Reconciliação com os adversários, com Marcos Bragatto | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 16/06/2025 (há 10 meses) 1:03:36 255 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Reconciliação com os adversários. ESE, Capítulo 10, itens 5 e 6. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

nossa prece nos acalmando, acerenando as nossas mentes, os nossos corações, para assim entrarmos em sintonia com os amigos espirituais que com certeza se fazem presentes e já estão conosco nos assistindo. E assim Jesus em seu nome e em nome de Deus nosso pai. Nós, mestre amado, agradecemos por estarmos aqui na nossa querida Federação Espírita Brasileira, para mais uma vez, Jesus, estudarmos o teu evangelho, buscando o aprendizado, o nosso crescimento espiritual e moral. Queremos, Jesus, pedirmos pelos nossos irmãos que irão trazer para nós o estudo desta tarde, que eles possam ser intuídos e orientados pelos teus mensageiros. Mais uma vez, Senhor, nós te agradecemos por estarmos aqui e também, Jesus, te pedimos que nos fortaleças sempre sob a tua permissão e a permissão de Deus nosso pai. Nós então, Senhor, iniciaremos o nosso estudo dando graças a Deus. Então, amigos queridos, nós teremos agora a leitura e o comentário do livro Fonte Viva com a nossa querida Cristiane. Boa tarde, queridos amigos. A nossa lição de hoje é de número 156 do livro Fonte Viva e ela é intitulada parentes. Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel. Paulo, primeiro Timóteo, capítulo 5º versículo a causalidade não se encontra nos laços da parentela. Princípios sutis da lei funcionam nas ligações consanguíneas. Impelidos pelas causas do passado a reunir-nos no presente, é indispensável pagar com alegria os débitos que nos emanam a alguns corações, a fim de que venhamos a solver nossas dívidas para com a humanidade. Inútil é a fuga dos credores que respiram conosco sob o mesmo teto, porque o tempo nos aguardará implacável, constrangendo-nos a liquidação de todos os compromissos. Temos companheiros de voz adocicada e edificante na propaganda salvacionista, que se fazem verdadeiros trovões de intolerância na atmosfera caseira, acumulando energias desequilibradas em torno das próprias tarefas. Sem dúvida, a equipe familiar no mundo

opaganda salvacionista, que se fazem verdadeiros trovões de intolerância na atmosfera caseira, acumulando energias desequilibradas em torno das próprias tarefas. Sem dúvida, a equipe familiar no mundo nem sempre é um jardim de flores. Por vezes, é um espinheiro de preocupações e de angústias, reclamando-nos sacrifício. Contudo, embora necessitemos de firmeza nas atitudes para temperar a afetividade que nos é própria, jamais conseguiremos sanar as feridas do nosso ambiente particular com o chicote da violência ou com o implastro do desleixo. Consoante a advertência do apóstolo, se nos falha o cuidado para com a própria família, estaremos negando a fé. Os parentes são obras de amor que o pai compassivo nos deu a realizar. Ajudemo-los através da cooperação e do carinho, atendendo aos desígnios da verdadeira fraternidade. Somente adestrando paciência e compreensão, tolerância e bondade na praia estreita do lar, é que nos habilitaremos a servir com vitória no Mar Alto das Grandes Experiências. É uma excelente lição pra gente refletir bastante no nosso dia a dia, né? Porque todos nós somos compelidos a conviver com os nossos parentes todos os dias, mas isso a gente sabe que tem um porquê, né? Eh, quando o Emanuel ele ele nos alerta para essa questão dessas relações eh familiares, a primeira coisa que vem na nossa cabeça é que ninguém vive sozinho, né? Ninguém vive só. E diante disso, a gente sabe que somos espíritos sociáveis, que fomos feitos para por Deus, para vivermos em sociedade. E qual o primeiro, qual o primeiro ambiente que a gente encontra quando a gente chega na Terra, né? A família é o nosso primeiro ambiente sociável, digamos ali. E é ali aonde a gente coloca para fora tudo aquilo quem a gente realmente é. e a gente convive com todos os tipos de eh características, digamos assim, dos nossos semelhantes com os quais somos compelidos a conviver, né? Então, considerando que a família, esse primeiro ambiente que a gente tem que vivenciar quando a gente chega aqui na

digamos assim, dos nossos semelhantes com os quais somos compelidos a conviver, né? Então, considerando que a família, esse primeiro ambiente que a gente tem que vivenciar quando a gente chega aqui na Terra, a gente pode considerar que a família é uma verdadeira escola, né? é a nossa primeira escola, porque é lá em que você tem que eh aprender a conviver com seu irmão. E eu tô falando tudo isso na presença da minha mãe, ela tá aqui também. Então, todo mundo aprendendo a conviver, a lidar com as suas indiferenças, com as suas diferenças. E até esses dias estava vendo alguém comentar assim: "Nossa, mas essa pessoa trata tão bem os amigos, mas dentro de casa ninguém nem imagina como é que ela é". E infelizmente isso acontece muito, porque é onde a gente se expõe mesmo, né? Só que a gente reencarna juntos com esse seio familiar, seja porque nós precisamos ajustar alguns pontos em que tivemos desavenças em algum outro momento. E Deus, na sua infinita misericórdia nos proporciona isso. E como escola é a hora da gente aprender a a conviver com essas pessoas. Ou pode ser que seja também vínculos de pura afinidade, né, que você ainda tem a oportunidade de estreitar mais aí esse esse vínculo, esse lado afetuoso, às vezes essas relações de pais e filhos, né? Como que a gente sabe? Às vezes tem situações tão conflituosas, mas ao mesmo tempo também tem situações extremamente amorosas e felizes. Então são oportunidades que Deus coloca no nosso caminho pra gente já começar a nossa existência na Terra se ajustando para depois poder passar esses sentimentos para conviver com os nossos outros próximos, né? E no livro dos espíritos, eh, eu achei interessante que quando ele fala de família, ele tá justamente dentro do capítulo da lei da sociedade, quando ele fala sobre laços de família. E aí na questão 774, os espíritos fazem, o Kardec faz uma pergunta pros espíritos meio tentando comparar como é que é essa relação dos laços sociais com os laços de família. E aí os espíritos respondem que os laços

o 774, os espíritos fazem, o Kardec faz uma pergunta pros espíritos meio tentando comparar como é que é essa relação dos laços sociais com os laços de família. E aí os espíritos respondem que os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tornam os primeiros. Então, vai exatamente ao encontro disso que a gente tá falando. A gente primeiro se estreita na família para depois poder conviver em sociedade. E aí também me recordei de um de uma dissertação que tem na revista espírita, eh na revista, até fui consultar, é na revista espírita de agosto de 1865. é um texto do espírito de Lacord Cordé em que ele tá falando sobre a caridade. Nesse texto, ele discorre muito sobre a questão da caridade moral, da caridade material, da importância da gente não eh da gente viver só com o necessário, sem o supérflo. Mas aí ele entra nesse mesmo texto, ele entra numa questão da hierarquia, digamos assim, ele até usa essa expressão da hierarquia da caridade. por quem que a gente deve começar a caridade? E aí ele fala: "A nossa primeira caridade é com a nossa esposa, o nosso marido, os nossos filhos. São com eles quem a gente primeiro deve esse núcleo primeiro. E também antes e depois deles são os nossos pais que nos deram as a vida, a oportunidade de crescer, nos acompanharam, nos protegeram. Depois os nossos irmãos, aí aqueles nossos amigos mais próximos e aí só depois os pobres materialmente necessitados. Porque se Deus coloca primeiro essa essa ordem de de espíritos para para conviverem primeiro, então é com eles que a gente tem que desenvolver a nossa primeira caridade. Então, resumindo, é isso. Todos nós devemos, temos deveres para com o nosso próximo, mas em maior grau sempre com a nossa família. Que Jesus nos abençoe para que a gente possa no nosso dia a dia, durante a nossa semana com os nossos entes queridos e recordando dessa nossa missão que todos nós temos aqui na terra. Que Jesus nos abençoe. Fazendo uma declaração aqui para vocês. Realmente são três filhos. Essa é a

emana com os nossos entes queridos e recordando dessa nossa missão que todos nós temos aqui na terra. Que Jesus nos abençoe. Fazendo uma declaração aqui para vocês. Realmente são três filhos. Essa é a conciliadora dos três. Então nós agora vamos para o estudo, né, do Evangelho Segundo o Espiritismo. É o capítulo 10, os itens 5 e se reconciliação com os adversos os adversários, né? É que eu anotei aqui rapidinho. Então, com o nosso irmão Marcos Bragato. Boa tarde a todos, né, a todas. Que Jesus nos envolva a todos, né, como já estamos aqui envolvidos. Eh, e também pelos benfeitores espirituais, né, que todos nós já estamos aqui sendo tratados, né, espiritualmente, materialmente. Acho que tá um pouquinho alto aqui. E esses esse tema, né, de hoje do Evangelho, ele na verdade é a continuidade, né, dessa leitura que acabou de ser feita. sobre a família, sobre os laços familiares, porque nos agrupamentos também familiares nós vamos encontrar eh espíritos afins, mas também alguns que podem ser ali desafetos e muitas vezes eh pela dificuldade no relacionamento, nós vamos percebendo que estamos ali por algum motivo. né? E hoje o tema reconciliação com os adversários vai nos ajudar a entender também essa questão. Primeiro é importante a gente buscar eh entender o que que é adversário, né? adversário. Quando a gente busca lá no no dicionário, a gente vai encontrar várias definições, dependendo da da ótica, da perspectiva que se tem, mas basicamente adversário é aquele que faz oposição, né? é aquele que se opõe, seja a nossa forma de pensar ou as nossas ideias, as nossas eh ações, atitudes, ou seja, é aquele que não concorda conosco ou às vezes um pouco além disso, né? Às vezes nós vamos encontrar eh adversários mesmo no sentido do inimigo, né? aquele que realmente exerce uma uma ação mais eh insistente no sentido de contrapor, né, tudo aquilo que que que nós, né, eh, falamos, pensamos, né, e agimos. Então eu vou ler aqui o texto que nos cabe aqui do Evangelho e depois a gente

ação mais eh insistente no sentido de contrapor, né, tudo aquilo que que que nós, né, eh, falamos, pensamos, né, e agimos. Então eu vou ler aqui o texto que nos cabe aqui do Evangelho e depois a gente vai tecer alguns comentários sobre a questão. Então são os itens 5 e 6 do capítulo 10 do Evangelho. O capítulo é Bem-aventurados os que são misericordiosos. Então no início do capítulo foi tratado, não é, no domingo passado, a questão do perdão. Perdoai para que Deus vos perdoe. E hoje reconciliação com os adversários. E Kardec vai buscar no Evangelho de Mateus dois versículos no capítulo 5to, o de número 25 e de número 26, que diz assim: "Reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais com ele a caminho, para que ele não vos entregue ao juiz, e o juiz não vos entregue ao ministro da justiça, e não sejais metido em prisão. Digo-vos em verdade que daí não saireis enquanto não houverdes pago o último seitil. E aí Kardec faz o seguinte comentário sobre essa passagem. Na prática do perdão, como em geral na do bem, não há somente um efeito moral, há também um efeito material. A morte, como sabemos, não nos livra dos nossos inimigos. Os espíritos vingativos perseguem muitas vezes com seu ódio, no além túmulo, aqueles contra os quais guardam rancor. De onde decorre a falsidade do provérbio que diz: "Morto o animal, morto o veneno". Quando aplicado ao homem, o espírito mal espera que o outro, a quem ele quer mal, esteja preso ao seu corpo e assim menos livre, para mais facilmente o atormentar, ferir nos seus interesses ou nas suas mais caras afeições. Nesse fato reside a causa da maioria dos casos de obsessão, sobretudo dos que apresentam certa gravidade, quais os de subjulação e possessão. O obsidiado e o possesso são, pois, quase sempre vítimas de uma vingança, cujo motivo se encontra em existência anterior e a qual o que a sofre deu lugar pelo seu proceder. Deus o permite para os punir do mal que a seu turno praticaram, ou se tal não ocorreu, por haverem faltado com a

se encontra em existência anterior e a qual o que a sofre deu lugar pelo seu proceder. Deus o permite para os punir do mal que a seu turno praticaram, ou se tal não ocorreu, por haverem faltado com a indulgência e a caridade, não perdoando. conseguintem do ponto de vista da tranquilidade futura, que cada um repare quanto antes os agravos que haja causado ao seu próximo, que perdoe aos seus inimigos, a fim de que antes que a morte lhe chegue, esteja apagado qualquer motivo de disensão toda a causa fundada de ulterior animosidade, por essa forma, de um inimigo encarniçar Neste mundo se pode fazer um amigo no outro. Pelo menos o que assim procede, põe de seu lado o bom direito. E Deus não consente que aquele que perdoou sofra qualquer vingança. Quando Jesus recomenda que nos reconciliemos o mais cedo possível com o nosso adversário, não é somente objetivando apaziguar as discórdias no curso da nossa atual existência, é principalmente para que elas se não perpetuem nas existências futuras. Não saireis de lá da prisão enquanto não houverdes pago até o último centavo, isto é, enquanto não houverdes satisfeito completamente a justiça de Deus. Então, Kardec vem nos explicar essa passagem da importância de nós nos reconciliarmos, né, com os nossos adversários, por conta de que isso pode se perpetuar, isso pode se prolongar por várias existências, não é? Porque a doutrina espírita ela vem lançar luz sobre esse tema, né? Ela não só explica que a vida não começa no berço, como ela também não termina no túmulo. Então, o espírito preexiste à atual existência e sobrevive a ela quando o que nós deixamos na verdade para cá, né, aqui na Terra é o corpo físico e o espírito segue a sua trajetória. Então, se nós não resolvemos as nossas pendências com os nossos aqueles desafetos, aqueles que nós eh que não pensam como nós e que porventura tenhamos alguma questão a resolver, nós vamos carregar conosco, né, para além desta existência, porque nós somos espíritos imortais, fomos criados por

e nós eh que não pensam como nós e que porventura tenhamos alguma questão a resolver, nós vamos carregar conosco, né, para além desta existência, porque nós somos espíritos imortais, fomos criados por Deus, simples, ignorantes, todos iguais, da mesma condição e vamos alcançar a angelitude, né? Agora, o caminho, essa jornada depende de cada um de nós. Chegarmos mais rápido ou menos rápido a esse final, a essa finalidade, vai depender de cada um de nós, da nossa vontade, da nossa disposição, das nossas escolhas, nãoé? E nesse meio de caminho, muitas vezes, nós vamos tropeçar, nós vamos eh ainda eh muitas vezes pensarmos mais em nós do que no próximo, que é o exercício do egoísmo. Nós vamos muitas vezes nos achar melhores do que os outros, que é a presença do orgulho, né, e tantas outras mazelas morais que nós ainda trazemos. E que o propósito, então, qual é o objetivo da encarnação? justamente trabalharmos, né, a nós mesmos, eh, trabalharmos em nós essa melhoria, né, essa, eh, aquisição das virtudes, para que nós vamos deixando pouco a pouco os nossos erros, os nossos equívocos e nos tornando espíritos melhores, espíritos eh que conforme vão se aprimor morando, se aperfeiçoando, vão fazendo com que, como disse Jesus, brilhe a nossa luz, né? Então, todos nós, quando criados por Deus, já trazemos todas essas eh capacidades, essas potencialidades em germem e cabe-nos então desenvolver tudo isso. Agora, nem sempre nós acertamos e às vezes vamos desagradando também a outras pessoas. O Emanuel vai dizer que existem duas classes de adversários, né? Tem aqueles que não gostam de nós e aí nós não temos muito o que fazer, né? Uma vez o Chico tava confabulando com Emanuel e tava assim meio que se queixando para aqueles que o atacavam, né? E o Emânuel vira para ele e diz: "Chico, eles têm o direito de não gostar de você. é um direito que assiste a todos nós gostarmos ou não gostarmos. Então, nesse campo aí realmente fica difícil a gente trabalhar. Mas tem uma outra classe de adversário que ele vai dizer que esses

ocê. é um direito que assiste a todos nós gostarmos ou não gostarmos. Então, nesse campo aí realmente fica difícil a gente trabalhar. Mas tem uma outra classe de adversário que ele vai dizer que esses adversários estão na conta ainda da nossa cultura de intolerância, né? Nós temos as nossas intolerâncias, né? Ah, quem dera que fosse só a lactose, né, Lu? Mas a nossa intolerância vai muito além das questões, né, físicas, materiais. Muitas vezes nós não toleramos um parente difícil, né? Muitas vezes nós não toleramos o nosso colega de trabalho, às vezes não toleramos nem mesmo às vezes um companheiro na casa espírita, né? Então, a nossa cultura de intolerância gera uma segunda classe de adversários. E aí, essa segunda classe é aonde nós podemos trabalhar, porque aí depende de nós, de nós desenvolvermos dentro de nós, né, transformarmos. Por que que nós temos essa intolerância? O que será? Onde será que tá a causa disso? Por que que a gente não consegue encontrar uma forma, né, de ter um relacionamento mais amoroso, mais eh bondoso, mais doce com certas pessoas ou consegue ter com algumas e não consegue ter com outras. Então a gente precisa analisar, né, porque aí nós podemos trabalhar, né, e diminuirmos e e fazermos com que essa esses adversários deixem de ser adversários, né? Aqueles que não gostam de nós, aí aí não tem muito o que fazer, né? A não ser também a gente tentar identificar o porquê, né? Mas eh dentre essas duas classes, tem uma que a gente pode trabalhar, né? E e é interessante que todos nós estamos, né, sujeitos a elas sobre aquela de não gostar, nem Jesus escapou dela, né? Quantos que não gostaram de Jesus quando ele esteve aqui na terra? quantos que estavam se opondo a a mensagem que ele trazia, não é? E muitas vezes ali dentro daqueles que que tinham a responsabilidade de levar a palavra de Deus, né, de interpretar a Torá. Então, os fariseus, os saduceus, os doutores da lei eram os mais intolerantes a Jesus, mais até do que os próprios romanos, porque os

nsabilidade de levar a palavra de Deus, né, de interpretar a Torá. Então, os fariseus, os saduceus, os doutores da lei eram os mais intolerantes a Jesus, mais até do que os próprios romanos, porque os romanos tinham a forma deles de viver, né? Mas eh entre os hebreus, né, Jesus não era tolerado por muitos, né, principalmente por essas por esses que tinham o poder nas mãos e que se sentiram ameaçados, né, com a chegada do Messias, achando que o Messias talvez pudesse querer tomar o lugar deles. Eles não entenderam a mensagem, né? E é interessante que Humberto de Campos, ele vai narrar no livro Contos desta e da outra vida. Um, ele nos traz um texto de que certa vez três sacerdotes do templo visitaram Jesus em Cafarnaum. Eles estavam de passagem por Cafarnaum e eles foram visitar Jesus na casa de Pedro, de Simão Pedro. E esses três, eles eh buscam então a Jesus. O nome deles, né, eu vou pedir licença aqui para ler, é Jonathan, Jessé e Eliaquim. Eles eram, na verdade, não eram sacerdotes, eles eram funcionários do templo de Jerusalém. E eles então buscam, né, e a Jesus, Jesus os recebe muito bem. E eles, então, Jonathan, o Io começa a elogiar Jesus, né? Soube das suas pregações, daquilo que o Senhor ensina, dos feitos que tem promovido, né? E eles se diziam muito entusiasmados com a chegada da boa nova e do reino, né, de Deus, né, com as boas notícias que chegavam. E ele então disse assim: "Não obstante as obrigações que nos prendem ao sagrado tabernáculo de Israel, anelamos servir-te, aceitando-te as ideias e lições, com as quais seremos colunas de tua causa na cidade eleita do povo escolhido." Contudo, antes de solenizar nossos votos, desejamos ouvir-te quanto à conduta que nos compete à frente dos inimigos. E eles começam a dizer, né? E então essa foi a introdução do primeiro do Jonathan. Queria saber o que Jesus dizia, como deviam se comportar diante dos inimigos. O segundo diz assim: "Messias, somos hostilizados por terríveis desafetos no santuário e estasiados com os teus ensinamentos,

ria saber o que Jesus dizia, como deviam se comportar diante dos inimigos. O segundo diz assim: "Messias, somos hostilizados por terríveis desafetos no santuário e estasiados com os teus ensinamentos, estimaríamos acolher-te a orientação." E o terceiro completa: Filho de Deus, ensina-nos como agir. Então eles reconheciam Jesus, né, como o enviado de Deus e foram ali buscar uma orientação. Jesus meditou alguns instantes e respondeu: "Primeiramente, é justo considerar nossos adversários como instrutores. O inimigo vê junto de nós a sombra que o amigo não deseja ver e pode ajudar-nos a fazer mais luz no caminho que nos é próprio. Cabe-nos, desse modo, tolerar-lhe as admoestações com nobreza e serenidade, tal qual o ferro, que após sofrer paciente o calor da forja, ainda suporta os golpes do malho com dignidade humilde, a fim de se adaptar à utilidade e à e à beleza. Os visitantes já se entreharam, um olhou, já olhou pro outro. e já achou aquela resposta de Jesus muito estranha diante do que eles realmente esperavam. Lembrando, né, que os hebreus esperavam o Messias para se libertar do julgo romano, né? Então eles esperavam o Messias guerreiro, que viesse com seus exércitos para acabar com aquela dominação, usando a força que fosse necessária para libertar o povo escolhido, né? E a conversa continua. Um deles pergunta: "Mas, Senhor, e se somos injuriados?" E Jesus diz: "Adotemos o perdão e o silêncio." Muita gente que insulta é vítima de perturbação e enfermidade. E o outro pergunta: "E se formos perseguidos?" Jesus, utilizemos a oração em favor daqueles que nos afligem, para que não venhamos a cair no escuro nível da ignorância a que se acolhem. E eles não satisfeitos, mestre, e se nos baterem, esmorrarem, que fazer se a violência nos avilta e confunde? Ainda assim, disse Jesus, a paz íntima deve ser nosso asilo e o amor fraterno a nossa atitude, porquanto quem procura se viciar o próximo e dilacerá-lo está louco e merece compaixão. Senhor, insistiu Jonathan, que resposta

us, a paz íntima deve ser nosso asilo e o amor fraterno a nossa atitude, porquanto quem procura se viciar o próximo e dilacerá-lo está louco e merece compaixão. Senhor, insistiu Jonathan, que resposta oferecer então à maledicência, à calúnia e à perversidade? O Cristo sorriu e disse: "O maledicente guarda consigo o infortúnio de descer à condição do verme que se alimenta com o lixo do mundo. O caluniador traz no coração largas doses de fé e veneno que lhe flagelam a vida. E o perverso tem a infelicidade de cair nas armadilhas que tece para os outros. O perdão é a única resposta que merecem, porque são bastante desditosos por si mesmos. Eles não satisfeitos. E que reação assumir perante os que perseguem? Jesus diz: "Quem persegue os semelhantes tem o espírito em densas trevas e mais se assemelha ao cego desesperado, que investe contra os fantasmas da própria imaginação, arrojando-se ao fosso do sofrimento. Por esse motivo, o socorro espiritual é o melhor remédio para os que nos atormentam. E que punição reservar aos que nos ferem o corpo, assaltando-nos o bril. Refiro-me aqueles que nos vergastam a face e fazem sangrar o peito. Jesus, quem golpeia pela espada, pela espada será golpeado também, até que reine o amor puro na terra. Quem se rende às sugestões do crime é um doente perigoso que devemos corrigir com a reclusão e com o tratamento indispensável. O sangue não apaga o sangue e o mal não retifica o mal. E ele continua: "É imperio, saibamos amar e educar os semelhantes com a força de nossas convicções e conhecimentos, a fim de que o reino de Deus se estenda no mundo." As boas novas de salvação esperam que o santo ampare o pecador, que o são ajude ao enfermo, que a vítima auxilie o verdugo. Para isso, é imprescindível que o perdão incondicional, com o esquecimento de todas as ofensas, assegure a paz e a renovação de tudo. Nesse ím, uma criança doente chorou em alta voz num aposento contigo. O mestre pediu alguns instantes de espera e saiu para socorrê-la. Mas ao

e todas as ofensas, assegure a paz e a renovação de tudo. Nesse ím, uma criança doente chorou em alta voz num aposento contigo. O mestre pediu alguns instantes de espera e saiu para socorrê-la. Mas ao regressar, Debalde buscou a presença dos aprendizes fervorosos e entusiastas. Na sala modesta de Pedro não havia ninguém. Então, a gente vê nessa mensagem, né, a mensagem de Jesus muito clara, não é, de que por mais que nós soframos violência, por mais que nós sejamos insultados, ofendidos, é de bom tom, é de bom alvre que nós não devolvamos na mesma moeda, né? Porque enquanto o outro está agindo dessa forma, ele está se comprometendo com a lei. Agora, quando nós fizermos o mesmo, nós é que estaremos nos comprometendo com a lei, não é? Então, não significa que nós eh vamos eh assim passar por isso passivamente, não. Nós vamos passar de forma a auxiliar aquele que assim procede, né? Vamos lembrar de Jesus, né? Quando Jesus foi preso naquela madrugada, eh, e depois levado à presença de Pilatos, né? Eh, ele foi extremamente humilhado, ele apanhou, né? Eh, cuspiram no rosto dele, ele passou por situações muito difíceis. Em nenhum momento ele, o governador espiritual do nosso planeta, né, o príncipe da paz, o ser mais puro, né, que nós temos conhecimento, se levantou contra, né, em nenhum momento ele teve qualquer gesto de violência. Então, claro, nós podemos dizer assim, mas era Jesus, né? Mas ele é nosso guia e modelo. É ele que é a nossa referência. E esses ensinos dele vem para nos mostrar como nós devemos também nos conduzir se nós quisermos primeiro ser realmente discípulos dele. Em segundo lugar é o que vai realmente fazer com que nós avancemos, né, na nossa caminhada evolutiva. Porque enquanto nós alimentarmos a violência, alimentarmos, né, as disensões, nós não vamos estar nem avançando e nem contribuindo para que o bem-estar de todos ocorra, né? Então, eh, por isso que é tão importante essa questão da reconciliação. Mas às vezes a gente pode dizer assim, a gente ouve, né? Não, mas eu quero me

ribuindo para que o bem-estar de todos ocorra, né? Então, eh, por isso que é tão importante essa questão da reconciliação. Mas às vezes a gente pode dizer assim, a gente ouve, né? Não, mas eu quero me reconciliar, mas o outro não quer. Eu quero, eu me aproximo, eu tento, mas o outro continua, né, agindo de forma, infelizmente, a não pro proporcionar, né, essa reconciliação. Não tem problema, não é? Aí é a questão, né? Reconciliar com o adversário não significa que nós vamos obter o êxito da reconciliação, mas nós precisamos fazer a nossa parte, a parte que nos cabe. Qual é a minha parte nesse processo? É perdoar, é não ter ódio, né? É não querer o mal do outro. Então, e se o outro precisar e eu puder ajudar, que eu o faça, né? Então, eu vou estar fazendo a minha parte. É o que tá aqui, o que Kardec disse, né? Ele fala assim, eh, tem uma parte aqui que ele fala que Deus não vai permitir aqui, olha, eh, por essa forma de um inimigo encarniçado neste mundo, se pode fazer um amigo no outro. Pelo menos o que assim procede põe do seu lado o bom direito. O bom direito. Porque se nós agimos no bem, mesmo que nós tenhamos cometido equívocos e erros e ainda cometemos na hora da prestação de contas, né, que todos nós temos, né, depois dessa existência vai ter uma prestação de contas com a nossa própria consciência, né, do que fizemos, de bom, de ruim. Mas o bem que nós fizemos é o bom direito, é o nosso advogado. Todo o bem que nós fazemos é o nosso advogado na hora da prestação de contas. Então, por mais que nós também tenhamos errado, né, fizemos o bem e esse bem virá em nosso, né, em nosso favor. E ele vai dizer: "E Deus não consente que aquele que perdoou sofra qualquer vingança. Nós quebramos a a sintonia com o mal, né? Porque enquanto nós estamos ali naquele embate, ele faz, a gente faz, tem um filme, eu não assisti o filme inteiro não, mas eu vi um pedacinho ontem chamado Vizinhos e os vizinhos em pé de guerra, né? E um fazia uma coisa, o outro fazia a outra. Eu nem sei como

nte faz, tem um filme, eu não assisti o filme inteiro não, mas eu vi um pedacinho ontem chamado Vizinhos e os vizinhos em pé de guerra, né? E um fazia uma coisa, o outro fazia a outra. Eu nem sei como que ia acabar aquele filme também. Não me interessou muito não, porque não é nenhuma mensagem assim, mas ilustra, né, quando às vezes a gente eh não consegue quebrar esse círculo vicioso do mal, né? Mas quando a gente consegue quebrar, é aquela história, né? Quando não quer, dois não brigam, não é assim o provérbio? Então você quebra aquela sequência, então você vai se colocar numa outra frequência vibratória. É por isso que quando a gente tá numa boa sintonia vibratória, o mal, né, não nos atinge. Agora, quando nós estamos em sintonia, aí nós vamos viver um inferno, né? Porque a gente sabe que céu e inferno são estados de espírito. A gente pode viver o céu e a gente pode viver o inferno aqui na terra, né? Não precisamos sair daqui para viver o céu ou o inferno. Então é da aquilo como nós, né? Então, nós precisamos eh verificar como está a nossa atitude, como que eu como que eu me comporto. Eu tenho sido muito intransigente, eu tenho sido muito exigente com as pessoas que convivem comigo. Eu preciso tomar cuidado porque essa exigência, essa intransigência, né, vai desgastando, vai afastando as pessoas umas das outras. Então, a gente precisa exigir menos e ofertar mais, né? Sempre porque aquilo que a gente oferta é o que a gente vai receber da vida, não é assim? Se a gente é duro com as pessoas, as pessoas vão ser duras conosco. Se eu entrego, né, aspereza, eu vou receber aspereza, porque é da lei de ação e reação, lei de causa e efeito, não é? Aquilo que nós oferecemos, ai eu quero ser feliz, mas o que que eu proporciono para que os outros sejam felizes? O que eu tenho feito para tornar o ambiente melhor, né? Para tornar um ambiente leve, que apesar das nossas imperfeições, dos nossos erros, continuemos nos ajudando uns aos outros, cooperemos, né? Lei de sociedade, né?

to para tornar o ambiente melhor, né? Para tornar um ambiente leve, que apesar das nossas imperfeições, dos nossos erros, continuemos nos ajudando uns aos outros, cooperemos, né? Lei de sociedade, né? Nenhum de nós é um ser completo. Nós ainda somos seres muito incompletos. Vamos alcançar um dia. Todos seremos anjos um dia, né? Espíritos puros. Mas hoje ainda não somos. Somos incompletos. E o que falta em mim, eu vou encontrar na Lourdes. O que falta na Lourdes, ela vai encontrar na Cris. e assim sucessivamente. Porque é assim, porque cada um de nós vai desenvolvendo habilidades e adquirindo conhecimentos em determinadas áreas do conhecimento e desenvolvendo também certas virtudes, vai educando sentimentos. Então, é assim que nós vamos nos ajudando uns aos outros, né? que a gente não tem, a gente encontra no próximo. É por isso que ninguém pode viver insulado, isolado, porque senão não progride. A gente progride aprendendo uns com os outros, né? Emanuel vai dizer na introdução da obra Paulo Estevão que sem Estevão não haveria Paulo. Por que que ele diz isso lá? Porque Estevão serve, vai servir depois, né, naquele momento em que Estevão desencarna no circo, né, apedrejado. E ele fala pra pra Abigail, né, que ela não abandonasse o noivo Saulo, porque se ele defendia daquela forma o Antigo Testamento, as leis, imagine com que disposição ele não defenderia o Cristo quando ele entendesse a mensagem do Cristo, né? Então, o exemplo de Estevão cala fundo. Saulo ouve essas palavras de Estevão e depois faz algumas bobagens, né? Ele não quer mais saber de Abigail, né? Tenta, continua perseguindo os cristãos até que a caminho de Damasco, ele tem aquele encontro com Cristo, né? E aí aquilo ali muda completamente a forma dele enxergar tudo. Mas ele passa por momentos muito difíceis. né? Então, a Emânuel fala isso quando ele vai falar da importância do espírito de cooperação. Então, nós precisamos nos ter termos isso. aqueles que nos causam dificuldade, que são adversários ou às vezes até os

a Emânuel fala isso quando ele vai falar da importância do espírito de cooperação. Então, nós precisamos nos ter termos isso. aqueles que nos causam dificuldade, que são adversários ou às vezes até os temos como inimigos, como diz, né, a mensagem lá de Humberto de Campos, são nossos instrutores, né? Nós temos que no mínimo agradecer a Deus por ter colocado no nosso caminho aquele ser que é o instrumento da nossa melhoria moral. Agora, se nós não entendermos assim, nós vamos perder uma grande oportunidade de dar um passo muito importante na nossa caminhada evolutiva, né? Então, a gente vai ver que essa história nos mostra a importância, vamos resolver enquanto estamos a caminho. Estão próximos de nós. Até quando nós não sabemos, todos nós viemos, né, com carteira de trabalho assinada, né? Dizem que a gente não recebe passagem, não é carteira de trabalho para vir pra terra, né? Uma hora nós vamos dar baixa desse trabalho, né, na Terra nesse período. Nós não sabemos quando tivemos essa semana a queda do avião da Air Índia, não é? 230 passageiros, mais 12 tripulantes, mais 37 na em terra, que o avião caiu no prédio, né? e só um sobrevivente, não é? Então, são questões que fogem a nossa compreensão do porquê, porque nós não sabemos a causa, porque um sobreviveu e os outros voltaram ao mundo espiritual, mas chegou o momento deles, não é? Então imagine aqueles que eles ainda não tinham, né, conseguido resolver as pendências, ficou para depois, ficou para outro outra oportunidade que nós não sabemos quando será, né? Muitos ali saíram de casa, se despediram e não sabiam, né, que era o último, né, boa tarde daquele dessa atual existência, né? Então, nós precisamos ter consciência disso, de que nós estamos aqui tendo uma oportunidade abençoada dessa nossa encarnação, de aprendermos mais, de ajustarmos, né, os nossos relacionamentos, de buscarmos aprender com Jesus a lei de amor, né, junto com aqueles que estão a caminho conosco. os os que nós temos afinidade e os que nos são um pouco mais custos. Assim como

ossos relacionamentos, de buscarmos aprender com Jesus a lei de amor, né, junto com aqueles que estão a caminho conosco. os os que nós temos afinidade e os que nos são um pouco mais custos. Assim como nós também devemos ser custos a algumas pessoas, né, que nós também não somos, né, a última último biscoito do pacote, né? Nós temos também as nossas manias, as nossas exigências, né, as nossas intolerâncias. Então, é muito importante que a gente busque essa compreender, né, quando Jesus fala a importância de reconciliar com os adversários, porque é uma questão de nós estarmos quites com a própria consciência. Por isso que nós não vamos sair dessa prisão enquanto não pagarmos até o último centavo ou último seitil, porque é uma questão, né, de consciência. Nós, quando nós perdoamos, nós nos libertamos e quando nós não perdoamos, nós continuamos presos. Perdoar não significa que o outro não vai precisar acertar as contas. ou passar pelas consequências do ato que fez, assim como nós, né? Mas significa que nós deixamos, né, de nos prender à aquilo. Então, carregar mágoa, carregar às vezes a gente vê, né, pessoas de de de uma mesma família que ficam às vezes anos sem se verem, sem se falarem, sem conversar. Puxa, vamos rever isso, né? Vamos nos aproximar, vamos buscar entender o que que tá acontecendo, né? Muitas vezes o simples gesto de se aproximar já vai fazer com que o outro perceba a mudança. Pode ser que ele não queira, mas pode ser que ele se abra, né? Porque a gente vê muitas situações assim, principalmente quando as pessoas já estão mais maduras, né? Às vezes brigar a vida inteira, mas chega lá na frente, os dois de cabecinha branca, de repente descobrem, mas que bobagem, né? Percebem o tempo que perderam, que se tivessem se ajudado teriam, né, proporcionado um ao outro excelentes oportunidades de crescimento e de melhoria. Então, a gente vai ver que além dessas duas eh situações, né, essas duas classes de adversários, tem uma outra mensagem de Emanuel que nós vamos ver, que a gente pode chamar

crescimento e de melhoria. Então, a gente vai ver que além dessas duas eh situações, né, essas duas classes de adversários, tem uma outra mensagem de Emanuel que nós vamos ver, que a gente pode chamar de uma terceira classe de adversário, porque quando a gente fala de adversário, a gente está pensando no outro, né? Mas Emânel vai dizer que nós temos também, ele diz assim, temos também na intimidade do nosso coração antigos adversários, do nosso equilíbrio e da nossa paz, que raramente convocamos ao nosso deslumbramento. É o orgulho louco inimigo do nosso progresso. é a vaidade, infeliz companheira de nossos desequilíbrios. É a preguiça mental, infortunada mendiga, que estima residir conosco, paralisando os impulsos de servir. É o egoísmo, lamentável amigo destruidor que teima em cristalizar-nos nas sombras da ignorância. É o ódio, milenário, perseguidor a inclinar-nos para o despenhadeiro da vingança. É a ingratidão, triste, comparsa, de delitos escuros a seguir-nos de remoto passado, induzindo-nos à dureza de coração. É o desânimo, mísero pedinte, asilado em nossa alma, encarcerado nas trevas, do medo de trabalhar e de algo fazer. na sementeira da caridade e da luz. E ele vai dizer assim no fim da mensagem: "Convidemos todos esses velhos companheiros de jornada evolutiva para o banquete do Evangelho em nosso templo íntimo e de certo se converterão em cooperadores prestimosos de nosso reajuste, transformando-nos em vivo santuário de bênçãos para a execução plena e vitoriosa da vontade de Deus. Essa mensagem tem por título banquete interior. Então é isso, nós precisamos vivenciar mais o evangelho. a boa notícia, a boa nova, né, que Jesus nos trouxe há 2000 anos e que agora, com a luz da doutrina espírita, que vem nos trazer a chave do entendimento para aquele para todos os textos simbólicos, né, tem muito, muita simbologia, tanto no Velho como no Novo Testamento, e que a doutrina espírita hoje vem nos trazer com tanta clareza Porque ela vem nos mostrar que nós somos espíritos

simbólicos, né, tem muito, muita simbologia, tanto no Velho como no Novo Testamento, e que a doutrina espírita hoje vem nos trazer com tanta clareza Porque ela vem nos mostrar que nós somos espíritos imortais, que nós somos espíritos antigos, milenares, que estamos caminhando há tanto tempo afastados dessas verdades, mas que agora nós já estamos despertando, já estamos conseguindo entender melhor o Cristo, né? Então, que nós não percamos essa oportunidade e que diante daqueles que nos são difíceis, que nós também lembremos desse evangelho, da importância, né, de nós colocarmos em prática a tolerância, o amor, né, o acolhimento, porque todo aquele que se coloca como adversário está doente. E o doente precisa de remédio, ele não precisa de outra doença ou outro doente que o venha a deixar em pior situação, né? Então, queridos irmãos, queridas irmãs, era essa reflexão que o Evangelho, né, nos traz, que nós gostaríamos de compartilhar, que possamos levar conosco, termos todos uma boa semana e lembrarmos, né, das palavras de Jesus, principalmente nos momentos, né, mais difíceis da nossa existência. Muita paz, que Jesus nos abençoe a todos. Amém. Então, meus irmãos, fica aí o convite para nós, né, te colocarmos em práticas esses ensinamentos que aqui recebemos nesta tarde, todos esse direcionamento com os nossos que estão são mais próximos, né, os nossos familiares, os nossos amigos, colegas de trabalho, que às vezes a gente tem muita dificuldade e vamos exercitando no nosso dia a dia essa gotinha de amor, de caridade, de fraternidade, como também trouxe o Marcos para nós. Nós agora vamos encerrando, fazendo a nossa prece. Após a prece nós teremos o passe. Aqueles que desejarem receber o passe poderão permanecer sentados em seus lugares que vão sendo chamados, lembrando sempre de darmos prioridade às crianças, aos idosos e aqueles que têm deficiências físicas. Então vamos orar e vamos pedir a Cristiane que conduza, então os nossos pensamentos. Amoroso Mestre Jesus, amigo e companheiro da nossa jornada

nças, aos idosos e aqueles que têm deficiências físicas. Então vamos orar e vamos pedir a Cristiane que conduza, então os nossos pensamentos. Amoroso Mestre Jesus, amigo e companheiro da nossa jornada aqui na Terra, com os corações agradecidos pela oportunidade desse encontro, onde podemos estudar o teu evangelho, te rogamos, Senhor, a tua proteção generosa, bendita, que o Senhor nos ilumine, nos ampare, fortaleça os nossos corações para que possamos, mestre, no nosso dia a dia, estar em sintonia com os teus ensinamentos. Rogamos a ti, Senhor, que os desejos dos nossos corações estejam de acordo com as leis de Deus, nosso Pai. Que tudo aquilo, mestre, que nos angustia, nos causa dores e aflições, o Senhor nos envolva na tua paz, para que os nossos caminhos sejam fortificados por ti. Abençoe o nosso retorno ao nosso lar, amparando os nossos entes queridos. os nossos amigos, os nossos familiares. Que as tuas bênçãos recaiam, Senhor, sobre todos nós e que tenhamos uma semana de muita paz. Esteja conosco, Senhor Jesus, hoje, agora e para todo sempre. Que assim seja. Então, uma boa semana a todos. Que se inicia com votos de muita paz.

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