Para Viver o Evangelho | 175 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (capítulo 11)

Mansão do Caminho 19/08/2025 (há 7 meses) 58:45 1,017 visualizações

Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser. É proposta de crescimento e novas perspectivas para elevação moral e para o progresso. A espiritualidade trouxe, por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus. reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional entre encarnados e desencarnados. A vida não cessa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo às questões sobre o porquê de estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, Pedará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Godim, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Perez, São Paulo, Margarete Atla, São Paulo, Maí e Braga, Brasília, on Carrara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do Corpo de Palestrantes da FEB e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador, Bahia. Inscrições www.feb.org.br. BR. Venha, participe. >> Caros internautas, boa noite todos aqueles que nos acompanham e nos assistem pela TV FEB, também pela TV Mansão do Caminho. E só recordando, antes de recordar, dar também as boas-vindas ou boa noite a todos aqueles que estão aqui conosco presencialmente, mas também ratificar que além da possibilidade de adquirir os ingressos para o Congresso pelo site da Federação Espírita do Estado da Bahia, também é possível pelo Simpla. Então, a modalidade que ficar melhor para cada pessoa pode ser escolhida. As pessoas que residem em Salvador podem adotar o site. Aquelas que vem de outros estados ou cidade, o Simpla pode ser uma boa opção. Fica a critério de cada um. Temos outros informes além do congresso, lembrando que nós estamos reforçando

m adotar o site. Aquelas que vem de outros estados ou cidade, o Simpla pode ser uma boa opção. Fica a critério de cada um. Temos outros informes além do congresso, lembrando que nós estamos reforçando toda segunda-feira, logo agora no dia 20 de agosto, quarta-feira, mais conhecida como depois de amanhã, às 19:30 até às 21 horas, nós vamos ter o módulo um presencial do estudo sistematizado da doutrina espírita, então do ESDE. Se você ainda não se inscreveu, está em tempo. As inscrições podem ser feitas tanto no site da federação quanto no local. Então você pode vir na quarta-feira e fazer a sua inscrição no curso que vai começar no dia 20 de agosto. Está pertinho com a coordenação de Mônica Silva e Sérgio Transilo. O nosso próximo informe é sobre o MEP, mediunidade estudo e prática, que também será presencial aqui na sede central da Federação Espírita, com abertura no dia 30 de agosto. Então também é uma data próxima, do mesmo jeito que para o ESG as inscrições podem ser feitas no site da federação e na própria federação presencialmente. O MEP vai acontecer as primeiras e os primeiros e terceiros sábados de 9 da manhã às 10:30. O próximo aviso é que nós vamos ter uma formação continuada e presencial para os evangelizadores de infância e família e demais trabalhadores espíritas interessados na temática com o tema Cuidando das emoções das crianças. vai acontecer no dia 31 de agosto, das 9 da manhã às 12:30, também na sede da federação. E mais um aviso desta noite, nós vamos ter no dia 24 de agosto, às 10 horas, e aí essa palestra é presencial na sede da FEB, só que na sede histórica situada no Pelourinho. Mas para quem não puder participar presencialmente, poderá assistir então pelo canal da FEB, o TV FEB, no YouTube. O tema vai ser Brasil, coração do mundo e do futebol, significados. E aí a gente vai ter esse tema bem detalhado e trabalhado pela nossa querida Rute Brasil Mesquita. Então, sintam-se todos convidados a participar tanto da palestra quanto dos cursos e ações eh do setor de educação

vai ter esse tema bem detalhado e trabalhado pela nossa querida Rute Brasil Mesquita. Então, sintam-se todos convidados a participar tanto da palestra quanto dos cursos e ações eh do setor de educação permanente que foram aí então apresentadas para vocês. Após então os nossos informes, nós vamos continuar a nossa leitura, estudo e reflexões sobre a obra Lázaro Rede Vivo. E vamos começar os comentários neste momento com Naddia Matos. seguidas de Marcel Mariano. >> Uma boa noite a todos os companheiros e companheiras que se encontram aqui conosco, aqueles que se encontram assistindo através da TV Mansão do Caminho e através da do YouTube no canal da FEB e aqueles que assistirão depois, né? Aí vai ser bom dia, boa tarde, não sabemos. Fica aí a critério. De qualquer modo, é uma alegria muito grande estarmos juntos novamente para darmos continuidade ao eh para viver o evangelho. Então, todos os os materiais que nós trazemos aqui, seja romance, seja livros de mensagem, seja diretamente abordando o evangelho, os textos evangélicos, seja indiretamente trazendo outras experiências da vida, nós estaremos pensando em como viver o evangelho. E hoje nos cabe pensar, estudar, refletir sobre o o capítulo 11 do livro Lázaro Red Vivo do nosso irmão X na psicografia de Chico Xavier intitulado Grande Além. Não é à toa que o título é Grande Além, porque ele está trabalhando com a questão da morte. E a primeira reflexão que eu vou propor é que nós possamos pensar sobre a morte como um determinismo para todos os seres vivos. Então nós espíritos encarnados podemos não ter certeza de nada. Muita coisa pode mudar, muita coisa muda, uma coisa não muda nunca. Um dia a morte do corpo físico nos alcançará. acontece que tradicionalmente ficamos muito assustados com essa ideia. Veja que sempre foi assim, mas a humanidade tem uma dificuldade em larga escala de aceitar essa realidade. E na nossa cultura, a negação da morte, ela é muito eh constante, ela é muito comum. Eu me lembro que nos anos 80, eu acredito, foi

idade tem uma dificuldade em larga escala de aceitar essa realidade. E na nossa cultura, a negação da morte, ela é muito eh constante, ela é muito comum. Eu me lembro que nos anos 80, eu acredito, foi aprovada aqui em Salvador uma lei municipal que proíbe que as as lojas que vendem produtos funerários, caixões, capelas, etc., exibam seus produtos para quem não está dentro da loja. Isso significou que todas precisaram se adaptar colocando portas. Se a porta for de vidro, ela tem que ser um vidro espelhado ou de alguma forma que não permita a quem passa na rua ver o que está dentro. Eh, é interessante que antes dessa lei, os produtos dessas casas eram oferecidos na calçada. É muito comum aqui em Salvador, no comércio de rua, que, por exemplo, se a loja vende roupas, então eles abrem a loja e colocam na calçada eh bancas, etc., com as a mercadoria. Se vende brinquedos, se vende outros produtos, se vende frutas, por exemplo, a gente tem isso. Mas se vender produtos funerários não pode, porque incomoda as pessoas ter que visualizar esse tipo de produto, segundo, obviamente, a nossa Câmara de Vereadores. E parece que a população toda nunca vi ninguém se revoltar contra isso. Ao contrário, há uma tentativa frequente de não se tocar no assunto, de não se falar sobre isso. É desagradável. Não gosto, não gosto de dia enterro, não gosto, não gosto, não gosto. E Irmão X vai abordar essa esse aspecto dizendo que tem assim um grande pavor da parte das pessoas quando pensam na morte. A morte é evitada. a todo custo, o que é razoável devido a lei de conservação. Nós todos, uma vez estando encarnados, queremos permanecer assim. Isso é da lei divina. Mas a gente evita falar no assunto, pensar no assunto, o que não é razoável, porque, como eu disse, é um determinismo e precisaremos então lidar com a morte. Em geral, há uma visão pessimista. Pessoas muito religiosas, elas tendem a dizer que não, que existe vida depois da morte. Então, mas aí a pessoa sempre fica na dúvida se ela vai ter uma

com a morte. Em geral, há uma visão pessimista. Pessoas muito religiosas, elas tendem a dizer que não, que existe vida depois da morte. Então, mas aí a pessoa sempre fica na dúvida se ela vai ter uma experiência, por exemplo, do paraíso ou se ela vai ser condenada pelos seus pecados e aí ela vai ser muito infeliz. Então, mesmo aí não é uma ideia muito agradável, não é uma ideia muito palatável. O fato é que todos partem. Todos nós deixaremos o corpo físico e não lembramos com frequência de que Jesus ele veio a nós e ele falou da vida além da morte. Ele não deu detalhes do que vai acontecer, mas ele falou de ressurreição o tempo todo. Jesus dizia: "Eu vou, eu mais um pouco e não mais me vereis e outro pouco e vereis novamente." Ele se referia à sua morte. Ele falando do seu corpo como um templo, ele dizia: "Esse templo destruído, em três dias eu o reconstruo". E existe efetivamente o relato da ressurreição. Então Paulo, numa de suas epístolas, ele vai dizer: "Se o Cristo não ressuscitou, vã é a nossa fé". De tal forma, principalmente para os primeiros cristãos, a mensagem do evangelho, ela era basicamente a mensagem da ressurreição. dizia para aquela população que a morte não é o fim, que a morte não é uma condenação dos seres, é uma porta que nos liberta das injunções do plano físico e nos leva a outras dimensões e outras possibilidades infinitamente melhores. Nessa convicção que os mártires cristãos se colocavam disponíveis a morrer pelo evangelho, a morrer pelo Cristo. Eles se recusavam atrair a sua crença e iam com frequência cantando para o martírio. Era porque era muito viva neles a certeza absoluta de que ali o que estava sendo vivido não era uma tragédia, não era uma calamidade, não era o fim de tudo, não era a derrota total, ao contrário, era a vitória da vida, era a ressurreição, era o encontro com o Cristo. Vamos pensar como é que nós vivemos a morte, como é a nossa vivência sobre a morte. Meus amigos aqui presentes e virtualmente, remotamente ajustados.

, era a ressurreição, era o encontro com o Cristo. Vamos pensar como é que nós vivemos a morte, como é a nossa vivência sobre a morte. Meus amigos aqui presentes e virtualmente, remotamente ajustados. Em todos os setores do pensamento humano, invariavelmente constatamos a repulsa a quase hostilidade quando o assunto trafega ou aborda a morte. Tem-se a ideia de que a vida é essa manifestação nossa sensória. Tem um corpo, cinco sentidos, com o qual apre. Prefiro rejeitar a ideia de conversar, de dialogar, de refletir sobre a morte. Mesmo dentro das religiões, especialmente no ocidente, nós temos aqueles que não fazem abordagem, preferem ocultá-la, sempre falando do que hoje se denominou teologia da prosperidade. Sim, você vai pro reino dos céus, mas ganha a terra primeiro. Coloque dois carros na garagem, enche a sua empresa de clientes, coloque dois cifrões no seu contracheque e a morte. A gente vê isso depois. Não há comentário, permanece um mistério. Chega a ponto de encontrarmos até lideranças religiosas da rama cristã, que é uma imensa árvore e que deu muitos galhos que chegam a não negar. mas criar obstáculo à compreensão. Então, quando o rei Saul pediu informes aos seus soldados, onde é que eu posso encontrar a pitonisa que me esclareça a dúvida? O rei desconhecia, mas o soldado sabia. Senhor, na cidade de Endô há uma pitonisa que consulta os mortos. Tava proibido. Era um período de proibição por causa do Deuteronômio. Saú tira as vestes reais. viaja com seus soldados para Endô e consulta uma pitonisa que era uma hierofanta ou que era uma necromante. Ela consultava víceras de mortos para chegar, mas era uma excelente médio de materialização. A mulher primeiro era um excelente médium. Ela primeiro descobre que é Saul. Ele com vestes simples, tu és Saul. Ele disse: "Eu sou o rei, mas tá proibido. Não se preocupe. Eu sou o rei e eu dou um abias corpos. Pode se preocupar. O que é que o senhor quer? Eu quero consultar Samuel, meu antecessor. Samuel se materializa, a médio cai

ei, mas tá proibido. Não se preocupe. Eu sou o rei e eu dou um abias corpos. Pode se preocupar. O que é que o senhor quer? Eu quero consultar Samuel, meu antecessor. Samuel se materializa, a médio cai torpor. Temos aí uma autêntica sessão mediúnica de materialização. Samuel se dirige ao rei local. Que queres de mim? Porque é que me chama da morte? Porque amanhã vamos enfrentar os filisteus. Quero saber o resultado da guerra. Tá lá. Enfrentou. Eram cinco filisteus para cada hebreu. Saul perdeu a guerra e antes de ser feito prisioneiro, pediu a um guarda que o matasse. O guarda, por respeito, não matou seu próprio rei. Ele então enfia uma espada no chão, a ponta, coloca a ponta na barriga e joga seu peso, cometendo suicídio vergonhoso para não se fazer entregar aos filisteus. A manifestação ali é patente. Velho Testamento. Se formos para o novo, encontramos Jesus no Tabor, materializando Moisés e Elias, além da convença com ele, com legião, o rapaz lunático que se debatia na água, se debatia no fogo, e os discípulos passaram a noite inteira tentando curar, dizendo palavras de ordem, pondo a mão e o espírito ali renite. Pastor Jesus encostar, expulsou o espírito e depois deu a fórmula. Essa carta só se expulsa com jejum e oração. Não é jejum de comida, é jejum do mal. E oração, a confiança em Deus, porque há uma moral debilitada, impõe-se uma moral equilibrada para afastar. Então, só aí eu tenho no grande livro do Ocidente dois fatos. probantes da comunicação mediúnica. A idade média ou todo o cristianismo nascente, três séculos, tá marcado de fatos mediúnicos. Pentecostes, nós temos os fatos se envolvendo. Saulo de Tarso às portas de Damasco, recebe Jesus em pleno meio-dia, até esses fenômenos irem escasseando, por força de que a religião que começou a se transformar em uma outra, se valendo dos escombros do paganismo e dos judeus que iam convertendo-se ao cristianismo, mas traziam suas heranças, esse intercâmbio foi se apagando. Por quê? Porque os médiuns foram todos

ma outra, se valendo dos escombros do paganismo e dos judeus que iam convertendo-se ao cristianismo, mas traziam suas heranças, esse intercâmbio foi se apagando. Por quê? Porque os médiuns foram todos encaminhados para a fogueira. Torra todo mundo, torra, torra. Aí foram matando os médiuns e o mundo espiritual foi ficando sem material para se comunicar, mas iam se reencarnando. A Idade Média, cheio de fenômenos com São Copertino, Santa Teresa de Ávila, São João da Cruz, São Pedro de Alcântara, o Santo, não é? Não confundi com o imperador brasileiro. E tanto, tanto que existe um livro de Cloves Tavares, a média unidade nos santos dentro da própria igreja até explodir com a chegada do Espiritismo no fenômeno das mesas girantes em Paris e as batidas em Heidesville, Nova York, no condado de Rochester com a família Fox. No século XX, a quantidade de médiuns que tivemos no Brasil do quilate de Mirabelli, Carlos Mirabelli, Francisco Cant Xavier, dona Ivone do Amaral Pereira, Peixotinho e outros que demonstraram a saciedade e o fenômeno mediúnico. Nós temos material abundante para comprovar que o ser sobrevive à desmaterialização do corpo. Bom, aí pode haver divergência no âmbito teológico. É para onde o indivíduo vai. Para uma grande parte das ramas cristãs, o indivíduo tá condenado só a dois situações. Ruim vai pro inferno. De onde não sai, vai ficar a serviço da concorrência. vai para o céu, cárcere privado, porque São Pedro deixa entrar, passa ali a chave e não deixa mais sair. O indivíduo fica preso e não pode socorrer quem sofre no inferno. Purgatório é a terra mesmo. E o limbo foi fechado, né? Quem tava lá no limbo foi demandado. A criançada foi para o juizado de menores. O Zind está sob cuidados da FUNAI e os malucos todos estão no Juliano Moreira. Então, terceira tá fechada. A vida, portanto, continua. Os fatos mediúnicos levaram Elizabeth Cléberross, os fatos da morte, a criar uma ciência chamada tanatologia. Tânatus do grego morte, logia, estudo. Essa oncologista extraordinária

portanto, continua. Os fatos mediúnicos levaram Elizabeth Cléberross, os fatos da morte, a criar uma ciência chamada tanatologia. Tânatus do grego morte, logia, estudo. Essa oncologista extraordinária resolveu investigar a morte dos outros, até investigar sua própria, porque ela também já partiu para o além e nos ligou um extraordinário de vida. Então, não há mais qualquer dúvida que a vida continua. O grande além é a continuidade dessa lá. É a vida matriz. é a matriz da vida. E nós estamos aqui na Sherox mal passada. Tudo que tem aqui já chegou primeiro lá é reflexo. Então importa se preparar que ele vai fechar esse capítulo com a frase grande além. Grande além. Quantos na terra pensam em ti raros? Mas ela, a força dela está gravada na testa de cada um. Todo mundo se olhar direito no corpo, vai encontrar um código binário. Só é ler pelo QR Code. Lá tá marcado prazo de validade. Com certeza nós já lemos, já apreciamos, até já adotamos as recomendações descritas no capítulo 28 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ali estão exemplificadas as preces que nós podemos fazer pelos espíritos, independente inclusive deles estarem encarnados ou desencarnados. Pode ser por alguém que acaba de chegar ao mundo, ou melhor, de retornar ao mundo. Pode ser por alguém que está num processo de adoecimento, mas tem uma prece específica. Tem um um trecho que fala preces pelos espíritos e tem uma que é para logo após a morte. Inclusive, Kardec até retoma um pouco essa discussão em Ou inferno, quando ele informa as pessoas que não há nenhum problema em fazer uma oração por aqueles que desencarnaram. tem uma preocupação se as pessoas que estão recém desencarnadas podem receber uma prece isso não as perturbaria de algum modo. Tem até exemplos de eh pessoas que imaginam que o espírito já pode estar adormecido e que fazer a oração pode despertá-lo, então comprometer esse seu momento várias conjecturas que são naturais no nosso questionamento sobre o que é que acontece logo após a saída do

e estar adormecido e que fazer a oração pode despertá-lo, então comprometer esse seu momento várias conjecturas que são naturais no nosso questionamento sobre o que é que acontece logo após a saída do corpo físico. interessante é que a gente faz esse retorno e faz essa saída inúmeras vezes, mas não deixamos ou nos permitimos uma experiência mais viva do que seja essa situação. Embora todos os dias nós tenhamos o momento da emancipação da alma, daí a gente percebe a misericórdia divina que já nos permite ensaiar diariamente o momento em que a gente não vai retornar. E os espíritos explicam que o que nos distingue na condição de encarnados vai ser esse cordão de prata ou uma exemplificação fluídica de que ainda estamos emantados a um corpo físico que todos nós deixaremos. E como NJA colocou no início, embora saibamos que essa é uma realidade, temos uma dificuldade em lidar com ela. Então, se afirmamos coisas do tipo, ou brincando ou falando sério, vá que eu morra hoje, aí alguém vai dizer: "Deus o livre". Só que Deus não vai livrar para sempre. em algum momento nós vamos precisar deixar o corpo. E quando a gente diz Deus o livre, estamos trazendo uma ideia de que essa saída, essa morte é algo de características negativas, é um um uma possibilidade de desaparecermos para sempre, porque ainda não temos uma vivência ou uma crença internalizada de que, de fato, como o próprio capítulo Céu Inferno denomina, é uma passagem. a gente faz uma transferência, muda esta roupa e passa a assumir o nosso próprio corpo perespiritual. E nessa prece, eh, a prece para logo após a morte, é assim que ela se intitula, tem uma explicação que orar por quem já desencarnou não é simplesmente uma demonstração de simpatia, é também uma ajuda para aquele que está em fase de despertamento. Quando a gente olha a morte dessa forma e aí nos restringindo a uma morte do ponto de vista físico e biológico, nós vamos percebendo que a relação quando alimentada e a conexão estabelecida pela convivência, que pode ser pela prece,

a forma e aí nos restringindo a uma morte do ponto de vista físico e biológico, nós vamos percebendo que a relação quando alimentada e a conexão estabelecida pela convivência, que pode ser pela prece, por um pensamento, pelas lembranças, nos mantém atrelados a uma vida extracorpórea que existe e que se mantém. Eu fico às vezes pensando e fazendo um comparativo com alguém das nossas relações. Geralmente a gente passa um tempo estudando com aquela pessoa, estabelece uma amizade e pelos próprios caminhos da vida acabamos nos separando. Pode ser morar em outra cidade, assumir um trabalho, mas essa pessoa não deixa de existir. Você não vê, você não se comunica, mas a vida dela tem continuidade. Do mesmo modo para quem se transfere para o mundo espiritual. E na prece é dito algo que eu achei muito bonito, porque primeiro tem uma introdução e é interessante como a gente ter um pedagogo para codificar o espiritismo. Como a organização, primeiro a introdução, tem um prefáciil, eu digo por aquela prece deve ser feita e depois eu tenho um texto como um roteiro. E o cuidado que Kardec tem quando ele coloca uma nota ao final e diz: "Podem se juntar a esta prece que se aplica a todos os espíritos, algumas palavras especiais, detalhes da convivência que vocês tiveram, porque aí também não dá para fazer uma prece para cada pessoa." Então, nós somos livres para trazer os bons momentos, as lembranças. Notemos que essa oração feita por quem nos antecede no retorno ao mundo espiritual tem muito mais um status de conversa do que um texto proferido, porque eu gravei, eu tenho uma oração que eu gosto e já tenho em mente. Tanto que aqui ele diz que a eficácia da prece depende da sinceridade do pensamento e não da quantidade das palavras que são ditas para aqueles que já estão no mundo espiritual. E ele vai iniciando a prece dizendo: Deus todo- poderoso, que vossa misericórdia se estenda sobre a alma de fulano. E é fulano mesmo que está, porque cada um coloque o nome do seu afeto, que acabais

. E ele vai iniciando a prece dizendo: Deus todo- poderoso, que vossa misericórdia se estenda sobre a alma de fulano. E é fulano mesmo que está, porque cada um coloque o nome do seu afeto, que acabais de chamar para vós. Aí ele relembra que sejam contadas a favor desse espírito as provas porque passou e pelas quais ele teve sucesso, mas também que abrevia as penas que ainda tenha de sofrer como espírito. A prece já vai nos dizendo que o preparo para a morte não tem nada de lúgubre, de sombrio, de espantoso ou que deva causar pânico em cada um de nós, mas que a atenção com aquilo que estamos fazendo nos permite ter um momento muito mais tranquilo na passagem e na chegada ao mundo espiritual, quando vamos nos encontrar com as ações que nós tenhamos praticado por aqui. Então, o alerta relacionado ao prepare-se para retornar, você vai sair do corpo, você vai morrer do ponto de vista físico, você vai desencarnar. simplesmente é uma recomendação amorosa de que estamos aqui preparando a bagagem para o retorno. E nisso não tem nada do ponto de vista, como o baiano usa até o termo, que mau agoro. Vocês só falam de desencarnar para o espírito imortal. Essa é uma etapa que todos nós precisaremos passar e vamos ainda encará-la sucessivas vezes. Então, pensar em desencarne significa que eu preciso olhar como eu estou vivendo para ter tranquilidade nesta volta. E em outros pontos, uma lembrança para compartilhar a fala que aqui é muito bem trazida, é que quando estivermos pensando em quem já retornou, acionemos também o seu anjo guardião. Conversamos com o nosso ser amado, mas também pedimos ao seu anjo guardião que esteja com ele. Notem como isso funciona para alguém que não tinha uma vivência espiritualizada, que não tinha nenhuma crença ou que pela sua própria crença naquele momento é lembrado pela oração de que tem alguém, ou melhor, um ser que possa então zelar por ele neste mundo. Quando eu lembro desse anjo guardião, fica mais fácil a conexão e que eu possa me colocar disponível no mundo

ela oração de que tem alguém, ou melhor, um ser que possa então zelar por ele neste mundo. Quando eu lembro desse anjo guardião, fica mais fácil a conexão e que eu possa me colocar disponível no mundo espiritual para que alguém me acolha. Então, não tenhamos receio ou nenhum tipo de pudor. A oração é muito bem-vinda para quem se encontra no mundo espiritual. E no nosso momento, quem se recordar de nós e fizer essa prece vai contribuir bastante para reduzir o nosso estado e momento de perturbação no mundo espiritual. Oração sempre. É verdade. Nós com frequência esquecemos, né, o quanto que a prece ela é fundamental para podermos superar todas as coisas, inclusive esse medo atávico que nós temos da morte, esse desgosto. Mas eh irmão X prossegue falando sobre o tema e ele vai falar dos bens que deixamos para trás. E essa é uma das coisas, digamos assim, mais difíceis pro espírito se adaptar ao plano espiritual. Veja que quando eu falo de bens, bens materiais, não tô falando de riqueza, ah, quem é pobre não tem problema. Eu lembro de uma história que foi contada e todas essas histórias o povo diz que eram indianas, que eram lendas orientais. Então eu não sei a origem, ouvi contar e era a história de um saniazin, um um estudioso da vida espiritual, uma espécie de monge, uma pessoa dedicada à espiritualização. E ele meditou muito, isso é na Índia, né? Então ele meditou muito, ele fez o que pôde e ele andava pela região eh falando com as pessoas que o importante era a vida espiritual, que os bens materiais não eram importantes. E ele tanto que ele tinha a sua túnica, etc. E uma cuia que ele levava e as pessoas colocavam comida e ele comia. Então ele era uma pessoa totalmente despojada, falava lindamente, era uma maravilha. E esse homem chegou num palácio de um marajá riquíssimo, um palácio enorme, maravilhoso, cheio de gente, cheio de ouro, cheio de um bocado, joias preciosas. E o Mará ficou encantado com ele e ele falou e ele falou para toda, todo o pessoal lá do palácio, conversou com todo mundo, todos

o, cheio de gente, cheio de ouro, cheio de um bocado, joias preciosas. E o Mará ficou encantado com ele e ele falou e ele falou para toda, todo o pessoal lá do palácio, conversou com todo mundo, todos estavam inebriados com a espiritualidade daquele homem e aí foram dormir. Lá paraas tantas não se sabe como começa um incêndio terrível durante a noite. E aí o povo corre, corre, corre, corre para salvar a vida, né? Então, correram, correram e no fim tava todo mundo do lado de fora, porque não houve como eh evitar eh parar o incêndio, tudo queimou e estava o Marajá e a Marane, a mulher dele e as pessoas todas, todo mundo olhando, né, para aquele incêndio, mas estavam muito consolados com as palavras que o Sani tinha dito. E o Sani chorava desesperadamente. E aí chorava, chorava, chorava. E aí o o Marajá disse: "Mas meu irmão, meu amigo, qual é o problema? Não fique para". Ele achou que ele tava chorando por causa do do palácio que o outro tava perdendo. Então não se preocupe, não tem problema. Haverá outros tesouros, eu tenho outros palácios. Eu aprendi com você a me desapegar das coisas. E aí o Sani disse: "Mas não é por isso que eu tô chorando, então porque é a minha cuia ficou lá dentro, era a única que eu tinha". E aí ele vai, essa história vai trazer uma coisa que é assim, para você se apegar, você não precisa ter muita coisa. Às vezes a gente é super apegado a uma única coisa porque só tem aquela ou porque gosta mais daquela. Então o irmão X, ele vai falar que a morte é deixar os bens para trás. Você deixa os bens, você deixa o corpo, o maior bem, diga-se de passagem. Você deixa roupa, você deixa sapato, você deixa herança, você deixa bens imateriais, as coisas que você ensinou, você eh realizou um trabalho, uma obra, fundou uma empresa, o povo agora vai fazer do jeito que quiser, vai fazer como quiser e você não pode fazer nada porque ficou para trás, né? Eh, isso é uma coisa que para a maioria de nós encarnados é difícil. A gente deixa bens afetivos, pessoas que a gente ama e

vai fazer como quiser e você não pode fazer nada porque ficou para trás, né? Eh, isso é uma coisa que para a maioria de nós encarnados é difícil. A gente deixa bens afetivos, pessoas que a gente ama e que a gente quer saber o que que tá fazendo, o que foi que aconteceu, mas eu amo meu filho. Eu quero saber se ele tá bem. Tá bem, meu irmão, seguindo a vida como todo mundo. Não, mas eu quero saber o que aconteceu, se ele tá bem no casamento, se não tá. Então essa essa esse desapego é um exercício que é preciso fazer para que a gente possa avançar paraa espiritualidade. É preciso, é uma parte do processo cíclico da evolução, que ao desencarnar nós deixemos para trás todas as construções daquela encarnação. O que fica é o que enriqueceu o espírito imortal. As outras coisas, por mais interessantes, por mais lícitas que sejam, elas precisam ficar para trás. E é interessante que essa é uma condição para a paz, a felicidade, a ampliação da consciência, para que o espírito possa recuperar suas experiências espirituais passadas e traçar novos rumos. Se a gente não faz isso, a gente fica meio que preso naquela encarnação, vinculado, sofrendo ainda com várias coisas. E isso depende do nível evolutivo de cada um. Por isso, Jesus não propôs a todo mundo que deixasse tudo. Ele sabia que havia pessoas, a maioria das pessoas não podiam ser convidadas a deixar os seus bens. Acho interessante que ele só disse a Zaqueu que ia jantar na casa dele, sear na casa dele. Zaqueu fez todas aquelas contas, deixou, vou vou pagar quem eu devo multiplicado, vou dar metade dos meus bens pobre. E ele ficou com uma parte. Jesus não disse não é para você deixar tudo porque isso é só quando a gente pode. O que ele disse ao jovem rico, por exemplo, vai vende tudo que tens e volta e segue-me. Era porque o jovem disse que já fazia tudo que a lei mandava. ele já estava num nível que ele poderia fazer esse exercício e ele nem pôde. Então, para nós é um elemento de dificuldade que nós precisamos ao longo da vida

disse que já fazia tudo que a lei mandava. ele já estava num nível que ele poderia fazer esse exercício e ele nem pôde. Então, para nós é um elemento de dificuldade que nós precisamos ao longo da vida exercitar esse desapego, olhando para tudo que temos nesse mundo como transitório e recordando, tomando consciência do que é que levaremos aquilo que é permanente, a conexão com o alto e o crescimento espiritual. Hoje, 18, nós recordamos que há 5 dias atrás, no dia 13, Divaldo Franco completou os primeiros 90 dias domiciliado no mais além, uma vida inteira entre os espíritos, livros, testemunhos. Recordo que no teatro São João em Porto Alegre, ele fez uma conferência para 2000 pessoas e passou 2 horas depois das duas da conferência, ele passou 2 horas recebendo perguntas das pessoas verbais que estavam no público e a maioria disse: "Eu quero informação do meu parente." Ele não sabia nem quem era. A pessoa que perguntava: "Seu parente tá aqui me dizendo isso, isso, isso". se dava informação cabal para enfrentar algo como isso, esse testemunho público tem que ter uma mediunidade positiva ao extremo, porque causar um impacto em 2.000 pessoas, onde tinha desembargadores, tinha promotores, gente do povo com seus entes queridos falecidos. Então, quanto a isso, a volumosa bagagem já não há mais dúvida. A pessoa pode ser desinformada. Não, eu não me informei sobre esse assunto. Eu combato esse assunto por interesse teológico, por interesse de grey, da doutrina desta, daquela que eu abraço, porque essa informação há de ter um impacto na economia de cada um. O que é que eu posso modificar em minha vida ao saber que em vez de culpado, eu sou responsável pelos meus atos? De repente estou ciente que não vou para céu, nem para inferno, nem purgatório, nem para limbo. Eu vou pro mundo espiritual, onde vou recolher a bagagem que antecipadamente despachei da terra. Só vou colher o que plantei, nada mais. Ninguém responderá por mim, cada um por si, e eu vou responder pelas minhas próprias obras. Isso deveria causar um

gagem que antecipadamente despachei da terra. Só vou colher o que plantei, nada mais. Ninguém responderá por mim, cada um por si, e eu vou responder pelas minhas próprias obras. Isso deveria causar um impacto imenso e alteraria todo o comportamento da terra. Isso tem 2000 anos de Jesus para cá. Só se eu tomar como base o cristianismo para cá. Porque se eu voltasse do cristianismo, Buda falou disso. De certa maneira, Maomé posterior falou disso, mas também Moisés falou disso. Zoroastro, a cultura egípcia, todas as doutrinas religiosas da terra são espiritualistas. Até o homem bomba. O homem bomba, por inquareça espiritualista, ele se mata, suicida, ele mata os outros, homicida, acreditando que ele vai sobreviver. entrar no céu sob administração de Alá e lá ele vai recolher ou receber como prêmio por ter explodido os outros e a si próprio explodido 70 virgens nuas para ele gozar delícias natureza sexual. É tanto homem bomba que a lata tá sem estoque de mulheres no além. Aí por isso que parou um pouco a quantidade de homem bomba, porque faltou estoque de odaliscas no além. Mas o que eu tô interessado é ver que há uma cultura por detrás. Ele vai sobreviver mesmo sendo um louco, um psicopata, um fanático que destrói vidas e a si mesmo se estraçalha. Então, um ser sobrevive, mas isso deveria ter um impacto na mudança do comportamento de cada um, porque o indivíduo deveria, deveria, com quanto não faça isso, parado, disse: "Ué, eu vou responder por minhas ações. Eu sou imortal, ninguém pode me matar. E o corpo?" Eu não sou o corpo. O corpo é uma veste. Nessa caneca me interessa o líquido. Não como caneca. Ela vai servir várias vezes para colocar este e outros líquidos, mas me interessa o seu conteúdo, não o bojo dela que atende a uma finalidade enquanto estiver inteira. Nisso, portanto, tá a grande modificação que o Espiritismo vem à Terra, proclama a imortalidade da alma, ou seja, sobrevive, mas demonstra essa ponte em que os daqui influenciam os de lá e vice-versa. Quem está aqui vai voltar para o grande

que o Espiritismo vem à Terra, proclama a imortalidade da alma, ou seja, sobrevive, mas demonstra essa ponte em que os daqui influenciam os de lá e vice-versa. Quem está aqui vai voltar para o grande além pela morte. Quem está no grande além volta à terra pelo berço e a outra turma sai pelo túmulo, mas ninguém sai da vida. A vida é única. As existências corporais é que são diversas. Então o indivíduo tá sempre em processo constante de renovação, diriam os indianos eh do budismo. A roda de sansara. Eles estão na roda de sansara, sempre em erro e acerto. Erro e acerto, até que um dia se liberem dos erros e atinjam o nirvana, o samadi pro hinduísmo, o reino dos céus para Jesus, a plenitude para a psicanálise de de Carl Gustavo Jung, o reino dos céus na concepção divina. Então, a esse processo prossegue incessante até que o indivíduo dêse conta de sua realidade espiritual indestrutível. Ninguém pode mais o aniquilar. Por isso mesmo, saudamos em Chico, que recebeu esse livro, que estamos comentando, aquele começo modesto em 1931, recebendo parnasio de alentúmulo. Mais de 56 poetas voltam para demonstrar o seu estro. trazendo poesias que desafiaram a poderosa Academia Brasileira de Letras. Ao fim da vida nos ligou 53 livros probantes de que eram os autores que voltavam a escrever. E houve um momento que dando uma entrevista para Augusto Liberato, Gogu, já desencarnado, ele perguntou: "Você tem medo da morte?" E Chico naquele jeito bem mineiro. Não, não é bem o medo, é que na essa larga convivência com os amigos espirituais se me fez tão natural dialogar com eles que eu percebi que era a continuidade da vida e é de onde eu vim e para onde eu vou. E aos 92 serenamente deixou o corpo para seguir para a plenitude. Então tá aí o grande aprendizado que não fazemos apologia da morte porque ela não existe. O que existe é a transformação do ser. Viva lavoazier. Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Aché. Eu vou continuar compartilhar com vocês ainda algumas reflexões sobre essa

te. O que existe é a transformação do ser. Viva lavoazier. Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Aché. Eu vou continuar compartilhar com vocês ainda algumas reflexões sobre essa prece. Eh, creio que dê para perceber que eu gostei bastante dela e ao me lembrar do que ela apresenta pra gente. Enquanto ainda e pensando humanidade, claro que respeitando algumas culturas e até nós mesmos que estamos no movimento espírita, a nossa forma de lidar com a morte. E é interessante como os espíritos vão trazer um panorama muito diferente daquele que a gente constrói, que a gente alimenta ao longo da existência e que pode dificultar essa transposição. E aqui no meio da prece ele vai dizendo assim na recomendação de como podemos conversar. Deixaste o involtório grosseiro sujeito às vicissitudes e à morte, e conservastes apenas um involtório etéreo, imperecível e inacessível aos sofrimentos materiais. Então, já claro, inacessível aos sofrimentos materiais para aquele que conseguiu bem viver, seguindo o roteiro do evangelho dentro de suas possibilidades. Ninguém tá aqui recomendando perfeição, apenas que sejamos melhores do que nos encontramos. Então, já há uma possibilidade de um sofrimento ou reduzido ou inexistente a partir dos tesouros da alma que eu cultivei por aqui. Isso já é um prenúncio atrativo, que ninguém também vai para o extremo oposto de cultuar ou apressar esse momento de volta, mas de pelo menos viver bem, sabendo que a gente pode encontrar coisas muito boas. Depois tem afirmação: "Se não vives mais pelo corpo, vives pelo espírito. E essa vida espiritual está isenta das misérias que afligeem a humanidade." E eu fiquei pensando, gente, isso é uma verdade, porque enquanto estamos aqui com o receio da violência, com relações que não são de confiança, em que a gente fica o tempo inteiro pensando se as pessoas vão fazer isso ou aquilo conosco e até mesmo praticando determinados atos que prejudicam os demais, nós não vamos ter esse tipo de preocupação ho vivência

e fica o tempo inteiro pensando se as pessoas vão fazer isso ou aquilo conosco e até mesmo praticando determinados atos que prejudicam os demais, nós não vamos ter esse tipo de preocupação ho vivência perturbadora no mundo espiritual, porque essas questões ou as vicissitudes Como Kardec sinaliza, que são circunstâncias que nos acompanham por aquilo que semeamos, deixarão de existir nesse retorno. Não tem mais sobre os olhos os véus que nos oculta, os esplendores da vida futura. Então, se essa vida apresenta um esplendor, significa que ela tem algo enigmático e de beleza que nós podemos voltar a vivenciar. E depois ele vai trazendo coisas assim, eh, podes agora contemplar novas maravilhas enquanto nós continuamos mergulhados nas trevas. E a gente adora essas trevas e quer permanecer aqui com toda a dificuldade, enquanto que a vida futura se apresenta muito mais bela. Depois vai dizer: "Vai percorrer o espaço e visitar os mundos em plena liberdade, enquanto raspejamos penosamente na Terra, presos ao corpo material, semelhante a um pesado fardo." E vamos vendo e percebendo na literatura relatos sérios e profundos do quanto é interessante vivenciar essa realidade, o quanto as cores são mais vívidas, a natureza é ainda mais bela e nós já conseguimos vislumbrá-la com uma beleza como é o pôr do sol, como é ver a lua. Imaginemos então desprovidos do corpo de carne com a beleza inteiramente espiritual. E aí ele resume dizendo: "Os horizontes do infinito se desvendarão diante de ti e ao ver tanta grandeza, vais constatar pequenez de tua vaidade, de tua ambição e quanta energia e tempo você foi então gastando enquanto poderia estar cultivando outras belezas espirituais". Aí eu até acabei lembrando do título do do livro de Peixo, quando ele fala das bem-aventuranças e outras belezas espirituais, que é isso aqui mesmo que está relatado no Evangelho. Viver pensando naquela afirmativa que o Mestre Jesus nos traz, eu vos darei vida em abundância. Faz com que a gente veja realmente beleza na vida futura, porque

i mesmo que está relatado no Evangelho. Viver pensando naquela afirmativa que o Mestre Jesus nos traz, eu vos darei vida em abundância. Faz com que a gente veja realmente beleza na vida futura, porque a vida abundante é aquela que não cessa, não tem fim. É essa que a gente vai encontrar. Cada vez mais que vamos nos sutilizando em ações, em pensamentos e nos espiritualizando, nós vamos tendo pequenos pedaços do céu. E isso permite antever o que de belo nos aguarda se cultivarmos as coisas belas ao longo da existência. E eu fico observando o que os poetas vão trazendo e representando as nossas angústias. na letra pais e filhos, quando Renato Russo traz aquela afirmativa de que é preciso amar como se não houvesse amanhã. E ele conclui, na verdade não há. Só que ao mesmo tempo em que ele diz que não há essa vida no amanhã, ele volta e questiona. Mas por que mesmo que o céu é azul? A gente fica nessa ambiguidade, a gente vê que é uma pergunta da alma. A matéria não vai se preocupar com a coloração do céu. Quem colocou este azul no céu? Então, ao mesmo tempo em que a gente ainda se amorfina nas preocupações de natureza espiritual, no fim a que eu me aferro porque ainda me identifico com o material, logo depois ele pede uma explicação, explica a grande fúria do mundo, por que ainda estamos nessa condição. Mas um ser também espírito criado por Deus já vai trazer uma outra perspectiva. Já diz: "Olha, levanta a tua mão sedenta e recomeça a andar. Se eu recomeço, significa que sucessivas vezes eu venho começando. E ao mesmo tempo em que Renato Russo diz que se você parar para pensar não vai haver nada, Raul vai dizer pra gente que a cabeça não aguenta se você parar, porque sempre vai haver uma voz que canta, que gira, que baila no ar. É essa voz da imortalidade quem nos convoca a reflexão e a adoção de uma postura que tenha coerência com esse evangelho, rede vivo e que a gente precisa trazer pro nosso dia a dia. Mesmo que não sintamos, que não vivamos imortalidade, é preciso

a reflexão e a adoção de uma postura que tenha coerência com esse evangelho, rede vivo e que a gente precisa trazer pro nosso dia a dia. Mesmo que não sintamos, que não vivamos imortalidade, é preciso lembrar que para viver precisamos exercitar. Que comecemos já, porque o que nos aguarda é vida em abundância. Vamos finalizar com uma eh reflexão de que temos duas tarefas em relação à morte. Uma delas é o desapego. Desapego não é abandonar, não é gostar das coisas, não é não curtir, não é não gostar das coisas, não é não curtir. Tem um texto no Evangelho Segundo Espiritismo chamado Homem no Mundo, que vale muito a pena a gente ler e refletir. A doutrina espírita não propõe, como Jamile mencionou, que a gente não queira viver, que a, como Marcel falou também, que nós não amemos a vida e não procuremos vivê-la. Ao contrário, a gente deve, no texto, ele diz que a gente possa usufruir das coisas da vida material, até as frivolidades do dia, né? aquelas coisas que são da nossa época, do nosso contexto, que não tem. Mas o diferencial é nós vivamos isso com a consciência de sermos espíritos imortais. No texto, ele vai falar com um espírito de que santifica as experiências da nossa vida. Então, nós temos um longo percurso, mesmo que dure pouco tempo, mas a expectativa de vida na nossa sociedade, ela tem aumentado. Vamos aproveitar, vamos aproveitar para lembrar que somos espíritos e não ficarmos agarrados a coisas materiais que só vão nos atrapalhar depois da vida, depois da morte. Eh, e vamos lembrar sempre, a cada momento, que aquela experiência boa, ruim, banal, importante, é sempre uma experiência de aprendizado e que eu estou cada vez mais caminhando para um nível mais elevado de consciência. Jesus disse: "No mundo tereis tribulações, mas tende confiança, eu venci o mundo. E mais, pai, das ovelhas que me confiaste, nenhuma se perderá." Dois amigos cariocas da gema, adoradores de futebol do Maracanã. E se o clássico era Flaflu, eles não perdiam. Um no Fluminense, outra no Flamengo. Depois de

has que me confiaste, nenhuma se perderá." Dois amigos cariocas da gema, adoradores de futebol do Maracanã. E se o clássico era Flaflu, eles não perdiam. Um no Fluminense, outra no Flamengo. Depois de muitos jogos assistindo sempre juntos, saíram voltando de ônibus para casa. E um deles disse: "Amigo, durante o intervalo do jogo, eu fiquei pensativo. Que é, rapaz? Você tá pensando, será que tem futebol no mundo espiritual, no além? Quando a gente morre, essas alegrias aqui continuam. Deixa isso para lá. Falar de morte agora. Meu Fluminense aplicou, foi 2 a 0 no seu Flamengo. Brincar ali. Não, isso é sério. Tô pensando nisso, amigo. Vamos fazer um pacto. Vamos. Quem for primeiro para o além volta para contar ao outro se existe futebol no além. Disse isso dentro do ônibus. E o outro aceitou. 30 dias aquele que havia tava melancólico. Vem a óbito. O que ficou na terra foi preocupado. Numa noite, viu uma estranha luminosidade no quarto. O amigo aparece-lhe às vistas. Amigo querido, volto do além com duas notícias. Miriam. A primeira tem futebol. O mundo espiritual tem gramados lindos onde a gente também joga futebol. Oh, rapaz, que beleza. Pois aqui a alegria do futebol continua. Qual é a segunda notícia? Você foi convocado. Tem mais de 20 anos que eu deixei de jogar bola. Estamos então nos aproximando do fim do nosso encontro de hoje. Vou agradecer até o Auston, que já fez aqui uma síntese das cidades que estão participando. É tão bom quando a gente vai desenvolvendo condutas fraternais e carinhosas, né, que nós vamos ajudando, contribuindo e sintetizando e ver o movimento também aqui de vocês no chat. Então, agradeço o cuidado, deixo um abraço às pessoas. Isso é esse destaque mesmo que Ariel está fazendo pra gente com o resumo que o Washington fez. Deixar um abraço também pros nossos irmãos de Portugal que estão conosco hoje e aí vocês estão colocando aí os lugares e os nomes. E eu hoje eh, o trio, na verdade a gente se vê como trio, mas a gente sempre se considera

bém pros nossos irmãos de Portugal que estão conosco hoje e aí vocês estão colocando aí os lugares e os nomes. E eu hoje eh, o trio, na verdade a gente se vê como trio, mas a gente sempre se considera quarteto. Isso a gente não abre mão. Peixinho sempre conosco. E aí a gente vai hoje cumprimentar todos vocês na pessoa de Maria Aurora de Itapetinga, que nos mandou uma mensagem muito carinhosa na semana passada. ela sempre nos assiste e a gente deixa então um abraço carinhoso e fraterno para ela e agradece as vibrações, o afeto genuíno que ela nos destina. E por fim, lembrar a vocês das ações que estamos promovendo, como vocês viram aí no início. Se inscrevam e me despeço respondendo a Lázaro. Lázaro fez uma pergunta interessante, não o Lázaro do livro, o Lázaro que está no chat. E ele perguntou eh uma curiosidade, ele sinalizou como curiosidade: "Por que vocês não fazem oração para iniciar o programa?" E aí, Lázaro, a gente tem um momento anterior aqui na federação, que são os nossos grupos de autoconhecimento, que já trazem na sua rotina uma oração no início e ao final. Então, quando a gente encontra vocês, nós já fizemos este momento de prece consideramos que quando estamos todos reunidos pensando em algo que nos aproxima da perspectiva espiritual, nós já estamos em oração. E lembrando da recomendação do Mestre Jesus, se dois ou mais se reúnem aqui, nós temos algumas pessoas no salão da federação, mas vocês que estão conosco, estamos em plena oração, vivendo em ação aquilo que acreditamos. Então, agradecemos a Lázaro a pergunta, essa é a resposta. A gente já faz a oração e tenta se manter nela ao longo dos dias. Muita paz a todos vocês. Até segunda-feira em mais um encontro. Fiquem bem e pensem, morte, em verdade é uma outra oportunidade de vivenciarmos uma vida muito mais pujante e verdadeira. Um grande abraço,

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