#reprise Jesus e Saúde Mental | #07 • Jesus e Saúde Mental • Não nos cansemos do bem
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Ana Tereza Camasmie » Episódio 07 • Não nos cansemos do bem • REPRISE #JesusESaúdeMental #LeonardoMachado #Espiritismo #SaúdeEmocional #EquilíbrioInterior #Autoconhecimento #PsicologiaEspírita #Evangelho #Espiritualidade #BemEstar #ReflexãoDiária #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
เ Não, não, não. Todos os dias quando acordo não tenho mais o tempo que passou, mas tenho muito tempo. Temos todo o tempo do mundo. Todos os dias antes de dormir lembro e esqueço como foi o dia. Sempre em frente, não tem tempo a perder. O poeta, então no final da canção vai colocar que somos tão jovens, por isso não foi tempo perdido. E com essa letra inicial, com parte da letra da música Tempo Perdido da Legi Urbana, eu queria iniciar o nosso programa de hoje. Jesus é saúde mental. No sétimo episódio dessas palestras, dessas conversas, dessas breves aulas, nós queremos nos dedicar a duas passagens que Paulo de Tasso, ele recomenda a duas dois grupos, né, de cristãos dos primeiros tempos que falam basicamente que a gente não deve se cansar do bem. Especificamente, ele fala na segunda epístola aos Tessalonicenses, no capítulo 3, versículo 13, a seguinte fala: "E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem". Só que na epístola que ele escreve aos Gálatas, no capítulo 6, versículo 9, ele fala também algo muito parecido, só que complementa: "E não nos desfaleçamos de fazer o bem, pois se não desistirmos, colheremos no tempo certo." É interessante a gente pensar nessa perspectiva por alguns motivos, porque eh em tese, quando nós começamos a fazer o bem, quando nós começamos a uma a aderir a uma nova ideia, como por exemplo a ideia espírita, essa ideia nos empolga tanto, essa ideia nos faz tão bem que a gente dificilmente vai entender essa recomendação de Paulo de Tarso. Como é que a gente não deve se cansar de fazer o bem? Como se, digamos assim, o bem fosse algo que tivesse ser que ser forçado, algo que não fosse espontâneo. Sim, é espontâneo. No entanto, com um olhar mais amadurecido, nós vamos entendendo que na caminhada nós não estamos num contato direto com Deus 24 horas. A gente não tem a capacidade de pensar como Jesus o era, do tipo: "Eu e o Pai somos um. Eu estou no Pai, né? O Pai está em mim, assim como eu estou no Pai". Ou seja, a comunhão de Jesus com o divino era tamanha, que ele sim tinha
de pensar como Jesus o era, do tipo: "Eu e o Pai somos um. Eu estou no Pai, né? O Pai está em mim, assim como eu estou no Pai". Ou seja, a comunhão de Jesus com o divino era tamanha, que ele sim tinha uma conexão através da fé mais direta. A nossa conexão através da fé é direta na perspectiva da prece, da oração, mas não é tão direta assim como era a conexão de Jesus com o Pai. Nós não podemos dizer: "Eu e o Pai, eu e Deus somos um". Deus está em mim, né? a partir da ideia da providência, a partir da ideia de que Allan Kardec coloca em gênese, de que o fluido cósmico, o fluído universal permeia todas nós criaturas e com isso um pensamento nosso ao vibrar vibra, né, a harmonia do criador. Então Deus está em nós, no entanto nós não estamos no criador. Então essa comunhão não é tão perfeita devido à nossa lacuna de perfeição. Num, nesse sentido, por nós não termos uma linha direta tão direta assim com a divindade, para exercer a nossa fé, nós acabamos nos juntando a a gremiações, a instituições, no caso do Espiritismo, a uma vinculação de um centro espírita, ao que a gente chama de movimento espírita. E no início, por exemplo, de um estudo sistematizado da doutrina espírita de um ESD, sempre se faz a diferenciação entre espiritismo e movimento espírita. O espiritismo sendo o campo doutrinário, o campo das ideias, o campo da conexão direta da nossa fé, o movimento espírita sendo essa organização de homens, de pessoas em instituições para poder viabilizar uma outra conexão da nossa fé. Já que a gente não tem uma conexão direta com o criador, a gente vai precisar sim dessa conexão dos homens que são construídas por nós homens. Perceba que quando Jesus encontra a samaritana que está no poço do pai Jacó, eh, há uma proposição em algum momento lá da passagem de se perguntar: "Senhor, nós perdemos a possibilidade de adorar a Deus no templo de Jerusalém. Então, nós temos adorado a Deus no Monte Garuzim, na natureza. E nós queremos saber onde é melhor adorar a Deus. E aí a gente fica muito tentado, né,
ibilidade de adorar a Deus no templo de Jerusalém. Então, nós temos adorado a Deus no Monte Garuzim, na natureza. E nós queremos saber onde é melhor adorar a Deus. E aí a gente fica muito tentado, né, especialmente se a gente gosta de natureza, se a gente tem uma vinculação com essa questão mais, por exemplo, do mar, da mata, né? A gente tende a pensar que não, aqui nós estamos em contato com o criador. Mas Jesus vai mais além e responde assim: "Olha, ainda é necessário que vós adoreis a Deus em tempos de pedra. No entanto, haverá um dia em que vós adorareis a Deus em espírito e em verdade no templo do próprio coração. Então é como se ele dissesse, ó, né, que a a adoração maior, a vinculação maior que nós fazemos com o criador não necessariamente é na natureza, como também não deve, não necessita ser num templo sagrado específico para nos conectarmos, porque o que importa é que se estivermos ou não na natureza, se estivermos ou não nesse templo sagrado, a gente possa eh nos conectar com a gente próprio para se conectar com o criador. De qualquer forma, qualquer que seja o meio externo para aliciar, né, mobilizar em nós essa conexão mais direta com o criador, o fato é que ainda é necessário, né, os templos de pedra, ou seja, as instituições, coloca Jesus um dia, ou seja, quando a gente tiver numa conexão total, como ele nos coloca que a gente poderá ter, a gente vai adorar a Deus numa percepção maior. Bem, isso é um dia, nessa caminhada que a gente tem, portanto, com movimentos espíritas, né, movimentos de de outras religiões, enfim, nessa construção humana religiosa, a gente lida com seres humanos. Então, lidamos com decepções, lidamos com problemas, com confusões, né, com tudo que tá atrelado nessa caminhada institucional, né, os atropelos, como também a as benécies da gente tá em uma instituição, né, se organizar em uma movimentação espírita. Porque o que é qual é o grande valor da gente se organizar enquanto instituição? e a gente poder compartilhar a ideia de compartilhamento, a ideia de
ão, né, se organizar em uma movimentação espírita. Porque o que é qual é o grande valor da gente se organizar enquanto instituição? e a gente poder compartilhar a ideia de compartilhamento, a ideia de pertencimento, que se a gente fizesse apenas a nossa vinculação religiosa, a nossa vinculação espiritual, eu comigo mesmo, na minha prece, apenas, a gente não teria essa outra benessé, que é vincular a gente a outras pessoas, aprender com outras pessoas, né? Por exemplo, essa possibilidade da mansão do caminho, essa possibilidade das lives, essa possibilidade da TV da mansão, não seria uma realidade, porque estaria cada um adorando a Deus na sua fé individual, sem se comunicar. Então, quando eu faço alguma palestra, né, quando eu vou compartilhar ideias, eu tô compartilhando, digamos, um pouco da minha vivência com a fé para você que tá escutando. Isso pode ser muito útil, pode ser muito bom, porque você pode aprender com minha experiência, eu posso aprender com a sua experiência, eu posso aprender com compartilhamento. Agora, é possível que haja também decepções. Às vezes, essas decepções, como a gente falava em um programa anterior, né, em uma palestra anterior aqui do Jesus e saúde mental, essas decepções às vezes acontecem porque a gente eh só quer um líder que vista a nossa roupagem 100%. E se o líder tiver alguma outra opinião divergente, diferente, a gente já derruba esse líder completamente, como se ele fosse eh uma total invalidez, só porque ele não pensa exatamente como a gente pensa. Só que veja, a vinculação de interpretação de um texto religioso dá margem para muitas interpretações, né? Veja quantas religiões não vieram derivadas, né, da Bíblia, do Novo Testamento. A, o Evangelho segundo o Espiritismo, é a interpretação espírita para as passagens do Evangelho. Então, há uma grande margem de percepção e seria muito, talvez, assim, egocêntrico, muito egóico, muito eh imaturo da nossa parte achar que a minha visão é a única visão correta. Então, às vezes as decepções também acontecem, não
e percepção e seria muito, talvez, assim, egocêntrico, muito egóico, muito eh imaturo da nossa parte achar que a minha visão é a única visão correta. Então, às vezes as decepções também acontecem, não porque o outro de fato se equivocou, mas porque eu também eh me equivoco na minha expectativa, me equivoco na minha idealização. De qualquer forma, isso vai minando um pouco a nosso, o nosso ânimo, vai minando um pouco a nossa energia. E aí é muito interessante pensar nessa segunda fase, a primeira fase de uma nova conversão. Por exemplo, você que tá começando agora no espiritismo, é simpatizante do Espiritismo. A primeira fase é a fase do encantamento, da empolgação. É aquela fase que você está se convertendo, digamos assim, a nova ideia. Essa ideia tá conseguindo preencher toda a tua vida, né? As pessoas que do centro espírita que você tá frequentando, todas parecem maravilhosas, todas parecem quase divinizadas, né? O palestrante que você tá começando a a escutar, poxa, esse cara é é 10. Enfim, tudo parece muito bom porque você tá empolgado, você tá apaixonado por essa ideia. Quando é alguém como eu, por exemplo, que já nasci numa visão espírita nesta existência, essa fase do apaixonamento é um pouco diferente, sabe? Porque a gente já começa desde muito pequeno escutando, vai fazendo parte das nossas entranhas, da nossa cultura. É como, por exemplo, meus filhos muito pequenos ali, 5, 8 anos, mas desde 4, 5 anos já falam ali da ideia da reencarnação, né? a ideia do espírito imortal, a ideia de Deus, a ideia de Jesus como modelo, ou seja, ideias que eu enquanto espírita, vamos fui passando ali e fui passando muito naturalmente na brincadeira, nas orações, nas aulas de evangelização. Hoje em dia eu faço muita aula de evangelização com eles, eu e eles, né? uma coisa que aprendi na pandemia, eh, e nos últimos tempos também, eu e eles pegamos ali um vídeo no YouTube de algum ponto que eu queria que eu queira conversar com eles. Eh, e aí a gente vê o vídeo no YouTube, porque veja, essa
mia, eh, e nos últimos tempos também, eu e eles pegamos ali um vídeo no YouTube de algum ponto que eu queria que eu queira conversar com eles. Eh, e aí a gente vê o vídeo no YouTube, porque veja, essa geração vê muito o YouTube, né? O YouTube eh faz parte da linguagem dos jovens e das crianças de forma muito intensa. Então, porque a gente também não bota o YouTube para trazer essa outra mensagem? Então é interessante que meu filho falou: "Papai, hoje vai ter o evangelho do YouTube, né? O evangelho interessante porque eu boto um vídeo no YouTube, a gente conversa, ele vai um papo danado, deixa espaço para eles perguntarem, a gente faz uma prece e eles dormem. Então aquela prece final, né, da noite eh se transformou no evangelho da noite, eh, a partir desses elementos. Então, eles já vão entranhados, como eu fui também entranhado na minha infância, dessas ideias. Agora mesmo eu e mesmo você que já nasceu numa visão espírita, certamente, como eu teve eh um algum momento de um eh digamos um empoderamento maior, de um encantamento maior. Eu me recordo eh muito fortemente que foi quando eu tava com 13 anos. foi na virada do ano, no ano novo, de 12 para 13 anos, em que eu pensei assim na minha existência, na minha vida e claramente pensei assim: "Poxa, eu já tô com eh já tô adolescente, já tô fazendo esse ano agora eu faço 13 anos, então a vida não é uma brincadeira só. Eu tenho que fazer alguma coisa mais responsável, uma coisa mais séria. Eu rio porque olho para trás, né, e vejo esse adolescente com 12 para 13 anos tem essa ideia de que eu não posso perder tempo mais na existência e tenho que fazer algo mais sério. Eh, e veja assim, com muito carinho, né, esse jovem. Fico imaginando se eu escutasse isso de um jovem, eh, como eu acolheria esse jovem e não desempolgaria esse jovem? talvez pudesse falar assim: "Olha, tenha calma, tudo tem seu tempo, mas faça, não deixe para amanhã, não faça hoje", né? Tem esse esse sentimento de urgência que a paixão nos dá. Quando a pessoa está
talvez pudesse falar assim: "Olha, tenha calma, tudo tem seu tempo, mas faça, não deixe para amanhã, não faça hoje", né? Tem esse esse sentimento de urgência que a paixão nos dá. Quando a pessoa está apaixonada, ela tem um senso de urgência de encontrar o objeto da paixão, a pessoa pela qual ela tá apaixonada. Então é importante sim o apaixonamento, a empolgação, esse tempo de urgência que para mim foi nesse momento de 12 para 13 anos, apesar de já estar entranhado do espiritismo. Então nessa fase da adolescência a gente só vê as coisas, né? Pelo menos eu via, né? As pessoas do centro muito evoluídas, entende? Tudo muito bom, tudo muito belo, mas conforme a gente vai adentrando e vai trabalhando, vai trabalhando, chega essa um outra fase, a fase das decepções. Quer seja porque a gente tava com muita expectativa, muito apaixonamento, quer seja porque as pessoas de fato têm os seus equívocos, as suas perturbações e a gente vai ter que aprender a lidar com elas. É aí onde entra sobretudo a fala de Paulo de Tarso. E me chamou muito atenção, né, quando eu li pela primeira vez essas epístolas e pude escrever até alguns um texto sobre isso pro jornal do comércio aquele local que era não nos cansemos do bem. Eu tava ali, acho que com meus 18, 19 anos, então já tava trabalhando porque com esse com 13 anos de idade eu comecei eh oficialmente os meus trabalhos espíritas, né, com 12 para 13, geralmente nessa transição. Então eu comecei a fazer a campanha do Quilo e comecei a fazer a evangelização como evangelizador de adolescentes. E a partir dali começou o trabalho, com 17 anos comecei a fazer palestras, tudo num crescendo de responsabilidades que eu fui desempenhando naquele centro espírita que eu tava vinculado que era o Neio, o núcleo espírita investigadores da Luz, uma instituição bastante antiga de termos de idade aqui na minha cidade Recife. E quando foi mais ou menos com essa idade, eu vi esse texto e me chamou muita atenção, né, porque começaram a ver algumas decepções naturais.
nte antiga de termos de idade aqui na minha cidade Recife. E quando foi mais ou menos com essa idade, eu vi esse texto e me chamou muita atenção, né, porque começaram a ver algumas decepções naturais. e vou compartilhar algumas. Me chamaram para um centro espírita para fazer uma palestra e eu tava começando a fazer as palestras, né? Eh, e era um centro espírita distante de onde eu morava, mas era na minha era na minha cidade, na região metropolitana, e a pessoa não me conhecia porque naquela época não existia YouTube. Então, hoje a pessoa já vê ali um vídeo meu no YouTube, já conhece, já faz um teste drive antes de chamar para algum local, né? Já chama às vezes porque já gosta, né? Naquela época não. Ouviu falar, etc. E me convidou. E engraçado que ela me convidou logo para duas vezes e eu falei: "Olha, você não quer primeiro ver uma palestra e tal? Não, não, vamos convidar duas vezes." Já me falaram bem, eu aceitei. Mas foi curioso, pessoal, que eh a dirigente que convidou na semana da palestra, ela ligou muito paraa casa dos meus pais. Eu já era estudante de medicina, já tava ali no início da faculdade, então tinha já meus 19 para 20 anos, eh já tinha dois a tr anos fazendo palestras, mais ou menos isso. E o curso de medicina é integral. Então eu saía de casa de manhã, só voltava de 5 horas da tarde, 5:30, quando o trânsito permitia, então chegava de noite. E às vezes você tem os plantões que você dá. Então, às vezes só chegava de 10 horas, 11 horas em casa. Eh, e ela me ligava e eu não tava em casa. E ela deve ter ficado preocupada, puxa, esse menino é irresponsável, não para em casa, não para em casa. Mas eu não parava em casa justamente pela responsabilidade do curso, né? E ela então começou a perguntar para meus pais: "Olha, mas é porque ele tem uma palestra tal dia e eu tô querendo confirmar?" E minha mãe falou assim: "Olha, ele não, a primeira vez ela respondeu, ele não confirmou, ele confirmou para você, confirmou". Então não se preocupe, ele bota na agenda dele, ele vai e eu vou
firmar?" E minha mãe falou assim: "Olha, ele não, a primeira vez ela respondeu, ele não confirmou, ele confirmou para você, confirmou". Então não se preocupe, ele bota na agenda dele, ele vai e eu vou mesmo, né? Eh, acho que raras foram as vezes que aconteceram de a dar um trabalho, de eu ter que desmarcar, de eu esquecer. Eu me recordo de uma vez que eu anotei 15 horas, né? Eu fiz 15, então tenho cinco. Eu pensei que era 5 horas da tarde, né? E não era de 5, 3 horas da tarde. Aí mas eu fui, cheguei atrasado, expliquei o erro, pedi mil desculpas e fui. Eh, mas quantas vezes eu não fui, a pessoa que convidou esqueceu que convidou. Cheguei lá, tinha outro local, tinha outra pessoa fazendo, né? E eu tudo bem, apesar de ter me deslocado muito. Ou ou então eh a pessoa convidou, essa foi uma situação muito interessante, porque a pessoa convidou, era um sábado à noite, eu fui ao invés de sair eh, paraa balada, eu fui lá fazer a palestra espírita. Eh, mas a reunião não existia mais, entendeu? Sento espírita tava fechado. Eu, puxa vida, e aí vou embora, não vou? Será que vai chegar? Porque às vezes acontece de um local menor o pessoal abrir bem em cima da hora. Então lembro que eu fiquei esperando, não era um local tão tranquilo, era eh até relativamente perigoso. Então eu vou, tenho esse compromisso que aprendi desde muito cedo, mas ela não me conhecia, né? Mas minha irmã me conhecia e falou para ela, tentou acalmar. Ela se acalmou um dia, no outro dia ela ligou de novo. Então, meus amigos, ela ligou todos os dias. Quando chegou no dia da palestra, ela ligou pelo menos três vezes. E aí eu falei, a gente foi, quando a gente chegou lá, tava eu, já dirigia, meu pai do lado e minha mãe atrás. E ela não sabia quem era o Leonardo Machado, mas quando ela viu meu pai, ela teve uma tranquilidade porque ela achou que meu pai fosse eu, né? E aí falou com o meu pai: "Puxa, Leonardo, que bom que você veio, que bom, a gente tava preocupada". Eh, e aí meu pai falou: "Não, não sou eu, não, é ele". Quando ele ela ele
que meu pai fosse eu, né? E aí falou com o meu pai: "Puxa, Leonardo, que bom que você veio, que bom, a gente tava preocupada". Eh, e aí meu pai falou: "Não, não sou eu, não, é ele". Quando ele ela ele apontou para mim e ela viu o jovem, né? Fision mais jovem ainda, não tinha barba, era mais jovem ainda, né? Tinha 19 anos, então era bem novinho. E aí quando ela viu o olho, o o a fisionomia, ela ficou preocupada novamente, né? Andava de um lado, andava do outro, a gente dentro do carro e não saía. Até que alguém falou: "Não, vamos entrar no centro". A gente entrou no centro, aí me colocaram numa num sala, entre aspas, preparatória, mas eu vi a movimentação de uma pessoa, olhava para mim, comentava e eu não entendi muito bem. Às vezes me dá um certo, né, uma certa leseira na cabeça, sabe? Até muito boa para não entender o que que tá acontecendo. Aí veio veio a minha mãe, eh, e ela falou assim: "Olha, sua mãe vai fazer a prece". Tá bom, tá bom. Bem, chegamos na palestra no público e a dirigente que convidou, que tava super nervosa, ela olhou assim e falou pro público: "Bem, hoje nós temos aqui Leonardo Machado, respirou fundo dessa forma pro público e falou: "Bem, a gente tá vendo que ele é bem jovem, né? Mas assim, vamos orar para que dê tudo certo, para que ele consiga ter intuição, né? Eu acho que ele se preparou. qualquer coisa, a mãe dele tá aí para fazer a prece. Foi desse jeito a preparação, sabe? Uma preparação bem tranquila, eh, e até de certa forma naquele momento decepcionante, né? Porque, poxa, a pessoa sabe que eh o espiritismo fala de que o espírito é imortal. Então, só por causa de uma idade, embora ela já tivesse escutado falar bem, né? uma idade física, ela faz esse papelão na frente, mas ainda bem que me deu uma leseira na cabeça que eu não me liguei e fiz lá minha palestra e parece que tava inspirada naquele dia. O povo gostou, ela gostou, me agradeceu. Mas se a gente for muito decepcionável, a gente se desempolga, se desencanta, porque essa é apenas uma história mais
a e parece que tava inspirada naquele dia. O povo gostou, ela gostou, me agradeceu. Mas se a gente for muito decepcionável, a gente se desempolga, se desencanta, porque essa é apenas uma história mais cômica de várias histórias que a gente vai acumulando enquanto trabalhador. Todo trabalhador que se dedica a uma causa do bem vai acumular não só histórias de bênçãos, mas vai também acumular histórias de desafios, de decepções, de agressões, de calúnias. As calúnias de onde você nem imagina que poderia chegar. Essas são as marcas do Cristo, infelizmente. E aí a gente precisa assim, não se cansar de fazer o bem, porque quando vem a decepção, vem o cansaço. Quando você está empolgado, você tem energia para fazer as coisas. Quando você está decepcionado, você tem cansaço, você tem falta de energia, você tem falta de paixão, você tem falta de empolgação. E aí sim, no segundo momento, um momento de maior tempo numa vinculação para que você não debande, para que você não saia daquele caminho que era tão bom para você por causa de um erro de alguém, de um equívoco de alguém, você possa transformar esse equívoco do outro num aprendizado pessoal. E aí a recomendação de Paulo é muito interessante. E vós não vos canseis do bem. Porque eu trouxe no início da nossa palestra de hoje a música Tempo Perdido da Legião Urbana, né, do Renato Russo. Porque quando a gente tá decepcionado, né, a gente também pensa muitas vezes na nossa cabeça que foi tempo perdido. Puxa vida, eu fiz tanto para agora eu ver tanta perturbação no meu centro. ver tanta perturbação na minha casa, ver tanta perturbação, eu fiz tanto, me doei tanto. E às vezes junto dessa decepção vem também a sensação de tempo perdido. E aí o poeta, o compositor, é muito primoroso quando ele, quando ele fala: "Nem foi tempo perdido, porque nós somos tão jovens quando nós somos espíritas, mas espíritas mesmo, né? verdadeiros espíritas, não espírita perfeito, verdadeiros espíritas no sentido de colocar essas ideias na hora que elas precisam ser colocadas,
ens quando nós somos espíritas, mas espíritas mesmo, né? verdadeiros espíritas, não espírita perfeito, verdadeiros espíritas no sentido de colocar essas ideias na hora que elas precisam ser colocadas, não só no bem bom, mas nas adversidades também. A gente precisa entender que nós somos reencarnacionistas. Este momento que a gente tem hoje é só um momento, um segundo. A nossa vida é a imortalidade. Então, de fato, não foi tempo perdido quando é um tempo dedicado ao bem, quando é um tempo dedicado a uma causa nobre. Não é tempo perdido, os resultados demoram. E aí vê o que que Paulo de Tos coloca. Se não desistirmos, colheremos no tempo certo. Aí é o problema. Qual é o tempo certo? O tempo certo da nossa ansiedade é hoje, é ontem. O tempo certo que nos remete à ideia do tempo de Deus, que nos remete à ideia da imortalidade, é um tempo que pode ser só na outra existência. Então, se não desistirmos, a gente vai colher, sim as benéces. E as benécies podem vir de forma mais diretas, mas às vezes vem de forma indireta. E para que a gente possa permanecer na colheita, né, permanecer na semeadura para que a gente consiga ter alguma colheita, a gente precisa persistir. E para persistir, vale a pena lembrar que não foi tempo perdido, porque nós somos muito jovens, espiritualmente falando, você pode ter um corpo mais idoso, você pode ter um corpo mais jovem, pode ter um corpo mais ou menos, mas todos nós somos muito jovens. Quando a gente pensa na maturidade de Jesus, na idade espiritual que esse ser iluminado tem, e é esse ser que é guia e modelo. Então, se a gente tem ele como guia modelo, a gente tem que ter também o quê? a percepção de que nós somos muito jovens e temos muito que aprender ainda, mesmo que nesta existência já temos aprendido muito. E as decepções, infelizmente, ou felizmente são grande mananciais de aprendizado. As adversidades da própria movimentação espírita, as adversidades do próprio movimento religioso que você se vincula, dói muito porque você tem uma
ou felizmente são grande mananciais de aprendizado. As adversidades da própria movimentação espírita, as adversidades do próprio movimento religioso que você se vincula, dói muito porque você tem uma idealização juvenilatura, do encantamento de que seriam pessoas perfeitas, seriam pessoas que não teriam possibilidade desse erro, mas elas estão lá, como você também está aqui e está lá, porque todos nós somos adoecidos emocionalmente e estamos buscando um remédio. forte como cristianismo para domar um pouco os nossos as nossas arestas. E é justamente por isso que a gente vai encontrar muita gente perturbada, incluindo eu e você, justamente nessa movimentação espírita, nessa movimentação religiosa, porque os sãos não precisam de médicos, são os doentes que precisam de médicos, disse Jesus. O remédio que ele traz, a água que ele traz é tão poderosa que os mais sedentos, os mais comintos, os mais sedentos, né, de de sede, digamos assim, é que buscam essa água nesse primeiro momento. Aqueles que não estão tão sedentos assim conseguem encontrar alívio momentâneo em águas parciais da vida. Mas aquele como eu, aquele como você, que temos uma sede maior, só conseguimos encontrar algum, alguma saciedade nessa água da vida que é a doutrina espírita ou o cristianismo de uma forma mais eh elevada, de uma forma mais ampliada. Então, é natural que essas pessoas com tanta sede às vezes se batam pela pressa que tem de beber a água da vida. Porque nós somos às vezes como aquela multidão que se acotovelava para poder chegar perto de Jesus. Então, às vezes a gente erra pelo atropelo, mesmo querendo tanto acertar que a gente erra, atropela, não tem como, não tem paciência de esperar um ao outro, mas não é tempo perdido. Somos muito jovens, por isso a gente não pode se cansar do bem. Eu me recordo nesse trabalho cedo que comecei na evangelização desse centro, né, que atende uma comunidade socialmente carente aqui de Recife, de uma história que acho que já contei aqui a pular, talvez na própria TV da Mansão, mas que
ue comecei na evangelização desse centro, né, que atende uma comunidade socialmente carente aqui de Recife, de uma história que acho que já contei aqui a pular, talvez na própria TV da Mansão, mas que eu queria recordar de um dos evangelizandos, né, que não foi evangelizando meu diretamente, eh, porque eu eu era ele evangelizava adolescentes, né, e ele era criança, né, ainda pré-adolescente. Então ele não chegou a ser meu aluno ali na sala de aula do Neio, mas ele foi pro tráfico de drogas, era aquela pessoa que levava droga do traficante para o comprador e acabou sendo preso e na prisão acabou falando, né, algumas alguns detalhes, enfim, do tráfego. Isso acabou eh fazendo com que outras pessoas fossem presas. Enfim, ele acabou sendo assassinado, né? Assassinado quando ele tava num momento fora da prisão e eh foi assassinado de uma forma muito brutal, né? Esmagando a cabeça dele com pedra entre o meu fio e ali e a pedra. Então ele ficou com o corpo no chão e para desespero da mãe, o outro filho dela viu a cena e o outro filho dela ficou de também ficou em em enraivecido, né? E falou pra mãe que ia se vingar, falou pra mãe que ia matar eh os traficantes, etc. Mas obviamente ele não ia, né? Ele era uma adolescente ali sozinho. E a mãe então desesperada foi até lá a o grupo de evangelizadores e falou assim: "Por favor, falem de de perdão. Falem de Jesus ainda mais como vocês falam, porque meu filho precisa perdoar. Porque se ele não perdoar eu vou perder dois filhos ao invés de só um. Se ele quiser se vingar ele vai morrer. Eu sei. Os traficantes não dão trégua. por favor, falem de perdão. Aquela fala desesperada tocou todos nós, não é? Todos nós. E eu me recordo dessa reunião mediúnica em que os evangelizadores desapontados, com essa sensação de que, puxa, a gente fez tanto, doou tanto e a gente perdeu essa criança pro tráfico de drogas, né? Porque quando a criança sai da evangelização porque mudou de religião, ainda bem, né? O problema é quando ela sai porque ela foi pro
doou tanto e a gente perdeu essa criança pro tráfico de drogas, né? Porque quando a criança sai da evangelização porque mudou de religião, ainda bem, né? O problema é quando ela sai porque ela foi pro tráfico de drogas ou pro tráfico da vida, né? E se perdeu nesses eh nessa lama que às vezes a vida oferece. Esse é o problema. Se ela mudou de visão, não tem problema. Ela permanece ali vinculada a uma visão do amor. Se a gente, se Deus quiser, né? Ainda bem. Então, essa era a decepção que banhava o meu coração, a decepção dos outros evangelizadores, o fato de tá fazendo, né, e a vida com as suas adversidades tirar esse jovem dentro da nossa evangelização. Eu me recordo como se fosse hoje da comunicação que uma médium experiente muito lúcida, deu, né, um espírito através dela, né, da psicofonia. lembrando todos os evangelizadores de uma de um fato de uma criança que eles também haviam, entre aspas, perdido para a vida, para a questão do do tráfico e a questão da ilegalidade, enfim. E a criança também morreu muito cedo, muito jovem, foi presa e deu aquele desânimo. E o espírito falou: "Lembra que naquela época foi nos revelado a partir da nossa fundadora, né, a partir da fundadora do centro, que ainda era encarnada, a partir da mediunidade dela, que aquele jovem, né, aquela criança, todas as sementes que iam sendo jogadas não eram para germinar naquela existência. eram para ser germinadas em existências futuras e que por isso vocês não perdessem o ânimo, porque não foi trabalho perdido, não foi tempo perdido, diria eu, parafraseando a música. Dessa forma também, esse jovem que hoje, né, que nos dias de hoje vocês lamentam a desencarnação e se sentem derrotados, vocês não são derrotados. Vocês colocaram as sementes que vão desabrochar no momento certo, mas persistam para que outras sementes possam desabrochar no momento certo. Nessas horas, a empolgação tende a falhar. E aí não é a decepção por causa do movimento de perturbação que outras pessoas fazem. É a perturbação da vida,
sementes possam desabrochar no momento certo. Nessas horas, a empolgação tende a falhar. E aí não é a decepção por causa do movimento de perturbação que outras pessoas fazem. É a perturbação da vida, do mundo, que às vezes tira o fruto que a gente tanto queria ver aquela criança recuperada, mas quando a gente vê ela tá morta, está ali assassinada. Então, a empolgação nesse momento não existe. O que existe é essa lembrança da persistência, de que a gente deve persistir não se cansando do bem, porque no tempo de Deus, né, no tempo adequado, as coisas vão surgir e o que a gente fez de bom não vai ser perdido. Eu tinha, queridos amigos, essa teoria na minha vida por essas questões, porque confidenciei aqui algumas histórias, mas eu tive isso palpável recentemente, né? e quando estive também recentemente, em setembro, na manção do caminho, comemorando eh os 75 anos do Centro Espírita, né, Caminho da Redenção e 70 anos da mansão do caminho. No seminário eh que estive a honra de falar junto do Divaldo, uma honra de falar junto do André Peixinho, eu pude contar de um adoecimento que se você não tava, vou contar novamente. Quando foi logo depois do dia dos pais, eu estava tocando minha bateria quando um clarão, né, veio na minha na minha na minha visão. E quando o clarão foi embora, eu fiquei com esse olho direito, né, eh, a visão do olho direito perdida. No termo técnico, eu tive a Maurose, então fiquei com a cegueira desse olho direito. E aquilo eh me causou um espanto que eu nunca imaginei que teria algum tipo de cegueira em algum momento. Nunca imaginei. Eh, do ponto de vista médico super saudável, mas a visão foi perdida total naquele momento. Durante 5 minutos, mais ou menos. Eu tive um certo controle emocional para poder fazer o exame físico, perceber que de fato era esse olho direito que tava com problema para não estressar minha mãe, que eu tava na casa dos meus pais na hora. O a visão foi voltando aos poucos, né? E aí eu pensei bem, como médico, eu fui pensando bem eh talvez seja isso, acho
problema para não estressar minha mãe, que eu tava na casa dos meus pais na hora. O a visão foi voltando aos poucos, né? E aí eu pensei bem, como médico, eu fui pensando bem eh talvez seja isso, acho que não é nada oftalmológico, porque se fosse não teria voltado, acho que não é nada na retina. Enfim, fui fazer meus afazeres, eu tinha aqui tarde atender várias pessoas, mas conforme eu fui atendendo, eu fui percebendo que poderia ser algo mais grave, né? E aí falei assim pra minha secretária: "Olha, essas duas últimas pessoas que eu iria atender de forma extra, explica a situação que aconteceu um problema de saúde comigo hoje e que eu vou ter que ir na emergência". Eu fui na emergência neurológica, porque eu comecei a perceber que podia ser algo neurológico, eh, meio que pensando que ia sair naquela naquele dia, mas eu tive que ficar internado porque tinha acontecido um possível ataque isquêmico transitório, que é um tipo de AVC muito localizado. Então, tive que ficar internado durante 4 dias ali na UTI. Fiz a quantidade enorme de exames que vocês possam imaginar. Tudo veio normal. Tudo veio normal. Tive muito aprendizado, né, nesse momento. Eu até brinco que, olha, eu descobri que tava super saudável dentro da UTI, porque eu tava tão bons exames que os colegas falaram: "Rapaz, você tá melhor do que eu em termos de exames, né, em termos de parâmetros médicos". Mas o que eu queria trazer aqui de um ponto que ainda não contei em nenhum local foi o porquê do que isso aconteceu, né? E que eu não me dei conta até quando estive a na mansão do caminho contando essa história, né? Dei graças a Deus de ter podido voltar a enxergar. Não deixou nenhuma sequela. foi uma experiência de adoecimento que me fez muito, trouxe muito aprendizado. A quantidade de pessoas que oraram para mim foi muito grande. Eu fiquei assim muito conduído, né? Muito eh mas quando eu fui fazer o seminário, o Divaldo contou a história dele perto do que ele seminário e contou que ele tinha levado uma queda, né? uma
o grande. Eu fiquei assim muito conduído, né? Muito eh mas quando eu fui fazer o seminário, o Divaldo contou a história dele perto do que ele seminário e contou que ele tinha levado uma queda, né? uma queda que tinha um fundo espiritual na jogada, tinha batido o mesmo olho direito. Ele também tinha pensado que tinha ia ficar cego, mas ele conseguiu se proteger. E naquele dia lá, né, eu percebendo toda a energia, eu percebi claramente o que ele falava para mim nos bastidores, de que poderia ter sido pior. Eu poderia ter ficado com uma sequela. E até então eu confesso que eu não tinha pensado em sequelas, porque todos exames normais, né, quando eu tava dentro do hospital, eu fiquei pensando em algo pior, né, pensei que era um tumor cerebral, enfim, pensei várias situações, mas conforme os exames vieram normais, eu, enfim, achei que talvez tivesse sido algum estresse, né, acúmulo de estresse que a própria pandemia eh me trouxe de várias situações da minha vida. Achei que tinha sido isso, mas não tinha me dado conta da questão reencarnatória de que poderia ter sido pior, até porque os exames todos vieram normais. Quando Divaldo me revelou essa situação, na semana seguinte eu fui fazer outros exames e aí conseguiram detectar uma alteração num exame chamado arteriografia do olho, né, e a retinografia. fizeram a tomografia também do olho, ou seja, foram aprofundando, já que os exames estavam todos norados, foram aprofundando, foram aprofundando e encontraram uma lesão mínima, né, na circulação do olho direito, que mostrava uma oclusão, tá? Que de fato então mostrava que tinha tido uma oclusão ali. Eh, e aí eu lembrei do Dival porque ele tinha revelado que poderia ser pior, né? Mas eu pensei, por tudo, exame normal, como é que poderia ter sido pior? é uma coisa transitória, mas não, quando mostrou lá uma oclusão, poderia ter sido uma oclusão muito pior, né? E então eu voltei a conversar com ele e ele me falou: "Pois é, o seu mérito na existência, a misericórdia de Deus, as
s não, quando mostrou lá uma oclusão, poderia ter sido uma oclusão muito pior, né? E então eu voltei a conversar com ele e ele me falou: "Pois é, o seu mérito na existência, a misericórdia de Deus, as orações das pessoas fizeram com que você pudesse sofrer, né? Os passar pelo sofrimento, passar pela expiação, passar pelo resgate, mas sem as sequelas. continue trabalhando. Parabéns. Ache interessante que ele falou parabéns, né, meu querido menino. Parabéns, porque é interessante essa situação, a doença, né? Às vezes a gente pensa como algo que é para ser excluído, mas às vezes é uma situação que ainda bem que aconteceu, né? E a gente tem méritos dessa própria existência para poder atenuar o problema. Não significa que os nossos méritos vão tirar todo o problema. Eu fiquei ali enterrado, passei pela toda angústia de ser, de não ser, mas eu poderia ter ficado com uma sequela, com uma cegueira permanente ou com outra sequela motora, não sei, tão jovem. Então, se eu tinha, e por isso que eu quero contar, compartilhar essa questão pessoal, porque se eu tinha a percepção desde os meus 19 anos, quando tive contato com Paulo de Tarso nessas epístolas aos Gálatas e aos Tessalonicenses, nos convidando a não nos cansar do bem. Se eu tinha a teoria de que tudo que a gente faz pro bem não se perde, se eu tinha esses exemplos de que a gente não deve se decepcionar tão fácil e desistir, mas sim persistir, se eu tinha a ideia de que não foi tempo perdido quando você trabalha no bem, porque a gente é jovem ainda demais, fisicamente ou espiritualmente falando, se eu tinha a ideia de que às vezes uma semente que a gente coloca hoje vai frutificar em outra reencarnação, com essa experiência pessoal, eu tive a certeza. Então não digo mais hoje, eu acho, eu tenho certeza e é o próprio que aconteceu comigo, talvez a possibilidade de contar também tendo essa revelação, né, que o Divaldo me trouxe e que foi confirmada na oclusão que poderia ser pior. Eu poderia ter ficado com sequelas, eu diria com total convicção.
possibilidade de contar também tendo essa revelação, né, que o Divaldo me trouxe e que foi confirmada na oclusão que poderia ser pior. Eu poderia ter ficado com sequelas, eu diria com total convicção. Tudo que você fizer não vai ser perdido. Se você fizer com persistência, com entrega, com sinceridade. Você não precisa ser perfeito, você não precisa ser o melhor de todos, mas faça com autenticidade, faça com amor, faça com entrega, porque as coisas voltam de forma direta, como foi assim que eu não imaginava nessa existência. Mas se não for hoje, a semente vai ficar no teu coração e no coração das pessoas que estão enxergando a tua vida. E isso vai trazendo uma comunhão positiva. E no tempo de Deus, no tempo certo, as benécias acontecem. Todos os dias quando nós acordamos, nós não temos mais o tempo que passou, mas temos muito tempo. Nós temos todo o tempo do mundo, porque nós somos seres imortais. Todos os dias antes de dormir eu lembro e esqueço como foi o dia, mas eu sigo em frente porque não tenho tempo a perder. Mas quando as adversidades chegam, eu me lembro que não foi tempo perdido, porque eu sou tão jovem, não fisicamente apenas, mas sou tão jovem espiritualmente. Tenho tanto tempo pela frente, não é tempo perdido, nada que a gente faz. para o bem. Eu queria que você ficasse com essa certeza dentro do coração e espero que eu possa ter lhe ajudado hoje.
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