VOCÊ SE VITIMIZA MUITO? - Pedro Paulo Záu [REFORMA ÍNTIMA NA PRÁTICA]

Comunhão Espírita de Brasília 28/09/2025 (há 6 meses) 1:08:05 619 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda beleza de viver. >> Amigas, a todos que nos assistem, que estão aqui no nosso auditório, que nos assistem pela Rádio TV Comunhão, pelas redes sociais. Estamos hoje numa palestra aqui com o nosso querido Pedro Paulo, né, Pedrinho, depois de algum tempo, estamos com saudades, né, das tuas palestras. Vamos então aqui ler um um uma lição de Emmanuel do livro Viajor, a lição caridade. Caridade é sobretudo amizade. Para o faminto é o prato de sopa fraterna. Para o triste é a palavra consoladora. Para o mal é a paciência com que nos compete auxiliá-lo. Para o desesperado é o auxílio do coração. Para o ignorante é o ensino despretencioso. Para o ingrato é o esquecimento. Para o enfermo é a visita pessoal. Para o estudante é o concurso no aprendizado. Para a criança é a proteção construtiva. Para o velho é o braço irmão. Para o inimigo é o silêncio. Para o amigo é o estímulo. Para o transviado é o entendimento. Caridade é amor em manifestação incessante e crescente. É o sol de mil faces brilhando para todos e o gênio de mil mãos amparando indistintamente na obra do bem. Onde quer que se encontre, entre justos, injustos, bons e maus, felizes, infelizes. Porque onde estiver o espírito do Senhor, aí se derrama a claridade constante dela. A caridade a benefício do mundo inteiro. Então, vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, a esse mestre querido que nos acompanha, nos ilumina. Senhor Jesus, aqui estamos em mais uma palestra, uma palestra com a característica de entendermos melhor as nossas mentes, a relação do mundo espiritual com o nosso mundo material, por meio do nosso psiquismo. ilumina o nosso querido Pedro Paulo para que traga as palavras que aqui estamos necessitados e que a equipe espiritual que aqui se encontra possa encher de bênçãos, de luzes, de esperança, de consolo, de clareza mental a todos aqui que estamos encarnados e desencarnados em teu santo nome, mestre Jesus, em nome

iritual que aqui se encontra possa encher de bênçãos, de luzes, de esperança, de consolo, de clareza mental a todos aqui que estamos encarnados e desencarnados em teu santo nome, mestre Jesus, em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, o querido dirigente da Comé Espírita de Brasília e que tanto se esforça para trazer os conceitos que clareiam nossas mentes. Pedimos permissão para iniciarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Pedrinho. Ah, lembrando que quem quiser fazer perguntas aqui, temos o WhatsApp aqui do Pedro Paulo, tá ali na tela, vai permanecer ao longo da palestra. Eu acompanho por aqui ou também pelo chat lá do canal do YouTube. Boa tarde a todos aí atrás. Todo mundo me ouve bem? Bom, é, eu acho que faz um mês ou dois meses, né, que eu não venho aqui, dois meses. Tava com saudade desse púlpito e sou muito grato sempre que a espiritualidade me permite estar aqui a serviço dela, eh, como uma necessidade minha também, né? Eu sempre falo que a oportunidade de eu dar palestra é porque eu sou o primeiro a ouvir e é muito útil para mim. Toda vez que eu tenho que fazer palestra, eu tenho que estudar alguma coisa, eu tenho que rever alguma coisa, eu me encontro com os temas e isso me ajuda a não esquecer do que que eu tenho que fazer, né? Do que que eu devo fazer, do que que eu devo combater dentro de mim. Eh, o tema de hoje é um tema que chega muito para mim no consultório, né, e também na vida. a gente encontra pessoas, né, e dentro de mim mesmo, às vezes eu eu me pego me vitimizando, né, achando que eu estou sendo injustiçado, que eu não estou sendo compreendido, que as pessoas estão sendo ingratas comigo, mas graças graças a Deus e e a uma certa dose de autoconhecimento e também aos meus mentores, né, os meus guias, meu anjo da guarda, é pouco tempo que eu me sinto vitimizado porque logo logo eles vêm e falam tudo isso que eu preparei aqui para falar e aí desfaz todo o sentimento de revolta, de justiça e começa a nascer

o da guarda, é pouco tempo que eu me sinto vitimizado porque logo logo eles vêm e falam tudo isso que eu preparei aqui para falar e aí desfaz todo o sentimento de revolta, de justiça e começa a nascer um sentimento de gratidão, tá? Eh, vamos lá, vamos ver o que que a gente trouxe aqui hoje para começar, eh, eu acho que a vitimização ela vai se dar muito do ponto de vista de uma de um senso de injustiça, né? Todo mundo que se sente vítima de alguém ou de alguma coisa é porque se sente injustiçado. Eh, existe um capítulo no Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o maior capítulo do Evangelho, é o capítulo 5 e é um capítulo que que serve só para explicar sobre as aflições. Chama-se justiça das aflições, pra gente compreender o que que acontece e por que acontece. E e eu trouxe aqui, eu trouxe esse capítulo, uma parte dele, a gente vai ver. Mas antes disso, eu acho que pra gente poder compreender a justiça das aflições, nesse capítulo especificamente, ele fala que nós não conseguimos compreender essa justiça sem compreender a reencarnação, né? Não tem como eu entender uma prova, uma expiação, uma aflição, se eu não souber da onde eu vim, o que eu estou fazendo e para onde eu vou. Normalmente o vitimista, ele só olha o momento presente. Ele só consegue refletir, raciocinar baseado em um recorte circunstancial atual. ele não consegue ter uma uma visão sistêmica. E o capítulo 5, ele fala disso, ele diz assim que Jesus veio para falar sobre a vida futura, né? Jesus fala o tempo todo: "Existe o reino dos céus, meu pai que está nos céus, meu reino não é daqui". Ele sempre fala de alguma coisa lá na frente. Mas quando a gente fala de aflição, de dor, de prova e de expiação, não dá pra gente olhar só lá paraa frente. Porque ainda que a gente entenda que de alguma forma o sofrimento vai nos purificar e nós vamos nos aproximar de Deus, de Jesus, ainda assim tem certas circunstâncias que a gente passa na vida que a gente diz assim: "Poxa, mas eu preciso passar por tudo isso. precisam sofrer tudo isso para chegar

os aproximar de Deus, de Jesus, ainda assim tem certas circunstâncias que a gente passa na vida que a gente diz assim: "Poxa, mas eu preciso passar por tudo isso. precisam sofrer tudo isso para chegar aonde tem que chegar. E eu que trabalho com com saúde mental, eh, eu eu recorrentemente chegam pessoas até mim com dramas de vidas, com expiações, com provas muito duras, sabe? Muito difíceis. Pessoas que foram abusadas recorrentemente, sexualmente, fisicamente, psicologicamente, pessoas que viveram em situações de de vulnerabilidade social, de miséria, todo tipo de desgraça que você pode acontecer. E aí, às vezes, obviamente, eu como psicólogo, eu não posso misturar religião, a gente acolhe a dor daquela pessoa, tenta criar uma resiliência para que ela possa progredir. Mas do ponto de vista da doutrina espírita, isso é mais amplo. Não é só uma questão de que eu tenho que me burilar e criar uma resiliência e seguir, mas eu poder compreender para que eu estou passando por aquilo, qual é a função disso, entende? E Kardec, no livro dos espíritos tem várias perguntas que ele que ele pergunta, né? Ele indaga os espíritos no sentido dizer como é que funciona esse mecanismo, né? E aí eu trouxe aqui, eu pensei algumas perguntas o capítulo 5 da vida espírita que ele fala de escolha de provas. Escolha de provas são as escolhas que nós fazemos antes de reencarnar, baseado no que nós vivemos antes e na necessidade que nós vamos ter na vida atual. E ele pergunta assim: quando na erraticidade, ou seja, no plano espiritual, antes de começar uma nova existência corporal, tem o espírito consciência e previsão do que lhe sucederá no curso da vida terrena? Aí os espíritos responde: "Ele próprio escolhe o gênero de provas porque há de passar e nisso consiste o seu livre arbítrio." Todos os espíritos têm consciência dessa escolha? Todos os espíritos escolhem deliberadamente quais são as suas provas? Não, uns escolhem deliberadamente, outros involuntariamente, porém sempre todos eles têm o poder de

têm consciência dessa escolha? Todos os espíritos escolhem deliberadamente quais são as suas provas? Não, uns escolhem deliberadamente, outros involuntariamente, porém sempre todos eles têm o poder de escolha. Exemplo, vamos supor que eu eu já fiz muito mal nas vidas passadas, eu me arrependo e aí a minha consciência se expande e eu sei que eu preciso modificar, por exemplo, a minha paciência e a minha tolerância, né? por conta da impaciência e da intolerância, eu causei muito prejuízo lá atrás a mim e a quem me rodeava. E aí, nessa vida, eu digo: "Olha, eu quero que você me coloque várias provas que teste a minha paciência e minha tolerância. Beleza? Eu tenho uma consciência lá de trás, eu escolhi e eu venho. Mas vamos supor que eu sou um psicopata, um narcotraficante, um espírito muito trevoso, muito cruel, que nas últimas reencarnações eu continuo repetindo essa crueldade. Eu não tenho consciência de nada disso, mas eu tenho que reencarnar. Aliás, eu não quero reencarnar. Um psicopata, um espírito cruel, ele não quer reencarnar porque ele sabe que ele vai ficar preso, ele vai ficar limitado a uma condição, mas mesmo assim ele tem que reencarnar. E aí escolhem para ele uma prova muito difícil, uma expiação muito complexa. A escolha que está sendo feito para ele é baseada nas escolhas que ele fez lá atrás. Então é uma escolha que ele fez, ainda que indiretamente, entendeu? A espiritualidade jamais vai colocar uma prova que não tem a ver com o nosso passado, que não tem a ver com a nossa história. Então, todas as provas e expiações são direta ou indiretamente escolhas nossas, baseadas no que a gente faz, no que a gente determina como caminho evolutivo. Por isso que os espíritos respondem aqui, né, que o próprio espírito escolhe o gênero das provas voluntária ou involuntariamente. Continuando, como pode o espírito desejar nascer entre gente de má vida? Essa pergunta é boa, né? Forçoso é que seja posto no meio onde possa sofrer a prova que pediu. Pois bem, é necessário que haja

Continuando, como pode o espírito desejar nascer entre gente de má vida? Essa pergunta é boa, né? Forçoso é que seja posto no meio onde possa sofrer a prova que pediu. Pois bem, é necessário que haja uma analogia. Para lutar contra o estipo do roubo, é preciso, preciso é que se ache em contato com gente dada a prática de roubar. Se eu roubei várias encarnações aí agora eu quero melhorar, eu vou ficar só com gente honesta? Eu vou ter alguma prova nisso? Não, se eu começar a atuar com gente desonesta, é aí que eu vou ter a oportunidade de me provar de que eu não quero mais fazer aquilo, entende? Então aqui a gente começa a perceber aquela história, né? Se eu quero ter paciência e tolerância, eu vou para um spa onde só tem pássaros, bichos, onde tem sempre uma águazinha correndo. Não. Se eu quero paciência e tolerância, eu tenho que ter situações na minha vida que me exijam paciência e tolerância. alguém aqui. Eu até já tentei, de vez em quando, eh, eu peço para algumas pessoas, amigas minhas, que vão paraa academia e que gostam de academia muito, vão de domingo a domingo, eu peço para elas, igual o pessoal pede aí para dos grupos de orações, né? Eu disse assim: "Leva a foto minha e pensa bastante em mim na hora que você tiver malhando, porque pode ser que você me ajude a emagrecer, né? Eu até tento fazer isso. Até agora eu não consegui nada. As pessoas até vão, pensam em mim, às vezes, Pedro, Paulo, eu pensei em ti, né? Mas não diminui nada. Então assim, não tem como a gente criar uma condição para uma condição física, mental, emocional, se a gente não se exercitar, entende? A partir daí, a gente precisa começar a compreender a utilidade e a inteligência que Deus criou com as provas, expiações, com as aflições na nossa vida. Pedro, você tá dizendo que é para mim ficar feliz quando tiver uma aflição? Não necessariamente, mas é preciso que eu, no momento em que eu tiver passando por uma aflição, eu pergunta para mim mesmo: "O que que eu posso aprender disso? O que que meu espírito está sendo

lição? Não necessariamente, mas é preciso que eu, no momento em que eu tiver passando por uma aflição, eu pergunta para mim mesmo: "O que que eu posso aprender disso? O que que meu espírito está sendo chamado a evoluir diante dessa situação? É uma coisa que eu falo em todos os locais e falo para mim, a gente precisa parar de ficar brigando com com a dor e com o sofrimento. A gente precisa fazer as pazes com a dor e o sofrimento. E o que que é fazer as pazes? eu gerar uma oportunidade a partir daquela situação. Ainda que eu não tenha consciência naquele momento, mas que eu pelo menos diga pro meu cérebro: "Tudo que eu vou sofrer neste momento, tudo que eu estiver passando nessa nessa situação, vai ser útil para mim, vai valer a pena, vai me transformar de alguma maneira, porque aí a gente sai do papel de vitimista, a gente sai do papel de revolta e eu passo a ter uma postura proativa diante de um acontecimento da vida que é natural. Até porque eu ainda não encontrei, eu não conheço todas as pessoas no mundo, obviamente, mas eu ainda não encontrei ninguém no mundo que não tenha problema, que não tenha dificuldade, que não tenha dor, que não tenha sofrimento. Eu ainda não encontrei. Pode ser com dinheiro, sem dinheiro, pode ser inteligente, analfabeto, mulher, homem, tudo quanto é tipo. Então, é preciso que eu compreenda de que se eu sou um espírito mediano, o que que significa um espírito mediano? É um espírito imperfeito, ainda em desenvolvimento. Eu vou precisar de situações para que eu me desenvolva. E essas situações às vezes elas são boas, às vezes elas são confortáveis, são positivas, às vezes não. E quem que escolhe essa situação? nós de acordo com as nossas necessidades. OK? Próximo. Não parece natural que se escolha as provas menos dolorosas? Aí eles dizem assim: "Pode parecer-vos a vós, ou seja, encarnados ao espírito, não. Logo que o espírito se desliga da matéria, cessa toda a ilusão. Que que é ilusão? É o é a visão materialista, né? Quando quando a gente desencarna, a

r-vos a vós, ou seja, encarnados ao espírito, não. Logo que o espírito se desliga da matéria, cessa toda a ilusão. Que que é ilusão? É o é a visão materialista, né? Quando quando a gente desencarna, a nossa visão passa a ser mais ampla e a outra passa a ser a sua maneira de pensar. Vamos supor que e eu tava vendo ontem a a não sei se um podcast, alguma coisa na internet em que fizeram uma pesquisa eh junto às pessoas em estados terminais da vida e perguntaram delas o que que elas se arrependeram naquele momento, né? diante da finitude. E muitas delas falam muitas coisas. Uma delas é trabalhar demais. Elas a elas achavam que elas poderiam ter trabalhado menos, ter mais tempo com a família, ter mais tempo, levar a vida mais leve. Você imagina que você desencarna e aí você passa tudo isso na sua mente e aí você vai vendo as coisas que você se arrependeu. O primeiro primeiro sentimento que vem na gente é o quê? Puxa vida, se eu tivesse uma outra chance, eu teria feito diferente. Não é assim? Não é assim. Quando a gente se arrepende de alguma coisa, poxa, se eu tivesse essa consciência, eu teria mudado de caminho, eu teria tomado outras outras decisões. Pois bem, Deus é misericordioso, ele dá outra oportunidade pra gente. Só que essa oportunidade ela vai ser dentro daquela necessidade que eu falhei antes, justamente para que eu possa me recuperar, me resgatar, evoluir, entende? Então assim, às vezes a gente já tá na segunda, na terceira oportunidade e a gente ainda tá insistindo, achando que não, que não tem que ser, que a gente não quer, que a gente não merece. Muito baseado em quê? No nosso orgulho, na nossa vaidade, na nossa arrogância, na nossa prepotência, no nosso estado de temperamento às vezes, eh, irritado, agressivo, né? Então assim, é preciso que a gente compreenda a necessidade de toda de todo esse mecanismo. Mais cedo a gente estava numa reunião e alguém falou assim: "Tá, mas então diante disso quer dizer que se eu tiver sofrendo eu tenho que ficar ali sofrendo

necessidade de toda de todo esse mecanismo. Mais cedo a gente estava numa reunião e alguém falou assim: "Tá, mas então diante disso quer dizer que se eu tiver sofrendo eu tenho que ficar ali sofrendo e eu não tenho que fazer nada porque eu tenho que sofrer, porque eu tenho que burilar, né? Tem uma oração que eu gosto muito, é uma oração pequena e ela traz três propostas. Chama-se oração da Serenidade. A primeira proposta da oração da serenidade, ela diz assim: "Concedei-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que eu não posso modificar". Então, a primeira proposta é aceitação de coisas que mesmo que eu queira, eu não vou modificar. Por exemplo, um filho dependente químico, eu posso modificá-lo? Não, eu posso ajudá-lo, eu posso propor tratamento, mas modificá-lo não. Ele só vai modificá-lo a partir do momento que ele dentro dele ou se cansar de sofrer ou querer mudar de vida, alguma coisa nesse sentido. Então, nesse momento, essa aflição, eu tenho que ter o quê? Aceitação. Aceitação é paralisação. Ãã. Aceitação é parar de brigar com a situação, parar de negar a situação. É essa a situação, não tem outra. Como é que eu vou lidar com isso? Porque se eu não aceito, eu não eu não lido, correto? Se eu não aceito, eu não lido. De vez em quando chegam pessoas no no no consultório, às vezes pais ou filhos com problema em termos da orientação sexual do filho, né? um filho é gay ou é lésico ou tem uma outra orientação e os pais não aceitam e fica um conflito eterno por conta disso. E a partir do momento que você não aceita, você desconecta, você bloqueia, você cria um muro diante daquela realidade. Você não faz nada. A partir do momento que você aceita, você começa a criar alternativas para lidar com aquilo. Aí é diferente. A aceitação, ela propõe isso. A segunda proposta da oração da serenidade é eh dá-me coragem para modificar aquelas que eu posso. Por quê? Porque tem situações que eu não vou ficar ali, eu não tenho necessidade de estar naquela situação aflitiva o tempo

oração da serenidade é eh dá-me coragem para modificar aquelas que eu posso. Por quê? Porque tem situações que eu não vou ficar ali, eu não tenho necessidade de estar naquela situação aflitiva o tempo todo. O karma ele não é eterno. O karma ele é flexível, ele é dinâmico, ele é finito, ele tem uma função. A partir do momento que eu passei por aquela situação, fui burilado, eh, melhorei, já tenho uma outra consciência, eu posso modificar, eu posso sair daquela situação. Isso acontece muito em casamentos, em relações familiares. Tem pessoas que vivem no casamento abusivo, tóxico, agressivo, porque é o karma, não necessariamente. Às vezes, e existe casos de pais que são agressivos, autoritários, pais narcisistas, em que destrói a os filhos, a personalidade dos filhos. O filho tem que ficar o tempo todo ali se submetendo àquela situação. Não necessariamente, entende? Então, cada situação é uma situação. Pedro, como que eu sei se a minha situação é para ter aceitação ou coragem para mudar? Busque o autoconhecimento, busque a oração, busque conversar com pessoas que tenham mais experiência para te ajudar, para te dar um panorama de fora, entendeu? Nós não temos todo o conhecimento. Nós vamos ter que buscar o conhecimento fora da gente, não é só dentro. OK? Próxima pergunta. Ainda em relação à aquela questão, né, da anterior, em relação à escolha de provas menos dolorosas, olha o que os espíritos falam. Sob a influência das ideias carnais, um homem na Terra só vê das provas o lado penoso, tal a razão de lhe parecer natural, sej escolhidas a que, do seu ponto de vistas, podem coexistir com os gozos materiais. Na vida espiritual, porém, compara esses gozos fusgazes e grosseiros com a inalterável felicidade que lhe é dada entrever e, desde logo nenhuma impressão mais de causa os passageiros sofrimentos terrenos. O que que acontece? É, é aquela questão da, do valor que eu dou para as coisas. Todos nós aqui já fomos crianças. Pense agora no desenho animado que você mais gostava quando você era criança.

errenos. O que que acontece? É, é aquela questão da, do valor que eu dou para as coisas. Todos nós aqui já fomos crianças. Pense agora no desenho animado que você mais gostava quando você era criança. Lembra aí rapidinho lá pros seus 5 anos, qual era o desenho animado? Qual era a brincadeira que você mais gostava na vida, que você ficava horas e horas vidrado, queria comprar tudo do desenho animado. Eu lembro do Rin, olha lá, vou declarar minha idade, né? Tinha o Ren, tinha Liga da Justiça, era um outro desenho. Qual era o teu? Tu lembra? >> Tom Gerry, ó. Tom Gerry era bom. Papaléguas. Esse era da minha época, né? Hoje, quantas horas ou quantos minutos vocês param para ver o desenho que antes vocês ficavam dias vendo? Quanto vocês gastam do tempo de vocês para ver esses desenhos? Quase nada, né? Por quê? Porque não tem mais o valor que tinha antes, correto? A vida é assim, tem momentos na nossa vida que a gente dá muito valor para uma coisa. e a gente fica em função daquilo. Depois isso passa. É o que os espíritos estão falando aqui pra gente. Do ponto de vista material, às vezes a gente dá valor para muitas coisas que são passageiras, que são transitórias, que são até boas, mas elas não nos sustentam. Do ponto de vista espiritual, os valores são outros. Um exemplo disso muit das vezes e não tem nada, não tem nada contra, a gente quer ter uma profissão, ter um bom salário, ter uma casa boa, um carro bom, né? Desenvolver-se na carreira, poder viajar, ter bens. Do ponto de vista espiritual, isso é transitório, isso é possível, isso é necessário, mas isso não tem um valor absoluto, entende? Você pode ter um carro de 20.000, você pode ter um carro de 150.000. A diferença é o valor que você vai dar para isso diante das coisas imateriais que não tem um valor financeiro, mas tem um valor em termos de desenvolvimento humano, espiritual. Às vezes a gente gasta a nossa paciência, nossa tolerância, o nosso estresse para ter um carro de 150.000. E tem um cara que tá andando num carro

valor em termos de desenvolvimento humano, espiritual. Às vezes a gente gasta a nossa paciência, nossa tolerância, o nosso estresse para ter um carro de 150.000. E tem um cara que tá andando num carro de 20.000 tranquilo, sem problema, sem dor de cabeça. Não que a gente não possa ter um carro de 150.000 tranquilo, mas a gente tem que fazer a correlação disso, entendeu? Porque senão a gente vai buscando cada vez mais coisas materiais e inversamente proporcional, menos coisas espirituais. O que que vai sobrar pra gente emocionalmente e espiritualmente? Nada. Ou quase nada. Tem. Então faz aí a pergunta. Vamos ver o que que já chegou aqui. É >> uma pergunta bem interessante do Carlos Alberto que ele pergunta porque o vitimismo tem aumentado muito nos dias atuais, principalmente entre adolescentes e jovens. >> É, os adolescentes e os jovens em todas as as eras eles são vitimistas. Por quê? Porque eles eles estão no momento de buscar autonomia, mas eles não têm a consciência, eles não tem o discernimento e eles são limitados por conta disso. Então é uma força natural do desenvolvimento humano versus uma cadência cronológica de autonomia. Eles não têm ainda idade para ter uma autonomia total, até porque se for assim, muitos vão se prejudicar. E aí há uma revolta natural que a gente chama da rebeldia, né, da intransigência juvenil e tudo mais. Mas isso, gente, acontece em todas as épocas com todos os jovens. Isso é um fenômeno de uma fase evolutiva. Ele não é temporal, ele é atemporal. Existem muitos textos lá de trás, existem muitas reflexões lá de trás. Quando eu tô falando aí de trás, 1000, 2000, 3.000 anos, que a gente tem jovens com o mesmo comportamento, tem relatos. O que a gente precisa tomar cuidado. E aí isso entra na nossa responsabilidade, principalmente, eu acho que isso não cabe tanto aos jovens, cabe aos adultos. É uma vaidade e um conflito geracional baseado no orgulho, numa prepotência e numa arrogância. Nós temos que entender a lei do amor. A lei do amor, ela não separa, ela

to aos jovens, cabe aos adultos. É uma vaidade e um conflito geracional baseado no orgulho, numa prepotência e numa arrogância. Nós temos que entender a lei do amor. A lei do amor, ela não separa, ela congrega, ela concilia. Tudo que vier na nossa mente em termos de segregação, de separação, nós estamos ao contrário da lei do amor, entendeu? E o que que a gente precisa para isso? Quando a gente tem uma situação diferente, uma relação de conflito, a gente precisa desenvolver, ao invés de julgamento, a empatia, a visão sistêmica para eu compreender cada um em cada situação. Porque se eu quero compreender as pessoas a partir de mim, eu não tô tendo empatia, eu tô tendo um autocentrismo, entende? Isso não é lei do amor. Jesus não fazia isso. Jesus, seja velho, idoso, jovem ou criança, ele compreendia. Tudo bem que ele é um espírito elevadíssimo, mas ele sabia a faixa evolutiva que cada um se encontrava, seja fisicamente ou espiritualmente. E nós ainda temos muita dificuldade disso. Por quê? Porque nós ainda não nos autorreformamos. Aí os gaps, os defeitos que tem dentro da gente, a gente fica projetando aonde? Nos outros. Aí a gente começa a entrar nesse criticismo, nesse julgamento com Tumás dos outros, esquecendo de que a gente não pode, não deve fazer isso. Eu devo ter um olhar de compreensão. Eu tenho, eu tenho que olhar as relações de maneira ecológica, sistêmica, não de maneira separatista, seja em que nível for. Cada um tá na sua faixa evolutiva e tem um porquê disso. Vou dar um exemplo aqui geracional. Não sei se vocês sabem, mas tem uma pesquisa aonde uma das características das pessoas idosas eh de maneira, vamos dizer assim, 50, 60%, não são todos 60 70%, foi feito uma pesquisa longitudinal, aonde os idosos eles aumentam o seu nível de teimosia, eles aumentam o seu nível de compreensão, de autocuidado, principalmente, né? Por quê? Porque muitos idosos quando chegam nessa idade, tipo assim, ele já não vem mais tanto motivo de querer se cuidar para ter uma qualidade de vida.

mpreensão, de autocuidado, principalmente, né? Por quê? Porque muitos idosos quando chegam nessa idade, tipo assim, ele já não vem mais tanto motivo de querer se cuidar para ter uma qualidade de vida. Ou então eles já não querem mais suportar nada, nem ninguém no pé do ouvido deles, entende? E tudo bem, a gente tem que ter autonomia e tem que respeitar. Porém, isso às vezes vira contra eles, porque às vezes eles deixam de observar quem está querendo cuidar, quem está querendo tratar, quem está querendo auxiliar. E isso gera todo um conflito e um sofrimento para todo mundo. Isso é uma questão geracional e que muitos idosos não vivem isso. Muitos idosos se autocuidam, se permitem interagir com os conselhos, consegue equilibrar, consegue ter autonomia, mas consegue também receber ajuda, entende? E isso acontece com todos os idosos em todas as épocas. Não é uma questão de agora. Às vezes a gente faz um recorte, existem características próprias de agora? Existem, né? Algumas situações, por exemplo, nós estamos vivendo aí a época da da rede social, da internet muito forte. Isso é uma característica de agora, mas existem sentimentos e emoções que são há muito tempo que acontecem, que é do ser humano, independentemente da geração ou do tempo, tá? Eh, em relação à pergunta, o que que a gente precisa fazer com jovens? conversa, diálogo, conscientização, eh acordos, flexibilização, porque é um ser que está em desenvolvimento e ele precisa de autonomia, mas tem que ser uma autonomia controlada, dirigida, né, participativa em relação a isso. >> Teu microfone tá desligado. >> Eh, tem uma outra pergunta aqui, alguém que não quis se identificar. diz assim que para pergunta nest para reencarnar a alma deve ter um merecimento? Por que que então os jovens eles eh entram nesse vitimismo e muitos ainda se suicidam, né? >> Legal. É. Ah, vamos lá. Fato de uma de um espírito está num corpo de uma criança. Eh, eu acho que tem que desligar o texto. Será? Melhorou isso? Eu pensei que era avião.

itos ainda se suicidam, né? >> Legal. É. Ah, vamos lá. Fato de uma de um espírito está num corpo de uma criança. Eh, eu acho que tem que desligar o texto. Será? Melhorou isso? Eu pensei que era avião. Eu pensei que era avião. Eh, o fato de um espírito tá no corpo de uma criança ou no corpo de um jovem, não significa que ele é uma criança e um jovem. É um espírito que ele já vem de várias encarnações, correto? E esse espírito, ele pode ter tendências depressivas, suicidas, independentemente da situação que ele esteja passando atualmente. Até porque o suicídio também não é um ato novo. Sempre ocorreu, aliás, com muito mais frequência antes. Só não se tem notificação disso, né? Porque antes a vida era muito mais complexa, muito mais difícil, né? Por exemplo, você tem uma ideia, se se uma um exemplo clássico, se uma mulher fosse despojada pelo marido, né, separasse, ela tava fadada a ser uma prostituta, porque a família não aceitava, o marido não aceitava, ela tinha que ir para um prostíbulo e muitas mulheres se matavam ao invés de ir pro prostíbulo, entende? Mas voltando à questão dos jovens, a gente tem que ter uma preocupação em relação a essa questão da ideação suicida. Sim, existe eh uma necessidade desse cuidado com a saúde mental, dessa dessa faixa etária, mas a gente não pode deixar de entender que um espírito que vem com tendências depressivas fortes e que o deação suicida, muit das vezes ele não tá vivendo isso em função das situações que ele tá vivendo agora. Ele já traz isso, né? E por isso que é muito importante o trabalho médico, o trabalho psicológico, psiquiátrica e o trabalho espiritual para sustentar energeticamente esse espírito, correto? Porque há uma frequência energética muito comprometida, muito adoecida. Há um padrão de energia dentro desses espíritos, né? e que obviamente como eles não têm uma percepção ampla da vida, uma capacidade sistêmica, eles já estão muito egocêntricos, eles ainda estão muito voltados só para si, eles não conseguem perceber a troca que

bviamente como eles não têm uma percepção ampla da vida, uma capacidade sistêmica, eles já estão muito egocêntricos, eles ainda estão muito voltados só para si, eles não conseguem perceber a troca que a vida nos oferece. E aí qualquer tipo de frustração, qualquer tipo de dificuldade, de obstáculo, eles cai profundamente num estado de revolta, de isolamento e de uma energização muito baixa, o que abre espaço enormemente para processos obsessivos, correto? Via de regra, esses espíritos sempre têm um processo obsessivo muito forte. muito grande. E é preciso que a gente tenha essa visão sistêmica. Ah, Pedro, mas a pessoa como é que a gente vai tratar quem não acredita obsessor, quem não acredita espiritismo? Todas as religiões tratam de obsessores de obsessão, só que de forma diferente com outros nomes, entende? Então, quando eu falo de tratamento espiritual, eu não tô falando só do tratamento dentro da casa espírita, tô falando tratamento de maneira geral, de frequência energética e que a gente pode cuidar dessas pessoas. elas entram às vezes eh num num processo eh de vitimismo, mas normalmente o suicida, o jovem suicida, o suicida, de maneira geral, ele entra num processo de autodepreciação muito grande, de culpa muito grande. Então ele mesmo vai se autoanulando até ele chegar no momento que ele acha que ele não serve para nada, para absolutamente nada, até porque o estado depressivo dele vai fazer das pessoas em volta sofrerem e ele vai se culpando também por isso, né? Mas são são situações que a gente tem que tomar muito cuidado. OK? Vamos, continuando. Eh, pode o espírito enganar-se quanto a eficácia da prova que escolheu? Pode escolher uma que esteja acima de suas forças e sucumbir. Pode também escolher alguma que nada lhe aproveita, como sucedará se buscar vida ociosa e inútil. Mas então, voltando ao mundo dos espíritos, verifica que nada ganhou e pede outra que lhe faculdar o tempo perdido, tá? Eh, uma coisa muito importante, nós somos agentes do nosso processo de

e inútil. Mas então, voltando ao mundo dos espíritos, verifica que nada ganhou e pede outra que lhe faculdar o tempo perdido, tá? Eh, uma coisa muito importante, nós somos agentes do nosso processo de provas, expiações, ou seja, as nossas aflições, as nossas dificuldades, nós temos sim, ainda que de maneira inconsciente, consciência. É só uma questão da gente ir lá dentro, sabe? Ao invés da gente se revoltar ou se culpar, da gente ir lá dentro. E por que que eu falo da revolta e da culpa? Eu sempre gosto de trazer esse quadro aqui que eu chamo de caminhos evolutivos. E a gente tem duas trilhas. A trilha do orgulho e do egoísmo, fica lá do lado esquerdo de vocês, e a trilha da humildade. Esse essa essa trilha ela é dicotômica. Se eu for só numa, eu fico só numa. Se eu for no fico só noutra. Não, ela é sinuosa. Tem hora que eu tô numa, tem hora que eu tô no outra. Numa dimensão da minha vida eu já tô numa, na outra dimensão ainda tô em outra. Tá? O que que acontece aqui? Uma delas é a trilha do orgulho e do egoísmo. O que que o orgulho egoísmo vai trazer para mim? Auto expectativas irreais. E esse autoengano e expectativa irreal vai me trazer erros que vai me gerar frustração e dor. Quando eu sinto a dor, eu tenho dois caminhos. Ou eu me culpo, ou eu culpo os outros. Quando eu culpo os outros, eu sinto o quê? Revolta, ressentimento e mágoa. E aí eu entro no ciclo do ódio, correto? Porque eu fico me retroalimentando e nesse momento quando eu me revolto é quando eu estou no modo vitimista. Por quê? Porque quando eu me revolto, eu não estou assumindo a responsabilidade ou a oportunidade daquela dor. Eu digo que aquela dor eu estou sofrendo pela responsabilidade do outro e aí eu não ganho nada nesse momento. Eu só sinto revolta, eu só sinto raiva, só só me recito. Entende? É nesse momento que eu não eu não eu não aproveito essa oportunidade. Na culpa eu tenho uma possibilidade de aproveitar isso. Por quê? Porque eu posso dentro do processo da culpa me arrepender, me autoerdoar

momento que eu não eu não eu não aproveito essa oportunidade. Na culpa eu tenho uma possibilidade de aproveitar isso. Por quê? Porque eu posso dentro do processo da culpa me arrepender, me autoerdoar e seguir pro ciclo da humildade, entendeu? Mas também se eu fico me cristalizando na culpa, porque eu tenho o ciclo da culpa cristalizado, que eu fico o tempo todo dizendo: "É, eu não valho nada, eu não sou ninguém, eu não sirvo para nada e não sei o quê". E eu fico é preso ali, quando na verdade eu tenho que trazer a culpa e transformar em responsabilidade e não ficar me autodepreciando, me autoflagelando o tempo todo, entendeu? Beleza, eu errei, não deveria, vou ficar triste, vou ter uma ressaca moral, mas logo em seguida o que que eu tenho que fazer? Eu tenho que verificar como é que eu posso modificar isso, se eu posso pedir desculpa, se eu posso reparar o que que eu tenho que fazer para fazer diferente, né, pra vida seguir em relação a isso, tá? Então, esses dois ciclos, eles prendem muito a gente. Como que eu quebro o ciclo da revolta? Com perdão. Ah, eu fui abusado, eu fui isso, a pessoa fez isso, fez, me traiu, não sei o quê. Beleza? Eu eu entendo que isso era um processo que alguma coisa eu tinha que aprender, eh, principalmente a aprender a não fazer, tá? Por exemplo, meu pai veio órfão de pai e mãe muito cedo, lutou a vida inteira, era muito bruto, muito agressivo. Eu apanhei muito dele, muito. Na verdade, tinha momentos que ele me espancava. Só que chegou o momento da vida que eu entendi todo o processo e aí eu verifiquei o que que eu aprendi com isso. Eu aprendi a não ser assim. Eu aprendi a não ser igual a ele, correto? Tanto que a minha a minha paternidade com as minhas filhas foi totalmente sem violência, porque ele me ensinou a como não fazer. E assim, eu não tô dizendo que a violência ela deve ser chancelada, nada disso, tá? Eu gostaria de ter sido educado sem violência, porque para mim foi muito ruim por muito tempo, até hoje. A agressividade que tem em mim, a

endo que a violência ela deve ser chancelada, nada disso, tá? Eu gostaria de ter sido educado sem violência, porque para mim foi muito ruim por muito tempo, até hoje. A agressividade que tem em mim, a reatividade que tem em mim é fruto desse processo. Mas tudo bem, eu tô burilando. É um processo que agora é comigo, não tem a ver com o meu pai, correto? O que ele tinha para dar, ele me deu. Certo ou errado, beleza. O que eu tenho que trazer dele é o que tá certo. Que tá errado, eu deixo para trás. E a mágoa, a revolta, eu tenho que verificar qual é a oportunidade que eu tenho de fazer uma trajetória diferente. E eu fiz com as minhas filhas, né? Eu não não repeti o processo que ele tinha que fazer para mim. Eh, uma outra coisa que eu trouxe aqui pra gente, esse livro eu sempre gosto de trazer as dores da alma do Hamed e eu trouxe alguns itens sobre a irresponsabilidade que ele fala, porque como que eu quebro a vitimização? Me autorresponsabilizando. Ao invés de eu terceizar a responsabilidade da dor pro outro, eu trago a responsabilidade para mim. Olha o que ele vai falar sobre irresponsabilidade. Ele diz assim, ó: "Não é coerente que cada um de nós trabalhe para alcançar a própria felicidade? Não é lógico que devemos nos responsabilizar apenas por nossos atos? Não nos afirma a sabedoria do evangelho que seríamos conhecido exclusivamente pelas nossas obras. Os acontecimentos exteriores da nossa vida são o resultado direto de nossas atitudes internas. A princípios, podemos relutar para assimilar e entender esse conceito, porque é melhor continuarmos a acreditar que somos vítimas em defesas de forças que não estão sob nosso controle, efetivamente, somos nós mesmos que fazemos os nossos caminhos e depois os denominamos de fatalidade. Isso tá no Evangelho e segundo Espiritismo, capítulo 5, que ele vai falar das causas de sofrimento da vida atual que nós fazemos, porque tem causas de vidas passadas e tem causas de vida atual. É inevitável para todos nós o fato de que vivemos invariavelmente escolhendo. A

das causas de sofrimento da vida atual que nós fazemos, porque tem causas de vidas passadas e tem causas de vida atual. É inevitável para todos nós o fato de que vivemos invariavelmente escolhendo. A condição primordial do livre arbítrio é a escolha. E para que possamos viver, torna-se indispensável escolher sempre. Nossa existência se faz através de um processo interminável de escolhas sucessivas. Eis aqui um fato incontestável da vida. O amadurecimento do ser humano inicia-se quando cessam suas acusações ao mundo. E aí a gente precisa então começar a se perguntar: "Eu tô acusando muito o mundo? Eu brigo muito com o mundo? Eu julgo muito o mundo?" É uma pergunta que a gente tem que fazer. Se a resposta for positiva, você está provavelmente num processo de vitimização. Você tá querendo ser o juiz do mundo e não está olhando para dentro de você, pras incongruências que tem dentro de você. OK? Continuando, entretanto, há indivíduos que se julgam perseguidos por um destino cruel e censuram tudo e todos, menos eles mesmos. recusam sistematicamente a responsabilidade por suas desventuras, atribuindo a culpa às circunstâncias e à pessoas, bem como não reconhece a conexão existente entre os fatos exteriores e seu comportamento mental. E aqui os fatos exteriores são o quê? Desta vida e de vidas passadas. Porque eu posso, por exemplo, ser preso injustamente. Eu vou dizer assim: "Mas eu não fiz nada para ser preso nesta vida. Você não fez nada. Mas em outra hora sim. E aí a pergunta é: o que você aprendeu sendo preso injustamente? Só a revolta? Ou você compreendeu alguma coisa dentro desse processo que você não tinha percebido ainda, que você não tinha tomado noção? O que que mudou dentro de você a partir dessa experiência? É isso que a gente precisa refletir, né? O estado da natureza, o estado de natureza é a infância da humanidade e o ponto de partida do seu desenvolvimento intelectual e moral. Sendo perfectivo e trazendo em si o gérmito do seu aperfeiço o homem não foi destinado a

estado de natureza é a infância da humanidade e o ponto de partida do seu desenvolvimento intelectual e moral. Sendo perfectivo e trazendo em si o gérmito do seu aperfeiço o homem não foi destinado a viver prematuramente no estado de natureza, como não foi a viver eternamente na infância. Ou seja, a lei do progresso empurra a gente. Eu não vou ficar nunca parado o tempo todo aonde eu tô. Ah, Pedro Paulo, mas isso que tu tá falando eu não compreendo para mim não. Não aceito. OK, tudo bem. Eu não tô aqui para te convencer. Eu tô aqui através de uma espiritualidade para jogar algumas sementes de reflexão e o resto, o tempo e as tuas experiências vão fazer. Não é assim que funciona com a gente? Quantas vezes lá atrás falaram um bocado de coisa pra gente que a gente ignorou do alto da nossa soberba, da nossa arrogância. a gente diz: "Não, não concordo com isso, não aceito isso. Isso para mim não é desse jeito." Passa-se algumas décadas, eh, realmente eu tava enganado. Eu pensei que era de um jeito, mas agora eu tô vendo que é de outro. Esse é o processo do amadurecimento e que tem uma lei que ajuda a gente nisso, não deixa a gente parado. Tanto que tudo que a gente pensa hoje, daqui algumas décadas, a gente pode pensar diferente, né? Graças a Deus. No íntimo, essas pessoas não definiram limites em seu mundo interior e vivem num verdadeiro emaranhado de energias desconexas. Isso também é muito comum, principalmente nas relações familiares, emaranhamento emocional. Sabe o que é isso? Você não consegue ter a sua personalidade. A sua personalidade é misturada com bocado de gente. Pedro, como é que como é que eu sei que eu tô emaranhado? É quando você não consegue decidir só por você. Tudo que você tiver decidir ou a maioria das coisas que você tiver de decidir, você tem que pensar em trocenta as pessoas para você tomar uma decisão. Isso é emaranhamento. Entende Pedro? Mas às vezes eu não tenho que pensar que tá tem, mas não o tempo todo. Tem hora que você tem que pensar por você, você tem que decidir por você.

tomar uma decisão. Isso é emaranhamento. Entende Pedro? Mas às vezes eu não tenho que pensar que tá tem, mas não o tempo todo. Tem hora que você tem que pensar por você, você tem que decidir por você. Afinal de contas, a vida é sua. A gente não vem numa vida compartilhada, tipo um cork, a minha vida junto com não sei mais quem, não sei mais quem. Vamos decidir tudo coletivamente. Ãã, não é assim. Até os gêmeos ou os trigêmeos quando nasce depois cada um toca o seu barco, entende? E essa responsabilidade a gente precisa assumir, gente. Só que às vezes a gente não tem consciência desse emaranhamento. A gente tá tão acostumado, é tão natural. Eu tô, eu tô várias vezes quando eu falo essa palavra lá no consultório, a pessoa se espanta e diz assim: "Caramba, eu não, eu não percebi que eu era emaranhado". Principalmente porque nós latinos temos uma cultura muito de super proteção. As famílias vivem muito juntas. Isso é bom até um certo ponto. Como tudo, tem que ter equilíbrio, né? Se você vive muito dessa forma, você vai ter um prejuízo nesse processo. Algumas pessoas, algumas criaturas aprenderam desde a infância o senso dos limites com pais amadurecidos. Isso os mantém firmes e saudáveis dentro de si mesmas. Outras, porém, não. Quando atingiram a fase adulto, não sabia como distinguir quais são e quais não são as suas responsabilidades. Isso também acontece, né? Você não consegue separar. Quando você tem pais que são autônomos e que promovem a autonomia, a gente não tem esse emaranhamento. Pelo contrário, cada um vai logo desenvolvendo e todo mundo se ajuda. Porque o fato do desembaranhamento não quer dizer que a gente ama menos. quer dizer que a gente aproveita melhor a oportunidade da vida. É porque as pessoas emaranhadas elas confundem emaranhamento com amor, com proteção. Não é isso? Elas estão baseadas principalmente no medo e no controle. Por isso que há um emaranhamento, porque o medo e o controle ele abafa a personalidade e a autonomia das pessoas. você começa a querer viver a vida do

ão baseadas principalmente no medo e no controle. Por isso que há um emaranhamento, porque o medo e o controle ele abafa a personalidade e a autonomia das pessoas. você começa a querer viver a vida do outro, a proteger o outro de tudo e de todos e acha que isso é amor. Isso não é amor, correto? O amor ele é muito mais amplo do que isso. É só a gente pegar o amor que Deus nos deu. Deus controla a gente o tempo todo? Não. Ele deixa a gente livre. Chega um momento quando a gente tá fazendo muita besteira, muita besteira, ele vai manda um, manda outro, vai isso, vai aquilo, mas ele deixa a gente experimentar. Por quê? Porque ele sabe que essa experiência vai fazer a gente crescer, vai fazer a gente aprender a discernir, a amadurecer. Isso é um amor sadil. Isso é um amor que quer que a gente cresça, evolua. Entende? Muitos construíram muitos de isolamento que as separaram do crescimento e da realização interior, ou ainda paredes com enormes cavidades que as tornaram suscetíveis a uma confusão de suas emoções com as das outras pessoas. Aí, olha o que que Hamed fala sobre responsabilidade. Ele vai dizer assim, ó: "Ser responsável implica ter a determinação para responder pela consequência das atitudes adotadas. Ser responsável é assumir as experiências pessoais para atingir uma real compreensão dos acertos e dos desenganos. O que que é assumir experiências pessoais? é refletir sobre o que você tá vivendo. Muitos de nós eh estamos nas relações e agimos emocionalmente ou comportamentalmente sem refletir por que que eu tô agindo assim, por que que eu tô eu tô eu tô me sentindo dessa forma. Não, o que que a gente faz? Eu tô me sentindo dessa forma porque você fez isso, porque você fez aquilo. Eu tenho que agir dessa forma porque você faz aquilo, faz isso, faz aquilo. Ou seja, você não para para olhar para você. Sabe para analisar, pera aí, mas por que que eu sinto isso? Essa semana eu atendi uma paciente que ela tava com problema na relação com uma colega de trabalho. A colega de trabalho era uma era par dela,

be para analisar, pera aí, mas por que que eu sinto isso? Essa semana eu atendi uma paciente que ela tava com problema na relação com uma colega de trabalho. A colega de trabalho era uma era par dela, né? Ela era coordenadora, a colega era coordenadora e ela tava incomodada porque a colega tinha atitudes que não eram legais, que não eram boas pra empresa, parará. E ela ficava muito, muito chateada, muito irritada. E aí na sessão a gente foi, eu fui e perguntei para ela: "Por que que você se irrita com essa pessoa se ela não é, ela não tá abaixo de você, ela não tá subordinada a você, né? Você tá dizendo que ela não tá fazendo o que devia fazer pra empresa, mas isso é um problema que a empresa tem com ela, não é você, você não é chefa dela. Por que que você fica irritada com isso?" E ela disse: "Paulo, não sei." Eu disse: "Quem que lá atrás te deixava irritada desse jeito?" Aí ela parou, pensou, ela disse: "É, você sabe que quando eu era mais nova, a minha mãe sempre chegava para mim para reclamar da minha irmã, porque a minha irmã sempre fez tudo errado e toda vez eu tinha que ouvir reclamação por conta da minha irmã e eu ficava indignada por conta disso. Eu disse: "Será que você tá achando que a sua colega de trabalho é a sua irmã e você tá fazendo o que a gente chama de pareamento, né? É quando uma situação do passado, ela parece com uma situação agora e aí por parecer ela aperta dentro de você um gatilho emocional e faz com que você ressinta várias coisas que você sempre sentiu aqui atrás de maneira recorrente, que é o que a gente chama às vezes de trauma. E ela disse assim: "É, eu acho que faz sentido." Eu disse: "Então, coloque a sua colega como colega de trabalho. Ela não é sua irmã e não tem uma mãe brigando com você por causa dela. Existe a empresa, mas a empresa não tá brigando por você. A empresa tá admitindo ela e mandando tocar o barco. Entende? Como às vezes você não consegue parar, ela tava cheia de justificativa para ter raiva, mas as justificativas

esa não tá brigando por você. A empresa tá admitindo ela e mandando tocar o barco. Entende? Como às vezes você não consegue parar, ela tava cheia de justificativa para ter raiva, mas as justificativas eram erradas, eram fora delas, não era dentro delas. Tudo que eu tenho fora de mim, que que causa problema, eu não consigo mudar. Eu só consigo mudar as coisas que causam problema dentro de mim quando eu reconheço. Quando eu não reconheço, eu não consigo fazer nada. E é isso que ele fala aqui da gente, né, assumir essas experiências pessoais. Ser responsável é decidir por si mesmo para onde ir e descobrir a razão do próprio querer, tá? Eh, eu vou passar aqui por causa do tempo e eu vou trazer aqui algumas coisas importantes. A, a vitimização, ela vai nos trazer alguns prejuízos. Uma delas é autocomisceração. E quais são os prejuízos que ela traz? Perca de energia vital, não assumir a responsabilidade pela mudança. Ficamos presos no mesmo ciclo, só reclamando, reclamando. A gente não muda, não quebra esse ciclo. E um exemplo prático disso é quando a pessoa sempre diz: "Ninguém me entende, sou perseguido. Sem perceber suas próprias atitudes". Gente, não existe problema que não possa ser resolvido por você. Não existe. Ah, Pedro, eu tenho um problema que eu quero ganhar na megacena. Esse é um pouquinho mais difícil, mas se você rezar muito, pode ser que você venha. Se você tiver necessidade, né? Porque às vezes o que a gente acha que é solução é problema. Aí Deus não manda, que Deus é bom com a gente. Mesma coisa o povo que fica querendo casar. Ah, eu quero casar, quero encontrar alguém, não sei o quê. Olha lá, toma cuidado. Isso não é fácil, né? Tem que ver se você dá conta. O risco é grande, o investimento é alto, tá? Então assim, sempre a gente pode fazer alguma coisa ou se dispor paraa mudança acontecer, mesmo que seja dentro da gente. E isso já é parte de uma solução. O padrão de autocomisceração, transferência de responsabilidade, olhar no negativo o tempo todo e crença que o

araa mudança acontecer, mesmo que seja dentro da gente. E isso já é parte de uma solução. O padrão de autocomisceração, transferência de responsabilidade, olhar no negativo o tempo todo e crença que o mundo conspira contra si. Tirando o caso dos esquizofrênicos, que os esquizofrênicos eles têm uma uma obsessão, uma condição involuntária de perseguição, de mania de perseguição. Esses casos é diferente. É um transtorno grave de personalidade que por enquanto não tem cura, mas tem controle medicamentosa. Mas todos os outros casos a gente pode modificar às vezes essa ideia de que o mundo tá contra a gente, tá? Vamos algumas frases para ver se a gente se identifica ou lembra de alguém que a gente acha que tem essa frase. Nunca, ninguém nunca me ajuda. Tudo de ruim acontece comigo. Eu não tenho sorte na vida. Ninguém me entende. Sou sempre injustiçado. As pessoas só me procuram quando precisam. Vocês lembraram de alguém aí? Não precisa olhar pro lado, por favor. que já teve confusão daqui depois que o pessoal veio me dizer que veio assistir a palestra, sair daqui brigando e não é esse o sentido, tá bom? Brigue só com você mesmo. Outras frases além dessas? Ah, sim, perguntas de reflexão. Eu eu costumo reclamar mais do que agradecer. Isso é uma coisa que a gente tem que verificar, tá, Pedro? Eh, eu acho que eu agradeço mais. Escreva quantas vezes você agradece. Vamos começar a medir isso. Pegue o seu dia. Hoje mesmo, quantas vezes você agradeceu? Quantas vezes você reclamou? Você acha que você reclamou mais ou agradeceu mais? Esse é um é um norte, é um indicador pra gente verificar a vitimização. Quando algo está errado, eu procuro culpados ou eu procuro solução? Eu primeiro xingo, brigo ou eu quero logo ver como é que soluciona? Minhas falas diárias são mais do tipo: ninguém me ajuda, nada dá certo para mim. Ou o que posso aprender com isso? Eu me comparo frequentemente com os outros e me sinto injustiçado. Quando sofro uma dificuldade, consigo enxergar algum aprendizado ou só me

, nada dá certo para mim. Ou o que posso aprender com isso? Eu me comparo frequentemente com os outros e me sinto injustiçado. Quando sofro uma dificuldade, consigo enxergar algum aprendizado ou só me revolto. Isso são reflexões que a gente promove a quebra da vitimização, tá? Nosso tempo voou, né? rapidinho para variar. Gente, eu agradeço muito a atenção, a paciência e o silêncio de vocês. Eh, se porventura eu falei alguma coisa aqui que tá contra o Cristo, deletem, apaguem. Mas se tem alguma coisa que faz vocês se sentirem mais próximo do Cristo, por favor, tentem executar, ainda que paulatinamente. É o que eu peço aos nossos anjos guardiões, a espiritualidade amiga, a Nossa Senhora, Jesus, enfim, a Deus nosso pai misericordioso, sempre nos ajude, nos motive a continuar buscando essa autorresponsabilidade e sentir a graça de Deus na nossa vida o tempo todo. Muito obrigado. Um bom final de semana para todos vocês. Até a próxima. Então vamos fazer a nossa oração de encerramento, agradecendo, agradecendo muito a esse Cristo bendito que nos proporciona aqui estarmos, Jesus, ouvindo essas palavras, essas reflexões, aprendendo para que possamos amadurecer espiritualmente. O amadurecimento vem a autorresponsabilidade e a certeza de que fazemos parte desse universo infinito, dessa criação divina. E assim trilhamos a nossa evolução. Que o teu amor nos acompanhe. E que as bênçãos clarificadoras desse momento, as bênçãos de paz, de energia calmante para as nossas mentes, se prolonguem, se prolongue pela semana, se estenda aos nossos familiares, a todos aqueles que passam pela nossa mente, mas especialmente aqueles que não nos querem bem por algum motivo, que possam também acalmar os seus corações, acalmar as suas ideias e que o teu amor esteja conosco hoje, agora e sempre. E assim, profundamente agradecido, Senhor Jesus, te pedimos permissão e ao nosso querido Dr. Bezerra de Menezes para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos,

ndamente agradecido, Senhor Jesus, te pedimos permissão e ao nosso querido Dr. Bezerra de Menezes para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos, nossos companheiros aqui já vão chamar para o passe. Antes, só para nós darmos aqui um aviso com relação a grupos de apoio fraterno que a casa tem. São grupos aqui para pessoas que justamente têm problemáticas voltadas à saúde mental, como depressão, ansiedade, burnout, todas essas questões. Nós temos o grupo Acolher, quinta e sexta às 19 horas ali na sala 13, o grupo Viver na quarta às 19 horas na sala 14. E temos um grupo específico e de dependência química. Se você conhece alguém com essas situações, né, seja de depressão, ansiedade, qualquer tipo de doença aí de saúde mental ou de dependência química, esse grupo de dependência química é segunda e quarta na sala 13 às 19 horas. Tenham todos um excelente final de semana. Que Jesus nos abençoe e que possamos seguir aí numa semana maravilhosa. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.

horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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