#reprise T6:E6 • Transtornos Mentais • Transtornos Alimentares
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 06 – Transtornos Mentais Episódio 06 – Transtornos Alimentares Neste episódio, refletimos sobre os transtornos alimentares sob a ótica da psicologia espírita, compreendendo suas causas emocionais e espirituais mais profundas. A partir das orientações de Joanna de Ângelis, identificamos os mecanismos de fuga, autocobrança e insatisfação que podem levar ao desequilíbrio, indicando caminhos de cura baseados no autoconhecimento e na valorização da vida. 📘 Referências bibliográficas: • Autodescobrimento: Uma Busca Interior, cap. 2 • Triunfo Pessoal, cap. 3 • Em Busca da Verdade, cap. 7 • Psicologia da Gratidão, cap. 8 🎙️ Apresentação: Cristiane Beira #PsicologiaEspírita #JoannadeAngelis #TranstornosAlimentares #SaúdeMental #Autoconhecimento #CristianeBeira #DivaldoFranco #SériePsicológica #Espiritismo #transtornosmentais *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com João. dees. Nessa temporada estamos conversando, estudando, refletindo sobre diversos transtornos mentais, essas perturbações que nos afetam a vida, que nos roubam a vida muitas vezes, que nos desestimulam, que nos descontrolam e que ultimamente parece que temos essa sensação de que estão sendo mais expressivas ou talvez mais frequentes. E como essa busca por respostas eh tem sido bastante presente em todos os os âmbitos, inclusive dentro do espiritismo, eh temos nos deparado com questões a respeito. por esses transtornos, de onde vem, o que significam, para que eles servem na na caminhada evolutiva do ser humano? Então, nós nos propusemos a fazer esse estudo hoje. O transtorno que nós vamos abordar é chamado de transtorno alimentar ou transtornos alimentares, porque são vários dentro dessa macrocategoria, são várias as divisões eh que nós podemos eh diferenciar dentro desse mesmo transtorno. pra gente começar, eu vou fazer uma recapitulação, eh, um resumo, para que a gente tenha minimamente noção do que se trata. Nem todos nós já nos deparamos com esse transtorno. Às vezes a gente tem notícia de alguém aqui, de alguém ali. Às vezes a gente mesmo está vivenciando essa dificuldade, mas às vezes a gente nunca parou para pensar. Então, acho que vale a pena um panorama geral pra gente depois ir para pros estudos que Joana nos propõe a respeito desse tema. Eh, nós encontramos então dentro dos transtornos alimentares, nós encontramos algumas subcategorias. Por exemplo, existe a anorexia nervosa, AN, existe a bulemia nervosa, conhecida também como BN, existe o transtorno de compulsão alimentar, existe o transtorno alimentar restritivo evitativo e existe ainda alguns outros, mas esses são os mais frequentes. Então, dá para para perceber que dentro do distúrbio alimentar a gente se expressa desequilibradamente, porque sempre que o transtorno ele vai trazer um desequilíbrio e justamente o estudo é procurando identificar qual é
perceber que dentro do distúrbio alimentar a gente se expressa desequilibradamente, porque sempre que o transtorno ele vai trazer um desequilíbrio e justamente o estudo é procurando identificar qual é esse desequilíbrio que causa o transtorno, quais são os efeitos, quais são os fatores que desencadeiam, que que continuam dando manutenção no transtorno. Então, é sempre esse estudo que a gente faz. E aqui a gente vai ver que o mesmo transtorno ele pode desencadear e se expressar de formas diversas, porque, por exemplo, no caso da anorexia nervosa, é como se fosse um desejo excessivo de emagrecer. Então, a pessoa acaba fazendo jejuns por muito tempo. Ela não quer se alimentar, ela não quer comer, porque ela tem a sensação de que qualquer coisa que ela coma, ela engorda muito. Então, ela ela ela se recusa a comer, ela fica longe, ela não quer comer porque para ela ela tem sempre todos os transtornos trazem uma distorção de ponto de vista. A gente enxerga o que não é e a gente não enxerga o que é. a gente distorce a realidade e eles nos transtornam justamente por isso, porque eles não nos permitem viver a vida como ela é. A gente vive uma uma fantasia da vida. Então, por exemplo, nós já falamos nos nos episódios passados da fobia. A fobia é uma visão distorcida do medo. Então ela ela me atrapalha porque ela não me deixa vivenciar o o medo como ele é verdadeiramente. Eu vivo uma fantasia que eu criei a partir do medo. Então eu vivo eh eh algo que é além do medo. Não é real, é irreal, mas eu enxergo como real. Então, a fobia é uma fantasia que foi feita acerca de um certo medo. Quando a gente pensa sobre o pânico, que também é um tipo de de tem a ver com o medo como seu ingrediente, né, básico, o pânico também. Eu vivo uma fantasia do que tá acontecendo. Então, eu tenho reação ao que está acontecendo de uma forma exagerada. Quem está perto fala: "Calma, não tem nada, tá tudo bem, a gente vai dar conta, vai dar certo". Mas eu vivo uma fantasia de que não, é o fim do mundo, acabou, não tem mais o que
e uma forma exagerada. Quem está perto fala: "Calma, não tem nada, tá tudo bem, a gente vai dar conta, vai dar certo". Mas eu vivo uma fantasia de que não, é o fim do mundo, acabou, não tem mais o que fazer. Então, o transtorno sempre vai nos apresentar um ponto de vista da vida eh irreal, fantasioso, imaginativo. E essa imaginação distorcida, aquilo que a gente cria, que não é a realidade, ela vem dos nossos conflitos espirituais, ela vem das más escolhas, ela vem do desequilíbrio que a gente gerou em nosso perespírito, em nossa mente, em vidas passadas ou até nessa vida mesmo em que nós nos encontramos. Então, sempre que eu causo, distúrbo, perturbação no meu jeito de pensar, nas escolhas que eu faço, na forma como eu uso o meu livre arbítrio, eu desequilibro todo o meu aparelho. Eu desequilibro o o o a totalidade, o o eu total, o self, o espírito. Aí, conforme eu vou viver, eu me expresso, eu me relaciono com a vida com alguns desequilíbrios que eu mesma causei. Então, vamos supor que eu porque vamos vamos dar um exemplo bem concreto e e e básico, né, até bobo, mas pra gente ilustrar. Vamos supor que eu não tenha prestado atenção e tenha machucado o meu dedo, meu dedo indicador. Eu usei, eu eu fui leviana, eu fui fazer o que eu não devia ter feito, eu não prestei atenção, eu não me protegior. Aí na próxima na sequência da dos acontecimentos, eu vou precisar escrever e eu não consigo escrever, então eu não consigo usar esse dedo. Aí eu vou tentar escrever com os outros dedos e a minha carta sai toda borrada, ilegível. E aí essa carta vai atrapalhar minha vida, porque eu precisava mandar essa carta para um lugar que era do meu interesse, eu tava pedindo emprego. Eu vou gerando perturbações, consequências de um uso anterior equivocado do livre abbitrio. Não prestei atenção, machuquei o dedo, dei o exemplo bobo, mas eu poderia aumentar. Eu fui fazer alguma coisa que eu não precisava fazer, me pus em risco, me machuquei de um jeito que eu vou levar anos para me recuperar.
machuquei o dedo, dei o exemplo bobo, mas eu poderia aumentar. Eu fui fazer alguma coisa que eu não precisava fazer, me pus em risco, me machuquei de um jeito que eu vou levar anos para me recuperar. Consegue imaginar tudo que isso vai desencadear na vida? Vai interferir na família, vai interferir na na no ganho financeiro, vai interferir na própria saúde, porque eu vou ficar imóvel, vai interferir na minha saúde emocional, vai interferir em quem cuida de mim. Uma escolha gera uma teia de consequências. Então, os transtornos de hoje são essas teias de consequências, de desequilíbrios causados anteriormente quando a gente estava fazendo mau uso do livre arbítrio. E para cada transtorno a gente vai tentar imaginar uma causa possível. Então, no caso do transtorno alimentar, a gente percebe que são várias essas teias. Então, tem aquele que não quer comer, tem aquele que come compulsivamente, por exemplo, transtorno de compulsão alimentar, ele não consegue parar de comer. Então, ele come e ele vai dilatando o estômago e o corpo vai tentando se adaptar e ele vai ganhando peso e ele não consegue interromper. É como se ele não coordenasse a si próprio, ele não consegue se regular. Ele não consegue se disciplinar e se limitar e dizer: "Pronto, eu queria comer mais algo em mim, anseia, mas eu não preciso." Isso que eu comi é suficiente e ideal paraa minha saúde, porque isso que eu comi vai me alimentar. Isso que eu comi não vai sobrecarregar o meus os meus sistemas com tanta coisa. Eles vão dar conta bem. o rim, o fígado, o próprio estômago, tá tudo em ordem. Eu vou ter disposição porque eu vou ter um um peso que corresponde à minha estrutura. Então, pronto, para de comer. O a compulsão, ela não consegue fazer esse discernimento e se colocar um certo limite e algo controla ela. Então, um outro eu descontrolado não consegue parar. Algo diz: "Para de comer, chega, mas eu não consigo". Eu continuo comendo e eu quero mais um pouco e só mais um pedaço e só mais um e agora eu quero mais alguma coisa. E vai
rolado não consegue parar. Algo diz: "Para de comer, chega, mas eu não consigo". Eu continuo comendo e eu quero mais um pouco e só mais um pedaço e só mais um e agora eu quero mais alguma coisa. E vai se tornando essa neurose porque ela toma conta da minha mente e eu não consigo pensar em outra coisa a não ser em que que eu vou comer agora e que que eu vou comer agora. Ai mas e se eu pudesse? Ai que delícia isso e eu fico ocupando minha mente só com isso e eu não consigo interromper. Então tem a compulsão, que o transtorno de compulsão, como eu tava dizendo antes, a anorexia é um desejo excessivo de emagrecer e por consequência ela passa a fazer muita atividade física para gastar caloria e ela fica se recusando a a ingerir porque cada vez que ela põe alguma coisa na boca, ela acha que ela tá engordando imediatamente. Já a bulimia nervosa, ela vai fazendo essas alternâncias. Ela faz um pico de de comida, ela come, come, come, come, come compulsivamente e na sequência ela tenta fazer algum mecanismo para expelir aquilo que ela comeu. E aí eles, as pessoas vão desenvolvendo estratégias para vomitar ou toma laxantes para poder eh expelir da forma que for possível. Então é muito triste, é muito triste da gente assistir. A gente tem vontade de de acolher porque não deve ser fácil. Nenhum dos transtornos é fácil de lidar, né? Então a gente precisa ter empatia, compaixão. É muito simples da nossa parte que não temos esse transtorno, apontar o dedo e falar: "Para de comer, eh, come direito." É, parece fácil, né? Por que que você não come direito? Eu como direito. Então é porque o seu transtorno, o seu desequilíbrio não é esse, mas certamente você tem outros desequilíbrios que eu posso não ter e certamente você não é capaz de se controlar em algumas coisas que eu sou. Então não adianta a gente apontar dedos e achar que é simples, que basta o outro querer. Uma outra coisa que a gente faz também, ah, se você quiser mesmo, você para, né? Mas o que que é quiser mesmo? O quiser é o querer é do âmbito mental,
e achar que é simples, que basta o outro querer. Uma outra coisa que a gente faz também, ah, se você quiser mesmo, você para, né? Mas o que que é quiser mesmo? O quiser é o querer é do âmbito mental, é do âmbito do ego. O ego quer. Agora, quem me arrasta para fazer não é a minha razão. Então, o que eu quero? Basta perguntar o que que todo mundo quer. Todo mundo quer ser saudável, ser feliz, ser bem realizado. Aí todo mundo que quer consegue. Não, porque daí entra o inconsciente com nossos conflitos e atrapalham nossos planos. Eu quero ter um peso adequado. Isso é meu ego, minha consciência, minha razão, meu raciocínio, minha compreensão, meu discernimento. Tá pronto, agora eu tenho. Não, porque tem um eu que quer isso e tem outro que não aguenta, come demais e depois vomita tudo e depois são nossas instâncias. A gente não é um só. Então, a gente tem que ter compaixão e compreensão, né? Não, não basta falar assim: "Ah, se você quiser mesmo você para". Não é bem assim. Se eu quiser mesmo, eu paro de ser orgulhoso. Quem que não quer parar de ser orgulhoso? Se eu quiser mesmo, eu deixo de ser egoísta. Nossa, todo dia eu chego, todo dia eu acordo, eu vou fazer minha oração e falo: Deus, hoje, presta atenção, hoje eu vou só amar. Eu não vou me estressar com pessoas, eu não vou ser rude. Eu não vou, eu hoje eu vou só, eu vou perdoar. Eu vou compreender. Todo dia de manhã eu faço isso e todo final de dia eu com eu eu percebo que eu falhei miseravelmente no dia e eu fico que coisa, eu quero, eu quero não ficar brava, eu quero não ser, seja lá, cada um com as suas questões. É difícil. Então, não é uma questão só de se querer aqui, é uma questão de fortalecer o espírito, fortalecer o mundo interno para que a gente tenha essa essa força íntegra. Ela é capaz de dizer: "Não preciso mais. Agora eu estou consciente, vou cuidar de mim de outro jeito". Enquanto os conflitos estão nos coordenando, a gente não consegue, a gente fica assistindo nossa própria vida. E que difícil. Então, acho que interessante a gente
e, vou cuidar de mim de outro jeito". Enquanto os conflitos estão nos coordenando, a gente não consegue, a gente fica assistindo nossa própria vida. E que difícil. Então, acho que interessante a gente pensar sempre nisso, nos transtornos, ter muita compaixão, porque não é simples de se resolver, de se diluir. Então, anorexia é essa coisa de que eu quero emagrecer, faz muita atividade física, eu não quero comer, a bulimia eu como e depois eu tenho que tirar isso de mim e daí eu começo eh eh provocar reações para eu me desfazer daquilo que eu tinha ingerido. E mais um é esse transtorno alimentar. restritivo e evitativo. É, é aquela pessoa que escolhe muito e acaba comendo quase nada. Esse eu não como porque é pastoso, aquilo não como porque é muito ácido. Esse daqui eu não gosto do gosto. Aquele lá me dá aflição só de ver. Então eu vou restringindo, evitando, restringindo, evitando, restringindo, evitando. E eu fico com uma base nutritiva pobre, empobrecido. Eu não como quase nada. Eu só sou capaz de comer, por exemplo, arroz e carne. Não gosto de legumes, não gosto de verdura, não gosto. Então, a gente vai atrapalhando a própria vida, porque como é que você vai ter saúde se você restringe a variedade de nutrientes, se você evita qualquer coisa que não seja boa, né? Então, só pra gente perceber que tem várias formas da gente não conseguir ter um equilíbrio mínimo na questão do se alimentar. Como de mais, como de menos, como e devolvo, quero comer, mas não quero comer isso, nem isso, nem isso, nem isso. Então, tem várias formas de se expressar. Eh, alguns fatores, só dando uma passada, viu, gente? Porque quem tiver mesmo interesse em se aprofundar no transtorno, aí tem muitos lugares, livros, eh pesquisadores, internet que a gente pode recorrer, inclusive médicos que a gente pode consultar para ter uma profundidade de explicação científica, mas também alguns fatores que podem influenciar traços de personalidade, então traços do próprio eu, da própria forma desse eu viver a vida. Então, ah, se eu sou um eu
didade de explicação científica, mas também alguns fatores que podem influenciar traços de personalidade, então traços do próprio eu, da própria forma desse eu viver a vida. Então, ah, se eu sou um eu meio que com tendência a a me deprimir, então pode ser que isso combine com cada vez que eu me deprimo, eu me jogo na comida. Então, tem algumas questões que é da própria pessoa, o jeito, a dinâmica dela gera algum, alguma compensação na alimentação, né? Então eu tô me sentindo sozinha, solitária, eh ninguém gosta de mim, também não vou me alimentar mais, como se eu tivesse desistido de viver, não quero mais comer, porque já que me falta feto, que é um alimento da alma, eu nego o alimento do corpo, que é a comida. Então tem um tanto do nosso eu aí que talvez seja o ponto principal de como eu lido com minhas questões emocionais compensando, projetando no mundo de fora, por exemplo, na comida. A gente sabe que todo transtorno é uma mensagem do inconsciente. Nós já falamos isso nos episódios anteriores. É uma mensagem do espírito dizendo, tem uma questão aqui muito problemática que precisa ser resolvida. Você vai precisar mergulhar para entender que transtorno é esse, o que que ele te causa, o que que ele te impede. Para quê? Pra gente entender o que ele simboliza. É uma carta enigmática, é uma pista que o inconsciente manda para que a gente possa decifrar a si mesmo, analisando simbolicamente o transtorno. Então, a gente pode fazer esse exercício com alimentação. Que que a alimentação, o que que o transtorno de alimentação me causa? Que que ele simboliza? E eu acabei de fazer uma simbolização, uma analogia, uma metáfora, uma associação, melhor dizendo, porque quando eu alguém me dá carinho, eu estou recebendo um alimento. É o carinho, o afeto, é o alimento da alma. Muito provavelmente os transtornos alimentares simbolizam o afeto. Então, quem come demais talvez tenha sede de afeto que tenha faltado, por exemplo, na infância. Quem come de menos talvez tenha alguma questão com
lmente os transtornos alimentares simbolizam o afeto. Então, quem come demais talvez tenha sede de afeto que tenha faltado, por exemplo, na infância. Quem come de menos talvez tenha alguma questão com afeto, tipo, tô me negando ao afeto, porque já que não é do mesmo do jeito que eu gostaria, eu também eu prefiro ficar sem. Então, sempre a gente vai procurar o o simbolismo, a associação. Esse transtorno, que que ele simboliza? Qual é o lado simbólico dele? Por exemplo, vamos lá pra psicossomática. Vamos supor que eu levei um tombo, fui fazer alguma coisa, prejudiquei o joelho, agora eu não consigo eh firmar meu pé no chão. Então esse é o meu problema físico. Se eu pela psicossomática for fazer uma análise, eu vou tentar simbolizar o que que isso quer dizer com relação ao joelho. Então, ao acontecer isso comigo, eu não consigo ficar em pé. Que que é ficar em pé? Quem está em pé? Quem está em pé é quem é capaz de de se locomover sozinho, é quem é capaz de digna de com dignidade e lutar pela própria vida. Agora que eu não posso ficar em pé, eu dependo de alguém para me levar. Eu dependo de alguém para me ajudar a tomar banho. Eu dependo de alguém para me ajudar a ganhar meu dinheiro porque eu não tô conseguindo. Qualquer coisa é desse jeito. Então eu vou prestar atenção nisso e vou perguntar para mim. Por que Cris, você gerou um acontecimento que te impede de andar? Você tá com medo da vida, está prestes a acontecer alguma coisa que você tá com receio, então você se pôs no lugar em que você não precisa enfrentar? Ou é um chamado para que você preste atenção, porque você tava usando o seu andar pela vida de uma forma leviana e inadequada. Será que a vida te pôs sentada para dar tempo de você pensar e procurar novos caminhos? Porque os lugares por onde você tava andando não eram bons para você? Eu eu vou fazer uma conversa, eu vou procurando como se eu tivesse procurando alguma coisa no escuro, eu vou tateando, tateando até que alguma coisa me faça sentido, até que dê um clique lá dentro, fala: "Ai,
u fazer uma conversa, eu vou procurando como se eu tivesse procurando alguma coisa no escuro, eu vou tateando, tateando até que alguma coisa me faça sentido, até que dê um clique lá dentro, fala: "Ai, acho que é isso nossa, parece que agora alguma coisa tocou em mim". Essa é a busca, essa é a análise psicoterapêutica pelo viés da psicossomática. a gente analisando uma questão física, tentando descobrir que símbolo inconsciente o espírito manda pra gente, com o que isso se relaciona, sempre vai ter uma relação. Então, a gente pode pensar com relação ao transtorno alimentar, o caminho seria, se eu pensar em vidas passadas, eu posso ir pro lado concreto, eu posso pensar, que que eu fiz com o meu aparelho digestivo em vidas passadas, que que eu causei de desequilíbrio com ele? Mas eu posso pensar no lado simbólico emocional algo com algo do tipo que que eu ando engolindo que eu não deveria, que sapo que eu ando engolindo que eu não deveria engolir e tá me prejudicando ou que que eu tenho digerido ou o que que tá difícil de digerir? O que que eu tô querendo comer do mundo lá fora? Por que que eu preciso comer o mundo inteiro? Preciso comer de muita comida. Porque o que que vazio é esse que tem aqui que nenhuma comida do mundo preenche? Será que eu tenho que tratar o transtorno alimentar ou o vazio da alma? Esse vazio da alma deve ser tão grande que ele quer comer o mundo inteiro. Será que é por aí? Não quer dizer que eu não vou fazer uma um cuidado do transtorno pelo olhar da psiquiatria ou da medicina, mas eu posso também olhar pro meu lado emocional, psicológico, espiritual. Ou se eu me recuso a comer, ué, mas se você se recusar a comer, você não vai ficar em pé, você não vai ter saúde, você vai morrer, você tá querendo morrer? Você tá procurando involunt eh eh sem involuntariamente, sem ter consciência, inconscientemente, você tá procurando a morte? É isso? Sua vida não tá boa para você. Por que que a vida não tá boa para você? Ou a gente pode ir pelo lado da estética.
ariamente, sem ter consciência, inconscientemente, você tá procurando a morte? É isso? Sua vida não tá boa para você. Por que que a vida não tá boa para você? Ou a gente pode ir pelo lado da estética. Você quer ficar bem grande pr as pessoas ficarem distantes? É uma camada protetora que você tá criando de gordura? Acaba sendo seu escudo. Porque assim as pessoas que machucam a gente ficam bem longe, ninguém vai olhar para mim. As pessoas não vão querer se aproximar de mim. É isso que eu tô querendo ou não? ou eu tô querendo ficar muito magrinha porque eu tô querendo preencher padrões, porque se eu for bonitinha, magrinha, arrumadinha e tudo no tudoinha, o mundo vai me aprovar, porque eu tenho medo que ele me aprove sendo quem eu sou. Então eu preciso me tornar alguém que ele deseja que eu seja. Eu não estou aqui fazendo uma crítica que a gente tenha que ser menos gordo, mais gordo, menos magro, mais magro. Ser humano é diverso. Ser humano é diverso. E tem gente que tem saúde sendo um pouco mais com com peso um pouco maior. Tem gente que tem saúde sendo muito magrinho. Não é essa questão. Ninguém tá aqui criticando, apontando, não existe preconceito nenhum. Nós estamos pedindo para que nós estamos, nós estamos convidando a uma reflexão a partir de um transtorno, ou seja, daquilo que me incomoda, daquilo que tá me atrapalhando, daquilo que está interferindo na minha vida. Como é que eu lido com isso? Eu lido com isso tentando entender que símbolo isso está me trazendo, que que ele está me pedindo, que convite ele está me fazendo. É para romper com padrões sociais e eu vou ter o corpo que eu queria, que eu quero ter e não que vocês querem que eu tenha? Ou é para pensar em si que você não tá se cuidando suficiente, que você tá se entregando por alguma questão de compensação emocional e tá usando a comida? Não sei, mas é essa busca que faz com que a gente eh desenvolva, se desenvolva. Então, os transtornos não vêm para nos punir. Os transtornos não foi um golpe do azar
ão emocional e tá usando a comida? Não sei, mas é essa busca que faz com que a gente eh desenvolva, se desenvolva. Então, os transtornos não vêm para nos punir. Os transtornos não foi um golpe do azar da vida, não existe isso. O transtorno é simplesmente um convite para que a gente trabalhe com algo específico. Por isso que fulano tem transtorno aqui, o outro tem transtorno lá, outro não tem transtorno nenhum, mas vive com problema financeiro. Esse daqui tem que lidar com a vaidade. outro. Cada vez que aparece algo que demanda de mim, é um convite da vida dizendo: "Cris, vamos cuidar disso agora. Na próxima vida a gente vê outra coisa. Na vida anterior você tava prestando atenção e e aprendendo outras coisas. Agora é isso, tá? Então tá aqui o seu transtorno bem, né? bem personalizado. Vamos mergulhar nele, tentar entender o que ele pede de você, que mudanças que ele te convida a fazer, que que ele tem simbolizado, o que que ele pede para para você olhar. É é essa a só esse o caminho. Não tem nada de punição, deide azar, é simplesmente a tarefa que eu recebi. Recebi essa tarefa. Vai cuidar disso, porque ao cuidar disso você vai crescer e vai se desenvolver. Então tem essa questão de personalidade para influenciar, tem uma questão familiar sempre, né? A família é a base de tudo. Então, uma família, por exemplo, desorganizada, conflituosa, que não enxerga e não respeito a a individualidade, onde falta vínculo real, vínculo afetivo, é óbvio que alguns desequilíbrios esse espírito vai ter. Se é um espírito forte, amadurecido, que já superou, isso não vai abalá-lo. Ele consegue entender isso da minha família, não é meu. Mas se é um espírito frágil, imaturo, imperfeito, que ainda não elaborou essas questões, ele pega para ele e ele vai levar pra vida tendo que lidar com isso. Então, é lógico que não é simplesmente uma questão da família, tem sempre o meu junto, 50% de cada um. Tanto que Jesus reencarnando, ele poderia reencarnar numa família com todos os conflitos. Ele não herdaria
lógico que não é simplesmente uma questão da família, tem sempre o meu junto, 50% de cada um. Tanto que Jesus reencarnando, ele poderia reencarnar numa família com todos os conflitos. Ele não herdaria esses conflitos porque ele já era um espírito iluminado. A gente ainda não é. Então, vez ou outra, a gente se deixa contaminar por questões familiares, crenças familiares, comportamentos familiares, valores familiares. E aí a gente adulto vai tentar eh dissolver, ressignificar, diferenciar, deixar de lado aquilo que não nos convém, porque como adultos nós somos capazes de escolher o que fica da herança eh familiar e o que não fica. Eh, também questões eh sociais que eu acabei de falar, padrões sociais, né, moda, valores, cultura, tudo isso também influencia. E se a gente é forte o suficiente, a gente consegue falar: "Eu sou quem eu sou". Agora, se a gente não tem essa força interna ainda, essa estrutura, ah, a gente vai se deixar levar por transtorno, porque eu queria ser, não queria ser, que medo de ser. E aí a gente acaba sendo contaminado, né? E alguns eventos estressores podem desencadear, né? Então, uma situação específica disparou algum, eu não tinha até ali, mas eu vivi um negócio tão traumático que disparou algum tipo de transtorno e a partir dali eu passei a lidar com esse transtorno. Bom, então a questão eh eh simbólica vai ter a ver com autoimagem. Quando eu falar de transtorno alimentar, vai ter a ver com autoimagem. Por quê? Porque aquilo que eu como vai ser visível no meu corpo. Ai, que você tem uma pele tão linda. Ah, pode ver que deve comer bastante fruta, verdura, seja lá o que for. Ah, eu tô com dificuldade, médico. Eu tô com dificuldade. Minha unha tá fraca, meu cabelo tá fraco. Ah, tá faltando vitamina, sei lá, B12, A, D, seja lá o que for. Então, precisamos melhorar sua alimentação nesse ponto. Então, é visível no corpo, porque esse corpo é o que a gente ingere. Ele vai se adaptando, ele vai se estabilizando ou se desestabilizando de acordo com o que a gente consome.
alimentação nesse ponto. Então, é visível no corpo, porque esse corpo é o que a gente ingere. Ele vai se adaptando, ele vai se estabilizando ou se desestabilizando de acordo com o que a gente consome. Então, o corpo tem tudo a ver com as os transtornos alimentares. Então, eu vou ter que investigar em mim essa questão da autoimagem. Por que que eu quero parecer maior do que eu sou e eu vou engordando? Ou por que que eu quero parecer mais magra? Que que isso quer dizer? Que que eu acho que eu vou ser melhor ou pior se eu for assim assado? Tem a ver com autoimagem. Tem a ver com essa história do que eu ando digerindo, do que eu ando vomitando, do que eu não deveria digerir, do que eu do que eu deveria vomitar. Então, muitas vezes as pessoas que não conseguem dizer não, não conseguem dizer o que sentem, é como se elas não conseguisse pôr para fora o que elas estão perturbadas, né? Então, ah, isso não tá bom aqui, eu não consigo pôr para fora emocionalmente, eu acabo pondo para fora concretamente falando, né? Então vai ter a ver com isso. E aí a gente pode se perguntar, quem tem transtorno alimentar, que que você anda engolindo na vida que você não deveria? Quantos sapos você anda engolindo? Quantas coisas as pessoas andam fazendo e você vai aceitando e você vai pondo para dentro? Será que não tá na hora de isso que você tá vomitando para fora no estômago? Será que não era alguma coisa emocional que você tinha que jogar para fora e que tá aí dentro como lixo psicológico, lixo emocional? Então, a gente vai conversar a respeito do que é digerir, do que é vomitar. Tem relação com isso e também tem relação com padrões, porque a gente começa a querer estabelecer todo mundo igualzinho. Então, vai ser todo mundo com o mesmo peso, com a mesma, né? Então, a gente deixa de olhar pra sua própria constituição, porque cada um é um. Tem gente que tem ossos largos, tem gente que é mais miudinho, cada um é um. a gente deixa de olhar para as características pessoais, individuais, e a gente quer que todo mundo seja
rque cada um é um. Tem gente que tem ossos largos, tem gente que é mais miudinho, cada um é um. a gente deixa de olhar para as características pessoais, individuais, e a gente quer que todo mundo seja igualzinho. E aí a gente tem hoje abusado de procedimentos estéticos para ficar com o rosto como da da atriz, não sei das quantas. E aí a gente se distancia da gente, como se a gente falasse: "Você, Cris, não é não é bonito suficiente para para ser quem você é, não. Vamos ser que nem a Angelina Joli e a gente vai tentar modificar tudo." Que triste, né? eu olhar para mim e falar assim: "Nossa, você não é bonita. Puxa vida, se eu não me achar bonita, quem é que vai achar depois de mim? E o que é ser bonita? Como é que eu vou estabelecer um padrão específico? A gente sabe que isso já mudou tanto ao longo da história da humanidade, que antes o bonito era uma coisa, depois o bonito ficou inverso da coisa e no começo tinha que ter cabelo assim, depois cabelo assado. O padrão social muda e a gente vai ficar correndo atrás dele. Muito mais profundo e e significativo pra alma é você aprender a se apaixonar por você, é você se aceitar, é você fazer as pazes com você do que você correr atrás de padrões e tentar se adaptar a eles, né? Mas vamos então, tendo feito essa abordagem inicial, vamos paraa Joana de Angeles. Eu vou começar hoje com o livro autodescobrimento, uma busca interior, capítulo 2. E Joana diz: "Quando o indivíduo se identifica desamado hoje ou no passado, faz inconscientemente um quadro regressivo e descobre que não foi necessariamente nutrido, alimentado pelo amor, entre parênteses. Nutrido como se entre significando alimentado pelo amor." Então ele olha para trás, em algum momento ele percebe que ele não foi nutrido, alimentado pelo amor, passando a experimentar um sentimento de reação através da anorexia nervosa ou inapetência, não quero comer nada, me recuso, que pode se tornar um perigo para sua saúde. O seu curso pode ser acidental, passageiro ou de largo
um sentimento de reação através da anorexia nervosa ou inapetência, não quero comer nada, me recuso, que pode se tornar um perigo para sua saúde. O seu curso pode ser acidental, passageiro ou de largo tempo, gerando graves danos orgânicos. Às vezes é uma fase curta, às vezes ela se repete, às vezes ela leva um tempão, às vezes ela dura para sempre e vai e vai transferir pro corpo muitas questões, né? De outra forma, pode apresentar reação totalmente contrária e faz uma patologia de voracidade alimentar, a bulimia, em que a instalação leva a comer até a exaustão, propiciando perturbações digestivas. e nervosas muito complexas para depois se arrepender e tentar expelir aquilo que comeu da forma que for possível fazer e muitas vezes formas muito tristes. Então, Joana está dizendo aqui, fazendo essa relação, que quando a gente lá no fundo não não se sinta amado, nutrido emocionalmente, pode ser que a gente desencadee algum tipo de transtorno alimentar. Ah, mas eu sou adulto, percebo que eu tenho transtorno alimentar. Talvez não me sinta amada. Que que eu posso fazer? Se ame. Como? Ah, então essa é a primeira pergunta. Vai descobrir como? Vai fazer as pazes com você? Vai aprender a ter tempo para você, vai se conhecer, vai identificar seus valores. Traz um pouco mais de equilíbrio, porque a gente tende a olhar só o que não é bom na nossa vida. Vai descobrir os tantos talentos que você tem, as suas virtudes. Vai se conhecer. Toda vez que a gente conhece alguém mais profundamente, a gente gosta da pessoa. Não tem a ver com aparência, não tem a ver com talentos, com eh com nada que seja eh expressivo. A gente é capaz de amar todo mundo quando a gente conhece a pessoa de verdade, inclusive a gente mesma, né? Mas ela continua ainda nesse livro autodescobrimento, uma busca interior, capítulo 2. Ainda ocorrem nesse capítulo os casos de vômitos nervosos, em que o alimento é expelido por automáticas contrações do estômago e pelos distúrbios gástricos, levando o paciente ao enfraquecimento e à desnutrição.
em nesse capítulo os casos de vômitos nervosos, em que o alimento é expelido por automáticas contrações do estômago e pelos distúrbios gástricos, levando o paciente ao enfraquecimento e à desnutrição. indigestão, dispepsia nervosa, diarreia, prisão de ventre, fazem parte dessa patogênese decorrente da ausência do amor no capítulo da reencarnação do espírito. Vamos pensar na prisão de ventre, que eu ainda não tinha falado, né? Então, a prisão de ventre, eu não consigo manter o intestino funcionando como se ele fosse assim cíclico, que ele deve ser, né? Não consigo manter uma fluidez dele, um período, né, que seja saudável. Aí a pergunta é: o que que você, por que que você tá retendo lixo? Porque já é lixo, aquilo, é, não serve mais. Eu já tirei aquilo que me serviria, eu já absorvi os nutrientes, o que sobrou é o que deve ser jogado. Por que que você não consegue jogar fora o que você recebeu? Você quer ficar, você está apegado. Você acostuma ser assim com as coisas da vida também? Você não consegue dar nada embora. Você tem que ficar com tudo. Você vai ficando acumulando. Você não consegue se desapegar e confiar e deixar ir. Deixa ir. Se alguma coisa entrou em você que não fez bem, deixa ir. Libera, solta. Seria esse o caminho pra gente trabalhar a prisão de ventre, né? Porque a pessoa que tá lá segurando, armazenando, não deixando, deixa escapar, porque esse medo de aprisionar, prisão de vento, você tá preso. Então esse seria o caminho para uma análise a respeito da prisão de vende por, por exemplo. E agora o ponto central, Joana vai falar de toda a nossa reflexão. A necessidade de cada um digerir os próprios problemas é discutível e é indiscutível e inadiável, fazendo devendo fazer parte da agenda diária de todo aquele que desperta para a consciência de si, não se permitindo agasalhar conflitos, mesmo que sob hábeis camuflagens do inconsciente. Então, olha o que que Jana tá trazendo. Se cada um de nós digerir seus próprios problemas todo dia, fazendo parte da nossa agenda
agasalhar conflitos, mesmo que sob hábeis camuflagens do inconsciente. Então, olha o que que Jana tá trazendo. Se cada um de nós digerir seus próprios problemas todo dia, fazendo parte da nossa agenda diária, a gente não acumularia a ponto de se transformar num transtorno. Então, o transtorno é tudo aquilo que a gente não digeriu e não digeriu e não digeriu e não digeriu e ele adoeceu de um tanto que ele se transformou num transtorno. Se eu conseguisse diariamente ter a consciência desperta e me permitir repensar o que que tá acontecendo, pensar sobre meus conflitos, deixar passar, digerir ou vomitar os conflitos, falar o que precisa falar. Se precisa falar alguma coisa para uma pessoa, se prepare e fale. Não precisa sair nos dando coice, mas se apresente, se expresse. Quando eu consigo digerir o que eu preciso, vomitar o que eu preciso, eu não crio um transtorno. É isso que ela tá dizendo, né? Então, é preciso a gente aprender a digerir os próprios problemas. Se a gente for acumulando, acumulando, acumulando, vai adoecer e se transformar em transtorno. Mediante uma autoanálise honesta, na qual se dispensam o elogio, a condenação e a justificação, o indivíduo deve permitir-se a identificação do erro, do problema e, sem consciência de culpa, digerir o acontecimento, buscando os meios para a reparação e a libertação do sentimento perturbador. Então, o que que ela tá dizendo? Faça uma autoanálise honesta. Nada de ficar se desculpando, se justificando, se elogiando, não. Vamos, vamos assumir que que foi o erro, o que que eu fiz errado? Onde que eu extrapolei? Onde que eu me perdi, que que aconteceu? Aconteceu isso, tá? Então, se aconteceu isso, eu não sou um crápula por causa disso. Eu sou só um espírito imperfeito que está em evolução. Eu não sei tudo, eu não tô pronto, não tô iluminado. Então, eu vou errar. OK? Agora o erro tá aqui. Eu detectei, eu assumo. Não vou ficar justificando. É meu, a parte minha é minha. Que que eu vou fazer? Eu vou tomar uma providência. Eu preciso pedir desculpa. Eu preciso
r. OK? Agora o erro tá aqui. Eu detectei, eu assumo. Não vou ficar justificando. É meu, a parte minha é minha. Que que eu vou fazer? Eu vou tomar uma providência. Eu preciso pedir desculpa. Eu preciso reparar. Eu preciso consertar. Eu preciso me perdoar. Que que eu preciso fazer? Isso é digerir o problema para não se transformar em transtorno. Quando o indivíduo se identifica desamado, ah, esse eu já falei. Ah, sim. Esse repetido. Então, de outra forma, pode apresentar reação totalmente contrária. Ah, sim. Esses dois estão repetidos, eu já tinha falado. Então, fica essa dica, né? A Joana fez um resumão aqui e o resumo é que que eu estou digerindo, não estou digerindo, que problema que eu não tô sabendo resolver, o que que eu ando, que sapos que eu ando engolindo, enfrenta. Não queira se pôr de coitado, se vitimizar, se justificar, se elogiar, não. Vamos enfrentar de verdade. E a hora que eu detectar o que precisa ser resolvido, o que precisa ser falado, o que não tá sendo falado, o que que tá sendo mal falado e que eu preciso melhorar o jeito que eu falo, quando eu detectar a a essência da questão, eu vou atuar nela. Então, eu vou me propor, eu vou, eu vou chamar fulano para uma conversa, eu vou me preparar antes, eu vou pedir desculpa, eu vou aprender a falar não, eu preciso aprender a digerir os problemas, senão eles vão ficando concentrados e vão se tornar transtornos alimentares. Bom, agora nós vamos lá pro triunfo pessoal. Triunfo pessoal, capítulo três. Nesse aqui, Joana vai falar um pouquinho dessa questão dos valores sociais que eu disse de desses eh padrões, né, estéticos e que viram culto ao corpo. E aí a gente pode entrar num transtorno porque a gente quer pertencer, porque a gente quer preencher a expectativa da sociedade. Então, Joana diz: "Triunfo pessoal, capítulo 3. Em face dos graves acontecimentos odiernos, velocidade das comunicações, sucessão intermina de ocorrências surpreendentes, tragédias do cotidiano, avanços científicos e tecnológicos, ameaças contínuas de
face dos graves acontecimentos odiernos, velocidade das comunicações, sucessão intermina de ocorrências surpreendentes, tragédias do cotidiano, avanços científicos e tecnológicos, ameaças contínuas de desgraças geradoras de insegurança emocional, tudo isso acontecendo, o ser humano apresenta-se desestruturado psicologicamente, buscando fugir antes de enfrentar a realidade traumatizante. Então, às vezes a situação é tão difícil daquilo que eu preciso enfrentar, como eu tava dizendo, vamos lá, vamos enfrentar, vamos conversar. Às vezes o pepino é tão grande que eu não vou me sentir, eu não sinto que eu dou conta, daí eu fujo e eu fujo para algum transtorno. Eu fujo para pros tóxicos, pro álcool, eu fujo pras para manias, pra mania para outros transtornos, eu fujo pra depressão. Então, acaba sendo uma forma e de não lidarmos. A gente cria um problema para não lidar com o outro. Então agora eu vou ter que lidar com a minha saúde, que tô com depressão, eu tô seja lá o que for e eu então não vou precisar pensar nisso. Ou eu agora eu tô aqui alto porque eu bebi todas e tô esqueci da vida. Então eu acho que assim eu consigo resolver. E a ilusão, né? Sentindo-se aturdido, procura compensar-se no exagerado culto ao corpo, entregando-se a exercícios complexos e desgastantes de energias valiosas, cirurgias corretoras e estéticas, implantes variados, como forma de compensação ao ego insatisfeito. Nossa, essa foi lá na alma, hein? Quer dizer que eu arrumo aqui, estico dali, ponho aqui academia, academia, academia. Por quê? Porque o meu ego não tá satisfeito com quem eu sou. Ao invés de eu cuidar desse ego para que ele enxergue a realidade e aprenda a ser agradecido e aprenda a amar, independente de forma padrão social, não. Eu vou correr atrás de satisfazer esse ego. Ah, eu queria ter o nariz mais assim, eu queria ter a cintura mais assada, eu queria ter o cabelo mais ou menos. E aí eu fico correndo atrás de satisfazer esse ego. E esse ego que fica querendo ser quem ele não é, não é essa saída. A saída é a
eria ter a cintura mais assada, eu queria ter o cabelo mais ou menos. E aí eu fico correndo atrás de satisfazer esse ego. E esse ego que fica querendo ser quem ele não é, não é essa saída. A saída é a gente aprender a se amar. Jesus amou a cada um de nós do jeitinho que a gente era. Esse é o caminho. Essa é a nossa busca. dando lugar a mórbidos mecanismos que, se de uma forma propiciam prazer conseguir o nariz que eu queria, assinalam também perturbadoramente as emoções ante os receios inevitáveis que decorrem do processo orgânico degenerativo e do implacável suceder do tempo eh devorador, né? Então não vai solucionar. Se eu achar que eu vou me realizar internamente, cuidando do corpo externamente. Não. Eu preciso me realizar internamente para ficar em paz com meu corpo externamente. Agora, mexer no corpo externo para que a alma fique em paz, hum, hum. Ilusão fuga não funciona. Dietas sem sentido alimentar e destituídas de nutrientes básicos para saúde ameaçam o equilíbrio psicofísico, instalando graves problemas emocionais como anorexia, bulemia, perda de memória, irritação, distonias nervosas e outras que lentamente se instalam no comportamento do indivíduo, conspirando contra a sua saúde e seu bem-estar. Então, a gente vai eh para que o corpo fosse seja menos ou mais, a gente começa a comer ou deixar de comer um monte de coisa. Só que essas coisas que a gente, esses alimentos que a gente come ou deixa de comer, eles interferem na emoção. Então eu acabo, por exemplo, entrando no processo depressivo simplesmente porque tá faltando um nutriente específico pro cérebro. Então, por isso que eu falei, é uma teia que vai se desencadeando quando você faz uma coisa aqui, você gera muitas reações e daqui a pouco você tá com um problema enorme emocional causado pelo seu pela sua insatisfação corporal. você acaba perturbando a emoção porque você desequilibrou ou as pessoas que ingerem essas coisas que esses suplementos que que são químicos e que que sobrecarregam rim e de repente a
isfação corporal. você acaba perturbando a emoção porque você desequilibrou ou as pessoas que ingerem essas coisas que esses suplementos que que são químicos e que que sobrecarregam rim e de repente a gente vê pessoas que tiveram sérios problemas de fígado porque abusaram da suplementação para ficar fortão na academia. Olha as coisas que a gente anda ainda fazendo. Veja se tem noção, se faz sentido para uma mente espírita que tem consciência de onde vem e para onde deve ir, né? Vamos agora lá no livro em busca da verdade, capítulo 7, que ela fala um pouco também dessa questão cultural e social. De igual maneira, multiplicam-se os gurus astutos e psicologicamente enfermos, orientando pessoas igualmente perturbadas e impondo-lhes comportamentos estranhos fora do normal, como recurso hábil para ser conseguida a meta que se deseja. Sabe essas coisas de moda? agora tá na moda comer só carne. Aí carne, carne, carne, carne. Nada de verdura, nada de legume, nada de carboidrato. Mas se a gente for analisar o corpo, o corpo precisa de todos os nutrientes. Então, como que isso pode? Ah, mas você emagreceu. Você emagreceu a que custo? Você emagreceu? Porque você perdeu o peso na balança e a saúde, quanto que você perdeu? Você mediu? Porque você perdeu saúde e por aí vai. Não, agora tá na moda. Outra coisa. Então, sempre o equilíbrio, o bom senso, a harmonia é sempre a receita do sucesso. Não adianta a gente querer solução mágica. Ai, agora tá na moda tomar tal eh remédio e aí, ah, não, mas esse remédio pode? Como esse remédio pode? Algum dano? Será que ele não causa? Ah, não, mas depois a gente cuida disso. Então, essa é a questão que a gente tem que fazer, porque vem esses gurus marqueteiros, né? e pintam o negócio como se fosse a coisa mais fácil do mundo. E não existe, até hoje a gente não percebeu que não existe milagre. A natureza é por etapa, são fases. Nada é da noite pro dia assim, ó, plum e tá pronto o negócio. Mas a gente até hoje acredita, se alguém bater na porta e
a gente não percebeu que não existe milagre. A natureza é por etapa, são fases. Nada é da noite pro dia assim, ó, plum e tá pronto o negócio. Mas a gente até hoje acredita, se alguém bater na porta e falar: "Tem uma solução para você perder 5 kg até daqui 2 horas, eu mergulho. Eu mergulho porque eu ainda acho que tem caminho fácil e que atalho me leva onde eu preciso. Não leva, distrai, distorce, desequilibra e atrasa. Não vale a pena. E por fim, Psicologia da Gratidão, capítulo 8. Psicologia da gratidão, capítulo 8. Joana diz: "As cirurgias irresponsáveis, as lipoaspirações, os implantes, os transplantes de peças, os tratamentos levianos de preservação e de embelezamento, ao lado de exercícios exagerados das ginásticas variadas de variadas significações, os cuidados alimentares que levam aos transtornos de anorexia e bulemia tornaram-se fundamentais no campeonato da vaidade, sem nenhuma preocupação com a mente e o comportamento moral fundamentais estes sim pela indumentária carnal. Nossa, Joana foi sensacional aqui para fechar, hein? Poxa vida, é como se ela falasse: "Puxa, vocês estão aí preocupados demais com o corpo, com o corpo. O corpo fica, o corpo é passageiro. Quase que não dá tempo da gente ver tudo que precisa para ele ficar bonito. E ele já morreu porque já acabou a vida. E a mente que é eterna, o espírito, os valores morais. Cadê a preocupação em tornar a alma bela? A alma bela é aquela que traz o amor nos olhos, nas palavras, no gesto. É aquela que procura superar a si em suas viciações, em cultivar virtudes, em se aproximar de Jesus. Cadê a preocupação em tornar a alma bela? Quando a gente encontra uma alma bela pela vida, a gente não presta atenção no corpo que ela carrega. Quantas almas belas que a gente conheceu e que a gente nem parou para prestar atenção se esteticamente tinha uma indumentária qualificada. Quantos espíritos que tiveram corpos deformados, mas que foram benfeitores lindos. paraa humanidade. Vamos tirar um pouco o foco daquilo que
tenção se esteticamente tinha uma indumentária qualificada. Quantos espíritos que tiveram corpos deformados, mas que foram benfeitores lindos. paraa humanidade. Vamos tirar um pouco o foco daquilo que é passageiro. Não vamos nos distrair com excesso de convites para vaidade, pras coisas da terra. Atenção, é muito difícil hoje a gente manter a mente desperta para não cair nessas armadilhas e não dedicar mais tempo para o espírito que é imortal do que pro corpo que deve ser mantido com carinho, respeito, cuidar do corpo e do espírito. O evangelho nos recomenda. Então fica aqui essa esse convite para que a gente preste atenção nos nossos alimentos do corpo e da alma. Muito obrigada.
Vídeos relacionados
#reprise T6:E3 • Transtornos Mentais • Fobias
Mansão do Caminho · Joanna de Ângelis, Cristiane Beira
#reprise T6:E4 • Transtornos Mentais • Transtorno do Pânico
Mansão do Caminho · Joanna de Ângelis, Cristiane Beira
T6:E2 • Transtornos Mentais • Timidez
Mansão do Caminho · Joanna de Ângelis, Cristiane Beira
T6:E4 • Transtornos Mentais • Transtorno do Pânico
Mansão do Caminho · Joanna de Ângelis, Cristiane Beira
T6:E3 • Transtornos Mentais • Fobias
Mansão do Caminho · Joanna de Ângelis, Cristiane Beira
T8:E4 • Consciência nos relacionamentos • Autossabotagem
Mansão do Caminho · Joanna de Ângelis, Cristiane Beira
T6:E6 • Transtornos Mentais • Transtornos Alimentares
Mansão do Caminho · Joanna de Ângelis, Cristiane Beira
T6:E11 • Transtornos Mentais • Transtorno Obsessivo-Compulsivo
Mansão do Caminho · Joanna de Ângelis, Cristiane Beira