Pecado por pensamento, Adultério, com Samuel Magalhães | Palestras FEB

FEBtv Brasil 31/03/2025 (há 1 ano) 1:01:27 266 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Pecado por pensamento, Adultério. ESE, cap. 8, itens 5 a 7. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Prezados amigos, boa tarde a todos, a todos vocês que estão aqui conosco, presente na Federação Espírita Brasileira, mas Cumprimentamos também os nossos irmãos que estão conosco através da internet, nos eh nos assistindo dos seus lares. Que todos nós possamos ser abençoados por Jesus na tarde de hoje e estejamos em paz. Vamos dar início então à nossa reunião elevando o nosso pensamento, a espiritualidade maior, a Jesus, nosso mestre, senhor, na nossa prece, Jesus, amado mestre, neste momento em que nos reunimos, Senhor, em teu nome, para o estudo, mais uma vez do teu evangelho. Nós te pedimos, Jesus, que nos abençoe a cada um de nós que aqui nos encontramos na Federação Espírita Brasileira, aqueles que estão nos seus lares, mas estão ligados a nós, vibrando também pelo estudo, pela oportunidade de aprender, de estudar. Que o Senhor possa abençoar a todos nós, Senhor, nos envolvendo na tua harmonia, na tua paz e nos auxiliando no trabalho que estamos iniciando nesta tarde. Que a tua luz se faça no nosso ambiente e que os nossos companheiros responsáveis pelo estudo da tarde sejam também envolvidos pelos teus emissários de amor e de luz, intuindo-os no trabalho que irão realizar. Que essas vibrações amorosas que sabemos, os benfeitores espirituais nos trazem, possam também ser levadas a todos aqueles que passam por dificuldades, por dores, angústias, que possam receber neste momento essa bênção de paz e que possam fortalecer os seus corações na esperança, em esperanças novas. Obrigado, Jesus. Obrigado, mentores espirituais que dirigem os nossos trabalhos, que dirige a nossa casa. Que a tua paz, meus amigos queridos, possam mais uma vez abençoar a nossa casa e a todos nós que aqui convivemos e trabalhamos. Fica conosco, Jesus, abençoando o nosso trabalho de hoje e nos envolvendo hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Bem, então nós vamos passar a palavra a Kelma. A Kelma vai fazer a leitura inicial e os seus comentários a respeito da lição de hoje. Boa tarde. Boa tarde a todos. Tá dando

assim seja. Graças a Deus. Bem, então nós vamos passar a palavra a Kelma. A Kelma vai fazer a leitura inicial e os seus comentários a respeito da lição de hoje. Boa tarde. Boa tarde a todos. Tá dando para ouvir bem? Boa tarde a todos, as pessoas que estão nos acompanhando pela internet e aos presentes aqui, né, encarnados e desencarnados. Hoje para iniciar a nossa reunião, a gente vai fazer uma leitura que é o capítulo 123 desse livro aqui, desse livro, Fonte Viva. Tá vendendo ali, ó, na na nossa livraria, que é da coleção Fonte Vida, que são cinco livros, que é da coleção Fonte Viva, são cinco livros. Pão Nosso, Caminho Verdade, Vida, Vinha de Luz, Fonte Viva e Palavras de Vida Eterna. Então, são sempre mensagens. A gente fala livro de mensagens, mas ultimamente eu tô chamando livro de estudo, porque são sempre eh textos que nos fazem refletir muito. Então, o texto de hoje, viver em paz. Vivei em paz. Paulo, segundo Coríntios 13:11. Mantém-te em paz. É provável que os outros te guerreem gratuitamente, hostilizando-te a maneira de viver. Entretanto, podes avançar em teu roteiro sem guerrear a ninguém. Para isso, contudo, para que a tranquilidade te banhe o pensamento, é necessário que a compaixão e a bondade te sigam todos os passos. Assume contigo mesmo o compromisso de evitar a exasperação. Junto da serenidade, poderás analisar cada acontecimento e cada pessoa no lugar e na posição que lhes dizem respeito. Repara carinhosamente os que te procuram no caminho. Todos os que te surgem, aflitos ou desesperados, coléricos ou desabridos, trazem chagas ou ilusões. Prisioneiros da vaidade ou da ignorância não souberam tolerar a luz da verdade e clamam irritadiços. Uge-te piedade e penetra-lhes o recessos do ser. E identificarás em todos eles crianças espirituais que se sentem ultrajadas ou contudidas. Uns acusam, outros choram. Ajuda-os enquanto podes. Pacificando-lhe a alma, harmonizarás ainda mais a tua vida. Aprendamos a compreender cada mente em seu problema. Recorda-te que a natureza, sempre divina

cusam, outros choram. Ajuda-os enquanto podes. Pacificando-lhe a alma, harmonizarás ainda mais a tua vida. Aprendamos a compreender cada mente em seu problema. Recorda-te que a natureza, sempre divina em seus fundamentos, respeita a lei do equilíbrio e conserva sem cessar. Ainda mesmo quando os homens se mostram desvairados nos conflitos abertos, a terra é sempre firme e o sol fugará sempre. Viver de qualquer modo é de todos, mas viver em paz consigo mesmo é serviço de poucos. Então, só pra gente contextualizar esse essa frase que Paulo coloca aqui, viver em paz, essa frase tá lá nas cartas que ele faz a igreja, as a igreja primitiva de Coríntios, né? E ela tá dentro desse versículo aqui. De resto, irmãos, é o final da carta, né, que ele fala. De resto, irmãos, alegrai-vos, procurai a perfeição, encorajai-vos, permanecei em concórdia, vivei em paz e o Deus de amor e paz estará convosco. Então, quando a gente lê o versículo inteiro, a gente vê como o texto de Emanuel está em concordância com o que o Paulo orienta aquela igreja primitiva. Manuel também aqui está nos orientando a manter a nossa paz. Mesmo quando nós estamos numa situação em que as pessoas chegam até nós trazendo seus conflitos, suas dores, sua agressividade, ele coloca aqui que nós devemos ter essa postura de tentar manter a nossa paz. E a gente só mantém o que a gente possui, não é verdade? Então, todos nós, se não tivéssemos essa paz, não estaria ali nos evangelhos pedindo para que a gente a mantivesse. Todos nós temos os a nossa serenidade, o nosso equilíbrio. Dentro da nossa imperfeição, ainda assim a gente tem a nossa serenidade, o nosso equilíbrio. Então, nós precisamos mantê-la. E quando eu li esse texto, eu achei ele irretocável. Eu pensei: "Meu Deus, não tem nem o que comentar aqui no que tá sendo dito". E aí eu pensei, mas se ele é irretocável, então eu preciso trabalhar para que eu mantenha a minha paz. E aí eu fui procurar no texto pistas que Emanuel nos dá para que a gente mantenha a nossa paz, porque não é

nsei, mas se ele é irretocável, então eu preciso trabalhar para que eu mantenha a minha paz. E aí eu fui procurar no texto pistas que Emanuel nos dá para que a gente mantenha a nossa paz, porque não é fácil, né, gente? A gente tá ali tentando manter a serenidade. Chega alguém traz aquele turbilhão de problemas, joga tudo em cima da gente, a gente tem que manter a serenidade. Não é fácil. Mas felizmente esse texto nos dá algumas pistas. E aí eu levantei assim três passos que eu vi aqui nesse texto pra gente manter a nossa paz. O primeiro passo é a vigilância. E aí eu vou lembrar outro texto bíblico que é: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação". Então esse texto ele nos remete à vigilância. Eu tenho que estar vigilante porque se eu não estiver vigilante eu vou entrar na inquietação alheia. Eu vou ter que pensar assim: "Opa, isso não é meu. Eu tenho que manter a minha paz aqui. Essa pessoa tá com problema. Essa agressividade não é para mim. Eu preciso manter a minha paz. A outra coisa, porque às vezes a pessoa vem até a gente, mas às vezes a gente vai até o problema. E hoje é muito fácil, né? A gente pega aquele aparelhinho lá, né? O nosso celular e nós ficamos. Se formos mais velhos, ficamos assim, com as duas mãos. Se for mais jovem, assim, né? Com a mão só, passando a time, vendo as postagens. Aí a gente vê uma coisa lá que nos irrita. Eu que procurei. Eu vi lá uma frase, uma foto que me irrita. Aí eu vou lá, pera aí, e comento e lá creio. Mas eu não fico satisfeita. Eu vou lá ver o comentário do outro e vou comentar em cima do comentário do outro e o outro que respondeu o comentário do outro. Ali eu já joguei a minha paz fora. E quando eu faço isso, e olha como a tecnologia nos dá pistas. Cada vez que eu vejo uma coisa que eu não gosto e eu comento, eu tô fazendo ela subir. Eu tô fazendo ela tá sempre na time life. Então, toda vez que eu vejo uma coisa que me irrito e conecto com ela, eu tô me irritando. Eu tô fazendo isso subir também dentro de mim. Então, às vezes eu procuro, olha a

ela tá sempre na time life. Então, toda vez que eu vejo uma coisa que me irrito e conecto com ela, eu tô me irritando. Eu tô fazendo isso subir também dentro de mim. Então, às vezes eu procuro, olha a vigilância, a gente não pode tá encalutto, entrando em toda confusão. Segunda coisa, não se iludir com a nossa aparente calma. Às vezes a pessoa chega e a gente não, nem vou responder, vou manter minha calma. Mas mentalmente, e o Samuel vai falar, né, da atitude mental, mentalmente eu não falei nada, mas eu tô, ó, lançando cerdas. Então a gente tem que tá vigilante. Segundo passo para ser mais rápida, né? Porque eu também tô louca para ver a palestra do Samuel, que eu gosto muito, viu, Samuel, das suas palestras. Segundo passo, e aí o texto diz aqui textualmente, a gente tem que aprender a analisar as coisas, gente. Nós não somos mais eh espíritos eh infantis. Nós já temos uma jornada. Ele coloca aqui, ó, junto da serenidade, poderás analisar cada acontecimento e cada pessoa no lugar e na posição que lhe dizem respeito. A gente tem que aprender a analisar as coisas, não fazer aquela leitura rasa. Às vezes a pessoa vem ali com o problema e a gente toma como pessoal. tenta analisar, às vezes aquela pessoa tá passando pelo problema, tenta analisar uma situação que você tá lendo ali na internet, que você já fica ali eh chateado. Tenta analisar o contexto, analisar, aprender a fazer julgamento. Ah, mas eu fui lá na FEB e falou que a gente vai tem que julgar. Não, mas não é julgar para condenar, é julgar para compreender, para compreender o outro, a situação do outro, a posição que o outro tá. Talvez eu na posição daquela pessoa estaria tendo a mesma atitude. E esse segundo passo de aprender a analisar já nos remete pro terceiro que eu, né, consegui tirar aqui do texto. O terceiro passo, depois que eu analiso, eu vou desenvolver uma qualidade da compreensão. E compreender para quê? Para julgar, não para me compadecer. Porque o texto fala: "É necessário que a compaixão e a bondade te sigam todos os

analiso, eu vou desenvolver uma qualidade da compreensão. E compreender para quê? Para julgar, não para me compadecer. Porque o texto fala: "É necessário que a compaixão e a bondade te sigam todos os passos". Então ele coloca aqui, para que a tranquilidade te banhe o pensamento, é necessário que a compaixão e a bondade te sigam todos os passos. Compaixão não é uma entidade, é uma qualidade, não é uma entidade que vai seguir meus passos. Isso aqui é uma figura de linguagem. Então eu tenho que desenvolver a compaixão. Qualidades nós conseguimos desenvolver no nosso espírito, tá certo? A gente tá aqui para desenvolvê-las. Então eu vou desenvolver, tentar desenvolver essa qualidade da compaixão. A compaixão é mais do que sentir pena do outro. é você entender, compreender o que ele tá passando, ter empatia e o desejo de ajudar ele a superar aquilo. Esse é o sentido da compaixão. A compaixão te leva à vontade de agir pra superação daquele problema. E a bondade, gente, é uma qualidade que é inata das pessoas que já desenvolveram a compaixão, que já desenvolveram a compreensão. Aquelas pessoas que são bondosas naturalmente já alcançaram essa bondade, que agem com benevolência naturalmente. Então, nós temos que buscar isso e atentos, né, gente? Então, são três passos: atenção, ficar atento, tentar compreender e, se possível, se compadecer. E aí sim você vai conseguir entrar, como dizem os adolescentes, na pilha do outro, não entrar no no desequilíbrio do outro. E para finalizar, a gente vai só finalizar aqui com que o que o próprio Emânio no nos diz aqui no texto. Viver de qualquer modo é de todos, mas viver em paz consigo mesmo é serviço de poucos. Então, sejamos esses poucos que tenham um pouco de tranquilidade e quando você tem essa tranquilidade, você melhora o seu ambiente e o ambiente de quem tá próximo de você. A gente não vai conseguir todo dia, mas se conseguirmos alguns dias já estaramos dando um grande passo, né, Edna? Obrigada, gente. Obrigada, Kelma. Muito bom. E vamos

iente de quem tá próximo de você. A gente não vai conseguir todo dia, mas se conseguirmos alguns dias já estaramos dando um grande passo, né, Edna? Obrigada, gente. Obrigada, Kelma. Muito bom. E vamos então ouvir então agora, a partir de agora o nosso companheiro Samuel. Caríssimos irmãos, caríssimas irmãs, o nosso boa tarde. Que Jesus nos abençoe e nos envolva em sua paz e o se em seu amor. Estamos estudando o capítulo oitavo de O Evangelho Segundo o Espiritismo, que Allan Kardec intitulou Bemaventurados os que tm puro coração, que é uma das bem-aventuranças. Quando Jesus inicia a sua vida messiânica, ele vai discursar, vai trazer a grande carta do Evangelho, que é o sermão do monte em Mateus e que em Lucas aparece como sermão da planice. Mateus diz que Jesus subiu, Lucas diz que Jesus desceu. Não importa se ele subiu ou desceu, importa a lição, a mensagem. E dentre as bem-aventuranças, quando Jesus inicia esse seu trabalho, dizendo: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque dele é o reino dos céus, mais adiante ele vai dizer: "Bem-aventurados os que têm puro coração, porque verão a Deus." O tema de hoje, pecado por pensamento adultério. E nós devemos lembrar que Jesus falava para os judeus. Ele que era judeu de nascimento, já que ele nasceu em Belém de Judá. Então ele falava para o seu povo naquela época e logicamente se dirigindo a toda a humanidade. Então Jesus no seu trabalho de proclamação do Evangelho, de trazer a boa nova, ele se valia quase sempre da vida cotidiana do povo a quem ele se dirigia e também das suas heranças eh religiosas, espirituais. Então, quase sempre nós vamos encontrar uma relação entre as falas de Jesus e algo que nós vamos encontrar no Antigo Testamento, nos Salmos, em alguns dos profetas, ou ainda nos livros de Moisés. E quando Jesus fala: "Bem-aventurados sejam os puros de coração, porque verão a Deus", nós vamos lembrar, por exemplo, que no Salmo 24 nós já temos uma referência a essa pureza de coração. Vejamos o que escreveu o

s fala: "Bem-aventurados sejam os puros de coração, porque verão a Deus", nós vamos lembrar, por exemplo, que no Salmo 24 nós já temos uma referência a essa pureza de coração. Vejamos o que escreveu o salmista. Ele diz assim: "Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega sua alma a falsidade e jura dolosamente. Então, o salmista vem dizer que alguns estão destinados a ocupar ou a chegar a esse local do Senhor, do Criador. Mas ele pergunta: "Quem vai ocupar esse lugar santo? quem vai chegar nesse lugar santo? E ele mesmo vai responder que serão aqueles que têm as mãos limpas e tem a pureza de coração. Então o texto que Allan Kardec nos traz para reflexão na tarde de hoje está dentro dessa perspectiva da pureza de coração. Então ele trouxe o texto que nós encontramos em Mateus, capítulo 5, versículos 27 e 28, que estão no sermão do Montes. Esses versículos fazem parte do sermão do monte. E o Cristo diz assim, segundo o evangelista Mateus, aprendestes que foi dito aos antigos: Não cometereis adultério. Eu, porém, vos digo que aquele que eu vê olhado uma mulher com mau desejo para com ela, já em seu coração cometeu adultério com ela. Isso está em Mateus. Aprendestes, né, ouvistes que foi dito, não cometereis adultério. A primeira reflexão que nós podemos fazer dessa introdução que temos no texto é que a época de Jesus eram poucos os letrados, aqueles que sabiam ler. Jesus sabia ler. Porque nós encontramos os evangelhos naquela ocasião em que ele apresentam a mulher adúltera. O evangelho vai dizer, nós vamos encontrar isso no Evangelho de João. O evangelho vai dizer que Jesus, depois que lhe apresenta uma mulher adúltera e pergunta a ele o que deveria ser feito, porque estava na lei que a mulher deveria ser lapidada, assim como também um homem, embora o evangelho só fale da mulher, disse que Jesus abaixou-se e começou a escrever. Então, Jesus era letrado e ele sabia ler e sabia escrever. E o espírito Humberto de

, assim como também um homem, embora o evangelho só fale da mulher, disse que Jesus abaixou-se e começou a escrever. Então, Jesus era letrado e ele sabia ler e sabia escrever. E o espírito Humberto de Campos, pelo lápis do Chico Xavier diz que Jesus escrevia o nome das pessoas que ali estavam e o pecado cometido, ou seja, a falta cometida. Colocava lá o nome Kelma e a falta da Kelma naquele dia, o Samuel, a Elna. E aí ia colocando o nome de todo mundo e dizia: "Quem tiver sem pecado atira o primeiro pedra". iam vendo, ouvindo o seu nome e as pessoas foram se afastando e não condenaram a mulher, porque somos todos espíritos em processo evolutivo, mas ainda muito endividad para com a lei. Então, as pessoas não sabiam ler a grande maioria. Então, elas ouviam, diziam para ela as coisas. O que aconteceu também com a sociedade ocidental durante muito tempo, porque a Bíblia não era permitida ser lida por qualquer uma. eram os sacerdotes que liam e diziam e por isso modificavam os textos ou modificavam as suas interpretações a fim de atender as suas próprias ideias ou a fim de modificá-las para continuarem muitas vezes no poder. Então, as pessoas não tinham o hábito da leitura. Ouvistes que foi dito? Jesus dizia quase sempre tá lá, não cometereis adultério. adultério, quando nós nos voltamos eh para o sentido etimológico da palavra, vai nos remeter à questão da traição do contrato de união, seja casamento, seja o que for, mas intimamente ligado o sentido às questões sexuais, ou seja, é um adultério. E hoje em dia ainda se toma a palavra nesse sentido. E aí nós vamos ver que Jesus se fazia valer dos costumes da época. E para os judeus de então, essa questão do sexo era uma questão eh muito neufrágica, era uma questão que era trazida às discussões, em que havia proibições de toda a natureza, havia julgamento de toda a natureza e para eles era assim um fato gravíssimo. É tanto que nessa mulher adúltera, o que é que diz a lei? Tá lá em Deuteronômio no capítulo 20? Os adúlteros, o homem e a

havia julgamento de toda a natureza e para eles era assim um fato gravíssimo. É tanto que nessa mulher adúltera, o que é que diz a lei? Tá lá em Deuteronômio no capítulo 20? Os adúlteros, o homem e a mulher, porque ninguém adultera sozinho, deveriam ser apedrejados em praça pública até a morte. Então, cometer o adultério era uma falta gravíssima entre os judeus. Então Jesus vai tomar como referência aqui o adultério pela sua gravidade entre aquele povo para trazer a lição que ele desejava. Então ele diz: "Eu, porém, vos digo que aquele que houver olhado uma mulher com mau desejo para com ela, já em seu coração cometeu adultério com ela. Ou seja, basta estar no pensamento. Se está no pensamento é porque existe no fundo do nosso coração algo que não está de acordo com a lei divina. Nesse caso, o que Jesus queria dizer para nós aí era essa pureza de coração que eh não importa que nós não efetivemos o ato, mas se nós pensamos, se nós sentimos, se nós desejamos, se nós queremos, é algo que trazemos conosco e ele chama-nos a atenção para trabalharmos essa realidade. E Allan Kardec vem trazer para nós aqui no livro um sentido mais amplo de adultério, lembrando inclusive outras passagens do Cristo em que ele diz: "Até quando estarei com convosco, ó raça adúltera e depravada, mostrando que esse adultério a que Jesus fazia referência era tudo que era contrário à lei divina e não o ato em Então, nós precisamos refletir sobre isso. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus dentro de todas as bem-aventuranças. O único, a única bem-aventurança que vai dizer que estaremos à frente de Deus, que veremos a Deus, é a pureza de coração. E esse coração, o que ele simboliza para nós? Na verdade, o coração em si, na tradição judaica, representa o mundo íntimo nosso, ou seja, é tudo que nós temos interiormente. O coração representa todas as nossas tendências, o que nós gostamos, aquilo que nós procuramos, o que idealizamos. O coração é o cerne da alma. Então, esse coração a que Jesus faz

temos interiormente. O coração representa todas as nossas tendências, o que nós gostamos, aquilo que nós procuramos, o que idealizamos. O coração é o cerne da alma. Então, esse coração a que Jesus faz referência na sua mensagem é quem nós somos no interior, como nós estamos vivendo, como tá sendo o nosso dia a dia, porque nós passamos por provas contínuas diariamente. Nós somos chamados a avaliar o nosso mundo ídimo pelas coisas que acontecem à nossa volta. Muita gente dizia, tem gente que diz, quando eu era menino ouvia muito isso, não levo o desaforo para casa. Alguém aqui já pensou assim também? Já, né? Tem hora que a gente se acha, não é verdade? Todo mundo tem um momento, quase sempre que seja na vida em que se acha com muito direito. Não nem que seja melhor do que os outros, precisa nem se achar melhor do que os outros, mas se acha com direitos. direitos que não podem ser ali ultrapassados por ninguém, nem pode ser usurpados por quem quer que seja. E nós reagimos de maneira veemente aquilo que nos desagrada. Ou seja, o nosso mundo íntimo precisa ser trabalhado. Esse coração precisa ser trabalhado, a fim de que nós possamos aí espelhar a lei de amor que nós existimos para aprendermos a viver. a lei de amor. E lógico, isso vai exigir da gente uma luta contínua. Paulo de Tasso, em uma de suas cartas, ele vai dizer: "Eu travei o bom combate". Esse bom combate é esse combate que nós vamos travar com o nosso próprio coração, com o nosso próprio mundo íntimo, para vencermos o egoísmo, o orgulho, a vaidade, a inveja, o ciúme, a maledicência, que às vezes nós os temos de maneira disfarçadas ou às vezes um tanto quanto imperceptíveis, que nós estamos desat atentos. Nós não percebemos. É tanto que muitas vezes, muita gente se pega dizendo: "Ah, se todo mundo no mundo fosse igual a mim, nós teríamos paz." Não, não tinha não. Nós não temos pais conosco. Se a gente fosse tudo igual, tava tudo perdido. Nós somos diferentes para aprendermos uns com os outros. Então, precisamos estar atento a essas

os paz." Não, não tinha não. Nós não temos pais conosco. Se a gente fosse tudo igual, tava tudo perdido. Nós somos diferentes para aprendermos uns com os outros. Então, precisamos estar atento a essas questões do nosso mundo íntimo para que nós não sejamos adúlteros da lei divina, que como nós vamos encontrar também em Apocalipse, muita gente às vezes não visita o livro do apocalipse, mas de vez em quando a gente precisa ler alguma coisa, não para entender muito, porque não vamos conseguir. terminar aí eh em estado de, digamos assim, de inteira alienação até. Mas em Apocalipse, por exemplo, nós vamos encontrar lá anotada a questão do adultério como adultério espiritual. Esse adultério espiritual que é colocado em Apocalipse seria eh nós não caminharmos segundo a lei divina. Adulterar é falsificar, é modificar. Então, nós temos esse adultério, digamos assim, espiritual que nós modificamos a lei, a nossa vontade. Lembro-me agora de que tem um ditado popular daqueles brincalhões dos espíritos zombeteiros, porque nós vamos encontrar também em Deuteronômio falando lá que lá tem os os 10 mandamentos, assim como em Êxodo. E nós vamos encontrar esse não adulterarás no sétimo mandamento, mas nós encontramos mais um pouco mais à frente também nos mandamentos. Não cobiçarás a mulher do próximo. Quem já ouviu isso, né? Mas tem gente que diz: "Não cobiçarás a mulher do próximo quando o próximo estiver próximo". Quer dizer, simples. Ou então o marido da próxima, quando a próxima estiver próxima, porque nós adulteramos o sentido da mensagem para adequá nossas necessidades, as nossas zombarias, ou porque descremos completamente dessas coisas. Então, o adultério ele cobre, digamos assim, uma gama de interpretações muito grande, especialmente quando se fala das coisas espirituais. Mas Jesus se vale desse costume entre os judeus e que era lei. Porque o que está no Pentateuco se torna lei. E a lei específica mesmo que fala das condenações e disso daquilo dentro do Pentateu tá lá no Levítico. Daí eu

esse costume entre os judeus e que era lei. Porque o que está no Pentateuco se torna lei. E a lei específica mesmo que fala das condenações e disso daquilo dentro do Pentateu tá lá no Levítico. Daí eu não me lei. Ali estão as normas principais da vida dos judeus. Então, nós vamos encontrar nesse nesses textos do Antigo Testamento essa questão mais material, porque eles não tinham condições ainda de compreender as coisas de maneira mais extensa, mas com Jesus ela já se amplia, ela já se modifica, porque como dissemos ainda h pouco, está lá em Deuteronômio, que a mulher adúltera deveria ser apedrejada até a morte. E nós vamos encontrar em vários textos desaconselhando o adultério no Antigo Testamento. Mas os judeus, a sua grande maioria, consideravam o seguinte: se você só pensa, mas não faz, tá tudo bem. Você não é responsável por isso. É como a nossa lei humana. Se você pensa em cometer um crime, você nem fala com ninguém, mas você só pensa. Mas você não faz, você não vai ser responsabilizado por nada disso. Por quê? Porque não houve uma efetivação desse crime. E os judeus antigos, a maioria pensava isso, que se você desejar algo indevido, que não está conforme a lei, mas não realizou, não fez qualquer esforço para essa realização, você não será punido. Por isso, não tem responsabilidade. Assim dizem os textos antigos do judaísmo. Mas o Cristo vem trazer já essa questão em um novo degrau, quando ele diz que o adultério pode ser realizado pelo pensamento. Quando nós pensamos, nós já estamos em falta para com a lei divina. E por que Jesus vem dizer para nós que já estamos em falta com a lei divina quando nós pensamos, porque eh tudo tá lá nós vamos encontrar ainda nos evangelhos dizendo que tudo parte do coração. Os assassínios, as fornicações, os maus pensamentos, tudo vem do coração. Então, quando Jesus fala que quando se pensa em adultério, vamos estender aí a compreensão dessa palavra, nós já estamos em falta com a lei. Por quê? Porque aquilo está dentro de nós. A

em do coração. Então, quando Jesus fala que quando se pensa em adultério, vamos estender aí a compreensão dessa palavra, nós já estamos em falta com a lei. Por quê? Porque aquilo está dentro de nós. A impureza, ela jais em nosso coração. Então, quando olhamos para nós, nós vemos que somos impuros. Não somos seres puros. Nós temos pensamentos desagradáveis. muitas vezes desejos inconfessáveis, seja no campo material, seja na na no que diz respeito a ter poder, a isso e aquilo, são várias as formas. Então, Jesus vem num outro momento em que a humanidade já está mais amadurecida para dizer: "Olha, se você pensa e não faz, a lei humana não te cobra". Mas se você só pensa e não faz, a lei divina está te observando. Por quê? Porque nós temos que alcançar a pureza. Nós não chegamos lá. Olha o que Jesus diz. Sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celestial. Então é o nosso caminho. Nenhuma ovelha do rebanho do meu pai se perderá. E se ainda não chegamos a esse aprisco divino, nós estamos com a impureza em nosso coração. Então Jesus já traz uma nova noção nas entrelinhas para que nós possamos avaliar o nosso mundo íntimo, porque só nós e Deus podemos ter essa compreensão e a nossa ainda é falha. Santo Agostinho no seu livro Confissões, ele vai nos dizer que Deus sabe mais de mim. do que eu mesmo. O que é verdade. Deus conhece todas as coisas, mas nós não. Então Jesus nos remete a essa necessidade de olhar para dentro de nós, saber onde nós estamos para que possamos aproveitar a vida. Ou seja, é um novo estágio. A humanidade é a época de Jesus. Mas com o espiritismo, nós já estamos mais adiantados. Tem gente que diz: "Olha, mas o mundo tá pior, não estamos". Seria negar a lei de evolução. Não podemos. Se nós formos observar ali pelo século eh 2, 3, os cristãos eram levados às arenas romanas para serem trucidad pelas feras. Eram usados como tochas vivas. Os gladiadores eh davam espetáculos de sangue e morte em que as pessoas aplaudiam e se divertiam com aquilo. As guerras e

arenas romanas para serem trucidad pelas feras. Eram usados como tochas vivas. Os gladiadores eh davam espetáculos de sangue e morte em que as pessoas aplaudiam e se divertiam com aquilo. As guerras e conquistas elas eram contínuas, embora já tenhamos e tem gente pensando ainda em conquistar a terra dos outros hoje em dia, que mostra um retrocesso. E hoje nós não vamos mais aos circos para assistir esses espetáculos de angústia, de dor, de loucura. Nós melhoramos. Melhoramos completamente? Ainda não. Mas nós já estamos melhores porque compreendemos que isso não nos serve. Nós estamos destinados a coisas maiores. Então, com a vinda do Espiritismo, que é o consolador prometido por Jesus, conforme tá no Evangelho de João, no capítulo 14, e que veio para a humanidade dos tempos novos, já traz um novo entendimento desse pensamento por adultério. E Allan Kardec, no estudo que ele vem fazendo sobre o pensamento nosso, sobre o nosso mundo íntimo, como nós estamos, ele vai nos dizer como nós vamos eh compreender em que ponto da marcha nós estamos. Ele vai nos dizer que aquele que não pensa mal já realizou o progresso. O trabalho tá feito. Os espíritos superiores não pensam no mal. Os espíritos que já ultrapassaram essas questões da humanidade, eles não têm sentimentos negativos. São os chamados puros espíritos. O espírito na condição do Cristo e alguns outros que lhe se achegam, como João Evangelista Paulo de Tarse, tantos outros que com ele estiveram aqui e ainda estão em tarefa aqui na terra. Então, esses espíritos adiantados, eles não têm mais esse tipo de pensamento. A gente pode até achar estranho, rapaz, mas não pensa mais nisso. Mas, por exemplo, nós que somos o comum das pessoas, nós não pensamos mais em tirar a vida dos outros. Não faz parte do nosso dia a dia. Pode até ser que alguém não acesse raiva, queira esganar o outro, mas aquilo logo passa. Mas o comum nosso é não querermos mais isso. Nós não pensamos nisso. Por quê? Porque nós já ultrapassamos, nós já saímos desse estágio. Então, Allan

iva, queira esganar o outro, mas aquilo logo passa. Mas o comum nosso é não querermos mais isso. Nós não pensamos nisso. Por quê? Porque nós já ultrapassamos, nós já saímos desse estágio. Então, Allan Kardec vem dizer que aqueles espíritos que não pensam no mal, o trabalho está feito. O que é o trabalho? Esse bom combate que Paulo de Tas fala em sua epístola já está feito. Então, se nós não pensamos no mal, nós estamos tranquilos. Eu passei a maior parte da minha vida observando na hora de fazer a oração do Pai Nosso. Eu gosto de fazer a noite antes de dormir. E uma coisa que sempre achei assim interessante depois é que eu fui compreender melhor isso, que eu que era quando eu dizia: "Pai, perdoa as nossas ofensas como perdoamos a quem nos tem ofendido. Eu procurava quem tinha me ofendido, não achava, não encontrava. Isso quer dizer que eu não me sentia ofendido por quem quer que fosse, mas só com o tempo eu fui tendo essa compreensão. Por quê? Porque é uma coisa que nós já conquistamos, nós já avançamos. Então, quando a gente vai fazer o Pai Nosso se lembrar de alguém, a coisa não tá boa. Pelo menos naquele momento. Perdoai a quem nos tem ofendido. Se eu achar que alguém me ofendeu, porque não estou bem, porque Jesus não se sentiu ofendido. Ele quando na cruz, nos últimos momentos da sua vida terrena, ele olha a multidão à sua frente e ergue os olhos ao Pai, ao infinito, e diz: "Pai, perdoa, porque eles não sabem o que fazem". demonstrando que não tinha qualquer mágoa pelas criaturas humanas. Ou seja, nós estamos nesse processo de libertação pessoal. Aí Allan Kardec vai dizer que aquele que pensa, mas não faz, é alguém que está realizando progresso, principalmente se não faz, que não tem ocasião de fazer. Por exemplo, eu penso em assaltar tal casa, eu posso não ir porque aquele pensamento veio, eu acho que não é bom, então eu não vou, mas eu também posso não ir porque a casa tava muito vigiada. A minha situação é mais difícil. Então, quando nós pensamos no mal, mas não cedemos o mal, o trabalho

acho que não é bom, então eu não vou, mas eu também posso não ir porque a casa tava muito vigiada. A minha situação é mais difícil. Então, quando nós pensamos no mal, mas não cedemos o mal, o trabalho está sendo realizado. Estamos em via de alcançar o progresso, porque é natural que no nosso estágio nós ainda aqui a colá nos sintamos atraídos por algumas coisas que no fundo não queremos mais para nós. Mas mesmo que se mostre a ocasião de fazer, nós não fazemos. E isso fortalece a alma. E aos poucos esses pensamentos vão desaparecer. Até porque quando nós pensamos, nós sempre somos influenciados pelos espíritos. Os espíritos dizem, respondem a Allan Kardecta, tá lá no livro dos espíritos, se os espíritos influenciam a nossa vida. E os espíritos vão responder mais ou menos assim, que influenciam de tal modo que de ordinário são eles que vos dirigem. Ou seja, nós estamos sempre acompanhados pelos espíritos que nos são companheiros, a maioria do ontem que estão desencarnados ainda, que hverão voltar ao corpo físico. Então, quem não tem a companhia dos espíritos? Todos nós temos. Eu lembro de uma ocasião em que estive visitando o Chico Xavier e eu ouvi o Chico dizer que todos nós temos pelo menos três obsessores. Se a gente contar o povo que tem aqui e uns tês, então são muitos obsessores, porque nós também somos obsessores deles muitas vezes. Então, nós estamos sob a influência dos espíritos e eles tentam nos empurrar pro lado negativo, aqueles que não querem o nosso progresso e os outros tentam nos empurrar, que são os bons espíritos, para o lado positivo e a balança se equilibra e a decisão é nossa, porque é o livre arbítrio. Eu conheci doutrina espírita na juventude, tempo da mocidade, mas pouco antes eu tinha muitos amigos. Eh, e a gente, como jovem daquele tempo, como nós, saíam para tomar cerveja, para ir eh pro pro pros para os clubes dançar e a gente dançava a noite toda, no outro dia trabalhar sem dormir. Hoje, se a gente fizer isso, tem que passar uma semana

o nós, saíam para tomar cerveja, para ir eh pro pro pros para os clubes dançar e a gente dançava a noite toda, no outro dia trabalhar sem dormir. Hoje, se a gente fizer isso, tem que passar uma semana descansando porque já não aguenta mais. Mas quando era novo fazia isso, muito novo, porque eu conheci o espiritismo aos 22 anos. E quando eu conheci doutrina espírita, eh, uns um senhor que me ajudou muito, ele já tá desencarnado, ele me olhou e disse: "Você não pode mais beber". Ora, mas eu gostava de sair com os amigos, então eu ouvi, mas não acreditei. E dali a uns dias eu saí com os amigos, fui uma exposição agropecuária e tomei umas cervejas com eles. Foi o último dia, faz mais de 40 anos. Isso eu tô dizendo minha idade, né? Já vou fazer 67, faz 40 e tantos anos. Me afastei e foi tão interessante que eu me afastei da bebida sem fazer nenhum esforço. Parece que aquilo que ele disse funcionou em mim como sendo uma ordem e também aos espíritos que caminhavam comigo. Não conseguiu mais me influenciar. Eu tinha lido o Evangelho Segundo o Espiritismo. Eu ganhei de presente de uma moça. Eu tava num processo obsessivo grave, vinha de internações psiquiátricas e me presenteou com o evangelho. Eu levei para casa. No outro dia cedinho, acordei cedo. Eu sempre acordo cedo e lá no Ceará 5 horas já tá tudo claro. Então levantei umas 5 horas e lembrei do livro. Digo eu vou ler aquele livro. Comecei a ler. Tive uns sonhos, não sei que hora foi, uns sonhos coloridos. pela primeira vez meio colorido na minha vida. E eu ia numa instituição de saúde que eu tinha tido um corte no pé e lá me trazia um um um frasco, um remédiozinho. Quem é mais antigo conhece os frascos de Atroveran. Parecia de Atroveran. Era o o rótulo amarelo, letra vermelha e preto. E tinha escrito eh bálsamo de Santo Agostinho, gotas, que era para eu tomar. E eu fiquei esses anos todos aí livre da bebida. Mas aqueles amigos que andavam comigo, eu continuei andando com eles, às vezes tocava violão. Eu tenho um irmão que era desse grupo também, tocava

mar. E eu fiquei esses anos todos aí livre da bebida. Mas aqueles amigos que andavam comigo, eu continuei andando com eles, às vezes tocava violão. Eu tenho um irmão que era desse grupo também, tocava violão e trabalhávamos juntos. Os dois éramos professores em Fortaleza, eu era professor de matemática, ele de física. E eles andavam comigo. Então eles pegavam o copo de cerveja e passavam aqui. Os espíritos tá tentando. Ei, volta aí, experimenta. Você tá abandonando a gente. Nunca senti nenhum desejo de voltar a tocar na bebida, porque esses espíritos procuraram a mim. Não encontrando, eles buscam quem está à nossa volta para tentar nos influenciar. Mas se nós, mesmo tendo algum desejo, se dizemos não, nós vamos fortalecendo essa vontade, a vontade de nos melhorarmos, de encontrarmos o equilíbrio. É aqueles que está em via de realizar o progresso, que é a grande maioria de nós que estamos lutando contra as nossas imperfeições. Mas nós temos ainda aqueles que pensam no mal, desejam no mal e fazem o mal. Só não faz se não deixarem. Esse vai nos dizer, Allan Kardec, o trabalho está todo por fazer. Por quê? Porque está muito forte na alma, tá muito presente no coração, que é do coração que partem todas essas coisas. A boca fala do que está cheia o coração e o pensamento também expressa o que vai no coração. E aí nós temos que lutar contra essas influências que são nossas para combater o egoísmo que trazemos em nós, para não falarmos só das coisas materiais. E nisso nós vamos ser provados. A vida vai provando, vai colocando a gente naquele cadinho esfogueiante até que nós alcancemos essa pureza de coração. E nisso nós lembramos de Jó. Acho que praticamente todos já devem ter ouvido falar da história de Jó, que ficou na pobreza extrema, mas a sua fé sempre o manteve firme. Jó foi um homem que foi provado nas coisas do mundo, como nós somos muitas vezes. E ele se mantém ali fiel a Deus na busca dessa renovação. Então é Jó que vai dizer, tá lá no seu livro, no capítulo 42, ele vai

homem que foi provado nas coisas do mundo, como nós somos muitas vezes. E ele se mantém ali fiel a Deus na busca dessa renovação. Então é Jó que vai dizer, tá lá no seu livro, no capítulo 42, ele vai dizer: "Senhor, sempre ouvi falar de ti pela boca dos outros, mais ou menos assim: "Eu sempre ouvi falar de ti pelas bocas, pela boca dos outros, mas hoje eu vejo a ti, ó Senhor." Ou seja, Jó vai transpor toda essa barreira para alcançar o monte do Senhor, que tá lá descrito no Salmo 24, e habitar o lugar santo, porque ele disse que passou a ver o Senhor. E assim é, nós ouvimos falar em Deus. Alguns falam bem, outros até falam mal. Mas dia chegará em que nós não ouviremos falar em Deus, nós saberemos de Deus. Nós veremos a Deus. Por enquanto é uma coisa que nós não compreendemos. Por isso, quando Allan Kardec vai elaborar a primeira obra espírita que foi publicada em abril de 1857, o livro dos espíritos, tá lá a primeira questão, que é Deus? Diz Humberto de Campos, pelo lápis do Chico, que quando Allan Kardec preparava o livro dos espíritos, ele tava em dúvida se começava pela ciência, porque a época se deu uma conotação muito científica ao espiritismo, porque esse eram os moldes da Europa. Se começava pelo lado filosófico, ele tava em dúvida. E diz então que Allan Kardec ora pedindo a Deus ao alto uma inspiração e diz que nessa hora o seu espírito foi inundado de uma luz intensa e ele se sente eh refrigerado como se no paraíso e ouve uma voz na acústica de sua alma: "Não comes a obra da regeneração da humanidade sem falar no criador." Então ele volta e começa o livro dos espíritos com a primeira pergunta, que é Deus? E os espíritos, sabendo que nós não tínhamos condições de compreender, como ainda não temos condições de compreender Deus em toda a sua extensão. Por isso, Allan Kardec não usou o artigo o que é Deus para não definir, deixar os espíritos livres e nem o pronome quem para não personificar Deus. Ele, a pergunta é que é Deus? E eles dizem que Deus é inteligência suprema e causa

u o artigo o que é Deus para não definir, deixar os espíritos livres e nem o pronome quem para não personificar Deus. Ele, a pergunta é que é Deus? E eles dizem que Deus é inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas. Vem trazer um atributo de Deus para a gente começar nessa compreensão, para que um dia nós cheguemos como Jó a dizer: "Eu vejo a ti, Senhor". Santo Agostinho, espírito muito adiantado, um dos espíritos da codificação espírita e que viveu ali pelo século eh 4 da nossa era. Ele vai nos dizer, dizem que é dele, eu vejo ele falando sobre o tempo, mas ele teria dito: "Se me perguntam quem é Deus, eu não sei. Mas se não perguntam, eu sei, porque é algo que transcende, que vem do coração. Então esse ver a Deus que tá aqui, que é a pureza do coração, também é ver a Deus em todas as coisas, em todas as criaturas. Nós vamos ver Deus uns dos outros. Nós vamos ver Deus nos animais que convivem conosco aqui na terra, na planta, no espaço sideral. Nós vamos ver Deus em todas as coisas. Por quê? porque ele é o criador. Então, ver a Deus também é ver a Deus uns nos outros. E se nós passamos a ver a Deus uns nos outros, nós vamos purificar o nosso coração. Primeiro que vamos ver a Deus em nós mesmos. Então, purificamos o coração aqui. E como vemos a Deus nas outras pessoas, nas outras criaturas, nós não vamos desejar e muito menos fazer-lhes algo mal. Então, quando Jesus disse que bem-aventurados serão os puros de coração, porque verão a Deus, é porque essa condição, ela é essencial para esse nosso retorno ao ao seio divino. Nós precisamos estar vigilantes o tempo inteiro. Não vamos enlouquecer, mas vamos prestar atenção às nossas atitudes, aquilo que nós pensamos e vamos rejeitando as coisas, porque muitas vezes elas são influenciadas pelos espíritos e as coisas vão desaparecendo e eles tendem muitas vezes a nos deixar enlouquecido. Eu recordo que logo depois que me tornei espírita, que me livrei dessa obsessão mais ou menos de 10 anos, que um período eu era espírita,

arecendo e eles tendem muitas vezes a nos deixar enlouquecido. Eu recordo que logo depois que me tornei espírita, que me livrei dessa obsessão mais ou menos de 10 anos, que um período eu era espírita, fazia aí um ano e pouco, todas as noites eu ia dormir e eu vivia aquela imagem, era uma imagem persistente de que eu tirava a vida dos meus filhos com estacas. Aquilo me gerava um horror, porque não fazia parte de mim, já eram meus filhos. E eu orava tanto e me angustiava tanto. E olha, eu passei uns três meses nisso, que os obsessores estão ali e a espiritualidade deixa para saber até onde nós vamos nesse trabalho. E um dia, quando eu já tava muito cansado disso, um orientador espiritual chegou e disse: "Parece uma coisa tão simples". Ele disse: "Você imagine o seguinte, quando você vê sua imagem fazendo isso eh em direção a seus filhos, imagine que ela vai se desfazendo como uma bruma". Eu fiz isso durante três dias, os obsessores sumiram e a ideia desapareceu, porque elas tentam ficar em nosso coração essas coisas. lógico que eu não tinha nenhuma e nunca teria eh nenhuma nenhum desejo e jamais faria uma coisa dessas, mas eles tiram o equilíbrio da gente para que outras coisas sejam inoculadas. Então é preciso purificar o coração para que esses espíritos, então eles não encontrem guarida em nós para essas coisas. E eles sabem, eu gosto do meu Ceará que tem muito ditado, e minha mãe dizia muito, ela dizia que o boi ladrão conhece o outro pelo rastro, ou seja, os espíritos inferiores conhecem a gente porque a gente deixa um rastro. O nosso pensamento deixa um rastro. Jesus deixou um racho de luz e nós vamos deixando o nosso mesclado, mas um dia alcançaremos aí essa pureza do coração e o adultério estará afastado do nosso mundo íntimo. O adultério no sentido amplo da palavra, porque vamos caminhar conforme a lei de Deus, porque é a única forma de chegarmos à felicidade. Também tá lá no livro dos espíritos. Quando nós conseguirmos viver segundo a lei de Deus, nós encontraremos a felicidade.

nhar conforme a lei de Deus, porque é a única forma de chegarmos à felicidade. Também tá lá no livro dos espíritos. Quando nós conseguirmos viver segundo a lei de Deus, nós encontraremos a felicidade. Que o mestre nos abençoe e nos dê sua paz hoje sempre. A nossa gratidão, Samuel, muito bom, muito bom te ouvir mais uma vez. E o tema é fantástico, né? Sem dúvida nenhuma. Bem, meus amigos, nós vamos nos encaminhando, então, para o encerramento da nossa reunião. Eh, lembrando que haverá o passe para todos aqueles que desejarem e podem ficar no nos seus lugares que serão chamados pela equipe para o passe. Então, vamos agradecer a Jesus, né? e agradecer aos espíritos benfeitores que nos guiaram no trabalho de hoje, que estiveram conosco em todos os momentos nos abençoando. E vamos então buscar o mestre Jesus ainda uma vez. Senhor Jesus, amigo de todos os momentos, neste momento que aqui estamos sob o teu olhar, Senhor misericordioso, nos auxiliando, nos conduzindo na nossa caminhada ainda muito difícil, onde ainda Ainda, Senhor, erramos muito, mas como foi dito, já conseguimos uma melhora e é pedindo forças para continuar melhorando, Senhor. É que te buscamos. Sabemos que o Senhor está sempre conosco, nos auxilia, nos ampara, nos ama e o nossa, a nossa gratidão é imensa por tudo que o Senhor faz, por todos nós aqui da nossa casa abençoada que é a terra. Obrigado, Senhor. fica conosco, ampara-nos e que as bênçãos, as vibrações amorosas que os espíritos nos trouxeram na tarde de hoje sejam levadas para os nossos lares, aqueles que aqui estão presentes, e sejam levadas também aos lares daqueles nossos irmãos queridos que nos assistem, que vibraram conosco ao longo do trabalho e que estão conosco. na tarde de hoje. Obrigado, Senhor e Mestre. Que assim seja. Então, meus amigos, uma boa tarde a todos. Fiquem com Deus. Que Jesus nos ampare e que as bênçãos de Jesus possam chegar também aos lares dos nossos irmãos que nos assistem. Obrigado a todos. Fiquem com Deus.

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