T3:E8 • Plenitude • Caminhos para a saúde (parte 1)
Em mais um encontro desta série de estudos do livro Plenitude, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Guadalupe Amaral trabalham o capítulo oito, Caminhos para a saúde, objeto central na obra de Joanna de Ângelis, o qual nos propõe refletir sobre as quatro nobres verdades de Buda, com desdobramentos à luz do Espiritismo. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #Plenitude #saúde
meus irmãos bem-vindos e mais um encontro da série psicológica Joana De Angeles estudando o livro Plenitude hoje aqui com a Guadalupe com a Cláudia bem-vindas também Cláudia Guadalupe para trabalhar o capítulo caminhos para a saúde Esse é um capítulo Central na obra da Joana De Angeles e por isso nós vamos trabalhar em dois encontros esse capítulo já que ele propõe eh eh refletir o os as nobres verdades de buda né que começam com as quatro Nobre verdades que Joana vai de uma certa maneira desdobrando a partir também da visão espírita né que são a existência do sofrimento né Essa é a primeira Nobre verdade que Buda nos coloca depois que o sofrimento tem uma causa que basicamente é o apego eh a terceira NOB verdade é que o sofrimento um dia acaba então né ele existe ele tem uma causa mas ele pode ser eliminado e a quarta a quarta Nobre verdade é os caminhos então para superar o sofrimento e é justamente nesse oitavo Capítulo aqui o que misso para a saúde que a benfeitor vai se ocupar desses oito caminhos propostos propostos pelo budismo da qual el vai fazer uma análise psicológica espiritual e Espírita da proposta do budismo e ela realmente começa a trazer aqui eu gostaria de ver isso com com a Cláudia Guadalupe como aquele aquela que aquela sede uma provocação Inicial dizendo que claro que o sofrimento é uma via de Redenção espiritual né já que nós estamos numa fase ainda de imperfeição na busca de da Conquista moral e eh de uma certa maneira vai trazer um elemento que que ela vai dizer que é uma opção também pessoal né então eh eh o não é uma uma ação punitiva mas sim um processo de educação da qual nós de maneira consciente ou inconscientemente eh Assumimos como o caminho para nós por isso é uma opção pessoal para que a gente possa realmente eh romper né com padrões que geram para nós eh um conflitos que geram de Rota buscando assim então uma compreensão da Lei divina e um respeito a essas leis né então começando o nosso debate né até entrar nesses oito caminhos vou começar
ara nós eh um conflitos que geram de Rota buscando assim então uma compreensão da Lei divina e um respeito a essas leis né então começando o nosso debate né até entrar nesses oito caminhos vou começar a pensar de novo essa questão do sofrimento naquilo que Joana propõe pra gente começar a então elaborar esse esse esses oito caminhos para superar que são os caminhos para a saúde Olá pessoal é um prazer estarmos juntos mais uma vez reunidos né nessa reflexão importante que a Joana nos traz ela vai realmente ela vai colocando esses dois tópicos né que é uma via de Redenção e é uma opção e no capítulo anterior Ela traz algumas coisas né que agora ela começa a retomar novamente nesse desvio de Rota na importância da gente reconfigurar rota colocar o carro no eixo né Eh eh diante de tanto desrespeito às leis da vida que a gente veio praticando né então colocando uma energia onde nas coisas fúteis naquele tesouro que a a traça vai comer vai roer né E aí ela nos traz essa essas duas reflexões que você falou e e a Joana é tão tão assim eh ela é ao mesmo tempo pontua e ela é cuidadosa porque ela diz fomos nós que escolhemos esse caminho mas podemos escolher um outro caminho que é o caminho de não sofrer né e e é exatamente que ela fala né E não sofrer eu fico pensando assim responsabilizarmos por aquela nossa história aquela história que nós percorremos até aqui pelos nossos atos que a gente agora vem colhendo né as sementes plantadas e não é hora mais de chorar como uma criança infantil né num lugar de de de de Infância psicológica ela nos convoca para uma maturidade psicológica para que a gente possa se envolver se comprometer se responsabilizar E aí sim né refazer essa rota com um olhar voltado para o espírito eterno e voltado sim para que a gente possa plantar agora um porvir muito melhor né E o sofrimento Ela diz que é opcional porque depende do nosso olhar né Se a gente ficar nesse olhar de vítima como ela vem tratando em tantos né textos a gente não sai desse lugar da
r muito melhor né E o sofrimento Ela diz que é opcional porque depende do nosso olhar né Se a gente ficar nesse olhar de vítima como ela vem tratando em tantos né textos a gente não sai desse lugar da infância psicológica então a gente precisa sair desse desse olhar de vítima de comprometer e responsabilizar o outro né e voltarmos para nós aí sim ela diz que o sofrimento diminui porque a gente arregaça as mangas né e mãos à obra na construção da nossa vida e aí ela nos dá logo depois esse ensinamento dos holocaustos espontâneos né daqueles que vieram e escolheram pelo amor né no capítulo anterior no capítulo sete ela termina o o capítulo assim falando do amor né da importância do amor na construção desse caminho e do alto amor ela sempre fala disso eu vejo a tônica que ela traz na na questão da do caráter eh Educacional e não punitivo e o quanto isso ela repete por ser importante para nós para que a gente entenda que na verdade o sofrimento e a dinâmica do sofrimento eh quando a gente entende profundamente ela vem pro Progresso vem o sofrimento em favor da vida e e do espiritual e dessa autoconsciência dessa tomada de consciência e dessa oportunidade como vocês estão trazendo também de realmente sair da consciência de sono eh sair da infância espiritual e pagando preço por estar na vida mas um preço muito eh Doce muito eh justo e muito adequado porque o que a gente entende como sofrimento Na verdade são vias para que a gente consiga se desenvolver e tornar os os nossos atributos eh de fato qualidades de fato virtudes na obra divina é e é interessante pensar né que mesmo que depois esse sofrimento não seja mais necessário porque ela vai dizer que na já se iluminando e vai conquistando né esses valores espirituais depurando a nossa alma o sofrimento vai cedendo e e não sendo mais necessário mas mesmo assim né Ela diz que eh não quer dizer que a gente vai eh eh se livrar assim do sofrimento ou ou evitar o sofrimento porque ela fala que H duas exceções né quando a CL fala
o mais necessário mas mesmo assim né Ela diz que eh não quer dizer que a gente vai eh eh se livrar assim do sofrimento ou ou evitar o sofrimento porque ela fala que H duas exceções né quando a CL fala desse holocausto né da que é o sofrimento aquelas almas que ou aceitam o preço de est no mundo ainda Sombrio trevoso e acabam sofrendo para dar conta da ignorância ainda da daquela humanidade daquela realidade né ou daqueles que assumem né a o sofrimento elegem né para poder realmente ser testemunhas ensinarem a coragem como falou a benegação e com o sacrifício deles eh construíram realmente né um um uma estrada favorável para nossa conscientização Então me parece que depois que o sofrimento não serve mais para depurar me parece que que não precisa mais temer o sofrimento acima de que não é negar o fugir do sofrimento a gente até pode eh conviver com ele porque daí ele acaba tendo uma outra dimensão para nós né E aqueles espíritos ados me parece que tem uma outra relação com o sofrer não mais essa dimensão eh penosa da qual se impõe como uma forma realmente de Despertar Nossa consciência da qual de queer evitar né a gente quer evitar o sofrimento e a gente busca de uma certa maneira olhar para nós mesmos e corrigir nossos equívocos mas o sofrimento continua pode continuar fazendo parte da nossa vida tendo uma outra conotação né Eh então a gente vê realmente que as almas sublimadas acabam pagando um preço né Por Amor e assumindo muitas vezes esse esse campo de sofrimento mas com certeza isso já é uma outra forma de viver de perceber e de sentir essa realidade da dor né frente talvez a maior sofrimento para Jesus ter sido a nossa ignorância né o nosso nosso coração fechado o nosso coração ainda eh insensível ao seu ao seu chamado né ao seu convite e não as dores e limitações e e privações que ele tem que passar diante da vida né acho que a maior dor dele foi lidar com a nossa realmente ignorância né então de uma certa maneira né Eh esse caminho né da da dor é um caminho que tá aí e da qual nós temos
e passar diante da vida né acho que a maior dor dele foi lidar com a nossa realmente ignorância né então de uma certa maneira né Eh esse caminho né da da dor é um caminho que tá aí e da qual nós temos que começar a dialogar e e a Joana Então vai propor né A partir dessa dessa visão de buda esses caminhos para a saúde para superar o sofrimento e ela coloca uma coisa importante aqui no início do Capítulo que essa essa Conquista né da superação do sofrimento que que ela tá chamando de caminhos para a saúde que é a saúde integral a a conquista da Paz da Alegria interior é fruto de uma Lucidez mental então isso eu acho importante frisar aqui que me parece que todo o processo desse oito caminhos que ela vai desdobrar a partir do do da da proposta budista são caminhos de encontro e busca de Lucidez para a alma até porque eh tanta a tanto a ignorância como a iluminação se originam na mente né a nossa mente é a base de toda a realidade a gente vê isso em vários livros da doutrina espírita né como a mente cria a realidade e nossos pensamentos então de uma certa maneira determinam a o nosso destino então de uma certa maneira esses caminhos todos é justamente a busca eh de de uma Liber ação eh da da ignorância em prol de uma mente lúcida né de de uma Lucidez mental que envolve uma série de etapas e de trabalhos que a gente vai realizando para chegar nesse lugar né então eu queria ver com com vocês como é que vocês pensam essa questão que ela coloca aqui né dessa necessidade né de chegar a essa paz essa alegria I através da Lucidez mental eu acho que ela retoma também o capítulo anterior quando ela fala da libertação Ela diz que o autoconhecimento Né o encontro com esse eu profundo liberta e ela fala tá aqui dessa homeostase de psiquismo e corpo né então nós vemos que Como você mesmo disse a mente é criadora e ela adoece o corpo ou ela vai eh sublimando esse corpo e tornando ele mais Sutil Então tudo vai depender da forma como o ser humano vai direcionar o seu pensamento né vai vai
isse a mente é criadora e ela adoece o corpo ou ela vai eh sublimando esse corpo e tornando ele mais Sutil Então tudo vai depender da forma como o ser humano vai direcionar o seu pensamento né vai vai tornar-se mais equilibrado externa e internamente né o psiquismo com as demandas de fora ou não E aí vai ou comprometendo a energia Como ela mesma disse aqui né bloqueando tornando aquela energia paralisada estagnada e em e e e em alguma situação que provoca o adoecimento do corpo ou vai fazendo aquela energia correr fluidamente né pelo pelos pelos vários órgão sem comprometer nenhum essa libertação tá ao nosso dispor a partir do momento que a gente eh se coloque a serviço desse equilíbrio né a serviço do que ela do que ela diz dessa Lucidez mental uhum me vem muito essa questão da da Lucidez o o iluminar-se de de dentro para fora e o aprendizado de que aí a gente toca um tanto Nas questões do corpo das doenças do corpo que ela também traz aqui e o aprendizado de que nós somos complexos e somos espíritos porque a gente eh se não cuida isso tem essa tendência a curar o corpo sem olhar o que que aquelas doenças que chegam até nós estão querendo nos dizer né às vezes nós eh podemos nos culpar nós enfim podemos querer tirar cirurgicamente às vezes é necessário e Mas a questão é não é eh como na medicina tradicional se trata mas é olhar para dentro e ver o que que essas doenças do corpo ou da alma e todos nós temos uma e outra o que que elas vêm nos dizer vem nos ensinar que a gente entende como sofrimento Porque a partir daí também vem essa questão da da Lucidez espiritual da do entendimento de que de uma forma ou de outra são provas ou maiores ou né Eh pequenas pedras no caminho mas que vem nos ensinar e e nos ajudar nessa Lucidez em nos tornarmos essa luz interna em descobrirmos o nosso Deus interior e aí a gente passa Então por todo esse caminho da da iluminação que que e do autoconhecimento que aqui Joana eh traz através da eh do budismo né Eh conectando com com o espiritismo Então
Deus interior e aí a gente passa Então por todo esse caminho da da iluminação que que e do autoconhecimento que aqui Joana eh traz através da eh do budismo né Eh conectando com com o espiritismo Então essa Lucidez para mim Eh eu entendo muito como essa questão da tomada de consciência né e dessa necessidade da tomada de consciência não consciência de ego só mas também mas consciência como todo que nós somos né corpo espírito matéria essa tomada de consciência para mim tem a ver com isso que a Cláudia dizia né dessa fluidez né dessa dessa harmonia fluía que vai movimentando a energia de maneira em sintonia né com com a própria lei Divina porque ela vai justamente dizendo que essa lucidez vai favorecer que a gente possa eh eh eleger né de maneira adequada se posicionando e agindo de maneira correta conforme né Eh o próprio movimento natural da vida né enquanto em sintonia com essas verdades que regem a nossa existência e é interessante que quando vocês comentavam isso eu me lembrei justamente de uma de uma ideia budista que que fala que existe três tipos de de homens né três eh de homens no mundo os primeiros é como são letras escritas em pedras disz né e e e que que eles retém daí são letras entalhadas na rocha né E que facilmente retém a a o ódio né e e e e ficam eh com o pensamento irado por muito tempo depois tem o segundo tipo de homens que são como eh letras escritas na areia que sente ó ódio mas desaparece o ódio né esses pensamentos rapidamente desaparecem né e os terceiros são como eh letr escrito na água corrente que eles não não retém pensamento nenhum né Nenhum passageiro deixam o abuso e a e e as os ruídos inoportunos da Vida Passar sem se prender a ele então de uma certa maneira essa Lucidez é tu não ficar presa em permanência do mundo nas ilusões da matéria nas ilusões do Ego né que cria necessidade e que tá ligado a essa natureza eh da da causa do sofrimento que é o apego né então de uma certa maneira a necessidade de desapegar E aí tem uma questão bem
nas ilusões do Ego né que cria necessidade e que tá ligado a essa natureza eh da da causa do sofrimento que é o apego né então de uma certa maneira a necessidade de desapegar E aí tem uma questão bem importante que Joana vai trazer que a então a o que fundamenta todo esse processo que depois ela vai desdobrar nesses oito caminhos prop com Buda é o que Kardec né através da proposta do Evangelho vai nos colocar eh da importância né da síntese que ree todos esse caminho que é a caridade né Ou seja a caridade como sendo a via real para salvação e a e a aquisição da Saúde integral ou seja da superação Então desse sofrimento né a gente tem aí realmente aí né Eh de uma certa maneiraa eh eh lá no no Evangelho Segundo espiritismo e desdobrado isso em vários momentos né que com eh o Amparo e a orientação dos mensageiros justamente essa importância da caridade em nossas vidas né então eu gostaria de gente poder pensar né E qual é essa proposta de Joan gente sabe que a caridade eh eh é fundamental né E lá tá no evangelho né que sem idade não salvação e ela coloca isso aqui mas o que que isso quer dizer do ponto de vista de uma proposta de busca daa saúde integral Por que que a caridade é esse caminho né O que que a Joana coloca aqui no capítulo que Faz Gente compreender eh o sentido desse caminho que a gente eh traz tão básico e fundamental para todos nossos espíritos que é a caridade e eu eh não não necessariamente respondendo e essa pergunta mas continuando a partir daí eu achei muito lindo mesmo isso que ela colocou né Eh que a caridade é o amor na sua expressão Mais elevada para ser real exige iluminação de quem a pratica Então a partir desse desse aprimoramento Auto aprimoramento e E no momento em que a gente se conhece e vai ultrapassando Essas barreiras eh espirituais também vai conseguindo servir melhor servir de coração mais aberto e assim cada vez aprendendo melhor a amar e consequentemente melhor a a viver dentro da lei da caridade mas é um é um caminho longo e também me venho aqui a comentar com
servir de coração mais aberto e assim cada vez aprendendo melhor a amar e consequentemente melhor a a viver dentro da lei da caridade mas é um é um caminho longo e também me venho aqui a comentar com vocês que quando eu tava lendo isso aqui me lembrando o quanto eh nós por vezes corremos o risco de não respe o tempo da obra o tempo da criação e acabamos atropelando eh processos internos sejam pessoais sejam a nível mais coletivo que levam um tempo para amadurecer e e é um tempo eh que não é um tempo infértil é um tempo onde tudo também está acontecendo e ali a lei do amor e da caridade também está se dando está se apresentando está nos ensinando e e desabrochando em nós porque a gente tem semente Essa é a verdade né e o problema eh que pode ocorrer é nós acharmos que eh não temos essa capacidade E aí ficarmos parados sofrendo vitimizados ou acharmos que já estamos lá e ultrapassarmos tudo isso né do Jardim de Infância lá para pósgraduação então de novo eu volto àquilo que a Cláudia falou né da da fluidez da necessidade de conseguir transitar entre entre todas essas eh nuances que nós eh temos e que o mundo nos proporciona também essa celeridade do mundo né quando você tava falando Guadalupe da caridade do tempo né eu pensei no respeito também né com o tempo do outro com o nosso tempo e essa celeridade do mundo ela nos provoca de uma tal maneira que e a gente deixa e de prestar atenção para esse cuidado né Desse cuidado com o outro cuidado com a palavra né a caridade também se expressa assim através de como se fala né Eu acho que Joana também toca um pouco nisso né da forma como se fala do jeito de se falar a verdade que se leva mas se leva com cuidado ou não se leva né O silêncio que precisa ser praticado mais ver vees e a gente não pratica o silêncio né porque a é ação e reação Então essa reação é responder é falar e muitas vezes a pessoa se perde nesse sentido do Silêncio educativo também e compassivo né porque a caridade também fala dessa dessa compaixão com o outro né dessa
tão essa reação é responder é falar e muitas vezes a pessoa se perde nesse sentido do Silêncio educativo também e compassivo né porque a caridade também fala dessa dessa compaixão com o outro né dessa amord doação e e e Gelson lembrou né a gente falou do holocausto ele lembrou desses desses espíritos que vieram e nesse amor doação né então esse amor doação eh eh eh eh oferecendo tudo em troca de nada né oferecendo tudo em troca de nada e e quando eu li aqui Kardec né que fala dessa apresenta caridade como a via real eu fui me fui fui me lembrar dos três top né das três linhas do espiritismo né da doutrina espírita que é Ciência filosofia e religião e lá na Revista Espírita de 1868 ele fala o que é a religião ele diz assim religião no sentido filosófico de comunhão de pensamentos e sentimentos que liga os homens então não não é uma religião de um Credo mas é uma comunhão de pensamentos e sentimentos e aí ele vai falar qual é o laço que une que é a caridade então ele traz a caridade como a união de pensamentos e sentimentos entre os homos nessa doação eh fraternal Eu acho que isso diga é interessante Cláudio porque realmente você vai colocar aqui que a que a caridade ela possui um extraordinário eh uma uma um uma como conteúdo né de conteúdo emocional né ela a Joana vai colocar então isso eu acho interessante né então eh a a a caridade mobiliza uma carga de libido de energia psíquica através justamente dessa intensidade emocional pela nobreza da intenção do sentimento né então a caridade sintetiza como ação essas virtudes todas da Alma né porque tu tem que ter ser humilde para se colocar no lugar do outro tu tem que ter essa compaixão eh tu tem que realmente tolerar tu tem que aprender a suportar tu tem que aprender realmente sair de ti do teu eu e e se colocar disponível assim então de uma certa maneira a caridade realmente movimenta eh vários esforços internos vários mecanismos comportamentais resultado justamente dessa sensibilização Nossa pelo sentimento que carrega Como diz Joana um extraordinário
caridade realmente movimenta eh vários esforços internos vários mecanismos comportamentais resultado justamente dessa sensibilização Nossa pelo sentimento que carrega Como diz Joana um extraordinário eh Campo emocional uma quantidade imensa né de de de Emoções positivas né E então esse conteúdo extraordinário emocional vai de uma certa maneira né Como diz a Ben feitura dulcificar né sensibilizar movim entar as forças e potências da nossa alma e tocar a intimidade do outro romper com as defesas sensibilizar desmanchar essa defesa que faz a gente ficar muito duro né ou avesso ao outro ou estil ou achando que odeia né e na gente tá com medo a gente tá querendo ser amado e não sabe fazer o caminho de buscar esse amor então de uma certa maneira esse essa caridade vai derretendo esses padrões rígidos equivocados abrindo realmente um caminho Libertador e transformador e por isso que a caridade é tão importante nossas vidas né eu fico pensando quando você disse da caridade do efeito da caridade porque assim eh é como se na nesse exercício da caridade a gente fizesse um esforço de revelar o melhor de nós e quando a gente vela o melhor de nós a gente proporciona que toque no Melhor do outro né E é isso que você disse né dessa eh você usou uma expressão que eu não lembro mais mas você disse assim como como tocar No íntimo do outro acho que foi mais ou menos isso né então o o o exercício Libertador também para nós né porque nós nos exercitamos nessa busca do melhor de nós para que possamos provocar esse melhor no outro né é uma questão de humanização né naquilo que no sentido de humanização daquilo que é essencial em cada um de nós né Cláudia então a a CR vai nos humanizando né e nos nos tornando próximos um do outro nos reconhecendo essa humanidade essencial que essa marca Divina que nós carregamos que muas gente perde a noção e a conexão com ela então por isso que realmente ela é bem importante né e a partir disso ela vai então começar a introduzir justamente eh essa ideia né da dessa via
gamos que muas gente perde a noção e a conexão com ela então por isso que realmente ela é bem importante né e a partir disso ela vai então começar a introduzir justamente eh essa ideia né da dessa via de salvação proposta pro Buda esse oito passos né que o Budismo propõe que eu tava buscando eh pesquisar um pouquinho mais né Eu eu tenho aqui um livro chamado a doutrina de buda que é de uma Fundação eh de propagação do budismo e eles falam desses outos caminhos um pouquinho diferente do dos termos que Joana que que a Joana eh utiliza porque falam aqui então que que que a proposta dessa noa verdade que a quarta lade que é o caminho que é para superar o sofrimento que é o caminho do meio e é composto por esse oito eh oito vias que é a percepção correta o pensamento correto a fala correta o comportamento correto o meio de vida correto o o esforço correto a atenção correta e a concentração correta então is seria os as os oito caminhos para Superação do sofrimento então Joana vai começar a pensar um pouquinho essas vias né de de de salvação e ela começa com o crer retamente né que seria o que equivaleria aqui ao a percepção correta então eh ela começa a refletir nesses caminhos e e que de uma certa maneira eh ess São caminhos indispensáveis Justamente a chegar na para para essa condição iluminativa do amor né e de uma certa maneira chegar também essa condição da caridade que sintetiza justamente todas essas virtudes e é realmente o elemento fundamental para nossa iluminação E aí como começar a pensar Então esse caminho eh o que que seria para vocês eh a partirdo que a prefitura coloca o crer retamente eh e eu penso eh na questão eh a questão começa eh em nos colocarmos de novo né volta a isso a enquanto espíritos aqui e a aí eh escolher né crer retamente com a consciência de que nós estamos escolhendo eh o melhor para nós o melhor paraa evolução porque por vezes eh nós eh dizemos que cremos mas nem queremos muito aquilo que nós achamos que é o ideal para nós então ah eu falo isso
estamos escolhendo eh o melhor para nós o melhor paraa evolução porque por vezes eh nós eh dizemos que cremos mas nem queremos muito aquilo que nós achamos que é o ideal para nós então ah eu falo isso porque muitas das questões que vem pra vida a gente diz Ah eu creio em Deus eu creio que isso vai melhorar mas a gente crê da boca para fora não muda eh não faz nada para mudar né que a gente já tá entrando nos outros caminhos então eu acho que essa abertura Mental para uma mudança tem muito a ver com crer retamente e Crer eh me traz a fé em Deus e a fé humana andando lado a lado no sentido de realmente eh querer se colocar na vida querer se transformar querer se curar no caso das doenças e e saber que para isso eh nós temos que dá a nossa parte nós vamos estar sempre amparados mas crer corretamente passa pela escolha Mas pela escolha lá de self né um crer interno não um crer naqueles valores do mundo colocando nas mãos de Deus de uma forma paternalista a nossa vida né e e nessa execução depois que a gente consegue determinar e se posicionar em relação ao que que crê né ao tem que ter essa abertura espiritual para isso a você falando me veio aquela frase crer para ver e não ver para crer n então é um movimento interno né de positividade né dessa dessa dessa desse estado positivo desse olhar positivo para enfim eh acontecer a coisa né e movimentar né movimentar essa energia que vem de dentro e mobiliza o exterior e e a gente e aí a gente também não pode entrar nos outros Passos né mas é esse movimento interno que começa né que ela diz assim direcionar o pensamento de forma positiva e edificante então é esse movimento que dá largada né Para todo esse processo que ela vai nos trazer e mais adiante ela fala assim diante de todos os enfermos que o buscavam Jesus era peremptório quanto ao ato do paciente crer nele e na recuperação da saúde Então esse movimento interior né que que que não não adianta que Jesus quisesse curá-los porque ele via se havia essa predisposição para a cura e aí a gente Lembra daquela
le e na recuperação da saúde Então esse movimento interior né que que que não não adianta que Jesus quisesse curá-los porque ele via se havia essa predisposição para a cura e aí a gente Lembra daquela mulher hemorroíssa né que sangrava sangrava E ela acreditou que tocando num pedacinho das vestes do mestre ela estaria curada então movimento partiu dela E aí ele olha naquela multidão toda eu adoro essa passagem né que quando Pedro fica indignado e diz mestre como é que podemos saber quem foi que te tocou estamos nessa multidão toda e ele diz mas alguém me tocou alguém me Tocou né então ele sabia que era mulher os e ela foi curada naquele momento Então ela teve esse movimento de dar largada ela foi ao encontro do mestre né E é isso que a gente precisa fazer né a gente precisa ir ao encontro dele para que a gente possa se beneficiar dessa dessa cura né dessa transformação do que quer que a gente deseja né CTO a questão da crença ela é é muito importante porque a crença equivale à construção né de uma realidade né seja essa realidade em cima de uma fantasia que a gente faz né naquilo que a gente coloca a as nossas bases de sustentação né que todos nós temos crenças né crenças na vida que a vida é assim o assado crianças eh que se que são fundamentais de crer que existe uma justiça a gente crê que a polícia vai nos proteger a gente crê que eh a amanhã vai ser o próximo dia da semana a gente crê que então tem uma organização um sistema que organizam a nossa vida seja culturalmente seja naturalmente então a crença constrói uma visão de mundo e uma visão de homem Né que da qual a gente se situa e da qual todos nós não podemos fugir e e por isso que talvez a a a no budismo ess esse crer retamente é entendido como uma percepção correta também né eu fiquei pensando Qual é a relação da percepção correta com o crer retamente que a Joana coloca aqui no capítulo né até porque a proposta do Espiritismo é uma fé raciocinada ou seja não é uma crença pela crença essa crença correta né Essa crença reta ela exige
o crer retamente que a Joana coloca aqui no capítulo né até porque a proposta do Espiritismo é uma fé raciocinada ou seja não é uma crença pela crença essa crença correta né Essa crença reta ela exige uma compreensão da realidade e compreensão que tem que sustentar justamente no confronto com essa própria realidade e vê até que ponto a nossa fé não uma fé fanática ignorante uma crença ilusório e assim por diante então de uma certa maneira essa criança também fala de uma percepção correta ou seja se a gente não percebe corretamente a realidade como é que a gente vai se situar no mundo como é que a gente vai poder perceber aquilo que é realmente passível de ser algo que nos sustente e daquilo que a gente tem que realmente evitar na nossa vida então me parece que que essa crença correta eh envolve realmente uma percepção correta naquela ideia que a própria J coloca na introdução do ser consciente que o ser consciente não se culpa nem se desculpa né não se e não se julga também né mas ele se descobre né ele começa a prestar atenção em si mesmo né Eh naquela ideia que a guadal colocava que desse caminho de tomada de consciência de nós mesmos nossa vida interior então de uma certa maneira para mim essa crença correta começa justamente numa tomada de consciência que é Vamos enxergar verdadeiramente a realidade Quem somos nós né O que que a vida nos apresenta então de uma certa maneira em psicologia né Tem uma uma frase né uma uma proposta de uma uma das linhas de Psicologia junguiana que é arquetípica que diz começa da onde você está ou seja a importância da de tomar consciência da nossa realidade e não ficar nem preso ao passado nem fugindo de si mesmo no Anseio infantil ou eh ilusório do de um futuro que ainda não chegou né então esse começa Onde está exige um se situar né quando a gente tá perdido e numa cidade que eu não conheço né como é que eu vou poder fazer um caminho de reencontrar e recuperar de novo a o meu movimento né se eu tô perdido então o que que a gente faz a
o a gente tá perdido e numa cidade que eu não conheço né como é que eu vou poder fazer um caminho de reencontrar e recuperar de novo a o meu movimento né se eu tô perdido então o que que a gente faz a gente se situa né então a gente vai buscar referências para para organizar nossa vida e a partir disso começar então dar os passos necessários a poder ter autonomia novamente que eu perdi naquele momento onde eu tô confuso então eu posso dizer assim puxa eu tô numa esquina nessa esquina tem uma farmácia ou ali à direita eu vejo um uma praça né daí eu vou ligar pra pessoa olha eu tô aqui tem isso tem aquilo então eu tenho que me situar Então essa percepção correta é uma é é próprio desse caminho de Lucidez que a benfeitora tá colocando e de uma crença daí reta também que se se que se constitui justamente nessa capacidade de percepção né profunda da realidade que essa criança seja fundamentada né num sentido que se sustente realmente e não essa as crenças que a gente vê aí né que leva ao extremismo ao fundamentalismo a reações reativas completamente enfundado né completamente movidas por uma atrapalhação emocional por um transtorno do que propriamente de uma crença eh que sustenta e que realmente possa ser uma criança como propõe aqui eh que faculte uma visão otimista E adequada da vida então a j fala que que essa criança tem que facultar uma visão positiva da vida que nos enriqueça de motivações que não nos perturbe né que saiba esperar que sabe encaminhar o o movimento Então essa crença é fruto realmente de uma percepção lúcida e bem construída da nossa própria realidade seja interna seja externa então eu acho bem interessante eh Essa visão né que o Budismo coloca da percepção correta e ao mesmo tempo da visão Da benfeitor da crença reta né Eh para que a gente possa começar esse caminho né de superação do sofrimento né Eu não sei se vocês querem falar mais alguma coisa em relação a a esse elemento aí que é o primeiro aspecto dos oito caminhos ou qu retamente Ou a gente pode passar pro
é de superação do sofrimento né Eu não sei se vocês querem falar mais alguma coisa em relação a a esse elemento aí que é o primeiro aspecto dos oito caminhos ou qu retamente Ou a gente pode passar pro segundo momento eu queria aproveitar essa percepção que você trouxe aí para falar do que ela menciona aqui de Cristóvão Colombo né e e toda essa percepção do espírito que que Guadalupe trouxe né essa percepção dessa verdade né dessa crença e E aí colocar em ação e aí move o mundo Move as pessoas né e Acontece muito isso né quando a gente acredita em um projeto acredita em alguma coisa e a coisa vai se constelando né E aí surge alguém que traz aquela ideia e a gente fala Puxa mas eu tava pensando nisso mesmo né aí vem o outro que proporciona eh uma outra forma né e a coisa vai tomando corpo né justamente porque vai movimentando e Joana fala isso e ela toca aqui na na na na na física das partículas alimentares porque esse crer movimenta o mundo né movimenta o mundo de forma produtiva favorável né é o desejo né que seja produtivo que às vezes o crer é indevido né Mas é interessante Justamente esse exemplo que tu coloca que ela cita do cristof Colombo como se ele lembrasse né Eh a fala que que ele já já trazia uma recordação psíquica dessas terras desconhecidas então ele tinha a percepção né Eh E então essa crença é uma percepção interna né uma uma confiança de uma realidade que ele percebia e que mesmo que não conseguia sustentar isso de uma maneira eh coerente para aquela época e é isso movia ele né de uma certa maneira mesmo ironizado e estimulado ele seguiu em frente nessa eh compreensão a gente pode dizer até assim né Eh que envolve essa crença essa percepção e assim sustentar e insistir nesse objetivo até chegar nessa na realidade que é justamente eh a descoberta da América né então isso é bem interessante né Cláudia e aí aí realmente eh se coloca esse segundo movimento aí que tu trouxe que esse crer retamente conduz ao querer retamente né ao desejo enquanto um querer né que a
ão isso é bem interessante né Cláudia e aí aí realmente eh se coloca esse segundo movimento aí que tu trouxe que esse crer retamente conduz ao querer retamente né ao desejo enquanto um querer né que a própria Guadalupe citou também antes a questão do querer então o segundo caminho dos oito caminhos para superar o sofrimento é o é o querer retamente e e realmente né quanto o nosso desejo ele é uma força viva e maravilhosa mas ele é uma fonte de de de desgraças também né de de equívocos de eh sofrimento de Ilusões e de uma série de de dificuldades que a gente vai se enrolando a partir Desses desse querer né Eh equivocado que que move nossas vidaas Então como é que a gente pode começar a pensar esse querer adequado esse querer correto esse esse querer retamente que a vitora traz aqui como segunda via dos oito caminhos pode falar eh é eh complementando né aquela essa essa questão do querer eh tem muito a ver com a a nossa capacidade de manter a conexão nos mantermos no nosso eixo eh a conexão com o criador para de fato como a gente tá falando aqui eh entender o que que nós eh eh aonde nós devemos colocar né os nossos valores eh e e a partir daí a vida vai nos trazendo várias questões pra gente olhar e e daí de novo me vem o querer como essa abertura pra vida que é uma grande aventura e que a partir do que da das questões que nos vem a gente vai entendendo H como usar a as paixões o desejo que são atributos né E que podem ser enfim aqui eu tô usando como atributos né já me corrige aí se mas assim que bem direcionados eles fazem eh grandes obras eles nos impulsionam eles nos movem enquanto energia espiritual mas que se entendidos de forma equivocada eles também podem causar eh um grande estrago um grande comprometimento Desnecessário né então a forma como a gente movimenta esse querer a forma como a gente movimenta toda essa energia que no final das contas é a energia espiritual eh tem muito a ver com a a retidão né com o comprometimento com a vida espiritual comprometimento
querer a forma como a gente movimenta toda essa energia que no final das contas é a energia espiritual eh tem muito a ver com a a retidão né com o comprometimento com a vida espiritual comprometimento com a nossa Encarnação com pagar o preço por estar aqui e e volto a dizer quando eu falo pagar o preço é se colocar na vida né nunca é um preço amar é Joana toca aqui nessa questão da ilusão do prazer que é aquilo que ela já já aventou no capítulo anterior nosso do sétimo né então esse querer que que que a Guadalupe traz né nessas nessas tesouros reais né na conexão com o criador é justamente não se perder né nesse desejo fútil do prazer e colocando muita energia onde se julga até que que está certo mas está sendo guiado pelo Ego e não por essa comunhão com o espírito Imortal com self aquilo que ele veio eh eh resolver nessa vida atual né então a Joana fala aqui e eu me lembro também do do que ela disse no capítulo anterior que querer é perder porque perde-se tudo né a própria vida a gente já nasce sabendo que vai desencarnar né então esse que querer é esse né que energia é essa que nós estamos querendo colocando nesse querer retamente né é e e lembro também desculpe eh uma coisa que eu tava pensando também que é o exercício dessa vontade que surgiu lá no crer retamente né o exercício da vontade imprimir essa esse atributo da vontade em algo realmente importante né de é e eh tem esse dito popular né que é tão falado né tão eh veiculado que onde está teu coração tá teu teu tesouro né questão do desejo né O que nos move e e e aí a essa proposta do querer retamente é traduzido na proposta budista como a atenção correta né então eh a atenção correta diferente da percepção correta a que tem a ver com o crer a atenção correta tem a ver naquilo que nos nos afeta né então tem a ver com com desejo mas esse desejo é movido por valores por aquilo que move a nossa alma por isso tem a ver com o nosso coração o que me move então de uma certa maneira quando a gente fala no querer ou na
com com desejo mas esse desejo é movido por valores por aquilo que move a nossa alma por isso tem a ver com o nosso coração o que me move então de uma certa maneira quando a gente fala no querer ou na atenção correto o que chama a nossa atenção o que nos captura o que nos trai né a nós mesmo né ah eu tô querendo fazer o bem eu tô movido uma intenção eh x is Mas eu sou traído pelos meus desejos né naquilo que me move naquilo que me captura naquele olhar né que que me trai em relação àquilo que me que que que habita ainda o meu ser e que eu não quero reconhecer que existe dentro de mim então de uma certa maneira esse essa esse querer retamente que equivale num certo sentido à atenção correta essa atenção tem a ver com os afetamento a vida é um jogo onde a gente afeta e afetado pelo outro a gente não é insensível a gente não é indiferente a gente não tem como ser Indiferente a vida né e e e essas e essa mobilização que que de uma certa maneira faz com que o meu jeito de ser a minha vida afeta o outro né o outro vai gostar vai ficar incomodado vai ficar eh envolvido vai ficar capturado de uma certa maneira eu também vou me sentir afetado pela vida e esse ser afetado pela vida então naquilo que me que me me atenta né De tanto de de atentar né de me provocar como de Estar atento né de que tem a ver então com esse querer né naquilo que me move então é bem important de uma certa maneira né a gente começar a prestar atenção justamente eh naqueles movimentos espontâneos né que a gente eh muitas vezes deixa passar despercebidos mas que estão falando justamente desses anseios mais profundos da nossa alma né daquilo que realmente movimenta eh nossos anseios e mobilizam As forças internas em busca né Eh dos nossos eh eh das nossas metas porque o desejo impulsiona né e Joana fala então que quando a gente tá movido por um querer a gente supera desafios e dificuldades né isso tanto para o bem como para o mal como a guard falou é um atributo né se se essa qualidade vai ser favorável né a
e quando a gente tá movido por um querer a gente supera desafios e dificuldades né isso tanto para o bem como para o mal como a guard falou é um atributo né se se essa qualidade vai ser favorável né a gente sabe o quanto a paixão ela nos leva pro céu e pro inferno né a gente né Então essa paixão tá na base desse querer dessa tensão espontânea de da Alma que é tocada né que é mobilizada naquilo que realmente habita o o nosso coração e aí a importância Então desse trabalho de de um querer com com retidão né e esse querer cor retidão diz a Joana exige que a gente possa rechaçar qualquer proposta que não seja adequada aquela ao meu crescimento né porque nós somos ainda seres que que contraditórios né E tem uma multiplicidade de impulsos Dent a gente né então de certa maneira eu vou ter que trabalhar esse esse esse querer para que a a qualidade da minha ação seja adequada Justamente a uma meta eh salutar que me que que me leva a a uma superação ao meu crescimento e a e as conquistas realmente dos valores imperis da vida né e além de contraditórios somos eh também eh inteligentes né inteligentes o suficiente para usar de de armadilhas para nós mesmos de subterfúgios e para fazer todo um jogo uma lógica e real nos justificando através de de um querer que não está ligado aos valores de alma Então esse também é um cuidado que no Grau evolutivo que nós estamos eu eu entendo que a gente tem que ter porque é muito fácil para pra maioria né Eh de nós enfim para pro grupo encarnado aqui na terra usar de de de muitos e muitos J de palavras e e de raciocínios para justificar atitudes completamente equivocadas que lá internamente a gente até sabe mas às vezes a gente nem que se faça por mal né Eh eu digo lá internamente no self naquele ser que nós somos que que está pedindo ali para ser ouvido mas que a gente às vezes reluta e acaba usando desses dessas ilusões e e perdendo tempo né eh aprendendo como diz a Joana né não é necessariamente um tempo perdido porque a gente daí o erro
ser ouvido mas que a gente às vezes reluta e acaba usando desses dessas ilusões e e perdendo tempo né eh aprendendo como diz a Joana né não é necessariamente um tempo perdido porque a gente daí o erro acaba que nos ensina como não fazer né mas tendo que retificar caminhos tendo que rever eh posicionamentos em um momento em que a gente já não precisa isso né Nós temos capacidade para eh nos movimentarmos de de outra forma e realmente crer e querer corretamente essa questão da atenção Jesus utilizou plenamente ele como homem integral né Joana diz aqui que Jesus sempre quis sempre quis retamente sempre assim agiu e me veio a lembrança que ela situação que ele era colocado em questão né Ou seja quando a mulher tava sendo apedrejada e eles convocavam ele para tomar partido né e ele sabiamente com atenção plena de homem integral afastava-se daquele problema né E não correspondia como Guadalupe trouxe agora né não se envolvia com as questões do mundo né porque ele tava integrado com as questões do pai é nesse sentido é importante né E isso Joana vai também nos deixar muito Claro aí quando ela trabalha a questão do crer retamente da importância de superar a essas ilusões do Ego que busca o prazer imediatista né Eh essa Alucinação que que nos envolve e que a gente elege O que é dispensável e nega né esquece do que é essencial e justamente aideia do apego como a base do sofrimento né tem a ver com esse desejo esse querer é toda vez que tu me identifico que é com que é transitório né eu Gero sofrimento todo todo o desejo né o querer que é movido por por essa dimensão da transitoriedade das emoções do Ego fatalmente vai gerar algum tipo de ilusão e de Sofrimento consequentemente então a importância de que o nosso querer seja sustentado justamente por pel pelos valores e pelos elementos que são essenciais na nossa vida que tem a ver justamente com a nossa dimensão mais espiritual isso não quer dizer não ter prazer alegria de viver e saborear a vida mas a gente não pode se identificar
que são essenciais na nossa vida que tem a ver justamente com a nossa dimensão mais espiritual isso não quer dizer não ter prazer alegria de viver e saborear a vida mas a gente não pode se identificar com isso e nos aprisionar nisso como meta da nossa existência e nesse nesse apego imediatista de de de de ficar ansiado né Eh em conquistar essa realidade deixando de lado realmente aquilo que sustenta a nossa alma que são justamente os elementos essenciais da nossa vida então isso que é importante a gente ter esse cuidado né em relação ao nosso querer retamente
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