T7:E17 • Autodescobrimento • Equilíbrio e saúde (parte 3)
Iniciando mais um estudo da Série Psicológica, Gelson Roberto, Cláudia Semeghini e Guadalupe Amaral exploram os dois últimos itens do capítulo seis, "Equilíbrio e Saúde", da obra "Autodescobrimento: Uma Busca Interior". No primeiro tópico, "Terapia da Esperança", a autora espiritual Joanna de Ângelis aborda a difícil realidade da dimensão do ego, que ainda predomina em muitos de nós. No segundo tópico, "Plenitude! A Meta", Joanna nos convida à responsabilidade, incentivando o comprometimento com nossos objetivos e a busca por soluções para os desafios que enfrentamos. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #autodescobrimento #equilibrioesaúde #esperança #plenitude
queridos irmãos nosso carinhoso abraço a todos que nos assistem é com muita alegria que iniciamos mais um momento de estudo da série psicológica Joana De Angeles hoje junto com a Cláudia e com a Guadalupe trabalhando o capítulo se equilíbrio saúde onde nós vamos trabalhar dois itens a terapia da esperança e o último item do Capítulo que é plenitude à meta bem-vindas Guadalupe Cláudia para esse momento especial sempre muito gostoso muito rico né esses momentos con junto com o material que a prefeitura nos oferece Então vamos começar focando aqui na terapia da da Esperança apesar do título ser terapia da Esperança ela começa dando na verdade uma eh uma realidade difícil né da Maia de nós que é essa dimensão do Ego que acaba predominando nos relaci humanos né E que esse predomínio do Ego EA benfeitora é responsável por uma série de frustrações e desequilíbrios né que envolve a dimensão de cada um de nós e ela fala então que na medida que a gente não tem consciência em torno dos objetivos que movem a nossa existência né carnal a gente acaba preso nessa armadilha do Ego e construindo uma personalidade enferma né eh e e acaba também preso a tetos tipos de padrões de métodos que na verdade só reforçam e aumento esse aprisionamento eu queria começar com com essa afirmação da benfeitora pra gente começar comentando sobre isso alguém quer Eh trazer algum comentário em cima do que ela traz Eh boa Olá gente como vocês vão tudo bem bom estar aqui com vocês de novo né Eh ela vem saindo desse do do item anterior que fala de transtornos comportamentais né então ela vem falando dessa desarmonia na né da personalidade na fragilidade né o quanto o perispírito modela esse organismo eh de acordo com a necessidade né então ela vem falando dessa desses transtornos comportamentais que são eh de responsabilidade do próprio espírito né E e aí ela começa achei tão interessante assim esse esse título do subitem né porque ela fala da terapia da Esperança né e eu achei bem interessante isso e fiquei eh ao longo
de do próprio espírito né E e aí ela começa achei tão interessante assim esse esse título do subitem né porque ela fala da terapia da Esperança né e eu achei bem interessante isso e fiquei eh ao longo do item né procurando né a relação com essa Esperança né E ela vai vai falando mais à frente né E então eu eu eu fico eh pensando que esse primeiro parágrafo ele também traz essa relação com esses transtornos né Eh comportamentais dessa desse espírito adoecido enfermiço né que tá desorientado Tá bastante inadequado né no seu processo de autoconhecimento né de de busca dessa desse encontro consigo próprio né então Eh esse primeiro parágrafo vem vem continuando né o raciocínio interior né dessa necessidade de evolução moral né de que ela veem trazendo eh todo esse desenrolar aqui né a necessidade de ter uma consciência lúcida né Eh para que possa eh avaliar as circunstâncias da vida avaliar aquilo que aqu ele veio fazer que as dificuldades né que ele veio superar né então e aí ela vem trazendo essa coisa da máscara né dessa Persona totalmente adaptada a uma realidade ilusória fantasiosa né que que tá muito distante do que ele precisa desse do que esse espírito precisa buscar né então ela vai falando dessa Persona social muito inadaptada né que só se afasta né de si mesmo né Vai trazendo e essa dinâmica interessante porque de alguma maneira vai colocando que isso faz parte de muitos que estão muitos de nós e que eh muitas vezes a gente não percebe Então até aí tem uma esperança que não é que ela traz mas no sentido dela dela dizer assim olha né isso acontece eh nós precisamos olhar para isso e a consciência lúcida ela vem a partir da admissão de que realmente está eh estão todas moedas toda a nossa personalidade ali em um só aspecto um aspecto de uma Persona e como em outros momentos a gente já comentou é interessante eh que se tenha um um traquejo social né A questão não é essa mas sim social em geral mas sim essa identificação com a Persona e ela vai então colocando eh uma forma assim
e já comentou é interessante eh que se tenha um um traquejo social né A questão não é essa mas sim social em geral mas sim essa identificação com a Persona e ela vai então colocando eh uma forma assim de ol a isso colocando o indivíduo que está preso em liado nessa nessa dinâmica num lugar onde há o que fazer onde há como buscar a consciência lúcida então eu acho interessante que ela vai trazendo esse predomínio do Ego do ser espiritual que não se percebe como Um ser espiritual e que se movimenta na argamassa terrena a partir de uma Persona de uma imagem de como se tivesse um grande palco de teatro atuando e interagindo com outros atores mas ao mesmo tempo ela vai também nos trazendo que há como mudar e vai trazendo os elementos que a gente vai vir vai vai ver a seguir para que se descol dessa máscara e consiga como a gente traz né estar no mundo sem se identificar com ele e através Então dessa lucidez de consciência realmente se utilizar desses aspectos da psique que tem uma função mas que não é eh o comando da nossa estrutura geral né desidentificar ao mundo mas se autoconhecendo E aí sim agindo dentro eh de uma perspectiva mais realista e não por isso menos interessante pelo contrário diferente do que o ser grudado identificava grudado num aspecto eu gostaria me ocupar mais com essa questão do Ego porque é difícil chegar nessa Lucidez tem uma série de de questões desse ego Prisioneiro da Persona mas antes de entrar na questão desse ego né dessa que né esse jogo de máscara achia bom avivar pras pessoas que não tem ainda familiaridade o conceito de Persona que conceito de Persona é um conceito trazido por Yung que a Joana tá usando aqui então importante acho palavr o que seria a Persona né alguém de vocês poderia trazer uma ideia assim público Qual é o conceito de Persona a pessa é uma máscara né e aqui ela diz a fivela máscara então assim a pessa Veio desse conceito do teatro porque era utilizado uma máscara lá atrás né não tinham esse caracter de hoje que tem né
sona a pessa é uma máscara né e aqui ela diz a fivela máscara então assim a pessa Veio desse conceito do teatro porque era utilizado uma máscara lá atrás né não tinham esse caracter de hoje que tem né de já tem algum tempo né dos personagens se caracterizarem então era colocado uma máscara e aquela máscara representava aquele papel então a palavra Persona vem daí né e e a Persona é sempre essa forma de se colocar no mundo né mas eh a Persona social como a Guadalupe falou é importante mas é importante que a gente não se deixe levar e vivenciar somente aquela personalidade né eh e e e não não não vivenciando o que nós temos dentro de nós a nossa eh realidade né Eh e E assim a Persona a gente fala que é uma coisa assim eh útil né Por exemplo se a gente tá num trabalho a gente coloca uma Persona profissional né de exercício daquela profissão né E por assim vai né mas a gente não não pode vivenciar um papel falso o tempo todo né que é isso que que eh a mentora tá falando aqui né que a gente se investe daquele papel né a pessoa se investe daquele papel e ela vivencia aquilo mas ela tá muito distante de quem ela é né então ela traz Assim pessoas que por exemplo são observadas como triunfadoras né que triunfaram na vida para aquele né na na visão daquela pessoa tiveram sucesso então elas são imitadas né mas eh ela então ela vive uma uma uma uma falsa personalidade né uma falsa eh imagem Persona da aquela que não é e aquela outra né então assim se a pessoa pensa que ela teve Sucesso Ela teve sucesso e pode se sentir bem-sucedida mas não como a outra tá pensando cada um tem as suas eh prioridades né a forma de se colocar no mundo então é isso né poder interessante isso né Cláudia porque realmente a Persona que é arquétipo da adaptação né Ou seja a pressa nos dá é uma extensão do Ego né começa a roupagem né que a gente usa para se adaptar ao mundo externo a mundo social a cultura e e às vezes essas duas coisas se confundem né o ego se confunde com a Persona né e e muitas vezes
Ego né começa a roupagem né que a gente usa para se adaptar ao mundo externo a mundo social a cultura e e às vezes essas duas coisas se confundem né o ego se confunde com a Persona né e e muitas vezes Persona e ego se torna uma coisa só né limitando a nossa individualidade como a bitura nos coloca até porque de uma certa maneira a nossa experiência do ponto de vista egóico é sempre parcial até não podemos ter consciência de todas as coisas que experimentamos ou de tudo que os sentidos registram né então eh Há uma tendência de parcialidade já no nosso Ego e se H uma imaturidade da nossa parte né Eh em nome eh das necessidades que que a gente infantilmente fica preso né porque de uma certa maneira nós enquanto condição humana criamos Então esse ego eh que fica eh mascarado nessa Persona idealizada mas no fundo a gente eh enfrenta uma série de desafios da nossa falta de conhecimento próprio a negligência conosco mesmo esse idealismo infantil na crença desse ego onipotente que acha que pode dar conta de tudo o medo de e recusa em crescer ao mesmo onipotência desse ego o medo da mudança a muitas vezes a fixação no passado então de uma certa maneira esse ego Prest tá no comando né ele El ele tá no comando mas no fundo ele teme e ele não quer se contar né Eh então a até porque a consciência a maior né do espírito e os movimentos que vem do inconsciente não tão sobre o controle do Ego e e isso faz com que o ego de uma certa maneira fique de uma certa forma defensivo que nessa Estreita visão de de mundo que o ego muitas vezes cria para ele mesmo ele busca coisas muito básicas que que a Jona coloca aqui a segurança a dominação a a o a evitar conflito a dor e isso faz com que ele de uma certa maneira perda perca o significado como a juna coloque e os valores da Alma fiquem de uma certa maneira eh à margem né Prisioneiro daí desse dessa consciência coletiva desse jogo de interesse do mundo da qual ele faz de conta que é né a razão da felicidade mas que só gera vazio segundo a
a certa maneira eh à margem né Prisioneiro daí desse dessa consciência coletiva desse jogo de interesse do mundo da qual ele faz de conta que é né a razão da felicidade mas que só gera vazio segundo a benfeitora o Divaldo trabalha isso de uma forma muito bonita eh com certeza deve ter no no canal da mansão no Cavaleiro preso na armadura né Essa essa toda essa dinâmica do quanto isso pode realmente atrapalhar uma vivência eh eh mais interna mais eh relacional né e sem que se perceba Então esse grau de inconsciência ele não está ligado eh porque muitas vezes a gente pode pensar assim de pessoas que gostam de eh aparecer entre aspas né mas é não necessariamente tá ligado a isso então nessa história do cavaleiro preso no armadura a gente via ele tinha toda a boa vontade que ele achava que estava fazendo melhor mas que as coisas não eram bem assim né então é interessante eh essa esse exemplo para que a gente Perceba o quanto a questão é mais complexa do que a gente às vezes pode imaginar E a gente pode estar usando Eh pode estar vestindo essa Persona col lado a ela sem perceber né às vezes no meio religioso a gente pode est Então tem que se ter muito cuidado quando nós vamos realmente nos nos auto e a partir do que a mentora tá dizendo aqui porque por vezes a tendência pode achar pode ser a gente achar projetar no outro e entender que a Persona tá ligada à questões materialistas e não necessariamente né então isso fica como um chamado para que a gente se observe a partir dessa lembrança eu achei interessante isso Guadalupe porque você tinha acionado estar no mundo né Eh sem ser do mundo né e eh esse papel né que a gente representa qual o papel né é o papel que o mundo eh espera de nós né Qual é a balança como é essa balança né Eu acho que essa que é a importância eh É lógico que estar eh estar eh passar pelo mundo né e e nos e fazer com que a gente eh se coloque coloque Imprima a nossa marca o nosso registro né na eh no progresso do mundo é importante mas a gente não pode se se
tar eh estar eh passar pelo mundo né e e nos e fazer com que a gente eh se coloque coloque Imprima a nossa marca o nosso registro né na eh no progresso do mundo é importante mas a gente não pode se se colocar no que o mundo espera de nós né então esse papel do mundo esse papel de estar no mundo é muito relacional também né e é importante a gente pensar porque essa coisa do cavaleiro nessa história do cavaleiro que você trouxe eu acho que ela também fala bastante disso né a pessoa ela fica investida no que o mundo espera dela mas ela fica bastante distorcida nessa imagem né E ela não se não não consegue colocar dentro dessa balança interna o que na verdade ela também pode oferecer ao mundo né de de uma coisa mais autêntica e não seguir um protocolo bastante interessante que você trouxe e e e complement tando isso interessante também que depois ela fala da da da vulnerabilidade inclusive quando esse ser então se percebe e e o quanto é necessário entender que às vezes o mundo nos cobra algo muito maior que o nosso tamanho e a gente fica querendo dar conta né como o Cavaleiro heróico ali e é claro que eh que bom que a gente pode dar o melhor mas existem um limite existe um limite existe a nossa humanidade existem as nossas questões internas a serem trabalhadas então contactar com a vulnerabilidade eh também é importante muitas vezes nesse processo de descolar da Persona para realmente criar uma consciência lúcida e e uma integralidade do ser dentro do que se consegue nesse momento é interessante tudo isso porque a Joana vai colocar isso já bem no início do do do item ainda que eh de uma certa maneira isso vai avançar paraas relações interpessoais né ou seja não não não é só uma questão que fica na relação da pessoa com ela mesma eu escondido do mundo fugindo criando fantasias buscando sucessos eh grandiosos para compensar meus receios através de de de buscas de eh daquilo que o mundo considera interessante né Há um jogo também ela fala assim que envolve as relações e o sentimento que
cessos eh grandiosos para compensar meus receios através de de de buscas de eh daquilo que o mundo considera interessante né Há um jogo também ela fala assim que envolve as relações e o sentimento que são dissimulados né E aí a gente vê que toda a sociedade né Eh acaba muitas vezes criando né um campo de relação baseado justamente nesse jogo de aparência de simulação e não de verdadeiro encontro né e a Jona fala o quanto isso gera pessoas inseguras eh que não tão identificadas e cooperando no sentido de buscar um objetivo maior né então eu vejo assim que como a gente né vai de uma certa maneira eh eh se afastando né do que é essencial né e a gente vê a gente vê quanto o ego se torna tirando mesquinho me lembra do do do rolis né que é um analista in undiano né que esse ego mesquinho a esbraveja né grita né que nem um Cachorro que late mas tá com medo né com uma forma de compensação na verdade paraa sua dúvida interna de um castelo de areia que ele construiu né então e o r diz uma coisa importante que me fez pensar a partir do que a a bitura coloca que o problema não é nós temos dúvidas né a gente vai ter dúvidas eh insegurança incerteza o problema então não é dúvida O problema é o medo da mudança que envolve Justamente a capacidade de assumirmos a responsabilidade Pelas nossas escolhas e deixar de culpar os outros ou esperar que os outros venham de uma D conta das nossas né nossa dor Nossa solidão eh e aí então a gente fica nesse jogo de papéis sociais que a benfeitora coloca né e ignorando muitas vezes que por há um sofrimento surdo ali presente mas as pessoas não percebe que T uma anestesiada nesse jogo da aparência dada pel uma Persona inadequada bem é bem delicado isso e que exaure né leva a exaustão Em algum momento né Então é isso também é é algo E aí a eh a pessoa como tá fazendo prefere se exaurir do que passar pela insegurança de algo que tira da zona de conforto né e acho e acho interessante passando a palavra para Cláudia Gelson mas o o como a mentora traz a
omo tá fazendo prefere se exaurir do que passar pela insegurança de algo que tira da zona de conforto né e acho e acho interessante passando a palavra para Cláudia Gelson mas o o como a mentora traz a importância do bom humor para mudar esses padrões e e o quanto isso também é algo que ela ela mas o quanto isso muitas vezes no meio religioso Não é entendido né como se sorrir como se for Alegre ser alegre assim né daquela criança eh interior enfim ou brincar com seus erros que não quer dizer reparar como se isso fosse muito inadequado né E claro que se tem né uma uma postura a partir do que se a gente se equivoca mas o quanto é importante o bom humor né a alegria de viver a leveza o que não quer dizer a falta de profundidade e o bom humor simples né É é rir de si mesmo né Eu acho que ela até fala aqui né rir de si mesmo mas eh quando a gente ri de nós mesmos demonstra eh eh eh esse esse essa desconstrução né de algo rígido né dentro de nós né então acho que essa a possibilidade da gente rir da gente né diz ai não de novo isso né e e rir de si mesmo que escorregou novamente por exemplo né é importante né porque desconserto algo dentro de nós e nos Tira desse lugar de de soberania né de uma coisa assim eh muito grandiosa inflada que não é possível nem cometer nada nemhum deslize né enfim eu acho que é interessante mesmo isso né O riso ele causa o desconcerto né e traz um lado saudável dentro de nós né ele possibilita né que seja provocado esse lado saudável né tinha uma coisa assim que eu fiquei pensando também depois que a voltando no Cavaleiro né Guadalupe né Cavaleiro acho que me me enlaçou eh e voltando nesse Cavaleiro né Eh tem também aquelas pessoas que ficam eh eh eh crentes acreditando né que que naquele papel naquela missão que tem que exercer e a gente sabe muito bem que há outras missões né igualmente importantes né Por exemplo a missão da própria família né estar na família né Eh eh dar atenção né a família estar com a família é muito importante então tem pessoas que
á outras missões né igualmente importantes né Por exemplo a missão da própria família né estar na família né Eh eh dar atenção né a família estar com a família é muito importante então tem pessoas que ficam muito voltadas para fora né até para um bem-estar geral mesmo né de de de de de tarefas né para fora mas volto a dizer né a importância de ter uma balança interna né e da gente poder gerenciar né eu tô muito extrovertida né então será que eu tô e preciso introver um pouco e olhar pro meu entorno né Eh e ter um tempo de reflexão comigo então eu fiquei pensando sobre isso nessa coisa do do Papel também né do Papel social que muitas vezes sufoca né de uma certa maneira né Cláudia Isso também tem a ver com o seguido o item seguinte que das metas que a gente vai estabelecendo em vida mas antes de chegar nas metas eh eu fiquei pensando nessa Fala aí da do rio de se mesmo né Eh do quanto realmente a j fala da da proposta de de retirar o personalismo retirar Person não é GD agora você e o que eu sou azar do mundo né mundo que me aguente porque agora eu vou ser verdadeiro não é isso que a Joana tá falando né tirar o personalismo na verdade né É realmente eh eh ter uma relação honesta conosco mesmo né E e esse rir isso que a falá de aceitar que eu não dou conta de tudo né então porque tem certas coisas na vida né que o nós enquanto ego vamos ter que lidar invariavelmente né a gente vai ter que lidar com com medo com traição com abandono com solidão com culpa são coisas que é o nosso fejão com arroz ou seja são questões que diz respeito à grande maioria de todos nós senão todos esses elementos pelo menos alguns deles né então a maturidade que ela propõe aqui na medid que a gente tira o personalismo não não implica evitar sermos abandonados e sim porque isso vai acontecer não precisa ter medo disso mas sim evitar nos abandonarmos né H algumas ilusões né então se a gente não conseguir suportar né de maneira inteira né n pessoas de de de de eh de eh de uma natureza mais Franca mais verdadeira com
mas sim evitar nos abandonarmos né H algumas ilusões né então se a gente não conseguir suportar né de maneira inteira né n pessoas de de de de eh de eh de uma natureza mais Franca mais verdadeira com a gente né a ansiedade da da Solidão eh eh como é que a gente vai como é que a gente vai criar essa terapia da insed até lembra da esperança que a juna propõe aqui Justamente esse movimento onde novos horizontes se abr se abrem né Para nós à medida que a gente pode reconhecer que a gente pode existir independente dos outros apesar de de precisar da relação humana a gente não vi em relação mas que a gente pode suportar nós mesmos e dar conta da gente tem essa máscara né Então ela tá realmente abrindo aqui né Essa for Olha tem tem uma dimensão muito mais bonita mais mais mais rica que é que que que não é tão difícil difícil é mas não é tão Mas é simples né ou seja vamos quebrar As Ilusões vamos começar por aí né porque há esperança há um convite do pai ao convite da Vida em favor de algo maior Acredite nisso a acredite em vocês acredite no que a vida pode oferecer Então vamos quebrar essas máscaras e vamos apostar realmente do potencial que Cada um carrega Então acho esse é o movimento da benfeitora aqui eu gostei muito desse conto que ela traz né e e desse discípulo né que tava junto com o sábio e o sábio tava eh dando aulas né e a partir do momento que ele vai aprofundando né os discípulos vão saindo né os alunos vão vão se afastando saindo e fica um só né E aí o o o sábio diz olha não posso prosseguir se houver só uma pessoa né mas eu estou aqui né ele quer dizer não mas infelizmente não Então o a pessoa o candidato Então vai medita medita e compra manequins né vestidos e coloca né na sala e o sábio fala assim todos esses bonecos são capazes de me entender são apenas bonecos né e ele diz isso mesmo né mas eles representam aqueles que se foram e que mesmo quando aqui estavam eram mortos Sem interesse porque as suas aulas eram muito Profundas para eles eles não queriam achei bastante
iz isso mesmo né mas eles representam aqueles que se foram e que mesmo quando aqui estavam eram mortos Sem interesse porque as suas aulas eram muito Profundas para eles eles não queriam achei bastante interessante esse conto né que a benfeitora traz né Desse sábio E aí e do Aprendiz né e ele se torna então O Aprendiz ideal eu fiquei pensando né que aprendiz ideal é esse né É porque dentro de uma massa né poucos são aqueles que querem realmente se aprofundar né para isso que você trouxe né Gelson né de olhar pro seu sofrimento paraa sua né paraa sua dor paraa sua vida quebrar As Ilusões então São poucos aqueles que querem aprofundar né A maioria quer ficar assim à margem né Eh vivendo nas personas né Eh Fazendo de Conta que não há sofri ento né não há não há nenhum de sabor na vida né E aí esse conto ele diz isso né que um né representa aquele que realmente quer mergulhar né e eu achei também interessante assim a perseverancia Desses desse aprendiz né ele deseja mesmo né e ele vê que aquilo é uma oportunidade E aí fiquei pensando no título né que é a terapia da Esperança né né então ele viu aquilo como uma grande oportunidade não desanimou mas eu penso também que a esperança tá nisso né quando eh esse esse exemplo desse aprendiz se reverbera e se multiplica né E então aí tá uma esperança né de um multiplicador né que possa favorecer né Eh esse caminho de de de ensino né de profundidade na né de mergulho né ao mesmo tempo é uma meta né porque a juda vai dizer no da Meta que todo homem mulher de responsabilidade né criam metas para si né Tem metas que ajudam a sustentar esse caminho e esse e esse aprendiz também tinha essa meta Eu quero seguir em frente eu não vou desistir disso né e ele foi lá insistiu e convenceu né o o mestre a acolher ele e e continuar então ensinando aquilo que ele tinha para oferecer então aí também tem a questão da Meta né comprometida com uma meta de crescer de aprender de se instruir né E essa questão simbólica mas também que tá ali juntos quando tu tem uma meta
a para oferecer então aí também tem a questão da Meta né comprometida com uma meta de crescer de aprender de se instruir né E essa questão simbólica mas também que tá ali juntos quando tu tem uma meta tu tem um um direcionamento as saídas criativas aparecem né então ele não foi lá veja bem eu quero né Eu sou poderia né mas teve uma saída criativa e realmente isso traz muito desse nosso movimento da psique e de buscar alternativas que que fujam de um padrão mas que Tragam Um Novo Olhar então eu achei muito interessante né ele não foi lá naquele diálogo né ele dis não Ele trouxe algo muito criativo né E que realmente mostrou como a gente como a Cláudia trouxe mostrou o mestre que ele estava pronto né então achei interessante também isso né como como exemplo simbólico de como a gente deve agindo né Quanto quer acha um acha um lugar né acha uma via interessante que então a nossa responsabilidade não diz respeito só ao passado né mas também à minhas potencialidades então de uma certa maneira essa terapia da esperança que a Joana propõe realmente ela tá completamente vinculado a a a a ao a ao compromisso dessas metas que envolvem de uma ca maneira Justamente a responsabilidade ou acreditar ou investir nas nossas potenciais nossas possibilidades internas né por isso que ela vai dizer que que e a clud comentou isso ter esse equilíbrio né de ter várias metas né vai falar que que que nesse movimento né de de busca né de de um patamar da experiência da vida que no desafia o homem tem que ter várias metas metas sociais familiares educacionais espirituais ela vai comentar cada uma delas a importância de ter realmente vários movimentos que possam nutrir a nossa vida e aí assim completando o que você tá dizendo né Gelson né E ela fala assim enquanto candidato ao equilíbrio né Todos nós somos candidatos a esse equilíbrio né não abdique dos métodos equivocados em vigência né aquilo que a gente acha que é o correto ou que a massificação né nos tenta incutir a todo momento né e enquanto ele não se assumir e se
equilíbrio né não abdique dos métodos equivocados em vigência né aquilo que a gente acha que é o correto ou que a massificação né nos tenta incutir a todo momento né e enquanto ele não se assumir e se exteriorizar como é ele vai eh vai permanecer num ler do engano neuroti né então é a necessidade é mente da gente sair desse lugar de de repetição né esse lugar de padrão né de de de aceitabilidade né do que o esse mundo social e materialista né esse mundo arrumadinho deseja de nós né e a gente se assumir enquanto pessoa né enquanto indivíduo particular único nesse processo é a aquela coisa de da gente limpar o terreno né isso isso é bom para mim isso não é né isso diz respeito a ao que eu quero ser né Não isso não diz respeito mas é um caminho bastante eh trabalhoso né a gente a gente sabe disso né dessa identificação como ela diz dos objetivos da vida né de buscar autenticidade né e e quanto eh muito às vezes é difícil você ser se colocar de uma forma autêntica né porque o mundo a sociedade Parece que fica nos puxando para um outro lado né e tem muita muito conteúdo Sombrio também nosso projetado né nos outros que que que também nos afetam então é um caminho bem trabalhoso né é o que Yung fala da opos né a opos o trabalho né pra gente construir essa nossa obra individual né É é bastante esforço mesmo né perseverância também né E essas questões da das da Meta entrando então Plenitude a neta eh importante também que a gente tenha ali Qual é a nossa meta enquanto espíritos encarnados né ou enquanto seres que buscam o bem o amor a caridade e a e a mentora vai discorrendo então sobre essas questões que mais instintivas mais primárias de de educação saúde alimentação e nos trazendo essa importância Até de nós refletirmos a respeito de qual é o fim para que tudo isso né e e chegar então as as met necessidades como de alguma maneira ela Ela traz aqui e buscar essas questões mais transpessoais buscar os valores então que são perenes realmente não desmerecendo o fato de estarmos
r então as as met necessidades como de alguma maneira ela Ela traz aqui e buscar essas questões mais transpessoais buscar os valores então que são perenes realmente não desmerecendo o fato de estarmos encarnados e e termos outras questões para lidar também né então assumir a materialidade assumindo o sentido de entender que faz parte mas que nos leva a um um A uma a um objetivo maior a uma meta maior do sentido do significado e última instância é dessa aproximação com amor divino de viver e estar eh no amor então é é muito bonito como ela vai trazendo nessa é interessante que a Cláudia falou em óculos no volume 16 on vai dizer né que a meta é importante apenas como uma ideia né porque ess é é a óculos a obra né que leva a meta então a meta é é é a meta de toda uma vida do Jung né então é isso que tá falando é Guadalupe na medida que a meta a ideia da Meta lança a psiquia na obra né dos objetivos que sustentam nossa vida o que faz essa relação da Meta com na alquimia com a pedra né chega na Pedra Filosofal que é o ouro né ouro como símbolo do maior valor né você tem gente não tá motivado a buscar algo de que seja o mais alto valor possível para nós né ou a cura ou a ideia de de Redenção de mortalidade como é que a gente tem que ter uma promessa né tem que ter uma meta né que que nos mobilize que nos incentive para para valer o movimento como é que eu vou começar uma empreitada se eu não tiver de uma certa maneira né Eh algo a ser conquistado como é que eu vou aguentar a os perrengues as as dificuldades as mortificações né da vida se de uma certa maneira não tem um fio que me conduz a algo que é mais importante e que é justamente né Essa Via no cultivo da Alma que é o movimento de toda uma vida mesmo mesmo que a meta seja essa ou aquela né Eu acho que independente do que move cada um de nós a meta eh a minha família como centro da minha vida a meta é o meu ideal profissional a meta é de uma certa maneira eh conquistar um um projeto que eu almejo muito mas periando todas essas
a um de nós a meta eh a minha família como centro da minha vida a meta é o meu ideal profissional a meta é de uma certa maneira eh conquistar um um projeto que eu almejo muito mas periando todas essas metas tem essa meta de se atirar na vida ou seja experimentar-se como espírito para que a meta principal que são os valores espirituais possam ser realmente eh vivenciados porque realmente a meta que sustenta é por isso que ela falam que a meta tem que ser multifacetadas né Eh tem várias facetas da meta a meta é é é é essa mas na verdade tem outras metas ali junto que pode não que eu não perceba mas que estão em jogo nesse movimento que eu me lanço em relação à aquele objetivo e nessa eh elemento multifacetado de cada meta é Ela diz que tem realmente as realizações Morais né as metas relevantes que que deve permear todas as outras metas da nossa vida né então isso eu acho bem interessante é interessante né você falando e a e aup já tinha já já tendo iniciado também falando das metas né e eu voltei naquela história da balança né Fiquei presa aí na balança né o quanto eh nós somos chamados para vários setores né e e a gente pode pensar nessas várias metas ao longo da da nossa vida né E que são importantes também a gente precisa dar nossa colaboração né mas eh lembrando o que você disse né o qual essa realização moral né realização do Espírito atravessando todas elas né porque senão a gente eh corre o risco né de de eh estar exercendo né esses campos né multifacetados sem um sentido né Sem uma linha que liga todos eles né que é essa linha mesmo da evolução espiritual né de do que vios fazer nesse nessa vida né aquilo que que que vai atravessando tudo e mantendo sendo sempre o foco eh desse bem-estar coletivo né Que importante e o nosso também eh e aí eh eu fico pensando né O Grande Desafio né daquela Persona que nós começamos a falar né Quanto mais a gente vai se diferenciando né dessa Persona eh sem identificação própria né Eh sem essa Essência particular que que a Joana vem
de Desafio né daquela Persona que nós começamos a falar né Quanto mais a gente vai se diferenciando né dessa Persona eh sem identificação própria né Eh sem essa Essência particular que que a Joana vem nos trazendo né mas a gente tem eh a possibilidade de unir essas metas todas com essa linha mestra né da espiritualidade né dessa nossa essência única individual no mundo né nesses vários setores né eu fiquei refletindo sobre isso sabe uma parte desses subitem que eu eu gostei bastante de reler foi essa questão no meu e no final da da página 88 onde a mentora fala do conhecimento e as conquistas que no momento duplica-se a cada 4 anos constituindo-se um interativo pesado para criatura acompanhar e assimilar as novas informações no entanto No Limiar do próximo milênio essas aquisições serão de tal monta que se fará a duplicação em apenas 20 meses e é isso que nós estamos vivendo o quanto eh a a minha percepção não sei né de vocês é de que o conhecimento as as questões da consciência não só do conhecimento é por e simples estão muito mais aceleradas do que há décadas atrás então pelo pelo tempo também que nós estamos vivendo de de transição nocer da Regeneração e 199 sim com a mentora troux isso é aí que eu né queria chegar e e como é algo que nós estamos vivenciando agora a rapidez não só a rapidez no sentido que bman traz né de de uma realidade líquida enfim mas a rapidez de tudo do conhecimento enquanto sabedoria enquanto aquisição espiritual enquanto mudanças em geral então Eh achei muito interessante Se nós formos ver a data que foi escrita e o momento que nós passamos Achei bem interessante isso aí ainda não tinha acontecido o estado pandêmico né que também houve uma aceleração grande né e por conta de todo aquele sofrimento né toda aquela incerteza que provocou né a interiorização recolhimento né eh e e e eu achei também bastante interessante Guadalupe foi olhar também a data né E vi nossa né Eh talvez nem sejam mais esses 20 meses né talvez nem seja seja muito menos do que
ção recolhimento né eh e e e eu achei também bastante interessante Guadalupe foi olhar também a data né E vi nossa né Eh talvez nem sejam mais esses 20 meses né talvez nem seja seja muito menos do que isso a impressão é que é menos Mas independente disso né porque também já se passaram né É É muito eh é muito interessante o que nós temos de informação né então nós estamos lendo em retrospecto algo que foi escrito em 95 mas o quanto isso também expandindo um pouco o a nossa conversa de hoje eh me chama né e eu convido eh quem nos escuta a a reler O que é mais recente com os olhos de entender que estão nos trazendo informações muito mais valiosas do que a gente consegue perceber no sentido de nos direcionarmos de de realinhar as nossas metas mesmo que a meta também seja o caminho então isso é é de um de um cuidado de um amor para conosco realmente é tocante é que eu todo convite da benfeitora é justamente a gente reconhecer isso ela vai falar em alguns momentos da obra dela que o comportamento é o resultado né ou seja ele é fro do posicionamento da nossa consciência aqui agora como é como é que eu reajo como é que eu lido reflete quando comportamento o uso que eu tô fazendo dos recursos e da minha Cap idade de síntese desse estágio que eu cheguei né então a meta de uma certa maneira são esses projetos né que que de uma certa forma ela ela lista aqui né as metas humanas seja em que área da vida for mas a meta acima de tudo é nós na verdade essas metas servem para nos devolver para nós mesmos por isso que a pedra na alquimia né quando o Os alquimistas pensam na pedra a pedra é a matéria mas a pedra é o próprio alquimista que tá sendo lapidado nós somos a pedra de Deus né a a obra divina que vai em algum momento resplandecer em beleza e a e a vida né A luz que habita em mim né vai irradiar né Então essa pedra el Tá viva né ela emite luz assim como a pedra que ela quando ela é polida ela emite luz né ela tem viço ela tem brilho né a nossa P nós como pedra também né Eh somos desafiado a liberar a nossa luz
a el Tá viva né ela emite luz assim como a pedra que ela quando ela é polida ela emite luz né ela tem viço ela tem brilho né a nossa P nós como pedra também né Eh somos desafiado a liberar a nossa luz e então é pedra verus pedr Então essa meta são as pedras que a gente deve conquistar mas que confrontam e desafiam e resistem né a a nós para que a nosssa natureza também emerja naquilo que a gente tem de melhor né E e possa de uma certa forma eh eh favorecer a conquista desses valores eternos né E aí a gente pode fazer toda uma relação das metas né com a própria ideia né da dessas pedras valiosas a própria pula né que é aquele na renoso sem valor que fica incomodando né E que na medida que a gente vai vivendo e suportando aquela realidade no interior da profundidade da nossa alma né E vai elaborando aquilo vai ser revestido de algo especial até chegar numa condição que é Pérola né né algo que se transformou ao longo do tempo né que que depois tem que ser liberada extraída né e trazida à superfície né para Que ela possa realmente eh ser inida no seu valor então eu acho interessante que essa ideia da Meta que a prefeitura coloca né ela dá muita margem para reflexão né eh e e nos leva a ao processo eh da Meta maior que é justamente né a de se renovar né porque ela que ela vai dizer né que que mas logo em seguida que tu que tu Leste né que aqueles que não se renovem e não se AD aos processos de evolução ficarão ultrapassados permanentemente permanecendo obsel ela diz né então não adianta né o movimento da vida é esse nos atirar para que a gente possa ser cozinhada na na experiência emocional da vida e ser transformado com ela eu achei interessante né No que vocês estão trazendo porque ela menciona a coragem né ela fala que faz necessária coragem para que a gente se recicle periodicamente né é importante essa coragem e ela também fala um pouco antes da quebra de paradigmas né da renovação de paradigmas né e a gente pode pensar no que a a Guadalupe trouxe né o conhecimento sendo atualizado ele vai
ante essa coragem e ela também fala um pouco antes da quebra de paradigmas né da renovação de paradigmas né e a gente pode pensar no que a a Guadalupe trouxe né o conhecimento sendo atualizado ele vai quebrando paradigmas antigos né mas a gente pensa o que eu fiquei pensando também é nos nossos próprios paradigmas né aquilo que já tá obsoleto dentro de nós é que a gente vai e e e muda né Passa o a deixar aquilo para trás e olhar de uma forma diferente né Eh que tem a ver com essa obra né J que você falou né dessa nossa obra particular né então Foram duas coisas também que me chamaram a atenção a coragem para mudar porque há em muitos momentos é necessária coragem né a gente sabe que sair daquilo muitas pessoas assumem né adotam uma uma atitude bem diversa do que estavam vivendo até então né Por exemplo exemplos básicos Às vezes a pessoa muda o empregos né Deixa aquela coisa certa e séria para uma outra coisa que diz a ver com ela é um sonho né tem a ver com a sua essência muda o estilo de vida né pessoas que eh desfazem um né um relacionamento porque aquele relacionamento já já já tá esvaziado né E se lançam para uma vida diferente e por aí vai né pessoas que voltam a estudar né Às vezes a gente vê pessoas que voltam aos bancos escolares né Eh de Universidade que já passaram né bastante décadas Então acho assim que que a gente tá sempre quebrando alguns paradigmas né que não não não cabem mais dentro de nós paraa gente poder avançar e ir se reciclando né enquanto eh eh pessoas mais inteiras né nesse caminho da plenitude que ela vem nos ensinando aqui né E aí eu acho que tem uma questão importante né Cláudia que mesmo que essas metas que que que a gente elegeu né Em algum momento para quebrar paradigmas né que ah eu tinha uma vida assim agora eu tô vendo outras necessidades reconhecendo outras questões na minha vida isso não tem a ver com necessariamente com com resultados Claro a tinha sempre resultados positivos Mas se a meta é nós acima de tudo né puxa investi tanta
s reconhecendo outras questões na minha vida isso não tem a ver com necessariamente com com resultados Claro a tinha sempre resultados positivos Mas se a meta é nós acima de tudo né puxa investi tanta energia naquele projeto e não deu certo não deu certo o projeto mas deu certo você porque tu trabalhou tu disciplinou tu investiu tu amadureceu então deu certo sim porque na verdade né a a a gente tem que também relativizar um pouquinho isso eh porque a Fala dessas metas imediatas né que são estimuladoras para existência corporal essas estão aí né vão em Passo né mas é de quando acrescidas pela identificação com a consciência cósmica permanece como força propul propulsora para o progresso sem limite que é a meta maior tal vez que a meta eh eh imediata não não não não foi eh recompensadora num certo sentido Mas se a gente tá liado a essa dimensão mais profundo da vida puxa tudo aquilo que eu movi eu aprendi eu amadureci Então puxa deu deu certo né porque eu me transformei né eu saí melhor a partir da daquele projeto a gente não percebe às vezes foca como que tá trazendo foca na na meta ali mais material e e fica achando que as coisas deram erradas e de novo lá adiante percebe o quanto aquele movimento que naquele momento nos frustrou porque não era como a gente imaginava nos levou a um lugar muito melhor e muito diferente do que a gente esperava né então como também tem que ter esse jogo de flexibilidade em relação ao que tá acontecendo e e como o Gelson tá muito bem trazendo nem sempre a gente percebe no momento eh a gente acha que deu errado mas o crescimento pessoal ele às vezes é visto muito tempo depois né então não deu errado no mínimo Como diz a mentora o erro é uma forma de não mais proceder né mas muitas vezes nem é uma questão de erro é uma é é uma questão de não perceber que o caminho estava se fazendo e que a gente se frustrou porque não era como a gente queria mas era melhor para nós também tem uma robustez né a gente vai encorpando né então mesmo que eh não não seja aquilo né que a gente
fazendo e que a gente se frustrou porque não era como a gente queria mas era melhor para nós também tem uma robustez né a gente vai encorpando né então mesmo que eh não não seja aquilo né que a gente esperava e buscava enfim mas como Gelson disse né E você tá trazendo Guadalupe né a gente vai aprendendo com isso né vai então eu penso que a gente vai encorpando né e ao final da vida né Mesmo que a gente né a gente olha para uma pessoa idosa e ela vai ficando Menorzinha né mas o que se espera é que o ego dela seja robusto né forte né o suficiente forte para Que ela possa olhar para aquela trajetória toda e dizer assim poxa cresci né tô murchinha tô pequetitinha Mas cresci né esse essa é a meta né da gente robuste encorpar o nosso a nossa né proximidade com o self né É e ela termina de maneira muito linda né esse capítulo achei assim maravilhoso como ela pecha né Vale a pena ler aqui somente aqueles que se libertam e amam após atravessarem as dificuldades e ultrapassarem as metas iniciais do processo resto social familiar pessoal permanecendo voltados para o bem geral e transformados interiormente assim como iluminados pela chama da imortalidade nela mergulhados pela própria causalidade fluirão de real Plenitude que é a meta essencial Então é isso que a gente tá falando né quando a gente eh quando a gente atravessa né Essas metas iniciais que são essas metas imediatas que a vida nos coloca né independendo do tempo que que envolve olve né social familiar pessoal né e e a gente consegue daí reconhecer Através disso uma outra condição na na cap de amar e se libertar dessas questões mais eh eh concretos literais né que estamos identificados então com a consciência Divina então a gente realmente centrou a nossa vida na meta essencial que é justamente essa plenitude e o despertar esse dessa dimensão Divina em nosso seré Então acho bem interessante que na na alquimia tá ligado com a ideia da da do diamante e da cera né quando a a guard falor da flexibilidade da gente né porque a a a pedra na alquimia ela tinha
so seré Então acho bem interessante que na na alquimia tá ligado com a ideia da da do diamante e da cera né quando a a guard falor da flexibilidade da gente né porque a a a pedra na alquimia ela tinha que ser dura como diamante e flexível como a cera Então essas duas qualidades da pedra né Eh então a essa dimensão mais oleosa mais terra da pedra que sabe se adaptar e ser criativa e poder aceitar a realidade que se afeta né e consegue de uma certa maneira não ser dura inflexível né Então essa é uma qualidade né da da amorosa da gente também de lidar com a com a com as diferenças e se relacionar com o mundo né e nas suas várias condições Então esse é o aspecto da cera e a dureza do do diamante é da de uma certa maneira eh eh da gente reconhecer o diamante como a pureza né a pureza que são os valores espirituais né então a gente é maleável como a cera mas não se deixa influenciar pelas coisas do mundo né H ou seja né a é fiel ao nosso compromisso com os valores divinos né então eh é incorruptível o a pureza do diamante a dureza é incorruptibilidade dos valores que a gente tá comprometido ser incorruptível como diamante no compromisso com a com a sua pureza e flexível como a cera para chegar nessa maturidade né psicológica espiritual tão necessária para a nossa realização e conquista dessa Plenitude que a a Ben feitura propõe bonito né esse final dela né gente muito bonito bonito também essa imagem né do diamante muito bem alguém quer encerrar com alguma coisa mais aqui para finalizar o nosso estudo de hoje não então fica o convite né da gente poder eh buscar essa renovação infestante como a querida Joana nos propõe e eu Convido você a reler né esse material que vale a pena dar uma repassada e a gente meditar um pouquinho mais encontra preciosidades ali também na medida que a gente lê novamente tá bom e no próximo encontro a gente já vai então pro capítulo sete que é o ser subconsciente tá bom gente um grande abraço a todos Obrigado Guadalupe Obrigada Cláudia por esse momento
te lê novamente tá bom e no próximo encontro a gente já vai então pro capítulo sete que é o ser subconsciente tá bom gente um grande abraço a todos Obrigado Guadalupe Obrigada Cláudia por esse momento precioso e até o próximo encontro h
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