Para Viver o Evangelho | Episódio 179 • Estudo da obra “Lázaro Redivivo” (capítulos: 17, 18 e 19)
Para Viver o Evangelho é um programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido ao vivo pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Com apresentação de Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa oferece reflexões profundas sobre os ensinamentos do Cristo à luz da Doutrina Espírita, contribuindo para uma vivência mais consciente e amorosa do Evangelho no cotidiano. Dando continuidade ao estudo de obras fundamentais da literatura espírita, o programa inicia agora a análise do livro "Lázaro Redivivo", ditado pelo espírito Irmão X (Humberto de Campos) e psicografado por Chico Xavier. A cada episódio, um capítulo da obra é estudado com profundidade, resgatando lições valiosas de Jesus que permanecem vivas e atuais, convidando-nos à renovação interior e ao serviço no bem. Com uma abordagem clara, fraterna e fiel à tradição doutrinária, Para Viver o Evangelho é um espaço de aprendizado, inspiração e compromisso com os valores do Cristo. 👉 Inscreva-se no canal e ative o sininho para acompanhar todos os episódios! 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro das novidades e conteúdos edificantes! 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #EvangelhoNoLar #ChicoXavier #IrmaoX #HumbertoDeCampos #LazaroRedivivo #DoutrinaEspirita #MansaodoCaminho #EstudoEspirita #EvangelhoSegundoOEspiritismo #EspiritismoHoje #EspiritismoComJesus #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser. é proposta de crescimento e novas perspectivas para a elevação moral e para o progresso. A espiritualidade trouxe, por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus, reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional entre encarnados e desencarnados. A vida não cessa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo as questões sobre o porquê de estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, PR realizará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Bodinho, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Peres, São Paulo, Margarete Ál São Paulo, Maí Braga, Brasília, onara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do Corpo de Palestrantes da Peg e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador, Bahia. Inscrições www.feb.org.br. br. Venha, participe. Meus amigos, caros internautas que nos acompanham, aos que estão aqui presentes no salão da FEB, Federação Espírita do Estado da Bahia, o nosso boa noite com votos de muita paz para todos. Aí está a programação do nosso congresso para daqui a pouco mais, menos de 60 dias, estaremos reunidos no Hotel Fiesta com uma vasta programação desde quinta, dia 30 de outubro à noite até mais ou menos às 13 horas do domingo, 2 de novembro. Se você não se inscreveu, faça-o, porque as vagas estão se anuindo, se diluindo, com pessoas se inscrevendo cada vez mais. Vamos ver então alguns encontros que vão marcar as nossas atividades os próximos mês. Você quer sair do óscio, olha aí, uma boa caminhada. Espiritismo ecológico,
pessoas se inscrevendo cada vez mais. Vamos ver então alguns encontros que vão marcar as nossas atividades os próximos mês. Você quer sair do óscio, olha aí, uma boa caminhada. Espiritismo ecológico, dia 21 de setembro, domingo, que horas? 7:30 da manhã. Então, coloque a sua malha, a sua roupa, o seu tênis e vá fazer essa caminhada aí na Avenida Antônio Carlos Magalhães aqui em Salvador, de modo a contribuir para a causa ecológica. O Espiritismo também é um poema, é um cântico ecológico. E é bom nós estarmos fazendo presença nesses dias de tanta poluição e degradação da pobre Gaia, né, como era a terra chamada na época da Grécia. Excelente programação para o dia 21 de setembro. Vamos ao próximo evento. Nós vamos ter uma excelente palestra virtual com André Trigueiro, que cujos méritos já citei aqui na última segunda-feira. é alguém que criou uma nova é uma nova cátedra, passou a ensinar e na faculdade. Então ele é professor também universitário, jornalista da Globo News e um profundo conhecedor da ecologia e por que não, a conexão com a evangelização da infância e da juventude. Não temos que fazer um mundo melhor para nossos filhos. Nós temos que fazer filhos melhores para o mundo, porque se a gente deixar o mundo esbagaçado e fizer gente boa, eles consertam o nosso desastre. Dia 28 nós vamos aí, a programação das da sede histórica está nas redes sociais, sobretudo no Instagram, você pode encontrar porque estamos no setembro amarelo e é a prevenção contra o suicídio. essa campanha permanente de desestimular a pessoa a sair do corpo, porque ela não pode sair da vida, ela só pode sair do castelo orgânico que habita pela loucura do suicídio em um momento de insanidade, um momento passional. Ela sai do corpo, mas não sai da vida. estará centro da vida e ao sair se defrontará com enorme engano, continuará vivo. Há um problema, vai adicionar um outro muito mais difícil e desafiador, de solução imprevisível no tempo. Toda campanha, nesse sentido, é excelente. Tá aí convites da vida. Mas você quer falar
á vivo. Há um problema, vai adicionar um outro muito mais difícil e desafiador, de solução imprevisível no tempo. Toda campanha, nesse sentido, é excelente. Tá aí convites da vida. Mas você quer falar um segundo idioma? Vamos falar Esperanto, né? Então, tá aí a Liga de Esperanto, está com o seminário do Leandro Abraão, dia 19 de outubro, mês que vem, de 10 às 12, na sede histórica Casa de Pititinga, no Pelourinho, porque o Esperanto é a língua internacional que só tem 16 regras invariáveis. É a língua mais fácil de se aprender do mundo e não pertence a nenhum país. Não defende nenhuma ideologia, não ser ideologia da fraternidade e do bem. Então, é um esforço de nós aprendermos também a língua da fraternidade que Luís Lázaro Zamenhouf trouxe no final do século XIX ao mundo sob o comando de entidades venerandas. Tá aí as nossas programações e hoje nós retomamos Lázaro Red Vivo. Tão certo, Jamile? Vamos para os capítulos 17 que aborda a entrada triunfal de Jesus no Domingo de Ramos. O capítulo 18 é o espírito farisaico que dominava o cenário do Cristo naqueles dias, com quem ele lidou, aquelas pessoas intolerantes, xíitas. E depois vamos para o capítulo 19, que aborda uma palavrinha mágica, né? Caridade, conforme está na questão 886 do livro dos espíritos, que eu não vou ler para ninguém porque cada um vai pesquisar. Naddia, vamos começar com você e depois Jamile. >> Certo, Marcel? Começamos agora primeiro cumprimentando nossos amigos queridos que estão aqui conosco no auditório da sede central da FEB, aqueles que estão nos assistindo em casa através da rede Web Mansão do Caminho e pela TV FEB no YouTube e aqueles que assistirão em dias futuros que nós não sabemos quais são. Todos a todos nós agradecemos a presença física ou virtual e eh convidamos para essa jornada. Esses três capítulos eh parece que não tem nada a ver um com o outro. Um fala de da chegada de Jesus em Jerusalém, o outro fala dos fariseus, o outro fala da caridade. Mas é interessante que eles têm um fio porque eh esses três
ece que não tem nada a ver um com o outro. Um fala de da chegada de Jesus em Jerusalém, o outro fala dos fariseus, o outro fala da caridade. Mas é interessante que eles têm um fio porque eh esses três capítulos eles começam falando sobre o Domingo de Ramos, tratando da eh especificamente da diferença entre o programa de Jesus e as expectativas humanas. Aí a gente já vê uma diferença. A diferença continua quando ele vai abordar, quando o irmão X vai abordar a hipocrisia que está simbolizada no espírito farisaico, que é o título do capítulo, mas não está de modo algum circunscrita, nem aos fariseus, nem há 2000 anos atrás, nem aquela região do planeta. A hipocrisia aqui trabalhada como uma atitude humana que provavelmente a gente pode associar e considerar que decorre dessa defasagem entre o que Jesus está nos dizendo e o que nós conseguimos compreender. E vamos ver a realidade disso quando ele vai falar da caridade, a caridade real que Marcel já remeteu ao a questão do livro dos Espíritos, que define de maneira simples, completa e objetiva e a falsa caridade com a qual muitas vezes nós enganamos a nós mesmos e muitas vezes procurando procuramos enganar os outros. Então tem um fluxo aí sobre o que é mesmo que a gente consegue associar, o que é mesmo que a gente consegue absorver da mensagem de Jesus que tá mais detalhada no primeiro capítulo, a lição em Jerusalém. Acho que todo mundo sabe ou se lembra da situação que aconteceu em Jerusalém naquela Páscoa. A Páscoa era um feriado judaico. Antes de ser um feriado cristão, ela era um feriado judaico que era muito muito celebrado e era celebrado em Jerusalém. Então, todos os que podiam vinham de seu de suas localidades eh de nascimento ou de habitação e iam a Jerusalém para a Páscoa. E Jesus durante o seu ministério, se a gente lê com cuidado os evangelhos, ele foi em três Páscoas, né? Então ele deve ter ido antes, com certeza, mas durante o no Evangelho a gente vê as três idas dele e a Jerusalém. E nessa última ida, ele já
lê com cuidado os evangelhos, ele foi em três Páscoas, né? Então ele deve ter ido antes, com certeza, mas durante o no Evangelho a gente vê as três idas dele e a Jerusalém. E nessa última ida, ele já tava anunciando sua morte, né? já tava finalizando o seu o seu ministério perante as multidões e ele é recebido com grande alegria. A gente lembra, ele tava montado no burrico e o pessoal eh tinha palmas aquelas plantas, aquelas folhas e saldava todo mundo empolgado, maravilhado. A o problema é que a gente já sabe o fim do filme, né? Porque isso foi no domingo, na quinta-feira ele foi preso, na sexta-feira ele foi, ele tava morto, né? Ele foi crucificado e morto. E na própria quinta-feira, a mesma multidão que o recebeu alegremente nesse primeiro momento é a multidão que escolhe Barrabis. Quando Pilatos, para se livrar da responsabilidade de decidir sobre a legalidade da acusação que estava sendo feita, ele joga isso paraa multidão de uma forma até bem política, porque ele não queria se indispor com a multidão, não queria se indispor com o César, não queria se indispor com os chefes do judaísmo de Jerusalém. Então, o que a solução dele foi essa. Eh, eu acredito que ele achava que o pessoal ia escolher se soltar Jesus, porque Barrabáis era uma pessoa que não era bem vista. Eh, alguns dizem que era um criminoso, outros dizem que era um uma espécie de um rebelde político. Enfim, era um indivíduo cujos crimes eram conhecidos. Mas não, a multidão escolheu soltar Barrabais e condenar Jesus. Aí o jeito que Pilatos teve foi lavar as mãos. Deixando esse gesto como símbolo desde então de se omitir, né? Eu lavo as mãos e significa que eu não tenho nada com isso, sabendo que tem só para pro forma se liberar. No entanto, o irmão X não se limita a contar o caso, ele não se limita a contar a história. Ele vai dizer que a multidão tinha uma expectativa. Ora, já era o terceiro ano do ministério de Jesus. Ele já era muito conhecido. Ele já tinha vindo a Jerusalém outras duas vezes na condição de eh do Rabi que
izer que a multidão tinha uma expectativa. Ora, já era o terceiro ano do ministério de Jesus. Ele já era muito conhecido. Ele já tinha vindo a Jerusalém outras duas vezes na condição de eh do Rabi que pregava o a nova a boa nova, etc. Então, havia uma expectativa de que Jesus assumir o controle político de eh do povo judeu em Jerusalém. Por quê? Porque a expectativa da multidão é que o Messias seria um novo Davi. Iria assumir um posto político, um posto de poder, iria conduzir, reorganizar Israel e conduzi-la à sua eh glória, a passada, etc. Essa era a expectativa. E aí eles ficavam eh irmão X vai dizer, né, vai relatar na no na sua história que eles ficavam perguntando aos apóstolos e aí o Messias vai falar, vai dizer alguma coisa, ele vai conversar como é, ele vai falar. E os apóstolos não sabiam. Jesus não tinha dito nada a ele sobre isso, né? E nós lembramos que os apóstolos também não entendiam bem a missão de Jesus até aquela altura. Tanto que eles tiveram um tremendo choque quando Jesus morre na cruz, mas ainda não tinha morrido. Então eles não sabiam. E tava aquela expectativa, Jesus chega e aí ele chama os apóstolos e vai falar com eles. E ao falar com os apóstolos, ele fala do reino, ele fala de eh novas um uma nova lei sobre a antiga. Ele fala do que ele sempre vinha falando. Ele tá falando do reino, mas ele não falou nada. sobre assumir o poder. Ele não falou nada sobre um novo Davi. E eles saíram assim um um tanto, segundo o relato de irmão X, um tanto decepcionados, etc. E aí o pessoal tava do lado de fora esperando para saber e os apóstolos vam dizer: "Não, ele falou do reino, ele falou não não falou nada sobre assumir o o a condução material do povo de Israel". Então, a primeira reflexão que eu proponho nesse nessa intervenção inicial é que a gente pense na distância entre a mensagem do Mestre até hoje em nossos corações. Porque os apóstolos, a multidão estavam vindo Jesus no mundo pela primeira vez com a nova aliança, a mensagem do reino de Deus. Mas nós há
ância entre a mensagem do Mestre até hoje em nossos corações. Porque os apóstolos, a multidão estavam vindo Jesus no mundo pela primeira vez com a nova aliança, a mensagem do reino de Deus. Mas nós há 2000 anos, pelo menos, que a gente reencarna e desencarna ouvindo falar do evangelho, salvo alguma encarnação que a gente tenha vivido em outros locais, pode ter havido, mas pelo menos alguma vez a gente ouviu falar. Mas até hoje há uma defasagem entre a proposta do Cristo e aquilo que a gente entende e adere. É uma defasagem que tem a ver com o nível de consciência da gente, onde nós aspiramos algo que não chegamos a compreender e quando lemos a mensagem do Cristo, nós a transformamos naquilo que a gente deseja. Os que desejavam um Messias guerreiro, um Messias governante, interpretavam desse modo o que Jesus estava dizendo. É interessante que nós possamos refletir como a gente pode aprofundar mais a mensagem de Jesus paraa nossa vida. Como a gente pode não continuar transformando essa mensagem na solução de problemas imediatos, de situações humanas, de questões superficiais e possa efetivamente eh abrir o coração para o Cristo na transformação profunda que ele propõe. E realmente, como Nadia nos trouxe, essa modificação ou uma um movimento de introspecção mesmo, né? Entender o que é que está dentro de nós e que pode nos facultar uma aproximação em relação ao que nos trouxe o Mestre Jesus. Achei interessante que no final do capítulo 17, depois de todas as perguntas que foram feitas, qual é a proposta dele? O que é que ele diz? O que é que ele faz? O que é que recomenda? E cada resposta dá uma impressão pela narrativa do irmão X, que ela ia causando uma frustração cada vez maior naqueles que ouviam as respostas, porque dá uma ideia de que precisamos já de um uma espécie de receituário, coisas prontas para que a gente possa reproduzir e seguir. E assim teríamos feito o investimento espiritual, nossa reforma íntima e cresceríamos. Só que ao final do capítulo a gente consegue aqui observar
as prontas para que a gente possa reproduzir e seguir. E assim teríamos feito o investimento espiritual, nossa reforma íntima e cresceríamos. Só que ao final do capítulo a gente consegue aqui observar a grande debandada, porque quando eles recebem e aí os fariseus, enfim, os próprios discípulos todas essas respostas que eles colocaram, há uma afirmativa de que então tudo isso é uma farça. Já que não haverá uma tomada de poder, já que não tem um plano, uma estratégia para que então Roma deixe de subjulgá-los, não é possível que essas propostas sejam factíveis. E a última resposta me chamou atenção porque é justamente a que diz que o posicionamento de Jesus foi de lavar os pés daqueles que lhe estavam próximos. O que é que alguém que se pretende então ser o Messias vai chegar em que lugar? Lavando os pés das pessoas e não tomando uma atitude com uma certa altivez, alguma certividade para que as coisas realmente modificassem. E aí, então aqui a afirmativa ao final de que os discípulos reconhecem que ele desprezava os cálculos de probabilidade do triunfo político. A gente vai lembrar daquele do episódio de Judas em que ele tenta apressar essa iniciativa de Jesus. Então ele tinha muito mais a intenção de que logo esse reino pudesse ser dominado. Então vou contribuir para que Jesus diga quem de fato ele é. Só que a gente já sabe qual foi o resultado, embora o próprio Jesus nos acalente, né? Quando ele então diz que tudo aquilo precisava ser cumprido de acordo com a profecia de Isaías. Não foi nenhuma novidade para ele. E a frustração que a gente percebe que Judas vivencia depois. E no finalzinho aqui, enquanto todos esses questionamentos foram respondidos, não de acordo com as conveniências de cada um, afirma-se que a dor inicia, a lealdade desfalece e o que acontece é prisão, abandono, injustiça, açoite, ironia e crucificação. Quando se percebe que atender a justiça e a vontade divina vão depender do sacrifício, todos esses que queriam reinar de modo fácil se afastam. Então,
andono, injustiça, açoite, ironia e crucificação. Quando se percebe que atender a justiça e a vontade divina vão depender do sacrifício, todos esses que queriam reinar de modo fácil se afastam. Então, e Jesus dá o testemunho que nós já conhecemos. Isso me fez lembrar um texto de Joana em que ela vai falar das nossas mais inclinações, o que é bom porque a gente já sabe que elas são temporárias, mas ela vai retomar esse sacrifício que a gente lê aqui no livro e ela vai então trazer de uma forma muito gentil, digamos assim, para o nosso nível evolutivo, que não estranhemos, que ainda continuemos a alimentar, a nutrir posturas que nos fixam em lugares de sofrimento, de uma certa agonia, insatisfação ou sensação de não merecimento. E ela vai dizer que isso são fixações ancestrais dessas mais inclinações. Vamos para Kardec. Todo mundo já sabe dessa afirmativa. Como é que se reconhece o verdadeiro espírita pelo esforço que faz para domar as mais inclinações? que nada mais é do que uma substituição de hábitos que nos afastam da divindade por aqueles que nos aproximam de Deus. E aí ela vai dizer então que mediante esforço bem direcionado e constante, nós conseguimos vencer os impedimentos que ainda nos mantém atados a essas situações. E aí fica muito fácil entender. Eh, essa semana eu vi essa pergunta por duas vezes em duas eh ocasiões de partilha. Como é então que nós vamos alcançar o planeta de regeneração ou quando a Terra passará a ser um planeta de regeneração? Não é a Terra que vai fazer esse esforço. Querendo ou não, ela chegará à condição de regeneração. A pergunta é: estarei para usufruir de um planeta de regeneração? É esse esforço que aqui é colocado, porque não é o fato de Jesus ter estado aqui, que significa que não fomos convocados a mudança íntima. Essa convocação é diária pela convivência familiar, pelo trabalho na casa espírita, pelo que a gente faz na via pública, no ambiente de trabalho, em qualquer relação, inclusive a mais especial que é conosco mesmo. Sabemos da
pela convivência familiar, pelo trabalho na casa espírita, pelo que a gente faz na via pública, no ambiente de trabalho, em qualquer relação, inclusive a mais especial que é conosco mesmo. Sabemos da afirmativa de que o reino está íncito em cada um. Estou fazendo o quê para que esse reino se manifeste? E isso me dê uma espécie de garantia para que eu aqui permaneça e então viva a regeneração. Mas para vivê-la é preciso antes regenerar dentro. E Kardec já traz também essa resposta pra gente em a Gênese, quando ele diz que o orb ou planeta é um retrato fiel dos seus habitantes. Isso me fez pensar que sendo um desses habitantes e o planeta sendo um retrato fiel do meu mundo interior, não vai adiantar reclamar dos outros, dos governantes e de quem está ao meu lado. Porque se aqui estou, por sintonia e afinidade, alguma coisa me aproxima daquele que eu considero como semelhante e o meu próximo, porque eu garanto, eu tenho certeza que eu não sou espírito missionário devido àilo que ainda trago dentro no âmago, no imo da alma e que sei que preciso aprimorar esse raciocínio. E aí eu volto até para uma colocação que NJA fez há duas segundas-feiras atrás, que nós não alcançamos um crescimento moral se antes não conhecemos. E nessa fala ela rastifica o que Kardec nos diz. O espírita não é aquele que crê simplesmente, ele crê porque antes compreendeu. E ao compreender a mensagem, aí eu imprimo um esforço para vencer essas tais mais inclinações. Aí o sacrifício que é servir a Deus se torna mais suave, como Jesus nos garantiu que com ele o julgo é suave e o fardo é leve. Vai depender de cada um, diminuir esse fardo ou aumentá-lo em uma próxima vida ou nas próximas existências. O que é sempre rico nos comentários espíritas é a capacidade de fazermos analogia, comparativos entre páginas, crônicas, textos dos espíritos e os acontecimentos dos tempos atuais. com o evangelho não é diferente. Se celebra ainda hoje o domingo de ramos e as pessoas pegam ramos de coqueiro, de palmácias
inas, crônicas, textos dos espíritos e os acontecimentos dos tempos atuais. com o evangelho não é diferente. Se celebra ainda hoje o domingo de ramos e as pessoas pegam ramos de coqueiro, de palmácias para fazerem tapetes. E algumas cidades no Brasil são famosas por fazerem tapetes nesses dias usando pó de serra e coloca ali tintura e fica aquela cidade atapetada por onde ali vai passar as procissões de natureza católico-romana e o povo atrás em Osanas. Podemos interpretar de que a entrada triunfal de Jesus no domingo de Ramos, na semana que culminava sua paixão e a sua morte, a sua crucificação, a cidade pode ser comparada ao espírito humano. Vamos fazer por analogia, por sistema comparativo de que uma cidade é a alma de cada um, que é um país desconhecido. O Cristo chega, escolhe um dia de domingo justamente para que o país não alegue que tá trabalhando. Jesus teria dificuldade de encontrar espaço nas pessoas na segunda à sexta-feira. Tá todo mundo tentando sobreviver. Ele escolhe o domingo que vê de regra procidente. É dia de folga total. Ninguém trabalha. Hoje em dia não se fala mais nisso. Tem serviços que não podem parar de jeito nenhum. Lojas delicatecem, postas de gasolina, prof. profissionais de saúde, bombeiro, tudo funciona em tempo de 24 horas. São as necessidades humanas. Mas ele escolhe um domingo e ele é portador de uma mensagem para esta alma que ele está visitando. Mas a alma tá muito interessada em regras, em receitas para ganhar o mundo, não vencer o mundo das imperfeições e das crises. Então, gostaria que esse Messias, que esse guru, que esse avatar adentrasse meu mundo íntimo e dissesse qual é, quais são os números da Megacena. Já começaria muito bem da virada, do preferência da virada, aquela 31 de dezembro, porque o prêmio é bem alto. O ano passado foi foram 600 milhões deais. Eu gostaria que ele me desse a receita de manter uma saúde inatingível. Eu gostaria que os meus adversários mantivessem distância de mim. Receitas assim práticas, dicas,
o foi foram 600 milhões deais. Eu gostaria que ele me desse a receita de manter uma saúde inatingível. Eu gostaria que os meus adversários mantivessem distância de mim. Receitas assim práticas, dicas, quatro regras, duas regras, três regras, que eu aplicando resolvesse o problema de vez. Ele entra e tá todo um programa de renovação do ser, um programa de mudança de conduta, de olhar em relação à vida física para que o indivíduo se concentre na vida espiritual. De onde veio, de onde procede e para onde fatalmente vai retornar. Ah, mas esse guru só fala de morte. Lá vem ele de novo. Mas onde é que está a morte se tudo se renova? Já dizia Lavoazier, né, o químico francês. Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Eu tenho água, boto no congelador. Aquela mesma água vira pedra, gelo. Eu jogo no fogo, ela vira vapor, vai pra nuvem, chove. Voltou com estado de água de novo. A água é a mesma, mas ela pode passar por três estados: solidificação, o gelo, evaporação, o vapor ou condensação, chuva. Ora, esse exemplo já nos dá a notícia de que não há morte, a transformação do ser. E a quantidade de informativos, de dicas científicas, de evidências de que sobrevivemos à morte do corpo, são tão abundantes que desnecessário citar. Seja tanatologia, toda a religião é espiritualista. Não tem nenhuma religião que não seja espiritualista. Ela prega que o indivíduo sobrevive, que dorme. Ah, mas o indivíduo eh sobrevive depois da morte, fica dormindo até vi o cantar das trombetas de Josafá ou de Jafé, que vai acordar os indivíduos para tomarem novamente o cutelo e o poderio no mundo. Mas a maioria considera que entramos na pátria espiritual, chame céu, inferno, mundo espiritual, quinta dimensão, o andar de cima. O nome pouco importa. é muito rótulo para o mesmo produto. Então, a proposta é preparar o indivíduo e ele entra e todos querem, ele entra em Jerusalém naquele domingo de Ramos e depois todos querem saber qual foi o programa que ele lecionou. Amor ao próximo, respeito às criaturas humanas,
indivíduo e ele entra e todos querem, ele entra em Jerusalém naquele domingo de Ramos e depois todos querem saber qual foi o programa que ele lecionou. Amor ao próximo, respeito às criaturas humanas, serviço desinteressado, aceitação serena das dificuldades, transformando elas em catapultas de modificação. Aí teve um fariseu que olhou para outro, viu, Jafé? Não disse que era uma farça? Essa turma é bem e essa turma dos pescadores que anda com esse homem é uma farça. Ele não tem nada de novo. Não assinou um decreto para a gente banir os romanos. Não fez nada pra gente dominar os povos que nos subjulgam para cortar os impostos. Ou seja, eu estou interessado num guru que me traga notícias imediatas, que resolva claramente. Aí por isso que eu vou fazer um salto quântico para o terceiro capítulo de abordagem essa noite, que é caridade. Ou seja, dentro da palavra caridade, que tradicionalmente tá muito corroída, tá muito erodida a palavra, há uma erosão dessa palavra, é doação de coisas, nós temos que cultivar o PIB. Calma, calma, calma. Não estou falando do produto interno bruto. Esqueçam isso. Quem tiver sem o PIB, a caridade não funciona. Perdão. Indulgência e benevolência. Bem-vinda a uma nova economia da alma. Vamos então, né, da tô aqui ainda pensando no B, no PIB, que aí você inverter o BIP, né, que que a gente geralmente usa eh esse equívoco que os a multidão cometeu, essa decepção, porque havia muita decepção com o Cristo naquele momento. Eh, quando ele foi preso, o próprio Judas, segundo relatos, eh, esperava que ele pudesse realizar aqueles prodígios que ele realizava. Então, alguns dizem que a ideia de Judas é que ele, uma vez pressionados ia morrer, ele ia se salvar, obviamente, como já tinha salvo muita gente, e ele iria então revelar a sua natureza divina. Ele iria assumir o lugar que lhe cabia como o Messias esperado. Veja que hoje nós vamos estar sempre falando dessa diferença de expectativas. E uma das coisas que mais compromete a nossa relação com a mensagem de Jesus é
ugar que lhe cabia como o Messias esperado. Veja que hoje nós vamos estar sempre falando dessa diferença de expectativas. E uma das coisas que mais compromete a nossa relação com a mensagem de Jesus é o espírito farisaico. A gente tá habituado no evangelho, Jesus fala muito dos fariseus, né? Eh, e a gente tá habituado a pensar no espírito farisaico como alguma coisa que os fariseus daquela época, naquele contexto tinham. E os fariseus se tornaram como que assim a representação da hipocrisia. Jesus fala muito. Vocês ficam orando nas praças que é para todo mundo ver, ficam ostentando virtudes que é para todo mundo ver e não trabalham no interior. Diz: "Vocês são sepulcros caiados por por fora de branco, bonitinho, arrumadinho e por dentro é só podridão, porque dentro de um sepulcro não tem nada limpo, né? é o a putrefação da carne, mas a gente pode pensar que eh não é verdade que se trata de algo referente a um grupo social, a um grupo religioso específico, a uma época específica, porque a mensagem de Jesus era para todos os seres humanos. E não existe ser humano que não tenha algo que há em nós. Tem uma mensagem de Calios Gibran no livro O profeta, que ele diz assim: "O pior, o pior ser dentre vós nunca será pior do que o que há de pior em vós. O melhor dentre vós nunca será melhor do que o que há de melhor em vós." Significa o quê? A gente olha para um criminoso, para uma pessoa cruel, para uma pessoa cheia de defeitos evidentes. Diz que horror. Muitas vezes se diz assim: "Nem é um ser humano, mas é um ser humano. Mais do que um ser humano, tem algo que ele daquilo que ele traz intensa e extensamente que ainda existe dentro de mim, porque eu sou desse planeta, porque eu vivo nesse planeta e os espíritos se reúnem por afinidade. Até onde eu sei, como eh Jamile falou, eu também não sou missionária, então eu sou um espírito de terceira ordem como a generalidade do planeta. Gibran vai nos dizer isso. Então, a gente pode a partir daí pensar, então, cadê o farisaísmo em
u também não sou missionária, então eu sou um espírito de terceira ordem como a generalidade do planeta. Gibran vai nos dizer isso. Então, a gente pode a partir daí pensar, então, cadê o farisaísmo em mim? É claro que a gente não faz do jeito que ele fez, até porque a gente lê o evangelho, a gente já sabe. É igual aquela parábola do do último lugar, né? Aí você vai no centro espírita, ninguém senta na primeira fila. Deve ser porque tão se lembrando que Jesus disse: "Olha o o como é o quem se sentar no primeiro lugar será os últimos serão os primeiros. Os primeiros serão os últimos. Aí a gente literalmente não senta na primeira fila, só senta da segunda para trás. Eu já vi isso em muitos lugares. Eh, é uma ideia que toca na forma, que é bem uma coisa do fariseu. Ele procura ser virtuoso para consumo público. Ele procura ser virtuoso para ser visto, para que as pessoas digam que ele é virtuoso. Ele não trabalha a transformação moral que Jamile falou. Ele não trabalha o processo de realmente se tornar alguém que não busca ser o primeiro, que busca servir a todos, como Jesus vai dizer mais para frente. Então, o espírito farisaico tem a ver com o nosso desejo de reconhecimento, tem a ver com o nosso desejo de aplauso. E claro, todo mundo sabe que a gente vivia numa época do aplauso. Você tem que dizer que as pessoas, ai foi ótimo, foi maravilhoso, foi isso. Eh, às vezes dizem assim, não é para é uma coisa para é uma forma de gratidão, é para confortar, mas a gente é que tem que pensar o quanto isso é. Os outros não têm como saber. A gente lembra da parábola do publicano e do fariseu. Então, na parábola Jesus vai dizer: "Tinha um fariseu orando no templo de pé, filh da vida, dizendo a Deus como ele era maravilhoso, como ele cumpria todas as leis, como ele fazia todos os rituais, como ele fazia tudo certo. Olhe, Senhor, eu agradeço porque eu sou uma pessoa que faz tudo certo. Não sou igual esse publicano que é um pecador, graças a Deus, né? E o publicano, coitado, eu nem levantava
ele fazia tudo certo. Olhe, Senhor, eu agradeço porque eu sou uma pessoa que faz tudo certo. Não sou igual esse publicano que é um pecador, graças a Deus, né? E o publicano, coitado, eu nem levantava a cabeça e dizia: "Senhor, eu sei que eu sou um publicano, que eu errei". Ele tinha consciência das suas limitações. O fariseu era um iludido completo. Ele não tinha consciência do caminho que ele ainda precisava percorrer. Ele estava satisfeito com a aparência. Ele estava satisfeito que tudo tava em ordem. Isso é o espírito farisaico. E esse é o espírito farisaico que ainda existe em nós. Porque a fariseus em todas as épocas, em todos os locais, em todas as religiões, fora das religiões. É uma qualidade humana do espírito de terceira ordem. Eu me lembrei que tem o a oitava classe que são os espíritos pseudos sábios. Foi o que eu achei mais parecido, porque o Pseudo sábio, ele tem conhecimento, só que ele acha que ele sabe muito mais do que ele do que ele realmente sabe. Ele não contempla sua própria ignorância, ele não contempla o que ele ainda precisa caminhar. Ele con aprendeu duas coisinhas. lhe dá uma comunicação com algumas coisas certas e um monte de coisas erradas que só tão na cabeça dele e que ele usa para se impor aos outros e para demonstrar como ele é maravilhoso. Então, na nossa caminhada de reflexão, vamos pensar como é que o espírito farisaico funciona na gente. Neus aqui no chat, Naddia disse que ela sempre senta no último banco, mas é porque ela chega atrasada. Quando a gente então pensa em caridade, eu achei interessante que aqui no no livro o irmão X vai falar da importância, é claro, de que a gente consiga ajudar o o próximo a partir das nossas fortunas. E aí não é só o recurso monetário, mas também a riqueza da inteligência, a nossa possibilidade de compartilhar conhecimento para favorecer o crescimento alheio e por aí vai. Ele fala dos famintos, mas diz que na primeira oportunidade o aprendizado do amor cristão é que precisa realmente trazer uma certa concretude pro nosso
ara favorecer o crescimento alheio e por aí vai. Ele fala dos famintos, mas diz que na primeira oportunidade o aprendizado do amor cristão é que precisa realmente trazer uma certa concretude pro nosso dia a dia. Aí depois que ele fala dessa caridade, que todos nós a conhecemos, que é a material, ele recomenda que nós então adotemos a grande, mais desafiadora caridade. falar a tempo, desculpar ofensas, compreender a ignorância dos outros e tolerá-la, sofrer com serenidade pela causa do bem comum. E essa serenidade que ele aponta aqui para o sofrimento, ela nasce da compreensão de que nós estamos vivendo o tempo certo no ritmo que escolhemos, assim como o outro também tem o seu próprio ritmo. Então, não evoluímos por imposição e nem podemos impor o nosso padrão moral aos demais companheiros de jornada. ausentar-se lamentação, reconhecer a superioridade onde se encontre e aproveitar essas sugestões, exercendo o ministério sagrado da divina virtude. E quando a gente recorre ao Evangelho, o capítulo 15, que é fora da caridade, não há salvação, ele vai logo trazer no primeiro item o que é necessário para salvar-se. E a parábola então escolhida é a do bom samaritano. E é interessante que seja a do bom samaritano, porque nela a gente vai encontrar então a escolha que Jesus faz entre aquele que é considerado o herético, o de má vida, o que não tem nenhuma filiação do ponto de vista religioso, mas que traz na alma os impulsos da caridade, do acolhimento e do atendimento. Então não é só dizer sou isso, sou aquilo, sou espírita e se de fato a gente não traz a ver da caridade em relação a nós mesmos e ao próximo. Então a afirmativa aqui trazida é que Jesus não faz da caridade uma possibilidade, mas a exclusiva solução para que nós consigamos crescer. Por isso, a máxima fora da caridade não há salvação. O que eu fico vendo inclusive da nossa aposta filosófica espiritualista, que é a doutrina espírita, de que ao invés de aproveitar a oportunidade da codificação e dizer fora do espiritismo
há salvação. O que eu fico vendo inclusive da nossa aposta filosófica espiritualista, que é a doutrina espírita, de que ao invés de aproveitar a oportunidade da codificação e dizer fora do espiritismo não há salvação, Kardec traz e ratifica a claro que aí também com o apoio dos bons espíritos, a ratificação de que é fora da caridade que não há. Jesus não fez ou levantou nenhuma bandeira para um culto ou crença específica, mas sim para a grande religiosidade que a alma deve então apontar na sua vivência em relação ao outro. Então, este é o maior mandamento. E aqui, quando então se retoma a ideia com os fariseus, há então uma pergunta de um doutor da lei: "Mestre, qual é o grande mandamento da lei?" E Jesus responde: "Amarás o Senhor, teu Deus de todo o coração e toda a tua alma e de todo o teu entendimento? Este é o maior e primeiro mandamento, e o segundo, semelhante a este: amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Estes dois mandamentos contém toda a lei e os profetas. Eu não imagino o poder de síntese maior, já que nestas duas afirmativas as leis e os profetas estão. Então aquele questionamento se não podemos eh amar a Deus, não podemos, melhor dizendo, amar a Deus sem amar o próximo, então nós temos uma consequência da outra, porque aí entendemos que todas as criaturas, como então fruto da sua amorosidade, vão chegar à perfeição, mesmo que ainda olhemos e fiquemos com uma dúvida, uma certa discrença, mas a nossa origem divina vai garantir isso. E aqui fecho nesse momento quando esse belo trecho da caridade segundo São Paulo, em que a caridade é paciente, é benigna e isso já nos permite traçar estratégias ou nos analisar sobre como estamos diante da caridade. Ela não é invejosa, não obra temerária nem precipitadamente, ela não se apressa diante da necessidade alheia. Ela não é soberba, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses, não se irrita e não suspeita mal. E aí a gente analisa a nossa caridade. Já devia ter feito, é um espírito atrasado, não sei como é que
soberba, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses, não se irrita e não suspeita mal. E aí a gente analisa a nossa caridade. Já devia ter feito, é um espírito atrasado, não sei como é que consegue, não tem jeito. Aí vai precisar de não, a gente até determina quantas encarnações o outro vai precisar para evoluir, enquanto que a caridade ela traz uma outra ideia de respeito à possibilidade do outro e conosco mesmo. E aqui a caridade nunca jamais há de acabar. ou deixem de ter lugar à profecias, ou cessem as línguas, ou seja abolida a ciência. Caridade é a nossa salvação. >> O que se evidencia de três capítulos que trazem crônicas distintas é que eles se entrelaçam nas suas na sua substância. O escrito de irmão X. Tudo nos leva a buscar, a identificar hoje no panorama antroposóciológico da Terra, quais são os maiores adversários da criatura humana? E não vou lançar nenhuma enquete por aqui porque iria chover. Indique qual é o maior mal hoje na Terra. Cada um dirá: "O egoísmo, a guerra, a prepotência, a política, o militarismo, a cada um terá o seu mal". Na doutrina espírita é corrente de que o grande problema da criatura humana é o egoísmo, de onde derivam todos os outros males. Mas a tradição cunhou, por exemplo, os sete pecados capitais, a luxúria, a ira, a preguiça, a soberba. A gente adora esse número, né? Sete. O gato tem sete vidas, o arco-íris tem sete cores e a gente gosta de dessas coisas cabalísticas do número sete que parece mágico, né? Como Zagalo gostava do número 13, a camisa era um apaixonado o velho treinador, quatro vezes campeão do mundo, duas como jogador e duas como técnico, o único no mundo que tem quatro títulos. Então, a gente adora esses números cabalísticos. Nós elegeríamos qualquer um de nossa preferência, mas irmão X elegeu um, a hipocrisia que na época de Jesus estava centrada no grupo farisaico. Hoje em dia a hipocrisia a gente não sabe mais onde não está. Em toda parte, ela já contaminou a religião, a política, contaminou a economia, as relações
a de Jesus estava centrada no grupo farisaico. Hoje em dia a hipocrisia a gente não sabe mais onde não está. Em toda parte, ela já contaminou a religião, a política, contaminou a economia, as relações sociais, a família, que é a criatura que finge ser o que não é. Estamos numa época de estereótipos, de máscaras, um verdadeiro baile, a fantasia, para não dizer um Halloween permanente, né? Todo mundo comendo abóbora, saindo de dedo que nem bruxa, voando na vassoura. Ninguém sabe mais para qual a utilidade realmente da vassoura, se é para varrer ou para voar. meu eh meio de transporte, porque essa ânsia, mas a hipocrisia domina as relações de tal maneira que o indivíduo que não é ou está tentando não ser, fica com imensa dificuldade de identificar o hipócrita, porque ele é tão sincero na sua hipocrisia que ele consegue enganar até ele mesmo. ele se coloca realmente mais a minha vida moral é meu maior patrimônio até a próxima operação da Polícia Federal. Aí o patrimônio desmorona, né? Nós temos esse tipo de coisa, figuras que dominário do púlpito, esses religiosos centrados que se vê, essas pessoas puritana e Joana de Ângeles tem chamado atenção. Uma pessoa muito puritana não é uma pessoa observadora da lei dos costumes. Ela tem um conflito embutido, certo, doutora? É um conflito ali de certa maneira embutido. Eu combato aquilo doido para penetrar aquilo. Por isso vem a palavra tentação. Mas o que é tentação? Na definição de Emanuel. Tentação é tudo aquilo de que fugimos com vontade de que nos pegue. É a definição de tentação. A pessoa critica zonas proibidas, regiões da cidade onde estaria a promiscuidade, a vulgaridade, a libertinagem. Esse é o discurso. O puritano. Internamente tô doido para ir para lá. A quem me leva? Eu não vou, porque aí eu vai chocar-se com o meu discurso puritando com quantos Jesus conviveu e ele tinha tinha e conserva a capacidade de radiografar o indivíduo por dentro. Ninguém podia esconder dele quem o indivíduo realmente era, não quem o indivíduo aparentava ou gostaria de
sus conviveu e ele tinha tinha e conserva a capacidade de radiografar o indivíduo por dentro. Ninguém podia esconder dele quem o indivíduo realmente era, não quem o indivíduo aparentava ou gostaria de aparentar ser. Jesus vê a realidade nua e crua. Não seja por isso, uma crônica de Humberto de Campos conta de que Jesus ao caminhar a crônica chama-se a última tentação. Jesus tá carregando a trave horizontal de sua cruz. A trave vertical já estava lá no Golgota. Então Jesus tá carregando aquela trave horizontal e ele se autoquestiona. Crônica de irmão X. Mas por que, Senhor? Eu fiz merecer uma cruz, ajudei, colaborei, curei tanta gente. Por que a cruz ao final? Ele fica sem entender como Jesus tivesse interrogando a Deus. Aí o peso da trave, 70 kg de madeira maciça tão grande, Jesus já cansado, ele tomba, ele cai, aproximam-se as mulheres piedosas de Jerusalém. É uma crônica de alta emoção. E Jesus conseguem levantar Jesus, ele se recupera. Quando ele levanta o rosto, ele observa que a massa de povo que o cerca, todos estão atados a cruzes invisíveis. Aquele é a cruz da usura, aquele é a cruz da concupiscência, aquele a prevaricação. Aquele carrega uma cruz de assassinatos que a justiça não pegou. Cada um tem cruzes invisíveis e está arfando debaixo do peso daquelas cruzes. A dele é de madeira. Aí Humberto Campos, irmão X, conta que ele acariciou suavemente a madeira, compreendendo a analogia, né? A diferença. A dele é ficar no mundo. A turma toda que cercava ali, milhares de pessoas, cada um carregando sua cruz invisível, que é muito mais pesada. os tormentos, os remorços, as dificuldades que o indivíduo não relata, as quedas e tudo mais que ainda chumba o indivíduo ao chão do mundo. Por isso, três crônicas que se entrelaçam, onde não o Espiritismo não será a religião do futuro, graças a Deus. Mas no mundo todo espírita ninguém que aguentar todo mundo com o mesmo discurso. Não. O mundo é bom pela diversidade. Por isso ela será, não será a religião do futuro, mas o espiritismo será o
a Deus. Mas no mundo todo espírita ninguém que aguentar todo mundo com o mesmo discurso. Não. O mundo é bom pela diversidade. Por isso ela será, não será a religião do futuro, mas o espiritismo será o futuro das religiões, que sem os seus princípios, permeando as doutrinas que aí estão, elas estão fadas a desaparecer, tragadas pela voragem do tempo. #falei. E aí nós temos eh a terceira parte do pensamento que irmão X vai trazer nesse circuito que Marcel já falou, que é a caridade. A caridade é a virtude real. Marcel já falou, Jamile falou também. Eh, eu lembro que tem um trecho do Evangelho que Jesus não é exatamente com a parábola, mas é uma analogia, é um simbolismo. Nós não acreditamos seja uma coisa real. quando eh respondendo a uma pergunta, ele diz que então um no fim dos tempos que Deus coloca do lado esquerdo os cabritos e do lado direito as ovelhas, significando os maus e os bons. E aí ele pergun aí ele diz pros pros do lado eh direito: "Passai adiante, porque me viste nu e me vistes nu e me vestistes, me vistes com fome e me destes de comer." e ele eh elenca uma série de eh de coisas que foram feitas quando ele estava necessitado e as pessoas então o socorreram. E e as pessoas dizem, né? Mas como, Senhor, quando foi que te vimos nu e te vestimos com fome e te demos de comer? Ele doente, eh peregrino, viajante, eh, prisioneiro, né? E aí Jesus disse: "Toda vez que o fizestes a um destes pequeninhos, ao menor dos irmãos, foi a mim que o fizestes." E ele vira pros cabritos e diz: "Olha, vocês não, porque vocês me viram com fome e não me deram comida, me viram nu e não me vestiram, etc, etc." E eles perguntam também, né? Mas como assim? Quando foi isso não aconteceu, né? E aí ele, Jesus diz: "Toda vez que negastes ajuda a qualquer um dos vossos irmãos, foi a mim que negaste." Ele então ele entroniza a caridade, esse amor ao próximo, esse cuidado com o outro, seja quem for, porque a caridade não é pessoal. Jamile falou o texto, uma parte do texto belíssimo de Paulo, a caridade não é
ele entroniza a caridade, esse amor ao próximo, esse cuidado com o outro, seja quem for, porque a caridade não é pessoal. Jamile falou o texto, uma parte do texto belíssimo de Paulo, a caridade não é pessoal, por isso ela não se irrita. A gente só se irrita com coisas que nos afetam pessoalmente, que nos incomodam pessoalmente. A caridade é paciente. Por quê? Porque ela não tá esperando nada do outro. E aí a doutrina espírita, eh, Kardec pergunta aos espíritos: "Como é a caridade quando Jesus é entende?" Todo mundo sabe a resposta. É o famoso bip que virou PIB, né? Eh, benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, não com os erros alheios, com as imperfeições, que imperfeição é uma coisa que é é o limite do espírito naquele momento, não é algo que ele fez. E perdão das ofensas, veja, é precisamente. Por que que tá dito que a salvação está na caridade? Porque a nossa tarefa como coletividade é a gente mudar de um mundo de provas e expiações, mudar o nosso mundo para que ele deixe de ser um mundo de provas e expiações e se torne um mundo de regeneração, que é o próximo nível. E isso Jamile disse, não é uma coisa que depende do planeta, depende de nós. A medida que nós nos tornarmos espíritos de segunda ordem e deixarmos para trás o egoísmo, o orgulho, o interesse pessoal, todas as características da terceira ordem. E é através da caridade que a gente faz isso, não a caridade de dar o que sobrou. chega no guarda-roupa, vê a roupa que não quer, vê o sapato que não quer, vê a bolsa que não quer, vê o dinheiro que tá sobrando, que não vai fazer falta para nada e dar paraas pessoas. Não é a caridade material, mesmo que seja o óbvulo da viúva, não é só isso. É a caridade moral, é a benevolência, é querer o bem das pessoas, é sendo urgente, como a gente é com a gente, ó, mas eu não tive intenção, ó, mas isso acontece, todo mundo erra. Desse jeito a gente faz com os outros também, né? e o perdão das ofensas, que é, né, um exercício. O que importa é que a gente para essa
as eu não tive intenção, ó, mas isso acontece, todo mundo erra. Desse jeito a gente faz com os outros também, né? e o perdão das ofensas, que é, né, um exercício. O que importa é que a gente para essa transformação, a gente possa abandonar o espírito farisaico, quer dizer querermos ser quem nós não somos, querermos ser reconhecidos externamente por características externas e possamos investir na nossa transformação, na direção da caridade real, da caridade pura. Aí nós seremos espíritos de segunda ordem e aí olhando ao redor nós estaremos no mundo de regeneração, porque teremos transformado o mundo. Eu vou trazer aqui um texto para nos ajudar com a nossa autoestima na condição de espíritos. Joana nos diz que da mesma forma como não te deves afligir por vivenciar esses impulsos ancestrais, não te permitas acomodar ante as suas manifestações. e considera a excelente oportunidade de que dispões para o crescimento íntimo por meio do bem, laborando afanosamente pela tua transformação moral para melhor sempre e incessantemente. A escada ascensional não possui último degrau, sempre havendo patamares mais altos que aguardam pelos argonautas espirituais. Jesus desceu até o ser humano na pequenez deste, a fim de que a sua grandeza servisse-lhe de estímulo para crescer até ele. Não te detenhas. >> Nós queremos ainda nesse término de programa divulgar a revista Reformador do mês de setembro. Ela está com excelentes matérias sobre o aspecto moral do espiritismo e um excepcional artigo de nosso Adilton Puglies, já se referindo que daqui a dois dias, quarta-feira, teremos 160 anos de homenagem a Luís Olímpio Teles de Menezes, o pioneiro baiano, na criação do primeiro grupo espírita no Brasil, o grupo familiar do espiritismo. 17 de setembro de 1865. Em sua residência às 22 horas, ele criava o primeiro grupo espírita e dançava oportunamente o Eco da Alentúmulo, o jornal que só circulou seis números, mas fez um barulho danado na época contra a intolerância religiosa e abriu o caminho para a imprensa
grupo espírita e dançava oportunamente o Eco da Alentúmulo, o jornal que só circulou seis números, mas fez um barulho danado na época contra a intolerância religiosa e abriu o caminho para a imprensa espírita no Brasil. Diante desses três, dessas três crônicas de Humberto de Campos, nós percebemos a necessidade de nos centrarmos na atividade do bem, mesmo em um mundo que marca um descompasso, em que o conflito reponta aqui a culá, em que religiosos perdem o contexto da pregação voltada para o bem e se entregam aos braços. da máquina, do sistema que mó indivíduo até transformá-lo em coisa nenhuma, porque descarta para pegar outro. Recordemos de que tudo tende para Deus. é essa inteligência suprema que rege, que governa, que mantém todas as coisas funcionando. E por isso mesmo, se estivéssemos na frente de Deus, a gente pudesse ter uma entrevista com Deus, a gente olharia para a face do eterno, do criador do infinito e disse: "Senhor Deus, de que é que você é feito? Você não come, você não bebe? Você não dorme e vive satisfeito. Por que é que você não fez a gente do mesmo jeito? Perguntaria também a Deus, mas que dívida é essa tão grande que o homem tem que morrer para pagar? Por que é que aqueles criados na mesma casa sofrem tanto, tanto quanto aqueles criados no mesmo canto? Ó Senhor, quem foi salgar o choro e acabou salgando o pranto? Fiquemos paraa segunda-feira, quando continuaremos com Lázaro Red Vivo.
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