ABERTURA DO SEMINARIO - PAULO E ESTEVAO
🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GEF. Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos. Boa tarde aqueles que estão nos acompanhando pela internet. São todos muito bem-vindos, os virtuais e os presenciais. A gente tá dando início hoje. Alô. A gente tá dando início hoje com muita alegria a mais um seminário promovido. Alô. Estamos com um probleminha aqui de técnica, mas já a gente resolve. Parece que resolveu, tá? OK. Tá falando. Hã, tá bom. Obrigada. Então, o Gefiro grupo de estudo da nossa casa, tá? Antes dela se efetivar como casa espírita estudantes do evangelho. E agora no mês de setembro nós estamos fazendo 40 anos de existência esse grupo. Eh, depois aí vieram outros grupos, o ESD se estabeleceu e esse grupo ficou como um grupo de acolhimento das pessoas que chegam pela primeira vez à nossa casa, né? Só um minutinho aqui, pessoal. Deixa eu ver aqui. Pode. E então, eh, nós temos o hábito de no primeiro semestre a gente estuda três livros. Livro dos espíritos. Pode. Alô. Ah, agora vai funcionar. Tá vendo como se diz ao vivo? É assim mesmo, né? Então, eh, nós estudamos o livro dos espíritos. do livro dos médiuns e estudamos a o evangelho. Sistematicamente a gente estuda, quando termina a gente começa de novo. Então, há 40 anos que a gente tá nesse batidão. E no segundo semestre a gente faz um seminário sobre uma obra da doutrina espírita. na página da nossa casa, nós temos lá disponíveis vários seminários que nós já fizemos, que vocês podem assistir. Infelizmente não temos todos, porque houve uma época que a gente não tinha essa possibilidade de gravar, de deixar disponível no YouTube, mas agora nós temos e nós estamos lá, segundo, se não me engano, no mundo maior, nos domínios da mediunidade, devação o invisível. São vários seminários que estão lá disponíveis. e agora esse ano com o livro Paulo e Estevon. E esse essa
, segundo, se não me engano, no mundo maior, nos domínios da mediunidade, devação o invisível. São vários seminários que estão lá disponíveis. e agora esse ano com o livro Paulo e Estevon. E esse essa escolha desse livro é sempre muito democrática, né? No final do ano a gente consulta o grupo e o grupo é que escolhe o livro que a gente vai estudar, tá? Então esse ano nós estamos aqui com esse livro Paulo Estevão, que é um livro maravilhoso e nós vamos começar então essa saga hoje nesse dia 26 de julho, tá? Deixa eu passar por aqui que fica mais fácil. Então vamos paraa apresentação da do seminário. Como que ele vai acontecer? Eh, esse seminário então ele vai se estender por 18 semanas. Ele inicia hoje, termina no dia 29 de novembro, tá? Nós teremos a palestra aqui de um palestrante conhecido, eh, que já foi convidado. Nós estamos aguardando a confirmação dele. Aliás, eu distribuí três convites. Quem responder primeiro vai fazer a palestra de encerramento, tá? Que mais? A abertura e encerramento, então, acontecem ao sábado, hoje, né, dia 26 e dia 29 de novembro, que é o encerramento com a palestra. e das 16 às 17:30, que é o período que nós vamos ficar aqui. Os demais encontros então serão as segundas-feiras, que é o horário de encontro do nosso grupo, das 20 às 21:30. Alguns serão presenciais, outros serão virtuais, tá? Haverá então 10 encontros presenciais neste auditório às segundas-feiras e 10 encontros virtuais através da nossa plataforma Zoom. Ah, e outra coisa que é bom a gente saber também, que pouca gente sabe, é que essas apresentações presenciais, elas tem transmissão simultânea. Agora, por exemplo, né, a gente tá transmitindo através do canal do YouTube para quem não pôde comparecer. E as virtuais, após o encerramento do encontro, eu edito o vídeo e coloco lá no YouTube e fica disponível no dia seguinte pra gente poder assistir. E o que que nós vamos fazer aqui? Então, nós vamos estudar um livro da coleção Emanuel. Ah, essas a gente poderia acrescentar
lá no YouTube e fica disponível no dia seguinte pra gente poder assistir. E o que que nós vamos fazer aqui? Então, nós vamos estudar um livro da coleção Emanuel. Ah, essas a gente poderia acrescentar nessa coleção aqui o livro Herculano, mas normalmente a coleção Emmanuel é composta desses cinco livros há 2000 anos, Avec Cristo, Paulo Estevão, 50 anos depois e Renúncia. O que que esses livros, esses romances nos trazem? Eles são foram psicografados pelo Chico e são eh são contadas aí vidas do espírito Emanuel, né, através do tempo, várias encarnações dele, desde os primórdios do cristianismo. A as obras elas exploram temas como perdão, como humildade, amizade, amor, abordando então a relação entre os personagens e as provas que enfrentam em suas jornadas evolutivas. Boa tarde, Sônia e O Eenilde. Sejam bem-vindas, tá? Que mais que a gente, vou falar uma curiosidade para vocês desses livros aqui, para estudar isso daqui, eu acabei descobrindo 11 encarnações do Emanuel Conhecidas. Eu não vou falar delas todas aqui, óbvio, que não é esse o nosso propósito, tá? Mas nesses livros aqui, eu acho que todos já sabem que em há 2000 anos ele é o senador público Lentulos, que é bisneto do Cônsul Sura Lentulos, né, que era duas encarnações antes dele ser público lentolos. Essa encarnação dele como públo lentos é a terceira encarnação dele conhecida. Então ele foi o bisavô dele e antes disso ele foi um grande sacerdote no templo de Amoná. tá lá no Egito, lá no tempo antigo, no século antes de Cristo. Se existe alguma coisa entre essa encarnação e quando ele foi o Púbrio Lentulus Cornéli Sura, que era o bisavô de de Públulentos, eu não sei porque eu não encontrei, mas eu encontrei essas daqui. Então, tá contada a história do público lentilos no livro há 2000 anos. No livro 50 Anos Depois, ele torna a encarnar agora como um escravo. Escravo Nestório. É uma história muito bonita, muito interessante, né? E aí depois daquele encontro com Jesus não há 2000 anos, ele se converte ao cristianismo como
a a encarnar agora como um escravo. Escravo Nestório. É uma história muito bonita, muito interessante, né? E aí depois daquele encontro com Jesus não há 2000 anos, ele se converte ao cristianismo como espírito. Ele passa a aceitar Jesus como espírito. Então ele sempre encarna eh eh dentro da da do conhecimento da cristandade. Já já não é mais como eles chamavam antigamente, um gentil ou um pagão que adorava vários deuses, tá? A quinta encarnação, essa então de na história é a quarta encarnação conhecida. A quinta encarnação conhecida é no livro Avecisto, né, onde ele é Basílio, um romano filho de escravos gregos, que nasceu em Chipre, só que ele já nasceu liberto em 233, porque esses escravos gregos foram libertados e quando ele nasceu, ele já era liberto, tá? Não vou dar mais spoiler da história, se eu falar mais alguma coisa perde a graça. Quem não leu ainda vai ler. É muito interessante esse livro. Aí nós temos a sexta encarnação, que ele nasceu em Remi, na França, depois ele nasceu no Vaticano como um cardeal, depois ele nasceu como padre Manuel da Nóbrega aqui no Brasil. E depois dessa encarnação dele como padre Manuel da Nóbrega, nós temos a história dele no livro Renúncia, onde ele é o padre Damiano, que é um vigário da igreja de São Vicente em Ávila, na Espanha. E nós temos mais uma décima em que ele foi um educador da nobreza e também um teólogo. A 11ª em que ele nasceu no Brasil como padre Amaro, mas não é o padre Amaro da Bahia não, tá? É o padre Amaro do Pará. Depois ele veio para o Rio de Janeiro. Ele viveu entre os séculos XIX e XX. Ele desencarnou pouco tempo depois de Bezerra de Menezes. E ele conheceu o Bezerra de Menezes, tá? porque ele veio do Pará para o Rio, deve ser transferido, né, pela diocese dele, alguma coisa assim. E lá ele eh teve essa vida muito dedicada. Tem uma psicografia eh do livro Deus Conosco do Chico Xavier, eh que Emanuel é Emanuel que dita essa essa mensagem chamada sacerdote católico que fui, onde ele conta a história dele a partir do
icada. Tem uma psicografia eh do livro Deus Conosco do Chico Xavier, eh que Emanuel é Emanuel que dita essa essa mensagem chamada sacerdote católico que fui, onde ele conta a história dele a partir do momento do desencarne dele, tá? Então, é muito interessante tá no livro Deus conosco. Então, essa era a curiosidade que eu queria deixar aqui para vocês. Nós vamos então agora falar sobre o livro. Livro Paulo Estevo. Então, é uma obra eh de Chico Xavier, ditada pelo espírito Emanuel e que foi publicada em 1941. Eh, ela é apresentada como episódios históricos do cristianismo primitivo, porque ela começou a acontecer algum tempo depois da passagem de Jesus, né? Jesus foi embora no ano 33 e em 34 começa a saga de Paulo, né? Eh, conta então o período histórico a partir do ano 34, um ano após o retorno de Jesus ao plano espiritual e vai até o ano de 64, que é o provável ano do desencarne de Paulo. que traz revelações históricas que nunca antes foram mencionadas, mas que depois que ele veio a lume, as pessoas foram estudar e comprovaram tudo aquilo que Emanuel conta no livro Paulo Estevão, os estudiosos, os historiadores, né, e até eh aproveitando a parte da Bíblia, do Evangelho, como quer que vocês queiram que fale, que conta a história de Paulo, ela está seguindo rigorosamente a ordem cronológica do livro Atos dos Apóstolos dá também o sentido mais profundo para as citações pessoais de Paulo e suas epístolas. Essa está entre uma das obras mais famosas de Emanuel pela psicografia de Chico Xavier e já teve uma vendagem superior a 750.000 exemplares só em língua portuguesa. Essa história então toda está registrada em Atos dos Apóstolos. É interessante. E eu fiz algumas comparações da gente ler Atos dos Apóstolos e ler o livro, que aí você vai ver a linguagem de Atos dos Apóstolos. A gente já sabe como é em versículos, né? Às vezes a gente tem que demorar um pouquinho mais para poder aprender. Mas essa história aqui de Paulo num linguajar mais eh popular, assim como Emanuel nos trouxe, fica
abe como é em versículos, né? Às vezes a gente tem que demorar um pouquinho mais para poder aprender. Mas essa história aqui de Paulo num linguajar mais eh popular, assim como Emanuel nos trouxe, fica fácil para entender um e outro, né? Então, quando a gente lê esse romance, é que a gente tem a real dimensão da importância do trabalho de Paulo para o cristianismo. Eh, eu não vou entrar no capítulo de ninguém, prometo, tá? Não vou dar nenhum spoiler aqui. Já tem uma preocupada ali se eu vou falar alguma coisa, mas eu não vou. Prometo para vocês que eu posso até fazer uma pincelada aqui, outra ali, mas eu não vou entrar no capítulo de ninguém. Então nós vamos logo para o prefácio que se chama breve notícia. Qual é o objetivo dessa obra, Paulo e Estevão? É apresentar, né, essa figura desse cooperador fiel de Jesus na sua legítima feição de homem transformado por Jesus e atento ao divino ministério. Qual o divino ministério dele? Divulgar o evangelho de Jesus. Essa, esse foi o maior trabalho dele. Que que nos fala lá ainda esse prefácio? que o nosso melhor e mais sincero desejo é recordar as lutas que ele teve, muito difíceis, muito ásperos, testemunhos muito difíceis, de um coração extraordinário que foi aprendendo aos poucos a a se libertar da vaidade, do orgulho, do egoísmo. E levou muito tempo para ele começar a fazer essa pregação, gente. Entre ele encontrar com Jesus e ele começar a fazer a primeira pregação, mesmo assim que ele estudou e que ele decidiu, leva, passaram-se 12 anos. 12 anos. Esses 12 anos foi de preparação, foram de preparação para ele, porque ele já tinha o conhecimento das escrituras. Então, foi associar o conhecimento que ele tinha sobre a interpretação amorosa que Jesus deu ao longo da sua trajetória curta de 3 anos que nós conhecemos aqui na Terra, mas que foi referta de exemplos, né, de de comprovações de que aquilo que ele falava era mais pura verdade. Então esse homem, ele se levantou das lutas humanas para seguir os passos do mestre num esforço
que foi referta de exemplos, né, de de comprovações de que aquilo que ele falava era mais pura verdade. Então esse homem, ele se levantou das lutas humanas para seguir os passos do mestre num esforço incessante. Isso quer dizer que houve momentos em que o homem velho tentava sobressair. Ele sentia os momentos dele de raiva, de mágua, de revolta, mas imediatamente ele se reencontrava com o seu propósito de vida a partir daquele instante. E qual é o nosso objetivo? Nosso objetivo como grupo de estudos, estudando esse livro não é contar a história de Paulo que todo mundo já conhece. Para isso, bastava pegar o livro e ler e a gente ia ficar sabendo da história dele. O nosso objetivo é conhecer mais profundamente a figura desse cooperador fiel e retirar de suas experiências os exemplos que necessitamos para o nosso processo autotransformador, para as para a nossa conscientização do nosso papel. aqui na terra. O que que nós viemos fazer aqui? Qual o nosso compromisso de vida? Ou nós viemos aqui só passear e foi um capricho divino, nos tirar de onde nós estávamos, nos revestir de um corpo físico e nos colocar aqui na terra para termos as nossas lutas, os nossos embates, principalmente com a gente mesmo no encontro com as outras pessoas, né? Eh, e uma das palavras de Jesus na no em Atos dos Apóstolos, né, eu vou trazer assim alguns alguns trechos de Atos das das epístolas de Paulo aqui para eh ilustrar a nossa conversa. Então, lá em Atos dos Apóstolos tá escrito: "Pois eu lhe mostrarei o quanto é necessário ele padecer pelo meu nome". Porque aquele processo transformador não é que Jesus ou Deus queriam o sofrimento dele, mas é porque aquele processo transformador exige muita renúncia. Essa transformação é muito difícil. É como se a gente tirasse a pele todinha para nascer outra. É um encontro íntimo que a gente vai ter com a nossa necessidade de espiritualização. É um processo de autoconhecimento cada vez mais profundo. Eu estive essa semana com a minha filha lá na cidade de Goiás e tem uma frase da
a gente vai ter com a nossa necessidade de espiritualização. É um processo de autoconhecimento cada vez mais profundo. Eu estive essa semana com a minha filha lá na cidade de Goiás e tem uma frase da Cora Coralina que eu gosto muito, que tava lá escrita na parede e depois que eu li essa frase, eu fui lá na terça-feira, ela não cabeça porque é exatamente isso daqui. Eu não tenho nada, mas eu tenho tudo que eu preciso. Meu Deus, você tá aqui, que coisa boa. Deixou a netinha lá em Brasília e veio aqui nos prestigiar. Obrigada. Então, eu não tenho nada, mas eu tenho tudo que preciso. Realmente ela não tinha nada, mas ela tinha uma casa sobre a cabeça dela, uma cama para dormir, a roupa para vestir. Ela tinha muitas amizades, uma criatividade, uma alegria enorme, uma capacidade de superação muito grande, porque é muito bom ter nada, ter somente aquilo que a gente precisa, porque um dia a gente vai embora. E aí, como é que fica aquilo que a gente estava usando aqui? Então, esse despojamento do Paulo, eh, esse processo de desapego de tradições inflexíveis, de dificuldades de relacionamento, de aceitação das pessoas, é um exemplo muito grande pra gente na questão do julgamento que a gente faz das pessoas que às vezes pensam diferente de nós, da gente acolher o diferente que nos enriquece o espírito, que sempre tem algo a nos dizer e a nos acrescentar. são experiências de vida. E era por isso que ele, como apóstolo dos gentios, foi buscar aqueles que haviam sido alijados há muito tempo da da do estudo das escrituras, do convívio com todas as pessoas da sociedade, que eram considerados inclusive para a sociedade judaica daquela época como párias, porque não pensavam como eles, porque não tinham os mesmos rituais, porque eram pessoas impuras. Como é que nós podemos apontar o dedo para alguém e dizer que alguém é impuro? E onde está a nossa pureza para nos dar autoridade para dizer que alguém é impuro e que não serve para conviver conosco, né? Então, esse é o nosso objetivo. Qual é a lição que esse livro
uém é impuro? E onde está a nossa pureza para nos dar autoridade para dizer que alguém é impuro e que não serve para conviver conosco, né? Então, esse é o nosso objetivo. Qual é a lição que esse livro vai trazer pra gente, pra gente aplicar na nossa vida, porque isso é muito importante. Então, eu fui buscar lá no livro Bção de Páscoa, que é um livro muito bonito, uma mensagem de Emmanuel que fala muito dessa frase aqui de Jesus. O nome da mensagem é um trechinho que se chama Mudança e proveito e que diz: "Paulo de Tarso, que tanta vez nos impele a renovação, converteu cada dia em trilha mais alta de acesso à confiança no Senhor e ao serviço em favor do próximo, sem renunciar aos sacrifícios pessoais que a obra esposada lhe impunha". Então, o que que ele fez? Ele se renovou, se converteu cada dia, cada dia que ele botava a cabeça no travesseiro para dormir, ele não estava preocupado no que ia acontecer no dia seguinte, porque ele sabia que a vida dele era um renovar de oportunidades dele falar do evangelho, dele falar do Cristo. Então ele não tinha que se preocupar porque ele sabia que ele estava protegido, amparado pela espiritualidade que o ajudava na sua tarefa, mas também sabia que não estava isento dos testemunhos que ele precisava dar, porque aquilo ali era um processo educativo que ele precisava passar. O que que foi que ele ouviu de Jesus na entrada de Damasco? Paulo, Saulo, Saulo, porque me persegues? E Jesus fala ali para ele do aguilhão. O aguilhão é aquele ferrinho com que a gente faz o gado andar. Então não era para ele se apartar do aguilhão, nem ter medo dele, nem fugir dele. O aguilhão que foi usado para que ele se espiritualizasse diante do conhecimento que ele já tinha, foi justamente a vida de sacrifícios e renúncias que ele precisou fazer. E nós vamos ver a beleza dessa vida ao longo desse estudo. Vamos recordar que ele recebeu uma santa visão, vamos dizer assim, uma visão gloriosa do mestre às portas de Damasco. Mas não podemos esquecer da declaração
a beleza dessa vida ao longo desse estudo. Vamos recordar que ele recebeu uma santa visão, vamos dizer assim, uma visão gloriosa do mestre às portas de Damasco. Mas não podemos esquecer da declaração de Jesus relativa ao sofrimento que o aguardava por amor ao seu nome, que é justamente, pois eu lhe mostrarei o quanto é necessário ele padecer pelo meu nome. Ele precisava fazer aquilo, não só porque era um processo educativo individual que ele precisava passar, porque um homem com a um orgulho daquele tamanho, com uma vaidade daquele tamanho. Ele não criou aquele orgulho, aquela vaidade só naquela existência como Saulo. Aquilo ali fazia parte da sua personalidade. E naquela vida, com a tarefa que ele recebeu para levá-la até o fim, ele precisaria se livrar. desses processos, né? Vamos lá. Eh, agora Paulo tinha um ministério, vamos dizer assim, assim que tá escrito no livro. O que que é um ministério? É ter uma tarefa, uma função. Mas qual de nós aqui não tem uma função, uma tarefa? A gente tem as tarefas da vida material, tem o trabalho que a gente precisa dar conta, a gente tem os compromissos, a gente tem a família e a gente tem um grande compromisso, um grande ministério a desenvolver, que é exatamente aquele do nosso processo de crescimento, de transformação íntima. é aquele processo de aprofundar na minha essência para saber realmente quem eu sou e que eu vim fazer aqui, porque eu tô aqui, porque eu passo isso antes de se revoltar ou de se eh sentir uma pessoa à margem da misericórdia divina, a gente precisa pensar em tudo isso, porque sair da superficialidade, dos conceitos, das das tradições em que a gente viveu até agora e aproveitar esse tempo de vida que nós temos para fazer esse processo de autoconhecimento. Só que além da ignorância há muita desatenção e muito capricho pernicioso. Por quê? Porque os convites para que a gente se desenvolva estão aí a toda hora. É uma situação que nos traz mágoa. É um convite, é um grande ministério. Eu preciso trabalhar essa mágoa que tá
icioso. Por quê? Porque os convites para que a gente se desenvolva estão aí a toda hora. É uma situação que nos traz mágoa. É um convite, é um grande ministério. Eu preciso trabalhar essa mágoa que tá dentro de mim. Eu não preciso sentir isso. Por que que eu vou sentir mágoa? Por que que eu vou guardar lixo no coração? Mas eu jogo aquilo com areia debaixo do tapete, faço de conta que não vejo, me isolo daquela pessoa ou daquela situação e acabo não aproveitando a oportunidade para aprender mais uma lição, né? ou eu tenho um parente difícil dentro de casa, uma pessoa que me exige muito, seja filho, seja companheiro ou companheira, seja um idoso que vive comigo ou até uma secretária, né? Alguém que trabalha na nossa casa, que a gente gosta muito, mas tá sempre no embate com ela, né? Parece e eh cão e gato, né? Um vive junto do outro, um tá ali, às vezes até dorme um agarradinho no outro, mas eles estão sempre, ah, ranheta, um com outro, jogando um para lá e para cá, né? Então são processos, são convites para que a gente desenvolva mais a tolerância, a benevolência, a indulgência, o perdão das ofensas, que é o bip do nosso evangelho, né? Que é a caridade segundo Jesus, é o bip, benevolência, indulgência, perdão das ofensas. Então são muitas coisas que acontecem e que a gente faz de conta que não tá vendo, né? Eh, caprichosamente a gente deixa para lá, a gente até costuma dizer assim: "Na outra vida eu resolvo isso, vida vai tá mais difícil", né? Então a gente tem que ficar atento para essas coisas. Que mais? Esse convite chega de maneira sutil, inesperadamente. A gente não tá esperando aquela situação correr. A vida da gente tá boa, tá boa, tá boa. De repente acontece um revesso qualquer, uma dificuldade qualquer e nos atira numa situação inesperada para nós, né? mas que aquilo já foi acertado na espiritualidade. Então, aquela situação inesperada vai exigir da gente uma resiliência, uma mudança de postura, de valores, porque senão a gente não consegue passar pela adversidade, né? E
acertado na espiritualidade. Então, aquela situação inesperada vai exigir da gente uma resiliência, uma mudança de postura, de valores, porque senão a gente não consegue passar pela adversidade, né? E a maioria, porém, resiste ao chamado generoso do Senhor, porque é mais fácil a gente transferir a responsabilidade daquela daquele compromisso que é nosso para um terceiro. Eu tô assim por causa de fulano ou por causa de tal situação que ac Não, a responsabilidade é minha mesmo, porque para chegar ali eu permiti que a minha vida andasse naquele, né, naquele eh caminho. E aí então lá em Paulo, em Romanos capítulo 7:21, acho então esta lei em mim, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. A gente já ouviu isso tantas vezes, nem parou para assim eh refletir um pouquinho sobre o que isso pode significar, né? E aí, Emanuel, no pão nosso, lá no capítulo chamado conflito, tem um trechinho que diz o seguinte: "No instante justo, quando lhes cabe revelar a presença do divino companheiro no coração, eis que uma palavra, uma atitude ligeira os trai diante da própria consciência, indicando-lhes a continuidade das antigas fraquezas." A gente permite que aqueles erros com quem a gente vem recalcitrando há tanto tempo continuem a nos tirar do caminho e atrasar o nosso processo evolutivo, né? Mas e o Paulo? O Paulo lá em na entrada de Damasco, ele perguntou: "Senhor, o que queres que eu faça?" Essa passagem é maravilhosa e de cada frase que existe ali, a gente pode dar uma interpretação diferente, porque entre ele e Jesus havia um abismo enorme, gente. Jesus e Paulo, que vinha perseguindo os cristãos, que vinha matando muita gente, que merecia ou que não merecia, segundo o conceito dele, mas ele queria era exterminar, dizimar os cristãos, jovens, mulheres, crianças, né, pessoas com de força de trabalho. Ele queria eliminar todo mundo. Então, imagina o abismo que existia entre Jesus e ele. E aí o que que acontece? Só que esse abismo Paulo soube transpor por decênnios, né, por dezenas de anos
trabalho. Ele queria eliminar todo mundo. Então, imagina o abismo que existia entre Jesus e ele. E aí o que que acontece? Só que esse abismo Paulo soube transpor por decênnios, né, por dezenas de anos de luta redentor e constante, porque a luta dele não foi fácil. Não foi fácil. Nós vamos ver aqui trazido pela palavra dos nossos companheiros de grupo, quantas vezes ele se perguntava por, mas ele aceitava e depois ele refletia e entendia. Ele sempre tinha uma explicação para que experimenteis qual seja a boa e agradável e perfeita vontade de Deus. Tá lá em Romanos também, no capítulo 2, 12, versículo 2. Então, por que que aquilo tá acontecendo comigo? Para que eu experimente a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Porque se a gente reconhecesse que Deus realmente é a perfeição, eu não vou nem dizer perfeição absoluta, porque não cabe aqui, porque não existe nada com que a gente possa avaliar relativamente com Jesus. Ele é absoluto para nós no grau de evolução em que nós estamos. Então, a vontade do pai, essa perfeita vontade, não é de fazer o mal pra gente, não. Qual o pai, qual a mãe que deseja o mal dos seus filhos e que faz alguma coisa para colocá-los em situação difícil? Nenhum. Então, conhecer a boa, agradável e perfeita vontade de Deus é trabalhar a gente intimamente para que a gente possa crescer. Ah, mas eu não dou conta de fazer como Paulo. Mas ninguém tá pedindo para ninguém aqui fazer igual Paulo aqui. Que o pedido que se faz para cada um no seu processo evolutivo, na sua vida atual, é que a gente faça o máximo que a gente conseguir, que a gente puder. E a gente já vai dar, já vai estar dando um passo muito largo. É, de acordo com cada um. E quem é que conhece a gente mais profundamente e que vai saber avaliar que a gente fez o máximo? Quem é? É Deus, né? É a nossa consciência. Que a se as leis de Deus estão impressas em nossa consciência, a nossa consciência vai nos advertir e ela é a voz de Deus ao nos falar faz ou não faz, vai ou não vai, né? Então, Emanuel nos diz lá no
Que a se as leis de Deus estão impressas em nossa consciência, a nossa consciência vai nos advertir e ela é a voz de Deus ao nos falar faz ou não faz, vai ou não vai, né? Então, Emanuel nos diz lá no livro Palavras de Vida Eterna, uma mensagem intitulada Diante do conformismo, o que entendamos desse modo o sábio apontamento do apóstolo Paulo, aprendendo a suportar com paciência os enganos do mundo, sem nos acomodarmos com ele. Ah, é a vontade de Deus. Ah, eu preciso sofrer. De nada disso. A vontade de Deus não é que a gente sofra, não é que é que a gente seja feliz. É isso que ele quer. Mas muitas vezes pra gente chegar no objetivo, no no no alvo que a gente quer alcançar, a gente sofre um pouquinho. Olha um alpinista. Qual é o sonho desse alpinista? É subir no alto do morro. É ver descortinar toda a vista de lá de cima. Mas para subir aquele morro ele sofre. A respiração fica difícil. Ele a as mãos ficam machucadas por causa das cordas. Às vezes uma pedrinha ou outra arranha a perna dele, mesmo com a roupa, né, própria pro alpinismo, ele cansa, mas ele faz o esforço porque ele quer alcançar aquele objetivo. Então nós estamos num processo de alpinismo também. O processo evolutivo é um crescimento que a gente vai fazendo. Então a gente precisa, né, suportar com paciência esses enganos do mundo, a pedrinha, a mão machucada, a respiração que fica difícil, o cansaço, sem nos acomodarmos com ele, eu paro para descansar, começo de novo no dia seguinte, né? certos de que é preciso manter indefectível lealdade a aplicação dos preceitos evangélicos, a fim de que esse nos renove o entendimento, porque é aí que a gente começa a entender esses processos. Porque quando a gente termina uma luta muito grande e que a gente olha pra gente mesmo, é como se a gente tivesse trabalhado o dia inteiro para fazer um jantar e quando vê a mesa posta toda arrumada, bonita, com aquelas comidas bonitas lá em cima, a gente olha, tem até orgulho da gente mesmo. Nossa, mas fui eu que fiz isso tudo?
inteiro para fazer um jantar e quando vê a mesa posta toda arrumada, bonita, com aquelas comidas bonitas lá em cima, a gente olha, tem até orgulho da gente mesmo. Nossa, mas fui eu que fiz isso tudo? Olha que beleza. Ou então a gente tá esperando a família chegar em casa para um lanche e a gente faz aquele bolo maravilhoso que a gente sabe que a família toda gosta, né? e coloca lá em cima da mesa com um suco, um cafezinho e fica assim olhando pra mesa. E quando as pessoas sentam, quem é aqui que nunca parou para olhar as pessoas em volta de uma mesa comendo aquilo que a gente fez, que dá prazer, que dá alegria da gente ver que as pessoas estão gostando de receber bem. Então é isso aqui para nos renovar o entendimento, porque é o final de toda a luta. A gente cresceu muito, a gente aprendeu muito, a gente sabe, a gente é capaz de avaliar o tanto que aquilo foi bom pra gente. Então vamos lá. O apóstolo também, isso aqui é uma coisa que a gente precisa avaliar com muita profundidade. O apóstolo não poderia chegar essa possibilidade em ação isolada no mundo. Ninguém tá sozinho. Sem Estevão, nós não teríamos Paulo de Tarso. Ele continuaria sendo Saulo. Por quê? Porque Estevão foi que cutucou a onça. Vamos botar nesses termos, né, pra gente entender. É que com a paciência, a benevolência dele, ele também não regateava as palavras. Ele falava com doçura, com acolhimento, mas ele falava o que era preciso falar. E ele falava com propriedade, porque ele exemplificava. Falar com propriedade é exemplificar aquilo que a gente fala. E mesmo diante dos testemunhos maiores, quando Paulo queria fazer com que ele eh desistisse inflingindo grande sofrimento, ele acolheu Paulo com muito amor e perdão. Ele não se sentia eh ofendido ou agredido por Paulo. Ele se sentia antes feliz por estar testemunhando a grandiosidade do nosso mestre do ensinamento dele. Então, para ele, aquilo ali era uma bção. Nós estamos aqui fazendo alguma apologia ao sofrimento? Não, gente, mas o que é certo é certo, o que é errado é errado.
e do nosso mestre do ensinamento dele. Então, para ele, aquilo ali era uma bção. Nós estamos aqui fazendo alguma apologia ao sofrimento? Não, gente, mas o que é certo é certo, o que é errado é errado. E a partir do momento em que a gente conhece mais, nós nos tornamos também mais responsáveis. Seja o seu andar sim, sim, não, não. A quem mais foi dado, mais será pedido. Tá cheio aí de ensinamento que nos diz isso. E não precisaríamos dos ensinamentos de Jesus para nos dizer isso, porque a a nossa lei também, a nossa lei social mostra pra gente que é assim que acontece. Os advogados estão aqui para eh conferir, né, para me autorizar nisso que eu vou dizer. O Código Penal todinho tem o tipo de crime e o apenamento. Tem a as coisas que diminui aquela pena por isso, por aquela situação. Então assim funciona a lei de Deus, porque tudo que a gente faz aqui é uma cópia daquilo que a gente aprendeu já da misericórdia divina. Então a a gente na vida tem todos os incentivos possíveis. A gente só não pode fazer ouvido surdo, igual aquele macaquinho, né, que tá em cima da geladeira. Um tampando o ouvido, outro tampando o olho, outro tampando a boca. E agora inventaram mais um, né? Que é aquele que nem lê, que nem vê, nem ouve, nem fala ao mesmo tempo, que tá com celular na mão. Então, legal, né? Então, a gente não pode, a gente tem que usar as coisas pro nosso benefício. A gente tem que fazer tudo que é possível na nossa capacidade de fazer da melhor maneira que a gente sabe fazer. Porque à medida que a gente vai aprendendo com a experiência, essa experiência também nos torna mais capazes, né? Aquele que resolveu a pequena coisa, depois é capaz de resolver a grande. E é assim que a gente vai aprendendo e vai crescendo. Por quê? Que que o que que Estevão foi um fator primordial na vida de Paulo ou de Saulo para que ele se tornasse Paulo? e que foi assim, a partir de um determinado momento, ele não saiu mais do lado de Paulo, foi ele que ajudou nas pregações. Paulo era um grande médium,
Paulo ou de Saulo para que ele se tornasse Paulo? e que foi assim, a partir de um determinado momento, ele não saiu mais do lado de Paulo, foi ele que ajudou nas pregações. Paulo era um grande médium, né, pela inspiração, pelas conversas que eles tinham. Então, o que que Jesiel ou Estevão queriam mostrar para Paulo naquilo ali? que a gente deve andar em amor. Andai em amor. Tá lá na epístola de Paulo aos Efésios, no capítulo 5, versículo 2. E aí a gente procura Emanuel mais uma vez, que nos diz lá no livro Bção de Paz, numa mensagem intitulada Andar, que analisa exatamente esse versículo, que diz: "Estejamos assim no passo de nossa época, ou seja, no momento em que nós estamos, buscando progresso e fazendo o melhor ao nosso alcance para elevar o nível espiritual do nosso campo de ação." Não foi isso que nós falamos aqui? Contudo, é preciso não ouvidar que somente conseguiremos caminhar na direção da felicidade e da paz, servindo-nos mutuamente e amando-nos uns aos outros como Jesus nos amou. Qual é o primeiro mandamento da lei de Deus? Ali estão resumidos toda a lei, os profetas. Então, não vamos esquecer disso. Eh, essa aqui é uma breve introdução que emana explicativa, que eu acho que falou muito sobre o livro e sobre a história, mas nós precisamos dar continuidade à nossa história. E nós vamos partir então pro pro capítulo um, que eu vou fazer um breve resumo, apesar de achar que todo mundo leu, né, o capítulo um, eu vou fazer um breve resumo dele pra gente poder se situar na história. Então começa como eu isso aqui são eh uma imagem, isso aqui é inteligência artificial. Estevão Abigail e o pai deles. Estevão não, aquele ainda é Jesiel. Jesiel, Abigail e Joshedeb, né? Então lá no primeiro capítulo nos são apresentados como uma pequena família. Ele era judeu e era pai desses dois jovens, né? Isso no ano de 34, que foi um ano após a o retorno de Jesus ao mundo espiritual. Eles moram na cidade de Corinto, que era uma das cidades mais prósperas daquela época e que alguns
ses dois jovens, né? Isso no ano de 34, que foi um ano após a o retorno de Jesus ao mundo espiritual. Eles moram na cidade de Corinto, que era uma das cidades mais prósperas daquela época e que alguns anos atrás ela tinha sido invadida por Roma. Ela foi toda saqueada e todos os judeus que tinham muito patrimônio ali foram saqueados também, inclusive Jedeb. Eh, ele tinha muito patrimônio, mas o questorínio Minúcio, ele tomou todos os seus bens, eh, como se aquilo ali fosse a serviço de Roma. era para o bem público. Colocou na sua própria na sua próprio, sob seu nome era a propriedade dele, como se fosse de Roma, e deixou para que ele sobrevivesse apenas um pequeno sítio. Então essa pequena família morava nesse sítio. Josedb tinha ficado viúvo logo depois desses eh eventos, né, em que ele foi eh desapropriado de seu patrimônio e ele vivia então com os filhos. Jesiel cuidava do gadinho que eles tinham ali para tirar o leite, para fazer os e fazia os negócios da sua da manutenção da família. Abigail cuidava dos serviços da casa e o o Gesiel fazia o que estava ao alcance dele, porque ele já era um senhor idoso. Então, ele ia numa feira, ia no mercado, eh ajudava Abigail, conversava muito com Gesiel para que eles tomassem as decisõ decisões necessárias para a manutenção e administração do pouco que lhes restara. Mas ele desenvolveu no coração uma revolta, uma raiva muito grande contra a providência divina. Não foi nem contra os romanos, foi contra Deus. apesar de ser um grande conhecedor das escrituras, de ter na sua tradição eh conhecido e continuar fazendo seus rituais, todos que a religião mandava, mas ele desenvolveu essa aversão, essa revolta muito grande contra Deus por haver permitido que toda aquela confusão, todo aquele espoliamento, toda aquela eh aquele constrangimento houvesse acontecido com a sua família e com todo o povo judeu em geral, com a dominação romana. E ele havia ficado muito amargo, mas os seus dois filhos eram a sua alegria. E naquela nessa época em que tá
esse acontecido com a sua família e com todo o povo judeu em geral, com a dominação romana. E ele havia ficado muito amargo, mas os seus dois filhos eram a sua alegria. E naquela nessa época em que tá começando a história aqui, Licínio Minúcio voltou então para Corinto como administrador da cidade, ainda que estou romano, mas com muito mais poder do que naquela outra época. Por quê? porque ele havia conseguido grandes vitórias que enriqueceram Roma não só de de dinheiro, de recursos amoedados, mas também de terras, né? E isso aí era muito importante, porque nessas terras Roma também formava os seus exércitos e saía para conquistar outros locais. Então ele voltava ali naquela cidade com um poder imensurável. E aí o que que acontece? como ele sabia que ele não era muito querido lá naquela cidade, ele resolveu então para abafar qualquer revolta entre eles, abrir uma sessão pública para reclamatórias, ou seja, todas as pessoas que viviam ali, que tivessem alguma reclamação, que se sentissem espoliados por alguma coisa, eh, que naquele dia aprasado que fossem até a a fugiu o nome aqui agora? agora, mas eu vou lembrar a onde ele trabalhava e fosse até lá que ele daria essa audiência. E nessa audiência o Josed falou: "Se chegou a minha vez, eu vou lá reclamar. Eu vou lá reclamar porque ele tirou tudo que eu tinha. Hoje eu vivo, eu vivia eh com muito conforto, com tudo que eu precisava. Hoje eu vivo numa simplicidade muito grande, muito pobre. E aqui também me fez lembrar Cora Coralina, porque Jesiel falou: "Meu pai, a gente pode não ter nada, mas a gente tem tudo que precisa". Olha só que interessante, né? E eu ouvi isso essa semana de novo. Então, eh, o senhor não vai lá e ele questionou muito. Quando ele viu que o pai estava irredutível, ele fal assim: "Então, vamos ler uma um texto sagrado aqui com abertura aleatória". E ao abrir esse texto, né, qual foi a advertência que veio? veio do capítulo de Provérbios, lá no capítulo 3, versículo Provérbios 3, capítulo 1, versículos de 1 a 12. Filho meu, não
rtura aleatória". E ao abrir esse texto, né, qual foi a advertência que veio? veio do capítulo de Provérbios, lá no capítulo 3, versículo Provérbios 3, capítulo 1, versículos de 1 a 12. Filho meu, não rejeites o corretivo do Senhor, nem te enojes de sua repreensão, porque Deus repreende aquele a quem ama, assim como o Pai, ao Filho, a quem quer bem. Ou seja, o que você tá passando, você precisa passar. As escrituras nos ensinam isso. Então, quando você tiver passando por uma diversidade, em lugar de você se rebelar contra alguma coisa, procure se ajustar a ela e melhorar a sua vida. Em momento nenhum tá dizendo que é proibido a gente buscar uma situação melhor, mas nunca em formas de contendas ou de cobranças, aproveitando ao máximo a situação que a gente tá vivendo, porque a gente tem inteligência. Nós somos seres inteligentes, racionais e para desenvolver essa capacidade que desenvolve junto com essa capacidade, a gente desenvolve outras virtudes também tão necessárias para viver o dia atual. Mas Josedebu, ele falou: "Eu vou, mas meu pai não faz isso. Pode ser uma armadilha romana, a inspiração dele, né?" E ele falou: "Não, eu vou, eu vou". E ele chegou lá diante de Licínio Minúcio, reclamou de tudo que ele podia reclamar, foi ficando irado à medida em que ele falava das perdas dele, né, da situação que ele ia ficando, porque a gente sabe quando a gente vai reclamar de alguma coisa, a gente começa falando baixinho e termina gritando, né? Então ele começou a falar falar o minústro só escutou e quando ele terminou ele sentenciou, retirem até o que ele tem. Então era preciso que ele entregasse, tinha três dias para entregar o sítio e ir embora de Corinto, porque ele não tinha onde ficar. Ele ficou tão revoltado com aquilo, mas ao mesmo tempo ele ficou com medo de uma represa sobre os seus filhos, que voltou para casa resmungando, resmungando e falando. Quando ele passou do lado de uma propriedade que ele sabia que era dolicínio minúsculo, ele botou fogo na propriedade. A propriedade
us filhos, que voltou para casa resmungando, resmungando e falando. Quando ele passou do lado de uma propriedade que ele sabia que era dolicínio minúsculo, ele botou fogo na propriedade. A propriedade queimou todinha, só que no meio desse fogo todo morreu um funcionário do Licínio Minúcio. E ele chegou em casa, ficou apavorado, contou pros filhos e os filhos: "Meu pai, como é que você foi fazer uma coisa dessa? E agora como é que nós vamos ficar? O que que vai ser da nossa vida, né? Nós eh vamos viver como eles vão voltar aqui, eles vão prender o Senhor. E eles vamos dar um jeito da gente se esconder. Vamos juntar algumas coisas, vamos nos esconder. Só que não deu tempo. Alguém que tinha visto contou para o questor que mandou uma guarda até a casa deles à noite e levou os três presos. Aí que Jedeb caiu mesmo, porque além dele foram seus dois filhos que não tinha nada a ver com aquilo, né? Inclusive tinham visto Gesiel trabalhando para ajudar a apagar o fogo. E como eles não sabiam da história toda, levaram Jesiel também, achando que ele tinha ajudado o pai a colocar fogo na terra. O que que aconteceu ali? Aconteceu o a a um fato que acontece com a gente o tempo inteiro, né? a gente trava essa luta íntima o o tempo inteiro, eh, querendo se afirmar, querendo mostrar os os nossos direitos, achando que estamos sendo injustiçados por Deus, que a misericórdia divina não nos atende. Lembra aquela história da oração? a história da oração que nos diz que a gente vai pedir, que a nossa oração não ficará sem atendimento, mas que nem sempre vai ser do jeito que a gente idealiza ou espera, mas que será da forma como a gente precisa. Então é isso daqui. A gente lembra lá quando a gente falou no começo também que a gente tá desatencioso e que somos caprichosos e que o convite divino para o trabalho chega, mas que a gente por capricho, por desconhecimento, por indiferença ou até querendo disfarçar algo que a gente não quer encarar, a gente faz de conta que não tá acontecendo. Olha aqui o convite que
ga, mas que a gente por capricho, por desconhecimento, por indiferença ou até querendo disfarçar algo que a gente não quer encarar, a gente faz de conta que não tá acontecendo. Olha aqui o convite que chegou para ele. Chegou no momento em que ele foi negado lá o pedido. Aliás, chegou no momento em que ele foi eh eh eh comunicado a ele que haveria aquela sessão reclamatória. Qual a escolha que ele ia fazer? Ficar com que ele já tinha, que era suficiente paraa sua vida ou começar a brigar por algo que ele não precisava realmente? Que que ele precisava? Do calor, do carinho dos filhos ali ao lado dele, da sua refeição todos os dias, de uma casa que o amparasse, mas não, ele queria mais. Ele queria mais. vamos dizer assim, pela usura, pela vaidade, mas também porque ele estava revoltado e ele, o orgulho dele estava ferido, porque ele era uma pessoa da alta sociedade de Corinto, porque ele havia sido vilipendiado nas suas necessidades, como se todo aquele patrimônio que ele juntava e não compartilhava com ninguém fizesse alguma diferença para ele. talvez estar naquela situação, serviço até para ele fazer essa análise. Olha como é que é viver com menos. Tanta gente que precisa também, né? E até do muitas vezes do pouco que a gente tem, a gente já consegue fazer muito em relação às outras pessoas, talvez não tanto monetariamente, mas um uma escuta caridosa, um abraço, um olhar mais eh eh benevolente, né? H, uma forma de conviver com as pessoas mais pacificamente, né? Eu tava lendo uma reportagem hoje que falou justamente J Soares. A mãe dele morreu atropelada por um taxista. Ele era adolescente. E esse taxista socorreu a mãe dele, levou para hospital, essa coisa toda, ficou junto com o pai dele. Até que não teve jeito. Essa mãe de Jô, ele ela desencarnou. E os anos se passaram, se passaram, se passaram. já estava famoso. E um dia ele pegou um táxi no aeroporto. Quem era o taxista? Aquele que havia atropelado a sua mãe. Quando terminou a viagem, o taxista falou: "Olha, senhor
se passaram, se passaram. já estava famoso. E um dia ele pegou um táxi no aeroporto. Quem era o taxista? Aquele que havia atropelado a sua mãe. Quando terminou a viagem, o taxista falou: "Olha, senhor sabe quem eu sou? Eu sou aquele taxista que atropelou a sua mãe". E eu não, desde aquela época, eu já havia passado 20inte e tantos anos. Desde aquela época que eu não consigo dormir, sentindo muita culpa, porque eu deixei uma criança sem mãe. Tanto que o seu pai mandou o senhor estudar fora do país, no internato, porque ele não tinha uma mãe para lhe orientar. Mas eu queria que o senhor me perdo senhor consegue me perdoar? E as palavras do Jô eh fizeram assim, calaram fundo no meu coração, porque ele disse: "Mas não há necessidade de perdão". O perdão aconteceu lá, porque eu vi o Senhor cuidar da minha mãe, socorrer a minha mãe, levar pro hospital, ficar ao lado do meu pai o tempo inteiro, chorar junto com ele. Só esse tratamento que o senhor deu a eles já é mais do que suficiente para eu perdoar o senhor. Não se preocupe não. Aquilo acabou, aquela história passou. A gente não sabe o desdobramento dessa história, mas só essa ação já é uma coisa grandiosa que a gente precisa avaliar e analisar, porque quem guarda lixo no coração é que sofre, né? que a gente fica insistindo em guardar tristezas, mágoas, ressentimentos, dores que a gente passou, que nem existem mais, que já são outras situações e fica sofrendo com aquilo uma vida inteirinha, inteirinha, inteirinha e deixa de aproveitar e viver as oportunidades que a vida nos dá. Então, vamos refletir sobre isso, né? sobre exatamente isso daqui. Olha, eh Deus repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho, a quem ele quer bem. E o que que é que tá em jogo aí nessa situação? O que que foi que aconteceu para levar a família de Josedeb a a essa situação? Eu vou dar uma passadinha aqui no capítulo um da segunda parte. A Cristina não tá aqui, mas eu prometo para ela, ela vai escutar depois, que eu não vou falar sobre o
ília de Josedeb a a essa situação? Eu vou dar uma passadinha aqui no capítulo um da segunda parte. A Cristina não tá aqui, mas eu prometo para ela, ela vai escutar depois, que eu não vou falar sobre o capítulo dela, mas é porque ali acontece uma coisa muito parecida com isso daqui. E Paulo tem uma atitude muito diferente. Eh, ele depois do episódio lá na entrada de Damasco, ele fica cego. Um dos eh dos seus eh servidores que estavam lá foge, vai embora porque fica apavorado e o outro fica com ele, né? Ele vai então eh Jacó, o nome do servidor dele vai então olha e Jacó me leva, eu tô cego, não sei, não vou poder andar pela rua. me leva na casa de Sadoc, que é um grande amigo meu dos estudos, da escola, da juventude. E eu preciso de um abrigo para passar essa noite. Mesmo Jesus tendo dito a ele que entrasse na cidade e que fosse para ficar em tal lugar assim, assim, assim, porque ele receberia uma visita em três dias ele receberia uma visita, mas ele não quis ir pra casa do Sadoc. Aí o Jacó levou para lá e chegou lá, ele ficou do lado de fora porque parecia que tinha visita lá dentro, pediu só que o seu servo entrasse. E o que era costume entre eles? Quando um amigo chegasse, principalmente do mesma eh nível social, que ele teve, a obrigação dele era abrigar aquela pessoa, era receber em sua casa. Mas aí depois de ouvir a história que Jacó contou para ele, o Jacó já tava penalizado com a situação de Paulo. Ele falou: "Olha, eu não posso receber Paulo em minha casa hoje. Se ele começar a falar dessas histórias todinha aqui para esses emissários que eu tô recebendo aqui, eu sou uma pessoa pública, política, não posso receber. Então você vai lá fora e diz para ele que eu não estou". Aí ele foi todo ressabiado, só que ele não sabia que Paulo tinha escutado tudo. Ele tinha entrado, sentado num banquinho lá no jardim e escutou tudo. E o Jacó repetiu para ele o que o Sadoque havia mandado dizer. Só que o Paulo falou assim: "Mas eu ouvi perfeitamente a voz de Sadoc." Aí Jacó não se aguentou,
m banquinho lá no jardim e escutou tudo. E o Jacó repetiu para ele o que o Sadoque havia mandado dizer. Só que o Paulo falou assim: "Mas eu ouvi perfeitamente a voz de Sadoc." Aí Jacó não se aguentou, contou o que tinha acontecido, que tinha passado ali e Paulo falou assim: "Não, então vamos embora". Mas ele já foi embora, começou a desenvolver aquela mágoa dele, como é que um amigo meu de tanto tempo se recusa a me receber? E naquelas reflexões, naqueles pensamentos, imediatamente ele mudou o rumo dos seus sentimentos. Depois daquele momento com Jesus, ele falou assim: "Não, mas se e se fosse eu, será que eu não teria feito a mesma coisa ou até mandado prender ele achando que ele tava lunático, né? Então não vou guardar a mágoa dele não. E falou com Jacó, pediu, explicou onde é que era o lugar que ele tinha que ficar e Jacó levou ele para lá. O que que nós encontramos aqui? Três dias depois, se ele não, se ele tivesse ficado na casa de Sadoque, o que que tinha acontecido? Ele não se encontraria com Ananias, né? Então vamos ver aqui as coincidências. O que que tem de parecido com o capítulo um da primeira parte, o capítulo dois da segunda parte? Duas personagens que t a expectativa não atendida de um direito. Um que tinha direito ou se julgava dono do patrimônio que iria de volta e o outro que tinha direito ao cumprimento de uma tradição que era ser recebido em sua casa. Como que o Josh Deb reagiu? Com revolta, com mágoa, com uma atitude criminosa, né? Uma falta de alguém não justifica a nossa falta. E Saulo procurou acalmar o coração e fazer o que Jesus tinha indicado para ele. Que que aconteceu com Josedéb? Foi preso. O que que aconteceu com Saulo? Foi curado da sua cegueira. Então são situações que a gente precisa refletir muito sobre as consequências das nossas atitudes. O que que eu faço que pode me prejudicar? O que que eu faço que pode me ajudar? Será que eu penso antes de agir? Que que eu faço? E a gente então vai refletir nessas questões, como é que eu sou realmente?
e que eu faço que pode me prejudicar? O que que eu faço que pode me ajudar? Será que eu penso antes de agir? Que que eu faço? E a gente então vai refletir nessas questões, como é que eu sou realmente? Quais os sentimentos que me que nos assistem e como temos reagido diante das adversidades que não tm sido poucas para ninguém aqui. Não tem ninguém aqui que não tenha passado por uma dificuldade, uma diversidade. Mas para eu saber que sentimentos estão me codjuvando e como eu tenho reagido diante dessas adversidades, eu tenho que fazer a letra A. Quem sou eu? Como eu sou? Como é que eu reajo? Como é que eu ajo diante das coisas? Quais as consequências das minhas ações? É para avaliar. Por que que eu tô assim? Aí eu vou fazer essa avaliação e nós temos que ser honestos e justos com a gente. A gente não pode fugir disso. Essa é uma honestidade que a gente pratica com a gente mesmo. É uma caridade. Enfim, quais lições podemos retirar para as nossas vidas de tudo que a gente tem vivido até hoje? A gente tá lendo Paulo Estev. A nossa responsabilidade está aumentando. Então, quais são as minhas responsabilidades e as lições que eu estou aprendendo na minha vida? fazendo um paralelo entre a minha vida e a vida de Paulo, né? Aí a gente vai lá em Emanuel novamente, lá no pão Nosso, na questão 132, em que ele diz que a maioria dos aprendizes do evangelho não encara seriamente o fundo religioso da vida, senão nas atividades de culto exterior. Eu vou ali assistir uma palestra, tem o dia do estudo, eu vou lá, ah, eu vou no culto, eu vou na missa, eu vou eu vou aonde eu preciso ir, mas eu não me aprofundo naquele sentimento. Eu não sei o que que aquilo quer dizer para mim. Ah, aí eu chego numa numa palestra, o palestrante lá fala, fala, fala, fala, fala. Eu durmo, durmo, durmo, durmo, ou então converso, ou então pego o celular, fico conversando e a palestra passa. Às vezes tem uma mensagem maravilhosa, eu não aproveitei nada. Aí eu vou na missa. É um padre que tem uma profundidade, tem
ntão converso, ou então pego o celular, fico conversando e a palestra passa. Às vezes tem uma mensagem maravilhosa, eu não aproveitei nada. Aí eu vou na missa. É um padre que tem uma profundidade, tem uma espiritualidade, faz um sermão maravilhoso, mas eu fico reparando na roupa das pessoas que estão ali para ver qual é a que tá mais chique. Gente, eu já fui católica, eu sei que é assim que funciona, tá? Então, eh, eu vou num culto, numa igreja protestante, numa igreja evangélica, onde quer que vá, e aí eu fico remoendo os meus problemas, só pedindo para Deus para me ajudar, para me ajudar, para me ajudar. E o que o pastor tá falando lá com tanta propriedade, eu mal escuto, entra num ouvido e sai no outro. E aí eu não aproveito a oportunidade de crescer com aquela experiência que eu estou vivendo ali. E é isso daqui. A gente fica só no culto exterior, de onde a gente já vem de longas caminhadas, onde a gente já praticou muito. E no advento de Jesus aqui na terra, quando ele chegou aqui na terra para modificar as nossas atitudes, não para modificar a lei, mas para dar-lhe cumprimento, era para que a gente saísse da exterioridade da nossa vida e nos aprofundássemos nos nossos sentimentos, na nossa realidade, na nossa essência. Na concepção de muitos, bastará frequentar assembleias da fé e todos os enigmas da alma estarão decifrados no capítulo das relações com Deus. Como que eles vão estar decifrados? Como se eu não me debruço diante desses enigmas da alma? Se eu não respondo às perguntas que eu me faço intimamente? Não vou decifrar nada, vou continuar com dúvida e vou continuar vivendo na superfície, desperdiçando uma oportunidade na vida para crescer. Lá em Coríntios 2, Paulo nos diz: "Tornando-nos recomendáveis em tudo, na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias. E para que a gente tenha essa paciência em tudo isso, para que em tudo, como diz a mensagem de Emmanuel, a gente saiba aproveitar a lição interior e saia da exterioridade, eu vou cultivar essa
ústias. E para que a gente tenha essa paciência em tudo isso, para que em tudo, como diz a mensagem de Emmanuel, a gente saiba aproveitar a lição interior e saia da exterioridade, eu vou cultivar essa paciência, vou procurar saber quem eu sou. fim do primeiro capítulo e ficam aquelas reflexões pra gente pensar nele. Vamos para o segundo capítulo, lágrimas e sacrifícios. O breve resumo desse capítulo também. Que que aconteceu? Josedeb, Estevão, Abigaí estavam presos e eh eles era um crime ediondo para eles, né? Queimar a propriedade de um quest romano e ainda morreram dos seus melhores servos. Eh, eles seriam julgados. No dia do julgamento, chegam os três lá na frente do Licínio Minúcio. E era ele que julgava também, né? Ele que fazia e desfazia em tudo lá. Então, eh, eles já haviam sido muito açoitados os dois, né? O Joredb e o Jesiel, estavam muito machucados. E a Abigaí tinha sido colocada numa numa cela junto com eles, mas separada, né? As mulheres separadas dos homens. E ele deu a palavra ao Josedéb que não recuou em nenhum momento na sua posição de revolta. Só que Jesiel pulou na frente e falou assim: "A culpa não é do meu pai, não, a culpa é minha, fui eu que queimei." Então ele falou assim: "Então vamos os dois morrer". e mandou bater de novo ali na frente. Eles já estavam ensanguentados e o pai que já era velhinho apanhou tanto que ele já tava morrendo ali no chão. Quando Jesiel percebeu aquilo, ele falou para pra Abigail que recitasse uma música que eles já haviam aprendido com a mãe, né? Aquele que ela cantasse aquela música que era para preparar o morto para a nova vida. E era uma oração muito bonita. Eu não vou repetir ela aqui. Quem não lê o livro vai lá e lê porque é muito linda mesmo e até cria uma melodia para ela. E ela fez aquilo com, quem leu o livro sabe quem é Abigaí, mas com uma profundidade, com uma leveza, aquela voz maravilhosa cantando aqueles versos que envolveu todos que estavam ali naquele salão e traduziu em cada um sentimento diferente. No licínio foi vergonha.
m uma profundidade, com uma leveza, aquela voz maravilhosa cantando aqueles versos que envolveu todos que estavam ali naquele salão e traduziu em cada um sentimento diferente. No licínio foi vergonha. E aquele pai que tava ali agonizando, olhou pros filhos e só disse que os amava e partiu para o mundo espiritual. Mas diante daquele quadro e diante de todas as pessoas que estavam assistindo, Licínio Minúcio, ele recuou na sentença e mandou que Jesiel fosse atirado às galés. E a gente sabe que são as galés, né? São remador daqueles barcos, né? E ficar lá pra eternidade, que era uma pena. Era uma pena, como é que é o nome, doutora advogada? A pena que é para sempre o resto da vida, >> pena perpétua, né? Então, eh, ele foi para ficar nas galéias perpetuamente e Abigail que fosse jogada na rua e que fosse viver a vida que ela escolhesse. Ou seja, pelo menos ela escapou da fúria, da deshonra pel aqueles soldados que estavam lá. já foi uma boa coisa. E Jesiel também não havia morrido porque havia um propósito ali, né, gente? Paulo não seria Paulo sem Jesiel ou sem Estevão, né? E não seria também Paulo se não fosse Abigail. Nós podemos colocar dessa forma. ela tinha também a sua participação naquele processo transformador. Então esse aqui é um breve resumo do capítulo. Tem muita coisa lá que seria interessante ler, mas o que que esse capítulo nos traz de interessante? Nós somos atribulados todos os dias, por todos os lados, mas não esmagados. Nós somos postos em extrema dificuldade, mas não vencidos pelos impasses. Mas isso não acontece com todo mundo, não, porque Josedeb morreu e Jesiel e Abigail sobreviveram para realizar mais alguma coisa. Então, da forma como a gente eh superar essas atribulações que vem de todos os lados, nós não seremos esmagados, nós nos saí sairemos daquela refrega, daquela luta mais fortalecidos. E dessa extrema dificuldade nós não seremos vencidos, porque continuaremos administrando esses impasses, né? Estaremos o quê? Combatendo o bom combate, né? Qual é o
ga, daquela luta mais fortalecidos. E dessa extrema dificuldade nós não seremos vencidos, porque continuaremos administrando esses impasses, né? Estaremos o quê? Combatendo o bom combate, né? Qual é o bom combate? É aquele que modifica, que edifica, educa o nosso espírito. É isso que nós temos que fazer. E Emanuel nos diz ainda, eu esqueci de colocar aqui a a indicação, mas ele que nos diz que nossa revolta, que é filha do orgulho, que todos carregamos, não permite que nós aceitemos as provas que são impostas pelas leis divinas. E aí, mais uma vez, nós temos que refletir a Oi, falou alguma coisa? Não. Eh, nós temos que refletir o que que aconteceu ali pela inflexibilidade dele, ele acabou morrendo e deixando os filhos naquela situação. Lá no capítulo dois da segunda parte, não vou fazer a seu a sua apresentação, né? Nós vamos encontrar o quê? Paulo recém transformado, deslumbrado com tudo que estava aprendendo e conhecendo, primeiro encontro do Jesus, com Jesus, depois lendo o evangelho de Mateus que Pedro deu a ele, né? Aí o que que acontece? Ele tava deslumbrado com aquilo. Para onde que ele foi? pro Sinédrio para contar a novidade lá pros doutores da lei. E quando chegou lá, ele foi rechaçado, ele foi apedrejado, ele foi mandado embora porque eles não podiam aceitar que o grande, a grande promessa do Sinédrio tivesse enlouquecido, estivesse seguindo aquele carpinteiro, estivesse seguindo aquele homem que era um feiticeiro. Ele estava endemoniado e eles não aceitaram. Aí o que que fica de lição? aqui pra gente, né? A as nossas reflexões aqui, quais são, quais seriam? Paulo para poder tocar o corações daqueles homens que estavam ali, ele precisaria morrer como Saulo para renascer como Paulo. Mas como que isso ia acontecer? De uma hora para outra, a palavra dele no Sinédrio estava calcada em experiência, em autoridade moral para falar daquelas coisas. Porque a autoridade moral que ele tinha era do grande doutor da lei, daquele que perseguia os cristãos, que protegia os
o estava calcada em experiência, em autoridade moral para falar daquelas coisas. Porque a autoridade moral que ele tinha era do grande doutor da lei, daquele que perseguia os cristãos, que protegia os sinérios, o patrimônio dos dos grandes doutores, saduceus e fariseus e escribas que viviam ali naquele reduto. Então, ele não tinha autoridade moral, porque ele não havia vivenciado nada até então que lhe desse intimamente a certeza. Ele só havia lido, como todos nós quando chegamos à doutrina espírita, que encontramos resposta para tudo nos livros que a gente lê, nas aulas que a gente vê, e fica deslumbrado. E aí a gente quer contaminar todo mundo com aquilo e quer chamar e convidar todo mundo e não sai do centro espírita. Meu pai falava que eu queria, eu podia levar minha cama pro centro espírita e morar lá, porque eu não saía mais lá de dentro. Mas não é bem assim. Se eu for um dia no centro espírita, mas se eu assimilar a mensagem e viver aquela mensagem com verdade e assim serve para qualquer reduto onde a gente estiver, aí sim eu tenho autoridade para falar sobre aquilo. Por isso que a gente diz tanto que é preciso estudar, porque é o estudo que nos dá conhecimento e amplia os nossos horizontes. Porque ah, eu ouvi falar de reencarnação, aí alguém me pergunta, faz algum questionamento, o que que eu vou falar para aquela pessoa se eu não conheço, se eu não sei, se eu não tenho nenhum subsídio, nenhum respaldo forte, estruturado para ajudar aquela pessoa? Que que vai me dar isso? O estudo, o conhecimento, a vivência. Então, para que o Sinédrio pudesse pelo menos ouvir Paulo, ele tinha que ter sido mais discreto naquele momento. Ele queria começar da ponta da pirâmide, quando ele tinha que começar pela base, né? O que que é isso? Imaturidade do conhecimento espiritual. Porque ele conhecia a letra, mas não o espírito que vivifica. Então, ele precisou durante 12 anos de muita eh de muita trabalho, de muita experiência, eh vivenciar aquela aqueles ensinamentos para que ele pudesse passar alguma coisa
não o espírito que vivifica. Então, ele precisou durante 12 anos de muita eh de muita trabalho, de muita experiência, eh vivenciar aquela aqueles ensinamentos para que ele pudesse passar alguma coisa para alguém com autoridade moral, com a calma, porque ele se irritou contra os fariseus saduceus, contra os doutores da lei, não queriam escutá-lo. E ele brigava com eles como se eles estivessem numa discussão das leis dentro do sinedro. E não era assim que ele ia contaminar as pessoas. No final de sua vida, ele já sabia disso. E ele conseguia na simplicidade, na humildade dele, dentro de uma cela no escuro, sem enxergar nada, pregar para as pessoas que estavam presas, cantar para elas e levar paz e harmonia para aquelas pessoas. Ninguém mais estava vendo, nem os doutores da lei, nem os romanos, nem ninguém, porque aquilo ali era um negócio entre ele e Deus e a sua própria consciência. Essa eh esse é o objetivo que nós queremos através do estudo, do aprimoramento, do aprofundamento desses conhecimentos. O que que me interessa, né? O que que ainda em nós que necessita morrer? Paulo teve que deixar a toga do doutor da lei para vestir de novo os andrájos de um tecelão. Ele teve que voltar pro seu primeiro ofício. Ele saiu dali, ele foi atrás de Gamaliel e Gamaliel falou para ele que aquele homem velho precisava morrer para que nascesse o novo. E ele foi para aquela ilha lá do do irmão de Gamaliel e ficou lá muito tempo estudando com eles, sem dizer para eles quem ele era, sem ter coragem para se assumir ali diante deles. E quando ele se sentiu forte e humilde o suficiente, ele relatou pros dois quem ele era, falou quem era ele era. Então, eh, são experiências que a gente passa pra gente admitir os nossos erros, as nossas faltas, as nossas fragilidades, para que a gente tenha capacidade de não termos vergonha de quem nós somos, mas também não estarmos conformados com o nosso erro, com a nossa pequenez e trabalhar para que isso cresça na convivência com as pessoas, no exercício do Bip que a gente falou aqui
de quem nós somos, mas também não estarmos conformados com o nosso erro, com a nossa pequenez e trabalhar para que isso cresça na convivência com as pessoas, no exercício do Bip que a gente falou aqui no início, né, da benevolência, da indulgência, do perdão, das ofensas, tudo aquilo que a gente deseja para nós. Que mais? O que que nós guardamos do velho homem que nos atravanca a evolução e nos impede de acender ao Pai e viver o seu amor? Tudo é pra gente pensar. Que que tá nos impedindo? Deixaremos a morte física chegar para finalmente entendermos a nossa condição de espíritos imortais. Amanhã eu vou, amanhã eu vou, amanhã eu vou e aí a gente vai. E o tempo ficou para trás, né? Porque a diferença entre Saulo e o Joséb é que ele, o Joséb ainda ia ter que viver muita coisa, outras experiências talvez mais difíceis para se livrar daquela, daquele ranço da revolta, daquele orgulho, daquela vaidade que ele tinha, que o atirou e a sua família naquela situação difícil, naquela tristeza. Mas Saulo procurou o quê? matou Saulo e viveu de novo em Paulo, passando por muitas dificuldades. E a gente vê ao longo do livro que onde ele chegava, ele erguia a tendinha dele de tecelão e era daquilo que ele vivia, o que ele conseguia vender era daquilo ali que ele tirava dinheiro para comer ou de outros amigos que caridosamente levava alguma coisa para ele. Então ele passou a viver daquilo que ele precisava. Ele não tinha mais nada, nem o pai o reconhecia mais, nem a família, nem os antigos amigos. Ou seja, ele não tinha nada, mas ele tinha tudo que ele precisava. Gente, o tanto que essa frase ficou assim incrustrada na na minha cabeça, vocês não têm noção. E isso ajuda muito a gente a aceitar a vida do jeitinho que ela é. Aquilo que a gente pode melhorar, a gente melhora. Aquilo que não tem jeito, a gente deixa que a vida traga as respostas sem nos acomodar. Obviamente não é sentar e cruzar os braços e esperar que a chuva caia do céu, né? Eu vou ter que dar uma de índio e fazer a dança da chuva, mas
te deixa que a vida traga as respostas sem nos acomodar. Obviamente não é sentar e cruzar os braços e esperar que a chuva caia do céu, né? Eu vou ter que dar uma de índio e fazer a dança da chuva, mas sem prejudicar ninguém, sem fazer nada de errado, né? Tentando modificar a minha maneira de ser. Ou saberemos ser Paulo que deixou morrerem os traços que lhe impediam de prosseguir? Qual é a proposta que nós temos para nós mesmos? Que que nós desejamos paraa nossa vida? Como é que a gente quer sair daqui um dia e voltar ao plano espiritual? O que que de que tá servindo tudo que eu estudo, tudo que eu faço, né? Todos os esforços que eu tenho feito? Eu tenho feito realmente muito esforço que não basta ler a história de Paulo e até chorar de emoção de ver as situações que ele passou. Eu tenho que me perguntar se eu sou capaz na minha condição de hoje, quanto sacrifício ou quanta renúncia eu sou capaz na minha condição de hoje de fazer o melhor que eu sei fazer e não desperdiçar a minha experiência. Olha lá o que que Emanuel nos fala lá no livro Palavras de Vida Eterna, meu livro preferido. Não te ponhas assim a aguardar o futuro para atender à procura da verdade e a lavoura do bem. O apóstolo Paulo, profundo conhecedor das necessidades humanas, indica acertadamente o tempo da evolução, da elevação espiritual, como sendo sempre o agora. Agora, como tudo isso tá fervendo aqui dentro da minha cabeça e do meu coração. Tô entediado, tá ruim? Tá bom? ou que eu ouvi aqui de alguma coisa se aproveita para o meu equilíbrio. Por quê? Que lá em Coríntios 2, Paulo disse: "Eis aqui agora o tempo aceitável. Eis aqui agora o dia da salvação". Isso pode ser o dia da nossa salvação, porque a gente precisa o quê? Definir o que a gente quer e não ficar em cima do muro. A gente definindo o que a gente quer, a gente caminha com segurança para aquilo que a gente precisa. É essa a nossa a nossa escolha acertada nessa vida. Lá em Efésios, ainda corroborando aqui o que Gamaliel disse a Paulo, ele fala aos
er, a gente caminha com segurança para aquilo que a gente precisa. É essa a nossa a nossa escolha acertada nessa vida. Lá em Efésios, ainda corroborando aqui o que Gamaliel disse a Paulo, ele fala aos Efésios, no capítulo 4: "Vos despojeis do velho homem que se corrompe pelas concupisciências do engano. São aqueles enganos que batem a nossa porta a todo momento. Eu tenho um compromisso agora. Não, mas não vou hoje não. Tô cansada, tô assim, tô assado, né? O dia foi difícil, a semana foi difícil. Hoje eu vou ficar aqui de perna pro ar. Não vou lá na entrega das cestas básicas, né? Eu não vou lá assistir a minha aula. Eu não vou pegar o livro que tá lá na prateleira, que eu tô prometendo que vou ler, vou ler, vou ler. Não leio nunca. Eu não vou sentar para ter uma conversa com meu filho. Não é ter uma conversa, fazer sermão, não. E aí, que que você tá fazendo aí agora? Posso ajudar? Como é que foi sua semana? Você tá triste hoje? é observar as coisas que estão ao nosso redor. É fazer uma visita para aquele velhinho, aquela velhinha, nosso avô, nosso avó, nosso pai, a nossa mãe, quem tiver aí, graças a Deus, tiver aí ainda seu lado, né? ou simplesmente criar um momento de oração, de sintonia com Deus, um momento em que a gente pode vibrar pelas pessoas também, nunca deixar tempo vago na nossa vida, desperdiçado, com pensamentos ruins, com sentimentos menos bons. Esse é um processo transformativo que nós estamos fazendo. Renovei-vos no espírito da Para que para que que a gente tem que fazer isso e se despojar do homem velho que se corrompe para que nós nos renovemos no espírito da vossa mente. É a nossa cabeça, o nosso sentimento, né? Esse espírito imortal que está aqui agora revestindo esse corpo que precisa mudar. E o que que Emanuel nos afirma mais uma vez? Estudemos desse modo o imperativo da transformação íntima, né, Franciele? da transformação permanente no íntimo da própria alma. E aprendamos com as leis do espírito que a renovação pede serviço constante na construção do bem comum
vo da transformação íntima, né, Franciele? da transformação permanente no íntimo da própria alma. E aprendamos com as leis do espírito que a renovação pede serviço constante na construção do bem comum para criar a felicidade e integrar-se harmoniosamente em nossas aquisições para a vida eterna. Tá lá no livro Bênçãos de Paz. E Albino Teixeira no livro Ideal Espírita, para finalizar, nos deixa essa reflexão, tá? Por que nós estamos aqui nas fileiras da doutrina espírita? Quantas vezes já fomos religiosos? Olha aqui a história de Emmanuel, né? Quantas vezes aqui ele foi religioso, ele esteve aprendendo sobre o evangelho. Quantas vezes ele errou? Quantas vezes ele acertou e ele foi crescendo para hoje nos trazer essas histórias maravilhosas? Então, não nos esqueçamos que aqui a gente é chamado na responsabilidade. É por isso que às vezes muitas pessoas dizem: "Ah, se espírito é muito difícil". Não, difíceis somos nós que vamos adiando todos os dias a nossa oportunidade de alcançar felicidade. Então, não nos esqueçamos de que a doutrina espírita vem até nós para que as grandes palavras do cristianismo sejam traduzidas em grandes ações. Na época de Paulo não era a doutrina espírita, mas a doutrina espírita hoje, como Jesus, não veio mudar a lei, mas dar-lhe cumprimento. Então, o que que Paulo queria traduzir em grandes ações? tudo que ele aprendeu com Cristo, mesmo sem tê-lo conhecido, através das experiências que ele teve com os apóstolos na Casa do Caminho, com os personagens mais difíceis que chegaram em sua vida para fazê-lo sofrer, com a perda de Abigaí, com a vergonha que ele sentiu depois de ter tirado a vida de Estevão, ele quase enlouqueceu quando ele ficou sabendo que Abigaí era irmão de Estevão. Então, eh, ele resolveu cruzar os braços e ficar lamentando tudo que já havia acontecido até aquele momento. Não, ele encontrou com Jesus, a luz o cegou de momento, porque ele viu que era a grande luz da vida dele e depois ele foi transformar o que ele aprendeu em grandes ações.
contecido até aquele momento. Não, ele encontrou com Jesus, a luz o cegou de momento, porque ele viu que era a grande luz da vida dele e depois ele foi transformar o que ele aprendeu em grandes ações. São momentos mágicos, importantes, diferenciados, que acontecem na vida de todos nós individualmente. Às vezes ninguém sabe, mas são momentos transformadores, são momentos enriquecedores da nossa vida como espíritos, são momentos em que a gente diz assim: "Basta, não quero mais isso, não vou seguir adiante dessa forma, eu preciso mudar, eu preciso crescer. Eu tô cansada de ser assim. E aí a gente vai um passo depois do outro, sem exagero, gente, porque não é sacrifício que ele tá pedindo no sentido da gente fazer aquilo que a gente não sabe. Não adianta me pedirem para fazer, vou botar aqui de novo na comida, né? Porque tá na hora do lanche, a gente sente fome. Um tirami suc, eu não sei fazer, eu não sei. E tem certas coisas, por exemplo, que uma receita não ensinam a gente, só a prática. Então, a primeira vez que eu pegar uma receita para fazer, eu não vou saber fazer direito. Mas é a prática de repetir, repetir, repetir, é que vai me dar a autoridade moral para dizer: "O meu tiramu é o melhor da redondeza, né? O meu pão de queijo, o meu bolo, a minha costura, o meu bordado." Por quê? Porque eu repeti, repeti, repeti, repetindo esses ensinamentos, repetindo pra gente mesmo que é preciso mudar e agindo em cima disso daí, nós realmente vamos aproveitar a oportunidade bendita que temos aqui agora para traduzi-la em grandes ações. Grandes ações em relação ao nosso tamanho. Não são grandes ações como o Chico. O Chico tinha um tamanho muito maior do que o nosso. O Divaldo tinha um tamanho, tô falando em tamanho moral. Então, conforme o tamanho da nossa moralidade, eu posso transformar aquilo que eu aprendo em grandes ações, aquilo que eu tenho de melhor, eu posso compartilhar, fazer pelos outros crescer em verdade e em espírito. Eu agradeço a vocês e na próxima semana nós teremos
r aquilo que eu aprendo em grandes ações, aquilo que eu tenho de melhor, eu posso compartilhar, fazer pelos outros crescer em verdade e em espírito. Eu agradeço a vocês e na próxima semana nós teremos aqui a nossa querida Eliana Nis, mas não vai ser aqui nesse palco. Na próxima semana, não, na segunda-feira nós teremos a Eliana e o nosso encontro vai ser virtual, tá bom? No dia 28, né? 26 28. Segunda-feira é 28. Vai ser daquele formato mesmo que a gente tinha as nossas aulas no primeiro semestre, tá? O link fica disponibilizado no grupo. Quem tá no grupo do seminário que se inscreveu só agora, vai receber esse link também e vai participar conosco disso daí. Essa apresentação aqui, ela já está no YouTube, que foi transmissão simultânea. Então, se vocês quiserem ver de novo, tá? Eh, já está lá disponível. Ou se quiserem indicar para alguns dos seus amigos que podem ser que gost pode ser que gostem, né? E queiram seguir conosco nessa jornada até novembro, aprendendo mais sobre o Paulo, tá? Fiquem à vontade para falar isso. E a inscrição pode ser feita ao longo do semestre, tá gente? Eh, eu queria dizer para vocês aqui que nesse semestre agora nós estamos iniciando dois cursos novos ah sobre as obras de André Luiz na segunda-feira presencialmente. Esse grupo é presencial, tá ali a Laura e a Franciele, que são as facilitadoras do grupo, tá? Então, no dia 4 começam esse e vai ser aqui numa dessas salinhas aqui. A gente não não eh definiu qual vai ser a sala, tá? E no dia 3 de agosto, que é o domingo anterior, começa o estudo permanente do Evangelho à nossa casa, pedido e exigência da espiritualidade que dirige essa casa. Então nós vamos começar agora dia 3 de agosto e não vai parar nunca mais, tá? Com duas, três, uma pessoa que seja, ou se não for ninguém, for só a Franciele, ela vai abrir o evangelho, ela vai estudar o tema daquele dia, igual o Chico fazia no centro dele, depois que José morreu, depois que as pessoas foram embora. Ele durante 2 anos ele sentava lá na mesa, abria o
brir o evangelho, ela vai estudar o tema daquele dia, igual o Chico fazia no centro dele, depois que José morreu, depois que as pessoas foram embora. Ele durante 2 anos ele sentava lá na mesa, abria o evangelho, lia, doutrinava os espíritos, evangelizava os espíritos que estavam ali, até que as pessoas começaram a chegar para o trabalho, né? Então é assim, é testando a nossa perseverança e nós correspondendo ao apelo, ao chamado, né, do ministério, é que a gente vai fazendo as coisas eh eh se realizarem. Quem quiser se inscrever para esse grupo de André Luiz, eh, pode se inscrever porque depois o seminário tá tá gravado, vocês podem assistir em casa, tá? E vem assistir a aula presencial aqui. Eu garanto para vocês que vocês vão gostar muito, tá? Então é isso, gente. Nós temos um lanchinho agora, tá? Quem não veio perdeu, tá aqui no saguão esperando por a gente, que é uma forma de agradecer a todos vocês que vieram aqui hoje e da gente comemorar essa jornada que tá começando agora, tá bom? Fiquem com Deus. Eh, vou pedir, Eliana, vai ali naquele microfone, por favor, e faz a nossa prece de encerramento, tá? Porque você é a próxima facilitadora. Então vamos elevar nosso pensamento a Jesus, a Deus. E vamos agradecer em primeiro lugar pela nossa vida e depois pelas oportunidades que nós temos de aprendizado. Agradecer também pelas palavras da Cíndia que caíram como gotas de luz sobre nossas cabeças, nossos corações, nossas almas. pedir que Deus nos ajude a aproveitar o ensino e o aprendizado que nós vamos usufruir do estudo desse livro, que nós possamos entender verdadeiramente as nuances de cada página, de cada ensinamento dessa obra prima. pedir a Deus que nos oriente nas nossas escolhas, nos nossos sentimentos, nos nossos pensamentos, que nós possamos dominar nosso eu e passar a agir de acordo com os passos de Jesus, tentando copiar minimamente o mestre em cada dia de nossas vidas. agradecendo por tudo e pedindo que todos nós voltemos para casa e possamos distribuir aqui as bênçãos aqui
rdo com os passos de Jesus, tentando copiar minimamente o mestre em cada dia de nossas vidas. agradecendo por tudo e pedindo que todos nós voltemos para casa e possamos distribuir aqui as bênçãos aqui recebidas nossos lares com quem nós convivemos. Eu digo que assim seja.
Vídeos relacionados
Seminário Paulo e Estevão: Capítulo 3 - 2a parte Lutas e Humilhações
Estudantes do Evangelho TV · Pedro Paulo Záu, Estevão
Páginas Espíritas | #01 - NOSSO LAR - NOVO AMIGO
Comunhão Espírita de Brasília · Marcos Paulo
Páginas Espíritas | #35 - NOSSO LAR - Encontro Singular
Comunhão Espírita de Brasília · Marcos Paulo
Páginas Espíritas | #03 - NOSSO LAR - NAS ZONAS INFERIORES
Comunhão Espírita de Brasília · Marcos Paulo
Páginas Espíritas | #34 - NOSSO LAR - Com os recém chegados do Umbral
Comunhão Espírita de Brasília · Marcos Paulo
Páginas Espíritas | #19 - NOSSO LAR - A jovem desencarnada
Comunhão Espírita de Brasília · Marcos Paulo
Páginas Espíritas | #14 - NOSSO LAR - Elucidações de Clarêncio
Comunhão Espírita de Brasília · Marcos Paulo
Páginas Espíritas | #26 - NOSSO LAR - Novas Perspectivas
Comunhão Espírita de Brasília · Marcos Paulo