Seminário Paulo e Estevão - Capítulo 6 Ante o Sinédrio
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A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GeF. Boa noite a todos que estão aqui presentes. Sejam todos muito bem-vindos. Aqueles que estão em casa nos assistindo pela internet e que fazem parte desse grupo, que fizeram sua inscrição. No dia que der certo, dei um pulinho aqui. É muito bom a gente conhecer todo mundo ao vivo, mas de qualquer forma a gente fica feliz que vocês estão acompanhando pela internet. E os que estão aqui, muito obrigada pela presença. Vamos iniciar aqui a nossa noite de hoje com uma mensagem do livro Palavras de Vida Eterna, uma mensagem de Emanuel que inicia com o seguinte trecho. O título da mensagem é com firmeza. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que no Senhor o vosso trabalho não é em vão. Paulo, primeiro epístola aos Coríntios, capítulo 15, versículo 58. Nos dias de aflição e desencanto, o trabalho no bem é semelhante à marcha do viajor sob tempestade alternada em fogo e gelo. Conheces possivelmente dias assim: desilusões alcançaram-te a alma, afeição de granizo arrasador. Calúnias espancaram-te o sentimento como brasas chamejantes. Perseguições gratuitas apareceram quais torrentes de enxurro grosso, dificultando-te os movimentos. Crises morais repontaram da estrada a aguisa de labaredas, incendiando-te o refúgio. É como se todas as circunstâncias te induzissem ao entorpecimento e ao desânimo. Às vezes, quase só perguntas pelas esperanças, pelas promessas, pelos sonhos, pelos amigos. Ainda assim persevera no serviço e prossegue adiante. Os companheiros que exterminaram intentos nobres e votos edificantes, tanto quanto os que desprezaram projetos superiores e abandonaram as boas obras, voltarão mais tarde ao labor reconstrutivo, retomando o serviço que a vida lhes assinala no ponto justo em que praticaram a deserção. Ninguém se eleva sem atender as
iores e abandonaram as boas obras, voltarão mais tarde ao labor reconstrutivo, retomando o serviço que a vida lhes assinala no ponto justo em que praticaram a deserção. Ninguém se eleva sem atender as imposições da subida. A face disso, todo esforço no bem, por mínimo que seja, redundará invariavelmente a favor de quem o realiza, porque toda ação pela felicidade geral é concurso na obra divina. Desse modo, mesmo que todos os acontecimentos exteriores conspirem contra nós, permaneçamos fiéis ao trabalho do Senhor, estendendo o bem a todos os que nos cercam, na certeza de que o trabalho em nome do Senhor não é em vão. Muito bem, vamos elevar nosso pensamento a Deus, nosso Pai. Gratos pela oportunidade de estarmos aqui hoje no encontro presencial, ainda continuando o nosso estudo do livro Paulo Estevo, que há pouco falávamos que é tão atual nos acontecimentos. Por isso, Senhor, que essas reflexões nos abasteçam o espírito de material útil, para que nós encontremos o nosso ponto de equilíbrio na execução dos nossos papéis individuais e coletivos na sociedade da qual fazemos parte, seja a sociedade familiar, seja a sociedade do trabalho, seja a sociedade do estudo, do labora, da nossa escolha, do nosso coração. aquela que nos dá a oportunidade de nos espiritualizarmos e nos sintonizarmos com as energias do bem e do amor. Agradecemos também aos amigos espirituais, mentores desta casa, nossos mentores, mentores da nossa querida Nores, que hoje vai nos trazer um aprendizado muito grande sobre o capítulo número seis do livro. Agradecer também as equipes espirituais que aqui chegaram com seus pupilos para compartilhar conosco esse banquete de luz e assim sob o ampar e a proteção dos trabalhadores desta casa, que mantém o equilíbrio, a harmonia, que nos inspiram a cada dia para o trabalho superior. E com a vossa permissão, Senhor, nós iniciamos o nosso encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. E hoje nós temos a grata satisfação de convidarmos aqui a nossa querida Noris,
o superior. E com a vossa permissão, Senhor, nós iniciamos o nosso encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. E hoje nós temos a grata satisfação de convidarmos aqui a nossa querida Noris, que todos acho que já conhecem, já tiveram oportunidade de estudar com ela. Quem não conhece vai se deliciar agora com as suas palavras, com as os ensinamentos que ela quer trazer para nós. E então Noris, para você agora todo o horário para você fazer a nossa estudo dessa noite, tá bom? >> Obrigada. E a mordomia que eu tenho aqui, né, gente? Só eu que sento aqui, né? Vocês viram, né? Tem uma cadeirinha para mim e eu agradeço, viu, Cintia? Mas às vezes eu fico de pé também porque eu gosto de, né? Mas então, eu faço assim, quer ver alguma coisa aqui? E fico vendo vocês bonitinho e sentadinhos. Noitei. Esquece o microfone, >> tá? Então, uma boa noite, gente, para todos aqui vocês, né? É com é assim com muita alegria realmente que a gente faz isso, né? Que a gente participa desse trabalho que eu acho que nos enriquece a todos, né, de maneira assim muito especial. E e eu gostaria de agradecer também a espiritualidade amiga que vem, porque a gente sabe que nossos amigos vêm nos ajudar e outros vêm estudar com a gente, né? Porque a espiritualidade gosta de estudar com a gente. Eles acham muito bom. Eles aproveitam bastante esses nossos momentos que a gente passa juntos fazendo isso. Mas eu gostaria de começar só relembrando um pouquinho aqui inicialmente uma palestra que eu assisti do faz algum tempo, é uma palestra mais antiga do Haroldo do Tradias, ele falando sobre Paulo Estevão. Nessa palestra ele fala da ele fala da importância que este livro tem para nós cristãos, né? Porque é um livro que nos remete de maneira muito especial ao cristianismo primitivo, né? É um livro que e e ele traz isso à tona. Ele disse, se a gente tivesse um filme de Paulo Estevão, né, o livro seria o filme, o o filme, né, da onde foi tirado o filme, né, e o Atos dos Apóstolos seria o making off, porque tá tudo ali
à tona. Ele disse, se a gente tivesse um filme de Paulo Estevão, né, o livro seria o filme, o o filme, né, da onde foi tirado o filme, né, e o Atos dos Apóstolos seria o making off, porque tá tudo ali nos Atos dos Apóstolos, né? Só que ali Lucas vai relatando o que foi, o que aconteceu depois da crucificação de Jesus, por onde que os apóstolos andaram, né? Que que aconteceu depois quando Paulo, né, vai aos gentios. E e no livro Paulo e Estevão, eh, Emanuel nos conta tudo isso, né, mas vai relatando por menores de cada uma dessas passagens e vai nos mostrando ali datas também que são extremamente importantes pra gente ir se situando naquela cronologia do cristianismo naquela época. Inclusive, ele fala uma coisa muito interessante e ele pontua isso de maneira assim, os argumentos dele são muito convincentes sobre aquele fato de o evangelho de Mateus ser o primeiro evangelho, não é? E não Marcos, como tem muitos historiadores e estudiosos que dizem que Marcos foi o primeiro evangelho, né? Mas Mateus, ele fala e explica porquê de datas que ele foi retirando, de uma cronologia que ele fez com base no livro Paulo e Estevão. E antes de ir direto aqui paraa nossa, só um pouquinho aqui, então onde é que eu vou aqui, Cintia? Só um pouquinho aqui. Pera aí um pouquinho. É na setinha, né? Tá bom. Então, ah, eu gostaria só de fazer uma breve assim relembrar brevemente o que foi falado no capítulo 5, né, quando a Jusara nos trouxe o primeiro encontro de Saulo com Estevão, quando Estevão ouvindo o que estava acontecendo com relação a a Estevão, não, Saulo, ouvindo fala todo sobre Estevão, sobre esse pregador, não é, que falava deste Messias, ele fica muito interessado, muito curioso, muito preocupado com isso. E ele vai até a casa do caminho, onde ele encontra Estevão pela primeira vez. foi o primeiro encontro deles ali. E nesse momento que ele vê, que ele conhece Estevão, ele fica realmente impressionadíssimo com a eloquência, com a a firmeza, com a a digamos assim, carisma, não é? A
oi o primeiro encontro deles ali. E nesse momento que ele vê, que ele conhece Estevão, ele fica realmente impressionadíssimo com a eloquência, com a a firmeza, com a a digamos assim, carisma, não é? A maneira como eh Estevão realmente mexe com as plateias, né? E mas ao mesmo tempo ele via aquela aquelas pessoas muito pobres ali, aquelas pessoas doentes, aquelas pessoas carentes, né? E ele olhava para aquilo com um olhar extremamente crítico, né? Meio que assim, como é que pode e eh né, um cara assim se deixar e levar num ambiente como esse? para ele, aquilo era completamente fora de contexto, porque ele era uma pessoa extremamente eh bem de vida. Ele era um cara de destaque dentro do judaísmo. Ele ele ia já ia assumir, né, um ele ia assumir o o lugar do ex do antigo mestre dele de Gamaliel, né, se tornar um rabino. Então ele fica muito preocupado com aquilo e com aquela mensagem que ele ouviu ali e da importância que Estevão mostrava ter eh diante das pessoas. Então ele resolve eh encontrar então Estevão novamente, que acontece isso no capítulo 6, no sinédrio, aonde Estevão teria que responder determinadas acusações que tinham sido levadas ao Sinédrio pelo Neemias. Então, no dia no dia que, ai, desculpa, eu só tenho que achar o É, é a que vai pra direita. Perdão, gente. Ah, aqui eh no Sinédrio, né, nessa data fixada, né, ele ele chega lá, né, e ele fala, né, primeiramente ali, eles sabem que eles estão ali para entrevistar, não, interrogar Estevão, né? E e o Sinés exibia nesse momento assim toda a sua exuberância, né? Muita riqueza, muita, muito poderil, não só do local em si, como de todos aqueles mestres, sacerdotes e pessoas ilustres do farisaísmo da época estavam presentes ali. E dessa forma, eh, todos ali representando todas as sinagogas de Jerusalém. E dessa forma Estevão tinha o intuito de meio que intimidar, eh, desculpa, Saulo tinha o intuito de meio que intimidar Estevão nesse sentido, né? Mostrando poder, mostrando prepotência, mostrando luxo, mostrando poderil, né?
nha o intuito de meio que intimidar, eh, desculpa, Saulo tinha o intuito de meio que intimidar Estevão nesse sentido, né? Mostrando poder, mostrando prepotência, mostrando luxo, mostrando poderil, né? E a eh ao assumir a então a tribuna, né, do Sinédrio, ele foi convidado, ele já tinha sido, ele tinha sugerido e tinha sido aceito como juiz, né, deste evento, juiz dessa tarefa, né, e ele então tava lá p uma posição de destaque ali no sinédrio, né, e e ao mesmo tempo ele guardava uma esperança íntima de que ele com certeza eh gostaria, queria atrair Estevão paraas fileiras do judaísmo, porque ele viu em Estevão uma pessoa de grande potencial, né, de comunicação, uma pessoa que hoje em dia a gente chamaria de formador de opinião, né, Estevão? carregava esse dom da oratória, essa capacidade de reunir e e e de impressionar as massas, né? E Estevão ficou sentadinho, quieto, foi levado até o local onde ele ficou ali, assentou-se, levado por um ministro do local e acompanhado de dois guardas, não é? Então ele sentou-se ali calmamente, aguardando que se iniciasse então a sessão. E e nesse momento, enquanto Estevão aguardava, ele começou a olhar com mais detalhes pro ambiente que o cercava, né? porque ele foi chamado a sair do seu local onde ele estava sentado e se posicionar no centro daquela da daquela plateia toda. E ali ele poôde começar a avaliar a riqueza das túnicas, a exuberância dos do ouro ali presente, o luxo de todo aquele lugar. E ele então lembrou-se, né, daquela passagem de Jesus, onde Jesus diz assim: Jesus enviou os 12 apóstolos e lhes ordenou, está em Mateus, no capítulo 10, dos versículos 5 e 6, dizendo assim: "Não ireis pelo caminho dos gentios, entrareis em cidade eh nem entrareis em cidade ade samaritanos, mas antes as ovelhas perdidas da casa de Israel. Quando Jesus disse isso, Jesus não estava de nenhuma forma ah fazendo alguma coisa, discriminando. Ele simplesmente ele precisava que naquele momento os seus apóstolos fossem primeiro aonde a terra já tinha sido lavrada, aonde as
s não estava de nenhuma forma ah fazendo alguma coisa, discriminando. Ele simplesmente ele precisava que naquele momento os seus apóstolos fossem primeiro aonde a terra já tinha sido lavrada, aonde as sementes teriam mais condições de serem então eh semeadas e germinarem, não é? Mas tanto ele estava preocupado com os outros povos que ele já sabia que aquele que ali estava, Saulo de Tarso, naquela posição tão triste naquele momento, Jesus sabia que aquele seria o seu apóstolo dos gentios, né? Grandes coisas estavam guardadas para Paulo, né? Naquele momento Saulo ainda, né? A gente fica impressionada como é que uma pessoa pode ter se transformado tanto, né? como Saulo se transformou, né, daquela aquela prepotência, aquela coisa, aquela intransigência, aquela agressividade, aquela impulsividade, ele não pensava, ele sentia e já externava, né? E no entanto se tornou completamente diferente depois quando se converteu ao cristianismo, né? E aí, eh, Estevão olhando isso, ele pensou assim com ele mesmo: "Seriam aquelas as ovelhas perdidas, aludidas por Jesus?" E eram exatamente aquelas as ovelhas perdidas do reino de Israel? Porque ali tinham muitos já que já estavam perfeitamente, todos aqueles cristãos ali da época eram ali, né, daquela região eram israelitas e judeus, né? Mas tinha a turma que realmente eh reagia muito, que era representada em maior quantidade, com mais, digamos, não digo maior quantidade, mas com maior afinco e mais representatividade. Os fariseus, não é? Esses fariseus, como disse ainda assim no começo, os saduceus eram mais ricos, tinham mais poderia financeiro, mas os saduceus eles, os fariseus eles tinham a uma arrogância que se destacava bastante e eles eh se mostravam muito abertamente contra a a os aos arroubos, né, do cristianismo. Então ali h quando então eh Saulo leu a peça acusatória, Saulo aproveitou naquele momento, falou, né, que do que que ele estava sendo acusado, né, de como blasfemo, caluniador, feiticeiro, e que perguntou inicialmente para ele quais
o leu a peça acusatória, Saulo aproveitou naquele momento, falou, né, que do que que ele estava sendo acusado, né, de como blasfemo, caluniador, feiticeiro, e que perguntou inicialmente para ele quais eram as origens familiares dele para Estevão, né, porque Ah, ele queria saber qual era, se ele era um israelita também, da onde ele estava vindo. E ele fala, ele se sente um pouco assim tenso no momento, porque ele não poderia dizer assim: "Olha, o meu nome é Jesiel, né? Eu não me chamo Estevon, eu me chamo Jesiel. Eu era filho de Yoreb, né? E e eu fui condenado aqui mesmo nesse sinédrio, né? Aí preso nas galéas. Aconteceu isso comigo, mas eu voltei e agora eu tô aqui. Agora eu sou. Ele não podia dizer isso. Então ele fala: "Eu fim, eu sou da origem dos filhos da tribo de Isacar". Que era uma das tribos eh do judaísmo, né? Aí Paulo vê que ele é um israelita. E e Paulo então fala: "Olha, a tua condição de israelita não vai te eximir, não vai de maneira nenhuma te exentar de responder todas as perguntas que a gente fizer aqui. Nós vamos perguntar e você vai responder. Você não vai fazer a mesma coisa que você fez quando eu tive a gentileza de ir na tua casa, que eu fui na casa do caminho e fui te conhecer. e fui te questionar e você não quis me responder. Mas aqui você vai ter que responder aí. E eu fico muito curioso, disse Saulo, que por que que você não quis responder pra gente? E aí Estevão, como sempre amparado por Jesus, amparado naquele momento que ele estava assim, ele vem para outra. E só que quando ele falou para para Paulo, para Saulo isso, né, ele diz assim: "O Cristo, a quem sirvo recomendou aos seus discípulos que evitassem a qualquer tempo o fermento das discórdias." Só que Jesus quando falou isso, falou: "O fermento dos fariseus, né?" E o que que Jesus quis dizer quando falou no fermento dos fariseus e saduceus? Ele quis falar justamente da hipocrisia, da falsidade, né, que estavam presentes naqueles ensinamentos e nas práticas judaicas, não é? E que podiam com certeza contaminar aquelas
fariseus e saduceus? Ele quis falar justamente da hipocrisia, da falsidade, né, que estavam presentes naqueles ensinamentos e nas práticas judaicas, não é? E que podiam com certeza contaminar aquelas pessoas ali e contribuir para corromper a fé e corromper a tranquilidade de consciência deles, não é? Assim como o fermento também eh eh entre aspas, né, contamina o pão fazendo o pão crescer. É o fermento que se espalha ali que faz crescer a mesma coisa, o fermento ruim, que seria o veneno dos fariseus. Saulo até aí eu acho que na verdade ele não entendeu isso aí porque ele não viu quando Jesus falou isso, né? Ele passou meio que batido para ele ali. Eu entendi porque ele não ficou muito incomodado com isso aí, não. Ele não entendeu direitinho o que que era isso. Mas aí então ele entra direto a fazer as acusações. Então Estevão ali estava condenado, estava acusado de três coisas: blasf como blasfemo, caluniador e feiticeiro. Aí ele fala assim: "Saulo, és blasfemo quando revelas o carpinteiro de Nazaré como salvador." Bom, ele fala isso, né? E a eh eu, como é muito extenso o, eh, esse, digamos, capítulo e todas as as réplicas e questionamentos de Saulo, eu procurei extrair as coisas que eu considerei para mim mais significativas pra gente ir entendendo como as respostas de Estevão foram incomodando profundo. Saulo, né? Então, quando é assim, por que por que que que esse carpinteiro você dizer que o carpinteiro é um salvador? Como é que você pode dizer isso quando? E daí Saulo entendia justamente se baseava na lei que tá escrito lá em Deuteronômio, capítulo 21, versículos 22 e 23. Tá escrito bem assim, ó, lá em Deuteronômios, que é um dos cinco livros do Pentate Pentateuco da Torá, né? É um dos cinco livros da Torá. Diz assim: "Quando também em alguém houver pecado, digno de juízo de morte e for morto, e o pendurares num madeiro, o seu cadáver não permanecerá no madeiro, mas certamente o enterrarás no mesmo dia, porquanto o pendurado é maldito de Deus. Assim não contaminarás a tua terra que o Senhor,
o pendurares num madeiro, o seu cadáver não permanecerá no madeiro, mas certamente o enterrarás no mesmo dia, porquanto o pendurado é maldito de Deus. Assim não contaminarás a tua terra que o Senhor, teu Deus te dá em herança. Como isso tava lá na lei, Mo Saulo entendia que essas palavras elas se aplicavam diretamente a Jesus. Jesus tinha sido pendurado num madeiro. Jesus tinha morrido com uma morte infame, não é? Então, Jesus era um maldito de Deus. E como podia um maldito de Deus ser considerado o Messias, ser tratado assim como um salvador? Ninguém que dissesse isso poderia dizer que não era um blasfemo. Então, a, se Estevão afirmava isso, ele era um blasfemo. Então, aí Estevão, então, réplica. Eu trouxe sempre a questão e a réplica. Então, agora aqui eu mostro a réplica que é grande, mas que eu recolhi essas informações aí, ó. Ele diz assim: "Mantenho minha crença de que o Cristo é o Salvador prometido pelo Eterno através dos ensinos dos profetas de Israel, que choraram e sofreram no decurso de longos séculos por transmitir-nos os júbilos doces da promessa." E aí Saulo fica tremendamente incomodado e fala: "Sois de parecer que o carpinteiro é maior do que o grande legislador?" E Estevão não recua. Estevão diz: "Moisés é a justiça, mas o Cristo é o amor vivo e permanente." Então, a gente sempre lembra que Jesus foi o primeiro a dizer: "Não vim destruir a lei, nem os profetas. vim dar-lhe cumprimento. E o que ele se referia era a lei que está lá nos mandamentos que Moisés recebeu lá no Monte Sinai, que era uma sequência quase de nãos, né? Não pode fazer isso, não pode fazer aquilo, né? Tem que fazer direitinho isso aqui, tem que honrar pai e mãe, não pode, não pode adulterar, essas coisas todas. Então, o que que aconteceu? Moisés vinha naquele deserto carregando aquele povo rude, aquele povo acostumado ao paganismo, não é? Aos aquele monte de de digamos de deuses. E durante 40 anos ele sofreu, ele sofreu muito ali durante 40 anos com aquele povo se rebelando e ele tentando segurar
le povo acostumado ao paganismo, não é? Aos aquele monte de de digamos de deuses. E durante 40 anos ele sofreu, ele sofreu muito ali durante 40 anos com aquele povo se rebelando e ele tentando segurar tudo aquilo. Ele não ficou 40 anos o deserto caminhando atrás da terra prometida. Ele ficou 40 anos tratando daquelas pessoas até toda uma geração acabar e começar uma nova para aquele povo se melhorar e se tornar realmente o povo que Deus havia escolhido para trazer a mensagem do Deus único. Porque foram os hebreus, sim, o povo escolhido para nos trazer a mensagem do Deus único. E o responsável o o patriarca o Abraão, o seu filho Isaque e Jacó, que são os patriarcas do judaísmo, são os patriarcas do cristianismo, são os patriarcas da do monoteísmo, não é? Foi a partir dessas origens que se gerou as três grandes doutrinas, digamos assim, monoteístas do planeta Terra, o judaísmo, o cristianismo e o islamismo. Então, nós não temos por renegar nenhuma dessas. Quando a gente começa a estudar e a ouvir um pouquinho essas palestras desses caras, tipo o Severino Celestino, o Mordei, que eu esqueço sempre primeiro o nome dele, o nosso amigo, aquele menino, o Jorge Elará, a gente vê que são pessoas que estudam o judaísmo com profundidade. Severino Celestino diz assim: "Ninguém pode entender o cristianismo se não entender o judaísmo". Tem coisas fantásticas ali que nós perdemos porque nós ficamos arregados ali. O judaísmo, os os fariseus, gente, tudo isso que veio anteriormente a Jesus foi tudo. Nada pode ser perdido. Tudo aquilo é importante. Tudo aquilo foi se acumulando camada sobre camada, mudando a nossa estrutura, a nossa maneira de ver. não é o mundo, o nosso, a nossa evolução como espíritos criados simples e ignorantes e pouco a pouco evoluindo nessa caminhada. Então, ah, Moisés foi importantíssimo, não é? Foi o legislador maravilhoso, mas Jesus não veio destruir Moisés, pelo contrário, ele deu a mão a Moisés. Vamos lá, Moisés, vem comigo. Vamos agora falar para eles dessa nova coisa. Vamos
simo, não é? Foi o legislador maravilhoso, mas Jesus não veio destruir Moisés, pelo contrário, ele deu a mão a Moisés. Vamos lá, Moisés, vem comigo. Vamos agora falar para eles dessa nova coisa. Vamos falar para eles dessa nova vida. Vamos falar do amor. Vamos falar do perdão. Não precisa mais a lei do do olho por olho, dente por dente. Esse povo já melhorou um pouco. Agora dá pra gente semear coisas melhores aqui, né? Então aí a segunda acusação de caluniador que ele fez muito juntinho, ele falou do blasfemo do calunador. E aí eu peguei agora a réplica então de Estevão para essa acusação de caluniador. Por que que eles chamaram ele de caluniador? Ele estava sendo acusado de caluniador porque ele que, segundo Saulo falou no momento, tu achincalhais com a lei de Moisés. renegando os princípios sagrados que nos regem os destinos. E aí a réplica de Estevão, quanto a isso, quanto a ser caluniador, eu acho que a acusação procede de interpretação errônea em torno das minhas palavras. Jamais deixei de venerar a lei e as sagradas escrituras, mas considero que o evangelho de Jesus é o seu divino complemento. Ele não arred, ele foi sempre fiel e justo e e e coerente com as suas respostas para ele. Nunca ficou desconcertado como Paulo vai ficar daqui a pouco, não é? Ele nunca se desconsertou porque ele estava pisando em solo muito firme, né? Então ele ele continua dizendo assim: "Estevão, as primeiras, ele se referiu o quê? A Torá, né? São o trabalho dos homens, como o homem deve agir, como é que ele deve fazer, né? O que que ele deve temer? Que naquela época de Moisés era daquele Deus muito bravo, aquele Deus que punia muito, não é? Mas que precisava, aquele pai mais rígido ali naquele momento, né? Então, as primeiras que é a Torá são, eu botei as parênteses, é meu, viu? São o trabalho dos homens. O segundo, que é o evangelho é o salário de Deus aos trabalhadores fiéis. Então, quer dizer, gente, pensa, pensa numa resposta como essa ali naquele arroxo daquele momento. Se Estevan ali aureolado, né, de uma de uma
o evangelho é o salário de Deus aos trabalhadores fiéis. Então, quer dizer, gente, pensa, pensa numa resposta como essa ali naquele arroxo daquele momento. Se Estevan ali aureolado, né, de uma de uma aura maravilhosa que vinha de Jesus ali do lado dele dando força. Vai, Estevão, eu tô aqui com você. Você não precisa temer nada. Como ele diz mais adiante, você tem que temer quem matar o teu corpo. Você não tem que temer quem quer matar teu espírito, porque o teu espírito não vai morrer, né? Então, essas coisas são maravilhosas desse livro. A gente vai lendo esse livro, quando a gente se mergulha aqui nisso aqui para fazer um negócio como esse, você mergulha mais fundo, né? Você vai lá embaixo, lá no fundo mesmo, para você conseguir catar as pecinhas ali para conseguir trazer uma essênciazinha, porque nós não podemos em uma hora nunca entrar na profundidade de uma coisa dessa aqui com justiça. Fazer justiça a gente não faz, gente, não faz justiça. A gente tenta e a gente se emociona o tempo todo com essa com essa história desse livro Paulo e Estevan. é realmente uma coisa que mexe com o coração da gente, profundamente, com a nossa alma, né? Então, vamos aqui adiante. Ah, eu falei a réplica, falei, né? Falei. Saulo, então, tenta atrair Estevão para o aprisco farisaico. Aprisco é o curral, né? Onde bota as ovelhinhas todas juntas no curral. E os fariseus estavam ali no seu aprisco, realmente estavam ali. E Saulo, até eu pensei, vocês não vão ficar bravos comigo. Eu falei até para sentindo que eu pensei aqui. Eu digo, gente, isso aí é propina, né? Foi aí que eu comecei a ver, gente, comecei a, ai, desculpa, eu acho que ficou meio alto aqui. E foi aí que eu comecei a ver que da atualidade disso, não é, Cíntia? Os fariseus de hoje, né, gente? Tá cheio, tá cheio de fariseu assim que aqueles que ainda não mudaram, que eles vêm desde aquela época trazendo essas coisas, mas eles estão assim sendo olhados com muita atenção pelo pai, pelo nosso senhor Jesus Cristo. Com certeza
sim que aqueles que ainda não mudaram, que eles vêm desde aquela época trazendo essas coisas, mas eles estão assim sendo olhados com muita atenção pelo pai, pelo nosso senhor Jesus Cristo. Com certeza eles estão sim sendo olhados com muito carinho, como todos nós merecemos. Todos nós, os fariseus, talvez mais ainda do que nós, porque tem mais necessidade, ainda não conhecem Jesus, né? Então é difícil quando a gente ainda não conhece uma coisa tão maravilhosa como Jesus Cristo, né? E ele ali já conhecia, né? Estevão já conhecia Jesus e os cristãos ali já estavam muito mais pertos assim dele do que aquele povo todo. Então ele fala assim, ele chega para Estevão e diz assim: "És israelita e jovem ainda. Uma inteligência apreciável serve ao teu esforço. Temos então o dever, antes de qualquer punição, de trabalhar pelo teu regresso ao aprisco. É imprescindível chamar o irmão desertor com carinho, antes do extremo recurso às armas, às armas. A lei de Moisés poderá te conferir uma situação de grande relevo. Olha aí. Vem para cá, Estevan. Aqui tá bom. Você vai aproveitar aqui. Tá gostoso, né? Que proveito tirarias da palavra insignificante e inexpressiva do operário ignorante de Nazaré? Operário ignorante de Nazaré, né? Que sonhou com a glória para apagar as esperanças loucas numa cruz de gnomínia. Então ele se achou o máximo quando falou isso para Estevão, né? Ele achou maravilhoso, ainda falou mais, falou assim: "Que esperas do mistificador que lançou a confusão entre nós para morrer no calvário? Que que você tá achando, Estevão? Para com isso, cara. De ser bobo, vem para cá. Nós precisamos de você. Você é um cara inteligente, um cara capaz, um cara carismático, um cara que se que é comprometido demais. Vem para cá que aqui tá melhor, não é? Mas aí, Estevão, isso aí não não não oferece nenhuma interesse para Estevão. Ele responde simplesmente assim: "Desprezo o valor puramente convencional que a lei me poderia oferecer em troca do apoio à política do mundo que se transforma todos os dias.
a interesse para Estevão. Ele responde simplesmente assim: "Desprezo o valor puramente convencional que a lei me poderia oferecer em troca do apoio à política do mundo que se transforma todos os dias. Considero que a nossa segurança reside na consciência iluminada com Deus e para Deus. O discípulo do Cristo deve saber a quem serve e eu me honro de ser instrumento humilde nas suas mãos. Aí ele fala fal assim, mas nós não precisamos de um inov um inovador para a vida de Israel. Eu até grifei essa vida de Israel, porque para ele Israel era o mundo, não é? A era era tudo. E aí Estevão responde: "Compreendereis um dia que para Deus Israel significa a humanidade inteira?" Aí, gente, aí pegou fogo. Aí Paulo queria matar, literalmente. Ele queria matar nesse momento, porque como que a gente podia admitir que o povo de Israel fosse se misturar? Então, aí vem a sequência dessa coisa aí, não é? E eu parei nisso aí para fazer uma, pra gente pensar um pouquinho em Jesus mesmo aí, não é? que aí eu eu lembrei do nosso do nosso evangelho Rede Vivo, né, que é o nosso espiritismo maravilhoso, nosso espiritismo que a gente sabe que não é a única, o único caminho. Nós espíritas sabemos que não é. Todos nós estamos no mesmo barco, espíritas católicos, mas o espiritismo, quando a gente entra nele e quando ele entra em nós, ele se torna numa fonte sublime de conforto, consolo, esperança, tudo, não é verdade? devagarzinho ele vai fazendo isso na gente, vai fazendo devagar, a gente nem percebe, quando a gente vê, a gente tá totalmente entregue. Então, realmente, o futuro das religiões não é o espiritismo que vai ser a religião do futuro. Espiritismo é uma doutrina que foi trazida para nós pelos espíritos para nos dizer, gente, a gente existe, nós estamos aqui. Não é a vida não é só isso. Olha, vamos pensar na imortalidade da nossa alma. Não é? Por que que vocês só pensam nisso como dogma? Não, olha aqui, nós estamos aqui, nós moramos aqui, nós vivemos aqui, nós estamos com vocês. Então, tudo isso é
nsar na imortalidade da nossa alma. Não é? Por que que vocês só pensam nisso como dogma? Não, olha aqui, nós estamos aqui, nós moramos aqui, nós vivemos aqui, nós estamos com vocês. Então, tudo isso é essa maravilha que o Espiritismo nos traz. E aqui, aqui nesse momento, eu lembro, então, lembrei daquilo do livro Renúncia, trazido pela aquele espírito maravilhoso de Auni, né? Foi um espírito iluminadíssimo que veio, reencarnou por missão para trabalhar um pequeno grupo familiar. Ela não veio por uma missão no planeta Terra, mas ela é um espírito missionário. E ela disse isso num determinado momento. Eh, Emmanuel nos conta que ela falou: "A mensagem do Cristo precisa ser conhecida, meditada, sentida e vivida". Então isso nós precisamos nunca nós, essa é outra atualidade eu acho, deste livro, sabe, Cíntia? Ele nos traz com certeza um relato tão importante que no faz nos faz pensar o tanto que nós atualmente precisamos do evangelho, como nós precisamos de Jesus, como nós precisamos do seu evangelho redentor, não é? para nos ajudar a seguir na nossa jornada, para nos ajudar a melhorar cada um de nós, a humanidade da Terra, para que a gente possa galgar um degrau a mais, que a nossa humanidade se transforme, não é? que a geração nova surja, que a gente possa habitar um novo mundo de regeneração. Então, é muito importante o nosso evangelho, é muito importante a presença de Jesus. E o espiritismo é o evangelho rediv vivo. Ele nos traz o evangelho de Jesus de novo. E ainda tem pessoas do planeta Terra que não sabem que o Espiritismo é cristão. É impressionante isso. Mas tem muita gente que não considera o espiritismo. E nós não somos espíritas cristãos, nós somos cristãos espíritas. Porque antes de nos tornarmos espíritas, nós nos tornamos cristãos. Então, quando a gente diz espírita cristão, eu sempre falo: "Não, eu não sou um espírita cristão, eu sou um cristão espírito, porque eu acho que eu fui cristã de me tornar espírita, né?" Então, o espiritismo diz assim, ó, na,
espírita cristão, eu sempre falo: "Não, eu não sou um espírita cristão, eu sou um cristão espírito, porque eu acho que eu fui cristã de me tornar espírita, né?" Então, o espiritismo diz assim, ó, na, eu esqueci de botar aqui embaixo, gente, mas é a pergunta 799 do livro dos espíritos diz assim: "O espiritismo contribui para o progresso, destruindo o materialismo e fazendo homem os homens compreenderem onde se encontram seus verdadeiros interesses. Não tendo dúvidas sobre a imortalidade da alma, o homem perceberá com clareza que por meio do presente lhe é dado preparar o futuro e que abolindo prejuízos de seitas, castas e cores, ensina aos homens a grande solidariedade que os há de unir como irmãos. Então, eu fiz uma pequena pausa para trazer Jesus diretamente e trazer o evangelho e trazer o espiritismo nos dizendo isso, que é uma das coisas que a gente mais aprecia nesse espiritismo, é a gente ter a mente da gente aberta, procurando realmente eh respeitar o nosso próximo no sentido de se temos como ajudá-lo, vamos ajudar, né? Se podemos melhorar um pouco ali alguma coisa, vamos melhorar, mas não vamos afundar e nem vamos segregar e dizer: "Não, olho para cá, não é comigo, não tá me acontecendo, não me interessa." Isso é o egoismo e o orgulho, né, que a gente precisa se libertar. Que mais eu botei aqui? A fidelidade e a firmeza de Estevão, não é? H ele quando e e Saulo, né, sempre pergunta assim, eh, Estevão, confirmas que és um caluniador? Confirmas que és um Ele nunca confirmou, ele nunca disse: "Sim, eu sou um caluniador. Sim, eu sou um um blasfemo, né?" Nunca. Mas ele de qualquer maneira ele fal: "Ah, sim. Então tá, você é um blasfemo, você é um caluniador. Então ele pergunta: "Por que que tu aguardas a minha confirmação se tu obedeces um critério arbitrário? Você já decidiu? Então não pergunta para mim se eu confirmo isso, né?" Ah, o evangelho desconhece as complicações da casuística, né? Que é aquela doutrina do ver as as consciências, né? Não desdenho Moisés, mas aí vejo como ele foi firme.
ra mim se eu confirmo isso, né?" Ah, o evangelho desconhece as complicações da casuística, né? Que é aquela doutrina do ver as as consciências, né? Não desdenho Moisés, mas aí vejo como ele foi firme. Não desdenho Moisés, mas não posso deixar de proclamar a superioridade de Jesus Cristo. Podeis lavrar sentenças e proferir anátemas contra mim. Entretanto, é necessário que alguém coopere com o Salvador no restabelecimento da verdade acima de tudo e, sem embargo, das mais dolorosas consequências. E é isso aí. Se isso é confirmar que eu sou um caluniador, não, para você vai ser, porque é o que ele já acha. Mas você é, viu como você é um caluniador? Você tá dizendo que Jesus Cristo aqui que manda, né? Esse cara que morreu numa cruz lá e que Mas então tá bom, né? Sou, né? Aqui estou para fazê-lo, ou seja, né, para defender o Cristo, né, e saberei pagar pelo mestre o preço da mais pura fidelidade. E vivas para Estevão, né, essa coisa maravilhosa. Primeiro mártir do cristianismo. Aí vem a terceira acusação, porque a gente estava esquecendo que ele também foi acusado de feiticeiro. E aí o que eu gostei muito, sabe? Aí eu gostei mais dessa parte, dessa réplica do Estevão de do que qualquer outra, né? Porque ele fala assim: "És também acusado de feiticeiro. Fui testemunha da cura de uma jovem muda em um dia de sábado. Meu Deus do céu. Num dia de sábado. Aí ele se ferrou mesmo. Pobre Estevão, né? H, e só a feitiçaria poderá elucidar o fato. Aí vocês vão ver o Stevão na dor de braçada, né? Ele falou assim: "Não fui eu quem praticou esse ato de amor? Até depois ele diz: "Ah, você tá tirando o corpo fora, né? Foi Jesus, né? Foi você." Ele fala assim: "Foi o Cristo por intermédio da minha pobreza que nada tem de boa. O judaísmo está cheio desses fatos que julgas não compreender." E aí ele aí é que ele desconcerta realmente Saulo, porque Saulo fica sem argumentos, porque ele vai fundo, ele fala em coisas ali que vocês lendo ali vocês vão ver as coisas, mas eu botei aqui com a fiz aí eu imitei a Jusara,
concerta realmente Saulo, porque Saulo fica sem argumentos, porque ele vai fundo, ele fala em coisas ali que vocês lendo ali vocês vão ver as coisas, mas eu botei aqui com a fiz aí eu imitei a Jusara, né? Eh, linquei, linquei realmente com o Velho Testamento. Então eu botei assim com ele pergunta, né, com que sortilégio, né, que que porque ele fala que ele fez uso de sortilégios, que ele fez uso de feitiçaria, que ele fez uso de talismãs. Então ele fala assim, com que sortilégio, né? E aí eu botei entre aspas que isso tá lá na citação bíblica. Com que sortilégio Moisés levantou a vara e bateu duas vezes na rocha, tendo a água imediatamente jorrado. Isso tá em Números, capítulo 20, versículo 11. E Deus ainda brigou com Moisés. Aí se vocês forem ler lá no deu no Números nisso aí, vocês vão ver. que Deus falou assim para Moisés e para Arão: "Vocês vão pegar a varinha, né, e vão ordenar pedra em meu nome que jorre água". E e e ele Moisés não fez assim. Moisés pegou a varinha, bateu com a varinha na pedra e jorrou água. E Deus falou assim: "Tá querendo tirar vantagem com Deus, né?" e ficou incomodado. Tá lá em Números, é bacana da gente ler. Ele fala assim: "Agora, por castigo, Moisés, nem você e nem teu irmão Arão vão entrar na terra prometida". Ele começou a briga ali. Por que eles não obedeceram? Até aí Moisés mostrou: "Obedeçam a esse Deus". Gente, ele sabia. Moisés era um missionário. Moisés tava ali para mostrar isso para nós. Você falou: "Vio que diz assim: "Eu perdi as prerrogativas aqui, eu não vou entrar." E não entrou. Moisés viu a terra prometida do lado de lá do Jordão, de longe, e morreu antes, né? Quem levou eles para lá foi Josué. Aí uma outra coisa que Estevão fala para eles, diz assim: "Com que feitiçaria que os israelitas passaram pelo mar, o mar em terra, em terra seca, com muralhas de água dos dois lados?" Que feitiçaria foi essa? Isso tá em Êxodo 14, 21 e 23. E a gente sabe que naquela época não tinha realmente explicações, mas a gente lê a Gênes de Kardec, que já
com muralhas de água dos dois lados?" Que feitiçaria foi essa? Isso tá em Êxodo 14, 21 e 23. E a gente sabe que naquela época não tinha realmente explicações, mas a gente lê a Gênes de Kardec, que já veio no século XIX, a gente já vai ver muita coisa. E se a gente vê a ciência de hoje explicando já essas coisas como acontecem, claro que tem muito simbolismo, muito aué, né, que tem as duas colunas de água de cada lado, tá tudo bem, mas acontece que já se consegue achar cientificamente explicações bem bacanas para isso aí. A outra coisa foi das que eu achei muito boa também. A outra coisa foi assim, ó. Com que talismã Josué ordenou que o sol eh ordenou e o sol parou no meio do céu eh quase um dia inteiro e e não se pôs e não se pôs. Isso tá em Josué 10, capítulo 10, versículos 12 a 14. Não foi esse que eu gostei mais. Eu gostei mais de uma coisa que vem lá na frente. Mas esse aqui também não é. Tem até explicações dessas coisas climáticas hoje em dia, né, que o sol, o dia durou mais do que devia por isso, por aquilo. E Josué fez, conseguiu isso daí para vencer uma um povo lá que chamava os Amorreus, né? Ele vence a batalha com os Amorreus. Então, quando ele fala tudo isso que tava escrito na lei, tá na Torá. Isso tá na Torá, né? Aí ele fala assim no final, no cumprimento, Estevão, no cumprimento do nosso dever, tudo devemos esperar da divina misericórdia. Então, Deus está presente na nossa vida sempre. Deus nunca vai abandonar os seus filhos, nunca. Então, mesmo quando as coisas estão incomodando muito, mesmo quando a gente se encontra muito perdidos, a gente tem que parar e pensar: Deus está no comando. Jesus está ao meu lado. A espiritualidade amiga há de me inspirar e a gente vai mantendo essa postura e a vida vai se tornando mais serena, mais tranquila, mais segura e a gente se torna mais resignado com as coisas. Vamos ver o que que vem depois. A primeira derrota, a primeira derrota pública do orgulhoso doutor da lei. Aqui eu botei esse título em vermelho, acho
e a gente se torna mais resignado com as coisas. Vamos ver o que que vem depois. A primeira derrota, a primeira derrota pública do orgulhoso doutor da lei. Aqui eu botei esse título em vermelho, acho que aqui não tá, né? E com uma coisa grande, porque eu achei fantástico. Foi a primeira vez. Porque Paulo ele era, ele se saía super bem. Ele era um cara muito inteligente também, muito carismático, muito culto, tinha uma uma oratória fantástica e ele no momento ele era o maior destaque entre os fariseus, entre o judaísmo, né? E ele não tava acostumado a se desconscertar e a perder o controle dele mesmo num debate desse. Mas aqui ele perdeu, porque o que que ele tinha para dizer ali? Dado o seu temperamento impulsivo e intimamente desconcertado, frente à argumentação lógica e irretocável de Estevão, Saulo sentiu-se encurralado. Essas palavras são minhas. Não tá lá no Paulo Estevo, mas eu fui botando o que eu tava sentindo nessa hora, né? sentiu-se encurralado e anteviu uma saída oportuna, passando a responsabilidade do momento para o sumo sacerdote, que aceitando a proposição formulada pelo juiz da causa, concede ao condenado o recurso de defesa que lhe era de direito por ser israelita. Então ele não tinha o que, ele não podia ir contra as coisas que Estevão tinha falado, porque ele iria contra a lei, porque aquilo que Estevão falou tava na lei, né? Então ele simplesmente passa a bola pro sumo sacerdote e fala: "Olha, ele é israelita mesmo. Ele tem direitos a Ele tem direito a a como é que diz? Ele tem direito à defesa, né? como israelita. Então tá, eu vou e ele se recolheu um pouquinho porque ele tava muito desconcertado. O moço de Corinto lembrou da promessa de Jesus nos seus aos seus continuadores que estaria sempre com eles no momento de testemunho a ele e ele não temeria a eles, né? e ele não temeria as provocações do mundo. Mais do que nunca, sentiu a convicção de que o mestre o auxiliaria na exposição da doutrina do amor. Vamos ver o que que acontece a seguir aqui.
a eles, né? e ele não temeria as provocações do mundo. Mais do que nunca, sentiu a convicção de que o mestre o auxiliaria na exposição da doutrina do amor. Vamos ver o que que acontece a seguir aqui. Então, Estevão assume a palavra e ele então começa a falar e ele diz assim: "Israelitas". Ele começa com essas palavras. Eu copiei direitinho do início lá. Por maior que fosse nossa. Tão me ouvindo bem, gente? Eu esqueço do Tão me ouvindo? Tá, eu esqueço, desculpa. Eh, israelitas, por maior que fosse o a nossa divergência de opinião religiosa, não poderíamos alterar nossos latos laços de fraternidade em Deus, o supremo dispensador de todas as graças. É a esse pai generoso e justo que elevo minha rogativa em favor de nossa compreensão fiel das verdades santas. E aí ele passa o seu discurso que eu chamei esse discurso de Estevão, que é uma defesa. Ele não precisa se defender. Não tá se defendendo. Ele não é culpado de nada, mas ele vai eh argumentar, né, justamente com base na sua crença em Jesus Cristo sobre como ele se sente com relação a essas acusações. E ele vai, isso aqui é bacana agora o que ele faz aqui, viu, gente? Ah, eu fiz de um por um, eu tirei, né, do teu? Eu tirei. Ah, desculpa, gente. Pode passar tudo de uma vez. Eu ia tirar, era isso que eu ia tirar aquela hora. Pode dar vários enters aí que vai aparecer, tá? As as os pontos que eu que eu que Ah, eu tenho que passar. É eu mesmo. Ah, eu mesmo que vou passar. Ah, eu pensei que era ele. Eu que tô passando. Desculpa, gente. Isso aqui é a Norisa. Nó dizer meio assim, ninguém liga para mim, né? Todo mundo já me conhece, né? Aqui tô em casa, não tô? Então tá bom. Obrigada, viu? Obrigada mesmo. Obrigadão. Então a primeira, gente, eu não acredito. Eu ia tirar porque eu falei lá vai ter alguém passando por mim. E eu acho muito desagradável quando a gente tá fazendo uma apresentação, quem diz assim: "O próximo próximo". E aqui ia ser um monte de próximos, né? E eu achei, eu vou tirar isso, tá? Mas não tirei, ia tirar aquela hora. Então vamos
do a gente tá fazendo uma apresentação, quem diz assim: "O próximo próximo". E aqui ia ser um monte de próximos, né? E eu achei, eu vou tirar isso, tá? Mas não tirei, ia tirar aquela hora. Então vamos lá. Eu pontuei aqui várias coisinhas ao longo desse discurso de defesa de Estevão que eu achei interessante. Primeiro, ele começa falando dessa primeira parte, tá? Ele começa falando dos antepassados de quem o povo hebreu herdou a lei de Moisés e os escritos dos profetas. a maneira dele se reportar a quem veio antes. Outra coisa que ele chama atenção é o contraste entre a justiça da época, aquela que valia naquele tempo, não é? e a justiça divina que Jesus veio trazer, destacando que existe algo mais elevado do que a concepção humana de justiça. Ele mostrou que existe a justiça de Deus e a justiça dos homens, né? Isso tudo com muita, com muita, é muito maravilhoso da gente ler. Aí ele também ele falou coisas aqui como essas assim, a justiça do homem, né, ou dos homens oferece o cárcere para os transviados, o vale dos imundos para os leprosos, a lapidação pública para a mulher adúltera, a escravidão para os endividados, os 39 açoites para os mais infelizes. Nesse ponto, ele se referia justamente ao número de vezes que conta na consta nas Escrituras que Jesus foi açoitado. E foi muito mais do que isso, eu acho, né, pelos romanos antes da crucificação. Mas isso tá também em números, em Deuteronômios. Eu tirei essa essa referência, eu posso passar depois para vocês. Hoje foi 20, não é 20, é uma outra. aonde eu fui ler sobre isso. A lei dizia, a lei de Moisés dizia que ah, aqueles que fossem condenados por algum crime e que fossem açoitados, deveriam ser açoitados 40 vezes. Eh, na verdade eles açoitavam 39 vezes, porque eles tinham muito receio de errar na contagem e passar uma dos 40. E aí eles estavam indo contra a lei. E aí quem tava açoitando ia ser açoitado também porque não cumpriu a lei direito, né? Então eles chamavam 40 men. Por isso que Paulo diz numa das cartas de Paulo lá diante
s estavam indo contra a lei. E aí quem tava açoitando ia ser açoitado também porque não cumpriu a lei direito, né? Então eles chamavam 40 men. Por isso que Paulo diz numa das cartas de Paulo lá diante ele diz que ele foi ele foi açoitado cinco vezes 40 men açoites de cada vez. que a gente às vezes lê e não entende. O 40 é esse 39 açoite que tava na lei de Moisés, né? Moisés falou, mas Jesus nunca falou que a gente tinha que ser açoitado 30 vezes 40. Só disse que a gente tinha que perdoar. 7 x 7, né? 7 x 70. Isso ele não se esqueceu, mas o número de açoitos ele deixou de lado, né? Vamos ver que outra coisa que eles que eles pontuam aqui. E eis que Deus justo respondeu aos angustiados apelos do coração, enviando seu filho. Aí ele fala de Jesus, aí que ele se ferra, enviando seu filho bem amado, o Cristo Jesus, desvelando uma vida maior e sentimentos mais elevados e belos. Então, Estevão já tinha falado um bom tempo até aí, porque eu eu pontuei coisas, mas ele vem falando. Mas quando ele falou em Jesus, aí começou a gritaria, né? Começou os fariseus a gritar e a confusão se se fez e gritaram: "Anátema, anátema, punição ao transfugar". Aí ele espera acalmar um pouquinho e fala assim: "Por que me atacais assim?" Ele até fala: "Apupais". Eu tirei o apupaz, botei atacar. Por que teimais em não compreender? Acaso temeis a realidade das minhas afirmações? Ele ele cutuca, né? A onça com a vara curta mesmo, Estevão. Ele não deixa por menos, né? Muitos, muito falais da lei dos profetas. Todavia, podereis afirmar com a mão na consciência a plena observância dos seus ensinamentos. Aí fala ainda: "Acaso ignorais que a palavra de Deus tem ouvintes e praticantes? Será que não ten de sido meros ouvintes? Olha só as cutucadas com vara curta que ele deu nesses fariseus, né? Aí os ódios já estavam assim alteradíssimos. E ele vai adiante nesse discurso dele, ele vai adiante e fala assim: "Jerusalém não me parece o santuário de traduções da fé". Tradições da fé dá a impressão de um grande bazar, mercadejando com coisas de
e vai adiante nesse discurso dele, ele vai adiante e fala assim: "Jerusalém não me parece o santuário de traduções da fé". Tradições da fé dá a impressão de um grande bazar, mercadejando com coisas de Deus. O templo é cheio de mercadores. As sinagogas regurgitam de interesses mesquinhos. O luxo de vossas túnicas assombra. Vossos desperdícios espantam. As células farisaicas parecem um vespiro de assuntos mundanos. Não sabeis que a sombra de vossos muros aos que morrem de fome? Acreditais que os antepassados veneráveis mercadejassem com os bens de Deus? Esquecestes que o pai não pode aceitar o louvor dos lábios quando o coração da criatura permanece distante? Gente, pensa. E ele não falou assim como eu falei um depois do outro. Ele foi falando e recheando. Ele foi cutucando, ele foi nas feridas assim. E cada vez Saulo tava mais desesperado, né? Cada vez ele se sentia mais despeitado, porque na verdade Saulo se sentiu um zero à esquerda nesse dia. Ele só tinha aquela turma de fariseus ali dando palma para ele. Mas ele intimamente ele não era burro. Ele sabia muito bem o que que é que tava acontecendo ali, né? Aí ele vai adiante. Vamos ver aqui a assembleia como que hipnotizada. Tava todo mundo assim, né? Boca aberto para para eles, né? Como hipnotizada diante da sublime inspiração de Estevo, Estevão, permanecia imóvel, incapaz de se definir. Mas os fariseus romperam em Algazarra, gesticulando, proferindo imprompérios, impropérios, no sentido de atenuar o forte impacto causado pelo orador. Apedrejemos o imundo, matemos a calúnia anátema ao caminho de Satanás. E era uma balbúrdia horrorosa dentro do Sinédrio. Tinha ali muita gente que estava totalmente favorável lá Estevão. Alguns que já eram, né, favoráveis e outros que estavam pensando realmente esse cara tá falando aí, ele parece os nossos profetas antigos, aqueles lá do passado, quando chegaram, quando deixaram aquelas escrituras maravilhosas. Então eles estavam sem palavras ali, eles pararam e Saulo não podia aguentar aquilo, né?
ssos profetas antigos, aqueles lá do passado, quando chegaram, quando deixaram aquelas escrituras maravilhosas. Então eles estavam sem palavras ali, eles pararam e Saulo não podia aguentar aquilo, né? Aí e depois ele diz assim: "Matem o fulano, apedrejem, matem, faço isso." Ele fala assim: "Vossa atitude não me intimida. O Cristo foi solícito no recomendar que não temêsemos os que só podem nos matar o corpo. Aí é que ele falou aquilo que eu tinha mencionado antes. Aí ele diz assim: Aí Saulo fica muito incomodado e fala: "Basta, nem mais uma palavra. Agora te foi concedido o último recurso inutilmente. Também usarei o que me faculta a condição de nascimento em face de um irmão desertor. E aí é que ele perde totalmente as estribeiras e avança para Estevão. Como ele não tem argumentos morais para conseguir, não é? replicar Estevão, ele passa realmente paraa força bruta. Aí ele ataca Estevão aos socos. Ele esmurra muito Estevão, né? Estevão fica sangrando. Estevão tem que ficar com muita confiança em Jesus ali para não reagir, porque ele se sente humilhado, sendo agredido daquela maneira publicamente, mas ele consegue oferecer realmente a face que Jesus disse, né? Não revida, oferece a outra face. E ele ofereceu a face da paz, né? Porque aí Paulo fala: "Não reages, covarde. Tua escola é também a da indignidade". E ele fala uma frase maravilhosa que diz: "A paz difere da violência tanto quanto a força do Cristo difere da vossa". Então, quer dizer, gente, Saulo, fecha a maleta e vai para casa, Saulo, porque você já perdeu aqui, né? Ele até podia achar que tava ganhando, né? Mas ele sabia no fundo que não, né? Então vamos adiante aqui. Estevão maravilhoso como sempre. Aí vem o veredito e a sentença. Aí Paulo fala, né? Muito nervoso, muito nervoso. Analisando a peça condenatória e considerados os graves insultos aqui bolsados. Bolsados é que pela boca, como é que é? Despejados, né? Eh, como juiz da causa, rogo seja o réu lapidado nesse momento. Isso não fica só nisso, gente. A gente
derados os graves insultos aqui bolsados. Bolsados é que pela boca, como é que é? Despejados, né? Eh, como juiz da causa, rogo seja o réu lapidado nesse momento. Isso não fica só nisso, gente. A gente tem que ler lá que tem muita coisa aí, né? Mas Gabaliel então e consulta os anciãos, né, ilustres que estavam ali com ele, porque o Gamaliel tinha poder de voto ali, né? Ele podia votar, ele tinha uma uma posição que lhe dava esse direito. E ele então ele tá vendo que o que Saulo queria ali era uma execução imediata, era ali, né? Vamos matar agora, tira ele para fora e vamos começar a matar, né? E Gamaliel queria justamente tentar evitar isso, né? E daí falou que desejaria entrar. A proposta dele é que o condenado fosse retido, né, no em calaboço, até que se esclarecesse a responsabilidade dele perante a justiça. Saulo ficou muito contrariado, mas ele entendeu e ele não podia ir contra o mestre dele e tal. Ele respeitava muito Gamalel, ele respeitava realmente Gamalel, né? E ele então disse que tudo bem, mas que ele exige que o réu seja algemado e imediatamente levado ao cárcere, né? E isso aconteceu. O Estevão é imediatamente elevado. E aí Saulo ainda propôs mais amplas investigações nas atividades supostamente piedosas dos perigosos crentes do caminho. Ele não ia deixar que os cristãos ficassem assim, né? sem serem eh sem trabalhá-los em cima nesse sentido, né? Aí Saulo, Gamaliel e os anciãos entram em acordo sobre as propostas sugeridas e Saulo é oficialmente autorizado pelo Sinédrio a iniciar uma minuciosa diligência sobre as atividades do caminho, com plenos poderes para interrogar, corrigir e prender qualquer israelita dominado pelo sentimento. colhidos no evangelho. Era isso que ele queria também. Claro que conseguiu, né? O evangelho era considerado pelos fariseus como repositório de veneno ideológico. Imagina um repositório de veneno ideológico. E Jesus era o carpinteiro nazareno crucificado, que havia pretendido revolucionar a vida israelita. E encerrava-se assim a memorável
de veneno ideológico. Imagina um repositório de veneno ideológico. E Jesus era o carpinteiro nazareno crucificado, que havia pretendido revolucionar a vida israelita. E encerrava-se assim a memorável reunião. Saulo, embora intimamente consciente da superioridade de Estevão, mostrava-se sorridente e vitorioso. Só aparentemente, porque por dentro ele sabia que não estava, né? Estevão sentia-se fatigado, mas com a consciência tranquila, com sincera alegria interior. Ele guardava a certeza de que mais uma vez Deus lhe concedera a oportunidade de testemunhar a sua fé. Então, Estevão tava bem, né? Estevão tava feliz, sereno, tranquilo com Jesus. E aí eu botei essa figurinha aí porque eu achei tão linda, eu não me animei a deletar essa essa imagem quando eu tava com ela. Eu deixei, mas eu botei embaixo assim: "O Senhor é nosso pastor e não nos faltará". E foi isso que Estevão sentiu. Sim, ele sabia. Porque Estevão falou: Deus é o Pai, Jesus é o Senhor. Deus está atrás de nós nos dier e Jesus está na nossa frente nos conduzindo. É o nosso guia e é o nosso modelo. E aqui eu encerro, gente, e trago a nossa próxima reunião que eu passo o bastão pra nossa querida Cíntia, né, que vai contar para nós sobre o capítulo sete. Obrigada, viu, gente, pela atenção de vocês. Ah, eu vou ficar sentadinha, tá bom? aqui é muito bom aqui. Nores, muito obrigada por essas reflexões e por falar de coisas tão sérias com esse humor gostoso que faz com que a gente fixe, né, o conteúdo com mais facilidade. É uma grande professora essa nossa querida Noris. Eu agradeço a todos que estão aqui. Eh, na próxima semana será presencial novamente, tá? Aguardo vocês aqui. Nós vamos falar então das primeiras perseguições, né? O todo a a aquele aquele sentimento, frustração de Saulo por não ter conseguido vencer na oratória o Estevão vai se refletir nesse processo todo do próximo capítulo. Bom, instigante e pra gente refletir bastante, tá? A gente tem o hábito de fazer a de quem vai fazer a prece final é quem vai fazer a próxima
o vai se refletir nesse processo todo do próximo capítulo. Bom, instigante e pra gente refletir bastante, tá? A gente tem o hábito de fazer a de quem vai fazer a prece final é quem vai fazer a próxima apresentação. Mas como eu sou muito faladeira, eu vou passar a vez aqui para nós para fazer a prece pra gente de encerramento, tá bom? Então tá bom, gente, com muito prazer. Lembrando, eu vou primeiro agradecer a Jesus, agradecer a espiritualidade bondosa pela oportunidade que nos dá de estarmos reunidos em nome de Jesus para estudar sua palavra, para estudar seu evangelho. Nós ficamos com o coração transbordando de alegria. E eu queria pedir a esse mestre bondoso que derramasse a sua luz e a sua paz sobre todos aqui presentes, sobre todos que se encontram nos lares, sobre todos que os que nesse momento necessitam de uma gota do seu amor. Todo, Senhor Jesus, nesse planeta Terra, em meio a tanta luta, a tanta discórdia, a tanto sofrimento, que a luz de Jesus possa penetrar em todos esses locais, em todos esses corações, em todas essas almas. Que a tua paz, Jesus permaneça conosco. E eu vou ver, gente, se eu lembro de todo o Salmo 23, porque eu lembrei muito dele quando eu tava fazendo isso. E eu vou tentar recitá-lo inteiro. Eu sei dele assim nessas palavras que estão no livro Voltei, aquele que conta a história do nosso irmão Jacó. E ele diz assim: "O Senhor é nosso pastor e nada nos faltará. Deitar nos faz em refúgios de esperança. Guia-nos mansamente as águas do repouso. Refrigera-nos a alma. Conduze-nos pelas veredas da justiça, na qual confiamos por amor ao seu nome. Ainda que andemos no vale da sombra e da morte, não temeremos mal algum. A sua vontade, a sua vigilância nos consolam e nos conduzem. Prepara-nos, Senhor, uma mesa farda de bênçãos, ainda mesmo diante dos inimigos que trazemos dentro de nós. Ung-nos a cabeça de bom ânimo e nosso coração transborda de júbilo. Certamente que a bondade e a compaixão do Senhor nos acompanharão por todos os dias de nossa vida e habitaremos na sua
entro de nós. Ung-nos a cabeça de bom ânimo e nosso coração transborda de júbilo. Certamente que a bondade e a compaixão do Senhor nos acompanharão por todos os dias de nossa vida e habitaremos na sua casa divina por longo tempo, porque o Senhor é nosso pastor e não nos faltará. Que assim seja. >> Muito bem, gente. Obrigada a todos vocês, né? Boa semana e até segunda-feira que vem, tá?
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