Os órfãos. Benefícios pagos com ingratidão, com Samuel Magalhães | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Os órfãos. Benefícios pagos com ingratidão. Beneficência exclusiva. ESE, cap. 13, itens 18 a 20. Palestrante: Samuel Magalhães Direção: Maria de Lourdes Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
เ >> Estimadas irmãs, irmãos, boa tarde. Está chegando o nosso momento do nosso encontro, do nosso estudo do evangelho. Nós estamos num dia bonito, chuvoso, né? nós que temos aqui no Centro-Oeste a estação do ano bem definitiva, então que o momento quando chove todos nós ficamos muito felizes, né, com a chuva. Não quer dizer que a gente não fique com o período, né, de verão, de calor, mas é uma alegria imensa a gente ver esse tempo fresquinho, com chuva, tudo verdinho aqui na nossa capital. Mas nós também saudamos os nossos irmãos que já estão conosco pela FEB TV também. Sejam muito bem-vind muitos bem-vindos ao nosso estudo dessa tarde. Agradecemos imensamente a presença de todos vocês. Então vamos começar, meus irmãos, convidando a todos para a nossa prece já em sintonia com Deus, com Jesus e com os amigos espirituais. Então vamos orar. Tô só deixando as pessoas se acomodarem. Então vamos vamos elevar os nossos pensamentos a Deus e buscarmos então Jesus nos planos mais elevados. E vamos ao encontro dele. que nos encontramos, Senhor, sedentos da Tua luz e do teu amor, mas com muita vontade, Senhor, de aprendermos os teus ensinamentos que o Senhor nos trouxe há mais de 2000 anos e ainda nos encontramos, Jesus. caídos, mas com muita vontade, Senhor, de te seguir, porque ainda deixamos que o orgulho, a vaidade Homens sorvedouros, homens erosões. Homens abismos, mas surpreendemos também com alegria os homens searas. Sim, aqueles que reunindo consigo o solo produtivo do caráter reto, a água pura dos sentimentos nobres, o adubo da abnegação, a charrua do esforço próprio e o suor do trabalho constante, sabem albergar as sementes divinas do conhecimento superior, produzindo as colheitas do bem para os semelhantes. Preparemos a vasta paisagem que nos rodeia através da meditação e com facilidade, por nossa atitude perante os outros, reconheceremos de pronto que espécie de terreno estamos sendo nós. Emano, né, como sempre, nos fazendo pensar, ou melhor, nos fazendo nos posicionar diante da nossa vida atual.
tude perante os outros, reconheceremos de pronto que espécie de terreno estamos sendo nós. Emano, né, como sempre, nos fazendo pensar, ou melhor, nos fazendo nos posicionar diante da nossa vida atual. Vejam que ele nos lembra que o campo da vida é como uma terra comum. E para explicar essa conexão entre campo da vida e terra comum, ele parte da parábola do semeador, palavra que foi ensinada por Jesus e que buscou explicar como a palavra de Deus é recebida e trabalhada por cada um de nós. Lembro no início da parábola dizia assim: "O semeador saiu a semear". Semear o quê, gente? a semente. Então, vamos começar esclarecendo algumas coisinhas, né? O que que vem a ser a semente? A semente na parábola, ela vai representar a palavra de Deus, o evangelho, a mensagem de Jesus. Aquele que espalha é quem, gente? É o semeador. E os diferentes solos, onde a semente cai, o que que elas representam? Os diferentes solos representam de fato a condição do coração das pessoas a ouvirem a palavra de Deus. É assim que Emano nos convide a nos posicionarmos em um dos solos da parábola e a pensar sobre qual tipo de solo representa nosso coração. Então, vamos recordar os diferentes tipos de solo onde a semente caiu e vamos refletir. O solo duro onde a semente caiu à beira do caminho representa as pessoas que não aceitam a palavra por terem o coração endurecido. ouvem, mas não creem. Dessa forma, a mensagem é roubada rapidamente pelo inimigo na parábola representada pelas aves. Ou seja, a pessoa não permite que a mensagem penetre no seu coração. O solo pedregoso vai representar aqueles que recebem a palavra com alegria inicial, mas como eles não têm raízes profundas na fé, desistem diante das primeiras dificuldades, dos primeiros problemas e perseguições. parábola representado pelo sol. O solo com espinhos representa aqueles que ouvem a palavra, mas as preocupações, riquezas, os prazeres a sufocam na parábola representada pelos espinhos e vai tornar eles infrutíferos. E por fim, a gente tem o quê? A terra
presenta aqueles que ouvem a palavra, mas as preocupações, riquezas, os prazeres a sufocam na parábola representada pelos espinhos e vai tornar eles infrutíferos. E por fim, a gente tem o quê? A terra boa, né? Que simboliza aqueles que ouvem a palavra, a compreendem e produzem frutos. uns a 30, outros a 60, outros a 100, né? Tornando-se, portanto, frutíferos. Emanuel nomeia esses de homens seara, aqueles de caráter reto, de sentimentos nobres, de boa vontade, abnegados e que permanentemente buscam se melhorar e praticar o bem junto aos seus semelhantes. Vistos também como trabalhadores do Seara do Cristo, pois eles ajudam a disseminar o evangelho no coração das pessoas, principalmente pelos seus exemplos. São pessoas com qualidades morais e espirituais elevadas, que trabalham na disseminação de bons exemplos e conhecimentos. Então fica a pergunta: em qual solo você se posiciona? Já refletiram a respeito? Bom, pensando a respeito, eu acredito que nós espíritas, pelo menos aqueles que podem se dizer bons espíritas ou um verdadeiro espírita, já tá posicionado nessa boa terra, que segundo o humano, somos então homens searas. Mas será que de fato já somos o homem searas? Vamos refletir um pouquinho mais. Então, vamos recordar. Quem é o bom espírita? O que que nos traz Kardec a respeito? Pom espírita é aquele que busca colocar em prática os ensinamentos do Cristo, que busca permanentemente sua transformação moral por meio de um esforço consciente para dominar suas más inclinações. Que mais? Ele busca agir com amor, com humildade, honestidade, caridade e respeito ao seu próximo. E ele procura evoluir a cada dia. Afinal, ele já vê a vida como um processo de evolução, onde cada existência, cada encarnação é uma oportunidade pra gente crescer moralmente e espiritualmente. Então, vão recordar as palavras de Kardec-se o verdadeiro espírita por sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar suas más tendências. Ou seja, é aquele que está no caminho para se tornar um homem de bem.
palavras de Kardec-se o verdadeiro espírita por sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar suas más tendências. Ou seja, é aquele que está no caminho para se tornar um homem de bem. E quem é o verdadeiro homem de bem? Kardec também nos traz isso. Homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e de caridade na sua maior pureza. É aquele que se esforça para ser justo, compreender os outros e praticar a indulgência, respeitando sempre as convicções aleias. Ele não só perdoa as falhas aleias, mas é tolerante, indulgente, pois também reconhece suas próprias imperfeições. É assim que, buscando constantemente seu aprimoramento interior, trabalha para combater as suas imperfeições. E essa essa é a sua meta por uma vida toda. Envolve sempre questionar sua consciência e buscar de forma contínua seu aprimoramento moral por meio de ações. ações que atestam esse seu esforço, ações que refletem os valores morais já conquistados e essa atitude que lhe permite ver a todos como irmãos. Mas ele acredita também na bondade, justiça e sabedoria divina. E ele sabe que nada acontece sem que seja da sua permissão. Quer dizer, nada acontece ao acaso e por isso submete-se em todas as coisas à sua vontade. Ele tem fé pelo bem, sem esperar retorno, e retribui sempre o mal com o bem. Lembram-se das palavras de Jesus quando ele nos diz: "Sede perfeitos como o vosso Pai celestial é perfeito". É bom lembrar que somos espíritos imortais, né? Graças a Deus. Então, temos bastante tempo. A gente sabe que essa caminhada é longa, mas a gente já pode dizer que a gente conhece o caminho, né? A trilha a seguir, não é mesmo? Mas tem muito a refletir, muito a pensar. Mas vamos continuar com nosso amigo aqui, com Samuel, com as reflexões da noite do dia de hoje, né, Lu? Como a Lenira falou, nós agora vamos ao estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo com o nosso irmão Samuel, onde ele vai trazer para nós o capítulo 13 dos itens 18 a 20. Então, com você, amigo Samuel, Caríssimos irmãos, caríssimas irmãs, o
estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo com o nosso irmão Samuel, onde ele vai trazer para nós o capítulo 13 dos itens 18 a 20. Então, com você, amigo Samuel, Caríssimos irmãos, caríssimas irmãs, o nosso boa tarde. Que Jesus nos abençoe e nos envolva em seu amor. o capítulo de referência das reflexões de hoje, o capítulo 13º de O Evangelho Segundo Espiritismo, ele vai tratar especialmente da prática da caridade sem ostentação. É um guia para que nós possamos trilhar esse caminho. E antes de passarmos aos itens mencionados, gostaríamos de ler um trecho do Evangelho, no Evangelho de Mateus, que está no sermão do monte. Sermão do monte que nós encontramos em Mateus na sua inteireza, que vai do capítulo 5to com as onde começa com as bem-aventuranças até o capítulo 7, quando vai nos falar do homem eh prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Mas no item, no 14, Mateus anotou: "Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens para serem vistas, pois do contrário, não recebereis recompensa do vosso pai que está nos céus. Assim, quando derdes esmola, não façais tocar a trombeta diante de vós, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Digo-vos em verdade que eles já receberam sua recompensa. Quando derdes esmola, não sabe a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita, a fim de que as mola fique em segredo. E vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. Então, a caridade verdadeira, pelo que nós vemos aqui, é aquela caridade, é aquela prática que é feita com desinteresse completo. É um ato de virtude e que está sentada, logicamente no amor que nós a trazemos conosco. E aqui Jesus nos faz uma alerta. que quando derdes uma esmola não façais soar a trombeta como os fariseus nas sinagogas. Isso porque a época de Jesus havia um costume entre os fariseus, a quem Jesus sempre reprimia, eh, trazia reprimendas pela postura deles, que se afastavam da lei divina em favor das leis que eles haviam criado, as chamadas leis
s havia um costume entre os fariseus, a quem Jesus sempre reprimia, eh, trazia reprimendas pela postura deles, que se afastavam da lei divina em favor das leis que eles haviam criado, as chamadas leis farisaicas, eram mais de 600 leis e que não acham, não encontram a paro direto na mensagem eh dos Evangelhos e nem do Antigo Testamento, como por exemplo eh comer sem lavar as mãos. Essa é uma regra dos fariseus e não dos evangelhos ou do Antigo Testamento. que quando eles iam distribuir e as esmolas, que eles também chamavam de justiça, distribuir o socorro aos mais desvalidos da Да. igrejas das entidades religiosas ou que pregam a mensagem do Cristo ou outras mensagens, mesmo neles nós vamos ver essa presença e noutros campos da sociedade muito mais ainda. Então, quando a gente vê muitas vezes na televisão, eh, submetendo aqueles que receberam alguma ajuda, eh, mostrando que eles foram agraciados, aquilo é só vaidade. Que benefício eh surgirão eh dessa eh dessa postura eh que essas pessoas possam ter, provavelmente uma coisa bem diminuta. Então, que nós cuidemos disso, mas dos itens que foram selecionados a partir do item 18, que vão encerrar esse capítulo, nós vamos ter uma mensagem intitulada Os órfãos. Essa mensagem foi trazida por um espírito que se assina Jules Morim ou Moran em francês e era um espírito desconhecido à época de Alé Kardec. Ele vai fazer essa observação na revista espírita, porque no Evangelho Segundo Espiritismo que ele coloca essa mensagem, ele não traz o nome do Espírito. Ele vai fazer referência a ela na revista espírita de novembro de 1860, que foi quando ela foi recebida. Allan Kardec utiliza a revista espírita como laboratório. Então, nós vamos encontrar muitas mensagens. Eh, também muitas vezes as dissertações de Allan Kardec sendo transferidas para as obras que nós chamamos da codificação. E essa é uma das mensagens que ele trouxe para Ara o Evangelho. E ele faz uma observação abaixo dessa mensagem que intitula Os órfãos para dizer que aquele era um
bras que nós chamamos da codificação. E essa é uma das mensagens que ele trouxe para Ara o Evangelho. E ele faz uma observação abaixo dessa mensagem que intitula Os órfãos para dizer que aquele era um espírito desconhecido e que nós podemos obter boas comunicações, mesmo com espíritos que não tenham uma representatividade na humanidade. Não precisa ser um Sócrates, ser um Santo Agostinho, ser um espírito que na terra deixou uma história vasta de amor, de sabedoria também, de caridade. Qualquer alma pode trazer a sua contribuição e muitas vezes são espíritos muito elevados. Então ele chama a atenção que escolheu essa mensagem que é a única mensagem sobre os órfãos, aliás, na obra de Kardec. por para chamar também essa atenção. Mas havia um outro motivo também para Allan Kardec trazer essa mensagem dentro do Evangelho, segundo o Espiritismo. A Europa na época ainda tinha um grande contingente de órfãos. Esses órfã na Europa eram oriundos de quê? Eles eram oriundos das guerras, como por exemplo as guerras napoleônicas. deixaram muitos órfãos. As epidemias, as pestes também deixaram muitos órfãos. Também quando nós mergulhamos, a revolução industrial fez com que muitos abandonassem os seus filhos pequenos, porque trabalhavam horas e horas, ou morriam, ou as crianças ficavam a solta. Então, havia um problema muito grave na Europa a época e que existe ainda no mundo, mas em especial por conta eh desses fatores aqui no Brasil. Hoje nós sabemos que por conta da pandemia o número de órfã subiu bastante. Muit muitas crianças viram os seus pais desencarnarem ou só tinha um pai ou a mãe desencarnaram. A grande maioria, é certo, a família tá cuidando, mas são eventos que acontecem na sociedade só pouco a pouco. Essas questões vêm se melhorando, porque na época as iniciativas que existiam para cuidar dos órfãos, elas eram quase que exclusivamente eh do setor privado. eram algumas pessoas que faziam esse trabalho de socorrer os órfãos. Não havia uma política institucional, não havia
iam para cuidar dos órfãos, elas eram quase que exclusivamente eh do setor privado. eram algumas pessoas que faziam esse trabalho de socorrer os órfãos. Não havia uma política institucional, não havia política de governo, mas pelo contrário, muita gente eh tomava aquelas crianças pensando que elas serviriam ao trabalho com um custo muito menor. Então, muitas dess desses meninos e meninas eh tinham a infância reduzida porque eram logo colocado no trabalho. Então, era um problema social e Allan Kardec com os espíritos tinham essa preocupação com o que acontecia em torno dele aquela época, ou seja, os problemas sociais da época, assim como Jesus também os teve, porque Jesus, o trabalho de Jesus, ele foi sempre inclusivo. A gente quando olha, por exemplo, eh, o socorro que ele prestava aos doentes, normalmente nós somos levados a nos deter no milagre. E se avançamos um pouco mais, vamos nos detervia uma preocupação para além dessa. Também vai nos dizer, nós temos no Evangelho de Mateus, quando Jesus cura o leproso, a lepa, a época de eh do Cristo, era uma coisa muito séria. aquele que tinha afecção na pele, toda a doença de pele era chamada de lepra a época. Aquele que tinha problema de pele tinha que se mostrar ao sacerdote. Tá lá no Levítico, no livro três do Pentateuco de Moisés. Então, aquele que tinha lepra se mostrava ao sacerdote. Uma vez na semana seguinte, ele vinha para se mostrar. Na outra semana ele retornava e se aquela afecção não houvesse desaparecido, ele era banido da vida em sociedade. Ele ia viver fora dos muros da cidade, os cabelos desgrenhados, as roupas muitas vezes eram até rasgadas. Na idade média já se colocava chucalho nos leprosos para que as pessoas ouvinem a distância. não devolver essas pessoas à sociedade. Então, quando ele entra na cidade de Jericó, ele vai curar o cego. Ele tinha essa finalidade. Quando ele cura o leproso, ele lembra de não fazer o bem com ostentação. Tá lá em Mateus. Ele diz: "Vai e não digas a ninguém o bem que recebeste, mas vai te mostrar
o cego. Ele tinha essa finalidade. Quando ele cura o leproso, ele lembra de não fazer o bem com ostentação. Tá lá em Mateus. Ele diz: "Vai e não digas a ninguém o bem que recebeste, mas vai te mostrar ao sacerdote." Ora, por que que Jesus diria para aquele que fora leproso, que foram curado da lepra, não espalhar o bem que havia recebido, mas se mostrar o sacerdote parece algo antagônico, mas não se mostrar, não dizer às pessoas era essa questão da caridade sem ostentação. mostrasse ao sacerdote, é porque Levítico, no capítulo seguinte a esse que o leproso tinha que se mostrar e depois ia viver fora da sociedade para que pudesse voltar à sociedade, se um dia ficasse curado, ele tinha que se mostrar ao sacerdote que iria é uma espécie de agente de saúde pública, iria verificar a sua situação. E se ele sim estivesse curado, ele poderia voltar a ter a sua vida em sociedade. Então, o trabalho do Cristo era inclusivo. Quando ele cura o cego, normalmente eles participavam na sinagoga, aqueles que sabiam ler, liam os textos, muitos dele. O cego não podia. Jesus devolve a vida em sociedade quando ele cura a mulher hemorroíça, aquela que mais tarde vai enxugar o suó do seu rosto na subida do Golgota, que a igreja eh chama de Santa Verônica. Verônica tem o vel de Verônica. Verônica vem de Vero Íconey ou verdadeira face, a verdadeira face de Jesus. é aquele personagem. Então, quando ele cura essa mulher hemorroíça, ela era proibida de frequentar o templo, porque o templo tinha uma área reservada às mulheres, chamada de átrio das mulheres, mas ela não podia frequentar porque a hemorragia dela não cessava. Então, quando Jesus a cura, a devolve, devolve a sua vida em sociedade. Então, era um trabalho inclusivo, mas a época os órfãos eles eram ou abandonados ou utilizados como elementos para o trabalho. Então, então nós vamos ver a mensagem que diz assim: "Meus irmãos, amai os órfãos. Se soubesses quanto triste ser só e abandonado, sobretudo na infância, Deus permite que haja órfãos para
o trabalho. Então, então nós vamos ver a mensagem que diz assim: "Meus irmãos, amai os órfãos. Se soubesses quanto triste ser só e abandonado, sobretudo na infância, Deus permite que haja órfãos para exortar-vos a serviros de paz. Que divina caridade amparar uma pobre criaturinha abandonada, evitar que sofra frio e mais importante, dirigir-lhe a alma a fim de que não desgarre para o vício. Aí vem esse trabalho moral daqueles que realmente fazem a caridade, daqueles que realmente se entregam ao serviço de assistência. aqueles que mais necessitam. Então, os órfãos, eles representam, não só, aí nós podemos ampliar, não só aqueles que não têm hoje o a presença eh física do pai e da mãe, o que realmente é uma coisa eh dolorosa, com certeza, e difícil, especialmente se não encontra amparo, se não encontra apoio, eh, daqueles com quem convive. Isso é fato. Mas o serviço daquele que assiste vai bem mais além de conduzir essas almas para Deus. Ou seja, é uma dedicação, realmente é uma prática do bem. E nós às vezes ouvimos mesmo no meio espírita, as alguns dizem assim: "Mas o espiritismo não é religião". Não sei se vocês já ouviram dizer mesmo no meu espírito que o espiritismo não é religião ou que não precisamos disso, que a caridade não precisa disso, mas é a bandeira da doutrina espírita. E Allan Kardec, eh, numa fala dele que tá registrada na revista espírita de dezembro de 1868, essa, esse pronunciamento dele foi no dia 1eo de novembro daquele ano que ele sempre fazia na sociedade parisiense de estudos espíritas. Ele em determinado momento, ele vai dizer: "Se me perguntarem se o Espiritismo é uma religião, eu direi que sim". São palavras de Allan Kardec. E ele vai explicar que não é uma religião no sentido, na conotação que era dada a palavra à época de uma coisa hierarquizada, com chefes e subalternos, com rituais, com cultos. O espiritismo, de fato, não é uma religião sobre esse aspecto, mas sobre o aspecto filosófico e moral, sim, e religa o homem a Deus. Nós não temos
a, com chefes e subalternos, com rituais, com cultos. O espiritismo, de fato, não é uma religião sobre esse aspecto, mas sobre o aspecto filosófico e moral, sim, e religa o homem a Deus. Nós não temos ritual, nós temos uma ordem, porque toda a sociedade para bem funcionar, ela precisa ter uma ordem, precisa ter, digamos assim, um regimento interno e é preciso, senão, como se diz, vira o samba do doido. Então, a gente tem que ter uma ordem e é isso que tem. Tem um presidente, vice-presidente, diretores e por aí vai. mas por uma necessidade de organização. Então, Allan Kardec faz essa observação e nessa mesma fala de Allan Kardec, ele tem uma frase que acho extraordinária. Ele vai dizer: "A caridade é a alma do Espiritismo." São palavras de Kardec. A caridade é a alma do espiritismo e acrescenta no mesmo parágrafo, de tal modo que podemos dizer que não existe verdadeiro espírita sem a caridade. Ou seja, a caridade é a alma do espiritismo. Então, quando nesse capítulo que ele vai nos falar junto com os espíritos Allan Kardec sobre a caridade sem ostentação, nós eh vamos entender a presença da mensagem sobre os órfãos nesse capítulo, porque é a prática da caridade e deve ser inteiramente desinteressada. Então, nós precisamos ver sobre esse ponto de vista. Aqueles que leem no livro um pouquinho mais além da letra perceberão isso. Mas nós somos espíritas e o espiritismo nos auxilia a ver um pouco mais adiante. Nós aprendemos com o espiritismo ou reaprendemos que muitas dessas noções nós já as tivemos noutras encarnações ou no mundo espiritual. vem nos lembrar essa mensagem, esse espírito da reencarnação. Não estamos na terra pela primeira vez e provavelmente não seja a última, já que o espírito precisa se depurar, alcançar a condição de espírito puro para não mais necessitar reencarnar. E ficando aqui na terra, nós vamos reencarnando. Então, nós já convivimos em outros momentos, em outras vidas, e vamos conviver noutras, certamente. Então, o espírito vai nos chamar atenção
eencarnar. E ficando aqui na terra, nós vamos reencarnando. Então, nós já convivimos em outros momentos, em outras vidas, e vamos conviver noutras, certamente. Então, o espírito vai nos chamar atenção nessa mensagem, que aquela criança que nós socorremos, aquela criança que nós acolhemos, pode ter sido numa outra encarnação o nosso pai. Pode ter sido a nossa mãe, o nosso filho muito querido, o nosso irmão, o nosso amigo. E se nós negarmos a assistência aqueles que mais precisam e quando desencarnarmos descobrirmos que ali era a nossa mãe, como nós vamos ficar? Então o espiritismo vem trazer mais luz sobre essa questão, porque por meio da reencarnação nós somos solidários. A reencarnação é que faz com que seja verdadeiro que nós somos todos irmãos, que nós somos filhos de Deus, que nós somos uma só família. Sem a reencarnação não compreenderíamos isso. Então, assistir os órfãos é assistir naturalmente aqueles que muitas vezes nos foram entes muito queridos e por isso estão ali batendo na nossa porta, já que o acaso não existe. Há sempre uma programação divina. Embora nós podemos ferir essa programação enquanto estamos vivendo aqui na terra, porque nós temos livre arbítrio, embora limitado, porque o livre arbítrio absoluto só de Deus, nós podemos ferir essa programação. Mas quando a gente fere a própria lei e os espíritos, se encarregam de contornar para que mais adiante isso aconteça às vezes na própria existência. Então, há esse trabalho do mundo espiritual superior para que nós possamos ir cumprindo da melhor maneira possível os nossos compromissos. Então, atender uma criança nessa necessidade de qualquer outra pessoa, podemos estar atendendo sim uma pessoa muito querida ou podemos estar deixando de atender. Mas devemos lembrar aqui que não existe só os órfãos dos pais biológicos. Nós temos órfãos de carinho, de atenção, de amor, de assistência espiritual. Nós mesmos, quantas vezes nos assistimos, nos sentimos órfãos de amizades, de um ombro amigo. Todos nós em algum
iológicos. Nós temos órfãos de carinho, de atenção, de amor, de assistência espiritual. Nós mesmos, quantas vezes nos assistimos, nos sentimos órfãos de amizades, de um ombro amigo. Todos nós em algum momento da vida, é possível nos sintamos assim, porque dizem já de muito e nós encontramos nos textos que a terra é um vale de lágrimas. Então aqui não há quem não chore por um motivo ou por outro. O motivo pode ser muito importante ou até não ser tão importante, mas a Terra é um mundo ainda de provas e também de expiação. E é interessante quando a gente olha o Evangelho Segundo o Espiritismo, quando fala da classificação dos mundos, que traz lá mundos regeneradores, lá vai dizer que os espíritos que estão encarnados nesses mundos regenerador ou de regeneração, eles ainda passam por provas, mas não existe mais expiação, porque se tiver expiação é prova e espiação. Tem gente espiando na terra ainda tem. Nós estamos às portas da regeneração. A gente já sente o bafejo desse novo momento. E aí temos que cuidar para permanecermos aqui, porque aí haverá separação do joio e do trigo. As almas que não acompanharem esse processo evolutivo vão reencarnar imundos compatíveis com a sua natureza. espiritual para que a terra prossiga. É como se nós tivéssemos, por exemplo, uma escola aqui que fosse até o nono, o nono ano, como tem hoje. No meu tempo era primeiro grau, até o 9o ano. A partir do ano que vem, ela vai ter só o segundo grau. Não tem mais essas turmas anteriores. Ah, mas teve alguém que foi reprovado no nono ano. Foi, foi. Então vai para outra escola, não fica abandonado, porque a bondade divina não abandona ninguém, mas vai para outros mundos. É a separação do joio do trigo. Uma separação puramente moral, eh, intelectual, é uma separação magnética. É interessante quando a gente vai lá no no apocalipse de João, o pessoal fala muito do planeta chupão, né? Ou do absinto, como tá escrito dentro do evangelho, o nome é abscinto. Tem até uma bebida com esse nome. Deve ser um verdadeiro
lá no no apocalipse de João, o pessoal fala muito do planeta chupão, né? Ou do absinto, como tá escrito dentro do evangelho, o nome é abscinto. Tem até uma bebida com esse nome. Deve ser um verdadeiro apocalipse essa bebida. Eh, e João vai dizer, quando ele foi arrebatado em espírito, ou seja, ele se desdobra, ele sai fora do corpo. E é fora do corpo que ele recebe as informações que estão no Apocalipse. Ele diz que serão vistos no céu dois só tão semelhantes que difícil será identificar o nosso. Esse sol diz que é um planeta errante que vem em busca aí de uma órbita e vai passar próximo da Terra, próximo no sentido eh eh digamos assim astronômico. Portanto, não é raspando a terra, mas alguns pensadores dizem que o lado da terra que tiver voltado para esse mundo que é primitivo, ainda incandescente, será crestado pela temperatura elevada, mas a humanidade não desaparece. E quando ele passar, aqueles espíritos, aquelas almas que ainda pulsam na revolta, no ódio, no rancor, no ciúme, na inveja, na maledicência, na concupscência, por uma questão física, vibratória, porque a gente sabe que o nosso pensamento ele é energia em movimento. Eles serão atraídos para esse mundo primitivo pela semelhança das energias. Então, nós nos aproximamos dessas mudanças e elas são feitas, na verdade, paulatinamente. Cada alma vai encontrando o seu caminho. Por isso, nós precisamos estar atento a essas lições da caridade. E a gente, mas qual é o propósito do espiritismo? Allan Kardec disse: "A caridade é a alma do espiritismo. E nós temos dentro do evangelho, fora da caridade não há salvação. Por quê? Porque a caridade é a quinta essência da virtude. Mostra que nós já nos libertamos do egoísmo, da maldade, eh do orgulho, da vaidade, ou seja, há esse crescimento da alma. Então, nós precisamos avançar. Mas mesmo que a gente faça o bem com desejo de fazer o bem, que Allan Kardec vai classificar a caridade eh de duas formas. Nesse nessa fala que ele fez na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, ele diz
esmo que a gente faça o bem com desejo de fazer o bem, que Allan Kardec vai classificar a caridade eh de duas formas. Nesse nessa fala que ele fez na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, ele diz que há a caridade beneficente, se assim se pode dizer, e há a caridade benevolente. A caridade beneficente é aquela que está diretamente proporcional aos nossos recursos materiais. Nós fazemos aquilo que podemos, metemos a mão no bolso e cooperamos com o que podemos ou dividimos o pão que temos à mesa. Ou seja, a caridade beneficente tem a ver com recursos materiais. Mas tem uma outra caridade que ele vai chamar a atenção para nós, que essa inteiramente da alma é a caridade benevolente. E o que é a benevolência? é a prática do bem, é o desejo de querer fazer o bem. Ou seja, tanto rico como pobre pode fazer a caridade benevolente a infinito, porque ela não carece de recursos materiais. E é essa caridade que realmente vai nos transformar. Mas lógico que nós, se nós tivermos essa caridade benevolente, nós faremos a caridade beneficente. Se ainda não temos a caridade beneficente, vai nos conduzir à caridade benevolente, porque é um processo. Então, Allan Kardec perguntou aqui aos espíritos assim: "Que se deve pensar dos que, recebendo a ingratidão em paga de benefícios que fizeram, deixam de praticar o bem para não topar com os ingratos, que são os benefícios pagos com a ingratidão." Ah, eu fiz isso para fulano. Fulano foi muito ingrato, nem me agradeceu. Eu não faço mais nada para ele. Essa caridade ainda não é a caridade benevolente. Porque a caridade benevolente, ela não perde nada em troca. Ela não espera nenhuma recompensa e nem se incomoda se aquele que recebeu benefício não lhe vem agradecer porque não está à espera de aplausos, de reconhecimento. E sabe ainda mais, o espiritismo sempre nos auxilia a compreender mais as coisas. Os espíritos vem nos dizer que, embora hajam aqueles ingratos, o bem que lhes foi feito não se perde, porque no mundo dos espíritos, em algum
piritismo sempre nos auxilia a compreender mais as coisas. Os espíritos vem nos dizer que, embora hajam aqueles ingratos, o bem que lhes foi feito não se perde, porque no mundo dos espíritos, em algum momento, ele vai lembrar daquilo e aquilo vai ajudar a operar a sua transformação íntima. Então, o bem que nós fazemos aos outros para nós está sempre presente e para eles também nunca vai desaparecer, porque um dia esses espíritos já no processo de mudança, eles vão refletir e isso vai levá-los também a querer fazer o bem. E fazer o bem é a maneira que nós temos de nos aproximarmos do Cristo, de nós realmente estarmos mais próximos de Deus. E é por isso que nós vamos encontrar eh nas bem-aventuranças que os puros de coração verão a Deus. Mas esse verão a Deus não é nem ver Deus, o criador, é o ver Deus em todas as coisas, em todas as criaturas, em todas as pessoas, porque nós somos essa emanação divina e a caridade é essa emanação de Deus. Então, não devemos nos preocupar com a ingratidão quando nós fazemos o bem. Por quê? Porque devemos fazer o bem desinteressadamente. Então isso não nos importa. O ingrato vai se ver com a própria consciência amanhã depois. E nós vamos pensar que aquilo vai lhe dar algum proveito a partir de agora e não ficar desejando que ele tropece aqui, porque às vezes a gente acha que perdoou, mas secretamente quando desencarnar a gente ainda quer e disfarça. Eu tenho um amigo que desencarnou agora há pouco tempo, assim como irmão, meu tempo de juventude e ele dizia: "Eu perdoo, mas antes eu dou uma lapada". Ele dizia assim: "Ele parecia um centurião romano, mas era só da boca para fora." Mas tem gente que realmente é assim e nós muitas vezes queremos agir assim, porque nós somos um misto de sombra e luz. Nós não somos sombra, mas também nós não somos luz. A gente tá ainda indeciso como aquela criança que está aprendendo a caminhar. Não conseguimos correr ainda, mas devemos ter presente que como vamos fazer o bem desinteressadamente, a ingratidão daqueles que recebam algum
eciso como aquela criança que está aprendendo a caminhar. Não conseguimos correr ainda, mas devemos ter presente que como vamos fazer o bem desinteressadamente, a ingratidão daqueles que recebam algum benefício não nos preocupa a mente e muito menos o coração. Mas Allan Kardec, finalizando esse capítulo, ele vai trazer ainda uma outra questão que é respondida pelo espírito de São Luís, uma mensagem dada em Paris em 1860. São Luís, que segundo Divaldo Pereira Franco, revelação dele, é o guia espiritual da França, assim como Ismael é o guia espiritual do Brasil, São Luís é o guia espiritual da França e também, digamos assim, era aquele espírito mais próximo da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritos, tá sempre presente. E Allan Kardec perguntou a beneficência exclusiva, que é o item 20, é acertado, é acertada a beneficência quando praticada exclusivamente entre pessoas da mesma opinião, da mesma crença ou do mesmo partido? Nós que já lemos alguma coisa sobre o espiritismo hoje, já sabemos que isso é incorreto. Nós não podemos fazer o bem somente aqueles que pensam como nós, que sentem como nós, que são do nosso partido. Ah, se é da minha igreja, tá aqui. Se não é, se é da minha família, tá aqui, se não é. E o povo ainda inverte as coisas. diz eh Mateus primeiro os teus. E não é verdade. Os teus são todos. Jesus disse que nós somos uma só família. Deus é único. Todo mundo é filho de Deus. Nós temos alguns que ainda estão mais eclipizados pela razão ou no sentimento, mas são nossos irmãos. E ontem nós já fomos assim. Emanuel aqui nos diz em uma mensagem pelo Chico Xavier que os santos de hoje foram os demônios do ontem e os demônios do hoje serão os santos do amanhã. Isso é evolução. Então, se nós já estamos aqui sentados meditando sobre evangelho, sobre a mensagem espírita que vem reviver para nós o evangelho, mas onde estávamos 500 anos atrás? Porque aquela época a maioria das pessoas viviam nas guerras. de de conquista. Hoje nós temos guerra ainda, mas ela tem mais outros motivos.
er para nós o evangelho, mas onde estávamos 500 anos atrás? Porque aquela época a maioria das pessoas viviam nas guerras. de de conquista. Hoje nós temos guerra ainda, mas ela tem mais outros motivos. Mas aquela época o vizinho brigava com vizinho a aldeia com a outra. Nós éramos espíritos profundamente atrasados. Muitos de nós. 2000 anos atrás nós, a humanidade terrena, crucificamos. Nós prendemos, maltratamos, perseguimos e crucificamos aquele que é a luz do mundo, que é o nosso governador planetário, que é o Cristo. É aquele que veio para dizer para nós qual caminho devemos seguir e que já estava previsto, como nós vamos encontrar, por exemplo, em Daniel, no capítulo séo no Antigo Testamento, quando ele fala das suas visões e diz: "E foi visto nos céus um como que filho do homem. um como filho do homem, a quem foi dado todo poder sobre a terra, e todos os reis e nações o obedeciam, ou seja, ele coordenava todos eles. E o interessante é que a gente mergulha nos evangelhos, o único título a que Jesus se deu foi o de filho do homem. Ele nunca se disse filho de Deus, príncipe da paz. Isso é não. Ele sempre referia a si próprio como sendo o filho do homem. Ou seja, esse filho do homem que é o Cristo, é esse governador que tá lá em Daniel no capítulo séo. E ele veio para quê? veio para ensinar o caminho. Ele que vai dizer, nós vamos encontrar isso no Evangelho de João, no capítulo 8, quando ele diz: "Minha não é essa doutrina, mas daquele que me enviou". Porque ele vem falar eh daquilo que ele ouviu de Deus, ou seja, porque ele já tem essa proximidade e vai dizer para nós que o caminho da nossa redenção é esse caminho do amor. Então, que nós possamos assistir o ófano, ah, mas eu não posso ter um órfão na minha casa, mas eu posso contribuir com alguém que tenha, eu posso contribuir com alguma instituição que preste algum socorro. alguém mais necessitados, eles às vezes são órfão do pão até. Então eu vou estender a minha mão para que eles possam ter alimento, ter uma vestimenta,
com alguma instituição que preste algum socorro. alguém mais necessitados, eles às vezes são órfão do pão até. Então eu vou estender a minha mão para que eles possam ter alimento, ter uma vestimenta, sabendo que nós somos filhos do mesmo pai. E ali pode estar um espírito muito mais adiantado do que nós, muito mais elevado. Um espírito às vezes que tá em missão dentro da família. Os membros da família são espíritos mais comprometidos com a lei, mas Deus, no seu amor infinito, pega aquela alma que já avançou muito e diz: "Olha, você quer ajudá-los?" "Ah, eu vou. Olha, vai ter muita luta, isso e isso não, mas eu vou para ajudá-los". E é o esteio moral, é o sustentáculo daquela família. Então, muitas vezes, aquele que tá ali é muito, mas muito mais adiantados do que nós. E por que nós lembramos isso? Para combater o nosso orgulho, a nossa vaidade, achar que nós podemos ser melhores, nós podemos até estar em melhores condições materiais aqui na terra. Talvez até porque ainda não consigamos arcar com todas as dívidas que nós temos. Tem um ditado popular que diz que Deus dá o frio conforme o cobertor e o fardo é dado conforme cada um já pode levar. Que nós aceitemos o Cristo. Nós estamos vivendo no mês de dezembro em que as pessoas se reaproximam. Muitas vezes aqueles que estão distanciados por alguma algum mal entendido ou alguma richa à vez no no no campo familiar se reencontram e fazem promessa de reconciliação. É a presença do Cristo mais próximo da gente. E qual é esse fardo de Jesus? Qual é o fardo? Tá lá no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo no Cristo Consolador. O fardo do Cristo é a lei de amor. E esse fardo, ele é suave e é leve porque impõe como obrigação a prática da lei. Por isso é o fardo eh leve do Cristo, é suave. E é esse fardo que vem nos propor esse capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Não saiba a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita. Essa mão esquerda, nós podemos simbolizar pelo nosso eh o eu e o ego, que o ego não saiba o que
apítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo. Não saiba a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita. Essa mão esquerda, nós podemos simbolizar pelo nosso eh o eu e o ego, que o ego não saiba o que eu, o que o eu tá fazendo, que a coisa seja mais profunda, que Jesus nos abençoe, que nesse mês de dezembro nós possamos eh caminhar com ele, fazer promessa a nós mesmos, não promessas externas, de melhorar um pouco. Não precisa melhorar muito não, porque não vamos talvez conseguir e nem ficar orando demais. É como uma amiga minha, ah, mas eu tô rezando o dia todo. Eu digo: "Você vai passar do céu". Quer dizer, nós precisamos é fazer um pouquinho mais, né? e melhorar a cada dia para encontrarmos a paz e a felicidade. Muito obrigado. Jesus nos abençoe. Bastante reflexões, não é mesmo? que recebemos nessa tarde. Somos imensamente gratos, né, por estarmos aqui recebendo esse convite, o convite de praticarmos a caridade, o amor, o perdão. Mas nós vamos chegando ao final da nossa primeira parte. Nós agora nós vamos fazer a nossa prece. Após a prece nós teremos o passe. Aqueles que desejarem receber o passe poderão permanecer sentados em seus lugares que irão sendo chamados. Então vamos orar, meus irmãos. Vamos mais uma vez elevar os nossos pensamentos a Deus, a Jesus, e esquecermos dos nossos momentos difíceis. e nos juntarmos a Jesus, primeiramente agradecendo a ele as nossas vidas, por estarmos aqui encarnados, por estarmos em família, por estarmos nesta casa que nos acolhe, que nos direciona à nossa Federação Espírita Brasileira, por estarmos estudando o teu evangelho, Senhor. Somos sedentos, Senhor, destes teus ensinamentos. E quando Jesus nos sintonizamos e recebemos os ensinamentos, nós somos banhados pela tua luz, porque nos aproximamos de ti, Senhor, porque deixamos que os teus emissários, os espíritos Amigos, nos acolhe banhando sobre nós as boas energias, Jesus, os fluidos em que nós necessitamos, Senhor, das nossas dificuldades. Muit das vezes, senhor, físicas,
ue os teus emissários, os espíritos Amigos, nos acolhe banhando sobre nós as boas energias, Jesus, os fluidos em que nós necessitamos, Senhor, das nossas dificuldades. Muit das vezes, senhor, físicas, as dores morais são tantas dores, Senhor. São tantas imperfeições, mestre amado, que temos. Mas nós, Senhor, te sentimos mestre. Nós queremos te amar. Nós queremos te seguir, Senhor. Ajuda-nos, Mestre, nos acolhe, nos carecia. Deixa-nos banhar no teu amor, Senhor. E esta luz, mestre amado, que nos envolve, que clareia sobre nós, que ela pode, Senhor, também chegar aos nossos lares, chegar a todas as pessoas que vêm em nossas mentes, os seus nomes, os seus semblantes. Sejam eles, Jesus encarnados ou desencarnados, mas que o teu amor esteja com todos nós, esteja com todos os mundos habitados, com o nosso planeta Terra. Permaneça conosco, Jesus. Permaneça conosco, amigos espirituais, os nossos anjos da guardas, os nossos guias espirituais. E que assim seja Jesus. Mais uma vez que todos nós teremos um bom final de tarde, uma boa semana que se inicia com votos de muita paz a todos. Aliás, já estamos iniciando a noite, né? Uma boa noite, já são às 18 horas. Fiquem bem e fiquem com Deus. เฮ
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