Seminário Paulo e Estevão: Capítulo 3 - 2a parte Lutas e Humilhações

Estudantes do Evangelho TV 07/10/2025 (há 6 meses) 58:23 354 visualizações

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Transcrição

A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GeF. Olá, boa noite a todos que estão aqui presentes. Boa noite aqueles que nos assistem pelo YouTube. Hoje nós já estamos no capítulo três, né, da segunda parte do livro Paulo Estevan. E a partir de hoje a gente vai intercalar, né, vai ser um encontro presencial e um encontro online até o final em novembro. Eh, eu gostaria de aproveitar a oportunidade e convidar a todos, né, pro nosso festival de sorvete que vai acontecer dia 18 de outubro agora na Casa Espírita. Eh, inicia às 2:30 da tarde. Quem ainda não comprou o ingresso, se quiser procurar algum trabalhador da casa para adquirir, a mensagem de hoje eu trouxe do livro Fonte Vida e ela é intitulada Avancemos pelo Avancemos e é do espírito Emanuel, uma psicografia de Francisco e Cândido Xavier. Irmãos, quanto a mim, não julgo que haja alcançado a perfeição, mas uma coisa faço. E é que, esquecendo-me das coisas que ficam para trás, avanço para as que se encontram diante de mim. Paulo, Filipenses, capítulo 3, versículos 3 e 14. Na estrada cristã, somos defrontados sempre por grande número de irmãos que se aquiietaram à sombra da improdutividade, declarando-se acidentados por desastres espirituais. É alguém que chora a perda de um parente querido chamado a transformação do túmulo. É um trabalhador que se viu dilacerado pela incompreensão de um amigo. É o missionário que se mobilizou à face da calúnia. É alguém que lastima a deserção de um consórcio da boa luta. É o operário do bem que clama indefinitivamente contra a fuga da companheira que não lhe percebeu a dedicação afetiva. É o idealista que espera uma fortuna material para dar início às realizações que o competem. É o operário que permanece na expectativa do emprego ricamente remunerado para consagrar-se às boas obras. É a mulher que se enrola no cipoal da queixa contra os familiares

realizações que o competem. É o operário que permanece na expectativa do emprego ricamente remunerado para consagrar-se às boas obras. É a mulher que se enrola no cipoal da queixa contra os familiares incompreensivos. é o colaborador que se escandaliza com os defeitos do próximo, congelando as possibilidades de servir. É alguém que deplora um erro cometido, menusprezando as bênçãos do tempo em remorço destruivo. O passado, porém, se guarda O passado, porém, se guarda as vistitudes da experiência. Nem sempre é o melhor condutor da vida para o futuro. É imprescindível. Umar o coração de todos os envoltórios entorpecentes que por vezes nos amortalham a alma. A constrição, a saudade, a esperança e o escrúpulo são sagrados, mas não devem representar impedimento ao acesso de nosso espírito à esfera superior. Paulo de Tarso, que conhecera terríveis aspectos do combate humano na intimidade do próprio coração e que subiu as culminâncias do apostolado com Cristo, nos oferece um roteiro seguro ao aprimoramento. Esqueçamos todas as expressões inferiores do dia de ontem e avancemos para os dias iluminados que nos esperam. Eis a essência de seu aviso fraternal à comunidade de Filipos. Centralizemos nossas energias em Jesus e caminhemos para diante. Ninguém progride sem renovar-se. Essa mensagem, ela nos mostra que nós devemos avançar sempre, né? Independente eh dos nossos problemas, dos pensamentos, independente do que nós fizemos no nosso passado, né? a gente tem que tá sempre procurando o nosso aprimoramento moral. eh que nós possamos aproveitar esse momento aqui reunidos, aproveitar esse ensino desse livro o qual nós estamos estudando, que nos mostra que, apesar dos erros cometidos, né, no passado, às vezes não trilhamos pelos caminhos os quais gostaríamos, mas há sempre uma chance de voltarmos a caminhar. para encontrar novamente a nossa luz interior. Agradecemos por estar aqui eh reunidos nessa casa que nos acolhe, por termos a oportunidade de conhecer essa doutrina. E pedimos aos nossos mentores

har. para encontrar novamente a nossa luz interior. Agradecemos por estar aqui eh reunidos nessa casa que nos acolhe, por termos a oportunidade de conhecer essa doutrina. E pedimos aos nossos mentores espirituais, a Jesus para que nos deixe firme, né, nessa nossa caminhada. E pedimos também pros mentores espirituais da casa, os mentores da Fernanda, para que a gente tenha hoje uma um ótimo seminário, um ótimo estudo desse capítulo, que assim seja. E hoje a gente vai convidar para expor aqui, né, o capítulo três desse livro, a Fernanda Lopes, eh, como já foi falado da semana passada, né, dona de uma voz meiga e doce, que vem aqui passar pra gente um pouquinho desse capítulo. Bem, >> boa noite a todos. Obrigada, né, pelo convite, pela oportunidade também de estar aqui. Eu acho que nada acontece por acaso, né? Se esse capítulo caiu para mim, é porque eu precisava estudar sobre esse tema, né? Porque às vezes é aquilo que eu mais preciso aprender. E já é a terceira vez que eu leio esse livro, né? E eu ainda choro quando eu leio, porque é muito emocionante a história. E eu gostei muito mesmo de preparar esse capítulo e acho que serviu muito pro que eu tô vivendo agora. Bom, então o capítulo três, né, eh, da segunda parte do livro, ele vai mostrar o o Saulo, né, o Paulo já convertido, né, nos seus primeiros passos como apóstolo. Então é o momento que ele vai se despindo, né, do homem velho e buscando o homem novo. E vão acontecendo, né, as suas transformações íntimas, né, eh, ele começa a se dedicar, né, fazer um estudo, eh, meditações, né, para iniciar o seu caminho, eh, levando a palavra de Jesus. E neste capítulo, lutas e humilhações, nós vamos mergulhar bem no interior de Paulo mesmo, nos sentimentos, né, que ele carrega, nas suas contradições, né, eh, os paradigmas farisaicos, os religiosos, né, e nas humilhações que ele que ele vai passar, né, durante o tempo, eh, que ele vai começar agora, durante a caminhada dele, nesse momento. Então, quais são os principais acontecimentos, né, desse momento?

s humilhações que ele que ele vai passar, né, durante o tempo, eh, que ele vai começar agora, durante a caminhada dele, nesse momento. Então, quais são os principais acontecimentos, né, desse momento? Primeiro, a solidão, né? No capítulo anterior, a Laura explicou bastante sobre o momento que ele ficou eh no no deserto, né? E às vezes a gente tem uma uma pressa, né, de que as coisas aconteçam, mas Paulo ele ficou 3 anos, né, no deserto e a gente quer que tudo seja para ontem. Então ele ficou 3 anos em meditação, 3 anos eh estudando o evangelho, né? Porque hoje é muito fácil eu pegar um computador, eu buscar o conhecimento. Mas como que era na época de Paulo, né? Ele tinha o que as pessoas iam contando, né? Porque Jesus já não estava mais vivo e tinha os pergaminhos, né? E a vivência, né? ele não tinha tanta facilidade como temos hoje. Então, neste momento, ele deixa o Áila e a Prisca, né, e começa a sua nova missão. Então, qual é a verdadeira solidão de Paulo, né? A mente tem que estar livre, descomprometida, observar sem discutir, sem julgar, né? Ele sem a memória conflitante do passado dele, sem o desespero pelo futuro. Então ele vai aproveitando todo esse momento de solidão, de meditação, para ele gerar nova uma nova força, né, para criar coragem para a sua caminhada. E aí, nesse momento, ele, eu acho que ele inicia um momento, eh, na mediunidade dele, né? Porque ele começa a perceber forças invisíveis, eh, ajudando ele, dando força, inspirando, dando coragem. E na cabeça dele era Jesus, né? Porque foi Jesus que apareceu para ele no deserto e ele achava que era Jesus que estava inspirando ele, mas não era quem era, né? era Estevão. Então, dentro dessa noite cheia de estrelas, ele tinha a impressão de ouvir uma voz, né, carinhosa e sábia, a traduzir-se por apelos do infinito amor e de infinita esperança, né? É muito bonita essa frase. Então, essa solidão foi um recurso terapêutico, né, pro Paulo, porque vamos imaginar hoje, né, se a gente tivesse que deixar tudo que a gente tem, né, se

nita esperança, né? É muito bonita essa frase. Então, essa solidão foi um recurso terapêutico, né, pro Paulo, porque vamos imaginar hoje, né, se a gente tivesse que deixar tudo que a gente tem, né, se a gente tivesse que mudar todo o nosso modo de pensar, deixar as pessoas que a gente ama, né, pra gente seguir o Cristo, né, e às vezes é muito bonito só falar, né, só imaginar, mas a vivência é bem diferente. Então ele procurou esse momento da solidão para ele ouvir a própria consciência, né, para ele iniciar essa iluminação anterior. Então ele foi eh rejeitado, né, foi incompreendido. Então ele mergulha mergulha nessa experiência de abandono, né, e vai e ele onde ele vai buscar o consolo? vai buscar o consolo no alto, né, fazendo orações diariamente, pedindo a Jesus para inspirá-lo, né, para ele criar essa essa força e desenvolver a maturidade emocional e espiritual. Então aí o Estevão ele aparece como o novo mentor, né, nessa nova fase do Saulo. O Estevão aparece como novo mentor dele e vai acompanhar ele por 30 anos. né? Então, Jesus, o que que Jesus quis, né? Que a primeira vítima das perseguições de Jerusalém ficasse para sempre irmanada no primeiro algóz, né, da doutrina de vida e redenção. Então, é muito bonito também como Estevão consegue, né, perdoar o Saulo, né, ainda se tornar o mentor dele. É um amor que não dá para imaginar, né, o tamanho da bondade, da caridade, né, do Estevon. E o Paulo, ele não poderia chegar nessa possibilidade de se tornar o Paulo se não fosse a ação do Estevão, né? Se não fosse todo esse amor, toda essa caridade. Então o o Estevon, ele deu uma grande contribuição, né, para para a pessoa que o Paulo se tornou, né? E isso vem, né, eh nos mostrar sobre a lei da cooperação, né? Às vezes a gente pensa que tudo que a gente vai desenvolver, a gente vai desenvolver sozinho. E não é assim, né? Eh, por exemplo, quando eu preparei essa apresentação, eu tenho certeza que eu não estava sozinha, né? Que os meus mentores, os mentores do estudo estavam eh me intuindo para o que

E não é assim, né? Eh, por exemplo, quando eu preparei essa apresentação, eu tenho certeza que eu não estava sozinha, né? Que os meus mentores, os mentores do estudo estavam eh me intuindo para o que eu devia colocar na minha apresentação, para o que eu devia falar aqui, né? Então, é a mesma coisa que acontece com Paulo, né? Estevão vem para inspirá-lo, né? para ajudá-lo na sua tarefa. Então, em vez de sentimento de remorço, né, de de culpa, o Paulo, ele não ficou lá preso, né, nas suas nos seus pensamentos negativos. Ele porque ele estava muito desalentado, ele perdeu tudo, né? Ele deixou tudo. Ele perdeu a mulher que ele amava. Ele sentia culpa pela morte do Estevão. Sentia culpa pela morte da Abigail, indiretamente. Ele largou a família, ele largou todos os amigos, ele largou o emprego, né? A, e ele era uma pessoa influente, membro de uma sociedade, né? Ele largou a fama, né? Eh, o acesso fácil, as coisas para ir para um deserto, né? Então ele era um deserto, não só físico, era um deserto espiritual também. E essa culpa, né, eh, ela pode ser uma culpa saudável, porque a pessoa também que comete um erro e não sente culpa de nada, ele é um doente, né? Então a culpa ela pode ser saudável, o que porque ela vai equilibrar os nossos padrões. Então às vezes a gente comete um erro, é é saudável que a gente se sinta culpa, né? Mas porque isso traz um centro um senso de responsabilidade. Mas ele não ficou lá preso na culpa, né? Ele falou: "Não, a partir de hoje eu quero ser diferente, eu quero consertar, né? Eu quero me renovar, eu quero ir atrás daquilo que eu que eu fiz de errado. Então, eh, a finalidade é dar e perceber a ideia, né, a dimensão do delito, né, de modo que ele possa formular uma não reincidência. Então, não adianta só eu falar assim: "Ah, tá, eu tô culpada, então tá tudo certo, eu vou lá e peço perdão e tá tudo certo". Não é assim que acontece, né? Então ele queria não reincidir mais no erro, ele queria eh resgatar tudo aquilo que ele que ele tinha provocado.

tá tudo certo, eu vou lá e peço perdão e tá tudo certo". Não é assim que acontece, né? Então ele queria não reincidir mais no erro, ele queria eh resgatar tudo aquilo que ele que ele tinha provocado. E aí também ele começa um pouco de revolta, né, contra o formalismo e começa a fazer uma reflexão interna. Então ele começa a perceber que mesmo eh dentro dos seguidores do Cristo existiam algumas contradições, né? Então assim, eh, tinha a rigidez, né, do no formalismo, né, o formalismo, a hipocrisia entre os fariseus e e que ia contra os princípios do evangelho. Mas mesmo dentro do eh dos seguidores do caminho, ainda tinha também uma questãozinha que a gente traz arraigado no, né, a gente vive uma vida inteira com a mesma crença durante 30 anos. Não é porque eu fui lá e escutei o Paulo falar que a partir de amanhã eu vou mudar totalmente a minha forma de pensar, né? Isso acontece muito eh com quem muda de religião. Por exemplo, eu não nasci espírita, eu nasci na eh na na Igreja Católica. Então, eu trago ainda na minha vida muitas questões que vieram de uma outra religião e aos poucos a gente vai, né, buscando, conhecendo, aprendendo e a gente vai mudando a nossa forma de pensar. E ainda tinha uma outra coisa que os fariseus eles eh eles permitiam que os irmãos do caminho, os seguidores do Cristo, eles falassem sobre a nova doutrina, mas eles exigiam que as pessoas eh continuassem eh a seguindo algumas algumas tradições farisaicas, né? Eles não deixavam que as pessoas simplesmente seguem a nova religião, né? Eles tinham que manter alguns costumes para que eles pudessem eh fazer o trabalho deles eh sobre a doutrina do evangelho. E aí o Saulo vai experimentar os primeiros efeitos desse desse choque quando ele vai falar da circuncisão, né? Então, nesse momento, ocorre o quê? um despertar da consciência, né, do Saulo, que ele ele sente alegre, né, ele sente a necessidade de se libertar das antigas paixões, mas ele ainda tem algumas heranças negativas, né, que que alcam com o trabalho, com o estudo, ele vai

o Saulo, que ele ele sente alegre, né, ele sente a necessidade de se libertar das antigas paixões, mas ele ainda tem algumas heranças negativas, né, que que alcam com o trabalho, com o estudo, ele vai conseguindo vencer. E a outra coisa que acontece nesse capítulo são as humilhações, né, externas e internas, porque o Paulo acaba eh encarando o desprezo dos dois lados, porque ele não era mais aceito entre os fariseus, mas ele também ainda não era aceito entre os seguidores do caminho. Então, na verdade, ele ficou sozinho, né? Ele estava no meio eh na ele tava entre os dois lados, né? ninguém aceitava ele ainda. Então ele começa a se sentir eh muito mal, né? E ele pensa, não, eu tenho que começar a falar alguma coisa. E quando ele chega lá na sinagoga, ele tá depois de 3 anos no deserto, ele chega maltrapilho, magro, barbudo, né? Então assim, era um era um juiz, um doutor da lei e hoje era como se fosse um andarilho, né? Então ele chega lá, ele nem é reconhecido. Então ele sobe lá no púlpeto e começa a fazer o discurso dele, né? Então ele começa falando inicialmente eh sobre as leis de Moisés e as pessoas vão aplaudindo porque ele era muito conhecedor, né? Ele tinha muito conhecimento sobre eh Moisés. E aí as pessoas começam a gostar, vai juntando mais pessoas, começam a ouvi-lo e de repente ele muda, né, a conversa e começa a falar do Messias Nazareno, né, ele começa a falar dos feitos, dos ensinamentos de Jesus e ele começa a lincar, né, as as falas de Isaías, né, que era o profeta que mais falou sobre Jesus. ele começa a lingar, lincar as Sagradas Escrituras com a lei de Moisés e aí ele causa um rebuliço lá na sinagoga. E aí Joana deângeles, ela fala que frequentemente ensina que as lutas elas não são punições, né, mas são mecanismos de crescimento da alma. Então, eh, nesse momento, eh, tudo que o Paulo vai passar não é para castigá-lo, porque ele cometeu um pecado, porque ele foi o responsável pela morte do Estevão, né? Tudo que isso que vai acontecendo com ele é para ele conseguir chegar a ser a

lo vai passar não é para castigá-lo, porque ele cometeu um pecado, porque ele foi o responsável pela morte do Estevão, né? Tudo que isso que vai acontecendo com ele é para ele conseguir chegar a ser a pessoa que ele foi, né? Então, foi um mecanismo de crescimento e não uma punição. E o que o Paulo sofre nesse capítulo, ele representa também um encontro com as próprias sombras dele, né? Uma terapia espiritual que vai ajudar ele a abandonar o orgulho, que ele era uma pessoa muito orgulhosa, muito importante, muito imponente, né? E todo esse sofrimento, essas humilhações que ele vai passar nesse capítulo, vai transformá-lo numa pessoa muito mais humilde. Então, eh, como eu falei, quando ele sobe lá na sinagoga, né, ele tá numa condição modesta, né, mal vestido, barbudo, magro, doente, né, e as pessoas não conseguem eh reconhecê-lo. E quando ele começa a falar sobre Jesus, aí as pessoas percebem, né, e começam a gritar, né, e começam: "É ele o traidor, né? Aí eles vamos apedrejá-lo, pedra ao blasfemo, né? E a gente vai ver, gente, que hoje ainda tem isso, né? É lógico que hoje a gente não sai apedrejando ninguém aí na rua, mas se a gente entrar numa internet, por exemplo, e vê que alguém fala um pensamento que é contrário, aí o outro já vai lá e já critica de forma brusca, eh, já pede morte, né? pede a é o apedrejamento da época de Paulo. Então assim, a gente precisa ter um pouco mais de sensibilidade também e aplicar tudo isso que aconteceu aqui no que a gente passa hoje, né? Então assim, se uma pessoa tem uma opinião contrária à minha, eu não tenho que ir lá e e fazer uma crítica, né, e blasfemar e pedir o apedrejamento. Às vezes eu posso até contradizer a ideia da pessoa, mas de uma forma mais educada, né? que não que não venha causar uma guerra, né? Depois, então eu tenho que ter muito cuidado eh na manifestação do meu pensamento hoje, porque às vezes uma faísca vira um incêndio, né? E aí o Paulo, né, começa a falar e aí chegam os fariseus, né, e dão voz de prisão ao Paulo. E aí o Paulo, ele não

manifestação do meu pensamento hoje, porque às vezes uma faísca vira um incêndio, né? E aí o Paulo, né, começa a falar e aí chegam os fariseus, né, e dão voz de prisão ao Paulo. E aí o Paulo, ele não era uma pessoa ignorante, né? Ele falou: "Não, mas vocês não podem me dar voz de prisão assim sem nada, né?" Aí as pessoas perguntam: "Mas por que você tá relutando, né, contra a voz de prisão?" Aí ele fala: "Não, porque eh apesar de eu ter mudado a minha concepção religiosa, eu ainda sou um doutor da lei, né? Eu sou um cidadão romano, romano. Então, para vocês não podem vir aqui e me dar uma voz de prisão sem ter um documento, né? E esse documento ele já tinha se despedido há uns 3s anos, só porque como ele não tava lá em Damasco, ele tava eh no deserto, o documento foi arquivado, então ninguém nem sabia onde estava esse documento, né? E aí ele fala: "Não, eu tenho direito de estar aqui falando, eu sou o cidadão romano e eu vou continuar falando". E ele fica lá ainda, fala mais coisas ainda. E aí ele fala para as pessoas, né? Eh, varões de Israel, trouxe ao vosso coração o que possuía de melhor, mas rejeitais a verdade, trocando-a pelas formalidades exteriores. Não vos condeno, lastimo-vos, porque fui assim como vós outros. Então, ele assume lá, eu fui como vocês, né? Mas eu tive a oportunidade de do conhecimento, né? Eu tive a oportunidade, eu ouvi o chamado do Cristo e ele tá aqui hoje fazendo o chamado para vocês. Vocês estão tendo oportunidade, vocês estão negando, né? Então eu acho que de alguma forma eh pode ser que ele tenha atingido alguns corações, sabe? Às vezes a gente fala para umas pessoas, para algumas pessoas e a gente pensa que não teve nenhuma ação naquela, naqueles, naquelas pessoas, mas às vezes em um coração a gente atingiu e às vezes a pessoa vai para casa e vai fazer uma meditação sobre o que você falou, vai pensar e às vezes num outro momento, né, ela vai aceitar o que você falou, mas às vezes naquele momento você sai com um sentimento de frustração, mas é uma

er uma meditação sobre o que você falou, vai pensar e às vezes num outro momento, né, ela vai aceitar o que você falou, mas às vezes naquele momento você sai com um sentimento de frustração, mas é uma sementinha que a gente planta, né, e no momento certo ela vai germinar. Tá? E aí quando ele sai, né, ele ele sai de lá e vai procurar o Ananias para desabafar. E o Ananias eh fala para ele que ele fez a coisa certa, né, que ele defendeu eh a doutrina, defendeu o evangelho de Jesus, mas que não era saudável ele ficar lá, porque se ele ficasse lá, ele seria preso novamente, né? E e aí se ele fosse preso, toda a tare todo o tempo que ele ficou lá no deserto, ele ia jogar fora, né? Porque ele ficou estudando tanto, meditando, aí se fosse preso não poderia fazer mais nada. Aí o Ananias vai e incentiva ele a sair, né, de Damasco. Então assim, ele sente o remorço, sente a dor da saudade da Abigail, né? sente o remorço pelas pelos erros passado, mas ele entende que para ele se dedicar ao evangelho, ele teria que sair de lá, né? E eh ele fala: "Não, eu estou pronto. Eu estou pronto para reparar os meus erros. Eu vou pedir perdão a todo mundo que eu ofendi, né, pela minha insensatez, pela minha ignorância. E eu não, eu não quero fugir, né? Eu não, eu não sou uma responsável. Eu não quero fugir porque eu não cometi nenhum crime. E aí ele é obrigado a fugir, né, num cesto por cima da muralha, né, com seus pensamentos e sentimentos confusos. O o Ananias propõe para ele, né, fugir num cesto. Pergunta se ele aceitaria, porque ele que era um doutor da lei, né, entrar num cesto, descer por um muro, né? Aí ele fala: "Não, eu aceito sim. Não foi assim que Moisés começou a vida dele?" Então eu aceito sim, né, fugir num sexto. E mesmo ele inconformado, achando que não é justo, né, que ele não tinha cometido nenhum um crime, ele aceita, né, fugir e e ele entende que não seria não seria razoável se entregar, né, aos fariseus. E aí ele sai em peregrinação. Aí ele sai sozinho, sem comida, sem dinheiro, né?

o nenhum um crime, ele aceita, né, fugir e e ele entende que não seria não seria razoável se entregar, né, aos fariseus. E aí ele sai em peregrinação. Aí ele sai sozinho, sem comida, sem dinheiro, né? Mal vestido, caminhando de sol a sol. Às vezes ele encontra eh pessoas que dão uma carona para ele num cavalo, numa carroça, mas a maior parte do caminho ele vai sozinho. Às vezes ele sente o desânimo, né? Sol quente, fome, doença, né? Ele passa por poucas e boas, mas ao mesmo tempo, nesse caminho que ele tá indo, ele ele começa a visitar vários lugares por onde Jesus passou, por onde Jesus pregou, né? Então aí ele vai na ele vai conhece a casa de Simão Pedro. Aí ele vai na coletoria onde o Levi trabalhou, ele conversa com Levi. O Levi entrega para ele os pergaminhos que o que eram do Gamaliel, que era o antigo chefe dele, né? lá na quando ele ainda era um fariseu, ele conhece Madalena. Aí ele vai na eh vai em Jerusalém, vai em Nazaré, né? Ele faz toda a peregrinação por todos os lugares onde Jesus passou. E aí ele vai enriquecendo, né, o mundo impressivo dele, colhendo informações. Ele conhece pessoas que Jesus curou, né? Ele conversa com as pessoas porque ele não teve a chance de conviver com Jesus como os outros apóstolos. Então, toda ele vai pegando a impressão de cada um com quem ele vai conversando, né, durante o caminho dele. E aí ele vai procurar um amigo dele que é o Alexandre. E o Alexandre eh recebe o Paulo, mas ele pensa assim: "Ah, o Paulo tá curado, né? que ele pensa, eles pensam que ele tão que ele tá doente, gente, porque tipo assim, um doutor da lei pensa hoje um juiz do STF, aí ele fala: "Não, eu vou seguir Jesus, eu vou doar tudo que eu tenho, vou largar o meu concurso, vou sair por aí, vou pro deserto ficar 3 anos meditando, vou largar minha família, meu emprego, né?" É doido, né? Todo mundo pensou: "Não, tá doido". Então, quando Alexandre vê que ele chega, e pensa: "Nossa, agora ele tá curado, ele voltou, né?" né? Só que não, assim, ele fica muito decepcionado

é?" É doido, né? Todo mundo pensou: "Não, tá doido". Então, quando Alexandre vê que ele chega, e pensa: "Nossa, agora ele tá curado, ele voltou, né?" né? Só que não, assim, ele fica muito decepcionado quando o Alexandre fala isso para ele, né? Que ele, ah, que bom que você tá curado. E aí ele ele fala para Alexandre que ele não estava doente, né? Que ele tinha ouvido o chamado de Jesus. E o Alexandre vai e fala horrores para ele, né? Fala: "Ó, você sumiu aqui, tem 3 anos, né? A sua mãe morreu, a sua irmã e o seu cunhado tiveram que sair daqui de tanta humilhação. Eh, o seu pai vive infeliz, solitário, né? Ninguém mais dá atenção para ele. Os seus amigos não eh os seus amigos estão te perseguindo, estão te dando voz de prisão, né? Então, tudo tava contra ele, né? Todos os fariseus estavam contra ele. Os afetos da família, os amigos. E aí ele fala que desde a infância ele ele procurou cumprir, né, as as rigorosamente os deveres dele, mas que ele precisava lançar mão dessa riqueza, né, da família, de tudo, para ele conseguir alcançar essa iluminação de Jesus. E aí ele renuncia, né, a a tudo que a vida tinha dado para ele anteriormente. Então aí paraa Joana de Angeles, esse sofrimento que humilha o ego, humilha o ego, é também o que liberta o ser essencial, né? Então essas humilhações vão sendo uma uma depuração pro orgulho do Paulo, né? Que ele era um ser pequeno e agora ele vai ser um ser grande diante de Deus. Então ele despoj de todas as suas máscaras sociais e aí ele resolve procurar os irmãos do caminho. Mas aí quando ele chega lá, ele também não é bem recebido, né? Porque o que que eles pensavam? Ah, ele tá disfarçando, né? Ele é um lobo na pele de cordeiro. Ele tá vindo aqui, né? para fazer o que ele fez com Estevão. Então assim, aí ocorre uma uma distensão dentro da Casa do Caminho e eles não recebem ele quando ele chega, né? Aí eles fazem uma reunião, né, para para discutir se eles deviam ou não aceitar receber o Paulo, né? Aí um fala: "A impossível que o algóz implacável dos

o e eles não recebem ele quando ele chega, né? Aí eles fazem uma reunião, né, para para discutir se eles deviam ou não aceitar receber o Paulo, né? Aí um fala: "A impossível que o algóz implacável dos discípulos do Senhor estivesse convertido a causa do seu evangelho de amor e redenção". Aí o outro fala: "Ah, não, mas o mestre nos ensinou que nenhuma obra útil se poderá fazer na Terra sem a cooperação fraternal". Então, um defende, o outro não. Um quer que atende, o outro não. E eles ficam lá horas discutindo, né? Aí o outro fala: "Mas o discípulo deverá possuir consigo a doçura das pombas e a prudência das serpentes". Aí eles ficam lá discutindo e resolvem que no outro dia eles vão atender o Paulo. E quando ele chega, ele fala, ele manda se anunciar assim, eh, fala para Pedro que eu sou o Paulo de Tarso e que eu vim a serviço de Jesus. Então aí ele já começa a quebrar um pouquinho, né, o ranço que o e o medo que as pessoas tinham dele. E aí ele fica triste, né, na pro lugar onde ele vai, tipo uma pousadinha, né, e ele fica lá triste porque ele não tinha dinheiro para pagar. Aí os irmãos do caminho inclusive vão vão pagar, né, para ele ficar lá. Ofereceram um copo de água para ele, porque nem água ele tinha para beber. Mas ele fica triste porque ele sente o eh o arrependimento ainda, né? E só pela misericórdia do Cristo mesmo para ele não não se perder totalmente, né? Não se perderem os dias. Aí eh quando no outro dia o discípulo vai, um dos discípulos vai visitá-lo, ele fala assim: "Quem não terá errado, né, nessa vida? Se Jesus nos tem valido a todos, não é porque o mereçamos, mas pela necessidade da nossa condição de pecadores. Então, todos nós já erramos nessa vida ou em outra vida, né? Às vezes a gente olha eh com os olhos ruins pros erros das outras pessoas, né? Eh, sem olhar de perdão, sem olhar de caridade. Mas e a gente, né? que que a gente já fez em outras vidas pra gente ainda tá no mundo de provas e expiações 2000 anos depois de Jesus. Boa coisa não fomos,

sem olhar de perdão, sem olhar de caridade. Mas e a gente, né? que que a gente já fez em outras vidas pra gente ainda tá no mundo de provas e expiações 2000 anos depois de Jesus. Boa coisa não fomos, né? Então assim, acho que a gente tem que ter um pouco mais de caridade, sabe? Para olhar pro erro do outro, para perdoar, né? Então, após todo esse relato pormenorizado dos acontecimentos em Damasco, banhado em lágrimas, Saulo disse: "Necessito entrar numa fase ativa de trabalho, né?" né? Então, o que que Paulo ele pensa que ele pode fazer, né, para ele resgatar todos os erros dele, né, o trabalho, né? Então, às vezes a gente pensa assim, como que eu posso, né, resgatar um erro que eu fiz com um uma pessoa que eu conheço? Às vezes eu não consigo mais nem resgatar, a pessoa faleceu, mudou, eu não tenho mais condições de encontrar essa pessoa? Mas quando eu coloco todo o meu esforço no trabalho, eh, eu consigo resgatar o meu erro, porque o meu débito não é com aquela pessoa que eu ofendi. O meu débito é com a justiça divina, né? Então assim, quando eu começo colocar todo o meu esforço no trabalho, eu consigo resgatar esse meu erro. E aí, eh, eles aceitam, né, a presença do Paulo na Casa do Caminho. Aí ele pede para ficar no quarto que o Estevão ocupava. E aí Pedro leva para ele os pergaminhos que Estevão estudava. Ele consegue perceber várias coisas que Abigail falava lá nos pergaminhos. Ele fica muito triste, ele chora e aí continuam lá as lutas dele, as humilhações, né? E aí o Pedro, com toda a sua experiência falou para ele assim: "Se Jesus, que tudo pode neste mundo, sob a do Pai, espera com paciência a conversão do mundo, por que não podemos esperar da nossa parte, né? Porque Jesus, gente, ele é o criador da do planeta. Ele poderia ter vindo aqui de uma vez só e feito tudo na hora lá que ele tava aqui, nos três anos." Mas não, olha, até hoje a gente não conseguiu mudar o planeta porque Jesus, ele veio, plantou a sementinha, ele poderia ter trazido a árvore pronta, né? Mas ele não quis

ele tava aqui, nos três anos." Mas não, olha, até hoje a gente não conseguiu mudar o planeta porque Jesus, ele veio, plantou a sementinha, ele poderia ter trazido a árvore pronta, né? Mas ele não quis assim. Então, às vezes, Paulo tava com muita pressa de começar a trabalhar, de começar a fazer as pregações, igual a gente que começa a trabalhar, já quer que tudo mude, já quer mudar tudo, né? Ai, vou trabalhar todo dia e vou fazer. Mas é, é muito frustrante às vezes, né? porque a gente não consegue fazer tudo que a gente planeja e a gente tem que aprender a buscar a paciência de Jesus, né? Então, a melhor posição da vida é a do equilíbrio, né? Eles falam também nesse capítulo sobre Judas, né? Judas também tinha pressa, né? Queria apressar, eh, e acabou metendo os pés pelas mãos com essa, com esse, eh, intuito de promover uma velocidade na obra de Jesus, né? Então, o que que o mestre Jesus sentenciou, né, que a cada dia bastam os seus problemas. Então, vamos cuidar do que a gente tem para cuidar hoje, né? Não ficar pensando que se eu fizer alguma coisa a mais e a mais e a mais, eu vou conseguir melhorar, mudar a cabeça das outras pessoas, porque eu não consigo, né? Eh, eu não consigo mudar nem muito a minha cabeça, né? Às vezes tô tentando mudar a cabeça do outro. Então assim, a gente tem essa mania, né, de querer mudar filho, marido, pais, irmãos, mas não é assim que funcionam as coisas. O tempo de Deus, ele é bem diferente do nosso tempo. E aí o Paulo, que tava com febre, doente, né, ficou um tempo lá na casa do caminho, leu os pergaminhos do Estevão e aí ele foi melhorando, né? E aí o Pedro fala para ele, ó, eu acho que não adianta muito você ficar aqui em Jerusalém, porque aqui as pessoas vão vir atrás de você, né? Vão querer te prender, vão querer calar sua boca. Então é melhor que você saia e vá para lugares onde os ânimos não estão eh tão acirrados, né, como estava em Damasco e como estava em Jerusalém. Então aí Paulo resolve eh ir procurar o pai dele em Tarso.

ão é melhor que você saia e vá para lugares onde os ânimos não estão eh tão acirrados, né, como estava em Damasco e como estava em Jerusalém. Então aí Paulo resolve eh ir procurar o pai dele em Tarso. E aí quando ele chega, né, na casa do pai, ele não é reconhecido pelos funcionários também, porque ele tava num estado de calamidade, magro, cabeludo, desdechado, mas o pai na hora que o vê reconhece na hora, né? E o pai sente aquele misto de alegria e tristeza, né? Ele fica alegre porque viu que o filho tava vivo, né? E ele na cabeça dele, o filho dele tinha se curado e estava retornando para casa, né? Mas não era bem isso que estava acontecendo, né? O Paulo, ele tinha ido lá para tentar convencer o pai dele, né? Da da doutrina, que é o que a gente tenta fazer com as pessoas que estão próximas da gente, né? Que a gente acha que tudo que eu que eu falar pro outro, o outro vai acreditar, né? Simples assim. Só que não é isso. O pai dele tá com muita raiva dele, porque a mãe dele tinha morrido, a irmã não morava mais lá, ele tava sozinho. E o que ele queria, o que o pai dele queria é que ele voltasse a ser o doutor da lei que ele era, queria que ele se curasse, que para eles ele ele era um doido, né? E aí ele, o Paulo tem outra recaída e começa a chorar de novo, porque ele vê que em nenhum lugar que ele vai ele é compreendido, né? E aí o pai dele discute com ele, eles ficam lá, ele tenta convencer o filho a voltar pro farisaísmo. O filho fala que se encontrou eh se encontrou na na no evangelho de Jesus, né? E ele não consegue convencer o Paulo. E aí ele fala: "Eh, você vai ter que escolher. Ou você escolhe a doutrina de Jesus, ou você volta para casa, né? Ele não dá opção." E o Paulo fica muito triste, mas e aí ele escolhe continuar na doutrina. E o pai dele fala: "Tua escolha está feita, nada tem que fazer nessa casa". E expulsa ele da casa do jeito que ele chegou, né? E ele sai muito triste, chora pela estrada. E nesse momento vem um criado do pai dele com uma bolsinha de dinheiro e

nada tem que fazer nessa casa". E expulsa ele da casa do jeito que ele chegou, né? E ele sai muito triste, chora pela estrada. E nesse momento vem um criado do pai dele com uma bolsinha de dinheiro e entrega, né, pro Paulo. Aí o Paulo pensa em não aceitar, né, porque ele ainda ainda tinha o resquício do homem velho, né, o orgulho, o orgulho ferido, né? Mas aí ao mesmo tempo ele pensa, não, fala pro meu pai que eu sou muito grato por ele ter mandado esse dinheiro, né? Aí o homem velho morre e o homem novo nasce. Nasce o homem humilde, né, que fica muito grato pelo pai ter ajudado ele. Então ao longo do tempo, todo esse sofrimento vai trazendo essa transformação, né, para o Paulo. Então a Joana de Angeles, ela fala assim que ela descreve a fé como a força organizadora da psiquê, né, sustentando o espírito diante das provas. Então o Paulo ele demonstra uma resiliência, né? E ele nasce e nasce o seu Cristo interior, né? Então suas lutas vão refletir o quê? Essa superação, né, dessa dependência. E aí agora ele começava a compreender, né, que recomeçar a existência não era voltar, né, ao ninho antigo. Não adiantava ele tentar voltar na casa dele. Ele tentou procurar o amigo, tentou procurar o pai e nada disso adiantava. E ele precisava o quê? Do fundo da alma fazer um esforço interior, né? Alijquícios e ser outro homem. Enfim, então ao meio em meio desse sentimento de fracasso, de abandono, né, ele um dia adormece e aí ele tem um um uma emancipação da alma, né, um desdobramento, não foi bem um sonho. E quem aparece para ele nesse sonho eh Estevão e Abigail, né? Eles aparecem brilhantes, né, com roupas brilhantes. E nesse momento ele tem um misto de alegria e tristeza, né? Porque a alegria porque ele vê que Abigail e Estevão não estão mortos, né? Que eles estavam vivos, que eles estavam bem. E ele vê a presença de Estevão lá com ele. Ele percebe que Estevão não guardou mágua dele, né? Ele percebe que Estevão tava estendendo a mão para ele, que era Estevão que era as que era o dono da voz

E ele vê a presença de Estevão lá com ele. Ele percebe que Estevão não guardou mágua dele, né? Ele percebe que Estevão tava estendendo a mão para ele, que era Estevão que era as que era o dono da voz que ele escutava, né? Que Estevão tava lá sempre dando coragem para ele nos momentos que ele pensava em desistir, que ele ficava em desânimo no meio das da estrada, ele percebe que aquela pessoa que ele tinha tirado a vida era a pessoa que tava era a única pessoa, né, que tava lá dando força para ele, né? E ele fica muito emocionado quando ele vê a Abigail. Aí ele começa a falar que gostaria muito de ter casado com ela, né, de ter tido filhos com ela. E aí ela fala assim que eles têm muitos filhos, que os filhos deles eh são os seguidores do Cristo, todos os seguidores do Cristo, né? É muito linda essa parte do livro. Eu acho que recomendo todos a lerem eh o livro todo, tá, gente? E aí Abigaí, ele cai de joelhos, começa a chorar, né, num pranto convulsivo. E Abiga fala para ele: "Saulo, não te detenhas no passado, né? Quem haverá no mundo isento de erros, né? Só Jesus foi puro, né? Então às vezes a gente tem uma dificuldade no perdão, né, gente? A gente tem dificuldade no perdão, mas às vezes a gente tá cometendo erros até piores, né? E às vezes a gente até fala que perdoa, mas a gente não quer trazer a pessoa de volta pra vida da gente, né? Que a gente acha que que a pessoa não tá curada, que ela não que ela vai cometer o erro novamente, né? Mas assim, se que que adianta eu tá aqui em cima falando sobre perdão, se eu desço daqui e saio daqui e chega lá fora, eu não quero perdoar ninguém, né? Então aí eu não precisaria estar aqui, né? Então, a que internalizar essa ideia dentro de mim, né? Então não adianta eu só falar da boca boca para fora, eu fazer palestra, eu fazer oração, eu dar passe, né? E eu sair lá fora e ficar pensando do mesmo jeito que eu pensava antes. Então eu tenho que fazer a mudança que o Paulo fez, né? Eu tenho que deixar morrer o homem velho, nascer o homem novo. Então

né? E eu sair lá fora e ficar pensando do mesmo jeito que eu pensava antes. Então eu tenho que fazer a mudança que o Paulo fez, né? Eu tenho que deixar morrer o homem velho, nascer o homem novo. Então ela fala para ele assim: "Esvazia-te dos pensamentos do mundo quando seja oportuno. Jesus chamará ao teu labor os que possam concordar contigo em seu nome. Dedica-te ao mestre em todos os instantes de tua vida, né? Então o que que ela fala para ele? Tira esse pensamento ruim da sua cabeça, né? Quando for o momento certo, Jesus vai te chamar. Então a gente também tem essa ânsia, né, pela pelo nosso tempo humano, né, porque a gente às vezes até brinco, falo: "Jesus, eu falo: Deus, eu sei que você tem todo o tempo do mundo, mas eu não, né? Eu tenho só alguns anos aqui na terra". Mas ele sabe o momento certo, o momento, né, para cada coisa. E às vezes a gente é muito ansioso, né, com essa questão do tempo. E aí, eh, acontece uma conversa linda entre, eh, Abigaí, Estevão e Paulo. Muito emocionante essa parte. Eh, o Paulo, ele fica eh com medo que Abiga e o Estevão vão embora logo e ele começa a fazer um monte de perguntas, né, para eles. E aí ele fala assim, pergunta para para Abigail: "Que fazer para adquirir a compreensão perfeita dos desígnios do Cristo?" E aí ele pensa que a Abigael vai dar um testão para ele, né? Aí ela ela só fala assim para ele, ama, né? Só isso. Aí ele fica assim, né? Ele fica ansioso por mais orientações, né? Aí ele fala: "Como assim? Como como proceder, né? De modo que enriquecemos, enriqueçamos na virtude divina? Como fazer para que a alma alcançasse tão elevada expressão de esforço com Jesus Cristo?" Aí a Abigail fala para ele, trabalha monosilábica, né? Não parece que é mulher falando. Ai ai. E aí ele fala: "Mas que providências eu devo adotar?" Né contra o desânimo, né? Porque tantas vezes ele ficou lá no deserto, né? Chorava, sentia desanimado. Aí ela espera, né? É tão simples às vezes, né, gente? E aí ele, ah, como agir no âmbito das forças

é contra o desânimo, né? Porque tantas vezes ele ficou lá no deserto, né? Chorava, sentia desanimado. Aí ela espera, né? É tão simples às vezes, né, gente? E aí ele, ah, como agir no âmbito das forças tão heterogêneas? como conciliar as grandiosas lições do evangelho com a indiferença dos homens. Perdoa, né? Então, eh, o Paulo, ele fez dess dessas palavras, né, o sentido da vida dele, né, ama, trabalha, espera e perdoa, né? Porque o amor, o trabalho, a esperança e a e o perdão, eles podem abrir as portas, né? Então, às vezes a gente fica esperando uma orientação, né, de Deus, faz oração, faz um textão para Jesus, né? Aí ele vem e dá quatro palavrinhas só pra gente, né? E a gente fica esperando tanta coisa e é tão simples às vezes, né? Mas é difícil colocar em prática. Mas a gente vai melhorando, gente, né? Um dia a gente melhora. E aí eu coloquei na na íntegra esse pedaço aqui do livro que eu achei muito bonito. Aí eu vou ler para vocês. Fala assim, ó. O infinito azul do firmamento não era um abismo em cujo fundo brilhavam estrelas. A seus olhos, o espaço adquire a nova significação. Devia estar cheio de expressões de vida que ao homem comum não era dado compreender. Haveria corpos celestes como os havia terrestres. A criatura não estava abandonada em particular pelos poderes supremes da criação. A bondade de Deus excedia toda a inteligência humana. Os que se haviam libertado da carne voltavam do plano espiritual para confortar os que permaneciam à distância. Ninguém estaria abandonado. Os homens mais miseráveis teriam no céu quem os acompanhasse com desvelada dedicação. Então, às vezes a gente passa por algum problema, né? A gente acha que tá sozinho. Às vezes a gente não tem com quem falar, né? Não tem com quem desabafar, porque às vezes você que é o forte, né, da família, dos amigos, mas ninguém tá sozinho, né, em todo momento a gente tem alguém lá pela gente, né, tem os nossos, a nossa família que está do outro lado, não só dessa vida, né? Quantas vidas eu já tive até hoje,

igos, mas ninguém tá sozinho, né, em todo momento a gente tem alguém lá pela gente, né, tem os nossos, a nossa família que está do outro lado, não só dessa vida, né? Quantas vidas eu já tive até hoje, quantas mães eu já tive, quantos pais, quantos irmãos. Então, do outro lado tem muita gente, né, que tá fazendo uma oração por mim ou me dando uma orientação. Às vezes eu não escuto, sou cabeça dura, mas eles estão lá, né, firmes, eles não desistem, né? Sempre tem alguém, pode ser a pessoa, igual fala aqui, mais miserável do mundo, pode ser um bandido, alguém que tá lá só cometendo mal, mas sempre tem alguém por ele. Nunca ninguém fica abandonado, né? Achei linda essa parte. E aí continua assim, ó. Por mais duras que fossem as experiências humanas, a vida agora assumia nova feição de harmonia e beleza eternas. Aguardaria as oportunidades que Jesus lhe concedesse, abstendo-se de provocar situações, né? Então ele não deveria ficar provocando discussão, né? Eh, igual ele já tinha feito. Ele tinha que ficar mais quietinho esperando o chamado de Jesus. E nesse passo saberia tolerar a ignorância ou a fraqueza alheias, ciente que também ele carregava um passado condenável, que nada obstante merecera a compaixão de Cristo. Então ele tinha um passado condenável, né? Então se Jesus teve compaixão dele, se Jesus tolerou a ignorância dele, a falha dele, né? Por que que ele deveria ser ignorante, intolerante com as outras pessoas, né? Ele que foi culpado pela morte de uma pessoa, né? Então, às vezes ele tava intolerante com erro que às vezes era menor que o dele, né? Então assim, durante 3s anos, o solitário tecelão das vizinhanças do Tauro exemplificou a humildade e o trabalho, esperando devotamente que Jesus o convocasse ao testemunho. Então ele já tinha ficado 3 anos no deserto em meditação, né? Agora ele ia ficar mais 3 anos, né? Lá perto do Tauro, que é uma cidade pequena, trabalhando humildemente do seu trabalho de de tecelão. Ele não ia mais subir na sinagoga. não ia mais fazer palestras,

Agora ele ia ficar mais 3 anos, né? Lá perto do Tauro, que é uma cidade pequena, trabalhando humildemente do seu trabalho de de tecelão. Ele não ia mais subir na sinagoga. não ia mais fazer palestras, né? Ele ia só fazer tapete, né? E nesse tempo ele ia esperar o quê? O chamado de Jesus, né? A gente não tem muita paciência de ficar esperando o chamado de Jesus, né? Eu quero no meu tempo, na minha hora. Mas tudo no tempo de Deus, gente, tudo no tempo de Deus. E aí eu peguei esse texto aqui da obra de Herculano Pires, que fala assim, ó: Paulo, que exemplifica o drama da transição da consciência judaica para cristã, advertiu que Deus não deseja cultos externos semelhantes aos dedicados às divindades pagãs, mas um culto racional em que o sacrifício não será mais de plantas, de animais, mas da animalidade, ou seja, do ego inferior do homem, né? Então, a gente não precisa mais matar animais, né? Nem fazer jejum, nem caminhar a pé durante 800 km debaixo do sol quente, porque eu não preciso maltratar a minha carne, né? Eu tenho que cuidar da minha carne, do meu corpo, que é um presente que Deus me deu, né? E o que que eu tenho que que sacrificar, né? o meu egoísmo, o meu orgulho, a minha vaidade, né? A minha ignorância, a minha falta de compaixão com as outras pessoas, né? Isso que eu preciso sacrificar. Então, a religião ela se depura, né, dos resíduos tribais e despede-se dos ritos agrários e da complexidade que esses ritos adquiriram no horizonte civilizado. Torna-se espiritual. Os próprios apóstolos do Cristo não compreendem de pronto essa transição, né? Porque a gente percebe que alguns apóstolos, né, inclusive Pedro, ele retorna com alguns costumes, né, farisaicos. E a gente percebe até hoje, né, em algumas religiões que t alguns costumes que vieram das religiões pagãs ainda, né? Mas Paulo ele veio depois, né? Então assim, ele veio para destruir esse modelo, esse movimento judaisante, né? Ele tendendo a fazer do cristianismo uma nova seita, né? Eh, ele quer fazer essa

nda, né? Mas Paulo ele veio depois, né? Então assim, ele veio para destruir esse modelo, esse movimento judaisante, né? Ele tendendo a fazer do cristianismo uma nova seita, né? Eh, ele quer fazer essa mudança da do judaísmo para eh o cristianismo. Mas o e o Paulo, ele é a flama que mantém o ideal do Cristo, né? Por quê, né? Porque o Paulo, ele era uma pessoa que conhecia muito, né, da religião, muito mais do que os outros apóstolos, porque os outros eles não eram doutores da lei, era um pescador, era um coletor de impostos, né? A maioria eram pescadores. O Paulo não. Paulo tinha conhecimento mesmo, né? Então para ele seria mais, ele seria uma, um instrumento melhor para fazer essa transformação, né? Então, poucos seriam capazes de compreender a nova hora que surge. E por isso que Cristo retira das osses judaicas para colocá-lo à frente do movimento cristão, porque ele precisava de alguém ali que fosse rígido. E ele era rígido no judaísmo, né? E agora ele seria rígido aos princípios do Cristo, porque os outros já estavam escorregando lá pro judaísmo de novo. Aí Paulo e ele sabia ler, escrever em várias línguas, né? Então ele foi uma peça fundamental para o que hoje a gente tem no Evangelho. E a gente fala um pouquinho sobre a transformação pela dor, né? Segundo Joana, ninguém se realiza sem esforço, sem lágrimas e sem renúncia, né? Então, toda vez que eu que eu tenho um propósito na minha vida, né, de uma mudança, eh eu preciso abrir mão de alguma coisa, né? Então, este capítulo, ele ele vem mostrar que as lutas e as humilhações não paralisaram o Paulo, né? ao contrário, eles consolidaram nele a coragem, a disciplina e a entrega incondicional à causa cristã, né? Então, a gente eh o que que esse que esse capítulo traz pra gente, né, pra nossa vida hoje, pra gente ser persistente, que a gente vai ter problemas, não é porque a gente é espírita que a gente não vai ter problema, né? A gente tem problema igual a todo mundo, a gente tem momentos de desânimo, né? Tem momentos

stente, que a gente vai ter problemas, não é porque a gente é espírita que a gente não vai ter problema, né? A gente tem problema igual a todo mundo, a gente tem momentos de desânimo, né? Tem momentos que fala: "Ah, não vou hoje não, tô cansada". né? Ai, vou pegar 20 crianças na sala domingo, 6 horas da tarde, né? Mas a gente vem, né, Elana? É isso aí, gente. A gente não pode desistir porque eu acho que eh nós somos só peças aqui a serviço do Cristo, a obra é dele, né? Então, era isso que eu tinha para falar para vocês. Na próxima semana a gente vai ter a expositora Gessimara Branquinho para falar para vocês sobre o capítulo quatro. da segunda parte. Muito obrigada a todos. Eh, vamos agradecer aqui a Fernanda, né, por ter trazido essa explanação pra gente. E é muito bom, né, podermos ter essa oportunidade de ler o livro juntos, né, porque igual a Fernanda falou, ela já leu três vezes, né, mas quando a gente lê com outra pessoa, né, abordando às vezes alguma coisa que a gente não havia pensado daquela forma, é muito bom. Eh, e eu queria chamar a Eliana para poder fazer a nossa prece final aqui. Então vamos mentalizar a imagem de Jesus e a sua presença também aqui nesse salão. Vamos sentir a sua luz, a sua energia de amor e bondade, invadindo nossa alma, nosso coração, nossos pensamentos. E vamos agradecer. em primeiro lugar pela nossa vida, pelas nossas oportunidades de aprendizado, pelo conhecimento adquirido aqui hoje, que nós possamos aprender com Jesus através de Paulo a amar, trabalhar, esperar e perdoar. Que as bênçãos aqui recebidas possam ser estendidas a todos os nossos colegas que não puderam estar aqui hoje, as pessoas que estão assistindo pela internet, que nós possamos guardar esse exemplo de humildade, de fé, de Paulo paraa nossa vida. que esse capítulo de hoje, esse estudo do nosso livro Paulo e Estevão possa modificar nossa vida, nosso sentimento, que nós possamos internalizar os conhecimentos aqui adquiridos para que possam se tornar fatores de mudança

je, esse estudo do nosso livro Paulo e Estevão possa modificar nossa vida, nosso sentimento, que nós possamos internalizar os conhecimentos aqui adquiridos para que possam se tornar fatores de mudança nas nossas atitudes. que nós possamos ter uma noite de bom sono, bons sonhos, que nós possamos voltar para casa em paz e tenhamos uma ótima semana. Obrigada, Pai. Que assim seja.

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