Paulo e Estevão 1a parte Capítulo 8 01092025

Estudantes do Evangelho TV 02/09/2025 (há 7 meses) 1:09:15 220 visualizações

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Transcrição

A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GEF. fazer a nossa prece, elevando a Deus o nosso pensamento, agradecendo a ele a oportunidade de ouvirmos essas advertências de hoje, lembrando que cada um de nós aqui está tentando sincronizar as suas rodas dentadas às outras que estão em volta dela, para que cada dentinho se encaixe perfeitamente e assim girando cada um no seu ritmo. A maior gira mais devagar, a menor gira mais apressadamente, mas cada um no seu ritmo, colaborando para que o relógio possa funcionar, o relógio do crescimento e da evolução. Então, estamos todos nós aqui muito gratos a Deus pela oportunidade. Estamos todos aqui ansiosos por mais uma noite de aprendizado e agradecidos a esses espíritos amigos que nos intuem, que nos protegem, que vão, com certeza intuir a palavra do Eleone na noite de hoje. E sob a vossa proteção e sob a vossa permissão, nós vamos iniciar então o encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. >> Muito bem. Hoje o Eone vai fazer a sua apresentação do capítulo oito, né? É um capítulo que vai nos falar da morte de Estevão, né? Um capítulo emocionante, mas cheio de lições. Então, Eleone, a palavra é sua, querido. >> Boa noite a todos. Eh, é uma alegria, uma satisfação sempre estar aqui as segundas-feiras, né? eh, especialmente hoje, que coube a mim poder compartilhar com vocês o pouco que a gente tem aprendido nesse estudo da doutrina espírita nesse início. >> A casa espírita estudante dos do evangelho, é um local de tão grande aprendizado, onde tantas lições eh nós já conseguimos. Me sinto honrado, privilegiado de estar com vocês. Então, nessa missão, eh, a gente vai dar continuidade ao estudo da obra Paulo Estevão. Lembrando que no primeiro semestre nós estudamos as obras básicas e agora em forma de seminário. Hoje nós avançamos pro capítulo oito do livro Paulo Estevon, um

uidade ao estudo da obra Paulo Estevão. Lembrando que no primeiro semestre nós estudamos as obras básicas e agora em forma de seminário. Hoje nós avançamos pro capítulo oito do livro Paulo Estevon, um livro que para mim é um divisor de águas, né? é um modo prático de conhecer a doutrina do Cristo, entender lá como no Atos dos Apóstolos, como que se deu essa disseminação do evangelho de Jesus, quais os responsáveis, eh, como as primeiras lutas aconteceram, os primeiros mártires. Eh, por isso esse divisor de águas de importância enorme para nós outros estudantes do evangelho. Então, eu dizia o capítulo oito, né? Hoje a gente terminou o capítulo eh sete a semana passada, a as primeiras perseguições, né? Muito bem explanado pela Cínto. Nós eh vimos que a termina o capítulo, né? depois das prisões com o pedido de Gamaliel. Então, eh, Saulo de Tarso, a pedido daquele, né, que era o seu mestre, o seu rabino, um dos seus orientadores, ele liberta da prisão Pedro, Felipe e João, né, mas mantém eh Estevão preso. E quando vai começar o capítulo oitavo, Emanuel, pratica aí um spoiler, digamos assim, ou melhor, ele nos prepara para o que vem nesse capítulo. Então ele vai nomear o capítulo oito como a morte de Estevão, como o mesmo a nos preparar, porque é algo emocionante, algo que nos toca o coração de todos nós cristãos, né? E penso que aquele que ler a obra, mesmo sem ser cristão, também irá se emocionar, porque aqui eu digo que é a novela da vida real, né? é aquilo que se passou logo após eh a crucificação de Jesus, né, com a instalação da igreja do caminho, algo histórico e essas primeiras perseguições e essa defesa eh ferrenha de Saulo de Tarso, a lei, a lei mosaica, ao Velho Testamento. Então, no estúdio de hoje, para nós abrangermos e ter o melhor aproveitamento, nós vamos no início aí discutir um pouco sobre o Velho Testamento, entendendo, contextualizando o período que Saulo Tars viveu, onde, em que fonte ele bebeu, qual o conhecimento que ele tinha. Para quê? para que nós

ício aí discutir um pouco sobre o Velho Testamento, entendendo, contextualizando o período que Saulo Tars viveu, onde, em que fonte ele bebeu, qual o conhecimento que ele tinha. Para quê? para que nós não julguemos Saulo de Tarso à primeira vista sobre o que vai acontecer hoje. Então, é um preparo para nós espíritas irmos entendendo isso. Não vamos julgar a primeira a primeira levada, a primeira informação, as primeiras atitudes de Saulo, porque onde ele foi criado, qual a base doutrinária dele? Então, assim, nós iremos pensar algumas coisas eh relacionadas ao Velho Testamento, essa fonte, a origem de sua doutrina, pro melhor entendimento de porquê entender o comportamento de Saulo naquele momento. Então, como a gente tratou como uma parte simbólica do Velho Testamento, ou a gente podia dizer alegórica, vamos trazer aqui essa primeira questão que tá lá no livro de Samuel, profeta Samuel, um dos últimos profetas do Velho Testamento, né? Aquele que ungiu o rei Saul. Então, no capítulo 15 vai tratar de uma parte em que Samuel vai dizer: "Olha, você, Saul, representante do Deus dos exércitos, né? Então ele traz uma mensagem do do Deus dos exércitos do que o Saul devia fazer com a tribo dos amalequitas, né? Porque eh os judeus tinham os amaleques como inimigos históricos. Então, eh Samuel vai trazer a seguinte mensagem para pro rei Saul. Diz ele, vai pois agora e fere a Amaleque e destrói totalmente tudo que tiver e não lhe perd e não lhe perdoes. Porém, matarás desde o homem até a mulher, desde os meninos até os de peito, desde os bois até as ovelhas e desde os camelos até os jumentos. Então, é uma ordem do Deus dos exércitos, eh, direta eh, a Samuel, que devia repassar isso ao rei Saul. Então, o rei Saul, a gente tá falando aqui num período de 500 anos depois da morte de Moisés. Então, rei Saul, primeiro rei eh de origem da tribo eh de Hebrainha, uma das menores tribos eh do de Israel. Então ele é ungido por Samuel para ser rei e unir as tribos de Israel, um povo que seria o povo

o, rei Saul, primeiro rei eh de origem da tribo eh de Hebrainha, uma das menores tribos eh do de Israel. Então ele é ungido por Samuel para ser rei e unir as tribos de Israel, um povo que seria o povo escolhido. E aí a gente tem essa noção de povo escolhido. Ah, mas a noção de povo escolhido seria aquele povo escolhido para trazer a mensagem da primeira revelação, a deus único e não de um povo escolhido para destruir outros povos. Nós hoje, eh, imperfeitos, imaginemos aqui que seria possível eu determinar que um filho meu matasse outro. Eu, imperfeito, não faria isso. Deus, será que faria isso? Mas é nesse caldeirão religioso que é formada a figura de Saulo. E a gente vai ver que eh ainda noem no nesse texto de Samuel eh Saul vai lá, mata os amalequitas, destrói quase tudo e deixa os espojos, mas era uma ordem de Deus para que ele destruísse tudo, não ficasse com nada. e ele divide esses esses penhoures da guerra com as outras tribos, o que deixa Deus enfurecido, né? E aí e desse modo, eh, Samuel então diz que Deus está revoltado com Saul e escolhe outro rei, que aí a gente vai pra casa de Davi, é o pastor de ovelhas Davi, aquele mesmo que atinge depois o gigante Golias com a pedra. Então essa é uma parte, a gente entende simbólica do Velho Testamento. Outra questão trazida no Velho Testamento tá em Deuteronômios, capítulo 7, versículo 3. Então essa aqui é uma escrita do próprio Moisés e a gente vai entender ela como uma lei civil, como um direcionamento de Moisés para aquele povo que vivia no deserto durante 40 anos. Então, Moisés escreveu: "Não te aparentarás com elas, não darás tuas filhas a teus filhos e não tomarás suas filhas para teus filhos". Aqui nós temos uma espécie de Deus sectarista que divide o povo em raças, em créditos, em eh um Deus então que tem uma justiça somente para um povo, um Deus que privilegia uma raça de filhos em detrimento de outras. E a gente ainda traz outra parte para finalizar essa questão do Velho Testamento. Lembrando que são itens

stiça somente para um povo, um Deus que privilegia uma raça de filhos em detrimento de outras. E a gente ainda traz outra parte para finalizar essa questão do Velho Testamento. Lembrando que são itens pinçados, a gente vai encontrar vários nesse sentido. Tá no livro de Êxodo, também escrito por Moisés, capítulo 20, versículos 10 e 11, diz eh a lei mosaica, se o Senhor tomar uma segunda mulher para si, não poderá privar a primeira de alimento, de roupas, dos direitos conjugais. Se não lhe garantir essas três coisas, ela poderá ir embora sem precisar pagar nada. Vejamos. Então, nós tivemos um primeiro deus dos exércitos, um deus da guerra, depois um deus sectarista que separa os os povos, as raças. E agora aqui um Deus misógeno, um Deus que privilegia o sexo masculino em detrimento do feminino. Então e a mulher aqui é colocada em segundo plano, mas como uma espécie de objeto. E a gente vai ver que Jesus depois vem mudando essa figura, trazendo a mulher pra humanidade como um dos seres mais importantes, né? Então, é nesses três símbolos que a gente traz aqui, Deus da guerra, Deus sectarista e Deus misógeno, que nós temos a figura do nosso Saulo de Tarso. Ele de família abastada conseguiu estudar nas melhores escolas, a gente já viu isso no livro. Então, foi doutrinado nessa lei que é um dogma, uma verdade absoluta e grande parte do Velho Testamento, ante as inovações da ciência vê caindo por terra. Então, essa parte eh na época era tida por Saulo de Tarso como de fato verdade absoluta, imutável, inquestionável. E ai daquele que perturbasse a garantia dessa lei, que ousasse falar contra ela. Haja visto que já havia acontecido com Cristo. E Jesus diz: "Eu não vim destruir a lei, vim dar cumprimento à lei, dar sentido àquela lei". Então Jesus traz essa nova orientação embasado nesse Deus da guerra, nesse deus sectarista. nesse Deus misógeno que existia e era orientação dos fariseus, dos doutores da lei, daqueles que ensinavam. Jesus vai tratar disso no Evangelho de Mateus, no

sse Deus da guerra, nesse deus sectarista. nesse Deus misógeno que existia e era orientação dos fariseus, dos doutores da lei, daqueles que ensinavam. Jesus vai tratar disso no Evangelho de Mateus, no capítulo 5, versículos 43 e 44, quando ele diz: "Ouvistes o que foi dito". Então, o Velho Testamento trazia escrito de fato que devia amar o próximo. Todavia, era ensinado então baseado naquele texto que a gente leu de Saul, por exemplo, de Samuel, do rei Saul, que ao inimigo nós devimos odiar. Então Jesus diz: "Olha, ouvistes o que foi dito? Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo". Mas aí imediatamente Cristo corrige esse ensinamento, ou seja, ele vem dar sentido à lei. Ele não vem, ele não, ele não veio destruir a lei, veio dar sentido. E aí ele corrige, ele vai dizer: "Eu vos digo, porém, bem os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem." Então, o Cristo vai trazer uma nova, uma nova noção de Deus, um Deus bom, justo e amoroso. Então, ante ao adversário, ao inimigo, eu devo orar por ele ao invés de destruí-lo. É isso que Jesus diz. Se nós imperfeitos não ordenaríamos que um filho matasse o outro, imagina Deus que é perfeição, que é amor, que é bondade, que é justiça. E é é essa situação que vai gerar o que nós veremos no capítulo oito de hoje, porque Paulo é ensinado naquela vertente do Velho Testamento. Iel. Agora Estevão, a partir da dor, ele conhece os escritos de Levi e de Mateus. E ele vê essa nova orientação, que é a segunda revelação, como algo que faz sentido, algo, eu diria, eh, que beira a fé raciocinada que temos hoje. E esse choque de interpretações, de sentimentos, é que gerará algo que nós estudaremos hoje para uma melhor compreensão. E aí nós não podemos de cara aqui julgar Saulo de Tarso, porque se estivéssemos na posição dele, o que faríamos? Talvez faríamos pior ainda, né? E Saulo, depois disso, nós veremos quando deixa de ser o grande, então hebraico, Saulo, o grande e passa a ser Paulo, o pequeno, nós vamos ver que ele

, o que faríamos? Talvez faríamos pior ainda, né? E Saulo, depois disso, nós veremos quando deixa de ser o grande, então hebraico, Saulo, o grande e passa a ser Paulo, o pequeno, nós vamos ver que ele muda completamente a rota. para a qual a alma dele havia sido preparada no plano espiritual. E por isso, eh, esse aviso que nós fazemos aqui no início, para não ficarmos chocado com as atitudes daquele que passará depois, aos séculos, como sendo a pessoa que disseminou o evangelho pela Ásia Menor, aquele que é responsável junto com Jesiel, com Estevan, por estarmos aqui hoje tranquilamente falando do Cristo, porque naquele período isso não era possível. E a gente traz ainda para um melhor compreensão antes de adentrar ao tema, e é importante fazer isso, a terceira revelação. O que vai nos dizer Kardec a respeito desses atributos da divindade? Nós fomos buscar lá na Gênese, no capítulo 2, no item 19. Kardec, nesse item, e a Gênese é perfeita, porque é como um a cereja do bolo fecha o Pentateuco de forma brilhante. Kardec vai falar dos atributos da divindade. Ele vai dizer: "Deus é, pois, a inteligência suprema e soberana, é único, eterno, imutável, imaterial." E aí nós grifamos soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições. E não pode ser diverso disso. E Kardec ainda no texto à frente vai trazer um critério infalível para nós avaliarmos se o que nós estamos vendo, estudando, ouvindo, se está ou não com a verdade. Então, o critério infalível, ele vai dizer toda, todo princípio, todo dogma, toda crença, toda prática que estiver em contradição com um só que seja desses atributos que nós lemos acima, que tenda não tanto a anulá-lo, mas simplesmente a diminuí-lo, não pode estar com toda a verdade. Então, se eu vou analisar uma teoria, um princípio, um dogma, uma crença e eu vejo que tem um texto ali que diminui um dos atributos de Deus, por exemplo, a justiça e a bondade, essa teoria, esse princípio, esse dogma, essa crença não pode estar com toda a verdade. Aqui nós temos a fé

e tem um texto ali que diminui um dos atributos de Deus, por exemplo, a justiça e a bondade, essa teoria, esse princípio, esse dogma, essa crença não pode estar com toda a verdade. Aqui nós temos a fé raciocinada. Nós acreditamos porque isso é racional, porque eu entendo, eu compreendo, é passível de entendimento, não porque é obrigatório, não porque eu vou ser punido, não porque existe um Deus da guerra. E Kardec ainda lá no item, no na questão 16 do livro dos espíritos, quando ele tá tratando da teoria do panteísmo, aquela que se nós fomos tirado eh uma porção de Deus, somos aqui um pedacinho de Deus, né? os espíritos vão dizer que não. Aí Kardec no comentário dessa questão, ele diz muito bem, tocando nesse ponto aqui da Gênesis, ele diz assim: "Eh, nós, eh, não sabemos tudo que ele é se referindo a Deus, mas pelo que já estudamos, sabemos o que ele não pode deixar de ser." Ou seja, Deus não pode deixar deixar de ser justo e bom. Um Deus justo e bom, eh, não pode ser um Deus da guerra, não pode ser um deus sectarista que separa seus filhos, não pode ser um deus misógeno. OK? Então, feito essa contextualização, nós vamos entender como foi forjado o espírito de Paulo naquela encarnação entre humanos. A gente sabe que tem uma programação espiritual, mas ali na Terra como ele foi forjado? O que que ele aprendeu como verdade? E a gente vai ter do outro lado Jesiel Estevão, que pelo sofrimento conhece a bondade do Cristo e a bondade de Deus. E esse choque de entendimento, como a gente disse, é o que nos vai levar ao estudo de hoje. Então, a gente continua pedindo a Deus proteção, a espiritualidade amiga, Jesus que nos intuia, intua eh no estudo dessa noite. Passemos ao estudo. O capítulo oitavo, então, eh, a gente vai encontrar a figura de Saulo e Abigail. Emanuel vai nos narrar, eh, relembrando o capítulo anterior, as perseguições, fazer o mal cansa. Então, Saulo estava cansado. E onde ele buscava refúgio, onde ele buscava abrigo, onde o coração de Saulo encontrava consolo, era com a

mbrando o capítulo anterior, as perseguições, fazer o mal cansa. Então, Saulo estava cansado. E onde ele buscava refúgio, onde ele buscava abrigo, onde o coração de Saulo encontrava consolo, era com a noiva Abigaí. Em sua fé sincera baseada na lei mosaica, Saulo entendia o mundo como um campo de batalha para defender a lei. Eu tá dizendo isso. Aquilo que nós chegamos a essa conclusão. Defende a lei com todo vigor. O mundo para ele era um campo de batalha. O povo judeu acima de tudo. Abigail, sua noiva, era o ponto de consolação. Se as lutas em Jerusalém lhe consumiam as forças, era Abigaí quem lhe sustentava. Então isso que a gente disse, né? Na última semana, as perseguições, cansado. Para onde ele vai? Estrada de Jope, casa de Zacarias e Rute, aqueles que abrigaram Abigaí como filha do coração. Quando sentia-se perturbado pelos próprios sentimentos energéticos e impossíveis, ela corrigia-lhe o espírito, aparava as arestas no seu caráter violento e rude. a bondade, né? A a mansuetude eh de Abigail em visita na casa de Zacarias junto de Abigail e Saulo. Eh, ele, Saulo, narra com entusiasmo seus últimos sucessos. Então ele tá ali ante o casal e a noiva. Ele vai falar das últimas perseguições, o que ele fez em defesa da lei, quem estava preso sobre o julgamento. Lembrando que o julgamento inquisitivo em que você tem ali a figura de Saulo, que ao mesmo tempo é acusador, ao mesmo tempo contribui no julgamento e ao mesmo tempo vai executar uma sentença. Então, um processo totalmente inquisitivo em que as provas não são questionadas, em que a palavra da vítima não é levada em consideração. sobre o teor da conversa que estava ali entre Zacarias e Saulo. Diz Emanuel esclareceu o assunto a seu modo, retratando o pregador do caminho como um homem inteligente e, por isso mesmo, perigoso, em virtude das ideias revolucionárias que o verbo fluente propagava. Então, Emmanuel vai trazer essa informação dessa conversa. Eh, o que eh Saulo entendia e levava a eles sobre a figura do pregador do caminho de Estevão?

revolucionárias que o verbo fluente propagava. Então, Emmanuel vai trazer essa informação dessa conversa. Eh, o que eh Saulo entendia e levava a eles sobre a figura do pregador do caminho de Estevão? Emanuel traz as impressões da cena. Abigail e Rut escutavam silenciosas. enquanto os dois mantinham a palestra animada. E aqui é o costume da época, né? Então, as mulheres elas não eh entravam diretamente nos assuntos em que os homens tratavam. Isso culturalmente a gente viu. Por quê? Porque o próprio Velho Testamento trazia essa distinção do poder da mulher poder opinar ou não na fala masculina. Mas eh Abigail sempre atenta, ela vai ao finalzinho da conversa fazer um pedido para Saulo. Segue Emanuel sobre o pedido de Abigail. Mas não haveria um meio de modificar ao menos a pena arbitrada? Então, já trazia em si um sentimento de justiça, lembra da época do pai, né, que foi morto ah pelos romanos. E aí eh faz esse pedido para Saulo. Saulo fica, eh, nervoso com essa interferência e diz o seguinte e ele contraargumenta, né? Já libertei três deles, porque a gente viu no capítulo anterior, ele já, a pedido de Gamaliel, ele já libertou Pedro, eh, Felipe e João. Ainda segue o moço de Tarson. Estevão me insultou. Como é que eu vou liberar ele? Como é que eu vou, né, modificar ao menos a pena? Então, por que que eu vou deixar de apedrejar ele se ele me insultou? O orgulho doutor da lei está ferido. E ainda argumentava que ele zelava pelo patrimônio mais estimável, que era a lei mosaica, era o Velho Testamento. A gente entendendo que foi isso, como a gente viu no início, que Paulo aprendeu como verdade absoluta, o futuro da carreira, ele explanava que aquele apedrejamento, aquele evento o colocaria à frente do povo de Israel. Todos aclamariam seu nome. Paulo seria tido como o verdadeiro protetor da lei mosaica, seria recompensado por Jerusalém. E Emanuel eh vai nos falar que, como de costume, né, eh no fim da tarde os dois se encontram no jardim e ele vai dizer que a noite estava lá, a lua estava

ei mosaica, seria recompensado por Jerusalém. E Emanuel eh vai nos falar que, como de costume, né, eh no fim da tarde os dois se encontram no jardim e ele vai dizer que a noite estava lá, a lua estava brilhando, as estrelas, eh as flores tinham uma cor pálida, um ambiente muito bonito, um jardim. E Saulo vai nesse momento fazer uma explanação a Abigail sobre as pretensões que ele tinha a médio e curto prazo. Vai falar do amor que se sente por Abigail, dos planos que tinha para com ela, né, dessa vivência do casal. Ah, e ele vai finalizar essa conversa fazendo um convite para que ela compareça em Jerusalém e e presencie o apedrejamento eh de Estevão. Vejamos em que sentido foi suas juras de amor. E ele tinha previsão já de substituir Gamaliel no cargo. Então, seria rabino em Jerusalém, o doutor da lei, né? seria o professor dos professores, a vitória de Jerusalém sobre outras nações e reconhecimento de Saulo como líder e protetor, nós já adiantamos. Então, é disso que ele trata, do futuro que os guarda e ela seria a esposa perfeita para aquele Saulo, que seria tido como um herói eh ante os pares, né? E ele vai dizer: "Olha para Abigaí que em seis dias ele ia, ela ia para Jerusalém fazer um passeio recreativo em Jericó e Jerusalém com a finalidade de conhecer a paisagem, os amigos e parentes." Então Saulo faria ali uma apresentação da noiva e ele vai finalizar essa conversa com o convite. A a primeira vista e Abigail recusa, dada a situação do apedrejamento, algo muito violento para ela, que já tinha acompanhado a morte do pai. Mas Saulo insiste e diz que seria importante porque vários amigos dele estariam na cerimônia e que seria oportunidade de todos conhecê-los. E Emanuel vai dizer que Abigaí aceita o convite pensando até em usar essa influência dos amigos de Paulo, dos religiosos, dos políticos, ã, para encontrar o irmão Jesiel. Então ela, mas ela faz uma ressalva. A ressalva seria de que ela não acompanharia toda a cerimônia de apedrejamento, mas que chegaria no finalzinho.

s, dos políticos, ã, para encontrar o irmão Jesiel. Então ela, mas ela faz uma ressalva. A ressalva seria de que ela não acompanharia toda a cerimônia de apedrejamento, mas que chegaria no finalzinho. Então, Abigail cede ao convite com ressalva. A ressalva é essa, chegar um pouco depois. E ela faz, ela cede a esse convite pensando que ali poderia ter algo de produtivo nas na busca que ela faria ao irmão. Então, a gente vai ver que eh na casa de Dalila em Jerusalém, a gente nomeou essa parte do livro assim. Abigail vai narrar Emanuel, ela encanta a todos. Então, eh, muitos dotes, uma pessoa voltada aos ensinos mosaicos em todo, vai dizer Emanuel, em todos os assuntos que era chamada, ela se posicionava de forma muito coerente, sempre atenta aos ditames do Velho Testamento, como uma mulher obediente às leis. Ao amanhecer, Saulo se despede falando sobre as diligências do novo dia. Então, ele vai dizer o que que eles farão no novo dia, eh, o que vai acontecer. Só muito isso. E Saulo eh é questionado por Dalila, porque ele então naquele momento é que ele fala para Dalila: "Olha, você vai lá na cerimônia e vai levar Abigail quando tiver no finalzinho do apedrejamento". da Dalila questiona, porque não era permitido mulheres frequentar determinadas salas do templo. Eh, Saulo vai responder a Dalila de forma peremptória que ele, Saulo, eh, é que comandava aquela cerimônia, que o apedrejamento não aconteceria em nenhuma sala sagrada. mas que isso iria acontecer no átrio, numa parte, em outra parte do templo, que era permitida a presença de mulheres, onde faziam-se os holocaustos e que ninguém iria questionar porque era Saulo que era o organizador da cerimônia. E naquele momento, então, Abigaí faz uma última petição, último pedido para Saulo. Vai dizer, eh, Abigaí, não deixes de oferecer ao condenado uma derradeira oportunidade para salvar-se da morte. pergunta-lhe mais uma vez se insiste em insultar a lei. E na Emanuel que Saulo eh naquele momento sente-se sensibilizado entendendo eh que a noiva é muito

radeira oportunidade para salvar-se da morte. pergunta-lhe mais uma vez se insiste em insultar a lei. E na Emanuel que Saulo eh naquele momento sente-se sensibilizado entendendo eh que a noiva é muito sentimental e promete a ela que irá novamente perguntar se Estevan ainda insiste em insultar a lei antes do seu apedrejamento no templo. Depois do meio-dia, a gente nomeou essa parte do texto, assim, então, eh, Emanuel vai dizer que existia grande movimento, proibição de aproximação dos adeptos do caminho. Eh, Saulo organizara aquele evento para ele. Então ele não queria que nada atrapalhasse, porque algum adepto do algum adepto ali eh das pessoas da igreja do caminho poderia tumultuar o evento e ele não queria que nada saísse errado. Então foi proibido, uma guarda foi montada no local. E sobre a chegada de Estevão, disse Emanuel, apresentava-se desfigurado, embora o semblante não traísse a peculiar serenidade. O passo tardio, o cansaço extremo, as equimoses das mãos e dos pés patenteavam os pesados tormentos físicos que lhe eram infligidos à sombra do calaboço. A barba crescida alterava-lhe o aspecto fisionômico. Todavia, os olhos tinham a mesma fulgura, de cristalina bondade. A gente chama atenção para isso porque Emanuel vai sempre falar que apesar dos pesares, Estevão se mantinha numa serenidade absoluta, resignado, resiliente, nós vamos ver. E aí esse essa parte a gente nomeou como frente à frente. Então Saulo faz questão de ficar frente à frente vendo ali Estevão em estado deplorável. Saulo de Tarso o encarou satisfeito. Então ali ele previa a sua vitória, né, sobre aquele que havia atingido o seu ego, atingido o seu orgulho. Leitura do libo. O libelo nada mais é que um resumo da peça acusatória, >> um resumo eh da da do que havia acontecido no processo até a sentença. Então, feita essa leitura, ele recorda-se do pedido de Abigail. E aí Saulo eh pergunta a Estevão, estarias disposto agora então naquela situação deplorável que ele estava a jurar contra o carpinteiro Nazareno?

ita essa leitura, ele recorda-se do pedido de Abigail. E aí Saulo eh pergunta a Estevão, estarias disposto agora então naquela situação deplorável que ele estava a jurar contra o carpinteiro Nazareno? E Estevão, né, como o aralto do Cristo, como o mensageiro de Jesus, diz: "Não insulteis o Salvador com" e fez isso com desassombro. Ou seja, de forma sem medo. Ele estava ali como aralto do Cristo, como um mensageiro do mais alto. Morrer por Jesus, disse Estevão, significa uma glória. E qual foi a reação de Saulo? Basta, apedrejemo-lo quanto antes, morte ao imundo. E aí a gente vai ter o primeiro mártir do cristianismo, sentimento de vergonha. Emanuel vai dizer que com essa ordem cria-se um burburim. Os judeus ficam nervosos. os representantes das sinagogas que estavam ali. Então eles começam a cuspir em Estevão, a puxar a roupa dele, muito embora ainda não havia a ordem eh direta para o apedrejamento, mas ele já sofre agressões, a sua roupa é rasgada, por isso sentimento de vergonha, porque ele fica praticamente nu. E aí ele recorda-se das palavras de Simão Pedro quando narra o que aconteceu com Jesus. diante de de Herodes Antípates, em que o Cristo foi humilhado, em que ficou também seminu, em que uma coroa de espinho foi colocada sobre ele. E aí vem um pensamento humilde de Estevão, qual que era a sua figura em relação ao Cristo? E ele faz uma reflexão interna e pensa: "Se o Cristo, que era o mensageiro de Deus, se o Cristo, que era o Messias prometido, se submeteu a isso de forma serena, tranquila, por que eu não posso fazer do mesmo jeito? Eu, por que que eu, eh, para seguir os seus passos não devo fazer tratar o inimigo como amigo, orar pelo inimigo? E aí multiplicaram-se propérios no turbilhão de gritos e ameaças revoltantes. Imaginem a cena. E Estevão vai buscar as promessas do Cristo no evangelho em que Jesus disse, né, no Evangelho de Mateus, que se se quiser participar do reino de Deus, que negue-se a si mesmo, que siga os mesmos passos do Cristo pegando a sua cruz.

as do Cristo no evangelho em que Jesus disse, né, no Evangelho de Mateus, que se se quiser participar do reino de Deus, que negue-se a si mesmo, que siga os mesmos passos do Cristo pegando a sua cruz. Essa era as promessas do Cristo. Saulo, dirigindo-se aos guardas, disse: "Algemai-o novamente, tudo está consumado. Sigamos para o átrio, que era o local onde iria acontecer o apedrejamento. Próximo ao altar do dos holocaustos, correntes judaicas ali presentes, é empenhor e prestígio à lei de Moisés. Então, arranam essa situação, representantes das diversas sinagogas, a o faraísmo estava ali presente, empenhou a essa lei. E Estevão mesmo a amarrado ao tronco mostra-se resiliente, sereno, imperturbável. vai dizer, mano, que Saulo de Tarso fica impaciente e isso gera, vamos dizer assim, uma pulga atrás da orelha de Saulo, já de onde aquele homem tirava aquela tranquilidade. É um homem médio daquela época que estivesse sofrendo a mesma sentença, prestes à morte, teria outro comportamento, gritaria, pediria clemência. Todavia, Estevão mantinha-se sereno e imperturbável. Os executores eram os representantes das diversas sinagogas da cidade. Nós já falamos sobre isso. E eles aguardavam uma ordem. A ordem de quem? de Saulo. Então, aquele que acusa, junta as provas, julga e agora e determina a execução. Saulo de Tarso, apesar daquele sentimento de não entender de onde vinha a força de Estevão, apreciava a vibração popular, satisfeito e confortado. No íntimo, ficara impressionado com a tranquilidade de Estevan. Nós já adiantamos isso, né? Algo estava diferente ali da onde ele ele tirava tamanha tranquilidade. O moço de Corinto guardava impressionante característica de paz. E aí, nesse nesse momento a gente entende uma resiliência e resignação de Estevão ante essas dificuldades. Ele relembra lá do Antigo Testamento, dos seus ensinos primários, da lei do Salmo 23. Então, o Senhor é o meu pastor e nada me faltará. O coração, vai dizer Emanuel, dele Estevão, batia descompassadamente,

elembra lá do Antigo Testamento, dos seus ensinos primários, da lei do Salmo 23. Então, o Senhor é o meu pastor e nada me faltará. O coração, vai dizer Emanuel, dele Estevão, batia descompassadamente, o corpo machucado no tormento, mas o espírito estava tranquilo e esperançoso. E qual foi o resultado desse apedrejamento? O peito descoberto era uma chakra sangrenta. O tórax estava coberto de feridas profundas, as as costelas fraturadas. Emanuel explica que os algozes, aqueles que que atiravam as pedras, eh, conversavam entre eles para que a as pedradas fossem na parte do tórax, nas pernas, eh, e não atingisse a cabeça para que aquilo não acabasse logo, para que fosse mais doloroso. E aí nós temos o plano espiritual agindo. Dedicados amigos do plano espiritual rodeavam o mártir nos seus minutos supremos. Ninguém está abandonado. O mártir do caminho sentia-se amparado por forças poderosas e intangíveis. E isso que Saulo ainda não entendia, né? de onde ele aria a força mesmo ali já apedrejado, lesionado. E uma uma cena belíssima, Emmanuel vai narrar que Jesus vem, né, dos céus para acalentar, para ajudar o primeiro mártir do cristianismo. Então, Jesus faz questão de descer a terra. Eh, Emuel vai dizer que Estevão viu abrir um caminho de luz, reconheceu que alguém que alguém se aproximava abrindo-lhe os braços generosos. Pelas descrições que ouviram de de Pedro, que Estevão ouvira de Pedro, percebeu que contemplava o próprio mestre. Estevão então exclamou em voz alta algo ali numa espécie de êxtase que só ele via, o Cristo com a legião de bons espíritos a auxiliá-lo. E então Estevão vai dizer, exclamar: "Eis que vejo os céus abertos e o Cristo ressuscitado na grandeza de Deus". E aí nós temos a chegada de Abigaí. Vai narrar que Dalila chega ali no final e deixa Abigail. E a gente tem o início de uma revelação que é importantíssima aqui pro estudo, pra sequência do estudo. Que homem era aquele atado ao tronco do suplício? Questiona de si para com si ah Abigail, uma reflexão íntima.

o início de uma revelação que é importantíssima aqui pro estudo, pra sequência do estudo. Que homem era aquele atado ao tronco do suplício? Questiona de si para com si ah Abigail, uma reflexão íntima. A jovem mal pôde conter um grito de espanto. Aquele rosto pálido seria seu irmão? tinha ímpetos de atirar-se à frente dos algozes, esclarecer a situação, saber a identidade daquele homem. E a gente nomeou essa parte como um extremo momento, então que Jesus vai olhar para Saulo de Tarso de forma melancólica. É certo que Paulo fora e instruído no plano espiritual, mas por motivos aqui da matéria de entendimento, tomara até aquele momento um rumo diferente para aquilo que a sua alma eh encarnada devia praticar. Vendo que Jesus contemplava melancolicamente a figura do doutor de Tarso, diz o pregador do caminho. Então, Estevão vai fazer um pedido para Jesus, relembrando de Jesus na cruz quando pede para Deus perdoar os algozes porque eles não sabiam o que faziam. Estevão, de modo semelhante diz a Jesus: "Senhor, não lhe imputes este pecado." Tá ali perdoando o algóz. Voltou os olhos para fixá-los no verdugo e viu. Então, nesse momento em que ele fala com Jesus, ele volta para olhar para Saulo, paraa expressão de Saulo. E quem ele vê ao lado de Saulo, a figura da irmã. quis falar, mas a garganta já não timbrava, não conseguiu. Só que ele fita ela olho no olho, encara Abigail. Sentiu que o mestre de Nazaré acariciava-lhe à fronte. Jesus estava ali auxiliando no extremo momento. Recebendo-lhe o olhar fulante e límpido, Abigail não pôde dissimular angustiosa surpresa. Então, ela se surpreende com o olhar. Ela já tinha dúvida se aquele era o irmão. E ali, olho no olho, a surpresa. Ela diz para Saulo: "Saulo, Saulo, é meu irmão", exclamou aterrada. "Que dizes? gaguejou baixinho o doutor de Tarso, arregalando os olhos. Não, não pode ser. Enlouqueceste? Diz Saulo para Abigail. Não, não é ele, é ele repetia tomada de extrema palidez. É Jesiel, insistia Abigaí, assombrada. Querido, concede-me um minuto. Deixa-me

olhos. Não, não pode ser. Enlouqueceste? Diz Saulo para Abigail. Não, não é ele, é ele repetia tomada de extrema palidez. É Jesiel, insistia Abigaí, assombrada. Querido, concede-me um minuto. Deixa-me falar ao moribundo apenas um minuto. E aí Saulo numa reflexão pensa que talvez aquele não fosse o irmão, ela estivesse enganada, porque o pai já tinha sido morto em circunstâncias parecidas. Eh, poderia ser o engano. O irmão chamava-se Jesiel, aquele era Estevão. E para não ficar nada muito sombrio, ele iria conceder esse pedido. Mas diz para ela falar baixinho, né? Reclama com Abigaí para que ela não demonstrasse ali nenhum sentimento. Mesmo antes, isso antes de dizer, né? Ele ainda contrafeito que era impossível, que Estevão não era Jesiel. Na derradeira agonia. Ele vai dizer, Emanuel, que Saulo determina aos guardas eh que levem Estevão para uma sala isolada. E um ainda questiona a Saulo que ele ainda está vivo. Saulo, né, em réplica diz: "Não, mas eu vou levar ele lá que talvez no último suspiro ele ainda resolva eh eh falar contra o Cristo Nazareno. E aí eles vão para uma sala e ficam fechados nessa sala. Eh, Saulo, eh, Estevão e Abigail. Estevão nessa sala em que estavam os três, murmurou: Abigail. E aí a o mundo de Saulo acaba. Emanuel vai trazer as impressões dele, que significava tudo aquilo, ele pensando consigo mesmo, que mecanismo do destino engrendar a semelhante situação, engendrar a semelhante situação, que ele havia de amargurar toda a vida. E agora nós vamos ter a importância da fé raciocinada diferente da fé dogmática. dirá Kardec que a fé dogmática é aquela que mais vai gerar ateus, porque às vezes ante a dificuldade e a vicissitude da vida, não entendendo o porquê das aflições, se se são causas anteriores ou causa ou causas atuais das existências, o ser eh passa a não acreditar em Deus. E Saulo chega a questionar onde estava Deus naquele momento? Porque Deus permitira que aquilo acontecesse com ele e com Saulo. E aí Saulo passa a acompanhar a conversação de Abigail e Estevão.

m Deus. E Saulo chega a questionar onde estava Deus naquele momento? Porque Deus permitira que aquilo acontecesse com ele e com Saulo. E aí Saulo passa a acompanhar a conversação de Abigail e Estevão. Eh, ainda nos últimos instantes, Estevão se preocupa com o futuro da irmã, com quem que ela vai ficar. Tá vendo ela aí? não tava entendendo. E ela apresenta Saulo como noivo. Antes, eh, Abigaí pergunta: "Por que que fez Estevão estar naquela situação?" E ele vai dizer que é o Cristo, né? Que ele segue o Cristo. Ela vai falar: "Mas como o Cristo permitiu que você caísse assim?" E ele diz: "Não, o Cristo me ensinou a amar o meu algós e que no futuro Abigaí iria entender." E Estevão vai dizer para para Abigail e para Saulo: "Deus os abençoe. Não tenho no teu noivo um inimigo, tenho um irmão". Então, mesmo nesse momento, né, em que ele tinha tudo para ficar muito nervoso, para brigar com Saulo, para maltratar Saulo, ele amava Saulo. Por quê? Porque ele seguia as pegadas do Cristo. Aí está a grande diferença, né? Ouvindo as últimas frases, o Dr. Tarso fizera-se lívido, não acreditava. Ele queria, como a gente disse, adiantou ser odiado, mas pelo contrário, o seu algós o amava. Porém, aí vinha um sentimento. Ele trabalhava intimamente para não sever com a cena dolorosa, o orgulho, o egoísmo, né? não queria perder tudo aquilo. Então, ele tinha que se mostrar forte ante aquela cena e pensava consigo, ele iria abominar aquele Cristo. Amava Abigaí, ao mesmo tempo, pensamentos contraditórios. Amava Abigaí pelos laços da alma. Mas se desposasse Abigail jamais seriam felizes, pensa Saul. Levou as mãos ao peito, dominado por angustioso desdalento. Empranto, Abigail acompanhava a agonia dolorosa do irmão. Com muito cuidado, a jovem sustinha a fronte do murimbundo depois de haver sentado para aconchegá-lo carinhosamente. Jesiel, não te vz. fica conosco, nunca mais nos separemos. Vai narrar Emanuel que ela disse essa frase. Ele quase a expirar se cva, então falava baixinho ali o as últimas palavras que ele conseguia

e. Jesiel, não te vz. fica conosco, nunca mais nos separemos. Vai narrar Emanuel que ela disse essa frase. Ele quase a expirar se cva, então falava baixinho ali o as últimas palavras que ele conseguia falar, né? A morte, disse Jesiel a Abigail, não separam os que se amam. Abigail murmurava ainda como num sopro: "Vou-me em paz, quisera te ouvir na prece dos aflitos e agonizantes." E aqui lá no livro, para quem ainda não leu, eu convido que lá no capítulo oitavo, nessa parte, leia, ela vai, né, e fazer uma prece que é maravilhosa, eh, sobre os aflitos e agorizantes. que vale a pena dar uma conferida. Abigail e vai dizer, né? Então, eh, e eles percebem que Emanuel vai dizer que Saulo percebe que existe ali uma espécie e de esbranquiçamento da face, tipo neve eh de Estevão, né? Ele já não respira. Então ele entende ali que já há desencarnação. E aí Saulo diz para Abigaí: "Tudo está consumado e tudo terminou também entre nós." Abigail retruca: "Tudo terminado entre nós, porque o sofrimento não deveria escoraçar o amor sincero, ou seja, o sente o o sofrimento não devia acabar com o amor deles que era sincero. Saulo, Saulo segue Abigail. Não te envergonhes perante meu coração. Jesiel morreu estimando-te. E aí Abigaí vai fazer uma promessa para Saulo. A ninguém direi que Estevão era meu irmão, nem mesmo a Zacarias. Vai narrar Emanuel que eh nesse momento ali do da morte, da conversação entre eles, chega Gamaliel. Gamaliel tem pedido para Saulo. Eh, os pregadores do caminho pediram os despojos, os restos mortais, o resto mortal eh de Estevão, para que eles fizessem uma cerimônia digna. Eh, Saulo, com muita dificuldade, a pedido de Gamaliel, acaba cedendo e libera eh o corpo de Estevão para os pregadores do caminho, ao passo que Abigaí é encaminhada para a casa de Dalila, a irmã de Saulo, e lá ela entra num estado febril. A casa de Dalila, pobrezinha, foi acometida de febre alta. Ao cair da noite, Saulo regressara ao lar da irmã, onde lhe comunicaram o estado da enferma. E ela não disse a

á ela entra num estado febril. A casa de Dalila, pobrezinha, foi acometida de febre alta. Ao cair da noite, Saulo regressara ao lar da irmã, onde lhe comunicaram o estado da enferma. E ela não disse a ninguém, né, que Estevão era seu irmão, cumprindo aquilo que prometera salvo. Em lágrimas, a jovem de Corinto pediu que a reconduzissem à casa de Zacarias, na casa de Rute e Zacarias. Então, naquela mesma noite, Saulo toma as providências e e leva Abigail conforme o pedido dela. Vai narrar Emanuel. Rute recebeu a jovem nos braços, emocionada e aflita. Ela e o marido recordaram então que somente com a morte do pai Abigail tivera febre tão alta, acompanhada de de abatimento tão profundo. Deho carregado, Saulo as os ouvia, esforçando-se por dissimular a emoção. E enquanto os amigos da jovem procuravam assisti-la carinhosamente, o futuro rabino, sucumbindo num vulcão de ideias antagônicas, dirigia-se para Jerusalém. Então ele se afasta e deixa a Bigail ali naquela propriedade da zona rural da estrada de jogo. Pra gente fechar um raciocínio e fazer um breve comentário a respeito desse capítulo, a gente foi buscar lá no livro Bênção de Paz. É uma é um livro ditado pelo espírito em Emanuel, uma psicografia de de Chico. O a lição que a gente pensou um trecho dela é a lição 27. E também faz uma análise do capítulo 5 do Evangelho de Mateus, do item 44, onde Jesus disse e Mateus grafou: "Eu, porém vos digo, amai os vossos inimigos". Então, Emmanuel, analisando essa frase vai dizer: "Os inimigos, queiramos ou não, são filhos de Deus como nós e consequentemente nossos irmãos". Para quem Deus providenciará recursos e caminhos dentro da mesma bondade com que age em nosso favor. Não há um Deus que privilegia um povo em relação ao outro. O adversário é mais propriamente aquele que sul a nossa alma, a feição do lavrador que cava a terra, a fim de que produzamos na seara do bem. Então, aquele que a gente tem por adversário, o nosso vizinho difícil, às vezes o nosso colega de trabalho, aquele com quem a

ção do lavrador que cava a terra, a fim de que produzamos na seara do bem. Então, aquele que a gente tem por adversário, o nosso vizinho difícil, às vezes o nosso colega de trabalho, aquele com quem a gente às vezes teve um desentendimento, a gente tem que entender que ele é aquele que suca a nossa alma para que produzamos na seara do bem, como lavrador suca a terra, ara a terra para que ela produza mais. Então é nesse contato social, é como a pedra do Aurives, é nesse toque, é no atrito que sai dali a joia. Vê essa situação do estudo de hoje em que nós devemos olhar para aquele que a gente tem com adversário com outros olhos. Nós devemos olhar para essas pessoas como Estevão olhou para Saulo de Tars. Fico agradecido a todos por me ouvirem. Fico muito grato pela oportunidade de estudar com todos vocês quanto temos aprendido, né? Gratidão a todos que estão e dessa maneira, agradecendo a Deus, a espiritualidade, a Jesus, nós encerramos o estudo dessa noite. >> Obrigada, Leone. Obrigada aí pela atenção de todos. Eh, nós tivemos uma consideração aqui, Leone, que eu vou passar para você, tá? Eh, eh, que o Emivaldo fez. Emivaldo é um companheiro nosso, você conhece, ele também apresenta o seminário e ele colocou assim: "Considera importante problematizar a afirmação de que o Deus do Antigo Testamento pode ser reduzido a uma figura misógena, sectarista e de guerra. Essa leitura, embora comum em algumas críticas modernas, carece de uma análise mais ampla de cunho exegético e hermenêutico, ou seja, de uma forma crítica e interpretativa da história, né? O Antigo Testamento, ao ser lido isoladamente e sem considerar o contexto histórico, social e cultural de Israel, pode de fato transmitir impressões equivocadas. Contudo, a tradição bíblica precisa ser compreendida em sua totalidade, levando em conta a progressividade, deixa eu ler, deixa eu passar aqui a página, a progressividade da revelação, as práticas sociais da época e a forma como os textos dialogam com outras culturas do antigo Oriente próximo.

gressividade, deixa eu ler, deixa eu passar aqui a página, a progressividade da revelação, as práticas sociais da época e a forma como os textos dialogam com outras culturas do antigo Oriente próximo. Portanto, rotular o Deus do Antigo Testamento com categorias negativas modernas, sem uma análise crítica mais profunda, pode levar a generalizações injustas, mas está excelente a exposição. Aprendo muito e peço a espiritualidade, luz e discernimento na caminhada. Então, a palavra é sua. >> É a única observação assim, eh, em termos de de do assunto, tá? O resto é só te parabenizando aqui, tá bom? não é o o argumento dele, o que ele fala é verdade. A gente não pode tomar como um todo, né? O que a gente eh tentou trazer e explicar eh como que foi formado e como que era formado o entendimento da época, né? Né? Hoje a gente olhando daqui é outra questão, né? Mas e até hoje, aliás, ainda se mata em nome de Deus. E isso é inimaginável, né, num estado que a gente vive hoje da terceira revelação, mas na época ainda mais e por pequenas passagens do Velho Testamento, mas é preciso de fato analisá-lo como um todo, né? Agora, partes isoladas dele eram ensinadas, até porque o próprio Jesus disse no capítulo eh 5 de Mateus, a gente viu, né, o que era eh o no Velho Testamento dizia que você devia amar o inimigo e odiar eh você devia amar o próximo e odiar o inimigo. Então, o próprio Jesus já eh nos alertava quanto a esta questão. Eh, mas todas as revelações são importantes. E Jesus mesmo disse que não veio destruir a primeira revelação, mas veio dar sentido a ela, dar cumprimento a ela. Beleza? Espero que eu tenha eh sido mais claro com ele agora. >> Beleza. Eu vou passar a palavra, Emivaldo, mas antes eu também gostaria de fazer uma observação. Eh, essas essas adjetivações, né? eh, sectarista, Deus da Guerra, eh misógeno, elas são caracterizações feitas pela interpretação humana, né? E e a a o caráter das revelações ao longo do tempo também seguia um contexto histórico que nós precisamos nos aprofundar, porque

isógeno, elas são caracterizações feitas pela interpretação humana, né? E e a a o caráter das revelações ao longo do tempo também seguia um contexto histórico que nós precisamos nos aprofundar, porque hoje a gente pensa diferente, mas éramos nós mesmos lá atrás que pela ignorância ainda das leis, pelo primitivismo ainda da nossa inteligência, nós taxávamos esses deuses, esse Deus conforme a necessidade que a a gente tinha de conquista, de poder, porque os povos antigamente viviam em estado de guerra, eram extremamente belicosos e essas características ainda nos acompanham hoje em menor grau do que naquela época, mas até hoje é assim. Então, essa misogenia, esse sectarismo, essa grandiosidade do poderio orgulhoso do belicismo e tudo, eh, é, é uma característica da nossa condição daquela época. Hoje em dia, ainda pela interpretação errônea, quando se coloca que o Deus era misógeno, que o Deus era sectarista, que você trouxe até para contextualizar a nossa a a a época em que Saulo vivia, que eu achei, de certa forma eu achei adequado, mas o pensamento do Emivaldo é para que nós também tenhamos o nosso pensamento crítico, né? E não não não entendamos que essa adjetivação é para que a gente contextualize o nosso pensamento naquela época. E o Evangelho Rede Vivo, para quem gosta de estudar, que estuda também o Antigo Testamento, ele faz muito disso com a gente. Ele contextualiza inclusive as palavras, as parábolas de Jesus com os costumes da época, né? Hoje não é o Deus que é misógeno, sectarista ou belicoso. Quem era assim éramos nós. E determinadas condições que Deus nos deu pela condição do pensamento reto, né, do da já não era uma já não era mais uma consciência adormecida. a gente estava passando e acordando para uma determinada condição, o livre arbítrio já fazia parte da nossa vida. Então, nós é que escolhíamos adjetivar Deus assim para dizer que nós é que tínhamos a força outorgada por Deus, quando na realidade ele sempre foi o Deus de todos e nunca teve essas características. Mas a nossa condição

colhíamos adjetivar Deus assim para dizer que nós é que tínhamos a força outorgada por Deus, quando na realidade ele sempre foi o Deus de todos e nunca teve essas características. Mas a nossa condição primitiva da época que fazia, né, com que nós trouxéssemos essa divindade para o nosso particularismo. E hoje interpretações, né, que que fogem um pouco disso que ele falou, da exegese, que é a crítica e da da hermenêutica, que é a interpretação histórica dos fatos. As pessoas preferem adjetivar ainda guardando aquele conceito do homem encarnado da época e não do conceito de Deus, que sempre foi o mesmo, só não era entendido, né? E essas transformações da da revelação são exatamente as condições que nos levam, né, a a a ter esse pensamento crítico para que nós também não encorramos nessas falhas. Agora, a colocação da modernidade de imputar a Deus essas características é exatamente para situar a gente na forma como nós pensávamos naquela época. Essa é a minha forma de pensar. Se você tá com a palavra, Emivaldo, se quiser dizer alguma coisa. Bom, o Emivaldo, acho que já saiu, Nor, se você quer dizer alguma coisa. >> E concordo sim contigo, plenamente. Eu não tenho nada a acrescentar nas tuas palavras, é o meu pensamento também. >> Então vamos agora com a Cleidna, que é a nossa facilitadora da próxima semana, que ela vai apresentar o capítulo nono da primeira parte. Nós já estamos encerrando a primeira parte. Eh, nós temos agora o capítulo nono que ela vai falar de Abigail e que é um capítulo lindíssimo e no 10o que é o Fabiano, que vai falar da da do encontro de Saulo com Jesus às portas de Damasco, tá? Nós temos aí dois duas semanas aí de muitas emoções. Presencial online, >> oi? >> Presencial ou online? A próxima >> o da Cleina é presencial. >> Ah, >> tá. semana que vem no auditório e o do Fabiano será virtual, tá? >> Quero agradecer ao Eleone, né? Muito bom te ouvir, Ele aprendi muito hoje, né? E vou aí procurando me espelhar nos colegas que já apresentaram, que estamos

uditório e o do Fabiano será virtual, tá? >> Quero agradecer ao Eleone, né? Muito bom te ouvir, Ele aprendi muito hoje, né? E vou aí procurando me espelhar nos colegas que já apresentaram, que estamos todos eh muito felizes por estarmos estudando juntos, né? Sabendo que estamos aqui reunidos sem nenhum acaso, né? Estamos reunidos para esse estudo e que a gente siga unido. Então vamos agora mentalizar a figura do Mestre Jesus com seu amor infinito que nos envolve a todos neste momento de estudo, de elevação espiritual, de aprendizados infinitos. que possamos, mestre amado, fazer por merecer todo esse conhecimento que tem chegado até nós. Obrigada aos amigos espirituais que estão estudando conosco neste momento. Agradecemos todas as bênçãos recebidas durante esta semana, sabendo que estamos sendo conduzidos pelo amor maior. Que possamos, mestre amado, abrir o nosso coração, as nossas mentes, para que o aprendizado se transforme em ação. Agradecemos este momento de estudo. Agradecemos a companhia de cada um que esteve aqui presente hoje, encarnados e desencarnados. E te pedimos, Senhor, continue conosco hoje e sempre. Que assim seja, Senhor

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