A ingratidão dos filhos e os laços de família, com Marcos Bragatto | Palestras Virtuais FEB
Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: A ingratidão dos filhos e os laços de família. ESE, cap. 14, item 9. Palestrante: Marcos Bragatto Direção: Maria de Lourdes Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br
Estimadas irmãs e irmãos, amigos queridos, boa tarde. Vamos começar o nosso encontro, o nosso estudo desta tarde, deste domingo, né, que hora chove, hora abre um sol, agora tá um sol, eu tava vindo para cá, tava uns respingo de chuva, agora eu óleo, tá o sol aí, mas tá um dia ótimo, né? Bom, não tá o calorão. Eu tô até dando, falando isso para os nossos irmãos que estão em outros estados, ligado pela pela nossa FEB TV, pela internet que com estão assistindo. Então, também sejam todos muito bem-vindos ao nosso encontro desta tarde. Nós agora vamos fazer a nossa prece, depois nós teremos o nosso estudo, né? Como sempre, uma página preparatória, Emmanuel trazendo as suas reflexões para nós. Depois o Evangelho Segundo o Espiritismo, que esse é um estudo que Dr. Bezerra de Menezes implantou para nós ainda há muito no século passado, né? Então, e seguimos no estudo do Evangelho de Jesus. Vamos então fazer a nossa prece elevando os nossos pensamentos a Deus, a Jesus, acalmando os nossos corações, as nossas mentes. E vamos então, amigos queridos, irmãos, receber o nosso Jesus vindo ao nosso encontro, trazendo para nós o seu olhar manso e tranquilo, a sua serenidade, e nos banhando de luz. Aqui nos encontramos, Jesus, com os corações agradecidos por esta oportunidade que esta casa nos oferece a nossa Federação Espírita Brasileira. E assim, Jesus, com esses sentimentos de gratidão, nós te suplicamos a assistência amiga dos teus mensageiros, os espíritos queridos, que eles possam intuir e orientar os nossos irmãos que vão trazer para nós os teus ensinamentos que nós, Senhor, temos tanta sede, porque ainda estamos caindo, ainda levamos conosco o orgulho, a vaidade e tantas imperfeições, Senhor. Já temos você conosco nos nossos corações e cheios de vontade, Senhor, de te seguir. Fica conosco, Jesus. Fica conosco, amigos espirituais. E em teu nome, Senhor. E em nome de Deus, nosso Pai, nós então pedimos permissão para dar início ao nosso encontro deste final de tarde, dando graças a
onosco, Jesus. Fica conosco, amigos espirituais. E em teu nome, Senhor. E em nome de Deus, nosso Pai, nós então pedimos permissão para dar início ao nosso encontro deste final de tarde, dando graças a Deus. Então, meus irmãos, nós agora nós teremos a leitura e o comentário de o livro Palavras de Vida Eterna com o nosso amigo e irmão aimar. >> Boa tarde a todos. O livro Palavras de vida Eterna da coleção Fonte Viva pelo espírito Emanuel e Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Lição 63. No campo da vida. entesourando para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possa alcançar a verdadeira vida. Paulo, primeira carta ao Timóteo, capítulo 6, versículo 19. Se te encontras interessado no próprio aperfeiçoamento, aproveitar é a palavra de ordem. Repara o exemplo da natureza. O pão que te serve é a essência de muitos envoltórios que tornaram para o quimismo da gleba. O clima reconfortante do lar é produto da limpeza constante. Se pretendes avançar ao encontro do melhor, despoja-te do inútil. Muitos aspiram à tranquilidade, apegando-se à inquietação, enquanto outros, muitos, pretendem a primazia da fé, rendendo a negação de si próprios. Querem a paz, guardando-se irritadiços e anseiam pela segurança do bem, afirmando-se eles mesmos tão endividados com o mal que não lhes sobra leve possibilidade de consagração à virtude. É natural estejamos nós sobre a carga de avelhantados problemas. Herdeiros de passado culposo, é preciso revisar as próprias tendências e ajuizar quanto as nossas necessidades para que não estejamos tateando na sombra. Contudo, se aspiramos a melhor amanhã, Contudo, se aspiramos a melhorar amanhã, é forçoso sermos melhores ainda hoje. Para isso, não vale simplesmente partilhar o trabalho geral, mas selecionar a experiência comum, assimilando-lhe o ensinamento. Não sintonizarás a antena do coração com as mensagens de toda parte. Recolherás aquelas que te enob enobreçam. Não comprarás aflições. Preocupa teás com que for justo. Não te esqueça, pois, de que viver é atributo
rás a antena do coração com as mensagens de toda parte. Recolherás aquelas que te enob enobreçam. Não comprarás aflições. Preocupa teás com que for justo. Não te esqueça, pois, de que viver é atributo de todos, mas viver bem é o caminho de quantos se dirigem. Leais ao bem para a divina luz da vida real. Toda a mensagem da doutrina espírita dos Evangelhos na interpretação agora de Emmanuel, sempre há uma convocação para que nós possamos assumir a verdadeira identidade de nós mesmos. que que somos espíritos eternos. Muitos de nós ainda nos equivocamos, esquecemos desta, deste princípio que somos espíritos eternos e andamos aqui na terra como se o corpo nunca fosse perecer. É natural que a matéria e o espírito são dois princípios. Mas a verdadeira vida é a vida espiritual. E nós muitas vezes nós nos equivocamos, nós alimentamos apenas da matéria, buscamos o crescimento apenas horizontal e esquecemos do verdadeiro crescimento que é vertical em busca do mais alto. e os espíritos em toda a leitura que fazemos, seme sempre nos chamando atenção para que possamos despertar para essa verdade universal, que somos espíritos eternos e muitas vezes esquecemos disso. Nós estamos muito mais preocupados com terra a terra do que com a a obrigação de grangearmos elementos, grangearmos valores morais, espirituais, que vai fazer com que possamos crescer espiritualmente e chegar no mundo espiritual melhor do que nós entramos. Nós esquecemos também que muitos, muitos espíritos amigos intercederam para que pudéssemos estar encarnados. Hoje sabemos que é difícil reencarnar. Se fosse 70, 80 anos atrás, as mulheres naquela época tinham 10, 15, 20 filhos e até mais. Hoje é natural em razão do mundo, é das escolhas que é sempre livre arbítria. As mulheres têm um, dois filhos, três no máximo. E nós precisamos reencarnar. tem um grupo de espíritos conosco que precisa passar por essa experiência. Então, estar encarnado é um privilégio. Muitos investiram em nós, foram nossos tutores, avalizaram a nossa encarnação.
arnar. tem um grupo de espíritos conosco que precisa passar por essa experiência. Então, estar encarnado é um privilégio. Muitos investiram em nós, foram nossos tutores, avalizaram a nossa encarnação. E quantos animais, aves, bovinos, caprinos sacrificaram para a nossa alimentação. Não só a carne, mas também os seus derivados. Olha o investimento do mundo espiritual e também a doação dos irmãozinhos menores para que estejamos vivos aqui hoje. A doutrina espírita nos chama atenção para que nós não esqueçamos dessa máxima, que somos espíritos eternos. E esta é mais uma experiência de tantas outras que nós já passamos e teremos tantas outras também para o crescimento. É evidente que ninguém sairá daqui anjo, né? Poucos conseguirão, mas eh nós temos a obrigação de caminharmos um pouco mais, sermos menos egoístas, menos materialistas, menos orgulhosos, menos avarentos e angarear aos poucos as virtudes que realmente vai fazer com que nós cresçamos espiritualmente, que é o amor ao próximo, a caridade, a humildade e tantos outros. que nós eh vamos conquistando ao longo do caminho e implantar o evangelho onde quer que nós estejamos. Nós não precisamos eh dar palestras, ser pastores, padres para poder implantar o evangelho do Cristo. Mas nós podemos colaborar com o seu evangelho sendo um bom pai, um bom filho, um bom marido, esposa, irmão, um profissional decente. Fazendo isso, nós estamos construindo o reino de Deus aqui na terra. E é aos poucos que nós vamos através desses ensinamentos, buscando passar pela porta estreita, que a luta é conosco mesmo, a renúncia do dia a dia com sacrifício das nossas mazelas, o nossos o nosso passado tenebroso que graças a Deus nós não lembramos porque senão enlouqueceríamos. Mas nós temos a possibilidade, sim, mesmo imperfeito ainda, palmilhar um pouco mais, caminhar um pouco mais rumo à nossa própria redenção. Que Jesus possa estar conosco nessa caminhada e estará sempre que nós nos colocarmos à disposição para nos melhorarmos. Então, depois dessas reflexões, vamos
pouco mais rumo à nossa própria redenção. Que Jesus possa estar conosco nessa caminhada e estará sempre que nós nos colocarmos à disposição para nos melhorarmos. Então, depois dessas reflexões, vamos continuar refletindo mais, né, bebendo mais desta fonte agora com o Evangelho, que é o capítulo 14, o item 9, né, que trata da ingratidão dos filhos e os laços da família com nosso amigo irmão Marcos Bragado. Bem, boa tarde a todos. né? A todas é uma alegria sempre nós nos reunirmos para falar de Jesus, não é? Para falar dos seus ensinos à luz da doutrina espírita que vem nos esclarecer, nos orientar, não é? E hoje nós temos um tema muito bom, como sempre, né? como todos os domingos, que é o capítulo 14, que traz por título: "Honrai a vosso pai e a vossa mãe". Nós vamos ver o último item desse capítulo, que é o item nove, que é uma instrução de Santo Agostinho. Essa instrução foi transmitida em Paris no ano de 1862 e tem por título A Ingratão dos Filhos e os laços de família. Então, falar desse tema, quando a gente fala da ingratidão, é importante a gente eh perceber que conforme Kardec vai, Kardec não, desculpa, Santo Agostinho vai dizer aqui na primeira frase, ele diz assim: "A ingratidão é um dos frutos mais diretos do egoísmo." Mas será que nós já nascemos, já fomos criados por Deus ingratos? Evidentemente que não, né? Eh, nós vemos que a doutrina espírita nos ensina, os espíritos, que todos nós somos criados simples e ignorantes. E a partir de então fazemos a nossa jornada evolutiva de acertos, de erros, não é? Então, a ingratidão nós já não nascemos com ela, porque Deus, que é a perfeição suprema, jamais criaria um ser dotado de uma imperfeição moral, não é? Então, ele nos criou simples e ignorantes, mas nós vamos encontrar esse sentimento da ingratidão em muitas situações, não é? Então, a gente vai observando que a ingratidão ela é fruto das nossas imperfeições, das nossas dos nossos equívocos, dos nossos erros, assim como todos os nossos vícios morais. E Santo Agostinho traz a ingratidão como
i observando que a ingratidão ela é fruto das nossas imperfeições, das nossas dos nossos equívocos, dos nossos erros, assim como todos os nossos vícios morais. E Santo Agostinho traz a ingratidão como um dos frutos mais diretos do egoísmo. Ou seja, o ingrato, todos nós quando vemos uma situação de ingratidão, aquilo causa, não é, um desconforto. Quando a gente vê alguém sendo tratado de uma forma injusta, muitas vezes fez tudo por uma outra pessoa, mas a outra pessoa não reconhece, não agradece. Isso causa, né? Isso traz para nós imediatamente uma sensação de injustiça. E nós muitas vezes já saímos ali julgando aquele que assim agiu, né? Mas nós precisamos observar então se nós somos criados simples e ignorantes e temos uma caminhada e hoje estamos aqui, não é? No dia 4 de janeiro de 2026, eh, nós já caminhamos bastante, nós tivemos já muitas e muitas encarnações para chegarmos até o dia de hoje, não é? Então, nesse caminhar, nós fomos desenvolvendo em nós virtudes, mas também angareando alguns vícios morais, dentre eles o orgulho, o egoísmo, que são aqueles que de onde derivam todos os demais. Então nós nessas nossas encarnações fomos nos relacionando uns com os outros, não é isso? E a partir daí é que nós fomos estabelecendo vínculos, vínculos de afinidade, de fraternidade com alguns e vínculos de, como que a gente pode dizer, de animosidade, né? Alguns vínculos chegam a ódios muito grande, a a situações das pessoas não conseguirem olhar sequer umas nas outras, né? Então nós vamos ver que ao longo da nossa da nossa jornada, da nossa caminhada, nós vamos estabelecendo esses vínculos. E Santo Agostinho vem nos trazer exatamente essa esse panorama de como tudo acontece. Então ele vai dizer assim, depois que ele diz essa frase, eh, revolta sempre os corações honestos, mas a dos filhos para com os pais apresenta caráter ainda mais odioso. É em particular, desse ponto de vista que vamos considerar para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como em todos os outros, o espiritismo projeta a
enta caráter ainda mais odioso. É em particular, desse ponto de vista que vamos considerar para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como em todos os outros, o espiritismo projeta a luz sobre um dos grandes problemas do coração humano. Então, a gente vê hoje muitas situações ocorrendo de eh extrema adversidade de pais, mães em relação aos filhos e dos filhos em relação aos pais. Infelizmente temos visto, não é, acontecer situações que chegam ao extremo, não é, da de uns inclusive tirarem a vida, né? Tirarem a vida não, porque ninguém tira a vida de ninguém, mas da interrupção da atual existência, né? Então, ocorre muitas vezes e a gente tem visto essa situação acontecer nos dias de hoje dessa animosidade ser tão grande que chega a esse ponto, não é? De onde vem então toda essa agressividade? De onde vem toda ess todo esse ódio, não é? se não é desta existência, porque também poderia ser, mas chega a um grau tão elevado que nós inevitavelmente temos que buscá-la nas existências anteriores, nas experiências de outras encarnações. E a Santo Agostinho vai continuar dizendo que quando nós deixamos aqui o plano físico, retornamos ao mundo espiritual, nós levamos conosco os nossos as nossas virtudes e também os nossos vícios. Então, aqueles que desencarnam sob esse impacto, né, desses ódios grandes, ele vai levar também consigo esses ódios para o mundo espiritual. Mas chegando lá, a percepção no mundo espiritual, ela é diferente da que nós temos aqui na matéria. Quando nós estamos lá, nós temos uma visão mais ampla de tudo que ocorre. E como dizem, né, os espíritos, nós sempre teremos aberta a porta do arrependimento. Então, desde que o espírito se arrependa e tenha a sincera disposição de modificar, ele vai ter, né, novas oportunidades de então retornar, fazer uma um trabalho de meditação, né, orar bastante para que então peça e os bons espíritos vão até, né, Deus, até a a concessão divina, porque nada acontece sem a permissão de Deus para que então esses ou nós, né, de repente, né, nós
né, orar bastante para que então peça e os bons espíritos vão até, né, Deus, até a a concessão divina, porque nada acontece sem a permissão de Deus para que então esses ou nós, né, de repente, né, nós não podemos nunca eh nos exentar, porque se não temos hoje, podemos já ter tido no passado essa situação, mas de qualquer forma vai ser preparada uma nova oportunidade. Mas nesse segundo parágrafo, Santo Agostinho traz uma senha onde ele vai dizer assim: "Eh, esses espíritos, então, que no mundo espiritual se arrependem, eles compreendem que para chegarem a Deus, uma só é a senha. E essa senha se chama caridade. Ora, não há caridade sem esquecimento dos ultrages e das injúrias. Não há caridade sem perdão, nem com o coração tomado de ódio. Lembrando, né, que os espíritos, Kardec perguntou aos espíritos: "Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade?" Na questão 886 de O livro dos Espíritos. E os espíritos responderam, né? benevolência para eh com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros. E a terceira, quem que lembra? Perdão, não é? benevolência, indulgência e perdão. Quando nós conseguirmos, então, atender a esses três critérios, nós estaremos eh agindo com caridade. Então, veja que a senha para que nós possamos chegar a Deus passa por aí. É por isso que o próprio apóstolo Paulo, numa das comunicações vai dizer que fora da caridade não há salvação, não há outro caminho. Ou nós nos melhoramos, ou nós nos melhoramos, ou nós passamos a amar o nosso próximo, amar até o nosso inimigo, ou nós permaneceremos, não é? eh retidos em nossas diversas encarnações até que venhamos a aprender, né, e a se utilizar dessa senha chamada caridade. Então, está nas nossas mãos, né? Nós temos o livre arbítrio, nós temos as situações, nós temos aqueles com quem nós temos mais afinidade, aqueles que nós temos menos, aqueles que nós eh gostamos, aqueles que nós evitamos, aqueles que nos evitam, aqueles que gostam de nós. Mas só existe uma forma de nós resolvermos todas as situações.
e, aqueles que nós temos menos, aqueles que nós eh gostamos, aqueles que nós evitamos, aqueles que nos evitam, aqueles que gostam de nós. Mas só existe uma forma de nós resolvermos todas as situações. É através da lei de amor que o Cristo veio nos ensinar, veio nos mostrar, né? Ele mesmo exemplificando como nós devemos nos conduzir. E Santo Agostinho vai dizer: "A ingratidão dos filhos para com os pais, essa é ainda mais pesada". Por que que ela é mais pesada? Porque esse esse essa premissa, honrar pai e mãe, ela vem desde o tempo dos 10 mandamentos. Ela tá lá no decálogo, não é? Então, desde Moisés até os dias de hoje, passando por Jesus, que vem reforçar esse esse ensinamento, ele vai dizer: "Devemos honrar pai e mãe, porque pai e mãe são aqueles, como o Esimar falou agora a pouco, que nos possibilitam esse retorno do mundo espiritual para uma nova experiência aqui na Terra. Só por esse motivo, nós já devemos tudo aos nossos pais, independentemente se eles são pessoas boas ou não, independente se eles são pessoas que nos amam ou não. O nosso dever como filho, como filhos, é honrá-los, é fazermos tudo que estiver ao nosso alcance para auxiliá-los, assim como também há o dever dos pais, né? Porque pai e mãe também recebem uma missão divina que é bem encaminhar aquele espírito que está retornando para uma nova experiência aqui na matéria. Então, todos nós temos deveres como filhos ou na posição de pais, né? Mas quando a gente vai olhar aqui pela perspectiva dos filhos, a gente começa a ver situações que a gente começa a se recordar. Quem aqui nunca bateu uma porta porque ficou insatisfeito com algo que o pai ou que a mãe falou? Não sei se tiver alguém, não precisa levantar a mão. Mas esse negócio de bater porta é sério, né, gente? Quem nunca, né? Quem nunca às vezes ficou borbulhando, né, de raiva, porque não teve a sua vontade satisfeita pelo pai ou pela mãe. Depois a gente vai crescendo, a gente vai aprendendo que aquele não foi muito importante para nós, porque muitas vezes
ndo, né, de raiva, porque não teve a sua vontade satisfeita pelo pai ou pela mãe. Depois a gente vai crescendo, a gente vai aprendendo que aquele não foi muito importante para nós, porque muitas vezes o não é muito mais um ato de amor do que o sim. Porque às vezes o sim abre portas que vão nos causar quedas muito maiores à frente. E aquele não é a oportunidade que nós temos de refrear, né, os nossos ímpetos, porque todos nós ainda temos muito a melhorar, muito a aprender. E é assim na vida como um todo, né? Aí, se nós formos buscar a nossa relação com Deus, é mais ou menos assim. Às vezes a gente tem vontade de bater a porta para Deus também, né? Como assim? Deus me esqueceu, Deus me abandonou? Mas Deus nunca nos abandona, né? Muitas vezes, Emmanuel vai dizer que as nossas dificuldades, que aquilo que a gente não conseguiu alcançar naquele momento que tanto queria, na verdade é um grande ensinamento para que nós nos fortaleçamos para as próximas provas, para as próximas etapas e que se nós sucumbirmos nas próximas, nós iremos ter uma queda menor, porque já tivemos alguns de sabores es já tivemos algumas dificuldades que nos prepararam melhor para aquele momento, né? Então é muito importante que a gente tenha essa clareza e somente a gente vai entender isso quando nós entendemos, não é? essa palavra divina chamada reencarnação, que nos oportuniza esse retorno e essa nova oportunidade aqui na matéria. Então, o Santo Agostinho vai dizer, né? Então, mediante inaudito esforço, conseguem tais espíritos observar os a quem eles odiaram na terra. Ao vê-los, porém, a animosidade se lhes desperta no íntimo. Revoltam-se à ideia de perdoar e ainda mais a de abdicarem de si mesmos, sobretudo a de amarem os que lhes destruíram, quçá os haveres, a honra, a família. Mas ele vai dizer que depois de longos anos de preces e meditações no mundo espiritual, né? Então, esses mesmos vão compreender da importância da mudança do comportamento, da mudança da percepção, né, daquela situação. Em vez de querer ficar longe,
reces e meditações no mundo espiritual, né? Então, esses mesmos vão compreender da importância da mudança do comportamento, da mudança da percepção, né, daquela situação. Em vez de querer ficar longe, nós vamos pedir para renascer naquela família com aquele que tanto nos causa dificuldade. E aí nós vamos ver nas famílias muitas vezes, né, essa situação voltando, né, ressurgindo, que pode ser de pai para filho, de filho para pai, de irmão para irmão, né? São espíritos que estão buscando esse reconstruir os laços afetivos, os laços de amor, não é? E essa reconstrução, ela é tão, Deus é tão perfeito que ele faz com que nós retornemos frágeis, indefesos, né? Todo bebezinho é extremamente dependente dos seus pais. Então vai haver ali uma oportunidade muito grande de do cuidar, né, do tratar, do proteger, né? E isso vai ser muito importante nessa reaproximação que então pode ser a oportunidade de que esses laços sejam refeitos. Como pode ser que não? Pode ser que a vontade desses espíritos não seja tão forte assim. E pode ser que ao contato eles voltem a se deixar dominar pela, né, pelo sentimento de ódio ruim que ainda existe e vão adiar esse compromisso para uma outra oportunidade. Mas a gente vai vendo que quão importante é que nós tenhamos essa consciência, né, de que tanto os pais como os filhos nunca se abandonem, né? É muito triste quando a gente vê situações de pais que abandonam filhos e de filhos que abandonam pais, não é? muitas vezes, na maioria das vezes, por conta de interesses materiais, né? Quantas famílias hoje sendo desfeitas por herança, por brigas de herança, por questões materiais, né? Ou seja, uma uma cegueira total em relação ao que é a nossa verdadeira natureza. O o Esimar falou: "Nós somos espíritos imortais. Nós não somos esse corpo de carne, esse corpo ele é a nossa roupa enquanto estamos aqui na terra. vai servir até que o dia que essa roupa tiver boa nos atendendo, o dia que essa roupa ficar gasta, ficar não puder mais nos servir, nós vamos deixá-la e
é a nossa roupa enquanto estamos aqui na terra. vai servir até que o dia que essa roupa tiver boa nos atendendo, o dia que essa roupa ficar gasta, ficar não puder mais nos servir, nós vamos deixá-la e retornamos ao mundo espiritual para uma nova oportunidade, né? Então, Santo Agostinho vem nos convidar, né, a a não desprezarmos, né, uns aos outros. Então, muitas vezes, aquela criança difícil, aquela criança que não dorme, que chora a noite toda, noite após noite, existe, né, gente? Talvez vocês aqui já tenham tido essa experiência, né? Mas é importante que nós nunca desistamos, né? Não afastemos, porque quanto quanto mais difícil a prova é o prenúncio de que nós estamos diante do término de uma grande expiação. Então, nós precisamos fazer, nos doarmos o máximo. Nós precisamos fazer o nosso melhor. Quanto mais difícil a situação, é ali que a gente precisa empenhar toda a nossa melhor disposição para que a gente resolva aquela questão, para que a gente deixe para trás as diferenças, para que a gente deixe para trás as questiúnculas, né, que geraram todo esse toda essa disensão que muitas vezes carregamos ao longo de, sabe lá, quantas encarnações, né? É ali que é a oportunidade. E assim também aos filhos, não é? Quando se também se deparam muitas vezes com pais que precisam de cuidado, que precisam de atenção, que precisam de um apreço, né? Um carinho. Então, às vezes não é simplesmente prover materialmente. Muitas muitas vezes a gente vai ver isso, né? as pessoas confundindo com prov. Claro que é importante a provisão material, mas nós precisamos ir além da provisão material. às vezes é um sorriso, é uma palavra de estímulo, é é um elogio, não aquele elogio, né, que que estraga tudo, mas é aquele elogio que vai ser uma um estímulo, uma fonte de inspiração, né, para aquele pai, para aquela mãe conseg continuar a sua caminhada, a sua luta. Todos nós estamos lutando, né? E aí a gente vai descobrindo que as nossas lutas, as nossas provas são as nossas bênçãos. É isso que a gente precisa entender, né?
continuar a sua caminhada, a sua luta. Todos nós estamos lutando, né? E aí a gente vai descobrindo que as nossas lutas, as nossas provas são as nossas bênçãos. É isso que a gente precisa entender, né? As nossas provas são as oportunidades que Deus coloca no nosso caminho para que nós possamos superar. Mas superar bem não é fazer de cara amarrada, não é fazer de cara feia, né? Não é batendo porta, não é descarregando uma ironia, né? Não é eh é importante que a gente faça dessa forma, porque aí a gente vai ver que era assim que Jesus ensinava. Tem um texto de Meimei onde ela vai narrar um diálogo de Jesus com João. João evangelista. João ainda era muito jovem naquele início e ele era filho de Zebedeu, não é? Eh, naquele dia que João ia ao monte com Jesus, o pai dele, Zebedeu, pediu que ele fizesse um trabalho que exigia que ele fosse a uma outra cidade e ele não poderia naquele dia estar com Jesus no monte. Imagine a cara de João, né? Imagina a nossa, né? Porque se João ficou com a cara fechada, imagine se nós estivéssemos lá, né? Mas João fica com a cara amarrada, vai conversar com Jesus, como quem vai assim tentar, né, alguma, algum apoio. E Jesus diz a ele: "Ah, João, que bom, vá lá e cumpra bem com o seu compromisso, né? Vá lá ajudar o seu pai". João continua com a cara fechada e vai fazer o serviço que levou 4 dias. O João ficou ausente da cidade de quatro dias e quando ele volta, ele fez tudo que precisava, volta. O pai fica muito feliz que ele resolveu o que precisava resolver, mas ele volta com a cara amarrada ainda. Ele volta com a cara fechada e vai conversar com Jesus. E Jesus diz para ele: "Que cara é essa?" Não é? Por que tá desse jeito? Não é porque, né? Eu que gostaria de Não, mas então você não cumpriu com tudo que devia cumprir. Você vá lá com o seu pai agora e demonstra a ele a sua alegria em ter lhe ajudado. É isso que Jesus vai dizer a João. E aí João percebe o ensinamento e vai lá quase que pedir desculpas ao pai por estar com aquela cara feia, né,
ora e demonstra a ele a sua alegria em ter lhe ajudado. É isso que Jesus vai dizer a João. E aí João percebe o ensinamento e vai lá quase que pedir desculpas ao pai por estar com aquela cara feia, né, durante todo o tempo em que foi ajudá-lo. Ele vai lá, percebe, né, sorri, abraça o pai e fica tudo bem. Então é isso. Muitas vezes nós temos esse comportamento também, né? Até vamos fazer, mas vamos fazer meio contrariados, né? Precisamos mudar também essa nossa postura, né? Os nossos deveres para com os nossos pais são sagrados, independente se eles são bons ou não. Independente e dos pais para com os filhos também, independente se os filhos são bons ou não, né? é um dever de uns para com os outros que nós precisamos honrar como nos trouxe Moisés e como nos trouxe o Cristo, né? E aí João então aprendeu a importância de no cumprimento dos deveres fazer com alegria. Porque quando nós cumprimos com os nossos deveres, nós precisamos entender o que tá acontecendo, né? ficarmos felizes porque estamos sendo úteis, porque estamos contribuindo, né? Estamos realizando aquilo que devemos realizar, porque a ingratidão ela ela dói bastante, né? A gente sabe que quem vai praticar a caridade não deve esperar retribuição, nem mesmo um obrigado, né? Mas a ingratidão, então, por que que por que que ela é importante a gratidão? Para aquele que recebe é um reconhecimento e um estímulo, né? Não que ele vá fazer esperando por aquilo, mas a gratidão ela vai ser mais profunda e sentida naquele que oferece. Então, quando nós somos gratos por aquilo que nós recebemos, nós estamos abrindo o nosso coração, nós estamos deixando o nosso egoísmo menor, porque a ingratidão é fruto do egoísmo. Se nós somos gratos, nós estamos conseguindo diminuir o nosso egoísmo, né? Não tem aquela passagem de Jesus da cura dos 10 leprosos. Lembra? Lucas narra no Evangelho que Jesus ia da da Galileia para para Jerusalém e com os discípulos e resolve passar por algumas aldeias pequeninas da região de Samaria. Porque as pequenas cidades, as pequenas
cas narra no Evangelho que Jesus ia da da Galileia para para Jerusalém e com os discípulos e resolve passar por algumas aldeias pequeninas da região de Samaria. Porque as pequenas cidades, as pequenas aldeias eram completamente abandonadas. pelas administrações da época. As os investimentos, as atenções eram todas voltadas para as grandes cidades e as pequenas eram completo abandono. E então Jesus sabia que nessas cidades, pequenas aldeias, havia muita necessidade. Então ele resolve passar por essas alde e numa dessas aldeias que ele passa, eles se deparam com 10 leprosos, né? Lembrando a lepra, né? uma doença que eh isolava as pessoas da sociedade. Eles eram considerados mortos, né? Eles eram retirados do livro dos vivos. Eles eram considerados já pessoas que não faziam parte da sociedade. E esses 10 então se aproximam, já conheciam, já tinham ouvido falar de Jesus. E eles então vêm e buscam a Jesus. Não podiam se aproximar muito. Era no máximo 4, 5 m à distância que eles podiam estar de outras pessoas. Caso contrário, eles eram açoitados, levavam 40 açoites. Imagine uma pessoa com com essa doença, né? O corpo já todo mutilado, 40 era uma sentença de morte, né? Então eles respeitavam muito essa distância e pediram a Jesus: "Jesus nos cure", né? E Jesus então naquele momento pede a Deus e os 10 são curados. Mas eles não são curados imediatamente. Jesus diz a eles: "Vocês procurem o sacerdote no templo e mostre a eles, porque até vocês chegarem lá, vocês estarão curados, não é? E eles tinham que se mostrar oo sacerdote para que eles fossem reinseridos no livro dos vivos, né? E eles começam a caminhar e começam a se ver curados da doença. Mas um deles volta para agradecer. Um, eram 10, só um voltou. Ele volta, se lança aos pés de Jesus, glorifica a Deus e agradece. Jesus pergunta a ele: "Mas só você voltou?" E os outros? Os outros já tinham partido, né? Que que Jesus diz para ele? Então vai também você se mostra aos sacerdotes. A tua fé te curou, a tua fé te salvou. É
pergunta a ele: "Mas só você voltou?" E os outros? Os outros já tinham partido, né? Que que Jesus diz para ele? Então vai também você se mostra aos sacerdotes. A tua fé te curou, a tua fé te salvou. É a palavra que ele utiliza, né? Porque uma coisa é estar curado, materialmente falando, aquele que voltou para agradecer estava salvo. Era a cura da alma. Ele tinha entendido aquele momento com Jesus, né? Então, olha o poder que tem a fé sincera e a gratidão, né? Então é muito importante quando a gente vai falar de gratidão da gente lembrar de tudo aquilo que nós precisamos agradecer. Nossos pais nos colocaram nesse mundo, não é? Nos deram essa nova oportunidade. Hoje até portas mais restritas, né? porque já não se tem mais a mesma quantidade de filhos que se tinha antes. Então, nós aguardamos as oportunidades, a conjunção das circunstâncias para que nós possamos retornar e precisamos valorizar muito a nossa vida aqui na Terra e olharmos ao nosso redor, né, com as pessoas com as quais convivemos, sermos gratos por tudo o que cada uma delas nos oferece, desde quando nós nascemos, crescemos, né, seja Seja no lar, seja fora dele. Quantas pessoas que trabalham, né, nos auxiliando, quantas que nós nem conhecemos. Todos nós estamos aqui alimentados. Comemos muitas vezes alimentos preparados por pessoas que nós nem conhecemos. Precisamos agradecer, né, a Deus. Deus nos concede tudo e muitas vezes nós passamos dias e dias sem conseguir fazer uma oração, sem nos lembrarmos, né, de agradecermos ao nosso Pai Celestial, porque todos nós somos filhos dele, né? Jesus disse na oração dominical: "Pai nosso que estais nos céus, ele é nosso pai. Todos nós somos irmãos. E precisamos fazer o nosso melhor, fazer aquilo que realmente importa para que nós venhamos a aproveitar a nossa encarnação que é muito preciosa. Cada minuto, cada segundo da nossa encarnação é precioso. E muitas vezes nós desperdiçamos tanto tempo com reclamações, com discussões que não vão levar a nada, eh nos distraindo com coisas que nos
a. Cada minuto, cada segundo da nossa encarnação é precioso. E muitas vezes nós desperdiçamos tanto tempo com reclamações, com discussões que não vão levar a nada, eh nos distraindo com coisas que nos acrescentam nada, né? E quando temos aí quantas riquezas para nos ocuparmos, né? Quantos relacionamentos para melhorarmos, né? para fortalecermos os nossos vínculos, né, ou dizermos, né, aquele que está conosco caminhando, obrigado, né, dizer o quanto ela é importante paraa nossa caminhada. Às vezes a gente sente, mas a gente às vezes não fala. Mas é bom falar, é bom pra gente, porque quando a gente fala, não é, parece que aquilo tem uma outra uma outra dimensão, né? Então, nós precisamos eh pensar em tudo isso e e lembrarmos, né, que, claro, essas situações não são fáceis. Ninguém tá dizendo que é fácil. Há sim relacionamentos rompidos que são difíceis. Às vezes um quer, o outro não quer. Mas se o outro não quer, é, vamos dar o tempo para ele também. Cada qual tem o seu tempo. Pode ser que não vai ser ao mesmo tempo. O importante é que nós que já compreendemos, que já estamos conseguindo despertar a nossa consciência para a realidade do espírito, que nós não deixemos de dar esse passo, ainda que pode ser que não se complete, né? Mas a nossa forma também de nos posicionarmos vai fazer com que o outro também reflita sobre a situação, né? E às vezes ele só tá esperando a gente dar esse passo, porque nós ainda carregamos muito orgulho dentro de nós. E às vezes o orgulho nos impede, né, de sermos gratos, de pedirmos desculpa, de dizermos que, olha, nós também, eu também tava equivocado naquele momento, me excedi, fui além, né, te desrespeitei, né? Então é importante que a gente faça, né, a nossa parte, que a gente cumpra com os nossos deveres. E Santo Agostinho vem nos dizer isso. Olha, atenção, mães, atenção, pais, né? olhem com esse olhar, né, para os pequenos ou às vezes os pequenos não tão pequenos, né? Mas é importante que nós tenhamos essa essa busca pelo por acolhermos mais, né,
enção, mães, atenção, pais, né? olhem com esse olhar, né, para os pequenos ou às vezes os pequenos não tão pequenos, né? Mas é importante que nós tenhamos essa essa busca pelo por acolhermos mais, né, por eh domarmos mais a nossa as nossas eh certezas. Às vezes a gente acha que tá tão certo de tantas coisas. O Aroldo Dutra fala, né? Olha, se você tá com certeza, tem certeza de tudo o que você pensa e faz, cuidado. Você tá muito perto do abismo, porque nós somos espíritos ainda muito imperfeitos e e nós não podemos agir, né, acreditar que as nossas certezas todas estão certas. Nós ainda não estamos nessa condição de evolução espiritual para estarmos tão certos assim. Então, muitas das nossas certezas podemos estar certos que não estão certas, não é? Então, que nós tenhamos mais humildade, né? Que nós possamos refletir melhor sobre essa situação. E eu queria pra gente encerrar, né, o tempo passa rapidinho, né, Lourdes? Eh, eu trouxe aqui uma mensagem que não é de Emanuel, que não é de nenhum espírito conhecido por nós, mas é uma mensagem que eu achei muito bonita, que o Chico Xavier psicografou em 1949 em Pedro Leopoldo. Essa mensagem chama e gratidão filial. E com ela a gente encerra a nossa reflexão. Esse espírito diz assim: "Minha querida mamãe, Jesus nos abençoe, concedendo-nos muita paz dentro da luta em que precisamos conquistar os valores de nossa evolução. Estamos lembrando o oitavo aniversário de meu novo nascimento na vida espiritual e venho agradecer o consolo de seus carinhos em torno de minha memória. Raros na terra conhecem os benefícios reais da prece. Há muita gente que, ao invés de orar, apenas congrega palavras de aflição ou desespero, quando o ato de comunhão das almas entre si ou com o divino poder resulta sempre do silêncio sublime, em que o amor edifica sempre para a vida eterna. Trago ao seu coração o meu coração reconhecido e feliz. Agradeço-lhe as lágrimas de saudade e esperança, porque traduzem a maior dádiva que seu filho pode receber atualmente da terra.
a a vida eterna. Trago ao seu coração o meu coração reconhecido e feliz. Agradeço-lhe as lágrimas de saudade e esperança, porque traduzem a maior dádiva que seu filho pode receber atualmente da terra. É doce voltar ao espírito materno no torvelinho de lutas, a que a evolução nos arrebata. Porque na ternura das mães há sempre flores de afeto puro e desinteressado, perfumando o oxigênio que respiramos. Enquanto o tempo corre e enquanto correm os homens para se contemplarem depois, dentro desse mesmo tempo convertido em passado, tocados de pesar por não haverem aproveitado o tesouro das horas, nós dois permaneceremos nestes abençoados minutos, refazendo forças para o bom combate. Entrelacemos nossas rogativas, pedindo a Deus energias para não desmerecer a nossa oportunidade bendita de sofrer e lutar. Reunamos nossas aspirações antigas e novas de trabalho num voto ardente de mais dilatada aplicação aos princípios da renúncia e do devotamento, ao sacrifício próprio em cujo segredo estamos restaurando os nossos destinos. Abençoemos a dificuldade que nos impõe a renovação dos pensamentos e agradeçamos a dor que nos desperta na direção dos simos da vida. E confiantes retomemos o curso das obrigações que nos competem na certeza, mamãe, de que sem o sofrimento a nossa alma não ultrapassaria a condição da pedra. Quando o termômetro das nossas necessidades acusa graus de elevação, nossos sentimentos como que se fortalecem no roteiro para o céu. As mágoas do mundo abandonam-nos, abrandam-nos a natureza e os golpes de da marcha, muitas vezes, abrindo chagas em nossos corações, nos modificam o íntimo para a luz suprema. Estou satisfeito com a sua paciência, com a sua tolerância e com a sua serenidade, mas peço ao seu valor moral nunca trair a nossa necessidade de bom ânimo. Tenhamos fé para com a viagem que estamos efetuando sob a tempestade de muito tempo. Creia que nunca esteve sozinha, assim como também quanto eu me reconheço sempre amparado em sua dedicação. Mamãe, oremos pelos nossos, pelas flores
e estamos efetuando sob a tempestade de muito tempo. Creia que nunca esteve sozinha, assim como também quanto eu me reconheço sempre amparado em sua dedicação. Mamãe, oremos pelos nossos, pelas flores que desabrocharam em nosso lar, inclusive pelo papai que prossegue reclamando a nossa assistência afetiva. e com referência a todos os nossos problemas íntimos que não posso explanar aqui, esteja convencida de que o meu pensamento acompanhe o seu, para que a solução de todos eles venha ao nosso círculo pessoal com o socorro de nosso Pai Celeste. De qualquer modo, guarde a alegria e a coragem, pois aqui os mestres da vida superior nos ensinam que a inquietação de qualquer espécie é sempre a pior resposta de nosso espírito ao céu que tudo nos confere para o bem e para a luz. Abrace por mim a todos. E esperando que a sua dedicação renda graças comigo a Jesus pelo muito que nos tem concedido, beija-lhe o coração com muita gratidão e com muito amor o seu filho saudoso que não a esquece, William. Então esse espírito traz essa mensagem de gratidão. Ele já no mundo espiritual, ela encarnada. Então que nós possamos levar conosco essa mensagem final, né? Que nós possamos ser gratos aqueles que ainda estamos aqui com nossas mães, aqueles que estamos aqui com nossas mães já em outro plano da vida ou o inverso. As mães que estão com seus filhos. as mães que estão com seus filhos já em outro plano, não há distância, não é, para o coração, para o sentimento, para o pensamento. Então, que todos nós possamos nos lembrarmos das palavras de Santo Agostinho e sermos gratos, né, aos nossos pais, sermos gratos a todos aqueles que nos auxiliam na nossa caminhada e, sobretudo, sermos profundamente gratos a Jesus, a Deus nosso pai pelo muito por tudo que ele nos oferece, né? É que nós possamos também, de nossa parte, oferecer o máximo que nós pudermos, ainda que esse máximo não seja tão grande assim por enquanto, mas o nosso esforço, né, é que vai pesar na balança aquilo que nós já estamos realmente dispostos a nos
ferecer o máximo que nós pudermos, ainda que esse máximo não seja tão grande assim por enquanto, mas o nosso esforço, né, é que vai pesar na balança aquilo que nós já estamos realmente dispostos a nos doarmos, né, em prol também de todos aqueles não só que nos auxiliam, né, mas também aqueles aques que nos trazem as dificuldades que também nos ajudam a crescer. Então, como dizia Paulo, em tudo dai graças, né? Então, que possamos nesse início de ano de 2026 começarmos ele muito bem, gratos, né, a Deus, gratos a todos, né, e que possamos nesse ano em que renovamos, né, as nossas esperanças, renovamos os nossos sonhos, as nossas metas, que possamos lembrar sempre da nossa realidade e da importância de sermos gratos. a todo instante. Muita paz. Que Jesus nos acompanhe, nos abençoe hoje e sempre. Obrigado. Estamos chegando ao final da nossa primeira parte. Confesso para vocês que muito emocionada com essa carta, né, direcionada à mãezinha. Eu acho que todas mãezinhas aqui foi tocada, né, e os pais também. Mas gratidão imensa a Deus, né, por essas oportunidades que nós estamos recebendo aqui nesta casa. nesta vida. Gratidão ao Marcos, né, por nos trazer essa fala de hoje ao mar e a todos vocês que estão aqui conosco também. Sejam todos muitos bem-vindos e gratidão pela presença de cada um de vocês. Nós vamos então fazer a nossa prece. Após a prece, nós teremos o p. Aqueles que desejarem tomar poderão permanecer sentados em seus lugares que irão sendo chamados. Nós vamos pedir então o nosso amigo irmão para então conduzir a nossa prece e nós vamos acompanhar o seu pensamento. Amado Mestre Jesus, amigo de todas as horas, principalmente das horas mais graves de nossa vida. na oportunidade, mestre, receba nosso sentimento de gratidão. Gratidão por estarmos encarnados. Gratidão pelo conhecimento da doutrina espírita. Gratidão pela ajuda constante que temos do alto, que sempre nos fortalece. para a nossa caminhada ruma a nossa própria redenção. Gratidão pela família, gratidão pelo corpo,
mento da doutrina espírita. Gratidão pela ajuda constante que temos do alto, que sempre nos fortalece. para a nossa caminhada ruma a nossa própria redenção. Gratidão pela família, gratidão pelo corpo, gratidão também pelas dificuldades, gratidão pelos obstáculos, gratidão também pelo amparo e pelo incentivo que recebemos diariamente, vindo direto de ti, através dos teus emissários. para que possamos continuar na luta diária, no combate às nossas próprias imperfeições. Ao passo, mestre, que lhe pedimos que o seu amor incondicional possa envolver todos os corações que estão conosco neste momento, neste auditório, encarnados e desencarnados. fazendo com que este seu evangelho, estes seus ensinamentos possa gerar frutos em nosso espírito que busca a redenção. Peçamos também, mestre, que a sua luz possa invadir os lares de todos os irmãos que aqui se encontram, trazendo a concórdia, o amor, o entendimento tão necessário para o nosso crescimento em família. Peçamos, mestre, que sempre nos fortaleça no bom caminho, na luta e que nós não desistamos de buscar a nossa perfeição. Sabemos que sempre estaremos amparados, sempre que houver boa vontade de nossa parte para caminharmos até ti, sendo assim, mestre, na certeza que estará conosco agora e sempre. Demos graças a Deus. Desejamos a todos um bom ano que se inicia. Hoje é o nosso primeiro, né, encontro desse ano. Então, a todos desejamos votos de muita paz, saúde a todos e que possamos no domingo que vem todos estar conosco, né, estudando o evangelho de Jesus. Fiquem bem e fiquem com Deus.
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