T6:E1 • O Ser Consciente • Introdução

Mansão do Caminho 06/02/2025 (há 1 ano) 59:20 1,138 visualizações

Na abertura desta sexta temporada, Gelson Roberto, Guadalupe Amaral e Cláudia Semeghini exploram de maneira profunda, rica e extremamente atual o conteúdo introdutório do quinto livro da série psicológica. Desde o próprio título, este livro propõe uma provocação significativa para a busca da consciência. Neste prefácio, a mentora e autora espiritual Joanna de Ângelis aborda as complexidades da pós-modernidade e apresenta uma proposta na introdução sobre como podemos realizar uma transformação pessoal por meio de determinados elementos. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #serconsciente

Transcrição

Alô a todos amigos que nos acompanham nesse estudo maravilhoso da série psicológica Joana De Angeles bem-vindos a mais um encontro esse em especial inaugurando né a temporada se com o livro quinto da s psicológica que é o ser consciente hoje então Estaremos com com audia meini e a Guadalupe Amaral para nos acompanhar nessa jornada que inicia do ser consciente em especial hoje nós vamos trabalhar introdução aliás essa introdução eu acho maravilhosa ela é eh uma síntese do livro mas ela é profunda Ela é examente Rica e muito atual sempre muito atual essa introdução então para quem não leu a introdução do ser consciente eu recomendo uma leitura criter cuidadosa reflexiva porque tem muito elemento interessante aqui não sei se a Cláudia e agora concorda comigo já dando as boas-vindas para esse novo projeto do livro C né ser consciente como é que se vê essa proposta que ela lança aqui na introdução bem vou vou trazer algumas reflexões sempre eu acabo depois que eu leio voltando quando foi escrito e não sempre me impressiona né 1993 atualidade do assunto da forma como ela traz e toda a problemática na qual nós estamos envolvidos então sempre me encanta o quanto a mentora já tá há muito tempo nos chamando a luz da consciência para para realmente fazer coisas que a gente já poderia estar fazendo do ponto de vista de internalizar a alg uns conceitos e esse e eu concordo Gelson essa introdução ela é linda ela é profunda ela é densa traz algumas falas que a gente eh conhece mas não necessariamente consegue viver né na sua Plenitude mas traz sempre essa luz esse refresco eh essa amorosidade da Joana que já na introdução vai nos trazendo então toda problemática da pós-modernidade onde é que nós estamos então envolvidos e eh o como o quanto isso é realmente pernicioso para nós mas já seguir ela não demora muito para trazer esse alento da forma como a gente pode se transformar trazendo então coisas que a gente vai ver a seguir né elementos para que a gente faça de uma forma suave

á seguir ela não demora muito para trazer esse alento da forma como a gente pode se transformar trazendo então coisas que a gente vai ver a seguir né elementos para que a gente faça de uma forma suave tranquila mas comprometida essa essa passagem do homem material pro homem espiritual tá uma introdução realmente belíssima é verdade é verdade e o nome o título do livro né o ser consciente também já é uma grande provocação né é quando ela nos traz assim o chamamento né Desse ser que precisa ser consciente né ou seja ter consciência né porque viver e e no automatismo não é ter consciência Mas a partir do momento que vem essa proposta da mentora né e de ser consciente né é o ser que precisa ser consciente né então a gente precisa ela vem nos chamando a isso né e é interessante que ela já nos quatro foi foi olhar os quatro volumes anteriores né onde ela começa com Jesus atualidade vai nos mostrando como Jesus faria no mundo de hoje com tantos conflitos né Depois ela vem no homem integral mostrando né esse exemplo de H plenitude e o último que nós fizemos agora né momentos de saúde e consciência Então ela já vem nos provocando e agora nesse ser consciente eu penso que ela entra mais profundamente né Eu acho que ela nos nos ela já fez um um um um chão aí né Já já já montou um um solo E aí agora de fato ela vem eh eh nos convocando mais para essa responsabilidade né de de sermos conscientes né e não apenas existirmos E aí então eh eh como vocês falaram nessa introdução ela já vem trazendo o início dessa eh desse duelo nesse conflito nosso de parecer e ser né da das provocações que o mundo nos faz né Eh no as provocações que o mundo nos faz para nos afastar desse ser que precisa ser consciente né Então essa essa introdução que a mentora vem trazendo e a gente aos poucos vai olhando mais para ela e em detalhes é essa realmente essa provocação eu vejo como isso né a provocação e a e os capítulos serão a maneira que a gente possa olhar mais frente para isso né e encontrar esse ser que precisa ser

em detalhes é essa realmente essa provocação eu vejo como isso né a provocação e a e os capítulos serão a maneira que a gente possa olhar mais frente para isso né e encontrar esse ser que precisa ser consciente né é e interessante realmente né Cláudia porque ela retoma né Essa visão que ela pra no nome no nome integral desse indivíduo né atual contemporâneo atormentado né então ele ela vai retomar essa imagem né de que eh nós todos né o homem moderno tá esmagado né Por por conflitos e que a gente não vê muitas possibilidades de saída e a gente vê Realmente esse sintoma cada vez mais sério do vazio da violência do extremismo e assim por diante a gente não vai tocar aqui né nessas várias situações que se apresentam mas ela vai falar desse então esse homem atual que não vê os seus conflitos sendo solucionados né não tão aminados como ela coloca e tenta daí buscar o quê mecanismo escapistas né algum tipo de movimento que possa compensar que possa anestesiar que possa disfarçar né que possa tentar de uma certa maneira preencher né Essa dor e esse conflito não resolvido E aí que ela começa então fazer essa mudança de lógica ela propõe uma nova lógica Olha quem sabe a gente para um pouquinho e repensa Nossa forma de viver e em vez de realizações externas que é esse tipo de jogo que o indivíduo moderno faz começa então né Eh buscar um outro um outra um outro caminho que ela vai ser muito cat ó que el vai dizer que esses movimentos externos até podem em certo grau apaz igual um pouquinho o coração pode de uma certa maneira nos iludir nos dar um certo bem-estar momentâneo mas não resolve não não vai erradicar os conflitos né Eh então Eh esse conflito Em algum momento vai voltar e muitas vezes volta com mais intensidade ainda então Então ela começa trazendo essa realidade e nos fazendo essa provocação no início aqui da introdução eu acho que ela fala realmente nisso eh quando você tava dizendo eu fiquei pensando o homem moderno vai se ocupando né mas ele vai se ocupando para não se ocupar de si

ção no início aqui da introdução eu acho que ela fala realmente nisso eh quando você tava dizendo eu fiquei pensando o homem moderno vai se ocupando né mas ele vai se ocupando para não se ocupar de si mesmo né e é o que a mentora vem trazendo aqui né realizações externas e ele vai se ocupando com coisas né sem sentir né E vai soterrando né Acho que até que ela usa essa expressão assim o indivíduo procura soterrar os conflitos so as preocupações contínuas ou seja preocupações mundanas né preocupações do cotidiano né então que ele vai se ocupando lotando agenda né e e para não pensar para não voltar e se ocupar com o que realmente precisa se ocupar né as suas questões internas os seus conflitos e segue dizendo de uma forma muito clara que ignorar uma situação não significa eliminá-la ou superá-la e porque aí muitas vezes nessa nesse ter ao invés de ser nesse fazer exaustivo a impressão é que tá superando né mas na verdade como vocês estão trazendo e ela aqui também traz o o conflito essas questões internas vão mais eh se acumulando Até que em algum momento vão irromper e de uma forma desordenada Justamente não terem sido vistos então é muito interessante que ela é muito clara ignorar uma situação não significa eliminá-la ou superar então superá-la então não não não adianta fugir de nós mesmos como a gente né às vezes traz e e a Joana né em outros momentos ela vai explicar essa dinâmica né Gu porque ela vai dizer tudo aquilo que não é resolvido e fica inconsciente porque a gente reprime ou nega ou desloca né Por para baixo do tapete ela vai dizer que isso vai vai de uma certa maneira eh se intensificar lá dentro vai gerando mais tensões mais vai mobilizando mais questões internas vai agregando mais conteúdos e aquilo que eh É pode ser pequeno no certo momento vai se tornando cada vez mais intenso e grande do ponto de vista das cargas que vão ser acumulando né então com certeza esse jogo Eh que que nós fizemos né de querer projetar fora e e buscar fora questões não resolvidas dentro é uma

tenso e grande do ponto de vista das cargas que vão ser acumulando né então com certeza esse jogo Eh que que nós fizemos né de querer projetar fora e e buscar fora questões não resolvidas dentro é uma armadilha que gente queria né E ela daí de uma certa maneira vai trazer Olha na verdade A grande questão é que essa realidade de Fora reflete a realidade de dentro e tudo é como se se se se coloca a partir da mente né então ela vai dar uma frase aqui bastante Certeira eh e e e e Profunda o homem pode e deve ser considerada como sendo sua própria a gente sabe isso no espiritismo né que tudo começa né no no campo mental e que vai se interiorizando depois de em vários graus de realidade desde do movimento interno até se concretizar na vida de uma certa maneira E aí que ela começa então o questionamento em relação a isso né a imagem que eu fiz quando você tava falando é da do do magma da terra né E que vai criando-se uma tensão muito grande muito grande aí quando você tava falando eu imaginei né o vulcão né quando explode e é quando ela vem dizendo né não adianta não não olhar porque isso vai apcer né então a forma como isso vai aparecer né se é uma forma que a gente possa dialogar com isso encontrar as questões né e as soluções dentro da gente ou algo que vai explodir como um uma doença né um transtorno mental inclusive né então é importante a gente ver isso né porque a mentora diz um pouquinho antes né que esse paradoxo existencial de parecer e ser é que estabelece os paradigmas corretos para jornada né então para que a nossa jornada tenha esse seja compatível né com o projeto de evolução desse ser que precisa ser consciente né ée necessário que a gente não deixe isso explodir né da maneira como o vulcão faz né então que a gente possa olhar para esses conflitos né que ela diz que geram insegurança que a gente possa olhar para isso sem chegar ao nível altíssimo né insuportável né porque eles vão aparecer de alguma maneira né Cláudia T te ouvindo e lembrando dessas comparações que são

insegurança que a gente possa olhar para isso sem chegar ao nível altíssimo né insuportável né porque eles vão aparecer de alguma maneira né Cláudia T te ouvindo e lembrando dessas comparações que são muito interessantes essa linguagem metafórica também me lembrou muito as forças da natureza me lembrou alguns casos que nós tivemos aqui no Brasil dessas dos cimentos de barragens né a gente teve Mariana Brumadinho onde por nós não respeitarmos a natureza acabou nesse desastre lamentável e Nós também somos natureza então fazendo essa analogia é de certa forma nós não respeitarmos a nossa natureza né fazendo essas represas que acabam também ocasionando essas tragédias internas do ponto de vista psíquico que levam às vezes como exemplo dado das das questões climáticas daqui não climáticas né Mas que que constelar então nas rupturas levando anos às vezes séculos para que se recupere quando a gente fala da realidade existencial e claro que na bondade divina tudo né Tem uma forma de se recuperar e de se eh viver a lei do amor de uma forma plena tudo que acontece é pro nosso melhor mas para quê né e contra a natureza a nossa natureza então também me vem muito essa questão de que do que tá em cima e está embaixo e dessa eh correspondência onde a gente também faz parte desse lugar onde a gente gente não respeita fora então concluindo acaba que o ser consciente ele começa por si como a Joana vai dizendo mas nesse momento que ele toma a consciência ela amplia para todos os lugares pro serzinho pequeninho para pra natureza propriamente dita até paraa forma de de se alimentar se relacionar com tudo e com todos e ela vai fazendo como vocês eh trouxeram esse ela vai descendo esse alicerce profundo complexo através da obra psicológica e vai cada vez mais aprofundando como a gente vai vendo quando a gente chega lá no último livro e volta pro primeiro é um novo aprofundamento Mas trazendo essas múltiplas eh possibilidades do ser que não se julga se descobre começa de onde está mas da responsabilidade né da

ga lá no último livro e volta pro primeiro é um novo aprofundamento Mas trazendo essas múltiplas eh possibilidades do ser que não se julga se descobre começa de onde está mas da responsabilidade né da cultura isso é um processo que ela coloca né Guadalupe lento né aqui no início da introdução ela dizer que essa caminhada né Então faz necessário a gente realmente perceber o que a gente cultiva internamente e isso não é fácil porque a gente tende a a a a olhar para nossas reações eh e e justificar ela justamente pelo contexto externo a pessoa me agrediu a pessoa me incomodou a o mundo tá tá tá tá tá difícil então a gente sempre de uma certa maneira tá ignorando ou justificando as as questões internas e e então ela faz Justamente esse convite para a gente se tudo começa na mente se tudo começa no nosso mundo interno então é necessário fazer aquela proposta do do de Jesus que diz que o reino de Deus tá dentro de nós ou seja fazer um movimento para dentro para a fim de nos percebermos e começar a fazer um reconhecimento desses elementos todos que compõem a nossa realidade até por o que que ela vai dizer que todo todo esse conflito por Justamente não ser elaborado não ser trabalhado não podendo ser transformado ele vai aparecer de múltiplas maneiras né coisas pequenas ou não como elas fitam com pesso de inferioridade ela ela fala da agressividade dos transtornos narcisista da timidez da doentia da culpa né E até gra do grau de alação mental ou seja isso tudo estão falando que vai fermentando isso dentro da gente né ou esse vulcão vai sendo ativado né E vai se transformando né em sérios transtornos de personalidade e mais do que isso diz a Joana isso vai despoten socializando o espírito a nossa força espiritual ela vai se desgastando e se desgastando a gente vai criar um campo de insegurança um campo de insegurança de de falta de confiança de falta falta de autoafirmação falta de capacidade de conter a nós mesmos e relacionarmos com a nossa realidade interna e também fatalmente com a rade do mundo essa

segurança de de falta de confiança de falta falta de autoafirmação falta de capacidade de conter a nós mesmos e relacionarmos com a nossa realidade interna e também fatalmente com a rade do mundo essa insegurança começa a se expressar de várias maneiras também né gerando aqui segundo ela né uma série de sombras do medo e de condutas compulsivas e então é realmente né e não temos uma monra saída do que começar a fazer esse trabalho de olharmos para nós e buscar isso tudo que ela tá falando aí que é essa proposta dessa consciência lúcida do ser consciente que ela tá justamente propondo agora aqui na introdução do livro e eh ela diz assim completando né assim reafirmando o que você diz o ser consciente deve trabalhar-se sempre então é um trabalho exaustivo contínuo sem cessar porque não tem outras outra solução né E ela fala partindo do ponto inicial de sua realidade psic lógica aceitando como é e aprimorando-se né porque logo abaixo ela vai dizer a identificação é necessária porque a gente precisa se autoanalisar identificar né da onde vem esse medo porque isso me assusta né porque o meu coração está acelerado agora né enfim ess essas perguntas para nós mesmos né e para que a gente possa encontrar essa porta de acesso para que aquilo que nos afeta né E que ainda não tá codificado né que a partir das perguntas perguntas bem elaboradas é que a gente vai chegando numa solução eh dizem que a pesquisa parte disso né de boas perguntas né dessa inquietação então a gente pode partir para esse campo científico nosso né e não obsessivo mas assim num campo de auto-observação E aí a partir da identificação ela diz então caminha para o trabalho de transformação né porque é sobre isso é esse ponto aí eu acho um ponto um dos pontos centrais aqui da do da introdução né porque ela ela dá um uma regra psicológica que é da Psicologia arquetípica né começa da onde se está né PS arquetípica uma proposta de um psicólogo americano James e ele justamente eh propõe isso Não fuja pro passado não tenta ir pro Futuro vive a a

da Psicologia arquetípica né começa da onde se está né PS arquetípica uma proposta de um psicólogo americano James e ele justamente eh propõe isso Não fuja pro passado não tenta ir pro Futuro vive a a realidade começa onde tu tá se tu tá perdido tu tem que te situar tu tem que começar onde onde eu tô que lugar é esse Qual é a referência que eu tenho então Eh ela diz ser consciente Como Tu colocaste né Cláudia vai partir do do Estado inicial da sua realidade Então esse o momento é eu me suportar me reconhecer E aí tem esse primeiro elemento também da da proposta do Jung da da do trabalho Clínico que é a confissão que eu tenho que me confessar para mim mesmo Ou seja eu tenho que ter uma postura de verdade começa onde tu tá começa Da onde Da tua realidade psicológica né eh e e e dentro disso duas dois duas posturas importantes te aceitar e o compromisso de querer crescer então então aí a Jo dá uma dica fundamental do processo dessa caminhada de Lucidez ou seja começa Da onde tu tá olha para si te aceite mas te proponha ir adiante na tua caminhada né isso que que é importante né então eu acho muito bonito esse trabalho amoroso e responsável que ela propõe aqui pra gente né e que essa por uma visão perspectivista Ou seja eu não sou só esse ladinho meu né Eu tenho uma sombra tenho um ego eu tenho uma Persona tenho uma um lado feminino um lado masculino tenho né tenho várias P dentro de mim eu tenho que partir da minha realidade então preciso me perceber me escutar me reconhecer para e aceitar quem eu sou para começar fazer essa caminhada sabe que nós temos várias formas de de pensar sobre isso olhando para pra vida de pessoas eh que são exemplos mas quando eu li reli esse essa introdução me veio muito à mente a história do Victor Franco e porque se a gente for conseguir se colocar no lugar dele né então esse médico eh depois que trabalhou essencialmente na área da Psicologia eh trazendo então a a logoterapia para nós mas que teve participou participou viveu tanto a primeira quanto a Segunda Guerra

ão esse médico eh depois que trabalhou essencialmente na área da Psicologia eh trazendo então a a logoterapia para nós mas que teve participou participou viveu tanto a primeira quanto a Segunda Guerra Mundial e teve três ou quatro campos de concentração nazista onde ele ficou perdendo a família esposa e refazendo a sua vida eh trazendo um exemplo lindíssimo para nós começou de onde ele estava né e seguiu em frente porque se a gente for imaginar pessoas que passam por situações assim quantas vezes acabam perdendo-se de si mesmo porque é uma dor horrível e é motivo para muitas desculpas que a gente usa para não seguir em frente então isso que ela fala e ele tem esse grande exemplo que me veio muito à mente quando eu li essa introdução Então isso que ela nos ensina ela não tá falando só para aquele homem né homem no sentido genérico homem mulher enfim que está no mundo e que está preso no mundo das Sensações e Mas ela tá falando para todos nós né então não não é só para quem se perde no no Deus dinheiro sexo poder pessoas que que passam por dores é difícil da gente até imaginar o quão profunda S também podem começar de onde estão também vão estar embaladas no Amor Divino e também vão ter um um potencial a desenvolver a partir da da sua dor e Então realmente é muito é muito bonito porque acolhe a todos dá esperança a todos e e o Vittor Franco para mim nesse outro lado de Dores Profundas e de seguir em frente ele é realmente um um um grande exemplo Com certeza né Eu acho que eh essa é uma realidade de todos nós acho que isso é uma proposta para todos né Guadalupe começa sa de nós mesmos dependente Quais são as questões que que nos envolvem Quais são as as implicações da vida aí tem um segundo ponto que acho essencial logo em seguida né que é que para isso não se julga nem se justifica não se acusa nem se culpa apenas descobre-se então também acho isso de uma profundidade né de uma eh capacidade de trazer para nós né e o sentido essencial né não se julgar mas também não se justificar porque todo

nem se culpa apenas descobre-se então também acho isso de uma profundidade né de uma eh capacidade de trazer para nós né e o sentido essencial né não se julgar mas também não se justificar porque todo julgamento é uma compreensão limitada né O julgamento ele mata o processo né porque a gente tá de uma certa maneira tendo um preconceito a gente tá rotulando a gente tá limitando tá reduzindo a questão então não tem como julgar a gente não conhece a nós mesmos Então não vamos julgar e não vamos também se justificar se dar desculpa né nem eh fazer de conta que a história não existe botar por baixo do tapete nem fic se recriminando se julgando Então nem não se acusa nem se culpa mas começa a se autodescobrir né então é tão tão bonita a proposta dela é uma pra maravilhosa que tira aquela carga pesada do cristianismo né antigo de uma má compreensão da proposta da mensagem do Cristo que era basiado na culpa num em penas eternas e não o o caminho é de luz é de de de descoberta de crescimento né então vamos poder se aceitar vamos poder não vamos se julgar mas também não vamos fugir de nós mesmos vamos não vamos querer dar dar desculpa vamos realmente fazer esse enfrentamento com coragem com amorosidade ela nos provoca sair desse lado infantilizado né que você trouxe né não se julgar nem se justificar né nem ficar na acusação e nem se eh se culpar é é a proposta de sair desse lugar infantil né então se compromete com aquilo que você é né Eh daquilo que você é como você se apresenta o lugar em que você está Se comprometa com as suas escolhas né as escolhas feitas até agora que fazem parte da nossa experiência de vida né porque elas sempre são válidas por pior que tenham sido elas sempre são válidas porque elas são referencial de como não agir novamente né então elas são válidas né para que a gente não não as repita daquele jeito então a a mentora nos traz esse olhar né Sai desse lugar infantil né e vai ao caminho da adul né né então vai se responsabilizando vai se comprometendo com todo o seu projeto né

s repita daquele jeito então a a mentora nos traz esse olhar né Sai desse lugar infantil né e vai ao caminho da adul né né então vai se responsabilizando vai se comprometendo com todo o seu projeto né eu achei interessante quando você eh trouxe essa visão arquetípica né de parte de onde você tá agora né porque assim um grande risco de nós é como eu penso né um grande risco de nós reencarnacionistas né é ficarmos justificando uma vida passada né e Erros Passados né e justificar eu sou assim porque né e não né então é um grande risco da gente da da pessoa buscar numa outra vida hipóteses que justifiquem uma vida atual né então se essas hipóteses são verdadeiras ou não né o o que importa é o presente é o aqui agora o que que a gente vai fazer com isso agora né então e também é um outro lugar né de que se olha né um lugar com mais uma né nem sem sem justificar a origem onde nasceu educação que teve enfim né E aí ela vai passando não sei se vocês vão vão falar da dos das várias formas né de de de buscar essa essa essa escuta interior e essa transformação né que é o autoamor a autoestima a oração a meditação relaxação né e mas eu queria me deter depois na outra outro parágrafo que ela traz né que é o autoconhecimento se torna uma necessidade prioritária né na programática existencial da criatura então não há possibilidade né da gente não olhar para isso como uma necessidade prioritária né como a mentora coloca né E quem posterga não se realiza satisfatória mente porque permanece perdido em um espaço escuro ignorado dentro de si mesmo essa é uma outra frase né que ela eu eu eu nesse texto tem umas frases né uma foi essa que Gelson acabou de falar né não se julga não se culpa essa eu acho que é uma outra né quem posterga não se realiza e fica num quarto escuro né Sem poder olhar para os seus lugares né que precisa olhar Então como uma necessidade nessa programática existencial são palavras fortes que Ela utiliza né nos convocando um pouco antes disso e quando eu tava também ouvindo Eh eu fiquei

s né que precisa olhar Então como uma necessidade nessa programática existencial são palavras fortes que Ela utiliza né nos convocando um pouco antes disso e quando eu tava também ouvindo Eh eu fiquei pensando agora assim o quanto essa questão de que o exemplo arrasta e Joana enquanto exemplo porque a gente fala da questão do julgamento de de questões que são muito impregnadas em nós nós tanto julgamento do próximo quanto autojulgamento e como ela consegue em toda a escrita dela que é a forma como nos chega e falar de verdades duras necessárias eh situações que a gente se coloca sem julgar né e e a gente às vezes acha difícil fazer isso com o próximo ou conosco mas até na forma de se colocar ela tá nos ensinando como deve ser a nossa a postura diante da vida não existem eh palavras eh ríspidas ou ou palavras eh que podem de alguma forma agredir não existe eh postura do ponto de vista de escrita julgadora não mas a verdade está ali então a própria forma como ela traz a escrita é um exemplo do que fazer que vai além da frase iníqua e nem se fala eh na profundidade e isso é uma Constância isso é outra questão quando a gente agora vai seguir né para que a Cláudia trouxe desses mecanismos tão eh importantes de de eh ferramentas paraa gente seguir em frente é a questão da da Constância né percebe te descobre começa de onde está Vê como tu pode te transformar e e persiste permanece então também ela vai na própria escrita e forma de nos conduzir trazendo essa necessidade além da responsabilidade do comprometimento do não julgamento da da Constância de de agir né então é muito muito interessante e e ela dá questões práticas né Guadalupe acho que interessante ela começa falando que esse processo exige um trabalho de interior né Para para que que que envolve focar na autoestima né então ela fala da importância do autoamor né de de uma atitude realmente cuidadosa amorosa conosco mesmo e dela dar elementos práticos né a oração né que vai vai abrir nossos canais espirituais ajudando a discernir avaliar melhor a

o autoamor né de de uma atitude realmente cuidadosa amorosa conosco mesmo e dela dar elementos práticos né a oração né que vai vai abrir nossos canais espirituais ajudando a discernir avaliar melhor a realidade da necessidade de Poder relaxar né de poder num num campo de harmonização interna e ela junta a relaxação com a meditação que vai possibilitar o movimento de crescimento interno né então ela vai dando etapas aqui realmente prático né então ela fala do alo amor vai ensinar tu a se encontrar consigo mesmo né E vai vai desvelar os teus potenciais a autoestima vai te vai te levar à Fraternidade e a numa relação mais saudável com o mundo a oração vai ampliando a a f de entendimento e podendo ter uma compreensão da vida real que é a vida espiritual que permeia toda toda a dinâmica né E essa relaxação vai realmente formar esse campo de Harmonia abrindo novos horizontes da mente Então ela disz que enquanto a meditação ajuda a gente crescer de dentro para fora né Eh a a ajudando a Abrir esses espaços de de alterar consciência e a gente vai de uma certa manira também aceitando o desafio da vida né A partir disso no jogo criativo que é a existência naquilo que a Cláudia falou antes né que ela citou da da da fase que ela gosta né que é esse autoconhecimento que se torna Então essa necessidade prioritária para nós né ela vai seguindo eh trazendo a importância da da Psicologia transpessoal que agora bem mais aceita mas a 20 anos atrás também tinha outra realidade se a gente for comparar com o dia de hoje e eu eu vou eh pular um pouquinho para depois a gente voltar ali no Santo Agostinho que também é lindo mas porque tem a ver com a questão da meditação e da oração eu falando em frases né Cláudia e gel eu eu achei linda essa Quem Ora fala quem medita ouve dispondo dos recursos para exteriorizar-se E interiorizar-se olha que ensinamento né Então ora e medita né Então essa conexão contigo e com a divindade para que tu vá pro outro também né que então achei muito muito lindo essa frase

riorizar-se E interiorizar-se olha que ensinamento né Então ora e medita né Então essa conexão contigo e com a divindade para que tu vá pro outro também né que então achei muito muito lindo essa frase tem um Livi aqui a parte de Santo Agostinho que também é interessantíssima né Tem um livro da alquimia que chama o livro muda da alquimia porque é um livro que só tem gravuras mas existe uma única uma única frase no livro todo que tá o alquimista e a sor Mística que é a sua irmã Mística no laboratório né e fazendo assim que é assim tipo um segredo E tá lá uma frase né Eh ora lê relê e assim trabalha e encontrará Então essa é a dica ali do do do alquimista ora lê ou seja busca conhecer relê medita trabalha que tu encontrarás então é mais ou menos isso que ela tá dizendo aqui né Quem Ora fala né E quem medita o ouve dispõe do os recursos para serializar interiorizar-se ou seja desse Campo de desse trabalho né dentro e fora de nós né então acho realmente uma frase eh muito sábia muito Profunda o alcance que tem essa colocação de Joana poder ficar nessa fase um bom tempo do que é realmente esse orar do que esse meditar mas para mim complementa com essa frase alquímica né lê relê ora lê relê e trabalho que encontrará Então esse é realmente um uma dica essencial importante que ela tá nos dando aqui é e eu fico pensando no silêncio né No silêncio que também é muito importante quando vocês trazem isso tudo né e e o sinalzinho dele né Eh do alquimista com o dedinho né para para fazer silêncio escutar a a a alma é fazer silêncio para fora né e o mundo tá muito atordoado porque há muitas provocações externas né então é importante fazer esse silêncio e as pessoas não sabem fazer elas não sabem emudecer para fora é difícil né e estão sempre ligadas na internet né no barulho e o o som do silêncio muitas vezes eh eh eh é assustador para para pras pessoas né o som do silêncio né que o silêncio tem som né É Por incrível que pareça e eu fiquei pensando nisso né e me lembrei agora vocês falando de Jung né aí aela e

h eh é assustador para para pras pessoas né o som do silêncio né que o silêncio tem som né É Por incrível que pareça e eu fiquei pensando nisso né e me lembrei agora vocês falando de Jung né aí aela e a fé eh diz num dos livros ela diz como Jung gostava né de não interferir no processo né então quando esse sinal do alquimista assim em silêncio é não interf ir no processo o processo vai acontecendo Então se ele não encontrava alguma coisa ele não procurava deixa e ele ficava um pouco furioso quando ela queria intervir e encontrar porque ali está o processo ele entendia que ali havia alguma informação né e o mundo é de informações né e e e eu não sei se eu vou pular mas assim quando Guadalupe estava dizendo do eh desse ser consciente né que fala sem agredir né sem ser ríspido aqui embaixo nessa outra parte tem que também são frases para guardar né que tem o ser consciente austero mas sem carranca é jovial mas sem vulgaridade é complacente no entanto sem conivência é bondoso todavia sem anuência com erro ajuda e promove aquele que L recebe o socorro seguindo adiante sem cobrar eh Retribuição né é responsável não se permite o Bom Repouso enfim eh quando você disse eu me lembrei dessas frases né que a Joana nos ensina como agir é o exemplo que arrasta mas me lembrei também de Jesus né como ele era assim né ele era direto mas não era austero né e ele era firme mas conduzia né Então esse é o modelo mesmo que arrasta a gente né para que a gente possa seguir eh eu acho que de uma certa maneira ela quando ela propõe né Cláudia a proposta a visão da Psicologia transpessoal que é essa quarta força que vem eh dá mais um passo na compressão psicológica do ser humano acho que é importante entender que que é essa psicologia transpessoal para gente chegar aí Nessa proposta do ser consciente né porque psicologia transpessoal justamente é uma psicologia que procura uma visão integrada do ser humano né E que de uma certa maneira eh ela ela ela foca né nos vários níveis de consciência que o ser humano tem

ologia transpessoal justamente é uma psicologia que procura uma visão integrada do ser humano né E que de uma certa maneira eh ela ela ela foca né nos vários níveis de consciência que o ser humano tem buscando Justamente esse nível transpessoal além do pessoal né que é esse nível espiritual esse esse nível mais Divino então PS pessoal reconhece essa dimensão que que que nos fala de uma dimensão que que tá dorment em muitos de nós mas que tá ali à espera do reconhecimento a partir dessa dessa consciência mais Ampla da realidade daí se chega n nessa ideia just do ser consciente ser consciente é justamente a proposta da Psicologia transpessoal né e o ser consciente não é só do Ego que acorda e e se torna maduro ser consciente é essa consciência que leva a a imagem do Cristo né E aí ela apresenta aqui Justamente na quando tu tá lendo aqui o que que é então o ser consciente bem A tá falando isso a proposta do livro é o ser consciente então eu vou eu vou dar para vocês né uma ideia do que seja o ser consciente né Olha gente né Ele é ala porque ele realmente ele é Célia ele é comprometido com a vida né mas ele não é azedo não é tirano ele é uma carrancudo né Ele é jovial né mas também não é vulgar né né e ele é complacente ou seja ele é ele tolera ele acolhe mas ele não tem ele é não é conivente com erro ele tem o coração aberto Ele é bondoso mas não não não vai compactuar com com os equívocos da vida então ele ajuda a promover né então ele tá aberto né a a é uma postura aberta paraa vida inteira verdadeiro né e assim ele realmente se torna um ser amadurecido como tu falava antes né CL um ser responsável maduro que não fica de não volta ao estado de sono né não volta naquele estado de de de acomodação e conhecendo aí naquela proposta que se de que de que ele conhece as possibilidades que ele tem e os limites ele pode então né criar uma ação proveitosa né para si e pro mundo então então não é um ser perfeito ainda né que é Jesus né que é o a consciência absoluta e dessa integralidade Que dia a gente vai chegar

pode então né criar uma ação proveitosa né para si e pro mundo então então não é um ser perfeito ainda né que é Jesus né que é o a consciência absoluta e dessa integralidade Que dia a gente vai chegar lá mas começa dessa inteireza da personalidade essa idade de se reconhecer e poder avançar de maneira positiva frente à vida então acho muito bonito também essa passagem aí de onde ela apresenta quem é o ser consciente esse caminho pro homem interior de alguma forma também né eu vou voltar se vocês me permitem para comentar um pouquinho sobre o Santo Agostino eh sobre essa passagem então que que se tem né Eh onde ele então fala quando estiverdes indecisos sobre o valor de uma de vossas ações inqu inquiri como a qualificare se praticada por outra pessoa e também depois quando segue então falando daquela questão da gente fazer todo um balanço do nosso dia né para ver o que que o que que nós deveríamos fazer diferente nos melhorarmos Então essas duas questões que ela também na introdução através da citação do Santo Agostinho acho que também são questões muito práticas e muito importantes para que a gente vá introjetando né porque a questão do comportamento também é importante no Grau que nós estamos Então realmente se eu tenho dúvida puxa eu gostaria que fizessem isso comigo n a gente vai pensar lá o que Jesus Faria Ok mas e se fizessem comigo como eu me sentiria e num e num outro momento também trazendo ela essa reflexão esse balanço do nosso dia também é importante até que ele fique naturalmente eh introjetado em nós porque senão a gente vai caindo aí nessa nessa possibilidade fazer então essa questão que ela é de fora o íntimo mas também é comportamental eu acho interessante que ela traga aí porque ela é bem necessária né eu tava ia só reverberar o que a a guadalup tá trazendo porque o comportamento diz muito da gente né E essa auto-observação né com essa essa esse questionamento né se eu gostaria que o outro fizesse aquilo que eu pretendo fazer né ou que eu ou como eu estou fazendo é importante mesmo

uito da gente né E essa auto-observação né com essa essa esse questionamento né se eu gostaria que o outro fizesse aquilo que eu pretendo fazer né ou que eu ou como eu estou fazendo é importante mesmo n e e a gente eh que já tem a consciência um pouquinho né desperta né que o caminho é longo né gente a gente quando faz algo eh que não soua bem aquilo fica meio que latejando na gente né E fica Ah mas eu agi certo mas eu devia ter feito isso mas aí aí tem aquelas justificativas né infantis né ah mas foi feita assim eu só eh eh reagi né ação e reação né mas tem aquela aquela coisinha que fica latejando na nossa mente né que que já indica que algo não tá não foi devido ou foi exagerado foi muito intenso né porque como como eh eh ela nos traz né ser consciente ele ele ele ele é austero mas semc arranca ele todas essas coisas que a gente já falou a gente pode dosar então né A quanto ainda estamos no caminho né de dosar a forma de nos expressar né as palavras que usamos né então realmente é essa esse balanço né que que se faz eh importante mesmo né E ela diz é bom que porque assim a a gente pode deitar sossegado né se fez se cumpriu direitinho aquele dia e se desencarnar naquele momento tá tudo bem não vamos desencarnar com conflito né Eh na nossa mente quando a gente despertar do outro lado né é e interessante que realmente e e ela foi muito feliz aqui de trazer essa fala né esse exemplo do do Santo Agostinho porque realmente ele ele faz justamente essa proposta do do ser con não se julga nem nem se Condena não se culpa mas olha para si né e e ele e ele comenta aqui né que o conhecimento de si mesmo é a chave do Progresso individual então ele ele J estão afinados aqui nessa proposta né do autoconhecimento e ele exercita Então realmente esse caminho né de uma atitude fenomenológica ou seja eu tô aberto a perceber a me perceber né A me olhar me reconhecer e tentar entender né que que que tá em jogo ali então e esse é o caminho realmente desse homem lúcido né que consegue enfrentar si mesmo né sem sem

a perceber a me perceber né A me olhar me reconhecer e tentar entender né que que que tá em jogo ali então e esse é o caminho realmente desse homem lúcido né que consegue enfrentar si mesmo né sem sem culpa mas com responsabilidade E aí eh abre-se o caminho para o autoconhecimento Né essa proposta que tá aquela cita que tá lá né no Oráculo de Delfos né que e conhece a ti mesmo então a o caminho do ser consciente é exatamente isso o caminho do autoconhecimento e essa questão que que a Cláudia trouxe dá do comprometimento com a palavra cuidar o que que fala eh e que parece detalhe mas com certeza não é porque essa responsabilidade que nós temos com o que sai da nossa boca eh muitas vezes a gente acaba eh botando falando sobre o o cisco né lá no olho do vizinho para fugir de nós mesmos mas Além de estar fugindo de de nós mesmos das nossas traves nós também estamos machucando alguém né Então se se é algo para que o outro cresça se E aí não de uma forma de desculpa intelectualizada se realmente aquilo vai trazer naquele momento algo que é transformador e amoroso é claro que que nós não vamos deixar alguém eh se se auto prejudicar se prejudicar por não trazer uma palavra mais firme mas firmeza e amor andam juntos na mensagem da mentora Então esse compromisso com que a gente fala eh tudo existe uma como eu estava comentando existe eh uma forma de se expressar uma energia que vai junto com a palavra como quando a gente fala do pensamento sentimento e vontade O que impulsiona é muito importante e para que a gente faça isso sem ferir realmente compondo realmente e contribuindo é precisa Nós voltamos pro autoconhecimento Não tem escapatória né não tem e Que bom né Porque é ela vai mais além né a Guadalupe ela fala no final aqui da introdução essa questão do do amadurecimento psicológico e ela diz que só consegue esse psicológico através das experiências vividas então A fala é uma das questões né da da experiência humana né o que tu fala como tu fala Em que momento né e tudo né então então esse

que só consegue esse psicológico através das experiências vividas então A fala é uma das questões né da da experiência humana né o que tu fala como tu fala Em que momento né e tudo né então então esse campo do experiencial justamente ele é fundamental porque a experiência determina os valores qualifica a nossa vida e também nos abra na nossa Forma de Poder perceber a as relações com a vida com as pessoas né E aí ela diz que na medida que tu encara a vida dessa maneira né Apesar A partir dessa vivência E aí a gente tá fazer uma diferença entre vivência e fato que os fatos são a realidade como como como elas se apresentam e a vivência é a forma como eu vivo os fatos ou seja transformar fatos em experiências psicológicas né ou seja em experiências internas ou seja me deixar afetar com a vida me comprometer com ela e viver a experiência daquela realidade porque às vezes as pessoas estão adormecidas indiferentes apenas coisificado a a vida e não se desejando tocar por ela então a a vida precisa ser experimentada vivida e isso implica tudo aquilo que ela falou anteriormente onde entra a questão da da da própria meditação né porque a meditação de uma certa maneira ela faz a as relações entre a causalidades e os efeitos que podem ser reconhecidos pelo que são né E aí a gente pode de uma certa maneira refletir em todas as dinâmicas que envolvem as consequências nosas atitudes os Apegos as implicações todas e transformar essa experiência vivida realmente nessa abertura aqui como ela fala dessa que ela libera a consciência do ser E aí a gente começa a se tornar um ser feliz J eh ao consegui-lo eo feliz conquistando a terra da da Promissão bíblica né a terra prometida Então olha que bonita essa imagem também que ela traz aqui né No final da da introdução né existe essa terra prometida e que é essa terra interna Onde tá o reino de Deus E para isso tu tem que ter um pé dentro e um pé fora né olhando para si e se relacionando verdadeiramente com a vida para exir dela seu suco seu sumo e

que é essa terra interna Onde tá o reino de Deus E para isso tu tem que ter um pé dentro e um pé fora né olhando para si e se relacionando verdadeiramente com a vida para exir dela seu suco seu sumo e encontrar o sabor né a sabedoria de cada momento que a vida apresenta eu acho bonito isso né porque essa expressão libera a consciência do ser é uma é é um Nascimento né de um novo ser né como se aquela semente realmente brotasse né uma semente plena brotasse Achei bem bonita também essa essa expressão e e um pouquinho antes ela vai eh falar né Eh da as possibilidades de ir em busca desse autoconhecimento né ela fala da ciência Espírita né com todas as terapias né na nas casas espíritas né que a gente possa lançar mão o próprio evangelho do lar né as reuniões eh públicas fluidificação enfim né O passe e ela vai falar também da da Ajuda necessária de um psicoterapeuta né porque eh pode se pensar quanto difícil é se enxergar né e muitas vezes é mesmo né É na relação com o outro que a gente vai conseguindo se conhecer um pouco mas é na troca com esse psicoterapeuta que também é grande possibilidade então eu acho interessante que a Joana coloca todas as possibilidades na mesa né como vocês Já trouxeram né a oração a meditação todas essas essas coisas instrumentais né E ela também amplia isso né olha se tiver muito difícil né Vai em Busca né De alguém que te escute para que você possa se entender então Eh eh é uma busca né Eh a possibilidade de buscar de vários lugares né esse autoentendimento esse autoconhecimento né para que essa Sementinha né que tá encapsulada possa eh eh brotar desse solo né Desse reino aí dessa terra Prometida né brotar finalmente alguém consciente né da sua trajetória de espírito né Imortal com certeza com certeza bem Estamos chegando no final do nosso encontro de hoje não sei se Guadalupe queria trazer mais algum elemento para para fechar o nosso encontro um convite para que quem está nos vindo agora e vai nos acompanhar nesse livro que comece de onde está não

hoje não sei se Guadalupe queria trazer mais algum elemento para para fechar o nosso encontro um convite para que quem está nos vindo agora e vai nos acompanhar nesse livro que comece de onde está não amanhã mas agora n no momento que estiver nos ouvindo nós vamos estar juntos aí mais alguma questão Cláudia que tu queira trazer para fechar o encontro de hoje não reforçar aí a Guadalupe é e essa introdução dá aquela aquela motivação de querer ler né de querer avançar no livro assim puxa né ess a introdução tem toda essa Preciosidade né se abrindo para esse Manancial que o livro oferece quanta coisa rica a gente vai encontrar a partir dos próximos capítulos que propõe aqui de esse convite gente poder então continuar né Esse estudo na no próximo encontro Então a gente vai entrar no Capítulo um que que ela vai falar justamente da quarta força então ela vai falar sobre o que que é a quarta força psicologia sobre homem psicológico Maduro e vai começar então a nos trazer né esse campo psicológico e espiritual para compreender essa jornada que ela tá nos convidando a seguir junto com ela aqui no Volume 5 da série psicológica o ser consciente então fica o convite para todos desejamos para vocês Que esse movimento suscite realmente esse desejo né Eh amoroso de avançarmos na nossa caminhada evolutiva e acompanhar aqui os a proposta da benfeitora Joana de anges Abraços fique com Deus até o próximo encontro então

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