Salvação dos ricos

Estudantes do Evangelho TV 05/12/2025 (há 4 meses) 1:19:26 78 visualizações

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Transcrição

Horas difíceis, de exames e provas. Eu tenho certeza Jesus é por mim. Sigamos em frente, embora os espinhos ouvimos de perto serena voz. Ninguém retroceda de nossos caminhos. É o Cristo divino chamando por nós. Bonitinha grande Chico. Quando ora, imagine Deus. e abençoar os empreendimentos teus na vida. A oração nos liga a Deus e ele nos enviará aquela que for melhor ajuda. Tenha pensamentos bons. Ore pelos seus irmãos. A prece é o amor que sai do coração. Tenha pensamentos bons. Ore pelos seus irmãos. A prece é o amor que sai do coração. Jesus noício da prece. Teus irmãos a ti pedem paz para aliviar as aflições. Senhor, enxugi nosso pronto. Precisamos do teu amor. sentir tua presença e ver nossos corações. Por isso vem Jesus e ir ao teu encontro. Queremos te seguir e afastar o mal da terra e acabar de vez com a guerra e caminhar juntos com uma luz e ir ao teu encontro. Queremos te seguir, buscar o mal da terra e acabar de vez com a guerra e caminhar juntos uma luz. Onde eu encontro a paz, estou querendo saber. Ouvi quando alguém me falou que o caminho mais perto é você. Eu quero somente encontrar a luz para o meu coração. Errei, já não vou mais errar. Eu estou lhe pedindo perdão. Deus, eu preciso mais tempo aqui. Meu passado não posso lembrar. De agora em diante eu quero servir e o presente viver só para amar. Como é bom a gente ter alegria para andar, esperança renascer e com Deus, com Jesus caminhar. ente encontrar a luz para o meu coração. Errei, já não vou mais errar. Eu estou lhe pedindo perdão. Eu preciso mais tempo aqui. Meu passado não posso lembrar. De agora em diante eu quero servir e o presente viver só para amar. Como é bom a gente ter alegria para dar. Esperança renascer e com Deus, com Jesus caminhar. Ah. Hoje sinto em meu despertar alegria de ser e continuar muito alento. amparando os aflitos, implorando ao Senhor. Faz de mim samaritão, os meus passos em teus passos confundir, Senhor, vá nesse buscar todo o tempo que perdi. Vejo na sublime arquitetura,

ar muito alento. amparando os aflitos, implorando ao Senhor. Faz de mim samaritão, os meus passos em teus passos confundir, Senhor, vá nesse buscar todo o tempo que perdi. Vejo na sublime arquitetura, frente à frente, criador e criador, peregrin nessa estrada não posso parar, pois eu sei que Alguém me espere também necessita te encontrar. Pai, faz de mim samaritão, os meus passos em teus passos convagem nesse início por você e buscar Ouço, Deus no murmúrio das águas dos rios. Ouço Deus no furor de ciclones bravos. Ouço, Deus no cantar matinal dos partais. Ouço Deus no lamento de pobres mortais. Vejo Deus nas estrelas perenes de luz. Vejo Deus, o esplendor que a alvorada traduz. Vejo Deus no suave perfume da flor. Vejo Deus no adeus, companheiro da dor. Sinto Deus na saudade que evoca lembrança. Sinto Deus num morrer de febr esperanças. Sinto Deus na tristeza de verte partir. Deus na tua volta e não a sorrir. O pai nunca dá pedra. Ao filho que pede pão. É Jesus que nos ensina o recurso da oração. Pai nosso que estás no céu, abençoa o meu coração. Eu aprenda a ser melhor e amar o meu irmão. Pai nosso que estás no céu, abençoa o meu coração. Eu aprenda a ser melhor e amar o meu irmão. А Agradecemos, Senhor, estes momentos de paz, que te sentimos aqui em vibrações fraternais. Na estrada da vida, conduzos ao bem, na alegria ou na dor, seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado mestre Jesus, seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus. Reunindos em nome do Senhor, em um só pensamento e coração. Desligados lá do exterior. Neste tempo de fé e oração. Procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros do além. Pelas ondas do amor e da harmonia. Não somente para praticar o bem, elevemos ao mestre uma prece, implorando ampar e proteção daqueles que laboram nesta messe procurando a regeneração. Procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros do amor, pelas ondas do amor e da harmonia, tão somente para praticar. Veja bem, o amor é uma coisa veloz. está fugindo do meio de nós

eneração. Procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros do amor, pelas ondas do amor e da harmonia, tão somente para praticar. Veja bem, o amor é uma coisa veloz. está fugindo do meio de nós e habitando as estrelas. Toda luz que faz parte da vida tem um calor de uma amiga e faz a gente ver. A vida é um pedaço de terra. Não precisa de amarguras para viver em pleno amor. E o tempo sai correndo para o nada. De que vale esses ancores? Precisamos de amores. Boa noite, queridos irmãos. Hoje o Adon está inspirado, não é? Trouxe melodias novas. Muito bom, meus irmãos. Sejamos todos bem-vindos a mais uma noite de estudos e reflexões do Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Queremos dar as boas-vindas também aos nossos irmãos que nos acompanham pela internet, rogando a Jesus que esteja em cada um dos lares, pacificando os corações, aconchegando as famílias e que nós que chegamos aqui, né, nesse já início de dezembro, que nós possamos nos alegrar, porque nós passamos um ano estudando o evangelho de Jesus na nossa nas nossas essas reuniões de quinta-feira. Então, nós começamos em 2024 a lição número um e estamos no capítulo 15. Então, para nós é uma vitória e uma alegria a gente poder fazer esse estudo junto com vocês. Bom, a gente tem alguns avisos importantes aqui para nós. O primeiro é que sobre o nosso recesso, geralmente a gente tem, né, uma paralisação. Esse ano vai ser um pouquinho mais estendido porque será realizada uma obra aqui no auditório. Então vai ter necessidade de fazer um reparo grande no telhado que tá tendo vazamentos e também no som. É um uma reforma que a gente já tinha planejado e que agora que a gente conseguiu reunir o recurso pra gente fazer. Então, a nossa previsão é que a gente vai fazer mais uma reunião na quinta-feira próxima. Depois a gente vai encerrar por volta do dia 15 e retornaremos no dia 15 de janeiro. Essa é a nossa previsão. Mas como obras, né, sempre tem alguns imprevistos, a gente vai conversando sobre esse retorno nas

a gente vai encerrar por volta do dia 15 e retornaremos no dia 15 de janeiro. Essa é a nossa previsão. Mas como obras, né, sempre tem alguns imprevistos, a gente vai conversando sobre esse retorno nas nossas redes sociais e também, apesar da gente não estar presencialmente, nós estaremos em todos os nossos horários fazendo esse trabalho de forma virtual. Então, nós teremos todas as palestras de quinta-feira e de domingo nos mesmos horários e a gente convida a todos a participarem conosco dessa forma em virtual, né, pelo canal da Casa Estudantes do Evangelho no YouTube e contamos com a participação de vocês e que a gente possa eh também se atualizar com essas datas e retornar pra gente continuar esse nosso trabalho, né, porque é um trabalho de divulgação do Evangel de Jesus. Então, a gente tem um compromisso de trazer essas esses conteúdos que são tão importantes. Hoje nós estamos aqui no nosso saguão com o bazar das trabalhadoras da obra do berço. Então, a gente faz geralmente dois a três bazares por ano, que são eh produtos realizados, feitos, né, confeccionados pelas trabalhadoras. Esses eh são são presentes, né, que a gente sugere como presentes para vocês poderem eh adquirir. E essa renda desse bazar, ela é revertida pra confecção dos enxovaizinhos de recém-nascidos. Então, na saída, a gente pede que vocês passem por essa porta de madeira e prestigiem o nosso bazar. Tem coisas lindas, mãos de fadas que confeccionam esses essas artesanatos, né? Coisa muito linda, muito bordado, muito crochê, coisa que mexe com a nossa com o nosso sentimento mesmo. E são peças bonitas para serem presenteadas. E agora a gente faz o sorteio, né, do nosso livro, que a gente tá fazendo uma parceria com a livraria da FEGO. Estamos eh fazendo um sorteio de um livro e quando a gente traz esse título para cá, a livraria coloca ele em oferta. Então, hoje o livro é Arte de Educar e vai tá em oferta aqui na nossa livraria. Eh, o sorteio, o primeiro número sorteado é o número 26. Ele. Ah, que ótimo.

o para cá, a livraria coloca ele em oferta. Então, hoje o livro é Arte de Educar e vai tá em oferta aqui na nossa livraria. Eh, o sorteio, o primeiro número sorteado é o número 26. Ele. Ah, que ótimo. Marília vai te entregar junto com a pomada do vovô Pedro. Desejamos uma boa leitura a vocês. Então agora serenando os nossos corações, nós vamos fazer uma leitura hoje. O título escolhido é o livro Coragem na psicografia de Francisco Cândido Xavier por espíritos diversos. A lição de hoje é do autor Albino Teixeira. Males pequeninos. Guardemos cuidado para com a importância dos males aparentemente pequeninos. Não é o aguaceiro que arrasa a árvore benemérita. é a praga quase imperceptível que lhe oculta no cerne. Não é a selvageria que mata da a selvageria da mata que dificulta mais intensamente o avanço do pioneiro. É a pedra no calçado ou o calo no pé. Não é a serração que desorienta o viajor ante as veredas que se bifurcam. É a falta da bússola. Não é a mordedura do répo que extermina a existência de um homem e a diminuta dose de veneno que ele segrega. Assim, na vida comum, na maioria das circunstâncias, não são as grandes provações que aniquilam a criatura, e sim os males supostamente pequeninos, dos quais muita vez ela própria escarnece a se expressarem por ódio, angústia, medo e cólera, que se lhe instalam sorrateiramente por dentro do coração. Albino Teixeira. Males pequeninos. Então, meus irmãos, vamos buscar uma sintonia com a espiritualidade amiga que aqui comparece. Vamos serenar os nossos corações, os nossos pensamentos, trazer a figura amorosa de Jesus a nos envolver. Te agradecemos, Senhor, por essa oportunidade sublime que se renova para nós nessa noite. Te pedimos, mestre, que esteja conosco nesse momento através dos seus benfeitores espirituais, nos trazendo das esferas celestes as bênçãos que nós tanto necessitamos, que buscamos para que seja possível essa nossa jornada de aprendizado. Que nós possamos, Senhor, nos abastecer das virtudes celestes que brotam do seu

s celestes as bênçãos que nós tanto necessitamos, que buscamos para que seja possível essa nossa jornada de aprendizado. Que nós possamos, Senhor, nos abastecer das virtudes celestes que brotam do seu coração, esse amor inigualável que nos envolve, que nos equilibra, que nos orienta, que nos consola. Que nossa casa, Senhor, que nos acolhe em oração, também seja amparada por esses benfeitores que nos assistem e que nós possamos irradiar todas as bênçãos que aqui nós nos abastecemos, que possamos irradiar para os nossos lares, para a nossa comunidade, para a nossa pátria do evangelho. e para o nosso planeta. Que nós possamos, Senhor, a cada dia nos renovar diante dos teus ensinamentos tão consoladores, que o Senhor envolva o nosso palestrante da noite e ele possa encontrar uma mensagem consoladora para os nossos corações. Que a tua paz esteja conosco, mestre, hoje e sempre. Que assim seja. Então nós vamos convidar o nosso palestrante da noite. É muito querido o nosso Cadu Santana. Ele já esteve aqui conosco, é trabalhador da FEGO, do Gal, Grupo de Estudos, Grupo Espírita Camheiros da Luz. E hoje ele vai falar para nós sobre a salvação dos ricos, que está no capítulo 15 do Evangelho Segundo Espiritismo. Seja bem-vindo, senhoras, senhores, minhas irmãs, meus irmãos. Eu gostaria de inicialmente agradecer, né, com muito carinho todos os amigos e companheiros, né, da Casa Espírita Estudantes do Evangelho, Frederico Figner, eh, com a qual convivemos, né, no nosso dia a dia, com muita fraternidade, muito trabalho e, e muita alegria de desenvolvermos várias atividades conjuntas, né, aqui no nosso eh espaço. nosso no nosso auditório e são vários momentos, incluindo o que a nossa amiga querida Sônia comentou a respeito do ano, né, que foram desenvolvidos muitos estudos baseados no Evangelho de Jesus ao longo de todo o ano. E o tema que nos foi indicado para hoje também é um tema dos mais importantes e profundos nesse nesse entendimento do Evangelho do Cristo e que nesse período em que nós

e Jesus ao longo de todo o ano. E o tema que nos foi indicado para hoje também é um tema dos mais importantes e profundos nesse nesse entendimento do Evangelho do Cristo e que nesse período em que nós aqui na Terra comemoramos, né, particularmente eh todos os setores da sociedade, comemoramos o período de Natal que representaria para nós o nascimento de Jesus E a doutrina espírita, ela gira em torno da visão, do conhecimento, da inspiração que o Cristo nos trouxe aqui na terra. Então, não haveria doutrina espírita se não fosse a essência do evangelho a permear todos os seus conceitos, todas as suas eh questões e aspectos e estudos doutrinários. Allan Kardec, né, o nosso codificador, o professor Rivaio, quando ele estabeleceu, com a sua contribuição, o livro dos espíritos em 1857, ficou claro desde os primeiros momentos que Jesus seria não só o guia e modelo da humanidade, mas seria aquele ser espiritualmente o mais elevado que nós já tivemos. vivemos aqui na terra e que veio nos trazer a essência do seu amor nos seus exemplo, nas suas exemplificações, não só nas suas palavras, mas em toda a sua vida de exemplo que ele nos trouxe. Então, Jesus vivia numa época conturbada aqui na Terra. Nós dizemos que o Cristo encarnou na Terra porque ele não teve outra existência física entre nós, a não ser aquela, né, que nós temos registro há 2000 anos atrás. Mas quando ele nasceu aqui na terra através da do dos processos naturais, né, de gestação através de Maria, sua mãe, de José, seu pai, todo aquele processo de adaptação do Cristo a essas condições do nosso planeta, ainda muito muito voltados de todos os aspectos voltados pra materialidade, pro componente material, porque os espíritos que aqui habitam ainda ainda estão nessa condição espiritual e moral de sermos apegados aos aspectos materiais e com muita dificuldade nos processos de desprendimentos de coisas, de pessoas, de objetos, de patrimônio, de tudo aquilo que gira em torno da nossa vida, né? Então, o Cristo quando nasceu aqui,

riais e com muita dificuldade nos processos de desprendimentos de coisas, de pessoas, de objetos, de patrimônio, de tudo aquilo que gira em torno da nossa vida, né? Então, o Cristo quando nasceu aqui, ele veio mudar uma série de aspectos importantes que eram tidos como verdades absolutas ao longo da história da humanidade. A humanidade, nós poderíamos dizer que ela chegou ao nosso planeta, a Terra encarnada há muito pouco tempo atrás. Então, se nós considerarmos que a Terra já passou por pelo menos um estágio, que é o estágio de um planeta primitivo, em que as condições físicas da Terra ainda eram muito, muito difíceis paraa existência de vida. Aqui só havia vida espiritual. A partir do momento em que a Terra atingiu essa condição de planeta de provas e expiações, expiações e provas, ela conseguiu realmente permitir a a existência da vida humana aqui. E então a nossa história aqui coincide com os se a gente dividisse, por exemplo, a toda a história do nosso planeta em um único em um único ano, nós estaríamos vivendo a espécie humana aqui na Terra no talvez no último minuto da história desse ano, os pouquíssimos últimos minutos. Ou seja, a Terra teve muito mais história sem vida biológica, sem vida humana, do que propriamente com a presença humana encarnada aqui, né, de cerca de 200.000 anos para cá. E o Cristo, no momento em que ele entendeu no dizer do próprio Emmanuel, né, como orientador espiritual, como governador planetário da Terra, quando ele optou por vir pessoalmente à Terra, ele de alguma forma veio reformar algumas coisas, sim, embora ele tenha dito, né, que não viera para destruir a lei, a lei de Deus, a essência dos 10 mandamentos, mas toda aquela questão disciplinar de Moisés e atribuída a muitos legisladores ao longo da história humana. Jesus veio mudar essa perspectiva, porque até então o que era reconhecido era o poder temporal. os grandes detentores dos exércitos, os reis, imperadores, de um modo geral, aqueles que tinham maior quantidade de ouro e maior quantidade de

que até então o que era reconhecido era o poder temporal. os grandes detentores dos exércitos, os reis, imperadores, de um modo geral, aqueles que tinham maior quantidade de ouro e maior quantidade de exércitos, eram aqueles que se destacavam, aqueles que mudavam a história, que manipulavam tudo aquilo que havia, né, de humano aqui na Terra sob o ponto de vista do poder econômico, financeiro, do poder temporal aqui na Terra. Então, era essa a ideia que se tinha de um rei. E quando Cristo, que já era mencionado pelos profetas, por exemplo, na nas palavras de Isaías, e que nós deveríamos, como humanos, esperar a vinda do Messias, o que se imaginava naquele determinado momento é que esse Messias seria o maior representante de Deus na terra. Esse Deus era o grande criador, o poder absoluto, aquele que era capaz de fazer tudo e destacar o que quisesse na história do universo e particularmente aqui na na Terra, esse Deus não enviaria para a Terra, no entendimento dos povos daquela época, particularmente aqueles que eram monoteístas, que acreditavam em um Deus único, e aqueles que vinham da tradição eh hebraica. basicamente a partir eh dos dos povos que existiam na na ali na Palestina naquele momento. Então, a ideia é que esse representante de Deus seria um indivíduo muito poderos, que ele deveria nascer nos palácios abastados, que ele deveria se vestir de púrpura, que ele deveria se alimentar das melhores oferendas que que existissem disponíveis e que ele seria o representante na terra do Senhor dos Exércitos. Porque era essa denominação que no Antigo Testamento inteiro era atribuída a Deus. Se nós pegarmos de forma muito simples o último livro do Antigo Testamento, que é o livro do profeta Malaquias, que é um livro pequenininho, com poucos capítulos, ele se refere a Deus como Senhor dos Exércitos várias e várias e várias vezes. Então, até esse último livro, Deus era conhecido como o Senhor dos Exércitos. E quem deveria vir representá-lo na terra como o Messias? A própria personificação desse poder.

s e várias e várias vezes. Então, até esse último livro, Deus era conhecido como o Senhor dos Exércitos. E quem deveria vir representá-lo na terra como o Messias? A própria personificação desse poder. Então, começou a primeira decepção das pessoas em relação à imagem do Cristo que estava começando a ser montada e divulgada ali, principalmente por João Batista. O Cristo não viera a nascer nos palácios. Ele nasceu em condições muito simples e a melhor representação que nós temos é a da Mangjedoura, que seria um berço muito simples de palha no meio dos animais, no meio de pessoas simples, muito mais ao ar livre do que num nas opulências palacianas. E o Cristo naquele momento representou mesmo com toda essa simplicidade uma suposta ameaça para os poderosos da terra, porque eles imaginavam esse Deus poderoso que viria tomar todo o poder, todas as riquezas, todos os exércitos. Então, Herodes e e os demais se abalaram com isso, tanto que ordenou a morte de todas as crianças que tivessem aproximadamente e ainda com uma margem de segurança de pelo menos até 2 anos de todas as crianças. E o Cristo teve que sair daquela região da Judeia, onde ele havia nascido para o Egito, até poder retornar posteriormente, né, e se estabelecer ali durante o seu período inicial da sua vida na Galileia. Então, toda essa transição, todo esse entendimento que a humanidade tinha sobre poder ligado única e exclusivamente à matéria gerava uma ambição pela riqueza. Então, a riqueza material era uma era o sonho de consumo de todo encarnado em condições medianas. Porque aqueles espíritos mais elevados e que reencarnavam na Terra como mensageiros de Jesus, como por exemplo João Batista, era totalmente desprendido das coisas materiais. não acumulava roupas, não acumulava materiais de viagem, se alimentava de forma leve, simples dos recursos que havia e que eram disponíveis ali paraas pessoas do povo, pessoas comuns do povo. E ele vivia de forma simples, de forma totalmente desprendida, mas a grande maioria de nós, em condições ainda muito

ue havia e que eram disponíveis ali paraas pessoas do povo, pessoas comuns do povo. E ele vivia de forma simples, de forma totalmente desprendida, mas a grande maioria de nós, em condições ainda muito apegadas, não conseguíamos entender o papel dessa riqueza e o valor que ela poderia ter nos processos de construção espiritual que existiam em todo aquele momento. Então, a partir daí, o Cristo realmente ele em vários momentos ele se refere a essa a essa necessidade do desprendimento dos aspectos materiais. por exemplo, lá nas anotações do evangelista Mateus, que era um belo exemplo de mudança de modificação, porque Levi, né, Mateus, era um publicano, era um cobrador de impostos e todos aqueles publicanos eram prepostos do Império Romano, ou seja, representavam o Império Romano na coleta de pagamentos, de impostos que eram repassados e eles ficavam realmente com um percentual desse esse processo. Então, normalmente eram figuras esclarecidas, intelectualizadas paraa média do povo e eram uma coisa que era muito pouco comum naquela época, eram alfabetizados, ou seja, conseguiam ler e escrever na língua, né, que se encontrava ali naquela naquela região. Poderia ser basicamente o aramaico, né? Embora muitas das tradições que existiam de propagação das passagens eh bíblicas, né, daquilo que nós reconhecemos hoje como a Bíblia e particularmente a Torá ou os cinco primeiros livros do Antigo Testamento eram tradições orais. as pessoas iam realmente às sinagogas e lá a tradição era passada para aquelas pessoas que não teriam como ler nem como absorver do ponto de vista com a sua intelectualidade, recebiam aquilo através da tradição oral. Então, esse processo de compreensão das leis divinas, ele era muito lento por parte da humanidade, ainda muito do ponto de vista espiritual, muito atrasada. E o Cristo, então, ele não deixou de ter um caráter revolucionário à sua maneira, quando ele dizia que nós não deveríamos acumular tesouros na terra, como o evangelista Mateus fala. E ele foi um bom exemplo de

o, então, ele não deixou de ter um caráter revolucionário à sua maneira, quando ele dizia que nós não deveríamos acumular tesouros na terra, como o evangelista Mateus fala. E ele foi um bom exemplo de desprendimento, porque ele largou quando foi convidado pelo Cristo. Após chamar Simão, após chamar André, ele foi chamar Levi. E ao chamar o Levi, que se tornou Mateus, ele realmente ele não titubeiou, ele aceitou de pronto o convite do mestre, deixou para trás todo aquele aquele processo ao qual ele estava vinculado de forma muito bela esse processo de aceitação da da tarefa da missão que posteriormente ele iria representar, inclusive escrevendo as belas histórias como o primeiro evangelista, né, o primeiro livro do Novo Testamento dos 27 livros, né, que começam com o Evangelho nas anotações de Mateus e se encerram com o Apocalipse. Mateus foi o iniciador, então, desse processo, daquilo que nós conhecemos como como Novo Testamento. Então, isso tudo vem na contramão daquilo que existia, que era o status qu da sociedade naquela época, né? Então, que nós deveríamos obter tesouros no céu, a própria noção de céu para aquelas pessoas ainda muito apegadas à materialidade, em alguns casos até num primarismo muito sufocante, né, para a própria questão espiritual do momento, eles não entendiam isso. Por exemplo, nas anotações de Lucas, Jesus também se refere a esse acúmulo de riquezas. Ele fala: "Mas ai de vós, ricos, que tendes no mundo a vossa consolação, que tendes no mundo, porque o que Jesus viria propor é que nós tivéssemos a nossa a nossa consolação no céu, no mundo espiritual, ou seja, fora dos elementos materiais propriamente, né? E e aí dentro desse processo, Jesus deixa claro que o desapego a todos esses processos seria realmente fundamental. Então, tanto que o Emmanuel numa numa passagem muito profunda, ele se refere à questão da manjedoura como o grande símbolo de Jesus na sua no seu desprendimento, na sua lição de desprendimento dos aspectos materiais. Ele fala assim: "Para muita gente, a

profunda, ele se refere à questão da manjedoura como o grande símbolo de Jesus na sua no seu desprendimento, na sua lição de desprendimento dos aspectos materiais. Ele fala assim: "Para muita gente, a manjedoura era um local desprezível. Claro, porque o que não era desprezível eram os palácios, né, os banquetes, as festas opuentas, todos aqueles processos realmente ligados aos gozos materiais, né? E a manjedoura era o indesejável. Ninguém queria saber dessa simplicidade, dessa humildade. Por isso que o Cristo não foi aceito em hipótese alguma por grande número dos indivíduos daquela época, porque eles não conseguiam compreender que o rei dos reis na terra viria nascer numa coisa tão desprezível como uma manjedoura, como uma estalagem qualquer num ambiente simples, sem absolutamente nenhuma opulência material. E dessa forma, muitos daqueles povos não reconheceram o Cristo como verdadeiro missionário ali que ele que ele era e e sempre foi, né? E dessa forma, né, o Cristo, ele via Deus na humildade com que a natureza lhe oferecia a maté no colo. Ou seja, o Cristo veio realmente para dar o exemplo de que todo esse processo, aquela estrebaria, e essa essa é a parte realmente muito bonita, né? Emanuel fala se transformou num poema de excelsa beleza. Ou seja, a simplicidade é a busca contínua que o espírito imortal, ao longo da sua trajetória, deve sempre buscar. E quando nós falamos de simplicidade, não estamos dizendo que o indivíduo deve se abster de buscar o conhecimento, de procurar o desenvolvimento intelectual e cognitivo, que deve buscar a formação acadêmica, que deve ir ao encontro das oportunidades de trabalho mais sofisticado, mais elaborado, mais intelectualizado, com melhores rendimentos. absolutamente nada disso. A ideia da contradição aqui é de nada adiantaria nós buscarmos todos esses elementos como um fim em si mesmo. Porque a partir do momento que os recursos materiais eles se tornam meios e e potencializam a capacidade do indivíduo em se transformar espiritualmente para ser um ser melhor,

como um fim em si mesmo. Porque a partir do momento que os recursos materiais eles se tornam meios e e potencializam a capacidade do indivíduo em se transformar espiritualmente para ser um ser melhor, para ser um mais um elemento, desenvolvendo a capacidade de amar e servir na Terra, esses recursos seriam, na verdade, valiosos e preciosos, como os próprios orientadores espirituais nos colocam. Tem até uma parte aqui que eu destaco dessa forma. Tanto é verdade que quando nós falamos, por exemplo, de riquezas, é claro que tudo aqui que nós falamos até agora gira em torno da riqueza material, da riqueza financeira, que seriam bens materiais, dinheiros, investimentos, posses, enfim, tudo aquilo que o indivíduo não vai levar da terra quando desencarnar. Esses são o que nós poderíamos chamar de recursos materiais colocados à disposição de cada um de nós. Mas nós temos também outros recursos que são verdadeiros riquezas, verdadeiros tesouros, a questão da saúde, né, o bem-estar físico, mental, teríamos também o conhecimento, né, que giraria em torno de habilidades, de competências, de capacidade cognitiva, intelectual, enfim, de todos os elementos que nos fazem também crescer na dimensão do conhecimento e na dimensão na dimensão intelectual, mas a essência ência do objetivo nosso aqui no processo reencarnatório seria nós desenvolvermos as riquezas espirituais, aquelas que estão diretamente ligados às realizações morais e espirituais, ao bem que pudermos fazer aos nossos semelhantes, aos propósitos de vida elevada no caminho do bem, né, da paz interior. e não tem paz interior mais profunda e mais significativa do que aquela que está associada à consciência do dever cumprido, de que todo o planejamento reencarnatório que nós tivemos para estarmos aqui na terra hoje, e esse planejamento foi realizado durante anos e anos, todo esse planejamento, ele vem com o objetivo de nos conduzir à conquista, ao desenvolvimento desses valores morais e espirituais. Então essa é a essência da doutrina espírita é

durante anos e anos, todo esse planejamento, ele vem com o objetivo de nos conduzir à conquista, ao desenvolvimento desses valores morais e espirituais. Então essa é a essência da doutrina espírita é quando ela se conecta diretamente ao evangelho do Cristo. Quando nós entendemos que nós temos recursos, nós temos valores, nós temos princípios e todos esses elementos conjugados, eles podem potencializar a nossa capacidade de crescimento moral e espiritual. Quando nós fazemos a opção de nos desprendermos progressivamente dos apegos materiais, conduzindo as nossas vidas para outros planos mais elevados. Essa é a essência que a doutrina espírita nos apresenta dos princípios que o Cristo colocou. Jesus não estava demonizando a existência da riqueza material. É isso que os nossos orientadores espirituais nos colocam. Jesus estava dizendo que os recursos materiais são meios e não fins em si mesmos. Se nós passamos a maior parte da nossa vida aqui nos preocupando com a formação intelectual, depois com o sucesso profissional, depois da conquista do conforto para nós e para os nossos filhos, para os nossos familiares e num segundo momento nos preocuparmos de termos esses recursos para cuidarmos da nossa saúde, porque à medida que o tempo passa, existe naturalmente, do ponto de vista biológico, uma redução da nossa essa capacidade de saúde. Então, já começam outras preocupações, a falta de tempo, a preocupação com a saúde. E quando nós percebemos, a nossa vida vai passando simplesmente com as preocupações do dia a dia. E quando nós vamos fazer um exame de consciência, o que fizemos dos talentos que o Cristo mencionava, né, e mencionou em alguns momentos interessantes. O que fizemos com todos esses talentos que recebemos? Porque o objetivo do nosso processo reencarnatório era utilizar tudo isso como meio para nos ajudar no nosso voo espiritual, para nós retornarmos ao fim da nossa existência física, retornarmos para o mundo espiritual com uma bagagem, com um tesouro que vai além daquelas

sso como meio para nos ajudar no nosso voo espiritual, para nós retornarmos ao fim da nossa existência física, retornarmos para o mundo espiritual com uma bagagem, com um tesouro que vai além daquelas coisas que deixarmos para trás, as nossas roupas, as nossas posses, todos os nossos nossos bens e recursos que ficaram no tempo. Então essa essência nos faz pensar o que significa, né, quando Allan Kardec ele fala assim, né, olha, eh, essas tentações que os recursos materiais nos propiciam, eh, elas também são potencializadas pelos processos obsessivos, pelas fascinações que eventualmente nós podemos ter. Por isso que em alguns momentos nós não conseguimos enxergar além desse momento nas nossas vidas, né, para que a gente rompa essa barreira, né, realmente para que a gente vença a prova da riqueza. E quando a gente fala da riqueza, não é só a riqueza financeira. Todas aquelas riquezas que mencionamos lá atrás, que fazem parte de um rall, de uma análise filosófica mais profunda, né, da riqueza da saúde, da riqueza do conhecimento, mas tudo aquilo constitui o conjunto de recursos que nós recebemos como patrimônio, inclusive material. Então, nessa análise, essa riqueza no sentido amplo, lato senso, é uma riqueza que em algum momento nos será cobrada. O que nós fizemos, o quanto multiplicamos todos esses talentos que que recebemos, né? Por isso que na nessa interpretação do evangelho que Allan Kardec faz, ele diz: "Olha, realmente a prova da riqueza, riqueza ampla com todos os as vertentes, os parâmetros, né, possíveis e existentes, ela é uma das provas mais difíceis do que a muitas vezes nós termos a penúria material ou temos termos a dificuldade de saúde ou termos a redução da nossa capacidade de acesso às questões intelectuais, né, a formação escolar em alguns momentos, né, e também, né, a existência das próprias interações sociais que fariam parte dessa riqueza. e os e aqueles que que se debruçam sobre as análises filosóficas desses aspectos também utilizam uma das nossas grandes

né, a existência das próprias interações sociais que fariam parte dessa riqueza. e os e aqueles que que se debruçam sobre as análises filosóficas desses aspectos também utilizam uma das nossas grandes riquezas que eu não mencionei aqui, mas acho que valeria a pena lembrá-la, que é a riqueza do tempo que nós recebemos. como utilizar o nosso tempo de forma sábia, de forma altruística, ou seja, para o bem dos nossos semelhantes também, não apenas para as nossas questões individuais. E também utilizarmos esse tempo com sabedoria para fazermos a nossa construção espiritual, que é aquilo que realmente no final nós viemos aqui para fazer. Então, é por isso, né, que quando a gente fala dessas questões, eh, normalmente a existência da riqueza ou desses fatores todos que geram sensação de conforto para nós e é muito difícil sair da zona de conforto. é uma expressão muito utilizada na atualidade, né, mas que com muita profundidade uma das maiores dificuldades que nós temos é sair da nossa zona de conforto, porque às vezes essa zona de conforto está no nosso ambiente doméstico, o nosso bom e velho sofá, as nossas condições aliares, as potencialidades que existem dos meios de comunicação. Ou seja, nós temos ali elementos com os quais nós convivemos e que muitas vezes com aquela facilidade eh nós nos envolvemos tanto ali que nós precisaríamos de um de um quantum de energia para nos movimentarmos em direção ao progresso espiritual, a participar de uma atividade edificante, a participar de uma obra social que privilegia o auxílio a pessoas em situação de vulnerabilidade, que são as obras sociais que nós temos em todas as instituições religiosas, não só espíritas, né, de participar como voluntário nos trabalhos do próprio Centro Espírita e que muitas vezes já estamos ali há semanas, às vezes há meses e às vezes há anos recebendo os eventuais benefícios, mas não disponibilizando o nosso tempo para também sermos colaboradores. Por mais simples que sejamos, por mais dificuldades que tenhamos, por mais

às vezes há anos recebendo os eventuais benefícios, mas não disponibilizando o nosso tempo para também sermos colaboradores. Por mais simples que sejamos, por mais dificuldades que tenhamos, por mais limitações que existam, cada um de nós pode fazer a sua parcela de colaboração. É isso que os nossos orientadores espirituais estão nos dizendo aqui, né? Porque caso contrário nós estaríamos utilizando talvez a pior chaga da humanidade que é o egoísmo, e associado ao seu irmão ali muito próximo, que é o orgulho, ao invés de realmente nos colocarmos à disposição dessa transformação interior e dessa busca pela nossa melhora espiritual. Então, dessa forma, né, caminhando para o para finalização eh desse raciocínio, né, Allan Kardec, ele coloca lá no Evangelho Segundo o Espiritismo que a riqueza pode sim ser um instrumento muito interessante de progresso, de progresso intelectual, de progresso moral, porque pode custear os nossos estudos, pode custear inclusive as nossas contribuições com as obras sociais. né, e de promoção social mencionadas. Claro que sim. Os recursos materiais podem ajudar inclusive na reforma de casas, por exemplo, de pessoas que estão em vulnerabilidade muito grande na obtenção de alimento, do cobertor, enfim, dos elementos básicos de sobrevivência daquelas pessoas que realmente não t nenhum mínimo para sobreviver. Então, os recursos colocados à nossa disposição, eles são realmente verdadeiras bênçãos quando utilizadas sem o nosso egoísmo predominante e colocados realmente a serviço daquilo que eles vieram para beneficiar, que é aquele que realmente mais precisa. Então, por isso que ele pode ser realmente um poderoso, né? E aqui nós temos, por exemplo, como belo exemplo de transformação, falei de Mateus Levi, mas Mateus eh Levi, ele foi realmente um indivíduo que aceitou o primeiro momento da sua vida. Mas temos um outro publicano que é bastante famoso também no Evangelho, né, que é que quando nós nos referimos a Zaqueu, né? Então, Zaqueu foi um desses indivíduos que

o primeiro momento da sua vida. Mas temos um outro publicano que é bastante famoso também no Evangelho, né, que é que quando nós nos referimos a Zaqueu, né? Então, Zaqueu foi um desses indivíduos que realmente tinha uma função importante, tinha riqueza, mas ele acordou no momento em que foi chamado pelo Cristo, né? quando Cristo realmente o viu, o percebeu, quando ele estava ali, né, o evangelho fala no cicômoro, né, quando ele estava ali em cima da árvore por ser muito pequeno, e ele realmente tinha aquela ânsia de crescimento e procurava ser justo no pagamento dos serviços daquelas pessoas com as quais ela ele vivia e e dizia que se realmente ele prejudicasse alguém, iria repor, né, essas essas esses esses recursos materiais. E a partir do momento em que ele conheceu Cristo verdadeiramente, foi um exemplo maravilhoso. Ou seja, Jesus via em Zaqueu, não aquele indivíduo detestável que o povo via. Por quê? Porque para o judeu da época não tinha nada pior do que pagar imposto. Pagar imposto para eles era uma usurpação do Império Romano, gerador de muitas revoltas, de muitas discussões, de muitas brigas. E a figura do publicano era realmente detestada. Então Jesus não usa por acaso a figura de um publicano que se tornou evangelista e apóstolo, a figura de um publicano que se transformou num indivíduo verdadeiramente representante de Deus na terra, né, com todas as suas qualidades. Porque Jesus via em Zaqueu a figura do missionário, né? A figura daquele indivíduo que realmente ia cumprir as leis divinas na terra. Foi assim que Jesus se referiu, por exemplo, aos samaritanos, que também eram detestados pelos judeus. Então, a figura da samaritana, a figura do bom samaritano era realmente uma provocação do ponto de vista dos judeus, né? E nós temos talvez um dos exemplos mais interessantes, hã, que nós tivemos, que foi a figura do do jovem rico, do quanto o chamado do Cristo poderia ter realmente sido atendido e, infelizmente, naquele momento não foi, né? A figura do jovem rico é muito interessante. O

vemos, que foi a figura do do jovem rico, do quanto o chamado do Cristo poderia ter realmente sido atendido e, infelizmente, naquele momento não foi, né? A figura do jovem rico é muito interessante. O evangelho ele relata a figura desse jovem se dirigindo ao Cristo como bom mestre. E o mestre diz: "Por que me chamais de bom? Bom é somente Deus, né, que estaria nos céus." E ele pergunta para Jesus o que que ele deveria fazer para obter esse reino dos céus. E Jesus dá uma resposta muito tranquila em relação não a a cumpri-la, mas no sentido de conhecimento das pessoas da época, porque existiam os mandamentos, os 10 mandamentos recebidos por Moisés estavam em voga. Todos eles conheciam aqueles 10 mandamentos. Não conseguiam muitas vezes cumpri-los, mas os conheciam. E ele afirma para Jesus que realmente eh os conhecia e desde que tinha atingido a adolescência, ele os cumpria. Mas ainda assim ele queria algo mais. Ele queria que o Cristo dissesse para ele a essência do que ele precisava fazer, muito além daquelas questões que ali se encontravam. E foi naquele momento que Jesus disse para ele, olha, se quer ser perfeito em relação aos céus, né, as questões espirituais, vende tudo que tem e distribui aos necessitados, aos pobres. E é assim e siga-me e vem comigo nessa jornada e você realmente será feliz. Você realmente obterá aquilo que você tanto almeja. E ele como um príncipe, né, uma figura totalmente abastada que vivia naquela naquela vaidade do povo judeu e que convidado para competir naqueles naquilo que seria os grandes shows que existiam naquela época, né? Shows com eh figuras ilustres, com corridas de bigas e cavalos. Então, ele era um atleta com grande potencial de representar o seu povo ali da sua cidade e ser campeão nessas disputas. E ele tava muito incomodado porque ele tinha feito o compromisso de ir lá para participar dessa competição. É claro que os lauréis obtidos na a sua vaidade, né, pelo reconhecimento do público, eram muito mais interessantes para ele

que ele tinha feito o compromisso de ir lá para participar dessa competição. É claro que os lauréis obtidos na a sua vaidade, né, pelo reconhecimento do público, eram muito mais interessantes para ele naquele momento do que a própria riqueza obtida a partir de desses fatos. Então, naquele momento, Jesus fala para ele: "Olha, segue-me. Simplesmente segue-me". E ele tentou argumentar que esperasse que ele fosse lá em Cesareia competir, representando o seu povo. E assim que ele tivesse concluído isso, ele retornaria e seguiria Jesus. Porque a dificuldade maior que ele teria naquele momento não seria o desprendimento das coisas materiais. Curiosamente, a maior dificuldade que ele tinha não era se abster do componente material propriamente da riqueza, mas ele não conseguiria se descompromissar com o seu povo para representá-lo e, naturalmente, obter todo aquele processo de vaidade em que ele estaria envolvido. E ele, mesmo naquele momento de grandes eh tentações, ele se desligou ali do Cristo e foi para essa competição. E, infelizmente, né, como nos relata aí a nossa orientadora espiritual, professora Amélia Rodrigues, pela psicografia do Divaldo Frango, um dos livros mais belos, né, que a que a nossa irmã Amélia Rodrigues tem. E se eu tivesse a liberdade de indicar para as irmãs e para os irmãos que possam lê-lo sobre a vida do Cristo, sobre o evangelho, chama primícias do Reino. Lá no capítulo 5to, ela fala sobre o mancebo rico, sobre esse jovem e relata que naquele momento em que ele estava lá na competição, o seu instrumento de competição ali, ele ele simplesmente cai e ele, esse jovem é atropelado ali pelas patas dos cavalos e acaba tendo o seu corpo dilacerado, né? e realmente acaba desencarnando naquelas condições. Mas ela relata que ainda assim a misericórdia de Deus não nos abandona, mesmo nos momentos de escolhas ruins, mesmo nos momentos de dificuldade, né, que todos nós temos. E ela relata, né, que o Cristo, né, foi lá para para recebê-lo, né? E e aí nós fazendo uma

s abandona, mesmo nos momentos de escolhas ruins, mesmo nos momentos de dificuldade, né, que todos nós temos. E ela relata, né, que o Cristo, né, foi lá para para recebê-lo, né? E e aí nós fazendo uma reflexão, né, que nós todos poderíamos imaginarnos na condição desse jovem se nós fôssemos chamados pelo Cristo, né, num determinado momento e já já fomos diversas vezes e estamos sendo na atual existência também, mas em condições semelhantes, o que faríamos? Teríamos condição de abrir mão das nossas individualidades, dos nossos desejos mais profundos, dos nossos interesses, das nossas capacidades de obtenção de coisas materiais no momento em que nós somos chamados pelo Cristo para contribuir na sua obra, mesmo como pequeninos instrumentos de divulgação, de auxílio, de consolo, de iluminação espiritual. Qual tem sido a nossa resposta? Então, mesmo assim, mesmo com os sucessivos erros, com os enganos de existências e existências, estamos aqui mais um ano na Terra com a oportunidade de desenvolver o nosso crescimento, de ampliar a nossa capacidade de amar e servir e torcendo do fundo do coração que cada um de nós possa dizer por Cristo: "Aqui estou, estou pronto e seguirei não só teu chamado, mas o teu exemplo na terra. Queridas irmãs, que Deus nos abençoe hoje e sempre. Muito obrigado. Então, nós agradecemos ao nosso irmão pela excelente palestra. Jesus o abençoe. E vamos nos preparando para o nosso momento do paz, ouvindo uma música com o nosso querido Adonis. Já vamos entrando em sintonia, ligação com os bons espíritos que nos auxiliarão na noite de hoje. Um raio de luz nascido do alto, nas mãos de Jesus percorrem o espaço e vem à terra fazer-se mensagem. Que se encerra a beleza e a imagem no ensinamento do evangelho. A mensagem deixa uma paz na gente e vai agindo igual a semente que muda o caminho onde é semeada. Iluminando tudo, florindo a estrada, trazendo ao mundo amor e mais vida. A mensagem deixa uma paz na gente e vai agindo igual a semente que muda o caminho de é semeiar.

muda o caminho onde é semeada. Iluminando tudo, florindo a estrada, trazendo ao mundo amor e mais vida. A mensagem deixa uma paz na gente e vai agindo igual a semente que muda o caminho de é semeiar. Iluminando tudo, florindo a estrada, trazendo ao mundo amor e mais vida. Então, convidamos os nossos médiuns para se posicionarem e os demais companheiros já vamos entrando em sintonia, buscando a presença do nosso anjo guardião, nosso amigo de todas as horas. Vamos buscar nesse momento a figura do querido mestre Jesus para a nossa tela mental. Vamos sentindo o seu olhar amoroso e doce nos envolver. Jesus se aproxima de nós e nos envolve no seu abraço confortador. Querido amigo Jesus, te rogamos que nos abençoe, derramando sobre todos nós tudo aquilo que necessitamos, Senhor. O Senhor nos conhece, sonda nossos corações e sabe das nossas necessidades, mas nos ensinou que devemos pedir. E nós te pedimos nesse momento, mestre querido, que nos auxilie, nos fortalecendo e nos amparando, trazendo aquilo que mais necessitamos. Vamos rogar, meus irmãos, intimamente nesse momento, diretamente para Jesus. Vamos pedir a ele o que necessitamos, sentindo o seu aconchego, o seu amor nos envolvendo, acalmando o nosso coração e fortalecendo a nossa fé, o nosso espírito. Amigo Jesus. E te agradecemos, Senhor. Te agradecemos por toda a riqueza que possuímos. que são inúmeras. Que saibamos, Senhor, todos os dias olhar com gratidão tudo que recebemos do Pai. Temos a liberdade de andar, de falar, de ouvir, de aprender todos os dias. Isso é uma grande riqueza. o teu evangelho maravilhoso que nos mostra o roteiro seguro e mais rápido para chegar a felicidade, a perfeição. Agradecemos, Senhor, por toda possibilidade de crescimento que temos, seja intelectualmente, moralmente, espiritualmente. a riqueza de um lar, a riqueza de uma família, Senhor, que tanto nos fortalece, nos dando a estrutura de que necessitamos na reencarnação. Que saibamos sempre, Senhor, ser grato por tudo que recebemos.

riqueza de um lar, a riqueza de uma família, Senhor, que tanto nos fortalece, nos dando a estrutura de que necessitamos na reencarnação. Que saibamos sempre, Senhor, ser grato por tudo que recebemos. Rogamos nesse momento pelos nossos entes queridos que se encontram em nossos lares, nossos familiares. Que nosso lar seja visitado e abençoado nesse momento. Rogamos também pelos nossos entes queridos desencarnados, nossos amores, que eles possam receber o nosso carinho e o nosso abraço. Rogamos, Senhor, pela nossa casa de oração. Que seja sempre esse recanto de paz. Que seja sempre esse lugar onde possamos chegar e nos sentir reconfortados sempre com uma palavra amiga, uma palavra esclarecedora e a cura de nossas emoções, da nossa alma e também do nosso corpo físico. E assim, agradecidos por tudo, Senhor, nós te louvamos. E rogamos sempre a tua bênção e a tua proteção. E que o teu manto de amor e de paz esteja sobre todos nós. Tenhamos um bom fim de semana. Que possamos retornar na próxima quinta-feira. Vamos em paz sobên que assim seja. Olho em tudo e sempre encontro a ti. Paz céu, na terra onde for, em tudo o que me acontece encontro o teu amor, já não se pode mais deixar de crer no teu amor. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível fazer de ti meu ideal. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível fazer de ti

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