Seminário Paulo e Estevão: Capítulo 4 - Nas estradas de Jope

Estudantes do Evangelho TV 05/08/2025 (há 8 meses) 1:00:19 149 visualizações
Transcrição

A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GEF. >> Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos, vocês que estão aqui neste salão e os nossos amigos que estão nos acompanhando pela nosso canal do YouTube. Nós estamos hoje no nosso terceiro encontro desse seminário que eu acredito que esteja trazendo muito conteúdo e muita reflexão para todos nós. Nós vamos iniciar aqui com uma mensagem de Emanuel no livro Palavras de Vida Eterna, número 86, que diz, o título dela é: Não te inquietes. Não estejais inquietos por coisa alguma. Paulo, epístola aos Filipenses, capítulo 4, versículo 6. A observação do apóstolo Paulo é importante para todos os dias. Ninguém esteja inquieto por coisa alguma. Em verdade, a inquietação é fator desencade de numerosas calamidades. Na maioria das vezes, está presente no erro de cálculo que compromete a construção, na dosagem inadequada do remédio que se transforma em veneno, no acidente infeliz ou no desastre da via pública. é quase sempre um espinho no lar, um cáustico no ponto de vista, uma brasa no caminho e uma pedra na profissão. É por ela que muitas vezes pronunciamos a expressão descabida e articulamos o julgamento falso a respeito dos outros. Com ela geramos preocupações enfermiças e arruinamos a estrada própria. Contudo, a pretexto de aboli-la é indispensável não venhamos a cair na preguiça. Muita gente, a pretexto de evitar a inquietação, asila-se em comodismo deplorável, alegando que foge de trabalhar para não se afligir. Entendamos, porém, no verdadeiro sentido, a recomendação judiciosa de Paulo. que disse: "Não estejais inquietos por coisa alguma", nunca esteve ocioso e é por isso que nós estamos aqui hoje reunidos presencial e virtualmente sobre as bênçãos de Deus para darmos material de trabalho pra nossa mente, pro nosso coração, através das reflexões hoje feitas pelo Rogério, né? que será

aqui hoje reunidos presencial e virtualmente sobre as bênçãos de Deus para darmos material de trabalho pra nossa mente, pro nosso coração, através das reflexões hoje feitas pelo Rogério, né? que será muito inspirado pela espiritualidade que nos assiste. Hoje é um dia de festa na nossa casa, pois as atividades estão voltando depois do recesso. Nós temos muita gente aqui nessa casa hoje estudando em vários grupos de estudo. Já o grupo de assistência social já saiu para trabalhar. Nós estamos aqui também reunidos, aproveitando essas energias e pedindo que a espiritualidade que aqui esteja nos acompanhe, nos inspire, esteja conosco nos trazendo a boa palavra, o entendimento e fazendo com que todos os espíritos que também nos acompanham, que estão aqui nesse auditório ou que estão em enfermarias, em aula, em salas de aula no plano espiritual também. possam ser beneficiados por essas reflexões. Agradecemos aos mentores da casa e ao mentor de cada um em particular que nos trouxe aqui essa noite para estudarmos juntos sobre as bênçãos de Deus nosso pai. Nós então iniciamos o nosso encontro desta noite dizendo graças a Deus e Jesus. E nós vamos convidar então o Rogério que começou aqui nesse grupo, né, que eu já falei para vocês no nosso último encontro, que esse grupo vai fazer 40 anos agora em setembro e o Rogério tá aqui desde que ele era rapazinho, era o mascote da turma e hoje tá aqui conosco, vai nos apresentar então o capítulo 4ro do livro Paulo Estevão. Que Deus te abençoe e te inspire. >> Obrigado, Cíntia. Feliz por estar aqui com vocês, feliz por ter vocês aqui hoje. E eu tava pensando ali enquanto a Ctinha falava, vai fazer a oração. É muito diferente quando você lê o livro e quando você estuda o livro. Quantas vezes nós lemos um livro por mais de uma vez e de formas diferente diferentes nós enxergamos a leitura, não é mesmo? inclusive no sentimento. Esse capítulo para mim em especial é tão rico, até estudando hoje de manhã mais um pouquinho, tentando angarear mais

iferente diferentes nós enxergamos a leitura, não é mesmo? inclusive no sentimento. Esse capítulo para mim em especial é tão rico, até estudando hoje de manhã mais um pouquinho, tentando angarear mais algumas informações, me deparei com uma nova informação que eu fiquei assim maravilhado. Então o estudo ele não pode ser ser limitado, ele tem que ser abrangente, divulgado. E por isso eu tô aqui hoje feliz por estar com vocês e aprendendo juntos, né? Primeira vez que eu apresento algum capítulo desse livro, né? E feliz por isso também. Então, Paulo Esteva por Emanuel, psicografado por Chico Xavier. Primeira parte, capítulo 4, nas estradas de Jobe. Hoje já eh Jobe é a cidade de Jafá. Então vou fazer aqui um uma rememoração do capítulo 3 que focou muito na na pessoa de Gesiel, né? Então pra gente fazer esse link. E o capítulo 4 agora que eu vou apresentar, ele vai falar muito do Saulo. Vou citar aqui os principais personagens. Saulo, em segundo lugar, a Abigael. O apóstolo Simão Pedro dizia a Jesiel isso no final do capítulo 3 em Jerusalém. Jesus nos deu um lar no coração daqueles que o seguem. O Cristo nos trouxe a mensagem do amor e completou a lei de Moisés inaugurando novo ensinamento. A lei antiga é a justiça, mas o evangelho é o amor. Quer dizer, um complementa o outro, não só pelos ensanamentos e essa mudança, essa chavinha, mas sim um complemento do que foi trago antes através das leis de Moisés. e Torá. Ao passo que o código do passado amparava o olho por olho, dente por dente, o Messias ensinou que devemos perdoar 70 vezes 7. Isso nunca sai de moda, né? Sempre é bom nós nos lembrarmos. Jesiel chorou e se resignou, confessando-lhe os sofrimentos recentes. Jesiel, assim, a gente não pode nem falar que ele é uma sobarro, né? Ele forjou uma peça de ferro muito forte. Eh, no próximo capítulo nós vamos ver que ele ficou jogado em um navio mercante e costumava se dizer que a pessoa ficava ali 4 meses até perder a vida de tanto sofrimento, de tanta força que tinha que fazer. Enfim, ele se

lo nós vamos ver que ele ficou jogado em um navio mercante e costumava se dizer que a pessoa ficava ali 4 meses até perder a vida de tanto sofrimento, de tanta força que tinha que fazer. Enfim, ele se exauria até se entregar à morte porque não tinha como. E dali ele saiu, né? E aí dali ele fez uma promessa paraa pessoa que o libertou. em não divulgar a libertação dele. E aí à frente ele foi batizado como Estevão, né? Por isso, e nós vamos ver mais adiante, não nesse capítulo, que essa mudança de nome fez total diferença no rumo da história. Nada por acaso, né? Tudo já programado. O apóstolo Simão Pedro batizou como Estevão, cumprindo a promessa de quem o libertou no navio, seguindo assim os caminhos do evangelho do Cristo. Começou para o jovem de Corinto uma nova vida. Estevan era eleito junto dos outros seis escolhidos como auxiliares para o serviço das enfermarias e do refeitório, considerando a o grande aumento das pessoas que chegavam a todo momento em busca de consolo material e moral. Eh, não sei se por coincidência, mas após a chegada de Estevão, eh, vários necessitados, sejam doentes, sejam pessoas sozinhas, seja no bem material, a fome ou até mesmo local para dormir, eh o amparo moral ali se instalou com muita presença e Estevan começou a se destacar naturalmente pela missão dele em si, no amparo. as pessoas, nos idosos, nos leprosos, nos doentes de todas as matizes. Então ele foi designado mais à frente com um cargo muito importante moralmente, ó, aqui, ó. Chegavam a todo momento em busca de consolo material e moral. Em pouco tempo, Estevão tornou-se famoso em Jerusalém. famoso, quer dizer, muitos já o conheciam como Estevan. Em poucos meses, seu nome era aureolado de uma veneração surpreendente, considerando que o seu nobre esforço não se limitava à tarefa de mitigar a fome de dos desvairados, Estevão esperava a multidão, desassombradamente o Salvador do mundo, indiferente às lutas que iria provocar, comentando a vida doméstia com o seu verbo inflado de luz.

tigar a fome de dos desvairados, Estevão esperava a multidão, desassombradamente o Salvador do mundo, indiferente às lutas que iria provocar, comentando a vida doméstia com o seu verbo inflado de luz. Ele estava ali plenamente entregue. Ele vivia isso de forma eh não apenas sinérgica, mas sim de de uma simbiose plena, né? As pessoas iam falar com ele. Ele era literalmente um mensageiro de Jesus. E eu fiquei observando também que se nós formos olhar da história para trás, mas para a frente também, os personagens sempre se depararam com grandes eh desafios e necessidades transformadoras coletivamente, que é o caso do livro. E aqui eu separei os principais personagens. Salo de Tarso é um jovem judeu culto, culto, estudado, intelectual, fiel às leis de Moisés, ambicioso e apaixonado, futuro rabino. Sao era discípulo de Gamaliel, Gamaliel era neto do educador judeu e Léo, o ancião líder dentre as autoridades do Sinédrio na metade do século 1. Era mestre e doutor da lei. Isso, Gamaliel. Aqui eu coloquei uma imagem do Sinédrio formar formato de U. Tem ali dois oficiais, tem os membros dos lados, tem o presidente na outra ponta, era o Tribunal de Justiça das Políticas, da Administração e principalmente religiosa, de tudo. Exatamente. Então ali se batia o martelo para tudo. E Gamaliel estava passando o bastão para Saulo para ele fazer a história dele. Aqui eu coloquei o que era Sinedro, né? Era o principal corte de justiça e órgão legislativo judaico em Jerusalém, composto por 71 membros, incluindo sumo sacerdotes, anciãos e escribas, tinham autoridade sobre questões religiosas, legais e administrativas do povo judeu. Sadóc é um grande amigo de do Saulo, um velho amigo de longa data, vive em Damasco. Abigaí, jovem Corinthians, nasceu em Corinto. Judia, irmã de Jesiel, que é o Estevão, ideal de amor para Saulo. Aqui eu trocaria a palavra ideal, mas como a exatidão que a história mostra, né? Ideal do ponto de vista encarnatório. Zacarias era o tutor de Abigail, comerciante judeu que começava a vida

ara Saulo. Aqui eu trocaria a palavra ideal, mas como a exatidão que a história mostra, né? Ideal do ponto de vista encarnatório. Zacarias era o tutor de Abigail, comerciante judeu que começava a vida perto de Jope. Zacarias era amigo íntimo do irmão da do pai da Abigail. E aqui não é comentado, mas tem a Rutker, esposa do Zacarias. O ano era 35 depois de Cristo. Saulo tinha por volta de 30 anos. Em uma manhã em Jerusalém, Sadoque aguardava a chegada de Saulo na velha Jerusalém uma manhã do ano de 35. Após momentos ansiosos, aguardando a chegada do amigo Saulo, em sua edificação luxuosa da época, lendo papiros e pergaminhos, Saulo chegara, chega em um carro minúsculo, semelhante às bigas romanas. Essa aqui é a imagem da biga romana. Aqui ele fala que é semelhante, mas a gente pode considerar que é uma biga, né? Mas na leitura do livro, eu imaginava assim, escutando com os olhos fechados, Saulo cavalgando com aqueles cavalos fortes, grandes, limpos, uma biga pequenininha, né, com saia, que na época era comum. E incrível tanto que a gente eh se devaneia com a história, né? Percebe como é que era na época. Após breve recepção da chegada de Saulo, Sadoc observa como Saulo está modificado. Carro e conversa grega. Na realidade, imagina qual que é a distância de de Jerusalém que ele percorria para chegar em Jerusalém. 63,400 m km. 63 km. Imagina se ele fosse a pé, né? Então ele ia da forma mais rápido que você tinha na época. E sim, ele era um representante, né? E a língua grega na época, é assim como o inglês é hoje, era a língua mais falada, a mais influente, né? E tinha-se muito costume da raça grega e tudo mais. Então ele foi moldado nesse ambiente, nessa cultura, vivenciou-la a 100%, então não tinha nada de exibição, mesmo tendo algo de orgulho e de luxo, enfim, mas era acima de tudo uma necessidade. Mas aqui Sadoque quis dizer em outros sentidos também. Vamos ver aqui. Saulo imediatamente arrematou e no coração da lei, Saulo já cortou ele de imediato. Ele falou: "Sou grego, falo

uma necessidade. Mas aqui Sadoque quis dizer em outros sentidos também. Vamos ver aqui. Saulo imediatamente arrematou e no coração da lei, Saulo já cortou ele de imediato. Ele falou: "Sou grego, falo grego, sou judeu, falo grego, estou com com a ba, mas acima de tudo a lei está no meu coração. E um ponto muito importante que a gente precisa observar é a personalidade de Saulo. Para se vivenciar essa história, tem que ser, tem que ter uma personalidade muito marcante, certeza do que quer, propósito. E não é uma pessoa rígida. Saulo era uma pessoa firme. O firme ele não quebra, né? Enverga, mas não quebra. O rígido. Sim. Então ele representar, era um cara muito religioso, muito determinado, de certo modo ríspido, enérgico, mas ele não se dava o direito dos prazeres mundanos, mesmo sendo convidado em alguns momentos. Nós vamos ver isso a frente também. Sadoque conversava o assunto e fala da convivência, conveniência da BIG e da conversação grega. Aí ele quis citar sobre a casinha florida da estrada de Jope e Abigail. Ele quis dizer que ele se deleitava no galanteio com Abigail para onde ele vai na próxima parte. Então nós vamos ver mais à frente a convivência dele com Abigail. Jovialismo, Saulo explicou o primeiro encontro que teve com Abigail. Então ele já começou ali a transbordar, falar da história dele de amor com Abigail. conheceu ela na casa de Zacarias, que ele deu uma um encontro para poder só um momentinho. Saulo conhecera Abiga na presença de Gamaliel e Alexandre. Havia uns três meses numa festividade íntima que Zacarias Ben Hanã Harã, lavrador do caminho de Jope, oferecera a alguns amigos bem colocados em homenagem à circuncisão dos filhinhos de seus servidores. Olha só que legal. Tava fazendo ali o estreitando o relacionamento, né? Fazendo o que era pertinente também. Zacarias era antigo comerciante de Corinto, desgostoso com as perseguições. Chegou a Jope em péssimas condições financeiras, sem sendo auxiliado por um patrício romano. Patrício é irmão, né? Eh, mesma raça.

as era antigo comerciante de Corinto, desgostoso com as perseguições. Chegou a Jope em péssimas condições financeiras, sem sendo auxiliado por um patrício romano. Patrício é irmão, né? Eh, mesma raça. Arrendamento de terras e produção de alimentos e animais. Esse patrício, ele orientou que Zacarias arrendasse uma terra e ele começou a produzir ali verduras, frutas, eh produção de aves pequenas e animais grandes para serem ofertados no templo. ali conhecer Abigail, que fora escolhida e adotada como filha por de Zacarias e sua esposa Rute. Após os acontecimentos de sua triste história, Abigaí exibia um um terno coração de menina inteligente, versada na lei, assim como Saulo, né? E sobretudo dócil e carinhosa. É, nesse ponto é o oposto de Saulo, né? Carinhoso também. Saulo não era muito carinhoso, nem muito dócil, mas era muito sério. Quer dizer, os dois pontos se se balanceavam. Saulo mostrava-se entusiasmado, mostrando o seu temperamento apaixonado e vibrátil. No olhar profundo, notava-se a chama viva dos sentimentos resolutos com respeito à afeição que lhe dominava a capacidade emotiva. Esse quadro aqui, eu percebo que às vezes é importante nós relembrarmos, né, esse amor com as mulheres, um com o outro. E imagina se Saulo se apaixona por uma pessoa da mesma personalidade que ele. Ele mandava. O que ele falava era lei, tinha que ser obedecido. E Abegu era dócil, menina inteligente, assim como ele, né? A gente vai ver mais à frente que isso é foi crucial e importantíssimo. Ele precisava ter, como é dito mais à frente, o coração no cérebro dele. O coração de Abegaiu estava no cérebro dele. Ou seja, Saulo era muito racional, muito destemido, racional demais. Então ele se perdia sim nas decisões que ele fazia ao redor dele, tentando entender a lei, compreender a lei através do sentimento, o lado moral, vamos dizer assim. Saulo mostra-se entusiasmado, mostrando o seu temperamento apaixonado e vibrátil. No olhar profundo, notava-se a chama viva dos sentimentos resolutos com

o sentimento, o lado moral, vamos dizer assim. Saulo mostra-se entusiasmado, mostrando o seu temperamento apaixonado e vibrátil. No olhar profundo, notava-se a chama viva dos sentimentos resolutos com respeito à afeição que lhe dominava a capacidade emotiva. Sobre as ambições de Saulo, desejo integrar o Sinédrio com apoio de Gamaliel. Pergunta a Sadoque: "Em que pé está estão as tuas pretensões ao cargo de Sineddro?" Aí Saulo fala o que a gente diz, né? Não posso queixar-me, porquanto o tribunal me confere atualmente atribuições especialíssimas. Sabes que Gamaliel está há muito, vem instando com meu pai a respeito da minha transferência para Jerusalém, onde me promete em lugar de relevo na administração do nosso povo. Ou seja, ele seria a pessoa que literalmente comandaria tudo o que ele diria, as leis que ele promulgasse, o que ele falaria, faz isso, faz aquilo, deveria ser obedecido. dando início aí ao movimento do evangelho de, né, as ambições de Saulo, dá para ver que ele é uma pessoa muito determinada, né? Tornar Jerusalém o centro da fé, não em segundo e terceiro, ser o primeiro, impondo a lei sobre os gregos e romanos. Saulo afirma: "É preciso não esquecer que Roma é poderoso e que Atenas é sábio. Tornar-se indispensável acordar a eterna hegemonia de Jerusalém como tabernáculo do Deus único." A gente percebe aqui sobre o Deus único, né? E percebe também que essa eterna hegemonia é uma vibração muito forte. Imagina o que vem por porvir. Ele estava preparado, mas não sabia disso, né? Ele veio pronto. Imagina como é que vai colocar uma pessoa para reencarnar aqui com uma missão. Vamos falar pesado, às vezes nem a palavra certa, né? mas tão importante. Nós estamos estudando ela aqui hoje. Vocês já pararam para pensar esse tempo todo nós estudando como que foram os processos de assimilação, de introdução das leis divinas? Veio através de Moisés a partir desse livro, veio depois A Boa Nova, né? Então é tudo muito bem estruturado, quase que matemático. Aqui eu pus o tabernáculo, ó. Saulo

, de introdução das leis divinas? Veio através de Moisés a partir desse livro, veio depois A Boa Nova, né? Então é tudo muito bem estruturado, quase que matemático. Aqui eu pus o tabernáculo, ó. Saulo afirma. É preciso não esquecer que Rome Poderosa é hegemonia eterna de Jerusalém como tabernáculo do Deus único. Tabernáculo é uma casa onde aqui nesse texto, nesse nesse capítulo referencia a família, a nossa casa. Deus em casa. Eu coloquei lá debaixo da foto aqui, ó, tabernáculo em hebraico, residência ou habitação. De acordo com a Bíblia hebraica, era a habitação terrestre de Deus entre os filhos de Israel, desde o tempo do êxodo do Egito até a conquista da terra de Canaã. Todos os exemplos são muito filosóficos, né, e foram muito bem vividos. Ambição de Saulo tem forte zelo religioso e desprezo pelos primeiros cristãos. Sadoc pergunta: "Já ouviste falar dos homens do caminho?" Alguém já se perguntou por que que chamam-se homens do caminho? E eu descobri. Tô sendo sincero. Eh, as pessoas quando viam Jesus chegando com os apóstolos, eles falavam: "Os homens do caminho, né? Então eles estiveram presente tantas vezes que as pessoas falavam: "Ah, os homens do caminho estão chegando por todo o lugar que eles se rodearam. Então, por isso os homens do caminho. Saulo afirma: "Ah, Andrônico falou-me a respeito deles há muito tempo. Há muito tempo. Já tinha um certo tempo. Não se trata de uns pobres galileus, maltrapilhos e ignorantes que se refugiam nos bairros desprezíveis." Eh, aqui ele pegou bem pesado, né? ele de forma arrogante, ele se pôs acima, mas ainda não havia desacortinado a visão que ele teria, né, para compreender o porquê do maltrapilho, dos bairros desprezíveis, né, contexto histórico e cenário. O ano 35 depois decoist, Jerusalém exercia um duplo papel fundamental, capital religiosa e política dos judeus. política sobre o domínio romano. Roma eh dava o direito deles praticarem ali a região, né? Era consensual. Embora os judeus tivessem alguma autonomia, Jerusalém era uma cidade

a e política dos judeus. política sobre o domínio romano. Roma eh dava o direito deles praticarem ali a região, né? Era consensual. Embora os judeus tivessem alguma autonomia, Jerusalém era uma cidade vigiada e controlada por Roma. Os romanos permitiam os ritos judeus, mas reprimiam qualquer movimento que ameaçasse a ordem imperial. Então tava tudo bem, parecia que corria tudo bem, cada um no seu quadrado, né? Mas pelo menos não tinha guerra. Saulo fala: "Sadoque, tenho acima de tudo, o ideal político de aumentar meu prestígio junto aos rabinos". Ele queria sim o poder, mas ele tinha a certeza do caminho ser seguido. Homem reto. Eu tô falando isso tudo, pessoal, pra gente, porque quando a gente lê o livro, a gente pensa às vezes, nossa, o Saulo foi uma pessoa má antes, Saulo foi isso, foi aquilo. Não, ele ele veio preparado para isso, porque ele trouxe toda essa esse determinismo, essa garra, essa vontade, essa presença de espírito na certeza do que tinha que fazer de outras vidas. Ele veio preparado. E a função religiosa era a sede do templo de Salomão, reconstruído por Herodes, onde os rituais de Torá, judaísmo, eram rigidamente cumpridos. O Sinédrio, Conselho dos Anciãos e Doutores da lei, controlava as decisões espirituais e morais do povo. Além de você ter que seguir o lado espiritual, tinham as leis morais. A época tinha muita cultura do da presença patriarcal do homem, né? Tanto como esposo como diretor do povo. Amanda. né? Crescimento do movimento cristão primitivo chamado caminho. Cura do tio de Saulo, velha cegueira. Saulo foi ter com Sadoc perguntar do tio do Sadoc, o Filomeno Filodemos, ele foi curado de uma cegueira. Que coisa impressionante, né? Assim como Jesus fazia. E ele foi saber o que que aconteceu, por e tudo mais. Há rumores sobre Estevão. Ó o Estevão novamente aí cruzando a presença de Saulo que começa a se destacar como orador cristão. Ele fazia todos os sábados as orações dele, os sermões, né? Como cita Humberto de Campos no livro Boa Nova, Chico Xavier, não imporeis o

presença de Saulo que começa a se destacar como orador cristão. Ele fazia todos os sábados as orações dele, os sermões, né? Como cita Humberto de Campos no livro Boa Nova, Chico Xavier, não imporeis o reino do céu como com as armas da terra, mas com os gestos da alma. Era o que o Estevão fazia. Ele fazia gestos da alma através das pregações dele, enfim, da entrega dele. Tensões entre a tradição judaica e a nova doutrina de Jesus. Por que será que essas tensões chegaram? Por que será que os homens do caminho faziam o bem aos doentes? O que eles não faziam, né? a quem sofria, quem chorava, quem sentia fome, quem não tinha um pano para jogar sobre o corpo. Por que será? Será porque tava chamando mais atenção. Eles não viam na caridade um um poder coletivo. Eles viviam o luxo deles eh no bom conforto, né? Não tinha ainda essa visão do fazer pra população, né? O poder religioso era exercido por fariseus e saduceus, grupos que se opunham ao cristianismo. Após Saulo afirmar que o movimento Caminho era sórdido, Sadoc detalhou: "Mas ouso dizer que as pregações de Estevo estão arrebanhando muitos estudiosos a novos princípios que de algum modo afirmam a lei de Moisés". Olha só aí o o link. com a lei de Moisés. Perfeito, né, gente? Jesus, Deus nos chamou literalmente, ele está sendo executado o que foi combinado, né? Sábado eram as palestras de Estevão. Sadoque, então, Sadoque, não, Saulo falou assim: "Então vamos lá no sábado, vamos ver o que que acontece lá, como que é". Se nós percebermos que são pregações, são palavras que não infringem as leis do Sinédrio, nós deixamos eles à vontade. Porque ele falava que Gamaliel era muito bondoso, não exigia, era muito conivente, né? Era tinha mão leve, vamos dizer assim. Então, às vezes, até também por isso que ele queria tanto o poder do Sinetro, né, para fazer da forma que ele tinha certeza que eram as leis de Moisés. E pelo outro lado, se ele percebesse que eh o que era dito ali era uma afronta, ele ia começar ali a perseguição para

Sinetro, né, para fazer da forma que ele tinha certeza que eram as leis de Moisés. E pelo outro lado, se ele percebesse que eh o que era dito ali era uma afronta, ele ia começar ali a perseguição para poder colocar as leis em prática. Até de uma certa forma Sadoque ficou maravilhado pelas palavras que Estevão, pelas palavras que chegavam aos ouvidos dele, né? Diálogo de amor e esperança, o encontro com Abigail. Aí lá no livro tem dito: "Sonho contigo, Abigail, um lar onde a fé em Deus seja o alicerce de nossa felicidade." Quem disse isso foi Saulo. Um homem que não tem Deus no coração não diz isso, né? Um homem que está sedento de amor, do lado moral, encontrou em Abegail, sim, um porto, assim como ela encontrou nele, uma pessoa sofrida, como ela foi, né? Quase perdeu a vida, perdeu o irmão, viu o pai partir. Como não um dar o apoio para o outro? O casal, vamos dizer perfeito, né, paraa época. Neste momento tocante do romance de Paulo e Estevão, presenciamos um encontro íntimo e sincero entre Saulo de Tarso e Abigail, dois jovens unidos não apenas pelo afeto humano, mas também por um ideal mais elevado de fé e espiritualidade. Eles faziam juras de amor um por outro na criação da família, na construção da família, faziam juras de amor, eh, de forma singular, até porque o livro é muito detalhista, muito detalhista. Ele fala até eh, Zacarias recebendo Saulo à distância, a gente imagina ele chegando, né? Saulo chegando na briga dele, o persegueiro e o figo, eh, plantas silvestres e o e o rio d'água passando na propriedade. É maravilhoso. É numa cidade portuária, o vento batendo. É uma delícia a leitura. ambientada em Jerusalém no ano de 35 depois de Cristo. O diálogo entre eles revela muito mais do que sentimentos românticos. Mostra o quanto ambos sonham com o lar fundamentado em valores morais, espirituais e na confiança de Deus. Em suas palavras, vemos o reflexo de um tempo em que o amor era também um pacto de crescimento interior e fidelidade à própria consciência.

ntado em valores morais, espirituais e na confiança de Deus. Em suas palavras, vemos o reflexo de um tempo em que o amor era também um pacto de crescimento interior e fidelidade à própria consciência. A busca pelo pelo vertical era muito proeminente nas mulheres e o homem era mais horizontal. Falando mais de Saulo e Abegô, né? o homem era muito mais provedor e naturalmente que na época era estudado mais de filosofia e era mais vivenciada também, né? Então a família, a constituição da família era carro chefe. Não que todas as mulheres eram como Abigail, tá? Não todas, mas a maioria. Saulo, conhecido por sua rigidez e disciplina. Por isso que eu falei da rigidez, viu, gente, que eu vi a palavra aqui. Ele é firme, eu substituiria, tá? Tô sendo pretencioso. Abre seu coração e confessa ter resistido às ilusões da juventude, esperando por um amor verdadeiro e puro. Ele falava, né? Ele fala aqui no texto que na juventude dele os amigos o chamavam para paraa festança, paraa farra, né? Abigaí, por sua vez, compartilhava a saudade do irmão Jesiel, injustamente aprisionado, e deposita a esperança do futuro, mesmo diante de tantas incertezas. Um ponto importantíssimo aqui sobre Saulo, que até então ele se guardou, ele se guardou na certeza do que ele tinha, no que ele estudou, no propósito dele. Então, apesar de todo o assédio que ele teve do mundo, nós estamos no mundo, mas o mundo não é nosso, né? Nós vivemos aqui, somos influenciados por ele. Ponto de vista importante que nós devemos levar na nossa vida também. Nós temos que ter certeza do nosso caminho, do propósito. Eh, porque a gente percebe também que vários momentos nós estamos falando algo e algo. Aí chega outra pessoa e fala assim: "Mas e isso, isso? Isso e isso você não acha?" Aí aí eu tô escutando, penso assim: "Será, será que é isso mesmo?" E cadê a minha certeza? Cadê a minha certeza? Não que a pessoa esteja esteja errada, mas cadê a minha certeza de estar estudando o evangelho? Cadê a minha certeza de ser um homem bom

ue é isso mesmo?" E cadê a minha certeza? Cadê a minha certeza? Não que a pessoa esteja esteja errada, mas cadê a minha certeza de estar estudando o evangelho? Cadê a minha certeza de ser um homem bom e fiel para minha esposa? Cadê a certeza de ser um bom pai? Por que não? Certo? Por que não aproveitar o melhor da felicidade aqui no mundo, né? Fazer pro próximo o que a gente quer para nós. É, não. Você tem dúvida, né? Esse momento representa a promessa de um futuro conjunto. Então eles estavam se prometendo um para o outro, onde o casamento é visto não como veneração social, mas como uma união espiritual baseada no amor, no respeito e na fé em algo maior. Gente, um alicerce assim poderoso, né? Eu tava falando pros meninos ali, esse livro é um livro poderoso. Imagina a intelectualidade de Saulo e de todos ali, de Abigail, de Estevão. Imagina, pessoal, naquela época, que que esses espíritos são hoje. Nós estamos estudando eles aqui hoje de forma parece que é presente, né? Tudo que nós formos ler aqui, ele se adequa, ele serve para o presente. Então lá não era nada, não apenas uma convenção social, às vezes tinha, mas sim, acima de tudo era algo espiritual, algo comum de um para o outro. Temas centrais da primeira parte da obra. Neste ponto da narrativa, somos convidados a refletir sobre os temas centrais que envolvem a jornada de Saulo. O primeiro grande conflito é entre a lei e o amor. Eh, lei e amor é a visão horizontal ou a visão vertical? Ligação a Deus, né? As leis autocráticas e as leis morais. a gente, nós podemos fazer várias analogias e durante o livro será eh, não vou falar essa essa briga, será esse conflito, terá esse conflito conflito entre a lei e o amor, inclusive a vontade de Sadoc que o instigou, né, desejando muito que a lei seja aplicada. De um lado, a rigidez das normas religiosas que impõe condenação. Imagina, gente, até tem um ponto do livro aqui que eles, Sadoque e Saulo, eles tiram um sarro, né, do pessoal lá de da cidade onde Jesus começou a pregar o

das normas religiosas que impõe condenação. Imagina, gente, até tem um ponto do livro aqui que eles, Sadoque e Saulo, eles tiram um sarro, né, do pessoal lá de da cidade onde Jesus começou a pregar o evangelho. até me esqueci agora, mas que ele veio de lá. Jesus era judeu, mas ele pregou em outra cidade durante Cafarnaum. Isso, obrigado, Senti. Então, ele era muito conhecido por lá. E Sadoque e Saulo ficaram tirando o sarro, né, falando: "Ah, de lá só vem verdura, só vem peixe defumado". E foi pregado na cruz pelos bandidos, né? tipo assim, desdenhando dele. E é interessante perceber que até então eles não tinham noção o que que ia acontecer, né? Saulo sobre a justiça do Sinédrio, a lei é o nosso escudo, proteção. E se não a defendermos com todas as forças, o caos reinará entre o povo de Deus. Provavelmente a visão rasa do que eles viviam, né? Eles não tinham plena consciência do que era o evangelho ainda. Do outro, a misericórdia ensinada por Jesus, que acolhe e transforma. Jesus não veio destruir a lei, mas dar-lhe vida e espírito. Eu tava lembrando de uma situação aqui. Eu comentei sobre as oferendas no templo, que as pessoas iam no templo se confessarem e os e os ditos falavam assim: "Você vai ter que sacrificar um pombo ou uma vaca ou um filho. Um filho, isso mesmo. E no caso de Jesus, eh, ele foi ofertado, foram ofertado dois pombos, porque os pais deles foram lá no templo. E eles falaram: "Você tem que sacrificar dois, um casal de pombos para Jesus, né, por conta da movimentação dele." E assim, Zacarias ficou bem financeiramente por conta disso também, né? Que ele fez uma linha direta lá no tempo para poder vender esses animais. Saulo, defensor ferrenho da tradição, ainda não compreende essa diferença, mas já começa sem perceber a trilhar um caminho de mudança interior. Várias, vários pontos chamarão a atenção de Saulo durante o livro e ele vai se questionar, inclusive tá escrito no livro. Ué, mas por que isso? disse isso, mas não tô entendendo. Ele vai se deparando

Várias, vários pontos chamarão a atenção de Saulo durante o livro e ele vai se questionar, inclusive tá escrito no livro. Ué, mas por que isso? disse isso, mas não tô entendendo. Ele vai se deparando como se fosse uma porta à sua frente e ele se indagando pela racionalidade. Isso é importante, né? Então aqui ele já começa a ter essa percepção para trilhar o caminho de mudança interior. Inclusive a Abigail vai ajudá-lo de forma direta e indireta, pelo amor que tá sendo implantado por ela ali e por toda a história que ele vai perceber que ela teve. inclusive através do irmão. Importante citar que a Abigail foi muito bem evangelizada pelo irmão originado da da mãe. Ela vivia também assim como Estevão, o evangelho de Jesus. Imagina quem se apaixonou por ela, foi Saulo, que também muito devotto, né? Eh, Saulo não conseguiria ter um relacionamento com a pessoa que não tivesse a mesma sintonia que ele, não geraria ali a emoção que ele aguardava. Então, Abigael tinha tudo o que ele mais sonhava e Saulo tinha tudo o que Abigael mais sonhava também. uma pessoa protetora, patriarcal, tanto que ela falava que ela vivenciaria com ele seria Deus e Saulo. O que ele falaria, ela obedeceria em todas as noites, ela levaria a ele o conforto moral e de todas as palavras de carinho que ela poderia dar. Imagina um homem escutando isso, né, gente? O inverso tem que ser recíproco. Mas mesmo assim Saulo era cesudo, às vezes orgulhoso, né? E em muitos momentos até um pouquinho mais grosseiro. Tô falando aqui, eu lendo isso aqui, eu tava rindo, às vezes chorando, viu, gente? Mas eu ri muitas vezes. Neste ponto da narrativa, somos convidados a refletir sobre os temas centrais que envolvem a jornada de Saulo. Outro ponto marcante é o contraste entre religião e poder, representados pelo sinedade dos primeiros cristãos que viviam com humildade, compaixão e fé profunda e a água e pão, né? Enquanto o poder se baseava em autoridade e dominação, os seguidores de Jesus viviam a caridade verdadeira,

dos primeiros cristãos que viviam com humildade, compaixão e fé profunda e a água e pão, né? Enquanto o poder se baseava em autoridade e dominação, os seguidores de Jesus viviam a caridade verdadeira, mesmo perseguidos. Eles não queriam ir lá nem com ninguém. Ó, você tem que fazer assim, faz isso. Olha aqui o tanto que é bom. É bom ser caridoso, não. Eles viviam na sua plenitude o evangelho de Jesus. Olha só o tanto que foi poderosa a presença de Jesus aqui. Por fim, o amor, um dos temas centrais, tema invisível, mas constante, é apresentado com a força espiritual que prepara, prepara a alma para a transformação, a redenção de Saulo, né, gente? Porque eu vejo que Abigaí, Steve e tantos outros vieram aqui para dar suporte a toda uma transformação. Vieram sim ter a influência profunda sobre todos, mas ouvidos para quem pudesse escutar, né? E Saulo estava escutando, se indagando pela racionalidade dele, né? Porque dentro de nós, nós temos o bem como semente primeira. É um amor por Abigail, o amor fraterno, o amor de Deus. Esse sentimento começa a tocar o coração de Saulo, rompendo lentamente as barreiras da intolerância e do orgulho. Esses temas são o alicerce da obra de Paulo e Estevão. São eles que movem a narrativa, conduzem os personagens e nos convidam a refletir sobre nossas próprias escolhas. Vamos pensar, em vez de nós queremos ter razão em tal ponto, por que não nos abstermos? ter um momento fraterno. Isso é um momento fraterno, sim. Então, muito do que é dito aqui, porque o amor ele é traduzido em várias em várias outras formas. Empatia, compaixão, né? Tolerância, paciência, entendimento. Quantas vezes aqui a gente não julgou Saulo antes na leitura? Eu julguei, mas hoje eu já tenho uma visão diferente dele. Graças a Deus, eu tô estudando aqui. Então, que nós possamos usar isso como reflexão. Reflexões finais. O capítulo antecipa o conflito entre Saulo e os seguidores de Jesus. Ele antecipa, ele prepara. pedido de Sadoc no Sinetro é um ponto. Ele foi enfático e como um velho amigo

eflexão. Reflexões finais. O capítulo antecipa o conflito entre Saulo e os seguidores de Jesus. Ele antecipa, ele prepara. pedido de Sadoc no Sinetro é um ponto. Ele foi enfático e como um velho amigo ele tem, pegou o gancho ali de Saulo que percebe que ele também é sedento por aplicar as leis de Moisés. E assim, Sadoc também, né? Mas Sadoque ainda na em outro estado evolutivo, sabendo que Saulo ocuparia ali a presidência do Sinetrio, né? teve influência direta sobre Saulo. Tanto que Saulo nem Sadoc nem era tão preocupado com esse nacionalismo, era mais ele, né? Saulo pensava assim no conjunto, impressões sobre o movimento, sobre o movimento do caminho aos sábados. Ele foi averiguar, ele foi pessoalmente. Gamaliel foi também, que foi um mestre dele, mas Gamaliel voltou de outra forma. Ele voltou sim, ele se questionou, mas voltou tendo a certeza. E foi precavido e não fala demais, porque ele viu que ele seria perseguido. Tanto que lá na frente ele sofre um pouquinho, né? Ele fez uma escolha, mas se fez feliz. Então Saulo foi lá dar o cheque mate, mas a visão do Saulo era tão racional no ponto de vista dele naquele momento que nada o faria mudar até então, né? Estevão está conquistando estudiosos das leis de Moisés para os ensinamentos de Jesus sobre as leis de Deus. Quer dizer, como aceitar alguns ensinamentos vindo de um carpinteiro? né? Um um desprezível que foi crucificado poros ladrões, viveu em maltrapilhos. Como? Olha lá o bem que ele tá fazendo. Ele tá arreban pessoas que estão no nosso raciocínio e levando para o outro. E era basicamente isso, né? Mas que era necessário ter esse conflito para as pessoas começarem a se refletir. E aí a gente vai ver mais lá na frente, né? eh os desastres acontecendo em público, o desastre moral, mas que trazendo ali também várias e várias reflexões. E Saulo sempre muito corajoso, porque se não fosse o temperamento dele de coragem, ele não teria enfrentado nem nessa parte, nem na outra, nem como Paulo. Tem que ter muita coragem, muita

s reflexões. E Saulo sempre muito corajoso, porque se não fosse o temperamento dele de coragem, ele não teria enfrentado nem nessa parte, nem na outra, nem como Paulo. Tem que ter muita coragem, muita abnegação, não ter, não ter, não temer a morte, né? igual todo mundo fazia, os homens do caminho. Movimento cristão sem o medo de morte, exemplo incondicional e estranho aos olhos do judaísmo e de Saulo, Paulo. Os doentes, os sofredores, eles dormiam junto dos apóstolos, dos homens do caminho. Dormiam juntos, uns com os outros, comiam na mesma mesa. Ninguém era melhor que ninguém. E estavam todos ali empenhados, não apenas em serem melhores, mas principalmente em se doarem. A doação incondicional se colocando no lugar da pessoa. Vamos aplicar isso no nosso dia a dia também. Quantos ensinamentos que a gente escuta e não tá praticando. Então, é importante ler o livro uma, duas, 3, 4, escutar a mesma palavra uma, duas, 3, 4 vezes, até cair a ficha, né, pessoal? Importante falar e fazer e viver o que se é dito. Abigail representa um elo entre o judaísmo tradicional e o cristianismo recente. Abigaí foi criada como Deus único. Mas que amor diferente se ela foi criada da mesma forma que Saulo? Ela foi criada com amor, muito amor. Então ela representa literalmente um elo do judaísmo tradicional que é o Saulo, e o cristianismo nascente que veio de Estevo, Gesiel. Os ensinamentos de Jesus de Deus que foram repassados pelo irmão de Abegaus se consolidam com o cristianismo nascente. A gente percebe, né? A gente percebe o bom exemplo de do Jesiel em todas as partes com o pai, tentando assumir a culpa e nenhum momento reclamando. O pai deu aquela besteira de tocar fogo no na fazenda ao lado e ele podia ter ficado de fora, não aceitou. E em hora nenhuma ele recriminou o pai. Pelo contrário, ele teve a boa visão, o bom intuito, né? Foi otimista. Eles foram ótimos com o pai. Exemplo vivo da lei de amor, caridade, perdão, sem a pretensão de poder. A história de amor se entrelaça ao drama

o, ele teve a boa visão, o bom intuito, né? Foi otimista. Eles foram ótimos com o pai. Exemplo vivo da lei de amor, caridade, perdão, sem a pretensão de poder. A história de amor se entrelaça ao drama da fé e da redenção. E que redenção, né? Eu não sai da minha cabeça que aquele momento, eu acho que é o capítulo dois, um momento em que o pai e o irmão estão lá apanhando e sendo chicoteados, né? 20 arrebatadas. Gente do céu, eu saí do lugar onde eu tava lendo, fiquei triste por eles, mas eu compreendi depois, lógico, né? E a Abigau ainda fazendo oração perto dos guardas, atingindo a todos. o poder da vibração verdadeira na certeza do que está sendo dito e sentido, que é de dentro para fora. O que Saulo tinha também, as opiniões alheias passava pelo filtro da razão. E ele procurava em Abgai o coração no cérebro dele, quer dizer, um pouco mais de sentimento, a lei sentida, né? Vamos dizer assim, Abigail e Saulo, drama Rede vivo em todos os mecanismos de crescimento poderoso. Em todos os momentos que os dois estiveram juntos, eles viveram o efúvio do amor, do entendimento de Deus, do evangelho em si. Saulo não percebeu isso às vezes, né? Mas do evangelho estava sendo vivido ali na sua totalidade. Uma virada espiritual está por vir. Qual será? Aguarde os próximos capítulos. Não percam, pessoal, por favor. Agradeço a vocês pelo pela escutativa, tá? Pela oportunidade. Um beijo para vocês. Ah, sim. Peço por favor, quem quiser falar alguma coisa, dar opinião, uma visão de vocês, possam contribuir com o momento. Fiquem à vontade, tá? Alguma pergunta? Algo que não foi dito, pode ser acrescentado? >> Obrigado, C. Pois é, gente, ninguém quer falar, fazer nenhuma observação. Tem um microfone ali se alguém quiser fazer alguma pergunta ou ficou com alguma dúvida, né? Ninguém. Bom, na próxima semana nós teremos então a Jussara, né? vai aparecer aqui. Eu espero que apareça aí a Jusara fazendo então a o capítulo 5, que é a pregação de Estevão, justamente esse embate que o Paulo vai

a próxima semana nós teremos então a Jussara, né? vai aparecer aqui. Eu espero que apareça aí a Jusara fazendo então a o capítulo 5, que é a pregação de Estevão, justamente esse embate que o Paulo vai então ter com o Estevão, né? E que vai mexer tanto com ele que ele vai, não vou dar spoiler não, né? Não tem que ler aí o capítulo, né? E nosso encontro na próxima semana então será virtual, tá bom? A Jara não está aqui, ela tá viajando. Seria ela fazer a prece de encerramento, mas eu então eu vou fazer no lugar dela para que nós possamos voltar para casa pensando em tudo que o Rogério falou pra gente. Tá bom? Vamos então elevar nosso pensamento a Deus e aos amigos espirituais que aqui se encontram, a Jesus, nosso mestre, amigo, que nos inspirou, que tem nos levado por corredores de reflexões importantíssimas para o momento em que vivemos atualmente. É o momento do embate entre a dureza do nosso coração, ainda tão voltado para a matéria, para a vida fugidia que passa rápido e as necessidades do espírito que é imortal. Por isso, Senhor, rogamos que as vossas bênçãos nos acompanhem e clareiem as nossas mentes para que todo esse aprendizado que vamos fazer juntos, tudo que já ouvimos até agora, nos faça pensar e refletir com mais profundidade. Não há pretensão alguma aqui em mudar pensamentos, corações, pontos de vista. É a ideia dos pregadores da casa do caminho, sem a pretensão de nos tornarmos uns um deles. É de jogar o ensinamento refletido e inspirado pela vossa misericórdia, para que nós mesmos possamos fazer nosso juízo de valor e sermos mais colaborativos nas mudanças necessárias. a começar de nós mesmos na sociedade em que vivemos, da qual fazemos parte. É um trabalho de formiguinha, mas nós sabemos que uma atrás da outra, carregando a sua folhinha para dentro do formigueiro, faz um trabalho gigantesco de manutenção de uma sociedade harmônica, planejada, equilibrada. Então, que sejamos as formiguinhas do evangelho, que em nossas palavras, em nossas ações, nós sejam as folhas que nós estamos

gantesco de manutenção de uma sociedade harmônica, planejada, equilibrada. Então, que sejamos as formiguinhas do evangelho, que em nossas palavras, em nossas ações, nós sejam as folhas que nós estamos carregando e colocando no coração das pessoas para que cada um diante do seu livre arbítrio pense, reflita e mude e cresça. Obrigado, Senhor, pela oportunidade. Obrigada por essa casa que abre as suas portas para que nós possamos realizar esse aprendizado. Obrigada por todos os amigos espirituais que aqui estão e por todos aqueles companheiros de jornada no plano espiritual, em igualdade de condições evolutivas como nós mesmos, que aqui vieram também, porque eles também estudam, aprendem, crescem, preparam-se para retornar ao mundo material nas suas tarefas de edificação de um mundo novo. que nós possamos nos despedir agora e ao retornarmos à nossas casas. Levemos conosco as boas energias recebidas aqui. Sob a vossa proteção, sob a vossa permissão, Senhor, nós encerramos o encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. Muito bem, então, na próxima semana, todos aqueles que fazem parte do grupo, tanto o grupo base quanto o grupo do seminário, sabem que a gente coloca o link lá para assistirmos nosso próximo encontro que a Jusara vai fazer em formato virtual, tá bom? Então, estão todos convidados a a ler o próximo capítulo, número cinco, lindíssimo, e retornarem pro nosso encontro na segunda-feira lá de suas casas mesmo, no conforto dos seus lares, tá bom? Obrigada a todos.

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