O mandamento maior, com Nilo Moroni | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: O mandamento maior. Necessidade da caridade, segundo Paulo. ESE, cap. 15, itens 4 a 7. Palestrante: Nilo Moroni Direção: Edna Fabro Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
do Evangelho que será conduzido e que nós possamos guardar no coração, na mente os ensinos que vamos ouvir, que Jesus amado, esteja conosco, Senhor, nos abençoando, nos fortalecendo e que essas vibrações, sabemos, nos chegam através dos mentores espirituais que dirigem os trabalhos desta casa. que possa também essas vibrações de paz e de harmonia serem conduzidas a todos os lares dos que se encontram conosco, mas também aos lares daqueles que sofrem, que passam por dificuldades, por lutas maiores. Que a tua luz, Jesus, possa se fazer no nosso planeta querido e que as tuas bênçãos possam envolver sempre a todos nós. Obrigado. Fica conosco e que assim seja, Senhor. Graças a Deus. Bem, nós vamos então dar início passando a palavra ao Guilherme, que vai fazer a leitura e os comentários da página que inicia os nossos trabalhos. Guilherme, por favor. >> Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos a essa casa abençoada e mais um domingo de estudo, de reflexão. E a gente começa esse domingo com a leitura preparatória do livro Palavras de Vida Eterna do Espírito Emmanuel, psicografado por Chico Xavier. E a nossa leitura hoje é do capítulo 69, intitulado Na luz da compaixão. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia, Jesus. Isso está em Mateus, capítulo 5, versículo 7. Deixa que a luz da compaixão te clarei a rota, para que a sombra não te envolva. Sofres a presença dos que te pisam as esperanças, compaixão para eles. Ouves a palavra dos que te ironizam com paixão para eles. Padeces o assalto moral dos que te perturbam, compaixão para eles. Serves a farpa dos que te perseguem, compaixão para eles. A crueldade e o sarcasmo, a demência e a vileza são chagas que o tempo cura. Rende graças a Deus por lhe suportares o assédio sem que partam de ti. No fundo, são males que surgem da ignorância, como a cegueira nasce das trevas. Não sanarás o desequilíbrio do louco, zurindo-lhes a cabeça, nem expulsarás a criminalidade do malfeitor, cortando-lhe os braços.
são males que surgem da ignorância, como a cegueira nasce das trevas. Não sanarás o desequilíbrio do louco, zurindo-lhes a cabeça, nem expulsarás a criminalidade do malfeitor, cortando-lhe os braços. Diante de todos os desajustamentos alheios, compadece-te e ampara sempre. perante todos o dispartes do próximo, compadece-te e faz o melhor que possas. Todos somos alunos no educandário da vida e todos somos suscetíveis de queda moral no erro. Usa, pois a misericórdia com os outros e acharás nos outros a misericórdia para contigo. Então, esse esse capítulo nos traz dois sentimentos importantes e muitas vezes difíceis da gente colocar em prática, que é justamente a compaixão e a misericórdia, né? Enquanto a gente tem a compaixão no ato de você sentir muitas vezes o que o outro sente, se colocando no lugar do outro e tentando ajudar de alguma forma, a misericórdia ela é algo além. Muitas vezes são sentimentos parecidos e a misericórdia ela é muito importante porque ela é a compaixão no ato. Então, muitas vezes a gente tem misericórdia do outro e age, né? eh compadecendo daquele nosso nosso irmão. Então, esses dois sentimentos, tanto a compaixão quanto a misericórdia, são importantes para guiar as nossas atitudes, tanto conosco quanto com os nossos irmãos, né? Sejam eles aqueles nossos irmãos queridos e muitas vezes aqueles nossos irmãos que não são tão queridos assim, né? Esses que muitas vezes precisam de muito mais ajuda do que a gente imagina. né? E essa compaixão é um sentimento que não deve ser levado em vão, né? Não é aquele simplesmente ter pena do outro, não. É muitas vezes você ter o amor de Jesus e praticá-lo, né? Eh, outro sentimento que entra junto com isso é a própria caridade, que é o amor eh em em ação, né? Então, eh, essa lição, ela nos traz como reflexão pra gente muitas vezes ajudar o próximo e como no final da lição nos traz, essa ajuda muitas vezes alcança nós primariamente, né? Ajudar para ser ajudado, né? Eh, e a gente precisa entender também que todos nós somos imperfeitos,
o próximo e como no final da lição nos traz, essa ajuda muitas vezes alcança nós primariamente, né? Ajudar para ser ajudado, né? Eh, e a gente precisa entender também que todos nós somos imperfeitos, todos nós erramos. E muitas vezes nesse momento de imperfeição, nós pedimos o quê? Misericórdia de Deus, né? Essa misericórdia divina para que ela nos envolva. Então, se a gente pede ajuda a Deus, por que que a gente não pode ser o Deus para o outro ou para nós mesmos? Então, ajudar a nós e aos outros irmãos eh que sofrem, né? Então, esses sentimentos eles nos ajudam muitas vezes eh a luz da compaixão e da misericórdia muitas vezes nos ajuda e nos protege da sombra, né? Essa luz é extremamente importante, pois aonde há luz não há sombra. E no final dessa leitura, eh, Emanuel destaca sempre a questão, né, que diante das dificuldades de outras pessoas ou de nós próprios, o Emmanuar, né, ampara sempre, faz o melhor que nós pudermos fazer, né, faça o melhor que possas. Por quê? Porque no penúltimo parágrafo, Emmanuel destaca que todos nós somos educandários da vida. Todos nós estamos aqui para aprender, né? E muitas vezes aprendermos com amor, com misericórdia, com compaixão, eh, fica um pouco mais fácil, né? Então, emo destaque que todos nós somos alun alunos do educandário da vida e susceptíveis à queda moral. Então, como mencionei anteriormente, todos nós somos imperfeitos e rogamos a misericórdia de Deus. Então, que nós possamos refletir sobre essa misericórdia que a gente tanto pede e quem sabe assim refletindo sobre a importância desse sentimento, do auxílio a nós e aos nossos irmãos, nós não possamos colocar em prática por mais vezes, refletir antes de agir. Isso é extremamente importante. E para finalizar, o Emânuel destaca a misericórdia com os outros é muitas vezes é a misericórdia consigo mesmo. Ou seja, todo bem que nós faz nós fazemos para os outros, esse bem ele primeiramente acontece na gente. E é claro que a gente tá falando muitas vezes sentimentos bons, mas se a gente for lembrar de
o. Ou seja, todo bem que nós faz nós fazemos para os outros, esse bem ele primeiramente acontece na gente. E é claro que a gente tá falando muitas vezes sentimentos bons, mas se a gente for lembrar de sentimentos ruins, isso também se vale. Muitas vezes o mal que a gente deseja pros outros, ele alcança nós primeiro. Então, meus irmãos, que nós possamos refletir nisso através da misericórdia, da misericórdia para os nossos irmãos, que nós tenhamos misericórdia conosco mesmo e façamos o bem, pois esse bem alcançará a nós, primeiramente. Muito obrigado a todos e boa reunião. Obrigada, Guilherme, por nos envolver já com a mensagem, com seus comentários, os nossos pensamentos, os nossos sentimentos para agora eh refletirmos sobre a mensagem de hoje do Evangelho, que será conduzida então pelo nosso irmão Morone. Boa tarde. Coração alegre estar novamente aqui no cenáculo da nossa casa. Federação Espírita Brasileira, podendo discorrer por alguns temas que nem o de hoje, que é caridade. Mas antes de entrar no próprio tema, fazer um registro das crianças presentes aqui no Cenáculo e alguns até bebês. E lembrando que o movimento espírita tem evangelização de bebês, porque o espírito já tem o seu preparo espiritual para entender muitas coisas, né? Então, às vezes podem fazer algum chorinho, alguma baguncinha, mas que nem o evangelho em casa. E a gente depara com algumas perguntas se eles devem participar e a gente diz: "E como devem?" Sim, não trancar no quarto, deixar o videogame livre, né? Senão ele vai pensar a hora do evangelho dos pais é a minha hora da liberdade, né? Então, alguma baguncinha. farelo de bolacha no tapete, depois a gente limpa, [risadas] mas é aconselhável que eles fiquem juntos, né? Então, fazer esse registro aqui. Sejam bem-vindo a essas alminhas no nosso encontro. O tema de hoje destacado no roteiro da federação, que é o Evangelho Segundo o Espiritismo, a caridade. Capítulo 15 desse evangelho, o mandamento maior e necessidade da caridade segundo São Paulo.
tro. O tema de hoje destacado no roteiro da federação, que é o Evangelho Segundo o Espiritismo, a caridade. Capítulo 15 desse evangelho, o mandamento maior e necessidade da caridade segundo São Paulo. é um tema sempre recorrente e a gente viu o Bllo fazendo a preparação e trazendo a caridade como um dos sentimentos, virtudes importantes para nossa vida evolutiva como espírito. que depois da saída do cenáculo, recentemente, depois do da reforma, foi colocado uma frase do espírito Ismael aqui para nós. E essa frase numa reunião dos idosos de 1876, nos primórdios da FEB, ela vai surgir na reunião do grupo Confúcio. Ismael vai se fazer presente. E o que que ele vai dizer para nós espíritas? Depois dá para sair, ler a frase, né? registrar ela. A missão dos espíritas no Brasil é divulgar o evangelho em espírito e verdade. Os que quiserem cumprir o dever a que se obrigaram antes de nascer, deverão, pois, reunir-se debaixo deste pálio trinitário, Deus Cristo e caridade. Onde estiver esta bandeira, aí estarei eu. E assinou Ismael. Esse trinitário, essa bandeira de Ismael coloca no ápice a origem de tudo. Deus pai. Depois vai colocar o seu médium, o Cristo, como nosso intermediário. E na base não se nominou ninguém. Ismael não nomina uma pessoa em si, um espírito destacado e ele deixa o conjunto caridade para todos nós nos irmanarmos. Ismael, espírito, guia do Brasil. Para quem já leu o livro Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, um dos filhos de Abraão, né, que dizem que um ia ser sacrificado, que era Isaque. Olha quanta quanta história, né? Quanta quantos fundamentos tem. E então ele tá aí desfraudando para nós espíritas que queremos divulgar em espírita e verdade o espiritismo, essa bandeira de Deus Cristo e caridade. Não é fácil conceituar caridade. O que que pode ser caridoso? Até onde às vezes a própria omissão pode ser caridosa? Então ela é difícil. Ainda bem que nós temos alguns definiçores, definidores desta, desse instituto divino que é a caridade, a base trinitária de Ismael
e às vezes a própria omissão pode ser caridosa? Então ela é difícil. Ainda bem que nós temos alguns definiçores, definidores desta, desse instituto divino que é a caridade, a base trinitária de Ismael e um deles é São Paulo, né? É Paulo, que nesse capítulo 15 do Evangelho, Kardec vai fazer essa referência. Em Paulo, lá na primeira carta aos Coríntios, no capítulo 13, Paulo vai definir para nós caridade. São várias, digamos assim, conceitos ou até condições para para ele abraçar esse instituto e deixar para nós um guia. Então vamos lá, vamos recorrer a Paulo aqui para definir caridade, ela é paciente. Eu numerei aqui, destaquei bastante em vermelho, né? Por quê? Porque quem vos fala aqui tem que treinar muito ainda a tal da paciência. Então, toda vez que eu não sou paciente ou eu sou impaciente, eu não sou caridoso. Em quê? em todas as situações, nas mínimas inclusive, que às vezes nem é externada, é um sentimento íntimo de achar às vezes que uma fila tá demorando demais, que um trânsito não anda, que alguém que está proferindo alguma coisa poderia ser mais conciso. Afinal, tem várias situações, até as situações das nossas palavras, né? Então é uma luta incessante a gente ser caridoso. É além de tudo um estudo e depois mais uma que Blum deixou destacado, o quanto ainda a prática às vezes tá distanciada da teoria, o quanto ainda nós temos que perseguir essa prática várias vezes reiteradamente para conseguir angarear a virtude. Então Paulo diz que ela é paciente, ela é branda e benfazja, não poderia ser diferente, né? Caridade não pode ser alguma coisa com a intenção mais punitiva, né? mais aguda. Nesse sentido, a caridade não é invejosa. Tudo são palavras de Paulo. Então, quando eu tô sentindo alguma inveja que também é muito incontrolável nesse em nós seres em evolução, nós não estamos sendo caridoso. Ela não é temerária, então ela tem tempo certo e ela também nem é precipitada. Porque às vezes vamos ajudar atropeladamente. Hum. Estudantes do espiritismo. Aí começamos
ós não estamos sendo caridoso. Ela não é temerária, então ela tem tempo certo e ela também nem é precipitada. Porque às vezes vamos ajudar atropeladamente. Hum. Estudantes do espiritismo. Aí começamos a angar conceitos. Aparece algum problema, a gente já sai dando ditada de todas as situações, né? o ombro amigo que está ali conversando, ele quer ouvir. Ótimo. Mas talvez deixá-lo ele falar primeiro. Se ele aceitar alguns conceitos, a gente pode abrir alguma página. Temos uma mensagem. Esse aparelhinho hoje facilita muito que a gente carrega que é o celular. Ó, tem uma questão aqui, posso lhe passar? Então, ela tem tempo também para se fazer. não se enche de orgulho e não é desdenhosa. E essa palavra chamou a atenção. O que que será que é usar de desdém, né? Tentei buscar um exemplo, acho que encontrei ele, livro Nosso Lar, famosíssimo, né? Editado aí pela Federação Espírita Brasileira do Espírito André Luiz, que virou filme inclusive, né? No capítulo 14, elucidações de Clarêncio. André tá com uma entrevista lá no nosso lar, a colônia espiritual com o ministro Clarêncio. E o Clarêncio vai trazer um dado para André. André foi visitar ele e, digamos, tá pedindo serviço, ele quer trabalhar no nosso lar e Clarêncio vai ser honesto, um professor bastante, digamos, pedagógico e vai dar números para André, vai dizer assim: "André, eu sei da saudade que você tem lá da Terra, da clínica que você praticava como médico. fez muitas, muitos atendimentos e desses atendimentos que você fez de mais de 6.000 1 necessitados, praticou esses atos meritórios absolutamente por troça. E aí eu liguei a palavra troça, que é usada pelo ministro Clarence ao desden. Então, teve atendimentos que ele foi caridoso, mas ele talvez não foi amoroso, ele fez por brincadeira, sem qualquer um significado maior. Estes beneficiados, 15 não esqueceram em ter enviado que as suas preces e ajudou André a superar aquela passagem dele, umbralina. Então, gente, até a caridade ela tem que ser séria, ela tem que ter objetivo.
eneficiados, 15 não esqueceram em ter enviado que as suas preces e ajudou André a superar aquela passagem dele, umbralina. Então, gente, até a caridade ela tem que ser séria, ela tem que ter objetivo. Aí nós podemos juntar outras situações, como assim a ironia? de estarmos à presença de certas pessoas fazendo algum trabalho e usamos de algumas brincadeiras talvez deslocadas daquele momento e o quanto às vezes pode ferir um uma certa piada, alguma algum direcionamento que fora, digamos, da vida ali da pessoa e nós cairmos numa dessas situações que André praticava, às vezes até sem a consciência absoluta. do que ele estava fazendo, né? Mesmo assim, Clarenço deixa frisado que ele é beneficiado. Não cuida de seus interesses, não se agasta, nem se azeda. A caridade não suspeita mal, não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo suporta, tudo crê, tudo espera. Agora, pois, vem a conclusão de Paulo. permanecem estas três virtudes: fé, esperança e caridade. E Paulo define, dentre elas, mais excelente é a caridade, a mais excelente de todas. E nesse ponto eu fiz um exercício duvidando de Paulo. Digo, será que Paulo tá certo? Das três, aidade é a maior. Fé, um sentimento íntimo. Não consigo colocar fé talvez no outro. Uma prática bastante minha. A esperança também não é muito diferente, também é um sentimento meu íntimo, caminha comigo, né? Agora a caridade, se eu fizer somente comigo, o que que ela ela resulta? Um egoísmo, né? Já viu caridade só para mim? Aí a bandeira de Ismael, a pirâmide de Ismael, Deus Cristo e caridade tá bem formada. Aí eu, a gente tem que concordar com Paulo, né? Acho que tá certo quando ele coloca que a caridade, mesmo em algumas condições precárias ou até de nossa ignorância do que nós podemos atingir, ela é bem estruturada, digamos, para nos dar o caminho da prática perante a teoria nas condições da vida. Kardec deparou com esse tema e ele foi na questão 886, que é uma questão famosa para quem trabalha na área da evangelização nas casas espíritas. A
ho da prática perante a teoria nas condições da vida. Kardec deparou com esse tema e ele foi na questão 886, que é uma questão famosa para quem trabalha na área da evangelização nas casas espíritas. A juventude gosta às vezes de tratar essa questão aí porque tem uma buzininha, tem um bip, né? Eles ludicamente assim ficam bem interessados nisso. Questão 886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade? Como a entendia Jesus? O complemento da questão é interessante, né? O sentido da palavra caridade numa definição, mas como Jesus eh eh exemplificou, como que ele define? Benefolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. Juntando a primeira letra da de cada palavra em benevolência, indulgência e perdão da UBIP, que tem até livro com esse título. E aí é trabalhado essas virtudes. Então Jesus a entendia nessa completude toda. Kardec vai completar: "O amor e a caridade são complementos da lei de justiça, pois amar o próximo, fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejáramos que nos fosse feito." Aí entra na regra áurea, essa regra que permeia inclusive outras doutrinas nesse sentido de fazer ao outro que gostaríamos que o outro nos fizesse. Chama-se também regra de ouro em algumas em alguns doutrinas, né? E Paulo, no capítulo 15, então 7 do nosso Evangelho, compreendeu de tal modo essa grande verdade que disse: "Ainda que eu tivesse a linguagem dos anjos, que tivesse o dom da profecia, que penetrasse em todos os mistérios, que tivesse toda a fé possível a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou". A mais excelente é a caridade. Coloca assim, sem equívoco, a caridade até acima da fé. Vamos fazer um pequeno exercício. Essa caridade com essa postura de doação e prática. Lembro da conversa de Emânio para Chico, com Chico Xavier, que até o filme mostra, o filme do Chico, né? Chico é convidado a trabalhar. Emânio tá fazendo um acordo com o Chico. Chico, vamos trabalhar. Depois que ele eles se identificam, né? As duas almas
ier, que até o filme mostra, o filme do Chico, né? Chico é convidado a trabalhar. Emânio tá fazendo um acordo com o Chico. Chico, vamos trabalhar. Depois que ele eles se identificam, né? As duas almas missionárias vão fazer um trabalho e o Chico vai perguntar: "Mas o que que eu preciso?" Três coisas: disciplina, disciplina e disciplina. que a gente pode dizer assim, caridade, caridade, doação pura, sem qualquer remuneração material e está lá um trabalho. Aí Chico pergunta a quantidade, né? O que que é pra gente fazer? 30 livros, entra livros. Um alvoroço, né, do Chico. E hoje a gente tem notícia que são mais de 400. Notícia não, né? Materializado nos livros. Então essa condição da caridade, a prática ainda com essas almas que todos nós somos a grande maioria carente ainda de entendimento e evolução, nós termos essa disposição para tal e as coisas vão acontecendo, vai chegando, a gente se põe a favor do trabalho, do serviço, que não necessariamente pode ser tão atrelado propriamente à religião. Mas a postura nossa perante os nossos, perante o ambiente de trabalho, ambiente social, ambiente de convívio, a nossa postura dentro de uma prática mais caridosa. Entramos agora aqui numa parte de análise, que é essa questão mais analítica da situação, quanto as nossas faltas e as faltas principalmente dos outros, a extensão que a nossa caridade pode ir até no sentido de ser estudada nesse ponto. O livro Céu e Inferno, lá na parte primeira, no capítulo 7, ele vai trazer um código, Código Penal da Vida Futura. E lá tem 33 itens aonde Kardec vai discorrer com a espiritualidade sobre as penas, as consequências dos nossos atos e quais são essas consequências depois, inclusive no futuro. Vamos destacar só o item 16, como é aplacado uma das as faltas. E a espiritualidade, Kardec vão definir que nós precisamos de três, três institutos práticos para aplacar uma falta. Primeiro, o arrependimento. Segundo, a expiação e a terceira é a reparação. O arrependimento, aquele sentimento que
definir que nós precisamos de três, três institutos práticos para aplacar uma falta. Primeiro, o arrependimento. Segundo, a expiação e a terceira é a reparação. O arrependimento, aquele sentimento que também é íntimo e que se eu parar só nele pode até desencadear algumas angústias mais agudas, como a depressão. E às vezes tem umas que nem detecto, não consigo entender o que seja a situação da minha prática para me arrepender. Resumindo, não podemos parar no primeiro. Arrependeu? Entendeu isso? João Batista, quando ele anuncia Jesus lá no batismo, ele grita aos quatro ventos. Esse grito, né, chamativo, arrependei-vos. O reino dos céus está próximo para nós e sentirmos então por nós mesmos, pelo nosso próprio conhecimento, as nossas atitudes. A expiação que a doutrina espírita vai trabalhar também ligada a vidas passadas e nossos atos, aonde estamos colhendo muitos deles agora. esse entendimento necessário até para nos resignar de que nada que acontece não passa pela misericórdia divina nesse sentido, um instituto de resgate, o esquecimento como linha primeira, né, dessa misericórdia de Deus. E aí a gente vem junto, graças a Deus, para resgatar. E por fim, a reparação, onde Kardec vai registrar que é um instituto ainda não perceptível por outras filosofias, doutrinas da Terra, que depois que todos nós que temos ainda as nossas situações, nós vamos ter a reparação, o trabalho principalmente na caridade para fazer esse desenvolvimento de apagar. pagar as nossas faltas. O livro consolador, ele nos ajuda a distinguir muitas situações nessas condições de busca de nós resolvermos por nós mesmos a nossa caminhada. Ele vai dizer na questão 63, alguém se preocupou em perguntar para Emmanuel, sempre lembrando que esse livro é reunião de perguntas de espíritas, identidades espíritas, que foi submetido a Chico, que submeteu a Imânio o espírito, né? E veio as respostas. E alguém preocupa em perguntar: Considerando a determinação positiva do não julgueis, como poderemos discernir
as, que foi submetido a Chico, que submeteu a Imânio o espírito, né? E veio as respostas. E alguém preocupa em perguntar: Considerando a determinação positiva do não julgueis, como poderemos discernir do mal sem julgamento? Se não é para julgar, como que a gente decine? Como a gente faz juízo das situações? E Emânio é pedagógico preciso entre julgar e discernir a sempre grande distância. O ato de julgar para a especificação de consequências definitiva pertence à autoridade divina. Então, não temos dúvidas. princípio lógico, o julgar o último e as penas que nós vamos carregar na nossa vida, principalmente as vidas futuras das consequências dos nossos atos de agora, que é o Código Penal da Vida Futura. Cabe a Deus fazê-lo com seus prepostos. Agora, o discernir, agora vem a complementação de Emânel. O direito de análise está instituído para todos os espíritos, de modo que discernindo o bem e o mal, o erro e a verdade, possam as criaturas traçar as diretrizes do seu melhor caminho para Deus. Aí vamos pegar rapidamente um exemplo de Jesus conhecidíssimo. Traz uma senhora já julgada, pecadora. Jesus faz juízo da situação. Ele não entra nesse mérito. Vai preparar inclusive todos os corações acusadores com pedras nas mãos. Vai chamar atenção. Vai dizer: "Ó, o julgar, se todos vocês aí não tiverem nada, nenhum pecado, pode atirar a pedra". Eu imagino com a autoridade magnâmina de Jesus, ele ele encheu aqueles corações primeiro, né, desse controle todo, que ele tinha certeza que ninguém atiraria a pedra, né, para depois ele dizer, ó, não tenho direito de julgar. Mas Jesus discerniu o caso, como nós temos que fazer, mas o julgamento maior aí podem às vezes, como entra quando entra esse tema em algum estudo, mas e os julgamentos humanos encargo de cada pessoa, principalmente aqueles que estão à frente dos órgãos públicos com esse encargo. faz parte também da evolução do homem nesse sentido. Então, não entramos nesse mérito, né? Porque se Deus está permitindo toda essa cadeia social de relacionamento e faz
ãos públicos com esse encargo. faz parte também da evolução do homem nesse sentido. Então, não entramos nesse mérito, né? Porque se Deus está permitindo toda essa cadeia social de relacionamento e faz parte, os julgamentos humanos eles estão acontecendo. Muito bem. Nesse discernir, trazemos uma pergunta aqui do livro dos espíritos, que ela é interessante aqui nesse sentido, porque às vezes fazemos juízo de novo, já com algum julgamento de definição, né, que é a chamada lei de Talhon, que às vezes em salas de aula perguntam se é alguém. Talion é um instituto jurídico antigo lá do antigo Egito, não é o nome de ninguém, né? Quer dizer tal e qual. E a questão 764, ela traz isso. Kardec se preocupa com isso e dá até um exemplo de Jesus. ou melhor, ele fala de uma fala de Jesus para fazer esse raciocínio. Ele vai dizer assim: "Disse Jesus: "Quem matou com a espada pela espada perecerá". Estas palavras não consagram a pena de talhão e assim a morte dada ao assassino não constitui uma aplicação dessa pena? Kardec faz a pergunta, me parece que a espiritualidade vai lá nas bases da questão 63 do consolador, que vai falar sobre o instituto do julgar e discernir. É para nós discernir e a doutrina espírita nos convida a todos a fazer isso. Somos livres, né? temos uma base principiológica, filosófica, que é para justamente lá na raiz do grego filosofia, amigos da sabedoria, nós discernirmos as coisas, conceituarmos as coisas, que podemos chegar até em discordância, numa boa discordância. Que bom se discordar, né, num bom sentido, porque vai se abrir cada vez mais caminhos para o entendimento. E a resposta da espiritualidade nessa questão, ela é nesse sentido. Tomai cuidado, ela diz, pois muitos vós tendes enganado a respeito dessas palavras. A pena de Talion é a justiça de Deus. É Deus quem a aplica. Então, ela é tal e qual. E Jesus em Mateus 5 vai nos dizer: "Não passa um tio da lei, então ela é tal e qual. Agora vamos discernir. Todos vós sofreis essa pena a cada instante, pois que sois punidos daquilo
ela é tal e qual. E Jesus em Mateus 5 vai nos dizer: "Não passa um tio da lei, então ela é tal e qual. Agora vamos discernir. Todos vós sofreis essa pena a cada instante, pois que sois punidos daquilo em queis pecado. Nesta existência em outra. Aquele foi que foi causa do sofrimento para seus semelhantes virá a achar-se numa condição em que sofrerá o que tenha feito sofrer. Este o sentido das palavras de Jesus. Então, todos nós tal e qual. OK? Agora vem a segunda parte. Como será cumprido isso? O que que é tal e qual por Deus? senão a lei de misericórdia, né? Olha o preparo da palestra. Será que é implacável? Será que Deus usa de um julgamento sem recurso, sem chance para o pecador? E a espiritualidade completa? Não vos disse ele, Jesus também perdoai os vossos inimigos e não vos ensinou a pedir a Deus que vos perdoe as ofensas como houverdes vós mesmo perdoado? Isto é, na mesma proporção em que houverdes perdoados? E agora faz uma exclamação aqui. Compreendeis bem? A espiritualidade pede para nós entender o que que eles estão dizendo. Não é nas regras humanas, então o tal e qual tem todo um regramento divino e um ensinamento que a doutrina espírita nos traz aqui. Então esse tal e qual ele é acompanhado inevitavelmente do título da nossa palestra de hoje, que é a caridade. E essa proporcionalidade citada aqui na resposta, ela é contida lá no Pai Nosso, né? Está lá. Eu eu peço para ser perdoado na mesma medida. É uma proporção divina. Filho, como está sendo perdoado? é perguntar como você está fazendo. Então essa segunda parte é interessante. E agora uma formulazinha antes da historinha de Jesus que está no livro Construindo, ou melhor, no livro Nesse Instante de Emânio Construindo o reino. A caridade é um processo de somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperanças e dividir a felicidade para que a terra se realize na condição do esperado reino de Deus. E a historinha é do jovem rico que tá em Mateus 19 e Lucas 18. Esse jovem chega até Jesus, ele vai perguntar:
e dividir a felicidade para que a terra se realize na condição do esperado reino de Deus. E a historinha é do jovem rico que tá em Mateus 19 e Lucas 18. Esse jovem chega até Jesus, ele vai perguntar: "Como eu faço para conseguir a vida eterna, o reino de Deus? Que que eu tenho que fazer?" Jesus diz assim: "Me chamaste de bom. Bom mesmo é só Deus Pai, Deus Cristo e caridade. O ápice Jesus já deixa essa lição para ele. Segue os mandamentos. Jesus diz assim, ele pergunta quais esse professor Jesus não deixa o jovem dizer. Não sei se ele saberia. Isso me deixa um pouco incomodado, porque professor que foi, se o aluno me pergunta, né, hoje eu não sei se eu faria isso, viu Ed? Mas é interessante. Se o aluno pergunta as quais, eu digo, diz aí. Vamos ver se você sabe. Aquele ímpeto da prova, né, gente? Jesus é misericordioso. Ele não deixa o aluno dizer, ele diz os mandamentos e vai dizer: "Não matarás, não adulterarás, não roubarás, não dará falso testemunho. Honrará pai e mãe e amará o próximo como a si mesmo." O jovem impressionantemente diz assim: "Já faço tudo isso. Será que é mentira? Acho que não. Jesus ele espicha a conversa agora. Ele dá trela pro jovem. Acho que o jovem tem potencial. Senão Jesus não ia. Queres ser perfeito? Jesus pergunta. Eu acho que o jovem, o texto bíblico não mostra, mas ele deve ter feito com a cabeça, né? Sim. Vai, vende tudo, doua aos pobres. terá um um tesouro no céu. Depois volta para fazer o quê? Como é que Jesus diz a palavra? Segue-me. Então Jesus dá esses cinco comandos. É ele que tem que fazer. Não é para ele mandar nenhum serviçal, porque ele é rico, ele tem condições. Voltar para fazer o quê? Se nós voltasse com Jesus, nós íamos fazer o quê? ganhar dinheiro, hum, fazer comércio, fazer política, vender alguma ideia, vender alguma hoje é é corriqueiro, né? Muito faz parte da nossa vida as coisas virtuais, eu acho que não, né? É o tema da palestra. A gente retorna a Jesus para caminhar com ele, fazer caridade. Eu acho que é esse convite que Jesus faz,
é? Muito faz parte da nossa vida as coisas virtuais, eu acho que não, né? É o tema da palestra. A gente retorna a Jesus para caminhar com ele, fazer caridade. Eu acho que é esse convite que Jesus faz, porque não pode ser outro, né, para acompanhar Jesus. E antes da mensagem final, gente, vamos fazer esse raciocínio com vinha de luz, caridade essencial em todos os lugares e situação da vida. A caridade será sempre a fonte divina das bênçãos do Senhor. Quem dá o pão ao faminto e água ao sedento, remédio ao enfermo e luz ao ignorante, está colaborando na edificação do reino divino em qualquer setor da existência ou da fé religiosa que foi chamado. Quer dizer, não interessa a religião, então, né? A voz compassiva e fraternal que ilumina o espírito é irmão das mãos que alimentam o corpo. Poético aqui a frase que vem mais uma vez ao encontro da preparação entre teoria e prática. A voz compassiva e fraternal que ilumina o espírito. Ela é irmã das mãos que alimentam o corpo. Antes, porém, da caridade que se manifesta exteriormente nos variados setores da vida, pratiquemos a caridade essencial, sem o que não poderemos efetuar a edificação e a redenção de nós mesmos. O que que seria a caridade essencial? E Emân completa, trata-se da caridade de pensarmos, falarmos e agirmos segundo os ensinamentos do divino mestre. O evangelho é a caridade de vivermos verdadeiramente nele para que ele viva em nós. Então essa é a nossa breve, humilde conclusão nesse sentido. Se tivermos dúvidas na vida do que deveremos fazer, talvez podemos lançar mão da pergunta: o que Cristo faria nessa ocasião? Talvez a gente tenha a resposta. Não vamos fugir da nossa decisão de livre arbítrio, né? Bom, a mensagem final é no sentido também, gente pedagógico, de nós entendermos essas lições. E uma pergunta que tá dito aqui no livro por Emânio Vinha de Luz, né, nesse capítulo 110, caridade essencial, essa luz à ignorância. Como poderíamos dar luz à pensando num instrumento que cada um de nós pode lançar mão?
tá dito aqui no livro por Emânio Vinha de Luz, né, nesse capítulo 110, caridade essencial, essa luz à ignorância. Como poderíamos dar luz à pensando num instrumento que cada um de nós pode lançar mão? E aí nos vem o livro, um guia bastante seguro, o livro edificante, o livro doutrinário, evangélico. E Emânio mais uma vez vai se encarregar no livro Caminho Espírita, no capítulo 15, Livro Espírita e Vida, nos deixar um roteirinho que eu trago então como mensagem de encerramento. O pão ilumina a fome, ou melhor, o pão elimina a fome. O livro espírita suprime a penúria moral. O trage compõe o exterior. O livro espírita harmoniza o íntimo. O teto, a briga da interpere. O livro espírita resguarda a criatura contra os perigos da obsessão. O remédio exclui a enfermidade. O livro espírita reanima o doente. A cirurgia reajusta os tecidos celulares. O livro espírita reequilibra os processos da consciência. A devoção prepara e consola. O livro espírita reconforta e explica. A arte distrai e enternece. O livro espírita purifica a emoção e impele ao raciocínio. A conversação amiga, edificante exige ambiente e ocasião para socorrer os necessitados da alma. O livro espírita faz isso em qualquer lugar e em qualquer tempo. A força corrige, o livro espírita renova, o alfabeto instrui o livro espírita ilumina o pensamento. Certamente é dever nosso criar e desenvolver todos os recursos humanos que nos sustentem e dignifiquem a vida na terra de hoje. Todavia, quando nos seja possível, auxiliemos a manutenção e a difusão do livro espírita que nos sustenta e dignifica a vida imperecível, libertando-nos da sombra para a luz no plano físico e na esfera espiritual, aqui e agora, depois e sempre. após essas lições e sem pretensão, logicamente escutar um tema tão importante na vida de todos nós como os espíritos, mas que fique pelo menos alguma sementinha do que nós temos que fazer para aplacar essa sombra com muita luz, que seja pela caridade. Boa tarde. Obrigada, More. Que essa sementinha seja muito
píritos, mas que fique pelo menos alguma sementinha do que nós temos que fazer para aplacar essa sombra com muita luz, que seja pela caridade. Boa tarde. Obrigada, More. Que essa sementinha seja muito produtiva, mesmo que ela, né? E certamente o livro espírita vai nos trazer essa semente. É importante a gente encontrá-la no livro, né? E para isso a gente precisa estar constantemente estudando, estudando as lições que já revemos. Vamos ver de novo, vamos meditar, porque a cada meditação, a cada lição, vem certamente uma semente produtiva para cada um de nós. Então, meus amigos, nós estamos chegando ao final do nosso trabalho. Eh, para aqueles que desejam o passe, haverá a possibilidade, podem permanecer nos seus lugares que a equipe irá conduzi-los, tá bem? Então, nós vamos eh nos encaminhar para a nossa prece final, agradecendo a presença de todos, o carinho, as vibrações amorosas e que possam todos nós, né, todos nós levar para os nossos lares as bênçãos auridas neste momento de encontro fraterno e amoroso. Então vamos elevar mais uma vez os nossos pensamentos, nossos corações ao divino amigo Jesus. Principalmente também vamos elevar o nosso coração a Deus, nosso pai, que na sua infinita misericórdia vela por todos nós, nos ampara, nos assiste, nos permite todas as oportunidades de aprender, de crescer, de nos aproximarmos dele. Gratidão, Senhor, pela tua misericórdia para com cada um de nós. Que a tua luz se faça no nosso mundo, que o teu amor nos envolva a todos e a nossa gratidão, Senhor, profunda por tudo que recebemos. E gratidão também por permitir, Deus nosso pai, que o Mestre Jesus nos conduza, nos envolva, nos ensine, nos proteja. Abençoa o nosso retorno aos nossos lares. Que possamos levar no coração e na mente as lições e que possamos colocar em prática nos nossos lares, nos nossos trabalhos profissionais, nas ruas, enfim, na nossa vida de um modo geral. Abençoa-nos, Jesus e fica conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Então, meus amigos, uma boa tarde, um
trabalhos profissionais, nas ruas, enfim, na nossa vida de um modo geral. Abençoa-nos, Jesus e fica conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Então, meus amigos, uma boa tarde, um bom final de domingo. Que Deus os abençoe e vão com Jesus pros seus lares. Amém. Так. Yeah.
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