T9:E19 • Vida: Desafios e Soluções • Autodespertamento inadiável (parte 3)
Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis • Temporada 9 Temporada 09 – Vida: desafios e soluções Episódio 19 – Autodespertamento inadiável (capítulo 8, parte 3) Encerrando o estudo do capítulo 8, “Autodespertamento inadiável”, este episódio aprofunda a reflexão sobre os itens “Disciplina da vontade” e “Ações libertadoras”, nos quais Joanna de Ângelis apresenta o domínio da vontade como força essencial para a superação das tendências inferiores e o direcionamento consciente da própria vida. A autora espiritual ressalta que o autodespertamento verdadeiro requer ação perseverante e escolhas pautadas no amor e na lucidez moral. 📖 Obra: Vida: Desafios e Soluções, Joanna de Ângelis – psicografia de Divaldo Franco 🎙️ Apresentação: Gelson Roberto 👥 Convidadas: Guadalupe Amaral e Cláudia Semeghini #JoannaDeAngelis #PsicologiaEspírita #VidaDesafioseSoluções #Autodespertamento #DisciplinaDaVontade #AçõesLibertadoras #Autoconhecimento #Espiritismo #DivaldoFranco #EspiritismoPLAY #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Meus queridos irmãos, bem-vindo a esse momento especial do nosso estudo da série psicológica Joana de Angeles. Estamos estudando o capítulo oito, autodespertamento inadiável. E hoje vamos trabalhar os últimos itens do capítulo, disciplina da vontade e a parte final que é ações libertadoras. Finalizando o capítulo hoje então com a Guadalupe e a Cláudia para nos auxiliar nesse estudo. Bem-vindas. Vamos focar então em temas importantes, especial esse primeiro, né, da disciplina da vontade. Tem dois duas questões que ela traz. Então, a partir dessa proposta um é vontade, que é um tema bastante importante, um tema fundamental, né, já que ele é uma das forças fundamentais realmente da alma e a questão da disciplina, que também é uma questão importante para todos nós. E então vamos começar a pensar um pouquinho sobre isso, né? Ela ela vai trazendo, né, a ideia de vontades como a faculdade de representar um ato que pode ou não ser praticado, né? Aí ela já junta com a disciplina, né? Se eu posso ou não praticar, é sinal que eu tenha condições de eh evitar um um movimento ou fazer o movimento, né? E aí a gente começa então a trabalhar de uma certa maneira essa caminhada, né, que que Joana tá dizendo da importância da vontade de ser direcionada, orientada através da disciplina mental. E ela vai falando uma série de coisas, né? é um eh ela já entra aqui no Pará com muito elemento, né, gente, para depois trazer mais elementos sobre a questão da vontade. Então, vamos começar a expandir um pouquinho mais. Eh, Cláudia Guadalupe, como é que tá para vocês esse primeiro momento aí da proposta da prefeitora? Olá, pessoal. Cláudia Gelson. É interessante que essa essa questão que acaba sendo tão tão básica no sentido de basilar na na nossa caminhada evolutiva, ela vem muito ao encontro das questões ligadas ao livre arbítrio também e as escolhas que a gente vai fazendo e como nós vamos então eh montando o nosso palco na vida. E e a partir disso ela traz, como Gelson ali já pontuou, essa questão da do
das ao livre arbítrio também e as escolhas que a gente vai fazendo e como nós vamos então eh montando o nosso palco na vida. E e a partir disso ela traz, como Gelson ali já pontuou, essa questão da do pensamento, do sentimento e da vontade operando de forma conjunta, quando ela fala ali sobre a disciplina mental, os trabalhos com exercício de meditação, através dos pensamentos elevados, gerando um novo condicionamento, estabelecendo um hábito diferente do comum. Isso é muito claro quando se lê, mas é bem complicado de colocar em prática. Então, é nesse exercício de de serenar a mente, de se colocar realmente eh conectado com uma realidade espiritual maior e conseguindo impulsionar todo esse direcionamento que vai se dando então à execução dessa disciplina da vontade. E e acho interessante que ela começa o primeiro capítulo já nos chamando atenção de como fazer, né, a disciplina mental, a meditação e trazendo algo que que eu acho interessante que é o condicionamento e depois o hábito. Então, mostrando que tem um caminho para essa mudança. quando ela mostra que tem um caminho que vai sendo construído a pouco e pouco para essas mudanças de de atitudes, comportamentos e em última análise, né, da da nosso padrão psíquico espiritual, ela vai entrando então nas questões que a gente agora vai ampliando da paciência, da perseverança, da constância, da fé e da autoconfiança. Então eu trago de uma forma um tanto mais ampla o que a gente vai falar um pouco mais para que fique claro que é um caminho possível, mas que ele é construído, né? Então, que a gente tem que entendendo que existe uma construção e que se, apesar da gente estar falando em comportamento e em hábito, eh, na verdade, em última instância se está falando também e muito mais de mudanças muito mais profundas que reverberam do ponto de vista exterior, né? Então, acho que isso que eu gostaria de de trazer assim como uma primeira reflexão pra gente seguir. >> Oi, pessoal. Bom estar com vocês mais uma vez, eh, e todos que nos assistem. Eh, sim.
erior, né? Então, acho que isso que eu gostaria de de trazer assim como uma primeira reflexão pra gente seguir. >> Oi, pessoal. Bom estar com vocês mais uma vez, eh, e todos que nos assistem. Eh, sim. eh, exatamente que vocês estão trazendo, né, essa essa definição aí da Joana, que é muito mais, né, do que eh representar um ato que pode ou não pode ser praticado, mas isso envolve também essa escolha, como você disse, e um treinamento, né, quando ela diz aqui exercícios, disciplina para gerar um novo condicionamento. Ela tá falando de treinar. E eu acho que realmente tudo na vida a gente precisa desenvolver através dessa forma assertiva de treinar, de acertos e erros, de experimentações, eh, de várias situações para que a gente possa integrar realmente o que nós desejamos. Eh, indo um pouquinho lá, eh, e pensando, eu fiquei pensando onde está a vontade. A gente sabe que André Luz nos traz aqueles departamentos todos, né, da mente como um escritório e a vontade sendo o departamento mais importante. Chico também com André Luiz no mundo maior, ele vai trazer os três andares do castelo, né? Então ele vai dizer que o hábito e automatismo estão num num andar, que é muita coisa da primarismo, né? E aquelas coisas que já nós já integramos como automáticas. Depois tem o esforço e a vontade, que é o segundo andar, que é são as conquistas atuais. E tem também o o outro andar que é ideal e a meta superior a se alcançar. Então, o que se deseja? Então, acho a vontade ela tá no meio, nesse esforço, né? de se colocar em prática as situações, o que se deseja, mas tem o ideal da vontade. Então eles estão interligados esses andares, né? Nós precisamos de automatiso, nós precisamos também desse esforço da vontade para que a gente possa colocar em ação o que nós desejamos. E aí a Joana vai falar assim no finalzinho do item anterior, ela vai falar duas coisas, né? O esforço é uma ação bem direcionada, disciplinada pela vontade. Então, esse esforço que o ego precisa fazer, que nós precisamos fazer
im no finalzinho do item anterior, ela vai falar duas coisas, né? O esforço é uma ação bem direcionada, disciplinada pela vontade. Então, esse esforço que o ego precisa fazer, que nós precisamos fazer na vida para vencer os obstáculos, os desafios, colocar em prática aquilo que nós viemos, né, a que viemos nessa vida, o nosso desejo maior de completude e de resolução de dificuldade. E a Joana também vai falar também bem no finalzinho do item anterior, que o esforço, né, ele pode ser descrito como tenacidade para não se deixar vencer pelo marasmo. E daí ela ela nos fala da disciplina mental, dos exercícios de meditação. E a Joana diz: "É o investimento da vontade." Então o esforço é o investimento. É quando a gente coloca realmente a vontade em ação, né? Porque o pensamento idealiza-se, deseja se fazer, mas a vontade é realmente colocar aquele aquele planejamento em prática e ter coragem, né? Porque muitas vezes a gente não tem coragem, a gente tem vontade e aí a pessoa diz: "Eu queria tanto". Então, né? para que possa se investir desse desejo e colocar essa vontade em ação. Eh, então a Joana já nos introduz aqui nesse primeiro parágrafo, de fato, como vocês falaram, tudo que se precisa fazer, algumas coordenadas para que nós possamos colocar em prática esses recursos, né, da vontade. É interessante que ouvindo falar, isso me remete aos aos capítulos anteriores do livro, né, onde ela trouxe a questão da individuação e a noção de arquétipo. Então, a gente vê assim essa caminhada evolutiva do espírito, né, onde o indivíduo vai assimilando habilidades, construindo padrões de comportamento. Esse padrão de comportamento, ele é alterado, então nesses processos anteriores, envolvendo os impulsos, as sensações e emoções, né, que vão sendo moldadas e necessidades, né, desejo, necessidades que vão sendo moldadas, né, por experiências eh do espírito, seja coletivas como individual, formando os arquétipos, né, ou seja, as expressões de de padrões que vão se constituindo ao longo ao longo dessa jornada espiritual
né, por experiências eh do espírito, seja coletivas como individual, formando os arquétipos, né, ou seja, as expressões de de padrões que vão se constituindo ao longo ao longo dessa jornada espiritual e chega o momento que o espírito tem que começar a operar sobre, né, que é justamente essa vontade como impulso volitivo, né, uma força motriz que refere à potência de cada um, a potência da nossa alma, né, e que procede justamente do self, né, ou seja, da nossa realidade como espírito. Então, esse esse atributo, né, essencial do self, que é vontade, ele vai atuar, né, como sobre a consciência na forma de energia e perseverança, né, para o querer, para o desejo de realizar algo, né, o escolher e definir um objetivo, né, seja ele eh sustentado, como aguard falou, pelo pensamento e pelo sentimento, né? Então, de uma certa maneira, o desejo pode ser um um querer imediato, um impulso, né? Da mesma que a necessidade da gente, né? Às vezes a gente vem é movido por uma ânsia que não espera um minuto. A a pessoa sa geral simplesmente age, né? Eh, mas quando a gente começa realmente a construir a nossa capacidade de ser dono de nós mesmos, né? Ou seja, avaliar realmente se essa necessidade é real, ter uma direção, ter uma aspiração, né, seja física ou emocional, em na busca de um ideal, nós temos que realmente começar a formar um processo de elaboração mais complexo, né? eh, tanto do pensamento como sentimento, que é um querer direcionado, né, de um propósito onde a vontade vai dar sustentação que vai realmente nos conduzir a esse objetivo. Então, a gente tem realmente aí a Joana vai construindo, né, ao longo do livro, né, esse processo todo da da da estruturação da alma, né, da psíquica. Agora ela é onde a vontade começa a entrar com uma função diretamente vinculada ao eu profundo que decorre vários várias expressões do comportamento, né? que ela vai dizer aqui, né, no segundo do parágrafo, né, que eh que tem vários recursos que vão realmente ajudar a construir, a montar equipamentos
corre vários várias expressões do comportamento, né? que ela vai dizer aqui, né, no segundo do parágrafo, né, que eh que tem vários recursos que vão realmente ajudar a construir, a montar equipamentos da vontade, né? Ou seja, a vontade é um processo que vai se constituindo, né? e ao mesmo tempo tem equipamentos da vontade. E isso é interessante, né? como é como a questão da vontade é algo muito complexo, não é só o eu, é uma coisa autoensada no eu, eu quero, eu faço, eu consigo, eu posso. Eh, na verdade é resultado de vários fatores da alma que se configura em favor desse movimento aonde eu posso realmente exercer isso que a gente chama de vontade. E e eu volto, a gente vai seguindo, mas eu volto esse a importância desse primeiro parágrafo, porque ali ela deixa ou entendido ou subentendido o quanto, apesar da vontade estar ligada à comportamento, ela ela é primordialmente uma questão do self, do eu profundo e uma mudança que realmente requer um um uma trabalho interno, né, um uma dedicação uma reverência a toda a vida como um todo, muito mais profunda do que uma mudança egóica. É claro que a gente acaba vendo o final, né, ou seja, como, né, como comportamento, mas é algo muito mais profundo. E e aí eu eu passo pra questão da paciência, que aliás é um assunto que, né, a mentora já lá desde o Evangelho Segundo o Espiritismo já nos trazia assim a o quanto é importante a gente eh entender realmente o que significa paciência. que vai nos ensinando onde esse trabalho começa. Então, claro que nossas nossas tentativas, né, tô pensando aqui com vocês, mas de de acertos e erros, muitas vezes isso vai ser eh baseado e e impulsionado, enfim, pelo ego, por por um querer que é mais superficial, por algo que não tem uma transformação profunda. Mas um pouquinho mais adiante, esse ser que é espiritual vai se dar conta. Puxa, eu mudei aqui, achei que tivesse realmente sido uma mudança substancial, mas não, né? Tô ainda num num mesmo padrão enquanto uma realidade maior. Então, com paciência, esse ser
vai se dar conta. Puxa, eu mudei aqui, achei que tivesse realmente sido uma mudança substancial, mas não, né? Tô ainda num num mesmo padrão enquanto uma realidade maior. Então, com paciência, esse ser vai retornando, vai novamente eh se experimentando e assim vai se lapidando enquanto ser espiritual, né? Então é natural que as primeiras tentativas, né, como a criança ali que tá começando a caminhar, possam vir sim, né, de de uma tentativa mais egóica, mais de mais heróica, mas a pouco e pouco o espírito vai se dando conta. Não, né? Não é assim, né? a questão é mais profunda e vai perseverando e começando refazendo o caminho realmente a confiar, a entender o que que realmente é uma constância numa mudança que não é só comportamental. H, até que o que eu acho muito muito interessante, né, seja qual for o aspecto da nossa vida espiritual que a gente esteja vendo em relação à disciplina da vontade, até que realmente vai chegar um momento, né, sei lá em qual das nossas próximas vidas, realmente isso fica, essa mudança fica estabelecida, fica introjetada e é do ser espiritual, é do eu profundo. E aí ela se torna inconsciente, automática, mas no sentido já de trabalhada, né, de natural. Então é um caminho bonito, mas extenso, paciencioso e e realmente que requer uma uma entrega a começar, né? Começa de onde está, acho que isso é importante também. >> Sim. A Joana fala: "A paciência é recurso que se treina com insistência. para dar continuidade a qualquer empreendimento. Então é isso como você trouxe, né? Eh, operar tranquilamente, sem pressa, né? Entendendo que o trabalho começa, como ela disse. Mas nós somos muito imediatistas, né? O ego é imediatista, ele quer agora, ele quer resolver logo, né? Tá demorando muito, né? Então nós não entendemos isso como um processo, né? difícil pra gente entender como um processo. A gente só consegue entender como processo quando nós olhamos para trás e vemos o decorrer, né, de tudo que aconteceu. Aí nós vamos entender, ah, né? E aí vamos talvez traduzir essa
como um processo. A gente só consegue entender como processo quando nós olhamos para trás e vemos o decorrer, né, de tudo que aconteceu. Aí nós vamos entender, ah, né? E aí vamos talvez traduzir essa paciência tendo seguir, tendo de conseguir seguir adiante, apesar de frustrações, né? Apesar de todos os medos, né? todas aquelas emoções que nos assaltam, nos pegam de assalto, né? Todos os nossos complexos, complexos de inferioridade, né? De insegurança. Então, nós vamos conseguindo insistir. Isso é bom, né? Isso aí traz assim e como você trouxe Guadalupe, eh, cada vez mais que a gente consegue ir firmando, né, e acreditando, né, insistindo e acreditando e percebendo pequenos avanços, nós vamos nos eh encorajando cada vez mais, né? Então, aquilo aquilo devolve, aquela situação devolve para nós uma energia disponível para que nós possamos galgar ainda mais pra frente, né? Eh, e a Joana nos traz isso. Então, é por isso que ela fala novamente do esforço aqui. Quando ela falou no final do iter anterior, ela diz: "Esse mecanismo é todo um resultado de esforço bem direcionado, consistindo no ritmo do trabalho que não deve ser interrompido." Então, entender o nosso movimento da vida como um ritmo de avanço, pode ser avanço pequeno, não tem problema, mas que nós possamos ir avançando gradativamente com a e essa um desse tripé, né? Porque quando ela coloca que a vontade precisa desses equipamentos, ela faz um tripé: paciência, perseverança e autoconfiança. Então, quando nós vamos caminhando nesse tripé e nós agora estamos vendo a paciência, não é, que é ela vai exigindo essa insistência eh de de perseguir o ideal, perseguir e não se deixar dominar por todas essas emoções que nos assaltam, nos pegam de assalto. som >> ela tá pegando três aspectos aí que que constituem eh elementos para poder realmente eh gerar a vontade, né? A paciência, a perseverança e a autoconfiança, né? Estou comentando sobre a paciência. Eh, tem ficou claro para vocês aqui na proposta que ela tá fazendo, qual é a
er realmente eh gerar a vontade, né? A paciência, a perseverança e a autoconfiança, né? Estou comentando sobre a paciência. Eh, tem ficou claro para vocês aqui na proposta que ela tá fazendo, qual é a diferença da paciência eh e em relação à à perseverança, né? Porque às vezes parece muito parecidas a perseverança e a paciência, mas ela tá aqui colocando como coisas importantes e diferentes. Qual é a diferença, né? Falar um pouquinho da paciência, né? Eh, e ela fala daí logo em seguida da perseverança. Então, como é que a gente pode pensar a diferença entre as duas? Como é que pra gente poder reconhecer o valor de cada uma e como realmente se ocupar delas, né, no nosso processo de gerar vontade. Eh, posso falar um pouquinho? É, eu achei interessanteando aqui. >> É, eu também, mas eu achei eh interessante e agora ouvindo Gelson falar e olhando aqui pro texto que ela usa a palavra insistência nas duas nos dois momentos, tanto de paciência, que ela diz paciência é um recurso que se treina com insistência e ela diz que a perseverança se apresenta como pertinácia, insistência no labor. Eu fico pensando que logo depois ela diz que é uma firmeza de decisão, né? Não se interrompendo aquilo que tá se fazendo. Eu fico pensando que a perseverança é algo mais da ação e a paciência é algo mais do de do suportar, né? Suportar aquele momento, atravessar aquele momento e se investir, né, de de eh de const. É o que ela traz aqui, constância, paciência, existe treinamento, constância e fé. Então eu fico pensando que eu assim, de acordo com a pergunta do Gelson, eu fiquei pensando mais nisso, que é uma uma suporta mais, né, aquele aquele o aguardar ou estar naquele lugar que muitas vezes é um lugar desconfortável e a perseverança já se coloca mais numa firmeza, num propósito já que já se talvez já se adquiriu e aí se firma, como ela diz aqui, firmeza da decisão. ocorreu isso, viu? >> Uhum. >> É, não. Eh, pensando aqui, a paciência me vem muito também a questão do do suportar, né, e e se manter ali e firme,
e aí se firma, como ela diz aqui, firmeza da decisão. ocorreu isso, viu? >> Uhum. >> É, não. Eh, pensando aqui, a paciência me vem muito também a questão do do suportar, né, e e se manter ali e firme, enfim, até porque às vezes hã tem que se ter paciência porque nem tudo que se quer mudar se consegue, né? Então, eh, mesmo que a gente pergunte, né, para nós, eu não, eu não consigo ou eu não quero? Às vezes a gente não quer, e tem essa questão da vontade, às vezes realmente não consegue, tem situações na vida que são para serem suportadas com paciência nessa questão de de suportar um conflito e e ficar, né, um conflito psicológico e realmente ficar pacienciosamente suspenso ali entre dois opostos, né, suportando e a perseverança, ela ela me parece quieto, vem muito muito com essa questão do do não desistir, né, realmente de de ficar ali, se manter ali. Ah, então eu tenho paciência, eu vou suportar, né? Então, eh, não tenho a resposta pensando aqui, mas eu para mim paciência muito do suportar, do, do se entregar e do ter a fé ali de entender que tudo tem seu tempo e a perseverança de de não desistir, né? então de de ficar ali e realmente bancar aquela escolha e e ficar pacienciosamente eh nesse nesse lugar, né? Mas eh refletindo agora porque Uhum. É, eu estou usando a para suportar, acho interessante, mas ela usa também um outro termo que eu achei bem adequado, que é esperar, né? que a paciência é uma é um movimento eh que nos leva a essa faculdade de esperar, né? E realmente a pessoa impaciente é a pessoa ansiosa que não consegue esperar, mas que se precipita, né? Então me impor que a paciência é um tipo de compreensão, né? eh não só racional, mas pelo sentimento de poder reconhecer, né, que as coisas não se dão de uma hora para outra, né, uma forma de sabedoria, né, a gente vai, né, que e tanto é que ela fala que essa paciência eh até usada para evitar tua tu ter uma atitude de exorbitação, né, exorbitar e e ser exigente, né? Então, porque de uma certa maneira eh a
gente vai, né, que e tanto é que ela fala que essa paciência eh até usada para evitar tua tu ter uma atitude de exorbitação, né, exorbitar e e ser exigente, né? Então, porque de uma certa maneira eh a teimosia é oposto à perseverança e a paciência, né? Que a pessoa pode ser teimosa e não eh tenaza, não perseverante. Essa é uma coisa diferente, porque a teimosia tá muito ligada a esse impulso imediatista que não tem paciência, né? A pessoa fica teimosa, seja pelo orgulho, seja pela questão da impulsividade, né? Então, a paciência me parece que realmente é um tipo de compreensão que me faz reconhecer a minha medida, saber então esperar o que as coisas dependem de vários fatores, né? não só do amadurecimento interno, mas de fatores outros que a vida vai possibilitando. Então, eu poder realmente fazer esse processo passo a passo, como a benfeitora nos coloca. E a perseverança dentro daquilo que estão falando aqui me remeteu realmente a a a tu ter confiança num objetivo, porque tu se tu confia, se tu tem, então para mim a perce tá muito ligada também à fé, né, realmente, né, a tu poder realmente saber, né, que que tu vai chegar lá. Então é uma uma é uma capacidade de perceber se vir a ser, né? E e e a Jana fala dessa conquista da consciência desperta, né? uma pessoa que tem uma cena desperta, ela começa a ter um esforço para perseverar nos objetivos elevado, porque ela já tem consciência de de uma dimensão mais profunda de si mesmo. Então ela ela ela persevera porque ela sabe que algo especial, algo espera ela no futuro, algo vai desabrochar, algo vai sustentar ela enquanto uma realidade que ela já dislua para essa consciência de espera. Então eu vejo muito a questão da perseverança como algo que que que tá sustentado num sentido, né? um significado que me que me que me move, né, que me que me me orienta. Então, eu posso perseverar porque eu tô sintonizado com esse sentido maior. >> É interessante que agora a gente refletindo, me pareceu que são degraus, né? Primeiro você espera pacientemente,
orienta. Então, eu posso perseverar porque eu tô sintonizado com esse sentido maior. >> É interessante que agora a gente refletindo, me pareceu que são degraus, né? Primeiro você espera pacientemente, né? Depois que você passa por essa interna, né? Eh, nós aí aí passamos para essa para perseverança, porque aquela elaboração já aconteceu um pouquinho, aí a gente parte para decidir, eu quero isso, né? Então é uma coisa mais assertiva. E ela usa também a palavra esforço, né? Ela diz assim: "A conquista da consciência desperta, o esforço para perseverar nos objetivos elevados. Isso tá na página 124 lá no início. Então a perseverança ela requer esse esforço mais atuante, né? É algo mais eh assertivo, onde o ser já se coloca mais. Me deu essa impressão que possam ser degrauzinhos, né? Até que a gente vai chegar na autoconfiança, que eu acho que parece que é um degrauzinho maior. >> E na verdade a perseverança já inclui realmente a paciência. Porque a Jana fala que a perseverança é um tipo de insistência, né, que impulsiona Mas se essa insistência não tiver paciência, pode virar teimosia, né? Fica insistindo em algo que não tem sentido, algo que é movido por uma impulsividade mais primitiva, né? Então, a a perseverança é insistência voltado por um objetivo, eh, e, digamos assim, regulado também pela paciência. >> É, e ela vai, eh, juntando esses três elementos no terceiro parágrafo da 124. E daí ela diz: "Da conquista da paciência em face da perseverança que a completa, faça-se a autoconfiança, a certeza das possibilidades existentes que podem ser aplicadas em favor dos anseios íntimos." E interessante que ela traz a questão do medo que é tão presente, né, na na nossa realidade, se a gente não atenta a isso, desaparecem o medo, esse confia, né? e os mecanismos autopunitivos, autopunitivos, né, autoafligentes, ou seja, vem vem de nós, não tem um Deus punitivo, né, e que são fatores dissolventes do progresso, da evolução do ser. Então, se volta eh a esse início que Joana nos traz como tão
né, autoafligentes, ou seja, vem vem de nós, não tem um Deus punitivo, né, e que são fatores dissolventes do progresso, da evolução do ser. Então, se volta eh a esse início que Joana nos traz como tão importante do trabalho de de autoencontro e autodcobrimento, porque nós mesmos que vamos eh com esses mecanismos de autopunição e autoaflição, nos afastando dessas possibilidades. É bem interessante mesmo. >> Eu queria voltar um pouquinho, né? Interessante mesmo que você acabou de ler, eh, Guadalupe, porque realmente nessa frase ela traduziu todo esse nosso raciocínio até agora, né? eh, da conquista da paciência em face da perseverança que a completa passa-se autoconfiança. Achei bem interessante que você ressaltou, mas no final da 123 ela diz quando o indivíduo abandona os esforços, né, que devevidar para atingir as metas que persegue, né? Então ela ela lembra aqui da necessidade de não abandonar, né, de manter essa firmeza na decisão, né, pelo esse trabalho que vem sendo feito. Ela ela coloca isso aqui. E aí eu me lembro do desânimo. Muitas vezes a pessoa desanima, né? Ela já ela tá já começou a fazer aquele trabalhinho de esperar, né, e de se colocar mais assertivamente, né, ter perseverar e aí por alguma situação ela desanima, né, e aí ela ela estagna, né, >> agora é interessante >> toda aquela energia que foi, né, trabalhada ali, é uma energia que não não se coloca eh eh a serviço efetivamente. né, desse movimento de autoconfiança. >> Interessante, Cláudia, tu voltar ali um pouquinho, porque olha o que diz ali, né, que eh se se aparta da luta, né, porque embora diga se não se está sentindo bem, aprashe a situação. Então também isso é importante que a gente ressalte para nós todos que estamos aprendendo, porque esse ser que se que se diz não capaz de lutar, ele tá gostando da situação, né? Como Joana diz ali em um mecanismo psicopatológico masoquista, ou seja, a consciência não está de espera, né? Que é a frase onde a gente, né, voltou ali. >> É. E aí eu acho que realmente eh eh essa
é? Como Joana diz ali em um mecanismo psicopatológico masoquista, ou seja, a consciência não está de espera, né? Que é a frase onde a gente, né, voltou ali. >> É. E aí eu acho que realmente eh eh essa é fundamental essa questão aí da da autoconfiança, né? Porque de uma certa maneira que tu não tem autoconfiança, tu não vai ter força para lutar, para continuar. A autoconfiança eh é um reconhecimento da tua capacidade que envolve autoestima também, né? Ou seja, eu posso, eu mereço, então eu quero, né? Então, é um querer nobre de uma conquista onde eu me vejo portador de do merecimento de ser feliz, que eu acredito no meu potencial, eu acredito que essa vida foi me dada para mim eh construir algo de de felicidade, plenitude. Então, a autoconfiança ela é esse reconhecimento da minha potência, né, da minha capacidade e um direito a ela, né? Porque às vezes a pessoa realmente com baixa autoestima e que não e que não tem confiança em si mesmo, ela realmente ela ela desiste fácil, ela não se apropria do seu espaço, ela não realmente não se coloca nesse lugar de merecedora, né? Então, a autoconfiança eh dá realmente essa clareza eh não só das minhas possibilidades, né, que mas também de uma certa maneira eh o o reconhecimento que eu que isso é para mim, né, que que a vida é para mim, né, eh é para meu crescimento, é para minha conquista, né? E aí eu vou me apropriando de mim mesmo nesse de lá ag com a vida, onde eu posso interagir de uma forma de uma maneira digna, né? >> E aí, mais uma vez eu fico pensando que a perseverança estando nesse meio de caminho, é um momento bem crítico, né? Porque quando ela diz aqui que o indivíduo pode desanimar, né, abandonar os esforços, né, ela tá falando dos prazeres do mundo, né, onde a pessoa se volta para isso, ali, ela direciona pro, paraas acomodações que lhe agradam, né, o paladar do comportamento doentil deixa se arrastar por eles, né, escusando-se a luta. Olha, então assim, parece que realmente a perseverança é uma construção, mas de uma coisa que vai
e agradam, né, o paladar do comportamento doentil deixa se arrastar por eles, né, escusando-se a luta. Olha, então assim, parece que realmente a perseverança é uma construção, mas de uma coisa que vai solidificando, criando raiz, né? Eh, enraizando aquele caminho da pessoa que que não fique uma folha ao vento e ela fique mais firme até alcançar esse patamar da autoconfiança, né, que é o terceiro tripé da vontade, né? >> E desânimo é sem ânimo, né? Sem alma. Ânimo vem de ânima, vem de alma, né, pessoa? Então, a pessoa se perde a a a consecução alma e se perde, né, nesse nesse apelo ainda primitivo e infantil do da gratificação imediata, dos prazeres sensórios. E ela fala realmente da criança psicológica, né, que muitas vezes tá ali à frente e não te faz ter condições de avançar como adulto com vontade firme, né? Porque ela fala dessa autoconfiança e com aência com uma mente menteada. mais ado vai de uma certa maneira conseguir se posicionar de forma adulta, né, objetiva e e e com uma sustentação mais profunda nele mesmo. >> Tem uma frase que eu separei da Joana que fala do desenvolvimento, né, desculpe, do desânimo. Desenvolvimento é o que a gente quer. O que a gente não quer, ela tá lá em episódios diários, né, da Joana. Ela diz assim: "Quando sentires a insinuação do desânimo ciciando-te, ou seja, murmurando falsos motivos, olha essas alegações falsas, para que abandones a peleja ou a postergues ou a desconsideres, tem cuidado, usa a razão e expulsa-o da casa mental". Então, realmente é uma fase bem crítica, onde a gente pode desanimar, né? >> Sei. >> Mas a seguir confiante a cada dia é algo que ela também traz na obra dela, no sentido de que, bom, se desanimou, retorna teu caminho e persiste, né? Ah, isso é importante nesse trajeto porque tá muito ligado à perseverança, ou seja, vão existir momentos talvez de desânimo, né, mas que sejam momentos e não um padrão, né? Então, essa essa é uma questão que ela nos traz muito muito presente da gente até entender que existem algumas várias oscilações aí
talvez de desânimo, né, mas que sejam momentos e não um padrão, né? Então, essa essa é uma questão que ela nos traz muito muito presente da gente até entender que existem algumas várias oscilações aí nesse nosso mundo interno, mas que a consciência busque realmente o despertar e ultrapassar essas esses, né? Eu não gosto de usar só a palavra instinto porque instinto por si só não é questão de ser ruim ou bom, né? mas esses instintos atávicos e e realmente se posicionar em um outro padrão de de consciência, né, que reflete até em um outro padrão de comportamento, mas está falando também de de uma mudança do eu maior. E isso também tem muito muita ligação com mais pro final desse subitem do capítulo, quando ela vai trazendo que todo esse empreendimento então que se vai fazendo, no meu tá na 125, o penúltimo parágrafo desse desse item, todo esse empreendimento resulta da vontade disciplinada que se torna o mais notável instrumento de trabalho para a vitória da existência física do ser pensante. na Terra. Então, é uma frase muito impactante e que a gente precisa, né, procurar vivenciar, mas ter esse cuidado de de entender também que é uma conquista de uma consciência desperta, que é feita com paciência, com perseverança e realmente uma mudança que que se exprime no comportamento também, né, mas que ela é muito maior do que isso. >> É. interessante que para mim isso resulta, essa vontade disciplinada, né, que envolve todo esse processo de de uma consciência então esperta e uma mente saudável na questão da da segurança, né? Uma pessoa segura e responsável para mim. Então, eh, a vontade bem trabalhada é fruto de uma pessoa que tem já segurança e e e consegue se responsabilizar. pelo seu não tem medo de assumir, né? Porque você tem medo de assumir as suas posições porque eh isso compromete a gente, né? Então, a gente tem que renunciar a valores do mundo para poder realmente assumir os valores espirituais e usar nossa liberdade de escolha que de uma certa maneira implique essa vontade
te a gente, né? Então, a gente tem que renunciar a valores do mundo para poder realmente assumir os valores espirituais e usar nossa liberdade de escolha que de uma certa maneira implique essa vontade então de dizer que que que eu quero, qual é a direção que quero ter, né? Isso me lembra, né? O afadioli, antes de entrar na no próximo item, que a gente vai passando, a gente tem que seguir, né? Mas ele fala sete qualidades da vontade, né? Aqui vai ter uma ter uma qualidade que é a energia que tem a ver então com o impulso, força dinâmica com intensidade, tem a ver com o comando que tem que é isso que a Juda fala aqui da disciplina, do controle, né, da de de poder ter, né, eh, dar uma saber conter, né? Eh, ele fala de uma terceira qualidade que é a concentração, que é da direcionalidade atenção e foco. Ele fala da determinação figura, que é resolução, que é a prontidão para para poder se posicionar. Ele fala da persistência, né, que que tem a ver com paciência, com resistência, né? que eh el tá falando também dessa perseverança, dessa paciência na da determinão segura da persistência. Ele fala também da iniciativa que envolve coragem, eh, arrojo, né? E por último a organização, que é integração em sínd. vontade seria também que justamente dá essa eh responsabilidade, essa segurança de alguém que já consegue então se movimentar mais livremente na vida. E >> assim passamos as ações libertadoras. Acho interessante e nessa nessa parte eh o quanto ela traz eh essa questão de que ação é a palavra de ordem em todo o universo e traz então eh isso que é tão importante para nós também. Eh aqui palavras dela na 127, né? Sei que eu tô me adiantando um pouco, mas essa frase realmente acho muito impactante. Ação é a palavra de ordem em todo o universo. O movimento constitui mecanismo que impulsiona a vida em todos os sentidos. Então o convite, voltando aqui ao título, é é quais são as nossas ações, né? Como é que a gente tá se movimentando no universo, já que nós estamos nos movimentando, n? são realmente
todos os sentidos. Então o convite, voltando aqui ao título, é é quais são as nossas ações, né? Como é que a gente tá se movimentando no universo, já que nós estamos nos movimentando, n? são realmente libertadoras e e cooperativas e e contribuem então paraa lei do amor. Eu acho muito muito bonito também essa questão do movimento, né, e da nossa responsabilidade com para com ele, né? >> Uhum. E nesse primeiro parágrafo, eh, ela diz que é mesmo que a gente vá conquistando a consciência do si, né, percebendo a nossa própria realidade, os objetivos essenciais, né, para desfrutar essa vida mais saudável, não significa viver sem aflição ou desafio, né? Então, assim, as ações elas vão acontecendo, né? E cada vez que a gente eh ação parte também de uma decisão, né? Então, cada vez que nós vamos, né, obedecendo essa palavra de ordem que você trouxe do universo, onde todo o universo conspira, né, o universo é a representatividade da vontade, né, divina, né, de de construção desse universo. Então, a partir do momento que a gente vá vivendo tudo isso, mesmo assim a Joana reconhece a nossa pequenez, né? e que nós vamos eh eh eh desfrutando de movimentos saudáveis, né, e promovendo ações que podem ser eh eh de menor eh eh tamanho, vamos colocar assim, ou de maior, né, num num passo mais eh um passo maior nas nossas vidas, né? Então ela coloca que as ações vão acontecendo, o movimento da vida vai acontecendo mesmo, né, com aflição, né, e com o desafio que todos eles exigem. E a partir também que nós vamos vivenciando essa esse enfrentamento, esse se colocar de uma forma eh uma forma assertiva, atuante, né, como ela disse ali, na vontade disciplinada, nós vamos reconhecendo o nosso valor, desculpe, o nosso tamanho, né? Então é só mesmo eh partindo para essas ações, nós vamos conhecendo, né, eh eh enfrentando, sendo desafiados, desafiando o nosso medo, né, e alcançando, então esse desvelar que a Joana nos fala, né, e vamos nos sentindo mais livres, porque a psicologia da Joana de Angeles é de que a gente
o, sendo desafiados, desafiando o nosso medo, né, e alcançando, então esse desvelar que a Joana nos fala, né, e vamos nos sentindo mais livres, porque a psicologia da Joana de Angeles é de que a gente conquiste, né, essa ampliação de consciência, é fazer consciência. E e nesse fazer consciência é nos sentir livres, libertos de todas essas mazelas, né, que o nosso espírito ainda traz. Lembrando o livre arbítrio que você trouxe no início, né, Guadalupe, né? É interessante porque realmente parece que ela tá construindo aqui, né, eh, esse jogo entre a consciência do próprio limite e, ao mesmo tempo, esse horizonte maravilhoso de possibilidade do ser. Então, nesse nessa ação, tu vai regulando isso, né? cada movimento da vida desvela um pouquinho mais de ti, né? E aí tu vai poder realmente perceber coisas que ainda eh são mal trabalhadas ou que ainda estão precisando ser cuidadas, mas tu descobre possibilidades novas do teu ser, potências e aí tu vai direcionando, né, essas ações de maneira inteligente, né, rompendo o jogo comportamental de ações que são defensivas, né, eu tô aqui porque eu tô com fome, porque eu quero poder e proteção, porque eu quero segurança. A J falou que a a dinâmica emocional vai muito além disso, né? Que que o com emocional é muito mais complexo, não pode ser reduzido a isso, né? Que alguns psicólogos diz que a gente busca, né? Eh, basicamente segurança ou busca afeto, né? E que nossas ações são baseadas nisso. Tudo bem. Isso é um dos fatores que sustentam a nossa ação no mundo, mas não somos as únicas. Então que a Joana tá falando que a gente tem que sair das faixas mais primárias eh desse desenvolvimento emocional, espiritual limitada para um nível mais elaborado do sentimento do amor. Então ela vai dizer que que as nossas ações são reflexo do que a gente fixou psicologicamente, né? e que envolve todos os recursos intelectuais, emocionais, valores, né? Eh, e aí o comportamento é o resultado disso, é o que a gente já conquistou até agora. Uma coisa que tu quer fazer, uma
ente, né? e que envolve todos os recursos intelectuais, emocionais, valores, né? Eh, e aí o comportamento é o resultado disso, é o que a gente já conquistou até agora. Uma coisa que tu quer fazer, uma coisa que tu leu, outra coisa teu comportamento, por exemp, ele revela realmente aquilo que tu é, né? Então, de uma certa maneira aí tem que fazer um trabalho também de joano, de tolerância, de autoconhecimento, né? se buscando, né, eh eh transcender essa realidade limitada, eh, física e material e baseada nos valores do mundo em favor dessa dimensão espiritual e assim e começando a percorrer essas ações mais adequadas à nossa caminhada evolutiva, né, mais proveitosa para nós que nos nos enob Bref, diz da benfeitora, >> ela traz esse livro eh lá de 1997 e no início ali da 126 ela diz: "Live-se na terra o momento do desvelar o que se encontra oculto. E ela segue e a gente vê essa eh que ainda se vive em momentos assim, né? Então, esses quase 30 anos, né? São minutos na vida espiritual, algo assim. e o quanto ela traz a questão da tolerância agora, né, como como o Gelson tava comentando, quanto é importante realmente a gente aprender e o quanto e aí eu vou dizer enquanto coletivo, só que a gente sabe que o que tá dentro está fora, né? Então nós também, o quanto a gente ainda precisa aprender, né? precisa se esforçar mais, precisa eh perseverar mais, ter mais paciência e realmente desenvolver a tolerância real, né, que é essa conquista valiosa. Porque enquanto humanidade nós, infelizmente, nós temos eh momentos lindos de de muita realmente cooperação e tolerância, mas ainda momentos muito duros, né? muito duros de uma intolerância absurda entre nós. Então, como é atual mais uma vez o que o que a mentora nos traz e como é necessário que a gente comece ontem, né, e continue tentando e perseverando e com essa paciência e resignação ativa, né, mas com não com pessimismo, não achando que as coisas não estão boas, né, mas realmente dando o melhor de nós para fazer vibrar a toler tolerância dentro de nós e
ssa paciência e resignação ativa, né, mas com não com pessimismo, não achando que as coisas não estão boas, né, mas realmente dando o melhor de nós para fazer vibrar a toler tolerância dentro de nós e consequentemente no mundo, né? Então, não é questão de projetar e sim, tem muita coisa eh complicada, mas é de fazer a nossa parte e de realmente viver essa tolerância real. Então, achei muito muito interessante esse ponto no atual cenário que a gente vive, né? E ela diz mais embaixo ali na 127, né? uma frase que muitas desgraças que acontecem pra gente são lições de vida, eh, cujos bens morais devemos compreender e armazenar. Então, também esse nosso entendimento do que que é a desgraça real, como ela fala lá em outro momento da obra. Então, e essa conexão, ela ela nos afasta de de ver as questões como como desgraça ou algo assim, mas como lições, a tolerar, a ter paciência, a perseverar. a ter confiança e e assim por diante. >> É isso. Bem bacana. Eu eu também tinha destacado essa frase, né, quando ela fala da Terra, né, desse momento atual que a gente tá. Importante isso, né? E e ela vai trazendo essa coisa da mídia, dos escândalos, né, do envolvimento, do prazer das pessoas em buscar eh notícias assim do quanto se cresce. crescem os seguidores que seguem alguém que nem sabe para onde vai, né? Então assim, um mundo muito eh caótico ainda, né? Com tantas coisas para serem colocadas eh mais arrumadas e de fato ela traz a tolerância. É como esse tolerância real, né? que você trouxe há pouco, a tolerância real, não é uma tolerância de ah, eu tolero, não. de fato aquela tolerância que inclui, como ela disse, o perdão e restrito, que é um caminho que nós precisamos seguir, né, desse desse desse perdão restrito para que aconteça o que ela diz aqui numa frase também na 127. O ser humano somente se identifica com a sua realidade quando age tornando-se útil, desprendido dos bens materiais e das paixões pessoais ainda primitivas. É, o ser humano somente se identifica com a sua realidade de espírito imortal,
com a sua realidade quando age tornando-se útil, desprendido dos bens materiais e das paixões pessoais ainda primitivas. É, o ser humano somente se identifica com a sua realidade de espírito imortal, né? foi pensando, quando ele age, se coloca útil, porque aí ele vai eh permitir naquele momento que eh não seja mais o uma atitude egóica, mas sim o movimento de um espírito que precisa se colocar na vida, ser útil, né, colaborar com a obra do Pai, ser cocriador de fato, né, perceber que que que situações que ele pode vencer ser para que ele possa suplantar ele mesmo e devolver pro mundo, né, um aspecto melhorado, uma face melhorada de nós mesmos. Então ela vai traçando assim aqui nesse último item, ela também vai trazendo, eu fico pensando em em eh eh eh nos caminhos que a gente precisa seguir para alcançar de fato essa ação libertadora do espírito que precisa se manifestar na vida, né? É interessante tudo isso porque realmente no parágrafo anterior eh tem aquilo que a G citou, né, que a ação é a palavra de ordem em todo o universo, mas que essa ação tem que ser útil, né? Porque tudo no universo se movimenta como expressão do amor de Deus. Eu lembro de um de uma frase que eu acho que é de Heidger que diz que o cuidado é amor e movimento. Então o cuidado é a ação do amor. Então, esse ser útil aqui que ela tá colocando justamente, né, eh, tu ser movido por já uma consciência amorosa, consegue reconhecer, né, o esforço de cada um e e esse espírito cooperativo, né, em favor do bem e do belo, que nos une e que se nos desprende, então, dessa visão pequena dos bens materiais, como tu citaste aqui, né, Cláudia? e nos leva a realmente esse enobrecimento o amor nos sustenta, né? E aí realmente sendo útil, ou seja, sendo cuidadoso, tu vai poder realmente se identificar com a tua essência divina, né? a tua realidade espiritual, como tu colocou aí, e poder realmente eh encontrar um outro tipo de felicidade, né, de plenitude, que é o final aqui do do capítulo, onde ela fala, então, que que
vina, né? a tua realidade espiritual, como tu colocou aí, e poder realmente eh encontrar um outro tipo de felicidade, né, de plenitude, que é o final aqui do do capítulo, onde ela fala, então, que que esse caminho todo nos leva a a a busca, né, de de ampliar a nossa capacidade de entender, de solucionar, de crescer infinitamente nessa benfeitora. porque o seu futuro é a conquista do si plenamente, né? Então é essa dimensão também desse autoencontro e esse encontro também com a divindade que nos dá essa dimensão de uma realidade plena e bem realizada de nós mesmos, né? Eh, eu só queria eh ler, não deixar de de mencionar esse antes do que você trouxe, quando ela fala novamente da Terra, né? E ela fala assim antes: "As suas ações desse ser autodesperto se tornam fator preponderante para o progresso de todos os demais seres, irmãos, companheiros da mesma jornada. A sua responsabilidade torna-se expressiva, porquanto autoconsciente dos compromissos que lhe estão reservados, entende por se encontra na Terra neste momento, né, e sabe como desincumbir-se dos confrontos e lutas. Achei bem legal. E assim, olhando para o que e ela trouxe nesse nesse capítulo e principalmente nesses nossos dois últimos itens que tratamos hoje, a importância que ela foi fazendo o caminho do do trabalhar-se a si próprio, né, nesse tripé para depois a gente alcançar esse lugar de responsabilidade com o mundo, com o lugar que ocupamos, né? e todo um assim um progresso, né, um caminho que vai se dando para poder expandir tudo isso, né? >> Uhum. Isso fecha a ideia. >> Pode falar da Lupase que eu mais ou menos assim que o Yung tem que o mundo está pendurado por um pequeno fio e esse fio é psique do homem, >> né? Então se a gente traz isso paraa nossa conversa, >> né? eh eh que a gente mude, né, que use, engrosse esse fio, né, engrosse esse fio, mas com aí com uma uma psique amorosa, uma realidade espiritual que componha realmente, né, e que dê assim essa contribuição para essa obra maior. É, eh, às vezes a gente, né, não pode
rosse esse fio, mas com aí com uma uma psique amorosa, uma realidade espiritual que componha realmente, né, e que dê assim essa contribuição para essa obra maior. É, eh, às vezes a gente, né, não pode cair, mas é é assustador porque é a realidade, né, a gente nós estamos cocriando, então que a gente engrosse esse fio com amor. >> Uhum. É, acho que isso tudo integra todos esses dois itens, né, porque a gente falava lá em vontade e vontade disciplinada. Agora a gente falando sobre eh o nosso compromisso responsável, né, naquilo papel que nos cabe no cenário mundial. Então essa da vontade como realmente eh criar essa segurança interna de ter poder pessoal e essa responsabilidade, como comentava antes, como forma de expressar de maneira adequada a nossa vontade, a nossa disciplinada, uma vontade que tá realmente bem direcionada, bem bem aproveitada, né? E aí realmente as nossas ações vão ser ações libertadoras, ações construtivas, ações que realmente engrandecem a nós e e a humanidade. Então, acho que esse é o caminho, né, gente? >> Muito bem. Então vamos encerrando, né, o capítulo oito e já convidando a todos pro capítulo nove que é relacionamentos saudáveis. a gente começa por esta caminhada do indivíduo e no capítulo nove a Joana vai ampliar na dinâmica das relações humanas e vai então expandir sua reflexão em torno dessa dessa dinâmica que é a nosso processo interno na relação com o outro, né? A gente agradece a Guadalupe e a Cláudia por esse momento juntos, a todos vocês que nos acompanham e que Jesus nos abençoe em favor da nossa caminhada. Até o próximo encontro.
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