T04:E16 • Conflitos Emocionais e Morais • Neuroses
Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis Temporada 04 - Conflitos Emocionais e Morais Episódio 16 - Neuroses ► Referências Bibliográficas • O homem integral, cap. 5; • Plenitude, cap. 2; • O ser consciente, cap. 3; • Psicologia da gratidão, cap.8. » Apresentação: Cristiane Beira
Olá sejam bem-vindos a mais um psicologia espírita com Joana de Angelis dando continuidade em nossos estudos estamos mergulhando em temas que se relacionam aos nossos conflitos nesta quarta Temporada os nossos complexos aos nossos conflitos emocionais relacionais Morais nós trouxemos o tema de hoje a respeito das neuroses acho que vale a pena iniciar esse essa reflexão trazendo primeiramente a conceituação da psiquiatria para que a gente possa diferenciar um pouquinho já que é um tema que permeia as áreas né da psicologia e da psiquiatria Se bem que a gente pode até se perguntar qual o tema que não permeia essas duas áreas mas segundo a psiquiatria é essa esse conceito de neurose estaria relacionado com sintomas de ansiedade angústia e transtornos nas relações interpessoais Tem vários tipos de neurose mas as mais descritas são a neurose obsessiva depressiva e maníaca no entanto é atualmente desde atualmente não já desde o dsm4 é a psiquiatria já tem deixado de lado o conceito o nome neurose e tem substituído o que antes se falava neurose hoje se fala transtorno então Joana escreve as obras desde 30 anos atrás e recentemente a gente tem optado por ao invés de usar o termo neurose usarmos o termo transtorno então a psiquiatria descreve o transtorno como o transtorno da neurose como um transtorno fobico um transtorno histórico um transtorno maníaco um transtorno depressivo a gente define as diferenças em termos de sintomas diferentes e a gente usa então a expressão a palavra o conceito de transtorno e o ponto principal para ir para a gente já imaginando que seria um transtorno ou uma neurose como se falava antes é algo que tem a ver com um tipo de uma disfunção de uma perturbação de um distúrbio o termo foi modificado porque antes se acreditava ou se olhava para as neuroses como uma doença e hoje já se evoluiu já foi desenvolvido então não se fala mais de uma doença se fala de um distúrbio de um contorno de uma perturbação que gera comportamentos que têm relação principalmente com esses subtemas que é
oluiu já foi desenvolvido então não se fala mais de uma doença se fala de um distúrbio de um contorno de uma perturbação que gera comportamentos que têm relação principalmente com esses subtemas que é o transtorno obsessivo maníaco depressivo e qual o tipo de comportamento é esse comportamento que a gente fala assim é uma coisa esdrúxula estranha desproporcional então quando a gente se identifica muitas vezes a gente fala nossa eu tô muito neurótica né eu que que é isso Cris que neurose é essa significa que eu estou identificando e percebendo em mim comportamentos que não são razoáveis que não são naturais que não se expressam de uma forma natural tem algo que passa do limite tem um certo exagero por isso que a gente fala de perturbação de distúrbio e de transtorno então por exemplo a questão da torno obsessivo o transtorno obsessivo compulsivo em que você fica é demais a gente por exemplo o básico né que a gente sempre cita esse exemplo eu vou lavar as mãos eu me preocupo ainda mais nesse tempo de de covid mas eu ficar lavando as mãos sem eu conseguir controlar isso sendo que isso me controla isso passa me perturbar então passa a ser uma disfunção tem alguma coisa que não tá rodando bem por isso que a gente chama tem algum transtorno em operação porque isso passou te controlar Você não é capaz de falar Pronto eu já lavei as mãos minhas mãos já estão higienizadas mas eu preciso mais uma vez mas eu preciso mais uma vez e a gente tem o que a gente chama de mania né tem mania de ficar arrumando ai se eu não arrumar isso eu não vou conseguir eu fico com a mente presa se esse quadro tiver torto eu preciso ir lá e consertar isso e por ele no prumo então algumas disfunções são leves e não nos atrapalham a gente é um ser imperfeito trazemos tantos e tantos complexos e conflitos então cabe também essas salientar que a gente não precisa focar de um jeito como Se Tudo Fosse problema o problema passa a existir quando ele passa nos impedir ou atrapalhar a vida quando ele passa
os então cabe também essas salientar que a gente não precisa focar de um jeito como Se Tudo Fosse problema o problema passa a existir quando ele passa nos impedir ou atrapalhar a vida quando ele passa roubar de nós coisas que são prioritárias eu não consigo sair de casa porque eu fico presa em um comportamento e o tempo passa e eu não consigo parar isso para fazer aquilo que eu queria fazer então ele passa a governar minha vida influenciar as minhas escolhas a determinar os meus comportamentos aí a gente diz não tem um transtorno instalado e precisa de cuidado precisa de atenção mas um pouquinho dessas Manias Todos nós temos algumas coisas que nos pega o que a gente fala que bobagem só que se eu não fizer eu não fico não fico satisfeita ai eu tenho ia de perseguição eu acho que tá todo mundo olhando para mim todo mundo tem um pouco disso a gente vai chamar de transtorno quando isso passa do limite é ponto de atrapalhar a nossa funcionalidade a nossa vida o nosso comportamento quando passa nos atormentar de um ponto que passa a fazer parte inclusive da nossa vida não é uma coisa que acontece ah isso me atrapalha mas né não põe o foco nisso e vamos que vamos então a gente vai chamar de transtorno aquilo que nos atrapalha a convivência a vida o desenvolvimento que interfere as nossas escolhas que realmente nos atormenta nos perturba bom indo então para Joana a gente vai começar com o capítulo 3 do livro o ser consciente que ela traz também uma conceituação se a gente pensar antes da gente entrar aqui né eu sinto e depois eu volto pensar antes da gente entrar em Joana Então se a gente pensar o que que seria o produto dessas neuroses ou desses transtornos né sempre a gente vai voltar para o tão famoso inconsciente são conteúdos do inconsciente que são constelados a gente fala o complexo constela ou seja são registros que a gente desconhece e tomam participam e rompem na consciência sem que a gente entenda o que está acontecendo Então nós meio que nos adaptamos para algo que a gente não
nstela ou seja são registros que a gente desconhece e tomam participam e rompem na consciência sem que a gente entenda o que está acontecendo Então nós meio que nos adaptamos para algo que a gente não entende o que que é então é como se a gente tivesse cego sem poder enxergar e por exemplo alguma coisa me bate aqui e eu tento sair eu não sei o que que é eu não sei se eu devo sair ou não devo sair sabe uma situação em que você não tem consciência do que está acontecendo e você vai tentando lidar com aquilo de acordo com o que aquilo me faz sentir eu vou imaginar que será vamos vamos simbolizar um pouquinho eu eu tenho eu falo assim eu tenho mania de pôr as coisas em ordem então não posso ver um quadro também um exemplo básico posso ver o quadro desalinhado que me dá alguma coisa para ir lá arrumar a gente pode simbolizar né porque que algo em mim e rompe quando eu vejo uma coisa que está desalinhada o que será em mim que está desalinhado e que quando eu vejo lá fora desalinhado faz conexão com que em mim está desalinhado e me dá faniquito para eu ir lá ter que arrumar com a sensação de que eu me organizei também será que quando eu saio alinhando o quadros não é uma tentativa para amortecer a sensação de um desalinhamento que na verdade está em mim no meu inconsciente Será que não são histórias registros meus que requerem de mim que pedem que eu faça certo os alinhamentos E como eu não tenho consciência disso eu saio alinhando lá fora Ah eu preciso que o meu armário esteja organizado uma coisa é por ordem ordem é lei da vida a vida a vida pede da gente ordem outra coisa é não conseguir viver porque precisa ficar pondo ordem incessantemente aquilo que passa do limite que a gente fala nossa aí tá estranho Está esdrúxulo nesse comportamento da esquisito Então eu preciso organizar Quantas vezes a gente faz essa simbologia de que de repente o armário da minha casa né com as estantes das Prateleiras as ordens elas não são também registros dos meus armários do inconsciente quantos armários nós não
ente faz essa simbologia de que de repente o armário da minha casa né com as estantes das Prateleiras as ordens elas não são também registros dos meus armários do inconsciente quantos armários nós não demos não devemos ter cheios de prateleiras de caixinhas de gavetas né E talvez a gente faça essa relação talvez a gente precise arrumar fora porque dentro não está organizado e trazendo aqui uma uma experiência pessoal eu passei por isso porque quando eu estava tentando lidar com questões da adolescência aqui de casa quando os filhos eram adolescentes eu procurei uma terapeuta para me ajudar a entender e na minha inocência eu na época Ainda nem fazia análise ainda não tinha mergulhado em Joana de Ângelis faz bastante tempo e eu procurei uma terapeuta para me ajudar a entender porque que na adolescência o corria essas desorganizações do quarto o armário e aquilo Me incomodava e A Terapeuta muito sabiamente me convidou para ficar na terapia Ou seja eu fui procurar ajuda para os filhos e quem ficou para fazer a terapia era eu e ela me disse isso ela disse você tem muita necessidade de jogar fora porque dentro Está desorganizado e aquilo me chocou me senti ofendida mas eu consegui engolir a ofensa né que não era ofensa foi o maior bem que essa pessoa me fez e a partir dali eu mergulhei para dentro e passei a não abrir mão mais de procurar dentro aquilo que me incomoda fora então sempre a gente vai fazer essa simbologia os meus comportamentos fora estão contando histórias das minhas relações de dentro eu me reconheço por dentro a partir da forma como eu vivo o mundo aqui fora aquilo que o projeto fora nada mais é do que uma representação do que eu não sou capaz de ver daquilo que está dentro então a gente pode ser conhecer analisando essas nossas Manias né aquilo que a gente anda vendo prestando atenção aquilo que nos incomoda o sintoma que a gente revela conta muito a partir conta muito sobre os nossos conteúdos do inconsciente então a gente pode dizer que esses transtornos excessivo
estando atenção aquilo que nos incomoda o sintoma que a gente revela conta muito a partir conta muito sobre os nossos conteúdos do inconsciente então a gente pode dizer que esses transtornos excessivo compulsivo histérico maníaco eles têm relação sim como os complexos eles são a constelação dos complexos que a gente vem falando em praticamente todos os encontros então Joana vai falar a respeito dessa conceituação então agora sim vamos para o ser consciente Capítulo 3 com características próprias e sem causalidade cerebral ou seja não é uma doença neurológica por isso que o dsm4 já atualizou para o transtorno porque não é uma doença né é um desequilíbrio é uma disfunção então Joana diz com características próprias e sem causas a idade cerebral desequilibra a emoção que tem a ver com complexo complexo é sempre uma história com alta carga emocional e gera desajustes fisiológicos pode gerar desajustes fisiológicos como consequência mas sem uma patogênese profunda não é uma doença que está instalado é uma disfunção é uma perturbação é um transtorno que está em operação que está me pedindo atenção presta atenção por que que você tá tendo esse tipo de comportamento porque que está mexendo tanto com você Por que que você não tá conseguindo se controlar porque que você precisa fazer isso por que que você tá tão depressiva vai para dentro para tentar entender Qual a relação vai buscar eu mergulho é aventura para Floresta né Entra na floresta que é esse mundo do inconsciente mergulha no oceano que é o nosso mundo do inconsciente as neuroses porque de apresentação Sutil no começo começa leve né aquilo que eu falei todo mundo tem uma coisinha e o outro uma mania ou outra como por exemplo tiques nervosos repetições de palavras ou de gestos dependências de bengalas psicológicas fixações psíquicas que se agravam então começa com isso um dia que nervoso aqui alguma gíria que a gente começa a usar uma palavra com repetição sabe quando a gente começa enroscar em alguma forma a comunicação parece que não flui parece
ão começa com isso um dia que nervoso aqui alguma gíria que a gente começa a usar uma palavra com repetição sabe quando a gente começa enroscar em alguma forma a comunicação parece que não flui parece que tem um choquinho não é uma coisa que vai saindo naturalmente a comunicação ela sai ou travada ou com repetição como se a gente não tivesse à vontade dependência de bengalas psicológicas eu não saio se eu não tiver Nossa na época da covid todo mundo ficou com transtorno neurótico porque eu não saio de casa se eu não tiver como álcool gel quem não se apegou álcool gel álcool já era coisa mais importante da vida a gente abrir a mão de muita coisa mas não do tal do álcool gel da máscara e quando dificuldade de abrir mão da máscara e continuar o mesmo depois que a gente entendeu que já poderia relaxar esse tipo de de cuidado e a gente não conseguir então bengalas psicológicas fixações psíquicas por exemplo a mania de perseguição aquela pessoa tá olhando para mim todo mundo olha para mim isso sempre eu que sou escolhido Então quem está de volta fala mas não é isso mas para mim é eu fico com aquela ideia fixa eu preciso fazer isso senão as coisas não vão dar certo essas crendices né enfim ela começa a Sutil no começo e graça na sociedade especialmente em decorrência de exigências do grupo social ou da coletividade em formas de pressões reais ou aparentes que nos temperamentos frágeis produzem desarmonia dando o curso a inquietações às vezes alarmantes quer ver uma outra um outro exemplo da pressão social por exemplo para padrões estéticos precisa ter o corpo da silhueta x nem todo mundo tem uma estrutura que vai chegar na silueta X tem gente que é muito menor não vai conseguir chegar tem gente que já é maior não vai conseguir diminuir mas o padrão está lá e existe uma cobrança e a mídia fica batendo em cima e existe bullying para quem não é isso pode se tornar um tormento a gente olha para aquilo começa querendo se aproximar até um ponto em que isso viro realmente um transtorno eu me perco eu
ndo em cima e existe bullying para quem não é isso pode se tornar um tormento a gente olha para aquilo começa querendo se aproximar até um ponto em que isso viro realmente um transtorno eu me perco eu não consigo mais sair então a gente desenvolve as bulimias anorexias obesidade porque a gente não consegue se desprender daquela idealização aquilo nos trava como se a gente fosse sequestrado e a gente passa a viver esse tormento e aí a gente perde Quase que o livre arbítrio capacidade de fazer escolhas porque a gente se sente arrastado por um transtorno então Muitas vezes os padrões que são exigidos despertam em nós primeiro Sutilmente uma vontade de chegar lá e depois isso se transforma num transtorno não consigo mais abrir mão não consigo mais ter um pensamento Lógico eu fico tão dependente que isso passa realmente a Me Dominar e eu acabo precisando muitas vezes até de uma internação Aí sim entra realmente um cuidado psiquiátrico porque realmente se aprofundou e pode começar a interferir na saúde vai interferir na saúde física Então existe aí como se fosse uma cisão né um bloqueio da consciência racional Cris tenha dó né Você tem um corpo x você nunca vai conseguir ser Y Aceita isso lógico tu vai trabalhar para ter saúde para ter qualidade de vida vai vai cuidar do corpo mas sem essa ideologia senão você vai entrar numa neurose no transtorno E aí é como se a gente não conseguisse mais pensar alguém diz assim para Por que que você tá fazendo isso tá conversando com a minha consciência O problema é que minha consciência já não tá mais acessando inconsciente o inconsciente e tá com domínio próprio ele tem vida própria ele me domina e eu fico meio que assistindo os Absurdos que eu mesmo estou fazendo e eu mesmo me pergunto por que que eu não consigo parar de fazer isso porque eu não consigo abrir mão de querer ser aquilo e a gente não consegue como a sensação como se eu fosse duas eu estou aqui mas tem uma outra eu que eu não consigo acessar porque eu não consigo conversar
eu não consigo abrir mão de querer ser aquilo e a gente não consegue como a sensação como se eu fosse duas eu estou aqui mas tem uma outra eu que eu não consigo acessar porque eu não consigo conversar que eu não consigo negociar é ela que tá vivendo que é nada mais do que o complexo do que o inconsciente vamos lá ainda no livro o ser consciente Capítulo 3 tem mais alguns trechos eu acho que esse é o livro que é o mais importante para a gente ler se a gente quiser se aprofundar um pouco ele tem um texto muito complexo muito completo complexo Joana de hoje ele sempre é porque ela é profunda né ela condensa em poucas palavras muito conteúdo mas é mais completo então ser consciente Capítulo 3 ela disse ela continua é comum fazer em se acompanhar de episódios e fenômenos somáticos muito variados como taquicardia prisão de ventre dores que parecem reais a medida que se agravam pode levar a paralisia distúrbio de postura de fonação de movimentos e fazer movimentos desconexos então No começo é uma reação fisiológica parecida com essas de excesso de adrenalina sabe a mão sua coração dispara se a gente não aprende a conversar com isso que está começando a aparecer e a gente aceita e a gente tenta entender de onde vem e a gente faz um trabalho de auto educação calma tá tudo bem Aceita Isso faz parte não queira aquilo que você não é capaz de atingir se a gente não se educa nesses primeiros sintomas eles podem se tornar mais desenvolvidos mais profundos e aí acabam se agravando inclusive chegando a paralisias distúrbio de postura de fonação a gente tem esse caso clássico que Freud descreve quando ele vai acho que é Freud mesmo quando Freud vai receber aquela moça que tinha o braço paralisado e ela não tinha razão ela não tinha um braço paralisado um dia esse braço paralisou e ela e ela não tinha mais acesso ao prazo é como se o braço não fosse dela tá vendo o inconsciente travou o braço e a consciência não conseguia mais achar o caminho para se conectar com o braço como aquele braço
não tinha mais acesso ao prazo é como se o braço não fosse dela tá vendo o inconsciente travou o braço e a consciência não conseguia mais achar o caminho para se conectar com o braço como aquele braço não era dela ela não reconhecia o braço como dela E aí uma histeria uma neurose e aí Freud vai fazer sua investigação do inconsciente começa a deixar com que ela expõe ela expõe ela dá voz ou inconsciente uma hora sai sai a culpa por um dia ter ficado muito brava com a mãe é mais ou menos essa história faz muito tempo que eu li então me perdoe se eu me perder em algum detalhe ela tinha ficado muito aborrecida magoada com a mãe e ela teve um pensamento que ela queria dar uma bofetada na mãe naquela época aqui isso seria um absurdo Tá vendo como que o contexto social também influencia Talvez hoje esse pensamento não gerasse culpa como se gerava naquela época Então ela se cobrou tanto ela se culpou tanto que inconscientemente ela anulou o braço para evitar esse tipo de comportamento então quando ela entra em contato com essa lembrança e ela deixa essa lembrança viver Ela desbloqueia o nó que ela tinha gerado por medo do que ela pudesse vir a fazer eu prefiro não fazer do que deixar isso fluindo e me perder fazendo então ao invés dela ser educar Ao invés dela integrar essa vontade esse desejo que não era adequado Ao invés dela se superar ela se reprimiu ela travou o comportamento e aí ela anulou a partir desse dia o braço voltou a funcionar então só para efeito de estudo para a gente ver até onde pode chegar então quantas vezes a gente mexe com o nosso corpo por exemplo ela diz aqui a prisão de ventre Quantas vezes a gente segura aquilo que é para ser liberado abrir mão abrir mão Quantas vezes a prisão de ventre É a expressão psicológica de uma neurose ou de um transtorno de que eu tenho medo de abrir mão de uma coisa que já foi que já é lixo que já é dejeto que já ficou para trás que já é passado porque que são as fezes às vezes é uma foto de um passado que era alimento né então às vezes
de abrir mão de uma coisa que já foi que já é lixo que já é dejeto que já ficou para trás que já é passado porque que são as fezes às vezes é uma foto de um passado que era alimento né então às vezes simbolismo para a gente aquilo que já passou porque o alimento já foi digerido Eu já eu já retirei dele o que eu precisava agora ele o que sobrou vai embora Quantas vezes a gente não abre mão do que sobrou para ir embora e a gente faz uma analogia com o corpo uma transferência para o corpo dessa forma de prisão diferente porque eu não de ventre porque eu não quero deixar que coisas que já passaram siga o seu Rumo sejam descartadas sejam deixadas sejam despojadas então é tudo uma coisa só né gente é mente é corpo é espírito emoção é uma única é um único ser e aquilo que a gente pensa vive sente se expressa em todas as distâncias em todos os corpos que nos formam né o nosso ser Total Joana continua quando se apresentam com manifestações fóbicas por exemplo fobias medos de ambientes fechados de altura de doença amnésia etc trazem comportamento componentes graves de mais difícil recuperação então a gente pode dizer que as fobias também são transtornos também são as neuroses como se falava antes e que são de mais difícil diluição acesso para superação vamos vamos de novo simbolizar quando quando a gente faz esse exercício não é uma determinação né ninguém tá dizendo aqui ó então toda vez que tiver prisão de ventre significa que eu estou querendo não o ser humano é muito variado muito complexo Cada história uma história tanto que o Jung a gente faz aquela brincadeira né que quando Jung ouviu terapia e um Guiana análise e um Guiana psicologia indiana ele diz mas essa é Pro young eu quero eu acredito numa terapia que seja única para cada um ele nunca quis que fosse estabelecida uma metodologia que funcionasse para todo mundo porque ele sabe da identidade do inconsciente é única cada um é único tanto que o projeto principal dele da do estudo de um que foi o processo de individuação é a base da análise indiana
ra todo mundo porque ele sabe da identidade do inconsciente é única cada um é único tanto que o projeto principal dele da do estudo de um que foi o processo de individuação é a base da análise indiana é a gente descobrir os nossos a nossa identidade que é única então nunca a gente vai dizer ah tá com prisão diferente significa isso sonhou com não sei o que significa aquilo Cada história cada inconsciente é único e precisa ser analisado a partir dele próprio não de fora para dentro mas de dentro para fora mas Para efeito de estudo a gente pode imaginar vamos supor que alguém chegue para a gente fale assim olha queria trabalhar a fobia da altura nossa tem eu não posso ficar em lugar alto não posso subir tenho me dar reação fisiológica começa me faltar o ar Então eu tenho problema com altura então a gente poderia ir caminhar procurando símbolos com altura o que que é a altura para você quem está na altura quando você chegar na altura O que que você ganha o que que você perde E aí pode ser que a gente encontre um espírito eu estou criando um exemplo tá gente não tô determinando nada que a gente encontra o espírito que em vidas passadas esteve nas entre aspas alturas ou seja em Altos cargos políticos sociais culturais e não tenha feito bom uso e tenha sofrido muito será que esse espírito não pode ter gerado um registro uma leitura equivocada uma leitura é que ele tenha feito o seguinte ideia ai eu tava bem o dia que eu cheguei lá em cima Nossa eu me perdi sofri sofrer não quero mais chegar lá em cima então ele acha que o problema está chegar lá em cima e não é problema está nele pois não todo mundo que chegasse lá em cima teria a mesma reação e não então o problema é que ele sendo quem ele é não deu conta de estar na altura que esteve e se perdeu poderia ter não se perdido poderia porque nem nunca Deus nos manda para uma missão que a gente não tem competência a capacidade condição de superar a gente vem para não para falhar a gente vem para ter sucesso nas nossas empreitadas na terra
nem nunca Deus nos manda para uma missão que a gente não tem competência a capacidade condição de superar a gente vem para não para falhar a gente vem para ter sucesso nas nossas empreitadas na terra Mas vamos supor que se encantou com as alturas com riqueza o poder a beleza seja o que for depois veio a sofrer imensamente por causa disso ele fez uma associação ah a altura sofrimento nunca mais você chega lá prefiro ficar aqui embaixo E aí ele volta reencarnar sem essa consciência mas tem um registro lá que vagamente volta para ele cuidar cuidado com subida cuidado com a altura cuidado de chegar lá em cima da última vez não deu certo e aí ele representa no mundo de fora uma ele expressa no mundo de forma representação do mundo de dentro Então é outro tipo de altura que ele tem problema mas ele vê lá fora como se fosse altura geológica né geográfica melhor dizendo geográfica física material Tô dando um exemplo para a gente imaginar como se forma um transtorno por exemplo esse pode ser um Mas a gente pode pegar o exemplo da fobia de altura e trabalhar tantas e tantas outras possibilidades mas é mais para a gente compreender um pouquinho o funcionamento da psique mais ou menos como que a gente é forma como é que a gente desenvolve algum tipo de fobia e a mesma coisa lugares fechados e aí a gente vai pensar que que eu tô associando por exemplo quando eu era criança e minha mãe me deixava no lugar pequeno aquele cercadinhos e eu tinha necessidade de sair porque de vez em quando a minha mãe saía da minha vista eu não sabia para onde ela tinha ido me dava Desespero de me ver sozinho e eu queria engatinhando atrás dela mas eu não podia Porque tem uma coisa com obstáculo então agora quando eu tenho obstáculo eu volto na ideia de que eu vou ficar sozinha Tem tantas possibilidades mas é mais ou menos esse é o caminho que a gente vai tentar fazer para poder identificar a partir do sintoma qual é a origem o registro e Joana Então ainda no ser consciente Capítulo 3 ela diz como terapia
mais ou menos esse é o caminho que a gente vai tentar fazer para poder identificar a partir do sintoma qual é a origem o registro e Joana Então ainda no ser consciente Capítulo 3 ela diz como terapia preventiva qualquer distúrbio neurótico a autoanálise frequente como o exame de consciência correspondente desidentificando-se das matrizes perturbadoras do passado e abrindo-se as realizações do emagrecimento do presente com anseios da Conquista tranquila do Futuro nada mais é do que a tal iluminação das Sombras o descobrimento de si mesmo o mergulho para dentro para identificar a origem essa sempre a nossa busca é o autoconhecimento é a Reforma Íntima é lá que a gente vai desatar os nós que nos prendem a sintomas aqui fora mas eles vão sempre ter relação com o que está lá dentro Vamos agora para outro livro um outro livro que eu sinto muito também porque ele tem ele é muito completo nos temas né E ele fala bastante sobre conflitos que é o homem integral homem integral vamos lá no capítulo 5 do homem integral ela também vai trabalhar um pouquinho essa questão da origem das neuroses dos transtornos e relacionando com o mau uso do livre arbítrio que é esse exemplo que eu tenho no passado fiz mau uso do livre arbítrio lá das alturas e hoje desenvolva uma fobia absurda por qualquer coisa que me leve um pouquinho para o alto um exemplo né então Joana no homem integral Capítulo 5 ela fala produtos do inconsciente profundo produtos do inconsciente profundo a se manifestarem como comportamentos neuróticos os fatores psicogênicos têm suas raízes na Conduta do próprio paciente em reencarnações passadas nas quais se desarmonizou interiormente fosse mediante conflitos de consciência me senti culpado por algum erro né por mal conduta ou resultados de ações ignorabes os mecanismos propiciadores da reabilitação íntima imprimem no inconsciente atual as matrizes os complexos que se exteriorizam como dissociações fragmentação de personalidade Alucinação neurose psicose Psicose então é o que a gente está
litação íntima imprimem no inconsciente atual as matrizes os complexos que se exteriorizam como dissociações fragmentação de personalidade Alucinação neurose psicose Psicose então é o que a gente está falando eu agir mal em alguma experiência passada criei registro no inconsciente com essa história perturbadora com alta carga emocional com várias informações e dados e tá lá Vivo Essa História Continua viva hoje eu estou vivendo no presente e vejo alguma coisa que me remete aquela experiência aquela experiência se constela ela toma vida na consciência e eu misturo as estações eu passo a reagir para isso que está me acontecendo no presente como se fosse aquela experiência do passado lembra da expressão o passado se presente fica como eu aprendi com a minha professora o passado se presenteifica ou seja eu faço a relação com o que está acontecendo e passo a reagir Como se eu tivesse revivendo aquilo apesar de não ser então vamos para o nosso exemplo que a gente está trabalhando eu vejo uma altura mas não é essa altura que vai me fazer mal é aquela que eu não soube valorizar da outra vez estive no lugar de poder e os E usei de forma egoística como a gente vê muita gente usando até hoje aí a hora que a consciência cobra o espírito desperta meu deus o que que eu fiz consciência culpada registro feito e eu fico lá atenta Apareceu alguma coisa que eu identifico como eu vou subir na vida não quero porque da outra vez não deu certo então é mais ou menos esse é o mecanismo e que Joana tá trazendo essas matrizes que são os complexos e elas aparecem E aí tem dissociação Psicose Alucinação transtorno de personalidade e todos esses sintomas que a gente tem visto analisado todos esses conflitos Joana continua dizendo as pressões que ele limitam os espaços emocionais e físicos a turdem o dando margem a evasões agressividade disfarces e violências através dos quais tenta escamotear o seu estado real o comportamento neurótico assustador e predominante na sociedade Consumista procura esconder o desajuste e as fobias
ividade disfarces e violências através dos quais tenta escamotear o seu estado real o comportamento neurótico assustador e predominante na sociedade Consumista procura esconder o desajuste e as fobias do homem contemporâneo que se afunda em mecanismos patológicos então o que que Joana tá dizendo quantas neuroses ou quantos transtornos nós desenvolvemos hoje pela forma como temos vivido nessa sociedade corrida Insana cheia cheia de padrões cheias cheia de expectativa cheia de cobrança quantas vezes aquilo que eu estou desenvolvendo é uma reação a isso porque me perturba eu não consigo me diferenciar e dizer olha isso daí é o povo que tá querendo eu vou eu vou seguir eu vou seguir o meu coração eu vou seguir o meu princípio eu vou ser fiel a mim a Deus eu vou olhar para Jesus quando eu não consigo fazer essa diferenciação e eu acabo querendo aceitar as coisas que a sociedade fica pedindo provavelmente eu vou mergulhar em diversos transtornos porque eu não consigo corresponder a esse porque eu não dou conta de ter tudo aquilo porque eu não me sinto pertencente aquilo que eu tenho que fazer para pertencer a esse lugar aí eu vivo para os outros e deixa de viver minha vida óbvio que isso vai me trazer transtornos ao invés de olhar para dentro e falar o que me cabe será nessa vida deixa eu me investigar deixa eu me auto analisar que que eu preciso trabalhar nessa vida não eu fico olhando para fora eu preciso ter aqui eu preciso ir lá eu preciso corresponder preciso ser igual aquele eu preciso ter E aí eu fico vivendo vidas que não são minhas não tem como eu não me perturbar e gerar disfunções transtornos e perturbações mesmo né as pressões não receando ser ele mesmo acabei de falar ao invés de eu ser eu mesmo eu quero ser o que a sociedade pede preciso fazer o que precisa ser feito para ganhar curtida para ser famoso para ficar rico para ser para ter para dar eu fico atrás de coisas que lá fora Estão dizendo que é para eu ir esquecendo então receando ser ele mesmo torna-se
feito para ganhar curtida para ser famoso para ficar rico para ser para ter para dar eu fico atrás de coisas que lá fora Estão dizendo que é para eu ir esquecendo então receando ser ele mesmo torna-se pessoa espelho eu adoro esse trecho do homem integral ela fala sobre as pessoas Espero que é eu fico refletindo o outro é tão triste isso imagina que você olha para o seu armário você vai se vestir aí você fala nossa eu amo essa blusa Ai eu adoro por essa calça Ai eu acho legal esse colar e você que isso é seu isso é você só que na hora que você começa a se vestir você liga a TV e tem alguém falando Ah isso daqui tá fora de moda o legal esse daqui e aí você pega tudo aquilo que você tinha escolhido para ser para ser seu e você devolve e você vai por uma coisa que você não gosta que fica desconfortável que você acha que não fica legal em você mas você Está igualzinho que os outros querem tá vendo eu sou espelho eu sou espelho do outro eu estou vestida que nem o outro falou para mim vestir Ah mas agora o outro me reconhece e me aceita então eu agora estou incluída eu estou incluída no mundo do outro mas eu abri mão do meu será que é isso mesmo que eu estou escolhendo estou me traindo para que o outro me aceite Se eu precisar disso para que outro me aceite esse outro não merece nem ser meu amigo eu queria pertencer a uma sociedade que não me deixa ser quem eu sou que exige que eu seja outra pessoa igual a eles pessoa espelho será que é isso mesmo que eu tô escolhendo então respirando seria ele mesmo torna-se pessoas espelho a refletir as conveniências dos outros ou torna-se homem parede que aí é o contrário a reagir contra todas as vibrações que eles são dirigidas antes mesmo de as examinar que aí a gente vai para outro Polo um polo eu me abandono para atender o outro e o outro Polo extremo que também não é bom eu abandono a sociedade para ser só eu Sabe aquela pessoa eu sou o máximo Então eu só faço o que eu quero eu não sou flexível eu não negocio Eu não converso eu não tento empatizar para
ambém não é bom eu abandono a sociedade para ser só eu Sabe aquela pessoa eu sou o máximo Então eu só faço o que eu quero eu não sou flexível eu não negocio Eu não converso eu não tento empatizar para saber porque a gente precisa também se desenvolver a partir da sociedade vai ter situações em que eu escolhi lá fazendo o símbolo da roupa eu escolhi a roupa mas eu olhei para TV e vi um cinto eu gostei eu gostei não tô pondo sem gostar para que o outro me aceite eu gostei eu posso sim acrescentar a mim algo que antes não era meu mas que agora passa a ser porque eu escolhi que seja é o que a gente fala quando a gente é criança e a gente vai recebendo referências do pai recebendo referências da mãe e quando a gente fica adulto nos cabe reavaliar o nosso eu adulto e realmente ver o que que combina com o ser que eu sou e muitas coisas que eu recebido pai vão passar a ser minhas porque eu aceito e foi bom para mim então eu aprendi com ele então isso agora passa a ser meu outras coisas eu vou falar isso eu tô carregando mas acho que não tem muito minha cara não combina muito comigo então obrigado pai me serviu enquanto eu não sabia quem eu era mas agora eu vou ficar com o que é meu que eu estou sentindo então algumas coisas eu devolvo outras coisas eu assimilo e passa a ser meu então a gente pode sim e deve em sociedade é ser permeável eu não posso ser uma pessoa como ela diz homem em parede né É autocentrada É narcisista é focada só em si nada de lá de fora é bom o suficiente eu sou melhor do que todo mundo não então nem se anular pelos outros e nem anular os outros por si um eu sou egoísta porque eu quero só tudo para mim no caso de homens parede e o outro eu não cuido de mim eu não me amo é um alto desamor porque eu passo por cima de mim para atender os outros então todos os polos são ruins que que Jesus ensinou amar ao outro e amar a si eu escuto outro negocio eu deixo a sociedade me permear mas sem abrir mão das minhas da Minha Essência sem eu me trair E aí ela termina dizendo são raros
ue que Jesus ensinou amar ao outro e amar a si eu escuto outro negocio eu deixo a sociedade me permear mas sem abrir mão das minhas da Minha Essência sem eu me trair E aí ela termina dizendo são raros aqueles que preferem ser homens Pontes que é isso Eu continuo sendo eu mas eu me comunico eu me relaciono eu sou ponte para o mundo de Fora colocados entre extremos para ajudarem facilitar em o trânsito socorrerem nos abismos existenciais então ao invés da gente ficar centrada na gente ou ficar centrada no outro que a gente faça esse movimento eu cuido de mim eu cuido do outro eu dou voz da minha avó a minha a minha Essência mas eu também não escuto a essência do outro Eu ofereço aquilo que eu tenho de bom e estou aberto para receber também o bom do outro esse é o Essa é o plano Divino para a gente estar saudável então muitas neuroses se instalam ou porque eu sou homem parede não deixo nada a chegar não vai ser uma um comportamento saudável vou vou desenvolver transtornos ou eu estou focada só no outro eu vou desenvolver transtornos me abandonei vamos agora no livro Plenitude Capítulo 2 ela vai trazer essa questão mais atual do materialismo dessa geração neurótica Então ela diz no Capítulo 2 de plenitude multiplicar ou se lamentavelmente porém os distúrbios existenciais comportamentais na área psicológica nascendo a chamada geração neurótica perdida no mar e Magno das vítimas do sexo em desalinho das drogas alucinantes da violência e agressividade urbanas do cinismo desafiador então Joana tá trazendo agora um olhar para esses dias atuais quando todas essas coisas que querem ser vendidas como é naturalizadas né ai droga isso daí nem é tanta coisa Larga mão de ser puritano né o sexo Viva o sexo e muitas vezes a gente se perde e desenvolve transtorno porque a narrativa é bem bonitinha né mas a hora que você mergulha lá aquilo lá não te faz bem porque te leva te arrasta e toda vez que eu exagero em algo Eu desenvolvo vícios né Então ela tá dizendo que que essas essas falas essas
nha né mas a hora que você mergulha lá aquilo lá não te faz bem porque te leva te arrasta e toda vez que eu exagero em algo Eu desenvolvo vícios né Então ela tá dizendo que que essas essas falas essas vozes né tentadoras né das Sereias O Canto da Sereia tentando de mitificar temas que são complicados tem transformado as pessoas em personalidades com transtorno neuróticas porque se deixam Levar né agora tudo pode agora tudo é lindo e a gente numa dessa se perde de si mesmo rompe com esse com essa com esse eixo Ego selfie e a gente desenvolve transtornos os avanços tecnológicos não bloquearam os corredores do desespero a cultura hedonista do Prazer acima de qualquer coisa eu só posso ter prazer não posso ter disciplina limite tudo isso frustra eu preciso só ter prazer fria em relação aos valores morais que também estão ficando Fora de Moda as guerras contínuas fomentaram medo insatisfação desespero fugas emocionais a juventude insegura tornou-se ele a grande vítima a um passo da depressão da loucura e do suicídio que já está aí já chegou quando Joana escreveu o livro Plenitude parece que ela estava já prevendo que o que a gente estava fazendo com a sociedade essa essa coisa neurótica em termos de Tecnologia de acelerar de aceleração do tempo e de materialismo de consumismo e de vida para fora para fora para fora e é balada e a conquista fora distanciando de dentro e elevar a depressão porque porque a depressão é a alma não dando mais opção para você ficar lá fora ela vai a força na base de sintoma de trazer para dentro então a depressão é esse mergulho para dentro doído quase que a revelia da nós desejo porque o ego quer ficar lá e a alma fala chega até onde você vai volta para cá e aí a gente deprime como se a gente tivesse chance de repensar os nossos comportamentos nossos propósitos nossas verdadeiras buscas né E aí a gente vai caminhando para esses transtornos em virtude da sociedade da cultura que a gente tem criado na sociedade atual e na psicologia da gratidão Capítulo 8
itos nossas verdadeiras buscas né E aí a gente vai caminhando para esses transtornos em virtude da sociedade da cultura que a gente tem criado na sociedade atual e na psicologia da gratidão Capítulo 8 ela também continua falando a respeito disso vou passar tem um trecho longo também ficar essa dica psicologia da gratidão Capítulo 8 acho que vale a pena também fascinado pelas facilidades escraviza-se a essa tecnologia de ponta e perde a noção da realidade do dia a dia existencial vive-se de algum modo uma neurose coletiva assustadora todo mundo no celular todo mundo nas redes sociais todo mundo mergulhado no mundo virtual no megaverso e a gente se distanciando da vida real da troca presencial desapareceram os limites impostos pelo organismo diante da exuberância de recursos para a realização de prazer simultâneos ensejando também o aumento de criminalidade graças as mentes perversas e doentes que se utilizam da sua invisibilidade para dar Campos perturbações de delírios mentais quantas narrativas tem sido criadas para nos atormentarem perturbarem desconectarem esvaziarem nosso censo de princípio ético e moral de espiritualidade de mundo interno de valores familiares tudo isso tem sido bombardeado tudo isso tem sido esvaziado deixado de lado o que importa é a sua performance o que importa é que você conquistou o que importa onde você chegou é mundo de fora é mundo de Fora E aí a loucura assume o papel de normalidade as normosas né o perigo Ronda a vida essa Alucinação faz o indivíduo Soberbo exigente ingrato e bloqueia o sentimento de amor e de Justiça trazendo à tona em cintos agressivos de ódio a sociedade disciplina não se pode mais falar cadê o propósito Cadê o sentido da vida e aí Joana fala que esse transtorno neurótico é resultado do que um que conceituou como o sofrimento da Alma que não encontrou seu sentido que é isso eu desconecto de mim mesma e eu fico vivendo as coisas lá fora e eu fico com as neuroses do mundo de Fora e fico vivendo as coisas lá fora eu não
mento da Alma que não encontrou seu sentido que é isso eu desconecto de mim mesma e eu fico vivendo as coisas lá fora e eu fico com as neuroses do mundo de Fora e fico vivendo as coisas lá fora eu não tô bem a perturbação mas eu não volto para mim eu não mergulho em mim então Jung chama isso o sofrimento da Alma que não encontrou seu sentido Qual é o propósito de vida meu esse sentido não pode ser oferecido por ninguém nem mesmo psicoterapeuta dispõe de recursos para ofertá-lo é de origem e significado pessoal tem a ver com o sentido da minha vida da minha existência eu tenho que olhar para mim eu sou a pessoa capaz de me conectar comigo mesmo para saber que tarefa me cabe aqui que que eu vim desenvolver nessa vida que aspecto meu precisa de atenção de cuidado eu preciso cuidar de mim ter atenção comigo olhar para mim me ocupar de mim não de forma egoísta para realizar desejos e Prazeres mas de forma educativa para saber quais são as minhas as minhas necessidades e o que eu posso fazer para supri-las para que eu me desenvolva me liberte cresça amplie Me ilumine por fim então sem dúvida a problemática é muito grave e está a exigir cuidados especiais de todos paz educadores governantes religiosos sociólogos psicólogos pessoas sensatas que se devem unir a fim de combater o inimigo comum que é a falta de sentido existencial que se estabeleceu na sociedade então a gente pode dizer que Joana Termina Esse nosso estudo de hoje fazendo como ponto levando a gente a pensar que como o ponto principal das neuroses está a falta de conexão com a sua essência está a perda do sentido existencial do propósito de vida e lembrando que propósito de vida tem a ver com o que transcende a matéria propósito de vida não é algo que eu vou conquistar aqui eu vou ficar rico vou ficar famoso vou ter um currículo excepcional eu vou ser chefe não sei do que não propósito de vida tem a ver com que transcende a matéria eu vou me desenvolver enquanto ser humano eu vou ajudar a sociedade na relação do meio
urrículo excepcional eu vou ser chefe não sei do que não propósito de vida tem a ver com que transcende a matéria eu vou me desenvolver enquanto ser humano eu vou ajudar a sociedade na relação do meio ambiente eu vou aprender um pouco mais sobre espiritualidade eu vou me conectar comigo mesma eu vou aprender a olhar um pouco mais para a diversidade o propósito de vida é algo que me engrandece em espírito não que enriquece me em Ego em personalidade atual propósito de vida é aquilo que eu adquiri leva embora com a tesouro do Espírito então se eu tiver prestando atenção nisso é um antídoto contra uma vacina contra desenvolvimento de transtornos e neuroses então que a gente possa aceitar esse convite para olhar para dentro a partir dos sintomas que nos aparecem fora em busca desse si mesmo que é o nosso espírito muito obrigada e até semana que vem se Deus quiser
Mais do canal
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Marco Antonio
1:06:33 · 5.3K views
Em Busca do Sagrado | #193 • A Alegria
🔴 AO VIVO | Diálogo Franco: Sexualidade - Uma Visão Espírita
[EN FRANÇAIS] Nul ne meurt - Divaldo Franco
1:27:15 · 240 views
[EN FRANÇAIS] Pike et son fils toxicomane - Divaldo Franco
1:10:29 · 293 views
Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E34 – Cap. 17: Terapia desobsessiva – Parte 2