Para Viver o Evangelho | Episódio 206 • Estudo da obra “Pelos Caminhos de Jesus” (Capítulo 10)
Para Viver o Evangelho é um web programa da Federação Espírita do Estado da Bahia (FEEB), transmitido pelo YouTube todas as segundas-feiras, às 20h. Apresentado por Jamile Lima, Marcel Mariano e Nádia Matos, o programa dedica-se ao estudo e à reflexão dos ensinamentos de Jesus à luz da Doutrina Espírita, com fidelidade aos princípios cristãos e ao legado deixado pelos grandes benfeitores espirituais. Nesta nova etapa, o programa passa a estudar a obra “Pelos Caminhos de Jesus”, de Amélia Rodrigues, pela psicografia de Divaldo Franco. Capítulo a capítulo, os encontros conduzem o público a uma análise cuidadosa das lições do Cristo, convidando à renovação moral, ao fortalecimento da fé e à vivência sincera do Evangelho no cotidiano. Com linguagem clara, abordagem respeitosa e profundidade doutrinária, Para Viver o Evangelho mantém-se como um espaço de aprendizado contínuo e reflexão edificante. 👉 Inscreva-se no canal, ative as notificações e acompanhe semanalmente este estudo esclarecedor. 📲 Siga as redes sociais da Mansão do Caminho e fique por dentro da programação e de outros conteúdos espíritas. 🔖 #ParaViveroEvangelho #FEEBBahia #PelosCaminhosDeJesus #AmeliaRodrigues #DivaldoFranco #DoutrinaEspirita #EstudoDoEvangelho #EvangelhoComJesus #EspiritismoCristao #MansaodoCaminho #YouTubeEspírita *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
เฮ A caravana Baiana da Fraternidade 2026 inicia em fevereiro a sua 28ª edição com o tema Espíritas o Livos. É um momento especial. A Federação Espírita do Estado da Bahia visitará todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização da comunidade espírita do estado da Bahia. Caravana Baiana da Fraternidade, uma história de amor que aproxima. Caros irmãos e irmãs internautas, aos que estão conosco aqui na sede da Federação Espírita do Estado da Bahia, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. Vamos então iniciar o nosso encontro, o nosso programa trazendo os informes costumeiros. Já começamos aí com o vida, da caravana baiana da Fraternidade. Para quem nos acompanha e não está aqui no estado da Bahia, nós sempre anualmente fazemos esse movimento de visita às Casas Irmãs e aí então temos uma temática no ano é espírita, univos e vamos então discutindo esse tema e relembrando o período em que Kardec também saiu em viagem, especialmente em 1862. conhecendo as outras instituições espíritas e vendo como o espiritismo ia então ganhando corpo e se capilarizando pelas cidades da França. Então, anotem, acompanhem as programações, estejam conosco nessas visitas às Casas Irmãs. Além da Caravana Baiana da Fraternidade, nós continuamos a divulgar o estudo do livro dos espíritos. Ele é um estudo presencial que acontece aqui na sede da Federação, na sede central, sempre às quintas-feiras, das 15 às 16:30. Embora o estudo já tenha tido início em 5 de fevereiro, as inscrições continuam abertas e todos aqueles que se interessarem, sem dúvida, serão bem-vindos. Então, podem se inscrever, vejam as orientações e informações que estão disponibilizadas nas redes sociais da federação, incluindo o Instagram e também o nosso site. Voltamos a relembrar que no dia 31/10 terá início o segundo encontro estadual de espiritismo. pode parecer distante, mas para que tenhamos uma ideia do espaço
luindo o Instagram e também o nosso site. Voltamos a relembrar que no dia 31/10 terá início o segundo encontro estadual de espiritismo. pode parecer distante, mas para que tenhamos uma ideia do espaço físico, da estrutura, da programação, nós precisamos já saber de antemão quantas pessoas estarão conosco, além de vocês já poderem ter a possibilidade de se programar nesse período de 31 de outubro a 2 de novembro. Teremos então o nosso 23º Encontro Estadual de Espiritismo com o tema Vivenciando o Espiritismo ocorrerá aqui em Salvador no Fiesta Convention Center. Além do 23º encontro, nós temos também mais uma palestra da caravana, como anunciado no início, a nossa 28ª. Desta vez, ela será então proferida por Luciano Crispim no dia 29 de março às 10 hor da manhã na sede histórica da Federação Espírita que fica no Pelourinho. Além desta, nós temos outras tantas caravanas acontecendo em horários próximos ou no mesmo horário. Por isso para cada um vej o melhor horário para se distribuírem, estarem conosco, mas na sede histórica estaremos aí então com Luciano Crispim. Agora então, com todas as informações e nossas programações devidamente passadas para vocês, nós vamos iniciar registrando que Marcel Mariano não se encontra aqui esta noite devido a questões de cuidado com saúde, fez um pequeno procedimento, mas está bem descansando e, se possível nos assistindo. Na próxima segunda-feira ele já estará conosco. E agora vamos ouvir a nossa querida Nádia Matos. Boa noite a todos que estão conosco presencialmente através da internet e os do futuro que vão assistir em outros momentos. Todos são muito bem-vindos e somos muito gratos pela presença aqui com a gente. Esse capítulo é o capítulo 10. Nós seguimos trabalhando com o livro de Amélia Rodrigues na psicografia de Divaldo Franco, pelos caminhos de Jesus. O capítulo 10 tem um nome lindo, chama-se Amor sem limites e ele vai trazer um recorte. Amélia Rodriguez, nesse capítulo, ela faz um recorte da vivência dos primeiros cristãos na casa
minhos de Jesus. O capítulo 10 tem um nome lindo, chama-se Amor sem limites e ele vai trazer um recorte. Amélia Rodriguez, nesse capítulo, ela faz um recorte da vivência dos primeiros cristãos na casa do caminho. A casa do caminho é o nome que foi dado a um primeiro local de atendimento aos sofredores pelos cristãos. Ele tá, ela tá descrita, acredito que sem o nome casa do caminho, mas é a comunidade cristã descrita no livro Atos dos Apóstolos, que é o quinto livro do Novo Testamento na Bíblia cristã. Então lá a gente vai ver que os os apóstolos e os outros discípulos eles se organizaram e prestavam atendimento às pessoas em sofrimento fosse o tipo de sofrimento que fosse. Às vezes era um sofrimento espiritual, às vezes eram questões materiais, às vezes eram eh dores da alma, perda de entes queridos, etc. Eles tinham a, ela vai descrever aqui que tinha um espaço que era usado para as pregações, para a divulgação do evangelho, para a divulgação dos ensinos de Jesus e também para um primeiro atendimento com aqueles que buscavam o local. Além disso, tinha outras acomodações onde eram eh socorridos eh pessoa aqueles que buscavam se estivesse doente, aí tinha camas, a pessoa ficava, não é? acomodado ali, eram pessoas que não tinham para onde ir, elas eram levadas até ali ou elas mesmas iam porque não tinham alternativa de socorro nos seus problemas de saúde, nos seus problemas financeiros. Faltava alimentação, faltavam recursos em geral. E essa comunidade, ela é bem descrita no Atos dos Apóstolos quando se diz que eles tinham tudo em comum. Então, os cristãos ali recebiam os que sofriam e compartilhavam dos seus bens, fossem bens materiais, fossem, fosse o seu tempo, fossem os seus conhecimentos, fossem os seus serviços. Ela fala um pouco sobre isso e ela centra, ela vai dizer que Pedro era a figura central na casa do caminho. Sabemos que ele era o dirigente, ele era o principal, digamos, responsável por aquela comunidade, mas ele não era o único. E o trabalho dos primeiros cristãos, ele não era um
ntral na casa do caminho. Sabemos que ele era o dirigente, ele era o principal, digamos, responsável por aquela comunidade, mas ele não era o único. E o trabalho dos primeiros cristãos, ele não era um trabalho hierarquizado, por assim dizer, ele era um trabalho compartilhado. E lá estava também que era um dos seguidores de Jesus, né? Um dos apóstolos. Pedro era apóstolo e Tiago era apóstolo. Eu não saberia dizer, devido a minha falta de conhecimento bíblico, se era Tiago Maior ou Tiago Menor, porque tinha dois Tiagos entre os apóstolos. Mas esse era um Thago que ele era muito dedicado a estudar a lei, a preservar a a os ensinamentos judaicos, a garantir que a mensagem de Jesus fosse bem compreendida. Segundo Amélia Rodriguez, ele não tinha tanto envolvimento com o socorro direto aos necessitados, enquanto que Pedro fazia o oposto. Ele se dedicava mais a esse socorro, ele se dedicava mais ao cuidado dos daqueles que vinham em busca de assistência, embora ele fizesse também as pregações. E as pregações dele, apesar da falta de cultura que ele apresentava, eram pregações muito sentidas. Elas vinham diretamente da alma de Pedro e das vivências que ele tinha tido com Jesus. Eh, essa descrição da que Amélia Rodrigues nos traz aqui me lembra a oportunidade de refletirmos sobre o que, a meu ver é um pseudo dilema e é uma pseudo dicotomia. Acho que todo mundo no movimento espírita já ouvi as pessoas falarem: "Ah, mas não precisa estudar tanto, é bom é fazer o a caridade". Aí o outro diz assim: "Não, mas a pessoa não pode ficar só fazendo a caridade, precisa estudar a doutrina também". Eu lembro que há muitos anos, eu diria aí 1990 por aí, eu eu junto com o pessoal da do Caminho da Redenção, que eu frequentava na época, a gente foi, algumas pessoas que quiseram, nós fomos ao Paraná, que tinha um evento sobre educação espírita. Então, pessoal da evangelização foi e tal. E lá a gente conheceu um centro espírita que eles não estudavam, eles eram contra estudar. Isso foi o que foi
á, que tinha um evento sobre educação espírita. Então, pessoal da evangelização foi e tal. E lá a gente conheceu um centro espírita que eles não estudavam, eles eram contra estudar. Isso foi o que foi dito na época, certo? Eles achavam que o que importava era fazer a caridade. Então, não precisava grupo de estudo, não precisava palestra, não precisava nada. Eu acho interessante, tô trazendo isso à tona porque é uma coisa antiga, mas de vez em quando a gente ouve as pessoas dizerem: "É, não adianta estudar tanto". Outro dia eu vi o um canal do YouTube, o rapaz dizendo: "Mas pessoas chegam no centro espírita sofrendo, elas precisam de acolhimento. Aí o povo diz: "Vai estudar Kardec, vai estudar Kardec". E aí eu quero só chamar atenção para o seguinte. Isso é um pseudo dilema, é uma pseudodicotomia. Não existe a menor contradição entre uma coisa e outra. Quem foi que disse que porque você tá estudando, você não pode ser amoroso? Quem foi que disse que porque você é amoroso você não pode estudar? Isso é a cabeça da gente criando dificuldade, criando problema para dizer que ah, então não pode e um é contra o outro. Isso é bobagem. E isso não está no evangelho. Isso não está na doutrina espírita anádia, mas está escrito lá. Espíritas, amai-vos. Este é o primeiro mandamento. Instruí-vos, este o segundo. Agora eu queria saber como é que a gente podia dizer: "Amai-vos e instruí-vos de uma vez só, sem botar um primeiro e o outro segundo". Claro que o amor é a base de tudo, mas quando se diz instruir-vos, você precisa compreender o que existe as leis da vida, sejam leis físicas, sejam leis morais. Quando a gente vai ver a escala espírita, os espíritos superiores, a a que são os espíritos da segunda ordem, a classe mais elevada integra amor, sabedoria e o terceiro, você lembra? Eu não lembro, mas integra. Você tem espíritos que são bondosos, que é a primeira classe ali da categoria da ordem, da segunda ordem. são bons, fazem o bem. Você tem espíritos sábios que se dedicam ao estudo. E vamos combinar,
. Você tem espíritos que são bondosos, que é a primeira classe ali da categoria da ordem, da segunda ordem. são bons, fazem o bem. Você tem espíritos sábios que se dedicam ao estudo. E vamos combinar, gente, que um Albert Saen da vida que descobriu a vacina contra a parálise infantil, né, poliomielite, é essa pessoa é um missionário, um pasteir, uma um casal que ri. São pessoas que dedicaram à vida à ciência. Você vai dizer que eles não são, não estão sendo amorosos com a humanidade só porque não ficaram sentados beijando e abraçando o povo? Repare, isso é uma coisa que a gente cria. Não há necessidade de você fazer uma coisa ou outra. Agora, o que há, na verdade, é que nós, seres humanos, não conseguimos fazer tudo ao mesmo tempo. Isso é verdade. Como a gente não consegue fazer tudo ao mesmo tempo? A gente tem encarnações que a gente se dedica mais ao conhecimento. Aí quando aquilo já tá num certo ponto, a gente começa a sentir falta de desenvolver mais relacionamento, amorosidade, compaixão, aceitação. Vamos usar o conhecimento que adquirimos para produzir esses aspectos. Aí depois a gente começa a sentir falta de aprender mais, de entender melhor. E aí normalmente nós ficamos equilibrando isso, mas não há nenhuma necessidade de optarmos. Não há necessidade que o centro espírita para ser amoroso deixe de estudar ou que para estudar deixe de ser amoroso. O que a gente não tem de amorosidade é por nossa conta, não é porque a gente estuda muito. O que a gente não tem de conhecimento é por nossa conta, não é porque a gente é pouco amoroso ou porque é amoroso demais. Então vamos, a gente vai começar refletindo nisso. Como é que eu cultivo em mim mesma essas duas asas? Emanuel fala que são duas asas. O conhecimento, a sabedoria e o amor. São duas asas. Alguém já viu um pássaro ou até um avião voar com a asa? Só me parece que do ponto de vista da física é impossível. Então é uma imagem excelente. Você não avança evolutivamente só com conhecimento, sem nenhum amor. É impossível. Você não avança só com amor,
Só me parece que do ponto de vista da física é impossível. Então é uma imagem excelente. Você não avança evolutivamente só com conhecimento, sem nenhum amor. É impossível. Você não avança só com amor, sem nenhum conhecimento. Então não há dicotomia, não é impeditivo. Tem as pessoas que preferem uma coisa, preferem outra, tem mais desenvolvido uma coisa e outra e vão ter que avançar. Vamos pensar nisso. E de fato precisamos pensar em muito. E Nadia trouxe aí pontos muito importantes que enquanto eu a ouvia me fizeram lembrar da nossa própria Constituição como casas espíritas. Notem que a gente precisa de perfis que são diversos, mas que se complementam. E apesar disso, que não devem abandonar uma coisa em detrimento de outra, elas se complementam. Enquanto NJA falava, eu fiquei aqui num exercício de imaginação e aí lembrando da, não lembrando, mas buscando na imaginação a Casa do Caminho. Gostaria muito de ter estado lá ou talvez na condição de quem tava precisando de ajuda. Já estaria ótimo. Mas pensando que quanto mais nos dedicamos ao bem, mais trabalho nessa seara irá aparecer. Então, que não se torne para nós um motivo de queixa ou perturbação o aumento das pessoas a nos procurar para a oferta do bem, de um consolo, de um atendimento, de busca por conhecimento. E é óbvio, a gente vê pela própria história e a gente vê isso muito bem descrito, com relatos históricos e com detalhes em Paulo Estevan, mas na casa do Caminho, quando Simão estava ali, digamos que como uma pedra estruturante, eles não tinham recursos, opulência, riqueza, alimentos ou qualquer outra coisa que a gente possa imaginar nesse sentido. Então, à medida que as pessoas foram percebendo que os benefícios eram ali então fornecidos, elas iam chegando. E as pessoas que chegavam, elas não vinham com o intuito de ajudar com alguma coisa, elas vinham buscar essa ajuda. E é interessante, a gente vai vendo na narrativa, que esse espaço, que era a casa do caminho, foi ganhando uma espécie de anexos no nosso
ito de ajudar com alguma coisa, elas vinham buscar essa ajuda. E é interessante, a gente vai vendo na narrativa, que esse espaço, que era a casa do caminho, foi ganhando uma espécie de anexos no nosso linguajar moderno, puxadinhos. Aqui eram os puxadinhos do bem. Então eles iam construindo esses espaços para poder abrigar as pessoas que ali então chegavam. O que se costumou chamar em um determinado tempo social dos enjeitados. Então, as pessoas com sofrimento psíquico, pessoas com doenças ou que a família abandonava ou qualquer coisa assim, iriam então ter como um lugar de sossego, carinho e acolhimento a casa do caminho. Mas aí a gente vai vendo que, embora e Pedro assumisse essa função de figura central, a gente tinha Thago não muito voltado para essas práticas assistenciais ou pro cuidado com o outro, porque ele entendia que o importante era interpretar os textos. E aí a gente vai lembrar que ele era muito mais voltado paraa escritura e para as leis mosaicas do que necessariamente para os ensinamentos de Jesus. Não há nenhum problema nisso. O que se coloca aqui é a característica mesmo de que ele queria preservar essas leis mosaicas e ele não era muito afeito, digamos assim, ao atendimento às pessoas que chegavam. Mas Simão já trazia esse comportamento. Ele fazia o bem, o atendimento, mas se alguém lhe pedisse uma palavra, ele então apresentava. Mas não era qualquer palavra, porque Simão Pedro trazia a vivência que ele teve com Jesus. Aí é muito diferente. Não era só algo do campo da imaginação que alguém narrou. era a vivência que ele teve, os exemplos que ele pôde observar e o seu próprio aprendizado. E algo que Amélia trouxe aqui, que pouco refletimos sobre isso e que é algo importante, que foi a forma com que Simão Pedro, pelo menos na ótica de Amélia, mergulha no afazer cotidiano ainda pela tripla negativa em relação a Jesus. Então, é como se isso fosse uma espécie de tormento ou inquietude ou possibilidade. A inquietude fica na minha interpretação e na forma de ler que o, digamos que o
tripla negativa em relação a Jesus. Então, é como se isso fosse uma espécie de tormento ou inquietude ou possibilidade. A inquietude fica na minha interpretação e na forma de ler que o, digamos que o meu nível permite, mas a possibilidade que ele viu então de se redimir diante do mestre, enquanto que ele fez uma negativa por três vezes, ele agora dedicou à existência sem nenhum tipo de pudor ou não fazia isso escondido da sociedade. Então, me dá uma impressão de que as três negativas foram superadas e muito por uma vida de entrega e de recepção daquilo que era então a possibilidade de favorecer o bem-estar das pessoas. Ele conseguia fazer as duas coisas. E aí a gente vai olhar, embora não tenha aqui sido mencionado porque não é o a ideia que Amélia traz, mas quando a gente vai lembrar de Paulo, porque Paulo sempre foi o letrado, homem inteligente, um homem de tribuna, mas quando ele chega na casa do caminho, ele silencia, ele não consegue verbalizar aquilo que sente porque não teve essa vivência. Só depois, com as experiências que teve, então, que esse verbo aparece. Daí a gente vê que não basta ter eloquência, é preciso sentir aquilo que fala e ter experienciado. da Simão, se a gente ficar se prendendo as questões de nível de escolaridade ou a questão da retórica, que não é o a tônica do que nós estamos colocando, mas o quanto a vivência e a entrega são elementos importantes e que trabalho, como Naddia já bem colocou, ele precisa acompanhar estudo para que não fiquemos no vazio ou fazendo alguma coisa desprovida de lógica, raciocínio e fundamento. E me lembrou muito mesmo a nossa vivência nas casas, porque elas têm uma rotina e muitas vezes uma rotina que não pode nos deixar mecanizar, a gente precisa sentir e o que faz com que a gente sinta aquilo que fazemos é justamente a prática do estudo. E aí não é uma invenção. Kardec coloca isso, não é, Naja, na lei do progresso. A gente só avança moralmente se intelectualmente antes fizemos o investimento em conhecimento, porque aí
ática do estudo. E aí não é uma invenção. Kardec coloca isso, não é, Naja, na lei do progresso. A gente só avança moralmente se intelectualmente antes fizemos o investimento em conhecimento, porque aí a gente aprende a discernir, segundo Kardec, o bem e do mal. Eu posso até ter uma vontadezinha de fazer alguma coisa que me afaste da lei de Deus, mas o conhecimento vai me fazer refletir. Tem certeza que é isso que você vai fazer sabendo das consequências? Então aí a gente acaba refreando, tentando apaziguar os nossos desejos e os nossos impulsos. é o constante e permanente exercício de reconhecimento de si mesmo ou autoconhecimento, reforma íntima, como é mais comum denominarmos, ou a reforma do caráter ou educação do caráter que Kardec nos propõe. Então, pensemos como hoje estamos vivenciando a proposta da Casa do Caminho nos centros espíritas, em que nós estamos então sendo convidados como frequentadores ou trabalhadores a estar na estrutura. Lembrando que a estrutura não é só o concreto, é acima de tudo a psicosfera que as nossas vibrações internas constituem e que podem ser de amor. Eh, falar do das primeiras comunidades cristãs é sempre uma oportunidade de refletirmos sobre as nossas comunidades atuais, as nossas comunidades espíritas. Aqui na Federação Espírita da Bahia, a gente tem trabalhado ao longo dos anos o conceito de comunidade, como a gente pode construir uma comunidade. É tão bonito quando tá lá escrito: "Eles tinham tudo em comum e eram um só pensamento e um só coração. A gente diz assim: "Ô meu Deus, quando a gente vai conseguir ser um só pensamento e um só coração?" O tema do ano é espíritas univos. Repare que ser um só pensamento e um só coração não é ser igual aos outros, não é fazer igual, não é pensar igual, porque senão isso não se aplicaria à casa do caminho. A gente tem um Pedro com as características que Jamile já colocou. A gente tem um Thago com outras características. Thaago, segundo Amélia vai dizer aqui, achava com com frequência que a energia que era usada
tem um Pedro com as características que Jamile já colocou. A gente tem um Thago com outras características. Thaago, segundo Amélia vai dizer aqui, achava com com frequência que a energia que era usada para cuidar de sofrimento, de ferido, de não sei o quê, devia ser cuidada, devia ser utilizada para falar da salvação da alma das pessoas. Então, ele tinha uma prioridade diferente da de Pedro. Jamile falou de Paulo. Nós trabalhamos aqui, eu não sei há quanto tempo, mas tem um tempinho, a gente trabalhou o livro Paulo Estevão, né? E o livro Paulo Estevão, ele vai descrever, ele é muito centrado na figura de Paulo, mas ele traz toda essa convivência das primeiras comunidades cristãs. E vamos combinar que o temperamento de Paulo nem era igual de Pedro, nem era igual de Tiago. Eles tinham divergências. com Pedro tinha menos, porque Pedro tinha uma postura de contemporizar e ele fazia o processo de dirigir a comunidade através da escula, com muita paciência, com muita oração, com muita tolerância. Inclusive tem uma situação que tá descrita no Atos dos Apóstolos e no Paulo Estevão também, Emanuel aborda, que é quando Paulo queria, ele estava fazendo todo um eh todo um trabalho de levar o Evangelho, a boa nova, os ensinos de Jesus aos não judeus, chamados de gentios. E Paulo achava aquilo super importante e ele ia e ele fazia isso, ao passo que a casa do caminho e a comunidade de Jerusalém, ela era principalmente, ela não excluía os gentios, mas ela era principalmente voltada pra comunidade judaica, que era quem tava por ali. E aconteceu que começou a haver uma discordância e começou a ver um conflito porque vários cristãos achavam que eh para ser cristão você primeiro tinha que ser judeu, aí tinha que seguir aquelas regras judaicas, circuncisão, etc, etc. E Paulo não achava. Paulo achava que a mensagem de Jesus era suficiente. Veja, isso pra gente pode não ser nada, mas na época era um uma questão relevante, teria potencial para dividir a igreja para que vamos fazer um cismo agora logo eu sou contra, eu sou a
ra suficiente. Veja, isso pra gente pode não ser nada, mas na época era um uma questão relevante, teria potencial para dividir a igreja para que vamos fazer um cismo agora logo eu sou contra, eu sou a favor. E Pedro manejou isso com muito cuidado, com muita delicadeza e principalmente com muita oração, porque Paulo chegou aí o resultado foi que Paulo teve de ir a Jerusalém para defender o seu ponto de vista e Thiago tinha o ponto de vista dele. Thiago era mais restrito. Thaago estava totalmente ligado à ideia de continuidade do judaísmo no cristianismo e tinha tudo para dar uma briga feia, tinha tudo para ter os contras e os aores a favores, né? Tinha tudo para ter um uns eh digamos assim uma briga que ia se repercutir em todas as igrejas. No entanto, tá descrito no Atos dos Apóstolos, tá descrito no livro Paulo e Estevão. E não foi isso que aconteceu. O que aconteceu foi que Paulo falou com a ênfase que Paulo falava e eh Jamile disse, ele era treinado em oratória, ele era um fariseu, ele estudou para isso. Então ele tinha todas as habilidades desenvolvidas. Tiago falou em nome da lei, porque a lei e Pedro fez uma intervenção perfeita, porque Pedro falou e ele não se colocou nem pró nem contra e de falou de caminhos diferentes. A gente pode ir lá nos Atos dos Apóstolos, pode ir no Paulo Estevan para conferir os detalhes que não é o que nós vamos trabalhar agora. O que que nós vamos trabalhar agora? Esse exercício da inclusão, esse exercício de aceitar a diversidade, há nos nossos centros espíritas, nas nossas comunidades espíritas, no nosso movimento espírita. Diversidade. Há pessoas que acham que deve se fazer de um jeito, outras acham que deve se fazer de outro. E a gente parece que tem saudade das lógicas de igrejas. onde tinha uma autoridade que dizia: "Não, tem que fazer isso, senão você tá escomungado, não tem que fazer aquilo". Kardec fez questão, ele disse: "O espiritismo não tem chefe". Significa não há uma direção humana para dizer o que é que se faz e o
ue fazer isso, senão você tá escomungado, não tem que fazer aquilo". Kardec fez questão, ele disse: "O espiritismo não tem chefe". Significa não há uma direção humana para dizer o que é que se faz e o que é que não se faz. O que há é a doutrina e a reflexão e o amor e a construção que ele mesmo exemplificou. O que que isso significa? Haverá discordâncias. Unidos não quer dizer que concordam com tudo, que pensam igual. Haverá discordâncias. Que bom que há discordâncias, porque significa que a doutrina espírita pode alcançar tipos variados de pessoas, estruturas variadas, culturas variadas, certo? E no entanto depende muito de ter conhecimento e de ter amor pra gente conseguir fazer aquilo que Pedro fez. Pedro tinha conhecimento. Pedro não era uma pessoa assim, ele não tinha cultura geral, cultura helenística, filosofia e tudo como Paulo, mas ele conhecia a lei que Thago tava defendendo. Ele conhecia os ensinamentos de Jesus e ele tinha vivência, ele tinha amorosidade. Então, acho que de novo, a gente pode usar essa experiência como eh conhecimento e como exemplo de amor para as nossas vivências. Claro que vamos ter que lutar bastante, porque a nossa tendência é a tendência natural de não da intolerância. A gente não tolera divergência, a gente não gosta que o povo discorde da gente. E aí a gente diz: "Não, porque a doutrina, porque a doutrina não, vamos ouvir, vamos construir." O que foi que Paulo fez? Paulo confirmou e ele manteve. E aí a solução foi OK? Quando se a pessoa quiser seguir, se fazer a circuncisão seguir, ele segue. Se a pessoa não quiser, não segue. Vamos em frente. >> E é exatamente isso, Nadia. vai depender do que cada um escolha, do que cada um deseje. E aí, como em toda a situação, quando nós estamos caminhando, digamos que numa linha reta, fazendo movimentos consistentes, permanentes para o nosso crescimento, naturalmente a gente tem uma espécie de prova que vai dizer, vamos ver se de fato você já conseguiu internalizar o conteúdo existencial. Então, a gente tem os desafios, os
es para o nosso crescimento, naturalmente a gente tem uma espécie de prova que vai dizer, vamos ver se de fato você já conseguiu internalizar o conteúdo existencial. Então, a gente tem os desafios, os testes e as possibilidades. Nada mais natural num planeta cuja titulação é de prova e expiação. A gente veio aqui provar que pode mais e pode mais no bem. Nesse sentido, enquanto Pedro estava então desenvolvendo sua espécie de messianato, então e que aparece. E aí vem uma palavra que nós até usamos, talvez com menor frequência, mas o sentido dela é bem aplicado, que é a pecadora. Eis que apareceu. Pobre do Pedro tava lá tranquilo, desenvolvendo sua atividade e olha que chega a criatura. Geralmente a gente, não, vocês, né, que participam e assistem do Paraviver o Evangelho, já não fazem mais isso, mas usam aquelas expressões como: "Eu estava tão bem e alguém me desequilibrou, tirou o que havia de pior em mim, ou então eu nunca senti isso, mas basta tal pessoa se aproximar e não dá para tirar algo de onde não existe." Não é necessariamente o outro. Veja exatamente qual é o conteúdo interno que você vem alimentando. E vamos lembrar que pecado vem de pecatum do latim, que é uma falha, um tropeço, um erro de alvo. Então, não vamos achar que pecadora é algo que a gente use no pejorativo e que só pode ser aplicado aos seres humanos que entendamos como os símbolos máximos da imperfeição. Todos nós pecamos em algum momento porque tropeçamos, erramos o alvo e vamos precisar rever a nossa rota. E aqui quando Amélia vai descrevendo algumas mulheres reconhecidamente levianas e vendedoras de ilusão, vamos lembrar que ela está aqui se referindo a uma forma física e manifesta, porque era uma mulher que apareceu então e que estava diante de Pedro. Mas a leve andade, nós já aprendemos e já estudamos, não é uma característica do sexo que temporariamente investido de um corpo a gente representa. Isso são imperfeições temporárias que a alma carrega e não é uma questão do corpo que eu estou
estudamos, não é uma característica do sexo que temporariamente investido de um corpo a gente representa. Isso são imperfeições temporárias que a alma carrega e não é uma questão do corpo que eu estou investindo que determina uma característica de natureza moral. O próprio Kardec já disse para todos nós lá naquele belíssimo capítulo, a carne é fraca. A gente vai até empolgado, né, fazer a leitura. Olha, Kardec disse que a carne é fraca. Ele não dá nenhum respiro. No iniciozinho ele já vai dizer pra gente: "Não é a carne que é fraca. fraco é o espírito que seja aos arrastamentos da matéria. Aí a gente, puxa a vida, não pode nem achar um argumento para ser feliz, que Kardec é que devemos dominar a matéria. Então essa mulher que se aproxima, ela de um jeito ou de outro ela cria uma atmosfera de encantamento por um homem naturalmente bondoso e que essa bondade expressa nas palavras e nos atos fez com que ela então se apaixonasse, criasse fantasias, enfim. Só que aqui eu quero trazer um aspecto que não é o fato dela ter se encantado. Isso é natural e corriqueiro nas nossas existências. O que eu estou aqui me referindo é como quando nós estamos centrados ou com atenção voltada para um ideal superior, nós não nos apercebemos dessas ocorrências, como aconteceu com Pedro. Ela ali estava e olhe que ele só percebe, para que a gente tenha uma ideia de quão ele estava centrado no objetivo e no ideal de servir ao Cristo. E por isso disse: "Não são os outros. Nós é que nos permitimos serem vigilantes quando não estamos centrados no ideal e só quando ela parte para o assédio. Termo aqui utilizado por Amélia, é que ele então entende qual é a intencionalidade dessa mulher, porque ele não aia de fato como uma mulher, e sim como uma irmã que ali estava em busca de atendimento, de melhoria e coisas assim. Então, claro, Amélia vai aqui descrevendo que tem até um momento em que ela tenta despir-se diante do discípulo. Se ele não visse, aí a gente já ia dizer que ele tava com algum problema ocular. Mas ele, claro, alguém
élia vai aqui descrevendo que tem até um momento em que ela tenta despir-se diante do discípulo. Se ele não visse, aí a gente já ia dizer que ele tava com algum problema ocular. Mas ele, claro, alguém que se despe diante de nós, nós vamos de algum modo perceber. Ela precisou adotar, digamos que métodos mais incisivos e enérgicos, como quem diz: "Pedro, por favor, eu tô aqui". Mas a intencionalidade dele não era essa. Então ele tinha uma espécie de foco no objetivo, que é aquilo que nos mantém voltados pro ideal. Eu determinei, a minha existência é pautada na evolução espiritual. Esse é o meu investimento maior em qualquer instância, ambiente de trabalho, na casa espírita, em casa, nos momentos em que eu estou vivenciando solitude. Porque a gente às vezes ainda se ilude nesse sentido, o que é que eu posso apresentar para o outro? Não é o que você também apresenta para você mesmo quando você está fazendo uma leitura diante do noticiário, quando alguém tce um comentário, o que é que a sua casa mental apresenta, não necessariamente o que é vocalizado, mas o que eu penso. Temos ainda essa ideia, ah, cuidado com o que você diz, cuidado com o que você eh traz para o outro, mas não necessariamente isso se transforma em som, em palavras, em gestual. a gente também trava verdadeiros diálogos mentais com o outro, esquecidos de que esses diálogos também vão aí comunicando para os espíritos no entorno. Então, a gente pode até pensar que falta de sossego, para onde eu vou tem espírito, sim, tem. Mas você pode inclusive obter sossego a partir das boas companhias que você irá atrair. Porque espírito mais elevado que se aproxima por afinidade ou por nosso esforço em melhorar, ele não se intromete na nossa vida, ele não perturba, inclusive nos permite privacidade nos momentos em que eles entendem que isso é necessário. Então, me chamou bastante atenção essa relação da irmã, que aqui tropeça na condução dos seus sentimentos e das suas emoções, confundindo, porque ela cria pelo encantamento uma outra relação com Pedro
Então, me chamou bastante atenção essa relação da irmã, que aqui tropeça na condução dos seus sentimentos e das suas emoções, confundindo, porque ela cria pelo encantamento uma outra relação com Pedro da qual ele não toma parte, que nós precisamos alimentar aquilo que denominamos com ideal e que nada pode nos retirar desse caminho. Quando não tivermos nada para colocarmos os pés e termos apoio, lembremos do ideal. E aí a gente vai dizer: "Não, vale a pena todo e qualquer tropeço, todo e qualquer dificuldade, porque é ali que eu chego." Mas se a gente não tem ideal, se não temos nada firme, nada além da ideia material, e não é ilusão, já sabemos que somos espíritos, reencarnação existe, que estamos aqui para evoluir. Olhemos sempre para o além. Eu não tô dizendo nem um além que a gente vai daqui a pouco quando desencarnar. É além da visão mesquinha que a gente trace essas metas para que a gente tenha paz no mundo temporariamente turbulento. Que reino dos céus, quem constrói somos nós internamente, até que externamente Jesus possa dizer: "Agora é a vez da terra se conformar no meu próprio reino". E esse caso que é trazido dessa mulher que era frequentadora da casa do caminho, que tava sendo beneficiada, ele de novo abre pra gente um leque de possibilidades. É muito fácil achar que se trata somente de um assédio sexual de uma mulher descontrolada em relação a um homem virtuoso. É fácil. É fácil dizer que é só isso que tava ali. Mas veja, a palavra assédio, ela implica em que o outro está trazendo para nós uma demanda desequilibrada. Assédio não é relacionamento. Seja assédio moral, seja assédio sexual, que tipo de assédio seja, ele é, na verdade, o outro impondo algo para nós, né? E aí, às vezes, essa imposição, vamos tomar o caso mesmo dessa mulher, não é uma imposição na intenção de prejudicar. É uma imposição de alguém que não sabe conter o seu próprio impulso, que não sabe conter o seu próprio movimento. A sexualidade ela é óbvia, embora a moral sexual lá na comunidade cristã, no
ejudicar. É uma imposição de alguém que não sabe conter o seu próprio impulso, que não sabe conter o seu próprio movimento. A sexualidade ela é óbvia, embora a moral sexual lá na comunidade cristã, no tempo de Jesus, ela é bem diferente da moral sexual na nossa cultura. Então, não se trata da gente ficar preso na forma. é um exemplo. Existem muitas situações nas quais, e aí eu vou voltar, né, para o tema de hoje, que é a nossa comunidade espírita, muitas situações onde as pessoas trarão para nós aquilo que elas não conseguem conter e buscarão impor a nós a demanda que é dessas pessoas. Mas calma. De novo, a tendência mais fácil é dizer: "Olhe, uma pessoa desequilibrada e eu equilibrada". Preste atenção como você responde a essa demanda. E aí vamos tirar a parte de sexo. Vamos pensar, por exemplo, numa pessoa que não consegue conter a língua. Ela tem que vir lhe contar uma fofoca terrível sobre uma pessoa. Repare, é uma forma diferente, mas é a mesma coisa. é alguém que tá tomado de uma paixão para usar a palavra que o livro dos espíritos usa e que ela precisa de ter um alguém que compartilhe com ela, que seja parceiro. Ela precisa de um parceiro. No caso, essa mulher precisava de um parceiro sexual. Isso era óbvio, né? Aqui eu tô pensando em uma pessoa que precisa do parceiro do veneno da língua. Ela vem para mim, ela tá me impondo isso. Ela está porque ela chega com toda a demanda. Olhe, você não sabe, eu tô aqui abaladíssima. A pessoa diz que é espírita e me e aí lá vem tudo. Como é que eu reajo quando a pessoa se desnuda? Como aconteceu com essa mulher com Pedro? Ele podia dizer assim: "O que ele diz a ela? Eu sou um ser humano, eu não vou, eu não quero corresponder, mas isso não é adequado. Ele mantém a postura dele, ele recusa ser parceiro dessa demanda que é a demanda daquela pessoa. E a gente recusa a ser parceiro da demanda da fofoca venenosa, a gente consegue, ol, parece bobagem, né? Mas quanto se perde e quanto se destrói na hora em que a gente passa adiante, na hora em que a gente divulga
usa a ser parceiro da demanda da fofoca venenosa, a gente consegue, ol, parece bobagem, né? Mas quanto se perde e quanto se destrói na hora em que a gente passa adiante, na hora em que a gente divulga e mais do que divulgar, a gente tenta convencer os outros de algo de mal e terrível de alguém. É fofoca. Fofoca é isso, né? E a pessoa normalmente vem como se fosse virtuosa. Olha, eu tô abaladíssima, eu não aguento. Você imagine tal pessoa fez isso, fez aquilo, disse isso, disse aquilo. Vamos pensar somente numa coisa pra gente não ficar na ideia de que ele é o pecador, eu sou o virtuoso. Porque no na história relatada, a mulher já se já era chamada mesmo de pecadora. Ela tava totalmente contra os padrões, né, morais da época. E Pedro claramente era uma pessoa que fazia todo o empenho em fazer o bem. Mas vamos ver com a gente assim quanto tempo a gente consegue aguentar sem se tornar parceiro da criatura fofoqueira. Quanto tempo a gente consegue aguentar, por exemplo, se não for uma fofoca, for um convite para uma coisa mais agressiva? B temos que fazer isso com fulano. Nós temos que reagir porque está destruindo a doutrina, tá fazendo, tá sempre o perigo. Aí a gente tá falando de comunidades espirituais, o outro vem travestido de alguém que está fazendo o bem e que é virtuoso. Quanto tempo eu demoro antes de me enraivar, por exemplo, com o que ela, a pessoa tá reclamando e de dizer assim: "É mesmo que absurdo, não falo mais com essa pessoa? Que absurdo, agora eu também vou, ó, vamos sair do centro, a gente vai deixar o centro, porque esse centro eu tô decepcionada, né? Eu eu vi um vídeo recentemente, uma mulher que tinha sido religiosa cristã e ela tinha deixado o cristianismo e ela estava no candomblé, o que já é uma mudança. É por isso que estavam fazendo vida. Mas ela dizia assim: "Ah, porque eu também me decepcionei?" Aí a pessoa disse: "No candomblé". Foi: "Gente, a gente vai se decepcionar em todos os lugares." Por quê? Porque esse planeta tá cheio de gente igual a gente,
m: "Ah, porque eu também me decepcionei?" Aí a pessoa disse: "No candomblé". Foi: "Gente, a gente vai se decepcionar em todos os lugares." Por quê? Porque esse planeta tá cheio de gente igual a gente, espírito imperfeito, quer fazer o bem, quando pensa que não, já foi. E às vezes nem tem muita vontade assim de fazer. Não tá assim muito empenhado. Quem tá empenhado tropeça. Paulo diz, né, no no Novo Testamento, ele diz: "O bem que eu quero fazer, eu não consigo. O mal que eu não quero fazer, eu vivo fazendo. Paulo que dirá a gente?" Então a pessoa vai chegar e ela vai trazer uma demanda, mas a demanda não é dela, porque ela é má, inferior e pecadora. E eu não, eu sou uma pessoa virtuosa. Eu preciso olhar com honestidade. Não precisa divulgar, não precisa escrever um livro, não precisa chegar no meio da palestra e falar nem no grupo de autoconhecimento, mas fale para si, paraa sua consciência e diga: "Poxa, eu já comecei logo a ficar com raiva. Eu já tava doida para saber a fofoca qual era, o que foi que fez o quê? Não vou nem dizer, porque gente, fofoqueira e venenosa ainda faz isso, né? Eu ia lhe, olha, eu não vou nem lhe dizer. Você fica imaginando aí o que foi que a pessoa fez. É pior porque às vezes a criatura fez uma coisa que você nem acha muito, mas quando diz imagine você, ai que absurdo. Aí pode ser raiva, aí pode ser fofoca, veneno, aí pode ser qualquer coisa. Sempre vamos nos decepcionar. Só pense o seguinte, quantas vezes a gente se decepciona conosco? ou vai dizer que não, ou vai dizer que tudo que a gente sonha, os ideais, a gente cumpre todos, vai tudo certinho, bonitinho. Ou vai dizer que chega na hora H, quando você pensa que não, já foi, ó, tava cheio de boas intenções. Levantou, acordou ótima, fez uma prece, agradeceu a Deus, a vida, tudo, saiu. Quando chega, quando você pensa que não, já foi, a gente se decepciona conosco. A gente vai se decepcionar com os outros. Quem se aproxima de qualquer grupo espiritual, de qualquer religião ou filosofia ou grupo que tá fazendo bem,
que não, já foi, a gente se decepciona conosco. A gente vai se decepcionar com os outros. Quem se aproxima de qualquer grupo espiritual, de qualquer religião ou filosofia ou grupo que tá fazendo bem, às vezes não tem religião nenhuma, mas quer fazer uma obra boa, alguma coisa assim. Quem pensa que vai se aproximar e não vai se decepcionar, que todo mundo ali vai fazer sempre tudo, é ingênuo. Precisa compreender que o ser humano tem muitas dificuldades ainda. A gente tem. O que a gente não pode fazer é desistir. Precisamos prosseguir dia após dia tentando novamente. Então essa pecadora, ela é ótima. Você no superficial você diz aí, tá vendo? Tem muitas meninas, você não sabe. O povo vai no centro. Eu não sei hoje em dia como é que tá. Eu me lembro quando eu era jovem que eu comecei a ser espírita, tinha umas fofocas de um povo que ai fulano e o casal se separou por causa de cicrana e todo mundo ai era um negócio terrível. Hoje eu não sei não, acho que ou eu saí dessa faixa de fofoca, tô em outras, ou é outro outro momento. Mas veja, a gente ouve as coisas, a gente vê, mas você só precisa olhar e se lembrar assim, é gente, é ser humano. Você vai trabalhar na comunidade cristã, a gente vai lidar na comunidade cristã como Pedro. Pedro deu o limite, ele teve a força de dizer: "Não, não vai, não é possível, não vou fazer. O que eu tô fazendo aqui é isso. A gente às vezes não quer desagradar, às vezes não consegue resistir à tentação, só depois que vai. Então, vamos tentar aperfeiçoar isso nas nossas vivências comunitárias. Aí é que tá a caridade, né? A caridade que é benevolência para com todos. Então, benevolência para com aquele irmão que agiu dessa forma, aquele companheiro e até com a criatura que vem te assediar, porque ela vem com a demanda dela, essa pessoa. E você vai dizer sim ou não. Você vai aceitar, vai ser parceiro dessa pessoa nessa demanda descontrolada que ela tá apresentando. Ou você vai dizer: "Não, eu não, eu não tô aqui para isso. Você não precisa ser
i dizer sim ou não. Você vai aceitar, vai ser parceiro dessa pessoa nessa demanda descontrolada que ela tá apresentando. Ou você vai dizer: "Não, eu não, eu não tô aqui para isso. Você não precisa ser grosseiro, mas você precisa ser firme. Pedro foi grosseiro com a mulher. Bom, ela não gostou, ficou brava. Ainda tem isso. Saiu falando mal dele. Ainda saiu falando mal dele. Se prepare que o outro pode sair falando mal de você, mas você precisa saber que é preciso investir no bem, na luz, no amor. Seguindo o que N apresentou aqui pra gente, que traz uma profundidade, uma riqueza em contest. Primeiro que a gente vai vendo aí que depois então que ela deixa vir à tona tudo aquilo que estava, né, internamente, esse vulcão interno, eu achei tão belo o que Pedro consegue dizer. Perdoa-me, filha, se não logrei levantar-te, mas ao mesmo tempo ajuda-me a não te afogar mais no Pantanal. Aí a gente tá vendo que há um esforço, porque a gente não pode esquecer e destituí-lo da condição de homem. Mas ali não é o homem, é o espírito que ao dominar-se e ter no que se pautar, consegue ter esse tipo de reação sem pesar. sem ficar pensando e se ah, que possibilidade, olha o que eu perdi. Se eu não fosse alguém que seguisse o ideal do Cristo, poderia ser mais feliz, que são esses debates internos que a gente tem diariamente com tantas coisas. Ah, se eu não tivesse que ir ao centro. Ah, se eu não tivesse isso. Ah, se a minha família não fosse de tal modo. Aqui depois que ele passa por todos esses processos e que, como Nádia já colocou, a, não vou mais chamar pobrezinha de pecadora, a nossa irmã em evolução, quando ela sai então desesperada, revoltada e, claro, ela vai se valer da maledicência, que é um método que a gente adota. Nessa época não tinha rede social, o cancelamento era na praça, no com a vizinhança. Hoje a gente faz pela internet. Mas aqui então ela não consegue compreender o papel dele e nem consegue dosar o seu próprio sentimento ou aquelas emoções desenfreadas. E Pedro volta depois de um dia exaustivo de
e faz pela internet. Mas aqui então ela não consegue compreender o papel dele e nem consegue dosar o seu próprio sentimento ou aquelas emoções desenfreadas. E Pedro volta depois de um dia exaustivo de trabalho com um outro cansaço que era o da alma de uma frustração e de uma decepção consigo porque não conseguiu fazer com que o outro de fato, exato, ajudasse, acendesse. Mas nós também não devemos nos martirizar se o outro não corresponde aos nossos anseios ou até um sistema valorativo que a gente cria e quer que o outro se encaixe. cada um o seu tempo e a cada um segundo as suas obras. Ela não tinha essa possibilidade. E ele naquele momento começa a se culpar da própria inferioridade, como Amélia traduz aqui pra gente. Ao se perceber, entre aspas, incapaz, porque a gente não consegue mobilizar o outro a ponto dele mudar. Isso é uma escolha de foro íntimo. Então, ele fez o que podia e tava cuidando da sua própria evolução. Mas quem de nós não se entristece quando um amigo, um filho, um parente não segue aquilo que a gente já entende como bem? Mas cada um vai ter a sua hora. Ele ali então envolto nesse sentimento de inferioridade, ele vai então lembrando e sentindo uma saudade de Jesus naquele momento em que Jesus diz para ele que ele poderia caminhar sobre as águas no momento ali em que ele estava eh no barco junto a Jesus. E aí vem uma frase que é lapidar e que nós podemos levar pro nosso dia a dia. Simão, a chama que coze o pão atrai a mariposa que descuidada nela se consome. Então assim, não tem uma cobrança, não tem uma admoestação, não tem você se equivocou, você não fez bem, é só um bálsamo. Disípulo do meu evangelho é um ponto vivo de referência onde quer que se encontre, atraindo as atenções e sendo vítima das circunstâncias, em constante perigo, mas nunca em abandono. Então, quando estivermos em perigo, em aflição, inquietação, perseguição, comemoremos. Estamos evoluindo. Bem-aventurados os que são perseguidos em meu nome. E aqui a gente tem uma tradução fidigna disso. Jesus recomenda
rmos em perigo, em aflição, inquietação, perseguição, comemoremos. Estamos evoluindo. Bem-aventurados os que são perseguidos em meu nome. E aqui a gente tem uma tradução fidigna disso. Jesus recomenda que ele não se martirize e que ele não tema. E aí depois, ah, espíritas, essa parte aqui é muito interessante. O sacrifício maior e mais agradável ao Pai é a sublimação do Filho. Só que tem um complemento na luta diária, ganhando vida e valor no atrito com o mundo. Não é encastelado ou se escondendo, onde você já pode chegar à conclusão. Hoje eu acordei bem, não é, N? equilibrado. Fiz minha oração, mas coloquei o pé na rua, a perturbação iniciou. Não é essa a proposição. É justamente na luta. A ferro, não aquele a ferro e fogo do que aquilo que me oferta, eu vou então colocar para o outro. Mas aquele fogo do cinzel é do burilamento, é saído bruto para o diamante, lapidado no contato com o outro, me exercitando no não reví, na vingança, na vibração de amorosidade. Ninguém diz que é fácil, mas sem exercício fica impossível. E aí ele, Amélia, coloca outro acréscimo, além de ganhar vida e valor no atrito com o mundo, que o não respeita, porém onde realiza a sua ascensão para os altos simos. foi desrespeitado, agradeça, você está sendo diferente. E aqui para compartilhar a rodada final com Nádia, eu lembrei da proposição que Peixinho sempre fazia pra gente. Se você não é julgado louco ou estranho, algo tá errado com você, porque espírita é um ser bem diferente. A gente pode encerrar nossas reflexões com continuando aí a fala de Jesus com Pedro. Ele diz assim: "Não te detenhas no exame do tormento da nossa irmã quando desprezo pela sua torpeza, ama- a mais e a claridade suave de teu amor" luarizar-lheá a alma, acalmando-lhe a loucura e desenovelando-a do cooal de trevas a que se junge. Só o amor, Simão, possui a força mágica para solucionar todos os problemas. É muito óbvio. E Jamile já comentou a atitude de Pedro em relação a ela. Mas e se a gente lembrasse na nossa reflexão
junge. Só o amor, Simão, possui a força mágica para solucionar todos os problemas. É muito óbvio. E Jamile já comentou a atitude de Pedro em relação a ela. Mas e se a gente lembrasse na nossa reflexão que também nós temos os tormentos? Também nós quando fomos demandados hesitamos, caímos, desejamos. Seria muito bom que a gente não se detenha no exame do nosso próprio tormento com desprezo pela sua torpeza, porque isso só produz a negação. A pessoa fica tão chocada, tão ai, mas eu fazer isso não, meu Deus, não permita que aí você não para se conhecer melhor, porque a gente abre mão desse amor pelo indivíduo que tá cometendo erro, no caso nós mesmos. É preciso ter amor pela própria fraqueza, pela própria fragilidade. Veja, não é você amar os seus erros, não, você não é você amar suas atitudes inadequadas, é você amar o esforço que você faz para ser melhor. Então, a gente precisa muito abandonar os padrões multiseculares da culpa religiosa que a doutrina espírita não propõe. Toda vez você vê isso na doutrina espírita, você trouxe de fora. A doutrina não propõe isso. A doutrina propõe o quê? amor, consciência da evolução, é preciso investir. E essa pessoa que sou eu, é uma pessoa que tá evoluindo. Com certeza nós não somos hoje o que éramos há 100, 200, 300 anos. Gente, isso é uma impossibilidade lógica. A evolução existe. Ah, mas eu sou muito lenta, eu estou parada. Para com isso. Foca no esforço que você tá fazendo. Sua alma não deseja o vínculo com Cristo. Seu coração não sonha com a vivência do evangelho, com a vivência da doutrina espírita, com a harmonização com as leis de Deus. Então, não dá para ser achar que é torpe. Sim, foi um erro. Sim, foi inadequado. Sim, isso ainda existe em mim. Sim, eu não sei quando é que eu vou conseguir realmente me livrar disso, mas eu sei que eu vou continuar tentando, porque eu sou filho de Deus, espírito imortal. Deus não desiste da gente. Por que que a gente vai desistir? Com que direito? Vamos, amanhã eu vou continuar tentando. Depois de amanhã eu
nuar tentando, porque eu sou filho de Deus, espírito imortal. Deus não desiste da gente. Por que que a gente vai desistir? Com que direito? Vamos, amanhã eu vou continuar tentando. Depois de amanhã eu vou continuar tentando. Jesus disse: "Quem perseverar até o fim será salvo". Perseverar até o fim. É isso. Você toma uma decisão que você não vai nunca desistir de se esforçar para ser melhor. Aí não tem derrota, porque seja lá o que for que você faça e que você erre, você tem certeza que no outro dia você vai levantar e continuar tentando. E aí chegaremos lá. Com toda certeza todos nós chegaremos. A gente costuma até fazer uma brincadeira, mas ela tem um fundo de verdade que é muito sério. Uma vez criados, jamais teremos fim. Imortalidade é um atributo próprio de cada alma, cada espírito criado por Deus. E uma fatalidade nos acompanha. Perfeição. Saber que fomos criados por amor para alcançar a felicidade é o ideal maior a que todos nós devemos então lançar mão e ter estratégias para alcançar com consciência, sabendo onde podemos chegar. Hoje ele pode ter alguns limites, mas já apresenta manifestações do amor que o nosso nível permite. Mas para quem é filho de Deus, criação divina e sabe que nós temos o Galileu aí à nossa frente a nos comandar como o nosso grande pastor, sabemos que seremos aqueles que serão farós dos que virão logo após. O nosso amor de hoje restrito será o amor ilimitado de amanhã. E voltamos a convidar a todos para a próxima semana, nesse mesmo horário, às 20 horas, no Para Viver o Evangelho, já com o retorno de Marcel Mariano devidamente recuperado. E lhes antecipo que teremos uma visita especial. Boa noite a todos e até segunda. A caravana baiana da Fraternidade 2026 inicia em fevereiro a sua 28ª edição com o tema Espíritas o Livos. É um momento especial. A Federação Espírita do Estado da Bahia visitará todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização
spírita do Estado da Bahia visitará todos os centros espíritas do nosso estado e você é o nosso convidado. Participe como caravaneiro e faça parte dessa equipe que promove a união e a confraternização da comunidade espírita do estado da Bahia. Caravana Baiana da Fraternidade, uma história de amor que aproxima.
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