Para Viver o Evangelho | Episódio 200 • Estudo da obra “Pelos Caminhos de Jesus” (Capítulo 4)
Para Viver o Evangelho é um web programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Apresentado por Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa dedica-se ao estudo e à reflexão dos ensinamentos de Jesus à luz da Doutrina Espírita, com fidelidade aos princípios cristãos e ao legado deixado pelos grandes benfeitores espirituais. Nesta nova etapa, o programa passa a estudar a obra “Pelos Caminhos de Jesus”, de Amélia Rodrigues, pela psicografia de Divaldo Franco. Capítulo a capítulo, os encontros conduzem o público a uma análise cuidadosa das lições do Cristo, convidando à renovação moral, ao fortalecimento da fé e à vivência sincera do Evangelho no cotidiano. Com linguagem clara, abordagem respeitosa e profundidade doutrinária, Para Viver o Evangelho mantém-se como um espaço de aprendizado contínuo e reflexão edificante. 👉 Inscreva-se no canal, ative as notificações e acompanhe semanalmente este estudo esclarecedor. 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro da programação e de outros conteúdos espíritas. 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #PelosCaminhosDeJesus #AmeliaRodrigues #DivaldoFranco #DoutrinaEspirita #EstudoDoEvangelho #EvangelhoComJesus #EspiritismoCristao #MansaodoCaminho #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
A Caravana Baiana da Fraternidade 2026 inicia em fevereiro a sua 28ª edição com o tema Espíritas o Livos. É um momento especial. A Federação Espírita do Estado da Bahia visitará todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização da comunidade espírita do estado da Bahia. Caravana Baiana da Fraternidade, uma história de amor que aproxima. Boa noite a todos os companheiros, aqueles que se encontram conosco aqui presencialmente na sede central da Federação Espírita. Boa noite aos companheiros que estão nos assistindo em tempo real pela internet e aqueles companheiros do futuro que vão assistir em outros horários. Pode ser bom dia, pode ser boa tarde. De qualquer modo, todos são sempre bem-vindos. É muito bom estar com vocês e é muito bom nós termos a oportunidade de vivermos, buscarmos a vivência do evangelho na companhia uns dos outros. A participação no chat é bem-vinda. Jamile fica sempre prestando atenção. Procuramos responder quando é possível, quando é cabível, mas esse diálogo é bem-vindo também. Nossos avisos são os mesmos da semana passada, lembrando a palestra doutrinária que Rute Brasil Mesquita vai fazer no na sede histórica da Federação Espírita, a Casa de Pititinga, que fica no Pelourinho, não, como é o nome? >> No terreiro de Jesus. É, a região é do Pelouri. Então, o tema da palestra tá aí, obsergicas, chaves de libertação. É sempre uma alegria ouvirmos Ruta, todo último domingo do mês ela faz essa esse trabalho, essa exposição lá na Federação Espírita na SED Histórica, sendo que lá as palestras acontecem todas as semanas. Então, todo domingo tem palestra. A participação de Rut nós estamos destacando porque é uma participação especial sempre na no último domingo. A caravana baiana da Fraternidade, ela já se iniciou, é uma programação da da FEB. Vocês vão ver aí a programação de fevereiro, alguns centros onde estão acontecendo as palestras. O convite é
domingo. A caravana baiana da Fraternidade, ela já se iniciou, é uma programação da da FEB. Vocês vão ver aí a programação de fevereiro, alguns centros onde estão acontecendo as palestras. O convite é que a gente possa se deslocar, que possamos nos dispor a ver outros centros, companheiros de outros, às vezes outros bairros. Eu disse que a gente pode escolher passar em todos os centros da nossa área, do nosso bairro, que a gente não conhece, só conhece aquele que frequentamos, ou podemos escolher centros de lugares distantes. A ideia é a confraternização, é que as pessoas que são trabalhadores e frequentadores dos centros espíritas, elas possam se encontrar, confraternizar, se conhecer. Então, todos são convidados. Essas esses cards, vocês quando terminar a palestra vai ficar gravado, vocês voltam e copiam, tá certo? O encontro estadual de espiritismo que acontece no final do ano de 31 de outubro a 2 de novembro. Esse é um período que anualmente nós temos um evento federativo, só que um ano é o encontro estadual e no outro ano é o congresso espírita da Bahia. Tivemos o Congresso Espírita agora em 2025 e teremos em 2026 o encontro estadual. É o 23º Encontro Estadual de Espiritismo e o tema é Vivenciando o Espiritismo. Todos convidados. Aí nós temos o QR Code. Vocês tanto podem entrar na página da FEB, no site da FEB, e fazer a inscrição por lá, como podem usar o QRcode para fazer a inscrição também. Todos são bem-vindos. Alguém que acha que é cedo demais, não é cedo demais. Eh, a gente sabe que o Fiesta tem um número limitado de lugares, de possibilidades de presença e quanto mais cedo a gente tiver assim uma clareza de das pessoas que vão, mas a gente vai poder se dedicar a uma organização melhor, tá certo? os grupos de autoconhecimento daqui da Federação Espírita do Estado da Bahia, eles já retomaram suas atividades. A gente fez um breve recesso no período do Natal e do Ano Novo. E em janeiro nós tivemos a programação de verão envolvendo todos os participantes e pessoas extras que
les já retomaram suas atividades. A gente fez um breve recesso no período do Natal e do Ano Novo. E em janeiro nós tivemos a programação de verão envolvendo todos os participantes e pessoas extras que quisessem vir. A, a partir da segunda-feira passada, nós retomamos as reuniões nos grupos e hoje também já tivemos atividade. Teremos atividade no dia 23 de fevereiro. Por quê? Porque dia 16:17, que é o carnaval, esta este prédio da sede central, ele não vai eh ser aberto ao público. Nós teremos atividades telepresenciais. Esse programa, por exemplo, ele vai acontecer no horário normal, vai acontecer ao vivo, mas nós vamos fazer de casa porque no dia 16 não estaremos presentes fisicamente aqui. Esse prédio vai estar fechado. 16:17, quarta-feira de cinzas, normal, tranquilo. As reuniões, as atividades vão prosseguindo. A sede histórica no terreiro, ela não vai, ela não vai poder abrir durante todo o período do carnaval, porque um dos circuitos do carnaval de de Salvador, inclusive um dos circuitos mais movimentados, acontece precisamente naquela região do terreiro de Jesus, do Pilourinho, aquela área. Então é completamente impossível transitar e é completamente impossível ainda que conseguíssemos entrar no prédio. não ia conseguir ouvir nada por causa do do ruído do carnaval, trio elétrico, essas coisas. Então, estará fechada a sede histórica do dia 13, que eu acho que é, não sei se é quinta ou sexta-feira, até o dia 19, tá? Ele vai abrir no dia 20, eh, sexta-feira, de sexta-feira até a quinta-feira seguinte, que é dia 19, né? e no dia 20 já abre para as outras atividades. Então, essas notícias todas indicam que estamos nos movimentando, retomando as nossas atividades comunitárias. Nós nos encontramos, nós conversamos, nós compartilhamos as experiências e fazemos o nosso caminho de crescimento. Hoje, dando seguimento ao estudo da obra pelos caminhos de Jesus, nós estaremos trabalhando com o capítulo 4, que se chama Glória da Vida e trata de um episódio que todos conhecemos que foi a
cimento. Hoje, dando seguimento ao estudo da obra pelos caminhos de Jesus, nós estaremos trabalhando com o capítulo 4, que se chama Glória da Vida e trata de um episódio que todos conhecemos que foi a ressurreição de Lázaro. Então, Amélia Rodrigues, ela vai nos conduzir hoje no na recordação, na revivência da ressurreição de Lázaro. E nós três vamos compartilhar nossas reflexões. Vou passar a palavra para Marcel, depois para Jamile e depois eu faço também as considerações, como sempre, >> meus amigos. Minhas amigas aqui presentes e os caros internautas que nos acompanham. Nós temos uma abordagem daquelista do Evangelho em torno de um dos episódios mais fascinantes e enigmáticos da boa nova. Porque até hoje as explicações, mesmo no meio espírita, ainda possuem algum grau de divergência, de incredulidade. Ué, Jesus tem poder para trazer alguém da morte? Essa é uma questão que é importante ser enfrentada, porque a morte é a sensação da vida, mas da vida física. Sabemos hoje, a morte enquanto filosofia não existe. A morte é transformação. Todo ovo tem que morrer, senão não tem ave. Toda semente tem que morrer, porque dentro da semente há o germen de uma planta que vira um pedacinho de coisa nenhuma verde, cresce, vira um ramo, um arbusto, se enfloresce. enterra as suas raízes e daqui a pouco será uma árvore como a secoia, a árvore típica dos americanos que é capaz de viver 10.000 anos. Nós temos o Baubá, a a árvore típica da África de tronco que chega a ter 10 m de circunferência e é capaz de guardar 460.000 L de água dentro. desse tronco. Por isso que o baar resiste à implacável secura do deserto e vive 8.000 anos. Mas um dia a secoia e o baubá morrem também. Seja, a essência que nutre aquela vida vegetal só dotada de sensibilidade desaparece, volta ao todo, se integra ao todo, ao fluido cósmico universal para novas elaborações. É o que a gente cubra da própria doutrina. Então, uma pessoa morta, pode um detentor de um poder magnético poderoso fazer essa vida voltar? Pois é, os
fluido cósmico universal para novas elaborações. É o que a gente cubra da própria doutrina. Então, uma pessoa morta, pode um detentor de um poder magnético poderoso fazer essa vida voltar? Pois é, os desafios são esses num capítulo fascinante, porque Jesus tinha profundo apreço por aquela família constituída de duas irmãs, Marta e Maria e Lázaro. E ali viviam os três em família. Não há sinais de pais e mães dessa desses três irmãos adultos, nem que eles tivessem contraído núpcias. E formando um trio de profunda afinidade, eles tornaram aquele lar um local extremamente agradável pelas vibrações de harmonia. eram cumpridores das leis moisaicas, do farisaísmo da época, das doutrinas do judaísmo. E Jesus encontrou profunda afinidade naqueles três corações, de modo que mais de uma vez ele se hospedou naquela residência. E a sua chegada anunciada por batedores fraternas era um motivo de júbilo, de profunda alegria, porque a vizinhança vinha, o mestre está hospedado com Lázaro, tá hospedado na casa de Marta e Maria. vinham pessoas para as famosas tertúlias com ele, os diálogos à noite debaixo do caramanchão, na vivenda, na varanda, debaixo das árvores, onde ele devia, deve ter contado muita história não narrada nos evangelhos. Ocorre que a nossa Amélia Rodrigues enfatiza de que Lázaro era portador de uma dermatose. Olha a expressão diferente. A tendência é o mundo dizer que ele tinha uma doença grave e a dermatose não deixa de ser grave. E foi a óbito. O que é que se sabia de óbito à época quando a medicina era precária, os conhecimentos médicos eram muito rasteiros? Uma pessoa que desmaiasse era tida como morta. Uma pessoa que tivesse um ataque de catalepsia era imediatamente sepultada. Morria debaixo da terra, sufocada. Uma pessoa que entrasse em uma um estado de coma era tido como morto, porque as pessoas admitiam que não estavam mais vivas e deveriam ser sepultadas. Tivemos agora um caso em São Paulo de uma moça atropelada em uma rodovia e o Samu foi atender. A médica do SAMU, ainda bem que não foi
as admitiam que não estavam mais vivas e deveriam ser sepultadas. Tivemos agora um caso em São Paulo de uma moça atropelada em uma rodovia e o Samu foi atender. A médica do SAMU, ainda bem que não foi identificada, declarou de que aquela atropelada estava morta. Passou um médico por ali em um carro, parou o carro, deu a assistência. A mulher já teve alta, abriu-se processo contra a médica, mas tecnicamente ela não tá preparada para dizer se a mulher morreu, porque senão não deveria estar no SAMU, numa ambulância prestando serviço. Vê alguém numa pista caída, declarou morta, se jogou aquela manta prateada, agora chamar o rabecão para recolher a mulher. Mas o médico passou, examinou, disão, ela tem sinais vitais. Então o que é que se sabia de morte? muito pouco na época. O conhecimento era muito empírico, era muito superficial. Geralmente feiticeiros, feiticeiras, curandeiros, faziam o papel de médicos da época, como na idade média, quem fazia cirurgião eram os barbeiros, porque barbeiro trabalhava com navalha, então se confiava as incisões a quem manejava bem as navalhas, ou para fazer barba ou para fazer o cabelo. E por isso as sangrias, as tisanas, as ervas, er, as infusões eram os remédios típicos da época. Por isso que a humanidade teve períodos de pandemia que devastou a humanidade por causa da profunda ignorância sobre esses estados. Não é o caso de Jesus, que como espírito puro conhecia integralmente a fisiologia dos corpos que nós possuímos. Ele também possuía um igual ao nosso. E ele perceb exatamente o que era morte ou não. Porque o estado de clarividência de Jesus ou de segunda vista ou de dupla vista era um estado normal. Jesus divisava os dois planos conjuntamente à hora que ele queria por causa da sua inigualável superioridade espiritual. Então, longe dali, ele foi avisado por um mensageiro, amando das duas irmãs, Lázaro morreu. E ele pareceu não dar importância. Só quatro dias depois foi que ele chegou ao local onde Lázaro havia sucumbido e já estava sepultado.
avisado por um mensageiro, amando das duas irmãs, Lázaro morreu. E ele pareceu não dar importância. Só quatro dias depois foi que ele chegou ao local onde Lázaro havia sucumbido e já estava sepultado. O sepultamento aqui não era como nos dias de hoje que a gente enterra, se colocava em grutas, em cavernas e se tapava com pedras. Não se jogava areia por cima. Era uma outra cultura entre os judeus que admitiam que depois da morte você deveria aguardar o despertamento para ir para o Sheol. O Sheol seria o céu judeu, como para nós é o céu. Para outros lugares os campos elísios, os os lugares dos deuses, né? Olimpo, cada um tem a sua visão. Então, Jesus só chegou quatro dias depois e as carnes de Lázaro já cheiravam mal, como é natural uma pessoa numa caverna úmida, adormecido durante quatro dias em estado torporoso ou estado de coma e ainda envolto em faixas, onde o suó do corpo com a humidade acaba produzindo problemas de pele, gerando a descamação. e o odor pútrido que na época era interpretado como morte. Daí nós vamos ter no comentário das meninas que estão ao meu lado, nós vamos ter o desdobrar deste momento singular, onde ele comparece e vai dar glória à vida. Como uma das meninas ao lado, comentarei então aqui com vocês uns aspectos que achei bem importantes desse capítulo. Primeiro porque nos traz reflexões, depois porque faz com que a gente se coloque na condição do espírita que estamos atualmente. E tanto Amélia quanto Kardec em o Evangelho Segundo o Espiritismo não nos pouparam no sentido não de trazer advertências ou algo do gênero, mas de nos dizer a que viemos como aqueles que estão participando ativamente desse movimento, não apenas do movimento espírita, mas do movimento interno de modificação. Boa noite, em primeiro lugar aos irmãos e irmãs aqui presentes, aos nossos internautas, aos quais cumprimento nas pessoas de Luciano e Elmo. E Antônio até trouxe um comentário sobre a questão, Marcel, da dermatose que você sinalizou, que é algo não tão falado ou comentado.
s internautas, aos quais cumprimento nas pessoas de Luciano e Elmo. E Antônio até trouxe um comentário sobre a questão, Marcel, da dermatose que você sinalizou, que é algo não tão falado ou comentado. E aí ele diz, ele traz pra gente a ideia de que poderíamos pensar que pela convivência com Jesus ele teria uma espécie de privilégio. E todos nós sabemos que Jesus, como não veio para destruir as leis, e sim lhes conferir cumprimento a cada um de fato, segundo as suas obras, não era só a convivência que permitiria que experimentássemos a cura ou qualquer outra coisa eh semelhante. Tem um uma parte aqui em que Amélia já vai fazer uma afirmação tanto quanto inquietante que é: "Os homens pigmeus sempre odiaram os grandes homens, os heróis, os sábios e os santos." E depois ela diz que é essa pequenez moral que faz com que experimentemos ódio, vingança, ressentimento, inveja e tantas outras coisas que ainda mesmo que temporariamente ocupam o nosso mundo interno. E ela vai dizer que nós temos tanto os homens obstáculos, que são aqueles que criam impecílio para a caminhada da humanidade, para o próprio percurso, mas que também temos os homens ponte, que são aqueles que conseguem fazer uma interlocução entre os e a gente vai falar de um convívio, mas também no papel de Jesus entre os homens e Deus, que é essa busca que estamos até hoje. Aí eu achei que seria interessante consultar o Evangelho Segundo o Espiritismo. E quando fiz isso, meus caros, lá em instruções dos espíritos, no capítulo 12, amai os vossos inimigos e que a gente tem a seguinte frase: Vingarse é bem o sabeis, tão contrário àquela prescrição do Cristo, perdoai aos vossos inimigos, que aquele que se nega a perdoar não somente não é espírita, como também não é cristão. Mas eu disse, eu poderia ter ficado no livro com uma certa tranquilidade, para que que fui buscar este bendito complemento? E de fato ele traz uma possibilidade de nos analisarmos se estamos sendo ponte, se estamos sendo obstáculos ou em que situação escolhemos uma ou outra
para que que fui buscar este bendito complemento? E de fato ele traz uma possibilidade de nos analisarmos se estamos sendo ponte, se estamos sendo obstáculos ou em que situação escolhemos uma ou outra condição, porque sabemos que estamos em nível evolutivo, em que a oscilação se faz presente. Não é à toa que a própria terapêutica espírita nos recomenda a fluidoterapia quando dela sentirmos necessidade, as orações, as boas leituras, para que consigamos o maior tempo possível vivenciar e experimentar harmonia, ondas de equilíbrio, felicidade e conexões mais elevadas que nos sustentem e não deixem que a gente se permita levar a roldão por qualquer emoção ou situação que nos acometa. E ela vai então dizer que a vingança, o evangelho nos diz, a vingança é uma inspiração tanto mais funesta quanto tem por companheiras assíduas a falsidade e a baixeza. Então, os nossos ímpetos de irmos à desforra, de respondermos, sabe aquela ideia social de que ficaremos por baixo se não respondermos ao outro? E olhe termos que a gente usa. Ficaremos por baixo se não respondermos à altura. Não sei que altura é essa que estamos nos referindo e ainda não incorporamos a ideia de que quando a gente tenta não ficar por baixo, é por baixo mesmo que a gente fica, porque a devolutiva é agressividade, é ferocidade, é uma ideia de que se o outro me oferta e é uma interpretação equivocada do que seria a outra face, que não é devolver do mesmo modo ou até com mais incisividade, mas com oposição, não Porque você é benevolente, melhor do que as demais pessoas, mas porque você escolheu vivenciar a paz e tem compreensão de que nem todo mundo vai ofertar aquilo que se espera, aquilo que desejamos. E já sabemos que estamos em um planeta de provas, expiações. Não vamos encontrar flores nos caminhos o tempo inteiro. Seremos testados, seremos aqueles que vão precisar robustecer essa fé na caminhada com os outros. Do mesmo jeito que nós também em algum momento somos os obstáculos e não as pontes na caminhada
teiro. Seremos testados, seremos aqueles que vão precisar robustecer essa fé na caminhada com os outros. Do mesmo jeito que nós também em algum momento somos os obstáculos e não as pontes na caminhada alheia e vamos crescendo. Só que aí no evangelho a gente vai tendo uma espécie de elaboração e roteiro desses patamares de vingança. O primeiro vai dizer que é quando ele acontece de forma mais forte, mais perceptível, que é quando a gente vai fazendo ataques diretivos ao outro, porque ele nos incomoda de alguma forma. Tanto que o evangelho usa uma ideia aquele a quem você chama de inimigo. Nós é que denominamos e constituímos o outro como opositor. Não necessariamente ele o é. Mas o fato de me incomodar, de eu não possuir o que você tem ou de ser do jeito que você se porta me incomoda pela minha falta de condição de usufruir das mesmas conquistas. Então isso me desperta paixão, cólera e ódio, muitas vezes incontrolável. Aí o evangelho vai dizer: "Quem assim se encontra adota posturas de hipocrisia, mas nas profundezas do coração os maus sentimentos habitam". Depois ele vai dizer: "Olha, mas tem um outro aparato da vingança que quando não é explícito pela maledicência, aqueles comentários de corredor que quando a gente bem vê já comprometeram as relações, ele vai dizer que se esconde no preparo de odiosas armadilhas." Então, digamos, a minha amizade com Naddia e com Marcel, eu tenho um desentendimento. Eh, eu invejo a forma com que Nad explica tão belamente a escala espírita e aí eu resolvo difamar pelos corredores do movimento a figura de Naddia Matos. Obviamente que eu não seria capaz de tamanha proeza. Nadia disse aqui, acho bom. E pensando nesse sentido, já experimentaram a experiência de chegar no lugar e de repente aquelas expressões que eram de alegria, de felicidade e bem-estar se transformam em expressões frias, distantes e a gente não sabe explicar o que aconteceu. Essa é a forma mais torpe e silenciosa que a vingança pode se instaurar nas nossas vidas. Não
ade e bem-estar se transformam em expressões frias, distantes e a gente não sabe explicar o que aconteceu. Essa é a forma mais torpe e silenciosa que a vingança pode se instaurar nas nossas vidas. Não nos esqueçamos de fazer o exercício, porque nós já podemos ter feito isso. E aqui a afirmação de que o covarde que assim se vinga é 100 vezes mais culpado do que aquele que enfrenta o seu inimigo face a face, porque ele não precisa do bastidor, ele anuncia a sua inquietude. Mas só que o evangelho vai dizer: "Espírita, que assim se denomina e apresenta-se como tal, não adota nem um modelo e nem outro, porque já entendeu que vingança não condiz com o dicionário do espiritismo." Realmente essas reflexões que Jamile nos trouxe são muito relevantes para nossa nosso próprio autoconhecimento, nossa autotransformação em consequência. Amélia Rodrigues, ela vai comentar essa atitude que no relato dela se espalhou. Ela vai dizer que num primeiro instante foi de júbilo. A gente lembra do que o Evangelho traz dizendo que as pessoas estavam chorosas, Marta e Maria estavam de luto, os vizinhos, os amigos. Era um processo muito comunitário, uma coisa que existia até alguns anos atrás na nossa própria cultura e que hoje não existe, mas as pess a vizinhança vinha no interior ainda tem isso, né? morreu alguém, aí vem a vizinhança toda, uma ajuda, faz isso, faz aquilo. E estavam fazendo isso. Já alguns dias, Marcel mencionou que os costumes funerários são diferentes nas culturas. E aí a tristeza estava por toda parte. Lázaro tinha morrido, as irmãs estavam infelizes, os amigos estavam infelizes e Jesus demorou para chegar. Quem lembra do evangelho, ele recebe a notícia, mas ainda demora dois dias no lugar que tava. E o pessoal assim, sem entender, porque o amigo estava passando mal. Depois ele resolve ir, avisa aos aos discípulos que Lázaro apenas estava dormindo. E quando ele chega perto, Marta sabe que ele tá chegando e ela vai ao encontro dele e diz: "Não, agora ele já morreu, já tá enterrado". E aí se dá o processo
cípulos que Lázaro apenas estava dormindo. E quando ele chega perto, Marta sabe que ele tá chegando e ela vai ao encontro dele e diz: "Não, agora ele já morreu, já tá enterrado". E aí se dá o processo da dessa relatada ressurreição. Nesse contexto de tristeza, na hora em que Jesus diz Lázaro manda tirar pedra, o pessoal tira. É interessante que no evangelho o que a gente tem é que foi Marta que disse que já estava fedendo. Ninguém tava lá dentro para saber se tava fedendo, né? Embora a explicação de Amélia Rodrigues é essa que Marcel nos trouxe. Pensa uma pessoa com ferimentos, uma série de problemas ali enfachado, porque eles eram enfachados para o sepultamento e tava lá dias em estado de coma, etc. Não podia cheirar bem de jeito nenhum. De um modo ou de outro, na hora que manda tirar a pedra e que Jesus diz: "Lázaro, vem para fora". Lázaro vem para fora. Isso. Uma primeira reação é de júbilo. Todos ficam felizes. Que coisa maravilhosa. Mas essa reação é seguida entre muitos por um processo de revolta. O choque inicial é seguido da alegria. Que coisa boa, né? tava morto, agora tá vivo. Mas depois, pensando melhor, é difícil lidar com alguma coisa que não se conhece, que não se compreende. E é claro que ninguém compreende que uma pessoa que tá morta, enterrada, agora tá viva e vai andar e tá andando, tá falando, tá boa. Vamos lembrar de que Jesus é um espírito puro. Então, o seu potencial fluídico, o seu potencial de cura, a sua capacidade de interferir sobre a matéria, ela é absoluta, né, para um espírito. E então ele não só despertou Lázaro, como eh fluídicamente ele repôs a energia, porque mesmo que ele não tivesse morto, tava lá deitado há quatro dias. qualquer pessoa deitada há quatro dias em estado de coma não levanta assim animado, mas é um processo de cura. E é interessante que essa reação é uma reação que temos quando algo sai do que nós consideramos normal. E o normal é que as pessoas que morrem continuem mortas. Eh, na Gênese, Kardec vai analisar, né, Kardec? A Gênese, ela trabalha com
uma reação que temos quando algo sai do que nós consideramos normal. E o normal é que as pessoas que morrem continuem mortas. Eh, na Gênese, Kardec vai analisar, né, Kardec? A Gênese, ela trabalha com vários conteúdos e um deles são os milagres, as predições do evangelho. E ele vai analisar isso. Quem lembra vai relembrar. Quem ainda não teve a oportunidade de fazer uma leitura mais atenta, eu recomendo que busque na Gênese o capítulo sobre os milagres, onde Kardec vai dizer que o Espiritismo não faz milagres, porque o conceito teológico de milagre é algo que rompe as leis da natureza, que está na ordem do sobrenatural. E todo o trabalho da doutrina dos espíritos é nos mostrar que esses fenômenos espirituais eles não estão fora das leis da natureza, eles fazem parte da natureza. A natureza não é só material, a natureza é também espiritual. Então não é sobrenatural. Portanto, nesse sentido, não é milagre. Se você diz que milagre é uma coisa extraordinária, que você não entende como aconteceu, aí podemos chamar inclusive as descobertas e as conquistas da ciência de milagres. Mas no sentido teológico, um milagre é por definição, algo que viola as leis da natureza e que além disso é alguma coisa sobrenatural. Então, Kardec vai, é um texto muito interessante, bem argumentado, como Kardec faz, a partir do ensino dos espíritos. E ele vai dizer: "Não, não há a ressurreição. Lázaro não estava morto. Jesus diz aos discípulos, ele está dormindo." Eh, aí a gente acredita que era uma metáfora, não era uma metáfora. Jesus sabia o que estava acontecendo. Aí Kardec se refere a fenômenos de catalepsia, que são muito estudados, né? Como fenômenos espíritas, eram, tá? tá no no livro dos médiuns, etc. E ele vai dizer não, ele inclusive cita outras duas ressurreições, que é a o filho da viúva de Naim e a filha de Jairo, dois jovens praticamente adolescentes no nosso conceito atual, que ambos estariam. O filho da viúva de Naim já tava indo para ser enterrado. Eh, o pessoal tava conduzindo pro cemitério.
ilha de Jairo, dois jovens praticamente adolescentes no nosso conceito atual, que ambos estariam. O filho da viúva de Naim já tava indo para ser enterrado. Eh, o pessoal tava conduzindo pro cemitério. Jesus ele passa pelo féetro e aí ele manda parar e ressuscita o menino, o qual não estava morto no sentido físico. O espírito não tinha rompido ainda os seus laços com o corpo físico. E a filha de Jairo é uma é uma adolescente, era uma menina, né? E ele diz também lá, ela está dormindo. E as pessoas não entendem porque ele diz que ela tá dormindo, essa menina tá morta. Veja, ele compreendia o processo da catalepsia, ele compreendia isso que Marcel falou, que não era compreendido na época. Hoje a pessoa tem uma parada cardiorrespiratória, eh fica ali uma linha totalmente sem movimento e com os mecanismos da medicina. Daqui a pouco a pessoa pode voltar. Alguns tm até experiências de quase morte, recordam de alguma coisa. Veja, é importante que a gente se dê conta de que a doutrina espírita, ela faz um estudo desses processos e ela vai dizer que isso que aconteceu com Lázaro é algo natural, é algo que foi um espírito poderoso, como Jesus que conseguiu a fluidos, o processo de cura, mas que não está fora das leis da natureza. Mas o choque muitas vezes nos leva à violência, à agressividade, a uma crítica acerba. Não paramos para pensar, ficamos incomodados com a mudança do nosso da nossa visão de mundo. Então vamos refletir sobre quantas coisas a gente deixa passar, não para para refletir, porque é incômodo estar errado, é incômodo ter que mudar a maneira de pensar. O impacto que o acontecimento gerou na região de Betânia, coisa de seis 8 km de Jerusalém, foi muito grande, que nós temos que considerar o contexto histórico geográfico da época. O país já não era pequeno, já não era grande, era pequeno, portanto, a Judeia e o próprio estado de Israel, as cidades todas próximas. Metrópole, só podemos chamar duas, Jericó e Jerusalém, com milhares de habitantes. O resto tudo eram
ra grande, era pequeno, portanto, a Judeia e o próprio estado de Israel, as cidades todas próximas. Metrópole, só podemos chamar duas, Jericó e Jerusalém, com milhares de habitantes. O resto tudo eram aldeias. Cafarnaum era tão pequena que nem constava nos mapas da época sobre domínio romano, nem aparecia nos mapas. E foi ali que ele encontrou o corpo de auxiliares dele. Foi em Cafarnaú, uma vila de pescadores. Moravam no máximo 400 pessoas em Casebres e viviam inteiramente da pesca do lago, que é de água doce. Apesar de imenso o mar de Genezaré, ele não é de água salgada. Ele sangra no norte e recebe o afluente do Jordão e desce ao sul, atravessando o deserto de Neguev e depois despeja suas águas no Mar Morto, que é um mar abaixo do nível dos mares tradicionais da Terra, e 110 vezes mais salgado do que qualquer oceano da Terra, segundo alguns especialistas. Por isso, tudo que cai no Mar Morto morre na hora. Todos os peixes que vêm, ao caírem, a salenidade mata os peixes. E ninguém pode morrer ali afogado, porque a densidade salina é tão grande que todos os corpos boiam. Então, mesmo que a pessoa tente afundar, não consegue. O sal empurra ela para ficar boiando no Maro. Todo esse cenário. Então, as aldeias eram pequenas e o acontecimento que que dava que se dava em uma corria rapidamente de ouvido e ouvido na outra. Lázaro morreu. Lázaro morreu. Três dias a notícia correu que nem rastro de pólvora. Jesus está em outro lugar. vem se aproximando. Quando chega, temos o versículo mais curto da Bíblia, né? E ele chorou. Jer Jesus chorou pranteando a morte. A dor contaminava todos e o Cristo compartilhou dessa dor chorando também. Mas ele tava reservando uma surpresa. Me mostra o local. Vai, vê que é uma gruta e chama Lázaro Surge Tâmbula. Em tradução do hebraico, né, do aramaico, Lázaro vem e sai. Alguém remove a pedra e sai aquela múmia egípcia toda enfachada, aquele homem caminhando. O estupô era imenso. Se fosse um médico do século XX para aqueles dias no túnel do tempo,
o, Lázaro vem e sai. Alguém remove a pedra e sai aquela múmia egípcia toda enfachada, aquele homem caminhando. O estupô era imenso. Se fosse um médico do século XX para aqueles dias no túnel do tempo, levasse os equipamentos que nós temos hoje aqui, deixa eu dar uma olhadinha em Lázaro. Botava o estetoscópio e disse: "Ué, o coração dele não tá pulsando, mas tá fibrilando. O coração treme. O povo não sabia nem o que era eh pulsar. Imagine fibrilação. Traga aí o eletrochoque. Aplicava um eletrochoque, uma insul e uma adrenalina na veia de Lázaro ou daqui a pouco o homem vivo. Ele também seria tido como um deus ressuscita mortos. Mas o médico dirá: "Não, eu apenas descobri que ele tava num estádio que nossa época, no futuro, daqui a 2000 anos, a gente chama de catalepsia, ele estava em estado de coma. Vocês vão descobrir isso quando vocês atravessarem 2000 anos de história, porque eu tô vindo de lá." E eu apenas trouxe ele. Ele daria uma explicação técnica. Jesus não deu explicação técnica nenhuma, porque o poder dele era magnético. Ele então eh viabiliza, ele energiza novamente as células e elas, absolutamente otimizadas fazem com que o corpo de Lázaro reaja e o espírito de Lázaro não estava desprendido da matéria. Tanto que no diálogo de alguns fariseus que apareceram lá para na sua petulância e arrogância interrogarem Jesus, eles dirão: "Eh, as leis antigas diz que os mortos não devem vir, devem ficar no cheol aguardando a ressurreição e como trazes ele da morte?" Jesus é taxativo. Se Lázaro houvesse morrido, ninguém poderia trazê-lo. Olha que frase que Jesus coloca. Nem Deus. Talvez alguém diga isso, rapaz, é um herege lá na federação, viu? Porque a da Deus nada é impossível. É sim. Lamento informar. Deus não pode tornar verde uma folha que caiu da árvore porque a folha secou e morreu. Nem Deus. Pelos métodos e pelos meios que a gente tá esperando que ele faça isso. Deus instala o dedo e a folha volta a ficar verde. Não. Deus consegue ressuscitar uma folha que ficou morta. Como a folha
Deus. Pelos métodos e pelos meios que a gente tá esperando que ele faça isso. Deus instala o dedo e a folha volta a ficar verde. Não. Deus consegue ressuscitar uma folha que ficou morta. Como a folha ficou morta no galho da árvore e ela cai, se desprende pela secura com o tronco. Não há mais como se nutrir. Ela cai, balança no ar suavemente e cai no chão. Ao cair no chão, elementos como a água, a umidade, os vernes, o calor, o sol desintegra porque desidrata esta folha que já está morta. Ela acaba perdendo toda a água que ela tinha. O resto desidratada, ela seca, passa um animal, passa um vento, ela rola, vai se quebrando, vira pedacinhos. Esses pedacinhos são caem no chão. O chão com a sua química transforma esses pedacinho em húmos, aproveitando daquela folha que morreu o nitrogênio, o cálcio, o fósforo e os outros componentes que a constituem. Aquilo é absorvido pela Terra. As raízes da árvore, que são suas ramificações germinativas, sugam esses nutrientes, porque a árvore precisa da força do sol, da existência da água para produzir clorofila, com o qual sobrevive a fotossíntese. Então ela absorve a folha e lá num galho, aquela folha que morreu reencarna, ela surge de novo. Desse jeito, Deus pode fazer a a folha reaparecer na árvore, porque houve todo um processo em que a folha morta se transformou em nutriente para a própria planta que o transformará em força para produzir novos galhos, novas folhas, flores e frutos. É assim que Deus faz. Mas até compreender isso, eu teve que esperar 1800 anos para que a doutrina espírita chegasse à Terra e resgatasse o princípio das ciências, a física, a biologia, a ecologia, a botânica, a química. Para hoje nós compreendermos que nossos corpos é um turbilhão de química. Nós temos até diamante no corpo. Nós temos ouro em nosso corpo em em pedaços, em nutrientes infinitésimais, mas sem esses componentes entramos em algum processo patológico. Sim, nós temos 60 trilhões de células, 450.000 fios de cabelo, 5,5 L de sangue, 150 km de artérias e vasos. Nós temos
s infinitésimais, mas sem esses componentes entramos em algum processo patológico. Sim, nós temos 60 trilhões de células, 450.000 fios de cabelo, 5,5 L de sangue, 150 km de artérias e vasos. Nós temos 206 ossos e vai por aí fora. As estatísticas são assombrosas num corpo. Um ateroma, um ateroma. Uma bobagem dessa de um coágulo numa aveia, mata esse gigante de 80, 90 kg, tomba, morre assim, fácil, fácil, ligeirinho, fulminante. Basta um coágulo, qualquer coisa, um infarto miocárdio fulminante e o indivíduo vai embora. Quem constrói esse corpo? Duas células aquáticas germinativas, o óvulo e um espermatozoide. Processo de mitose, cisciparidade, a divisão celular, o aninhamento ou anidação no colo uterino. E 9 meses depois nós somos alguém composto de quase 90% de água. Quando adulto somos entre 72 a 74% de água. O resto é cinza, é matéria mais consistente. Então ele sabia de tudo isso, mas não tinha como revelar porque não tinha nem termos analógicos naqueles dias. Tinha que se aguardar o advento da ciência, a evolução da medicina que já havia surgido com Hipócrates, com Aécio, com Galeno, iria atravessar atravessar a Vicena, os grandes os grandes expoentes da medicina na Idade Média. como Ambrosio Parrê, André Versalho, até chegar aos nossos dias hoje com os avanços da medicina em larga ponta. Hoje esclarecemos que é possível ressuscitar uma pessoa que morreu afogada, que passou 5, 6, 10. Tem gente de 15 minutos que clinicamente como morta voltou à vida. O que é que veio contar? Olha, eu vi um túnel. Nesse túnel senti presenças amigas. Eu queria ir porque era felicidade, mas a turma me disse: "Volte, venha". Não, aqui não tem vaga não, fica ainda na terra aí que tem muita coisa para fazer. Aí eu senti um choque no peito, o eletro-choque e me trouxeram de volta, mas eu queria ficar lá. Então, as experiências de quase morte apontam claramente isso. Por isso que Jesus teve que dar explicações ao ponto de dizer até os seus interlocutores. O Senhor, meu Pai, que me deu poder para
ar lá. Então, as experiências de quase morte apontam claramente isso. Por isso que Jesus teve que dar explicações ao ponto de dizer até os seus interlocutores. O Senhor, meu Pai, que me deu poder para dar vida, também me deu poder para dar morte à aqueles que se interponham em meu caminho, criando obstáculos à minha atividade. Nossa, Jesus jogou pesada, viu? Com os fariseus tava na frente dele, porque eram tão petulantes, foram cobrar explicações do Cristo que Jesus teve que usar de energia. Disse: "Não, me amecem não. Eu não trouxe ele a vida. Ele tava dormindo e eu chamei. Mas se vocês interferirem aí eu posso, Jesus, claro, não ia matá-los. Jesus ia fazer a antecipação deles ao plano espiritual para reencontro com os parentes. Seguindo aqui então no nosso capítulo, ainda trazendo essa reflexão sobre o ódio e a vingança, do mesmo jeito que Marcel trouxe, realmente essa noite nós não fomos poupados. Amélia vai dizer que quando não se pode competir e se é inferior, estabelece-se ao outro matar. Então, já que eu não consigo chegar até a sua condição, a solução é te aniquilar. A história tem diversos exemplos nesse sentido. E aí nós estamos falando quando espíritos elevados trazem mensagens salutares e que a gente percebe que tá bem acima da média em que a gente ainda vibra, raciocina. Entendam que quando falamos eh que a gente ainda vibra, ainda raciocina, estamos aqui falando da nossa condição de espíritos imperfeitos. Isso tem diversas variações, uns mais, outros menos. E claro que entre nós também tem os espíritos que já alcançaram alguma elevação, que nem lembra que vingança existe, porque isso não vai ter repercussão no seu íntimo. Ainda eh constituem o menor quantitativo, mas existe. Então, quando fizermos essas observações, é pensando numa classificação de um planeta com as características e a denominação do nosso prova expiação e espíritos imperfeitos, que estamos aqui na labuta por chegar à condição de espíritos bons. Amélia vai dizer que a vingança dos infelizes vai
s características e a denominação do nosso prova expiação e espíritos imperfeitos, que estamos aqui na labuta por chegar à condição de espíritos bons. Amélia vai dizer que a vingança dos infelizes vai ter o contorno da, digamos que do próprio tamanho do mundo íntimo desse espírito. Então aí uma restrição do ponto de vista moral, o que ela vai chamar de amesquinhamento pela pequenez do espírito. Quando a gente faz uma leitura dessa natureza e que já estamos fazendo um esforço por elevação ou como o Biraci colocou no chat, a solução está no con no autoconhecimento com que eu concordo e aqui a própria Amélia nos recomenda, é para que a gente comece a pensar em que lugar nós estamos, energética, vibracional, espiritualmente e moralmente falando, porque já causa um incômodo ler algo assim. e ainda ter uma espécie de identidade com alguns sentimentos ou emoções que estão dentro de cada um de nós. E ela vai dizer que a alma humana sempre inquieta arranja mecanismos de fuga. Então você pode justificar: faço de tal modo porque o outro me provocou. Sabe aquela ideia que eu a gente vê muito isso nas redes sociais, em algumas brincadeiras eu até consigo evoluir, mas aí vem o outro. E aqui a gente tem então a afirmativa de que quando encontramos um contexto em que a disputa prepondera e que a maledicência se apresenta, a gente tem um prato cheio para que as ervas daninhas então consigam aparecer com mais força. Aí não satisfeita. Mais uma vez eu fui lá no nosso querido evangelho, onde eh há o dissertação sobre a bem-aventurança, os bem-aventurados, os que são brandos e pacíficos. E aqui se fala da palavra. Quando Amélia fala da maledicência, o Evangelho vai dizer que há sempre uma intenção que pode agravar ou atenuar a falta. não é necessariamente o jeito, embora seja importante com que a gente emita uma mensagem, mas qual é a nossa intenção? Porque nós podemos falar de modo brando, de uma forma um tanto quanto carinhosa, mas o que energeticamente estamos lançando naquele ambiente não condiz com
a uma mensagem, mas qual é a nossa intenção? Porque nós podemos falar de modo brando, de uma forma um tanto quanto carinhosa, mas o que energeticamente estamos lançando naquele ambiente não condiz com a natureza ou teor verbo adotado. E aí, eh, há uma pergunta aqui no Evangelho que diz: "Por que uma simples palavra, e aí se remetendo aquele fato quando Jesus diz, né, não dizer a ninguém, que era al um termo de desdenho, querer dizer que o outro nada valia, que era o virar o rosto e cuspir pela passagem do outro, né? você execrava aquela presença que para você era algo que lhe causava algum tipo de incômodo, inquietação. E ainda dizia que chamar o outro de louco também era uma ofensa significativa. Eu imagino que Jesus, diante das adjetivações que se usa hoje em dia, ele traria outras recomendações tanto quanto mais enérgicas. E aí aqui tem a resposta para essa ideia. Porque tanta severidade ao se tratar da palavra. E aqui é dito que toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade, que é o que deve presidir as relações entre os homens. e que quando nós usamos palavras para ofender, para manter, digamos que num patamar de superioridade nossas ideias, nossas ideologias e tantas outras coisas, nós estamos entretendo o ódio e a animosidade. E a recomendação é que a humildade seja para com Deus em primeiro lugar e a caridade para com o próximo. Aí a gente vai vendo o quanto atualmente, não é que isso não tenha acontecido em outras épocas, mas é que estamos falando do momento que vivenciamos, o quanto as palavras vêm ganhando repercussão e hoje adotamos uma terminologia que é viralizar comportamentos, viralizar determinadas posturas, frases que são ditas, discursos de ódio, disseminando essa forma de relacionar-se com o outro. Não é necessariamente foi o outro que disse, quando comungamos, quando partilhamos, quando repetimos, estamos igualmente contribuindo para que essa cadeia se alastre, se fortaleza, se fortaleça, porque todos somos díamos, somos seres
que disse, quando comungamos, quando partilhamos, quando repetimos, estamos igualmente contribuindo para que essa cadeia se alastre, se fortaleza, se fortaleça, porque todos somos díamos, somos seres em vibração. O que é então que estamos fazendo do uso da palavra dita pelo outro e daquelas palavras que todos nós proferimos? E aí essa pergunta, para que tanta preocupação com uma simples palavra? Palavras podem matar, palavras podem fazer com que esperanças sejam colocadas em patamar de só menos importância e podem retirar do outro a capacidade de aspirar, de sonhar com coisas muito mais elevadas. Então, as recomendações trazidas por Amélia nesse capítulo são muito sérias, além da maledicência, do ódio, da vingança, mas destaco nessa participação a ideia da violência que é revestida de arrogância. Então, o petulante, o soberbo e o arrogante, ele precisa se impor, porque aquilo que o nutre e o mantém é a mais profunda insegurança e falta de confiança em si mesmo. Já aquele que se apropria de si mesmo e que investe em autoconhecimento é calmo e brando porque domina a si mesmo. Tá aí a ideia dos bem-aventurados, os mansos e os pacíficos. Conseguem ter o reino dos céus dentro de si porque se autodominam. Então, todo aquele que vocifera, que agride, que é violento, padece de uma perseguição própria e que acaba delegando ou dirigindo, melhor dizendo, ao outro, porque campeia em verdade em um solo em que a insegurança é aquilo que lhe rodeia. Quem assim vive sofre e precisa gritar ao mundo o medo de si mesmo. Esse capítulo, como todos os outros que nós observamos de Amélia Rodrigues, ele traz muitas possibilidades de reflexão. Como sempre, nós hoje não esgotamos o que pode ser pensado, o que pode ser aplicado ao nosso processo de autoconhecimento, que pode ser aplicado à nossa vida. Podemos sim eh fazer uma síntese a partir de tudo que foi dito e do que eh ainda está no texto, aguardando as nossas os nossos aprofundamentos, que a ressurreição de Lázaro, ela nos traz uma referência a quem é o Cristo.
uma síntese a partir de tudo que foi dito e do que eh ainda está no texto, aguardando as nossas os nossos aprofundamentos, que a ressurreição de Lázaro, ela nos traz uma referência a quem é o Cristo. Jesus disse à mulher samaritana: "Se soubesses quem é aquele que te pede, dá-me de beber, tu me pedirias e eu te daria água viva." Ele diz em outros, em outra passagem que todo aquele que vive e crê nele, na sua mensagem não morre. E Amélia Rodriguez traz isso. A ressurreição e a vida, diz ela, são os pontos altos da convivência com Jesus. O que Jesus traz é a vida. Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância. Ela vai continua com ele à noite aureola-se de estrelas e luar, enquanto que sem ele o dia emurchece e cobre-se das sombras que jazem no íntimo de quem anda em agonia rebelde. O Cristo, ele representa para nós a mensagem de quem nós somos. Infelizmente nós vivemos ainda muito presos ao externo, ao transitório, ao aparente, a identificação com a matéria. É a nossa condição evolutiva. Ainda na nossa jornada, nós precisamos descobrir a vida plena e absoluta que existe em nós. Nós precisamos descobrir o tesouro da imortalidade, que é a nossa herança divina. Nós somos filhos de Deus e como filhos de Deus trazemos dentro de nós a presença divina. Mas isso não se realiza na limitação da vida material. Não porque a matéria não tenha significado, não tenha importância. A matéria é importante. Toda a criação divina é importante. A matéria é uma experiência fundamental de completude para o espírito, de trazer até o nível molecular a divina presença, a realidade da da imortalidade, a realidade de sermos espíritos, a consciência completa de sermos espíritos. No entanto, nós ficamos chorando a morte, seja ela, seja como ela se apresente. A gente chora a morte física daqueles que amamos, a gente chora a morte dos nossos sonhos. Choramos até a morte das nossas ilusões, que são equívocos e nós sabemos que são, mas faz pena. A gente gosta, a gente queria que fosse desse jeito. Vivemos
s, a gente chora a morte dos nossos sonhos. Choramos até a morte das nossas ilusões, que são equívocos e nós sabemos que são, mas faz pena. A gente gosta, a gente queria que fosse desse jeito. Vivemos numa criação fantasiosa que não é a realidade. A realidade é a presença divina. A realidade é a plenitude, a realidade é a vida perene, a imortalidade. Então, nós pararemos um dia de chorar pela morte de do que quer que seja, de quem quer que seja, e, sobretudo pararemos de temer a nossa morte. ainda é uma luta muito grande para nós, principalmente quem vive muitos anos por um motivo de do tanto que investiu nessa vida. Quem vive poucos anos lamenta porque tem muitos sonhos e muitas ideias, mas nós vivemos e alimentamos a ilusão de que somos matéria. Quando pudermos nos eh perceber e viver como espíritos imortais, estaremos livres. Estaremos livres dos túmulos, estaremos livres dos sepultamentos, estaremos livres das perdas. Porque estaremos juntos na realidade da dimensão espiritual. Estaremos realizando a nossa realidade crística. Jesus disse: "Vós sois deuses. Nós somos a criação divina e chegaremos à perfeição no sentido da manifestação da totalidade que tá longe até da nossa percepção. Hoje a gente sabe, a gente lê, a gente estuda, a gente crê, mas a gente não percebe direitinho, a gente não entra nisso." Então, que a ressurreição de Lázaro nos traga a certeza de que a morte não existe, existe nas esferas, nos aspectos materiais e externos, como uma experiência de renovação, como uma experiência de transformação. Espírito imortal com a presença divina em si, conectado com o alto, ele está sempre avançando, ampliando a consciência, percebendo e sendo cada vez mais, até que possa expressar completamente as características divina que divinas que estão em todos nós. A gente aprende isso com a ressurreição de Lázaro. Não, porque morreu, não morreu, tava com catalepsia, voltou do túmulo, tava fedendo, não tava fedendo. São expressões externas. A essência é Jesus nos mostra que ele traz a vida, a vida
ção de Lázaro. Não, porque morreu, não morreu, tava com catalepsia, voltou do túmulo, tava fedendo, não tava fedendo. São expressões externas. A essência é Jesus nos mostra que ele traz a vida, a vida em abundância que está conosco. É uma escolha que nós podemos fazer desde agora. Muita paz. Nos veremos de novo na segunda-feira, dando continuidade a esse livro. Magníficas nossas reflexões, ao nosso estudo para viver o evangelho, que é o que importa. A gente aprende para viver as lições do evangelho. Que Deus nos abençoe. A Caravana Baiana da Fraternidade 2026 inicia em fevereiro a sua 28ª edição com o tema Espíritas o Livos. É um momento especial. A Federação Espírita do Estado da Bahia visitará todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização da comunidade espírita do estado da Bahia. Caravana Baiana da Fraternidade, uma história de amor que aproxima.
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