T5:E06 • Momentos de Consciência • Culpa e Consciência

Mansão do Caminho 30/01/2025 (há 1 ano) 58:22 237 visualizações

Abordando um tema fundamental para o equilíbrio do ser, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Cláudia Semeghini se reúnem para a leitura do capítulo seis da obra "Momentos de consciência", da autora espiritual Joanna de Ângelis. O capítulo em questão versa sobre uma das emoções mais básicas do homem, responsável pelos adoecimentos, conflitos e perturbações, tanto psicológicas quanto espirituais. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Culpa

Transcrição

meus irmãos a todos que nos assistem é uma alegria estarmos aqui reunidos mais um momento nesse estudo precioso da série psicológica da benfeitora Joana De Angeles estamos na temporada 5 estudando momento de consciência hoje em especial o capítulo se culpa e consciência conosco nos ajudando nessa tarefa maravilhosa de refletir os conteúdos que a Ben feitura traz está Guadalupe Amaral E a Cláudia semini nossas companheiras de jornada nessa trajetória aqui da serie psicológica bem-vindas Então vamos fazer esse trabalho hoje em cima do Capítulo 6 um tema fundamental já que a culpa né é um Uma emoção uma das mais básicas e mais preocupantes em relação ao adoecimento ao conflito a perturbação tanto psicológica como espiritual Então vamos começar a pensar um pouquinho já sentindo de vocês como é que foi a leitura do Capítulo algum ponto que vocês querem trazer para nossa início de conversa Olá pessoal eh trazei assim que acho que a primeira questão é que é um um início da discussão da apresentação desse assunto pela mentora porque dada a importância do tema nós vamos retornar em várias obras porque realmente é algo que a gente pode até teorizar um pouco e achar que conhece mas a partir da das leituras de Joana deangeles A gente vê o quo e existe por trás das questões de culpa mecanismos muito mais elaborados e uma importância muito maior que talvez pareça num primeiro momento então de imediato acho que isso que eu gostaria de ressaltar a importância de entender entender introjetando tudo isso e botando na vivência realmente eh das questões ligadas à culpa para nossa saúde psicológica e crescimento e transformação espiritual Olá pessoal um prazer est aqui novamente com vocês eh eh a primeira frase que me surge né nesse capítulo assim culpa e consciência e a gente tá falando de culpa é quem nunca quem nunca teve culpa né quem nunca sentiu a culpa né por algo que fez ou algo que deixou de fazer né Eh enfim eh faz parte do humano isso né faz parte do caminho do humano esse esse

ulpa é quem nunca quem nunca teve culpa né quem nunca sentiu a culpa né por algo que fez ou algo que deixou de fazer né Eh enfim eh faz parte do humano isso né faz parte do caminho do humano esse esse lidar com essa sombra né dos nossos atos dos nossos delitos e a mentora vai vai dizendo mais embaixo né mas faz parte do humano então isso me remeteu muito quando eu li esse capítulo e me remeteu à minha humanidade né ao meu próprio caminho né Eh de de reflexão né de momentos em que eu me senti eh indevida né conscientemente indevida eh diante de atitudes então a a a mentora ela vai colocando essa humanidade né ela vai apresentando isso para nós né importante é importante a gente olhar para isso porque senão a gente fica com olhos no passado e comprometendo o presente que é o aqui agora é nesse momento em que a gente tem que agir na vida né fazer as nossas escolhas para um futuro então se a gente vibrar na culpa como ela vem desenvolvendo mais abaixo se a gente vibrar ficar vibrando nessa culpa a gente fica a gente vive nos olhos de passado né e tentando rememorar ou reviver algo que é da Ordem do Impossível e temos um comprometimento com o nosso nossa vida né nossos nosso desenvolvimento e eu acho que isso que tu tá colocando né Cláudia realmente fala da nossa ainda eh dimensão eh limitada né incompleta imperfeita né então de uma certa maneira isso realmente fala da nossa humanidade Nossa imperfeição E naturalmente consequentemente dos equívocos que a gente comete em função da ignorância em função ainda da pouca elaboração de processos internos e assim por diante Então para mim a questão principal eh realmente não é eh fugir né e e poder realmente então aceitar que a gente ainda vai errar a questão da culpa começa ficar preocupante quando eh a gente se prende né como tu estava no final falando a esse passado né a gente fica por algum motivo capturado né gerando conflito então Eh se por um lado a Joana coloca assim que a culpa é Man de de fazer uma Catarse né O que que é uma Catarse

falando a esse passado né a gente fica por algum motivo capturado né gerando conflito então Eh se por um lado a Joana coloca assim que a culpa é Man de de fazer uma Catarse né O que que é uma Catarse Catarse é uma liberação de energia então tudo que é do passado tem que ser drenado pel espírito faz esse movimento né ele empurra o inconsciente empurra as coisas para para para cima para justamente serem liberado e serele transformado então a culpa é essa necessidade de fazer uma Catarse né de algo que tá lá e que não foi ainda liberado né mas de outro lado diz a benfeitora né Eh o com a culpa enquanto a atitude Nossa é não é é não não não se liberar né É é ficar preso lá numa compreensão equivocada de punição de de ficar de autovitimização ou de uma certa maneira eh de uma identificação com com aquele passado equivocado E aí fica uma tensão aí de força né de uma C maneira aquilo tem que ser renovado porque a vida pede renovação né A vida sempre um convite para Recomeçar né é o amor do pai a reencarnação é a maior prova disso que tu recomeça né Eh num outra num outro contexto mas ao mesmo tempo por algum motivo eu sustento né eu tô preso lá eu criei uma armadilha para eu não me liberto disso e isso acaba realmente gerando muitos perigos né porque a culpa e o medo acaba sendo o os elementos mais favoráveis a processos obsessivos e a loucura então por isso que a culpa realmente é um tema que a b feitora vai tratar durante vários momentos da série psicológica isso que tu tá falando eu tô pensando aqui não necessariamente antes disso mas eh o quanto e essas imagens que tá trazendo são de pessoas que assumiram a culpa que tem culpa que né Somos Todos nós mas o que que que que eu fiquei pensando eh e aqueles de nós que projetam maciça mamente no outro e ainda nem reconheceram então juntando o que a gente tá falando aqui é da nossa humanidade né trabalhar essas questões e muitas vezes não só dentro do Meio religioso Claro que não mas eh ser humano em geral a gente Às vezes

então juntando o que a gente tá falando aqui é da nossa humanidade né trabalhar essas questões e muitas vezes não só dentro do Meio religioso Claro que não mas eh ser humano em geral a gente Às vezes tem essa outra esse outro padrão de Conduta eu perdoei a todos eu não tenho culpa eu me Perdoei E jogo tudo no mundo ah mas com alguns mecanismos um pouco mais elaborados Então o fato é que que me parece que de alguma maneira o principal é que a gente Assuma que tá de alguma forma enredado Nessas questões para a partir daí reconhecendo a culpa poder então trabalhar se responsabilizando e seguir esse caminho de uma saúde psicológica e espiritual porque muitas vezes a gente faz um jogo se de que se autop perdoou que perdoou mas vai tudo lá para fora a culpa é do outro a culpa é seja do familiar do amigo da amiga do governo do Centro Espírita Então esse me parece que é um cuidado eh pré ainda o trabalho não que seja pré porque tudo acontece junto né porque às vezes daí a gente pode eh incorrer nesse risco né É porque eu acho que tem essa questão sempre presente aqui no no capítulo né Guadalupe do que tá oculto né então de uma certa maneira tem aquelas pessoas que tem um crime e tá oculto um passado oculto um conflito oculto um uma um Desencontro com a lei Divina né que tá oculta e aquela tensão tá ali então eu fugir de mim mesmo ou negar reprimir né seo não é problema meu azar do outro né Eh não é resolver a isso não é realmente assumir que se equivocou porque eu tô só justif e não assumindo a minha pequeneza o meu limite o meu erro eu tô não querendo enxergar a minha responsabilidade e como a Joana coloca é necessário fazer a Catarse então isso em algum momento vai vi quanto mais eu reprimir quanto mais eu esconder quanto mais eu evitar de olhar mais potencialmente destrutiva fica aquele conteúdo dentro de mim porque o que cai no inconsciente e fica lá dentro vai se alimentando de outros elementos que vão dando mais densidade mais força e mais perigo então para aquela realidade Então realmente né

tro de mim porque o que cai no inconsciente e fica lá dentro vai se alimentando de outros elementos que vão dando mais densidade mais força e mais perigo então para aquela realidade Então realmente né não não não é um perdão se desculpar Sem consciência sem responsabilidade é na verdade um jogo infantil né e de querer não não reconhecer que tu faz parte do processo né e ou a identificação com a culpa também né que é outro extremo né outro fica tomado pela culpa muitas vezes até com um discurso religioso violento que faz com que tu não compreenda a realidade não consiga te perceber e aceitar que tu pode ser se equivocado e tu não consegue compreender também ou tu fica nessa repressão do do da tua responsabilidade que tu agiu e fica faz de conta que aquilo não existe dentro de ti e os dois são muito perigosos é a Joana em Plenitude ela diz assim que a essa situação da culpa ela vai assinalando a consciência para que a gente possa recompor olha como ela diz né para que possa haver a recomposição do campo agredido porque essa é a finalidade da culpa Esse é o objetivo e se se a pessoa fica como vocês estão dizendo entre um ponto e outro ela não tá recompondo Campo agredido né ela não tá mobilizando energias dentro dela para Que ela possa reconstituir aquilo né para Que ela possa reescrever a história dela de uma maneira diferente então ela fica vibrando naquele momento ou na justificativa né na na na projeção ou na não observação na cegueira né neurótica de não olhar para aquela situação para aqueles sintomas que vão acontecendo né né para aquele para aquela panela de pressão que tá ali né pronta para explodir num sintoma e enfim algo mais então assim a o objetivo é a recomposição desse Campo energético e a recomposição no nosso campo energético na relação com o outro né na relação no relacionamento nas nas nas nas situações vivenciadas com o outro quer nesta vida quer Eh eh de vidas passadas que vão surgir Então esse é o objetivo mas quando vocês estavam falando aí eu me

elação no relacionamento nas nas nas nas situações vivenciadas com o outro quer nesta vida quer Eh eh de vidas passadas que vão surgir Então esse é o objetivo mas quando vocês estavam falando aí eu me lembrei que eu relacionei fui buscar lá no livrinho da da Joana e relacionei quatro ela relaciona quatro tipos de culpa né que uma é a culpa não perturbadora que é aquela culpa das crianças né uma ingenuidade né uma falta de discernimento natural da idade a segunda é a culpa tormentosa tormentosa né que quando ela fica just mente Adormecida nesse inconsciente profundo promovendo esses transtornos de consciência que a a benfeitora vai dizer aqui dos complexos mecanismos de autopunição inconsciente Mas ela tá ali né naquela panela de pressão né a terceira ela coloca como lúcida culpa lúcida ou saudável e é saudável por quê Porque ela não vai introjetar como a gente tá falando agora né ela não vai projetar e nem introjetar né Ela é saudável ela vai evitar essee algoz interior né punitivo castrador né E vai evitar essa autojustificação a transferência como nós falamos da projeção a transferência de responsabilidade e até a indiferença ante o acontecimento então a culpa eh lúcida ou saudável ela é uma é uma uma atitude Ativa é uma situação ativa né e por último Ela diz que é tem a culpa ter aptica porque aí já se avaliou o erro né já se tem plena consciência da conduta E aí se tem uma vigilância emocional né de si próprio das suas emoções das situações né daquelas pegadinhas que a vida nos manda para ver se a gente passou naquele teste ou se a gente vai repetir aquela situação né então é interessante porque vocês estavam falando de uma culpa ainda tormentosa daquela que tá lá vibrando na panela de pressão né Gelson trouxe essa imagem né da pressão e que ainda não eh se transformou e é interessante esse processo né de amadurecimento nosso né a gente tá comentando mais a culpa patológica realmente né Essa culpa neurótica perniciosa né que o James holl também como como analist unano também

essante esse processo né de amadurecimento nosso né a gente tá comentando mais a culpa patológica realmente né Essa culpa neurótica perniciosa né que o James holl também como como analist unano também Divida a culpa em três tipos de culpa né a culpa justamente lógica essa culpa eh como defesa né não autêntica contra angústia né ele vai falar sobre isso muitas vezes a pessoa usa a culpa como uma forma de se defender do medo de reconhecer que faltou amor então ele ele fala por exemplo das crianças né que que tem um ambiente frio um ambiente desumano negligente crítico demais né né e em vez de ele ele reconhecer O Desamor é tão terrível a ideia dele não ser amado que ele faz a seguinte fantasia não é que o mundo seja ruim e as pessoas não me amam é eu que sou errado eu fiz alguma coisa errada e aí se eu fizer direitinho o mundo vai me amar então ele assume a culpa como uma defesa porque se eu me culpar pegar para mim eu não vou ter que suportar uma coisa que é pior que assim que é o fato de eu ter sido abandonado ou rejeitado ou ou que me faltou amor então de uma certa maneira é uma culpa neurótica eu fico me me punindo me autorre recriminando como se eu não tivesse dando pro mundo aquilo que o mundo realmente e pede para que eu possa ser eh aceito e poder usufruir das coisas do mundo ah não agora at é tu fez as coisas direitinho gelo bonitinho tomou banho se comportou fez a tarefa agora tu pode viver a vida saborear as coisas da vida então de uma certa maneira é como se tivesse sempre em falta né Essa culpa neurótica em falta para que eu não possa lidar com o medo do desamor Então esse o r coloca como uma culpa né da ele fala da culpa como responsabilidade que é mesma a culpa lúcida da Joana né de de da da culpa enquanto uma consciência puxa errei errei eh me me perdi fe me atrapalhei aqui comigo mesmo né Fiz a curva muito aberta né derrapei agora vou ter que cuidar cuidar melhor isso então essa culpa L aqui é uma culpa justamente de de tomar consciência porque a culpa

e atrapalhei aqui comigo mesmo né Fiz a curva muito aberta né derrapei agora vou ter que cuidar cuidar melhor isso então essa culpa L aqui é uma culpa justamente de de tomar consciência porque a culpa ela é importante nisso tomar consciência do equívoco Depois disso ela não serve mais então de uma certa maneira o que o r fala que essa culpa como defesa é um tipo de infantilidade então fico na culpa com uma forma de não amadurecerem psicologicamente que justamente ficar se punindo é é tu fica lá correndo que nem cachorro tá do próprio rabo né e não sai do lugar com uma forma de não eu tem que de de enfrentar a vida não eu tenho que encarar eu tenho que assumir eu tenho que aprender eu tenho que ter a dignidade de de poder repensar o que eu fiz e e remediar o que foi feito então a a a a responsabilid ela se opõe à culpa nesse sentido né E aí por isso essa diferença entre a culpa enquanto uma responsabilidade da Lucidez que eu tenho né frente ao que meu equívoco e essa culpa neurótica que me impede de saída da infantilidade desse aprisionamento do passado e poder ir em frente na minha caminhada evolutiva né E tem uma terceira culpa que o rol com que é a culpa existencial né de uma certa maneira existir Implica também inconsequências né E aí tem uma questão bem importante que ele traz que que a gente não é só responsável pelas coisas erradas equivocadas ou pela nossa ignorância que que que foram cometidas mas a gente responsável pelo bem que a gente não fez pelo potencial não usado né então ele fala da existencial como aquilo que nos cabe aquilo que nós temos já como recurso e que a gente negligencia que a gente abandona do papel que a gente tem aqui no mundo em relação à aquilo que a gente já carrega enquanto valores enterrar os talentos né lá então el fala dessa culpa existencial e que não é eh essa questão de enterrar os talentos que que nem sempre é consciente então a necessidade do autoconhecimento Porque o fato de não ser consciente não quer dizer que esse que o céu que o espírito

o é eh essa questão de enterrar os talentos que que nem sempre é consciente então a necessidade do autoconhecimento Porque o fato de não ser consciente não quer dizer que esse que o céu que o espírito não saiba né Então realmente tem tem esses esses mecanismos eh ouvindo vocês eu também tava lembrando Gelson falando do rolis que acho que é nesse livro que ele traz a história daquela paciente Il que uma paciente que né teve toda uma vivência nos campos de concentração nazista e precisou fazer eh escolhas muito dolorosas né eh e e isso ficou ficou como uma grande culpa dentro dela E aí uma história né um pouco mais elaborada E aí ela pede então para que o rolis eh marca com ele né e quer que ele a escute e ela conta toda essa história n uma história sofrida de situações limites limites da vida de escolhas dificílimas que não só essa dela em relação a essas questões de campo de concentração mas outras culpas que também premiam isso eh em relação a vamos supor acidentes né onde só um um uma pessoa sobrevive enfim eh suicídios que né não se consegue evitar então são culpas em situações limítrofes assim da vida e ele diz assim em determinado momento né Eu soube ficar calado Então isso que que eu queria trazer aqui né como a gente tá tá trazendo essa questão da Catarse Da liberação da culpa a a escuta ela é muito uma escuta amorosa ela tem esse potencial de cura muito grande assim como eh a pessoa conseguir falar né porque são questões que eh eh a gente não quer nem se ouvir em voz alta Então nesse processo de liberação da culpa como é importante aquele que se sente culpado conseguir transformar isso em palavras se escutar e aquele que é o receptor disso saber escutar para que a gente não fique dando aula para que a gente não fique julgando mal ou às vezes a pessoa só precisa falar E para isso n tem que ter essa escuta e ampliando um pouquinho mais que a Gente Se escute nas nossas culpas né E que consiga entrar em contato como a gente tá falando aqui então eu me lembrei

sa falar E para isso n tem que ter essa escuta e ampliando um pouquinho mais que a Gente Se escute nas nossas culpas né E que consiga entrar em contato como a gente tá falando aqui então eu me lembrei muito Gelson trazendo Eu gostei muito quando né ele apresentou esse eu tive contato a primeira vez com esse livro acho que um livro muito importante e rel assim o que me marcou foi isso né que na primeira vez eu soube ficar calada Às vezes a gente quer ajudar né E então isso também é é é importante assim ter essa essa escuta atenta e e e amorosa né É na análise tem a a parte da confissão onde o paciente Vem e traz os conteúdos né e a imagem que me traz que me que me que me vem é que a gente coloca uma bacia e recebe todos aqueles conteúdos né deixar vir deixar fluir e isso é importante né importante acolher né é importante ter esse espaço seguro protegido para que possa ser acolhido e não só na análise né Mas como você bem disse Guadalupe no dia a dia né muitas vezes alguém vem falar alguma coisa e a gente só precisa escutar mesmo né porque o fato dele falar ele elaborar dele fazer essa Catarse né na fala né Eh já é importante para liberar alguma eh um pouco daquela energia reprimida e ele conseguir eh ir elaborando melhor né E elaborando melhor aquilo né até porque né Cláudia muitas vezes a culpa também é é por uma crença errada né a Joana vai colocar isso em outros momentos né que a educação é um fator de pú então tu vai acreditou que aquilo era feio tu acreditou numa numa num discurso eh punitivo eh né da da igreja religioso seja o que for então de uma certa maneira quando tu consegue fazer essa Catarse e se confessar né ela às vezes vai pra dimensão mais Eh mais exata do que ela é né até porque o outro ouve e acolhe Então tira muitas vezes aquela a sombra que que que não tá ligada ao fato em si na tua atitude mas nas crenças que tu foi assimilando que fez tu interpretar aquele aquele ato de maneira mais eh perigosa mais violenta mas danosa do que realmente foi né E aí isso ajuda

o fato em si na tua atitude mas nas crenças que tu foi assimilando que fez tu interpretar aquele aquele ato de maneira mais eh perigosa mais violenta mas danosa do que realmente foi né E aí isso ajuda também a tu refletir elaborar e se libertar dessa culpa negativa neurótica da qual Tu carrega E aí principalmente na na no no mundo ocidental a gente volta para essa questão religiosa daquele Deus punitivo né e e e esquece da questão da amorosidade de toda a obra Então vai muito pro pro mundo da fantasia não de forma alguma que não tem que tem que se responsabilizar e fazer a reparação quando necessário mas vai muito para mundo de uma fantasia de um aí volto lá o que a Cláudia trouxe no início de um lugar que nem é humano né então é realmente perde o se perde o parâmetro nãoé Porque como o Gelson tava trazendo Deus de puro amor não teria por punir é genial é genial aqui na Guadalupe porque ela ela disse assim que tudo quanto inv vistas para anular o passado removê-lo ou deixá-lo à margem será inútil então de uma certa maneira né me parece que a culpa tem tem a ver com esse passado que insiste tirar o lugar do presente né então como ela diz o que aconteceu aconteceu a gente pode se lamentar a gente pode reavaliar a gente pode aprender com esse passado com essa história mas a gente não tem como se eh eh cortar ele da nossa vida então a a Aceita aceita que eu me perdi aceita que que que eu fui fraco que eu fui incapaz de de fazer diferente ou não ou ou não tinha condições ainda por por outras questões e E aí focar Justamente na reparação né Que que é isso que a Cláudia falava também né da responsabilidade de poder ir paraa frente né então tudo que nos leva a a a ficar preso ao passado a Jona vai afirmar aqui que é uma falta de consciência da própria responsabilidade né então Quem cultiva culpa ela vai dizer não quer se libertar Olha só tu usa pode usar a culpa como uma forma como da culpa infantil que o ou essa culpa que o Ross falava dessa culpa de defesa né Eu uso a culpa como uma forma

a ela vai dizer não quer se libertar Olha só tu usa pode usar a culpa como uma forma como da culpa infantil que o ou essa culpa que o Ross falava dessa culpa de defesa né Eu uso a culpa como uma forma de não assum minha maturidade e minha eh eh adultez psicológica e espiritual né porque para ser se eu sou adulto eu tenho que ser responsável se eu sou adulto eu tenho que dar conta da vida se eu sou adulto eu tenho que acreditar em mim me responsabilizar pelas minhas coisas agora se eu sou uma criança que se sente culpada eu posso ficar nesse ciclo vicioso na queixa na autopunição com uma forma de me de recusa de crescer de ir em frente na minha caminhada é interessante isso mesmo né porque a pessoa fica paralisada neuroticamente paralisada né e a gente precisa honrar a vida né apesar de qualquer coisa a gente precisa Honrar você citou a bênção da reencarnação né a reencarnação é você virar uma página em branco e começar a escrever de novo de uma forma melhor né faz uma caligrafia mais bonita né presta atenção né da da da pontuação nos nos parágrafos então é a forma da gente poder reescrever melhor e se a gente fica preso nessa situação eh que você diz paralisado eh né nessa nessa neurótica a gente não vai eh Honrar aquela vida que recebemos né A vida em Plenitude que que tá pulsando para ser vivida né porque o o o que a Joana fala desses conflitos né Eh eh nada mais são do que aquilo como você disse que precisam sair para que possa se escrever uma história melhor né E eu queria voltar um pouquinho porque ela diz assim que essas eh a as raízes da culpa estão fixadas num pretérito lá de outras vidas né crimes e etc delitos ou no passado próximo nesta própria reencarnação né a gente pode pensar então assim eh eh situações vão sendo criadas né a partir da da nossa rede familiar né aquelas pessoas que vieram reencarnadas e que vão entrando atravessando o nosso caminho para que a gente possa restaurar né as as situações do passado né e lógico que é um caminho difícil não é um

né aquelas pessoas que vieram reencarnadas e que vão entrando atravessando o nosso caminho para que a gente possa restaurar né as as situações do passado né e lógico que é um caminho difícil não é um caminho fácil né é um caminho de estranheza né Há Um Caminho de medo como você também trouxe Gelson aquele medo aquela angústia porque tá impresso né estão impressas aquelas emoções eh desagradáveis que aconteceram né e não é fácil e tem também a os o os os acontecimentos da vida atual que a gente também fica preso né querendo eh eh viver muitas vezes eh e aí ela vai falar pessoas que se atormentam com a culpa do que não fizeram lamentando não haver fluído tudo quanto o momento passado lhes proporcionou né e é isso né muitas vezes no luto a gente Fica remoendo revivendo emoções né Mas e se isso e se eu tivesse feito aquilo e se tivesse mudado né enfim e são situações que nos maltratam muito e a gente precisa superar superar com a nossa humanidade né superar de que naquela época não tínhamos não tínhamos percepção Não estávamos prontos para ver aquilo para Justamente a gente passar adiante e viver essa essa essa honra da vida atual né viver essa honra da vida atual e não só no luto né mas muitas vezes a gente olha para para e eventos do passado com os olhos de hoje e é muito cruel porque os olhos de hoje são de hoje e não são daquela situação do passado Então se toda todo um um um rol de de situações que podem nos levar a esse aprisionamento a essa paralisação naquele momento passado e o que a gente precisa fazer como vocês já disseram é reconstituir é recompor né e é recompensar de algum umaa maneira aquilo né porque senão e a forma da gente recompensar ou a forma da gente acolher Aquele momento que que vivemos de uma forma que achamos inadequado é justamente e uma maneira simbólica né de de restauro daquela situação psicológica vivida né e é importante a gente restaurar E então eu faço uma questão para você on é que a recordação ela é útil positiva né que que é uma recordação que

é de de restauro daquela situação psicológica vivida né e é importante a gente restaurar E então eu faço uma questão para você on é que a recordação ela é útil positiva né que que é uma recordação que possa ser eh favorável O que que é uma recordação de culpa Qual é a diferença de uma recordação e da outra eu penso que a carga emocional diz muito nesse momento né Porque se é uma situação eh de paralisação dessa desse dessa recordação é estar vibrando naquele momento naquela dor sem conseguir vislumbrar um um feixe de luz que nos resgata daquilo né Então ela tá muito envolvida nisso nessa emoção nesses nessa nessa dor aguda agora se é uma recordação que promove crescimento é justamente a gente dá conta daquela responsabilidade daquele compromisso né nos como você já disse nos comprometer com o ato recordarmos a Joana fala isso né de de da da terapêutica né da culpa terapêutica onde a gente sabe que fez e e vai ter atenção para não vivenciar aquilo novamente né Eu acho que eh me vem essa questão de quando eh realmente trabalhada né ã essa culpa quando se olha para atrás e aí ela já não é mais culpa né ela Ela traz assim a o Como não fazer né Então traz essa questão de que a gente já sabe que é um caminho a não seguir e e até uma eh Pode trazer assim uma sensação de de bem-estar por suplantar algumas questões né mas o o fato é que realmente quando ela já foi trabalhada já foi liberada e e essa que é a maior questão e me parece né porque Pando po ia correlacionar eu fiquei correlacionando culpa com erro né com com as questões de de atitudes equivocadas e aí quando se supera isso reparando mesmo que não diretamente aqui a a Joana deixa muito claro que não precisa ser exatamente às vees não consegue reparar exatamente causa efeito mas né enfim eh vai fazendo a caridade vai fazendo bem mas Traz essa sensação de de realmente de de uma consciência mais lúcida eh de ter suplantado uma dificuldade e até mesmo uma capacidade de menor julgamento quem está à volta é acho que esse é um ponto bem importante

nsação de de realmente de de uma consciência mais lúcida eh de ter suplantado uma dificuldade e até mesmo uma capacidade de menor julgamento quem está à volta é acho que esse é um ponto bem importante ouvindo vocês acho que a o passado ele tem seu valor qu a gente tem uma compreensão né e não julgamento acho que a culpa tem tem a ver com esse julgamento te julga né e n tu se condena e então daí não é útil né Tu não consegue elaborar não consegue realmente reconhecer pisa num fantasia uma fantasia ela vai ela ela ela toma a frente dos fatos né então tu não vai não tá compreendendo e percebendo de maneira objetiva tá preso nessas emoções como a Cláudia falou e nesse julgamento Então me parece que que a que que a recordação com culpa envolve de um lado o julgamento e envolve também um tipo de não aceitação né E porque tu tem que se reconciliar contigo para ha reparação Tem que haver reconciliação então de uma certa maneira eu acho que também tem um tipo de orgulho aí Ah não eu não podia ter feito aquilo como se eu não pudesse aceitar que eu não sou tudo aquilo não né então então se eu se eu reconhecer o meu tamanho né olha pode S ter errado porque tu não era aquela coisa bonitinha não e toda poderosa né tu arrastava né as perninha tu ia lá meio que eh então de uma certa maneira eh me parece que tem uma uma cobrança de um lugar que não te pertence também né E aí tu não consegue aceitar quem tu é não consegue aceitar tua sombra não consegue saber que o o maior dos meus inimigos está dentro de mim mesmo né Como diz o Jung né que eu tenho que me reconciliar com o meu inimigo com o meu medigo interno meu meu meu meu Esse pobre homem dentro de mim que precisa ser reconhecido e aceito para poder eu pegá-lo e ajudá ele a caminhar e ser proveitoso em relação ao que ele pode aprender e servir também a partir disso então acho que o julgamento e a não aceitação né uma falsa imagem mesmo acaba gerando essa recordação perniciosa que cria essas armadilhas que eh te te prendem em vez de te

ervir também a partir disso então acho que o julgamento e a não aceitação né uma falsa imagem mesmo acaba gerando essa recordação perniciosa que cria essas armadilhas que eh te te prendem em vez de te libertar me lembrei de Francisco de Assis né quando ele ele se denominava o mais vio o mais pecador o mais o menor dos menores né então a grandiosidade né Desse espírito de exatamente né aquele lugar que que nós humanos ocupamos né é muito narcísico né achar que não pode errar Que É infalível né É quase viver no endeusamento né no mundo dos Deuses né dos deuses gregos poderosos né não a gente é humano e precisa viver a nossa humanidade né e reconhecer a nossa humanidade né Por não eu não poderia errar mas por que não né Quem és tu que não poderia errar né É É bem interessante isso né e que seja um discurso de alma né Cláudia porque muitas vezes a gente ouve né Ai não quem sou eu né mas por trás existe um orgulho imenso e essa cobrança e e esse julgamento e esse lugar que não nos pertence que o que o Gelson trouxe então né concordo muito contigo quando fala de Francisco de Assis mas é um discurso que para nós não serve né assim nós falarmos isso tu deixou longe isso deixou bem claro já no início que trouxe a nossa humanidade é mas que a gente entenda que que nós temos claro né muitas aptidões virtudes se desenvolvendo mas que a gente entenda o nosso tamanho que como se diz nem tanto o céu nem tanto a terra n Então acho que é bem importante e acho que tem também um padrão masoquista aí né também em alguma pessoa que ser desculpada elas gostam de botar sal na ferida né ficar remoendo se se mutilando com uma forma de devoção a si mesmo né Olha o que que eu fiz Olha só e isso e aquilo então uma coisa bem masoquista e salgada nesse excesso de de crítica de essa atitude corrosiva consigo mesmo como se isso fosse um um processo de purificação porque o sol purifica né sol tem adente então mas é uma Purificação eh falsa né porque eu fico salgando a minha vida eu fico me martirizando como forma de

o se isso fosse um um processo de purificação porque o sol purifica né sol tem adente então mas é uma Purificação eh falsa né porque eu fico salgando a minha vida eu fico me martirizando como forma de autossacrifício mas é um aut sacrifício inoperante é apenas um cultivo mas ista de mim mesmo como se eu fosse um ato de de de ritual eh eh purificador mas na verdade é uma ostentação dessa identificação masoquista com a dor né E aí eu tenho prazer nisso na verdade é mal comparando mas é um silício psicológico né que já foi H muit muito banido né o físico mas de alguma maneira acaba esse padrão né de uma de uma dor sem de se auto infringir uma dor sem sentido nenhum e Joana traz isso né de alguma forma Quem cultiva culpa não deseja libertar-se né em tal postura comprazendo responsavelmente então é é a a eu tenho uma da que fala é vitimo Fulano é vitimo né então é o vitimismo né ele não não ele não não deseja libertação deseja vibrar na neurose né no martírio né nesse sofrimento em que todos podem ver né e é muito interessante porque às vezes a gente vê alguém numa situação e ela se sente mais sofredor e a gente diz Nossa mas todo mundo passa por isso né passam até por situações piores né então Eh é um choque Mas só muito pouco lentamente assimilado né e é interessante também quando a gente pensa nos nossos na nossa vida no nosso dia a dia né algumas situações e a gente fazer esse exercício né de sair dessa situação de de de sofredores dizer pera lá nesse momento Quantos estão em situação Pior né olha as catástrofes né as enchentes olha os terremotos Olha a tragédia visível né então a gente vai se recolhe né a essa nossa pequenez de menos bem menos quase nada né para tentar se colocar no numa situação real é um choque mesmo né Porque só assim a gente consegue sair desse lugar e e partir como ela diz sai da forma do arrependimento e age de maneira correta edificante reabilita-fisio de forma efetiva construtiva né E aí me veio a cabeça lendo esse esse parágrafo esse eh Capítulo me veio a cabeça Pedro

i da forma do arrependimento e age de maneira correta edificante reabilita-fisio de forma efetiva construtiva né E aí me veio a cabeça lendo esse esse parágrafo esse eh Capítulo me veio a cabeça Pedro né Pedro martirizado né Depois que o galo cantou três vezes ele cai em si falei o que que eu fiz né martirizado passou um tempo ali remoendo aquela dor com vergonha se isolou não conseguia ver o sofrimento do mestre se recolheu de si próprio também dos discípulos não queria vê-los tinha vergonha medo mas depois o que ele fez transformou E é isso que a gente precisa fazer né Eh transformar né e reescrever como ela disse né reabilita-fisio fato não se consegue restaurar mas psicologicamente se remonta aquela emoção e nós sabemos que o complexo né ele vai ele vai se manifestar por diversas emoções e situações que aparecem que de alguma maneira fazem aquele link tem né e e nos remontam aquela situação que é necessária reconstituir então Pedro foi foi a luta né É bem aquilo que diz o evangelho né Cláudia que Deus não quer a morte do pecador mas a morte do pecado né Então essa que é questão s e a história de Jó né quando o diabo pede autorização né na para que ele vá lá testar jo e Deus disse sim autoriza mas não mate né então assim não mata a sua a sua essência Precisa sobrer né e e é é é mesmo o conflito né o diábolos a divisão né E esse cuidado com com a a cristalização desses pensamentos dessa pela questão das obsessões dos obsessores então Eh isso acaba permeando todos esses padrões que a gente eh tá tentando transformar né mas é é é bem importante que se tenha isso também Presente porque eu não estou me sentindo assim porque o obsessor me deixou assim né a partir de de mim é que tá a mudança então eu me transformando eu trabalhando isso as energias minhas vão mudar e as ao meu redor desencarnadas também então essa questão eh e claro que as questões de obsessão são muito difíceis né e sofridas mas me parece também uma precária adultez psicológica colocar a culpa né de lá

meu redor desencarnadas também então essa questão eh e claro que as questões de obsessão são muito difíceis né e sofridas mas me parece também uma precária adultez psicológica colocar a culpa né de lá para cá né então não ela começa aqui vamos trabalhar a gente vai conseguir E aí vai transformar o que está à nossa volta então é isso acho bem importante porque não adianta dizer que não consegue sair porque né É É o obsessor que né não a gente segue né Eu tudo posso naquele que me fortalece e Óbvio claro que é difícil né mas De forma alguma é impossível e E aí tem uma outra questão que Jona coloca que eh que toda essa questão de reparação de busca de superação da culpa tem a ver com a harmonia Universal né falar que é é o o título do capítulo é culpa consciência então de uma certa maneira que consciência é essa né que tá em jogo no processo da culpa tem uma consciência culpada que pode ser neurótica tem uma consciência que é responsável tem uma consciência positiva que V aquilo como uma Prade de transformação tem uma consciência autop punitiva masoquista Mas a consciência mesmo né e a juna vai trazer é esses pensamentos íntimos né que que estão dentro da gente né permeando então o nosso movimento mesmo que inconsciente mas que de uma certa maneira tem que ir ao encontro da consciência Divina né E ela diz né a soma de tuas ações positivas que terá o débito moral que contraí perante a divina consciência porquanto O importante não é a quem se faz o bem ou o mal Olha só não é não é então quem como mas o que foi feito né E ela complementa e s a ação em si mesma em relação à Harmonia Universal que tu quebra a cadeia harmônica tu desarmoniza tu tem que rearmonizar então essa harmonização também é contigo e a culpa neurológica é um jogo que que reforça essa desarmonia em vez de concorrer para para esse resgate da harmonia da sintonia com a lei divina com o processo de fluir em favor do bem geral e do de um processo criativo e construtivo né porque de uma certa maneira essa harmonia ela tá

para esse resgate da harmonia da sintonia com a lei divina com o processo de fluir em favor do bem geral e do de um processo criativo e construtivo né porque de uma certa maneira essa harmonia ela tá baseada na lei do amor né nesse movimento cooperativo nesse mento integrador de de de ajuda de esforço de movimento de de de fazer o melhor ou fazer o bem Então esse é o caminho para qualquer processo de de culpa não é ficar lá se lamentando no passado é vamos aproveitar a oportunidade que Deus tá me dando aqui e agora e fazer o melhor que eu tenho com os elementos à minha disposição porque eu vou pagando e SAS prestações né gente que na terra nós temos condições de de pagar uma dívida aos pouquinhos nosso pai é maior também não não pode aparecer daqui a 10 reencarnações não importa vai te fortalecendo vai vivendo o teu melhor vai aproveitando a o que a vida tem para te oferecer e e o teu débito tá ali em algum momento nesse arranjo harmônico tu vai reencontrar com os elementos necessários e vai poder tirar o melhor proveito quando tiver que se confrontar novamente com aquelas pessoas ou com aquela situação ou com aquele padrão que tu carregou e tu se perdeu então o importante é olhar paraa frente eh nessa nessa gratidão né que que a vida te possibilita e tirar o melhor disso em teu favor isso é merecer a vida e ser responsável por ela isso é tão bonito né eu eu quando li essa parte eu escrevi assim Fantástico né porque assim essa reconstituição harmônica é de uma ordem eh Ampla não é personalísticos que a gente nas reencarnações a gente vai reencontrar com alguns né se não todos para poder recompor esse campo também né restaurar essa ligação afetiva harmoniosa né da maneira que for possível Mas se a gente tirar o personalismo que é o que a a benfeitora coloca aqui né É É algo relativo à divindade A Divina consciência é algo da Fraternidade da da da da da e é algo do do do Universal né E aí me volta também mais uma vez a Francisco de Assis quando o o o Quando Deus estava em tudo né

à divindade A Divina consciência é algo da Fraternidade da da da da da e é algo do do do Universal né E aí me volta também mais uma vez a Francisco de Assis quando o o o Quando Deus estava em tudo né estava na natureza no mineral no vegetal no animal no irmão no sofredor tava em tudo então essa recomposição esse restauro da Harmonia Universal não é personalísticos somente é sair e Olhar para alguém né E caminhar e fazer uma relação e e enfim é com tudo né é tão bonito isso eu achei eu achei incrível porque assim eh não precisa esperar né restaurar com alguém ou encontrar aquela pessoa na vida atual e dizer ah olha me perdoe e tal É lógico que é importante né Mas a gente pode olhar pro próximo ali na esquina a gente pode restaurando essa harmonia né Esse Amor Universal e isso vai crescendo né Essa essa esse amor como ela diz essa harmonia Universal vai crescendo e é fantástico isso porque sai da Ordem do pequeno né e é uma construção muito mais maior muito mais Ampla de reconstrução harmônica Universal e vem essa questão de não ficar no passado porque aí olhando para o que a vida tá trazendo vai havendo essa essa reconstrução da harmonia enquanto a a pessoa nós estamos ainda lá na naquela naquela situação não se consegue enxergar tantas oportunidades que a vida vai trazendo em coisas que pare pequeninas né mas são de extrema importância como como vocês estão trazendo a pudia trouxe por último Então que se olhe para para o caminho do momento porque ali no momento que vai ocorrendo a capacidade a a oportunidade de reparação e se quando for necessário vem daí né com a pessoa em si se for o caso e como é a gente tá lá no evangelho né que a gente deve se reconciliar com o nosso inimigo enquanto a gente pode né porque depois que a gente se afasta não adianta gente ficar angustiado a gente tem que espera que o mundo dê a sua volta e Anes dessa Harmonia Universal as coisas se arranjem Para retomar então Claro não perdemos a oportunidade de pedir um perdão de retomar uma relação

o a gente tem que espera que o mundo dê a sua volta e Anes dessa Harmonia Universal as coisas se arranjem Para retomar então Claro não perdemos a oportunidade de pedir um perdão de retomar uma relação que tá lá mal resolvida de poder reparar questões de ordem familiar e assim por diante né mas se isso não pôde acontecer como você falar vamos aproveitar para poder ser útil e como diz nosso irmão B de Menezes Passos pequenos mas firmes né então passinho de cada vez de maneira positiva centrado no bem focado no que é melhor e assim a gente vai de uma certa maneira né dando consistência para nós mesmos né e conseguindo arregimentar forças para que quando a a aprovação chegar né a gente tem bastante recursos e méritos e amigos também que a gente fez com nosso afeto para poder ter mais capacidade de poder vencer e tirar proveito daquela experiência né então acho que é esse que é o caminho né gente então vamos vamos realmente assumir que o caminho é amoroso né e e que o autoperdão não é uma desculpa infantil e amoroso envolve responsabilidade né eu eu ser capaz de olhar para mim mesmo de me reconhecer de aceitar mas amorosamente dizer eu mereço eu quero e eu posso ir em frente né posso ser melhor eu posso eh me dá o direito de conquistar os meus valores espirituais para ser filho de Deus então só fica o convite aqui que a gente possa sempre que der retomar né esses estudos reler o capítulo que sempre quando eu leio Joana né descobre um outro uma palavrinha ali especial uma frase que na última vez te escapou então Eh É sempre bom retomar né o estudo de Joana porque ela é realmente Manancial tão bonito de de de reflexões de de riqueza de conteúdos que vale a pena a gente voltar no nosso estudo e poder tá refletindo cada vez mais em cima desse material tão bom tão proveitoso para que o evangelho né possa ser melhor compreendido para todos nós porque a proposta de Joan é isso né nós dar a compreender melhor aquilo que Jesus já trouxe que é justamente a sua proposta através do seu evangelho então fica o

ser melhor compreendido para todos nós porque a proposta de Joan é isso né nós dar a compreender melhor aquilo que Jesus já trouxe que é justamente a sua proposta através do seu evangelho então fica o nosso convite eh e vamos estar continuando o nosso estudo agora no Capítulo 7 maturidade e consciência Obrigado Guadalupe Obrigado Cláudia Obrigado a todos vocês que estão conosco nesse estudo um grande abraço a todos

Vídeos relacionados