T6:E17 • O Ser Consciente • A conquista do Self (Parte 03)
No estudo do sétimo capítulo de "O Ser Consciente", Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Cláudia Semeghini analisam os últimos tópicos, que abordam o Medo e a Morte, além dos Referenciais para a Identificação do Eu. A autora espiritual inicia este capítulo destacando as dificuldades do processo de emergência do self, ressaltando que esse processo não ocorre de forma tranquila. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente #Self #Ego
alô amigos muito bem-vindos mais esse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana de Ângeles hoje conosco Guadalupe Cláudia bem-vindas esse momento especial sempre muito gostoso muito profundo e Rico para todos nós né Esse estudo que a BF nos coloca e hoje estamos trabalhando então no capítulo sete dando continuidade ao Capítulo 7 a gente vai trabalhar o item medo e morte e o último item que é referência para identificação do si eh Joana vem trabalhando né no Capítulo 7 começa com a conquista do self depois ela vai trabalhando os mecanismos de Defesa do do Ego né as fugas do Ego até chegar nesse item que é medo e morte aonde ela começa né falando né fazendo algumas colocações a em respeito a essa esse processo do emergir do self e o quanto esse processo desse desabrochado self não não se faz de maneira tão tranquila assim né ou seja é uma conquista e e e e que dentro desse processo e há todo esse diálogo ou esse movimento que tá se dando entre o ego e essa natureza mais essencial do espírito que a gente chama de self que é que é a totalidade do ser ao mesmo tempo né e eh esse jogo aonde o ego muitas vezes se vê né inseguro eh receioso jogando nesse nessa dinâmica aí das defesas das fugas e que de uma certa maneira revelam para para para pro processo desse self que também tá emergente movimentos que são fóbicos Então ela começa a falar um pouquinho dessa condição que nos pertence eh a todos mais ou menos que são nossas fragilidades nossos medos e eh o quanto nós somos invadidos por crenças percepções e estados emocionais que geram então fobi então ela começa a falar um pouquinho sobre isso então tô abrindo já para gente começar a aprofundar essa questão Guadalupe Cláudia quem quer começar comentar um pouquinho sobre isso Olá pessoal tudo bem É sempre bom mesmo estar aqui apesar de de o assunto parecer eh amedrontador na verdade é bem tranquilo Se a gente olhar justamente pela face do ser espiritual e isso Joana já vai trazendo ali quando ela fala medo
mesmo estar aqui apesar de de o assunto parecer eh amedrontador na verdade é bem tranquilo Se a gente olhar justamente pela face do ser espiritual e isso Joana já vai trazendo ali quando ela fala medo e morte vai trazendo justamente o medo como esse inimigo mórbido e a morte como um fato in ável a morte do corpo físico e nos ensinando nos mostrando que isso tudo parte de um ser que se equivoca com a sua realidade mas que tá aqui nessa escola de bênçãos Como Ela traz em outro lugar justamente para aprender Então isso é o que vai me chamando a atenção porque ela Traz essa capacidade absurda do medo de de nos tirar umas grandes oportunidades reencarnatória linca quando ela faz essa ligação com o medo da morte é que ela não fala só da morte né mas dos medos em geral o medo como esse grande eh atrapalho realmente na nossa Encarnação ela vai justamente nos mostrando o quanto a gente não percebe eh a falta de necessidade de ter medo então por que que a gente tem medo se a acredita Ser Um ser espiritual e assim ela vai trazendo mas já né passando a a palavra para Cláudia é claro que isso não é tão simples assim então a importância da gente perceber esses primeiros anos de vida e como isso acaba repercutindo no ser espiritual encarnado quando ela traz ali as questões familiares da figura materna e paterna e o quanto elas de certa maneira estão ligadas as esses padrões de medos patológicos não daquele medo instintivo que de certa forma é protetor né então acho bem bem interessante a clareza que ela vai trazendo isso oi pessoal bom est aqui com vocês novamente né Eh Guadalupe você ah trouxe uma coisa bastante interessante todas né Eh mas assim ao final você falou desse medo protetivo né e é tão interessante isso né porque assim eh qual a razão do medo eu acho que a gente precisa questionar né que Por que razão né Qual a causa desse medo que faz com que o ser humano né o espírito Imortal tenha medo né Então aí a Joana vai eh delimitando alguns fatores assim que provocam o medo né mas
nar né que Por que razão né Qual a causa desse medo que faz com que o ser humano né o espírito Imortal tenha medo né Então aí a Joana vai eh delimitando alguns fatores assim que provocam o medo né mas a gente e ela também vai tocar nesse medo protetivo né onde a gente é um indicativo que não pode avançar né que ali é um limite de enfrentamento de alguma situação né e eu eu queria ressaltar isso porque eu achei bem importante o que você trouxe e e a a no primeiro capítulo desculpa no primeiro parágrafo ela retoma o que ela falou lá no início do capítulo né que essa essa eh máscara né esses esses a evasão que o ego seutiliza os mecanismos de defesa que vão mascarando esse caminho que ele precisa seguir e precisa enfrentar né E no início do capítulo ela também fala isso né da necessidade de de você viajar para dentro de se descobrir né então o quanto nesse capítulo a mentora vem trabalhando esses mecanismos que nos afastam do Nosso propósito de vida né E o medo ele vai também eh ser um desses mecanismos né que nos afastam do que viemos né a que viemos nesta vida o que viemos enfrentar as dificuldades né E ela diz é é receoso de emergir e predominar que é a sua Fatalidade Então essa é a nossa Fatalidade né inexorável né de avançar Mas como é difícil né o medo se coloca muitas vezes como obstáculo para que a gente não avance né e muitas vezes é algo Limiar né Eh muitas vezes é uma fase transicional em que a gente precisa avançar E aí a gente recua né guardadas As Memórias a mentora vai trazer eh vários vários eh motivos né ela vai trazer o quimismo cerebral né Ou seja a química do nosso cérebro que vai nos trazer esse esses estados fóbicos ela vai trazer os conflitos vivenciados pela Mag gestante como você disse né natureza psic iica onde é que a pessoa nasceu e foi criada o ambiente né E ela traz também a anterioridade existencial do ser né então a gente vai falar mais disso Lógico né mas assim o quanto esse setores são obstáculos né são razões para que o medo se instale E que sejam
E ela traz também a anterioridade existencial do ser né então a gente vai falar mais disso Lógico né mas assim o quanto esse setores são obstáculos né são razões para que o medo se instale E que sejam obstáculos de progresso né e ao contrário de e não ao contrário de paralisação hum é interessante que a emoção é um dos Estados mais básicos do ser humano né ele a a emoção eh da da do medo o medo né ele vem junto com o despertar da consciência Aliás a Joana vai comentar né que a a a primeira forma de gerador de consciência uma das primeiras formas de gerador de consciência justamente é o medo que vem desse espanto desse homem que tá acordando para a realidade e tudo ainda muito inseguro muito impreciso tudo é muito mágico fascinante e assustador né olha imagina um serzinho que tá recém do ponto de vista espiritual né tomando forma e e sem autonomia ainda e e se começando a se relacionar então com esse universo gigantesco né aonde tem que sobreviver e tem que despertar para várias realidades simultaneamente então de uma certa maneira eh esse medo né como el esse elemento protetor que a Cláudia falou começa a ser o medo do Espanto e o medo dessa condição de fragilidade né que que de uma certa maneira nos constitui e e da qual a gente quer se proteger naturalmente por um instinto de sobrevivência né mas junto com esse medo protetor tem então Eh esse medo do desconhecido né que que que que se se junta a esse do protetor porque o desconhecido é muito assustador né já criando um condicionamento e uma familiaridade com os elementos que estão na nossa volta mesmo que neuróticos bem ou mal eu conheço essa forma de ser bem ou mal eu sei de quem que com quem eu me relaciono né Por mais difícil que seja eh essas figuras que que que eu me relaciono né mas de uma certa maneira e são elementos que eu vou internalizando como parte da minha existência da qual eu consegui né de um jeito mesmo neurótico eh estabelecer um tipo de funcionamento e mudar isso também damento né mesmo que essa mudança seja pelo melhor porque o
omo parte da minha existência da qual eu consegui né de um jeito mesmo neurótico eh estabelecer um tipo de funcionamento e mudar isso também damento né mesmo que essa mudança seja pelo melhor porque o desconhecido gera a algo da qual eu não domino não tenho controle e eu e o ego assim como o céu que tá emergindo ele ele busca referências de apoio então na medida que eu tenho que abrir mão de referências que há muito eu venho cultivando que me garante que aquilo vai ser melhor então dá uma sensação de desamparo de despersonalização de morte né ou seja de uma quebra de identidade que acaba sendo muitas vezes pavoroso pro ego e o próprio espírito que tá ali buscando se autoafirmar na sua caminhada evolutiva Então esse medo desconhecido vai est presente também né como um elemento a mais da qual o espírito tem que ir vencendo na medida que ele vai né construindo na fé e e e na vontade a força própria em si mesmo e também na própria divindade para poder aos pouquinhos ir dialogando com com esses elementos todos e se constituindo num campo mais rico de possibilidades para si mesmo né mas isso aí eh exige realmente muitas vezes não é não não se dá pela vontade nossa se dá pela própria exigência da vida que força esses movimentos E aí com o tempo eu vou me acostumando com o novo e me adaptando nova realidade então por isso que mudar e quebrar com com com ess esse ciclo de de medo acaba sendo complicado para todos nós né Tava eh te ouvindo falar e e percebendo que eu não tinha visto por esse ângulo antes Aqui Ela traz a questão da Morte como essa ocorrência inevitável e esse medo da morte como esse esse apego à transitoriedade física eh sobre isso a gente conversou bastante quando eh viu o livro Plenitude né né A questão do apego e mas eu tava ouvindo o Gelson falar e percebendo que quando fala medo e morte a gente tá também tá falando da morte desses padrões né Eh Gelson e Cláudia e como o todo o mecanismo ele ele se repete na morte do na no medo da morte do corpo físico mas
que quando fala medo e morte a gente tá também tá falando da morte desses padrões né Eh Gelson e Cláudia e como o todo o mecanismo ele ele se repete na morte do na no medo da morte do corpo físico mas repete também de uma forma até desproporcional descabida né Eh na nessas mortes desses padrões que são necessários para que se amplie a consciência para que se siga em frente e isso realmente requer toda essa entrega e esse salto no escuro né no desconhecido então a ela fala ao mesmo tempo que ela fala aqui da Morte concreta morte do corpo físico Nossa vestimenta agora tem essa questão dessa morte simbólica né muito presente e que se a gente não enfrentar né entendendo para que que serve que que vem eh compor em nosso favor também eh acaba estagnando todo um processo tão bonito de de planejamento reencarnatório enfim de de desenvolvimento do ser né mas é realmente é se sobrepõe assim todas as a gente pode falar das fases do luto enfim mas tudo sobrepõe nesses padrões neuróticos nesses padrões adoentados que a gente acaba sem perceber eh se enrolando aí entra um outro medo né que é o medo de ser descoberto também né quando a Cláudia falava que é por trás que J fala dos medos que provocam a fobia né foi citado vários medo ansiedade e medo da mãe que se transmite por feto o os pais que tem um tipo de educação muito rígida ou negligente né onde gera insegurança e confusão de valores e de de afeto as questões que que de uma certa maneira envolve né o a nossa química do cvo mas ela diz que todos os os a Gênese tá muito ligado aos Estados do passado né que são segundo ela eh despertados ou desencadeados por esses fatores que que ela se T anteriormente então esses fatores fome né psicologicamente falando eh eles são fatores importantes na na na construção dos medos mas eh para além da realidade do contexto reencarnatório né que cada um vive tem realmente o nosso passado os nossos conflitos a nossa consciência e a gente não e e o fato da gente não tá em paz com muitas vezes com
m da realidade do contexto reencarnatório né que cada um vive tem realmente o nosso passado os nossos conflitos a nossa consciência e a gente não e e o fato da gente não tá em paz com muitas vezes com ela e muitas vezes a gente acabou fugindo do confronto com a nossa consciência e conseguimos enganar a justiça do mundo mas carregamos aquilo dentro de nós então aquilo fica aquele medo né quando é que que aquilo vai emergir né então o medo também de uma certa maneira é um é um portal de chegada para um confronto inevitável que algum Em algum momento eu vou ter que que eu vou realizar e a resposta disso também em relação ao mundo que eu projeto no mundo enquanto Essa justiça e essa consciência que eh me pune né Por uma questão de culpa e então a essa relação do medo também com a culpa e com os conflitos mal resolvidos de outras vidas então tem todo esse esse fator que é fundamental no processo gerador dos dos espaços de insegurança e de medo é e ouvindo vocês falando Eu também pensei nos processos obsessivos que a mentora não traz aqui mas que tá muito ligado a essa esse medo que você trouxe né gson Eh da dos atos pretéritos né e enfim e que aqueles a quem quisemos sofrer nos descobrem né e o Espírito pode viver amedrontado né e a gente vê eh os sonhos que aparecem né os sonhos também de de de desse sentido de fuga sonhos de morte como a Guadalupe falou né a morte simbólica né vindo para eh justamente identificar que aquela identidade antiga né Precisa eh eh Morrer para Que venha uma identidade nova né eh na na vida atual né então eh São esse esse esse essas essas situações subjetivas né que que vão permeando a vida da pessoa e ela não consegue entender ela não consegue eh se questionar né o o Porque ela tá assim porque vem uma anssiedade com as respiração acelerada do que que assusta tanto né O que apavora tanto porque são essas perguntas que que ela a a pessoa vai fazer que vão fazer com que despertem respostas dentro dela né e a benfeitora diz assim o autodescobrimento
e assusta tanto né O que apavora tanto porque são essas perguntas que que ela a a pessoa vai fazer que vão fazer com que despertem respostas dentro dela né e a benfeitora diz assim o autodescobrimento é a terapia salutar para que sejam identificadas as causas geradoras e a conscientização de quais recursos a gente pode utilizar para liberação então justamente nessa as perguntas que a pessoa Vá fazendo né sobre eh eh essas aflições né que a pessoa sente é que vai fazer com que ela vá caminhando no sentido de de desdobrar aquilo né de de clarificar aquelas situações para Que ela possa entender melhor e para que ela não paralise porque a benfeitora diz o medo é inimigo mórbido né que deve ser enfrentado com naturalidade através do exercício da razão e Da Lógica essa lógica né esse logicar sendo colocado a serviço né e e e trazendo esse medo como um aliado que tá mostrando um sintoma né do que acontece né É lógico que a gente fala assim como se fosse muito fácil né e não é fácil né os a pessoa assustada amedrontada paralisada mas o movimento é esse né de dela se auto questionar porque o medo muitas vezes permeia a fantasia e não a realidade né o o a sombra tem aquela imagem né a sombra é muito maior do que a pessoa né quando se coloca a brincadeira da vela e tal né fica uma coisa grandiosa né então muitas vezes a sombra é assustadora mas se ela vai fazendo esse mergulho reconhecendo esse medo né buscando as causas aflitivas desta vida né na na nos processos psicoterapêuticos né onde se refaz o caminho de quanto foi dura aquela vida né Inicial e etc etc né ela consegue diminuir essa sombra e E dialogar né com esse fator que tanto aterroriza né muito muito bem Com certeza né e por isso que J coloca que ele realmente se torna esse inimigo mórbido que vai realmente desestruturando a personalidade problema do medo é esse ele pode vir de maneira muito sorrateira como a própria Jona falou Sutil mas ele vai eh penetrando o nosso mundo e vai se vinculando aos complexos internos né que
personalidade problema do medo é esse ele pode vir de maneira muito sorrateira como a própria Jona falou Sutil mas ele vai eh penetrando o nosso mundo e vai se vinculando aos complexos internos né que que são esses conflitos e essas imagens que a gente vai formando internamente e isso vai de uma certa forma desestabilizando a a nossa nosso estado interno vai fragmentando vai despenalizado junto com as ações obsessivas daí isso vai que eles conhecem muito bem a nossa natureza vai conseguindo penetrar mais fundo e eh cada vez mais por um processo de acolher essas mentes invasivas e ao mesmo tempo acolher também as culpas que fazem parte do nosso mundo interno isso vai se somando e provocando realmente rupturas muito graves e perigosas do ponto de vista psicológico então a importância da gente realmente lutar contra o medo né poder avaliar eh poder eh refletir sobre essa questão poder realmente compreender né O que que que tá em jogo nesses processos dinâmicos onde o medo aparece seja em relação à proposta que a joa coloca que é o autodescobrimento né ou seja e e e que a reencarnação ela coloca que é justamente esse mecanismo que oportuniza a a renovação mas ao mesmo tempo põe o confronto conosco mesmo então a a reencarnação ela é uma dobra na existência aonde eu vou colher os frutos do passado Então vai me impor um confronto com a realidade que eu fui Semeando e ao mesmo tempo é uma grande oportunidade de renovação de de mudança Então a gente tem aí né essa oportunidade o que que não é uma garantia né justamente teme confronto aí e E aí ela fala que né eu achei tão bonito isso aqui né que inscritos os código de Justiça na consciência individual representando a consciência cósmica ninguém se L estime aos imperativos se exime aos imperativos por ser fenômeno automático imediato ou seja não adianta eh a gente não pode fugir de nós mesmos não tem como evitar eh e esse de trabalho de de de confronto com os códigos internos que é justamente essa consciência cósmica e Divina dentro de
ja não adianta eh a gente não pode fugir de nós mesmos não tem como evitar eh e esse de trabalho de de de confronto com os códigos internos que é justamente essa consciência cósmica e Divina dentro de nós que sãoas leis naturais que é a nossa consciência ética né Ela é um elemento autorregulador e a própria força essencial do self movimentando esse processo de regulação e transformação E aí ela nos convoca então para a saída de os caminhos para superar o medo que é justamente o encontro com a verdade né ou seja o autodescobrimento né ela propõe então o autodescobrimento como essa terapia salutar essa abertura de reconciliação porque não é só uma questão de se culpar porque esse processo de superação do Medo envolve aceitação envolve tolerância env envolve reconciliação envolve entender os mecanismos que são são geradores desse medo para que eu possa né articular recursos para enfrentar e superando esse quadro que é tão perigoso paraa nossa vida e saúde psicológica e espiritual Achei super forte a a frase e nos traz muito a pensar quando ela diz abaixo dessa parte o pavor da Morte às vezes patológico afigura-se tão grave que a criatura se mata a fim de não aguardar a morte né e e quantos eh literalmente se matam né infelizmente mas quanto quantos vivem quantos de nós Vivem como mortos vivos nesse processo de negação ou de de medo e e e é como a Cláudia trouxe é fácil de falar mas é difícil de romper esses padrões e a única forma né Como como o Jon trouxe é a verdade né conheceis a verdade e ela vos libertará Então se vê esse mecanismo perfeito da criação que vai nos trazendo essas oportunidades mas a gente precisa de fato viver o que lê né viver o que a gente diz que acredita porque todos nós que que estamos aqui falando e e ouvindo e estudando a gente eh se apaixona pela história de Jesus Pelo amor incondicional dele pelo homem integral quando esteve aqui conosco mas como é que a gente vive isso né se a gente confia se somos espíritas espíritos espíritas se acreditamos em
ória de Jesus Pelo amor incondicional dele pelo homem integral quando esteve aqui conosco mas como é que a gente vive isso né se a gente confia se somos espíritas espíritos espíritas se acreditamos em tudo aquilo que Cristo passou e e o quanto o que que acontece nisso tudo que a gente se perde e tem medo é claro que tem a nossa humanidade a nossa fragilidade e isso já E já começa a é importante que a gente aceite isso né mas o fato é que a gente não aceita o lugar que está não aceita nosso tamanho se coloca o maior ou menor né E aí as coisas vão se complicando o que pode ser sofrido né porque tem conflito mas mas bonito né Belo e e e para frente não sendo arrastado como né como o Gelson nos trouxe Em outro momento né A questão das moiras que a gente não seja arrastado seja realmente ajudado vá vá dançando essa música que é a vida com o ritmo que nos foi dado porque é o ritmo que a gente precisa é o ritmo que se a gente não sabe dançar tem que aprender a dançar Ah mas fica essa discrepância entre o que a gente sabe fala que que acredita e e uma parte de Nós realmente acredita né mas na hora daí de viver a gente se atrapalha ainda né Eh eh vocês falaram aí também em algum momento da responsabilidade né responsabilizar-se comprometer-se com a vida o Gelson falou mais claramente e você trouxe essa alusão né então eu fiquei pensando o quanto a gente precisa ser protagonista da nossa vida né E muitos não são e muitas vezes nós em vários momentos também não somos quando somos levados pelos complexos a gente não tá como protagonista a gente tá como coadjuvante né então quanto é importante esse exercício do protagonismo né e o protagonismo protagonismo ele implica nessa responsabilidade nesse comprometimento com o nosso projeto reencarnatório né Eh a despeito de qualquer coisa né A despeito do medo que surge né a despeito da do que a Joana traz dessa herança táva do que significa a morte e o processo de morrer né Ela vem trazendo aqui os as religiões castradoras né Eh enfim o próprio
ito do medo que surge né a despeito da do que a Joana traz dessa herança táva do que significa a morte e o processo de morrer né Ela vem trazendo aqui os as religiões castradoras né Eh enfim o próprio desconhecido que Gelson trouxe né a gente sabe E ela também nos traz que a partir do momento que a gente nasce a gente já vai envelhecendo né as células vão reproduzindo mas chega em dado momento que as células morrem reproduzem mas chega em dado momento que aquele movimento já não é mais o mesmo e é o processo de envelhecimento né então assim eh o fato tá aí mas essas heranças atávicas que como você introduziu o assunto hoje Guadalupe o medo e ela a benfeitora traz o medo e a morte né atrelada a isso pra gente pensar né e e pra gente trazer um sentido de urgência né Porque a vida é urgente ela é necessária Serv vida e a gente não pode se esconder atrás desses obstáculos né atrás desses medos que nos afastam do projeto reencarnatório tá então o quanto é urgente apesar das marcas que nós já falamos marcas do início de vida marcas do passado né apesar das marcas ar típicas né do que se foi falado de morte né ao longo de todas as as gerações nós apesar disso tudo a gente precisa ter esse sentido de urgência né de se comprometer com a nossa vida porque eh é inexorável o processo de de envelhecimento e o processo de finitude da vida do corpo né E aí Voltando a falar do medo né você você bem disse né Guadalupe a gente sabe que nós somos espíritos Imortais Mas nós somos humanos né e e e a nossa humanidade a gente precisa acolher isso também né porque as pessoas ao final da vida elas vão acolhendo aos poucos essa deveriam né essa finitude né Essa humanidade de eu tenho medo mas eu confio eu tenho medo não sei é o desconhecido mas eu confio né então é um exercício assim ao longo de toda a vida e assim para para não me longar a gente também não pode esperar ao final pra gente poder fazer esse trabalho de casa todo né esse trabalho de casa toda tem que ser feito diariamente porque senão
vida e assim para para não me longar a gente também não pode esperar ao final pra gente poder fazer esse trabalho de casa todo né esse trabalho de casa toda tem que ser feito diariamente porque senão chega ao final num desespero como a gente vê algumas pessoas ainda querendo construir quando já não é mais para construir é para apaziguar é para agradecer né é para se entregar n são muitos detalhes a e isso é lugar eh posso complementar Obrigada isso é lugar comum eh daqueles que ficaram com doenças graves e que se recuperaram nas experiências de quase morte eh eh a as pessoas têm um outro sentido para sua vida sua esmagadora maioria não totalidade e percebem né que teriam feito coisas diferentes no sentido de deixar mais de lado a transitoriedade né da das questões transitórias passageiras e realmente focar na questão das relações Nas questões perenes né de de de amor e e de desenvolvimento de de relações mesmo comigo com o mundo com a natureza Então a gente tem a informação né Eh mesmo aqueles que desencarnam quando conseguem lá no final da vida refletir trazem isso que ah eu teria trabalhado menos ou eu teria né feito isso diferente mas sempre ligado à questão das relações consigo com os outros e dessas questões que ficam né O que não quer dizer que a gente não deva viver aqui o nosso dia a dia né É óbvio que trabalhar é importante eh ter dentro das suas condições né que é desejar ter isso e aquilo é da nossa natureza é da nossa humanidade a questão é que a gente passa do ponto e se perde né Mas como isso é e sem falar na na literatura espiritual de de bons espíritos contando o lado de lá então né Eh acho que não tem dúvida em relação a ao modos operante né se a gente não quer viver pela razão do coração mesmo vendo do ponto de vista racional mais duro literal é a mesma coisa né é interessante que a Então realmente reforça a ideia né que que o medo da morte é fruto da ignorância dessa realidade espiritual e de outro lado do apego né das coisas transitórias como
mesma coisa né é interessante que a Então realmente reforça a ideia né que que o medo da morte é fruto da ignorância dessa realidade espiritual e de outro lado do apego né das coisas transitórias como vocês comentaram aqui e quando eu fiquei pensando quando está lá desencarnado o grande medo é voltar paraa terra né então a gente tá lá e com medo de voltar da terra porque tem consciência do nosso compromisso do nosso passado do medo de falhar então nascer diz que é mais difícil do que morrer e envolve realmente toda essa dimensão do nível de consciência que geralmente Nem sempre mas geralmente a gente tem de reencarnar né então a gente tá E aí tem o medo da vida né daí quando a gente reencarna e começa identificar com com mundo material e se apega transitório e esquece muitas vezes o sentido maior nossa existência a gente começa a ter medo de morrer né porque na verdade tá apegado e não traz paraa consciência justamente eh de maneira mais exata mais plena Essa realidade né espiritual que é tão importante né mas eu eu me lembrei do kard quando estava conversando que ele fala que a morte é uma tragédia solitária né ele dos textos dele ch do livro das reflexões ele ele traz um relato de um adolescente que perguntar adolescente como é que ele gostaria de de que que acontecesse sua morte e o adolescente fala que queria morrer dormindo e quando acordar já estar morto né então kiger fala fala que essa é uma resposta aparentemente ingênua né Eh que que que envolve esse medo do enfrento né E ele fala Justamente que a morte é a conscientização do ser pleno né que o próprio self né na questão da existência enquanto condição que nos cabe né e que nesse momento H um momento então de eh que de tragédia de da Solidão radical porque por um lado a gente não tem uma existência eh sem ser e a gente tem um uma excia sem incerteza a gente não tem certeza exatamente de tudo que vai acontecer mesm sabendo que realidade espiritual existe mas não sei que que eu vou me deparar lá quando desencarnar né
tem um uma excia sem incerteza a gente não tem certeza exatamente de tudo que vai acontecer mesm sabendo que realidade espiritual existe mas não sei que que eu vou me deparar lá quando desencarnar né como é que vai ser e essa rel espiritual né Então nesse sentido de incerteza porque é um confronto acima de tudo com a minha consciência existe para k k uma escolha fundamental ou a fé né ou tem que confiar em algo ou o suicidio né não a fé da certeza né mas a fé paradoxal na relação oculta com Deus que se movimenta ao mesmo tempo né dentro dessa rede de eh perfeição da sua lei né da qual nós estamos envolvidos através do amor dele né então de uma certa maneira se a gente não acreditar nessa realidade espiritual se a gente não itar nessa e no amor do pai na sua justiça que é perfeita a gente acaba realmente né Eh quero fugir e aí é mais fácil apegar as coisas do mundo que são transitórias porque eu não posso não preciso pensar né mesmo que depois eu possa chorar por causa disso mas eu me engano né não vou deixa ficar aqui fazendo de conta que a minha vidinha é só isso né e e depois eu depois eu não sei né e da gente já tira isso pro lado e e só que a gente posterga né esse sofrimento e por isso que a benfeitora coloca né da importância de poder pensar e agir bem do amar e do amar-se do servir como uma forma de de ser feliz ou de se abrir pra vida né E se vincular à fonte da da da da da vida que justamente né no nosso Deus e aí criar né um campo de reflexão de meditação né paraa gente poder se Air né de recursos e vencendo acima de tudo a nós mesmos esse medo na verdade é o resultado da nossa realidade enquanto quanto ano já conquistou não né dessa caminhada então no fundo talvez maior medo que a gente tenha é de nós mesmos né gente porque né a gente eh lidar conosco nem serja é muito fácil né vai lembrando de uma de uma frase eh que né Não não vou lembrar dela para citar mas que fala que quanto maior o ego na verdade quanto maior a nossa identificação com com a estrutura egóica
to fácil né vai lembrando de uma de uma frase eh que né Não não vou lembrar dela para citar mas que fala que quanto maior o ego na verdade quanto maior a nossa identificação com com a estrutura egóica e Menor com a realidade espiritual né Eh mais fácil da gente ser atingido então a frase diz mais mais ou menos assim é doí qu talvez vocês né saibam citar mas se você né não quer ser atingido pelas Flechas né pelas flechadas da vida diminua o alvo né que é o ego então que a gente vá eh realmente relativizando essa existência porque senão uma coisinha que é pequena quando nós nos olharmos lá da nossa realidade espiritual nos atinge em cheio porque o nosso alvo de de apego é enorme né então então Eh isso também é passa até para por essa questão do agora do referenciais para identificação do si né que a gente tá indo a seguir eh que é muito isso né tem que ter esse trabalho o ego é super importante para essa relação ego self mas que a gente entenda a qual é a a função para que não seja atingido por coisas que na verdade são mínimas da vida né mas que a gente coloca um valor imenso né daí nós viramos nessa frase um alvo gigante porque qualquer coisa né vira um problema porque a gente nem sabe quem é né se acha só aquele corpinho ali aquela casa aquela é por isso que eh a gente precisa na segunda metade da vida deixar que o self Fale aqui ele veio né na primeira metade o ego é que vai se relacionando mas o ego ele não tem voz muito ativa não tem muita ocupação na segunda metade da vida ele tem que sair mais de cena e a gente tem que deixar que o esse diálogo né com o espírito Imortal o self ven a dizer né De Fato né porque aí realmente a gente vai entrando numa nova fase que vai nos dar um solo mais firme mais forte né para que a gente possa Superar as adversidades né de de uma terceira idade né as limitações próprias do corpo físico e e de todo o resto né E se defrontar com esse desconhecido que nós falamos que é o que tá para depois do portal porque a gente sabe que o espírito é imortal sabemos que temos uma
rias do corpo físico e e de todo o resto né E se defrontar com esse desconhecido que nós falamos que é o que tá para depois do portal porque a gente sabe que o espírito é imortal sabemos que temos uma vida eterna Mas de fato quando a gente atravessa o portal né O que que primeiro a gente vai olhar né enfim herdeiros de nós mes como vocês disseram o medo das nossas ações né então esse esse compartilhar com o self é importante né Eh essa identificação com o self é importante para que a gente diminua como você disse né o ego e ele se Coloque mais reservado el lógico gerindo a consciência mas deixando o papel de protagonista para o espírito né porque aí o espírito já se acomodou ao longo da vida né falou ele já não tá tão assustado no início como no início então ele já vem se acomodando né E aí ao nessa parte nessa nessa nessas últimas fases é bom que a gente deixe ele falar né E e aí a mentora disse meditação silêncio escuta né um tempo né que é muito difícil no no dia no mundo atual a gente tem um tempo de silêncio né um tempo de recolhimento para que a gente possa deixar esse ego falar né agora não é muito fácil né Cláudio até porque esse processo ele não pode ser feito de maneira agressiva né A Joana fala que essas defesas do Ego se por um lado pode ter uma acomodação e uma recusa de crescer por outro lado protege as fragilidades reais né E as imaturidades que da Qual a nossa consciência ainda pequena e pouco estruturada não ter condições de suportar frente à verdade então ela fala de um caminho né que vai aos pouquinhos se libertando e vai superando esses complexos essas fugas na medida que a gente vai também eh acrescentando elementos que vão nos dando mais autoconfiança mais coragem autoestima né então ela diz que essa verdade né que é o confronto conosco mesmo tem que ser absorvido aos poucos através da identificação dos valores reais né em relação a esse ego que a gente tá falando ali porque o ego realmente ou ele quer ser aquilo que ele não é eh como ela diz go a gente Goia de ser
poucos através da identificação dos valores reais né em relação a esse ego que a gente tá falando ali porque o ego realmente ou ele quer ser aquilo que ele não é eh como ela diz go a gente Goia de ser aquilo que a gente não é Ou faz de conta que não é aquilo que a gente carrega como sendo nós mesmos né então a né A tá sempre Ness n nessa fals ação né de fazer de conta que eu não sou aquilo que eu sou e que eu sou aquilo que eu não sou enquanto um ideal que eu almejo né e e e romper com isso né se desvestir dessa ilusão é muito doloroso me lembra uma um momento que Jung tava em crise né quando ele começou a escrever os livros vermelhos que foi a experiência interna dele no confronto com com consigo mesmo né e ele ele lembra né que quando ele entendeu a sua escuridão veio sobre ele uma morte maravilhosa e a morte se torna não ameaça mas a libertação essa morte psicológica é reveladora que que é o parto do self né do self e ele diz e meu sonho mergulhou nas profundezas dos milênios e daí ergueu-se a minha Fênix ou seja essa dimensão mais profunda e mais verdadeira que a própria natureza dele que que é a sua essência espiritual que que é o espírito que é o céu Então essa morte simbólica de padrões psicológicos eh e envolve todo um um um um trabalho né que que é um trabalho constante né que Joana vai falando assim né que que é necessário e que que que em algum momento pode gerar como ela diz aqui eh situações de muita indecisão ou de ansiedade ou de vazio né e o Jung passou por essa crise ele falou falava assim quanto nessa relação íntima com ele mesmo né Ele ele passou por angústias e confrontos e insegurança né porque justamente eh é um é um processo né que eu que eu não sou mais aquilo que eu que eu era antes aquilo não me satisfaz mais eu não me identifico mais mas eu ainda não conquistei eh de maneira plena esses Novos Valores Então eu fico nesse nessa tensão dos opostos né E até chegar numa síntese que Como diz a Joana na medida que esse self emerge daí eu vou aos
inda não conquistei eh de maneira plena esses Novos Valores Então eu fico nesse nessa tensão dos opostos né E até chegar numa síntese que Como diz a Joana na medida que esse self emerge daí eu vou aos poucos conquistando um estado de paz de plenitude de Harmonia entre o viver né e e o LB da existência espiritual e física vivendo realmente uma realidade Total como como a benfeitora propõe aqui no no capítulo né Isso é bem importante porque não adianta tentar forçar esse processo e e a gente vê quando as pessoas nós né mas enfim quando começa a estudar Joana muitas pessoas no primeiro momento ficam com uma angústia muito grande de perceber o que ela trazendo tá fazendo e se abrir todo um novo horizonte mas não conseguir colocar em prática enfim né então ela ela é muito clara que pouco a pouco isso vai mudando né O que é necessário é essa entrega essa confiança eh Porque no momento oportuno as coisas vão acontecendo e quando a gente vê né já aconteceram Então isso é muito interessante na prática e acho que algo que estuda Joana deve ter muito em mente porque se vê a gente né tem as aulas enfim que muitas pessoas a por um lado se maravilham com todas as oportunidades por outro ficam extremamente ansiosas por descobrir coisas que não tinham ideia então ela tá muito clara não calma pouco e pouco os valores reais eles vão aparecendo eles vão se sobressair né basta caminhar de forma sólida tranquila mas com prometido Isso me lembra né o Sócrates né quando ele ele propunha como a filosofar é aprender a morrer até porque pra visão socrática a a alma só podia aprender a realidade fora do corpo físico então a morte também era um tipo de de de libertação né então a filosofia também é não de ser um tipo de aprendizado e contemplação que arranca a alma do corpo mesmo tando no corpo né Eh Ou seja é um um aprendizagem ensinamento semelhante à morte então se a gente aprender a morrer todos os dias né no sentido de que a gente vai começando a ponderar o mundo e e encontrando um sentido maior né que
um um aprendizagem ensinamento semelhante à morte então se a gente aprender a morrer todos os dias né no sentido de que a gente vai começando a ponderar o mundo e e encontrando um sentido maior né que nos que transcende esse limite efêmero da existência e nos ajuda a desapegar dessa idade transitória a gente começa então realmente né Eh construir a nossa morte ou seja consir a nossa morte significa então Viver Bem Viver Bem para ter uma morte boa né porque a morte revela a nossa vida então o lado de lá vai refletir a nossa construção enquanto caminhada encarnatória do quant a gente conseguiu aproveitar do desafio e papéis e tarefas que a gente veio realizar aqui nesse mundo é e e interessante que a morte eh Viver Bem também revela como vai ser o final mesmo dessa existência né como a pessoa vai lidar com essa finitude muito próxima né porque ela vem vivendo bem vem sorvendo a vida vem refletindo vem questionando dialogando mas entregando né e vem sorvendo a vida né nas coisas boas também nos momentos agradáveis né Eh então viver se viver bem leva aquela pessoa que nos últimos instantes está apaziguada né além do porv ela estar mais segura confiante ela também ao final naquela retrospectiva né do de de toda uma vida quando a pessoa eh eh bem no finalzinho da vida vai fazendo ela tá em paz né porque ela viveu ela fez o que ela pôde ela foi até onde conseguiu ela observou os limites isso é muito bonito né quando a pessoa eh eh interioriza de que ela fez o que foi possível o que foi devido o que ela pôde né porque a mentora vai dizendo aqui desses convites da vida que vão nos distanciando que é o que a gente vem falando né ela ela fala uma frase também assim que é bastante impactante ela diz As Ilusões desse modo são comença da criatura né que se apresenta como gostaria de ser e não de acordo com o si como o Gelson trouxe né então o quanto a gente se aproximando da da da da realidade da vida como ela é das emoções das relações que Guadalupe trouxe vai fazendo com que a gente se
o de acordo com o si como o Gelson trouxe né então o quanto a gente se aproximando da da da da realidade da vida como ela é das emoções das relações que Guadalupe trouxe vai fazendo com que a gente se afaste dessas ilusões tão fugidias que que vão sendo comensais Ou seja vão comendo as nossas vidas né os nossos tempos preciosos né e a benfeitora vai dizendo assim que tem que cuidar para também não tirar essas bengalas psicológicas né porque não pode levar a pessoa a um desamparo é como aquele jogo do pega varetas né que que puxa uma vareta e né desmonta tudo não pode também tirar As Ilusões da pessoa e aí ela fala o que é preciso de respeito com o direito do outro e até nisso a gente precisa eh é aí que eu queria chegar até nisso a gente precisa ter eh eh a compaixão né de entender que que que o outro tem uma trajetória assim como o outro vê que a gente também tem uma trajetória que ele faria diferente né então esse respeito com o caminhar do outro né né para que ele não desmorone naqueles mecanismos que ele se ajeitou ao longo da vida né ela fala que justamente né que eh a gente fica imerso numa névoa né carnal então poder realmente eh romper né Cláudia com essa estagnação psí Mas com esse cuidado né de saber como fazer isso porque se tu rompe de uma maneira exagerada tu em vez de ajudar a pessoa a se transformar paralisa ela ou desestabiliza de tal maneira que ela não consegue aproveitar a caminhada dela então esse trabalho dessa verdade que é um processo que é de cada um né a gente não pode forçar isso a outro a fazer esse esse caminho né Eh a gente pode oferecer realmente elementos positivos como como ela propõe né oferecer recursos apoio esses valores reais paraa pessoa poder agregar na vida dela E aí no tempo certo ela vai despertando né vai rompendo Claro que todo esse processo de tá envolvido por isso que ela chama de eh adormecimento tóxico né de vapores que da vida material dos dos jogos de vaidade do Ego são realmente eh impeditivo paraa libertação do selfie né
processo de tá envolvido por isso que ela chama de eh adormecimento tóxico né de vapores que da vida material dos dos jogos de vaidade do Ego são realmente eh impeditivo paraa libertação do selfie né mas né é um di é um é um processo dialético né tem que começar olhar para essa realidade e essa realidade ser eh ir compondo né comigo mesmo possibilidades novas num processo eh cada vez mais elaborado né e sucessivo de transformação Claro Às vezes a vida eh se encarrega de nos jogar né frente uma situação que que é aparentemente crítica da nós né pro ego né então que nos assusta que nos coloca em sofrimento mas se a vida nos coloca é porque nós temos recursos Então se isso acontece na vida às vezes a vida vem no chacalha é porque eh Há um crédito em nosso favor né então porque às vezes a gente não não não falta habilidade às vezes falta realmente eh a vontade de mudar daí é diferente né uma coisa é a pessoa ter fragilidade incapacidade imaturidade real que possa gerar um conflito insuportável e aquele que tem recurso né mas por por por Prazer por por est inebriado né pelas questões desse mundo não quer abrir mão desse lugar então às vezes a vida tem que dar uma forçador a gente são as puxadas de tapete né que desacomoda a pessoa e ela diz e agora e agora vai ser muito melhor é só você esperar é muito bem gente eh então Claro a proposta da bitor é que a gente não adie esse processo né que a conquista do self seja realmente um momento de trazer paraa Nossa consciência né Eh nesse nessa professa de autodescobrimento né poder realmente se olhar amorosamente e eh eu diria nesse olhar amorosamente te oportunizar né que tu pode crescer que tu pode ir além que tu merece né uma vida melhor né mas tem o o compromisso e a responsabilidade que advém disso alguma coisa mais do capítulo você queram trazer para encerrar o nosso encontro de hoje eu gosto de lembrar não do capítulo mas tem que o que a mentora nos traz que que nunca é tarde e que sempre é tempo então a gente precisa mesmo é começar de
azer para encerrar o nosso encontro de hoje eu gosto de lembrar não do capítulo mas tem que o que a mentora nos traz que que nunca é tarde e que sempre é tempo então a gente precisa mesmo é começar de onde está que é o momento de agora né então acho que isso é é é importante uhum Com certeza é o que nós temos é o presente né não se torturar em relação ao futuro que não chegou nem ficar frustrado preso ao passado por questões da qual a gente tá ainda apegado e acaba muito às vezes paralisando também a nossa caminhada né então a a a vida é uma bela oportunidade e ela começa aqui e agora né ag s e Cláudia tu quer trazer mais alguma coisa é o que me ocorreu o livre arbítrio quando você tava dizendo né a precisamos olhar e a responsabilidade o compromisso né para avançar né A A Urgência E aí me veio a palavra o Liv arbítrio né o quanto a gente é realmente responsável pelas Nossas ações né ficando ou indo né as escolhas são nossas né É então o importante é isso né Fazer desse dessa liberdade de escolha né um caminho que que nos leva ao encontro né desses dessa ficar lá de valores renovados e aí se a gente tá buscando né verdadeiramente a Em algum momento a transformação vai acontecer né então se a gente viveu o processo bem vivido Não importa se o despertar é é é amanhã ou depois se a gente vai conseguir eh chegar lá eh Daqui a uma ou duas encarnações mas a gente tá no caminho né Isso que é o mais importante disso tudo né gente muito bem então com isso a gente encerra o Capítulo 7 né do ser Consciente e convidamos a estar conosco pra gente começar no próximo encontro então abordar Capítulo oito que é silêncio interior fique então na paz do nosso mestre amigo Jesus abraço a todos e até o nosso próximo encontro
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