafio se realizando né enquanto espírito então é todo um um processo necessário justamente para se despertar da Alma né vamos falar um pouco do ressentimento é só queria colocar aqui antes né que que ela diz que ninguém permanece vivo sem enfrentamento com os problemas né então só para reforçar o quanto ela mostra que que não adianta a gente fugir dos problemas n a gente vai ter que querendo não enfrentar e ela entra daí na questão dos Gigantes da Alma né que estão realmente essas esses elementos que nos ameaçam a partir de esseo defensivo né esse ego que tá preso ainda n nesse jogo escapista e que vai se refletindo em eh como consequência nessas respostas emocionais negativas nesse padrão de comportamento mais enfermos né onde tu tá citando né agora pro o ressentimento quer falar um pouquinho sobre o ressentimento eh Posso sim Posso falar um pouquinho antes do ressentimento PR gente não entrar no ressentimento eu queria voltar um pouquinho no que essa frase que o Gelson trouxe e imediatamente antes diz assim o estado de Infância psicológica decorre da ausência de realizações evolutivas né E aí me veio aquela frase o que não mata fortalece o que não mata fortalece né enquanto como a gente tem que enfrentar mesmo as dificuldades pra gente saber o tamanho que a gente tem porque se a gente não eh eh Experimenta isso a gente não sabe né É só nessa dificuldade nas nos enfrentamentos da vida que a gente sabe eh o nosso potencial que é o que a mentora tá trazendo E aí ela vai dizendo também um pouquinho antes do que eu falei que ela vai dizendo que toda essa essa como você disse Gelson essa imersão desse eu profundo vai trazendo outras outras eh formas de nos autoconhecer né que ela vai falando da Parapsicologia ela vai falando da mediunidade então ol oo que vai abrindo se a gente sai desse lugar de Infância psicológica né o quanto quantas portas a gente pode abrir né isso que eu queria trazer antes do ressentimento quantas portas a gente pode abrir e que a gente se ficar focado

ai desse lugar de Infância psicológica né o quanto quantas portas a gente pode abrir né isso que eu queria trazer antes do ressentimento quantas portas a gente pode abrir e que a gente se ficar focado nessa menos valia né nesse ego ainda infantil né E vamos entrar nos gigantes a gente não consegue acessar essas portas grandiosas maravilhosas né é e El tem umas umas frases bonitas né esse eu real ela chama né o verdadeiro eu Essência né que é a imagem e semelhança de Deus ela faz referência essa esse Deus em germe essa consciência cósmica esse alcançar o infinito são são tipo assim elementos que diz puxa vale a pena impar né Tem arriscar né tem algo algo grandioso que nos espera né então vamos por que ficar preso no passado na dono que é pequeno se tem uma coisa que que que vem junto que é muito melhor e interessante que nos F Querer pagar o preço de tá na vida né Você me lembrou uma frase do Platão que é mais ou menos eh ele diz como como querer vi ver depois da morte se jogamos tanta vida fora Enquanto estamos vivos né eu eu não lembro exatamente a frase mas mas é isso a gente fica pensando na vida depois da morte e desperdiçando a nossa vida aqui né jogamos a nossa vida fora e e ouvindo quando a Claudinha tava trazendo às vezes parece isso eh a gente tem que cuidar porque às vezes parece que não vive é vivido né deixa fica como se fosse uma uma folha ao vento assim a a mercê das circunstâncias e e a vida arrasta né porque ela ainda bem que nos arrasta mas para que ser é arrastado assim né se a gente pode tomar consciência e ir de uma forma mais mais leve né lembrando da das moiras aí que ou nos ajudam né os de boa vontade ajudam de uma vontade arrastam então a bondade Divina tá sempre presente Porque mesmo né contra a nossa inconsciência a gente acaba sendo levado lapidado a partir do conflito e e e tudo tudo vem para que a gente não fique ali criando limo então é muito é muito bonito mesmo é muito perfeita a criação que ela nos impele né mesmo que esse esse sentimento de buscar

do conflito e e e tudo tudo vem para que a gente não fique ali criando limo então é muito é muito bonito mesmo é muito perfeita a criação que ela nos impele né mesmo que esse esse sentimento de buscar a completude de de buscar essa comunhão seja inconsciente e E se a gente se perca através desses problemas humanos nós nós vamos né Eh mais cedo ou mais tarde a gente vai vai adiante né mas é tão bom né tão mais leve no bom sentido e Alegre quando a gente realmente percebe que consegue né Cláudia como trouxestes que consegue que tem aquela força que aquilo veio eh realmente para para nos ajudar é mas infelizmente a gente não consegue eh compreender isso ainda né Guadalupe porque Justamente esse gigante da Alma que é que a grande maioria ainda vive justamente por a gente ainda a a não querer aceitar esse convite e ficar nesse ego que que tem medo da mudança que se que se se gruda de maneira rígida esses Apegos que se projeta Como diz a benfei de demasia e não quer se enfrentar né e se fecha e aí com o resultado vem todos esses elementos aí que que segundo J ainda predomina na nossa natureza né que é os quatro gigantes da Alma né porque sentimentos ciúmes a a a a inveja né que estão os que ela vai citar mais aqui né mais esses três aqui é é ela e aí ela por favor Cláudia pode he eu eu eu fui uma imagem me surgiu quando você tava dizendo né as Mouras nos ajudam nos arrastam né A vida me me veio aquela imagem da criança que tá andando de bicicleta e com medo né E aí o pai faz aí ai sai sai quer dizer a vida faz isso né de uma forma ou de outra você vai né só compartilhar essa imagem com vocês é É verdade é e Pois é eh eu acho interessante que ela pegou então do do Mira Lopes que daí traz né até o o Divaldo tem falas muito bonitas a respeito traz o medo A Ira O Amor e o dever mas ela vai nos nos mostrando que né Nós temos vários outros gigantes E aí trazendo então o o a questão do ressentimento eh eu eu penso assim pelo que eu né Já tentei entender enfim eh tem essa questão também de um de um

mostrando que né Nós temos vários outros gigantes E aí trazendo então o o a questão do ressentimento eh eu eu penso assim pelo que eu né Já tentei entender enfim eh tem essa questão também de um de um orgulho ferido ali né então é uma imagem que ao mesmo tempo é de fragilidade Mas também de uma pessoa orgulhosa e que fica ali sentindo e ressentindo sentindo e ressentindo e e sem sair do lugar nesse misto de se colocando num lugar ágil mas também com uma onipotência muito grande com orgulho muito grande eh misturado e e me parece que que quando nós né não quem mas quando nós estamos assim nesse padrão de de problema humano eh isso não é percebido né a gente se coloca num lugar assim eh de fragilidade de mas não consegue receber uma crítica né a gente já parte do princípio de que fomos vítimas né de uma grande armação da vida enfim coisas do gênero né E aquele lugar do Reizinho n que não pode ser contrariado né e e ele tem um lugar especialíssimo gson tocou no narcisismo né então esse lugar de destaque como sendo sempre a referência dessa pessoa né E aí ela vai dizendo mais embaixo né predominando a natureza animal em detrimento dos valores espirituais e éticos né então Quanto isso permeia a a vida das pessoas que estão eh se relacionando se permitindo se relacionar com esses gigantes da Alma né porque na verdade é isso é a nossa natureza animal ainda primária primitiva né de lutar né pelo melhor lugar pelo destar aqui pelo melhor quinhão pela melor melhor parte da caça né se a gente tá falando em primitivo a gente vai lá atrás né então Eh e uma grande decepção porque se julga naquele lugar especialíssimo né E a vida vem como você disse dá aquela bordoada o outro mostra que ele não é não é nada daquilo menos bem menos quase nada para você né então há uma grande decepção dessa pessoa diante da vida né JS coloca aqui né que a pessoa ressentida é uma pessoa insatisfeita né tá sempre satisfeita ela ela faz faz uma fantasia de traição que que foi traído foi traído os an infantis dela n como

da vida né JS coloca aqui né que a pessoa ressentida é uma pessoa insatisfeita né tá sempre satisfeita ela ela faz faz uma fantasia de traição que que foi traído foi traído os an infantis dela n como ela não é insegura ela el trabalhar isso dentro dela né ela eh projeta essa insegurança como uma forma de expectativa de o mundo corresponder a aos seus anseios diante dessa insatisfação interna e toda vez que ela é frustrada nisso ela fica ressentida magoada ressentida porque há uma imposição então né que o outro vai dar conta disso como se ela que o outro tivesse obrigação de compreender de atender e dar conta disso E aí ela não consegue relaxar não consegue reconhecer o limite do outro não consegue reconhecer que o outro não tem eh capacidade nem obrigação de de de de preencher essa necessidade e ela fica na dor daí né então o ressentir né tu fica preso né naquele sentimento né que foi tocado naquele momento né E aí tu não consegue esquecer fica alimentando né com raiva com amargura a pessoa se sente injustiçada perseguida ela cria o arquétipo da da vítima um padrão de vítima né E fica lá eh culpando o outro né como se o outro eh estragasse a vida dela não a a pessoa lá fez isso comigo Olha como eu tô agora né E tá tal e E aí em vez de de ficar no que é bom E assumir a parte dela ela daí fica operando em cima daquele passado né naqu naquilo que a gente chama eh na na na psicologia do sal né o cesso de sal fica salgada né fica presa cristalizada naquela experiência negativa como a mulher de Ló na Bíblia né que olhou para trás quando Deus diz para ló saia de Sodoma e Gomorra e não olha para trás e e a mulher de olhou de L olhou para trás e ela se tornou uma estátua de sal então ressentido é uma estátua de sal petrificado na sua dor e e Prisioneiro do passado se alimentando dessa ferida desse sal né e cada vez mais salgado e mais infeliz né então isso é é bem o padrão do ressentido e a vida esvaindo né é quando eu penso na na questão do do ressentido o quanto que se vê esse padrão

da desse sal né e cada vez mais salgado e mais infeliz né então isso é é bem o padrão do ressentido e a vida esvaindo né é quando eu penso na na questão do do ressentido o quanto que se vê esse padrão perpetuando e e o quanto é É frequente nós vermos nos relacionamentos familiares e e amorosos né ai eu te dei tudo né E e aí ficam às vezes anos e anos ou mãe filho né quando tem o ninho vazio mas como né Eu agora te dei tudo e tu vai embora ou como que não vai ser tal profissão enfim são são padrões muito frequentes na nossa humanidade né e não não são não é nada que fuja ao lugar comum né então é importante a gente Reconhecer essa essa armadilha na qual nós nos podemos nos colocar e é sempre uma cobrança né da da lup né É sempre essa cobrança do amor que se deu do tempo que se deu porque a doação é gratuita né ela não é cobrada né E essas pessoas ainda estão nesse padrão de cobrar né E aí ela vai trazendo um uma uma palavra que também me me capturou bastante né quando ela diz o ressentimento pode ser comparado a ferrugem nas peças da sensibilidade né transferindo-se para a organização somática porque é isso né ela vai falar aqui atrás ele se instala enraizando se no solo fértil das emoções então ele vai corroendo né ferrugem né esse ressentir né que Gelson trouxe eu não tinha parado para pensar nisso né é sentir e sentir de novo e ressentir é lamber a ferida né o tempo todo né E aí ele vai desarmonizar os delicados equipamentos né e e e vão refletindo na conduta mental moral orgânica então que dano a esse né de ficar lambendo as feridas o tempo todo né e o sol é corrosivo né Cláudia o sol sol corrói mesmo né então parece que tem essa natureza né Realmente salgada né o sal demais né o sal como tempero que gera sabedoria né o sol no tempero CDA nosso sal né como aquilo que é especial em nós mas esse excesso de subjetividade né de querer que o outro me me reconheça exesso de de Despertar pena no outro no outro por nós de gerar autocompaixão acaba a gente carregando da no sal né e ficando nesse processo

so de subjetividade né de querer que o outro me me reconheça exesso de de Despertar pena no outro no outro por nós de gerar autocompaixão acaba a gente carregando da no sal né e ficando nesse processo Como diz a Joana de de de sofrer de se colocar como vítima Vamos pro o próximo que tem ainda bastante coisa dá para falar tem os ciúmes a inveja ainda né alguém quer comentar sobre sobre o ciúme ela fala L insegurança novamente né É sempre como bano de fundo eu fico pensando a insegurança né segurança psicológica e desconfiança sistemática né então ela desconfia da própria sombra né ela não lida bem com a sua sombra essa sombra a persegue né A assusta a apavora né ela projeta no outro essa essa não essa insegurança e essa não esse não conhecimento de quem se é de fato o lugar que se ocupa né na vida dele principalmente e vem com essa questão é de posse e controle né então um ego inseguro que vai tentando controlar e e e possuir um objeto que é uma pessoa né Então realmente eh vem de uma atitude bastante bastante equivocada e bastante é perniciosa também mas de de um ego ao mesmo tempo né que quer controlar e ter o poder a posse é extremamente inseguro e imaturo do seu valor né então tenta ali se atrapalha mas com muito controle e pós domina pelo poder né é uma dominação eh de cima para baixo né não é de igual não é de relação né autor e uma vez eu eu ouvi o te ouvi né Gelson falando achei muito interessante eh porque daí tem essa questão da desconfiança então a pessoa quer criar um vínculo de confiança mas através de um vínculo de não confiança então a pessoa é é muito é muito eu não tenho contraditório né é contraditório muito contraditório Porque daí eu quero né quero confiar quero né ter ter esse vínculo E aí eu desconfio né então isso me chamou bastante atenção quando tu explicar tu vz né Guadalupe realmente como falando né os ciúmes é uma combinação de posse né de controle de posse que é a no poder com segurança porque quando não há o amor diz o o Jung entra o poder

explicar tu vz né Guadalupe realmente como falando né os ciúmes é uma combinação de posse né de controle de posse que é a no poder com segurança porque quando não há o amor diz o o Jung entra o poder então a dinâmica dele é do Poder porque ele não confia no amor é inseguro daí ele responsabiliza e toda a a segurança dele no outro né o outro que tem que garantir Não é eu que tenho que ter autoestima me valorizar diz não puxa né Não posso garantir que o outro não vai me trair não vai me rejeitar ou não vai me mas eu sei lidar com isso né mas na medida que eu não assumo né essa insegurança e e e e fico nessa posse como uma eh imposição de ser amado uma imposição Amado que eu não acredito que possa ser isso que é o problema né então eu troco o o amor pelo poder e o poder começa a ser realmente a lógica daí na medida que eu controlo né e a pessoa a pessoa tem que me dar mostra né me provar a todo momento né que que esse amor existe e eu acabo ainda não acreditando nesse amor por mais que ela faça por mais que ela seja adequada por mais que ela seja compreensiva não vai satisfazer porquea não é o outro né É sou eu né E aí Eu começo realmente a criar um um processo um mecanismo manipulador lento eh obsessivo né aprisionante do outro outro a gente não pode ter vida né em caso de ses patológicos que Joan Jes coloca que pode chegar até a loucura né Isso já é um tipo de loucura pessa começa numa uma fantasia né persecutória e a ela fica todo o tempo esperando alguma coisa um sinal né de que realmente a fantasia dela que ela não possa ser amada eh aconteça porque realmente se a pessoa não acredita que pode ser amado Em algum momento ela vai forçar algum tipo de rejeição ou traição alguma coisa que possa justificar né o tal cilme dela porque ela joga em cima disso até porque é uma vida assim é insuportável né viver a vítima dessa pessoa né Eh eh que em no qual ela diz que o ego inumado fixa o móvel da existência no desejo exorbitante né então assim é insuportável viver assim

ma vida assim é insuportável né viver a vítima dessa pessoa né Eh eh que em no qual ela diz que o ego inumado fixa o móvel da existência no desejo exorbitante né então assim é insuportável viver assim né então de fato qualquer olhar Qualquer coisa será motivo para esse essa pessoa doente né E ela vai empurrando né e ela acaba empurrando né Eh a a outra pessoa para alguma alguma forma de se manifestar que ela vai ver né Eh vai imaginar né que seja real o que ela tá fantasiando e a lógica não vai não nunca vai poder ser assim quanto mais a minha lógica é evitar o Medo da rejeição e ter todo o controle em cima disso mais enlouquecedor é porque em algum momento a gente vai se rejeitar de um jeito ou de outro Então a gente tem que aceitar sim o mundo pode não não não nos querer o mundo pode não não gostar da gente né e e tudo bem né Será que é tão difícil assim então tente conseguir aceitar que a rejeição em maior em maior menor grau é parte da dinâmica da vida né Em algum momento alguém não vai com a nossa cara ou não tem simpatia conosco ou não vai não vai poder nos garantir esse amor né e e e por que que que é tão difícil isso né então a pessoa tem que trabalhar numa loja oposta desse controle e dessa fantasia né de do Medo de que alguém possa rejeitar ou traí-la de uma certa maneira E aí eu eu fico pensando a tortura que é isso realmente né CL porque a tortura paraa pessoa e pro outro que convive com ela né É muito difícil diferente dos outros comportamentos que a gente tá conversando hoje né ressentimento após a gente recalar da Inveja esse me parece bem preocupante do ponto de vista prático digamos porque é motivo de muitos crimes né de muitos crimes passionais então Eh é realmente é algo que que se tem que ter muito cuidado e e muito trabalho e e procurar o máximo trazer consciência aqueles que que estão né Eh vivendo aí nesse nesse nesse círculo né nesse problema porque eh é uma bomba relógio né muitas vezes a gente vê pelo pelos jornais enfim não só jornais o quanto

consciência aqueles que que estão né Eh vivendo aí nesse nesse nesse círculo né nesse problema porque eh é uma bomba relógio né muitas vezes a gente vê pelo pelos jornais enfim não só jornais o quanto Realmente encarnações são interrompidas a partir de ciúmes eh doentios né eu eu diria eu ia dizer bobos porque são motivos fúteis né mas bobo nem é a palavra adequada assim de de uma doença realmente que que tá muito relacionada estreitamente relacionada com o que o Gelson trouxe que a Joana traz aqui da loucura né mas é uma loucura que que tira vidas Então tira oportunidades né É de fato né esse é o dado real né realísticas e a partir do momento que ele tá louco ele enlouquece que a Joana vai lembrar aqui né que vai construindo as resistências Morais e emocionais que terminam por ceder-lhe as forças deixando de reagir o quanto aquela pessoa vai sendo sugada submetida né a tantos enfrentamentos cotidianos né Eh intensos diários que ela vai sendo morta né Eh não efetivamente né como os feminicídios e e e demais mas como a ela vai vai matando o outro ser que que que vive com ela que compartilha né e a gente sabe que quando atravessa o portal estarão ligados né Por Um por laços terríveis né Eh e que terão que voltar novamente né então Eh é um almento assim né do conjunto né Não só daquela pessoa mas ela enlouquece quem vive com ela né O entorno a família os filhos né todos ficam muito enlouquecidos e fragilizados aterrorizados né com esses essa patologia grave aí é é e aí a importância como Jona Coloca aí no final desse item de resgatar o selfie né quer dizer essa visão que transcende o ego pro ego não fica preso nessa armadilha do transitório do do pequeno né E poder realmente ir para uma dimensão mais profunda da imortalidade Desse Amor Divino de dessa dessa desse respiro né de uma consciência que se vincula a coisa maior não a amor do mundo não a pequenez da da nossa dimensão egóica mas do amor do pai na dimensão maior da vida e assim por diante vem rompendo né e na

o né de uma consciência que se vincula a coisa maior não a amor do mundo não a pequenez da da nossa dimensão egóica mas do amor do pai na dimensão maior da vida e assim por diante vem rompendo né e na aceitação também de si mesmo e da realidade vai irrompendo com essa com esse padrão de ciúmes né mas é uma coisa muito complicada assim como a inveja também né que é o último item aqui do que ela cita também é algo muito complicado porque também a inveja ela também tem essa noção de insegurança né muito grande e ela mistura duas coisas Terríveis do ponto de vista espiritual que é o egoísmo o egocentrismo né que ela Joa coloca e orgulho então a pessoa se torna muito competitiva ela não consegue suportar que o outro possa ser melhor do que ela e ela fica a identidade dela tá presa justamente nessa falsa imagem né de grandeza de superioridade aí e e aonde o fato dela ser eh menor né Em certas situações colocam ela como eh em contato com essa com esse medo com essa fragilidade com essa pequeneza da qual ela tá aprisionada de uma certa Man maneira e faz com que ela inveje né o outro né que era o que o que ela não tem né e eu fiquei pensando numa questão que eu queria compartilhar com vocês Será que o invejoso ele pode ter aquilo que inveja e tem capacidade de ter isso ou não tem capacidade a gente consegue invejar aquilo que a gente não tem capacidade ou a gente só inveja aquilo que em alguma medida a gente pode realizar eu acho que Justamente eu fico pensando nessa última hipótese ele ele inveja aquilo que ele ainda não consegue ver de potencial dentro dele né então ele não vê essa possibilidade então ele vai e projeta no outro que se torna um espelho para que ele possa então angariar né ir atrás daquilo que ele realmente deseja e que tem potencial para isso porque todos nós temos potenciais né de alcançar o que a gente quiser né o que for bom para nós e pro coletivo mas eu acho que realmente é isso o invejoso ele não vê né ele não vê aquilo que ele tem é envía né inveja vem de envía que é justamente

ar o que a gente quiser né o que for bom para nós e pro coletivo mas eu acho que realmente é isso o invejoso ele não vê né ele não vê aquilo que ele tem é envía né inveja vem de envía que é justamente é e é uma dificuldade de ver né dificuldade questão do olhar né não reconhecer o que o que o que deseja de alguma forma né Eh eu tava pensando aqui é que a a onda mental assim o quanto vai de energia ruim né junto com com o invejoso né porque ele acaba querendo destruir aquele que tem através de de palavras e e da forma como como se porta e eu eu vejo assim que vai uma energia muito grande e aí tava lembrando também dessa questão que acho que vale a pena a gente tocar né dessa da inveja branca né que é algo que que a gente usa assim popularmente mas que que a inveja é na verdade sempre ruim o lado bom é quando a gente se percebe nesse mecanismo e consegue ver né que nós estamos preso ali que a gente tem que olhar paraa Nossa sombra pros nossos desejos paraa nossa capacidade então de correr atrás daquilo que a gente né tá invejando mas que é um é um movimento de um comportamento humano que que não é interessante nunca né Ah eu fico pensando assim que é eh Exatamente é esse não ver né e e talvez E e esse essa inveja branca né tá um passinho atrás que o passinho à frente seria Ah ele é um bom exemplo para mim né olha que exemplo bom que eu posso também seguir né Ah gostaria de seguir de ser como esse exemplo bom né então a essa inveja branca ainda tá mascarada né Eh ainda por essa inveja então a pessoa não assume né É claro que é uma forma de falar enfim né mas a gente tem que cuidar cuidar no sentido de olhar para dentro de nós quando é por que ela fala que que a inveja é resultado dessa indisciplina mental e moral que a pessoa não consegue considerar que hav vi vi né é Patrimônio Divino para todos inclusive para ela então essa inv Vídia né ou inved né quer dizer el não vê a pessoa o rejoso não vê a si mesmo né e consegue reconhecer seja o potencial e aceitar também a limitação e não e as suas

s inclusive para ela então essa inv Vídia né ou inved né quer dizer el não vê a pessoa o rejoso não vê a si mesmo né e consegue reconhecer seja o potencial e aceitar também a limitação e não e as suas conquistas as suas possibilidades né E fica daí atenta na conquista do outro né então o invejoso tem pouca percepção de si mesmo então eu diria que a inveja realmente é um obstáculo eh muito grande né ao conhecimento pessoal então E por que que ele tá olhando pro outro e não olha para si né O que que faz ele tá lá desejando que o outro tem o que o outro conquistou e não reconhecendo que talvez o que ele tenha pode ser tão mais precioso né Mesmo sendo uma coisa diferente Ou pros olhos do mundo não tão valorizados mas é real um uma falta de reflexo né do do que da sua própria condição e da possibilidade de reconhecer como Joana né que a vida é um patrimônio Divino eh para todos né Eh e também para si mas esse para si é eu poder ficar bem comigo aceitar o que eu sou e e me comprometer comigo e não querendo destruir o que o outro tem porque eu gostaria de ser o outro né ou queria queria ter o o que o outro tem e assim por diante é Joana fala assim que o o egocêntrico não saiu da infância psicológica E aí eu fiquei pensando como essa infância psicológica ela perpassa todos esses três gigantes que a mentora traz né o ressentimento eh o ciúme e a inveja mas teve uma hora GS que você tava falando e eu fiquei pensando o quanto a inveja o ciúme a inveja eles são tão mais danosos eu acho né do que o ressentimento né Eh porque eles provoca um mal no outro assim mais mais assim direto né do que o o ressentimento a minha impressão que o ressentimento você fica lambendo aquela ferida ressentindo ressentindo né voltando aquela aquela cena do crime né que para aquela pessoa é do crime várias vezes né mas o ciúme ele efetivamente provoca o mal-estar para ele mas o mal pro outro e e a inveja também né eu fiquei achando isso não sei vocês acham Mas eu achei a terrível né CL depende do grau também de

mas o ciúme ele efetivamente provoca o mal-estar para ele mas o mal pro outro e e a inveja também né eu fiquei achando isso não sei vocês acham Mas eu achei a terrível né CL depende do grau também de cada um porque tem pessoas ressentidas que fica paralisam a vida delas e ficam também numa fantasia de de vingança né ou esperando que o outro um dia se quebra para poder eh eh apaziguar o o lugar de vítima que ela se encontra bem feito pro outro né não me cumprimentou agora o mundo também bem feito queo mal com ele né então fica sentimento né então eu acho que todos eles são muito prisiones e Perigosos de uma certa forma né Depende do grau também que isso se constitui na vida de cada um né Muito bem nosso tempo já tá esgotado assim mas são questões muito complexas profundas Vale a pena ler e reler aqui e refletir né sobre esse material maravilhoso que a benfa nos coloca Lembrando que semana que vem a gente vai continuar então no capítulo CCO eh buscando trabalhar os dois itens que que tem tem no capítulo que é justamente a necessidade de de valorização né que Justamente esse movimento de superar então a insegurança e esse desvalor e os padrões de comportamento enquanto mudanças né então fica o nosso convite para continuarmos juntos no próximo semana e continuamos Esse estudo maravilhoso que a benfeitora nos proporciona Obrigado Cláudia Obrigado Guadalupe e até o próximo encontro

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