Para Viver o Evangelho | Episódio 189 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (capítulos 42 e 43)
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Carosnautas, boa noite. Sejam muito bem-vindos ao programa Para Viver o Evangelho. Todos vocês que nos acompanham as segundas-feiras pela TV FEB, TV Mansão do Caminho, mais uma vez bem-vindos e aos nossos irmãos e irmãs que sempre estão conosco presencialmente. Boa noite e os nossos agradecimentos pela companhia, que não é só a presença física, mas também o aspecto vibracional que muito nos alegra. Hoje vocês vão perceber que não estamos em companhia de Najamat Matos porque ela está em uma outra lad espírita também, mas fazendo discussões em um outro espaço, ajudando as reflexões do nosso movimento espírita. Me faço acompanhar como sempre por Marcelo Mariano que hoje então dará início às reflexões da noite. Boa noite, Marcel. >> Muito boa noite, Jaile. Para nossa Nádia, atuando em uma outra frente de serviço. E também para os nossos companheiros aqui no salão da FEB, que este final diga-se de passagem. Tivemos esse salão super decorado, muito bem, para receber uma das vozes mais belas, vozes líricas do Brasil, Andrea Bier, que trouxe um cardápio, um naipe de músicas de uma beleza indescritível. Quem veio saiu em êxtase. E na noite de hoje volvemos a Lázaro Red Vivo, buscando entender a filosofia da dúvida. Ao abrir o capítulo 42, salvo engano, 42, a filosofia da dúvida, Humberto de Campos, irmão X, nos convida a analisar não a doutrina, mas o movimento espírita, as suas concepções, as suas correntes de pensamento, como as temos até hoje. E a própria doutrina, nos seus primórdios, sofreu implacável perseguição. De onde ver, de onde partiram esses perseguidores? Primeiro, das igrejas já instituídas e consolidadas na terra. Elas estavam começando a vislumbrar o perigo que a doutrina espírita iria provocar e o estrago que iria fazer no rebanho, porque convidava as pessoas ao óbvio, pensar. Curioso que agora estamos vivendo uma época de retrocesso do pensamento. Por quê? Porque notamos de que o conhecimento é farto, abundante e fácil. Para que é que eu vou fazer cálculos matemáticos de cabeça?
o que agora estamos vivendo uma época de retrocesso do pensamento. Por quê? Porque notamos de que o conhecimento é farto, abundante e fácil. Para que é que eu vou fazer cálculos matemáticos de cabeça? Se as calculadoras podem fazer isso para mim. Para que é que eu vou queimar meu fosfato? Se a I a inteligência artificial pode produzir um texto meu, uma tese de mestrado ou de doutorado com abundância de bibliografia citada. Para que é que eu vou ler mais um livro se eu posso pegar uma sinopse ou na orelha do próprio livro ou então pegar um resumo muito bem trabalhado dentro das redes sociais? Para que que eu vou dar risada se eu posso usar na internet k uma única letra, eu digo ao outro que é que eu tô querendo dizer. Você virou VC, também virou TB e criamos uma nova linguagem de reino farto nas redes sociais. Então isso também pode estar ocasionando que algumas pessoas estão com fragilidade de raciocinar, de pensar. De repente adentram-se os tumbrais da casa espírita, diz Humberto de Campos, e vai se defrontar com a doutrina que não tem teologia, que não tem dogma, não tem sacramento, não tem papado, não tem hierarquia religiosa. O que é que tem? um tríplice aspecto, uma filosofia que me instiga a pensar, uma ciência que eu devo estar atualizado observando o aparecimento de um conhecimento novo, o avanço da multidisciplinaridade das ciências, que vai confirmar a minha crença, levando ela e é levando ela ao patamar de saber. E eu tenho uma fé raciocinada, uma fé que deve ser lúcida. Eu sei e sei porque sei e abandono o patamar da crença. E ainda podemos admitir, como dizia André Luiz Peixinho, que a doutrina espírita tem um quarto aspecto. Além de uma filosofia científica, além de uma ciência filosófica, o espiritismo se apresenta como uma ética, um comportamento moral, mas ela pode ter um quarto estado, a arte. a arte que sublima a pintura, a música, o teatro, o desenho, enfim, todas as expressões artías ganhariam um outro colorido à luz do pensamento espírita. Então, consequentemente, isso me obriga
a arte. a arte que sublima a pintura, a música, o teatro, o desenho, enfim, todas as expressões artías ganhariam um outro colorido à luz do pensamento espírita. Então, consequentemente, isso me obriga a enxergar o mundo por diferente lente, aquela lente que foge do materialismo. Então, ele destaca que em todas as épocas a doutrina espírita terá argumentos contrários, terá opositores, aqueles que vão tentar diminuir-lhe o conteúdo, mesmo se valendo de argumentação barata. E o que não falta nesse mundo é argumento. Há alguns anos, muitos anos atrás, a revista Veja, que ainda circula, tinha páginas amarelas. As páginas amarelas no início da revista era entrevista com alguma pessoa importante da semana. Naquela semana, a revista Veja entrevistou um sheik árabe. E uma das perguntas do jornalista foi aquele homem riquíssimo na área do petróleo. Mas o senhor tem quantas esposas? Ele disse: "Quatro. O senhor não acha isso um contrassenso transformar quatro mulheres em objeto? Quatro mulheres que lhe disputam? Não, eu acho pior vocês no ocidente. Como assim? Vocês só têm uma mulher? E quando vocês estão violentos, vocês descarregam toda a agressividade em uma única mulher, batem nela até matar. Eu tenho quatro. Eu dispenso minha agressividade 25% para cada uma. Mas que argumento extraordinário, de fato, mais do que extraordinário. Seguindo o que Marcelo já compartilhou conosco, achei interessante ainda nesse capítulo 42, filosofia da dúvida, colocação do irmão X, quando ele nos leva a reflexão. Quando pensamos no princípio evangélico, dai de graça o que de graça recebestes, ele aqui vai falar diretamente da questão da inteligência. E é justamente a inteligência como toda. Prontinho. O microfone está me ajudando também a trabalhar a evolução e a paciência. Mas já estou aqui com o outro. Mas voltando à nossa reflexão, é interessante pensar que quando a ideia materialista diz que devemos compartilhar o ouro e a riqueza, é preciso pensar nos outros talentos que nos foram concedidos e a inteligência é
nossa reflexão, é interessante pensar que quando a ideia materialista diz que devemos compartilhar o ouro e a riqueza, é preciso pensar nos outros talentos que nos foram concedidos e a inteligência é um deles. E é justamente aí vai depender do nível evolutivo, dos interesses e tantas outras coisas. podem ser então utilizados para deturpar, para espalhar a dúvida ou qualquer outra coisa semelhante. Aqui ele vai dizer então que na esfera das realizações humanas a ausência de cooperação dos favorecidos da inteligência acaba por retardar o progresso da humanidade. Então a gente tem duas questões. uma que é me colocar na condição daquele que deveria contribuir com a obra divina e eu me conformo na condição daquele que de fato vai ser um entrave, um impecílio ou um obstáculo, ao invés de contribuir com a minha forma de entender e de ver o mundo a partir dos conhecimentos então que eu adquiro. Nós inclusive temos eh espíritos e aí podem ser os encarnados ou os desencarnados, mas que se colocam na condição daqueles que vão se debruçar sobre determinados conhecimentos para a partir do conhecimento gerar a dúvida. Não é só uma questão de não acreditar, mas há um interesse e até mesmo um prazer em fazer com que determinadas situações sejam então colocadas no patamar do engano, da dúvida ou de algo que possa nos apresentar uma certa condição de tolice, ingenuidade por acreditarmos em alguma coisa. O fomento, a esperança pode ser comprometido, então, pela inteligência que se vale das teorias ou que cria ou que já existem para fazer com que a nossa fé então vacile. E aqui ele usa o termo construções sublimes da fé viva para concórdia e felicidade de um mundo melhor. a gente pode até entender, é só uma questão ideológica, é só uma questão de crença, é só uma questão de que cada um é livre para pensar aquilo que quer e viver como pode. E de fato é, mas a partir do momento em que o espírito se coloca a serviço de tirar do outro a esperança cultivada, aí já tem um comprometimento
é livre para pensar aquilo que quer e viver como pode. E de fato é, mas a partir do momento em que o espírito se coloca a serviço de tirar do outro a esperança cultivada, aí já tem um comprometimento do ponto de vista moral e espiritual. Quando então eu me coloco como agente que vai destruir no outro a fé que ele vem edificando. Quando a gente também diz, mas cada um é dono de si, pode se sentir enfraquecido pelo outro, significa também que essa fé não é tão ardente. Mas aí a gente vai precisar também respeitar a condição de cada indivíduo. Se eu já sei que aquela fé ainda está na condição de ser uma fé vacilante, porque serei eu a contar um lado ou um aspecto da história que não é tão agradável. Então, a suscetibilidade do outro não justifica o papel que eu assumo de ser o destruidor da crença alheia. Depois ele vai dizer que isso também aconteceu com o espiritismo. E claro, a gente não vai colocar o simples fato de sermos espíritas de como uma crença central, verdade absoluta, mas em toda e qualquer ideia emancipatória, nós temos aqueles que vão eh de fato combatê-la porque não desejam que a verdade seja então anunciada pelo mundo, fazendo com que as pessoas tenham criticidade, que questionem a forma de viver e que não achem normal que nós estamos vendo. Então, no nosso planeta, então ele traz aqui o espiritismo como esse consolador e que também acabou atraindo todos aqueles que combateram. Se nós lermos, relermos ou visitarmos o que é o espiritismo, a gente vai ver o que é mesmo o entrave e os diálogos estabelecidos, todos voltados para ir eh digamos que a cada afirmativa que o espiritismo traz, algo que lhe contrapõe e que tenta então tirar o seu substrato. Como nós temos o modelo e guia e a base do sou caminho, verdade e vida, esses conhecimentos acabam por ser fortalecidos porque se confirmam nessa verdade que é a verdade que a gente consegue captar e não captar, e aí precisa de uma afirmação nesse sentido, que ainda não conseguimos aprender na inteira. Daí a questão quando diz então
irmam nessa verdade que é a verdade que a gente consegue captar e não captar, e aí precisa de uma afirmação nesse sentido, que ainda não conseguimos aprender na inteira. Daí a questão quando diz então que a gente pode reconhecer a robustez de uma doutrina e de um ensinamento ou no nosso caso de uma filosofia espiritualista, porque à medida que o tempo vai passando, as respostas são dadas pela razão. E é a razão então pela fé raciocinada que vai dizendo ou criando alguns liames que a lógica justifica, não só o raciocínio, mas o sentir e o perceber na vivência espiritual. falsos profetas. Todos nós já ouvimos e sabemos da existência deles. A questão é que nós nos fortaleçamos para que esse entendimento não vire disputa e sim base da nossa existência e que tenhamos muita calma diante desses combates naturais quando a verdade se apresenta e é posta em dúvida. E a gente já conhece essa história que não é de hoje. >> Já sabemos a mancheia que os adversários da doutrina espírita sempre se posicionaram nos últimos 160 anos do lado de fora, de lado de fora do movimento. eram materialistas convictos, eram religiosos de carteirinha, fanáticos, eram pessoas que tinham para a doutrina espírita para que ela não avançasse sob o terreno das suas conquistas pessoais. Nós temos os cínicos, os gozadores, todo tipo de gente que tá do movimento e desenvolveu uma verdadeira catilinária contra a mensagem espírita. Cadê esse povo? Tá tudo no mundo espiritual. Daria vontade agora de saber o que é que eles estão pensando, porque foram para lá. E é essa maior verdade que Humberto de Campos, irmão X, passa nesse primeiro texto. Eles todos vão desencarnar. É o nosso grito de consolação. Todos eles vão passar e vão chegar do outro lado. Como vão ser recebidos e como vão se adaptar o mundo que negar é outra coisa. Mas de uns tempos para cá, no nosso movimento espírita brasileiro, surge um desafio. Nós passamos a ter os que duvidavam dentro do movimento. Então, estão na casa espírita, estão em lideranças,
coisa. Mas de uns tempos para cá, no nosso movimento espírita brasileiro, surge um desafio. Nós passamos a ter os que duvidavam dentro do movimento. Então, estão na casa espírita, estão em lideranças, são expositores, médiuns. E vez por outra, em exposições para auditórios lotados e sedentos da verdade, expõe a própria fragilidade do conhecimento. Há pouco participando de um congresso espírita no Rio de Janeiro, em Campos dos Goitacazes, terra de Nina, de também o companheiro que escreveu o livro A mediunidade dos Santos, Cloves Tavares, onde tem a escola Jesus Cristo por ele fundada. de grande alcance social. Nós tivemos uma companheira expondo que o nosso movimento está necessitando deores de pessoas que coloquem nas reuniões públicas assuntos palpitantes e assuntos atuais. a arte de envelhecer, a questão do Alzheimer, do autismo, a abordagem da mudança transgtiqi mais sobre a ótica da doutrina espírita e outros assuntos. O Renult dizer dela, uma grande escritora, doutora em psicologia no Rio de Janeiro, as pessoas estão vindo à casa espírita com muita sede e não é de água. Elas estão com sede de um conhecimento que palpita nas ruas. E é preciso que essa casta de oradores, esses companheiros, homens e mulheres que se dedicam à atividade possam estudar esses temas. não ter medos de enfrentá-los. Ah, mas a doutrina espírita não abordou isso na época de Kardec. A doutrina espírita abordou os princípios. Se temos os princípios, dá compreender o restante, porque uma casa que faz um bom alicece pode erguer quantas lajes quiser, quantas paredes entender. O edifício vai subir porque o alicece foi bem feito. Nós não temos um alicece fundamentado em uma filosofia de um homem, por isso que não tem cardecismo. a funcionária do IBGE, a recenciadora com quem eu te travei contato agora por volta do ano 2022, 23, quando ela esteve no meu prédio para recenciar os moradores, não encontrou ninguém. Eu tive que fazer o recenciamento por amostragem. Respondi pelos outros oito moradores.
a por volta do ano 2022, 23, quando ela esteve no meu prédio para recenciar os moradores, não encontrou ninguém. Eu tive que fazer o recenciamento por amostragem. Respondi pelos outros oito moradores. Quando chegou a minha vez, sua religião, eu digo espírita. Ela disse cardecista. Eu digo espírita cardecista. espírita cardecista. Eu disse: "Moça, nós estamos em Wimblodon jogando tênis, eu jogo a bolinha, você devolve. Você bota a bolinha, você devolve. Nadal contra Dokovit. Ela disse: "Qual é a religião do senhor?" Digo, "Sou espírita é cardecista?" Digo, "Espírita de novo. A partida vai começar de novo". Ela ajeitou o óculos. Era um óculos muito forte, olhou para mim e disse: "O senhor quer saber quantas definições o IBGE tem de espiritismo?" Eu disse: "Quero até agora 53. Eu só não desencarnei na época porque sabia que ia ter esse programa, eu ia contar a vocês. Se eu morresse na época, quem é que contaria isso?" Aí eu esqueci de desencarnar na hora. Eu disse: "A senhora, a senhora pode, você pode me passar cinco ou seis?" Posso. Espiritismo cardecista, espiritismo evangélico, espiritismo mesa branca. Aqui estamos no autêntico espiritismo, alto espiritismo. Você aí no baixo aqui é alto. Nós temos espiritismo eh de mesa amarela, espiritismo católico. Ela foi me dando uns seis. Eu fiz a pergunta talvez mais idiota e boba de minha vida. Como é que o BGE tem essas respostas? Ela olhou para mim, sorriu da minha ingenuidade, disse: "Mas moço, a gente pergunta, quem responde são vocês. Eu anoto que as pessoas respondem." E à medida que vai se diversificando, a gente manda tudo isso paraa Brasília para fazer o levantamento e vê que o espiritismo, até a doutrina, o seu termo, não tem unanimidade, ainda tem depois de espiritismo alguma coisa. Então, se há um espiritismo cardecista, deve haver um espiritismo não cardecista. Tem alto espiritismo, deve ter um baixo. Mesa branca, deve ter um mesa amarela, mesa roxa, mesa preta, qualquer coisa desse tipo. Sempre que há um para lá, há
deve haver um espiritismo não cardecista. Tem alto espiritismo, deve ter um baixo. Mesa branca, deve ter um mesa amarela, mesa roxa, mesa preta, qualquer coisa desse tipo. Sempre que há um para lá, há um para cá. é o contraponto natural, é o maniqueísmo histórico que proclama para o alto, baixo, gordo, magro, Deus e o diabo. A gente sempre criou essa dicotomia. Então, a dúvida que se implanta naquele que adentra a doutrina, mas tem dificuldade em permitir que a doutrina adentre-se à pessoa. Quase todo mundo sai da quinta série, mas tem gente que a quinta série não sai da pessoa. A pessoa tá sempre infantilizada, tá sempre ameninada nos comportamentos, não obstante a idade avançada. Então, Berto de Campos, de maneira bem humorada, mas séria, ao escrever uma crônica como essa, a filosofia da dúvida, destaca o risco que a nossa própria doutrina corre daqueles que a abraçam e continuam se mantendo em dúvida. Eu conheci médiuns que quando a luz da sala mediúnica era apagada para ligar a vermelha, a verde, azul, qualquer lâmpada mais tênue, o médium disse: "É, por favor, não desliga, eu tenho medo da escuridão. E está numa sessão mediúnica. Eu tô com dificuldade já de entender tantos comportamentos até de um médium. Ele não tem medo de espírito desencarnado, nem do bicho papão, nem do velho do saco, mas da escuridão ele temia e estava numa reunião mediúnica. Mas o que é que ele tá fazendo ali? Devia estar fazendo terapia para se libertar daquele conflito que carrega. Quem sabe no passado alguém o trancou em um quarto, apagou a luz e ficou do lado de fora gritando que um bicho viria, criou um trauma. E mesmo na doutrina que é uma psicoterapia da alma, o indivíduo não conseguiu libertar-se, mas tá dentro de uma sessão mediúnica, cujo contato será com os espíritos desencarnados de diversos naipes. Por isso mesmo, ele nos convida, Humberto Campos, a rever isso e gravitar, como diz Emmanuel, no Consolador. a mais demonstrando que a gente não estamos numa doutrina de crença. O
de diversos naipes. Por isso mesmo, ele nos convida, Humberto Campos, a rever isso e gravitar, como diz Emmanuel, no Consolador. a mais demonstrando que a gente não estamos numa doutrina de crença. O espírita não acredita, o espírita sabe. E isso me levou a lembrar, Marcel, da afirmativa que Kardec nos deixa em o céu inferno. O espírita é aquele que crê porque antes poôde compreender. Aí a fundamentação da ideia de fé raciocinada. É preciso raciocinar para que tenhamos o entendimento mais próximo ou adequado daquilo que nos foi trazido. Então, ela não é uma fé cega porque alguém disse e afirmou e a gente segue deliberadamente. Tem uma análise, uma certa busca por aquilo que nos é trazido. Por isso que a gente também não tem essa ideia de hierarquia ou rituais. ou se alguém diz isso, é uma verdade absoluta, claro que devemos agir para com todos com respeito, mas o que nos é dito pode ser também comprovado ou refletido nas obras que nós temos, o que obviamente nada tem a ver com debate ou com depreciação daquele que fala. E é também preciso observar que aquilo que nós trazemos, embora esteja fundamentado no espiritismo, vai contar do mesmo jeito que o médium da comunicação traz algumas de suas características com a possibilidade que temos de visualizar e de entender o mundo. Então, é uma outra oportunidade de termos uma certa paciência com a possibilidade que o outro tem, assim como nós também temos possibilidades que t lá os seus limites na nossa caminhada evolutiva. Eu lembro eh no peixinho sempre trazia pra gente a reflexão de que cada um tem cada pessoa tem a possibilidade de ver o mundo de acordo com a lente que carrega. Por mais que você diga que algo é verde, para o outro é vermelho, a nossa postura não é da imposição, e sim do entendimento daquilo que o outro pode perceber. Eh, quando ele trazia bastante o livro, o fenômeno humano de Telha Chardã, ele trazia essa observação para todos nós. Eu só vejo aquilo de que sou constituído. Então, a ideia de que as leis divinas estão
quando ele trazia bastante o livro, o fenômeno humano de Telha Chardã, ele trazia essa observação para todos nós. Eu só vejo aquilo de que sou constituído. Então, a ideia de que as leis divinas estão inscritas na consciência também partem daí. Eu só vejo a medida que a consciência se amplia. Então, se eu consigo crescer evolutiva e espiritualmente, essa verdade vai então tendo uma outra amplitude. O que não significa que nós somos melhores do que os outros, mas que podemos ter alguma possibilidade de enxergar mais. E lembrando ainda que enxergar mais não significa que nós estamos evoluindo, significa que a gente sabe de algo. Agora o que faz com esse algo é que vai ser o diferencial. Lembremos da a ideia que Jesus nos apresenta. O sacerdote tinha conhecimento. O levita que o apoiava tinha conhecimento. Mas quem agiu conforme a lei divina foi o samaritano, aquele considerado como de má vida, considerado como escória, espoliado pelos judeus, mas foi quem conseguiu assumir a postura esperada. E eu gosto quando o Kardec traz afirmativa também, o céu inferno de que o espiritismo não salva as pessoas, ele apresenta a realidade e cada um faz de si aquilo que pode e que entendeu. E é uma reflexão que eu acho profunda, porque embora estejamos na condição de profites do espiritismo, será que nós estamos existindo como imortais que somos? essencialmente, será que nós estamos construindo o nosso presente, sabendo que é ele quem edifica o futuro e as próximas vidas? ou sempre vamos deixar para depois, já que somos imortais mesmo e muitas encarnações virão, então vamos deixando um pouquinho mais para frente, comprometendo esse futuro. É interessante lembrar também que a dúvida, como esse capítulo aborda, não vem só de fora de alguém que tá acostumado ao embate. A dúvida também pode estar se assenando de todos nós. o que é mesmo que nós estamos levando no cotidiano que faz com que a nossa crença se solidifique. Então, não necessariamente estamos sempre ao sabor daquilo que vem do externo ou das
ndo de todos nós. o que é mesmo que nós estamos levando no cotidiano que faz com que a nossa crença se solidifique. Então, não necessariamente estamos sempre ao sabor daquilo que vem do externo ou das opiniões alheias, mas é preciso também saber se em algum momento a dúvida se manifesta. E será mesmo que tem mundo espiritual? Será que a influência? Será que esse pensamento não é meu? Eu tive uma grande ideia, o insite, a inspiração que não são seus. Você está na condição do instrumento divino, mas estamos devidamente conectados para perceber essas diferenças. Então é interessante que nós possamos refletir sobre essas coisas. Aldo colocou aqui no chat que humildade é a chave que abre todas as portas e o esclarecimento à ciência, a ideia que ele traz da consciência. E eu concordo porque a gente tem Aldo no próprio Evangelho uma reflexão que traz pra gente a ideia de que o homem, e aí óbvio que a gente não vai generalizar, mas que ele abdica da crença nesse pai misericordioso, porque é difícil nós nos submetermos a uma vontade que é superior. Então, se eu me basto e a minha soberba me qualifica como aquele que a tudo pode resolver, já que temos um avanço tecnológico expressivo e científico, manipulamos a natureza a ponto até de nos prejudicar como se não como se não fizéssemos parte dela. E aqui irmão X dialoga diretamente quando ele diz: "É muito difícil vencer o dragão da vaidade humana que monta guarda ao nosso patrimônio intelectual. Então, quanto mais aprofundamos e julgamos saber tudo, mais essa vaidade nos coloca na condição de quem tem o tesouro nas mãos. Enquanto um dos grandes da humanidade vatinou que tudo que sei é que nada sei, porque sempre teremos algo a descortinar. E para compartilhar a fala com o meu irmão Marcel, eu lembrei, até mesmo o ouvindo ele falar sobre eh os tempos são chegados, esse capítulo que é nos é tão caro, talvez um pouco visitado ou não necessariamente interpretado, como até um consolo em a Gênese, onde Kardec vai trazer a reflexão para nós, que é no momento em
ados, esse capítulo que é nos é tão caro, talvez um pouco visitado ou não necessariamente interpretado, como até um consolo em a Gênese, onde Kardec vai trazer a reflexão para nós, que é no momento em que a espiritualidade se acha impujança ou esse sentimento é mais buscado, como estamos agora buscando uma profundidade, buscando outra vivência. a gente fala muito em saúde mental, relação de saúde com espiritualidade, estamos já em um outro campo. Ele afirma: "É no momento em que ela se acha mais pobremente em sua esfera material, e aí ele tá falando da humanidade, onde a vida intelectual transborda. Quando nós estamos no empobrecimento moral, algo eclode que nos ajuda a caminhar. Se a gente lembrar de Roma, nós tivemos Sócrates. a gente lembrar de como estávamos no tempo de Jesus, o próprio apareceu. Quando a gente teve o acirramento das discussões sobre o racismo e o apartide, nós tivemos Nelson Mandela, nós tivemos Martin Luther King. Então, sempre temos referências que não estão centradas em uma única crença, mas são espíritos diferenciados do ponto de vista espiritual que vem nos exemplificar como caminhar e mudar o nosso modo de pensar. e ver a vida. Aí ele vai dizer onde o sentimento da espiritualidade desabrocha que homens, dizendo-se filósofos, esperam encher o vazio com as doutrinas do niilismo, é um prazer ilimitado, e do materialismo. E se nós olharmos hoje, nós temos muitos filósofos cumprindo esse papel, inclusive filósofos que se debruçam sobre a obra espírita para desqualificá-la. E é nesse momento que a gente fala qual é a nossa real preocupação em responder aos niilistas, como Kardec já nos deu aqui uma espécie de roteiro. E ele simplesmente recomenda: "Só combate aquele que não vive o que prega". O seu exemplo é a melhor resposta aos combatentes. >> O capítulo seguinte, Desfazendo Acusações, parece um corolário deste que estamos abordando a filosofia da dúvida. Essa pergunta talvez esteja na mente de muita gente. Sim, se vocês lidam com os espíritos e lidam com espíritos nobres e
usações, parece um corolário deste que estamos abordando a filosofia da dúvida. Essa pergunta talvez esteja na mente de muita gente. Sim, se vocês lidam com os espíritos e lidam com espíritos nobres e bons, sábios e doutos, por que que eles não resolvem os grandes enigmas da humanidade? Está aí a humanidade se debatendo em uma pandemia que encerrou o seu périplo na Terra, levou 30 milhões de pessoas. No Brasil, 1 milhão de pessoas desencarnaram e a COVID está praticamente controlada pelas vacinas que surgiram e foram profundamente combatidas, inclusive por gente culta que combateu as vacinas sem oferecer uma outra alternativa. Mas saíamos desse campo para apreciar o que é que eles uma espécie de cura, qualquer artefato, de qualquer utilização, inclusive situações nesse campo. Se falando de que Bezerra de Menezes teria criado uma vacina que era aplicado durante a madrugada no braço, a gente acordaria com a manchinha da vacina no braço. uma vacina feito com essência retirada de uma flor de alção espiritual. Não encontrei ninguém que apareceu de manhã cedo com essa marquinha de agulhada no braço, se ele podia interferir diretamente no perespírito, eliminando o próprio vírus causador. A tal humanidade continua se debatendo com o câncer, com o H e V. e uma série de outras fobias. Agora, saindo dessas doenças causadas por microrganismos, nós temos as problemáticas da ansiedade, da depressão, da síndrome do pânico e de outros transtornos do humor e da afetividade para para quem só há o consolo em medicamentos ansiolíticos, antidepressivos, mas não cura, há tratamento, mas não há cura, porque não há um inimigo real. Não é um espiroqueta, não é um vírus, não é uma bactéria, que eu posso aplicar uma penicilina, um medicamento em cima e matar. Não, essas doenças, essas síndromes, elasados da inadaptação nossa de excesso de tecnologia à falta de diálogo, à indiferença, ao desconforto, as inquietações e as angústias que estão destruindo a flora emocional da criatura humana. Por que é que os espíritos não vêm dizer
esso de tecnologia à falta de diálogo, à indiferença, ao desconforto, as inquietações e as angústias que estão destruindo a flora emocional da criatura humana. Por que é que os espíritos não vêm dizer qual é a melhor nave espacial que a gente pode criar? Um combustível que nos levasse a Marte, não viagem que pode perdurar por 2 anos. Quais motores? Com quais motores que nós temos impulsionando os foguetes, nós chegaríamos à Marte no seu melhor momento, mais próximo da Terra, 56 milhões de quilômetros, 2 anos e meio de viagem. Passaríamos 9 meses na superfície de Marte, 2 anos e meio para voltar. Pode esquecer seu companheiro que vai viajar, porque ele só volta daqui a 5 anos à terra. 5, 6 anos ele volta. Se voltar, mas por que que eles não vêm de tá? Ol, vou dizer, contar para vocês que existe um super combustível na terra, no mar, que vocês podem desenvolver e vai levar a nave em 4 meses, 3 meses de viagem rapidamente. Vocês não querem dominar a viagem pela velocidade da luz, a gente chegaria em Marte em alguns minutos, viajando a 300.000 1000 km/ segundo no vácuo. Por que que eles não fazem isso? Porque nossa cultura seria condenada à inutilidade. Mandar filho pra faculdade, mandar filho pra universidade, eu mandaria o filho pro centro espírita, desenvolva a mediunidade, receba o guia e o guia resolve os nossos problemas. Nós penetraríamos uma sociedade toda baseada no guio. Todo mundo em qualquer lugar teria uma mesinha atendendo os mais diversos. Olhe, Costabo isso, isso, aquilo. Nem Paulo de Taro escapou disso. Visitando a cidade de Felipe. Felipe, ele pregando junto com Barnabé sempre, todos os dias, né, no palco da feira, ou seja, onde as pessoas se reuniam para fazer a troca de mercadorias. Eis que aparece uma moça e dominada por um íto, ela dizia: "Eles não são homens, são anjos, são enviados de Deus que vieram nos socorrer e deitava elogios a Barnabé e a Paulo de Tarso. Paulo desconfiado, procurou saber quem era a mocinha na cidade e descobriu que ela era médium, mas estava sendo
enviados de Deus que vieram nos socorrer e deitava elogios a Barnabé e a Paulo de Tarso. Paulo desconfiado, procurou saber quem era a mocinha na cidade e descobriu que ela era médium, mas estava sendo utilizado por um grupo de criminosos que se valia da mediunidade dela para explorá-la. E a pregação de Paulo estava incomodando eles. Então, a técnica foi elogia os homens e a vaidade se encarrega de matar Barnabé e Paulo. Paulo descobriu a trama e aguardou um sábado. Está no livro Paulo Estevão. Eu tô narrando aqui ao sabor da minha própria emotividade baiana. E eis que Paulo, num sábado, quando a moça se apresentou, se dirigiu a ela: "Cala-te, espírito imundo, não somos anjos, somos homens lutando contra as próprias imperfeições. E para não estabeleceres conflito entre as criaturas humanas, eu te proíbo. Sai dessa mulher!" E pela sua força moral fechou a mediunidade daquela moça. Comércio que em torno dela caiu e o pessoal não teve outra alternativa senão a dizer: "Paulo, saiam da cidade, senão você vai conhecer Jesus pessoalmente." Aí Paulo e Barnabé zarparam da cidade para não interromper prematuramente a atividade. Então, os espíritos não vão nos substituir no esforço de fazermos o trabalho de enriquecimento cerebral, intelectual. Az árduas pesquisas. Quanto tempo Albert Sain gastou na organização da vacina contra poliomielite? Quanto tempo Robert Cook não pesquisou o bacilo da tuberculose? Quanto tempo não gastou os irmãos W nos Estados Unidos e no Brasil? Alberto Santos de Mom para descobrir que o mais pesado que o A podia levitar. Quantas conquistas, o casal que ri. Ele desencarnou cedo, atropelado. A esposa ficou e ganhou dois nobéis de química, mas morreu completamente esfarcelada pela plec Blenda, o mineral radioativo que vinha da Polônia e no qual ela descobriu a radioatividade, mas ignorava. como se proteger. E tanto se contaminou com a Pleb que Madame Kirry, depois de conquistar dois Nobéis, a única mulher com dois nobéis em química, veio a opto por leucemia causada pelo
e, mas ignorava. como se proteger. E tanto se contaminou com a Pleb que Madame Kirry, depois de conquistar dois Nobéis, a única mulher com dois nobéis em química, veio a opto por leucemia causada pelo excesso de exposição a material radioativo que ela desconhecia. Mas tá aí a bênção da bomba de cobalto, das das construções das usinas nucleares. Tudo vem das conquista destes pioneiros que tiveram assistência espiritual, mas eles gastaram fosfato do próprio cérebro, o que significa dizer como Thomas Alva Edson, o inventor da lâmbla. O gênio, o gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração. Haja suó. De fato, aqui no nesse capítulo que Marcel inicia pra gente, o desfazendo acusações, tem três afirmativas que eu acho bem interessante para que partilhemos. A primeira é que os espíritos então anunciam que fiquemos bastante tranquilos, que eles não vão interferir naquilo que nos compete. Então, por mais que desejemos que clamemos ao Pai Celeste, que ele nos dê as soluções de todos os problemas, a cura de todas as doenças, nós vamos precisar fazer o esforço para encontrar esses caminhos, porque senão não teríamos o mérito, até porque ele nos concedeu o meio pela inteligência de alcançar aquilo que nós entendemos como benefício e o que vai fazer com que nós avancemos. Então essa também seria uma espécie de ilusão, achar que o conforto e a inação faria com que toda e qualquer condição ou problema tivesse a solução porque Deus mandaria. Então, bastaria uma postura contemplativa e um pedido ou um clamor para que os nossos problemas se resolvessem. E aqui ele já diz que não, porque embora espíritos trabalhadores, missionários estejam entre nós, eles cumprem um papel evolutivo que não é o de tomar a nossa cruz e seguir com ela. Então que cada um cumpra o seu papel, aquilo a que veio. No máximo a gente vai ter e no máximo que eu digo já com muita gratidão, que vai ser o apoio, a proteção, a orientação e o sustentáculo para a nossa caminhada. Lembrando também que nós estamos não necessariamente
gente vai ter e no máximo que eu digo já com muita gratidão, que vai ser o apoio, a proteção, a orientação e o sustentáculo para a nossa caminhada. Lembrando também que nós estamos não necessariamente sofrendo, mas espiando, olhando de perto as consequências do passado em processo reeducativo. Então, se recebermos todas as soluções, além de não ter mérito, continuaremos fadados a repetir as mesmas falhas da nossa caminhada. Então, nos acostumemos à ideia de que não vamos receber as coisas prontas, vamos precisar eh lutar e fazer juiz a todas elas. sempre trazemos essa afirmativa. Jesus que não tinha nada a espiar, nada a se condenar, nada a refazer da sua história, mas precisou sacrificar-se, não sacrificar-se por nós, mas exemplificando, que é o trabalho duro que nos coloca na condição de quem pode alçar maiores voos. Mas eu lembro até de uma reflexão que Nádia fez aqui na semana passada, de que nós temos aversão ao sofrimento porque estamos demasiado entregues aos prazeres. Então, deixar aquilo que me é prazeroso por algo que me diz que a renúncia significa algo penoso e não a ideia de que eu deixo o que é restrito por algo amplo e permanente, faz com que a gente entenda que renúncia, sacrifício, como o Peixinho sempre trazia o sagrado ofício, servir ao pai e não a ideia de que alguém deve agradecer a tudo que faço ou que eu faço para o outro, eu faço para mim. E é nesse sentido que eu não preciso que você me agradeça, a beness concedida, porque eu estou fazendo a mim, estou cuidando do meu processo evolutivo. Isso muda a forma de estarmos no mundo, porque eu não dependo da gratidão e do aplauso. sirvo pelo prazer de fazer o bem e porque sei que isso me alavanca interiormente, que é aquela ideia de que as conquistas espirituais não vão ter o testemunho do externo, é o testemunho meu particular. E o, como o evangelho diz, se você quiser o do mundo, os aplausos e os louros você já vai ter por aí, só que eles não valerão no mundo espiritual, o que também não é nenhum tipo de condenação a quem assim
como o evangelho diz, se você quiser o do mundo, os aplausos e os louros você já vai ter por aí, só que eles não valerão no mundo espiritual, o que também não é nenhum tipo de condenação a quem assim age, cada um segundo as suas obras e possibilidades. A outra coisa que ele traz, além de que nós devemos fazer aquilo que nos compete, ninguém evolui pelo outro, ele vai dizer da faculdade de orientação própria da humanidade. Ela precisa descobrir a si mesma. E eu recordo de que no livro dos espíritos, salvo engano, no móvel teórico das ações humanas, em que há ali um roteirinho ou uma listagem das características de uma civilização que avançou. E o que mais me chama atenção é que uma civilização demonstra o seu, uma sociedade demonstra aspectos de civilidade quando o forte protege o fraco. Quando os bens que são perenes, que são permanentes e espirituais são defendidos. lealdade, fraternidade, sabedoria, igualdade. Quando eles estão, digamos, como estandarte em uma sociedade, significa que estamos avançando. Então, valores que são permanentes, o forte que vai sempre defender o fraco. E ainda estamos no nível evolutivo em que oprimimos cada vez mais o fraco. E quando eh nós temos o orgulho sobrepujando e o interesse pessoal, que ainda é uma realidade existencial. E o terceiro ponto é justamente o império do orgulho e da vaidade, que ainda ele coloca aqui por milênios inumeráveis, nos acompanha e faz com que a nossa visão fique comprometida. Porque já que eu não consigo enxergar o outro e estender a minha ação para o outro, porque estou pensando em mim o tempo inteiro, eu terei dificuldades então de constituir aquela promessa do reino dos céus. Acredito que não devamos nos acostumar com a ideia e inclusive uma ideia bem comodista, já que Jesus disse que o reino dele não é desse mundo. Quem sou eu para então fazer algumas revoluções do ponto de vista íntimo. Ele falou porque não apresentamos a condição, mas ele sinalizou que enviaria o consolador prometido quando tivéssemos condição de
m sou eu para então fazer algumas revoluções do ponto de vista íntimo. Ele falou porque não apresentamos a condição, mas ele sinalizou que enviaria o consolador prometido quando tivéssemos condição de entendê-lo. Então daí a gente já tem uma mensagem não mais subliminar, mas explícita de que nós já estamos na condição de fazer com que o reino dos céus se instaure nesse mundo a partir das nossas ações. >> Quem inegavelmente sublimou o intercâmbio com os espíritos foi Kardec. Ele não se acercou dos espíritos como se estivesse diante de nomes, de divindades, de seres possuidores de toda sabedoria. A primeira constatação de Kardec foi: "Os espíritos são os homens e as mulheres que viveram na terra". Portanto, cada um levou para a morte a cultura, o conhecimento que tinha. A morte não confere a uma pessoa nem santidade, nem bestialidade. Ela só faz a transferência de um plano mais denso para um plano mais raremfeito. O indivíduo se leva como se fez. Há um ditado que diz tal vida, tal morte. Podemos filosoficamente que o indivíduo se leva no nível da cultura que amealhou para si. Então, foi ele que sublimou esse intercâmbio porque ele interrogou e não admitiu que as respostas estavam prontas ou eram impecáveis, inquestionáveis. Ele submetia análise, ele conversou com os companheiros da sociedade espírita de Paris para conferir esse material e sobretudo aplicou o método de controle universal das ideias. Se uma ideia surge em diversos pontos da Terra sem que os receptores mediúnicos se conheçam, é muito provável que ela seja verdadeira. Porque eu não intercambiei com ninguém. Tô tendo a mesma verdade. Ah, mas você escreveu de maneira diferente. Não me interessa a forma, me interessa o fundo. O fundo tá querendo dizer a mesma coisa. Aí chego e escrevo psicografo, que no caso um livro que tem uma verdade retumbante, mas nenhum outro médium recebeu essa mesma verdade. É provável que seja um ponto de vista. e às vezes até do médium, ou seja, não é do espírito desencarnado, porque ninguém
tem uma verdade retumbante, mas nenhum outro médium recebeu essa mesma verdade. É provável que seja um ponto de vista. e às vezes até do médium, ou seja, não é do espírito desencarnado, porque ninguém mais referendou aquela ideia, só surgiu daquele local. Então, o risco que se tem, o cuidado que se deve ter em analisar todo o material proveniente dos espíritos, porque o que é que nós temos na Terra? Pessoas que passam a noite produzindo fake news. Pessoas que distorcem informações, pessoas que publicam falsidade. Quando morrer vão deixar de fazer isso? Não. Só vão fazer de uma outra maneira. Agora o carteiro, a ferramenta que ele vai usar não é o computador, não é o fax, não é o smartphone. Ele vai usar pessoas inspirando ideias perturbadoras para que aquela outra pessoa escreva. um material de equívoco e possa disseminar. Quantas verdades religiosas nós estamos tendo aí, absolutamente falsas, mas as pessoas estão tão estão tão desesperadas, elas estão tão famindas que elas acreditam em qualquer coisa. enchem auditórios atrás de novos Antônio Antônios conselheiros no plural, ou seja, repetindo o drama de Canudos. E a Euclides da Cunha para escrever os sertões novamente, retratando os beatos. Aqui tô fazendo uma analogia, os beatos que seguem novas lideranças perturbadoras. Então, Allan Kardec sublimou esse contato porque submeteu ao crio, analisou, pesquisou aquele material que ele considerou que era deteriorado, era precário ou não tinha ainda confirmação. Ele não publicou. Tem um artigo de Kardec dizendo na revista espírita: "Certo período recebi 3.000 mensagens, somente 10%, 300 eram dignas de publicação." Ele deu a entender que 2700 o destino era a lareira, o fogo. O que a gente não pode fazer é um episódio narrado num artigo pelo querido irmão já desencarnado Carlos Bernardo Loureiro, esse grande pesquisador, escritor espírita, num artigo ele que escreveu há muitos anos, que eu li em uma cidade aqui do Nordeste, que prefiro não identificar, era uma capital, em plena
nardo Loureiro, esse grande pesquisador, escritor espírita, num artigo ele que escreveu há muitos anos, que eu li em uma cidade aqui do Nordeste, que prefiro não identificar, era uma capital, em plena reunião mediúnica, já chegando ao seu término, 15 paraas 9, quase 9 da noite. que o dirigente começa a preparar o corpo de trabalhadores da mediúnica para o encerramento. Quando um espírito perturbador toma dos médios. Epa, tô aqui. E o dirigente disse: "Meu irmão, nós já estamos encerrando. Acabei de tomar médio. Eu quero ver quem é expressão bem rude. Quem é homem de me tirar daqui? Não saio do médium. E o doutrinador, como era chamado a época, hoje, dialogador, psicoterapeuta, facilitador. Meu irmão, nós já estamos encerrando o momento de atender os seus casos já passou, o irmão teve chance de vir, não, não saio. E não tenho medo de você. E começou a desatar desaforos contra a honra. Até que baixou o nível. Você não pensa, você pensa que eu não sei, que sua mulher está se envolvendo com outro homem e você tá aqui tentando me evangelizar. Aí mexeu numa ferida ou abriu uma ferida. O doutrinador se levantou da mesa, olhou para o médium incorporado e disse: "Se materializaforo para casa". e foi já tirando a camisa para o pugilato. Olhe, se teve a briga, eu tô aguardando um novo artigo de Carlos Bernardo Loureiro. O outro ponto aqui do capítulo trata do palperismo e da enfermidade. Pode nos parecer estranho essa afirmativa. Ela talvez soe como algo distante de caridade, generosidade ou até como apareceu aqui no chat, flexibilidade. Porque se o irmão X traz pra gente que a manutenção, entendam manutenção como consequência do nosso desaviso e da nossa inigilância, da pobreza e da enfermidade, o nosso orgulho desbaratado não nos permitiria ter limites nas ações que nós então estamos impetrando no mundo. E logo no final do capítulo, vocês devem ter lido, ele traz uma afirmativa de que se ele fosse um espírito de significativa relevância, ele iria fazer um pedido à divindade. E
mos impetrando no mundo. E logo no final do capítulo, vocês devem ter lido, ele traz uma afirmativa de que se ele fosse um espírito de significativa relevância, ele iria fazer um pedido à divindade. E esse pedido era para que na Terra esses homens que duvidam da grandiosidade, da generosidade divina, ficassem por 1000 anos consecutivos sem receber nenhuma possibilidade deste pai misericordioso de progresso. Obviamente que Deus não vai agir desse jeito e ele tá se expressando de modo a nos colocar em cheque. Vejam quantas maravilhas nós temos no mundo, mas ainda estamos adotando a postura de queixume, como se a nossa condição não fizesse parte ou fosse consequência e fruto dos nossos próprios atos. Então ele fala de uma postura de menosprezo aos bens divinos que a dor então vai permitindo dor consequência das nossas ações. É sempre bom frisar isso para não parecer que ela advém de Deus que nos coloca numa condição de compreensão dessa luz espiritual. Eu só gostaria de fazer um um comentário eh não com a pretensão aqui para Dar Lúci que colocou no chat, onde ela sinalizou, Marcel e todos que nos acompanham, que há um mês eh o esposo dela desencarnou, eh ele teve um diagnóstico de câncer e ela está naturalmente entristecida. O que eu poderia dizer, Darilúci, mais uma vez sem a pretensão de lhe consolar ou de ser alguém que vai sanar a saudade e a tristeza? Mas eu acredito realmente na afirmativa do Mestre Jesus sobre o fato de que a vida que ele nos garante é vida em abundância. A gente veste e desveste os corpos físicos. Claro que a presença física é sentida, a palavra, a companhia, a parceria e isso é fruto inclusive da amorosidade. Mas essa palavra perdeu, você pode ter perdido de vista, mas a essência, a amorosidade, aquele ao qual você destinou o seu afeto segue e muito provavelmente preocupado contigo, com o que você vem experimentando. Então, os espíritos seguem, continuam o momento do reencontro que é para o futuro. E quando Deus assim o quiser e permitir, possibilitará essa volta ou um novo
tigo, com o que você vem experimentando. Então, os espíritos seguem, continuam o momento do reencontro que é para o futuro. E quando Deus assim o quiser e permitir, possibilitará essa volta ou um novo convívio, mas não colocar isso tão distante, porque nós nos comunicamos pelo pensamento e pela manifestação do nosso afeto. E o espiritismo também não trabalha com essa ideia de que já que somos imortais e que eu acredito em vida após a morte e vida para sempre, que eu não me entristeça, que eu não chore, que eu não sinta saudade, isso não é ser espírita, é ser insensível. Claro que a gente sente a falta. Se alguém muda para um outro país e você deixa de conviver com alguém próximo, você sente saudade, eh, passa a lembrar dos momentos da boa convivência. Então, tudo que vem lhe acontecendo é natural de um processo de luto. Luto não tem tempo específico. Cada um vive o seu e da forma que lhe é possibilitada. Mas o grande consolo é que a gente continua. E a vida em abundância que Jesus anunciou é essa, que quando a gente tira essa roupagem material, a vida em abundância se manifesta e a gente confirma que estará aí para todo sempre. Eu espero que contribua de algum modo e agradeço o fato de você estar conosco as segundas-feiras acompanhando. E já no finzinho do nosso programa, eu só queria sinalizar para o nosso querido irmão Mário Sérgio, que eu vi a colocação dele, que a gente já vem recebendo com uma certa constância de qual será o próximo livro, até porque Lázaro Regivo já está terminando. A gente tem algumas ideias, mas vamos revelar antes para que vocês adquiram ou vejam se tem ou comecem a ler. Mas a gente já tem algumas ideias ou algumas sugestões de livros que iremos adotar sempre voltado para o Evangelho. Eu até já imagino, porque eu acho que tem eh um ano e meio ou dois anos que esse livro sempre aparece como sugestão de vocês. Eu nem vou dizer qual é porque senão vai gerando de novo o pedido que ele apareça. Até peixinho também sinalizou que a gente aguardasse um tempo para
esse livro sempre aparece como sugestão de vocês. Eu nem vou dizer qual é porque senão vai gerando de novo o pedido que ele apareça. Até peixinho também sinalizou que a gente aguardasse um tempo para trabalhá-lo. Então, iremos revelar em breve qual será o próximo livro. E finalizo de fato, eh, só mesmo agradecendo aos nossos irmãos de Santa Maria da Vitória, Osasco e São José dos Campos, em São Paulo, Belo Horizonte, Uberaba, Cascavel, Paraná, São Lourenço do Sul, no Rio Grande do Sul, Bom Jesus da Lapa, Bahia, Irará, o Centro Espírita Deus Cristo e Caridade em Petrolina, Barreiras, Vitória da Conquista, Rio de Janeiro, Amélia Rodrigues, Ipatinga e Juiz de Fora em Minas Gerais, Cuiabá, e o Lar João Batista aqui em Salvador. E por fim, que a gente também recebeu esse pedido na semana passada de informar qual o próximo capítulo, na semana que vem trabalharemos apenas um, que é o 44 e aguardamos todos vocês. Um abraço e ótima noite.
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