T04:E04 • Conflitos Emocionais e Morais • Autocompaixão
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 04 - Conflitos Emocionais e Morais Episódio 04 - Autocompaixão ► Referências Bibliográficas • Momentos de saúde, cap. 5; • O ser consciente, cap. 4; • Amor, imbatível amor, cap. 9 (abandono de si) • Momentos de saúde, cap. 8; (insatisfação) • Autodescobrimento, cap. 9; • Encontro com a paz e a saúde, cap. 3; • Conflitos existenciais, cap. 2. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Angelis nos Episódios anteriores nós falamos um pouco sobre conflitos em modo geral depois nós falamos sobre insegurança depois ansiedade E hoje nós vamos falar sobre autocompaixão aquela pena de si mesmo quando a gente se sente um pobre coitado esquecido abandonado desgostado tanto na insegurança quanto na ansiedade quanto em todos os conflitos que nós viemos a analisar daqui para frente nós sempre vamos chegar no mesmo lugar quando nós procuramos entender o que está acontecendo e o que podemos fazer a respeito Esse lugar é o lugar onde o autoconhecimento nos leva que é nosso interior nosso mundo íntimo nosso espírito nossos registros passados a sua inconsciente de hoje de outras vidas é neste lugar que estão os problemas de nossas vidas e também as soluções por isso que não existe outra forma senão pela Reforma íntima preconizada pelo espiritismo de evoluirmos de nos libertarmos eu acho que mais a sensação mais gostosa até do que a gente crescer aprender é quando a gente percebe que a gente se libertou de amarras emocionais que nos mantinham para trás que nos retiram que nos pesavam Nossa como é gostosa essa sensação da gente ter integrado uma parte do nosso inconsciente se dado conta de algo que carregava e que não precisaria É uma sensação de alívio de liberdade e para a gente ir conquistando isso e a gente conseguir superar a insegurança lidar com as ansiedades e hoje com essa questão da Auto compaixão o caminho é esse o caminho é a gente mergulhar para entender o que que está fora do lugar o que que eu preciso me apropriar qual é o valor em mim que eu não descobri quais são as minhas sombras que eu ainda carrego que me aprisionam as histórias as crenças disfuncionais os nossos padrões As Memórias traumáticas os complexos é essa busca ela não é fácil ela não é simples é o tal do buscar e achareis né a gente tem que se pôr no processo uma hora a gente se dá conta então a importância do autoconhecimento
icas os complexos é essa busca ela não é fácil ela não é simples é o tal do buscar e achareis né a gente tem que se pôr no processo uma hora a gente se dá conta então a importância do autoconhecimento da Reforma Íntima do autodescobrimento isso vai se aplicar para todos os conflitos bom para a gente falar sobre auto-compaixão quando estava preparando o material fazendo minhas buscas eu me lembrei de uma história que eu já registrei num dos livros da nossa autoria tem um dos livros eu fiz em coautoria com Raul Teixeira é a partir de um seminário que ele fez e que era sobre o ciúme e o Raul depois do acidente vascular cerebral que acabou limitando um tanto da sua atuação no espiritismo ele pediu para que eu fizesse essa busca desse seminário e explorar seu seminário desenvolvesse o tema do ciúme porque ele achava que era algo que precisaria ser mais trabalhado e ele tinha começado a fazer quando ele sofreu acidente então ele teve oportunidade de fazer acho que um ou dois um em dois lugares Esse seminário E aí surgiu esse livro que o espírito Camilo chamo u de A Saga do ciúme e o Raul conta uma história de uma amiga dele que eu vou resumir e interpretar pela pela minha lembrança pela história que eu guardo a respeito e a gente vai falar bastante dessa tal da história que eu guardo a respeito dos acontecimentos tem muito a ver com auto compaixão mas eu guardo essa história a respeito daquilo que Raul narra e ele Conta essa história é sobre uma amiga dele que mora morava na em Nova York era brasileira era casada morava lá e ele estava visitando e sabe essas conversas de jantarem que a gente vai descontraindo acaba surgindo assuntos que são os mesmos né a gente vai vai e parece que não tem assunto e o assunto que sai e que é um assunto que eu acho que sai em todos os lugares é o casal Começando a conversar assim ah mas e se a gente se separar essas conversas né E aí o marido fez uma brincadeira essa brincadeira boba né que a gente ainda faz ah mas se eu me separar de você eu hoje a gente pode
conversar assim ah mas e se a gente se separar essas conversas né E aí o marido fez uma brincadeira essa brincadeira boba né que a gente ainda faz ah mas se eu me separar de você eu hoje a gente pode ampliar e conseguir uma pessoa mais nova essas brincadeiras que são muito chatas Mas enfim preconceituosas Na verdade eu sei que a mulher na postura que ela sumiu que é essa postura que eu queria trazer porque ela escutou e falou olha se você se separar se você quiser se separar de mim meu bem eu vou sofrer muito porque eu te amo de verdade então eu acho que eu vou chorar por um mês dois meses Nossa talvez eu emagreça talvez eu eu acho que a vida terminou e depois de um mês dois meses três meses Meu bem eu vou me reerguer e vou viver talvez eu me relacione com outras pessoas talvez eu queira mudar de lugar talvez eu vivo Uma Outra Vida Melhor ainda então a postura dessa mulher e o marido fica meio sem graça porque não era o que ele queria ouvir né que que ele queria ouvir não sei se ele queria ouvir mas o que que a gente costuma dizer nessa hora é nessa hora que a gente dispara o gatilho da Coitada né Porque daí a gente entra É porque eu dediquei a minha vida porque eu sempre fiz porque eu deixei de fazer porque a vida é assim mesmo que você não me valoriza a gente fica essa lamentação né a gente entra aí numa lamúria e a gente se sente Coitada esquecida rejeitada e essa amiga do Raul ela se posicionou com alto valor então é verdade eu vou sofrer não é isso que eu queria eu te amo eu gostaria de passar minha vida inteira com você mas mas se for uma escolha sua Ok eu vou sofrer e depois eu vou me valorizar depois eu vou buscar uma história linda para viver de novo assim como um dia eu vivi uma história linda com você eu vou viver outras histórias lindas Porque eu mereço porque eu me valorizo porque eu cuido de mim esse é a gente começou hoje de trás para frente porque isso que eu acabei de dizer é o antídoto para esse complexo de vítima para a vitimização para essa auto
que eu me valorizo porque eu cuido de mim esse é a gente começou hoje de trás para frente porque isso que eu acabei de dizer é o antídoto para esse complexo de vítima para a vitimização para essa auto paixão nociva e que nos atrapalha e que nos estagna Então ela traz para Gente o que que é como é que a postura a postura é essa eu eu não sou coitada eu não sou pobre eu tenho valor eu tenho talento eu tenho a espiritualidade que me ajuda eu tenho amigos tantos eu mereço então quando eu aceito isso nada me nada me rouba as pessoas podem sei lá me ofender tentar me desvalorizar usar de preconceito Como nessa história a gente viu mas não me pega não me afeta porque eu sei de mim e não quer dizer também que eu seja grande coisa melhor do que ninguém não é uma questão de ser melhor ou de ter valores é questão de reconhecer o valor que tem porque valor todo mundo tem talento todo mundo tem importância todo mundo tem todo mundo tem agora se eu focar naquilo que eu não tenho eu vou me sentir uma pobre Coitada Mas se eu aprender a reconhecer o que eu sou quem eu sou eu vou ver que eu valho a pena viver que vale a pena eu investir em mim a gente sempre está polarizando tem horas que eu me sinto pobre Coitada ninguém gosta de mim ninguém me entende ninguém me cuida e horas eu estou polarizada em que eu acho que eu sou melhor do que todo mundo que ninguém merece porque eu sou especial demais e sempre fugindo de si mesmo porque se mesmo é esse que nem é nada e nem é tudo a gente é muita coisa mas ainda não somos perfeitos como também já não somos mais ignorantes Então essa é a busca que traz saúde que faz com que eu não caia no orgulho ou na vitimização que faz com que eu reconheço a quem eu sou e já que a gente está falando do Raul eu lembrei de um outro trecho quando eu vi em algumas palestras do Raul Raul sempre foi muito transparente né Muito direto naquilo que ele na forma como ele se posiciona e teve uma palestra porque a gente sabe né ser humano é ser humano e existe de tudo e enfim teve uma palestra
mpre foi muito transparente né Muito direto naquilo que ele na forma como ele se posiciona e teve uma palestra porque a gente sabe né ser humano é ser humano e existe de tudo e enfim teve uma palestra que alguém na fila que faz né que nem para o Divaldo fazia fila para ir conversar com Raul pedi um autógrafo uma orientação e alguém chegou acho que tava de mal humor ou não tava de bem com a vida ou não era não escutou o que eu gostaria e essa pessoa disse para o Raul algumas coisas muito rudes tipo desvalorizou que o Raul tinha falado e a gente sabe o Raul tem uma inteligência uma cultura as palestras dele eu sempre considerei como aulas né E aí ouviu aquela crítica bem azeda né fazendo uma crítica dizendo que não valeu nada que aquilo era tudo bobagem tudo errado e aí o Raul ouviu e depois que o cara terminou ele pôs a mão ele falou assim olha meu senhor eu agradeço pela sua presença pela por aquilo que o senhor me traz mas eu sei que eu não sou só isso eu sei que a palestra Não foi só isso ou seja eu tenho consciência não é aquilo que você vai vir me trazer que você vai vir descarregar que eu vou comprar e me sentir inútil desvalorizada como amiga dele o marido começou com essas conversas ela não trouxe para ela meu filho se você tiver com vontade de ir outra aventurar com outras idades outros tipos de situação muito bem vá mas eu sigo minha vida isso não me cabe se não está trazendo isso para mim a história então Raul Conta isso eu vi eu presenciei Raul dizendo isso para o a pessoa eu sei que a palestra Não foi só isso né tem aí algum conflito seu e numa outra ocasião é alguém chega e agora é exasperado no sentido de até de adulação sabe quando a gente começa a falar demais então Raul virou Deus ali e o Raul Escutou Escutou quando foi chegando num tempo que no momento que estava estranho o Raul segura no braço da senhora e fala assim olha minha senhora muito obrigada por tantas palavras generosas mas olha eu sei que eu a palestra não foi tudo isso que a senhora está trazendo então é esse senso
gura no braço da senhora e fala assim olha minha senhora muito obrigada por tantas palavras generosas mas olha eu sei que eu a palestra não foi tudo isso que a senhora está trazendo então é esse senso é um senso de quem reconhece eu sei o que eu tenho para dar não adianta vir me elogiar para ver se sobe a minha cabeça de repente eu me toma pelo orgulho e acho que eu sou mais não sou não sou eu sei o que que eu sou ou tenho uma ideia saber acho que no nosso grau de evolução a gente ainda não sabe mas também não venha me dizer valorizar querer me pôr para baixo para que você se sinta superior não e você não é superior eu não sou superior mas também não venha me rebaixar eu sei o meu lugar eu reconheço o meu valor eu sei da importância que esse espírito tem como qualquer um de nós todos somos muito especiais então para falarmos sobre a auto compaixão é buscarmos este lugar de pertencimento interno é buscarmos encontrar em nós esse senso de dignidade que a gente se dá e não esperar que os outros nos dê porque não funciona Quantas vezes a gente escuta assim a gente fala assim ai não me sinto bem não sou capaz de uma coisa e alguém Diz nossa Cris mas eu te vejo tão Capaz se eu não quiser acreditar nisso nem Jesus falando para mim que eu sou capaz Eu vou acreditar que eu sou capaz Então tem muito a ver com que eu acredito com as histórias que a gente conta a respeito da gente mesmo por isso que eu disse que tem a gente vai falar bastante sobre essas histórias porque autocompaixão para ela existir ela vai contar uma história a respeito né ah eu sou eu sou eu sou Coitada né então eu sou vítima aí alguém pergunta Nossa mas por que aí eu vou contar uma história para explicar porque que eu sou vítima Então sempre que a gente vai falar da gente a gente vai se apoiar em episódios histórias acontecimentos só que olha o que que é interessante tem um livro que eu tô terminando de ler que é de um Israelita eu até anotei o nome porque o nome dele é difícil e o Val rarari e ele escreveu aquele livro antes que
que olha o que que é interessante tem um livro que eu tô terminando de ler que é de um Israelita eu até anotei o nome porque o nome dele é difícil e o Val rarari e ele escreveu aquele livro antes que fez foi eu estou terminando de ler agora o modelo que ele fala sobre a humanidade daqui ele faz uma previsão daqui para frente para o futuro mas que ponto que eu achei interessante que eu queria trazer para cá porque ele descreve que a minha avaliação da vida aquilo que eu analiso e o que eu opino que eu falo aquilo que eu descrevo de tudo que me acontece ele fala que a gente tem dois euros então ele fala que a gente tem o eu da experiência que é quem foi lá e sentiu o que estava acontecendo mas ele fala que a gente tem um eu da narrativa que é quem conta a história do que aconteceu e quem prevaleceu eu da narrativa seja passaram pela situação de vocês terem uma lembrança de quando vocês eram crianças e quando vocês foram narrar a história daquilo alguém aparece e fala assim Nossa eu estava lá não foi nada disso que aconteceu Pois é tenho eu da experiência que é que é sentiu e tenho eu da narrativa que é quem contou uma história a respeito do que passou e essa narrativa da narrativa ela ele se sobrepõe então é possível que eu tenha contado uma história que tenha distorcido um tanto a experiência e eu fico acreditando que a memória foi essa quando a memória verdadeira foi a experiência que eu tive Então a gente vai fazendo isso a gente vai contando histórias a partir da nossa interpretação então por exemplo eu digo assim fulana me detesta E aí alguém me pergunta assim nossa porque como que você sabe Ah eu sei e aí eu começo a contar um monte de histórias de coisas que passaram Teve um dia que foi que ela falou isso teve um dia que ela não olhou na minha cara Teve um dia eu contei histórias Eu acredito na história e eu vivo como se elas fossem reais mas se eu tiver por exemplo a chance de conversar com a fulana que me odeia e eu falar para ela teve um dia que você não olhou
tei histórias Eu acredito na história e eu vivo como se elas fossem reais mas se eu tiver por exemplo a chance de conversar com a fulana que me odeia e eu falar para ela teve um dia que você não olhou na minha cara Teve um dia que você não respondeu ela falou assim nossa Cris o dia que eu não olhei na sua cara eu estava com pepino gigantesco o dia que eu não te respondi é porque eu não queria eu não queria te magoar a realidade a experiência não tem nada a ver com a história que eu contei da experiência isso acontece demais então ele vai chamar atenção a respeito disso eu acho que é um ponto interessante porque talvez isso explique muita coisa do que a gente está vivendo no nosso momento atual principalmente no nosso Brasil quantas histórias quantas narrativas vem sendo contadas e quanto que a gente tem tomado decisão com base nessas narrativas e a gente faz isso com a gente também a gente conta histórias da nossa vida se apega às histórias e passa a Viver Como se as histórias fossem reais e muitas vezes elas não são elas foram criadas a partir de uma de um ponto de vista mas elas não são necessariamente a experiência verdadeira às vezes elas são uma interpretação do que eu vivi bom vamos para Joana De Angeles primeiro momentos de saúde capítulos 5 e 8 momentos de saúde Capítulo 5 e 8 ela vai falar um pouco desse comportamento né da vítima como é que a vítima costuma agir Então ela diz assim queixas de insucessos de sabores enfermidades desamor no entanto a fé haste a eles de tal forma que perdes o senso de avaliação da realidade fica preso na história que você tá contando a respeito seja passado pela oportunidade de ouvir dois amigos contarem contarem para gente a respeito da briga que eles tiveram entre eles então se eu escuto amigo a Ele conta uma história você fala meu Deus como que o b foi fazer isso aí você encontra com o bem e o b conta a história que foi vivida e você fala nossa mas não foi isso que o a falou é disso até a gente perde o senso de avaliação da realidade porque a gente
fazer isso aí você encontra com o bem e o b conta a história que foi vivida e você fala nossa mas não foi isso que o a falou é disso até a gente perde o senso de avaliação da realidade porque a gente fica Aterrado a história que a gente conta do acontecimento e não necessariamente ao acontecimento rotulando-te como infeliz e estacionando aí sem qualquer esforço de renovação E aí a gente fala viu eu sou uma pobre Coitada a gente senta e chora e pronto desiste de viver desiste de arrumar porque é mais fácil é mais confortável a gente se pôr de coitadinha para ter atenção dos outros para não precisar mudar nada de caráter Rebelde conduta perturbadora despreza os recursos preciosos de que dispõe anelando somente pelo que gostaria de ser de ter de parecer a guarda nesse clima de inconformação é inconformação com o outro mas com formação consigo né Estou inconformado com o cara que me sei lá que me xingou tô me sentindo Coitada estou inconformada com ele mas estou conformada na situação porque eu não tô fazendo nada para resolver eu só estou aqui me lascinando cada um que chega conta a história tudo de novo né então fica esperando um milagre que jamais lhe ocorrerá de fora para dentro sem realizar anotar o esforço de transformação de conceito bem como a mudança de atitude de dentro para fora eu preciso mudar a minha narrativa eu preciso mudar a minha postura eu preciso de esperar que o outro venha fazer eu vou começar a fazer aquilo que eu preciso para eu estar melhor não te Atenas infelizes essas memórias infelizes esses registros infelizes revivendo comentando né reestruturandos no campo mental e verbal porque a gente vai dando gás para eles a gente vai dando combustível eles vão crescendo eles passam a ser uma verdade na nossa vida e a gente vive com base neles eles não te abandonarão enquanto não os deixares então começa com essa decisão de que eu estou disposta a abrir mão da história infeliz que eu conto de mim mesma para me sentir Coitada então Joana pergunta estamos dispostos Ah eu me
não os deixares então começa com essa decisão de que eu estou disposta a abrir mão da história infeliz que eu conto de mim mesma para me sentir Coitada então Joana pergunta estamos dispostos Ah eu me sinto vítima de vez em quando e aí qual é a história que você conta para você se ver como vítima ai quando eu era pequena ou quando eu tava no céu onde no emprego aí a gente conta a história a pergunta é você está disposto a abrir mão dessa história você está disposto a abrir mão de ficar lamuriando e você focar em outras áreas nem que seja tomar providências a respeito Ah o Fulano Falou então vamos lá vamos conversar com Fulano vamos falar para fulano que a gente quer porque a gente nem vai e a gente fica e não resolve a gente fica preso na história não mexe com a história para dissolver para esclarecer para enfrentar e fica lá sentados contando história esse ponto de coitado contando história expondo de coitado então Auto compaixão vai passar por esse eu abro mão eu abro mão eu tô carregando um monte de nota promissória Fulano me deve isso esse plano me deve aquilo outro falou de mim e eu tô carregando nota promissória Ele tá vivendo Então vai passar por olha quer saber eu abro mão dessas histórias deixa eu ir embora eu quero viver outras coisas eu quero encontrar com outras pessoas que me valorizam mais eu me valorizo mais é abrir mão de histórias ruins a respeito da gente no livro Auto descobrimento Capítulo 9 Joana fala sobre essa questão da vitimização ser sempre uma visão distorcida né porque que é uma visão distorcida Porque de fato não existe vítima gente a gente que é espírita sabe disso né se você tivesse uma crença que a vida é única na terra então você poderia falar poxa vida uma criança que passa por algum abuso é uma vítima porque que ela fez para estar nessa situação mas se a gente acredita em vidas anteriores e que a gente é herdeiro da gente mesmo e que nós não estamos iniciando nada mas nós estamos dando continuidade ao que a gente já começou em vidas anteriores
as se a gente acredita em vidas anteriores e que a gente é herdeiro da gente mesmo e que nós não estamos iniciando nada mas nós estamos dando continuidade ao que a gente já começou em vidas anteriores então não existe vítima Então como que eu me sinto Coitada e vítima se eu não acredito em vítima a gente sabe que existe injustiça no mundo porque existe livre arbítrio o ser humano é que ainda não evoluiu pelo uso do livre arbítrio ele pode cometer injustiças mas a gente sabe que não existe injustiçado Porque existe uma lei que regula tudo para que cada um esteja no lugar que precisa tem a experiência que necessita para querer para o crescimento para o resgate então não existe vítima Então por que que a gente se sente vítima né é incoerente com quem é acredita na reencarnação então Joana diz Ela diz que quer dizer ou a gente é vítima Vamos ler primeiro que a gente comenta a autodepreciação é fator preponderante para a infelicidade pessoal e para o relacionamento com outras pessoas em razão do desrespeito a si mesmo então se eu quiser adotar a conduta de ai ódio azar Eu Sou uma pobre coitada eu vou causar infelicidade para mim e para os outros vai atrapalhar meus relacionamentos quem se subestima super valoriza os outros se eu me sinto pequenininha todo mundo é maior que eu fazendo confrontos entre si e os demais de forma inadequada ou projeta sua sombra não sou eu que sou errado é o outro sempre o outro eu tô sempre certa acreditando que são todos iguais variando apenas na habilidade que aqueles possuem para mascarar-se Então todo mundo é ruim né Só que alguns põe máscara para fingir que não são o seu é um critério de avaliação distorcido tem uma história sendo contada que não está muito próxima da realidade é uma é um critério doentio sem parâmetros bem delenados claramente delineados claramente possui uma autoimagem incorreta feita de autopiedade auto punição o que se transforma em uma lente defeituosa que altera a visão do mundo e das outras criaturas de novo eu com essa lente
os claramente possui uma autoimagem incorreta feita de autopiedade auto punição o que se transforma em uma lente defeituosa que altera a visão do mundo e das outras criaturas de novo eu com essa lente distorcida que eu acho que eu não sou boa suficiente eu vivo uma vida baseada nessa história alguém me chama vamos começar um projeto comigo Ah quem diria como que eu vou quem sou eu aí perco oportunidade se alguém fala assim Cris poderia me dar uma mão Ai bem que eu gostaria mas eu sou a que mais preciso deixa de ajudar alguém né ai eu ai eu tenho um sonho de fazer aquilo mas eu não tenho competência de novo não investe em si para conquistar o que quer com conclusão fica parada a pessoa fica estacionada então a Joana tá dizendo né Será que a gente não tá querendo ser mais será que assim quando eu falo assim ai quem sou eu você não precisa ser grande coisa que se fosse grande coisa você nem estaria aqui agora você tem vontade para ir correr atrás é isso que precisa não precisa tá pronto então percebe que tem às vezes um pouco de um orgulho aí eu queria ser mais para poder fazer tal coisa então Cris eu não vamos participar comigo de um projeto que eu tô fazendo Ai quem diria como mas pera aí você não precisa ser soubesse tudo você já estaria com tudo pronto né agora será que não dá para você correr atrás se esforçar tentar se não der para chegar lá naquele lugar gigante tudo bem mas alguns passos você consegue dar então a gente se apoia nesse coitadismo e não dá nenhum passo nada é suficiente nada da gente dá conta nada da gente consegue nada da gente pode e a gente não sai do lugar então tem um pouco de um orgulho aí que eu queria ser mais para eu chegar com tudo assim é para participar para fazer pouca coisa porque eu não vou saber fazer muita coisa então eu prefiro não participar Será que não tem um pouco de Orgulho e será que não tem um pouco de acomodação também de ai vai ter que se esforçar tanto melhor falar que eu não vou dar conta né então uma coisa para a gente pensar vamos para outro livro Amor
de Orgulho e será que não tem um pouco de acomodação também de ai vai ter que se esforçar tanto melhor falar que eu não vou dar conta né então uma coisa para a gente pensar vamos para outro livro Amor Imbatível Amor Capítulo 9 que ela fala desse coitadismo de que a gente procura sempre uma bengala para se apoiar ao invés da gente assumir as nossas lutas né a gente acaba afastando todo mundo então Joana disse sem motivação estimuladora para buscar objetivos Salutaris nos rumos existenciais Auto abandona-se descuidando da aparência como efeito do pessimismo que o atorde passa a exigir uma assistência que não se permite e quando alguém se dispõe a oferecer ela recusa agredindo fugindo para atitudes de autocomiseração nos quais se comprasse quer dizer nada tá bom né ah eu tô aqui a vida não foi não foi Generosa comigo Ah então vem cá que eu vou te ajudar a gente vai ah não mas isso daí também tá muito difícil né Então eu reclamo do que não está bom Não aceito ajuda de quem está me oferecendo fico bravo se alguém ainda Insiste e quero ficar no mesmo lugar então acho que a gente pode bater o martelo nisso está com dó de si mesmo tenha certeza que você acabou de sentar e vai ficar paralisado você não vai se mexer você não abre mão de ter dó de você você não sai do lugar você vai ficar esperando ajuda esse ponto de coitado e não vai modificar o seu padrão para sair do lugar que você está porque coleciona azedume a sua faz uma presença desagradável carregada de negatividade Com altas doses de censura aos outros ou de auto-reproste evitando-se a liberação a gente faz aquela profecia Auto realizadora né que é assim ai ninguém ninguém gosta de mim e aí alguém chega Oi Cris tudo bem E aí Eu começo não tudo bem A minha vida é uma desgraça as pessoas são ruins todo mundo passa a perna daí a pessoa fala assim ai não tô com vontade de ficar escutando salada ainda né Essa pessoa se afasta E aí ela se afasta eu falo o quê Ah tá vendo é sempre assim eu já sabia chega que essa conversinha mas na
ssoa fala assim ai não tô com vontade de ficar escutando salada ainda né Essa pessoa se afasta E aí ela se afasta eu falo o quê Ah tá vendo é sempre assim eu já sabia chega que essa conversinha mas na verdade não todo mundo é igual e aí eu faço é uma bola de neve porque eu digo que eu sou abandonada alguém chega para me estender a mão eu vomito minha Ladainha minha lamúria na pessoa a pessoa não está disposta a ficar porque ela não vai nem conseguir ajudar eu decidi ficar nesse lugar ela respeita e se afasta a hora que ela se afasta eu digo mais uma que vai vir me abandonar então a gente gera para gente a gente já era para gente então no livro A Mão Imbatível amor Joana no capítulo 9 fala sobre essa postura que até confortável né mais gostoso ficar sentado contando história de quanto que o mundo é cruel comigo do que eu ter que sair e lutar e batalhar né agora nós vamos no livro encontro com a paz e a saúde Capítulo 3 a Joana vai falar um pouquinho a respeito da culpa que a gente carrega que é uma coisa do inconsciente Então vamos lá vamos supor que a gente tenha experiências de vidas passadas muito pesadas né experiências assim traumáticas e que lá no passado ou a gente foi algoz né ou a gente foi a vítima dependendo do grau dessa e principalmente da distância se foi algo até recente é óbvio que a vida atual ela vai ser contagiada pela por aquela experiência de uma forma inconsciente sabe quando a gente diz assim ai eu tenho uma tristeza mas eu não consigo explicar não vejo porque Deus sentir essa tristeza é uma coisa que vem da Alma às vezes é dessa vida que está inconsciente mas muitas vezes não é dessa vida e aquilo continua vivendo mas eu não tenho clareza do que é a auto compaixão também pode estar relacionado com registros desse passado né ou porque Ela traz eu fui realmente vive uma experiência de uma traição de alguma coisa enorme que lá eu me senti Coitada e eu acostumei nessa sensação Hoje não tem motivo para me sentir coitado Mas eu continuo me achando E aí você olha a
ve uma experiência de uma traição de alguma coisa enorme que lá eu me senti Coitada e eu acostumei nessa sensação Hoje não tem motivo para me sentir coitado Mas eu continuo me achando E aí você olha a pessoa você falou nossa a pessoa tem tudo tem tudo no sentido de que a vida dela tá ótima saúde estabilidade financeira pessoas que amam e ela se sente Coitada e você fala porque às vezes não é daqui às vezes é Eu não abri mão até hoje daquilo que aconteceu e já faz tempo que aconteceu então no encontro com a paz e saúde Capítulo 3 Joana diz as lembranças inconscientes relacionadas a ir reflexão com que sempre agiu tornam-se uma constante na tela da memória em luta reinida contra as fascinantes possibilidades se encontram ao alcance do self para a sua planificação ou seja tem lá registros no inconsciente e que eu vou precisar abrir mão deles se eu quiser continuar evoluir se eu quiser andar para frente eu vou ter que abrir mão das amarras que me prendem no passado o alto desamor portanto apresenta-se como distúrbio de Conduta que merece cuidados especiais a fim de não se transformar em antipatia por si mesmo no rumo de conflitos mais graves no comportamento como sejam o ódio ressentimento e o desinteresse pela vida que podem levar a atitude desesperadora do suicídio na Fuga Espetacular do descontinho existencial então eu posso também trazer culpa do passado e aí não é que eu me sinto vítima eu fico numa situação assim eu não eu não presto eu não sirvo eu sou horrível e quem tá de fora fala nossa mas você é um ser humano tão especial tanta gente gosta de você mas eu não acredito porque porque eu carrego agora não o registro de vítima do algoz E aí eu lembro do que eu já aprontei lembro não eu sinto que eu já devo aprontei aprontado no passado e aí eu não consigo entender que eu tenho valor hoje eu me sinto mesmo ruim pior Então não é uma auto compaixão de dó é uma auto condenação eu não mereço ser amada eu não deixo as pessoas se aproximar de mim eu sou uma infeliz eu mereço ser uma
lor hoje eu me sinto mesmo ruim pior Então não é uma auto compaixão de dó é uma auto condenação eu não mereço ser amada eu não deixo as pessoas se aproximar de mim eu sou uma infeliz eu mereço ser uma infeliz eu estou me punindo pelo que eu fiz no passado eu não lembro disso mas eu acho contaminada por essas experiências que não estão na consciência mas estão vivas no inconsciente então percebe um pouco da diferença uma eu tô me sentindo Coitadinha ninguém gosta de mim a outra é eu estou eu mereço ser essa coitada que ninguém gosta porque eu tenho culpa eu preciso pagar as pessoas não podem me tratar bem então eu me ponho numa situação de que quer de quem busca sempre ela sempre vai cavando um jeito de ser desprezada desvalorizada porque ela quer se punir Porque ela acha que ela merece a gente não vê também pessoas que a gente fala nossa você faz e tudo para brigar com você né é o que a gente chama de Alto boicote inevitável consequência da acomodação emocional a circunstâncias que se apresentam aflitivas durante a existência física a somando e refragável a consciência do indivíduo autopiedade essa Bengala psicológica de que necessitam aqueles que se recusam esforço dos enfrentamentos da evolução então eu tenho uma memória de um algoz passado eu fiz o mal para alguém ao invés de eu ir para o enfrentamento e distribuir bem e fazer de tudo para eu não sei mais aquela pessoa eu prefiro ficar me punindo ao invés de trabalhar a crescer ampliar aprender e me desenvolver eu fico me punindo me punindo ao invés de fazer esse enfrentamento fico com uma bengala psicológica né então abrir mão da perfeição aceitar um pouco as sombras é tomar consciência dos das sombras que a gente carrega dos registros do inconsciente que não nos fazem bem e ir para frente né e lutar e tentar crescer tentar se modificar é uma movimentação que precisa existir né a gente precisa estar em movimento Então não é ficar sentado chorando porque eu sou Coitadinho ora porque eu preciso sofrer ora Porque as pessoas não me valorizam
a movimentação que precisa existir né a gente precisa estar em movimento Então não é ficar sentado chorando porque eu sou Coitadinho ora porque eu preciso sofrer ora Porque as pessoas não me valorizam ora porque elas não devem me valorizar porque eu não presto para que isso tá no então não importa que eu tenha feito seja vítima seja algoz Vamos hoje movimentar essa energia para que esses registros eles sejam reciclados eles sejam esclarecidos iluminados eles têm novos registros que possam contra Balancear eu fui mal antes mas hoje eu fui bem então Ó a medida das coisas até que eu estou melhorando Então eu preciso movimentar o meu mundo interno para que ele seja transformado senão eu fico no mesmo lugar na água parada trouxe mais um livro conflitos existenciais Capítulo 2 A Joana fala dessa preguiça né pode ser convenientemente disfarçada de autopiedade eu tô com uma preguiça de evoluir é melhor falar que eu não consigo ai eu vou ter que estudar esse negócio é melhor falar que eu não levo jeito que eu sou burra que eu sou ignorante que eu não tive oportunidade de estudar então mais confortável a gente dá uma desculpa nem que seja alta depreciativa para a gente não precisa pegar essa rua e ir para frente né então em conflitos existenciais Capítulo 2 Joana fala o seu centro de atividade o da preguiça ela está falando da preguiça o seu centro de atividade é o ego que somente se considera a si mesmo evitando espraiar-se na direção das demais pessoas em cuja conveniência poderia auir entusiasmo alegria retomando o arado que sucaria o solo dos sentimentos para plantação da Boa Vontade do bem-estar então o ego prefere ficar focado em si contando histórias a respeito de si em que ele é um pobre coitado esquecido e desvalorizado do que ele sair de si mesmo para ir atrás de outras pessoas que me fazem bem com essa eu aprendo aquela me dá alegria que gostoso que é conviver eu vou encher a minha vida de pessoas que me põe para frente que me ajudam a gente se ajuda tem que ter energia tem que ter esforço
com essa eu aprendo aquela me dá alegria que gostoso que é conviver eu vou encher a minha vida de pessoas que me põe para frente que me ajudam a gente se ajuda tem que ter energia tem que ter esforço tem que ter luta tem que ter enfrentamento melhor ficar sentadinho aqui Contando um monte de histórias das desgraças que a minha vida que acontece porque daí eu não preciso sair do lugar né então tem tanto aí de preguiça da nossa parte quando a gente não quer fazer o enfrentamento Às vezes eu não encontro o caminho outras vezes eu estou acostumada a sentar e não me envolver muito até porque se eu começar a me mexer a vida começar a dar certo eu vou ter que abrir mão da bengala da autopiedade né da Coitadinha então se eu falar eu nunca pude fazer e alguém me chama agora para eu fazer eu vou lá e faço o que que eu faço com aquele discurso que eu carreguei a vida inteira que eu nunca pude que nunca deu certo porque agora deu eu vou ter que abrir mão de um trufa que eu carregava para desculpar aquilo que eu não estava fazendo porque eu não estava fazendo algo que eu dava desculpa porque era porque eu não podia ter feito lá de criança e agora que a vida trouxe que você pode que você vai ter que abandonar aquelas justificativas que você tava dando né então a autocompaixão ela vai ter bastante a ver com preguiça abandonar as bengalas psicológicas descobrir o alto valor respeitar as próprias limitações e amar a si mesmo Apesar delas ai porque eu só vou me valorizar o dia que eu for Jesus e até lá então será que eu não consigo me amar sendo eu quem eu sou trazendo minhas sombras minhas questões meus conflitos mas valorizando meus talentos meu esforço o tanto de coisas que eu já Venci Será que eu não consigo contar uma história boa que não precisa ser adorna mas também não precisa ser desvalorizada Será que eu não posso me apaixonar por mim mesma no meu grau de evolução que eu estou sem esperar ser mais do que eu sou capaz mas também não me dispondo não me desfazendo e me colocando em lugares
da Será que eu não posso me apaixonar por mim mesma no meu grau de evolução que eu estou sem esperar ser mais do que eu sou capaz mas também não me dispondo não me desfazendo e me colocando em lugares menores Será que eu não posso validar quem eu sou talvez essa seja a frase quando a gente fala de Alto compaixão a receita o antídoto né para que a gente possa trabalhar com isso seja a auto validação eu valido quem eu sou não sou grande coisa para cá mas também não sou pouca coisa ali não então não vou ficar contando história ruim da minha vida porque eu tenho tanta coisa legal para contar então eu não vou ficar parada aqui me sentindo pobre Coitada não eu vou batalhar eu quero crescer Então essa energia de enfrentamento de ir para a vida de lutar por si de validar a própria existência sem querer ser pessoas que a gente ainda não é essa esse é o caminho para a gente vencer essa lamúria né e o último livro que eu trouxe é o ser consciente Capítulo 4 ela fala desse insatisfeito crônico né passa o tempo a gente encontra a pessoa ela está contando a mesma história daquilo que aconteceu Faz 20 anos e ela tá vivendo aquilo ainda né mais uma vez ela escolhe porque gente quantas histórias a gente tem para contar da nossa vida por que que a gente escolhe algumas só e a gente sempre escolhe aquelas em que a gente é coitada que os outros são malvados né pelo menos você coerência e contar outras histórias tantas em que eu fui uma voz da vida dos outros porque eu devo ter sido mas não a gente escolhe algumas a gente viveu tanta coisa a gente é tanto quando o autor lá o escritor israelense do homo Deus fala que nós temos esses dois eu na psicologia profunda não são dois são n eus porque cada personalidade que eu vivi já em vidas passadas estão em mim não Estão guardadas numa biblioteca no além estão todas no meu mundo inconsciente nas camadas mais profundas do meu inconsciente né então eu carrego muito Zeus só nessa vida eu carrego muito Zeus eu tenho eu criança eu adolescente eu tenho eu que morava com
o meu mundo inconsciente nas camadas mais profundas do meu inconsciente né então eu carrego muito Zeus só nessa vida eu carrego muito Zeus eu tenho eu criança eu adolescente eu tenho eu que morava com os meus pais eu tenho eu amiga das minhas das amigas infância eu tenho muitos erros eu tenho eu profissional eu amoroso eu eu quantas histórias eu não tenho para contar Será que todas me põem feliz todas eu sou prejudicada ou eu escolho aquelas que são convenientes para eu poder dizer que eu sou injustiçada porque melhor seria justiçada do que começar a contar histórias em que parece que eu sou a que faz a injustiça né então precisa dessa coragem desse enfrentamento de falar gente eu sou essa ó já fiz um monte de coisa que não foi legal também já fizeram para mim Ok estamos vivendo todo mundo no mesmo barco vamos para frente treinar o perdão com aquilo que me prejudicaram perdão para mim mesmo das coisas que eu fiz e vamos produzir novas e vamos crescer e vamos tentar né tem que ter essa vontade direcionada para o enfrentamento então no livro o ser consciente ela diz aquele que se entrega a auto-compaixão nunca se satisfaz com o que tem com o que é com os valores de que dispõe e que pode movimentar e ela vai dar agora alguns exemplos eu peguei alguns gente a gente vai lendo esses exemplos vai dando vergonha sabe da gente reclamar de qualquer coisa então ela disse por exemplo Milton o poeta cego prosseguiu escrevendo excelentes poemas em vez de lamentar-se Beethoven continuou compondo e com mais beleza após a surdez total Chopin tuberculoso deu segmento as músicas ricas de ternura entre crises de emopses Mozart na miséria sofrendo competições ou crises traduziu para os ouvidos humanos as mais belas melodias que levem na alma todos tinham muito motivo para falar ó céu zodía né Estou surdo como que eu vou compor estou tuberculose estou na miséria mas eles não quiseram contar essa história aí que está a grandeza a grandeza está a gente pode dizer nas histórias que a gente escolhe para
do como que eu vou compor estou tuberculose estou na miséria mas eles não quiseram contar essa história aí que está a grandeza a grandeza está a gente pode dizer nas histórias que a gente escolhe para contar a respeito da gente mesmo ela continua gente epiteto escravo filósofo é escravo e doente filosofava histórico Demóstenes gago recorreu a seixos da praia colocando-os na boca para corrigir a dicção times aleijado contribuiu para o engrandecimento da química e tem mais dessas grandes almas que vieram nos mostrar né o quanto que é possível a gente viver os dois lados da vida tem muita coisa ruim dando errado mas eu não preciso sentar e chorar porque ao mesmo tempo tem muitas coisas legais acontecendo Então eu posso viver a luz e a sombra o dia e a noite eu não preciso falar eu só vou viver se eu só tiver no dia se aparecer uma noite no Caminho Então já desisto porque daí é ruim tem que aprender a valorizar e gostar e aproveitar o dia e a noite o alto e baixo o bonito feio Claro escuro né a dança entre os opostos que faz a gente ter uma vida saudável Franklin Roosevelt vitimado pela poliomielite tornou-se presidente dos Estados Unidos da América do Norte e colaborou grandemente para pais Mundial durante a Segunda Guerra Helen Keller que foi aquela moça cega surda muda imagina gente ela não tinha comunicação com nada fora de si ela comoveu o mundo com sua coragem cultura e amor a Deus ao próximo a vida e a si própria então fica aqui hoje esse convite para que a gente escolha qual história a gente vai preferir contar a respeito da gente faça aí um alto resgate no sentido de registros quantas histórias de coitadismo você tem contado você já contou na vítima na vida de quando você foi vítima quantas ainda estão frescas na sua memória Nossa lembra quando era criança eu lembro quando era jovem eu lembro uma vez no emprego me lembro marido me lembro minha esposa eu lembro eu lembro quantas que você tem colecionado dessas histórias que nos deixam tristes para baixo e que
mbro quando era jovem eu lembro uma vez no emprego me lembro marido me lembro minha esposa eu lembro eu lembro quantas que você tem colecionado dessas histórias que nos deixam tristes para baixo e que fazem parte ou a gente queria vir para cá e se livrar de todas as aflições de Jesus disse no mundo tereis aflições que ilusão a gente achar que ia vir para cá e que nada ia nos afetar magoar ofender se a gente próprio causa isso para os outros e faça também uma auto avaliação para descobrir quantas histórias bonitas você tem contado sobre sua vida das conquistas das alegrias dos amigos da família do aprendizado depois coloca numa balança para você ver se você tem mais uma tendência para autocomiseração para se sentir Coitadinha Coitadinho ou se você tem mais propensão para não ir para luta e para pegar a espada né Como diz Jesus não vim trazer a paz eu vim trazer a luta a labuta o trabalho esforço Então pense e avalie se vale a pena a gente alimentar as histórias ruins também não é para fingir que não existe não é isso aí joga fora porque daí eu não é olhar para aquilo aprender com aquilo validar aquilo se transformar com aquilo e viver depois daquilo Esse é o enfrentamento não é nem fingir que não está acontecendo e nem ficar parado ali como se nada mais tivesse acontecendo só aquilo para o resto da vida fica então esse convite e eu espero vocês semana que vem para um novo episódio muito obrigada
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