T5:E17 • Momentos de Consciência • Consciência e Integridade
Em mais uma reunião da série de estudos, Gelson Roberto, Adriana Lopes e Marluce Renz abordam o tema da consciência e integridade, extraído do capítulo 17 do livro "Momentos de Consciência". Neste capítulo, a autora espiritual Joanna de ngelis apresenta esses dois tópicos como elementos essenciais para a construção da saúde integral. Estudos da Série Psicológica Joanna de Ângelis #SériePsicológica #JoannadeÂngelis #MomentosdeConsciência #Integridade
meus irmãos e amigos que nos acompanh nesse estudo da série psicológica Joana De Angeles mais um momento de encontro de reflexão nós convidamos a todos então a hoje estarmos juntos trabalhando o tema consciência e integridade né Capítulo 17 dos de momentos de consciência hoje conosco Adriana marl que estão colaborando para podermos trabalhar essa temática bem-vinda Adriana marl tudo bem com vocês olá é uma alegria muito grande estarmos aqui falando de dois temas tão importantes né inclusive conceitos importantes que ela vai trabalhar posteriormente quando ela vai est falando né da Saúde integral né então são dois elementos muito muito importantes para construção e desse conceito né marlu Eh eu confesso para vocês que eu tive que ler várias vezes esse capítulo porque eu achei muito assim interessante ela fazer essa relação de consciência e integridade né eu fiquei me debruçando sobre essa palavra integridade né E nesse sentido assim de como assim a Joana quer trazer essa ideia de de consciência e essa totalidade né Eh e depois ela vai desenvolvendo realmente ao longo do Capítulo e e e trazendo assim a a visão da nossa da nossa vida assim eh de uma forma muito mais Ampla e relacionando assim que quando a gente começa a ter essa capacidade de olhar paraa existência abarcando objetivos mais elevados né integrando as partes né realmente ela já começa a falar daí que a gente já chega um grau de maturidade psicológica interessante aí né É realmente esse termo vai aparecer diversas vezes né no o homem integral por exemplo né que que ela vai trazer essa ideia da integridade e aqui ela tá eh de uma certa maneira apresentando digamos assim as primeiras sementes do conceito de individuação do Jung então já tá aqui né então que o Jung justamente vai trabalhar com essa ideia dessa integralidade do ser a partir justamente de poder eh estabelecer uma relação harmônica dialógica com as minhas partes internas aceitando acolhendo eh me responsabilizando né Por por tudo que diz respeito a a mim mesmo né E para
ir justamente de poder eh estabelecer uma relação harmônica dialógica com as minhas partes internas aceitando acolhendo eh me responsabilizando né Por por tudo que diz respeito a a mim mesmo né E para buscar justamente essa noção de totalidade que a marl estava trazendo agora né Então essa ideia de totalidade e de unidade né envolve essa ideia de integridade que Joana tá tá apresentando aqui né E ela fala então isso como um tipo de Equilíbrio moral né e e não só eh um equilíbrio moral mas numa dimensão Ampla porque envol justamente um processo de aquisição de consciência então o que que que que ela tá falando aqui né gurias quando ela fala aquisição de consciência quando el fala em etapas do processo evolutivo vamos começar a pensar um pouquinho sobre isso essa integridade como é que ela vai se constituindo ao longo da nossa jornada espiritual Adriana quer colocar alguma coisa sim eu fui olhar no dicionário para ver o que que ela como ela colabora né em que ela acrescenta o termo né então no dicionário tá eh a definição é que integridade é o estado ou característica daquilo que está inteiro de que não sofreu qualquer diminuição é a plenitude e a inteireza é a característica daquilo que se apresenta ileso intacto e aí eu falei nossa então não existe uma integridade né porque nós todos nós segundo Freud somos esse indivíduo neurótico sim né com as nossas partes todas aí por para fazer essa síntese para fazer essa integração Então se a gente olhar pelo dicionário a gente não é difícil perceber onde é que tá essa unidade né Mas ela fala que bem no início ó a criatura que busca a integridade E aí ela define o estado de Equilíbrio moral de toda amplitude já adquiriu a consciência de si mesma então ela já começa no primeiro par fazendo essa relação entre a consciência e a questão da integridade né E aí ela coloca havendo grado amadurecimento psicológico resultante da observância correta das leis Então veja a importância né da relação da consciência e do amadurecimento psicológico para essa
e né E aí ela coloca havendo grado amadurecimento psicológico resultante da observância correta das leis Então veja a importância né da relação da consciência e do amadurecimento psicológico para essa questão da integridade mas eu me lembrei dae do Jung né que a gente nasce inteiro e morre que os pedaços né cópias É e aqui eh então ela eu entendi assim que ela tá trazendo essa integridade essa busca né esse ser que busca essa integridade Então como um processo que a gente vai passar e eu como como eu gosto muito dessa dessa via poética da Ana né ela fala ali né que a vida então é as sucessivas etapas desse processo evolutivo graças as quais o espírito vai avançando né de experiência em experiência modelando o Anjo que lhe dorme em latência né manifestação do psiquismo divino sua origem e sua causalidade e aqui eu me lembrei Então dessa ideia né do anjo que dorme que que que dorme em latência em nós né dessas especialidades que já estão dentro de nós né a gente fala no espiritismo do átimo ou Arcanjo né então a gente já nasce inteiro como o Jung diz então a gente já nasce com essas potencialidades mas a gente vai a cada existência modelando isso E aí eu me lembrei eh de brincar com a minha sobrinha com as massinhas de modelar né Se vocês lembram a gente modela uma coisinha não gostei e vamos modelar diferente vamos fazer diferente e aí eu fiquei pensando nessa imagem de cada Encarnação cada experiência com uma possibilidade que a gente tem de ir modelando descobrindo se responsabilizando como G estava falando escolhendo né coisas e com isso nesse processo a gente vai despertando Então esse anjo que dorme em latência que é essa interesa né porque os anjos na mitologia eles são qu os mensageiros de Deus eles vêm entregar uma mensagem então eles conhecem as leis de Deus né Maria recebe o Anjo Gabriel que diz para ela que ela vai conceber né Jesus então eu fiquei pensando que essa eh integridade se a gente pensar na no em Yung ela já tá em nossa que a gente precisa resgatar ela buscar ela né é a
el que diz para ela que ela vai conceber né Jesus então eu fiquei pensando que essa eh integridade se a gente pensar na no em Yung ela já tá em nossa que a gente precisa resgatar ela buscar ela né é a gente pode fazer uma diferença entre uma consciência que ainda não se descobriu por si a si mesma né uma consciência que se relaciona discriminando a vida mas sem uma consciência de si mesma ou seja uma consciência mais reflexiva e que de uma certa maneira transcende essa dimensão mais limitada né porque ela vai falando das etapas evolutivas e desse emergir do sel ou seja essa consciência como espírito não a consciência egóica que muita gente tá necessitado de sono espiritual uma consciência limitada ou movido ainda por impulsos animais movido ainda por reações muito instintivas muito Auto protetora muito na afirmação primária desse nível menos eh eh elaborado da sua natureza né então ela vai falando dessa desse processo todo que tá acontecendo aí até né Essa consciência que que a Adriana colocou essa consciência de si mesmo que envolve já essa maturidade psicológica Então esse consciência de si mesmo eh é uma dimensão do que do que eu vim fazer aqui do que eu sou realmente no sentido da minha vida e por isso que ela de uma certa maneira fala que esse nascimento da consciência para o movimento de de integrador né para essa busca de integridade justamente aparece nessa noção de consciência dos objetivos da vida então e aí ela fala que até chegar nesse momento a gente tá sofrendo os efeitos da vida ou sendo atravessado pela dor né e tendo que lidar com isso e muitas vezes fugindo da dor simplesmente através de compensações né pelo prazer então a gente tá ainda muito nessa relação eh eh que é muito mais eh ainda animal né porque o animal ele tá ali para poder preservar a sua vida e tá começando a conquistar de uma certa maneira uma sensibilidade Aonde a dor e as Sensações agradáveis começa a tomar parte do da da da sua natureza e nós ainda muitas vezes estamos muito presos ainda a esses
ando a conquistar de uma certa maneira uma sensibilidade Aonde a dor e as Sensações agradáveis começa a tomar parte do da da da sua natureza e nós ainda muitas vezes estamos muito presos ainda a esses condicionamentos primários e e compreendemos o prazer como uma forma de vitador mas não fazemos com consciência disso do que representa tudo isso e ficamos nessa enantiodromia ou seja entre uma polaridade e outra oscilamos entre os condicionamentos Dolorosos da vida e os condicionamentos que buscam a acomodação e o prazer como forma de evitar ou compensar essa dor e e nesse embate né entre uma realidade e outra a gente aos pouquinhos vai então Despertando para essa consciência maior que começa quando começa a transcender esses elementos primários uma noção de sentido de de vida como ela coloca aqui né quando a gente vai ter ver essa ideia de evolução eu gosto muito já que a Marlúcia é dessa área mais poética né marl do que o Leon Deni fala disso que ele diz que o espírito dorme no midal sonha no vegetal acorda no animal e ele quando vai adquirindo essa consciência então ele desperta nesse hominal mas com isso né Eh diante disso que o Gus Coloca essa herança animal ainda tá muito preservada dentro de nós e isso que constitui também o nosso inconsciente coletivo eh por isso dessa coisa táb né que ela coloca aqui ó que nessa trajetória aqui Ema normalmente o ser se vincula as comodidades da conjuntura carnal seja pelo pelos atavismos animais que deles predominam e se acomoda aqui eu gosto de uma historiazinha que a Dra irvênia Prada conta e eu acho Fantástico que ela dá uma origem biológica do preconceito e aí a gente faz uma ideia do que seria esse atavismo animal em nós então ela conta a história das Patinhas né então a pata com os seus filhote zinhos eh estão lá no ninho de repente um bate a cabecinha e forma uma manchinha vermelha na Test e aí o que que a pata faz a pata mamãe Pata não é como mamãe humana que vai lá põe bandejao passa remedinho não a mamãe pata abandona esse filhote porque ela
nha e forma uma manchinha vermelha na Test e aí o que que a pata faz a pata mamãe Pata não é como mamãe humana que vai lá põe bandejao passa remedinho não a mamãe pata abandona esse filhote porque ela entende que aquele sangue que sai ele é um chamariz pro Predador que pode colocar aquilo tudo em risco né ela pode perder todos os filhotes com o ataque de um Predador Então se ela abandonar aquele ela então aquele filhote fica abandonado E aí ele pode de ele vai morrer mas morre um e não toda a os filhote zinhos e aí ela coloca como uma essa a herança do preconceito então que em nós em nossa parte inconsciente fica arquivado essa ideia que o diferente ele é algo que coloca toda a minha a minha meus descendentes em risco Então essa seria uma atavic m uma memória né de do reino animal que tá aqui esse arabismo animal registrado no nosso inconsciente coletivo né no nosso inconsciente de todas as nossas vivências essa informação de que o diferente é um risco então Perceba como é difícil ficar íntegro porque além de todas essas questões que nós temos dessa polaridade dessa enantiodromia que no momento a gente tá tentando Depois a gente regride depois vai ainda existe esse arcabouço inconsciente coletivo de informações como ela coloca de atavismos animais que está impressa em nosso psiquismo coletivo ou seja fruto de todas a nossa herança né aqui desse dessa evolução eh enquanto Desde quando nós fomos criados até agora Então olha a dificuldade então e a necessidade desse autoconhecimento Porque a partir do momento que ele entende o que é essa informação ele consegue desprogramar porque enquanto está inconsciente a pessoa não Tem como trabalhar algo que não é dele né Tu sabe Adre que é genial essa essa essa esse exemplo né E hoje eu tava pensando assim por exemplo muitas vezes no nosso comportamento de quando a gente toma uma decisão a gente elege alguma coisa que é ótima para nós mas que daqui a pouco prejudica os outros né então tem esse componente um pouco mais egoísta daí eu
sso comportamento de quando a gente toma uma decisão a gente elege alguma coisa que é ótima para nós mas que daqui a pouco prejudica os outros né então tem esse componente um pouco mais egoísta daí eu fiquei pensando nessa coisa do atavismo né quantas vezes Talvez né quantas dentro da nossa etapa evolutiva a gente teve que realmente assim fazer escolhas de sobrevivência mesmo né o eu ou o outro né E isso ficou registrando ficou registrado em nós e só que a medida que por isso que ela tá dizendo ali né que tem tem potencialidades em latência em nós e a medida que a gente começa a poder raciocinar sobre isso pensar sobre isso né a gente começa a a poder entender então que quando Eu por exemplo escolho uma coisa que pode me beneficiar mas vai prejudicar outros tem isso vai gerar um sofrimento para mim né E por que que vai gerar um sofrimento porque tem alguma lei ali que rege o universo que é a lei Divina que eu não entendi ainda né então que lei no momento que eu escolho só em meu benefício e posso prejudicar os outros que que lei por exemplo que eu estaria desconhecendo ali ou não respeitando né a lei da Fraternidade a lei de que todos nós somos conectados então eu posso inconscientemente achar não o que importa eu me dar bem e Azar dos outros mas na realidade ali eu não tô entendendo como o universo funciona ainda né E aí vem reencarnação pós reencarnação com essa possibilidade amorosa que Deus nos dá da gente tentar entender como que esse universo Funciona porque ele diz que a maior lei é a lei do amor né então tudo é conectivo no universo então quando eu quero tomar uma decisão que vai contra essa lei que move tudo porque a até no meu corpo né todos os sistemas são colaborativos quando eu rombo com isso isso vai gerar um sofrimento mas vai vir uma outra oportunidade para que eu possa então daqui a pouco romper esses condicionamentos como ela diz né e ampliar Essa maneira de ser e e começar a agir de outro jeito né É É por isso que de uma certa maneira a benfeitora
ara que eu possa então daqui a pouco romper esses condicionamentos como ela diz né e ampliar Essa maneira de ser e e começar a agir de outro jeito né É É por isso que de uma certa maneira a benfeitora coloca que se processo todo eh favorece uma visão correta né a patinha né mã Pata não tem essa visão correta né ela Age de maneira instintiva e dentro dessa dinâmica limitada da sobrevivência da espécie né então Eh Essa visão correta justamente essa dimensão mais Ampla Como diz a A J de anges que nos leva uma conduta existencial ou seja então eh eh conduta existencial ou seja isso é uma dimensão já do nascimento dos ser psicológico então quando ela fala aqui dessa Nova Condição que que vem com uma visão Correta que estabelece uma ca existencial movida por um objetivo de vida a gente sai da dimensão animal paraa dimensão psicológica então é é o nascimento do ser psicológico a pessoa psicologicamente pobre né pessoa que é pobre psicologicamente ela não simboliza ela não tem vida interior ela é muito concreta é muito literal é muito reativa então Eh ela não tem a alma né Tá Adormecida ali então de uma certa forma esse ser psicológico vai sendo despertado como consciência né uma consciência que consegue daí realmente refletir e perceber uma dimensão maior do que simplesmente os aspectos fisiológicos da existência né e e e e consequente mente né os valores espirituais que começam a ser então despertados na medida que eu vou avançando nessa consciência individual E aí na na na sequência ela vai dizer que todo desenvolvimento rompe amarras facultando a libertação e às vezes gerando dor né então às vezes nem sempre porque eh nós precisamos passar pela fieira da ignorância não pela maldade então a dor ela nem sempre é necessário você pode evoluir Sem lógico que é muito raro normalmente nós passamos por essa questão da dor porque dor sofrimento e morte também fazem parte dessa saúde integral né porque no conceito de saúde integral Ela não tá falando que saúde é ausência de doença
nte nós passamos por essa questão da dor porque dor sofrimento e morte também fazem parte dessa saúde integral né porque no conceito de saúde integral Ela não tá falando que saúde é ausência de doença mas é a forma como você se relaciona com essas questões né dor doença e morte e aí me lembrou muito aquele termo do do que vem do Egito né que evoluir é desenvolver sair do envolvimento por quê Porque no Egito o conhecimento vinha eh envolto nos eh Todo escrito em papiros e para você tomar consciência você tinha que desenrolar do papiro né então desenvolver no sentido de desenrolar ou sair desse envolvimento né Eh igual no no no no antigo Egito ele quer dizer evolução então para eu me desenvolva para que eu evolua eu preciso sair desse envolvimento dessas questões minhas eh da da do da própria sombra eu preciso me relacionar com essas estruturas internas e sair do envolvimento delas né Eh eh o ego podendo se se libertar desse processo onde ele tava até então tomado no meio dessa questão dos atavism animais e a partir da consciência por isso que ela faz o link né da consciência mais a integridade E aí ela trabalha a questão da consciência da integridade então quando eu tem essa busca para me tornar inteiro que é essa primeiro movimento dela trabalhar a individuação que é o ser se conhecer ele entrar em contato consigo mesmo e ele podendo sair desse desenvolvimento atávico e automático ele começa eh eh passar pela evolução sem a necessidade tanto da dor assim como do início né É na Na verdade acho que a dor é uma condição de existência né Adriana e a e e a existência possibilita a criatividade né porque de uma certa maneira fugindo da dor ou dos desafios da vida eu vou começando a buscar recursos e Despertando para novas possibilidades do meu ser então de uma certa maneira eu vej uma diferença entre dor e sofrimento né A dor é inerente né tem a dor do parto tenha né a gente tem que ter saber dor para ter para ter uma proteção fíica se eu não sinto dor como é que eu vou reconhecer né o limite do
e dor e sofrimento né A dor é inerente né tem a dor do parto tenha né a gente tem que ter saber dor para ter para ter uma proteção fíica se eu não sinto dor como é que eu vou reconhecer né o limite do meu corpo e assim por diante mas com certeza né na medida que eu consigo eh avançar na minha capacidade né Eh de alma dentro da reflexão dentro dos processos que envolvem minha sensibilidade a essa força amorosa que é está colocando e e o meu ser criativo que é justamente é capaz de poder superar extrair daquela realidade algo novo de querer poder de administrar aquela realidade transcendendo de a dor né daí eu posso evitar o sofrimento Ou posso tirar da dor algo que seja Positivo né e conseguir daí com certeza encontrar novas possibilidades que não seja só a dor mas sim o significa AD alegria um sentido maior ou evitando a dor descobrir a minha inteligência os meus recursos que consegue daí despertar cada vez mais os elementos que adormecem como espírito em mim então eu vejo realmente como a vida ela tem que desafiar a gente por isso que a Joana coloca da importância da coragem né e da luta que a vida é uma luta e que ela de uma certa maneira vai te provocar o papel da matéria é resistir ao Espírito é provocar ou a matéria seduz ou ela ela ou ela de uma cer maneira se oponha ao espírito e essas duas questões aí é uma forma da gente poder realmente nessa digamos assim luta né com a matéria poder emergir em nós mesmos nesses nesse movimento de autodescobrimento de tomada de consciência da nossa realidade é essa luta que tu tá falando queria chamar atenção ali porque ela diz né que a gente tem duas dificuldades nessa evolução aí que é lidar com esses atavismos animais ou a acomodação que a gente quer ficar né que é também uma outra questão eu acho interessante porque quando ela fala ali de romper amarras eu fiquei pensando olha às vezes é tão difícil a gente se dar conta o quão condicionados nós somos às vezes né Por valores a gente fica reproduzindo coisas eh que são valores da família e
mper amarras eu fiquei pensando olha às vezes é tão difícil a gente se dar conta o quão condicionados nós somos às vezes né Por valores a gente fica reproduzindo coisas eh que são valores da família e que a gente nem questiona muitas vezes ou valores da sociedade que a gente não questiona né e e e e isso faz com que eu fique aí eh me retendo ali me acomodando achando que tá tudo certo quando na realidade eu tô numa inconsciência muito grande então é um processo assim de rompimento mesmo né que que que com certeza às vezes gerad dor porque para pra gente ampliar Nossa consciência muitas vezes a gente precisa romper muitas coisas né muitos modos de ser de estar e não é fácil né não é fácil a gente eh às vezes ir contra um funcionamento que sempre foi assim a gente passa nem questionar a aquilo fica normalizado a gente nem nem se dá conta que nossa estamos agindo né de uma forma inconsciente então isso eu eu achei interessante an também né porque em algum outro momento a Joana diz assim que a gente não deve ficar imóvel né em Patamares onde você já alcançou né que a a a a meta é sempre seguir adiante né então esse trabalho de buscar essa integridade aí é um trabalho eh que não vai cessar nunca né e é interessante que aí começa né Então aí ela mostra o nosso desenvolvimento Então ela traz a dor como uma possibilidade aí ela sabe o jeitinho que não é só o jeitinho brasileiro mas é o jeitinho humano que existe a dor então logo a gente vai tentar o quê fugir da dor Então ela mostra um caminho normalmente que a gente nesse processo de evolução a gente vai se utilizando que são os mecanismos né de transferência que se utiliza para o prazer passando a depender deste assim programando os inevitáveis futuros Sofrimentos porque aqui ela começa a falar né nas Entrelinhas sobre os mecanismos de defesa que o ego se utiliza para evitar entrar em contato com a dor né Então aí a gente depois ela vai trabalhar mais para frente a regressão deslocamento A negação racionalização sublimação enfim
de defesa que o ego se utiliza para evitar entrar em contato com a dor né Então aí a gente depois ela vai trabalhar mais para frente a regressão deslocamento A negação racionalização sublimação enfim infinitos outros mecanismos que a gente vai se utilizando nesse processo de evolução para não entrar em contato com a dor e fugir dele então a dor que seria uma sábia conselheira né né segundo Ruben Alves ela nos traz ensinamentos grandiosos ela a gente acaba entrando numa Mania né numa defesa maníaca para não entrar em contato com dor e sofrimento e aí a gente entra em mecanismos de fuga né fuga da realidade e aí também vai fazendo com que a gente também deixe de se tornar íntegro de se tornar inteiro Então isso é outro mecanismo que dificulta a individuação né é isso que a a Mar tava colocando Adriana dos condicionamentos ela cita várias padrões não só os mos de defesa né as tendências as inclinações os temperamento as aspirações até tendências emocionais da gente não só em termos de comportamento mas até fantasias que refletem temas internos da qual a gente está preso como uma temática recorrente em nossa vida fruto desse jogo emocional que a gente faz né ou de se acomodar ou de ficar eh traumatizado ou ou repelir não acreditar a nossa capacidade e criar recursos eh de querer controlar ou evitar ou ou ou ou ficar ferido em função de uma experiência negativa que vai deixando a gente preso naquela naquela memória emocional e condicionando a jeitos e funcionamento repetitivos né E e aí isso se torna essa noção neurótica né Essa repetição fechada em si mesmo que não traz o novo a vida sempre traz o novo a vida sempre é uma possibilidade nova de de quebrar as amarras de libertar de trazer algo que nos acrescenta mas a gente fica tão condicionado dentro dessa ão emocional limitada que a gente não se permite Ness novo mesmo a vida fazendo esse convite para para renovar para transformar para transcender a perm E aí leva muitas encarnações né para poder realmente quebrar essas tendências e aía fala da
rmite Ness novo mesmo a vida fazendo esse convite para para renovar para transformar para transcender a perm E aí leva muitas encarnações né para poder realmente quebrar essas tendências e aía fala da importância da disciplina né desse momento de disciplina que para mim eu eu eu leio o termo disciplina aqui como já esse movimento de diálogo comigo mesmo porque para me disciplinar eu tenho que fazer consciência eu tenho que começar a criar esse diálogo onde eu tô o que que tô fazendo comigo o que que eu quero não então é esse começo de criar um espaço integrador em busca dessa integridade do ser dessa totalidade do meu ser Então essa disciplina para mim não é só um posicion eh impositivo né de controle é justamente uma educação que é diferente e essa educação envolve um diálogo uma consciência e um diálogo comigo mesmo mas Gelson eu tava pensando que às vezes a gente leva uma vida inteira e não se dá conta de padrões que a gente tá repetindo né isso quando a gente começa a olhar as relações assim Às vezes dá um Insight né a gente percebe isso às vezes né na na terapia que os pacientes trazem E aí quando dis não mas tá te dando conta que nossa tá acontecendo do mesmo jeito né tá acontecendo a mesma coisa mas é é depois de muita reflexão então quantas coisas que a gente nem sabe a nosso respeito né E por quê Porque às vezes também nós não estamos muito atentos a isso né E essa essa essa questão da disciplina né Eu também pensei assim não como uma coisa não como uma rigidez né porque às vezes a gente tende a pensar a disciplina como algo rígido né mas aqui eu relacionei mais como um desejo assim com uma força de vontade eu preciso querer muito aquilo né para poder lidar com essas tendências negativas né para puxa reconhecer porque é frustrante dizer poxa é mesmo tem esse padrão que rege a minha vida e como é difícil mudar isso né Isso vai determinando as escolhas que a gente vai fazendo então acho que disciplina assim eu eu eu fiquei nesse sentido de querer muito assim de de se
rege a minha vida e como é difícil mudar isso né Isso vai determinando as escolhas que a gente vai fazendo então acho que disciplina assim eu eu eu fiquei nesse sentido de querer muito assim de de se dedicar muito a isso sabe Hã Porque precisa mesmo desse desse esforço para ir contra algo que que vem muito forte né como um padrão como um condicionamento E aí me lembra muito Kardec que fala que somente pela educação que se transforma a humanidade e aí a gente compreende que quando ele fala educação ele não tá falando da Educação do outro né marlu mas o quanto nós precisamos nos educar então a disciplina desse ímpeto que nós temos né de negar de fugir de dar esquiva de não entrar em contato né dessa fuga que a gente faz Desse comodismo do tanto de ficar preso Nessas questões atávicas de uma repetição neurótica E aí a gente não se educa Então por isso do orar e vigiai né então quando a gente percebe um comportamento né Eh a gente precisa disciplinar essa tendência negativa Então realmente eh eh a gente percebe que ela tá fazendo uma construção da da de um de uma definição da integridade como sim um processo de autoeducação e também da disciplina dessas tendências negativas para superar essas eh aspirações superficiais e para poder então se tornar pleno integral né Então veja é todo uma um processo de disciplina não essa disciplina dura rígida que a gente conhece né na matéria mas algo de Educar né Eu acho que é essa educação com amor né tipo aquilo eu vou de novo busca e volto né e vou lá e me pego e me trago novamente então o trazer junto e aí a gente volta nessa frase dela que somente a consciência dos objetivos da Vida em seu o conjunto vai favorecer essa visão correta para uma conduta existencial preparadora para essa etapa futura pra próxima encarnação Então veja eu preciso ter consciência da vida e do que a vida oferece para mim né dessa totalidade que a vida me mostra no sentido educativo no sentido de trazer tendências de trazer para que eu possa me disciplinar e aprender por isso que
a vida e do que a vida oferece para mim né dessa totalidade que a vida me mostra no sentido educativo no sentido de trazer tendências de trazer para que eu possa me disciplinar e aprender por isso que realmente como gels coloca né estar na matéria é muito difícil porque desperta em nós essas questões que até então o espírito achava que tava ali Adormecida que já tinha vencido né aí a matéria vem nos convida a entrar em contato com essas questões da dor e aí vai emergindo em nós esse eu mais profundo que talvez a gente não tenha tanta consciência assim mas a consciência da dos objetivos da vida então quando vem um remédio Amargo que a vida me dá é ao invés de e de forma imatura ficar brigando com isso eu vou aceitar e pensar bom se existe um Deus eh justo H uma justiça e uma finalidade nesse meu sofrimento e um aprendizado Então o que eu preciso aprender com isso né Então aí o objetivo da vida vai me tornando didático e terapêutico isso é fundamental né Adriana falar realmente de ter essa plena consciência de objetivo e significado est encial né então eu vejo assim que isso ela vai trazer no livro Plenitude autodescobrimento né Eh não ela fala que a questão da Meta né no noso descobrimento tem um item eu não lemb qual é capítulo acho que é o seis no final que é que é plenitude e ela diz que a meta é plenitude Então esse processo de disciplina para mim envolve uma meta né Ou seja eu tenho agora um desejo um ideal uma meta de crescimento de valores então a minha disciplina calcada né Essa educação justamente desses valores expressivos do campo espiritual que começam a a ser reconhecidos como importante para mim né E aí eu posso então eh ter metas que me balizam né que me dão suporte que são referências e as ajudo nessa disciplina Então veja como ela tá eh buscando realmente e essa visão bastante eh eh complexa interligada entre a disciplina entre de uma certa maneira a consciência dos objetivos eado existencial né e de outra maneira essa questão então dos do dos valores
e essa visão bastante eh eh complexa interligada entre a disciplina entre de uma certa maneira a consciência dos objetivos eado existencial né e de outra maneira essa questão então dos do dos valores que vão despertando e e me D dando como um farol né como uma um guia né uma guiança para meus caminhos dando segurança em favor dessa disciplina que eu começo a construir ao longo da minha caminhada evolutiva é eu acho que aqui ela e eh eh eu fiquei pensando que ela traz né Essa questão de eh valores de expressão profunda Então ela relaciona a integridade assim com significado né a gente saindo dessa literalidade que tu estavas falando antes né então quando a gente começa a ver os objetivos da existência quando a gente começa a se ocupar saindo só das questões do nosso dia a dia dessas preocupações que todos nós temos né desse problema e a gente começa a pensar tá mas como a Adre tava dizendo né Mas qual é o sentido será disso né que será que isso tá acontecendo na minha vida agora né Será que tem alguma alguma questão aí para mim olhar né eu não olho o sintoma que eu tenho no meu corpo ou algo que acontece na minha vida como um desvio algo incomodativo que eu já tenho que me livrar logo daquilo né mas eu começo a dar um olhar mais profundo assim buscando né O que que tá querendo se expressar Através disso porque ela fala de valores de expressão profunda Então eu acho que ela tá trazendo e essa essa postura né que o ser psicológico Mais maduro começa a ter que é ir para idade da coisa mesmo né porque se a gente olha alguma coisa e acha que aquilo não tem sentido nenhum né A vida vai ter uma perspectiva né agora se eu começo a dizer não mas espera um pouquinho Será que que será que significa aí eu tô entrando numa outra forma de de de de ver a existência E aí eu tendo a não querer fugir tanto né porque se aquilo vai ter um sentido eu vou querer aprofundar aquilo agora se eu tô vivendo de uma maneira muito muito superficial e aquilo não significa nada então Aquilo não é bom me causa
r tanto né porque se aquilo vai ter um sentido eu vou querer aprofundar aquilo agora se eu tô vivendo de uma maneira muito muito superficial e aquilo não significa nada então Aquilo não é bom me causa sofrimento vamos eliminar isso e trazer alguma coisa que me Dê prazer e aí eu fico nessa lógica onde eu sempre quero fugir da dor né buscando as compensações mas eu não aprofundo nunca E aí eu fico naquela compulsão a repetição tendo que repetir repetir repetir Até que em algum dia a ficha caia né é interessante né Marlúcia porque essa profundidade que tu tá colocando ela relação com o pequeno também né que a gente quer fica muito no grandioso né que muitas vezes tá ligado a uma pessoa que que cria uma imagem aparentemente poderosa Mas é ouca por dentro que tem um balão né que qualquer alfinito estora que não sustenta mas a gente busca daí essa essa visão como eu fala assim que a gente é fácil tornar-se gigante nas grandes expressivas realizações de Joan né mas o Detalhe a gente o detalhe né O Pequeno como diz o plotino a beleza tá no detalhe né então chegar no pequeno é chegar no profundo também né e chegar no detalhe então a gente tá muitas vezes voltado para fora numa visão que parece que é grande e essas questões de se D conta como tu falaste né das pequenas coisas mas que são fundamentais porque elas são aquelas que realmente sustentam a nossa vida né e E essas a gente não percebe o que a árvore tá lá enraizada no chão a gente vê a áv não vê não vê o chão que é óbvio a gente não enxerga né e e então ela chama atenção para essas questões que realmente são importantes que são os pequenos deveres né muitas vezes a gente fala dá uma paressa maravilhosa numa casa Espírita né a pessoa Ah que linda A palestra mas a gente é rud no falar a gente é crítico a gente é preconceitos a gente trata outra pessoa mal a gente eh cria fantasias negativistas em relação ao outro então tem uma série de coisas que são aparentemente pequenas né detalhes e que não são reconhecidas por nós e a gente fica nessa imagem né de um
ente eh cria fantasias negativistas em relação ao outro então tem uma série de coisas que são aparentemente pequenas né detalhes e que não são reconhecidas por nós e a gente fica nessa imagem né de um feito realizado que muito mais é uma tarefa do que uma conquista real da nossa parte que é a questão do ser né e não do fazer mas do ser verdadeiro que envolve justamente né essa busca do bem que se se manifesta naquilo que não tá sendo olhado né aquilo que gente é atraído pela nossa espontaneidade o que é inusitado O que é espontâneo aí revela quem a gente é verdadeiramente né E aqui é um convite né Que você estão dizendo é esse convite que ela faz se desejas possuir integridade porque é isso a gente sabe que a gente ainda não tem a integridade mas aqui ela faz esse convite se desejas possuir a integridade cria a eh da criatura de bem treina esses pequenos deveres então e eh é a disciplina de novo né mar Lúcia você vai disciplinar você vai treinar conscientemente entendendo os objetivos da vida e os grandes homens n que lembrou muito Francisco de Assis né gand que são grandes homens que trou er a importância do detalhe né e a gente vê lá o povo valerry falando da importância do detalhe então estes Grandes Homens que a humanidade eh tiveram eles imprimem significado nessas coisas pequenas e começa a construir a partir dali um homem íntegro útil né que vai angariando todos esses recursos aí eh para esse autoencontro então eh estes grandes homens foram grandes modelos de como é possível sim treinar conscientemente um estado de integridade mesmo ainda não tempo né Nós não somos íntegros nós temos momento de integridade né Mas se a gente usar a consciência a gente pode treinar isso de forma didática de forma disciplinada e ir construindo né para uma próxima encarnação uma um um algo na minha personalidade já mais consolidado uma vez que ainda a gente tá com esse aprendizado né ela chama né de realizações de significado Modesto de tão bonito né e e realizações olha só que realização é algo muito grandioso ao
is consolidado uma vez que ainda a gente tá com esse aprendizado né ela chama né de realizações de significado Modesto de tão bonito né e e realizações olha só que realização é algo muito grandioso ao mesmo tempo né mas de significado Modesto aí tu tava falando na Adriana do São Francisco e eu me lembrei né que que o desafio dele foi eh não fugir do leproso né quando ele não quando ele consegue reconhecer no leproso o irmão né E vai lá e abraça né acolhe o leproso né ninguém tá enxergando nada ele com ele mesmo né ele depois vai sair o cara que vai falar com os pássaros que vai tocar a alma o coração de todos mas começa justamente nesse significado Modesto que é uma grande realização que é superar toda a diversidade se entregar amorosamente naquele momento e assim ele consegue galgar a partir disso um caminho né maravilhoso do ponto de vista do amor que vai desabrochando e vai reinando na vida dele como um canto né de de de comunhão com Deus com a humanidade com com as pessoas Então é é esse movimento Modesto aí que é tão difícil né eu achei lindo mesmo Gelson lindo lindo e eu fi eu fiquei pensando que esse esse pequeno né que ela fala eh tem a ver com esse olhar cuidadoso a tudo que nos acontece Sabe tem a ver com uma postura existencial assim com com com achar profundidade ignificado naquilo que aparentemente não tem mesmo né eu me lembrei também da Mara Teresa que ela se ulava daqueles que ninguém queria que eram jogado na rua né e ali tinha um sentido existencial para ela né porque aquilo ali era tá presente onde precisava mesmo né então acho que esse esse essas realizações de significado Modesto a gente vive uma vida hoje tão tão corrida né gente tão atribulada que às vezes a gente perde essa perspectiva daquilo que é pequeno mas profundamente significativo às vezes assim ó parar eh dar atenção para alguém ou sabe ser gentil coisas muito muito simples mesmo mas aquilo tem mesmo um significado e às vezes a gente nem se dá conta isso que tu tá falando é pá Preciso fazer uma
arar eh dar atenção para alguém ou sabe ser gentil coisas muito muito simples mesmo mas aquilo tem mesmo um significado e às vezes a gente nem se dá conta isso que tu tá falando é pá Preciso fazer uma palestra e me prepare e n n n e e o preço que eu pago por aquilo né eu vou esquecendo todo o resto Mirando só um objetivo e não entendendo que o o valor de tudo tá no caminhar tá no enquanto não lá na finalidade já no último mas todas as experiências que eu vou tendo ao longo para chegar lá né eu achei assim ó lindo lindo lindo lindo porque ela diz é muito fácil tornar-se gigante nas grandes e expressivas realizações mas os verdadeiros triunfadores agigantam-se nas pequenas coisas né isso aqui tá demais Uhum eu ia complementar com a frase do Jung que ele dizia né e como é difícil ser simples né E aí no final da vida ele tira a água encanada da casa vai puxar água do poço ele tira a luz elétrica e ele coloca lá a luz né de querosene aquela lamparina não seu nome mas enfim eh veja eh eh uma um um cientista da qualidade Jung percebendo a importância dessas pequenas coisas paraa alma né O que é essa alma quer então o homem íntegro é fiel ao dever e nunca desperta ele tem consciência da sua utilidade que constrói e por consequência é responsável discreto e operoso então esse homem ele não faz uma vontade do Ego mas ele faz o que a alma necessita não é o que a alma quer é o que a alma necessita para que ele possa eh eh engendrar engendrar nesse caminho mais íntegro mais inteiro e e mais fiel a si mesmo né E aí interessante né que ela ela bem ela realmente é muito expressiva nesse movimento do quanto esse esses pequenos movimentos né esses deveres da qual a gente é fiel como a tá colocando e não desistir não dizer dá né se colocar esse compromisso e ela falou que só nesse movimento que se faz nas nas na nobreza né desses labores e que parece in espressivo que vou sustentar as grandes realizações senão essas construções grandiosas não conseguem elas vão ruires a benfeitora né porque realmente vai esbarrar no que
desses labores e que parece in espressivo que vou sustentar as grandes realizações senão essas construções grandiosas não conseguem elas vão ruires a benfeitora né porque realmente vai esbarrar no que é básico em mim se eu não Ten o básico né como é que eu vou sentar um edifício tem que ter um uma base ura né se não tiver um alicerce adequado a coisa vai para vai baixo né então importante a gente construir aos pouquinhos Então essa integridade começa justamente de desse movimento palotino consistente de desse dessa Fidelidade Ao dever que vai Pouco a Pouco consolidando né A minha natureza e vai realmente construind né esses valores que vão se tornando Parte de Mim verdadeiramente E e essa consciência junto que vai sendo despertada né Essa consciência maior essa consciência profunda como foi colocado antes talvez por isso ali que depois ela vai dizer né que difícil é o triunfo do ser humano sobre si mesmo né então esse alicerce aí que tu tá falando né que a gente precisa a ter porque a gente quer e na e quando a gente pensa numa construção né Na realidade a gente vê a parte de fora bonita arquitetura pintura que é legal mas tem que ter uma estrutura que sustente isso isso não é visto né E aí ela antes ali ela fala né das pessoas que tão presentes e nem são notadas e E aí eu fiquei pensando assim né às vezes na casa Espírita né aquela pessoa que recebe as pessoas na portaria assim né que nossa afastou toda a diferença né a forma acolhedora que ela faz e às vezes a gente não dá importância o o E aí quando essa pessoa não vem a gente percebe como fez falta né como aquilo ali Às vezes a forma como tu recebe a forma como tu acolhe né Cada um tem um jeito de fazer isso né então Eh e eu também achei aqui que ela fala dessa dessa relação entre o homem íntegro e o dever né aí me lembrei de Jesus eh quando ela a Joana fala ali no Jesus e atualidade quando ela fala de dever ela diz és servidor do mundo né Então essa essa postura assim de que buscar a nossa integridade também é tá
mbrei de Jesus eh quando ela a Joana fala ali no Jesus e atualidade quando ela fala de dever ela diz és servidor do mundo né Então essa essa postura assim de que buscar a nossa integridade também é tá no mundo né E a gente não eh a gente não não desertar aqui como ela diz né não querer ficar acomodado e fugir da raia não tem jeito né mas daí entra essa questão que a Adriana falava né lcia que eu acho importante é que a alma necessita né E porque ela vai falar que que a gente a a gente busca ainda conciliar não eu quero servir eu quero ajudar mas eu quero tirar proveito do Ego a gente vê o quanto o nosso ego a nossa lado carente nossas necessidades mesquinhas vem disfarçadas muitas vezes éé de boas intenções né Pega o caramb e quanto e quanto essa essa busca bua ainda de gratificação egoica eh fala dessa incapacidade Nossa de ter essa consciência e essa integridade daí do nosso ser né que a gente não tá daí a serviço da Alma que a alma necessita mas sim ainda né dessas desse apelo infantil que que ainda Habit nós não eu quero aquela atensão quero aquele afeto daquele jeito Eu quero uma certa comodismo E aí de uma certa maneira eu vou criando situações para agradar o ego E aí que é o perigo né de eu de eu entrar num numa armadilha e vou deixando de lado Realmente esse dever né dessa consciência do compromisso e que de uma certa maneira me leva a essa busca de integridade então quando a gente se limita né Eh dentro de um discurso que parece muito interessante dentro de movimentos eh que parecem grandiosos mas que na verdade reflete a nossa pequeneza humana a nossa alma ainda limitada infantil que não quer Crescer porque na verdade aí né são escolhas M que inconsciente que a gente faz a escolha do espírito e às vezes a gente não quer pagar o preço né a gente não por não acreditar por est condicionado como gente falou antes a esses padrões emocionais né mas essa essa Conquista né dessa vivência do bem com que a juna coloca né só vem com ordem só vem com eh exercício só vem com com a perseverança
do como gente falou antes a esses padrões emocionais né mas essa essa Conquista né dessa vivência do bem com que a juna coloca né só vem com ordem só vem com eh exercício só vem com com a perseverança e com esse compromisso com com que ela fala que então da da disciplina né que é tão importante mas essa parte que ela fala de Kardec como esse exemplo do da capacidade de discernimento tem algumas questões que eu queria que a gente ampliasse um pouquinho que é interessante a Eu adoro a forma como ela escreve né então ela diz Allan Kardec com extraordinária capacidade de discernimento Então ela já traz Kardec como um modelo de discernimento trabalhou a própria consciência aplicando-se lições recebidas dos Espíritos no comportamento e estabelecendo as linhas básicas da integridade definiu as no homem de bem sendo o portador das excelentes qualidades do coração da mente do caráter tornando tomando como símbolo a figura de Jesus conforme a questão 625 Mas eu não quero ir ainda paraa questão eu quero olha que interessante Ela traz aqui um conceito importante da psicologia analítica que é Kardec utiliza né a figura de Jesus como um símbolo E se nós pegarmos o conceito de símbolo paraa psicologia analítica que eu acho importante da gente falar porque a gente às vezes usa essa palavra no dia a dia e e não tem talvez esse viés psicológico né que o símbolo ele é o quê É tudo aquilo que conecta duas coisas né então ele conecta a consciência com o inconsciente então Jesus é o símbolo que conecta a consciência com inconsciente então ele é a figura do Homem integral ele é a figura de um ser inteiro Então a partir do momento que nós estamos né a e eh eh tendo Jesus como um símbolo eh nós Já começamos só por esse exercício estar desenvolvendo em nós essa integridade porque Jesus nos conecta ele liga essas partes cindidas em nós porque ele é o sbo Né não sei se o gs quer ampliar um pouquinho mais que símbolo é reunir né então se o tema integrar né reintegrar O que tá dividido né Então nada mais mais mais
artes cindidas em nós porque ele é o sbo Né não sei se o gs quer ampliar um pouquinho mais que símbolo é reunir né então se o tema integrar né reintegrar O que tá dividido né Então nada mais mais mais interessante que nessa ideia de de da busca do ser íntegro né Eh a gente tá buscando também a Ide de símbolo e de Jesus então a gente tá ajudando duas coisas importante né a ideia de símbolo e a imagem né de Cristo de integral que é o próprio Cristo então ele como esse símbolo vivo né e e o símbolo por Excelência então por isso que diz eh Yung que todo o processo do homem ocidental o homem interior passa pela figura do Cristo né então chegar no homem integral é é é chegar nessa condição que é permeada pela justamente pela pela figura de Cristo e e e dessa Luci que que ela fala de Kardec né quando citou aqui né Adriana do quanto ele tava comprometido a viver as lições dos Espíritos porque essa que é a grande questão a gente entra no espiritismo Maso não entra na gente né a gente lê né Mas será que faz sentido para mim então o quanto ele trabalhou a própria consciência como tu L ali né para poder realmente ir transformando seu comportamento e que foi izado justamente no homem de bem então o homem de bem que tá lá né no na lista de Kardec como é que quem é o homem de bem é uma síntese desse processo todo que reflete essa Conquista desse homem íntegro integral desse homem Pleno em si mesmo que passa por Jesus é uma das questões do homem de bem é aquele que começa a se interrogar né aquele que começa a se questionar né aquela reflexão de de Santo Agostinho pá Será que hoje tudo que eu fiz eu fiz pelo melhor será que eu poderia ter feito diferente né e eu achei legal ali AD que ele coloca né que então esse homem de bem que tem as qualidades do coração da mente e do caráter né então é isso né Às vezes a gente fica só ali na mente mas não quer exercitar a coisa ali onde dói né quer mexer ali nas coisas do caráter as do coração né então esse homem de bem ele já começa a realmente
o é isso né Às vezes a gente fica só ali na mente mas não quer exercitar a coisa ali onde dói né quer mexer ali nas coisas do caráter as do coração né então esse homem de bem ele já começa a realmente eh se perguntar né como é que eu tô agindo né nessa Ness nesse processo de disciplina aí mesmo de de se autoanalisar né com certeza e realmente então aqui ela finaliza o capítulo dizendo que ele é o exemplo máximo Jesus né o exemplo máximo de consciência e integridade mostrando como essas duas coisas estão juntas né Então esse é o caminho né gente tá aqui nosso modelo e guia né e e e realmente essa eh presença de Cristo na nossa vida é poder realmente Reconhecer essa esse caminho do do do Reino de Deus dentro de nós né O que é um caminho interno então né eu trabalho conosco mesmo esse trabalho de autodescobrimento do Despertar de da nossa própria realidade interna Mas alguma coisa eu só queria concluir com aquele início né que eu falei que que esses dois conceitos de consciência integridade eles são importantes pra gente entender depois o que ela chama de saúde integral por causa desse final aqui né porque saúde envolve o encontro consigo mesmo e necessitamos de um símbolo ou seja aquilo que une que integra que as nossas partes cindidas e nos faz inteiros né e Jesus homem luz o maior exemplo da integridade e maturidade psicológica quando diz eu e o pai somos um né então ele já era uma integridade com esse pai né e fez a sua vida dedicada a gratidão ao amor vivendo exclusivamente pro amor perdão misericórdia e compaixão ele realmente Pois é então fica esse convite né pra gente buscar o caminho da disciplina do compromisso com o que é pequeno né esse trabalho diário constante que envolve essa essa essa de se olhar também né de poder nos enxergar e suportar e trabalhar justamente aquilo que se apresenta nesse momento de acolher com amor e ter a a o trabalho de sermos eh moralmente responsáveis por nós mesmos ao mesmo tempo né E aí a gente vai fazendo esse caminho aí de
tamente aquilo que se apresenta nesse momento de acolher com amor e ter a a o trabalho de sermos eh moralmente responsáveis por nós mesmos ao mesmo tempo né E aí a gente vai fazendo esse caminho aí de chegar assim como o Cristo chegou à nossa dimensão integral né Muito bem gente então estamos finalizando mais um momento né da série psicológica momentos de consciência hoje trabalhamos o capítulo 17 consciência e integridade e no próximo encontro estaremos trabalhando o capítulo 18 consciência e alienação mental um tema importante delicado então fica o convite para estarmos juntos novamente no próximo encontro paz e luz que Jesus abençoe um grande abraço a todos Obrigado Adriana obrigada Man
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