CARMAS IMAGINÁRIOS - Pedro Paulo Záu [REFORMA ÍNTIMA NA PRÁTICA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/04/2026 (há 1 mês) 648 visualizações

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Transcrição

Estou aqui para agradecer [canto][música] de coração a paz [música][canto] dentro de mim que encontrei [música] na [canto] comunhão. Foi nessa casa que [canto] [música] aprendi toda a beleza [música] de viver, doando [canto] amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde a todos e a todas, queridos amigos aqui do salão Dr. Bezerra de Menezes, encarnados e desencarnados, a todos que nos acompanham também pelas redes sociais, pela Rádio TV Comunhão, muito boa tarde. E estamos aqui em mais uma palestra do nosso querido Pedro Paulo programa Reforma Íntima na Prática. Mas antes de passarmos a palavra pro Pedrinho, vamos ler uma mensagem do livro Senhor e Mestre, uma psicografia de Carlos Bacelli pelo espírito irmão José. Jamais te subestimes. Jamais te subestimes em teu valor. Foge de acomodar-te a condição vulgar da maioria que consigo não se importa. Não aceites sem lutar o que te pareça fatalidade. Ousa o passo seguinte e outro mais em direção ao cume do monte. Não consintas que os outros traçem limites para ti ou que te rotulem. Não acredites impossível o que sequer tentaste. Sobretudo, não te coloques a mercê das circunstâncias, esperando por prodígios que sem a tua efetiva participação não acontecerão. Então, com mais essa belíssima mensagem do nosso querido irmão José, vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, esse mestre querido, pedindo que, primeiramente agradecendo por podermos estar aqui, por podermos ouvir as suas palavras transmitidas pelo nosso querido Pedro Paulo, inspirado certamente pela equipe espiritual amiga, que já se encontra aqui desde cedo. preparando esse momento para todos nós, para que possamos assimilar os esclarecimentos à luz da psicologia espírita nesses momentos tão tormentosos da humanidade, dos problemas da mente, dos problemas do espírito. Senhor Jesus nos acompanha nesse momento e que possamos assimilar as lições que vão ser trazidas nesta tarde. Então, santo nome Jesus, em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da comunhão

acompanha nesse momento e que possamos assimilar as lições que vão ser trazidas nesta tarde. Então, santo nome Jesus, em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília, te pedimos permissão para iniciarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Então, passamos a palavra a Pedro Paulo. Hoje a palestra Carmas Imaginários. Eh, lembrando que quem quiser fazer pergunta pro Pedrinho, a gente responde aqui ao vivo também pela pelo YouTube que eu acompanho por aqui. E o celular dele é aquele ali, 98257833. Pedrinho, uma boa palestra. >> Boa tarde a todos. Todo mundo me escuta bem aí atrás? Muito bom. Queria começar agradecendo a Deus pela oportunidade de estarmos vivos, reencarnados. Será que a gente para-se para pensar o quanto é importante a nossa encarnação, a nossa vida? Quantas oportunidades a gente tá tendo, né? Às vezes a gente vai vivendo a vida no automático e talvez não pare para para agradecer isso. Até porque, segundo a doutrina espírita nos fala, quantas vezes a gente pedi uma segunda chance, quantas vezes a gente pediu uma terceira chance e às vezes nós estamos aqui na décima chance, até porque Deus é extremamente misericordioso, né? E o único desejo dele, eu acredito, é ver que a gente consiga ultrapassar os nossos limites, nossos defeitos, né, nossos desafios. Então, independentemente das graças ou dos das provações, das dores que a vida nos oferece, é sempre uma grande oportunidade. E eu tento todos os dias ser digno dessa oportunidade e agradeço muito a espiritualidade, a Deus por me permitir isso. Hoje esse tema veio na minha mente através de um evangelho no lar que eu fiz com a minha esposa. E lá a gente tá, eu fui intuído, eu sempre ouvi falar muito desse livro aqui, Mereça Ser Feliz. Muitas pessoas falam, ele é um considerado, vamos dizer assim, um bestseller na literatura espírita. Ele é do Vanderlei de Oliveira e da irmã do Fox, não sei se é esse o nome dela, do F. Do F.

Feliz. Muitas pessoas falam, ele é um considerado, vamos dizer assim, um bestseller na literatura espírita. Ele é do Vanderlei de Oliveira e da irmã do Fox, não sei se é esse o nome dela, do F. Do F. E ele faz falando principalmente sobre todos os desdobramentos do orgulho dentro da gente. E é bem interessante porque o texto vem vem trazendo a gente a uma realidade, né, a uma a uma reflexão cotidiana em relação aos nossos pensamentos, aos nossos sentimentos e fazendo com que a nossa consciência se amplie e a gente vá corrigindo rotas, né, para de repente percebendo algumas alguns erros, alguns equívocos que a gente vai cometendo na vida. E aí eu extraí desse livro o o capítulo 9, que fala sobre os karmas imaginários. E é bem interessante porque no texto, já eu vou trazer o texto na íntegra pra gente refletir, mas quando a gente fala muito de karma, né, de de resgate, de débitos que a gente tem de uma vida para outra, às vezes eh há há uma super valorização disso ou às vezes uma eh um equívoco em relação de como que funciona esse processo de lei de causa e efeito nas nossas vidas, né? Eh, às vezes num extremo a gente achando que a gente não tem débito nenhum, a gente não fez nada de errado e vivendo a vida sem nenhuma sem nenhum tipo de autorresponsabilidade ou às vezes se cobrando muito, achando que a gente é devedor, pecador eterno e tem que sofrer no fogo do eterno o tempo todo. E não é isso. A gente sempre tem que trazer o meio termo. Vamos ver aqui o que que o que a irmãs fala pra gente aqui nesse capítulo. Pera aí, deixa eu só tirar aqui a apresentação aqui. É o capítulo 9 e ele inicia com um um texto do livro dos espíritos da questão 1000. Kardec faz a seguinte pergunta pros espíritos: "Já desde esta vida poderemos ir resgatando as nossas faltas?" Os espíritos diz: "Sim, reparando-as". Mas não creais que as resgateis mediante algumas privações pores pueriz ou distribuindo em esmola o que possuídes depois que morrerdes, quando de nada mais precisais. Deus não dá valor a um arrependimento

não creais que as resgateis mediante algumas privações pores pueriz ou distribuindo em esmola o que possuídes depois que morrerdes, quando de nada mais precisais. Deus não dá valor a um arrependimento estéril, sempre fácil, e que apenas custa o esforço de bater no peito. A perda de um dedo mínimo, quando se esteja prestando um serviço, apaga mais faltas do que o suplício da carne suportado durante anos com objetivo exclusivamente pessoal. Só por meio do bem se repara o mal. E a reparação nenhum mérito apresenta se não atinge um homem nem no seu orgulho, nem nos seus interesses materiais. Então aqui os espíritos já começa a dar uma dica pra gente eh de como a gente repara algum mal que a gente tenha feito, né? Eh, primeiro a gente tem que partir do princípio de que por por nascermos simples e ignorantes originalmente da mão de Deus, a gente vai cometer acertos e erros. E ao cometer certos erros e equívocos, em alguns casos, a gente pode ferir a nós e podemos ferir às outras pessoas. E a partir do momento que a gente fere as outras pessoas, que a gente causa algum tipo de prejuízo, nada mais justo de que a partir do momento que eu percebo que eu fui o causador da dor do outro, que eu repare essa dor, né? que eu eh faça algum tipo de compensação para com aquela pessoa. Só que a reparação ela não é um processo puramente externo. Eu eu roubei 1000, aí eu vou lá e devolvo 1000 pra pessoa e tá quit, porque se eu roubei 1000 e eu vou lá e pago 1000 e amanhã eu continuo roubando, eu não me transformei com a reparação. É o que muitos de nós às vezes faz quando a gente pede desculpa, né? A gente erra. pede desculpa. Aí daqui a pouco a gente erra de novo, pede desculpa. Aí erra, pede desculpa. Mas a desculpa, ela não tem eh o o fator de transformação interna. E é isso que ele fala aqui. E essa transformação, ela vai vir principalmente primeiro compreendendo o nosso erro, o porquê, o que nos leva às vezes a ferir outras pessoas, mesmo sem querer ou sem ter a intenção. Qual é o mecanismo psicológico,

mação, ela vai vir principalmente primeiro compreendendo o nosso erro, o porquê, o que nos leva às vezes a ferir outras pessoas, mesmo sem querer ou sem ter a intenção. Qual é o mecanismo psicológico, emocional, espiritual, energético que eu tenho que faz com que eu me comporte dessa forma? Porque o arrependimento de uma de um erro, de um de um equívoco, ele necessariamente nos remete a proposta de transformação, de mudança. Eu sei que muit das vezes isso não acontece rápido e fácil, mas é para isso que que eh existe, por exemplo, o sentimento de culpa. A culpa ela é como se fosse a febre no nosso organismo físico. É uma dor que a gente sente, não pra gente ficar ali se auto eh condenando, mas para que eu perceba, cara, eu preciso modificar alguma coisa para que eu não cometa novamente esse erro, para que eu não faça dessa forma, ou eu preciso ter uma outra estratégia ou uma outra forma para que isso não ocorra. Então o que ele fala aqui que esse processo de reparação ele começa dentro da gente quando ele fala da questão de atingir a nossa moral, o nosso orgulho. E a forma de fazer isso, ela tem que ser também com uma ação consciente no bem. E ele vai começar a falar daqui que nem necessariamente a lei de Talião, né, o dente por dente, olho por olho, ele não é, ela não é algo estático, ela é dinâmica. Vamos ver o que que a a irmã fala aqui pra gente. Diz assim, ó. A palavra cuja origem do sânscrito significa ação, tomou a conotação cultural religiosa de destino traçado e imutável no Ocidente, servindo para designar as coisas ruins que podem acontecer a alguém em razão de erros perpetrados em outras existências carnais. O perfil psicológico do desmerecimento e do pecado, vou até marcar isso aqui, ainda tão presente na mentalidade dos povos, generalizou crenças em torno da ideia do karma que aumenta a infelicidade humana através de pensamentos destituídos de bom senso e amparo na razão. O que que ela tá trazendo aqui? Eh, por muito tempo, gente, se a gente for olhar

da ideia do karma que aumenta a infelicidade humana através de pensamentos destituídos de bom senso e amparo na razão. O que que ela tá trazendo aqui? Eh, por muito tempo, gente, se a gente for olhar aí a história das religiões, né, de maneira geral, a história da humanidade, eh nós vivemos eh uma fé de cabresto. O que que é uma fé de cabresto? É uma fé baseada no medo. E no medo de quê? De sermos punidos, né? Nós somos pecadores, logo nós temos que sofrer por conta do nosso pecado. Tem a história do Adão e Eva, né, que foram expulsos do paraíso e etc, etc, etc. E isso sempre permeou a nossa mente. Aliás, muitos processos pedagógicos por muito tempo foram baseado na punição. Então, às vezes a gente vem com essa, ele fala dessa, desse processo atávico, né, desse inconsciente coletivo, dessa, dessa memória cultural milenar, de que eu sou um pecador, logo eu não posso ser feliz. Eu tenho que sofrer por conta dos meus pecados. Se a gente for olhar na estrutura original desse processo, OK, se eu de repente cause mal e eu não me sensibilizo, talvez eu tenha que sentir o mal em mim para que eu possa me sensibilizar e mudar e não fazer mais isso. Aí nós temos o conceito de punição. Mas esse processo ele é totalmente relativizado de acordo com o meu com a minha transformação, que a minha consciência vai me dizer como e principalmente os indicadores que a vida vai me trazer. Eh, numa das perguntas do livro dos espíritos, eh, o Kardec pergunta pros espíritos em relação à lei de Talião, que é a lei lá Moisés, né, colocou olho por olho, dente por dente. E ele diz assim: "A lei de Talião ainda existe?" Os espíritos disse: "Sim, existe, mas ela não é executada pelas pessoas, ela é executada pela vida. E a vida ela é muito soberana e muito inteligente. As leis da vida, as leis naturais, as leis divinas, ela considera um todos os aspectos em volta para executar a lei italião. Diferentemente às vezes da nossa visão curta, quando a gente vai discernir sobre que tipo de punição uma pessoa

s leis divinas, ela considera um todos os aspectos em volta para executar a lei italião. Diferentemente às vezes da nossa visão curta, quando a gente vai discernir sobre que tipo de punição uma pessoa precisa ou não e quanto tempo ela precisa dessa punição ou de uma consequência negativa na vida dela para ela ser sensibilizada. Porque para Deus a lei de Talião ela é uma lei transformadora. Ela não é uma lei eterna, eh, que que não tenha alternativas para aquele que sofre ela. Então, essa questão do desmerecimento e do pecado foi muito trabalhado. E em certo ponto a gente até entende porque eh nós nós vivíamos de maneira muito bárbara. A vida em si, ela não tinha muito valor, mais ou menos há uns 300, 400 anos. atrás, a gente sobrevivia baseado numa fé ou então numa condição de ser o mais forte ou de estar num grupo mais forte. Então, todo esse processo para, vamos dizer assim, eh, adestrar a nossa convivência, as nossas relações, por muito tempo, as religiões vinham com essa situação de que você é um pecador e você tem que sofrer. E isso terminava gerando medo e fazia com que as pessoas se retraísse com medo desse fogo eterno, com medo desse sofrimento eterno que você teria, seja na sua vida ou numa vida futura depois que você morresse. Só que hoje a partir, principalmente, eh, da revelação dos espíritos do do Kardec, da codificação, a gente começa a entender que isso tem uma outra conotação de que ninguém vai ficar sofrendo eternamente, ninguém é pecador o tempo todo. Eu tava atendendo uma paciente essa semana e ela disse que veio uma intuição de ela começar a estudar mais sobre Pôcio Pilatos, que é pouco falado, né, na narrativa. Ele lavou as mãos e pronto. E ela foi ler algumas obras dele porque ela queria saber quem era essa essa esse espírito. E a gente conversava sobre os espíritos que fizeram parte lá do do da crucificação de Cristo, né, Judas? eh, vamos dizer assim, os vilões. Mas esses espíritos provavelmente hoje estão trabalhando ao lado de Cristo. Eles tiveram aquele momento, eles

ram parte lá do do da crucificação de Cristo, né, Judas? eh, vamos dizer assim, os vilões. Mas esses espíritos provavelmente hoje estão trabalhando ao lado de Cristo. Eles tiveram aquele momento, eles tiveram aquelas atitudes, eles tiveram aquele nível de consciência no momento que Jesus encarnou. Mas hoje, com certeza, a consciência dele já tá muito mais expandida, porque ninguém fica o tempo todo nessa situação. Chega uma hora que as próprias leis despertam essas pessoas de uma forma ou de outra. Então aqui o texto já vem começando a fazer a gente refletir sobre esse conceito de pecado, né? Vamos ver o que que ele continua dizendo aqui, ó. Seu conceito, principalmente entre os espíritas, costuma estar amplamente associado ao sofrimento. Ele tá falando do karma ou algo que não aceitamos e somos obrigados a tolerar por tratar-se de um débito que assumimos antes de renascer fisicamente. Assinade-se com base em trechos da codificação que o sentido existencial da reencarnação é pagar dívidas, resgatar crimes, construindo assim um enfoque pessimista e aterrorizante para a filosofia espírita em função de interpretações errôneas ao saber ao sabor do desamor e da punição. A pior consequência dessa forma de entendimento é o cultivo da dor como mecanismo de evolução e crescimento, gerando um clima de tristeza regado pela cultura do não merecimento. disse que é necessário tolerar com resignação todas as provas e adota-se uma postura de incondicional passividade ante as lutas, usando de tolerância orgulhosa ante as infelicidades da vida. Entre pessoas que vivem nesse regime, a dor assume a feição de um troféu. Importante de se exibir e passa a ser heróico falar da quantidade de dificuldades. Vocês conhecem gente assim que fala o tempo todo das dores como se fosse uma coisa positiva, né? Para dar a impressão do tamanho do karma. é um fenômeno comportamental gêneros, porque em verdade é mais uma faceta da vaidade que teme se manifestar ostentando subliminarmente a elevação espiritual que logrará essa criatura tão

nho do karma. é um fenômeno comportamental gêneros, porque em verdade é mais uma faceta da vaidade que teme se manifestar ostentando subliminarmente a elevação espiritual que logrará essa criatura tão logo ao desencarnar, já que se convencionou a ideia de que quanto mais sofre, mais espiritualizado estará. Será? Tem um negócio aí na internet que o povo agora tá nesse negócio do Ceará, né? fala não sei o quê. E será, será? Será que realmente é isso? Eu acho que a gente precisa sempre trazer a a proposta da humildade. E a humildade ela traz o meio termo. Ela não deixa eu achar que eu não, que eu sou o último, a última bolacha do pacote, mas eu também não posso ficar achando que eu tenho que sofrer o tempo todo, até porque não faz sentido eu ter uma vida inteira só para sofrer. Não faz sentido. Concorda comigo? Para que que Deus permite que a gente tenha uma vida inteira só para sofrer? Aí você vai dizer assim: "Poxa, Pedro, mas tem pessoas que vem só para sofrer". Depende, depende de como você encara o que que é sofrimento. Porque para algumas pessoas o sofrimento, como ele diz aqui, é uma questão de um troféu de orgulho. Para outras é uma oportunidade de transformação, de sensibilização. Até porque dentro dessa questão do sofrimento, nós vamos ter dois conceitos que o Espiritismo traz pra gente, as provas e as expiações. As expiações, segundo a doutrina, são condições involuntárias. Eu vou passar por elas independentemente da minha vontade. Elas são impostas normalmente de naturezas físicas, né? Por exemplo, aquelas pessoas que vêm com deficiência física e intelectual, elas estão passando por um processo expiatório, mas ainda assim nós também temos as possibilidades de através de uma inspiação de sermos testados, sabe? De passar por uma prova. E aí a gente pergunta, né, para que que uma pessoa vem assim? Ou então eu atendo, atendi uma vez uma sociopata e ela eh era uma era uma estelionatária comum mais, ou seja, recorrente. Ela dava vários golpes na praça. E aí quando a gente fechou o diagnóstico

sim? Ou então eu atendo, atendi uma vez uma sociopata e ela eh era uma era uma estelionatária comum mais, ou seja, recorrente. Ela dava vários golpes na praça. E aí quando a gente fechou o diagnóstico dela, a família dela virou para mim, disse: "Pedro, Paulo, eles são espíritas". Disse assim: "Não tem jeito". Eu disse: "Olha, do ponto de vista da psicologia e da psiquiatria, é uma mente que ainda não se teve nenhum tipo de tratamento que fizesse uma mudança, porque o sociopata, psicopata, uma das características principais é a ausência de empatia. Ele não sente nada pelo outro, absolutamente nada. Se ele não sente nada pelo outro, ele não tem freio moral, ele não tem capacidade de julgamento. Então tudo que ele faz, ele acha que tá certo. Por mais errado que esteja, ele não consegue ter esse discernimento e ele não sofre por conta disso. Você chegar lá e dizer: "Poxa, mas você fez isso, você prejudicou fulano, para ele tanto faz". E aí a família, óbvio que no início, quando você dá um diagnóstico desse, a família ela não aceita naturalmente, né? É muito difícil você considerar isso. E aí depois o tempo foi passando, ela foi repetindo, essa pessoa foi presa, voltou e tudo. E a família chegou para mim, disse: "É realmente, Pedro Paulo, você tinha razão." Eu até disse, "Infelizmente eu não queria ter razão, mas a literatura clínica ela mostra isso, né? Os casos que são estudados, a maioria é isso." E aí uma pessoa chegou para mim e disse assim: "E para que que essa pessoa tá encarnada? Eu disse, de alguma forma, cada vez que a gente tem uma encarnação, a gente gera um conjunto de experiências. Às vezes, como no caso da sociopatia, a nossa mente naquele momento não reageas experiências, mas todas as nossas experiências elas ficam gravadas no nosso cérebro espiritual, na nossa eternidade. Então, naquele momento, o cérebro material ele tá embotado, ele tá bloqueado para se sensibilizar aquelas experiências, mas depois, mais lá na frente, provavelmente em outra encarnação ou num

rnidade. Então, naquele momento, o cérebro material ele tá embotado, ele tá bloqueado para se sensibilizar aquelas experiências, mas depois, mais lá na frente, provavelmente em outra encarnação ou num processo espiritual de desencarne, esse cérebro em algum momento, ele vai ser desbloqueado. E aí todas aquelas experiências que aquela pessoa passou naquela vida, ela vai ter acesso e ela vai ter uma outra percepção em relação a isso. Isso acontece com todos nós na nossa vida. Se a gente parar aqui, olhar pra gente quando a gente tinha, sei lá, 15 anos de idade, 20 anos de idade, e a gente olhar uma situação que a gente viveu lá, essa mesma situação hoje, ela tem um sentido totalmente diferente. Talvez lá atrás a gente não conseguiu absorver 1% do que aquela situação dizia pra gente. Hoje a gente olhando aquela situação, a gente não é realmente quanta coisa tinha aqui acontecendo e eu não percebia, entende? Então a gente sempre as experiências em algum momento da nossa jornada elas vão refletir, elas vão germinar. Por isso que se você tiver vivendo numa situação ou com familiar, com conhecido, seja quem for, em que às vezes parece que entra por um vido e saia pelo outro, não deixe de gerar experiências positivas para com essa pessoa, porque essas experiências elas não são percebidas naquele momento por aquela pessoa, mas elas vão ficar registradas na memória búdica dela, na memória reencarnatória, e depois ela vai ter acesso. entende o porqu a gente semear alguma coisa positiva, seja na nossa vida ou seja na relação com o outro. Mas isso não quer dizer necessariamente que eu tenha que ficar vivendo uma situação dolorosa o tempo todo, como se fosse a minha cruz eterna. Vamos ver o que que ele continua, o que que ela continua falando aqui, ó. Essa perspectiva de quanto mais sofre, mais espiritualizado está, nada tem a ver com a autêntica revelação espírita que foi trazida ao mudo para consolar e libertar, objetivando oferecer a homem recursos para trabalhar sua por sua

s sofre, mais espiritualizado está, nada tem a ver com a autêntica revelação espírita que foi trazida ao mudo para consolar e libertar, objetivando oferecer a homem recursos para trabalhar sua por sua felicidade. A codificação é um conjunto e se analisarmos trechos isolados, faremos análises precipitadas. Ou seja, eu tenho que sempre analisar tudo que a doutrina espírita me traz de maneira sistêmica, porque senão eu pego uma parte e fico com a minha visão limitada em relação à aquilo ali. Essa postura de resignação passiva é atavismo religiosista proveniente da formação dos últimos milênios, no qual estipulou-se o conceito do eu pecador. a desvalorização do homem perante Deus e o mundo, inserindo a culpa e a ausência de mérito como os valores a serem cultuados. Uma das coisas que a gente mais faz no consultório, nos pacientes, quando eles trazem essa questão do eu pecador, né, do eu que eu erro, que eu não faço as coisas direito, normalmente são pessoas com baixa autoestima, com com baixa auto autovalidação. Eu começo a perguntar das pessoas, dessa pessoa, o que que as outras pessoas acham dela? Às vezes eu até faço exercício. Eu disse assim, ó, você vai pede paraas pessoas que estão ao seu redor uma falar de cinco qualidades suas e depois você me traz de volta. Quase sempre o resultado é o mesmo. As pessoas falam das várias qualidades que ela tem e que ela não via, não vê, não percebe. Por quê? por causa desse eh desse arquétipo que você fica preso somente a seus defeitos. Ah, Pedro, mas eu erro, eu já causei problemas, já cause eu mesmo já causei muitos problemas para muitas pessoas. Hoje, graças a Deus, eu causo menos. Mas eu não posso ficar preso apenas nisso. Eu tenho que verificar também todas as coisas boas que eu faço ou que eu fiz. Porque nós temos sempre essa dualidade, nós temos sempre essa possibilidade. Nem todo mundo é totalmente bom, nem todo mundo é totalmente ruim. OK? Existem pessoas às vezes que é mais para um lado, é mais pro outro, mas a gente sempre tem as duas capacidades,

sa possibilidade. Nem todo mundo é totalmente bom, nem todo mundo é totalmente ruim. OK? Existem pessoas às vezes que é mais para um lado, é mais pro outro, mas a gente sempre tem as duas capacidades, né? Ele continua aqui, ó. Os reflexos desse estado psicológico do eu pecador faz-se sentir através do perfeccionismo, da autopunição, das cobranças exacerbadas e da inaceitação de si mesmo. Ou seja, o perfeccionismo ele procura o erro zero. Não existe erro zero. Não existe vida que eu não vai errar. Eu posso me esforçar para não errar, mas não significa que eu vou conseguir. E oi, >> tem pergunta? Pode fazer. >> É lá no chat, né? Muito boas perguntas aqui bem dentro da lição. Existe o conceito ou alguma condição para o perdão de algum karma depois do arrependimento e da reparação imediata? Aí ele continua. Se você fizer uma boa ação, anula um mau karma. Ou mesmo fazendo uma boa ação. Ou mesmo fazendo uma boa ação, tendo uma dívida cármica, vai ter que pagar esse karma. Se eu usei drogas durante muitos anos, me arrependi, parei de usar e trabalho como terapeuta, ajudando as outras pessoas intensamente. Existirá ainda algum débito em relação a isso para outra vida? Eu sempre falo assim, se você matou 1000 pessoas, não significa que você tem que morrer 1000 vezes. Se você matou 1000 pessoas e você salvou 10.000, o que que tá valendo? Que que vale mais para vocês? Se vocês forem fosse o juiz da vida dessa pessoa, ela matou 1000, mas ela salvou 10.000 numa próxima oportunidade, ela matou 1000, aí ela sofreu um bocado de coisa, ela melhorou, ela despertou e aí numa paulada só ela salva 10.000, inclusive os 1000 que ela matou. Nós temos inclusive uma um espírito muito famoso no meio espírita que aconteceu mais ou menos isso. Alguns de vocês devem conhecer, chama-se Maria Modesta. Depois procurem a história da Maria Modesta e e de quando ela foi rainha da França. O que que ela fez quando ela foi rainha e o que que ela fez na última encarnação dela? As oportunidades elas sempre são amplas

curem a história da Maria Modesta e e de quando ela foi rainha da França. O que que ela fez quando ela foi rainha e o que que ela fez na última encarnação dela? As oportunidades elas sempre são amplas para todos nós. Se eu cometo um erro, se eu fiz um mal, eu me transformei, eu me arrependi e eu passo a ser um instrumento do bem, eu tenho todo o tempo do mundo, eu tenho todas as possibilidades de fazer o máximo que eu puder para isso. Não significa necessariamente que eu estou preso àquele passado. E é difícil isso porque normalmente às vezes a gente fica preso, a gente fica se autondenando constantemente, né? A gente acha que a gente não é digno. Agora mesmo eu vi de um, a gente tem um um grupo espírita e eh eu convidei uma pessoa para dar uma palestra lá. Eu tava lá antes de vir para cá. E é interessante porque eu conheci essa pessoa que eu convidei lá há uns 6 anos atrás. Inclusive ela me conheceu aí do banco, me assistindo a palestra, depois me tornou se tornou minha paciente, depois a gente se tornou amigo, hoje nós somos amigos. E quando ela era minha paciente, eu sempre percebi que ela tinha uma capacidade de oratória, de compreensão da doutrina muito grande, só que ela tinha um passado de equívocos e ela às vezes se condenava muito. Aí num determinado momento da terapia, eu conversando para ela, eu disse assim: "Você poderia dar palestra?" Ela tomou um susto. Ela disse: "Eu disse você. Você tem um poder de oratório enorme, você tem o magnetismo, o tom da sua voz, você tem um conhecimento. Aí ela virou para mim assim, ela baixou a cabeça, ela disse assim: "Eu não me acho digna para isso." Eu disse: "Por quê?" Ela disse: "Porque eu já errei muito." Eu disse: "Uai, então fala na tua palestra que tu já errou muito. Qual o problema?" Até porque isso cria identificação. Autoexposição às vezes cria identificação. Ela acabou de dar uma palestra fazendo exatamente isso. E é um sucesso a palestra dela. Um dia, talvez ela chegue aqui, ela ainda tem medo de, eu disse assim: "Vai lá pra comunhão, eu te

dentificação. Ela acabou de dar uma palestra fazendo exatamente isso. E é um sucesso a palestra dela. Um dia, talvez ela chegue aqui, ela ainda tem medo de, eu disse assim: "Vai lá pra comunhão, eu te indico lá". Ela não, Pedro Paulo, ainda não. Então assim, a capacidade que a gente tem de ser instrumento da luz, de reter essa luz, ela está aberta para todos nós a qualquer momento, independentemente do que eu fiz. Se eu fosse parar aqui uma palestra para eu falar tudo que eu fiz, nunca mais ia me deixar entrar nem no portão da comunhão de errado. Eu sai horrorizado. Eu ia ser cancelado de tudo quanto era jeito. Olha que eu nem tenho rede social. E eu diz assim: "Você, Pedro Paulo, fez tudo". Fiz. Fiz muita besteira. Pelo menos para mim é besteira. E foi besteira. E ainda faço. Só que hoje, graças a Deus, bem menos. Entende? Todos nós somos dignos. Todos nós estamos aqui reencarnados com a oportunidade de sermos ajudados e de ajudar outras pessoas de diversas formas. É só a gente olhar qual é a capacidade que a gente tem e perceber que existem pessoas que aquilo que eu tenho de bom é muito pro outro. É porque a gente olha só o que tem de ruim, né? A gente olha só o que tem de ruim. Ah, mas eu sou chato, eu sou isso, eu sou aquilo. Ninguém vai querer nada do que eu tenho. Só que a gente não dá oportunidade ou então a gente não presta atenção em quantas coisas a gente já faz de bom e não valoriza isso. E é importante. Olha o que ela continua falando em relação à pergunta. Eu acho que eh ele falou que usou droga, né, por muito tempo. Todos nós no nosso processo de transformação a gente pode modificar. é um processo. A reparação, às vezes ela pode ser direta, às vezes não, mas ela sempre vai poder ser indireta, porque, por exemplo, vamos supor, eh, tem um caso, uma história muito interessante, eh, o, eh, existia uma pessoa que ele era uma espécie de tesoureiro da empresa e ele dá um desfalque na empresa muito grande, ele desvia um valor e aí ele ele entra num processo de

muito interessante, eh, o, eh, existia uma pessoa que ele era uma espécie de tesoureiro da empresa e ele dá um desfalque na empresa muito grande, ele desvia um valor e aí ele ele entra num processo de espiritualização E ele percebe essa falta e isso isso martela muito a consciência dele. E aí ele fica numa numa dúvida ou ele chega e só ele tinha percebido esse desfalque, ninguém na empresa tinha percebido porque ele tinha o controle financeiro de tudo, né? E aí ele pensa, eu posso chegar e falar pro meu chefe que eu desviei esse dinheiro e que eu estou disposto a reparar. Só que ele pensou, se eu falar isso, ele vai me mandar embora. E a minha mulher e as minhas filhas dependem de mim, desse emprego. E na minha idade, se eu for mandado embora, eu não consigo facilmente outro emprego. E nesse salário e aí que que vocês fariam? Você decide. É um programa antigo, né? Fala, não fala. Tem uma outra forma de reparar isso. De que forma pode ser? Ele não falou. E a partir daquele dia, ele começou a trabalhar muito mais do que o horário dele e começou a a se imbuir muito mais para que a empresa tivesse mais lucro. E ele não cobrou as horas extras, ele não cobrava as horas extras que ele fazia. E ele parou de desviar o dinheiro. Ele nunca mais fez isso e foi fazendo a reposição através do trabalho que ele fazia além do excedente, além do do normal. É uma forma de ele fazer uma reparação indireta. Vamos supor que no casamento você trai, mas você se arrependeu. Você não quer mais fazer aquilo. [roncando] Mas aí você quer falar pro seu companheiro que você traiu ou você muda a sua conduta e passa a ser o melhor companheiro, marido ou esposo paraa sua companheira ou seu companheiro. Isso são formas de reparações indiretas, gente, que a gente pode fazer, porque o mais importante é a sua transformação. Se a gente for pegar o caso lá da mulher adúltera na época do Cristo, que chegaram pro pro Cristo e perguntaram se era para jogar pedra nela, né, para matar ela pedrada. Aí o Cristo falou aquela célebre frase,

e for pegar o caso lá da mulher adúltera na época do Cristo, que chegaram pro pro Cristo e perguntaram se era para jogar pedra nela, né, para matar ela pedrada. Aí o Cristo falou aquela célebre frase, né? Quem tiver o primeiro pecado que atira, quem não tiver pecado que atire a primeira pedra. Mas o mais interessante foi que depois que todo mundo se afastou, porque ninguém tinha condições de tirar pedra nela, a mulher chegou pro Cristo e disse assim: "E tu? Tu não tem pecado, tu pode atirar pedra." Aí o Cristo disse: "Eu não vou atirar pedra, mas vá e não peque mais". Entende o sentido da coisa? Se eu errei e hoje eu não erro, a minha estrada ela tá livre. Ela tá livre para eu fazer várias possibilidades para eu modificar. Agora eu não preciso ficar me autocondenando como um marginal eterno, como bandido eterno. Volto a falar, Judas hoje trabalha do lado do Cristo. Vocês acham que não? Todas as pessoas que condenaram Cristo estão aonde? Até porque a verdade do Cristo, ela era impactante. Quem quem eh lê e vê a história do do Emanuel, o mentor do Chico, que foi o senador Púbios na época do Cristo, verifica a transformação do Púbios a partir do momento que ele entra em contato com Cristo. No primeiro momento ele não aceita, ele não entende. Depois ele vai a a a o impacto da energia, da proposta do Cristo vai transformando a gente através desses princípios espirituais. E é muito importante esse texto, porque ele vem falando pra gente que, OK, eh, se eu cometi alguns alguns equívocos, isso vai ter uma consequência, até porque eu preciso me sensibilizar com essa consequência. Se eu sou um cara que eu não sei usar dinheiro, botar um exemplo cotidiano, e aí eu uso o cartão de crédito, cartão de crédito estoura, aí eu parcelo a primeira vez, daqui a pouco tá estourar de novo. Eu parcelo de novo, aí eu peço dinheiro emprestado, aí eu não pago, viro uma bola de neve. Qual é a melhor coisa para uma pessoa dessa? É ela ter cartão ou ela ficar com o nome sujo? Que que vocês acham?

parcelo de novo, aí eu peço dinheiro emprestado, aí eu não pago, viro uma bola de neve. Qual é a melhor coisa para uma pessoa dessa? É ela ter cartão ou ela ficar com o nome sujo? Que que vocês acham? Provavelmente, se ela está reincidindo nesse processo, a melhor coisa ela ficar com o nome sujo, correto? Porque é uma maneira da pessoa parar e refletir: "Cara, eu não tenho condições, eu não administro bem crédito alheio. Eu preciso verificar os meus conceitos de gerenciamento financeiro, sabe? De educação financeira. Eu não posso. E isso é pedagógico. Isso não é uma punição. Isso é uma oportunidade para reflexão. Agora, chega o momento que eu posso limpar o meu nome, que eu posso começar a ter mais consciência e depois adquirir o crédito e aprender com isso. Até porque nós somos espíritos, eh, vamos dizer assim, permeáveis. Nós não somos impermeáveis. Nós nós temos uma plasticidade, nós temos uma capacidade de de nos reinventarmos o tempo todo. Em algumas situações, talvez a gente demore mais, porque a gente tá há pouco tempo tentando isso. Eu digo que é, eu tenho 33 anos de casado, mas é a primeira vez, talvez, na minha vida, nas minhas vidas, que eu fico 33 anos casado, porque foi muito difícil me manter dentro de um casamento. Hoje, hoje esse conceito ele já tá mais desperto na minha mente e é preciso que eu evolua, que eu cresça, que eu busque ferramentas nesse sentido, né? Vamos lá. Ele diz, continua falando assim, ó. A sabedoria do espírito da verdade vem em nosso socorro quando diz: "Só por meio do bem se repara o mal, e a reparação nenhum mérito apresenta, se não atinge o homem, nem no seu orgulho, nem nos seus interesses materiais. Existem muitos corações respirando nesse regime de dor como fonte de salvação, que se encontram revoltados, inconformados, odientos e prestes a cometer um mau ato, alimentando a infeliz concepção de que estão queimando seus débitos, esforçando-se acentuadamente para manterem a resignação dentro dessa perspectiva de passividade plena, na espera de que Deus

u ato, alimentando a infeliz concepção de que estão queimando seus débitos, esforçando-se acentuadamente para manterem a resignação dentro dessa perspectiva de passividade plena, na espera de que Deus e os bons espíritos venha mudar as coisas. são os karmas imaginários, a representação mental distorcida da realidade. Uma situação que amplia o sofrimento do homem por ausência de sensatez e de amor a si mesmo. tão imaginários porque nem sempre corresponde aos verdadeiros lances de aprendizado projetados antes das encarnações, acumulando dores voluntárias para seus cultores por imaginar que todos os problemas pelos quais passam ter origem deslizem cometidos em outras existências corporais. Em uma análise feita daqui para o mundo físico, constatamos que pelo menos 2/3, olha só, olha o que ele fala aqui, 2/3 dos sofrimentos humanos provém da imprudência e de escolhas mal feitas, não sendo real atribuir a outras existências esse uso do livre arbítrio. O discernimento poderá comprovar essa realidade. O que que ele tá falando aqui pra gente? Auto engano, pensamento distorcido, equivocado. Vamos trazer um exemplo real. Eh, ih, tá caindo aqui, meu. Vamos pegar uma pessoa que tá no casamento. Normalmente é mais o caso da mulher, né? uma mulher que tá casada e ela tá sofrendo violência constantemente e ela não consegue sair da relação, seja por dependência emocional, seja por dependência material, seja por uma concepção religiosa de que é o karma dela, seja por vários fatores. E aí a vida traz possibilidades dessa pessoa refletir e modificar, ainda de que de maneira limitada a vida dela. Mas essa pessoa não se movimenta. Por quê? porque ela tá presa nesse processo. Equivocadamente, com o pensamento distorcido, ela acredita que ela está fazendo o bem, deixando de lado qualquer possibilidade de evolução pessoal por conta de um compromisso cármico conjugal. Existe compromisso cármico conjugal? existe. Muuit das vezes a gente vem naquela situação, inclusive a doutrina fala dos casamentos provacionais, dos casamentos

nta de um compromisso cármico conjugal. Existe compromisso cármico conjugal? existe. Muuit das vezes a gente vem naquela situação, inclusive a doutrina fala dos casamentos provacionais, dos casamentos sacrificiais, que são a grande maioria, né? Muitas relações elas vêm às vezes um decide se sacrificar pelo outro. A gente tem inclusive um romance belíssimo da renúncia, como é o nome da protagonista? Dalsion em que ela vem para uma vida sacrificial. Ela nem chega a casar, né, com com preterido, mas ela se dedica muito a pessoa. Inclusive, ela nem precisava mais reencarnar. Ela reencarna para ajudar a pessoa que um dia foi o companheiro dela. Existem essas condições, existem. Mas quando isso acontece, não significa que eu tenho que abrir mão da minha responsabilidade individual, pessoal. Até porque família não representa necessariamente estado civil. Quantas famílias, quantos casais se separam e continuam sendo família? Deixam de ser péssimos cônjuges, péssimo marido e esposa para serem ótimos amigos. Porque existe essa possibilidade, mas às vezes por conta de um de uma convenção social ou ou sei lá, religiosa, eu atendi uma uma senhora evangélica, ela ficou casada há 40 e poucos anos. Pense num casamento que ela sofreu. Eu acho que o marido dela tinha ou tem traços narcisistas. Desde o início, desde a época do namoro, ele abusava dela. E por conta da religião, ela se manteve na relação. Até que chegou o absurdo do absurdo que ela, a vida, a vida chegou para ela, disse: "Minha filha, toma uma atitude. Não dá mais para você continuar assim, senão você vai se acabar de vez. A vida empurrou ela. Não tem essa situação. Não sei se você já já viram a história às vezes de casamento que a pessoa tem que tomar uma atitude, não toma. A vida toma, pega a verdade, expõe, sei lá, faz qualquer coisa. Porque a gente não pode, gente, eh eh antes de mais nada, nós estamos aqui por conta da nossa vida, do nosso desenvolvimento. E não existe indivíduo fraco fazendo missão heróica. Não existe isso,

isa. Porque a gente não pode, gente, eh eh antes de mais nada, nós estamos aqui por conta da nossa vida, do nosso desenvolvimento. E não existe indivíduo fraco fazendo missão heróica. Não existe isso, entendeu? Porque você tá trocando, tá botando os carros na frente dos bois. Se eu tenho uma missão com alguém, eu preciso me fortificar para dar conta dessa missão. Se eu não faço isso, eu vou ficar achando que eu tô dando conta, quando na verdade eu não dou conta nem de mim, nem da outra pessoa, pelo contrário, cria-se o que a gente chama de uma simbiose negativa, aonde as duas pessoas ou o grupo vai adoecendo. No livro do André Luiz, Ação e Reação, eh, o André é levado para um, tipo um hospital psiquiátrico e eles vão visitar vários casos de pessoas encarnadas adoecidas. E um dos casos que eles visitam é de uma simbiose eh adoecida, eu acho que é mãe e filha, eu não me lembro agora, e que eles vivem numa situação péssima, medíocre. Por quê? porque não assumem nenhum tipo de protagonismo, de liderança, de autoliderança sobre o seu processo de desenvolvimento por medo ou então por achar que de repente esse é seu karma imaginário. Até porque cada um de nós, independentemente da nossa condição, inclusive aquelas pessoas que eu falei que vem com deficiência intelectual e física, elas têm uma equipe espiritual amparando elas. O nosso problema, muit das vezes, eu comento isso no consultório, é que nós, incluindo eu, queremos às vezes ser semideuses na vida das pessoas. Entendeu? A gente acha que a gente é imprescindível, que se a gente não tiver lá, que se a gente não fizer, que se a gente não, o negócio todo vai acabar. Bobagem. Mentira, mentira. A vida ela é soberana. A vida toma conta de todo mundo. Eu conheci um uma família que era uma mãe que tinha um era mãe e o pai já idosos. tinha um filho que era esquizofrênico e muito dependente da mãe e tinha a filha que era separada e tinha dois filhos pequenos. Essa mãe, ela vivia pro filho. Ela não podia se afastar do filho que ele se

nha um filho que era esquizofrênico e muito dependente da mãe e tinha a filha que era separada e tinha dois filhos pequenos. Essa mãe, ela vivia pro filho. Ela não podia se afastar do filho que ele se descontrolava e fazia isso. E ela não tinha outra vida a não ser cuidado do filho. E isso foi adoecendo, adoecendo, adoecendo ela. E aí ela ficou muito ruim. E aí todo mundo que conhecia a família se perguntava assim: "Se a fulana morrer, quem vai cuidar do fulano?" Porque era só ela que cuidava. Não existia outra alternativa. Ela dizia que se ela se afastasse dele, ele ficava, tinha surto, tinha isso, tinha aquilo, sei o quê, sei o quê, sei o quê. A fulana morreu. Isso tem uns 20 anos mais ou menos atrás. Aí vocês perguntam: "E o filho dela tá vivo?" Hoje quem cuida dele são os sobrinhos que estão adultos. Depois que a mãe morreu, a irmã cuidou, o sobrinhos ajudava e hoje o sobrinho ajuda. O pai já morreu também e ele tá aí, obviamente com qualidade de vida bem reduzida, mas tá aí. Vocês entendem? Eu acho que é isso que às vezes a gente precisa compreender, esse senso de achar que a gente é insubstituível. Não, porque a gente é importante para algumas pessoas, sim, a gente vai fazer um papel predominante, mas a gente não é Deus, gente. As coisas acontecem independentemente da gente. Aliás, muitas coisas acontecem independentemente da gente e a gente não percebe. Você quer ver um exemplo aqui? Uma criança. Vamos pegar uma criança. A vida de uma criança. A gente consegue, quem é pai e mãe, já teve filho, tem filho pequeno, consegue ficar 24 horas ao lado da criança, sim ou não? Não. Principalmente quando ela vai depois da da segunda infância, 7 anos, 6 anos, 5 anos, você não consegue ficar. Aí eu pergunto, quem que cuida do teu filho criança? É só você? Não, aliás, os anjos da guarda mais fortes, mais tropa de elite são os anjos da guarda das crianças. Sem a retaguarda espiritual, criança morria toda hora. E criança não tem senso de juízo. E a gente acha que a gente é que faz a

da mais fortes, mais tropa de elite são os anjos da guarda das crianças. Sem a retaguarda espiritual, criança morria toda hora. E criança não tem senso de juízo. E a gente acha que a gente é que faz a coisa acontecer. Não. É óbvio que a gente tem uma participação importante. Sim. A gente é instrumento da espiritualidade. Por isso que nós recebemos os nossos filhos, mas eles são filhos de Deus, são nossos irmãos. Eu tenho uma amiga nossa, Fatia, né, sempre fala isso. Eh, nós estamos pais, nós não somos pais, nós estamos filhos, nós estamos mãe. No fundo, todos nós somos somos irmãos. coordenados por um amor maior, por uma lei muito mais grandiosa, por uma sabedoria muito maior. E a gente precisa compreender isso. Inclusive, a nossa vida também está sendo gerida por essa sabedoria maior. Por isso, quando eu acreditar que eu tenho que ficar sofrendo o tempo todo, ok, tem certas coisas, tem certas limitações na vida que a gente vai ter que aprender a lidar, mas eu sempre tenho possibilidades diferentes. Ah, veio a pergunta de uma pessoa que usou drogas. Eu já falei aqui algumas vezes que eu tenho um irmão que é dependente químico e nós lidamos com a drogadição dentro da nossa família por mais de 20 anos. Hoje, graças a Deus, ele tá 10 anos limpo. Eh, e muit das vezes algumas pessoas chegavam para mim dizer: "Pedro, Paulo, por que Deus manda um drogado na família? Para quê?" Eu, depois de um tempo de convivência, né, com a drogação do meu irmão, eu disse assim, eu disse: "Olha, eu não sei você, mas na minha família, quando nós descobrimos o problema de droga do meu irmão e nós fomos buscar tratamento para eles e pra gente, a gente teve uma evolução muito grande do ponto de vista espiritual e emocional e relacional, porque o problema das drogas fez com que a dor fosse tão grande que a gente precisasse olhar para dentro da gente. E a gente descobriu um bocado de coisa que a gente não tava vendo. E a partir daí começou uma transformação muito grande. A gente aprendeu coisas,

de que a gente precisasse olhar para dentro da gente. E a gente descobriu um bocado de coisa que a gente não tava vendo. E a partir daí começou uma transformação muito grande. A gente aprendeu coisas, conceitos, princípios, formas de se relacionar que a gente não sabia e isso gerou pra gente um crescimento. Ah, Pedro Paulo, tu tá falando então que é bom ter uma pessoa drogada na família de forma nenhuma. é uma das piores coisas que existe. É muita dor, é muito sofrimento, mas ainda assim a gente pode evoluir nesses casos. Só para finalizar, existe um livro chamado A Busca de um sentido. É um besteller mundial. O autor é Victor Frank, não é um livro espírita, é um livro autoral, é um livro biográfico. Vittor Frank foi o é um foi, né? Ele já morreu, um psicólogo que criou a logoterapia. Hoje a filha dele é que dá continuidade e ele foi um preso do campo de concentração na época do nazismo. E esse livro ele conta a história dele dentro do campo de concentração. E ele diz no livro que ele só ficou vivo porque naquela situação, imaginem ele vendo as pessoas indo pra Câmara de Gás, sendo fuziladas, morrendo de fome, de hipotemia, de tudo que você possa imaginar de terror, ele achando que a qualquer hora ele poderia ser o próximo, porque no meio disso tudo, ele começou a buscar um sentido daquilo tudo e foi o que o manteve vivo. Então, independentemente do nosso karma, independentemente do resgate que a gente esteja tendo, independentemente da dor, do sofrimento, sei lá, sempre tem uma possibilidade da gente buscar um sentido novo nisso tudo e deixar o karma real lá, mas não criar outros karmas imaginários através de uma distorção do pensamento. Eu falei para vocês que eu já fiz muita besteira. Eh, nos momentos que eu fiz besteira, eu eu ao mesmo tempo eu tinha consequências negativas dessas minhas besteiras que eu fiz. E duas coisas aconteceram comigo. Uma, eu nunca me revoltei contra Deus porque eu sabia exatamente que eu estava promovendo aquilo para mim. E duas, eu só pedia uma coisa para Deus. Eu

ras que eu fiz. E duas coisas aconteceram comigo. Uma, eu nunca me revoltei contra Deus porque eu sabia exatamente que eu estava promovendo aquilo para mim. E duas, eu só pedia uma coisa para Deus. Eu dizia assim: "Todas as minhas lágrimas não podem ser em vão. Não vão ser em vão. Em algum momento da minha vida lá na frente, isso aqui vai fazer um sentido, isso aqui vai ter um propósito para mim." E foi exatamente o que aconteceu. Todas as minhas dores, todos os meus resgates que eu tive e que eu tenho, tem um sentido positivo na minha vida. Não que eu me enobreça e ache que eu tenho que sofrer, não. Mas é um processo, é um é um convite, é um chamado para que eu seja feliz, como o título do livro fala, para que eu mereça ser feliz e não que eu fique o tempo todo achando que eu tenho que sofrer. Sofrimento ele é ele é ele é o meio, ele não é o fim. O fim é a felicidade, é a paz de espírito. E é isso que eu desejo do fundo do meu coração para todos nós, que a espiritualidade conceda sempre a força, a coragem, o discernimento, a sabedoria pra gente buscar isso o tempo todo. Muito obrigado mais uma vez pelo silêncio e atenção de vocês. Bom retorno para casa. Fique com Deus. Mais uma vez agradecemos ao nosso Pedro Paulo pela belíssima e esclarecedora palestra. Eh, vamos agradecer aqui, né, o Pedro que nos trouxe uma perguntas aqui tão complementares e todo mundo que nos assistiu aqui, eh, encarnados, encarnado no salão, nas redes sociais, no YouTube. Eh, agradecemos profundamente. Então vamos elevar nosso pensamento a Deus, a Jesus, esse mestre querido que nos consola, esse mestre querido que nos traz a esperança, que nos fala [limpando a garganta] da felicidade e da lei de causa e efeito, mas acima da lei da justiça, a lei da misericórdia do nosso pai criador. possamos assimilar esses esclarecimentos, trabalhar as nossas culpas, os nossos processos de autopunição, nos autoconhecendo e melhorando os processos que ainda sofremos de dor para que possam trazer sentido e evolução

esses esclarecimentos, trabalhar as nossas culpas, os nossos processos de autopunição, nos autoconhecendo e melhorando os processos que ainda sofremos de dor para que possam trazer sentido e evolução para todos nós. Senhor Jesus nos acompanha nas nossas vidas, no nosso dia a dia, para que sejamos cada dia melhores e que possamos, ao assimilar essa essas palestras, esses esclarecimentos, nos autotransformar, compreendendo melhor o teu evangelho, amigo, querido Jesus, e ao teu santo nome, nosso amigo Jesus, nosso querido, em nome do nosso querido Dr. de Menezes. Pedimos permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos, um excelente final de semana. Até o próximo sábado, se Deus quiser. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade.

enéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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