EMPATIA COMO FERRAMENTA DE CURA ESPIRITUAL - Pedro Paulo Záu [REFORMA ÍNTIMA NA PRÁTICA]
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Senhor, estou aqui [música] para [canto] agradecer de >> boa tarde, amigos, amigas, a todos que se encontram aqui no nosso salão Dr. Bezerra de Menezes. Sejam todos muito bem-vindos, bem-vindas a mais uma palestra do nosso querido Pedro Paulo, que nos traz aí a visão espírita, né, sobre a sobre a ótica da psicologia ou a psicologia sobre ótica espírita, já que nosso querido Pedrinho é psicólogo eh profissionalmente falando, né? Hoje nós trazemos um tema maravilhoso, empatia como ferramenta de cura espiritual. Mas antes de começarmos a nossa palestra, vamos ler uma mensagem pra gente ir conectando aqui com a espiritualidade, com eh a calma, o equilíbrio e aproveitar bem a palestra. Diante do desequilíbrio, Senhor Jesus, diante do desequilíbrio psicológico em que nos vemos, impõe sobre nós as tuas abençoadas mãos. Aena, asserena-nos o espírito conturbado, realinha os nossos pensamentos, restaura-nos a lucidez e o bom senso. Confere-nos o necessário discernimento. Não nos deixes anulados para o trabalho e para a vida. Que sejamos humildes para tomarmos os medicamentos que nos são prescritos e para nos submetermos à indispensável terapia. És o nosso divino médico. Pelo poder fé, curar-nos por certo. Quantos emocionalmente não se refizeram a um simples toque teu? Toca-nos, Senhor, o Espírito e devolve-nos a razão. Então, com esse belíssimo, essa belíssima prece aqui do nosso querido eh irmão José, desse livro Preces e Orações, eh, uma psicografia de Carlos Bacelli, vamos elevar o nosso pensamento a Jesus. Quem quiser fechar os olhos, relaxar o corpo, deixar a mente livre para conectar com Jesus e com a espiritualidade amiga, elevando a esse mestre Jesus os nossos melhores sentimentos, emoções, pensamentos. Querido Jesus, aqui estamos, Senhor, em mais uma palestra de uma tarde sábado para ouvir as tuas palavras por meio do nosso querido palestrante. Sabemos que esse ambiente é preparado, as palavras que aqui vamos ouvir condicionadas a cada um de nós, aquilo que nós precisamos para o nosso entendimento e
ras por meio do nosso querido palestrante. Sabemos que esse ambiente é preparado, as palavras que aqui vamos ouvir condicionadas a cada um de nós, aquilo que nós precisamos para o nosso entendimento e paraa superação dos nossos problemas. que a tua luz se faça presente sobre o nosso palestrante, sobre todos nós, para que possamos sair daqui melhores do que quando aqui chegamos. E assim, profundamente agradecidos, pedindo a assistência do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília, damos por aberta a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Pedrinho, seja muito bem-vindo a mais uma palestra. Quem quiser fazer perguntas pelo WhatsApp, eh, ali o, esse aqui é o telefone 6182573833 ou pelo também pelo chat do YouTube que eu também fico acompanhando aqui. Boa palestra, Pedrinho. >> Boa tarde a todos. Todos me ouvem bem aí atrás? Tá chegando o som? Sim. Bom, antes de mais nada, como sempre, queria agradecer a Deus por mais um dia de vida e por estar reencarnado. Semana passada eu tive a oportunidade de conversar com o espírito e ele disse assim: "Você imagina a fila que você enfrentou para você poder reencarnar?" Eu disse: "Eu só imagina, eu não sei, né?" Ele disse: "Tinha muita gente na sua frente para chegar a sua vez. E tem um bocado de gente depois de você esperando essa oportunidade. Eu acho que a doutrina espírita que traz essa questão da reencarnação, eh, faz com que a gente entenda principalmente o que que é esse caminhar eterno do espírito, né? aonde nós estávamos há algumas décadas ou séculos atrás, aonde nós estamos e o que nós temos pela frente. A reencarnação, ela nos amplia, né, essa condição. Eh, o tema de hoje, ele não é um tema fácil. O tema de hoje ele é uma dimensão do que eu chamo de inteligência relacional. Quem assiste as minhas palestras sabe que eu sempre falo das múltiplas inteligências. Todos nós temos vários tipos de inteligência, só que a gente fica mais comumente atrelado à inteligência
lacional. Quem assiste as minhas palestras sabe que eu sempre falo das múltiplas inteligências. Todos nós temos vários tipos de inteligência, só que a gente fica mais comumente atrelado à inteligência cognitiva, o famoso Qi. Tanto que as pessoas gostam de saber quanto é o seu Qi, consciente intelectual, mas nós temos outros conscientes. Nós temos o consciente emocional, relacional, social, espiritual. o corporal. E dentro da inteligência relacional, que é a capacidade que eu tenho de me relacionar bem com os outros, existe a dimensão da empatia. A inteligência relacional, eu sempre divido ela em duas áreas, a comunicação e a empatia. E dentro da comunicação, a gente vai ter aí um conjunto de habilidades para a gente poder viver e conviver. bem com as pessoas. E por que que a empatia ela é importante? E tem esse tema, né? Eu eu quando eu tava com a Cláudia lá, eu escolhi, botei lá no chat GPT, né? Eu queria falar sobre empatia e aí o chat GPT botou um bocado, né, Cláudia, de tema e tal. A gente ficou pensando, pensando, porque eu acho que a empatia ela é um atributo do espírito, ela é um dos potenciais que nós temos dentro da gente. E todos esses potenciais que nós podemos e consig conseguimos desenvolver, ela promove a cura. A cura de quê? Dos nossos defeitos. Porque nós temos dentro de nós os defeitos em potenciais e as virtudes em potenciais. Nós temos as duas, nós temos todo o repertório emocional, mental, espiritual, energético dentro da gente. Então, quando eu consigo entender o que é uma empatia, quando eu consigo desenvolver a empatia, eu estou me curando de alguns defeitos. Dentre eles existe o orgulho e o egoísmo, né? O egoísmo é quando o nosso ego, é quando a nossa vontade, o o prefixo ismo, eh, aliás, o sofismo ismo quando fala de ismo é doença. Então, ego ismo, ego doente. E como que eu faço com que o meu ego fique sadiio quando eu consigo colocá-lo eh o ego a serviço do que eu preciso, mas também respeitando o que o outro precisa, respeitando o direito do outro.
oente. E como que eu faço com que o meu ego fique sadiio quando eu consigo colocá-lo eh o ego a serviço do que eu preciso, mas também respeitando o que o outro precisa, respeitando o direito do outro. E a empatia é o canal, é a ferramenta que a gente promove dentro da gente, que faz com que eu respeite o outro pela sua essência, pela sua condição, pela sua evolução, pelo seu nível evolutivo, pelas suas características únicas e identitárias que cada espírito tem. Isso é muito importante. Só que pra gente desenvolver uma inteligência relacional, a gente precisa desenvolver também inteligência emocional, que é a capacidade de eu pererceber, de eu me autoconhecer e de eu me autogerir emocionalmente. Então, uma das dificuldades muito grandes que nós temos em relação à empatia é porque nós ficamos muito presos em, eu vou usar o termo crenças limitantes ou crenças egoicas, egocêntricas, egoístas, que não me faz permitir sair do meu lugar, me colocar no lugar do outro e perceber como que o outro pensa e por que o outro pensa da forma que ele pensa. Então, para eu desenvolver a a empatia, eu trouxe aqui um um texto do Ramed pra gente refletir do livro Os Prazeres da Alma, que fala sobre a compaixão. Compaixão, ela é também um atributo do espírito que me permite olhar o outro a partir das suas, principalmente das suas fragilidades. Porque a empatia, ela vai me pedir muito para eu compreender a fragilidade do outro, a limitação do outro, a dificuldade do outro. E a compaixão é um convite. É isso. Vamos ver o que que o o Ramed fala aqui pra gente. Ele começa assim: Compaixão, manifestação de um coração aberto. Eu poderia dizer também que esse coração poderia ser mente aberta. Ter compaixão é possuir um entendimento maior das fragilidades humanas. é quando nos tornamos mais realistas, menos exigentes e mais flexíveis com as dificuldades alheias. Se quisermos a paz do mundo, sejamos pessoas felizes. O bem-aventurado é um agente da paz, pois as criaturas maduras possuem uma compassiva noção de vida.
e mais flexíveis com as dificuldades alheias. Se quisermos a paz do mundo, sejamos pessoas felizes. O bem-aventurado é um agente da paz, pois as criaturas maduras possuem uma compassiva noção de vida. Vê que ele fala que se a gente quiser ser feliz, se a gente quiser se relacionar bem, a gente precisa trazer essa felicidade para dentro da gente, né? E eu não consigo, gente, oferecer nada que pro outro que eu não ofereça para mim. E aí é um grande problema, porque eu só consigo ter compaixão com a fragilidade alheia se eu tiver autocompaixão com as minhas fragilidades, se eu percebê-las. E todos nós sabemos, todos nós sabemos quais são os nossos defeitos e as nossas limitações, mas principalmente se eu souber lidar com ela, se eu tiver autocompaixão. É diferente, por exemplo, de uma autocobrança excessiva. Quando eu tenho uma autocobrança excessiva, significa que eu não tenho a autoaceitação com as minhas sombras e aí eu não vou ter autocompaixão. Eu não tendo essa autocompaixão comigo, eu não vou ter com o outro. E aí eu não consigo fazer a empatia. Por quê? Porque quando eu ver o defeito do outro, ao invés de eu me colocar no lugar dele e tentar compreender, eu vou julgar o defeito do outro. Da mesma forma como eu julgo o meu defeito. Entende o processo? Então, a compaixão e a autocompaixão é um mecanismo pra gente entrar em contato com a nossa realidade e não com o nosso idealismo de sermos perfeitos ou dos outros serem perfeitos. Só para vocês entenderem, os espíritos que hoje habitam a Terra, eles são de diversas épocas e de diversos locais. Hoje a a Terra ela já é, aliás, hoje não, já há muito tempo, a Terra é destino de espíritos exilados de outros planetas, por exemplo, os capelinos. Não sei se vocês já leram o livro exilados de Capela. Lá na época do Egito, eh, existia um planeta chamado Capela. E esse planeta, ele tava passando por um processo de mudança em termos de condição moral. E muitos espíritos que habitavam em Capela não aceitaram essa condição de
, existia um planeta chamado Capela. E esse planeta, ele tava passando por um processo de mudança em termos de condição moral. E muitos espíritos que habitavam em Capela não aceitaram essa condição de evolução moral, queriam ainda ficar muito eh resistente a a uma condição de ignorância, de trevas, de crueldade, né, de egocentrismo. E o que que a lei divina de progresso ela faz? Quando eh moradores de um planeta eles não se dobram, eles não aceitam a evolução, eles vão estagiar em outros planetas menores em termos morais do que aquele que ele estava vivendo. E foi assim que aconteceu com os capelinos. Eles vieram exilados paraa Terra e foram foi formado a partir normalmente esses espíritos que vem exilado para um planeta menor em termo evolutivo, eles têm uma condição intelectual muito maior do que a população do planeta para a qual eles são exilados. E foi o que aconteceu. Tanto que osadores, eles não conseguem entender como que existia tanta ciência na civilização egípcia daquela época. Não existia, não existia um antecedente de construção educacional para ter todas aquelas obras, toda aquela organização que foi feita e não iam existir. Porque esses espíritos eles veiam, eles vieram com esse conhecimento de uma outra vivência, numa outra realidade, num outro nível. E quando chegam ali, eles dominam toda a situação e passam também a o conhecimento que eles tinham. Então o que que acontece? A terra ela traz esses exilados. Eh, à medida que os espíritos vão nascendo na Terra, eles têm as suas fases de evolução. Então, por exemplo, um espírito que nasceu há 10.000 1 anos atrás aqui na Terra, lá na época dos babilônicos, mais ou menos, né, dos assírios, daquelas primeiras civilizações. Esse espírito, ele tem muito mais experiência, ele tem muito mais condição evolutivo do que um espírito que nasceu, por exemplo, na época do Cristo, há 2000 anos atrás. Há uma diferença de 8.000 anos. Você imagina quantas reencarnações eh alguém tá falando ali para mim que a conta tá errada, eu acho, né? Mas você
, por exemplo, na época do Cristo, há 2000 anos atrás. Há uma diferença de 8.000 anos. Você imagina quantas reencarnações eh alguém tá falando ali para mim que a conta tá errada, eu acho, né? Mas você imagina quantas encarnações você pode ter em 1000 anos, 5000 anos. Por que que eu tô falando isso? Porque a empatia ela passa por isso. Nós achamos que todos nós nascemos, né, vamos supor que no máximo há 100 anos atrás e todos nós tivemos essa única experiência e devemos nos comportar a partir dessa experiência. Não, nós temos espíritos aqui seculares, milenares e com cada um tem um ponto de percepção, de compreensão da vida, do mundo, das leis. Por isso que às vezes eu vejo pessoas falando assim: "Poxa, mas hoje em 2026 ainda tem pessoas que agem assim, assim, assado?" Sim, porque nós temos uma diversidade de espíritos em vários níveis evolutivos dentro da sua caminhada eterna. É a mesma coisa a composição da nossa sociedade. Nós temos crianças, nós temos eh pré-adolescentes, adolescentes, jovens adultos, adultos, idosos. Nós temos várias várias pessoas com várias experiências diferentes. Os espíritos também vem nessa jornada. Então, quando eu crio uma expectativa sobre um espírito que tá reencarnado, que não corresponde ao nível evolutivo das várias reencarnações que ele teve, eu começo a ter conflitos, eu começo a a gerar frustrações em relação às minhas expectativas e isso vai me dar problema nas minhas relações, tá? Então, eh, essa é quando ele fala que pessoas bem-aventuradas, eles têm uma visão compassiva. Por que que é essa compassividade? Essa compassividade significa que a gente vai concordar com os erros e as limitações das pessoas. Não, mas a gente vai compreender que quando uma pessoa ela tá estacionada por muito tempo num comportamento, numa atitude errada, equivocada, é porque provavelmente é a primeira vez que ela está tendo a o lampejo de racionalidade para para ir contra esse comportamento, porque ela vem aí, ó, de século se comportando dessa forma esse
ivocada, é porque provavelmente é a primeira vez que ela está tendo a o lampejo de racionalidade para para ir contra esse comportamento, porque ela vem aí, ó, de século se comportando dessa forma esse espírito. Entende a diferença? Por exemplo, um dependente químico. Normalmente o dependente químico ele já ele já traz uma predisposição mental, física, emocional e energética paraa drogadição, pro vício. Isso não quer dizer que sejam todos, mas a ciência já mapeou que existem alguns organismos físicos, o corpo que tem uma predisposição pra drogadição ou pro alcoolismo ou qualquer tipo vício de vício que mexa com o sistema nervoso. Essas pessoas provavelmente são espíritos que vem a muitas reencarnações condicionando o seu perespírito em relação à aquele vício. Então, quando ele chega aqui, o natural é o quê? ele continuar desenvolvendo o vício. Ah, Pedro Paulo, mas quando a gente nasce de novo, a gente não esquece, esquece, mas esquece no cérebro material, mas no cérebro perespiritual, no cérebro do espírito, a gente carrega todas as impressões. E essas impressões, a partir do momento em que eu me torno, normalmente os os autores falam, de 7 anos de vida em diante, elas começam e os os downloads começam a ser descarregados, os arquivos começam a ser descarregados. E aí a gente tem uma nova oportunidade de quê? De ressignificar isso. Só que não significa que todo mundo tem a mesma condição para ressignificar. Então, quando eu trato, por exemplo, de pessoas que têm esquizofrenia, que tem eh transtornos psicológicos e psiquiátricos graves, crônicos, que às vezes vem desde a infância, um dos trabalhos que eu faço com a família é recalcular as expectativas de vida sobre aquela pessoa, entende? Porque ali tem um ser com uma condição muito forte, muito intensa, que ele carrega, que ele traz e que provavelmente nesta vida, e aí eu não tô falando de forma absoluta, tá? Eu tô falando de forma relativa, esse espírito, ele não vai conseguir atingir todos os marcadores de desenvolvimento
traz e que provavelmente nesta vida, e aí eu não tô falando de forma absoluta, tá? Eu tô falando de forma relativa, esse espírito, ele não vai conseguir atingir todos os marcadores de desenvolvimento de uma pessoa que não tem esse transtorno. Entende a diferença? Esse é um processo simpático, porque senão eu vou ficar a vida inteira querendo que aquela pessoa chegue no ponto e ela não vai chegar, porque para ela é muito mais difícil do que para outra pessoa. É isso que ele tá falando aqui, que as pessoas bem-aventuradas, elas compreendem essa diversidade evolutiva que existe entre nós. Ah, Pedro, mas eu não tenho que ajudar. O espírito não tá aqui para ele melhorar, para ele pode, ele pode melhorar. Um espírito que viveu a vida inteira eh usando droga ou álcool, ele pode numa vida parar e nunca mais usar? Pode. Mas vocês compreendem que o esforço que ele vai fazer para isso é muito grande do que de uma pessoa que não tem essa predisposição. E é isso que a gente tem que compreender. Eu vou deixar de ajudar essa pessoa para ela parar com o vício? Não, mas eu preciso compreender também qual é a realidade dele e não achar que todo mundo vai conseguir a mesma condição. Não vai. Tem milagre? Tem milagre, mas o milagre ele é sempre relativo ao esforço, ao merecimento, ao propósito, entende? em relação a esse processo todo. Continuando, por isso afirmam os espíritos benevolentes, aquele que vê claramente as coisas tem uma ideia mais justa do que é do que o cego. Os espíritos veem o que não vedes. Eles julgam, pois, de outro modo que vós. Mas ainda uma vez isto depende da sua elevação. Às vezes a gente diz assim: "Cara, como é que o nosso anjo da guarda aguenta a gente? Se eu fosse meu anjo da guarda, eu já tinha pedido para sair. Quem deve dizer assim, Pedro Paulo, caramba, cara, tu sabe tanta coisa, tu fala tanta coisa para tanta gente, tu continua fazendo errado. Tanta coisa, né, cara? Tem que ter uma paciência de Jó. Por que que eles não abandonam a gente? Porque eles têm toda a nossa história.
tu fala tanta coisa para tanta gente, tu continua fazendo errado. Tanta coisa, né, cara? Tem que ter uma paciência de Jó. Por que que eles não abandonam a gente? Porque eles têm toda a nossa história. Ele tem todos o livro de todas as nossas vidas. O anjo da guarda, ele sabe de todas as dificuldades que eu vou enfrentar, das possibilidades de fracasso, de sucesso, de vitória, de derrota. Ele sabe previamente, ele sabe disso. Isso quer dizer que ele ele fica feliz, ele fica tranquilo quando eu erro? Não. Ele obviamente vai torcer para que eu acerte, mas ele tem uma visão 360 do meu espírito na minha jornada eterna. E é isso que ele fala aqui agora. Por isso que eles são tão compassivos, por isso que eles continuam ao nosso lado, até porque ele tem todos os nossos indicadores de vida, coisa que às vezes é difícil pra gente perceber, porque ou a gente tá achando que a gente é a última bolacha do pacote, né? Se acha, ou a gente acha que não vale nada. E esse extremo é ruim. Esses extremos significa uma percepção orgulhosa que a gente tem sobre a gente, vaidosa, dicotômica, extremista. Nós precisamos compreender que nós somos o que somos e podemos ser melhor a partir do momento que a gente admite a nossa realidade de bom e de não tão bom ou ruim, né? Continuando, Ramed diz aqui: "Ao abrirmos o coração para alguém, vivenciamos uma forma de, acho que aqui é empatia, sentimos o que ele sentiria caso estivéssemos vivenciando a sua situação." Isso é uma questão de ressonância. Só podemos apoiar e cooperar se nossos estados interiores forem sensibilizados. Apenas podemos compartilhar a alegria ou a tristeza de alguém se elas também nos tocarem. Eh, muita gente sabe aqui que eu e minha esposa lá em casa, a gente tem um projeto chamado pão com ovo. E é um projeto que a gente de 15 a 15 dias a gente vai pra rua de madrugada, a gente atende em torno de 400 pessoas em situação de rua. A gente distribui pão com ovo, chocolate quente, cobertor, meio, um bucar de coisa. Esse projeto tem nove, fez 9 anos agora.
ua de madrugada, a gente atende em torno de 400 pessoas em situação de rua. A gente distribui pão com ovo, chocolate quente, cobertor, meio, um bucar de coisa. Esse projeto tem nove, fez 9 anos agora. E antes da gente fazer isso, eu tinha uma raiva de morador de rua e de flanelinha e desse povo todo que anda na rua. Por quê? Porque eu não me conectava com a dor deles. Eu me conectava com a minha intolerância, às vezes com o meu medo, com a minha desconfiança de achar que eles estariam me enganando ou que eles iriam fazer algo mal para mim. E realmente existem alguns que fazem isso. A partir do momento que a gente foi intuído, direcionado para esse trabalho, a gente começou a perceber quem que está na rua, por que está na rua, como que está na rua. E a nossa visão mudou totalmente, totalmente. A ponto que a gente não passa uma umas férias em lugar nenhum sem fazer um pão com ovo. Em todo lugar que a gente vai, o primeiro olhar que a gente tem é pra rua. É o que ele tá falando aqui, entende? Se você disser para mim assim, Pedro Paulo, mas não tem gente perigosa, não tem bandido, não tem isso, aquilo tem. Só que eu vou falar uma coisa para vocês. O perigo que eles oferecem é a minoria. Eu acho que não chega a 5% da população que tá na rua. A grande maioria está em profundo sofrimento. Está em profundo, em profunda desconexão com a realidade, consigo, com Deus, com a família, com tudo. Estão perdidas. 95% da população que mora na rua tem essa condição. Eu nunca ia saber disso se eu não fosse pra rua encontrar eles, entende? É óbvio que existe um conjunto de fatores dentro disso tudo que a gente não vai discutir aqui, mas esse estereótipo, essa caricatura que existe, que todo morador de rua ele é perigoso, ele é um bandido, ele vai te atacar, ele vai te fazer mal, é a minoria da minoria da minoria, entende? Então, às vezes, a gente precisa ir até o contato da dor. E a empatia, ela pede isso. Ela pede para eu deixar de lado todos os meus julgamentos, todos os meus estereótipos, todos os meus preconceitos
Então, às vezes, a gente precisa ir até o contato da dor. E a empatia, ela pede isso. Ela pede para eu deixar de lado todos os meus julgamentos, todos os meus estereótipos, todos os meus preconceitos para eu ir até o outro e ouvir o outro e ver o outro [limpando a garganta] e observar o que que o outro está fazendo e porque ele tá nessa condição. OK? >> Bem aqui a pessoa não se identificou, mas a seguinte pergunta: assumindo que nós espíritos, fomos criados em momentos distintos e para um é mais fácil e mais difícil de acordo com seus anos de existência, isso não fere o princípio de justiça de Deus? Não, [limpando a garganta] porque Deus, a justiça de Deus, ela compreende essa diversidade e essa e essa esses níveis evolutivos, né? Então, assim, eh, todos nós nascemos simples e ignorantes na mão de Deus. No início nós somos isso. E durante a nossa caminhada a gente vai fazer das nossas escolhas através do nosso livre arbítrio. Mas Deus é tão bom, tão bom, tão bom. Eu eu faço a analogia da misericórdia de Deus com o boliche. Quem aqui já foi no boliche? Levanta a mão aí só para ver. É um bocado de gente já foi no boliche. Quando a gente vai no boliche e a gente pega a bola para jogar lá, para derrubar os pinos, tem uma pista, né, que a bola vai correr. Essa pista você tem duas condições. Você pode correr com a pista livre, vou usar esse termo, e a bola quando você for jogada, ela pode sair da pista porque ela não tem nenhuma proteção. Então, se você jogar a bola, pode ser que a bola vá para lado, cai numa canaleta e não bate em pino nenhum. Mas você pode ter a pista com é tipo umas aletas, uma proteção assim. E aí o que que acontece quando tem essas aletas? A bola ela não vai pra canaleta. Ela bate de um lado, ela bate do outro, mas ela vai bater em algum pino lá no final. Ela vai chegar até o destino de derrubar algum pino ou todos os pinos. Deus faz isso com a gente. Ele dá uma pista larga, livre e diz assim: "Podem ir por onde vocês quiserem". Só tem um detalhe. Eu vou colocar aqui umas
destino de derrubar algum pino ou todos os pinos. Deus faz isso com a gente. Ele dá uma pista larga, livre e diz assim: "Podem ir por onde vocês quiserem". Só tem um detalhe. Eu vou colocar aqui umas barreiras de um lado e de outro, porque eu sei que vocês podem sair da estrada, mas eu não vou deixar. É quando o nosso livre arbítrio, ele está dentro, ele fica limitado à misericórdia, a inteligência e a justiça de Deus. E isso quer dizer o quê? que não importa quais as escolhas erradas que a gente vai fazer, a gente sempre vai chegar no final e vai derrubar um pino, que é o objetivo, ou seja, a gente vai evoluir, entende? dentro desse processo. Então, assim, eu posso nascer em diferentes épocas, eu posso ter várias experiências, mas eu sempre vou estar destinado a evoluir. E por incrível que pareça, nós estamos vivendo agora uma época em que a gente tá começando a compreender isso do ponto de vista da transformação interna, porque antes se acreditava que e a evoluir, chegaron onde Deus queria era chegar num local. Por isso o conceito de terra prometida não tem desde lá de trás, olha, esse povo vai ser libertado daqui, vai ser levado para uma terra aonde essa terra todo mundo vai ser feliz, vai ser livre, etc, etc. Isso é uma analogia material do que nós precisamos fazer espiritualmente, mentalmente, emocionalmente. Todos nós temos uma terra permitida dentro da gente, na nossa mente, a partir do momento em que a gente faz a caminhada e vai transformando as sementes que Deus colocou dentro da gente em potenciais de quê? de compreensão, de perdão, de compaixão, de empatia, de caridade, de autoconhecimento, de autocontrole, de autodomínio, de desapego, de fé, de esperança, de caridade. Quando eu começo a desenvolver tudo isso dentro de mim, eu alcanço a terra prometida dentro de mim. Porque não é uma questão do local, é uma questão da condição interna, de como eu me percebo e como eu percebo que está à minha volta. Eh, quando a gente assiste qualquer fala do Chico Xavier,
de mim. Porque não é uma questão do local, é uma questão da condição interna, de como eu me percebo e como eu percebo que está à minha volta. Eh, quando a gente assiste qualquer fala do Chico Xavier, principalmente naquele programa famoso que ele foi lá, o Pingafogo, né, que foi um dos programas que mais tiveram audiência, o Chico ali, ele é bombardeado de todos os temas que você puder imaginar. Ele não cria polêmica com nenhuma resposta. E olha que ele poderia questionar muita coisa, mas ele e o Emanuel sabia que eles não estariam ali para isso. Por quê? Porque a visão deles é além daquilo que a gente compreende. É uma visão compassiva, é uma visão inclusiva, é uma visão diversa, é uma visão empática, é uma visão de de compreensão de todas as leis e que tá tudo sempre muito certo, por mais que a gente age que esteja tudo errado, porque a gente não tem essa ainda essa percepção do todo. A gente vive muito reativamente. Se materialmente tá tudo bem, OK. Se não tiver, eu fico ruim. A gente não entende o que que são as provas, o que que são expiações, as dores, para que que serve. A gente se f sempre fica questionando por que eu tô passando por isso? Não é para que eu estou passando com isso, o que que eu tenho que aprender com isso? O que que eu tenho que me desenvolver com isso? Eu tenho uma paciente que ela passou por um processo de ã assédio moral no trabalho. Ela foi denunciada por alguns colegas em que ela tinha sido mais grossa, ríspida e tudo mais. E ela tem um temperamento mais ríspido. Ela é uma pessoa às vezes ela ela ela ela é muito exigente, ela ela é muito correta, muito trabalhadora e tal, mas ela exige muito das pessoas. nessa exigência, ela usava às vezes uma comunicação um pouco agressiva e ela foi denunciada lá no trabalho e passou por um processo administrativo. E quando eu tava atendendo ela, ela tava muito agoniada, né, muito com sentimento de injustiça, de revolta e tal e tal, preocupada, né, do que que isso puderia se dar. E a gente foi trabalhando, trabalhando,
o eu tava atendendo ela, ela tava muito agoniada, né, muito com sentimento de injustiça, de revolta e tal e tal, preocupada, né, do que que isso puderia se dar. E a gente foi trabalhando, trabalhando, trabalhando. E eu sempre falava para ela, eh, algum motivo existe para você tá passando por isso? por mais que às vezes tivessem eh excessos por conta da outra parte, das denúncias e tudo. E aí passou passou-se alguns meses, ela terminou eh eu acho que não sei se foi inocetado ou ou foi uma uma uma advertência só alguma coisa assim. Hoje, isso já tem, eu acho que um ano, ela fala para mim: "Pedro Paulo, graças a Deus que eu passei por esse processo, porque primeiro ela foi compreender que a comunicação dela precisava melhorar, que ela que ela precisava pacificar o coração dela ao invés de ficar só focada em resultado de trabalho. Porque às vezes na boa intenção o inferno tá cheio, não é assim que diz o ditado? Às vezes a gente mete na cabeça que a gente tem que ser de um jeito porque aquilo ali produz eficiente, não sei o quê, e a gente vai igual um trator, destruindo tudo que tá ao lado, mas eu tô indo fazer uma coisa boa. Só que às vezes a vida não quer isso da gente, ou melhor, não quer só isso, entendeu? Não é só uma questão de resultado, é uma questão de convivência, de relação. E ela fala que a partir desse evento, hoje ela é uma pessoa melhor. Hoje ela é uma pessoa mais compassiva. Ela é uma pessoa mais tolerante, mais paciente. Ela se desapegou de muitas crenças que ela tinha antes, que deixava ela mais ansiosa, mais nervosa. Entende como às vezes um episódio ele vem justamente para te ajudar a você melhorar? E você tá achando que não, que é uma punição. A vida sempre é sábia, gente. A vida sempre cuida. Não existe ninguém que cuida melhor do que a gente, do que a vida. E a gente precisa compreender isso e acreditar nisso. OK. >> Oi. >> Tem uma pergunta aqui que ela não tá muito no tema, mas eu acho que é importante, como tu falou de capela e tal e às vezes as pessoas ficam um
precisa compreender isso e acreditar nisso. OK. >> Oi. >> Tem uma pergunta aqui que ela não tá muito no tema, mas eu acho que é importante, como tu falou de capela e tal e às vezes as pessoas ficam um pouquinho mais curiosas, pessoa pergunta como saber se um espírito nasceu? Qual é o critério, né? Um espírito nasceu 5.000 anos, 50.000 anos. >> A tendência é que um espírito que tem muito tempo, ele vá com as experiências de se desenvolvendo moralmente, não só intelectualmente. Mas isso não é absoluto, porque nós temos espíritos, eu vou usar esse termo, tá? trevos chefes de legiões, né, cruéis que estão aí há milênios, entende? Mas via de regra, eh, primeiro, um espírito que ele tá muito tempo, ele tem um consciente intelectual alto. A inteligência cognitiva dele é alta. Por quê? Porque ele já viveu muito as experiências, ele ele sabe muito da dinâmica da vida, ele aprendeu muita coisa. Então, é um espírito que ele tem uma visão sistêmica muito alta, tá? Eh, se ele ainda está e ligado à maldade dentro dele, ele vai ser um espírito muito inteligente do mal. Se ele já se desenvolveu moralmente, ele vai ser um espírito muito inteligente moralmente também. E aí esses espíritos normalmente eles apresentam essa sabedoria, essa maturidade desde criança. São o que o pessoal chama de espíritos velhos, espíritos sábios, jovens com visões muito a quem da sua cronologia, do seu estado, da sua idade cronológica, né? Que tem uma percepção, uma sabedoria muito forte. Esses espíritos eles já já estão aqui com a gente há muito tempo, né? Os espíritos missionários, por exemplo, os espíritos que vêm às vezes até mesmo os espíritos inteligentes, eh, eles vêm para cá justamente para ajudar no processo da evolução, no desenvolvimento da ciência, no desenvolvimento de padrões de comportamento. É o que nós estamos vivenciando agora desde o Iluminismo para cá. Acho que Iluminismo é 1850, 1800 mais ou menos, não sei a certa data, mas do Iluminismo para cá, muitos espíritos vieram de outros planetas
ue nós estamos vivenciando agora desde o Iluminismo para cá. Acho que Iluminismo é 1850, 1800 mais ou menos, não sei a certa data, mas do Iluminismo para cá, muitos espíritos vieram de outros planetas ajudar a gente com essa com essa carga toda, com essa sabedoria, com essa inteligência. Por isso a gente vê tanta, se você pegar a linha dos últimos 2000 anos, pegar de Cristo para cá, as últimas, os últimos dois séculos, a gente teve um salto exponencial. Que que é isso? É quando espíritos de outros planetas vêm em missões para elevar o nosso padrão em várias áreas, em vários níveis. E é o que tá acontecendo o tempo todo com a gente no último século, principalmente a gente tem tido um avanço em todas as áreas. Ah, Pedro Paulo, eh, mas a gente tem tido também muitos comportamentos equivocados. Tem, mas se você fizer a comparação dos equívocos com os avanços, os avanços são maiores. É porque nós temos uma tendência a sempre que fixar mais nas coisas erradas do que nas coisas certas, correto? Se você ficar cco dias num congresso e um dia for ruim e os outros quatro dias for ótimo, você vai sair de lá falando do dia ruim. Você não vai sair de de lá daquela experiência falando dos dias bons, porque a gente tem uma tendência a se impactar muito mais com as coisas negativas do que com as positivas. OK? >> Ó, só para Iluminismo de 1630, mais ou menos 1790. >> OK. Então, já tem um bocado de tempo, né, que nós estamos aí. Vamos lá, cara. Nosso tempo hoje foi rápido, hein? Eu vou ler bastante que eu quero chegar na parte prática, tá? Ele diz assim: "Se não nos permitirmos sentir medo, amor, tristeza ou alegria, não podemos reagir a esse sentimento diante das pessoas e podemos até duvidar de que elas nos estejam experimentando." Isso aqui é importante. Tem gente que pega todas as tuas dores, bota lá para debaixo, né? empurra tudo lá para debaixo e passa a ser tipo assim, positivo, focado, esforçado e não sei o quê. Bá bá, e acha que todo mundo tem que fazer isso e não entende as pessoas que estão em
a debaixo, né? empurra tudo lá para debaixo e passa a ser tipo assim, positivo, focado, esforçado e não sei o quê. Bá bá, e acha que todo mundo tem que fazer isso e não entende as pessoas que estão em contato com as suas dores, que pegaram as suas dores e botaram para cima, acham que essas pessoas são fracas. Não é uma questão de fraqueza, tá? É uma questão de realidade. Agora, eu vou trabalhar só com as minhas fraquezas? Não, eu preciso entender as minhas fraquezas e pegar as minhas potencialidades e trabalhar em cima dela. Todo mundo vai fazer da mesma forma? Não, porque cada um tem a sua maneira de fazer isso. E isso é muito importante, principalmente quando a gente gera expectativa em relação à nossa família, filho, pai, marido, mulher, mãe, tio, avô, avó, porque a gente, os outros tudo bem, pros outros esse discurso é fácil, né? Ah, é fulano ainda não tá evoluindo e tal e tal, mas quando são os nossos da nossa família, a gente não aceita isso. A gente quer porque quer que os nossos façam com a maior eficiência, com a maior potência, sabe? Com a melhor performance. E tudo bem você incentivar, mas isso não quer dizer que ele vai conseguir. E você tem que ter um senso, sabe, para avaliar. Ou então o que significa eh sucesso para você de uma forma, pro outro é de outra. E tudo bem. Ou vocês acham que todos nós estamos aqui para quando desencarnarmos alguém chegar assim dizer pra gente: "Pedro Paulo, o que que tu fez de bom lá na terra?" "Ah, fui rico, consegui ficar rico." Vocês acham que esse é o único indicador positivo que a gente pode levar pro plano espiritual? Não, pode até ser que um dos objetivos era eu multiplicar a riqueza e mesmo assim isso vai ser significar sucesso se essa riqueza servir a mim e ao máximo de pessoas possíveis. Porque se eu ficar rico só para mim, isso não é evolução espiritual. Isso pode ser eh, como é que chama? avareza, usura, entende? Então a gente precisa compreender o que que é para cada um. >> Pedrinho, aproveitar aí que tu tá bem no
im, isso não é evolução espiritual. Isso pode ser eh, como é que chama? avareza, usura, entende? Então a gente precisa compreender o que que é para cada um. >> Pedrinho, aproveitar aí que tu tá bem no tema aqui da pergunta. >> Tem sábado que tá um silêncio esse chat, né? Hoje tá bom. >> Hoje tá bom. >> Vai ter queicar o horário. >> É, o Vinícius pergunta aqui como a gente trabalhar com paixão é de uma forma simples, né? Ele fala assim, sem que seja doloso. Acredito que ele quera dizer assim, sem eu exigir da pessoa, né? >> É, o problema da paixão é que ela gera dependência. Quando gera dependência, ah, compaixão. Então, então, desculpa, esquei. Como será compaixão? >> Como trabalhar a compaixão com companheiro ou companheira em que esse processo não seja doloso, que seja simples? Eu acho que primeiro você entendendo, a gente vai falar daqui a pouco, é que compaixão não significa você passar a mão na cabeça do outro, né? Não significa que você também não se respeite, não coloque o seu limite. Ah, porque eu eu acompanho uma paciente que o marido dela tem TDH profundo e aí ele ele é totalmente irresponsável, ele não contribui, ela ela eles têm um filho, ela que sempre tá pagando as contas e aí aquela confusão e tudo e ele não tem foco, não tem planejamento, não tem organização, não faz terapia, não busca nada. Então assim, e ela fica se subjugando há anos a um processo em que só ela só ela leva a relação. Ele não não faz nada assim, não consegue sair da bolha dele. Ela tem que ter compaixão por ele, tem, mas ela vai ficar a vida inteira se submetendo a a esse processo? Não necessariamente. Entende? Eh, eu acho que assim, a pergunta fala, né? Como que eu tenho compaixão de forma simples? Eh, a gente a gente fazer a reforma íntima no nível evolutivo que a gente se encontra, ela pode até ser simples, mas ela não é fácil, entende? Não é fácil. Tudo isso que eu tô falando aqui parece fácil para mim. Parece que eu faço isso o tempo todo. Não faço. Eu todo dia tenho que batalhar e mesmo
é ser simples, mas ela não é fácil, entende? Não é fácil. Tudo isso que eu tô falando aqui parece fácil para mim. Parece que eu faço isso o tempo todo. Não faço. Eu todo dia tenho que batalhar e mesmo assim às vezes consigo, às vezes não consigo. Agora, nós estamos num momento em que a gente tem uma oferta enorme de conhecimento para que a gente se conscientize e pratique, né? Como vai praticar? Quanto tempo? Quanto tempo eu preciso praticar para adquirir aquele aquela evolução? Não sei. Aí é de cada um. Então, ter compaixão, eu acho que é mais fácil com os espíritos que já que já tem uma elevação maior, né? Que já que já não se irritam, que não dependem, que dependem mais de Deus do que dos outros, sabe? Que tem uma fé robusta, que tem uma compreensão sistemática, ecológica da vida, aí tudo bem. Agora, se nós ainda estamos brigando por tipo criança de maternal, eu eu atendo um casal que eles chegam lá para mim, eles vão falar das brigas deles. Eles têm 11 anos de casado, um tem 50 e a mulher tem 40 anos. E as brigas deles são de quinta série. Tem hora que eu viro para eles diz assim, digo: "Cara, por que que vocês ficam brigando por isso? Não tem outras coisas mais importante para vocês brigarem?" Por quê? Porque a gente ainda tá muito terra a terra, a gente ainda fica muito, sabe, brigando por coisas que hoje a gente já compreende que é pequena, mas na hora, na prática, não é pequena. A gente vai lá e pega e diz: "Não, isso aqui é meu não, isso aqui é teu. Não, isso aqui tem que ser levado assim. Isso aqui tem que ser levado assado. Eu tenho que levar a criança para um lado, não, tenho que levar pro outro. Ah, por que que tu tá vestido assim? Tu tinha que vestir assado. Eu brinco lá em casa, né, que a briga lá em casa é por causa da Havaiana, que eu adoro Havaiana. Minha mulher odeia a Vaiana, que ela acha que é feio, que que não é elegante, que eu ando todo esculhambado, não sei o quê, não sei o que, não sei o que. É minha filha, pelo amor de Deus. Mas às vezes
Minha mulher odeia a Vaiana, que ela acha que é feio, que que não é elegante, que eu ando todo esculhambado, não sei o quê, não sei o que, não sei o que. É minha filha, pelo amor de Deus. Mas às vezes eu boto um sapato só para então porque a gente tem que agradar, né? Mas entende esse nível que nós estamos e é todos nós, eu também brigo por besteira com ela, é que faz esse esses conceitos todos serem difíceis, mas é porque nós estamos agora que nós estamos acordando para isso. Beleza? Compaixão está associada à empatia, perde o bom sexto que não estabelece limite nos bens que vai dar ou receber. Alguns de nós fazemos favores ou concedemos benefícios aos outros sem critério ou fundamentação alguma. No entanto, a empatia não é medir ou julgar alguém por nós, não é nos colocarmos no lugar da criatura e ficarmos ilusoriamente imaginando seu sofrimento. Empatia é o contato direto do nosso coração com o coração de outro ser humano. Tem uma frase que eu gosto que diz assim: "Se eu entrasse, se eu soubesse o que existe no coração do meu inimigo, o sofrimento que existe no coração do meu inimigo, iria desarmar todo o meu sentimento por ele de raiva e de confronto. Porque não nos enganemos, a maioria de nós está em sofrimento internamente, às vezes nem percebe isso. Por isso que a gente precisa da compaixão de maneira recíproca, sabe? Porque todos nós, tem um paciente meu que disse assim: "Pedro, Paulo, a humanidade é quebrada ajudando quebrado". Eu disse: "É isso mesmo. É um quebrado ajudando o outro quebrado". Mas que bom, né, que a gente tá tentando se ajudar. A ajuda verdadeiramente sapiencial é aquela que permite que as pessoas à nossa volta aprendam a se desenvolver, solucionando suas dificuldades por si mesmas. O ser compassivo não invade a vida alheia. Os indivíduos só mudam quando está prontos para mudar. Isso é muito difícil dentro da família, porque o pai e a mãe quer que o filho mude. Quem é o pai e a mãe que não quer que o filho cresça, amadureça, né? Mas isso não quer dizer que o que você
a mudar. Isso é muito difícil dentro da família, porque o pai e a mãe quer que o filho mude. Quem é o pai e a mãe que não quer que o filho cresça, amadureça, né? Mas isso não quer dizer que o que você quer vai resolver. Você pode repetir quantas vezes for no no no ouvido do seu filho. Você tá repetindo para você, não é para paraa pessoa. Isso não vai mudar a vida da pessoa. A pessoa vai mudar quando ela tiver condições para isso. OK? Muitos de nós doamos, muitos de nós nos doamos porque esperamos receber em troca atenção e respeito das outras pessoas. Isso não é uma ajuda real, nem mesmo está unido ao amor, mas se assemelha a uma forma de barganha seguida de eternas cobranças. Isso a gente faz muito, gente, inconscientemente. Às vezes até a gente ajuda de maneira voluntária, espontânea, mas daqui a pouco a gente tá cobrando. É só as pessoas não fazerem como a gente quer e você começa a se irritar. É porque você tá ajudando, barganhando, tá? E aí a gente tem que avaliar isso. Ah, Pedro Paulo, mas poxa, eu ajudo a pessoa, a pessoa também não tem que devolver alguma coisa? Tem, só que não significa que ela vai conseguir devolver. E aí, a partir do momento que você tá percebendo que a pessoa não tá conseguindo devolver aquilo que você quer, o investimento que você tá fazendo, você pode recalcular a rota, você pode fazer isso de maneira diferente. Para que possamos cooperar efetivamente com alguém, é preciso abrir mão da nossa arrogância salvacionista, a de acreditar que a redenção das almas que amamos depende única e exclusivamente de nosso desempenho e de nossa dedicação. Cada pessoa é uma obra prima de Deus. E quando subestimamos a força divina que há no outro, nossos relacionamentos ficam anêmicos e áridos. A compaixão salv salvaguarda a liberdade de sentir, pensar e agir. [roncando] Às vezes eu atendo pais preocupado com seus filhos ou com seus parentes e eu digo assim: "Quem que você acha que cuida mais do seu filho? Você ou anjo da guarda dele? Quem é que cuida mais dos filhos de
vezes eu atendo pais preocupado com seus filhos ou com seus parentes e eu digo assim: "Quem que você acha que cuida mais do seu filho? Você ou anjo da guarda dele? Quem é que cuida mais dos filhos de vocês? o anjo da guarda, a espiritualidade ou vocês. É difícil, né, a gente pensar assim, porque às vezes nós, pais e mães, achamos que somos semideuses dos nossos filhos. ledo engano. Nós só conseguimos dar conta do que é a nossa parte, até porque a espiritualidade ajuda muita gente. Mas todos nós, o nosso karma, são guardados pela espiritualidade. Inclusive tem um termo para isso. Tem os guardiões do karma que cuidam dos nossos caminhos, das nossas eh proteções, de uma série de coisas, correto? E isso é muito importante. Eu falo para as pessoas, a vida é 50, 50. 50% é a vida que cuida. E às vezes 50% é muito difícil eu fazer, porque aí nesses 50 eu faço só 10, 20 e acho que já tô fazendo de 100 e não tô. No dia que a gente puder ter acesso à nossa fita do nosso Big Brother, né? O Big Brother ele grava o povo lá dentro 24 horas e aí quando ele sai de lá eles podem ter acesso o que que eles fizeram lá 24 horas. Vocês imaginam quando a gente tiver acesso à nossa fita da nossa vida 24 horas? Talvez a gente caia, né? Quando a gente começar a ver tanta coisa. E aí a espiritualidade vai dizer assim: "Olha aqui que você achava que você tava sozinho, olha o que que tinha ao seu redor para você poder ter ficado de pé. Aqui quando você conseguiu motivação para ir de novo, que você achou que era só baseado na sua força, olha a força que a espiritualidade deu para você poder estar de pé. Isso, gente, é uma visão humilde. A visão orgulhosa é muito centrada na gente, no na matéria. E isso a gente precisa começar a mudar. Nós somos importante, nós somos protagonistas do nosso destino, mas a vida tá junto com a gente proporcionando isso. Nós precisamos ter consciência disso, porque senão a gente começa a se autoenganar e começa a a agir dessa forma aqui que o Ramed tá falando, salvacionista, herói e não sei o quê.
proporcionando isso. Nós precisamos ter consciência disso, porque senão a gente começa a se autoenganar e começa a a agir dessa forma aqui que o Ramed tá falando, salvacionista, herói e não sei o quê. Não precisa disso. A vida já vai cuidar dos papéis que todos nós desenvolvemos. Ela vai dar as ferramentas, ela vai dar os instrumentos, ela vai dar intuição, ela vai dar as condições, ela vai dar as pessoas. Todos os insumos que a gente precisa para desenvolver a nossa trajetória, a vida nos oferece. Todos. A gente precisa perceber e confiar nisso e reconhecer, né? Porque senão a gente é ingrato. Os bem-aventurados aos quais se referia Jesus são felizes porque reconheceram que não devem viver de forma ególatra. devem viver sim uma existência de auxílio a si mesmos e ao bem comum. Compaixão é o desenvolvimento do sentimento de fraternidade que move o ser fraterno a ter uma noção ética com vistas à integração e à solidariedade entre as pessoas, tá? E aí nós temos poucos 10 minutos aqui. Vamos entender o seguinte. O que que não é empatia? Muita gente confunde. Simpatia é empatia. Não. Simpatia às vezes é sentir pena. Concordar com tudo é empatia. Não. Absorver o sofrimento do outro sem limites é empatia. Não. A empatia saudável é eu compreender o outro, mas sem eu me perder na dor do outro. A dor do outro é a dor do outro, entende? Porque senão eu começo a ter dó, a ter pena e não sei o quê e daqui a pouco tá todo mundo no buraco, não sai de lá. Nem ele, nem eu. Tá aqui alguns exemplos. A empatia na amizade, uma situação, seu amigo tá triste, diz: "Tá tudo dando errado, como é que eu reajo sem empatia? Para de drama, isso não é nada. Com empatia, caramba, você deve estar sendo pesado para você. Quer me contar o que aconteceu? Nesse contexto, eu vou validar o sentimento e criar conexão. Isso aqui às vezes eu chamo assim, os dominantes e os cautelosos. Que que são os dominantes e os cautelosos? São pessoas com perfis focado em resultado, sabe? Eles eles são eh criadores de
ar conexão. Isso aqui às vezes eu chamo assim, os dominantes e os cautelosos. Que que são os dominantes e os cautelosos? São pessoas com perfis focado em resultado, sabe? Eles eles são eh criadores de solução. Eles não se envolvem com a emoção, eles querem saber a solução. Eu às vezes sou muito assim. Minha mulher chega lá contando um drama, bá. Aí eu espero, às vezes ela chora, espera ela parar de chorar. Eu disse assim: "Qual é a solução?" Às vezes a empatia não é a solução, a empatia é o acolhimento. Poxa, tá difícil, realmente, né? Imagino como é que você tá se sentindo. A pessoa só quer saber isso. Ela não quer solução. E a gente precisa compreender esse time aí. Empatia no relacionamento. Seu parceiro tá irritado, como é que eu reage sem empatia? Você tá exagerando, lá vem você de novo com empatia. Você ficou chateado com isso, né? Quer me explicar melhor a empatia? vezes gera uma comunicação menos violenta e gera menos conflito. Empatia na família, seus pais estão bravos com você. Sem empatia, vocês não entendem nada. Esse é o essa é a clássica reação do adolescente, né? Com empatia. Eu entendo que vocês ficaram preocupados e vamos conversar. Isso também muda. Empatia consigo mesmo. Sem empatia. Eu sou um lixo. Eu nunca faço nada certo. Com empatia eu errei, mas eu posso melhorar. Isso foi difícil para mim. Como perceber que alguém não tem empatia? Primeiro, minimiza seus sentimentos. Isso não é nada. Para de drama, tem gente pior. Nesse caso, a pessoa não tentou entender você. Segundo, quando eu interrompo ou não escuto a pessoa, eu corto a pessoa no meio do assunto, mudo de assunto, pareço distraído, empatia requer atenção e e escuta, atenta. Se eu não consigo escutar, eu não vou ter empatia. Eu sou uma pessoa que gosto muito de falar e não escutar, eu não consigo ter empatia. Eu vou ficar focado somente naquilo que eu falo e não o que o outro fala porque eu não escuto. Quando ela só fala dela mesmo, ah, comigo foi pior, deixa eu te contar o que aconteceu comigo. Não é troca, é
ou ficar focado somente naquilo que eu falo e não o que o outro fala porque eu não escuto. Quando ela só fala dela mesmo, ah, comigo foi pior, deixa eu te contar o que aconteceu comigo. Não é troca, é competição emocional. Acho que vocês devem saber disso, né? Já já chegaram perto de alguma pessoa e você desabafa, em vez da pessoa falar de ti, ela começa a falar dela? Isso não é empatia. Eu não, eu tô falando da outra pessoa, mas às vezes nós somos a outra pessoa que não tem a empatia, né? Julga rapidamente. Você fez isso errado, isso é burrice. Eu faria diferente. Empatia é tentar entender ao invés de julgar, dar juízo de valor. Não reconhece sentimento. A pessoa diz: "Eu tô mal". Você ignora, mudo de assunto e responde frio isso é falta de validação emocional. Isso é muito ruim. Faz piada em momento sério, ri de alguma coisa que te machucou, usa sarcasmo quando você tá vulnerável. Isso gera quebra de confiança. Não demonstra interesse real, não faz pergunta, não tenta entender, responde com a, tá? Ou seja, você demonstra que você não se importa com a pessoa. O que que é empatia, né, de maneira científica? é a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendose, compreendendo e sentido que ele sente. Só que não é só entender, é se conectar emocionalmente, é entender porque aquela pessoa emocionalmente tá passando por aquilo. Não é apenas concordar, é também compreender o que ela tá passando. E não é pena, é presença e percepção, tá? Aqui a gente tem três tipos de empatia do ponto de vista psicológico. A empatia cognitiva, que é entender o que o outro pensa e sente. Eu entendo o que você está passando. Isso é a base da comunicação e negociação. Mais uma vez, você só entende se você escutar o outro. Escutar o outro não é o outro dizer assim: "Ah, Pedro Paulo, eu tô me sentindo assim, assim, assim". E quando eu começo a escutar, às vezes mentalmente eu já vou começando a rebater o que o outro tá falando. Isso não é escutar empático. Você continua a dar preso à suas características, a seu
assim". E quando eu começo a escutar, às vezes mentalmente eu já vou começando a rebater o que o outro tá falando. Isso não é escutar empático. Você continua a dar preso à suas características, a seu processo, tá? Eu preciso escutar, não julgar e verificar de que maneira eu vou acolher aquela dor emocional. Empatia emocional, sentir o que o outro sente, né? sentir a sua dor. Empatia compassiva é sentir, entender, sentir e agir. É a forma mais completa de empatia. A empatia ela tá ligada, o nosso cérebro quando é empático, ele gera emoções, percepção social e tomada de perspectiva. A empatia, ela também se desenvolve na inteligência social, que é a inteligência coletiva. Por exemplo, quando eu desenvolvo um projeto social ou quando eu ajudo um projeto social, quando eu faço alguma coisa pra comunidade toda melhorar, não apenas a mim e a minha família, eu tenho uma percepção social, eu tô tendo uma empatia social, tá? Eu tô compreendendo melhor que eu também posso fazer alguma coisa pelo todo. Quais são os benefícios? Melhora relacionamento, reduz conflitos e agressividade, aumenta a cooperação social, estimula altruísmo e ajuda na liderança e comunicação. A empatia ela se desenvolve? Sim, ela não nasce pronta. Às vezes eu não sou empático, porque eu venho de um lar que não é empático. Eu convivo com pessoas que não são empáticos ou eu tenho exemplos sociais. Eu vivo numa cultura que não tem empatia. Não teria não significa que eu não sou mal, tá? Por quê? Porque muitas vezes eu não aprendi, eu ainda não percebi, eu tenho, eu eu não tenho uma percepção ainda sobre isso. Eu posso não estar fazendo mal, mas não significa que eh eu não possa desenvolver esse valor. As formas mais reais, né, dentro da psicologia é ouvir ouvir de verdade, sem interromper e fazer perguntas. e frases que importam, que geram empatia. Imagino como isso foi para você. Isso deve ter sido difícil. Faz sentido você se sentir assim. E tô aqui se quiser falar, tá? Eu passei mais rápido esse último momento que nosso
am, que geram empatia. Imagino como isso foi para você. Isso deve ter sido difícil. Faz sentido você se sentir assim. E tô aqui se quiser falar, tá? Eu passei mais rápido esse último momento que nosso tempo estourou, gente. É, é essa a nossa reflexão de hoje. E eu espero sinceramente, peço a Deus, a espiritualidade, a todos os nossos anjos guardiões, que nos dê muita motivação, muita coragem, muita força pra gente fazer esse movimento de sair do nosso egoísmo e escutar a dor alheia, escutar verdadeiramente, compreender verdadeiramente e se dispor de alguma forma a ser instrumento para aliviar aquela dor do outro. Eu acho que isso tá dentro da caridade, da benevolência, da indulgência, da compaixão e da empatia. Eu espero de todo coração que a gente cada vez mais possa desenvolver isso nas nossas mentes e no nosso coração. Muito obrigado pelo silêncio de vocês, pela paciência. Um bom final de semana, que nós possamos sempre estar junto com Jesus, com Maria e com os espíritos que querem nos ajudar. Obrigado. >> Agradecer, Pedrinho, pela tua, teu tempo, tua colaboração, ensinos tão importantes para todos nós. Só para não deixar sem resposta, seria lícito dizer que a empatia é filha da caridade. Sim, né? >> Sim, sim, sim. Empatia e caridade é tudo r. E eu nunca lembro de agradecer aqui o site, o site, ó, o chat, mas agradecer o pessoal que interage. Eh, tem aqui o Carlos Martins que fala que nos acompanha há muitos anos. A gente tá junto há alguns anos, há alguns séculos, vamos dizer assim, né, Pedrinho? E a Natália, aqui não dá para entender muito bem o nome de todo mundo, Ana Pinheiro, mas quem nos acompanha, Ana Paula Pimentel, Isabela, é Regina Alves. Agradecer a todos que também nos acompanham, pedir que eh vocês interajam, né, com a gente aqui. O Pedrinho é um dos palestrantes que abre para perguntas. É importante. Vocês viram como fica mais rico, passa mais rápido a palestra e soluciona às vezes dúvidas que a gente leva as muitas vezes quando sai daqui. Então, agradecer
es que abre para perguntas. É importante. Vocês viram como fica mais rico, passa mais rápido a palestra e soluciona às vezes dúvidas que a gente leva as muitas vezes quando sai daqui. Então, agradecer mais uma vez a todos e vamos pedir que fechemos nossos olhos para sintonizar quem quiser fechar os olhos, sintonizar com a espiritualidade querida e amiga, aquela espiritualidade que torce por nós e que está aqui nesse momento nos amparando, amparando o nosso psicológico, a nosso mental, nosso espiritual. Que a espiritualidade nos acompanhe em nome de Jesus aos nossos lares de retorno às nossas atividades. Que possamos passar uma semana de luz, de paz, de empatia, de saúde emocional, de equilíbrio psicológico, de equilíbrio mental, de equilíbrio espiritual. Jesus querido, que possamos semear o bem, a paz, a alegria, a esperança nesses dias tão conturbados. Esteja conosco, Senhor, querido amigo de todas as horas. E assim, profundamente agradecidos, te pedimos permissão, é o nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da Com Espírita de Brasília, para encerrarmos a palestra de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus, meus queridos. Então, vamos nos dirigir ao passe, né? Eu acho que alguém vai ver chamar aqui, mas acho que já pode indo. Tenam todos um excelente semana, um bom final de ou um bom final de semana e um excelente início de semana. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos,
úsica] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a [música] paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que [música] esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa
u reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos [roncando] graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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