Para viver o Evangelho 168 - Estudo da obra "Lázaro Redivivo" cap. 3
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa promove uma reflexão profunda sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, trazendo conteúdos enriquecedores para quem busca compreender e vivenciar o Evangelho no dia a dia. Atualmente, a série de episódios está dedicada à análise detalhada do livro "Ave, Cristo!", de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier. A cada semana, um capítulo da obra é estudado e comentado, proporcionando ao público uma jornada inspiradora pela história e pelos valores espirituais transmitidos na narrativa. Com uma abordagem envolvente e esclarecedora, Para Viver o Evangelho é um convite ao aprendizado e à vivência dos princípios cristãos, fortalecendo a fé e a compreensão dos ensinamentos de Jesus sob a perspectiva espírita. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhum episódio! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro de todas as novidades! #evangelho #jesus #avecristo #emmanuel #chicoxavier
Amigos queridos, saudações a todos. Uma alegria estarmos juntos novamente. Saudações aos que estão conosco presencialmente no salão da Federação Espírita do Estado da Bahia, no seu na sua sede central, aqueles que estão assistindo pelos canais da web, web FEB, web Mansão do Caminho e a todos os que assistirão posteriormente. Nós hoje vamos ter um programa misto. Eh, Jamile e Marcel se encontram presencialmente na federação e eu me encontro à distância por causa de um pequeno mal-estar, mas que não nos impede, graças a Deus, de estarmos juntos continuando o nosso trabalho com o livro Lázaro Red Vivo do Espírito Irmão X, psicografado por Chico Xavier. Quero somente iniciar com os nossos avisos. São dois avisos que a gente vem colocando sempre. O primeiro deles é mais distante, é o Congresso Espírita da Bahia, que começa no dia 30 de outubro e vai até 2 de novembro. O tema do congresso é nascer, morrer, renascer ainda, progredir sempre. Tal é a lei. É o 21º Congresso Espírita da Bahia. Então, nós estamos convidando todos os companheiros a se inscreverem. Tem entrando no site da FEB, vocês conseguem o link, fazem a inscrição com facilidade para que a gente possa programar, não é, as instalações, os serviços, etc. A programação temática, ela está muito interessante. Tenho certeza de que todos vão gostar bastante, todos convidados, então, a participar. e um evento mais próximo que é o nosso faz parte do nosso calendário federativo, que são os encontros macrorregionais aqui do estado da Bahia. Então o tema é Centro Espírita, laboratório para Plenitude do Ser. Todos os anos esses encontros acontecem, eles fazem parte da programação federativa do nosso estado e eles visam uns que se encontrem os trabalhadores dos centros espíritas por região. Então, trabalhadores da evangelização, do atendimento fraterno, da mediunidade, da administração, etc. E a ideia é que se troquem experiências, que se possa aprender uns com os outros e que possamos avançar e integrarnos mais o nosso trabalho. O primeiro evento
o, da mediunidade, da administração, etc. E a ideia é que se troquem experiências, que se possa aprender uns com os outros e que possamos avançar e integrarnos mais o nosso trabalho. O primeiro evento é aqui em Salvador e Lauro de Freitas, é a região metropolitana, vai acontecer agora, esse final de semana de 4 a 6 de julho. 4 a 6, sempre é sexta-feira à noite e sábado e domingo. Então, as os trabalhadores de centros espíritas do da de Salvador e Lauro de Freitas estão convidados a se inscreverem e participarem deste evento aqui. A cada semana, praticamente nós teremos eventos em outras regiões do estado. Então, sempre no fim de semana tem um fim de semana que não tem, mas a maioria dos fins de semana nós vamos ter até o primeiro final de semana de agosto. Então é um mês de encontros, de trabalho intenso e todos estão convidados que vamos fazer assim a cobertura de todas as regiões do estado da Bahia e é o que a gente sempre faz todo ano e as pessoas então são geralmente gostam muito e tem uma oportunidade de integração que é excelente. Então, tão convidados eh acessem o site da FEB, procurem se informar para vocês participarem. os trabalhadores. Bom, esse livro, né, ele chama-se Lázaro Red Vivo e ele hoje, esse livro foi escrito em 1945. Ele foi publicado em 1945. Em 1944 houve um evento que mobilizou todo o movimento espírita, mobilizou a imprensa, que foi um processo que foi movido contra Chico Xavier e a Federação Espírita Brasileira pela família, principalmente a viúva de Humberto de Campos, visando o quê? que eles que comprovasse se era Humberto de Campos mesmo e se era Humberto de Campos eles queriam os direitos autorais. Foi uma oport foi difícil, não é uma situação agradável, ninguém gosta de ser processado, mas foi uma oportunidade de fazer toda uma discussão da atividade mediúnica, da identidade dos espíritos. E este capítulo de hoje chama-se Carta aberta. E o autor que é passou a chamar-se Irmão X depois desse eh desse processo, ele passou assinar irmão X,
atividade mediúnica, da identidade dos espíritos. E este capítulo de hoje chama-se Carta aberta. E o autor que é passou a chamar-se Irmão X depois desse eh desse processo, ele passou assinar irmão X, não haveria mais problema. E ele então vai falar, é, é como uma carta que ele escreve, uma carta aberta para um amigo para comentar as exigências que foram feitas de que ele então eh se manifestasse, aparecesse, se era verdade, se não era verdade. Eh, Humberto de Campos era um excelente cronista, muito conhecido no Brasil na na sua época, quando estava encarnado. Ele mantém isso quando desencarnado, principalmente um estilo irônico que aparece bastante nesse capítulo, que não é só isso. Então, é um livro sobre o evangelho. A gente tá aqui para viver o evangelho. E acredito que esse tema ele se refere, por exemplo, à ressurreição de Jesus. E esse tema pode nos trazer reflexões muito interessantes que vão se iniciar com as falas de Jamile e de Marcelo. Boa noite, Nádia, Marcel, aos nossos irmãos e irmãs aqui na sede federativa. Sejam muito bem-vindos e bem-vindas. e aos nossos internautas que sempre nos acompanham pela TV FEB e TV Mansão do Caminho. De fato, como Nadia nos trouxe, é um capítulo que vem trazer a ressurreição do Cristo, mas acima ou além disso, a busca por algo maior do que isso. A questão que o Humberto de Campos nos traz aqui, ou irmão X, é esse questionamento se precisaria de algo mais. impressionante, digamos assim, ou que nos marcasse com uma certa vivacidade, que é alguém que nunca antes na história voltou do túmulo, principalmente de uma morte infamante como aquela, dolorosa. E três dias depois, então, aquele espírito aparece em vida abundante pujança e consegue então comprovar o que ele já tinha dito, que todos nós somos dotados de imortalidade. Há um trecho aqui no capítulo em que e irmão X afirma: "A providência estabeleceria a vitória definitiva da verdade como se a ressurreição do Cristo não tivesse felicitado o espírito humano há quase 20 séculos."
o aqui no capítulo em que e irmão X afirma: "A providência estabeleceria a vitória definitiva da verdade como se a ressurreição do Cristo não tivesse felicitado o espírito humano há quase 20 séculos." Primeiro, no iniciozinho do capítulo, tem lá afirmativa de que quando Jesus encontra-se depois da ressurreição e tudo mais com os seus discípulos, um deles estava ali querendo observar as chagas para confirmar se de fato era ele. Então, essa incredulidade ou a dificuldade de experimentarmos uma vida com características de espiritualização ainda nos alcança até os dias atuais. Porque embora tenhamos vivenciado ou pelo menos tenhamos conhecimento dos principais princípios ou eixos basilares do espiritismo, existência eh de Deus, a questão da nossa imortalidade, intercomunicabilidade e todas as outras possibilidades que temos e que caracterizam a nossa vivência como espíritos. Ainda assim, nos atropelamos nesse cotidiano existencial, fazendo coisas que já sabemos que não são as mais adequadas, nos atropelando nas nossas metas espirituais, como se essa realidade ainda não nos tivesse sido apresentada ou não fosse suficiente para nos convencer da necessidade de crescimento. Eu visitei então o nosso Evangelho segundo o Espiritismo naquele capítulo que é o capítulo 19, que fala da fé que transporta montanhas, mas especificamente o da condição da fé inabalável. A gente nota aqui que tem um grupo específico que foi trazido pelo irmão X, que embora questione essa existência ou até desejo conhecê-la, a perpetuidade dessa vida, abordas com a partir, melhor dizendo, de teorias da negação de que além da matéria há algo e que após a morte física nós continuamos. E aí, nesse texto que Kardec nos apresenta e depois eu trago outros trechos para compartilhar a fala com Marcel, ele vai nos dizer que a fé não é algo que pode ser prescrito, mas ela é adquirida com o passar do tempo. E aquelas pessoas que já nos apresentam uma fé, que podemos chamar de inabalável, é porque já fizeram o cultivo em outras vidas.
algo que pode ser prescrito, mas ela é adquirida com o passar do tempo. E aquelas pessoas que já nos apresentam uma fé, que podemos chamar de inabalável, é porque já fizeram o cultivo em outras vidas. Então não é algo que a gente consiga de no pino da noite pro dia ou como num passe de mágica. Fé cultivo, é vivência a partir de práticas, de conexões e de possibilidade de experienciar a fé a partir daquilo que nós vivenciamos. E a fé não é algo do campo fenomênico. Ela parte de uma vivência íntima daquele que compreende que passa por situações que são necessárias à sua evolução, além de necessárias que foram buscadas pelas escolhas que fizemos e suportar os reveses da vida, as expiações e as provas traz essa fé, porque eu entendo que isso faz parte do meu aprendizado e da minha dinâmica. evolutiva. Então, eu acredito que passo por situações desafiadoras, porque ao final dessa caminhada eu terei o meu tesouro, que são as virtudes que conquistarei e as imperfeições que aos poucos eu vou deixando no caminho, substituindo por virtudes. Eu acho interessantíssimo nesse capítulo que fé é considerada como uma soma da vontade de querer melhorar com a certeza do alcance. Então, se eu desejo me melhorar e acredito no alcance pelo meu esforço e por saber que Deus rege a minha existência, isso significa que eu tenho fé. Por isso que fé é conquista, é aprendizado, é vivência quando eu entendo que o que me rege são as leis divinas. E se essas leis partem de um princípio de bondade e justiça, tudo aquilo que me ocorre é necessário para o meu aprendizado. Se eu sigo em conformidade com as leis divinas e tendo fé, as coisas tendem então a ocorrer da forma tranquila como nós esperamos. Meus amigos, amigas, o capítulo A crônica de irmão X intitula-se carta aberta. Realmente uma carta fechada não tem como ser lida. em algum momento tem que se trata do envelope para se ler e o envelope é descartado. Então, Humberto de Campos em vida se caracterizou por ser o príncipe dos cronistas brasileiros, título muito bem
a. em algum momento tem que se trata do envelope para se ler e o envelope é descartado. Então, Humberto de Campos em vida se caracterizou por ser o príncipe dos cronistas brasileiros, título muito bem outorgado a ele, e o estilo irônico, o estilo debochado, com que escrevia suas crônicas, caricaturando certas figuras da sociedade do Rio de Janeiro de sua época, por isso mesmo, o tornou afamado. Ele é maranhense de Miritiba e hoje a cidade chama-se Humberto de Campos. Eu estive nessa cidade, visitei-a e também estive na cidade de Parnaíba, em perto, na cidade no estado do Piauí, para onde ele foi levado pela mãe já viúva. E ali eles instalaram numa casa, ela fazia nos birros um instrumento de fazer tricô. Ela fazia determinados tapetes e determinados vestuários que o menino Humberto de Campos vendia na feira de Parnaíba. Foi ali que ele plantou o famoso cajoeiro, ainda hoje vivo. E a planta foi tombada pelo patrimônio da prefeitura que cercou o cajoeiro. Ele dedicou a esse cajoeiro uma crônica porque enquanto viveu no Rio e a mãe continua em Parnaíba, vez por outra ela colhia cajoeiros, cajus, fazia um excelente doce e mandava para ele na então capital da República, que era o Rio de Janeiro. E mais tarde Brasília no Planalto passou a ser a nossa capital a partir de 1955 com Jcelino Kubcheque. Por isso ele tinha uma nostalgia com esse cajoeiro. Mas essa carta aberta nos remete de que em todas as épocas, mas especialmente dentro do cristianismo, nós podemos analisar os horizontes proféticos. E os horizontes proféticos é aquele momento cultural, sociológico, diria Joana de Ângeles, antroposciopsicológico, em que a sociedade necessita de vozes que interpretem o poder superior. Dentro do cristianismo, do Velho Testamento, vamos encontrar Daniel, Isaías, vamos encontrar Malaquias, como sendo os grandes profetas, aqueles que ultimaram o Velho Testamento. Alguns consideram João Batista, já contemporâneo de Jesus. Mas o grande profeta Elias, ele morreu 800 anos antes de Jesus
ias, como sendo os grandes profetas, aqueles que ultimaram o Velho Testamento. Alguns consideram João Batista, já contemporâneo de Jesus. Mas o grande profeta Elias, ele morreu 800 anos antes de Jesus e reencarnou-se como João o Batista para resgatar o seu delito às margens do rio Quinzon. Isso já é pacífico no movimento espírita, que as informações de natureza mediúnica dão conta dessa reencarnação. Lá ele cortou o pescoço, como João Batista, ele perdeu o pescoço numa bandeja de prata cortado para ter o equivalente ao resgate dentro do seu karma, para usar aqui uma expressão do esoterismo oriental. Então, essas profecias davam conta, especialmente Isaías, de que o Messias, de que um Redentor, o príncipe da paz estaria chegando até hoje. Até hoje Israel aguarda esse Messias. Para os judeus, o Messias nunca veio. Não veio. Para os cristãos, o Messias já veio na personalidade de Jesus Cristo. Então, com ele se encerrou a época da profecia, dos fenômenos espetaculosos para convencer uma sociedade descrente, materialista, misógena, patriarcal, violenta, cheia de vícios. Jesus teve que fazer muitos fatos tidos hoje como milagrosos. E nós sabemos que milagre é a derrogação da lei. Nem Deus, nem Deus pode derrogar sua lei. Isso é até uma impossibilidade divina, porque Deus não pode derrogar leis que são perfeitas. Leis perfeitas não podem sofrer correção, nem distorção, nem emenda parlamentar, nem que o anjo apresente uma PEC, projeto de emenda constitucional. Deus rejeita na hora, porque as leis deles são perfeitas. As leis humanas todo dia sofrem alterações para se adaptar à dinâmica da sociedade humana. A divina é a mesma. Nossa compreensão dessas leis é que vai não crescendo. Há momentos que não a entendemos, depois a percebemos, depois a compreendemos, depois a assimilamos. Isso é um degradê evolutivo. Então, naturalmente, ele causou um grande impacto para poder chamar a atenção. arrancou Lázaro do sepulcro, ressuscitou a menina morta, estancou fluxo, libertou pessoas da
Isso é um degradê evolutivo. Então, naturalmente, ele causou um grande impacto para poder chamar a atenção. arrancou Lázaro do sepulcro, ressuscitou a menina morta, estancou fluxo, libertou pessoas da cegueira e uma série de outras situações que eram incompreensíveis para a época, não para Jesus, que dominava a matéria totalmente, não era por ela influenciado. Ele a alterava conforme a sua vontade e desde que a pessoa beneficiada se encaixasse nos dispositivos da lei de causa e efeito, de ação e reação. Como isso é lógico hoje, na época não. Então, o que aconteceria agora, diria Humberto de Cambo, se um grande colonista voltasse do alentúmulo para percorrer as ruas do Rio, o Rio de sua época e o Rio de hoje, o Rio de Janeiro de hoje. O impacto que isso causaria. Muita gente tá sonhando que os espíritos se materializassem. E se a gente voltasse aquele a segunda metade do século XIX na Europa, cheia de médiuns extraordinários, Daniel Dunglas Rome, os irmãos Dave Port, Eusapia Paladino, a senhora Piper e tantos outros médiuns, Leslie Flint, que deslumbraram o mundo. Já na no século XX, os médiuns foram mais intelectuais. Esses médiuns de efeitos físicos desapareceram ou diminuíram. E no Brasil a gente teve ainda Peixotinho, tivemos Carlos Mirabelli, alguma coisa com dona Ivone do Amaral Pereira, com Chico Xavier, mas Chico não se entregou a fenômenos de natureza física. O fenômeno dele foi intelectual, foi trazernos 503 livros, entre os quais esse que a gente tá estudando. Esse é o maior fenômeno. Por isso mesmo, Humberto de Campos, de maneira jocosa, pergunta o que aconteceria se em Sebastianópolis a a sociedade, a cidade dedicada ou que tem patrono São Sebastião, que é um patrono que tem uma flecha, aliás, tem uma música muito bonita de Moace Franco, a flecha falando de um homem que é assaltado e ele pede ao ladrão que o poupe para não matar. E quando o ladrão vai matar o homem, uma flecha surge e mata o ladrão. Aí o homem foge para uma igreja dedicada a São Sebastião e dá
em que é assaltado e ele pede ao ladrão que o poupe para não matar. E quando o ladrão vai matar o homem, uma flecha surge e mata o ladrão. Aí o homem foge para uma igreja dedicada a São Sebastião e dá conta de que o santo tá lá, só tá o arco na mão, a flecha foi disparada. dizer o santo é assassino, matou o ladrão. Eh, mas é música de de Moace Frango. É linda a música, numa história comovente e consegue libertar o homem das garras do meliante. Então, o que aconteceria se nessa cidade de hoje, mas qualquer cidade, os mortos voltassem no túmulo para anunciar a ressurreição do espírito, que a vida continua. Provavelmente tos que teríamos que abrir muitas casas de saúde mental na terra. A quantidade de gente que ia endoidar, que ia enlouquecer, não está em nenhum gibi. Então, a verdade vem à Terra, mas ela vem em doses homeopáticas. Se aplicar um remédio aplicado em dose excessiva, não salva, mata. Abaixo da dose, não cura. Portanto, tenhamos a medida do equilíbrio. É verdade, Marcel. E essa essas questões elas são até hoje objeto de reflexão. Irmão X vai falar sobre isso na carta. Ele desse tom jocoso, ele vai falar que, ah, mas eh vou aparecer, como você disse, no Rio de Janeiro, querem que esteja eh fisicamente visível, é o que é que querem, provavelmente todos os comentários que surgiram na ocasião do eh do processo, né? Por quê? Porque o questionamento que se faz e aí ele é feito na sociedade em geral e em muitos entre muitos de nós espíritas. Eu lembro muito como Kardec faz uma classificação dos espíritas a partir da forma como eles se relacionam com a doutrina. Ele não diz que não são espíritas, né? Ele não estabelece. Ó, e o padrão de ser espírita é esse. O padrão de ser espírita a gente já sabe a transformação moral e o esforço em dominar as más inclinações. Mas ao longo do processo evolutivo, você tem os espíritas que adoram fenômeno, que eles são espíritas enquanto tem fenômeno. Marcel falou de uma época em que se tinha, né, aqui em Salvador também, no interior da Bahia, no Brasil inteiro, em
tem os espíritas que adoram fenômeno, que eles são espíritas enquanto tem fenômeno. Marcel falou de uma época em que se tinha, né, aqui em Salvador também, no interior da Bahia, no Brasil inteiro, em outros países em que você tinha muitos fenômenos mediúnicos, fenômenos de materialização, materialização de flores, coisas impressionantes. Mas Kardec vai dizer que isso é uma um, digamos assim, é como um primeiro acesso. Não é o que é relevante. Relevante não é o que impressiona os sentidos. relevante é o que faz transformação na alma. Porque o objetivo de todos nós espíritos, principalmente quando nós estamos encarnados, nós projetamos reencarnações que vão nos ajudar a evoluir, a vencer as mais inclinações, a desenvolver o nosso potencial, né, de luz, de bênçãos, de a adesão ao bem. E aí a gente pode, muitas pessoas perguntam: "Ah, mas não seria melhor se a gente tivesse contato com os espíritos assim diariamente? Qual seria o problema?" Eu me lembrei de um capítulo de nosso lar, bem no começo, que André Luiz vai na casa de Lises e tem um aparelho tipo um rádio, né? E o nosso lar ele foi publicado no início dos anos 40 também. Então, a televisão ela chega nos anos 50, 1950. Então, era eh eh tinha imagem, repare que ele descreve com uma certa dificuldade, porque não era uma coisa comum, mas transmitia também eh informações verbais. E aí, André Luiz pergunta desse desse equipamento Eízias vai dizer que esse equipamento ele fazia contato com outras regiões, inclusive poderia fazer com a terra. Só que há muitos anos atrás, eh, cada casa de nosso lar que tinha aquele equipamento, e aí a gente tá vendo que quem em nosso lar mora numa casa já tem uma certa consciência, já tem o compromisso de manter a vibração elevada, essas coisas. Mas as pessoas f, os espíritos, né, ficavam ligados nos parentes que estavam encarnados. Então você desencarnava, ao invés de você se ocupar da sua vivência espiritual, do seu processo evolutivo, ao invés de você se desligar do mundo material, você ficava através
s que estavam encarnados. Então você desencarnava, ao invés de você se ocupar da sua vivência espiritual, do seu processo evolutivo, ao invés de você se desligar do mundo material, você ficava através daquele equipamento observando. Ah, meu filho tá errado. Olha aí, ele casou com fulana, não dia ter casado. Ai, fulano não gosta dele, ele tá sofrendo ou ai para aí o que ele tá fazendo com a herança. Ai, meu Deus. Veja as intenções sempre as melhores possíveis. Qual é o problema? O problema é que o espírito, o mundo espiritual é o mundo normal primitivo. É a nossa realidade como seres. Nosso mergulho no plano físico, ele é transitório e ele é objetivo o processo de evolução. Ele é objetivo o resgate, né, da da das falhas morais, das coisas que nós fizemos. Nós precisamos consertar. Ele objetiva que nós vivenciemos provas que vão nos fortalecer pra gente avançar espiritualmente. E ele objetivo é que a gente faça a nossa parte na criação. Nós somos cocriadores com Deus. Os espíritos todos eles participam da criação com Deus. Como é que você pode fazer isso se você fica preso na vida física, mesmo que seja, ah, não, mas é por amor, então eu desencarno. Ao desencarnar, eu tenho que deixar essa vida como Naddia, ela acabou. Ela não vai continuar. a gente continua com a identidade, aí a gente vê, mas o espírito não escreve uma carta dizendo que é Nádia, ele não eh não se apresenta porque ele ainda está ligado àela vida, mas o a ideia é que ele se que ele recupere as vivências espirituais dele. A gente aprende isso no livro dos espíritos, é que é o espírito recupere as suas experiências para poder ele avançar. Não é para ficar, ai, mas eu, meu filho, ai, o meu marido, ai minha esposa, ai meus amigos, ai. Veja, se isso for espírito vai fazer como processo de crescimento, algo que ele consegue fazer sem estar apegado, ele faz. Ele é um mentor. Nós temos no livro Os Mensageiros, André Luiz cita o caso daquele espírito que ele tinha desencarnado. Era um casal que morava na casa com os filhos e tal. E
m estar apegado, ele faz. Ele é um mentor. Nós temos no livro Os Mensageiros, André Luiz cita o caso daquele espírito que ele tinha desencarnado. Era um casal que morava na casa com os filhos e tal. E ele era tão avançado espiritualmente que não tinha problema ele continuar na casa. Então eles tinham trabalho espírita, ele e a esposa, eh, como se fosse um centro espírita. E ele, ela faz, continuava fazendo encarnada e ele continuava fazendo desencarnado. Mas ele diz explicitamente, ele faz isso porque ele tem, ele não está apegado, ele não vai ficar ligado ao que tá acontecendo ali. Inclusive o livro, o filme Nosso Lar 2, ele distorce um pouquinho isso, né? Ele apresenta como se esse ele fosse atormentado, estivesse apegado. Não, no livro não é assim. Porque se for desse jeito, não é uma permissão espiritual, é porque o espírito tá preso à matéria, ele tem que evoluir e avançar. Então, eh, lá em nosso lar estava prejudicando a evolução dos espíritos, porque ao invés deles pensarem projetos para o futuro, ao invés deles revisarem o passado no sentido de o que que eu preciso aperfeiçoar, como é que eu planejo uma reencarnação que me melhore, como é que eu trabalho aqui para desenvolver qualidades que são importantes para minha evolução. As pessoas ficavam ocupadas monitorando o que os parentes encarnados estavam fazendo. Aí disse que o governador resolveu que não tinha mais programa da terra para lá. Para que algum espírito que morava em nosso lar tivesse informações sobre os encarnados, ele dependia de autorização das dos governantes lá, das da dos espíritos mais evoluídos e em condições específicas. Tanto que a gente vê que André Luiz fica um ano inteiro sem conseguir voltar para ver a mulher. Se fosse em situação anterior, eu acredito que ele poderia. Então, essas experiências elas mostram pra gente que o que impede que nós tenhamos a interexistencialidade mais eh trabalhada, que a gente tem uma interexistencialidade mais desenvolvida, que a gente porque nós temos contato com os espíritos
a gente que o que impede que nós tenhamos a interexistencialidade mais eh trabalhada, que a gente tem uma interexistencialidade mais desenvolvida, que a gente porque nós temos contato com os espíritos desencarnados, é que a consciência de vigília a gente acordado não percebe, quem é médium sim pode perceber, Mas as pessoas em geral não percebem. Então isso é algo que vai depender não da gente, porque o que a gente quer é que o espírito se materialize. O que nós queremos é que o mundo espiritual venha paraa terra e participe das questões da terra. Não é assim a lei de Deus que Marcel se referiu. A lei de Deus é a lei de progresso. Você tem que avançar na consciência espiritual. Então, à medida que a gente evolui, que a gente percebe de um modo mais amplo, aí nós podemos ter muito mais contato. Há mundos superiores onde o contato entre encarnados e desencarnados é quase permanente. Não é problema, porque eles não estão presos à matéria. Como nós ainda estamos, nós precisamos desse véu. Nós precisamos de eh superar a nossa tentação pelas pelos fenômenos. E precisamos pensar no que é que a doutrina nos ensina. De fato, Nádia, eu acabei de passar por um momento de fenômeno que físico que o microfone não queria ligar, mas já deu tudo certo. Eu mais uma vez vou retomar com vocês a questão da fé inabalável. Aqui tem a afirmativa. Eh, outros queriam ver para crer, convencidos de que a fé representa construção fenomênica, sem bases no raciocínio e no coração. Aí, mais uma vez, eu recorri ao Evangelho e lá tem uma apresentação de três possibilidades nossas em relação à fé. Vejam se vocês se identificam ou se não se identificarem se reconhecem como plausíveis. A resposta à pergunta é: as provas, entretanto, abundam ao nosso redor. Por que pois nos recusamos a ver? E a resposta ns é a indiferença, em outros é o medo de serem forçados a mudar de hábito. Porque se eu acredito naquilo que os fenômenos estão me apresentando, necessariamente eu vou precisar mudar para andar em conformidade, porque eu não quero aquela
de serem forçados a mudar de hábito. Porque se eu acredito naquilo que os fenômenos estão me apresentando, necessariamente eu vou precisar mudar para andar em conformidade, porque eu não quero aquela consequência para mim. Quando a gente pensa em reunião mediúnica, por exemplo, em que ali temos os relatos e as vivências, ou quando lemos lá nós temos em céu inferno, diversas vivências de espíritos, os felizes, os suicidas, os que desdenharam as leis divinas, enfim, a ideia de ter esse tipo de conhecimento é não repetir ou repetir aquilo que a gente já viu que espiritualmente pode vir a dar certo. Essa e segunda perspectiva do medo de ser forçado a mudar vem daquele comodismo, porque eu tenho prazer na manutenção de alguma postura e vai me custar algum preço ter que largar aquilo que para mim é prazeroso e fazer outras coisas que mesmo que eu saiba que há uma boa recomendação moral, espiritualmente falando, eu ainda não quero me lançar nessa aventura, mesmo sabendo que ela me trará felicidade, harmonia, equilíbrio, dentre outras coisas. E a terceira resposta que nos veio é que na maior parte é o orgulho que se recusa a dobrar-se a algo que lhe é superior. Então eu faço um questionamento sobre algo que está acima, que a gente pode chamar de Deus, divindade, grande consciência, enfim, mas nós denominamos como Deus e que eu vou precisar então me submeter à sua ordem, à sua lei natural e aos seus desígnios. e eu desejo fazer outras coisas. Então isso me contraria, me causa uma certa insatisfação, uma revolta, porque eu quero fazer outras coisas que não necessariamente é isso que a lei divina me apresenta. Aí tem um outro comentário ainda no Evangelho que diz que muito provavelmente a resistência do incrédulo está menos nele e muito mais na forma em que as coisas lhe são apresentadas. Porque aqui é uma explicação, ainda voltando para essa afirmação, que se eu olho o fenômeno e não construo uma linha de raciocínio, eu tendo a me colocar como alguém que não vai conseguir entender aquela
que aqui é uma explicação, ainda voltando para essa afirmação, que se eu olho o fenômeno e não construo uma linha de raciocínio, eu tendo a me colocar como alguém que não vai conseguir entender aquela perspectiva. Então isso me faz cético, me faz incrédulo, porque se eu não entendo aquilo que eu estou vendo e aquilo tá destituído de sentido, eu não vejo por acreditar. O que é que vem como algo que antecede a resistência em acreditar no outro? Imposição é aquilo que denominamos como fé cega. Eu simplesmente digo que é assim que acontece e você precisa acreditar. Aí vem Kardec e nos traz a possibilidade da fé raciocinada, que é aquela em que eu só passo a crer depois que compreendo. Então não basta ver para que eu creia. Eu preciso compreender aquilo que estou vendo. E a fé vem como consequência de minha compreensão. Com a fé raciocinada, eu não faço uma espécie de desdém ou deixo de lado algo que é primordial na nossa condição humana, a razão e o raciocínio. Se eu consigo compreender e percebo, tem lógica, tem um encadeamento. Aqui eu encontro certezas e verdades. E aí a gente precisa falar que são certezas e verdades de acordo com o nosso nível evolutivo, porque isso vai progredindo. Mas a compreensão me leva a ter uma fé robusta. Ela não vacila diante daquilo que para mim tá no campo do incompreensível, do mítico, do mágico que alguém inventou, que pode ser fruto de charlatanismo. Então aqui é dito para todos nós que fé raciocinada se apoia nos fatos e na lógica e não deixa obscuridade. Cresce porque se tem a certeza e porque se compreendeu aquilo que lhe foi revelado. Eu vi até um comentário aqui no chat falando que, de fato, os fenômenos eles são importantes e são interessantes, mas que são deixados de lado e só o são quando conseguimos compreendê-los da forma devida. Então, claro, a gente não vai dar importância a alguma coisa que a gente não compreende. Aí eu confesso nos meus tempos de estudo que quando eu vi as fórmulas de física, eu não conseguia compreender e aquilo não fazia nenhum
o vai dar importância a alguma coisa que a gente não compreende. Aí eu confesso nos meus tempos de estudo que quando eu vi as fórmulas de física, eu não conseguia compreender e aquilo não fazia nenhum sentido para mim. Então eu me desinteressava pelas aulas. Se tiver um estudante, alguém na idade escolar me ouvindo, não siga essa recomendação. Preste atenção e entenda a física. Mas eu não tinha o interesse genuíno pela disciplina por não conseguir compreender. Então aquilo para mim não tinha algo que eu pudesse dizer que para mim era interessante. Então trazer essa construção de fé é entender que ela não é algo que simplesmente surge no nosso íntimo como um relâmpago e que vai nos conduzir para o resto da nossa existência. Fé construção com base em fatos, lógica e compreensão em que eu vou percebendo que na minha vivência tem uma repercussão. Só que essa repercussão é no mundo íntimo e espiritual. Assim, não adianta, como Marcelo já colocou, que os mortos começassem a perambular por aí, nos dando a certeza de sua existência, se isso não traz pra gente nenhum tipo de renovação íntima. Então, não é a materialização dos espíritos, não é a aparição que eles vão fazer, fenômenos físicos que vão nos ajudar a evoluir. Esses fenômenos sempre existiram e ainda estamos com um saldo moral negativo diante das obras que o Cristo nos apresentou. que o Espiritismo nasceu do fenômeno, ninguém discorda, porque no artigo que Kardec escreveu na revista espírita de 186, mês de dezembro, ele coloca de que o espiritismo, enquanto movina atravessaria seis movimentos, desde a curiosidade e a curiosidade girava em torno das mesas girantes e vai até a regeneração social. Fenômeno esse sociológico estamos aguardando na atualidade que se dê. Entretanto, o indivíduo tá muito intoxicado de materialismo e não tem tempo ou não quer ter quer ter tempo para pensar, para fazer reflexões. Quem viaja para fora sonha, quem viaja para dentro desperta. C Gustavo e Jung. A grande viagem não é para Disney, para
e não tem tempo ou não quer ter quer ter tempo para pensar, para fazer reflexões. Quem viaja para fora sonha, quem viaja para dentro desperta. C Gustavo e Jung. A grande viagem não é para Disney, para ver o Pateta, o Mickey e Paton. A viagem é para dentro para encontrar como nós somos patéticos no processo evolutivo. A verdade está diante dos nossos olhos e queremos a verdade do fenômeno. Porque dizem que o criador do telefone, Alexandre Grambell, quando fez o primeiro protótipo, separou duas cabines com 500 m de fio, instalou os telefones e disse aos amigos que tinha conseguido estabelecer um invento que permitiria duas pessoas dialogarem à distância. Um amigo dele cético, afirmou: "Não, duas pessoas só podem se comunicar à distância se tiverem artifícios de Satanás. O demônio lhe dá poderes para se comcar a distância. Não existe." E Alexandre Grambell convidou esse amigo para ficar numa cabine. Ele foi paraa outra a 500 m, ligou pro amigo, já existia campainha, de onde vem a palavra bel, campainha. E o telefone tocou. O amigo 500 m atendeu. E para confirmar que o invento era de Deus, Alexandre Grambrel abriu a Bíblia e leu passagens dos Salmos. Depois disse ao amigo encerrando: "E aí, você ouviu?" "Ouvi acredito." O amigo baixou o telefone. Não tem como convencer esse daí. Hoje o telefone tá em nossas mãos, ele não tá mais no fio fixo dentro de casa. Nós somos convencido pela força da conquista científica, da argumentação. Então, a doutrina espírita na sua epistemologia, a ciência que investiga também o conhecimento oriunda da filosofia, ela foi investigar o conhecimento milenar da comunicação ou do intercâmbio entre vivos e mortos, entre encarnados e desencarnados, porque não há mortos aa do corpo e dentro do corpo, enclausurados na matéria. e percebeu que em todas as civilizações da Terra esse fenômeno está patente, mas ninguém parou para investigar se se dá, quais são as leis que regem esse tipo de conhecimento, esse tipo de intercâmbio. Kardec resolveu se dedicar, isso foi 12
a Terra esse fenômeno está patente, mas ninguém parou para investigar se se dá, quais são as leis que regem esse tipo de conhecimento, esse tipo de intercâmbio. Kardec resolveu se dedicar, isso foi 12 anos de sua vida, 11 anos e alguns meses, se dedicar a investigar, examinar os médiuns mais célebres da Europa e manter intercâmbio epistolar com médiuns de vários outros continentes, inclusive manteve contato com pessoas aqui da Bahia, o professor Zacarias e outros, que ele trocou correspondência. Isso, portanto, demonstra a tenacidade do codificador em examinar o fato. Porque quando o espiritismo ou o experimentador espírita se aproxima de um fato e ele é inverídico, ele é mentiroso, é uma preste digitação, um engodo, uma mágica, o experimentador não perde tempo. Ele descarta esse tipo de fenômeno porque ele não investe na mentira. A mentira, o engodo, a falsidade tem pernas curtas. Agora, se o fenômeno mostra evidências robustas, ele merece ser investigado. O que é que vale dizer? Que uma evidência vale mais do que uma biblioteca que negue? Se você me der uma biblioteca com 10.000 volumes, 10.000 livros que neguem o intercâmbio entre o homem e os seres extraterrestres, o ET. E se pousar um um único disco voador ao lado dessa biblioteca, eu toco fogo nessa biblioteca. Eu viro incendiário. Porque esses 10.000 livros não valem nada. Do lado da biblioteca no jardim tem um disco voador parado e o verdinho saindo de lá. Elot telefone minha casa. Pode ser ou do Steven Spielberg ou ET de Varginha. Tô um pouco interessado na procedência dele, mas se ele aparecer, toca o fogo na biblioteca. Ela não serve para nada porque ela é mentirosa. A evidência tá ali, o fato. Eu estou sendo visitado. Por isso mesmo, Humberto de Campos, de maneira jocosa, levanta essa tese dessa carta aberta que aguardavam ele, porque depois do rumoroso processo movido por sua viúva e os três filhos, processo esse que foi arquivado, porque os quatro, três filhos e a viúva solicitaram à justiça, ao direito, um
aguardavam ele, porque depois do rumoroso processo movido por sua viúva e os três filhos, processo esse que foi arquivado, porque os quatro, três filhos e a viúva solicitaram à justiça, ao direito, um posicionamento impossível de se ter. Primeiro, que a justiça diga se essas mensagens são ou não de Humberto de Campos. Seria pela primeira vez nós constatarmos que o direito na terra, especialmente no Brasil, confirmaria a imortalidade da alma, porque asseguraria. Humberto de Campos está vivo e continua escrevendo por um braço que mora em Pedro Leopoldo. Segundo, tá confirmado que é Humberto de Campos. De quem são os direitos autorais? Da família ou da FEB? Então, depois de um rumoroso processo judicial que está descrito muito bem no livro A psicografia ante os tribunais de Dr. Miguel Timoni, que mais tarde adotaria um pseudônimo para escrever Michaelos. É ele escrevendo outras obras, inclusive sobre passe. Dr. Miguel Timpone consegue fazer com que a justiça então estacionada no Rio de Janeiro considere que era impossível dizer e o juiz mandou arquivar o processo porque a imortalidade, a vida depois da morte não é o objeto da ciência jurídica. Para o direito, você nasce e ganha um documento, certidão nascimento. Para o direito você morre, você ganha uma identidade chamada atestado de óbito. Acabou. Zé fini, você deixou de existir porque acaba com você. Alguns direitos ainda decorrem depois da vida, patrimoniais, cíveis e outros, mas a pessoa deixou de existir. Para a religião que estuda a imortalidade da alma, e nós não temos um conceito de religião, o espiritismo é uma ciência filosófica, é uma filosofia científica de consequências morais, não religiosas, morais. para essa doutrina. O indivíduo vem antes do berço, ele vai depois da sepultura. Portanto, o indivíduo sobrevive à morte. E por isso mesmo, Humberto de Campos teve que mudar o nome depois do rumoroso processo para proteger a febre e proteger o médium de que ele se valeu até o fim da vida e adotou o irmão X.
vive à morte. E por isso mesmo, Humberto de Campos teve que mudar o nome depois do rumoroso processo para proteger a febre e proteger o médium de que ele se valeu até o fim da vida e adotou o irmão X. E isso eliminou completamente agora a possibilidade de perseguição judicial para redescobrir os seus ossos que estava no no cemitério São João Batista no Rio de Janeiro, no Jazigo dedicado aos intransitórios imortais da Academia Brasileira de Letras. Ainda bem que todos eles morrem mesmos imortais, né, Marcel? Essa esse nome de imortais, eles são imortais na cultura, na memória daquela nação. É muito significativo, mas a imortalidade da alma ainda está longe de ser compreendida pela maior parte da população. É quando a gente vai ver as características dos espíritos de terceira ordem, uma das coisas que é dita é assim: esses espíritos têm uma vaga intuição de Deus, mas não compreendem nem Deus, nem suas leis. somos nós. A gente não entende, fica se batendo. E eu fiquei pensando essa coisa da vida após a morte, porque esse episódio, o episódio da do processo, o episódio do eh das discussões e o próprio capítulo que eh Irmão X vai trazer, ele traz de um ponto que é assim, mas espera aí, é para fazer o quê? Jamile, bem no início, ela ela se referiu a uma fala dele quando ele diz assim: "Mas não basta não Jesus ter ressuscitado há 2000 anos." Todo mundo não sabe que Jesus ressuscitou, mas isso fica no coletivo como se fosse assim: "Não, isso é uma coisa religiosa, só existe para quem acredita". Mas todas as religiões, todas as experiências eh de busca espiritual, elas naturalmente se baseiam na ideia da vida que prossegue. Você tem muito poucos elementos, muito poucas doutrinas que recusam isso. E no entanto, a gente ouve muito uma frase que é assim: "Ninguém nunca voltou para dizer o que é. A gente não pode saber o que acontece depois da morte". Essa frase, ela tem um aspecto que é como as pessoas gostam de dizer frases feitas, é o chamado lugar comum. Pessoal diz uma frase que parece bonitinha e ah, ninguém
r o que acontece depois da morte". Essa frase, ela tem um aspecto que é como as pessoas gostam de dizer frases feitas, é o chamado lugar comum. Pessoal diz uma frase que parece bonitinha e ah, ninguém voltou para afirmar. E ela refere, ela apresenta um desconhecimento absoluto de toda uma literatura, não somente espírita, toda uma literatura que refere experiências de vida após a morte. A, e no entanto, a gente tem, digamos, isso está restrito ao campo religioso. Atualmente se faz um esforço, né, o o alguns estudiosos, centros de pesquisa científica em pesquisar, não para comprovar a realidade da vida após a morte. ainda não chegamos aí porque é uma coisa muito complexa, mas para mostrar que existem impactos da espiritualidade na vida das pessoas e fazer uma discussão que é uma discussão essa sim, uma discussão filosófica, uma discussão que importa ao campo científico que é a questão mente cérebro. Então é a mente que produz o cérebro. Então, existe um algo, uma consciência e aí quando você nasce, ela vai modelar o cérebro ou é você é um ser somente biológico e você vai a o, né, se desenvolve, tem o seu cérebro e o seu cérebro é tão sofisticado que cria a mente e, portanto, quando você morrer, ela não existe mais. Então, essa é um esse é um tema, né, bastante atual de pesquisa eh em centros eh acadêmicos no Brasil, no exterior, é um campo de pesquisa onde o Brasil é referência. Nós temos eh vários estudiosos, vários pesquisadores aqui no Brasil que são reconhecidos mundialmente, né? E temos em outros países, na Europa, nos Estados Unidos, na China, na eh Austrália, existem centros de pesquisa em vários lugares que estão buscando experiências que você só pode, aceitar que elas existem se houver algo que sobrevive. a morte. Então, as famosas experiências de quase morte, as memórias de vidas passadas, principalmente quando tem marcas de nascença, a criança diz: "Ah, eu quando eu quando eu era eh grande, me deram uma facada nas costas e aquela criança já nasceu com um sinal
mórias de vidas passadas, principalmente quando tem marcas de nascença, a criança diz: "Ah, eu quando eu quando eu era eh grande, me deram uma facada nas costas e aquela criança já nasceu com um sinal nas costas, que é um sinal que parece bem a cicatriz de uma facada." Então isso tão são elementos que produzem pesquisas. A própria psicografia, Divaldo, já foi muito pesquisado, tem sido o próprio Chico Xavier para você então poder com cuidado a a o campo científico não está interessado em provar isso ou aquilo, está interessado em buscar evidências. Então, mesmo que a pessoa seja espírita, quando ela faz uma pesquisa dessa, ela não faz pesquisa para comprovar o espiritismo, ela faz pesquisa para encontrar e compartilhar na humanidade eh evidências de que sim, você tem algo além da vida. Será um grande avanço quando a humanidade conseguir entender que, independente de religião, como Marcelo falou, independente de estruturas, de rituais, de todo, mitologias, de tudo, mas que a humanidade diga: "Não, a vida não termina com a morte". O que acontece depois? Vamos estudar, vamos ver. tal religião diz a a outra diz aquilo, mas nós temos essa realidade. Isso vai ser um grande avanço, porque nós vamos conseguir então estar confortáveis com a ideia da vida após a morte, que é uma coisa que tá trazida nesse capítulo desde a ressurreição de Jesus. E aí nós, eu quero recomendar o estudo da obra Gênese. Eh, Marcel ou Jamile falou, um deles dois falou sobre o céu e o inferno. Foi Jamile. Eu quero recomendar a leitura da Gênese. Kardec é minucioso. Ele analisa os milagres, os milagres em geral, certo? O que que o Espiritismo diz sobre milagre? Existe milagre, significa o quê? Depois ele vai analisar os milagres do evangelho à luz da doutrina espírita. Depois ele vai falar sobre as predições do evangelho e as famosas profecias e à luz da doutrina espírita. É. e fala então sobre essa transição planetária aqui com a objetividade de Kardec, com a análise de Kardec, onde a gente não precisa nem
evangelho e as famosas profecias e à luz da doutrina espírita. É. e fala então sobre essa transição planetária aqui com a objetividade de Kardec, com a análise de Kardec, onde a gente não precisa nem ficar assustado, nem ficar discutindo, nem ficar tomando partido, nem ficar torcendo por nada, é só analisar, compreender, preciso estudar mais, vou compreender melhor. Esse é o grande convite que nós temos para a aproximação com a vida após a morte. Que é que a gente tem? Que é que a gente vai ver no mundo espiritual, na realidade espiritual? A a doutrina espírita, ela faz uma coisa inusitada. Ela pergunta aos espíritos, a doutrina espírita não cria teorias, tipo Kardec não sei fo e disse assim, ó, então o que acontece depois da morte é assim, assim. Se você eh fori jovem, saudável, morrer de repente, acontece isso. Se você se suicidar, acontece aquilo. Se você ficar bem idoso e for morrendo, aí aos pouquinhos, aos pouquinhos, acontece. Não, ele não fez isso. Ele escutou os espíritos. É aí que tem o fenômeno, Marcel falou sobre isso, estudado inteligentemente. Ele fez a escuta dos espíritos, ele fez a observação e ele ouviu os espíritos superiores para opinarem, para organizarem toda uma conclusão em relação à aquilo. É importante isso porque o, na gênese também ele vai falar do eh do critério de universalidade do ensino dos espíritos, mas não é qualquer espírito. Tem espíritos que não sabem que estão desencarnados. Então ele é capaz de dizer que a morte não existe ou então que a morte quando ele morrer, ele não vai ter mais nada. O problema é que ele tá vivo. Tem espíritos que que negam a reencarnação. A gente tem obras psicografadas no exterior, principalmente tem um livro chamado 30 anos entre os mortos. E o espírito é um espírito simpático, agradável. Ele ele leva 30 anos dando comunicação e registrando. E ele não acredita. Ele diz que não, reencarnação não existe não. Veja, você tem que ter espíritos que tenham conhecimento da vida espiritual para além de sua própria
dando comunicação e registrando. E ele não acredita. Ele diz que não, reencarnação não existe não. Veja, você tem que ter espíritos que tenham conhecimento da vida espiritual para além de sua própria experiência imediata. Se o espírito só conhece a experiência dele ali naquele momento, ele não tem como ensinar sobre o total, sobre a totalidade. Então, hoje nós tivemos esse contato com uma experiência, uma coisa que existiu nos anos 40. Então, a maioria das pessoas que estão ouvindo, provavelmente não tinha nascido, né, ou então eram muito crianças. Foi um período onde essa experiência se apresentou. E irmão X vai trazer para nós no bojo dessa obra, onde ele vai falar sobre ressurreição. Lázaro Red Vivo. Ele tá falando o tempo todo sobre vida espiritual, sobre evangelho, sobre transformação. E a transformação que nós precisamos ter em relação à vida após a morte é a transformação de nossa eh ilusão de que a matéria é o principal eixo da vida. Isso é uma ilusão. É uma ilusão de espíritos ainda materializados. É uma ilusão de espíritos que não ampliaram a consciência espiritual. E o grande convite da lei de Deus é que a gente amplie a nossa consciência espiritual, que a gente se coloque efetivamente aberto às maravilhas da dimensão espiritual, a liberdade, a luz, o avanço, para que a gente possa ter um planeta que tenha uma humanidade mais avançada e que seja um mundo feliz, um mundo de paz, um mundo de harmonia. É isso que nós temos para hoje e desejamos a todos uma boa noite. Desejamos a todos que façam essas reflexões, façam esses estudos e que vejam como é que tudo isso pode ser semente de transformação na vida de cada um de nós. Muita paz.
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