Emprego da riqueza, com Samuel Magalhães | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 28/02/2026 (há 1 mês) 252 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Emprego da riqueza. ESE, cap. 16, itens 11 a 13. Palestrante: Samuel Magalhães Direção: Edna Fabro Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

ajudando nas nossas dificuldades, amparando, Senhor, [música] a todos nós e a todos aqueles de quem nos lembrarmos neste momento. Que a tua luz possa se fazer no nosso ambiente, nos ajudando a conduzir os nossos estudos da tarde de hoje com serenidade, com equilíbrio. E que esses estudos, essas lições que vamos receber, nós possamos colocar na mente, no coração, para que lá fora nós possamos envolver a todos os nossos irmãos de humanidade nessas lições maravilhosas de Jesus. Gratidão, Senhor, por estarmos aqui. Gratidão pelo trabalho e gratidão a Deus, nosso Pai. pedindo a ele que esteja conosco hoje e sempre. Bem, nós vamos passar a palavra então agora inicialmente para o Guilherme, que vai fazer a leitura e os comentários da página inicial. >> Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos a essa casa abençoada que nos permite ter esses momentos de estudo, de reflexão. Então, pra gente se preparar um pouquinho para nossa palestra, a gente vai ler uma lição eh do livro Palavra de Vida Eterna, psicografia de Chico Xavier, por Emmanuel. E o capítulo de hoje é o capítulo 96, intitulado nas palavras. Irmãos, não vos queixes uns dos outros para não serdes julgados. Isso está em Tiago, capítulo 5, versículo 9. Mergulhar o divino dom da palavra no vaso lodoso da queixa é o mesmo que inflamar preciosa lâmpada no conteúdo da lata de lixo. Não transformes a própria frase em lama sobre chagas abertas. Podes mobilizar a maravilha do verbo para reajustar o bem, sem necessidade de estender o mal. Ergue a esperança ao pé dos que desfaleceram na luta. Exalta a excelência do amor perante aqueles que o ódio intoxica. Louva as perspectivas da fé ao lado dos que choram. No desencanto, aponta as qualidades nobres do amigo que caiu em desvalimento. Destaca as possibilidades de auxiliar, onde os outros somente encontram motivos para a censura. Desdobra o trabalho restaurador onde o pessimismo condena. Procura o lado melhor das situações para que o melhor seja feito. E quando os obstáculos morais se

somente encontram motivos para a censura. Desdobra o trabalho restaurador onde o pessimismo condena. Procura o lado melhor das situações para que o melhor seja feito. E quando os obstáculos morais se agigantem, como se a maldade estivesse a ponto de triunfar em definitivo, se não podes algo dizer em louvor da bondade, cala-te e ora. Pensa no bem quando não puderes falar nele. A semente muda, renova a terra. A gota silenciosa de sedativo a serena o corpo martirizado. Nunca te queixes dos outros, mesmo porque em nos queixando de alguém, é preciso consultar o próprio íntimo para saber se em algum lugar desse alguém não estaríamos fazendo isso ou aquilo de maneira pior. Então, esses esses livros, né, é uma série da coleção Fonte Viva, que são livros com passagens bíblicas sendo interpretadas e discorridas por Emanuel. Eles são livros que nos auxiliam em momentos como esse de preparação para uma palestra, mas nos auxiliam também no nosso dia a dia. Muitas vezes, se nós tivermos ah ansiosos ou com algum tipo de raiva, algum tipo de desequilíbrio, Emanuel já nos traz aqui. É o momento de parar e orar. E uma boa alternativa para isso é pegar um livro desse, né? Fazer qualquer um que seja. O meu preferido é o Fonte Viva, que é o azulzinho. Pegar um livro desse, fazer uma oração, abrir uma página de forma aleatória que a espiritualidade vai nos ajudar. muitas vezes mostrando para nós alguma lição que vai servir naquele momento ou em outro momento. A partir do momento que a gente lê, muitas vezes a gente pensa, era isso que eu precisava, né, de uma leitura dessa, uma leitura rápida que acalma o nosso coração, a serena nossa alma. E nesse e nesse capítulo de hoje, o Emmanuel, ele faz um alerta com relação às palavras, né, ao que a gente fala, ao dom, que é justamente a conversa, a palavra, evitando sempre a queixa, o julgamento. E na maioria das vezes, nessa leitura, o Emmanuel explica pra gente uma situação, né? Expõe determinada situação e depois, de uma maneira muito delicada, puxa a

evitando sempre a queixa, o julgamento. E na maioria das vezes, nessa leitura, o Emmanuel explica pra gente uma situação, né? Expõe determinada situação e depois, de uma maneira muito delicada, puxa a nossa orelha e, ah, invariavelmente acaba nos passando o passo a passo do que fazer para determinada situação, né? Então ele pega o texto bíblico de Thago, né, de questão de de queixo, de julgamento. E aí ele escorre um texto muito interessante sobre a palavra, sobre o falar, né, onde ele destaca o divino dom, a importância do que é falado não só durante uma reunião, na casa espírita, mas ao longo do nosso dia, né, da nossa existência. Então, eh, ele pede pra gente cuidar do que a gente fala, né, desse dom que é a palavra, pra gente justamente eh não pegar, e é o exemplo que ele fala, é como se a gente pegasse uma lâmpada preciosa e colocasse na lata de lixo, né? No parágrafo seguinte, ele fala pra gente não transformar as nossas frases em lamas sob chagas abertas. né? Então, é uma reflexão que Emono nos faz a partir do momento que a gente chega numa situação difícil, a gente parar e pensar, será que aquilo que eu vou falar, seja para mim numa autorreflexão ou pro outro que tá sofrendo? Será que aquilo que a gente vai parar e falar vai auxiliar o outro ou vai piorar? Então ele faz esse convite a essa reflexão, né? a importância da verbalização, né? E aí ele dá algumas situações como erguer a esperança daqueles que estão esperançosos, exaltar o amor, louvar a fé, apontar a qualidade daquele amigo que caiu em desvalimento, né? Mostrando a importância da palavra, do diálogo, daquela conversa amiga, né? destaca a possibilidade de auxiliar, que é muito fácil às vezes a gente parar e julgar o outro, né? E Emmanuel destaca essa questão de se colocar no lugar do outro no final desse capítulo, né? Então, às vezes é muito fácil a gente julgar eh o outro, sendo que muitas vezes no lugar do outro a gente estaria fazendo coisas muito piores. Então, possibilidade de ajudar, né, compreender aquele aquela pessoa, aquela

uito fácil a gente julgar eh o outro, sendo que muitas vezes no lugar do outro a gente estaria fazendo coisas muito piores. Então, possibilidade de ajudar, né, compreender aquele aquela pessoa, aquela pessoa amiga. E aí, quando você não tem nada para falar, Emmanuel também nos dá uma orientação. Cala-te e ora, né? Pensa no bem. Se você não, se você não conseguir falar no bem, emana o traço pra gente aqui. Pensa no bem, né? Quantas vezes o Chico falava pra gente que em momentos difíceis, em vez dele falar algo inadequado, ele colocava um um gole de água na boca, né? Justamente para ter aquele momento de reflexão. Será que aquilo que eu vou falar pro outro vai auxiliar o outro? Porque é muito fácil às vezes quando a gente tá numa conversa com um amigo, a gente sempre tem tenta pensar no nosso lado. Um amigo chega, fala um problema dele, a gente invaravelmente acaba falando do nosso problema. Mas será que era isso que aquele nosso colega queria escutar? Será que ele não queria escutar a sua opinião sobre determinado problema, né? olhar o copo meio cheio, em vez de olhar o copo meio vazio, que muitas vezes aquele nosso irmão necessitado precisa de uma palavra amiga, sem julgamentos, o que é mais importante. E o julgamento não tá só na palavra, como é o capítulo de hoje, tá no pensamento, né? ter um pensamento puro, um pensamento límpido e falar aquilo que você pensa, filtrar as palavras. Isso é extremamente importante, né? Quando ele fala semente muda, renova a terra, essa renovação ela acontece através da palavra também, aonde se a gente se encontrar num lugar onde só tem pessoas que reclamam, aquele ambiente vai ser contaminado de uma forma negativa e o contrário também acontece. paraa nossa felicidade. Se a gente tá num ambiente como esse de hoje, falando coisas boas, o ambiente se se contamina do ponto de vista positivo. Também cada um de nós recebe essas bênçãos da palavra, muitas vezes estando apenas sentado, escutando. Então, é importante a gente refletir sobre isso. E finalizando, o Emmanuel

nto de vista positivo. Também cada um de nós recebe essas bênçãos da palavra, muitas vezes estando apenas sentado, escutando. Então, é importante a gente refletir sobre isso. E finalizando, o Emmanuel traz a questão da comparação, né, pra gente não se queixar dos outros, porque muitas vezes no lugar do outro a gente estaria fazendo coisas piores, né? lembrar que cada um carrega o seu fardo. Muitas vezes esse fardo contém débitos do passado, aonde fazendo o bem, conversando sobre o bem, auxiliando, isso vai facilitar não só a nossa caminhada, a nossa jornada, mas também a caminhada do nosso irmão, porque todos nós somos irmãos de jornada. Todos nós funcionamos juntos como uma grande engrenagem. Então não adianta só pensar na gente, tem que invariavelmente pensar no outro e auxiliar, no caso de hoje através de uma palavra de bom grado. Muito obrigado a todos. Obrigado, Guilherme. Nós vamos então agora passar a palavra a nosso irmão Samuel, que vai nos conduzir então no estudo do Evangelho de hoje. Caríssimos irmãos, caríssimas irmãs, nosso boa tarde. Que Jesus nos abençoe e nos envolva em sua paz, em seu amor, em sua luz. O tema eh da tarde de hoje está no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 16. Não se pode servir a Deus e a mam. Nesse capítulo, Allan Kardec vai estudar eh as questões relativas aos apegos que nós temos às riquezas aqui na Terra. e vai nos trazer algumas mensagens dadas pelos espíritos naquele período e que ele vai inserir no evangelho para a nossa reflexão. O tema, não podeis servir a Deus e a mamã ou não podeis servir a dois senhores porque ou vai se dedicar a um e desprezar o outro, ou vai se aliar a um e deixar o outro de lado. Não se pode servir a Deus e a mamã. Nós encontramos essa referência no Evangelho de Mateus, no capítulo 6, no versículo 24, quando Jesus profere, proferia naquele momento o célebre sermão da montanha ou o sermão do monte. Mas Lucas vai colocar esse tema na última viagem que Jesus faz a Jerusalém antes do Calvário. É aquela última

Jesus profere, proferia naquele momento o célebre sermão da montanha ou o sermão do monte. Mas Lucas vai colocar esse tema na última viagem que Jesus faz a Jerusalém antes do Calvário. É aquela última viagem que ele vai sair de Cafarnaum na Galileia e vai a Jerusalém ali para o período da Páscoa. que era judeu também e respeitava os as festas, as crenças do povo de Então, então ele se dirige a Jerusalém para a Páscoa naquela que seria a sua última Páscoa, porque ele seria aí levado à cruz naqueles dias. Então, enquanto Jesus caminhava, ele era acompanhado por uma multidão de pessoas para onde o mestre andava, o número daqueles que o buscavam procurando alento, orientação, socorro à suas angústias. Muitas vezes a saúde do corpo ou a saúde da alma era muito grande. Eram multidões que o buscavam nesses dias. Então ele falava para as pessoas sobre o reino dos céus, falando da realidade transcendente, dizendo-nos que nós somos desse reino. Precisamos alcançá-lo, porque a ele nós estamos destinados. Jesus vem falar do reino de Deus. É o mote da sua pregação está no centro o reino de Deus, assim como também foi o mote da pregação dos apóstolos, conforme nós vamos encontrar no livro de Atos, que se atribui também ao evangelista Lucas. Então Jesus vinha falar desse reino dos céus, mas não bastava falar da felicidade que nos aguarda no reino dos céus. Não bastava falar da grandeza do reino dos céus. E é lógico que quando ele falava, arrebatava aqueles que o ouviam com o desejo de alcançarem essa realização. Por isso, ele teve a ocasião de nos dizer: "Sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celestial, trazendo Deus como modelo para que nós nos esforcemos em alcançá-lo. Embora nunca venhamos a chegar a essa realização, nunca vamos chegar à condição do próprio Deus. Nós vamos estar sempre buscando. E isso é interessante quando a gente visita o livro dos espíritos e que Allan Kardec estuda com os espíritos, a escala espírita em que ele vai dividir em três classes, sendo a primeira dos espíritos

. E isso é interessante quando a gente visita o livro dos espíritos e que Allan Kardec estuda com os espíritos, a escala espírita em que ele vai dividir em três classes, sendo a primeira dos espíritos puros, aqueles que alcançaram a perfeita libertação do julgo da matéria, ou seja, das paixões, das coisas que prendem a alma aos mundos materiais. Quando Allan Kardec estuda com os espíritos sobre essa questão, que é a posição alcançada por Jesus, que é a posição do Cristo, ele vai nos dizer ali que esses espíritos já estão livres da influência da matéria, mas não nos diz que a evolução termina aí, porque a evolução é infinita. Mesmo Cristo continua evoluindo. Todos os espíritos, em quaisquer locais que estejam no universo, eles ainda estão desse processo evolutivo, não nos aspectos que diz respeito propriamente à Terra, que ainda é um mundo eh de provas e expiações, mas no sentido de que o aprendizado é infinito, até porque se não fosse assim, seria um tédio muito grande. Já pensou ficar no céu tocando, tocando arpinha, observando a Deus sem nada fazer, a gente ia querer morrer porque ninguém aguenta o óscio por tanto tempo. A preguiça é bem-vinda de vez em quando. Todos nós temos uma preguicinha mais dia, menos dia, uns mais do que outros, mas ninguém consegue ficar permanentemente sem nada fazer. Então, para o espírito adiantado, isso seria um castigo, ao invés de ser, digamos assim, eh, um prêmio, seria um castigo. Então, eles cuidam das humanidades e nesse trabalho eles aprendem cada vez mais. Então Jesus vem falar desse reino para nós e vem dizer que nós estamos no mundo sem sermos no mundo. Porque ele diz: "Os meus discípulos estarão no mundo sem serem do mundo." E quem são os discípulos de Jesus? Somos todos nós. A época de Jesus, os rabis, os mestres em Israel, eles escolhiam os seus discípulos exclusivamente dentro da elite intelectual israelita, não é israelense, porque na época não existia o estado de Israel, existia o povo de Israel. Então eles eram israelitas, porque eram

eus discípulos exclusivamente dentro da elite intelectual israelita, não é israelense, porque na época não existia o estado de Israel, existia o povo de Israel. Então eles eram israelitas, porque eram descendentes de Israel, o Jacó lá do Antigo Testamento ainda. Então aquele na época de Jesus, é interessante notar que as crianças, os meninos, a partir dos 6 anos, eles eram colocados numa escola, numa escola primária em que os mestres ensinavam a eles o Antigo Testamento, os rudimentos do Antigo Testamento. E eles iam na idade mais ou menos de 6 anos. Isso durava 4 anos. de 6 aos 10, eles tinham que ter memorizado a Torá, que que é o Pentateuco, os livros de Moisés, que começa no Gênese e termina em Deuteronômio. Gênese, Êxodo, eh, Levítico, Números e Deuteronômio. Então, os meninos aos 10 anos tinham que ter de memória a Torá. Quando chegava nessa fase, eles passavam por uma arguição, uma prova, uma prova oral. O povo mais antigo, que eu digo mais antigo é mais ou menos da minha idade que estão aqui, às vezes o professor chegava na sala e dizia: "Olha, hoje é prova". E sem avisar, aquilo era um terror. E quando a prova era oral, você ia por quadro, muitas vezes chamava de quadro negro, mas depois passou a ser quadro verde, porque descobriram que o quadro negro à noite dava sono nas pessoas. Aí mudado pro verde e a gente ia pro quadro ali nervoso para sermos arguídos. Tem até aquela história interessante que o professor de química ali no início, nos rudimentos, fazendo a arguição dos meninos, diz que ele escreveu no quadro uma fórmula química H2SO4 e chamou um aluno e disse para ele qual o nome desse composto e ele ficou, não sabia e demorou. Professor, vamos que tenho que arguir os outros. Professor, só um minutinho. Tá na ponta da língua. Ele disse: "Pois cuspa que isso aí é ácido sulfúrico, que é o H2SO4?" Porque fugia. Então os meninos ficavam nervosos e só uns poucos passavam nessa arguição porque eles tinham que memorizar os livros de Moisés. Então, nessa fase,

o aí é ácido sulfúrico, que é o H2SO4?" Porque fugia. Então os meninos ficavam nervosos e só uns poucos passavam nessa arguição porque eles tinham que memorizar os livros de Moisés. Então, nessa fase, a maioria voltava para casa, ia ser tercelão, eles iam trabalhar nas carpitarias, eles iam ser pastores de acordo com a natureza do serviço da família. E aqueles meninos que tinham se destacado, eles continuavam como se fosse um segundo grau numa outra escola chamada Betfé e Bet Talmud. E ali, nesse período, eles passavam mais uns 4 anos e eles tinham que aprender todo o resto do Antigo Testamento, de modo que por volta dos 14 anos eles precisavam ter de cóis a Malaquias. Malaquias é o último livro do Antigo Testamento. E quando chegava nessa fase, eles passavam por outro teste e aí só muitos, muito poucos conseguiam passar. Os outros voltavam paraa família igualmente. E esses poucos que voltavam, eles eram entregues a um rabino, a um rabi. E esse rabino, os meninos passavam a viver com eles mais do que a família. É nessa fase, por exemplo, que Paulo de Tar vai ser entregue aos cuidados do seu mestre Gamaliel. Então, os meninos viviam mais com os mestres do que com a família. Então, era só essa elite que era convidada. E os mestres, então, naquela época, os rabis daquele tempo, eles tinham uma maneira de interpretar a lei. Cada mestre interpretava a lei à sua maneira. E essa forma de interpretar a lei, ele criava regra para os seus discípulos. E essa regra que ele leva pros discípulos e a maneira de interpretar a lei é o que nós vamos encontrar como sendo o julgo e o fardo. O jugo suave e o fardo leve. Então, a maneira de interpretar a lei era o julgo. As disciplinas que eles criavam para os seus discípulos era o fardo. Então, cada um determinava isso, mas era elite. Mas Jesus veio chamar outra classe de discípulos que somos todos nós. Nós vamos encontrar em Mateus, no capítulo 11, versículo de 28 a 30, Jesus dizendo: "Se vós e vinde a mim todos vós que estais sobrecarregados

io chamar outra classe de discípulos que somos todos nós. Nós vamos encontrar em Mateus, no capítulo 11, versículo de 28 a 30, Jesus dizendo: "Se vós e vinde a mim todos vós que estais sobrecarregados e aflitos, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim que sou brando e humilde de coração, e encontrarei repouso para vossas almas, pois que suave é o meu jugo e leve é o meu fardo. Por quê? Porque para Jesus ele eh o julgo dele, ou seja, como ele entendia a lei, era a lei de amor. Então é uma coisa suave. Ele determinava aos seus discípulos a lei de amor. E é por isso que já no fim da sua existência física aqui na terra, ele vai ter a oportunidade de dizer aos discípulos: "Eis que vos deixo, eis que vos dou um novo mandamento. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Não é mais amar o próximo como a si mesmo, que às vezes não sabemos amar nós. Modelo de amor para os discípulos de Jesus é o amor do próprio Cristo. Então, a maneira de julgar a lei, ele extrai da lei antiga o amor. E por que que o fardo é leve? Porque o fardo vinha impor como eh norma de conduta o exercício do amor, ou seja, viver conforme o amor. Por isso o fardo era leve. Então Jesus convida a todos nós, a humanidade para sermos seus discípulos. Mas não bastava falar do reino dos céus e fazer esse convite. Precisava ir mais além. E Jesus conhecia as nossas lutas, as nossas dificuldades, que ainda são basicamente as mesmas de 2000 anos passados, que ainda é o apego às coisas da matéria, é o envolvimento com o mundo físico, com a nossa vida presente. E nós, nisso, muitas vezes esquecemos a nossa realidade de espíritos. imortais destinados a essa perfeição que nós falamos, repetindo Jesus quando ele nos dá como modelo a Deus. Nós esquecemos isso. Então Jesus, nesse ponto ele começa a observar no cotidiano das pessoas o que era necessário fazer para alcançar o reino dos céus. Não bastava falar do reino dos céus, não bastava convidar a todos nós ao reino dos céus. Ele precisava mostrar o caminho. Por isso

as pessoas o que era necessário fazer para alcançar o reino dos céus. Não bastava falar do reino dos céus, não bastava convidar a todos nós ao reino dos céus. Ele precisava mostrar o caminho. Por isso ele disse também: "Eu sou o caminho. Eu sou a verdade, eu sou a vida. Essa vida com V maiúsculo, ele é esse caminho. Ou seja, nós temos que andar como Jesus andou. Ele é a verdade, porque ele mesmo diz que veio dar testemunho da verdade e que essa verdade não pertence a ele, mas aquele que o enviou seja a Deus e é a vida. Então, Jesus veio ensinar como nós alcançarmos essa realização, como nós vamos, onde é que tá esse caminho. Por isso o Espiritismo veio nos dizer quando Allan Kardec perguntou aos espíritos qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu à humanidade para lhe servir de guia e modelo. É a menor resposta de O livro dos Espíritos, Jesus. Então, Jesus é nosso guia e é nosso modelo, ou seja, andar como ele andou. Mas é tanta coisa que ele foi colocando um pouco aqui, ou tá ali, ou tá com lá. E um dos maiores entraves esse nosso progresso moral e espiritual, dizem os espíritos, e tá lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, é o apego aos bens terrenos. avareza, nós somos apegados aos bens terrenos ainda. Amanhã não seremos mais porque teremos ultrapassado isso. Mas nós temos esse apego. Então esse apego, diz os espíritos, constitui o maior obice ao nosso adiantamento moral e espiritual. Por isso ele veio falar para nós sobre essa questão da riqueza e como nós devemos encarar essa questão da riqueza. E o espiritismo vem estudar isso de maneira extraordinária, deixando tudo muito límpido, muito claro para nós o que devemos fazer com as riquezas. E nós devemos ter cuidado com esse apego. A mensagem, o texto que tá que nós lemos aí em Lucas e que também tá lá em Mateus, que diz: "Não se pode servir a dois senhores, porque a gente vai pender para um ou para outro. Não se pode servir a Deus e a mamã. Mam é uma palavra que eh não tem assim, os estudiosos não encontraram eh

diz: "Não se pode servir a dois senhores, porque a gente vai pender para um ou para outro. Não se pode servir a Deus e a mamã. Mam é uma palavra que eh não tem assim, os estudiosos não encontraram eh digamos assim as suas raízes, mas a maioria atribui ao deus da riqueza. Vem lá eh de Platão e mesmo de antes. Era um Deus de riqueza, o Deus das coisas materiais. Mas quando Jesus nos fala que não se pode ou não podemos ao mesmo tempo servir a Deus e amar bom, ele vem nos falar também da nossa natureza íntima. Nós somos um misto de sombra e luz. A psicologia adora falar na sua sombra. Você tem que conhecer a sua sombra, mas não deve ficar com ela. Conhecer a sombra é conhecer nossas imperfeições, saber que nós as temos e dominá-las. Diríamos que esse ensinamento é irmão, daquele não saiba a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita. E quando a gente presta atenção, eu tenho um amigo da época de mocidade espírita, já desencarnado, né? Era mais novo do que eu, mas tinha menos compromisso aqui na terra, voltou antes. E ele quando falava desse tema, ele lembrava que quando caminhamos, a mão esquerda quando vai paraa frente, a direita tá para trás. E nós caminhamos assim. Mas podemos entender também, muitos dizem que eh o ego não deve saber o que o eu está fazendo, a sombra o que a luz está fazendo. Então, nesse texto em Lucas, é como se Jesus fizesse um fechamento dos seus ensinamentos sobre os tesouros, sobre as trevas e a luz. É como se fosse um fechamento, porque nós não podemos fazer o bem e o mal ao mesmo tempo. Não há como. E se nós eh nos eh pendermos, se nós pendermos para o mal, nós vamos seguir no caminho do mal. E esse mal ele é eh, digamos assim, para nós mesmos. Se nós prendermos para o bem, nós vamos seguindo o bem. Por isso, nós não podemos servir ao mesmo tempo aos dois senhores. Nós não fazemos o bem e o mal ao mesmo tempo. E como nós já somos esse misto de sombra e luz, ora a gente faz o bem, ora a gente faz o mal. Mas a recomendação de Jesus é para que a cada ação nossa nós

Nós não fazemos o bem e o mal ao mesmo tempo. E como nós já somos esse misto de sombra e luz, ora a gente faz o bem, ora a gente faz o mal. Mas a recomendação de Jesus é para que a cada ação nossa nós façamos a escolha certa. Esse é o caminho para nós chegarmos ao reino dos céus que tá dentro de nós. É uma condição íntima. O reino dos céus está dentro de vós. E ele convidou a humanidade toda, como lembramos lá na passagem que está em Mateus, no capítulo 11. Então, nós todos somos discípulos do Cristo. Somos aqueles discípulos às vezes lapsa, sim, nós somos, mas todos nós somos, já que ele é o responsável por esse nosso processo evolutivo. Então, ele fala de maneira ampla e geral. Ele vem dizer, tratando ainda desse tema, que nós procuremos os tesouros que estão nos céus. Tesouro dos céus. onde nem a traça roi, nem a ferrugem destrói, e também os ladrões não roubam. e vai dizer: "Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração." Se nós queremos saber quem nós somos, basta olhar quais são as nossas escolhas, quais são as nossas ambições, o que é que a gente quer, o que é que desejamos. E muitas vezes nós não fazemos essa essa reflexão com medo de descobrir as nossas mazelas, mas é essencial para que nós comecemos a trabalhar essa nossa necessidade de desprendimento dos bens terrenos, de buscar realização espiritual. O espiritismo vem nos dizer, e aí nós lembramos de uma das cartas de Paulo, em que Paulo vai dizer: "Eu já sei viver na abundância e na escassez." Paulo de Táo diz que já sabia viver na abundância e na escassez para dizer que ele estava livre já desse apego às coisas materiais. Ele que fora rico, que era um homem rico, a sua família era rica. E quando ele conhece o Cristo, o Cristo vai ao encontro de Paulo às portas de Damasco, cidade Síria de Damasco. Ele diz: "Senhor, que queres que eu faça? E a partir dali modifica completamente o seu norte. Ele deixa todas as coisas do mundo de lado, inclusive a sua posição social, para se dedicar à busca do reino dos céus, como

que queres que eu faça? E a partir dali modifica completamente o seu norte. Ele deixa todas as coisas do mundo de lado, inclusive a sua posição social, para se dedicar à busca do reino dos céus, como Jesus houver ensinando ensinado, trabalhando para divulgar o evangelho do Cristo. Paulo faz essa realização. Então, nós somos chamados a esse trabalho pessoal de colocar o nosso coração no outro tesouro, ou seja, onde tiver o nosso tesouro, aí vai estar o nosso coração, ou seja, as coisas que nós queremos, que nós desejamos. Mas é querer mesmo, não é como aquilo, ah, eu queria isso. Isso não é querer, não é vontade. A vontade realiza realmente. Quem quer faz. Minha mãe dizia, quem não quer manda, quem quer faz, quem não quer manda. Ou seja, se nós queremos, nós vamos fazendo. Vamos fazendo aos poucos, mas vamos fazendo a cada dia para vencermos eh essas dificuldades e o apego aos bens materiais, porque que elas nos afetam mais direto? Porque afeta nossos sentidos ordinários. O que é que a gente mais percebe? pela visão, pela audição, pelo tato, pelo a a o olfato, nós vamos percebendo o mundo mais pelos sentidos ordinários. Os sentidos espirituais em nós ainda estão muito embotados. Então nós somos afetados logo pelas coisas exteriores. E nós encontramos na rua um carro muito bonito, muito bom, a gente vê que é muito bom. Muitas vezes nós temos desejo de ter aquele carro ou de ter aquela casa ou aquilo porque nós vimos ou porque nós ouvimos também ou porque tocamos as coisas. Ou seja, nós somos afetados pela por essa coisa, digamos assim, epidérmica, superficial, que tá aqui junto conosco. E a gente precisa interiorizar para buscar essa realização espiritual. Então, o apego aos bens materiais ainda é uma coisa muito pesada em nós. Mas quando o Espiritismo vem nos falar que existe a prova da riqueza e a prova da pobreza, lembrando a carta de Paulo, já sei viver na abundância, já sei viver na escassez, vem nos falar do que representa essas provas em nossa vida como espíritos.

te a prova da riqueza e a prova da pobreza, lembrando a carta de Paulo, já sei viver na abundância, já sei viver na escassez, vem nos falar do que representa essas provas em nossa vida como espíritos. vem nos dizer que a prova da pobreza testa-nos o íntimo pela resignção, aceitação da vontade de Deus. A prova da pobreza vai testar a nossa resignação. Não quer dizer que vai testar a nossa acomodação. Não. Nós podemos trabalhar para mudar isso aí. Deus permite. E se não acontecer, é porque assim não devia ser. E a riqueza, a prova da riqueza, ela vem testar o que nós já conseguimos fazer com os bens que foram colocados em nossas mãos. Daí o tema de hoje, o emprego da riqueza. O emprego da riqueza. O que que nós devemos fazer com a riqueza que temos em mãos? O espiritismo vem em nosso auxílio falando-nos do evangelho, que nós devemos empregá-lo para o bem geral. Nesse capítulo, por exemplo, nós temos a parábola dos talentos. É uma parábola extraordinária que diz que um senhor que ia viajar chamou seus servos. A um entregou cinco talentos, a outro entregou dois e a outro um. E na sua volta ele vai cobrar desses seus eh servidores o que fizeram com o dinheiro, os talentos que foram colocados em suas mãos. Um talento à época, diz alguns estudiosos, correspondia a mais ou menos 20 kg de prata. Então era bastante dinheiro para aquela época. Então, e o primeiro que recebeu cinco mostra outros cinco que ganhou com aqueles. O que tinha feito dois mostra mais dois, porque também ganhara. Mas aquele que recebeu só um talento, ele enterra na terra. E quando chegou, o Senhor chega, ele diz: "Senhor, sei que tu és muito rigoroso, por isso escondi teu tesouro na terra. Aqui restitu vosso." E aí o Senhor vai colocar aqueles dois primeiros em uma condição de mais privilégio, dando-lhes mais coisas. E aquele que só tinha um talento, até aquele talento lhe foi tirado. Esse talento representa o preguiçoso, aquele que usou o talento só para si também, ou seja, a riqueza. Porque a riqueza ela é destinada a fazer o bem na

um talento, até aquele talento lhe foi tirado. Esse talento representa o preguiçoso, aquele que usou o talento só para si também, ou seja, a riqueza. Porque a riqueza ela é destinada a fazer o bem na sociedade. É lógico que é uma prova muito difícil. Os espíritos dizem que as duas provas são igualmente difíceis, mas a prova da riqueza, ela favorece o orgulho, ela favorece a vaidade, ela favorece o jogo das paixões desenfreadas, favorece o egoísmo de pensar só em si. Então, aquele que é rico, que tenha muito dinheiro, precisa pensar muito, porque a sua prova ela é muito grande, porque a riqueza é para fazer o bem. E aí eles vão explicando por que Deus coloca, muitas vezes, concentra a riqueza em determinadas mãos. Porque muitos dos trabalhos necessários à humanidade precisam de riqueza. concentrada. Isso no nosso estágio evolutivo. Então, aquele que tem bastante riqueza tem um compromisso maior que não é da esmola. Quem não tem muito da esmola como a viúva que deixou no gasofilácio moedas muito parcas. Mas aquele que tem muito dinheiro, ele não é para dar esmola. Pode até dá-lo também, mas o espiritismo vem dizer que a principal função é oferecer trabalho aos irmãos de caminhada, promover o progresso. é o comércio, é a indústria, é o setor agropecuário, também as escolas, os profissionais liberais de uma maneira geral, que sempre emprega alguém mais em si. Então, quem tem aquela riqueza tem concentrada é para criar trabalho, postos de trabalho, porque ao invés de dar esmola que humilha, como tá lá dentro do evangelho falando, oferece o trabalho que dignifica, porque aí eu vou ter, mas eu vou ter os recursos pelo esforço que realizei. E lógico que é muito melhor que nós façamos assim, mas é uma prova difícil porque o pobre quando muito, na maioria das vezes, a não ser aqueles que se diziam muitas vezes no crime, mas o rico também dizia, talvez até mais, só que a gente não fica sabendo muitas vezes, mas o pobre só pode muito é arengar, se gritar, não tem como tá se esbaldando,

se diziam muitas vezes no crime, mas o rico também dizia, talvez até mais, só que a gente não fica sabendo muitas vezes, mas o pobre só pode muito é arengar, se gritar, não tem como tá se esbaldando, não tem como tá prejudicando tanto, porque é uma coisa de contenção, né? Se nós soubéssemos, a gente pedia o mínimo para viver, pra gente caminhar com mais austeridade, até sabermos como Paulo também caminhar na abundância. Ou seja, a riqueza não causa mais desvio em nossa ou não proporciona, que ela não causa riqueza é neutra, mas não proporciona mais oportunidade de desvios em nossa jornada. Então, a prova da riqueza é muito grande. E Jesus vem nos falar de tudo isso nas suas pregações, inclusive trazer para nós exemplos. O evangelho de Lucas, eu gosto, eu gosto de todos os evangelhos, mas gosto de Lucas que ele traz muita gente que caiu, que deu, como se diz lá no Ceará, deu com os burros na água. É cheio de gente que tropeçou lá no Evangelho de Lucas. E tem aqueles que se ergueram. Ele vai falar daqueles eh que estavam nas sombras por um um motivo. Por exemplo, Lucas é o único evangelista que fala de Maria Madalena, porque os outros só vão falar de Maria Madalena na crucificação. Mas durante a vida messiânica de Jesus, a sua vida pública, só Lucas vai falar de Maria lá no capítulo 8, versículo de 1 a tr. Mas ninguém. Então ele vai trazer para isso. Então nós vamos encontrar em Lucas, por exemplo, sobre o emprego da riqueza, duas figuras que acha extraordinária. Um é o jovem rico que encontrando com Jesus pergunta a ele: "Mestre, o que devo fazer para merecer o reino dos céus?" Jesus havia falado do reino dos céus. Agora o que é que eu faço para chegar no reino dos céus? Jesus sabia que ele era rico. Claro. Jesus disse para ele: "Olha, vai, vende tudo que tu tens e dá aos pobres e depois segue-me." Ou seja, não bastava só vender, se desprender, precisava fazer o que Jesus fez. Só tem uma outra parte da coisa. Vai, vende tudo que tu tens e dá aos pobres e depois segue-me.

bres e depois segue-me." Ou seja, não bastava só vender, se desprender, precisava fazer o que Jesus fez. Só tem uma outra parte da coisa. Vai, vende tudo que tu tens e dá aos pobres e depois segue-me. Ou seja, ainda há esse trabalho. E que o jovem rico fez? olhou para Jesus e pensou: "Esse eu acho que é louco. Eu vou me embora cuidar das minhas coisas". Diz a tradição que era rico, era banqueiro, inclusive a família muito rica, tinha muitos negócios e ele foi cuidar dos seus negócios. Hoje provavelmente seja uma alma redimida, mas tá lá no Evangelho de Lucas, no capítulo 18, o jovem rico que não conseguiu fazer esse caminho do reino dos céus. Mas logo em seguida, Jesus vem falando dessas coisas todas. Ele vai apresentar um outro homem rico, Zaqueu. Vocês já ouviram falar em Zaqueu no Evangelho? Tá lá no capítulo 19 de Lucas. Zaqueu era chefe dos publicanos. Os publicanos eram os cobradores de impostos. Era o povo da Receita Federal hoje ou da fazenda aqui do do do DF, né, do GDF. E eram pessoas ricas, eram pessoas letradas, logicamente. E aquela época Israel estava sob o domínio romano, mas Roma dava algumas liberdades aos povos conquistados, como nas suas questões religiosas e outras, mas havia sido estabelecido aí por volta do ano 122, 123 a de. Cristo, pelos irmãos Gracos. Uma forma de cobrar esses impostos. As próprias possessões cobravam os impostos eh devidos, mas eles não ficavam esperando esses impostos serem cobrados. Eles faziam uma asta pública e esses cobradores de imposto ou chefe ou chefe dos cobradores, como era o caso Zaqueu, comprava o direito de cobrar os impostos. E quando ele comprava na arta pública, ele já tinha a obrigação de meter a mão nos seus cofres e entregar ao herário romano. Ele já pagava. Eu vou entrar na asta pública e vou ter o direito de cobrar os impostos do GDF por 5 anos. Quanto é? Vai ser tanto. Então eu já tinha que ter o dinheiro e pagar. Então ele já era um homem muito rico, Zaquil quando venceu esta asta pública. Está lá no direito

r os impostos do GDF por 5 anos. Quanto é? Vai ser tanto. Então eu já tinha que ter o dinheiro e pagar. Então ele já era um homem muito rico, Zaquil quando venceu esta asta pública. Está lá no direito romano, inclusive. Então ele compra o direito de cobrar os impostos em Jericó, porque ele vivia em Jericó, que era a segunda maior cidade de Israel e era também a mais rica. A sua aduana era a mais rica. E dizem os estudiosos, os eh os arqueólogos que é a cidade mais antiga do mundo, já tem mais de 10.000 anos, Jericó. Então, Zaqueu era chefe dos publicanos, então eles cobravam os impostos por aqueles 5 anos e aí depois novas astas. Só que eles pagavam um a Roma e cobravam cinco do povo. É por isso que o povo não gostava. É por isso que Jesus fala dos publicanos. Eles eram tidos como pessoas de má vida, porque eram ávidos por dinheiro. Iaqueu havia passeado por esse caminho. Era um homem extremamente rico. Foi ele, é ele que vai dar guarida a Jesus naquele dia, nessa última viagem que Jesus fazia, que passa por Jericó em direção a Jerusalém. E Jesus vai pernoitar na casa de Zaqueu. Zaqueu sobe no cicômoro para ver Jesus porque já queria ver Jesus. ouvira falar de Jesus, da sua mensagem do reino dos céus e queria vê-lo. Então ele sobe no cicômo, que é uma árvore de mais de 20 m de altura. E quando Jesus chega embaixo da árvore, diz: "Zaqueu, desce que hoje devo pernoitar em tua casa". E é na casa de Zaqueu que ele conta a parábola dos talentos que nós comentamos aqui, que em Lucas aparece com o nome de parábola das minas. Zaqueu era extremamente rico, mas já distribuía parte dos seus bens com os pobres. Ele vai dizer a Jesus que se eh defraudava alguém, ou seja, enganava alguém, ele devolvia quatro vezes, porque a lei mandava devolver duas, ele devolvia quatro vezes a o prejuízo que houvesse causado. Então, já era uma alma que buscava essa realização. diferente do jovem rico disse não para Jesus, Zaqueu vai dizer sim e se faz acompanhar de Simão Pedro. Ele acompanha Jesus na sua última semana à

o. Então, já era uma alma que buscava essa realização. diferente do jovem rico disse não para Jesus, Zaqueu vai dizer sim e se faz acompanhar de Simão Pedro. Ele acompanha Jesus na sua última semana à distância. Depois se alia Simão Pedro e ele foi bispo da igreja de Cesareia Marítima. Não só ele, mas a sua família também se converte ali ao cristianismo. Se tornam cristãos. ele, os filhos, a mulher, ou seja, ele é tinha riqueza, mas ele empregava riqueza. Diz a tradição que ele dava emprego a muita gente, principalmente das pessoas que vinham de Jerusalém, às vezes famintas, ele acolhia e dava trabalho a todos eles. Então, é alguém que soube empregar a riqueza. E Zaqueu, nós temos notícia de Zaqueu. Ele vai aparecer numa obra psicografada por Chico Xavier. Ave Cristo, ele é o irmão Corvino transformado. E a dona Ivone do Amaral Pereira, média extraordinária fluminense e o Chico também, mas ela especialmente vem revelar que Zaqueu teve a sua última reencarnação na Terra como Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcante, o nosso conhecido Bezerra de Menezes, a sua última existência na Terra nesse período de 2000 anos, ainda nesse trabalho de aprimoramento, até que depois da sua desencarnação Em 11 de abril de 1900, nós vamos ter o Chico nos dizendo que Bezerra não precisa mais reencarnar na terra, porque a terra não tem nada a lhe oferecer mais. E ele já havia superado esse culto a mamã, o culto às riquezas, mas usava a riqueza como quem está em uma missão. É um missionário que utiliza da riqueza para fazer o bem. Porque Deus se vale de nós mesmo para ajudar-nos uns aos outros e também muitas vezes para eh chamar a atenção, entre aspas, um castigo daqueles que permanecem decididamente afastados do caminho do bem. Que Jesus então nos abençoe, nos dê sua paz e que nós aproveitemos a riqueza que temos para oferecer a bem do próximo. E não pensemos só na riqueza material, mas na inteligência, no dom de escrever, no dom de falar ou da música, aquilo que nós tivermos, sabendo que nós

riqueza que temos para oferecer a bem do próximo. E não pensemos só na riqueza material, mas na inteligência, no dom de escrever, no dom de falar ou da música, aquilo que nós tivermos, sabendo que nós temos para partilhar. Obrigado a todos. Muita paz. >> Não, em cima. Obrigado ao Samuel pela essa exposição tão tão viva, né? Tão bonita. E nós vamos então nos encaminhar para o encerramento, agradecendo a todos vocês que estão aqui presentes conosco, né, aqui na Federação Espírita e agradecer os nossos irmãos que de seus lares nos acompanharam, estão nos acompanhando, né? nesse trabalho, que Jesus possa iluminar os seus lares, todos os seus familiares e que vocês que estão aqui presentes leve essas bênçãos também para os seus lares. Eh, informamos que aqueles que desejarem o passe será oferecido, podem permanecer nos seus lugares, tá? Que a equipe vai conduzi-los para a sala de paz. Então vamos, meus irmãos, fazer a nossa prece final, elevando mais uma vez os nossos pensamentos a Deus, nosso pai, a Jesus nosso mestre. Em gratidão, Senhor, por mais esta oportunidade de trabalho, de aprendizado que o Senhor nos oferece, agradecendo, Senhor, por tudo que recebemos da tua misericórdia. as luzes que nos chegam, as bênçãos que nos fortalecem. Gratidão, Senhor Jesus, que o Senhor possa permitir que os mentores espirituais que estão conosco nos nos envolvendo neste momento possa levar essas bênçãos que nos chegam, que nos envolvem a todos os nossos irmãos de humanidade, principalmente aqueles que têm dificuldades, que passam por lutas, sof sofrimentos em seus lares. Que a tua paz, Senhor Jesus, possa envolver a todos nós. Gratidão, gratidão a Deus, nosso pai e que ele, cheio de misericórdia possa estar sempre conosco hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Uma boa tarde a todos. Fiquem com Deus. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. >> O nosso trabalho acolhe quem mais

omos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. >> O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que [música] antes pareciam inalcançáveis. [música] A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas [música] vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho [música] é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em [música] nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador [música] do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher [música] ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. >> Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar [música] ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. [música] E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos [música] com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br e faça sua doação. [música] Eu quero viver.

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